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05/01/2016

L13240

05/01/2016 L13240 PresidênciadaRepública CasaCivil SubchefiaparaAssuntosJurídicos LEINº13.240,DE30DEDEZEMBRODE2015.

PresidênciadaRepública

CasaCivil

SubchefiaparaAssuntosJurídicos

Dispõesobreaadministração,aalienação,a transferênciadegestãodeimóveisdaUnião e seu uso para a constituição de fundos; alteraaLein o 9.636,de15demaiode1998, eos Decretos­Lein os 3.438, de17dejulho de1941, 9.760, de5desetembrode1946,

271,de28defevereirode1967,e2.398,de

21 de dezembro de 1987; e revoga dispositivodaLein o 13.139,de26dejunho

de2015.

APRESIDENTADAREPÚBLICAFaçosaberqueoCongressoNacionaldecretaeeusancionoaseguinte

Lei:

Art.1 o EstaLeidispõesobreaadministração,aalienação,atransferênciadegestãodeimóveisdaUnião eseuusoparaaconstituiçãodefundos.

§ 1 o O disposto nesta Lei aplica­se também aos imóveis das autarquias e das fundações públicas federaisnocasodeadesãoexpressadodirigentemáximo.

§2 o NãoseaplicaodispostonestaLeiaosimóveisdaUnião:

I­administradospeloMinistériodasRelaçõesExteriores,peloMinistériodaDefesaoupelosComandos

daMarinha,doExércitooudaAeronáutica;

II ­situados naFaixadeFronteiradequetrataaLei n o 6.634, de2demaiode1979, ounafaixade segurançadequetratao§3 o doart.49doAtodasDisposiçõesConstitucionaisTransitórias.

§3 o ParaosfinsdestaLei,considera­sefaixadesegurançaaextensãodetrintametrosapartirdofinal dapraia,nostermosdo§3 o doart.10daLein o 7.661,de16demaiode1988.

Art. 3 o Para os terrenos submetidos ao regime enfitêutico, fica autorizada a remição do foro e a consolidaçãododomínioplenocomoforeiromedianteopagamentodovalorcorrespondenteaodomíniodireto doterreno,conformeprevistonoart.123doDecreto­Lein o 9.760,de5desetembrode1946,edasobrigações pendentesnaSecretariadoPatrimôniodaUnião,inclusiveasobjetodeparcelamento.

Parágrafoúnico. Ficamdispensadasdopagamentopelaremiçãoaspessoasconsideradascarentesou de baixa renda, nos termosprevistosnoart.1 o doDecreto­Lein o 1.876,de15dejulhode1981.

Art. 4 o Os imóveis inscritos em ocupação poderão ser alienados pelo valor de mercado do terreno, excluídasasbenfeitorias,aosrespectivosocupantescadastradosnaSecretariadoPatrimôniodaUnião.

Art.5 o Oforeiroouoocupantequenãooptarpelaaquisiçãodosimóveisaquesereferemosarts.3°e4° continuarásubmetidoaoregimeenfitêuticooudeocupação,naformadalegislaçãovigente.

Art. 6 o A Secretaria do Patrimônio da União verificará a regularidade cadastral dos imóveis a serem alienadoseprocederáaosajusteseventualmentenecessáriosduranteoprocessodealienação.

Art.7 o ASecretaria do Patrimônio da União, no prazodedezoitomeses,contados dapublicação destaLei, divulgaráem seusítioeletrônicoarelaçãodetodas as áreas ouimóveis depropriedadedaUnião

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identificados,demarcados,cadastradosouregistradosnaqueleórgãoeporeleadministrados.

Art. 8 o O Ministro de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão, permitida a delegação, editará portariacomalistadeáreasouimóveissujeitosàalienaçãonostermosdestaLei.

§1 o OsterrenosdemarinhaeacrescidosalienadosnaformadestaLei:

I­nãoincluirão:

II ­deverãoestarsituados emáreaurbanaconsolidadadeMunicípiocom mais decem mil habitantes,

conforme o último Censo Demográfico disponibilizado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística­IBGE,ouquetenha:

a)(VETADO);e

b)(VETADO).

§2 o ParaosfinsdestaLei,considera­seáreaurbanaconsolidadaaquela:

I­incluídanoperímetrourbanoouemzonaurbanapeloplanodiretorouporleimunicipalespecífica;

II­comsistemaviárioimplantadoeviasdecirculaçãopavimentadas;

III­organizadaemquadraselotespredominantementeedificados;

IV ­ de uso predominantemente urbano, caracterizado pela existência de edificações residenciais, comerciais,industriais,institucionais,mistasouvoltadasàprestaçãodeserviços;e

V­comapresençade,nomínimo,trêsdosseguintesequipamentosdeinfraestruturaurbanaimplantados:

a)drenagemdeáguaspluviais;

b)esgotamentosanitário;

c)abastecimentodeáguapotável;

d)distribuiçãodeenergiaelétrica;e

e)limpezaurbana,coletaemanejoderesíduossólidos.

§3 o Aalienaçãodosimóveisdequetratao§1 o nãoimplicasupressãodasrestriçõesadministrativasde usoouedificaçãoquepossamprejudicarasegurançadanavegação,conformeestabelecidoematodoMinistro deEstadodaDefesa.

§4 o Nãohánecessidadedeautorizaçãolegislativaespecíficaparaalienaçãodosimóveisarrolados na portariaaqueserefereocaput.

Art.9 o PoderáseralienadoaoocupantequeotenhacomoúnicoimóvelresidencialnoMunicípioouno DistritoFederal,dispensadaalicitação,oimóveldaUniãosituadoemárea:

I­urbanaconsolidada,nostermosdo§2 o doart.8 o destaLei,desdequenãoestejasituadoemáreade preservaçãopermanente,naformadoincisoIIdocaputdoart.3 o daLein o 12.651,de25demaiode2012,nem

II ­rural, desde que o imóvel tenha área igual ou superior à dimensão do módulo de propriedade rural estabelecidapelaLein o 4.504,de30denovembrode1964,enãosuperioraodobrodaqueladimensãoenão estejasendoutilizadoparafinsurbanos.

Art. 10. É assegurado ao ocupante de boa­fé o direito de preferência para a aquisição do respectivo

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imóvelsujeitoaalienaçãonostermosdestaLei.

Art.11. Oadquirentereceberádescontode25%(vinteecincoporcento)naaquisição,comfundamento nosarts.3 o e4 o ,requeridanoprazodeumano,contadodadatadeentradaemvigordaportariadequetratao art.8 o ,queincluirobemnalistadeimóveissujeitosàalienação.

Art. 12. O pagamento das alienações realizadas nos termos desta Lei observará critérios fixados em regulamentoepoderáserrealizado:

I­àvista,noatodaassinaturadocontrato;

II­(VETADO).

Art.13. Paraosimóveisdivididosemfraçõesideaisemquejátenhahavidoaforamentode,nomínimo, umadasunidadesautônomas,naformadoitem1 o doart.105doDecreto­Lein o 9.760,de5desetembro de 1946,combinado com oincisoIdocaputdoart.5 o doDecreto­Lein o 2.398,de21dedezembro1987, será aplicadoomesmocritériodeoutorgadeaforamentoparaasdemaisunidadesdoimóvel.

Art. 14. Fica a União autorizada a transferir aos Municípios litorâneos a gestão das praias marítimas urbanas,inclusiveasáreasdebensdeusocomumcomexploraçãoeconômica,excetuados:

I­oscorposd’água;

II­asáreasconsideradasessenciaisparaaestratégiadedefesanacional;

III­asáreasreservadasàutilizaçãodeórgãoseentidadesfederais;

IV­asáreas destinadas à exploração de serviço público de competênciadaUnião;

V­asáreassituadasemunidadesdeconservaçãofederais.

§1 o AtransferênciaprevistanesteartigoocorrerámedianteassinaturadetermodeadesãocomaUnião.

§2 o OtermodeadesãoserádisponibilizadonosítioeletrônicodoMinistériodoPlanejamento,Orçamento eGestãoparapreenchimentoeletrônicoepreverá,entreoutrascláusulas:

I­asujeiçãodoMunicípioàs orientações normativas eàfiscalizaçãopelaSecretariadoPatrimônioda

União;

II­odireitodosMunicípiossobreatotalidadedasreceitasauferidascomasutilizaçõesautorizadas;

III­apossibilidadedeaUniãoretomaragestão,aqualquertempo,devidoadescumprimentodenormas

daSecretariadoPatrimôniodaUniãoouporrazõesdeinteressepúblicosuperveniente;

IV­areversãoautomáticadaáreaàSecretariadoPatrimôniodaUniãonocasodecancelamentodotermo

deadesão;

V­aresponsabilidadeintegraldoMunicípio,noperíododegestãomunicipal,pelasaçõesocorridas,pelas

omissõespraticadasepelasmultaseindenizaçõesdecorrentes.

§3 o (VETADO).

Art.15. FicamtransferidosaosMunicípioseaoDistritoFederaloslogradourospúblicos,pertencentesa parcelamentosdosoloparafinsurbanosaprovadosouregularizadospelopoderlocaleregistradosnoscartórios deregistrodeimóveis,localizadosemterrenosdedomíniodaUnião.

Art. 16. A SecretariadoPatrimôniodaUniãopoderáreconhecerautilizaçãodeterrenos daUniãopor terceiros em áreas de preservação ambiental ou necessárias à preservação dos ecossistemas naturais, inclusiveemÁreadePreservaçãoPermanente–APP,inscrevendo­osemregimedeocupação,observadosos prazosdaLein o 9.636,de15demaiode1998,devendosercomprovadoperanteoórgãoambientalcompetente queautilizaçãonãoconcorrenemtenhaconcorridoparacomprometimentodaintegridadedessasáreas.

§1 o Oocupanteresponsabiliza­sepelapreservaçãodomeioambientenaáreainscritaemocupaçãoe pelaobtençãodaslicençasurbanísticaseambientaiseventualmentenecessárias,sobpenadecancelamentoda inscriçãodeocupação.

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§2 o Oreconhecimentodequetrataesteartigonãoseaplicaàsáreasdeusocomum.

Art.17. (VETADO).

Art.18. AsreceitaspatrimoniaisdaUniãodecorrentesdavendadeimóveisarroladosnaportariadeque trata o art. 8 o e dos direitos reais a eles associados, bem como as obtidas com as alienações e outras operações dos fundos imobiliários, descontados os custos operacionais, comporão o Fundo instituído pelo Decreto­Lei n o 1.437, de 17 de dezembro de 1975, eintegrarão a subconta especial destinada a atender às

Parágrafoúnico.A receitaobtidacomaalienaçãodeimóveisdeautarquiasefundaçõesserávinculadaa açõesderacionalizaçãoeadequaçãodosimóveisdaprópriaentidade.

Art.19. ALein o 9.636,de15demaiode1998,passaavigorarcomasseguintesalterações:

SeçãoIX

(VETADO)”

III­(revogado);

VII­opreçomínimodevendaseráfixadocombasenovalordemercadodoimóvel, estabelecidoem avaliaçãodeprecisãofeitapelaSPU, cujavalidadeserádedoze meses;

§ 2 o Para realização das avaliações de que trata o inciso VII, é dispensada a homologaçãodosserviçostécnicosdeengenhariarealizadospelaCaixaEconômica Federal.

”(NR)

“Art. 37. Fica instituído o Programa de Administração Patrimonial Imobiliária da União­PROAP,destinado,segundoaspossibilidadeseasprioridadesdefinidaspela administraçãopúblicafederal:

I­àadequaçãodosimóveisdeusoespecialaoscritériosde:

a)acessibilidadedaspessoascomdeficiênciaoucommobilidadereduzida;

b)sustentabilidade;

c)baixoimpactoambiental;

d)eficiênciaenergética;

e)reduçãodegastoscommanutenção;

f)qualidadeeeficiênciadasedificações;

II­àampliaçãoeàqualificaçãodocadastrodosbensimóveisdaUnião;

III­àaquisição,àreforma,aorestauroeàconstruçãodeimóveis;

IV­aoincentivoàregularizaçãoeàfiscalizaçãodosimóveispúblicosfederaiseao

incrementodasreceitaspatrimoniais;

V ­ ao desenvolvimento de recursos humanos visando à qualificação da gestão patrimonial;

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VI­àmodernizaçãoeàinformatizaçãodosmétodoseprocessosinerentesàgestão

patrimonialdosimóveispúblicosfederais;

VII­àregularizaçãofundiária.

”(NR)

Art.20. Ressalvadososinscritosemregimedeocupação,osimóveisdepropriedadedaUnião arrolados naportariadequetrataoart.8 o eosdireitosreaisaelesassociadospoderãoserdestinadosàintegralizaçãode cotasemfundosdeinvestimento.

§1 o OMinistrodeEstadodoPlanejamento, OrçamentoeGestãoeditaránovaportariaparadefiniros

imóveisabrangidospelocaputeadestinaçãoaserdadaaeles.

§2 o Ofundodeinvestimentodeveráteremseuestatuto,entreoutrasdisposições:

I ­oobjetivodeadministraros bens e direitos sob sua responsabilidade, podendo, para tanto, alienar, reformar,edificar,adquiriroualugarosbensedireitossobsuaresponsabilidade;

II ­ a permissão para adquirir ou integralizar cotas, inclusive com imóveis e com direitos reais a eles associados,emoutrosfundosdeinvestimento;

III ­ a permissão para aceitar como ativos, inclusive com periodicidade superior a sessenta meses,

contratosdelocaçãocomopoderpúblico;

IV­adelimitaçãodaresponsabilidadedoscotistasporsuasobrigaçõesatéolimitedesuaparticipaçãono

patrimôniodofundo;

V­avedaçãoàrealizaçãodeoperações quepossamimplicarperdasuperioraovalordopatrimôniodo

fundo;

VI­apossibilidadedeofundopodertersuascotasnegociadasemambientedenegociaçãocentralizadae

eletrônica,inclusiveembolsadevaloresedemercadoriasouemmercadodebalcãoorganizado.

§3

o Para os fins deste artigo, a União poderá selecionar fundos de investimentos administrados por

instituiçõesfinanceirasoficiaisfederais,independentementedeprocessolicitatório.

Art. 21. Fica o Poder Executivo autorizado a, por intermédio da Secretaria do Patrimônio da União, celebrar contratos ou convênios com órgãos e entidades da União, de Estados, do Distrito Federal ou de Municípios, notadamente a Caixa Econômica Federal e a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal ­ TERRACAP, para a execução de ações de cadastramento, regularização, avaliação e outras medidas necessáriasaoprocessodealienaçãodosbensimóveisaqueserefereestaLeierepresentá­lanacelebração decontratosouemoutrosajustes.

§1° Observadososprocedimentoslicitatóriosprevistosemlei,ficaautorizadaacontrataçãodainiciativa privadaparaaexecuçãodas ações dedemarcação, avaliaçãoealienaçãodos bens imóveis aqueserefere estaLei.

§2 o NacontrataçãodaCaixaEconômicaFederal:

I­serádispensadaahomologaçãopeloentepúblicodasavaliaçõesrealizadas;

II­avalidadedasavaliaçõesserádeumano;e

III­(VETADO).

§3° OMinistrodeEstadodoPlanejamento,OrçamentoeGestão,permitidaadelegação,editaráportaria paraarrolarasáreasouosimóveisalcançadospeloscontratoseconvêniosprevistosnesteartigo.

Art.22. Asseguradaacompensaçãofinanceira,naformadoregulamento,osimóveisqueconstituemo Fundo do Regime Geral de Previdência Social e que, na data de publicação desta Lei, estiverem ocupados irregularmente há mais de cinco anos e possam ser destinados à regularização fundiária de assentamentos urbanos, nos termos daLei n o 11.977, de7dejulhode2009, poderãosertransferidos paraopatrimônioda União,quelhesdaráaqueladestinação.

Art. 23. Os imóveis do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária ­ INCRA desprovidos de

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vocaçãoagrícolapoderãoserdoados aEstado, aoDistritoFederal ouaMunicípio, paraofim específicode

regularizaçãofundiáriadeassentamentourbano,nostermosdaLeinº11.977,de7dejulhode2009.

Art. 24. O caputdoart. 4 o doDecreto­Lei n o 3.438, de 17 de julho de 1941, passa a vigorar com a seguinteredação:

“Art. 4 o Ficam sujeitos ao regime enfitêutico os terrenos de marinha e os seus acrescidos,excetoaquelesnecessáriosaoslogradouroseaosserviçospúblicosou quandohouverdisposiçãolegalemsentidodiverso.

”(NR)

Art.25. ODecreto­Lein o 9.760,de5desetembrode1946,passaavigorarcomasseguintesalterações:

§7 o Quandosetratardeimóvelsituadoemáreas urbanas consolidadas eforada faixa de segurança de que trata o § 3 o do art. 49 do Ato das Disposições ConstitucionaisTransitórias,serãodispensadasasaudiênciasprevistasnesteartigo eoprocedimentoseráestabelecidoemnormadaSecretariadoPatrimôniodaUnião.” (NR)

“Art. 123. A remição do aforamento será feita pela importância correspondente a 17% (dezessete por cento) do valor do domínio pleno do terreno, excluídas as benfeitorias.”(NR)

Art.26. (VETADO)

Art. 27. O Decreto­Lei n o 2.398, de 21 de dezembro de 1987, passa a vigorar com as seguintes alterações:

“Art.1 o Ataxadeocupaçãodeterrenos daUniãoseráde2% (dois porcento)do valordodomínioplenodoterreno,excluídas as benfeitorias,anualmenteatualizado pelaSecretariadoPatrimôniodaUnião.

I­(revogado);

II­(revogado).

”(NR)

“Art. 3 o A transferência onerosa, entre vivos, do domínio útil e da inscrição de ocupação de terreno da União ou cessão de direito a eles relativos dependerá do

préviorecolhimentodolaudêmio,emquantiacorrespondentea5%(cincoporcento)

dovaloratualizadododomínioplenodoterreno,excluídasasbenfeitorias.

§5 o Anãoobservânciadoprazoestipuladono§4 o sujeitaráoadquirenteàmultade 0,05% (cincocentésimos porcento), pormês oufração, sobreovalordoterreno, excluídasasbenfeitorias.

”(NR)

“Art.6 o ­A. Sãodispensados delançamentoecobrançaas taxas deocupação, os foroseoslaudêmiosreferentesaosterrenosdemarinhaeseusacrescidosinscritos em regimedeocupação, quando localizados em ilhas oceânicas ou costeiras que contenhamsededeMunicípio,desdeadatadapublicaçãodaEmendaConstitucional n o 46, de 5 de maio de 2005, até a conclusão do processo de demarcação, sem cobrançaretroativaporocasiãodaconclusãodosprocedimentosdedemarcação.”

“Art.6 o ­B. A Uniãorepassará20% (vinteporcento)dos recursos arrecadados por meiodacobrançadetaxadeocupação,foroelaudêmioaosMunicípioseaoDistrito

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Federalondeestãolocalizadososimóveisquederamorigemàcobrança.

Parágrafoúnico.Osrepassesdequetrataocaputserãorealizadosatéodia1 o de fevereirodoanosubsequenteaorecebimentodosrecursos.”

Art.28. EstaLeientraemvigornadatadesuapublicação.

Art.29. Ficamrevogados:

II­oart.1 o daLein o 13.139,de26dejunhode2015,naparteemquealteraaredaçãodoart. 100do Decreto­Lein o 9.760,de5desetembrode1946.

Brasília, 30 dedezembrode2015;194 o daIndependênciae127 o daRepública.

DILMAROUSSEFF

NivaldoLuizRossato

NelsonBarbosa

ValdirMoysésSimão

IzabellaMônicaVieiraTeixeira

EstetextonãosubstituiopublicadonoDOUde31.12.2015­Ediçãoextra

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