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Pesquisa : CARTAO

Processo : 2004.001.32442

CARTÃO DE CRÉDITO. LEI DE USURA. ANATOCISMO. AÇÃO OBJETIVANDO A REVISÃO DE CLÁUSULAS
ABUSIVAS DE CONTRATO DE UTILIZAÇÃO DO MESMO, PERMISSIVAS DA COBRANÇA DE JUROS
SUPERIORES AOS ADMITIDOS PELA LEI DE USURA, E CAPITALIZADOS, COM A REVISÃO DA
COMPOSIÇÃO DO DÉBITO, RECALCULADO SEM ESSES EXCESSOS, E REPETIÇÃO DO INDÉBITO. AS
EMPRESAS ADMINISTRADORAS DE CARTÕES DE CRÉDITO ATUAM COMO INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS AO
INTERMEDIAREM, EM CUMPRIMENTO A MANDATO PREVIAMENTE RECEBIDO PARA TANTO, RECURSOS DE
TERCEIROS PARA FINANCIAR OS SALDOS DEVEDORES DOS SEUS USUÁRIOS PERANTE ELAS,
NEGOCIANDO, PARA TANTO, COM OUTRAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS, QUE OPERAM COM JUROS DE
MERCADO. INAPLICABILIDADE DAS DISPOSIÇÕES DA CHAMADA "LEI DE USURA" RELATIVAMENTE A
JUROS E OUTROS ENCARGOS QUE VENHAM AS ADMINISTRADORAS A COBRAR DE TAIS USUÁRIOS.
ANATOCISMO. CAPITALIZAÇÃO DE JUROS NÃO DEMONSTRADA INIDENTIFICAÇÃO DE DEFICIENTES OU
ININTELIGÍVEIS INFORMAÇÕES CONTIDAS NO TEXTO DO INSTRUMENTO CONTRATUAL Confirmação da
sentença de Improcedência dos pedidos.

Tipo da Ação: APELACAO CIVEL
Número do Processo: 2004.001.32442
Data de Registro : //
Órgão Julgador: DECIMA OITAVA CAMARA CIVEL
Des. DES. NASCIMENTO POVOAS VAZ
Julgado em 05/04/2005
Pesquisa : CARTAO
Processo : 2004.001.28416

CIVIL. CONSUMIDOR. CARTÃO DE CRÉDITO. AÇÃO ORDINÁRIA QUE VISA A DECRETAÇÃO DE NULIDADE
DE CLÁUSULAS ABUSIVAS, INCLUSIVE DE CLÁUSULA MANDATO, ALEGANDO COBRANÇA EXTORSIVA DE
JUROS E PRÁTICA DE ANATOCISMO. REQUERIMENTO DE PAGAMENTO EM DOBRO PELO INDÉBITO. SE O
AUTOR NÃO FAZ PROVA DOS FATOS CONSTITUTIVOS DE SEU DIREITO E DEIXA PRECLUIR O DIREITO DE
PRODUZIR PROVA PERICIAL CONTÁBIL, NÃO HÁ COMO SE RECONHECER A COBRANÇA DE JUROS
ABUSIVOS E CAPITALIZADOS. A VALIDADE DA CLÁUSULA MANDATO TEM SIDO ADMITIDA PELA E. SEÇÃO
CÍVEL DO COLENDO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA - STJ QUE TEM ENTENDIMENTO SUMULADO DE
QUE AS ADMINISTRADORAS DE CARTÃO DE CRÉDITO SÃO INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS (SÚM. 283) E,
COMO TAL, ESTÃO SOB ABRIGO DA SÚMULA 596 DO STF. SENTENÇA REFORMADA. RECURSO PROVIDO.

Tipo da Ação: APELACAO CIVEL
Número do Processo: 2004.001.28416
Data de Registro : //
Órgão Julgador: DECIMA OITAVA CAMARA CIVEL
Des. DES. MARCO ANTONIO IBRAHIM
Julgado em 05/04/2005

Pesquisa : CARTAO
Processo : 2004.001.18599

CARTÃO DE CRÉDITO. JUROS. CAPITALIZAÇÃO. RESPONSABILIDADE CIVIL. CÓDIGO DE DEFESA DO
CONSUMIDOR. RESTITUIÇÃO DO INDÉBITO.. Como orienta a Súmula n° 283 do E. Superior Tribunal de
Justiça, as administradoras de cartão de crédito integram o sistema financeiro nacional, o que as autoriza
a cobrar juros praticados no mercado financeiro. Inadmissível a capitalização dos juros nos termos da
Súmula 121 do STF. Configurado o excesso de cobrança, a prestadora de serviço tem o dever de restituir
o valor recebido a maior do consumidor. Recurso parcialmente provido.

Tipo da Ação: APELACAO CIVEL
Número do Processo: 2004.001.18599
Data de Registro : //

001. HIPÓTESE EM QUE ATUA AQUELE NO INTERESSE DESTE.21543 CARTÃO DE CRÉDITO. CARACTERIZAÇÃO DA ADMINISTRADORA DE CARTÃO DE CRÉDITO COMO INSTITUIÇÃO FINANCEIRA AO INTERMEDIAR NO MERCADO A OBTENÇÃO DE RECURSOS CAPAZES DE GARANTIR CRÉDITO AO USUÁRIO. 192 § 3° DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA. NASCIMENTO POVOAS VAZ Julgado em 22/03/2005 Pesquisa : CARTAO Processo : 2004. Validade da cláusula mandato. INDENIZAÇÃO.08. TAXA DE JUROS. Inversão do ônus da prova. Tipo da Ação: APELACAO CIVEL Número do Processo: 2004. Desprovimento de ambos os recursos. Sentença de procedência parcial. OPTANDO O TITULAR DO CARTÃO DE CRÉDITO PELO FINANCIAMENTO DO SEU DÉBITO. em razão de dívida . BANCO.7 . Limitação à taxa de 12% (doze por cento) ao ano. Réu que não a realiza.626/33. HENRIQUE DE ANDRADE FIGUEIRA Julgado em 29/03/2005 Pesquisa : CARTAO Processo : 2004. VIGÊNCIA DA MEDIDA PROVISÓRIA N° 2.170 DE 23.001. ANATOCISMO. ATO ILÍCITO CARACTERIZADO. O E. PROCLAMOU NÃO SER AUTO-APLICÁVEL A . obriga-se ao pagamento dos juros praticados pelas instituições financeiras. O Autor teve seu nome negativado junto aos cadastros do SPC e SERASA. DES.001.03042 AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS. NO JULGAMENTO DA AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE N° 4 . QUE LIMITA A TAXA DE JUROS REAIS A 12% AO ANO.001. Confirmação do decisum. Ao optar o usuário do cartão de crédito pelo pagamento parcelado das despesas efetuadas. UTILIZAÇÃO DE CRÉDITO ROTATIVO.2001. A Emenda Constitucional n. CUJA CONSTITUCIONALIDADE FOI DECLARADA PELO ÓRGÃO ESPECIAL DESTE TRIBUNAL.DF. DESSA PRÁTICA. Cartão de crédito.001. CONTUDO. STF. DEVE SE SUBMETER AOS JUROS DO MERCADO FINANCEIRO. RAZOABILIDADE. nas quais busca a administradora do cartão recursos para a operação. Taxa de juros. não se aplica às instituições financeiras. a pedido do Banco Réu. RESPONSABILIDADE CIVIL. DES. NO CASO EM EXAME. DANO MORAL CONFIGURADO. MARIA HENRIQUETA LOBO Julgado em 22/03/2005 Pesquisa : CARTAO Processo : 2005. SUCUMBÊNCIA. A CAPITALIZAÇÃO DE JUROS SOMENTE É ADMISSÍVEL NOS CASOS EXPRESSAMENTE AUTORIZADOS POR LEI. NEGATIVAÇÃO DO NOME DO AUTOR JUNTO AO SERASA E SPC EM RAZÃO DE DÍVIDA POR ELE NÃO CONTRAÍDA. CUJO ART. limitativa da taxa de juros. A disposição do Decreto 22.Órgão Julgador: PRIMEIRA CAMARA CIVEL Des. Tipo da Ação: APELACAO CIVEL Número do Processo: 2004.32098 Data de Registro : // Órgão Julgador: SETIMA CAMARA CIVEL Des. NORMA DO ART. 5° ADMITE A CAPITALIZAÇÃO DE JUROS. INIDENTIFICAÇÃO. Anatocismo.21543 Data de Registro : // Órgão Julgador: DECIMA OITAVA CAMARA CIVEL Des. DES.40 de 29/05/03 encerrou a discussão sobre os juros legais ao suprimir todos os parágrafos do artigo 192 da Constituição Federal.32098 Ação declaratória de nulidade de cláusula contratual cumulada com revisional de obrigação creditícia cumulada com pedido de repetição de indébito.

ELISABETE FILIZZOLA Julgado em 22/03/2005 . o que não é a hipótese.001.400. razão pela qual se reduz para RS 10. O fato de o cartão de crédito que originou a dívida ser ou não ser administrado pelo Réu não influi na lide.oriunda de cartão de crédito que não possui. Os lucros cessantes devem ser efetivamente demonstrados. Presente. portanto. não representando uma vantagem pecuniária para o ofendido. afigurando-se excessiva a quantia fixada em no equivalente a 50 salários mínimos. a sentença merece reforma. ficando prejudicado o adesivo. Tipo da Ação: APELACAO CIVEL Número do Processo: 2005. não se podendo considerar uma hipótese remota ainda não concretizada. nem caracterizando o enriquecimento sem causa. uma vez que as cobranças foram por ele veiculadas e a restrição do crédito foi a seu pedido. A indenização deve ser fixada com razoabilidade.00.03042 Data de Registro : // Órgão Julgador: SEGUNDA CAMARA CIVEL Des. Sentença que se reforma dando provimento parcial ao 1° recurso. diante das circunstâncias do caso concreto. nem lhe retira a legitimidade para responder pelos danos sofridos pelo Autor. No que se refere aos danos materiais. DES. Havendo sucumbência recíproca eve haver compensação de honorários e o rateio das custas processuais. o nexo de causalidade que viabiliza a sua condenação ao pagamento de indenização por danos morais e materiais ao Autor e que só seria excluído em caso de culpa exclusiva do Autor ou de terceiro.