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bíblia

sagrada

\ovo Testamento
VE RSÃ O
0

S E G U N D O

TEXTO

ORIGINAL

PELO

P.^ M A T O S

SOARES

http://alexandriacatolica.blogspot.com.br

N

ih il

obstat

Portucalc, dfc 15 Novembrls 1956.

Com. J. ValtKte.

IM P R IM A TÜ R
Foriucale, die 17 Novembtls I«56.

Aatonlas, Ep. Ptrtacaléxíís.

S E C R E T A R IA DE ESTAD O
DE SU A SA N TID AD E

V uticano,

S

de M aio de 1956

B ev.'” ° Senhor.
A nova edição da B ib lia Sagrada, em lin gu a p o r­
tuguesa, é m ais um a p rova do eelo operoso, com que
V. Bev.O' p rocu ra levar lue ás alm as e estim ular o
apostolado do bem, sobretudo no cam po da Verdade.
S ua Santidade não pode d eixa r de lou va r tão opor­
tuna in ic ia tiv a , que m u ito há-de co n trib u ir p a ra firm a r
« ilu s tra r a fé e a piedade dos católicos portugueses, a
flm de que aumente o conhecimento e o reinado ãe Jesus
Cristo, como é seu propósito.
Reconhecido, p orta n to, p ela filia l homenagem, e
invocando em la rg a cópia as graças divinas sobre as
suas actividaães, o Augusto Pontífice concede a V. R e v .»
e ao seu colaborador a pa tern a l Bênção Apostólica.
P erm ita -m e que acrescente o meu pessoal agradeci­
mento pelo exem plar que teve a bondade de me oferecer,
e queira a ceita r a expressão de p rofu n d a estima, com
que sou
D e V. Rev.<i
At.to e obg.áo servidor in C .J.
A Subst.

Rev.">o Senhor

% a .m el de ')/l\atas Joam s
P o rto

PRÓLOGO
Segundo prometemos, vamos editar uma nova ver­
são do Novo Testamento, feito do texto original, se­
guindo as m ais autorizadas interpretações dos especia­
listas em tão importante assunto.
Como no A n tig o Testamento, uma grande parte
desta im portante tarefa foi realizada, com dedicação
e investigação perseverante, pelo D r. Manuel Madureira, professor do Sem inário T eo ló gico do Porto.
A té à última edição, concluída ainda nesle ano
de 19B6, foram publicados sessenta e cinco m il exem­
plares do A n tig o e Novo Testamento. A lém disso, foram
editados, em separala, quarenta m il exem plares do
N ovo Testamento, sessenta m il dos Quatro Evangelhos
e cinco m il dos Salmos. A estes números devem os ju n ­
tar os da edição actual: Dez mil exem plares do Novo
Testamento completo, trinta m il dos Quatro Evange­
lhos e Actos dos Apóstolos, três m il dos Actos dos Após­
tolos e cinco m il das E pístolas e Apocalipse.
Continuaremos a facilitar, ao m áxim o, a aquisição
deste L iv ro , que deve andar nas mãos de todos.
N ão se apa rte ãe lu a boca o liv r o desta lei, mas
m edita nele d ia e noite, cuidando de c u m p rir tudo o gue
nele está escrito; então prepa ra rá s em teus caminhos,
e serás bem sucedido (Josué, 1,8).
Queira Deus que este trabalho contribua para fir­
m ar e ilu strar a fé e a piedade dos católicos, a fim de
que aumente o conhecimento e o reinado de Jesus
Cristo.

EVANGELHOS
Evangelho é uma palavra de origem grega que
significa boa nova. Em pregada pelos escritores sagra­
dos do Novo Testamento, ela designa a boa nova por
excelência, que é a redenção trazida à humanidade cul­
pada por Jesu^ Cristo.
São apeuãs quatro os Evangelhos reconhecidos pela
Ig re ja como divinam ente inspirados: Segundo S. Ma­
teus, S. Marcos, S. Lucas e S. João. A lgu ns outros
Evangelhos foram escritos, quer por hereges, quer por
cristãos animados de um falso zelo, mas a Ig re ja rejei­
tou-os sempre, como não sendo divinam ente inspirados.
Evangelho segundo S. Mateus. 0 fim de S. Mateus,
ao escrever o seu Evangelho, foi demonstrar que Jesus
é o verdadeiro Messias, prom etido a Israel. P o r isso,
mais do que qualquer outro Evangelista, recorda as
profecias messiânicas, mostrando que foram plenamente
cumpridas em Jesus Cristo.
Evangelho segundo S, Marcos. S. Marcos recebeu
de S. Pedro os elementos para escrever o seu Evange­
lho. Quis reproduzir a pregação do Príncipe dos A pós­
tolos, e propôs-se o mesmo flm , que era provar a divin­
dade de Jesus, Senhor de todas as coisas, m orto pela
nossa redenção, ao qual é necessário obedecer.
Enuncia a sua tese com as p alavras: P rin c íp io do
Evangelho de Jesns Cristo, F ilh o de Dens, e passa ime­
diatamente a prová-la, nada dizendo sobre a infância
do Salvador, e referindo de passagem a pregação de
S. João Baptista. A o descrever o baptismo dé Jesus,
cita as palavras do Eterno P a i : T n és o meu F ilh o

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a m a d o ... Em seguida narra desenvolvidam enle a vo­
cação dos A póstolos, lesLemuiihas de Iodos os prodí­
gios que vai descrever para demonstração da sua lese.
Evangelho segundo S. Lucas. A o contrário dos
outros Evangelistas, S. Lucas indica o destinatário da
sua obra, que é um certo TeóBlo. Alguns ju lgam que
este nome se refere a uma personagem sim bólica, repre­
sentante de todo o flel, am igo de Deus. A m aior parle,
porém, dos comentadores considera T eófilo com o um
am igo e discípulo de S. Lucas.
N o prólogo o próprio Evangelista m anifesta qual foi
o fim que se propôs ao escrever. Quis expor ordenada­
mente a vida, m ilagres e ensinamentos de Jesus, a fim
de que não só T eófilo, mas também os outros cristãos,
reconhecessem a verdade das coisas que Ibes tinham
sido ensinadas.
Evangelho segundo S. João. S. João era filbo de
Zebedeu e de Salomé, e irm ão de S. T ia g o Bíaior. Sendo
discípulo de S. João Baptista, quando ouviu o seu mes­
tre chamar a Jesus Cordeiro de Deus, quis ir atrás dele
e saber onde habitava. Um dia, estando com.seu irm ão
T ia g o a compor as redes dentro de uma barca, Jesus
chamou-os ambos ao apostolado, e eles, tendo deixado
na barca seu pai Zebedeu com os jorn aleiros, segui­
ram-no. Desde esle momento, S. João não abandonou
mais 0 Salvador.
0 fim que se propôs, ao escrever o seu Evangelho,
indíca-o de um modo claro no cap. 20, 31. Depois de ter
afirm ado que Jesus fez m uitos outros prodígios que ele
não descreveu, acrescenta: Estes, porém , fo ra m escritos
a fim de que vós acrediteis que Jesus é o Cristo, F ilh o de
Deus, e p a ra que, crendo, tenhais a vida em seu nome.

EVANGELHO
SEGUNDO S. MATEUS
EXÓRDIO
1 — 1 G enealogia de Jesus Cristo, filho de D avid,
filho de Abraão.
2 Abraão gerou Isaac, Isaac gerou Jacob, Jacob
gerou Judá e seus irmãos, 3 Judá gerou, de Tam ar,
Faréa e Zara, Farés gerou Esron, Esron gerou A râ o,
4 A rão gerou A m inadab, Aroinadab gerou Naasson,
Naasson gerou Salm on, 5 Salmon gerou Booz de
Raab, B ooz gerou Obed de Rut, Obed gerou Jessé,
Jessé gerou o rei D avid.
6 D avid gerou Salom ão daquela que foi (m u lh er)
de U rias. 7 Salom ão gerou R oboão, R oboão gerou
Abias, Abias gerou A sa, 8 Asa gerou Josafat, Josafat
gerou Jorão, Jorão gerou Ozias, 9 Ozias gerou Joatão,
Joalào gerou Acaz. A eaz gerou Ezequias, 10 Ezequias
gerou, Manassés, Manassés gerou A m on , A m ou gerou
Josias, 11 Josias gerou Joaquim , Joaquim gerou Jeconias e seus irmãos, na época da deportação para B abi­
lônia.
12 E, depois da deportação para Babilônia, Jeconias gerou S alatíel, Salatiel gerou Zorobabel, 13 Zorobabel gerou Abiud, A biu d gerou Eliacim , Eliacim ge­
rou A zor, 14 A zo r gerou Sadoc, Sadoc gerou A qu im ,
A qu im gerou Eliud, 15 Eliud gerou Eleazar, Eieazar
gerou Matan, Matan gerou Jacòb, 16 e Jacob gerou
José, o esposo de M aria, da quaJ nasceu Jesus, cha­
mado Cristo.

Genealoeia de
Jeeus
Crislo.

I , 1. A tábué genealógica de Jesus C rislo, com qne abre o N o t o
Teslam enlo, tem por fim demonstrar a transmissão da realeza mes­
siânica, desde Abraão e DaTid alé Jesna.
16.
Joséj o espoao de M a ria . 0 Nvangeliala, descrevendo a
genealogia de S. José, conforma-se com o coslnme hebraico de só
atender aos homens nas tábuas genealógicas. Todavia dá-nos, ao
mesmo tempo, a genealogia de Jesus, visto que Maria era também
descendente de ila vid . — D a q u a l nasceu Jesua. O Evangelista não
diz que José gerou Jeeus. pois o Salvador fo i concebido no seio de
Maria por obra do Espirito Kanlo. S. José não fo i pai natnral de
Jesus, mas sòinenle pai legal, como verdadeiro e legitim o esposo
de Muria.

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17 Todas as g e r a ç õ e s , pois, desde Abraão até
D avid, são catorze gerações; e, desde David até à
deportação para Babilônia, catorze gerações; e, desde
a deportação para Babilônia até Crislo, catorze gera­
ções.
I N F A N C I A DE J ES US
Conceição

Jeaus.

Adoração
Maeos

'

18 A geração de Jesns Cristo foL desle m o d o :
Eslando Maria, sua mãe, desposada com José, achou-se
ter concebido (p o r ob ra ) do E spírito Santo, antes de
coabitarem . 19 José, seu esposo, sendo jnsto, e nãoa querendo difamar, resolveu repudiá-la secretamente.
20 Andando ele com i«to no pensamento, eis que um
anjo do Senhor lhe apareceu em souhos, e lhe disse;
José, fllho de D avid, não temas receber em tua casa
Maria, tua esposa, porque o que nela foi concebido
é (ob ra ) do Espírito Santo. 21 Dará à luz um fllho,
ao qual porás o nom e de Jesus, porque ele salvará
o seu povo dos seus pecados.
22 T u d o isto aconteceu para que se cumprisse
o que fo i dito pelo Senhor por meio do profeta, que
d i z ; 23 E is que a V irgem conceberá e d a rá à lu z u m
filho, e lhe p orã o o nome de Em anuel, que sign ifica :
Deus connosco (Is. 7,14).
24 A o despertar José do sono, fez como lhe lin h a
mandada o anjo do Senhor, e recebeu em sua casa
(M a ria ), sua esposa, 25 E, sem que ele a tivesse
conhecido, deu à luz um fl.lho, e pÔ3-lbe o nome d e
Jesus.
2 — t Ten do pois nascido Jesus em Belém de Judá,
tem po do rei Herodes, eis que une m agos vieram
do O riente a Jerusalém, 2 dizendo; «O n d e está o rei
dos judeus, que acaba de nascer? Porque nós vim os
a sua estrela no oriente, e viem os a d orá-lo.»
3 A o ou vir isto, o rei H erodes turbou-se, e toda
(a cidade de) Jerusalém com ele. 4 E, convocando
todos 08 principes dos sacerdotes e os escribas dopovo, perguntou-ihes onde havia de nascer o Messias.
5 Eles disseram -lhe: «E m Belém de Judá, porque
assim fo i escrito pelo profeta: 6 E tu, Belém, te rra de
Judá, de modo a lg u m és a menor entre as p rin c ip a is
(cidades) de Judá, porque ãe t i s a irá um chefe, que
apascentará Isra el, meu povo (M iq. 5 ,2 ).»
18. Antes de coabtCarem. 0 JJrangelista propõe-se moslrar aqui
a conceição vlrginai de Jesus, segunde o n tic lu io do profela Isaías
(7,14 e segs.).

7 Então Herodes, tendo chamado secretam ente os
magos, inquiriu deles cuidadosamente acerca do tem po
em que lhes tiuha aparecido a estrela ; 8 depois,
enviando-os a Belém , disse; « I d e , inform ai-vos bem
acerca do menino, e, quando o encontrardes, comuni­
cai-mo, a floi de que também eu o vá a d ora r.»
9 Eles, tendo ou vido as palavras do rei, p artiram ;
e eis que a estrela que tinham visto no Oriente, ia
adiante deles, até que, chegando sobre (o lu g a r) onde
estava o menino, parou. 10 Vendo (novam ente) a
estrela, ficaram possuídos de grandíssim a alegria.
11 Entraram na casa, viram o menino com Maria, sua
mãe, e, prostrando-se, o adoraram ; e, abrindo os seus
tesouros, lhe ofereceram presentes de ouro, incenso e
tnirra. 12 Ein seguida, avisados por Deus em sonhos
para não tornarem a H erodes, voltaram por outro
caminho para a sua terra.
13 T en d o eles partido, eis que um anjo do Senhor
apareceu em sonhos a José, e lhe disse: «L eva n ta -te,
tom a o m enino e sua mãe, foge para Egipto, e fica lá
até que cu te avise, p orqu e Herodes vai procurar o
menino para lhe tirar a v id a .» 14 E ele, levantando-se
de noite, tomou o m enino e sua mãe, e retirou-se para
o Egipto. 16 Lá esteve até à m orte de Herodes, cum­
prindo-se deste modo o que tin^a sido dito pelo Senhor
por meio do profeta: h o E g ip to cham ei o meu filho
(Os. 11,1).
16 Então Herodes, vendo que tinba sido enganado
peios magos, irou-se em extrem o, e mandou matar
todos 08 meninos, que h avia em Belém e em todos os
seus arredores, da idade de dois anos para baixo,
segundo a data que tiuha averiguado dos magos.
17 Enlão se cumpriu o que estava predito pelo profeta
Jeremias (3 l,lõ ); 18 IJma voe se o u v iu em Bam d,
pra n to e grande lam entação: Raquel chorando os seus
filhos, sem a d m itir consolação, porque j ã não existem.
19 M orto H erodes, o anjo do Senbor apareceu em
sonhos a José no Egipto, 2U e disse-lhe: «Levan ta-te,
toma o m enino e sua mãe, e vai para terra de Israel,
porque morreram os que procuravam (t ir a r ) a vida do
2, 11. 2fa casa. Já nao eslavam no presépio, ü a d o ra ra m ,
islo é, prostraram-se por terra, como é costume entre os orientais,
e reconheceram-no como R e i e sen Salvador. N o Oriente ninguém
se apresentara diante dos reis eem oferecer presentes; os Magoe oferecèram a Jesus as melhores coieas do Oriente: o ouro, como a Rei,
o incenso, como a Deus, c a mirra, eomo a homem mortal.

Fuga para
o
Egiplo.

Matança
dOB

inocenlea.

VoUa
a
Nazaré.

m en in o .» 21 E le Jevantou-se, tomou o menina e sua
mãe, e voltou para a terra de Israel. 22 Mas, ouvindo
dizer gue ArqueLau reinava na Judeia em lugar de
seu pai H erodes, temeu ir para lá ; e, avisado por Deus
em sonhos, retirou-se para a região da Galileia, IA e fo i
habitar numa cidade chamada N azaré, cumprindo-se
deste m odo o que tinha sido predito pelos profetas:
Será chamado Naeareno (Is. 11,1).
V ID A P Ú B L IC A DE JESUS
P e río d o de preparação
Pregação
de Joao
Baptiala.

3 — 1 Naqueles dias apareceu João Baptista pre­
gando no deserto da Judeia. 2 «A rrep en d ei-vos, dizia,
porque está próxim o o reino dos céu s.» 3 Porque este
é aquele de quem falou o profeta Isaías, quando disse
(40,.S); Voe do que cla m a no deserto: P re p a ra i o ca m i­
nho do Senhor, en d ireita i as suas veredas.
4 Este mesmo João trazia um vestido feito de peles
de cam elo e um ciuto de couro em vo lta dos rin s; e o
seu alim ento era gafanhotos e mel silvestre.
5 Então iam ter com ele Jerusalém e toda a Judeia
e toda a região do J y d ã o ; 6 e eram baptizados
por ele no rio Jordão, Confessando os seus pecados.
7 Vendo um grande número de fariseus e saduceus que
vinham ao seu baptism o, disse-lhes: «R a ç a de viboras.
quem vos ensinou a fu gir à ira que vos am eaça?
8 Produzi, pois, v e r d a d e i r o s frutos de penitência,
9 e não qu eirais dizer dentro de vós : Tem os Ahraão por
pai! porque eu vos digo que Deus pode fazer destas
pedras filhos de A braão. 10 O machado jã está posto à
raiz das árvores. T o d a a árvore que não dá bom fruto,
será cortada e lançada no fogo. 11 Eu, na verdade,
baptizo-vos com ãgua para fvos levar à) penitência,
mas o que há-de v ir depois de mim é mais poderoso do
que eu, e eu não sou dign o de lhe levar as sandálias; ele
3, 1. Naqueles dias, islo é, enquanto Jesas e s U ra em Nazaré.
6.
E eram baptieadcs, etc. A coaãssão doe pecados fa zia r e i
aos judena que eram pecadores, e a imersão na égua signiBcara a
necessidade de uma purificação que atingisse o mais intimo da alma.
10 . 0 m a c h a d o ... a cólera dirina está próxim a a manifestar-se;
se não se roilam para J>eas, a sua desgraça será irreparárel.
11. N o E s p irito Santo e em fogo. O baptismo de Jesas dará o
E spírilo Santa, isto c, a graça, a qual. como fogo, há-de consumir os
pecados, paridcar as almas e iallam ar o coraçao de santo amor.

mas ãe toda a p a la v ra que sai da boca de Deus (Dt. Jesus saiu da água. a palha para ser queimada com o fogo inextinguivel do inferno. o E s p irito Santo desceu sob a forma de pomba. eles te levarão nas suas mãos. e v ir sobre ele. 17. 16 L o g o que foi baptizado. Satanás. porque está escrito: M andou aos seus anjos em teu favor. para ser baptizado por ele. T e m a p á . 7. apresenta o Messias presidindo ao ju izo Qnal.» 4 — t Eutão Jesus fo i conduzido pelo Espírito fSanfoJ ao deserto. e nos ensinar qne devemos combatê-lo com as armas do jejom e da oração. 2 Jejuou quarenta diaa e quarenta noites.» 10 Então Jesus disse-lhe: «V a i-te . e ibe mostrou todos 09 reinos do mundo e a sua m agnificência. 17 E eis (que se o u v iu ) uma voz do céu. depois teve fome.16). sfio os qae praticam a doutrina do Salvador. Convém que cum pram os toda a ju a tita . . o Irigo para ser recolhido no celeiro.» Ele então concordou. mas queimará a palha num fogo in e x tin g u iv e l.» 4 Jesus respondeu: «E s tá escrito: N ão só ãe pão vive o homem. . 11. Jesns quis ser teutado pelo demóuio p a ia nos m erecer a graça de vencer o tentador. para pòr k prova a bondade de Dens. que d iz ia : «E ste é o meu Filh o am ado.» 8 De novo o dem ônio o trans­ portou a um monte muito alto. no qual pus as minhas com placências. süo os pecadores. 14 Mas João opunha-se-lbe. dando teslemunho do F ilh o . Todos os Santos Padres aBrmaram qne o baptismo de . no céu. disse-lhe: «S e és F ilh o de Deus. prostrado. 8 . 1. 6. S. iVdo tenlorás. me adorar e s . aproxim ando-se dele o tentador. 9 0 . e viu o Espírito de Deus descer como pomba. lança-te daqui abaixo. o P a t falou. 6 e disse-lh e: « Se és F ilh o de Deus. se. pois convém que cumpramos assim toda a ju s tiç a .» 7 Jesus disse-lhe: «T am b ém está escrito: Não tentarás o Se­ nhor teu Deus (D t.» 13 Então foi Jesus da G alileia ao Jordão e apresen­ tou-se a João. e recolherá 0 seu trigo no celeiro. 4 . Trind ad e. isto é. . pô-lo sobre o pináculo do tem­ plo. para ser tentado pelo dem ônio. dizen do: «S o u eu que devo ser bapti­ zado por ti. que façamos tudo o que agrada a Deus. 3 E. Jejum e tentações de Jesus. servindo-se de uma imagem tirada da agticuUura. A eira é o mundo Lodo . 9 e lhe disse: «T u d o isto te darei. 12 Ele tem a pá na sua m ão. IS. islo é. por- Baptismo de ' Jesus. E eis que se abri­ ram 08 céus.vos baptizará no Espirito Santo e em fogo.tl-l2 ). Joüo. p a ra que o teu pé não torpece em algum a p ed ra (S. isto é. e tu vens a mim I » 15 Jesus respondeu-lne: «D e ix a por agora. diz que estas pedras se convertam em pães.» 5 Eutãp o dem óuio transportou-o à cidade santa. e lim pará bem a sua eira. P a r a ser tentado.lesus fo i ama manifestaçgo da SS.3 ). não te exporás temeráriamente ao perigo.

fo i habitar em Cafarnaum. seu irm ão. 6. de Jerusalém. e eis que os anjos se aproxim aram . e trouxeram -lhe todos os que tinham algum mal. . tendo-se sentado. lhes disse. o seguiram . 2 A b rin d o então a sua boca. paralíticos. nõa seremos consolados pelo Salrador. Jesus na Galileia Jesus é o Messias enviado p or Deus Jesus volla para G alileia. se igualmente rencermos ae nossas teataçOes. relirou-se para a G alileia. Vocaçao de quatro pescado­ res. 15 T erra de Zabulon e terra de N e fta li. im ediatam ente. T ia g o . situada junto do mar. seu irmão. terra que confina com o m ar.» II Eutão o demóuio deixou -o. 22 Eles. A ndré. e pregando o Evangelho do reino (de Deus). e um a lue levantou-se p a ra os que ja e ia m na sombra da m orte. Bermao da monta­ nha: Bem-aventuranças.» 18 Caminhando ao lon go do mar da G alileia. depois de vencer a tenlaç lo . e. Jesua fo i consolado pelos anjos. e eurava-os. qiiando disse (8. 21 Passando adiante. os ensi­ nava. viu outros dois irm ãos.v iu uma grande lu e . da Decápole. da Judeia e de além do Jordão. d iz e n d o : 11. uos confins de Zabulon e N eftali. Jesus percorre a Galileia. 5 — 1 Vendo (Jesus) aquelas m ultidões. 12 Tendo (Jesus) ouvido que João fora preso. ensinando nas sinagogas. 23 Jesus percorria toda a G alileia. lunáticos. im ediatam ente.que está escrito: 0 Senhor teu Deus adorarás. e chamou-os. e a ele só servirás (Dt. viu dois irmãos. começou Jesus a p regar: «F a z e i penitência. G a lileia dos gentios! 16 Este povo. e João. que estavam numa barca juntam ente com seu pai Zebe­ deu. filho de Zebedeu. aproxim aram -se dele os discípulos. 24 A sna fama espalhou-se por toda a Síria. e. e curando todas as enfermidades entre o povo. consertando ae suas redes. o seguiram . possuidos de vários achaques e dores: possessos. 13 Depois. chamado Pedro. 17 Desde eotão. deixando a barca e o pai. 14 cumprindo-se o gue tinha sido anunciado pelo profeta isaías.1).13). e eu vos farei iiescadores de hom en s. pois eram pesca­ dores. deixadas as redes. 19 «S egu i-m e. e o serviram . pais além do Jordão. que lançavam a rede ao mar. que ja e ia nas tre v a s . Sim ão. 25 Seguiram -no grandes m ultidões (de p ovo) da G ali­ leia.» 20 E eles. deixando Nazaré.23-9. subiu a um monte. porque está próxim o o reino dos céus.

6. e todos « e que. Porém . 13. e preservar os boas da corinpção. quando vos insulta­ rem . 0 qne os Apóstolos devem ser. seguindo o conse­ lh o do Baivador. 4 Bem -aventurados os mansos. Perse­ guição saintar. P o sa «irõ o a T e rra messiânica. O s o l da to rra . 5 Bem-aventurados os que choram . para. qne se encontra envolto nas trevas do pecado e d a ignorância. Pobres de espirito são não só os que. 6 Bem -aventurados os que lêm fom e e sede da ju stiça . abaudonom tudo para o seguir. e se põe debaixo do alqueire. Fom e e sede da jiu tiç a . 12 Â legrai-vos e exultai. 9 Bem-aventurados os pacíficos. con­ verter os homens corrompidos para Dens. 16 Assim brilhe a vossa luz diante dos 5 . . 3. por causa das tentacOes e parigoe a qne se encontram expostos. 11 Bem -aventurados sereis. 14. porque possuirão a T erra. 13 Vós sois o sal da terra. por cansa das ofensas feitas a Dens. porque será grande a vossa recompensa nos céus. qoe levam com paciência a sua pobreza. pois (tam bém ) assim perseguiram os profe­ tas. mas sobre o candeeiro. iluminai-o com os vobbob bons exem plas e ensinamentos. porque aleauçarão m isericórdia. com o exem plo e a sna palavra. N ão pode escon­ der-se uma cidade situada sobre um m onte. qu e existiram antes de vós. 15 nem se acende uma lucerna. isto ê. um desejo vivíssim o de a tin g ir aquela perfeição moral qne nos leva a conformar em Indo a uossa vontade com a vontade de Dens. porque verão a Deus. 14 Vós sois a luz do mundo. 8 Bem -aventurados os puros de coração. vos perseguirem . e disserem falsam ente toda a sorte de mal contra vós por causa de mim. se o sal perder a sua força. porque serão saciados. 1. embora possuam bens do mundo. por cansa dos seus pecados. mas lambém os pohres eíeclivos. 7 Bem -aventurados os m i s e r i c o r d i o s o s . porque deles é o reino dos céus. ã. com que será ele salgad o? Para nada m ais serve senão para ser lançado fora e calcado pelos homens. porque deles é o reino dos céus. islo é. Y òt sois a luã ão m undo. 10 Bem-aventurados os que s o fr e m perseguição por am or da justiça. o reino de Deus. a fim de que dê luz a todos os que estão em casa. porque serão cha­ mados filhos de Deus. porque serão consolados. Oa que ehoram . têm o coração desprendido d eles e não fazem consistir a sua felicidade em amonloar lesonros.3 « Bem -aventurados os pobres de espírito.

qae residia em Jerusalém. não entrareis no reino dos céus. que passe da le i um só jo ta ou um só g g jj. para que não suceda que esse adversário te entregue ao ju iz . que vio la r um destes maudamentos. Mostram. isto é. 22 Pois eu digo-vos que todo aquele que se irar contra o seu irm ão. Jesus mostra a necessidade que temos de nos reconciliar com o próximo ofendido.14). 26 Em verdade te d ig o : Não sairás de lá antes de ter pago o últim o quadrante. homens. será conside­ rado o mais pequeno no reino dos céus. e sejas posto em prisão. que há um lugar. 21 Ouvistes que fo i dito aos a n tigos: N ão m a ta rã s (E x. não vim (p a ra os) abolir.. se a vossa justiça uão exceder a dos escribas e a dos fariseus. que está nos céus. não perdoadas neste mundo. e o ju iz te entregue ao seu m inistro. esse será considerado grande no reino dos céus. q u g im jo seja cum prido. e glo rifiquem o vosso Pai. que ju lga va as causas pequenas. mas sim (p a ra os) eumprir. e te Jembrares aí que teu irm ão tem algum a coisa contra ti. 25-26. e depois vem fazer a tua oferta. e ensinar assim aos homens.A é o ^ camprimento da antiga.13. Juiso do trib u n a l era um tribunal composto de vinte e Irêa juizes existentes em todas as cidades. 1 7 N ão ju lgu eis que vim abolir a lei ou os profetas.). 23 Portanto. imbecil. segundo vários comentadores. porque as graves não perdoadas levam ao inferno por toda a eternidade. digo-vos que todo o que 21. porém. 28 Eu. 25 Acom oda-te sem dem ora com o teu adversário. — S in é d rio era o supremo tritiuuat dos judeus. Julgava as causas mais importantes---Geena era um vale situada perto de Jerusalém onde se queimaram as imundicies. 18 Porque fem verdade vos d ig o : antes passarão o céu e a terra. se estás para fazer a tua oferta diante do altar. enquanto estás em caminho com ele. mas o que os guardar e ensinar. 20 Porque eu vos digo que. pois. . P o r este facto a palavra geena tornou-se sihõaimo de inferno. 20. 27 Ouvistes que fo i d it o : N ão cometerás a d u lté rio (E x. E o que chamar « r a c a » a seu irm ão será condenado pelo Sinédrio. antes de aparecermos no tribunal de Deus. e era composto de setenta membros e um presidente. e vai reconci­ liar-te prim eiro com teu irm ão. onde se sofre um castigo temporário por faltas leres. será submetido ao ju ízo d o tribunal. — N ã o aairás de lá antes de ter pago o ú ltim o quadrante. e quem matar será submetido ao ju ízo do tribunal. depois da vida. R aca. 22. será condenado ao fogo da geena. 24 d eixa lá a tua oferta diante do altar. para que vejam as vossas hoas ohras. Nestas palavras vêem alguns um argumento em favor da existência do pur­ gatório. . 20. 19 A qu ele. Por faltas leves. E o que lhe chamar louco. mesmo dos mais pequenos.

A nào ser p o r causa de forn ica çã o. porém. Para praticar a caridade é preciso sermos prontos em sacriãcar os bens materiais. 31 Tam bém foi d ito : Aquele que re p u d ia r sua m u lh e r. do que todo o teu corpo seja lançado na geena. às quaís é necessário renunciar. não não. nem pelo céu. . por­ que é m elhor para ti que se perca um dos teus mem­ bros. porque é o trono de D eus. N à o resistais ao (que é ) m au. pois não podes fazer branco ou negro um só dos teus cabelos. se alguém te ferir na tua faee direita.7 . 40.sle caso é que o homem não comete falta. já cometeu adul­ tério com ela no seu coração. 39 Eu.1). como se conclaí das palavras de Jesus: O que desposar a (mnlher) rep u d ia d a (seja qual for o motivo por que tenha sido repudiada). do que todo o teu corpo seja lançado na geena. 24. 38 Ouvistes que fo i dito : Olho p o r olho. e dente p o r dente (L e v . se a tua mão direita é para ti causa de queda. 24. cobiçando-a. A caridade leva-nos a fazer mesmo aqnilo a que não esta­ mos obrigados. 34 Eu. 33 Igualm ente ouvistes que fo i dito aos a n tigo s: N ão p e rju ra rá s . 32. ) . dê-lhe libelo de repúdio (Dt. 32 Eu. é o seguinte : Se algném le . digo-vos que não jureis de m odo algum (sem m otivo ju s to ). e recomenda a paciência nos maus tratos. mas. . corta-a e lança-a para longe de ti. mas gu ard arás p a ra com o Senhor os teus juram entos (E x. procede do M aligno. Tu do o que disto passa. 41. d igo-vo s: todo aquele que repudiar sua mulher. comete adultério. apresenta-lhe também a o u tra . porém. repudiando eua mulher e expondo>a assim ao perigo de ser adúltera. — Se alguém te f e r i r . Todavia o vínculo do matrimônio não desaparece. a não ser por causa de fornicação. 36 Nem ju rarás pela lua cabeça. A s palavras de Jesns são empregadas em sentido ligurado. 37 Seja o vosso falar: Sim. Nestas palavras Jesua dá um conselho e não um preceito. sim . expõe-na ao adultério. ne. ee forem para nos ocasião próxima do pecado. 29 Por isso. porque é a cidade do grande rei. porque é melhor para ti que se perca um dos teus membros. isto é. 2U. . digo-vos que não resistais ao (que é) m a u . . cede-Ihe também a capa. eLa continua a ser sempre a sua única mulher legítima. isto é. 41 Se alguém te forçar a dar m il 29-30. comete a d u liério.olhar para uma mulher. 39. 30 E. e o que desposar a (m u lh er) repudiada. arranca-o e lança-o para lo o g e de ti. proibindo toda a vingança particular. porque é o escabelo de seus pés. 35 nem pela terra. porém. o teu olho d ireito é para ti causa de queda. não façais mal a quem vos faz mal. 0 olho d ireito e a tnão d ire ita eigniãoam as coisas mais caras (fue possamos ter. nem por Jeru­ salém.19-áO). 0 sentido deste vers. 40 e ao que qu er chamar-te a ju ízo para te tirar a túnica.

se amais (sòmente) os que vos amara. que fazeis (nisso) de especial? N ão fazem também assim os próprios gen tios? 48 Sede pois per­ feitos. e teu Pai. 7. com o fim de serdes vistos por eles. não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua d ireita. 43 Ouvistes que foi dito : Ã m ards o (eu p ró x im o (L e v . que gostam de orar em pé nas sinagogas e nos cantos das praças. fazei bem aos que vos odeiam . 7 Nas vossas orações não useis muitas paiavras como 08 gentios. que vê (o que faees) em segredo. e. Em verdade vos digo que já receberam a sua recompensa. (ru ardai-nos. Quando se foz oração. quando dás esm ola.18) e aborrecerás o teu inim igo. 4 para que a tua esm ola fique em segredo. a flm de serem vistos pelos homens. mas sim a ostentação e a vaidade de querermos parecer homens de oração. o qnal ama os amigos e os inimigos. 44 Eu. Jesus condena aqueles que fazem consistir a priece em repe­ tir mecànicamfenie certas fãnnnlas. 6. porém. entra no teu quarto. 5 Quando orais. passos. não faças tocar a trombeta diante de ti. não sejais com o çs hipócritas. ora a teu Pai em segred o. te pagará. como Dens. como vosso Pai celestial é perfeito. d igo-vos: A m a i os vossos inim igos. e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem. 6 T u . vai com ele mais dois m il. . e manda a chuva sobre os justos e injustos. 6 . te dará a recom ­ pensa. 8 Não oa im iteis. 46 Porque. 6 — l Guardai-vos de fazer as boas obras dianle dos homens. que vê fo que se passa) em segredo. porque vosso P ai obrigar a levar uma carga ou a servir de guia auma viagem de m il passos. caminha mais dois mil. Sede jK ie perfeitos na caridade. 42 Dá a quem te pede.. 19. e não voltes as costas ao que deseja que lhe emprestes. doutra sorte oão tereis direito à recompensa do vosso Pai.Deve haver inienção recla quando se üá esmola. fechada a porta. 1. 48. 45 Deste modó sereis fllhos do vosso Pai que está nos céus. que recompensa haveis de ter? Não fazem os publicanos também o mesmo? 47 E se saudardes sòmente os vos­ sos irm ãos. que está nos céus. como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas rüas. 2 Quando pois dás esm ola. os quais julgam que serão ouvidos á força de palavras. 3 Mas. como faziam os pagãos. e teu Pai. além daqueles a que és obrigado. Em ver­ dade vos d igo que já receberam a sua recompensa. porém .. para serem louvados pelos homens. con­ dena que pratiquemos o bem levados pelo desejo do receber louvores dos homens. Jesus não proíbe a prece pública. quando orares. Jesus não condena o bom exemplo. o qual faz nascer o sol sobre maus e bons.

quando jejuas. 15 Mas. e teu Pai. 10 Venha o teu reino. antes que vós lho peçais. tão pouco vosso P a i vos perdoará as vossas ofensas. ou há-de afeiçoar-se a um e desprezar o outro. e onde os ladrões nào perfuram as paredes nem roubara. 14 P o r q u e . 20 Entesourai para vós tesouros no céu. 16 Quando jejuais. 17 Mas tu. 19 N ão acumuleis para vós tesouros na terra. e onde os ladrões perfuram as paredes e roubam. unge a tua cabeça e lava o teu rosto.está o teu tesouro. 22 O olho é a lâm pada do corpo. Por semelhança dá Jesos o nome de olho ao uosso coraç&o qae é rerdadeiram eale a vista do interior.sabe o que vos é n e c e s s á r i o . Se o coração é puro. Devemos renunciar aoH bens (ia lerra. 11 0 pão nosso de cada d ia nos dà hoje. Na verdade vos digo que já receberam a sua recompensa. Se o teu olho for são. também vosso P ai celeste vos perdoará. aí está também o teu coração. se v ó s p e r d o a r d e s aos h om en s as suas ofensas. . N à o podereís servir a Deus e à riqu eea . 23 Mas. M. porque ou há-de odiar um e amar o outro. 12 Perdoa-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos aos que nos lêm ofendido. mas sim o s e rv ir à riqueza. 13 E não nos deixes cair em tentação. mas Jivra-nos d o mal. desprendido das coisas da lerra» e desejando as do céu. se teu olho for defeituoso. nem a traça (os) consomem. todo o teu corpo terá luz. 9 Vós pois orai assim : Pai nosso. se não perdoardes aos homens. assim na terra com o no céu. Ioda a nossa vida moral será boa. Seja feita a tua vontade. ser escravo dela- Quando se jejaa. mas a teu Pai. não vos mostreis tristes como os hipócritas. 32-23. Por estas pala­ vras Jesns não condena o ter riqueza. que desfiguram os seus rostos para mos­ trar aos hom ens que jeju am . quão espessas serão as próprias tr e v a s ! 24 Niuguém pode servir a dois senhores. que estás nos céus. onde a ferrugem e a traça (os) consomem. é trevas. te dará a recom­ pensa. santificado seja o teu nome. todo o teu corpo estará em trevas. Se o coração não é puro. que há em ti. N ão podeis servir a Deus e a riqueza. isto é. que vê no secreto. Se pois a luz. 18 a flm de que não pareças aos homens que jejuas. 21 Porque onde. onde nem a ferrugem. a nossa vida moral D ã o pode ser boa. que está presente ao (que há de m ais) se­ creto.

acerca do que haveis de vestir. e todas estas coisas vos serão dadas por acréscimo.Não julguemos o próximo.xiste. pode acrescentar um só côvado à duração da sua vid a? 28 E porque vos inquietais com o vestido? Consi­ derai com o crescem os lirios do cam po: não trabalham nem fiam. pois. nem lanceis aos porcos as vossas pérolas. o reino de Deus e a sua justiça. o dia de amanhã terà as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu cuidado. porque és tão cuida­ doso cm ver e censurar as pequenas Tallas do próximo.. em prim eiro lugar. sereis ju l­ gados. e não vês nem corriges as luas. 33 Buscai. voltando-se contra vós. que não semeiam. 6 Não deis aos cães o que é santo. 1. 34 Não vos preocupeis. tira prim eiro a trave do teu olho. e com a m edida com que medirdes vos m edirão também a vós. se vestiu como um deles. pelo dia de am anhã. nem com o vosso corpo. dizendo: Que com erem os? Que beberemoe? Com que nos vesti­ remos? 32 Os gentios é que procuram com excessivo cuidado todas estas coisas. acerca do que haveis de comer. homens de pouca fé ! 31 N ão voe aflijais poie. que o ód io e a inveja nunca vos levem a condená-lo. nem ceifam . e então verás para tirar a aresta do olho de teu irm ão. e que. tendo tu no teu uma trave? 5 H ipócrita. e amanhã é lançada no forno. nem fazem provisões nos celeiros. em toda a sna glória. para que não suceda que eles as calquem com os seus pés. vos dilacerem . por mais que se afadigue. N ã o ju lgu e is mal do próximo sem íundam enlo. 30 Se pois Deus veste assim uma erva do campo. Porventura não vaieis vós m uito mais do que elas? 27 Qual de vós. Cães. quanto mais a vós. 2 Pois. e depois terás autoridade para corrigir os outros. 3 Porque olhas tu para a aresta qne está DO olho de teu irm ão. pois. que são muito m aioresf Corrige-te primeiro. porcos são os maus que desprezam e escamecem das coisas santas. para que não sejais julgados. 3-4-5. 29 D igo-vos todavia que nem Salom ão. segundo o ju ízo com que julgardes. Porventura não va ie mais a vida qué o alim ento. e não notas a trave no teu olh o? 4 Como ousas dizer a teu irm ão: Deixa-me tirar-te do olho uma aresta. 25 Portanto vos d ig o : N ão vos preocupeis (dema­ siadamente). que hoje e. nem com a vossa vida. demasiadamente. Vosso Pai sabe que tendes necessidade delas.. P o rq u e olkas tu p a ra a a re s ta . e contudo vosso Pai ce­ leste as sustenta. . 6. e o corpo mais que o vestido? 26 Olhai para as aves do céu. 7. 7 — 1 Nâo ju lgu eis.

buscai. os judeus serão condenados. quauto mais vosso Pai celeste dará coisas boas aos que lhas pedirem ! 12 Tudo o cfue vós quereis que os homens vos façam.s . sòmente quis que. chama-lhe F ilh o do h o m e m . e abrir-se-voB-á. Façamos a vontade de Deus. Senhor.. pois. ou figos dos abro­ lh os? 17 Assim Ioda a árvore boa dá bons frutos. quando estiverem em colisão os deveres para com os pais e os deveres para com Deus. que não dá bons frutos. anunciando o Messias. porém. Senhor. porque larga é a poria. e vos será d a d o . pelos seus frutos. 0 escriba queria seguir Jesus. e quão poucos são os que dão com e l e ! 15 Guardai-vos dos falsos profetas. esta é a le i e os profetas. na resposta. Porven ­ tura colhem-se uvas dos espinhos. e Jesus. Jesus. encontra. 9 Qual de vós dará uma pedra a seu filho. 22 Muitos me dirão naquele d ia : Senhor.. . e a quem báte. mas por dentro são lobos rapaces. 20 Vós os conhecereis. Enqn&nto que os g e a t i o s serão chamados à fè. Reniincia de nós mesmoa. MATEüa. recebe o que busca. são estes que devemos preferir. 7 — 23 13 7 Pedi. 7. por causa da sua falta de correspondência ao chamamento de Deus.13). vós que obrais a in iq ü id a d e ! Eficácia da oração. 16 Pelos seus frutos os conhecereis. não profetizam os nós em teu nom e. 21 Nem todo o que me d iz : Senhor. e muitos são os que entram por ela. quando este lhe pede pão? 10 Se lhe pedir um peixe. 18 Não pode uma árvore boa dar maus frutos. R egra de caridade. Com eslas palavras Jesus de modo nenhum teve em vista dispensar os filhos das últimas homenagens que devem prestar a seus paia. !22. que vêm a vós com vestidos de ovelhas. mas só o que faz a vontade de meu Pai. e ach areis. sabeis dar coisas boas a vossos filhos. fazei-o também vós a eles. 14 Que estreita é a porta. 8 Porque todo o que pede. quer mostrar aos que conhecem os escritos do profeta. 20. sendo maus. entrará no reino dos céus. e toda a árvore má dã maus frutos. 19 T od a a árvore. batei. dar-lhe-á uma ser­ pente? 1t Se vós. dando muitas vezes a si mesmo esle nome. e em teu nome expelim os os demônios. e espaçoso o cam inho que conduz à perdição. será cortada e lançada ao fogo. os filhos do re in o j isto é. e que apertado o cam inho que conduz à vida. tira-lhe essa esperança dizendo que nem ao menos tetn onde re c lin a r a cabeça. — 0 Profela Daniel (7. qoe é ele o Messias anunciado. abrir-se-á. D e ix a qite os m o rto s . 11-12. Evitemos 09 falsos orienta­ dores. que está nos céus. levado pela esperança de adquirir riquezas tem porais. pois. e em teu nome fizemos muitos m ilagres? 23 E então eu Ibés direi bem a lto : Nunca vos conheci! Apnrtai-vos de mim. 13 Entrai pela porta estreita. nem uma árvore má dar* bons frutos.

e investiram contra aquela casa. 26 T od o o que ouve estas minbas palavras e não as pratica. sopraram os ventos. podes cu rar-m e». mas vai. Isaac e Jacob no reino dos céus. 4 E Jesus disse-lhe: « V ê . 2 E eis que. viu que a sogra dele estava de cama com febre. d izendo-lhe: «Q u e ro . 29 porque os ensinava. e ele o fa z . e d igo a u m : Vai. Cura do leproso. 6 dizen do: «S en h o r. seja-te feito conform e creste. . mas ela não caiu. eu nào sou digno que entres na minha casa.0 ver­ dadeiro sábio. 14 Ten do chegado Jesus a casa de Pedro. e investiram contra aquela casa. toeou-o.» E naquela mesma hora ficou curado 0 servo. 27 Caiu a chuva. tendo soldados às minhas ordens. porém. respon deu : «Senhor. 24 T od o aquele. diz. sopraram os ventos. ap roxim ou -se dele um centurião. e faz a oferta que Moisés ordenou. e não como os seus escribas.» -5 Ten do entrado em Cafarnaum. Cura da sogra de Pedro. 12 en­ quanto que 08 filhos do reino serão lançados nas trevas exteriores. ouvindo estas palavras.0 meu servo será curado. 8 — 1 Tendo Jesus descido do monte. mostra-te ao sacerdote. 15 e tomou-a a Ciira do servo do centurião. e sofre m u ito. como quem linha autoridade. o meu servo ja z em casa paralítico. 3 Jesus.» 8 Mas o centurião.» 7 Jesus disse-lhe: «E u irei e o curarei. e ele v a i. e fez-lhe uma súplica. e ele v e m . se prostrou dizendo: «S en h or. será semelhante ao homem pru­ dente que ediflcou a sua casa sobre rocha. e . que ediflcou a sua casa sobre areia. estendendo a mão. e as observa. e se sentarão com A braão. que ou ve estas minhas pala­ vras. admirou-se. e ao meu servo: Faz isto.» 28 Quando Jesus acabou este discurso. será seme­ lhante ao homem insensato.» 10 Jesus. e a ou tro: Vem. pois. estavam as multidões admiradas da sua doutrina. por­ que estava fundada sobre rocha. pois. e disse para os que o seguiam : « Em verdade vos digo : Não achei fé tão grande em Israel. que virão m uitos do O riente e do Ocidente. transbordaram os rios. e ela caiu. não o digas ninguém . sê cu rad o. e foi grande a sua ru in a. Admira­ ção (Io poro. se tu queres. uma grande multidão 0 seguiu. 11 Digo-vos.* E logo flcou curado da sua lepra. onde h averá pranto e ranger de d en tes. aproximando-se um leproso. uma só palavra. 9 Pois também eu sou um bomem sujeito a outro.» 13 Então disse Jesus ao centurião: « V a i. 25 Caiu a chuva. transbordaram os rios. em testemunho da tua cu ra .

27 Eles admiraram-se. im perou aos ventos e ao mar. dizendo: «Q uem é este. saíram-lhe ao encontro dois endemoninhadoB. 31 Os demônios suplicaram a Jesus: «S e oos expulsas daqui. Cura de vários possessos do demônio. à região dos Gadarenos. 29 E puseram-se a gritar. disse-lhes: «P o rq u e lem eis. e ele com a sua palavra expulsou os espiritos (m aus). e morreram nas águas. disse-lhe: Mestre.» 23 Subindo para uma barca. e curou todos os enferm os. e a febre a deixou. Disposi­ ções precisas pura seguir a Jesns. porém . entretanto. contaram tudo o qne se tinha passado com os possessos do demônio. e ela levantou-se e pôs-se II servi-los. que pastavam.pela mão. » Eles. dizen do: «Q u e tens tu connosco. 24 E eis que se levantou no mar uma graude tempestade. 18 Vendo-se Jesus rodeado por uma grande m ulti­ dão. porém . o seguiram seus discí­ pulos. e carregou com as nossas enfermidades. 33 Os pastores fugiram . sal­ va-nos. e acordaram -no. 25 Aproxim aram -se dele os discípulos. . o F ilh o do liomem nâo tem onde reclinar a cabeça. respondeu-lhe: «S egu e-m e.» 22 Jesus. e aa aves do céu os (seus) n inhos. que p erecem o s!» 26 Jesus. deixa-m e ir prim eiro sepultar meu p a i. e. homeus de pouca f é f » Então. dorm ia. aproxím audo-se um escríba. e deixa que os m ortos sepultem os seus mOrtOB.» 21 Um outro dos seus discípulos disse-lhe: «S eu h o r. e seguiu-se uma grande bonança. saindo. dizen d o: «S en h or. 16 Pela tarde apresentaram-se muitos possessos do (iem ónio. que saíam dos sepulcros. porém . eu seguir-te-ei para onde quer que fores. entraram nos porcos. 19 E. Eram tão furiosos que ninguém ousava passar p or aquele cami­ nho. F ilh o de Deus? Vieste aqui atormentar-nos antes do tem p o ? » 3U Estava não lon ge deles uma vara de m uitos porcos. Jesus acalma uma tem­ pestade» Expulsão de demônios em Gerasa.» 32 Ele disse-lhes: « I d e .4): E le mesmo tom ou as nossas fra qu eeas. indo à cidade. e im ediata­ mente toda a vara se precipitou com ím peto no mar por um despenhadeiro. 20 Jesus disse-lhe: A s raposas lêm as (suas) covas. ordenou que passassem para a outra m argem do lago. Ele. (|uando diz {53. de m odo que as ondas alagavam a barca. a quem obedecem até os ventos e o m a r? » 28 Quando Jesus chegou à outra margem do lago. 17 cumprindo-se (leste m odo o que fo i anunciado pelo profeta Isaías. man­ da-nos para aquela vara de porcos. levan­ tando-se.

» 4 Tendo Jesus visto os seus pensamentos. pediram -lhe que se retirasse do seu território. 7 £ ele levantou-se. e foi para sua casa. tom a o teu leito . Mas sim os enfermos. In feliz­ mente tém muitos imitadores. 2 b is que he apresentaram um paralítico. antes de corar a doença do corpo. e gloriflcaram a Deus por ter dado tal poder aos hom eos. 34 Eatão toda a cidade saiu ao encontro de Jesus. disse: «O s sãos não têm necessidade de médico. e aprendei o que 8. quando o viram .» E eJe. Y en d o Jesus a fé que e es tinham.. que ja z ia no Jeito. e disse-lhe: « S e ­ gu e-m e. para obtermos graças. a fim de 03 converter. 13 Ide. disse ao paralítico: «F ilh o . 13 . a bondade para . ou­ vindo isto. 34. estando (Jesus) sentado à mesa em casa deste hom em . as multidões ficaram possuídas de tem or. disse então ao paralítico. o seguiu. SSo-te perdoados os teus pecados.» 3 Eutão alguns dos escribas disseram dentro de s i: «E s te b lasfem a. rejei­ tando assim 08 benefícios espirituais que Jesus lhe oferecia. os fariseus diziam aos seus discípulos: Por que m otivo come o vosso Mestre com os publicanos e pecadores? 12 Jesus. 10 Acontecen que. ■Vocação de Hateus. se sentaram à mesa com Jesue e com os seus discípulos. Tendo vindo Jesus para curar as enfermidades do pecado. 8. 9. 9 Partindo Jesus dali. Mesa em que eram recebidas as contribuições públicas. Jesus. disse: «P o rq u e pensais mal nos vossos corações? 5 Que coisa é menos d ifíc il d ize r: São-te perdoados os teus pecados. vindo muitos publica­ nos e pecadores. continuando a viver no pecado.» 8 Vendo isto. viu um homem que estava sentado no telónio. 11 Vendo isto. para que saibas que o Filh o do homem tem poder sobre a terra de perdoar pecados: L eva n ­ ta-te. mesmo temporais. ou d iz e r : Levanta-te ecam inha? 6 Pois. O povo Julgava ciue Jesus era um simples homem. 12. tornou a )assar o lago. 9 — 1 Suhindo para uma pequena barca. d evia encontrar-se entre os pecadores. Seguem por isso um caminho errado as pessoas qne fazem pedidos e votos a Deus. mas sim os enfermos.o paralí­ tico. Xão tinha compreendido que ele dzera este m ilagre para demonstrar a sua divindade. levantando-se. 9 » 2. e. tem confiança. chamado Mateus. curou a doença da alma. E* mais agradável a Deus a m isericórd ia . P ed ira vn -lhe que se r e tira s s e . eis que. e vai para tua casa. e voltou para a sua cidade. Os habitantes de Gerasa.. são-te perdoados os teus peca­ d o s . devemos começar por nos arrependermos dos nossos pecados. Telón io. mostrando assim que. com receio de prejuízos maleriaiSf pedem a Jesus que se afaste.

Mas deita-se vinho novo em odres novos. dou tro m odo rebentam os odres. "26 E divulgou-se a fama (deste m ilagre) por toda aquela terra. orgulhosos. mas vem. 24 «R e tira i-v o s . a tua fé te s a lv o u . e os teus discípulos não je ju a m ? » 15 Jesus respondeu-lhes: «P o rven tu ra podem estar tristes os com panheiros do esposo. 23 T en d o Jesus chegado a casa do príncipe (d a sinagoga) viu os tocadores de flauta e uma m ultidão de gen le. como era o culto dos fariseus. nSo podiam estar sujeitos às formalidades da lei anliga. filha. gritando e d izen d o : « T e m piedade de nós. 20 Eis que uma mulher. seguiram -no . derram a-se o vinho.» 22 Voltaudo-se Jesus e. 16 N inguém deita um remendo de pano cru em vestido velho. levantando-se. Porque eu não vim chamar os justos. padecia de um fluxo de sangue. tomando a m enina pela mão. 21 D izia dentro de si: «A in d a que eu toque sòmente o seu vestido. enquanto o esposo está com eles? Mas virão dias em que lhes será tirado o esposo.'Significa: Quero m isericórd ia e não s a c rifíc io (Os.» 19 Jesus. e v iv e rá . e ficava pior o rasgão. 18 Enquanto lhes dizia estas coisas.» E eles o escarneciam. B Jesus disse-lhes: «C redes que posso com o próximo. eis que um príncipe (da sinagoga) se aproxim a e se prostra diante dele. e assim ambas as coisas se conservam. 25 Tendo-se feito sair a gente. do que o culto externo (s a c r ifio io ) sem a caridade. 17 Nem se deita vinbo novo em odres velh os.» E ficou sã a mulher desde aquele momento. 16-17. o seguiu com os seus discípulos. A filha de Jairo e a hemorrolssa. porque este remendo levaria consigo uma parte do vestido. . Os dois cegos. mas d o rm e . disse: « Tem confiança. serei cu ra d a . mas os peca­ d o res. e então eles jejuarão. Filh o de D a v id !» 28 T en d o chegado a casa. morreu agora minha filh a . 6. Jesns mostra com estas duas comparações que os precei­ tos do Exangelho.6). 27 Partindo dali Jesus. porque a menina não está m orta. que. ele entrou e. que tinha sido ptomnlgada para nm só povo. que ele vinha anunciar a todo o mundo. se chegou por detrás dele. d izen d o: «S en h o r. dois cegos.» 14 Eutão foram ter com ele os discípulos de João e lhe disseram : «Q u a l é a razão por que nós os fariseus jeju am os. aproxim aram -se dele os cegos. ela se levantou. vendo-a. e tocou a fím bria do eeu vestido. h avia doze anos. e perdem-se os odres. UotiTO por çne n io jejnom 03 disclpnlOB de Jeeus. disse. põe a tua mão sobre ela. que fazia muito barulho.

0 mudo. 10 nem 10.» Os fariseus. . Era justo por isso que a preparação evangélica começasse por eles. seu irm ão. Tom é e Mateus. 5 A estes doze enviou Jesus. Jesus deu-lhes ordens terminantes. porque estavam fatigadas e abatidas. Nome dos doze Apósto­ los. nem prata. falou o mudo. porém . pregando o Evangelho do reino. T ia g o . No Evangelho de S. 38 R o g a i pois ao Senhor da messe. nem entreis nas cidades dos samaritanos. 2 Os nom es dos doze A póstolos são: O prim eiro é Sim ão. 7 Pondo-vos a caminho. e T a d e u . T ia g o . Marcos (6. compadeceu-se delas.» 35 Jesus ia percorrendo todas as cidades e aldeias. 36 Vendo aquelas m ultidões. 6 ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel. dizen d o: «V e d e que ninguém o s a ib a . filh o de A lfeu . 10. 3 Filip e e B artolom eu .» 10 — 1 T en d o convocado os seus doze discipulos. » 30 E abriram-se os seus olbos. Dai de graça o que de graça recebestes. exp eli os dem ônios. 8 Curai os enferm os. anunciai que está próxim o o reino dos céus. com o ovelhas sem pastor. nem dinheiro. apreseutaram-lhe um mudo possesso do dem ônio. diziam : « E l e expulsa os dem ônios por meio do príncipe dos d em ôn ios. 33 Expulso o dem ônio. Jesus dá instru­ ções aos Apóstolos sobre a pregação que vão fazer na G alileia. o publicano. lim pai OB leprosos. mas os operários são pou­ cos. depois de lhes ter dado as instruçOes seguintes: « N ã o vades (a g o ra ) para entre 08 gentios. ressuscitai os mortos. deu-lhes Jesus poder de expulsar os espíritos imundos. retirando-se. ensinando nas sinagogas. 37 Então disse a seus discípulos: « A messe é verdadeiram ente grande. e admiraram-se as m ultidões. a Galileia. 4 Sim ão Canuaneu. Ob hebreus linbam sido os guardas dús promessas de Deos e o seu povo esco­ lhido.JesD9 evangeliza. dizendo: «N u n c a se viu coisa assim em Is r a e l. depois André. 9 N ão queirais trazer nas vossas cinturas nem ouro. 32 Tendo-se estes retirado.» 29 Então tocou-lhes os olhos. filho de Zebedeu. e Judas Iscariotes. dizendo: «S e ja -v o s feito segundo a vossa f é . nem bastão.» 31 Mas eles. seu irm ã o. N ã o vadea (agora) p a ra entre os gentios. e curando toda a doença e toda a enferm idade. que mande operários para a sua m esse. fazer is t o ? » E le s r e s p o n d e ra m : «S im . 5. S e n h o r. e não pelos gentios.8-9) Jesns Cristo permile qne os A póstolos tragam sandálias e bas- . e João. e de curar todas as doenças e todas as enfermidades. chamado Pedro. divulgaram por toda aquela terra a sua fama. que fo i quem o entregou. N e m sandátias.

A histária dos mártires prova-nos a veracidade desta pro­ fecia. descerá sobre ela a vossa paz.. Sacu di o p i dos vossos pés para mostrar que nSo qaereis nada de comam com elas. S. e o pai (en trega rá ) o fllh o. 22 Vós. nem sandá­ lias. S. se não fo r digna. 14 Se não vos receberem nem ouvirem as vossas palavras. Em verdade vos d igo que não acabareis de percorrer as cidades de Israel sem que ve­ nha 0 Filh o do homem. mas o E spírito de vosso Pai é o que falará em vós. e do bosiao de l a z o . lao. em que entrar­ des. 17 Acautelai-vos dos homens. ioform aí-vos de quem há nela digno de vos rece­ ber. 15 Em verdade vos d igo que será menos punida no dia do ju ízo a terra de Sodom a e de Gom orra do que agu ela cidade. sereis odiados por todos.alforje para o cam inho.. pois desprezaram a graça de Dens. porém . 12 A o entrardes na casa. e simples com o pombas. nem bastão. 14. 18 Sereis levados por minha causa à presença dos governadores e dos reis. a vossa paz tornará para vós. £ ’ uma coatradição aparente. 21 ü irm ão en lregará à morte o seu irm ão.21. porque naquela hora vos será inspirado o que haveis de dizer. M arcos fa la dae aandaiiaa 0 do baelão pobre. . F u g i p a ra o u ir a . Jesua d& inatraçõea aoB Apóatoloa aobre aa pregaçSea faturaa. e lhes da­ rão a morte. 23 Quando vos perseguirem numa cidade. Ambos os ETangelistas querem ensinar que Jeans ordenoo aos ApãsLoloa qne eõmenle leraesem consigo aa coisas ne­ cessárias. 20 P orqu e não sereis vós que falais. porque o operário tem direito ao seu alim ento. ao sair para fora daquela casa ou cidade. nem duas túnicas. Como teslssuunko. 19 Quando vos entregarem . porque vos farão com parecer nos seus tribunais. 13 Se aquela casa fo r digna. Os jndena e os paginahSo-de ser teelemanbas da coragem e da fé dos A péstolos. 11 Em qualquer cidade ou aldeia. como testemu­ nho diante deles e diante dos gentios. isto é. sacudi o pó dos vossos pés. 08 filhos se levantarão contra os pais. dizen do: A paz seja nesta casa. será salvo. 18. e ficai ai até que vos retireis. não expunhaia iaütilmente a vossa vida. Haleua fa la do calçado deaneceaeório. e vos açoutarão nas sinagogas. 16 Eis que eu vos mando com o ovelhas no m eio de lobos. p or causa do meu nome. que perseverar até ao flm. Sede pois prudentes com o serpentes. saudai-a. fu gi para outra. a maie. aquele. hlDKle ouvir a pregação do Evangelho. não podendo de modo algnm deecuIpar-Be diante do tribunal de D eas. não cuideis com o ou o que haveis de falar. 23.

28 N ão tem ais os que matam o corpo. e a n ora da sua sogra. nem oculto que se não venha a saber. Se Jesus C rislo. e qnasc em particular. 37 0 que ama o pai ou a mãe mais do que a mim. pre­ gai-o sobre os telhados. que está nos céus. não é digno de m im . achá-la-á. a mim recebe. 7. 27. fo i perseguido e odiado. quanto mais aos seus dom ésticos? 26 N ão os temais. O que. para que todos possam ouvir. nem o servo mais que o senhor. o que eu prego a um número reduzido de ouvintes. isto é.6). também eu o negarei diante de meu Pai. esse achará a vid a elerna. portanto. não vim trazer a paz. 32 T od o aquele. . que está nos céus. nem um só deles cairá sobre a terra sem a permissão de vosso Pai. 34. abandona a doutrina de Jesns. Mestre dos pregadores do Evangelho. . 39 0 que se prende à sua v id a perdê-la-á. porém. não é dign o de m im . 24 N ão é O discípulo m ais que o m eslre. 0 que se prende à m a v id a . 27 0 que eu vos d ig o nas trevas. . não é digno de m im . T em ei antes aquele que pode lançar na geena a alma e o corpo.. 34 N ão ju lgu eis que vim trazer a paz à te rra . e o que é d ito ao ouvido. p ois. 38 0 que não toma a sua cruz e não me segue. 33 Porém o que me negar diante dos homens. e o que me 24-85. e a filha de sua mãe. para conservar a vida temporal. isto é. 36 B os in im ig os do homem serão os seus p ró ­ p rio s domésticos (M iq. 40 0 que vos recebe. . 31 N ão temais. e o que perder a sua vida por meu am or. e não podem matar a alma. com o ãm de destruir o dominio de Satanás e das paixões hnmanas. 29 Porventura não se vendem dois passarinhos por um asse? E. pois. a luta entre a virtude e o vício.Jesns dã instru­ ções a todos os prega­ dores. vós vaieis m ais que muitos pássaros. que me confessar diante dos homens. e a o servo com o o senhor. . 39. . os seus discipulos não podem esperar tratamento diferenle. 0 que vos é d it o . prefere perder a vida temporal e abaadonar Jesus. aquele que. e o que am a o filho ou a filha mais do que a mim.. chegando os inim igos a chamar-lhe Belsebu. pregai-o em público. 25 Basta ao discípulo ser com o o mestre. Jesns veio ensinar uma dontrina contrária ao mundo. mas a espada. porque nada há encoberto que se não venha a descobrir. m as a espada. 35 Porque vim separar o filho de seu p a i. todavia. . perde a vida eterna. N õo v im tra s e r a p a s . Se eles cha­ maram Belzebu ao pai de fam ília. dizei-o às claras. isto é. 30 A té os próprios cabelos da vossa cabeça estão todos contados. também eu o confessarei diante de meu Pai. E ’ neste sentido qne Ele diz: N ã o v im traser a pas.

» 11 — 1 T en d o Jesus acabado de dar estas instruções aos seus doze discípulos. aquele que há-de vir. 41 0 que recebe um p ro fè ta . e ainda mais do que profeta. 61. e são os violentos que o arrebatam . Entretanto. 3 a perguntar-lhe: « E’ s tu S0U8 cípulos. se vós quereis com preender. 12 Desde os dias de João Baptista até agora. os coxos andam. recebe aquele que me enviou. para que eles flcaesem igualmente convencidos da mesma verdade. os mortos res­ suscitam.. nm homem sem uonslância nos seus ideais. estando no jesusdoiB cárcere. 6 e bem-aven­ turado aquele que não encontrar em mim m otivo de escândalo. a títu lo de ser meu discípulo. o que recebe um ju sto na qualidade de justo. 13.» Élogio 7 T en d o eles partido.1-2). preditos pelo profeta (Is. 11 N a verdade vo s d igo que entre os nascidos das mulheres não veio ao mundo outro m aior que João Baptista. li. 3-5. ele mesmo H . o reino dos céus adquiie-se à força. partiu dali para ir ensinar e pregar nas cidades deles. receberá a recom­ pensa do profeta.5-6. os leprosos são lim pos. mostrando qne se realizavam nele os caracteres do Messias. começou Jesus a falar de João às turbas: «Q u e fostes vós ver ao deserto? Uma cana agitada pelo ven to? 8 Mas que fostes ver? U m homem vestido de roupas delicadas? Mas os que vestem roupas delicadas vivem nos palácios dos reis. 2 E com o João. os pobres são evangelisados. enviou <Job dis­ dois de seus discípulos. V iolentos aão os qne não têm receio de se precipitar à conquista do rein o doe. I . os surdos ouvem . Joao nao duvidava de qne . na verdade vos d igo que não perderá a sua recom pensa. aêus. U m a c a n a . receberá a recompensa de justo. 35.. vos d igo eu. 9 Mas que fostes ver? Um p rofeta? Sim . . ou devem os esperar o u lr o ? » 4 Jesus respondeu-lhes: « I d e e contai a João o que ouvistes e vistes: 6 Os cegos vêem. A missão do Baptista.recebe. 14 E. 13 Tod os os profetas e a le i profetizaram até João.lesuB foBse o MessiaB.. Jesus res­ pondeu-lhes in direc lamente. é Lgaal à missão de E lia s que há-de v ir ao mundo na segunda vinda de Jesus. isto é. na primeira vinda do Salvador. tivesse ouvido falar das obras de Cristo. o m enor no reino dos céus é m aior do que ele. 10 Porque este é aquele de quem está e s c rito : Eis que eu envio o meu mensageiro adiante de ti. o qu al te preparará o cam inho diante de ti. 42 E todo o que der a beber um sim ples copo de água fresca a um destes pequeninos. na qualidade de profeta. Man­ dou OB Bens discipulos com esta embaixada ao Salvador.

e as revelaste aos pequeninos.» 20 Então com eçou a exprobar às cidades em que tinham sido operados m uitos dos seus m ilagres. e que gritam aos seus companheiros. C orozain l A i de ti. e não b ailastes. e dizem : Ele tem dem ônio. nem alguém conhece o Pai senão o F ilh o. entoámos endechas e não chorastes. 29. . 30 P orqu e o meu ju g o é suave.» lõ . e o meu peso le v e . Aos sdoios e aos prudentes. ainda h oje existiria. o não terem fe ito penitência. porque assim foi do teu agrado. islo é. há muito tempo que teriam feito penitência em c ilíeio e em cinza. 14. 23 E tu. hás-de ser abatida até ao in fern o (Is. 0 m eu ju g o . e eu vos a livia rei. isto é. que não com ia nem bebia. aos escribas e fariseus lhosoB. B etsa id a ! porque. disse: «G raças te dou. e aquele a quem o F ilh o o quiser revelar. ouça. ó Pai. 16 A quem hei-de eu com parar esia geração ? E ’ se­ melhante aos rapazes que estão sentados na praça. 19 V eio o F ilh o do homem. Com eate modo de dizer era eoslnme chamar a aleução dos ites para o que se linha dito. e d izem : Eis um glu lã o e um bebe­ dor de vinho. elevar-fe-ás p orven tu ra até ao céu? N ão. 24 P o r isso vos d igo que no dia do ju ízo haverá menos rigor para a terra de Sodom a que para t i . 29 T o m a i sobre vós o meu ju g o . se em T iro e em Sidónia tivessem sido feitos 08 m ilagres que se realizaram em vós. falando novam ente. porque escondeste estas coisas aos sábios e aos prudentes. 18 V e io João. 17 dizendo: T o c á ­ mos flauta. Se em Sodom a tivessem sido feitos os m ilagres que se fizeram em ti. a minha aatoridade. ó Pai. e aprendei de mim. a minha doulrína. e ninguém conhece o Filh o senão o P a i. Senhor do céu e da terra. 28 V inde a mim todos os (m e estais fatigados e carregados. Felici. e achareis des­ canso para as vossas almas. 26.13-15). 27 Todas as coisas me foram entre­ gues por meu P a i.dade dos humildes que ouvem o chama­ mento de Jesus. 21 « A i de ti. 22 P o r isso vos d igo que haverá menor rigor para T ir o e Sidónia no dia do ju izo. Cafarnaum. 15 O que tem ouvidos para ouyir. um am igo dos publicanos e dos pecado­ res. Mas a sabedoria (d iv in a ) fo i justificada por suas o b ra s.Jesns ameaça a incredu­ lidade lios Judeus. que com e e bebe. que sou manso e humilde de coração. é O Elias que há-de vir. 26 Assim é. » 25 Eutão Jesus. que para vós.

nem ou virá alguém a sua voe nas p ra ça s .» 3 Jesus respondeu-lhes: «N ã o lestes o que fez D avid quando teve fome. ele e os que com ele iam ? 4 Com o entrou na casa de Deus. eles. e ele a n u n cia rá a ju s tiça às nações. levará os pecadores. A s luaaifestaçóes da misericórdia de Jesus aumentava o ó d io dos fariseus contra eie. e comeu os pães da proposição. com a sna bondade. nem cla m a rá . Mansidão de Jesua. num dia de sábado.» 9 Partindo dali. 1 — 20 23 Jesus encontra as m aiores contradições no exercid o do seu m inistério 12 — 1 N aquele tempo. Jesus. 12. fo i à sinagoga deles. Jesus refere-se a si próprio. e ela tornou-se sã como a outra. M ateus. os quais não era licito comer. indicados . nem a ele. e não a tire de lá? 12 Ora quanto mais vale um homem do que uma ovelha? L o g o é perm itido fazer bem no d ia de sábado. 10 onde se encòntrava um homem que tinha seca uma das m ãos. mae só aos sacerdotes? 5 N ão lestes na le i que aos sábadps os sacerdotes no tem plo violam o sábado e ficam seúi culpa? 6 Ora eu digo-vos que aqui eslá alguém que é m aior que o templo. sabendo isto. 7 Se vós soubésseis o que quer d izer: Quero a m isericórd ia e não s a crifício (Os. e curou-os a todos. para terem de que o acusar.» 13 Então disse ao hom em : «E sten de a tua m ã o. se esta cair no dia de sábado a uma cova. e seus discípulos.s. A mão seca.1-4): 18 E is o m eu servo. M uitos segui­ ram-no. teudo fome. 20 não quebrará a cana Os discipulos de Jesus colhem espigas ao sábado. jam ais condenaríeis inocentes. em quem a m in h a a lm a pôs as suas complacéncias. e. nem aos que com ele iam.» Ele estendeu-a. 17 para que ee cumprisse o que tinha sido anunciado pelo profeta Isaías (42.6). 2 Vendo isto os fariseus. 19 N ão contenderá. 16 Ordenou-lhes que não o descobrissem. o meu amado. retirou-se daquele lu gar. perguntaram -lhe: < E ’ perm itido curar aos sábados?» 11 Ele respondeu-Ih es: «Q u e homem h averá entre vós que. 14 Os fariseus. tendo uma ovelha. disseram -lhe: «E is que os teus discípulos fazem o que não é perm itido fazer ao sáb ad o. 15 Jesus. J q u i está alguém . 14. 8 Porque o Filh o do homem é senhor do próprio sá­ b ad o. passava Jesus por umas searas. 30. 6. não a tom e. saindo dali. que eu escolhi. começaram a colher espigas e a comê-las. F a r e i repousar sobre ele o m eu E sp irito. 6. tiveram conselho con­ tra ele sobre o modo de o levarem à m orte. 12.

de sorte que falava e via. 32. JVem neste século nem n o fu tu ro . lhe será per­ doado . pois. porém o que a disser contra o Espirito Santo. o Evangelho trianfe em toda a parte. virtude de quem os expelem vossos filhos? Por isso é que eles serão os vossos juizes. será d e s tru íd o .. é chegado a vós o reino de Deus. d ivid id o contra si mesmo. como subsistirá. príucipe dos demô­ nios. e ele o curou. por. afirmais que eu sou mau. isto é. está d ivid id o contra si m esm o. 30 Quem não é com igo. isto é . 33. nãoporqne Deus a não possa on não queira perdoar. como pode ser mau quem as faz ? . Sede con­ seqüentes. pois arranca-Ihe as snas presas. E ’ chegado a vós o rein o de Deus. porque o reino do demô­ nio eslá a cair em ruínas. c e g a e mudo. no Furgalõrio. ouvindo isto. neste mundo o eão no entro. que as minhas obras são boas. Os homens conhecem-se pelas snas acções. Pecado contra o Espírito Santo. e saquear os seus m óveis. não lhe será perdoado. e toda a cidade ou fam ília.Jesns e Belzebn. Apesar disso. 32 T od o o que disser algum a palavra contra o F ilh o do homem. mas porque o peca­ dor não põe ae condições precisas para obter o perdão. isto é. dividida contra si mesma. porém a blasfêm ia contra <o Espírito Santo não será perdoada. disse-lhes: « T o d o o reino. conhecendo os pensamentos deles. derperdiça. Daqui. fazendo deste modo com que a jDStiça. é contra mim . 28 Se eu. Võs reconheceis. 2S Ora. 31. 22 Então trouxeram -lhe um endem oninhado. P e lo fru to se. dificilm ente será perdoada. ou aqui pela oana ra ch a d a e torcida gue fum ega. disseram : «E s te não lança fora os demô­ nios. 31 P o r isso vos d ig o : T o d o o pecado e blasfêm ia será perdoado aos homens.Se estos são boas. o seu reino? 27 E se eu lança fora 0 S dem ônios por virtude de Belzebu. não subsislírá. Jesus. Jesus mostra que é mais fo rte que o demônio. 29 Como pode alguém entrar na casa de um valente. não tendo sido expiados neste século. se Satanás lança fora a Satanás. 29. porém. até q u » fa ça tr iu n fa r a ju s tiç a . lanço fora os demônios pela virtude do Espírito de Deus. nem a p a ga rá a torcid a que fum ega. nem oeste século nem no futuro. se antes não prender o valen te? Só então lhe poderá saquer a casa.conhece a árvore. 23 E ficaram estupefactas todas as multidões. a esperar o perdãopelo arrepeadimento das suas faltas. pecados que. 28. se conclui que hi. e d iz ia m : « N ã o será este o F ilh o de D a v id ? » 24 Mas os fariseus. senão por virtude de Belzebu. 33 Ou dizei que a árvore é boa e o seu fruto bom. dizia Jesos aos farisens. . » 25 Porém . N ão será perdoada. e quem não ju nta com igo. 2 t e as nações esperarão n o seu nome. rachada.

desejando fa ar-lhe. darão conta dela no dia do ju ízo. Sinal de Jonas « O demônio qne vo lla . Com esta breve parábola Jesus quer dizer que. 43 Quando o espírito im undo saiu de um homem. senão o prodígio do profeta Jonas. 44 Então d iz: V oltarei para minha casa. porque fizeram peni­ tência com a pregação de Jonas. eis que sua mãe e seus irm ãos se achavam fora. à busca de repouso. e a condenação.dizei que a árvore é má e o seu fruto mau. quando vem . 40 Porque. 39 Ele respondeu-lhes: «E s ta geração má e adúltera pede um prodígio. assim com o Jonas esteve no ventre da baleia três dias e três noites (Jon. e não o encontra. B. habitam a li. mesmo afastados. e o mau homem tirá más coisas do seu mau tesouro. vós que sois maus? Porque a boca fala da abundância do coração. e desejam fa la r-te . 46. Jesus cen­ sura os fariseus. 45 Então vai. e tom a con­ sigo outros sete espíritos piores do que ele. A mãe e os irmãos de Jesus. nós desejávam os ver algum prodígio teu. a encontra desocu­ pada. e. Entre os hebreus era costume dar o nome dc irmíLos a todos os parentes. Ora aqui está quem é mais do que Jonas. e o últim o estado daquele homem tor­ na-se pior que o prim eiro. 36 Ora eu d igo-vos que de qualquer palavra ociosa que tiverem proferido os homens. Assim também acontecerá a esta M ração perversa. respondeu ao que fa la va : «Q u e m é minha mãe e quem são 43-45.Então ihe teplicaram alguns dos escribas e fa ri­ seus. em geral. .t). porqne Maria fo i sempre virgem. Os inleresses de Dens estão acima dos interesses da fam ilia. porém. entrando. dizen d o: «M estre. 42 A rainha do m eio-dia levantar-se-á no dia do ju ízo contra esta geração e a conde­ nará. mas não lhe será dado outro p rodígio. 34 Raça de víboras. 37 Porque pelas tuas palavras será justificado ou con­ d en a d o. Jesus não Linha irmãos pròpriamente ditos. varrida e adornada. 47 A lgu ém disse-lhe: « T u a mãe e teus irm ãos estão ali fora. pois que pelo fruto se conhece a árvore. 35 0 ho­ mem bom tira boas coisas do seu bom tesouro. 2. Tendo vindo Jesus ao mundo para fazer a vontade de Deus. donde saí.» 46 Estando ele ainda a falar ao povo. E seus ermãos. Inrna-ee pior do que era. 47-50.» 48 Ele. qoe se perverte novamente.» 38. um CODvertido. assim estará o F ilh o do homem três dias e três noites no seio da terra. 41 Os habitantes de N in ive ee levantarão no dia do ju izo con­ tra esta geração. Ora aqui está quem é mais do que Salom ão. com o podeis dizer coisas boas. anda errando por lugares áridos. porque veio dos confins da terra a ou vir a sabe­ d oria de Salom ão.

e se convertam . 9 Quem tem ouvidos para ouvir. que está nos céus. . porque não tinha profun­ didade de terra. os. e por­ que nâo tinha raiz. uma parte da semente caiu ao longo do caminho. caiu em boa terra. dóceis aos ensinamentos celestes. e não entendereis. e fru tificou . 3 E disse-lhes muitas coisas por parábolas: «E is que um sem eador saiu a semear. e eu os sare. 4 9 .1 3 . ou ça. A s almas crentes. sentou-se ^ beira do mar. porque vendo não vêem . áaindo o sol. e ouvindo não ouvem nem entendem. que d iz: Ouvireis com os ouvidos.26 Parábola semeador S. 18-13. e fecha­ ra m os olhos. 6 Mas. p a ra não suceder que vejam com os olhos.9-10). 12. porém. 12 Porque ao que tem lhe será dado (a in d a m ais). esse é meu irm ão e minha irm ã e minha m ã e. Í6 Ditosos. 4 Quando semeava. onde não havia m uita terra. e os vossos ouvidos. e entendam com o coração. e não vereis. 14 E cumpre-se neles a profecia de Isaías (6. 7 Outra parte caiu enlre os espinhos. de tal sorte que foi preciso eutrar numa barca e sentar-se nela . e vieram as aves do céu e comeram-na. mas ao que não tem. 13 Por isso lhes falo em parábolas. 17 Em verdade vos d igo que m uitos profetas e justos considera seus parentes espirituais aqueles que observarem a mesma divin a vontade. e cresceram os espinhos. uns grãos deram cem por um. porque vêem . outros sessenta. M a te u s . 13.seus ouvidos tornaram -se duros. os vossos olhos. disseram -lhe: « P o r que razão lhes falas por meio de p aráb olas?» 11 E le respondeu-lhes: «P o r q u e a vós é concedido conhecer os m istérios do reino dos céus. 8 Outra parte. rece­ bem de cada vez mais graças de D eu s. saindo Jesus de casa. enfim. porque ouvem . e terá em abundância. 17 os meus irm ã o s ? » 49 E. olhareis com os vossos olhos. porque ainda não possuem as disposições necessárias para aproveitarem com a rev ela çio direola dos mistérios. e toda a m ultidão estava em pé sobre a praia. queim ou-se. e lo g o nasceu. 5 Ontra parte caiu em lugar pedregoso. dá-se o conlrário com os incrédnloB. estendendo a mão para os seus discípulos. 50 P orqu e todo aquele que fizer a vontade de meu Pai. até o que tem lhe será tirado. A elea nã o lhea ê concedido. secou. e ouçam com os ouvidos. e a sufocaram . outros trinta.» 10 Chegando-se a ele os discípulos. d is s e : * Eis minha mãe e meus irmãos. 2 E juntou-se em volta dele uma grande m ultidão de gente. I I . mas a eles não lhes é concedido.» 13 — 1 N aquele dia. 15 Porqu e o coração deste povo tornou-se insensível.

e outras trinta por um. arran­ cando a cizânia. . é inconstante. pouco conhecido a priucipio. 25 Porém . para que talvez nâo suceda que. vós 0 que significa a parábola do sem eador: 19 T o d o aquele que ouve a palavra do reino {ão Evangelho). não tem em si raiz. d izen d o: « 0 reino dos céus é sem elhante a um homem que semeou boa semente no seu campo. e não o ouviram . apareceu então a cizânia. 27 Chegando os ser­ vos do pai de fam ília. porém. pois. que um homem tomou e semeou no seu campo. enquanto os homens dorm iam . esse dá fruto. depois de ter cres­ cido. e lo g o a recebe com g o s to . e não lhe presLa atenção. . 26 Tendo crescido a erva e dado fruto. e a com preende. e semeou cizânia no meio do trigo. de sorte que as aves do céu vêm aninhar sobre os seus ramos. veio o seu in im igo. vem o espírito m aligno e arrebata o que foi semeado no seu coração. 30 D eixai crescer uma e outra coisa até à ceifa. e fica infrutuosa. 32. 20 0 que recebeu a semente no lu gar pedre­ goso. quando lhe sobrevêm tribulaçâo e perseguição por causa da palavra. porém os cuidados deste século e a sedução das riqu e­ zas sufocam a palavra. espalbar-se-á |)or loda a terra. é aquele que ouve a palavra. e no tem po da ceifa direi aos segadores: Colhei pri­ m eiram ente a cizânia. e atai-a em m olhos para a qu ei­ m ar. Os servos disseram -lhe: Queres que vam os e a arranquem os? 29 Ele respondeu-lhes: N ão. » 24 Propôs-lhe outra parábola.de todas as sementes. é m aior que todas as hortaliças e chega a tor­ nar-se uma árvore. é aquele que ou ve a palavra. 23 0 que recebeu a semente em boa terra. > A cizânia. arranqueis ju n tam en te com ela o trigo. e umas vezes dá cem. outras*sessenta.» 31 Propôs-lhes outra parábola.— 0 le in o de Jesus. e não o viram . lo g o sucumbe.o . e foi-se. e muitas nações correrão para ele. o trigo. recolhei-o no meu c e le iro . 18 Ouvi. ou vir o que ouvis. 21 porém.. Hipérbole muito usada no tempo de Jesus. é aquele que ouve a palavra. 32 E’ a mais pequena.desejaram ver o que vedes. porven­ tura não semeaste tu boa semente no teu cam po? Donde veio pois a cizân ia? 28 Ele respondeu -lbes: F oi um inim igo que fez isto. disseram -lhe: Senhor. d izen d o : < 0 reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda. A m aia p e q u e n a . e. este é o que recebeu a sem ente ao lon go da estrada. mas. a fim de encon­ trarem a paz e o repoaso. 22 0 que recebeu a semente entre espinhos.

« P o r isso todo o escriba instruído nas coisas do 52. assim como é colhida a cizânia e queim ada no fo g o . 33 Disse-lhes outra parábola. Assim como o chefe de famüía tira da despensa frotosvelhos ou novos. a rede. e. e não lhes fa la v a sem parábolas. 44 0 reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido num campo. 0 tem po da ceifa é o fim do mundo. Os segadores sãa 08 anjos. os pescadores tiram-na para fora. segundo oe diferentes gostos e necessidades. A boa semente são os filhos do reino. assim acontecerá no fim do mundo. A b rire i em parábolas a m in h a boca. quando um homem a acha. virão os anjos. que d iz. a pérola. pelo gosto que sente de o achar. esconde-o. vai. e tirarão do seu reino todos os escândalos e o s que praticam a iniqüidade.» 36 Então (Jesus). até que o todo fica ferm en tado. A l i haverá choro e ran ger de dentes. 35 a fim de que se cumprisse o que estava anunciado pelo profeta. 0 tesouro escon­ dido. ouça. sentados na praia. assiia os Apóstolos hão-de tirar do Icsooro da sua ciência as verdades* antigas e novas aprendidas de seu Meslre.* 34 Todas estas coisas disse Jesus ao povo em parábolas. . 41 0 F ilh o do homem enviará os seus anjos. 0 que lem ouvidos para ou vir. e vende tudo o que tem. o qual.0 fermento. 77. A cizânia são os filhos do (e s p irito ) m aligno. A li haverá choro e ran ger de dentes. e a compra. e com pra aquele campo.* 37 E le res­ pondeu: « 0 que semeia a boa semente. e separarão os maus do meió dos justos. «O reino dos cêus é sem elhante ao ferm ento que uma muLher toma e mis­ tura em três medidas de farinha. foi para casa. 51 Gompreendestes tudo is to ? * Eles respon deram : « S im . 39 0 in im igo que a semeou. 50 e lançá-los-ão na fornalha de fogo. vende tudo o que tem. 47 0 reino dos céus é ainda semelhante a uma rede lançada ao mar. é o dem óuio. 45 0 reino dos céus é lam bém sem elhante a um merca­ dor que busca pérolas preciosas. despedido o povo. 43 Então resplandecerão os justos como o sol no r e in » de seu Pai. 42 e lançá-los-ão oa forna­ lha de fogo. e chegaram-se a ele os seus discipulos. e. é o F ilh o do homem. 38 0 campo é o mundo. Explica­ ção da parábola da cizânia.* 52 Ele disse-Ihes.2). 46 e. d izen d o: «E x p li­ ca-nos a parábola da cizânia no cam po. escolhem os bons para cestos e deitam fora os maus. 40 De m aneira que. vai. 49 Será assim no fim d a mundo. tendo encon­ trado uma de grande preço. que colhe toda a casta de peixes. 48 Quando está cheia. p u b lica re i as coisas escondidas desde a cria çã o (S.

seguiram -no a pé das cidades (vizin h a s). Seus ir m ã o s . e dada à moça. e teve com paixão dela. viu Jesus uma grande m ultidão. teve medo do povo. 4 Porque João d izia -lh e: « N ã o te é licito tê-ia por m u lb er. instigada por sua m ãe: «D à-m e. aqui num prato a cabeça de Joâo B a p tis ta . que tira do seu tesouro coisas novas e velh as. e sepulta­ ram -no. de Jesas. 13 Ten do Jesus ouvido isto. por causa do juram ento e dos comensais. por causa da incredulidade deles. «D o n d e lhe vem esta sabedoria e estes m ilagres? 55 Porventura não é esle o filho do carpin teiro? Não se chama sua mãe Maria. e ela levou-a a sua mãe. de m odo que se adm iravam e d izia m . 6 Mas.» 58 E fez ali poucos m ilagres. 10 E mandou degolar João no cárcere. a filha de Herodíades bailou no m eio dos convivas.» Mas Jesus dis­ se-lhes: « N ã o há profeta sem prestígio senão na sua pátria e na sua ca sa . que ressuscitou dos m ortos. aproxim aram -se dele os discípulos. no dia natalício de Herodes. dizen do: «E s te lugar é deserto. e tinha-o algem ado e m etido no cárcere. 14 — 1 N a q u e le tem p o . 8 E ela. 54 E. 14 A o sair da barca. mas.» 9 0 rei entristeceu-se. depois foram dar a notícia. Simão e Judas? 56 Suas irm ãs não vivem todas entre nós? Donde vem .» 53 Quando Jesus acabou de dizer estas parábolas partiu dali. . fetirou-se dali numa barca a um lugar solitário afastado. o tetrarca H erodes ouviu falar da fam a de Jesus. e.. por causa de H erodíades. tendo sabido isto as turbas. e seus irm ãos T ia g o . mas. pois. indo pára a sua pátria. e a hora é já adian­ tada: deixa ir essa gente. mandou dar-lha. indo às aldeias. 15 A o cair da tarde. José. ensinava nas suas sinagogas. levaram o corpo. Martírio de S. curou os seus enferm os. disse. 7 P o r isso ele prom eteu-lhe com juram ento dar-lhe tudo o que lhe pedisse. e agradou a Herodes. João Baptista. 12 Che­ gando 08 seus discípulos.» 6 E. querendo matá-lo. m ulher de seu irm ão F ilip e. para que.» 3 Porque Herodes tinha mandado prender e liga r João.reino dos céus é sem elhante a um pai de fam ília. Prim eira multipli­ cação dos pães. a Jesus. B5-Õ6. 2 e disse aos seus cortesãos: «E s te é João Baptista. a este todas estas coisas? 57 E estavam perplexos a seu re s p e ito . parentes próximos Jesus des­ prezado na Biia pdtria. 11 F o i trazida a sua cabeça num prato. . porque este o considerava como um profeta. islo é. e eis porque tantos m ilagres se operam por m eio d e le . auas irm ãa.

e levantaram doze cestos cheios dos bocados que sobejaram. d izen d o: «T e n d e confiança. e. 18 Ele disse-lhes: «T ra zel-m o s c á . se és tu. não tem a is. » Descendo Pedro da barca. dai-lhes vós de co m er. e os discípulos às turbas. abençoou. e saciaram -se. mandaram prevenir toda aquela região.am para a barca. temeu. partindo os pães. 22 Im ediatam ente Jesus ob rigou os seus discípulos a subir para a barca. tom ou os cinco pães e os dois peixes. tom ando a palavra. porque d u vid a ste?» 32 Depois que subir. o tomou e Lhe d isse. 30 Vendo. d izen d o : «V erd ad eiram en te tu és o F ilh o de Deus. começando a submer­ gir-se. dizen d o: 2 «P o r q u e violam os leus discípulos a tradição dos an tigos? Pois uão lavam . 33 Os que estavam na barca prostraram-se diante dele. turbaram-se e disseram : <E ’ um fan tasm a. porque o veuto era contrário. com pre de c o m e r. 21 Ora o número dos que tinham com ido era de cinco mil homens. e lhe apresen­ taram todos os doentes. «S en b o r. disse. ficaram sãos.» 29 Ele disse: « V e m . 36 Estes rogavam -lhe que os deixasse tocar sequer a orla do seu vestido. levantou os olhos ao céu. 26 Os discípulos. quando o viram andar sobre o mar. e.» 17 Respon­ deram -lhe: « N ã o temos aqui senão cinco pães e dois peixes. 35 Tendo-o reconhecido o povo daquele lugar. e a passarem autes dele à outra margem do lago.» E. E todos os que o tocaram.» 19 Em seguida. 24 Entre­ tanto a barca no meio do m ar era batida pelas ondas. subiu só a um m onte para orar. estendendo a mão. tendo mandado à m ultidão que se sentasse sobre a erva.» 34 Ten do atravessado o lago.» 16 Mas Jesus disse-lhes: «N ã o têm necessidade de ir . foram para a terra de Genesar. 15 — 1 Enlão aproxim aram -se dele uns escribas e fariseus de Jerusalém. gritou. 20 Comeram todos.Jesus anda so­ bre as águas. 23 Des­ pedidas as turbas. d izen d o : «S e n h o r s a lv a -m e !» 31 Im e­ diatam ente Jesus. «H o m e m de pouca fé. porém. deu-os aos discipulos.» 28 Pedro. o vento cessou. foi Jesus ter com eles. que o veuto era forte. sou eu. cami­ nhava sobre a água para ir a Jesus. 27 Mas Jesus falou-lhes im ediatam ente. achava-se ali só. Contro­ vérsia sobre as tradições. com medo. enquanto despedia as turbas. manda-me ir até onde estás por sobre as águ a s. 25 Ora na quarta v ig ília da noite. andando sobre o mar. Quando chegou a noite. sem contar mulheres e crianças. começaram a gritar. Curas operadas por Jesus.

se não tinha tido realmente intenção de o oferecer a Deus. . tornastes nulo o mandamento de Deus. se há nma lei que □ proíbe. ee escan dalizaram ?» 13 Jesus respondeu: «T o d a a planta que meu Pai celestial não plantou. será arrancada pela raiz. não tinham escrúpulo em v io la r os mandamentos mais impurLanles da lei de Deus. vêm do coração. tom ando a palavra. N ã o é a q u ilo que e n tra pela b o c a . as doutrinas que ensinam são preceitos hum anos. isso é que torna imundo o bom em . 21. e guias de ceg o s. Deste modo tornavam nulo o mandamento de Deus. 19 porque do coração saem os maus pensamentos. assim. ficavam os pais impossibilitados de tocar em coisa alguma. mas o dono do objecto. e: 0 que a m a ld içoa r seu p a i ou sua mãe. ouvindo estas palavras. Jesas respeade aos fariseus. por sua nalnreza. en­ quanto se sscandalisaTam com a omissão de prescrições de nenbuma imporlãncia. 7 H ipócritas. disse-Ihes: «O u v i e entendei. quaado os pais pediam aignma coisa a um man filho. se o filho dissesse: Sejam korban todos os meus bens de quc pOBsais querer servir-vos. dizendo (29. mas aquilo que sai da boca. bem profetizou de vós Isaías. 14 D eixai-os. e se lança depois num lugar escuso? 18 Mas as coisas que saem da boca.2..» 15 Pedro. e. porém. 20. e.16). Ensinavam os íarisens qae se algném d iz ia : « T a l coisa é korb an (obluta a Deus) para fu la n o» já o fulano não podia usar dela sem sacrilégio. são cegos. já oa pais lhe não podiam tocar. 5. aproxim ando-se dele os seus discípulos.13): 8 Este povo' honra-m e com os lábios. mancfaa espiritualmente o homem. e eslas são as que mancham o hom em . 11 Não é aqu ilo que entra pela boca. pode. disse-lhe: «E x p lica -n o s essa p aráb ola. ambos caem na fo s s a . obserrando-lhes que. vós d izeis: Qualquer que disser a eeu pai ou a sua m ã e : E ’ oferta a Deus qu al­ quer coisa minha que te possa ser ú til.* 10 Depois. chamando a sl as turbas. disseram-lhe: «S a b es que os fariseus.» 3 E le respondeu-lhes: « E vós tamhém porque transgredia o mandamento de Deus por causa da vossa tradição? Porque Deus disse: 4 H o n ra teu p a i e tu a mãe (Ex. por causa da vossa tradição.17). que m ancha o homem. Nenhum alimento. 5 Porém .» 16 Jesus respondeu: «T a m b ém vós tendes tão pouca com preensão? 17 N âo compreendeis que tudo o que entra pela boca passa ao ventre. 11. 3. õ-d.. Dt. Assim. I'). 9 E m vão me prestam culto . se esle d iz ia : isso é Icorban para vós.ns mãos quando com em p ã o . os hom icídios. se um cego guia outro cego. mas o seu coração está longe de m im . seja p u n id o de m orte (E x. Para ele e para qualquer outro não era korb an .» 12 Então. podia servir-se dele como de qualquer outra coisa profana. oe adulté15. man­ chá-lo. 6 não está mais obrigado a honrar seu pai ou sua m ãe.

Lançaram -nos a seus pés.> 35 Ürdenou então ao povo que se sentasse sobre a terra. que linha saído daqueles arredores. e davam glória ao Deus de Israel. não lhe respondeu palavra. os furtos. porque vem g ri­ tando atrás de n ó s . subindo a um monte.» 25 Ela. porém. que tra­ zia consigo coxos. to­ mando os sete pães e os peixes. Aproxim ando-se seus dis­ cípulos. mudos. andar os coxos. Filh o de D avid. tem piedade de mim 1 M inha filha está mise­ ravelm ente atorm entada do d em ô n io . d is s e : «T e u h o piedade deste povo. 29 T en d o Jesus saído dali. deu graças. rios. e ele os curou. valei-m e. porque há jã três dias que não se afastam de m im . ficou sã a sua filha. ver os c e g o s . cegos. 24. 36 E. Não quero despedi-los em jejum . Jesns veio para salvação de todos. 30 E con­ correu a ele uma grande m ultidão de povo. os falsos testemunhos.» 24 Ele respondeu: «E u não fui enviado senão às ovelhas desgarradas da casa de Is ra e l. e. 32 Jesus. O comer. e os discipulos os deram ao 22. prostrou-se diante dele. retirou-se Jesus para a região de T ir o e de Sidónia. as palavras injuriosas. o Evangelho sòmente aos jndens. . Jesus Tolla u G alileia.A Canaoeia. dirigiu-se para o mar da G alileia. mas também os cacborrinhos comem das m igalhas que caem da mesa dos seus d on os. estropiados e mui­ tos outros.» 21 Partindo dali. porém . porém. deu-os aos seus discípulos. porém.» 33 Os discípulos disseram -lhe: «O n d e poderem os encontrar neste deserto pães bastantes para m atar a fom e a tão grande m u ltid ã o ? » 34 Jesus disse-ih es: « Q u a n t o s pães tendes v ó s ? » Eles responde­ ram : «S e te e uns poucos de p eixin h os. com as mãos por lavar não mancha o hom em .» E. g rito u : «S en h or. vendo falar os mudos.»' 27 Ela rep licou : «A s s im é. Nesta passagem de Evangelho vê-se quanto é eficaz a ora­ ção perseverante. 20 Estas coisas são as que maucbam o bom em . sentou-se aí. e não têm que comer. A evangelização dos pagãos seria feita mais tarde pelos Apóstolos. Pregava. partiu-os. Senhor. desde aquela hora. dizen do: «S en h or. 31 de sorte que as turbas se adm iravam . grande é a tua fé ! Seja-te feito com o queres. para que não desfaleçam no ca m in h o .» 26 E le respon deu : «N ã o é bom tom ar o pão dos filhos e lançá-lo aos cã e s . Segonda multipli­ cação dos pães.» 28 E otão Jesus disse-lhe: « O ’ mu­ lher. 22 E eis que uma Cananeia. as fornicações.» 23 Ele. e cura muilos enferm os. ch a m a n d o os seus d is c íp u lo s . veio. pediram -lhe: «Despede-a-.

deixando-os. pelo m otivo de não ter­ des pão? 9 Ainda não com preendeis! N ão vos lem ­ brais dos cinco pães para os cinco mil homens. e quanlos cestos recolhestes? 11 Porqu e não com preendeis que não fo i a respeito do pão que eu vos disse: Guardai-vos do ferm ento dos fariseus e dos saduceus? 12 Então compreenderam que não h avia dito que se guardassem do ferm ento dos pães. disse: «H o m en s de pouca fé. quando va i chegando a noite. porém.» 15 Jesus disse-lhes: « E vós quem dizeis que eu s o u ? » 16 Respondendo Simão Pedro.povo. 38 Os que tinham com ido eram quatro m il homens. tinham-se esquecido de leva r pão. outros que é Jeremias ou algum dos profe­ ta s . porque estais considerando convosco. Bar. disse: « T u és o Cristo.» 7 Mas eles discorriam entre si. 3 E de m anhã:. respondeu-lhes: ■tVós. Ferm ento dos fariseus e dos saduceus. mas não lhe será dado outro prodígio.Jona quer dizer filh o de João. pelo homem. distingu ir o aspecto do céu e não podeis conhecer os sinais dos tem pos? Esta geração perversa e adúltera pede um p rodígio. despedindo o povo. senão o prodígio do profeta J on as. » 17 Respondéndo Jesus. outros que é Elias. P o r sua v e z Jesus v a i fazer relativa- Um sinal do cèu. 0 F ilh o de Deus v iv o . Jesus interrogou os seus discípulos.» 8 Conhe­ cendo Jesue isto. — Jesus começa p or fe licita r Pedro pela sua afirmação tão exacta. e saciaram-se.» E. e fo i para o território ■de Magadan. afirmação que lhe fo i revelada são pela cam e e pelo saague. 16» 17-19. sem contar mulheres e crianças. 2 Ele. e. para o tentarem. porque o céu está verm elho. dizen do: « E ’ que não trouxem os p ã o . e quan­ tos cestos recolhestes? 10 Nem dos sete pães para q u atro m il homens. dizendo: «Q u e dizem os homens que é o F ilh o do h o m em ? » 14 Eles responderam : « Uns dizem que é João Baptista. entrou Jesus numa barca. 37 Comeram Iodos. . mas directamente por Deus. mas da doutrina dos fariseus e dos saduceus. pediram-lhe que lhes mostrasse algum prodígio do céu. 39 Em seguida. isto é. porque o céu mostra um averm elhado som brio. E dos bocados ■que sobejaram levantaram sete cestos cheios.H oje haverá tempestade.» 13 Tendo chegado à região de Cesareia de F ilip e. pois. tendo passado à outra m argem ■do lago. 4 Sabeis. d izeis: H averá tem po sereno. 5 Os seus discípulos. Confissão e primado dc Pedro. retirou-se. 16 — 1 Foram ter com ele os fariseus e os saduceus. 6 Jesus disse-lhes: «A te n ç ã o ! Guardai-vos do ferm ento dos fariseus e dos saduceus.

Satanás! T u serves-me de escân­ dalo. há alguns qu e m ente a P e d r o . uma a firm a ça o m a ito g lo rio s a para e l e : T u és P e d r o 0 so h re esta p e d r a . N o aram áíco. e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.» 23 Ele. . q u e­ ria le v a r Jesu s a d e s o b e d e c e r a D eu s. O qu e q u is e r s a lv a r a sua v id a tem p o ra l. R e t i r a . o p o d e r e a a u to rid a d e suprem a. . O r d e n o u . is to é. negue-se a ei mesmo. padecer muitas coisas dos anciãos. mas dos b o m en s. e tudo o que desatares sobre a terra. achá-la-á. dizendo: < Deus tal não perm ita. 25 Porque o que quiser salvar a sua vida perdê-la-á. . dos príncipes dos sacerdotes e dos escribas.» 20 Depois ordenou a seus discípulos que não dis­ sessem a ninguém que ele era o Messias. 23. P e d r o . e o que perder a sua vid a por am or de mim. abandon ando a d o u trin a d e Jesus. ^ E as p o rta s d o i n f e r n o . e sobre esta pedra edifícarei a m iuba Igreja . N e c e s s i­ dade da abn e­ gação. e ressuscitar ao terceiro dia. Simão Bar-Jona.Jesns p r e d iz a sna m o rte e re s s o r r e ição. . 28 Em verdade vos d igo qu e entre aqueles que estão aqu i presentes. lín g u a usada p o r Jesus» não há d ife re n ç a e n tre o n om e p r ó p r io P e d r o e o n om e com um p e d ra . porque não tens a sabedoria das coisas de Deus.. — E u te d a r e i as chaves. . 18 E eu digo-te que tu és Pedro. não te suce­ derá is to . que aproveitará a um hom em ganhar todo o mundo. para e v it a r o en tu siasm o d em a sia da m en te h u m a n » das m u ltid õ es. disse-lhe: «R e tira -te de mim. tome a eua cruz e siga-m e. será desatado tam­ bém nos céu s. 19 Eu te darei as chaves do reino dos céus: tudo o que ligares sobre a terra. e d iz -lh e q u e e le é Satanás» isto é» um ten ta dor.. . 26. um mau c o n s e lh e iro . começou a increpá-lo. ser m orto. . e então dará a cada um segundo as suas obras. 26 Poie. disse-lbe: «B em -aveatu rado és.dos h om ens. vollando-ae para Pedro. será liga d o também nos céus. 22 Tom ando-o Pedro aparte. mas meu P a i que está nos céus. se vier a perder a sua alm a? Ou que dará um homem em troca da sua a lm a ? 27 Porqu e o F ilb o do bom em há-de v ir na glória de seu P a i com os seus anjos. 20. o p o d e r d o d em ôn io nâo^ co n segu irá alcançar v it ó r ia contra ela . Senhor. qu e o tin h a m andado m o rr e r p e la salvação. . 25. p e rd e rá a v id a etern a . Jesus r e p e le essa tentação.t e . por­ que não fo i ã carne e o sangue que te revelaram . H á a qu i uma alusão ao esta b ele cim en to da Ig r e ja e à ru in a de Jerusalém .» 24 Então Jesus disse aos seus discipulos: « S e al­ guém quer v ir após de m im . 21 Desde então começou Jesus a m anifestar a seus discipulos que d evia ir a Jerusalém. le v a d o p o r sen tim en tos hum anos.

então. 4. tem piedade de qieu filho. e tiveram grande medo. não tem ais. 12 D igo-vos.» 17 — t Seis dias depois. os discípulos caíram de bruços. levan­ tando 08 olhos. excepto só Jesus. O s esc rib a s a p r o v e i­ taram -se d este in su cesso para ca lu n ia r Jesu s d ia n te d o p o vo . tomando a palavra. seu irm ão. . 14 Tendo ido para ju n to do povo. porque é lunático e sofre m uito. O S a l­ v a d o r re p re e n d e s e v e ra m e n te nns e ou tros.» 10 Os discípulos perguntaram -lhe: «P o rq u e dizem. que Elias já veio. Jesus.» 8 Eles. e muitas na água. 4 P e­ dro. falando com ele. e as suas vestiduras toruaram-se luminosas de brancas que estavam.» 5 Estando eie ainda a falar. se queres. 17. e não o puderam cu ra r.não morrerão. e levou-os aparte a um alto monte. 15 di­ zendo: «S en h o r. farei aqui três tabernáculos. antes que ven h a o d ia g ra n d e e trem en do d o S e n h o r » (M a l. aproxim ou-se dele um homem que se lançou de joelh os diante dele. pois. disse a Jesus: «S en h o r. até quando hei-de estar cou- T ransfig o r a ç ã o . Jesus ord en a aos seus d is c í­ p u lo s q u e nada r e v e le m do q u e v i ­ ram . o u v i-o .» 17 Jesus respondeu: « O ’ gera­ ção incrédula e perversa. pois m uitas vezes cai no fo g o . » 13 Então 08 discipulos compreenderam que lhes tinha falado de João Baptista. e não o reconhe­ ceram. Assim tam­ bém o Filh o do homem há-de padecer às suas mãos. eis que uma nuvem res­ plandecente 08 en volveu . O lo n á tico . T ia g o e João. 08 escribas que Elias deve vir p rim e iro ? » 11 Ele respondeu-lhes: « Elias certamente há-de v ir (antes ãa m inha segunda vin d a ). 3 Eis que lhes apareceram Moisés e Elias. e restabelecerá todas as coisas. tocou-os e disse-Ih es: «L evan tai-vos. tom ou Jesus consigo Pedro. antes fizeram dele o que quiseram. 0 seu rosto flcou refulgente com o o sol. 16 Apresentei-o a teus discípulos. 17) 10> Os esc rib a s d izia m que E lia s d e v ia v i r a n tes do M essia s a p re p a ra r-lh e o cam in h o. p o r fa lta d e fé . V e r cap. e saiu da nuvem uma voz que d izia : «E s te é o meu F ilh o dilecto em quem pus toda a minha com placência.» 6 Ouvindo isto. E lia s qu e h á-d e v ir . 12. aproximou-se deles. 7 Porém .. um para ti. não tinham p o d id o re a liz a r o m ila g re . 11. não viram ninguém . . . antes qae vejam vir o F ilh o do homem com o eeu r e in o . e um para E lia s .5). 9 Quando desciam do m onte. Jesus fez-lhes a se­ gu inte proibição: «N ã o digais a ninguém o que vistes. porém. fu n da n do-se nas seg u in tes p a la vra s de K a ia q u ia s : « E i s qu e eu v o s m a n d a rei o p ro fe ta E lia s . bom é nós estarmos a q u i.14. O s d isc ip u lo s de Jesus. 2 e tranefigurou-se diante deles. até que o F ilh o do homem ressuscite dos m ortos. um para Moisés. O * g fr a ç õ o in c r é d u la .

para que os não escandalizemos. 26-27. e disseram -lhe: «V o s s o Mestre não paga o d id ra e m a ? » 25 E le respondeu-lhes: « S i m . D e v e p r o c e d e r de M c. > 22 Enquanto andavam pela G alileia. Paga do tribu to. chamando um menino. 19 Então os discipulos aproxim aram -se de Jesus. e o pri­ meiro peixe que subir. 18 — 1 N aquela mesma ocasião aproxim aram -se de Jesus os discipulos. S im ão? D e quem recebem os reis da terra o tributo ou o censo? D e seus filhos.» E eles entristeeeram-se em extrem o.Nova profe cia da paixão. chegaram-se a Pedro os que recebiam o didraema (p a ra o tem plo). S en d o assiniv Jesus. 3 e disse: «N a verdade vos d igo que. ficou curado. e ele passará. o qual. V er­ d a d e ira g ra n d e za . pois. 6 Porém . 21 Esta casta (de demônios) não se lança fora. m elhor lhe fora que se lhe pendurasse 21. o que escandalizar um destes pequeninos. Jesus disse-Ih e s : < 0 Filh o do homem será entregue às mãos dos homens. se liverdes fé com o um grão de mostarda. d izen d o : «Q u e m é o m aior no reino dos céus? 2 Jesus.» 18 Jesus am eaçou o demóuio. 4 A qu ele. com o lilh o de D eu s. e dá-lho por mim e por ti. N o O rie n te os filh o s e os p a re n tes dos re is esta va m isen tos de q u a lq u er tribu to. 23 eles lhe darão a morte. desde aquele mom ento. é a mim que recebe. em particular. v a i ao mar e lança o anzol. abriudo-lhe a boca. e ressuscitará ao terceiro d ia . que ee fizer pequeno. Tom a-o. se voe não converterdes e vos não tornardes com o m eni­ nos. vosco? A té quando vos hei-de suportar? Trazei-m o c á . 24 Quando entraram em Cafarnaum. E s te v e r s íc u lo en co n tra -se o m itid o em m u itos có d ices e v e r s õ e s . L o g o gstão isentos os f i l h o s . toma-o. esta va is e n to d o tribu to qu e D eu s e x ig ia p ara o seu cu lto. eomo este menino. 27 T od a via . ou dos estran h os?» 26 E le respondeu: «D o s estran h os. e este saiu do jo vem . e. . que crêem em mim. esse será o m aior no reino dos céus. 9. dizen d o: «Q u e te parece. não entrareis' no reino dos céds. e d isseram -lhe: < Porqu e não pudemos nós lançá-lo fora? 20 Jesps disse-lhes: P o r causa da vossa fa lta de fé. acharás dentro um stater. » Quando Pedro entrou em casa. senão mediante a oração e o jejum . direis a este m on te: Passa daqui para acolá. pô-lo no m eio deles. 5 E o que receber em meu nome um m enino com o este. e nada vos será im possível.» Disse-lhe Jesus: « L o g o estão isentos os filhos. Jesus o preveniu. Porque na verdade vos d igo que.*29.

A o v e lh a d esea rrada. 16 Se. que pereça um só destes pequeninos. è m oralm ente im p o s s ív e l qu e se não d ée m escân da los. e vai em busca daquela que se desgarrou? 18 E. a flm d e p r o c e d e r com m ais a u to rid a d e. fa z uma n ova ten ta ­ tiv a . q u e é para o s o u tros ocasião de qu eda m o r a l! 10> O s seus a n fos . dize-o à Igreja . tom a ainda contigo uma ou duas pessoas. ser lançado no fo g o da geena. 16 Se teu irm ão pecar contra ti. se a tua mão ou o teu pé te escandaliza. do que pelas noventa e nove que não se desgar­ raram. Estas p a la vra s são uma p r o v a d e e x is tê n c ia dos a n jo s. arranca-o e lança-o fora de t i. 12 Que voa parece? Se alguém tiver cem ovelhas. 11 Porque o filho do hom em veio salvar o que tinha perecido. porventura não deixa as outras noventa e nove no m onte. mas a i d a q u e le qu e escan daliza. pois vos declaro que os seus anjos nos céus vêem incessan­ tem ente a face de meu Pai. ganhaste o teu irm ão. N esta passagem v é -s e a o rd em a s e g u ir na correcção fr a ­ tern a. Se te ou vir. e p o u p a s-lh e os ca stigo s d i v i ­ n os. se acontecer encon­ trá-la. corrige-o entre ti e ele só. SC 0 teu olho te escandaliza. m u ito em p a rticu la r. m elhor te é entrar na vid a com um só olho. 17 Se oe não ouvir. vai. te o fe n d e r. . e uma delas se desgarrar. isto è . do que. para que pela palavra de duas ou três testemunhas se dec da toda a questão.ao pescoço a mó de um m oinho. aos s u p e r io r e s ecle siá stico s . tendo duas mãos e dois pés. mas acom panhado de duas ou trê s pessoas da com u n idade cristã . 18 . que está nos céus. 7. 7 A i do mundo por causa dos escândalos! Eles são in evitáveis. não é a vontade de vosso P a i que está nos céus. S en d o tão g ra n d e a corru p ção do m undo. 14 Assim . m elhor te é entrar na vid a com um çé ou mão a menos. 18 Em verdade vos d ig o : T u d o o que ligardes Escãndalo. não desprezeis um só destes pequeninos. tendo dois.. Se nâo ou vir a Igreja. 18. 9 E. c o r r ig e -o en tre t i e ele só. C o rrccçâ o fratern a . con­ sidera-o como um gen tio e um publicano. te não ouvir. 10 Vede. S e te n ã o o u v ir . g a v h a n d o -o para D eu s. mas ai daqnele hom em por quem vem o escândalo! 8 F or isso. D este m odo to m a s -lh e m ais fá c il a con fissã o e a reparação da sua falta. gu e D eus colocou ao n osso lado pa ra nos gu ard arem . 15*17. porém. S e teu irtn ã o j seg u n d o a fé cristã. do que. S e ainda te não o u v ir. E le s são in e v itá v e is . ser lançado no fogo eterno. digo-vos em verdade que se alegra mais por esta. e que o lançassem ao fundo do mar. D eu s ra tific a r á s e m p re no cèu as sen ten ças dos c h e fe s da Ig re ja . corta-o e lança-o fora de t i . d ia e -o à Ig r e f a .

mandou o seu senhor que fosse vendido ele. eu te paga­ rei tudo. seus filhos e tudo o qué tinha. sua mulher. e tudo o que desatardes Bobre a terra. que eu lhe perdoe? A té sete v e z e s ? » 22 Jesus respondeu-lhe: «N ã o te d igo que até sete vezes. S. entregou-o aos algozes. até que pagasse toda a dívida. mas até setenta vezes sele. 31 Os outros servos seus companheiros. isto é. aproxim ando-se dele Pedro. que lhe devia cem dinheiros. 20 P o r­ que onde se acham dois ou três congregados em meu nome. 29 0 com panheiro. até pagar a dívida. e foram referir ao seu se­ nhor tudo 0 que tinha acontecido.» 22. eu perdoei-te a d ivida toda. 28 Mas este servo. A té setenta veses sete. Devem os estar sem­ . 27 E 0 senhor. 25 Como não tivesse com que pagar. e.38 Van­ tagens da união. vendo isto. pre prontos a perdoar as iajúrías que nos fazem. será desatado no céu. encontrou um dos seus com panheiros. eu te pagarei. x Mateus . 24 Tendo começado a fazer as contas. lhe suplicou. será liga d o no céu . e disse-lhe: Servo mau. Perd ã o das injúrias. disse: « S e ­ nhor. se dois de vós se unirem entre si sobre a terra a pedir qualquer coisa. se cada um não perdoar do intim o do seu coração a seu irm ã o . 23 P o r isso o reino dos céus é com parado a um rei que quis fazer as contas com os seus servos. sem pre. e se saldasse a dívida.» 21 Então.3 5 Bobre a terra. 32 Então o senhor chamou-o. tendo saído. 30 Porém ele recusou e fo i mandá-lo meter na prisão. lançando-se-lbe aos pés. esta Ibes será concedida por meu Pai. e perdoou-lhe a divida. 19 A in d a vos d igo que. 33 Não devias tu logo compadecer-te também do teu com panheiro. 26 Porém o servo. lançando-lhe a mão. 35 Assim também vos fará meu Pai celestial. P a ráb ola dos servos devedo­ res. Tem paciência com igo. o sufocava d izen d o: Paga o que me deves. porque me suplicaste. que está nos céus. foi-lhe apresentado um que lhe devia dez m il talentos. com padecido daquele servo. aos pés. irado. como eu me com padeci de ti? 34 E o seu senhor. até quantas vezes poderá pecar meu irm ão con­ tra mim. 18. 1 9 . deixou-o ir livre. ançando-se-lhe. ficaram m uito contristados. aí estou eu no nome d eles. lhe suplicou: Tem paciência com igo.

M a trim ô ­ n io e v i r ­ gin da de. mas tam bém 4le todos os q u e s e pa recem com os m en in os p e la in ocên cia d o s cos­ tu m e s e p e la hum ildade. Quem pode compreender isto . e ju n ta r-s e -á eom sua m ulher. e sepa­ rar-se (de/a) ? » 8 Respondeu-lhes : « Porque Moisés. is to é . e disseram -lhe: « E ’ licito a um homem repudiar sua mulher por qualquer m o tiv o ? » 4 Ele respondeu-lhes: « N ã o lestes que no principio. e d is s e : 5 P o r isso d eixa rá o homem p a i e mãe. mas no principio não foi assim.» 13 Enlão lhe foram apresentados vários meninos para que lhes impusesse as mãos e orasse por eles. d isse-lh es: «D e ix a i os meninos. e casar com outra. V e r a nota do cap. o Criador fez o homem e a mulher. comete a d u lté rio . 12. 14 Jesus. 11 Ele respondeu-lhes: «N e m todos compreendem esta palavra. partiu d a G alileia e foi para o território da Judeia. mas uma BÓ carne. 14. não convém casar. dar (o homem. com preenda. Mas os discípulos increpavam-nos. perm itiu-vos repu­ d ia r vossas m ulheres. 19i Q. 2 U m a grande m ultidão o seguia. não aò d o s q u e são m enin os p e la id a d e. . há eunucos a quem os homens fizeram ta is . replicaram eles. pois. pois.» 10 Dieseram-lhe os discípu los: Se tal é a condição d o homem a respeito de sua mulher. Esta lin gu a gem íig n ra d a •de J esa s s ig n ific a q n e há.24). porém. 6 P o r isso não m ais são dois. abraçando a -continência com o um estado m ais p e r fe ito . com ele adu ltério. 3 Foram ter com ele oe fariseus para o tentar. p essoas a qu em o d e s e jo d e s e r v i r a D en s •com mais lib e r d a d e levo u a re n u n cia r o m a trim ôn io . e o que ee casar com uma repudiada. 2. por causa da dureza do vosso coração. D e l is . além do Jordão. 12 Porque há eunucos que nasceram assim do ventre d e sua m ãe. 5^32. Moisés. e não os impeçais de Jesas d e ix a a G a lile ia . a nâo ser por causa de fornicação. digo-vos que todo aquele que repudiar sua mulher. Portanto não separe o bomem o que Deus ju n to u .» 7 «P o r q u e mandou. e há euuucos que a si mesmos se fizeram eunucos por amor do reino dos céus.Da Galileia a Jerusalém 19 — 1 T en d o Jesus acabado estes discursos. Ü Eu. mas sòmente aqueles a quem fo i concedido. N e m to d o s com fynendem esta p a la v ra . a sua m u lh er) libelo de repúdio. n . Bênção criança. q n e o celib a to < m certos casos. A s i m esm os se J ia e ra m eunucos. e curou os seus doentes. e os dois serão um a só ca m e (Gén. é p r e fe r ív e l e m a is d ig n o q n e o m a trim ôn io .

guarda oe mandamen­ to s . D i f ic i l m e n t e . porque tinha m uitos bens.12-16. disse-lhe: «M es­ tre. por causa d o meu nome.» 16 E. . . tod os oa q u e q u erem a t in g ir uma p e r fe iç ã o s u p e r io r à perfeiçãov u lg a r e o b rig a tó ria . nã o d irá s falso testemunho. q u e con siste na o b servâ n cia dos m an dam en tos. disse-lhes: « A o s homens ísto é im­ possível. mas a Deus tudo é p o ssível. não p o rq u e as riq u eza s seja m um m al em s i. gu ard an do os seu s m andam entos. S e queres s e r p e r fe ito . porque deles é o reiuo dos céu s.» 27 Então Pedro. receberá o cêntuplo. 23 Jesus disse a seus discí­ pu los: «E m verdade vos digo que um rico dificilm ente entrará no reino dos céus. não cometerás adultério. e am a o teu p ró x im o como a t i mesmo (E x. Porém . porém. depois vem e segu e-m e.O jo v e m rico. ou o pai ou a mãe.» 20 Disse-lhe o jo v e m : «T e n h o observado tudo isso desde a minha infância. 29 E to d o o que deixar a casá. vende o que tens.» 22 0 jo ­ vem . ou os irm ãos ou irmãs. olhando para eles. tendo ouvido esta palavra. tomando a palavra. ten­ do-lhes im posto as mãos. 24. retirou-se triste. 19. 19 H on ra teu p a i e tu a mãe. que me seguistes. disse-lh e: «E is que abandonámos tudo e te seguim os. E ’ um conselho q u e Jesu s dá a. Dt. não roubards. tamhém estareis sentados sobre d oze tronos. 21. di­ zen do: « Quem poderá pois salvar-se? 26 Porém .16-20). no dia da regeneração. Jesuà o b s e r ra a o jo v e m q u e a sua pergu n ta era in ú til» p o is sen do B e u s a bondade p o r e x celên cia uma coisa única é boa e n t r e t o d a s : fa z e r a sua vo n ta d e. vai. q u e os h eb reu s em p re g a v a m para s ig n ific a r uma coisa n a tu ra lm e n te im p o s s ív e l. ou os campos. 5.» 18 «Q u a is ? ». que hei-de eu fazer de bom para alcançar a vida etern a ? » 17 Jesus respondeu-lhe: «P o r q u e me interro­ gas acerca do que é bom ? Um só é bom. perguntou ele. . se queres entrar na vid a (eternaj. e terás um tesouro no céu .» 25 Os discípulos. e jn lga reis as doze tribos de Israel. v ir a mim. . que entrar um rico no reino dos céu s. que haverá en­ tão para n ó s ? » 28 Jesus disse-lhes: «E m verdade vos d igo que. E ’ um m odo p r o v e r b ia l de d iz e r . 16 A p roxim an d o-sed eleu m jo vem . ou os filhos. partiu dali.18. quando o Filho d o bom em estiver sentado no trono da sua glória . ouvidas estas palavras. Jesus. Deus. m as p o rq u e fa zem c o r r e r aos qu e as possu em o p e r ig o d e p re n ­ d e r d em a sia da m en te a e la s o seu coração. 20. Que me falta a in d a ? » 21 Jesus disse-lhe: «S e queres ser per­ feito. e dá-o aos pobres. 24 D igo-vos m a is : E ’ m ais fácil passar um cam elo pelo fundo de uma agulha. . L ev. 23. E 'm a i s f á c i l . R ecom ­ pen sa dos qoe segu em a Jesus. Jesus disse: <N ão m atarás. ficaram m uito admirados. e possuirá a vida 17. vós.

eterna. vinha. tem o d ir e it o d e d a r as soas graças a qu em q u iser» e com o i|tiiser. São m u itos oa cham ados p o r Deus com graças o rd in á ria s. eu não te faço injustiça. . . e os igualaste connosco. S ã o m u ito s os c h a m a d o s . murmuravam contra o pai de fam ília. 2 Ten do justado com os operáda rios um diuheiro p o r dia. os qu ais» nSo co rresp o n d en d o p o r sua culpa a essas graças» fic a m o s ú ltim o s . o s q u a is .. 2 0 » 15. Jesus q u e ria d iz e r : P o rv e n tu ra ten s in v e ja d e qu e eu se ja g e n e ro s o ? 16. e vai-te. porém. Ele disse-lhes: Ide vós também para a minha vinha. 12 d i­ zendo: Estes últim os trabalharam sòmente uma bora. Eu quero dar também a este últim o tauto com o a ti. 10 Chegando também oe prim ei­ ros. viu outros. Saiu outra vez cerca da hora sexta e da nona. 4 e disse-lhes: Ide vós tam­ bém. re p res en ta d o no p a i de íum ilia. . disse: A m igo. ele. 30 Muitos prim eiros serão os últim os. que suportamos o peso do dia I! do calor. recebeu cada um seu dinheiro. começando pelos últim os até aos primeiros. N'a S agrada £ s c rítu ra o lh o tn a u é im agem d e in v e ja . D eus. I I Mas. enquanto q u e são poucos o s e sc o lh id o s para graças e x tra o r d in á r ia s .1 Tendo saído cerca da terceira hora. ju lgaram que haviam de receber m aie. 13 Porém . 20 — 1 0 reino dos céus é sem elhante a um pai de Parábola iarailia que. 9 Ten do chegado os que tinham id o à hora undécima.7 ^ . se tornam os p rim e iro s . e a contrário. Tr Eles foram . para a minha vinha. ao receberem. O u tina nte ê l i c i t o . e os prim eiros 30. —P o r v « n / »r a o te n o lh o á m a u . . respondendo a um deles. tam­ bém eles receberam um dinheiro cada um. saiu.operários ruéios para sua vinha. . c o rresp o n d en d o plen am en te. e fez o mesmo. mandou-os para a sua v nha. saiu a contratar ope. K o d ia d e ju íz o h a v e rá tr is t e s su rpresas» m ui. 15 Ou não me é lícito fazer dos meus bens o que quero? Porventura vês *com maus olhos que eu sou bom ? 16 Assim os últim os são os prim eiros. N ão ajustaste lu com igo um din h eiro? 14 T om a o que é teu. que estavam na praça ociosos. e çncpntrou outros que estavam sem fazer nada. . 8 N o fim da tarde o senhor da vinha disse ao seu m ordom o: Chama os operários e paga-lhes o salário.. e disse-Ihás: Porque estais aqui todo o dia sem trabalhar? 7 Eles responderam : Porqu e ninguém nos assalariou. 6 Cerca da undécima. e dar-vos-ei o que fo r justo. e muitos últimos serão os prim eiros. q u e parecem os p r im e ir o s » na outra v id a aeráo os ú ltim o s. P a ra alcançar o cèu é p re c is o p e r s e v e r a r na prática d o bem iitò ao fim da v id a . ao rom per da manhã. P o r isso ao c o n v e r tid o da ú ltim a h ora p o d e d a r-lh e tantas graças q u e fiq u e com m è r itò ig u a l ao d a q u ele q u e ae consagrou ao Ncu s e r v iç o desde a m anhã da v id a .

26 Não será assim entre vós. para quem está reservado por meu P a i. porque são m uitos os chamados. D e v e m o s p e d ir s e m p re sem d esân im o . D avid. 19 e o entregarão aos gentios para ser escarnecido. O s d o is c e g o s de J ericó. mas para servir e dar a sua vida para redenção de m uitos. N ã o p erten ce a m itn .. seguiú-o muita geute. F ilh o de D avid. com o tal. é ig u a l ao P a i e tem os m esm os p o d eres. que estavam sentados ju n to à estrada. Jesus fa la a q u i com o bom em . Is to é. e o F ilh o do homem será entregue aos príocipes dos sacerdotes e aos escribas. indignaram -se con­ tra os dois irm ãos. F ilh o d3. quanto a estardes sentados à minha direita ou à esquerda. ouvindo isto. mas. Podeis vós beber o cálice que eu hei-de b e b e r? » Eles responde­ ram -lh e: «P o d em o s. ouviram dizer que Jesus passava. Eles. 29*34. será para aqueles. lem piedade de n ó s ! » 32 Jesus parou.. 28 Assim com o o Filh o do homem não veio para ser servido. um à tua direita e outro à tua esquerda. serão os últim os. não pertence a mim con ced er-vo-lo. 21 Ele disse-lhe: «Q u e q u e re s ? » Ela res( pondeu : «O rd en a que estes meus dois filhos se sentem no teu reino. tomou de parte os doze discípulos. e. açoutado e crucificado. P e d id o d o s filh o s de Z eb ed eu . e o condenarão à m orte. mas todo o que quiser ser entre vós o m aior. Ésta p a ssa g em d o E v a n g e lh o m ostra-n os quanto é a gra ­ d á v e l a D eu s a oração p ers e v e ra n te . seja vosso servo.» 20 Então aproxim ou-se dele a mãe dos filhos de Zebedeu com seus filhos. para lhe fazer um pedido.» 23 D isse-lhes: «Efectivam ente habeis de beber o meu cálice. C om o D eu s.» 29 Saindo ele de J e r i c ó .» 17 Subindo Jesus a Jerusalém. e disse-lhes pelo ca m io h o : 18 «Ç is que subimos para Jerusalém. tem piedade de nós ! 31 O povo repreendia-os para que se calassem. P o d e is v ó s b eber o c á lic e . nâo tem o p o d e r de d is t r ib u ir os lu ga re s no re in o d e D eus. e poucos 08 escolh id os. 30 Eis que dois cegos. ten des co ra ge m para s o fr e r e m o rr e r p o r m im com o eu vo u s o fr e r e m o r r e r p elo s b o m en s? 23. p o rém . e puseram-se a gritar : « Senhor. seja vosso escravo.» 22 Jesus d is s e : «N ã o sabeis o que pedis. 27 e o que quiser ser eutre vós o prim eiro. cha­ mou-os u disse: «Q u e quereis que eu vos fa ç a ? » 33 «S e 22. 25 Mas Jesus chamou-os e disse-Ihes: «V ó s sabeis que os príucipes das nações as subju­ gam e que os grandes as governam com autoridade.P r o fe c ia da P a ix ã o .» 24 Os outros dez. prostrando-se. cada vez gritavam m ais: «S en h o r. porém. e ao ter­ ceiro d ia ressuscitará.

7. tocou-lbes os olhos. D izia-se: «Q u em é e s te ? » 11 E a m ultidão respon dia: «E ste é Jesus. enviou Jesus dois dos discípulos. o profeta de N azaré e da G a lile ia . expulsou todos os que lá vendiam e com pravam . em grande número. 66. e trazei-ma. Jesus ex p u lsa d o tem p lo os v e n d i­ lh ões. di­ zei que o Senhor precisa deles. filho da que leva o ju g o . 2 dizendo-lhes : «Id e à aldeia que ^stá defronte de vós. 7 Trouxeram a jum enta e o ju m entinbo. E n tra d a tr iu n fa l e pregação de Jesus em Jerusalém 2 1 — 1 Aproxim ando-se de Jerusalém. 8. responderam eles. e. e d izen d o : Hosana ao F ilh o de David ! indignaram -se. e as que iam atrás. e juncavam com eles a estrada. 3 Se alguém vos disser algum a coisa. 8 O povo. 9. 6 In do os discípulos. chegando a B etfagé.nhor. Desprendei-a. e os meninos gritando no templo. outros cortavam ramos de árvores.» 12 Jesus entrou no templo de Deus.» 14 Aproxim aram -se dele no templo cegos e coxos.9): 5 Disei à filha de S iã o : Eis que o teu re i vem a t i manso. fizeram como Jesus ibes ordenara. ju n to do m onte das O liveiras. 16 e disseram-lhe : «O u ves 0 que estes d izem ?» E Jeeus respondeu: «S im . D a boca das crianças e m eninos de peito fieestes s a ir u m perfeito lou vor P (S. e lo g o os deixará tra­ z e r . m as vós fieeste dela c o v il de ladrões (Jer. e 08 curott. estendia no caminho os seus m antos. ► 17 Tendo-os E ntrada em J eru ­ salém . 1^ e disse-lhes : «E s tá escrito : A m inha casa será cãomada casa de oração (le. 9 E as m ultidões que o precediam. puseram sobre eles os seus vestidos. com padecido. 15 Quando os príncipes doa sacerdotes e os escribas viram as m aravilhas operadas por ele. e lo g o encontrareis presa uma ju m en ta e o seu jum entinho com ela. . querem os que se abram os nos­ sos o lh o s !» 34 Jesus. gritavam . e sobre um jum en tin h o.7). € no mesmo instante recuperaram a vista e o segiajram. m on­ tado sobre u m a ju m en ta . e fize­ ram-no m ontar em cima.3). alvo­ roçou-se toda a cidade. Nunca lestes. e derrubou as mesas dos banqueiros e as cadeiras dos que vendiam pombas.» 4 Tu do isto aconteceu para que ee cumprisse o que tiuha sido anunciado pelo profeta (Zac.11). dizendo : «H o s a n a ao F ilh o de D avid 1 Ben­ dito o que vem em nome do Senbor ! H osana no mais alto dos céus ! » 10 Quando entrou em Jerusalém.

» 28 « Q u e v o s p a r e c e ? Um homem tinha d o is filhos. falou-lhe do mesmo modo. se tiverdes fé e não duvidardee. A m ald ição d e Jesn s contra a á r v o r e fo i uma fig u r a do> ca stigo re s e rv a d o a os Judeus. 27 Portanto. a qu em D eu s con ­ cedeu os m a io res b e n e fíc io s .» Jeeus d iss e -lh e s : « N a verdade vos d igo que os publicanos e m eretrizes vor» levarão a dianteira para o reino de Deus. e lança-te no mar. vai trabalhar h oje na minha vinha. mas ainda se disserdes a este m onte: Sai daí. foi. para crerdes nele. e disseram -lhe: «C o m que autori­ dade fazes estas coisas? E quem te deu tal d ir e ito ? » 24 Jesus respoudeu-lhes: «T a m b é m eu vos farei uma pergunta: Se me responderdes. a figu eira secou. admiraram-se e disseram : < Como secou a figueira ime­ d iatam en te?» 21 Jeeus respondeu: « N a verdade vo& digo que. 25 Donde era o baptism o d e João? Do céu ou dos h o m en s? » Mas eles reflectiam con sigo: 26 Se Jhe dissermos que é do céu. 21» 19. 30 Dirigindo-se em seguida ao outro. e os publicanos e as m eretrizes creram nele. im edia­ tamente. 20 Vendo isto os discípulos.fig u e ir a seca. pois. aprp„xim ou-se dela. tememos o povo. para B e tâ n ia .» E le disse-lhes também : « P o is nem eu vos d igo com que direito faço estas coisas. respondeu: Eu vou. não só fareieo qne fo i feito a esta figueira. senhor. e disse-lhe: « Nunca mais nasça fruto de t i. Porqu e todos tinham João eomo um profeta. retirou-se para fora da cidade. 18 P ela manhã. tocado de arrependim ento. uma a p a rên cia d e r e lig iã o . obras. quando estava ensinando. . responderam a Jesus: « Não sabem os. nele? Se lhe dissermos que é dos homens. 31 Qual dos dois fez a vontade ao p a i? » Eles respónderam : « 0 p rim e iro . vendo isto. e não crestesn ele. ele. ele d irá : Porque nâo crestes. E.» 23 T en d o id o ao lem pio. nem assim fizestes penitência depois. m a » não foi. sò m en te d a va fo lh a s» isto é. e não encontrou nela senão folhas. 19 Vendo uma figueira ju n to do caminho. teve fome. Aproxim ando-se do prim eiro. assim se fará^ 22 E tudo o que pedirdes com fé na oração o recebereis. mas q n e. quando volta va para a cidade. E vós. C on ­ tro v é r s ia com os dou tores: O baptism o d e João. 32 Porque veio a vós João no caminho da justiça. um z e lo fa lso . deixado. A fig u e ir a re p re s e n ta a nação ju d a ica . 29 Ele respon deu : N ão quero. eu vos direi com q u e direito faço estas coisas. Pa rá b o la dos d o is filh o s . Mas depois.» E. os príncipes doe sacerdo­ tes e 08 anciãos do p ovo aproxim aram -ee dele. em v e z d e d a r fru to s d e boas. e lá passou a noite. disse-lhe: F ilh o.

vamos. que fará ele àqueles v in h a te iro s ? » 41 Responderam -lhe: «M a ta rá sem piedade esses m alvados. p o r m e io dos p ro fe ta s . que fo i rejeitado pelos sacerdotes judeus. que lhe paguem o fruto a eeu te m p o .» 45 Ten do os príncipes dos sacerdotes e os fariseus ou vid o as suas parábolas. »r/eudou-a a uns vinhateiros. 6. co n v id o u os pagãos. pois. — O s escolhidos são os Ju deu s. A u nião d e Jesus com a Ig r e ja é com parad a a umas núpcias. O re i c e le b ra as n úpcias de seu filh o . disseram entre s i : Este é o h e rd e iro . fica n d o o b rig a d os a tra z e r se m p re a v e s ie n u p c ia l da graça s a n tifica n te. 118. 44 0 que cair sobre esta pedra far-se-á em pedaços. que preparou o banquete de >odas para seu filho. 3 Mandou os seus servos cha­ mar OB convidados para as bodas. tomando a palavra. . 37 P o r últim o enviou-llies seu filho. 2-14. A pedra ê Jesus. feriram um. dizen do: Hão-de •Xerrfespeito a meu filho. 39 E. porque este o tinha com o um profeta. dizen d o: 2 < 0 reino doe céus é semelhante a um rei. mataram outro. vier o senhor da vinha. tornou-se pedra a n g u la r. E les. 42. puseram-no fora da vinha. pelo Senhor fo i feito isto. 46 Procuravam prendê-lo. e aquele sobre quem ela cair ficará esm agad o. p orém . agarrando os servos. que p la n to u um a vinha.22-23): A ped ra que fo ra rejeita d a pelos que edificavam . 2 2 . m atem o-lo. e é coisa m aravilhosa aos nossos olhos? 43 Por isso vos digo que vos será tirado o reiuo de Deus. 35 Mas os vinhateiros. os vinhateiros. lançando-Ihe as mãos. e ausentou-se daquela região. conheceram que falava deles. e cavou nela um la ga r. e fizeram-lhes o mesmo. que siLStenta o novo ed ificio da Igreja Católica. e terem os a sua herança. D eu s entflo. e a cercou com u m a sebe. Pa rá b o la dos maus v in h a t e i­ ros. vendo o filho.» 42 Jesus disse-lhes: «N u n c a lestes nas Escrituras (S. q u e aceita ra m . « será dado a um povo que produza os frutos dele. mas escolbido para pedra angular. recusaram . tornou-lhes a falar em parábolas. p o r m e io d o s p r im e ir o s p re g a d o re s do E v a n g e lh o . e não quiseram ir. 38 Porém . mas tiveram medo do povo. e edificou u m a torre (Is.33 Ouvi outra parábola: H a v ia um p a i de fa m ilia . en­ viou 08 seus servos aos vinhateiros. para receberem os frutos da sna vinha. A p ed ra a n gu lar. depois. con vidou cm p r im e ir o lu ga r 03 Ju deu s a p re p a ra re m -s e para e n tra r na Ig r e ja de Jesu s. 36 E nviou novam ente outros servos em m aior número do que oe prim eiros. e a outro ape­ drejaram . 40 Quando. sob pen a de a erem castigados. os c h a m a d os sSo 03 pagãos. 22 — 1 Jesus.1-2). e arrendará a sua vinha a outros vinhateiros. D eu s. 34 Estando próxim a a estação dos frutos. e mataram-no.

e dê descen­ dência a seu irm ã o (D t. retirando-se os fariseus. Moisés d issé. consultaram en­ tre si como o surpreenderiam no que falasse. irou-se. 14 P orqu e são muitos os chamados. e tudo p ron to.5-6). ultrajaram -nos e mataram-nos. emude­ ceu. 17 Diz-nos. os meus touros e anim ais cevados já estão m ortos.» Então dis­ se-lhes: «D a i. o teu parecer: E ’ lícito dar o tributo a César ou n ã o ? » 18 Jesus. conhecendo a sua m alícia. Se m o rre r algum homem sem ter filhos. 5 Mas eles desprezarapv> convite e foram-se. e que ensinas o cam inho de Deus segundo a verdade. retiraram-se. 8 Enlão disse aos servos: A s bodas com efeito estão preparadas. 25. seu irm ã o ease-se com sua m ulher. e a Deus o que é de D e u s . e a quantos encontrardes convidai-os para as núpcias. reuniram todos os que encontraram . 08 quais disseram . mandando os seus exércitos. 12 E disse-lhe: A m igo. e poucos os escolh id os. 23 Naquele dia foram ter com ele os saduceus. exterm inou aqueles homicidas. aí haverá pranto e ranger de dentes. disse: « P o r ­ que me tentais. mas os convidados ^ ã q eram dignos. tendo ou vido isto. maus e b on s. hipócritas? 19 «M ostrai-m e a m oeda d o t r ib u t o . e flcou cheia de con vi­ dados a sala das bodas. porém . e viu lá um homem que não estava vestido com veste nupcial. 4 Enviou de novo outros servos. i 20 E Jesus disse-lhes: « D e quem é esta im agem e ins­ c r iç ã o ? » 21 Responderam : « D e C ésa r. 25 Ora entre nós havia . 13 Eutão o rei disse aos seus servos: A tai-o de pés e mãos. pois. D izei aos convidados: Eis que preparei o meu banquete.O tribu to a César. porque não fazes acepção de pessoas. 6 Outros lançaram mão doe servos que ele enviara. pois. 10 Ten do saído os seus servos pelos caminhos. 24 d iz e n d o : « Mestre. não tendo a veste nupcial? Ele. e. a César o que é de César. deixando-o. 9 Ide. vin de às núpcias.» 22 Ten do ouvido isto. pois. nós sabemos que és ver­ dadeiro. 7 0 rei. e outro para o seu negócio. Os saduceus e a res­ su rreição. e interrogaram -no. 16 Envia­ ram-lhe seus discípulos juntam ente com os herodianos. 11 Entrou depois o rei para ver os que estavam à mesa. às encruzilhadas. admira­ ram-se e. com o entraste aqui.» 15 Então. sem atender a ninguém . dizen do. < Mestre. e lançai-o nas trevas exteriores. que negam a ressurreição. e pôs fo g o à sua cidáde.» E le s lhe a p re s e n ta ra m um dinheírq. um para a sua casa de campo.

1). Os fa ris eu s. mas serão como os anjos de Deus no céu. de qual dos sete será a mulher. 40 Destes dois manda­ mentos depende toda a le i e os p ro feta s. 6.s. deixou sua m ulher a seu irm ão.» 41 Estando juntos oe fariseus.£(daquele dia em diante não houve mais quem ousasse interrogá-lo. tentando-o. M ateus. Ora ele não é Deus doe mortos. de toda a tua alm a. 0 prim eiro. 1 47 sete irmãos. até que eu ponha os teus in im igos p o r escabelo de teus pés ? (S. O M essias. e o Deus de Jacob. não tendo descendência. 27 Depois de todos.4-5). 3. reuniram-se. 35 U m deles. p o is D eu s n ão com unica com os q u e não ex is te m . 28 N a ressurreição. 39 0 se­ gundo é sem elhante a este: A m a rá s o teu p róxim o como a t i mesmo (L e v . com o é ele seu filh o ? » 46 Ninguém podia responder-lhe uma só palavra.» 43 Jesue disse-lhes: «C o m o . respondeu-lhes: «E rrais. Estes nom es m ostram as re laç ões in tim as q u e há e n tr e O eu s e estes pa tria rcas. 38 Este é o m aior e o prim eiro mandamento. nem as mulheres maridos. filh o e sen h or d e D a vid .» 33 A s tnrbas. 19. 31 Acerca da ressurreição dos porjtos. David o chama Senhor. nem o poder de Dens. 109.. d ize n d o : 44 Disse o Senhor ao meu S e n h o r: Senta-te à m inha m ão d ireita . mas doe v iv o s . e. Jesus interrogou-os: 42 «Q u e vos parece do C risto? De quem é ele fllh ò ? » Responderam -lhe: « D e D a v id . 45 Se. . 32. depois de casado. não com­ preendendo as Escrituras. e v i v a para sem p re. porque todos foram casados com e la ? » 29 Jesus. perguntou-lhe: 36 «M estre. O m a io r d o s m anda­ m entos. lhe chama D avid. etc. inspirado pelo Espirito. até ao sétim o. morreu.18). D e p o is da ressu rreiçã o. os qu ais p o r is s o é necessário que ex ista m » è n ecessário qu e a sua alm a v iv a . não tendes lid o o que Deus vos disse: 32 E u sou o Deus ãe Abraão. admiravam -se da sua doutrina. nem os homens terão mu­ lheres. 22. p ois» e n tre os h ebreus» estas duas v e r d a d e s d ep en d iam uma da outra. o s corpos não precisa m da gera çã o para se co n serva rem » p o is serão im o rta is com o o s a n jo s. m orreu lamiDém a mulher. ãe todo o teu espirito (D t.6). Da im o rta lid a d e da alm a p ro v a a ressu rreiçã o íu tu ra. qual é 0 m aior mandamento da l e i ? » 37 Jesus disse-lhe: <A m arás o Senhor teu Deus de todo o teu coração. . (Ex. Senhor. 2 3 — 1 Eutão Jesus falou às turbas e aos seus dis30. pois. pois. doutor da lei. tendo sabido que Jesus reduzira ao silêncio os saduceus. S é fã o com o os a n jo s . 34 Os fariseus. 26 0 mesmo sucedeu ao segundo e ao terçejro. o Deus de Isaac. D e n s de A b ra ã o . ouvindo isto. 30 P orqu e na ressurreição. 26 — 23.

e mais com pridas as franjas dos vestidos.. o Cristo. depois de o ter­ des feito. ca?gas pesadas e im possíveis de levar. que fechais o reino dos céus aos homens. S e rá vosso s e rvo . 1-16.. 13. 9 A ninguém chameis pai sobre a terra. 4 Atam. Trazem mais largas filatérias. . . 6 Gostam de ter nos banquetes os prim eiros lugares. m unidas d e fita s c o m p rid a s. 14. por­ que um só é vosso Mestre.40.13-21). 16 A i de vós. E ste v e r s íc u lo não se en con tra pm gra n d e n ü m ero d e m an u scritos a n tig o s. O qu e se h u m ilh a r . a pretexto de longas ora­ ções ! Por isto sereis ju lgados mais severamente. fin g in d o z e lo p e la r e lig iã o . 14 A i de vós. que rodeais o mar e a terra para fazerdes um prosélito e. que d izeis: Se al­ guém ju ra r pelo templo. 15 A i de vós. ten d o es c rito s q u atro tex to s do P e n la teuco. escribas e fariseus hipócritas. 13 x i de vós. Os fa r ís e iis . mas o que 2 3 » 4. em certo s dia s e a determ in a d a s h oras. 11 0 que entre vós fo r o m aior. mas não im iteis as suas acções. escribas e fariseus hipócritas. A h u m ild a d e é o cam in h o qu e le v a à g ló r ia do cèu. mas com o um m in is té r io .H ip u c r i- f^nseuL cípulos. 2 dizen do: «S o b re a cadeira de Moisés senta­ ram-se os escribas e os fariseus. 8 Observai.1-10. 5 Fazem todas as suas obras para se­ rem vistos pelos homens. 12 A q u ele que se exaltar será hum ilhado. D en tro destas ca ix as esta­ va m tira s d e p erg a m in h o . 12. escribas e fariseus hipócritas. porque um só é o vosso Mestre. 10 Nem façais que vos chamem mestres. e fazei tudo o que eles vos disserem. nem deixais que entrem os que estão para en­ trar. . o que está nos céus. 7 as saudações na praça. isso não é nada. que os Judeus atavam na fro n te ou no braço esq u erd o. F ila téria s era m pequenas caix as de couro. . 6. 5. e o que se hum ilhar será exaltado. co n sid era n d o a sua d ig n id a d e não como uma honra. Jesus re fe re -a e às in ú m eras p re s c riç õ e s que os escribas e os fa ris e u s en sin avam mas q u e não p ratica va m . 11. e vós sois todos irm ãos. que devorais as casas das viúvas. D eut. será vosso servo. que o coloca ao s e r v iç o de todos. fazem. mas nem com um dedo as querem mover. porque um só é vosso Pai. nas sinagogas as prim eiras cadeiras. (E x . A ta m c a rg a s p e s a d a s . condutores cegos. pois. 8 Mas võs não voi.4 façais chamar rabi. P r ò v é m d e M c. 9. e as põem sobre os ombros dos outros homens. o tornais fllho da geena duas vezes pior do que vós. porque dizem e nâo. lev a v a m as v iú v t s a fa z e r-lh e s o fe rta s de m u ito v a lo r.4-9. pois nem vós entrais. e se­ rem chamados rabi pelos homens. q u e e le s em p reg a va m em p ro ­ v e it o p r ó p r io . 12.

ju ra r pelo ouro do tem plo. . 32 A cabai pois de en­ cher a m edida de vossos pais. e adornais os m o­ numentos dos justos. 30 e d izeis: Se nós tivéssemos vivid o nos dias de nossos pais. o ouro ou o templo. ju ra pelo trono de Deus. que ediflcais os sepulcros dos profetas. 22 e o que ju ra pelo céu. matareis e crucificareis uns. a m isericórdia -e a fid elid ad e! São estas coisas que era preciso praticar. 33 Serpentes. jura por ele e por tudo que está sobre ele. escribas e fariseus hipócritas. 21 e o que ju ra pelo tem plo. mas por dentro estais cheios de hipocrisia e iniqüidade. e por dentro estais cheios de rapina e de im undície. para que também o que está fora fique lim po. 23 A i de vós. que santifica a oferta? 20 A qu ele. mas quem ju rar pela oferenda. 19 C e g o s ! Qual é mais. isso não é nada. a oferta ou o altar. escribas e fariseus hipócritas. que está sobre ele. que pagais a dízim a da hortelã e do endro e do cominho. que por fora parecem form osos. 29 A i de vós. P u r i f i c a p r im e ir o o teu coração. que filtrais um m osquito e engulis um ca m elo ! 25 A i de vós. não teríam os sido seus cúmplices no sangue dos profetas! 31 Assim dais tes­ temunho contra vós mesmos de que sois fllhos daque­ les que mataram os profetas. purifica prim eiro o que está dentro do copo e do prato. 26. Qii-e J ilt r a is u m m o s q u ito . qu e so is m u ito escru p u losos em o b s e r r a r as m ais p eq u ea a s coisas. escribas e fariseus hipócritas. que sois semelhantes aos sepulcros branqucados. sábios e escrib a s. e nada d o q u e está fora pod erá m a n ch ar-le. ju ra por e!e e por A q u ele que habita nele. que ümpais o que está por fora do copo e do prato. e por A q u ele que está sentado sobre ele. fica obrigado. eis que eu vos envio profetas. escribas e fariseus hipócritas. que jura pelo altar. fica o b riga d o ! 17 Estultos e cegos! Qual é mais. e desprezais os pontos mais graves da le i: a justiça. 26 F ari­ seu cego. que santifica o ouro? 18 E d izeis: Se alguém ju ra r pelo altar. sem om itir as outras. e não ten d es d ific u ld a d e algu m a em v io la r os m ais im p o rta n tes p receito s. raça de v íb ora s! Como escapareis da condenação ao inferno? 34 P o r isso. 27 A i de vós. mas por dentro estão cheios de ossos de m ortos e de toda a sorte de podridão! 28 Assim também vós por fora pareceis justos aos homens. 24 Condutores cegos. e açoutareis ou24. pois.

que matas os profetas e apedrejas os que te são enviados.Castigo d e Jeru ­ salém . 37 Jerusalém. N ã o se p o d e co n clu ir. e tu não quiscste! 38 E is que será deixada deserta a vossa casa (Jer. ia-se reti­ rando . P r o fe c ia da ruína d e J eru ­ salém . 9 Eotão sereis sujei­ tos aos tormentos e vos matarão. e aproxim aram -se dele os seus discípulos. 5 Porque viráo muitos em meu nome. Jesus sòm en te a fir ­ mou que o fim não v ir á im e d ia ta m en te an tes de o E v a n g e lh o t e r sid o p re g a d o em tod o o mundo. quantas vezes eu quis ju n tar teus filhos. 12 Multiplicando-se a iniqüidade.» 24 — 1 Teu do saído Jesus do tem plo. 7 Levantar-se-á nação contra nação. . tros nas vossas sinagogas. 8 Todas estas coisas são o princípio das dores. e reino contra reino. 2 Mas ele. d izen d o : Eu sou o Cristo. 4-14. 36 Em verdade vos d igo que tudo isto virá sobre esta geração. uns aos outros se entregarão e se odiarão. S in a is da vin d a d e Jesus. até que d iga is: Bendito o que vem em nome ão S enhor (S. 39 P o r ­ que eu vos d ig o : Desde agora não me tom areis a ver. mas não é ainda o fim. desde o san­ gue do justo A b e l até ao sangue de Zacarias. 13 Mas o que se perse2 4 . 10 Muitos então sucumbirão. aparte. se resfriará a caridade de muitos.5). > 3 Estando sentado sobre o monte das O liveiras. e sereis odiados por todas as gentes por causa do meu nome. 35 para que caia sobre vós todo o sangue ju sto que ee tem derram ado sobre a terra. disse-lhes: « Vedes tudo isto? Em verdade vos d igo que não ficará aqui pedra sobre pedra que n áo seja derribada. pestilên­ cias e terrem otos em diversos lugares. que ninguém vo s engane. porque im porta que estas coisas aconteçam . e os perseguireis de cidade em cidade. 22. O fím d o m undo h á-de v i r sòm en te d e p o is qu e o E v a n g e lh o t i v e r s id o p rega d o em toda a p a rte. filho de Baraquias. a quem matastes entre o templo e o altar. Jesus fa z um b r e v e resu m o das p erseg u iç õ es q u e a Ig r e ja t e r á de s o fr e r a tra v é s dos sécu lo s atè ao fim do m undo. qu e v i r á im ed ia ta m en te d e p o is . Olhai. aproximaram-se dele seus discípulos. e seduzirão m uitos. porém . e qual será u sinal da tua vin da e do fim do mundo ? » 4 Jesus respoudeu-lhes: «Vede. náo vos turbeis. E então c h eg a rá o j i m . e seduzirão muitos. respon­ dendo. 117. Jerusalém. e pergun­ taram : «D iz-n o s quando sucederá isto. para lhe fazerem notar as construções. e haverá fomes. 11 Levantar-se-ão muitos falsos profetas.26). como a galin h a recolhe debaixo das asas os seus piutos. 6 Ouvireis fa la r de guerras e de rumores de guerras.

15 Quando. escurecer-se-á o sol. 29.— 16 então os habitantes da Judeia. os fa ls o s p r o fe ta s fa rã o fa ls o s m ila g res.. Se v ã o se a b re v ia s s e m . Então chegará o flm. 22 E. a lua não dará a sua luz. i s t o è. 25 Eis que eu vo-lo predisse. 12. 28 Onde esliver um cadáver aí ee ajuntarão as águias. 14 Será pregado este Evangelho do reino por todo o mundo. A s potestades. que fo i predita pelo profeta D aniel (9. serão abreviados aque­ les dias em atenção aos escolhidos. 21 por­ que então será grande a tribulaçâo. todas as tribos da terra chorarão. 22. ou ei-lo acolá. não saiais. S in a is do fim do mundo. virdes a abom inação da desola­ ção. com o nunca foi. 11. .27. 17 o que ee acha sobre o telhado. ou em dia de sábado. não deis crédito.31. 24 porque ee levantarão falsos cristos. desde o principio do m undo até agora. se alguém vos d is s e r: Eis aqui está o Cristo. não desça para tom ar coisa algum a de sua casa. qu e é a cruz. in stru m en to da reden çã o. 23 Então. O s in a l. as forças q u e con servam o e q u ilí­ b rio e n tre o s co rp o s celestes. posta no lu gar santo — leito r atende b e m . ei-lo no lu gar m ais retirado da casa. não deis crédito.verar até ao flm .11). não se salvaria pessoa algum a. . se não fo r d im in u íd o o n ü m ero d es ses dias tão t r is ­ tes. N e stes T c r s íc a lo s en co n tra -se a resp o sta d irecta d e Jesus à p erg u n ta dos seus d isc ip u lo s : quando s e r ia a destru ição d e Jeru saLén. 29 L o g o depois da tribulaçâo daqueles dias. e verão o F ilh o do homem v ir sobre as nuvens do céu com grande poder e majestade. as estrelas cairão do céu. de tal modo que (se fosse possível) até os escolhidos seriam enganados. 30 Então aparecerá o sinal do F ilh o do bomem no céu. assim como o relâm pago sai do Oriente e se mostra até ao Ocidente. 30. Com o a u x ilio d o d c m ò n io . e juntarão os seus escolhidos dos quatro D e s tru i­ ção de J eru sa­ lém . n enh u m m ortal po d erá c o n s e rv a r a íé. e falsos profetas. 18 e o que está no campo. assim será a vinda do F ilh o do homem. em testemunho a todas as gentes. porém . não volte atrás para tom ar o seu manto. esse será salvo. ee nâo se abreviassem aqueles dias. e as potestades dos céus serão abaladas. 31 Mandará os seus anjos com poderosas trombetas. fujam para os m on­ tes. nem jam ais será. 19 A i das (m ulheres) grávid as e das que tiverem crian­ ças de peito naqueles dias ! 20 R o g a i para que não seja a vossa fuga no inverno. 27 Porque. . 26 Se pois vos disserem : Eis qu e ele está no deserto. 15-21. 24. pois. A p e rseg u iç ã o d o  n tíc r is to s e rá tão gra n d e q u e . e farão grandes m ilagres e prodígios.

39 e não souberam nada até que veio o dilú vio. 35 0 céu e a terra passarão. aquele servo. sem que se cumpram todas estas coisas. S ervo 45 Quem ê. 50 v irá o senhor daquele servo no dia em que o não espera. Assim será também na vinda do Filh o do homem. 42 V ig ia i. o itir o s e rá aha tidonado á sua desgra ça d a sorte. 32 Com preendei isto por uma comparação tirada da figu eira: Quando os seus ramos estão tenros e as folhas brotam . 47 N a verdade vos d igo que lhe confiará o governo de todos os seus hens. casando-se e casando seus filhos. a quem o ^è^se^vo’ senhor constituiu sobre a sua fam ília para lhe disn e g iitribuir de comer a seu tempo? 46 Bem -aventnrado gen te. de dois que estiverem num cam po. e não deixaria m inar a sua casa. A 'ã o pa s sa rá esia g era çã o . is to é. In c e r te ­ 36 Quanto àquele dia e àquela hora. quando vier. 34 Na verdade vos d igo que não passará esta geração. zas da nem os anjos do céu. Jesus p o d e a firm a r q u e ign o ra o d ia e a h ora do ju izo. sabeis que está perto o estio. h ora do 37 Assim com o fo i nos dias de N oé. V ig ilâ n ­ a (segunda) vinda do F ilh o do bomem. porque não sabeis a que hora virá o vosso Senhor. p o rq u e não tem a m issão dc os f i x a r nem d e o s ía z e r co n h ecer (P ir o t ). ninguém sabe. até ao dia em que N oé entrou na arca.ventos. 40 Então. mas as minhas palavras não passarão. 51 e o cortará em dois e porá a 34. mas só o Pai. 48 Mas. 43 Sabei que. que precederam o d ilú vio (os homens) estavam comendo e bebendo. na hora que não sabe. assim será também ju ízo . achar procedendo assim. uma será tomada e a outra será deixada. se o pai de fam ilia soubesse a que hora h avia de v ir o ladrão. vigia ria . 38 Nos dias cia. sem dúvida. de uma extrem idade doe céus até à outra. mas tam bém até ao fim do m undo. se aquele servo mau disser no seu coração: 0 meu senhor tarda em vir. U ftt será to m a d o p elo s anjos e le v a d o ao cèu. a comer e beber com os ébrios. 40. M u itos pa trõ es» le v a d o s p e lo d ir e ito . nem o F ilh o. E 0 f a r á em pedaços. pois. porque o Filh o do homem virá na hora em que menos o pensardes. e oe levou a todos. sabei que (o F ilh o do hom em ) está perto. um será tomado e o outro será deixado. eslá às portas. 51. 41 De duas mulheres que estiverem m oendo com a mó. o p o vo ju deu » qu e há-de e x is t ir não s ó atè à d es tru içã o de Jerusalém . pois. a quem o seu senhor. 33 assim também quando virdes ludo isto. 44 P o r isso estai vós também preparados. 49 e com eçar a bater nos seus com pa­ nheiros. o servo fiel e prudente.

porém. ide antes aos que o vendem. 19 Muito tempo depois. e chamou-os a 'c o n ta s . d izen d o: Senhor. que. ganhou outros dois. enquanto elas foram com prá-lo. e adormeceram. 14 Será também com o um homem que. 7 Então levantaram -se todas aquelas virgens. d e v id a e m o rte q u e tinhaiii s o b re o s s e r v o s . chega­ ram também as outras virgens. 4 as prudentes. d izen d o: Senhor. 18 Mas o que tinha recebido um só. o que tinha recebido cinco talentos foi. Saí ao seu encontro. eis que lucrei outros dois. levaram azeite nos seus vasos juntam ente com as lâm ­ padas. Se­ nhor. tomando as lâmpadas. e cinco prudentes. a outro um. quando estes lh es era m iiiiic ís . 2 Cinco delas eram loucas. ouviu-se um clam or: Eis que vem o esposo. entregaste-me dois talentos. abre-nos! 12 Ele. 20 Aproxim ando-se o que tinha recebido cinco talentos. apresentou-lhe oulros cinco. e com prai para vós. pois. e as que estavam preparadas entraram com ele a celebrar as bodas.sua parle entre os h ipócritas. su p licla va m -ao s. 21 Sou senhor disse-Ih e: Está bem. negociou com eles. entra no gozo de teu senhor. servo bom e flel. dar-te-ei a inteudência de m u itas. 8 A s loucas disseram às iru d cn les: Dal-nos do vosso azeite. a outro dois. e ganhou outros cinco. Pa rá b o la dos talentos. tu entregaste-me cinco talen­ tos. e nela escondeu o dinheiro do seu senhor. e disse. 10 Mas. e foi fechada a porta. respondeu. 16 L o g o em seguida. 6 A ’ meia-noite. 3 A s cioco loucas. porém. voltou o senhor daqueles servos. II Mais tarde. estando para em preender uma viagem . porque as nossas ámpadas apagam-se. 15 Deu a um ciuco talentos. 5 Tardando o esposo. já que foste flel em poucas coisas. e pre­ pararam as suas lâmpadas. a cada um. não levaram azeite con sigo. 9 A s prudentes responderam : Para que não suceda faltar-nos ele a nós e a vós. . N a verdade vos d igo que não vos conheço. e lhes entregou os seus bens. chegou o esposo. 2 5 — 1 Então será sem elhante o reino doe céus a dez virgens. começaram a tosoanejar todas. chamou oa seus servos. e partiu. ali haverá pranto e ran­ ger de dentes. P a rá b o la das dez v ir g e n s . eis outros cinco que lucrei. saíram ao encontro do esposo. 17 Da mesma sorte o que tinha recebido dois. 13 V ig ia i. fo i fazer uma cova na terra. tomando as suas lâmpadas. porque não sabeis o dia nem a hora. Senhor. segundo a sua capacidade. 22 Apreseutou-se também o que tiuha recebido dois talentos.

ali haverá pranto e ranger de dentes. e destes-me de beber. quando é que nós te vim os fam into. entra no gozo de teu senhor. vier o F ilh o do homem na sua ííqL!° majestade. ou na prisão. 36 nu. à m inha volta. 34 Então o R ei dirá aos que estiverem à sua direita: Vinde. m as ao que as d e s ­ p reza. o seu senhor d isse-lh e: Servo mau e preguiçoso. Jesus r e fe r e s ó as obras d e m is ericó rd ia . e todos os anjop com ele. pois. e me visitastes. Descrição 31 Quando. 24 Apresentaodo-se também o que tinha recebido um só talento. nu.23 Seu senhor disse-lhe: Está bem. e terá em abundância. e separará uns dos outros. e te vestim os? 39 O ii quando té vim os enferm o. 27 D evias pois dar o meu dinheiro aos ban­ queiros. serão dadas m ais gra ça s. 25 T iv e receio e fu i esconder o teu talento na terra . eu teria recebido certamente com ju ro o que era meu. isto é . tirar-se-lhe-á até o que ju lg a ter. 28 Tirai-lh e pois o talento. e te recolhem os. 35 porque tive fome. e que recolho onde não espalhei. dar-te-ei a iiitendência de m uitas. der-se-lbe-á. o rd in à ria m e n te . 32 Todas as nações serão congregadas diante dele. e recoihestes-m e. mas ao que não tem . e fom os visitar-te? 40 0 Rei. 37 Então. em e vestistes. os justos. era peregrino. lhes d irá: Na verdade vos digo que todas as vezes que vós flzestes isto a um destes meus irm ãos mais pequeninos. 29. e os cabritos à esquerda. e as fa z fr u tific a r . então se sentará sobre o trono de sua m ajestade. e destes-me de com er. e recolhes onde não espa haste. e fostes visitar-m e. enferm o. tu do lh e será tirado. . benditos de meu Pai. toma p a rte na m esm a fe lic id a d e d o teu sen h or. servo bom e flel. n ão p o rq u e elas bastem para a salvação etern a m as p o rq u e. A o q u e tem as gra ça s d e D eus na d e v id a consideração. disse: Senbor. e le demos de beber? 38 Quando te vim os peregrino. com o o pastor separa as ovelhas dos cabritos. e dai-o ao que tem dez talentos. 30 E a esse servo inútil lançai-o nas trevas e x te rio re s . 26 Então. e te demos de com er. 29 Porqu e ao que tem. estava na prisão. que colhes onde não semeaste. sequioso. E n tr a no g o s o de ieit senhor. lhe responde­ rã o : Senhor. tive sede. sabias que eu colho onde nâo semeei. sei que és um homem austero. anda ju n ta com ela s a p rá tica das p r in c ip a is T Írtu d es. 35-36. 2 5 . e. eis o que é teu. 23. possuí o reino que vos está preparado desde a criação do mundo. já que foste flel em poueas coisas. 33 E porá as ovelhas à sua direita. respondendo.

d o homem será entregue para ser crucificado. que sinédrio. e não me recolhestes. estava nu.» 10 Jesus. e não me visitastes.a mim o fizestes. e de o mata­ rem. tendo Jesus acabado todos «s te s discursos. que fo i preparado para o dem ônio e para o s seus anjos. tive sede. e não me destes de c o m e r . 13 Em verdade vos digo que em toda a parte onde for pregado este E van gelh o — em todo o m u n d o — . N em todos os d is c ip u lo s se in d ign a ra m » cnas s ò m ea te a lga n s. e o F ilh o m orte. 42 porque tive fom e. e os justos para a vida etern a . eles. cheio de um bálsamo precioso. 46 E esses irão para o suplício «te r n o . mas a mim nem sempre me tereis. p u b lica r-se-á também para sua mem ória o que ela fe z . fê-lo como para m e sepultar. 6 Estando Jesus 'em Belânia. 7 aproxim ou-se dele uma mulher com um getânia. e uão me vestistes. 4 e tiveram conselho acerca dos m eios de prenderem a Jesus por astúcia. d iz e n d o : « P a r a que fo i este desperdício? 9 Porque este bálsamo podia vender-se p or bom preço. em casa de Sim ão o Refeição leproso. quando é <jue nós te vim os fam into ou sequioso. se cham ava Caifás. mim o não fizestes. disse aos seus discípulos: 2 « V ó s sabeis ^ q u e daqui a dois dias será celebrada a Páscoa. 44 Então.» V ID A DOLOROSA DE JESUS 26 — 1 Aconteceu que. 5 Mas eles diziam : N âo (se faça isto) no dia da festa. m alditos. de um m o d o esp e c ia l» Judas.» 2 6 . 43 era peregrino. e . dirá aos que estive­ rem à esquerda: A partai-vos de mim. ou enferm o. 8 Vendo isto. disse-lhes: «P o rq u e m olestais esta m ulher? E la fez-me verdadeiram ente uma boa obra. vaso de alabastro. . B id ig n a ra m -s e . não suceda levantar-se algum tum ulto eutre o povo. ou nu. e o derram ou sobre a cabeça dele. 41 Em seguida. sabendo isto. estando à mesa. e não te assistimos? 45 E lhes responderá: N a verdade vos d igo : T od as as vezes que o não fizestes a um destes mais pequeninos. enferm o e na prisão. 8. I I Porque vós lereis sempre convosco pobres. para o fo g o eterno.» 3 Então ee reuniram os príncipes dos sacerdotes e 08 anciãos do povo no palácio do sumo pontífice. também respon derão: Senhor. ou na prisão. ou peregrino. e não me destes de beber. e dar-se aos pobres. a. 12 Derramando e la este bálsam o sobre o meu corpo. os discipulos indignaram -se.

p r e d iz 0 abandono dos d iscipulos. S ain d o Jesus. 29 D igo-vos: desta hora em diante não beberei mais deste fruto da vid eira até áquele dia. porventura. o traidor. fo i ter com os príncipes dos sacerdotes. Jesus ia d íc a o tra id o r. 20 Chegada a tarde. 14 Então um doe doze.. cada um com eçou a d izer: «P o r v e n ­ tura sou eu. In s titu i­ ção da E u caris­ tia. N ã o b e b e r e i. « I d e à cidade. o sangue da nova aliança. mas ai daquele hom em . 21 Enquanto comiam. 16 Desdeentão buscava oportunidade para o entregar.. e deu-o a seus discípulos. com o está escrito dele. dizen do: «O n d e queres que te pre­ paremos o que é preciso para com er a P á s c o a ? » 18 Jesus disse. saíram para o m o n t e d a s O l i v e i r a s .-isto é o meu c o r p o .» 30 Depois do canto dos salmos. e o partiu.7).» 26 Enquanto com iam . tomando um cálice. Jesus manda p r ep a ra r a ú ltim a ceia. e prepararam a Páscoa. m uito tristes.» 25 Judas. a casa de um tal. M estre? » Jesus respondeu-lhe. S e n h o r ? » 23 Ele respondeu. que será derram ado por muitos para remissão dos pecados. A a a tíg a a lia n ça t io lia sid o sela d a com sa u gu e d e a u im a is s a c r ific a d o s .Judas ven de Jesus. 32 Porém. deu graças. 31 Então Jesus disse-lhes: « A todos vós serei esta noite uma ocasião de escân­ dalo porque está escrito (Zac. « 0 que mete com igo a mão no prato esse me entregará. T r in ta m oedas de p r a ia . e eu vo-loen tregarei?» Justaram trinta moedas de prata. de15. 16 e disse-lhes: <Q ue me quereis vós dar. por quem será entregue o F ilh o do h om em ! m elhor fora a tal homem que não tivesse nas­ c id o . 28. o p reço d e um escra vo . disse-lhes: «E m verdade vos d igo que um de vós me há-de e n tre g a r. e d iz e i-Ih e : 0 Mestre manda d iz e r : 0 meu tem po está pró­ xim o. que se chamava J u d a» Iscariotes.» 19 Os discípulos fizeram com o Jesus tinha ordenado.» 22 Eles.. . 9»13)> 29. a n ova é s e la d a com o sangue d e C risto (H e b r . dizendo: «T o m a i e com ei. 24 0 F ilh o do bomem vai certam ente. pós-se Jeans à mesa com os doze.» 27 Depois. F e rire i o pastor. Com estas pa la vra s Jesu s nSo se r e fe r e a o cá lice consagrado. tom ou a palavra e disse: «S o u eu. m as ao v in h o comum» p ro m eteu d o -lb es qu e no céu serão in eb ria d o s com abundância d e consolações. e as ovelhas do rebanho se dispersarão. quero celebrar a Páscoa em tua casa com meus discipu los. 28 Porque isto é o meu sangue. e deu-lho. « T u ò disseste. em que o beberei novo convOsco no rein o de meu P a i. 13. d izen d o: «B e b e i d ele todos. 17 N o prim eiro dia dos ázim os aproxim aram -se de Jesus 08 discípulos. Jesus tomou pão e o benzeu.

dizendo as mesmas pala­ vras. faça-se a tua v o n ta d e. lançaram m ão de Jesus. E ra sem d ü v id a um p equ en o cam po plan tado d e o liv e ir a s . ficai aqui e v ig ia i c o m ig o . mas a carne é fra ca .» 40 Depois fo i ter com seus discipulos. passe de mim este cá lic e ! T o d a via não se faça como eu quero. tendo tom ado consigo Pedro e 08 dois filhos de Zebedeu. a que v ie s t e !» Então avançaram . mas sim com o tu q u eres.30is que eu ressuscitar.» 33 Pedro respondeu-ljne: «A in d a que todos se escandalizem a teu respeito. 51 E eis que £ m G etsem aai. e disse a P ed ro : «V is to isso não pudeste vig ia r uma hora com igo? 41 V igia i e orai. eu nunca me escandaliza­ r e i. 46 Levantai-vos. e orou terceira vez. é esse. antes que o ga lo cante. . e encontrou-os dorm indo. preudci-o. começou a entristecer-se e augustiar-se. se é possível. se este cálice não pode passar sem que eu o beba. 50 Jesus disse-lhe: « A m ig o . um dos doze. eie que chega Judas. e eom ele uma grande m ultidão com espadas e varapaus. 36 Então foi Jesus com eles a um lu gar chamado Getsemani. me negarás três v e ze s . e prenderam-no. vam os.» 42 Retirou-se de novo pela segunda vez e orou assim . E n treg a e p risã o de Jesus. e disse-lhes: «D o r m i agora e descansai. disse: «S a lv e M estre. Eis que ee aproxim a o que me há-de en tregar. 44 Deixando-os. 48 O traidor tinha-lhes dado este sin a l: «A q u e le a quem eu der um ósculo.» 49 Aproxim ando-se Jogo de Jesus.» 34 Jesus disse-lhe: «E m verdade te d igo que esta noite. 38 Disse-lhes eu tão: « A minha alma está numa tristeza m o rta l. e disse-lhes: «S en tai-vos aqui. para que nâo entreis em tentação. eis que chegou a hora. enviada pelos príncipes dos sacer­ dotes e pelos anciãos do povo. encontrou-os dorm indo.» E deu-lhe um ósculo.» D o mesmo m odo falaram todos os discípulos. 36G etsem anij isto ê . 45 Depois foi ter novam ente com os seus discí­ pulos.» 3ã Pedro disse-lh e: «A in d a que eu tenha de m orrer con tigo. proslrou-se com o rosto em terra.» 43 F o i nova­ mente. la g a r d e a z e ite .» 37 E.» 39 Adiantando-se um pouco. e fez esta oração: «M e u P ai. «M eu Pai. irei diante de vós para a Galie ia . O espírito na verdade está pronto. em que o Filh o do homem vai ser entre­ gue nas mãos dos pecadores. não te n e g a re i. com um rú stico la g a r de a z e ite » com o b a v ia e h á a la d a m u itos na P a le a tin a (L a g r a n g e ). fo i de novo. porque os seus olhos estavam pesados (p e r causa do sono).» 47 Estando ele ainda a falar. enquanto eu vou acolá o ra r.

56 Mas tudo isto aconteceu para que se cum­ prissem as Escrituras dos p ro feta s. T o d o s os q u e to m a rê m espada p o r a u to rid ad e p r ó p ria . lhe cortou uma orelha. . Tod os os dias estava eu sen­ tado entre vós ensinando no tem plo. E o sumo sacer­ dote disse-lhe: «E u te conjuro por Deus vivo que nos digas se tu és o Cristo. Jesus disse à m u ltidão: « V ó s viestes arma­ dos de espadas e de varapaus para me prender. m erecem m o rr e r à esp ad a. chegaram duas tes­ temunhas. 61 que declararam : «E s te homem disse: Posso destruir o tem plo de Deus e reediücá-lo em três d ia s .» 64 Jesus respon deu -lbe: « T u o disseste. 62 Jesus disse-Ih e: «M e te a tua espada no seu lugar. e não me prendestes. a fim de o entregarem à m orte. onde se tinham reunido os escribas e os anciãos.» 62 Levantando-se. e. 53 Julgas porventura que eu não posso rogar a meu Pai. que necessidade temos de mais teste­ munhas ? Eis acabais de ou vir a blasfêm ia. E. tendo entrado. mor­ rerão à espada. se cum prirão as Escrituras segundo as quais assim deve su ced er?» 55 Depois. 58 Pedro seguia-o de longe.» 65 Então o sumo sacerdote rasgou os séus vestidos. e que ele me não porá aqui lo g o mais de doze legiões de an jos? 54 Como. Digo-vos mais que vereis depois o F ilh o do homem sentado à direita do poder de Deus. porém . estendendo a mão. pois. estava calado. desembainhou a sua espada. 66 Que vos p a rece? » Eles responderam . « E ’ réu de m o rte . o P ilh o de D eus. Jesus d eclara q u e é D ens e q u e será o ju iz su p rem o d e tod a a hum anidade.Em casa “ um dos que estavam com Jesus. 64. e feriram -no a punha52.» Então todos os discípulos o abandonaram e fugiram . sumo sacerdote.» 67 Então cuspiram-lhe no rosto. sentou-se com os servos para ver o fim de tudo isto. para e x e rc e re m vin ga n ça . 59 Entretanto os príncipes dos sacerdotes e todo o conselho procuravam algum falso testemunho contra Jesus. porque todos 08 que tomarem espada (p o r autoridade p ró p ria ). ferindo ura servo do sumo pontífice. dizendo: «B la s fe m o u . Por últim o. 60 e não o encontravam . com o se faz a um salteador. até ao átrio do príncipe doe sacerdotes. e v ir sobre as nuvens do c é u . o príncipe dos sacerdotes disse-lhe: «N a d a respondes ao que estes depõem contra t i ? » 63 Jesus. 5 7 Qs que tinham preudido Jesus Icvaram-Tio a casa de Caifás. posto que se tivessem apresentado muitas testemunhas falsas.

para o entregarem à m orte. e disseram : « T u certam ente és também dos tais. Jesu s te r-lh e-ia p erd o a d o . 18. d e Z a ca rias (11. Outros deram -lhe bofetadas.12-13). tom ando as moedas de prata. O a rre p e n d im e n to d e Judas nSo fo i um acto de d o r sin cera. dizendo : « T u também estavas com Jesus. até ao dia de hoje. C risto! Diz-nos quem é que te fe riu . tocado de remorsos. com o p erd o o u a m u ito s outros pecad ores. disseram : « N ão é licito deitá-las na arca das esmolas. chorou am argam ente. retirou-se e foi pen­ durar-se de um laço. 27 — 1 L o g o de manhã. 3 Então Judas. R ecd rd a . m anietado. To c a d o dc rem o rsos .das. entre­ gando o sangue in o c e n te . porque são preço de sa n g u e.» E. 6 Os priucipes dos sacerdotes. 9 Então se cumpriu o que fo i predito por Jeremias. vendo que Jesus fora condenado. custo daquele cu jo preço fo i avaliado pelos filhos 2 7 . que o tinha entregado. m as uma m an ifestação d e d es esp ero . F im d o tra id o r Judas. tendo saído para fora. .2-12). profeta: Tom aram as trin ta moedas de p ra ta .» 74 Então começou a fazer im precações e a ju ra r que não conhecia tal homem. porèm . para sepultura doe estrangeiros. 8 P o r esta razão aquele campo fo i chamado campo de sangue. todos os príncipes dos sa­ cerdotes e anciãos do povo tiveram conselho contra Jesus.» 5 Então. o G a lile u . O onselho do S in é d rio . 2 Em seguida. o levaram e ent. 75 Pedro lembrou-se da palavra que lhe tinha dito Jesus: «A n te s de cantar o galo. porque até o teu modo de falar te dá a con h ecer. dizendo: «N ã o conheço tal h o m e m .» 69 Entretanto Pedro estava sentado fora no átrio. tornou a levar as trinta moedas de prata aos príncipes dos sacerdotes. Esta citação é tira d a . e aos anciãos. 68 d iz e n d o : « Pro­ fetiza. 3.» 71 Saindo ele à porta. tendo con­ sultado entre si.» Mas eles disseram : «Q u e nos im porta? Isso é c o n tig o . Aproxim ou-se dele uma criada.» 7 E. com praram com elas o campo do Oleiro. três vezes me nega­ rá s. 4 dizen do: « Pequei. Im ediatam ente o galo cantou.regaram ao governador Pôncio Pilatos.» 70 Mas ele negou diante de todos. S e fo sse am acto d e d o r.» 72 N ovam ente ele negou com juram ento. 9. e disse para os que ali se encontravam : «E s te também andava com Jesus Naza­ ren o. N egação d e P e d ro .» 73 Pouco depois aproxi­ maram-se de Pedro os que ali estavam.6-9. d izen d o: « N ã o sei o que d iz e s . Com pra do campo dc um o le iro . viu-o outra criada. m u itos v e r s íc u lo s d e J erem ia s e m qu e se fa z m en ­ ção d o cam po e do O le ir o (32. na re a lid a d e. tendo atirado ae moedas de prata para o templo.

nada respondeu. «M a s que m al fez e le ? » Eles. vendo que nada conseguia. entregou-lho para ser crucificado. 27 Então os soldados do governador. que se cham ava Barrabás. E stan do co n v e n c id o d e q u e Jesus e r a ju sto» com o ju iz e com o g o v e r n a d o r rom ano» nunca d e v ia p e r m it ir q u e fo s s e m orto» a p esa r d e todas as am eaças d o s Judeus. tecendo 24. coroado de esp inh os esc a rn e­ cido. sendo acusado pelos príncipes dos sacerdotes e pelos anciãos. que o in terrogou . . «B a r r a b á s . soltar aquele preso qu e o povo qui­ sesse. que se chama C r is to ? » 23 Disseram tod os: « S e ja c r u c if ic a d o . 11 Jesus fo i apresentado diante d o governador. gritavam m ais a lto : « S e ja c ru c ific a d o !» 24 P ilatos. 28 Depois de o terem despido. Barrabás é posto em lib e r ­ dade. 21 0 governador.Jesus d ia n te d e P ila to s . depois de o ter mandado flagelar. dizen d o: «E u sou inocente do sangue deste ju s to . que se chama o C r is to ? » 18 Porqu e sabia que o tiuham entregado por in veja. e Jesus é co n d e­ nado. » O govern ador disse-lhes.» 12 Mas. porque fui h oje m uito atorm entada em sonhos por causa d e le . lançaram sobre ele um manto carm ezim . ju otaram em volta d ele toda a coorte. disse-lhes: «Q u a l dos dois quereis que eu vos s o lt e ? » Eles responderam . mas que cada vez era m aior o tum ulto. tom ando água.» 25 T o d o o povo respon deu : « 0 seu sangue caia sobre nós e sobre nossos fllh o s . tom ando a palavra. de Isra el. a vós pertence toda a respon sabilidade.» 20 Mas os príncipes dos sacerdotes e os anciãos persuadiram o povo que pedisse Barrabás e que fizesse m orrer Jesus. 16 N aquela ocasião tinha ele um preso afam ado. lavou as mãos diante do povo. como o Senhor me ordenou. 17 Estando eles reunidos. Jesus é tçou U do. por ocasião da festa da Páscoa. Quanto a Jesus. 10 e deram -nas pelo cam po do Oleiro. d izen d o: « T u és o R e i dos Ju­ d eu s? » Jesus respondeu-lbe: « T u o d iz e s . 19 Enquanto eie estava sentado no tribunal. sua mulher m andou-lhe d ize r: «N a d a haja entre ti e esse ju sto. de m odo que o g o v e r­ nador ficou em extrem o adm irado. 13 Então P ilatos disse-lhe: «N ã o ouves de quantas coisas te a cu sa m ?» 14 E não lhe respondeu a palavra algum a. perguntou-lhes P ila to s: «Q u a l quereis vós que eu vos solte? Barrabás ou Jesus.» 26 Então soltou-lhes Barrabás. conduzindo Jesus ao P retório. porém .» 22 Pilatos disse-lhes: «Q u e hei-de então fazer de Jesus. 15 0 govern ador tinha costume. 29 Em seguida. P ila t o s não procla m ou a sua in ocência» mas sim a sua cu l­ p a b ilid a d e .

21. lançando sortes. E. e crerem os nele. o escarneciam. desce da cru z. C h am ava-se la g a r d o C râ n io p o r t e r o a sp ecto d e um crân io . não quis beber.» 41 Da mesma sorte. outro à esquerda. p o is d e s e ja v a s o fr e r e m o rrer sem o m e n o r a lir io .uma coroa de espinhos. lem a s a h a ch ta n i?» isto é: Deus meu. sentados. Tendo-o provado. . Deus meu.» 44 Do mesmo m odo o insultavam os ladrões que estavam crucificados com ele. V ia d o loros a . cumprindo-se deste m odo o que tinha sido anunciado pelo p rofeta : R ep a r­ tira m entre si oa meus vestidos. O bom ladrão a rrep en d eu -se dos in su lto s q u e d ir ig iu a Jesus» re ceb en d o o p erd ã o de todas as suas fa lta s. 40 e dizen d o: < 0 ’ tu. a ei mesmo não se pode salvar. 35 D epois que o crucificaram . ao qual obrigaram a levar a cruz de Jesus. 43 Con­ fiou em D eus: Se Deus o ama.19). iusultando-o também os príncipes dos sacerdotes com os escribas e os anciãos. M is tu r a d o eom J g l. E li. lu gar do Crânio. isto é. mo­ vendo as suas cabeças. 42 «E le salvou outros. tradu ção p r e f e r i r e i a l u g a r do C a lv á rio . is to é. tomavam a caua e batiam -lhe com ela na cabeça. C r u c iíixão d e Jesus. o guarda­ vam . L u g a r do C râ n io . encontraram um homem de Cirene. < E li. A g o n ia e m orte d e Jesus. 34 deram-lhe a beber vinho misturado eom fel. Se és F ilh o de Deus.» 30 Cuspindo-lhe. Jesus. desça agora da cruz. cham ado G óigota. 38 A o mesmo tem po foram crucifi­ cados com ele dois ladrões: um à direita. chamado Sim ão. M a rcos dá o n om e de m írra . 33 T en d o chegado ao lugar. ó rei dos Judeus. E ra uma peq u en a colina situ ada a o es te d c J eru s a lé m . o R bi dos Ju d eu s. e leva­ ram-no para o crucificarem. revestiram -no com os seus vestidos. e na mão d ireita uma caua. 36 E. sobre a m in h a túnica la n ça ra m sortes (S. 37 Puseram por cima da sua cabeça uma inscri­ ção indicando a causa da sua m orte: E s t e b J e s u s . dobraudo o jo e lh o diante dele. 34. que deetróis o tem plo e o reedificas em três dias. 46 Perto da hora nona. 31 Depois que o escarneceram. Se é rei de Israel. repartiram entre ei 08 seus vestidos. porque me abandonaste? 33. 39 Os que iam passando ultrajavam -no. e que era costu m e d a r aos con­ d en a d o s p ara os n a rco tiza r um poUco» a fim de s e n tire m m enos as d o re s . u ã o q u is beber. excla­ mou Jesus com voz fo rte . d iz ia m . 44. que o liv re agora. tiraram -lhe o manto. 45 Desde a hora sexta até à hora nona. O in s u lta v a m os la d rõ e s . porque ele disse: Eu sou F ilh o de D eus. saíva-te a ti m esm o. 32 A o sair. com uma substância am arga a q u e S . houve tre­ vas sobre toda a terra. p o rèm . puseram-lha sobre a cabeça. dizendo: «S a lv e .

correndo um deles. 52 abriram-se as sepulturas. tornando a dar um alto g rito. 56 Entre elas estava M aria Madalena. as rochas feuderam-se. os outros d izia m . estamos recordados que aquele im postor. quando ainda vivia. ensopou-a em vin agre. tomando o corpo.» 48 Im ediatam ente. e apareceram a muitos. 62 N o outro dia. e. ressuscita­ ram. e m uitos 4 co rp o s de saatos. pô-la sobre uma cana. que é o seguinte à Preparação. subm inistrando-lbe o necessário. tendo tom ado uma esponja. expirou. 51 E eis que o véu do tem plo se rasgou em duas parles de alto a baixo. 60 e depositou-o no seu sepulcro novo. o últim o embuste seria 48. e a mãe dos filhos de Zebedeu. tiveram grande medo. e lh e dava de beber. 53 e saindo das sepulturas depois da ressurreição de Jesus. envolveu-o num lençol branco. Esta m istu ra tin h a o n om e d e pvsca. 59 José. « D e ix a . colocan do-a so b re uma cana. e pediu-lhe o corpo de Jesue. pois. 64 Grdena. 49 Porém . 54 0 centurião e os que com ele estavam de guarda a Jesus. que seja guardado o sepulcro até ao terceiro dia. e digam ao p o v o : Ressus­ citou dos m ortos. ensopou uma esp on ja em uma m istu ra de água e v in a g re .» P ie d o s a s 65 Achavam -se também ali muitas mulheres que m u lh ere s.47 A lgu n s dos que a li estavam ao ou vir isto. 58 F o i ter com Pilatos. as quais tinham seguido Jesus desde a G alileia. o furtem. U m d o s p resen tes s en tin d o co m p a ix ã o para com Jesus. foram a cidade santa. deu -lh e dc b eb er. disse: Ressuscitarei depois de três dias. veio um homem rico de A rim ateia. chamado José. sentadas defronte do supulcro. M aria. > 50 Jesus. e ju lg a n d o qu e e le esta va com sed e. a terra tremeu. D esta sorte. P re p a ra ç ã o d o sábado. vendo o terrem oto e as coisas que aconteciam. P ilatos mandou então que lhe fosse dado o corpo. 61 Maria Madalena e a outra Maria estavam lá. c era bebida dos soldados. vejam os se vem Elias livrá-lo. que tinham adorm ecido. 62. e rêtirou-se. 63 e dissera m -lh e : «S en h o r. mãe de T ia g o e de José. O s Judeus d a va m este nom e à sesta -fe ir a » p o rq n e e r a neste d ia q u e se p r e p a ra v a tudo» para não v io la r a le i q u e o b rig a v a a o rep ou so n o sábado. d iziam : « E l e cham a por E lia s. e d iziam : « N a verdade este era F ilh o de D eu s. S e p u ltu ra 57 P ela tarde. que também era discípulo de Jesus. olhavam de lon ge. Depois rolou uma grande pedra para diante da boca do sepulcro. a fim de que uão venham 08 seus discípulos. d e Jesus. os príncipes dos sacerdotes e os fariseus foram juntos ter com Pilatos. o qual tinha mandado abrir numa rocha. .

e noticiaram aos príncipes dos sacerdotes tudo o que tiuha sucedido. e ficaram como mortos. depois de tomarem conse­ lho. 7 Id e já dizer aos seus discípulos que ele ressuscilou. aproxim ando-se. e foram correndo dar a nova aos discípulos. nós o aplacaremos e estareis seguros. 3 0 seu aspecto era como um relâm pago. Eis que eu vo-lo disse antes. A s santas m u lh eres no sep u lcro . porque sei que procurais a Jesus. e sentou-se sobre ela. lá o vereis. 6 Ele já aqui não está. 10 Então Jesus d is s e -lh e s : « N ã o tem ais. 14 Se chegar isto aos ouvidos do governador. ao amanhecer o prim eiro dia da semana. 26| 19. revolveu a pedra do sepulcro. P orqu e um anjo do Senhor desceu do céu. ide. que foi crucificado. recebido o dinheiro. e tomaram bem conta do sepulcro. fizeram como lhes tinha sido ensinado. aterraram-se os guardas. V ID A GLORIOSA DE JESUS 28 — 1 Passado o sábado. 9 E eis que Jesus lhes saiu ao encontro e lhes disse: «E u vos saúdo. selando a pedra e pondo lá uma guarda.» Elas aproxim aram -se. enquanto nós estàvam os dorm indo. e. e. disse às mulhe­ res : 4 Vós não temais. A v i s a i m eus irm ã o s . o rouba­ ram. ide. 5 jMas o anjo. onde o Senhor esteve depositado. deram uma grande som a de dinheiro aos soldados. O anjo anuncia às santas: m u lh eres a ressu r­ reiçã o d e Jesus. . avisai meus irmãos. foram à cidade alguns dos guardas.» 11 Enquanto elas iam a caminho. » 15 Eles.» 65 Pilatos respondeu-lhes: «T e n d e s uma guarda. d á -lh es o ucm c d e irm ãos. tom ando a palavra. para que vão á G alileia. e o seu ves­ tido como a ueve. 2 Eis que ee deu um grande terrem oto. ressuscitou como tinha dito. Jesu s esq u ecid o da ia fid e lid a d e d o s A p ó sto lo s. fo i M aria M adalena e a outra Maria visitar o sepulcro. O s g u a r­ das são su born a­ dos. Vinde e vede o lugar. E esla voz divulgou-se entre os Judeus e dura até ao dia de hoje. 12 Tendo-se eles congregado com os anciãos. 13 dizendo-lhes: «D iz e i: Os seus discipulos vieram de noite.» 66 Foram . 4 Com o tem or que tiveram dele.pior do que o p rim e iro . abraçaram os seus pés e prostraram-se diante dele. lá me v e rã o . O anjo r e v o lv e a p ed ra do s ep u lc ro . Jesus a pa rece às santas m u lh ere s.» 8 Saíram logo do sepulcro com medo e grande gáu­ dio. guardai-o com o enteuderd e s . e eis que vai adiante de vós para a G a lileia . q u c o abandonaram du ran te a sua P a ix ã o .

até ao flm do mundo.br . 19 Ide. 20 ensinando-as a observar todas as coisas que vos mandei.blogspot. Eu estarei convosco todos os dias. aproxim ando-se. baptizando-as em nom e do Pai.Apariç5o na G a iile ia . http://alexandriacatolica. pois. 17 Quando o viram . e missão tofos?* jg Qs onzs dlscIpulos partiram para a G alileia. 18 Jesus. ensinai todas as gentes.com. falou-lhes assim: * Foi-m e dado todo o poder no céu e na terra. e do Espírito Santo. adoraram-no eles que a principio tinham duvidado. e do F ilh o. P®''® ® monte que Jesus lhes tinha indicado.

alim entava-se de gafanhotos e de mel silvestre.3). Primeiras obras de Cristo 14 Depois que João fo i preso.com. 4 Apareceu João Baptista no deserto. fazei penitência. tentações 10 N o m om ento de sair da água. prostrado em terra.» 12 Im ediam enle o Espírito o impeliu para o deserto. 16 Passando ao lon go do m ar da C a lileia . 5 E ia ter com ele toda a região da Judeia e todos os de Jerusalém. a correia doa sapatos. M A R C O S INTRODUÇÃO 1 — 1 P rin cípio do E vangelho de Jesus Cristo. 3. confessando os seus pecados.br . que lançavam as redes ao Com eço da pregação d e Jesus. sendo ten­ tado por Satanás. E pregava. 8 Eu tenho-vos baptizado em água. 13 E permaneceu no deserlo quarenta dias. pregando o Evangelho de Deus. Vocação dos p r im e ir o s discipulos http://alexandriacatolica.» 9 Ora aconteceu naqueles dias que Jesus veio de B a ptism o e Nazaré da C alileia. 3 Voe do que clam a no deserto: P re p a ra i o cam inho do S en h or. ele. 40. o Espirito Santo que descia sobre ele em form a de pom ba. pregando o baptism o de penitência. 2 Conform e está escrito no profeta Is a ía s : BdaepJoão tista . 11 e ouviu-se dos céus uma v o z : « T u és o meu F ilh o amado. e <ie*’ jesus’. d iz e n d o : 7 < Vem após de mim quem é mais forte do que eu. viu Simão e A ndré. para remissão dos pecados. ao qu al eu não sou digno de desatar. crede no Evangelho. 15 e d iz e n d o : «E s tá com pleto o tempo e aproxim a-se o reino de Deus. Filho P reg a çã o <le Deua. porém .blogspot. seu irmão.>en d ireita i as suas veredas (Is. fo i Jesus para a C ali­ leia. e eram baptizados por ele no rio Jordão.EVANGELHO SEGUNDO S. 6 João andava vestido de pêlo de camelo. e 08 anjos os serviam. o qual p re p a ra rá o teu cam inho (M al. e fo i baptizado por João no Jordão. trazia uma cin ta de couro em vo lta dos rins. baptizar-vos-á no E spírito Santo. E is que envio o meu anjo ante a tu a presença. viu os céus abertos. V ivia entre os animais selvagens. em ti pus as minbas com placências.1).

19 T en d o passado um pouco adiante dali. mar. 27 F i­ caram todos tão admirados. 33 e toda a cidade se tinha juntado diante da porta. aproxim ando-se e tom ando-a pela m ão. foram a casa d e Sim ão e de A n dré. e João. dizendo: «C a la -te . N ã o com o os escribas. 22 Os ouvin­ tes ficavam adm irados com a sua doutrina. e dando um grande grito.» 28 E divulgou-se lo g o a sua fama por toda a terra da G alileia. seu irm ão. 29 L o go qu e saíram da sinagoga. sendo já sol-posto. deixadas as redes. expeliu m uitos demônios. 35 Levantando-se m uito antes de amanhecer. o Santo de D e u s . 30 A sogra de Sim ão estava de cama com febre. agitando-o v io ­ lentam ente. Im ediatam ente a deixou a febre. o qual começou a vocifera r: 24 «Q u e tens tu que ver connosco.» 38 Ele 1.Prega ça o e m ila g re na sin agoga. Cu ra da so gra d e P ed ro e d e m uitos ou tros en ferm o s. e lá fazia oração. e obedecem -lhe. que estavam também numa barca consertando as redes. e Jesus tendo en­ trado no sábado na sinagoga.» 18 Im edia­ tam ente. que se interrogavam uns aos o u tros: «Q u e é isto? Que nova doutrina é esta? Ele manda com autoridade até aos espíritos imundos. 20 Chamou-os Jogo. com o sen do s u p e r io r a todos o s m estres. 31 Jesus. ensinava. 36 Simão e os seus com panheiros foram procurá-lo. saiu dele. filho de Zebedeu. p o rèm » fa la v a em n om e p r ó p r io . com o quem tem autoridade. e eu vos farei pescadores de hom ens. 22. e não com o os escribas. e sai desse homem ! > 26 Então o espirito im undo. 35. e não lhes perm itia dizer que o conheciam. disseram -lhe: «T o d o s te p rocu ram . traziam -lhe todos os enferm os e possessos. E Id f a s ia oração. levantou-a. O s escrib a s baseavam sein p re o s seu s en sin a m ea tos na a u to rid ad e d o s m estres a n tig os. e ela pôs-se a servi-los. o seguiram . saiu. seguiram-no. 21 Depois foram a Cafarnaum . pois eram pescadores. Eles. e fo i a um lugar solitário. 37 Tendo-o en­ contrado. . 34 Curou muitos que se acha­ vam oprim idos com várias doenças. porque os ensinava. ó Jesus N azareno? V ieste' para nos perder? Sei quem és. Jesus m ostra-n os com o sen e x e m p lo qu e tem os n ecess id a d e d e r e c o r r e r à oração para o bterm os de D e u s lu zes e a u x ílio s . Falaram -lhe logodela. viu T ia g o . com T ia g o e João. 17 Jesus disse-lhes : «S e g u i-me. 32 De tarde.» 25 Mas Jesus o ameaçou. tendo deixado na barca seu pai Zebedeu com os jo r nalciros. 23 N a sinagoga estava um bomem possesso do es­ pírito imundo. Jesus.

conhecendo logo no seu espírito que eles discorriam desla m aneira dentro de si. que era transportado por quatro. para que sai­ bais que 0 F ilh o do homem tem na terra poder de per­ doar p eca d o s . desceram o leito.» 42 Im ediatam ente desapareceu dele a lepra e ficou lirapo. de maneira que todos Cur» . conduzindo um paralítico. disse ao p a ra lític o : «L e v a n ia -te . estendeu a mão e. mas ficava fora nos lugares desertos. d isse-lh e: Se queres. dizendo-lhe com tom severo : 44 «Guarda-te de o dizer a alguém . 3 Foram ter com eíe. tomando o seu leito. mas vai. podes limpar-me. com padecido dele. ou d iz e r: Levauta-te. tom a o teu leito . para as aldeias vizinhas. E eie pregava-lhes a palavra. pondo-se de joelh os. retirando-se começou a contar e a publicar o sucedido. e. Cura do Contradições 2 — 1 Passados alguns dias. disse-lhes: Porqu e pensais isso nos vossos corações ? 9 O que é menos d ifícil dizer ao paralítico : Os teus pecados te são perdoados. de m odo que não se cabia. 2 e soubé-se que ele estava em casa. entrou Jeeus outra vez em Cafarnaum. m ostra-te ao sacerdote. são-te perdoados os teus pecados. pois para isso é que v im . porém. e. tendo feito uma abertura.. de sorte que Jesus já não podia entrar descobertamente numa cidade. Quem pode perdoar os pecados. os quais iam discorrendo nos seus corações : 7 « Como fala assim este homem ? Ele blasfem a. senão só D eus?» 8 Jesus. e v a i para tua casa . Juntou-se muita gente. tocando-o.» 12 Im ediatam ente ele se levan tou . disse ao p a ra lític o : «F ilh o . 41 Jesus. para lhes servir de teste­ munho. tom a o teu leito . em que ja zia o paralí­ tico. e anda? 10 Ora.. e de todas as partes iam ter com ele. e oferece pela purifi­ cação o que Moisés ordenou. retirou-se à vista de todos. sê lim p o . e. 1 1 eu te ordeno. fazendo-lhe suas súplicas. 4 Como não pudessem apre­ sentar-lho por causa da m ultidão. nem mesm o diante da porta. 40 F o i ter com ele um leproso.respon deu : < Vamos para oulra parte.> 39 E andava pregando nas sinagogas. e expelia os demônios.» 6 Estavam a li sentados alguns escribas. 43 E lo g o o mandou retirar. a fim de que eu também lá pregue. 5 Vendo Jesus a fé daqueles homens. p or toda a G alileia. disse-lhe: «Q u e ro . descobriram o tecto p ela parle debaixo da qual estava Jesus. 46 Ele.

enquanto o esposo está com eles? T od o o lem po que têm consigo o esposo. 2» 19.» O jeju m . esp iga s ao 24 Os fariseus diziam -lhe: «G o m o é que fazem ao sábado. . sábado o que não é líc it o ? » 25 Ele respondeu-lhes: «N u n c a lestes o que fez D avid. e comeu os pães da proposição. vendo que Jeeus com ia com os pecadores e publicanos. isto é. ele e os que com ele esta­ va m ? 26 Como entrou jia casa de Deus. 14 A o passar viu L evi. sentado no telónio. dos quais não é lícito comer. e perder-se-ão os od res. começaram a colher espigas. e não o homem para o sábado. e entoruar-se-á o vinho. não podem jeju ar. Ia ter com d e L e v i. e torna-se m aior o rasgão.O sá bado f o i f e i t o p a ra o h o m e m . sendo sumo sacerdote Abiatar. quando se encontrou em necessidade. mas os en fe rm o s . caminhando o Senhor em d ia de pu los sábado. e disseram -lhe: «P o r q u e jeju am os discípulos de João e os fariseus. os seus discípulos. doutra sorte o remendo n ovo leva parte do velho. « S e ­ gu e-m e. e deu aos que com ele estavam ?» 27 £ acrescentou: <0 sábado fo i feito para o homem. Foram pois ter com Jesus. diziam a seus discipulos : «P o rq u e com e e bebe o vosso Mestre com oa publicanos e p eca d o res? » 17 Ouvindo isto Jesus. por entre campos de trigo. ele todo o p ovo. eu não vim chamar oa justos mas os p ecad ores. e então nesses dias jejuarão. filh o de A lfeu .» Ele.se admiraram e louvavam a Deus.. 16 Os escribas e fariseus. o seguiu. e teve fom e.» O s d is c í­ 23 Sucedeu que. 21 Ninguém cose um rem endo de pano cru num vestido v e lh o . os d isc íp u lo s d e Jesus. 05 com p a n h eiros do esposo. 22 Ninguém lança vinho novo em odres velh os. P o r isso o hom em não d e r e passar fo m e p o r causa do sábado. senão aos sacerdotes. 15 Aconteceu que. d ize o d o : «N u n ca la l v im o s. levantando-se. d e Jesus coLliem enquanto cam inhavam . e disse-lhe.» Vocação 13 F o i outra vez para o lado do mar. porque havia m uitos deles que também o seguiam. e n ãojeju am os teus d iscíp u los?» 19 Jesus respondeu-lhes: «P od em porventura jeju ar os com panheiros do esposo. doutra sorte o vinho fará arre­ bentar os odres. e o ensinava.. 20 Mas virão dias em que lhes será tirado o esposo. odres n o v o s . estando Jesus sentado à mesa em casa dele. 27. esta­ vam também à mesa com Jesus e com os seus disci' pulos muitos publicanoB e pecadores. O re p ou so do sábado fo i in s titu íd o p o r D eu s para san tificação da alm a e d o co rp o . mas para vinho novo. 18 Os discípulos de João e os fariseus jeju avam . disse-lhes: «O s sãos não têm necessidade de m édico.

8 de Jerusalém. Sim ão o Cananeu 19 e Judas Iscariotes. entra­ ram lo g o em conselho contra ele com os herodianoe. irm ão de T ia g o . e seguiu-o uma grande m ultidão de povo da G alileia. que tinha uma das mãos seca. Aproxim aram -se dele. prostravam -se diante dele. T om é. cala­ ram-se. e para os enviar a pregar 15 com poder de exp elir os dem ônios. 9 Mandou aos seus discipulos que lhe aprontassem uma barca. e encon­ trava-se lá um hom em . lendo ou vido as coisas que fazia. 14 e destinou doze. 10 Porqu e. que quer dizer filhos do trovão. foi para casa e concorreu de novo tanta gente. para o acusarem.» E le a estendeu. que tinha a mão seca: < Vem aqui para o m e io . B elzeb u e o pecado contra o E sp írito Sauto. porque diziam : < Eslá lo u c o . T ia g o . 21 Quando os seus parentes ouviram isto. F ilip e. e g rita va m : 12 « T u és o Filh o de D eu s.» Mas ele ordenava-lhes com severidade que o não m anifestas­ sem. 1 1 E os espíritos im undos. foram tam­ bém em grande. disse ao h o m em : «E s te n d e a tua m ão. Escolha dos A p ó s ­ tolos. filho de A lfeu . retirando-se.» 4 Depois disse-lhes: « £ ’ lícito em dia de sábado fazer bem ou m al? Salvar a vida a uma pessoa ou tir á -la ? » Eles.m ultidão ter com ele. 2 Observavam -no a ver se curaria em dia de sábado. Bartolom eu. 18 A ndré. 5 Olhando-os em roda com indignação.» 28. para ver com o o haviam de perder. p o d e d is p e c s á -lo s da o b servâ n cia d o sábado. a quem pós o nome de Pedro. chamou a si os que quis. Jesus cercado pela m u ltid ã o . que o entregou.S8 P o r isso o F ilh o do homem é senhor também do sábado. 7 Jesus retirou-se com os seus discípulos para a banda do mar. da Transjordânia e das vizinhanças de T ir o e de Sidónia. que nem mesmo podiam tomar alim ento. e Joâo.» 3 — 1 Outra vez Jesus entrou na sinagoga. filho de Zebedeu. 17 T ia g o . foram para o p re n d e r. 6 Mae os fariseus. como curava muitos. . quando o viam . Mateus. 16 Escolheu pois d o z e : Sim ão. Tadeu. H o m em com a mão seca. para que a m ultidão o não atropelasse. e foi-lhe resta­ belecida a mão. T e n d o v in d o o F ilh o do h om em s a lv a r os hom ens. V á rio s p r o d í­ gio s. porém. da Idum eia. todos os que padeciam algum m al arro­ javam -se sobre ele para o tocarem. aos quais pôs o nom e de B o a n e r g e s . para que andassem com ele. da Judeia. 3 Jesus disse ao homem. contrlstado da cegueira de seus corações. 20 Depois. 13 Tendo subido a um m onte.

minha irm ã. o mandaram chamar. quando saiu o sol. 3 . mas será réu de eterno p ec a d o . o seu reino está d ivi­ dido. V e r n ota.. os quais. e minha m ã e . 35 Porque o que fizer a vontade de Deus. respondeu-lhes: «Q u em é minha mãe e quem são meus irm ã o s ? » 34 E. diziam : «E s tá possesso de Belzebu. dizia-lhes em parábolas: «C o m o pode Satanás expelir Satanás? 24 Se um reino está divid id o contra si mesmo. disse: « E is minha mãe e meus irmãos. olhando para os que esta­ vam sentados à roda de si. M at. enquanlo que toda a m ultidão estava em terra na praia. 2 E ensinava-lhes muitas coisas por m eio de parábolas. o que blasfem ar contra o E spírito Santo. 28 N a verdade vos digo que serão perdoados aos filhos dos homens todos os peca­ dos e as blasfêmias que proferirem . 27 Ninguém pode entrar na casa dò forte. e comeram-na. 31.31. 22 Os escribas. e nâo poderá subsistir. 26 Se pois Sata­ náe se levantar contra si mesmo. e deu fruto que vin gou . e em virtude do príncipe dos dem ônios é que expele os d em ôn ios. 7 Outra parte caiu entre espinhos.» 4 — 1 Começou de novo a ensinar à b e ira do m ar. 8 Outra caiu em boa terra .» 33 E le. que tinham descido de Jerusalém. 6 mas. ee prim eiro nâo prende o forte. is to é» se a s pa ren tes. jam ais terá perdão . 4 En­ quanto semeava. estando fora. e não deu fruto. E seus irm ã o s . 12. foi crestada pelo calor. secou. uma parte da semente caiu ao longo do caminho. 5 Outra parte caiu sobre-pedregulho. como não tinha raiz. tal casa não pode ficar de pé.O s p a re n ­ tes Jesus. Então saqueará a sua casa. e vieram as aves do céu. .» 23 Jesus tendo-os chamado. e nasceu lo g o . P a rá b o la d o sem ea­ d or. 32 Eslava sentada à roda dele m uita gente. 25 E se uma casa está dividida contra si mesma. porque não havia profundidade de te rra . e. de Ocasião d e contar v á ria s pa­ rábolas. e cresceram os espinhos. antes está para acabar. 49 porém .» 31 Chegaram sua mãe e seus irmãos. e juntou-se à roda d ele tão grande multidão que teve de subir para uma barca e sentar-se dentro dela no mar. e a sufo­ caram. Dizia-lhes segundo o seu m eio de ensinar : 8 «O u v i: Eis saiu o semeador a semear. 29. onde tinha pouca terra. e cresceu.» 30 Jesus falou assim por terem d it o : < Está possesso do espírito im undo. e um grão deu trinta. DisseramHhe: « E is que tua mãe e teus irm ãos estão lá fora e procu ram -te. a roubar os seus m óveis. um tal reino não pode subsistir. esse é meu irm ão.

. olhando.c u lro sessenta. 24 Dizia-lhes mais: «A te n d e i ao que ouvis. ouvem a palavra. 19 mas as soliciludes do século. 11 Disse-lhes. ouvem a palavra. P a r a que. 23.» 10 Quando se encon­ trou só. aos que são de fora. P r o v é r b io u tiliza d o p a ra cham ar a atenção d o s o u v in te s sobre o q u e s e d iss e. afogam a palavra. mas para vir a descoberto. 12. e outro a cem por um. na re alid ad e» a conseqüência da m á v o n ta d e dos h om ens q u e a fa sta m a lu z (Is . . 13. . não entendam.» 9 E acrescentava. ouvem a palavra. ouvindo. « Porveutura traz-se a lucerna para a meter debaixo do alqueire ou debaixo do leito ? N ão é para ser posta sobre o candelabro? 22 Porque não há coisa algum a escondida que nâo venha a ser manifesta. lo go a recebem com g o s to . 24-25. . 16 Outros recebem a semente em ter­ reno pedregoso. depois. quanto m a io r fo r a atenção q u e e le s p r e s ta re m à s suas p a la vra s. levantando-se a tribulaçâo ou a perseguição por causa da palavra. U n s en co n ir a m -S 0 ao lo n g o d o c a m in h o são as pessoas « n d n r e c id a s do mal» q u e o a v e m muitas v e z e s a p a la v ra d e D eu s» •mas não a d e ix a m p e n e tra r no sen coração. lo g o que a ouviram . a sedução das riquezas. e dão fruto. . 15 Uns en­ contram -se ao lon go do caminho onde ela é semeada. m a io r será tam bém a sua com preen são . os doze. 4 . S e a lg u é m . co m o h a v e is d e c o m p reen d er as outras» das q u ais esta è com o q u e o fu n dam en to? 15. 18 Outros recebem a semente entre espinhos. de sorte que não se convertam . 21 D izia-lhes m ais. A pa la vra d e D eus d e v e ser o u vid a atenta­ m ente. um a trinta. Jesu s q u e r m ostra r aos seus d is c í­ p u lo s . e os outros afectos desordenados. vem Satanás tirar a palavra sem eada neles. ouça. 6»9-10). 17 mas não têm raizes em si. outro a sessenta. o lh a n d o . . tudo se lhes propõe em parábolas. e outro c e m . porém. A lu z com unicada aos A p ó s to lo s p e la prega çã o de C risto n ão d e v ia p e r m a n e c e r ^ e s c o n h e c id a » mas s e r le v a d a p o r e le s a todo o m undo.. 21-22. que estavam com ele. 23 Se alguém tem ouvidos para ou vir. «Q uem tem ouvidos para ouvir. são inconstantes. o u ça . entrando.. interrogaram -no sobre a parábola. Esta c eg u eira a trib u íd a à v o n ta d e d iv in a . 20 Outros rece­ bem a semente em boa terra. « A vós é concedido conhecer o m istério do reino de D e u s . e ela fica infrutuosa. C o m a m e d id a . qu e. 12 para qu e. com e s te p r o v é rb io . è. S e nâo co m p reen d erd es esta p r im e ir a p a rá b o la . recebem-na.» 13 E acrescentou: «N ã o entendeie esta paráb ola? Então com o entendereis todas as outras? 14 0 que o semeador semeia é a paiavra. e lhes sejam perdoados os p ecad os. s u c u m b e m im ediatam ente. nem que seja feita para estar oculta. não vejam . N ã o e n t e f t d é i s .

cresce e torua-se rnaíor que todas as hortaliças. mas te r sem p re con­ fiança em Jesu s. sobre um traves­ seiro. 27> D o r m e e se le v a n t a . e seguiu-se uma grande bonança.. e disseram-lhe : «M estre. Jesus acalma uma tem ­ pesta de. depois que é semeado. e o qu e a d e s p re z a p e r d e r á a té os po u ­ cos qu e tin b a. E sp alh e. P o r q u e . e ainda se vos acrescentará. porém. na barca.6).» 36 D eixando a m ultidão. Com a oração alcançarem os fo rça para lh es r e s is t ir » e à tem p esta d e su cederá a m a io r bonança. a s ^ m ^ ii^ ^ s p a lh a d a b ro ta e cresce sem ele saber eomo. . quando o fruto está ma­ duro. é a m enor de todas as sementes que há na terra. P o r m aiores q u e sejam as tem p esta d es da nossa a lm a » isto é. conform e o perm itia a capacidade dos ouvintes. quando se sem eia na terra. Outras em­ barcações o seguiram . isto é. 40 D epois dos m is té rio s c ele stes qu e o u v em anunciar. prim eiram ente. e disse para o m a r : < Cala-te. Acordaram -no. «Passem os à outra b a n d a . depois a espiga. a sem en te da v e r d a d e a da v ir tu d e . em udece.23. noite e dia. 37 Então levantou-se uma grande torm enta de vento.9. m ete lo g o a fouee. Ez. lhe será tirad o. de sorte que a barca se enchia de água. 4.» 0 vento amainou. e as ondas lançavam-se sobre a barca.» 26 D izia tam bém : « 0 reino de Deus é como um homem que lança a semente à terra. ao qne tem. 31. e por últim o o trigo grado na espiga.» 30 D izia m ais: « A que coisa com pararem os nós o reino de Deus? Com que parábola o figu rarem os? 31 E’ com o um grão de mostarda que. e a semente brota e cresce sem ele saber com o. 32 mas. a erva. e .. já sobre a tarde. de m odo que as aves do céu podem v ir p ou sa r à sua sombra (Dan. dar-se-lhe-á ainda mais e ao que não tem. não se te dá que pereçamos? 39 Ele levantou-se. o qu e o u v e atentam ente a pa la vra d e D eus. a seu tem p o. 35 N aquele mesmo dia. . 17. nunca d e v e m o s d esan im ar. 37-40. vos m edirão a vós. sob a acção d e D eu s. sem desàn im os. 27 Dorm e e se levanta.» 33 Assim lhes propunha a palavra com muitas pará­ bolas com o estas. caindo na c eg u eira e s p iritu a l. disse-lhes. . receb erá n ovo s conh ecim en tos e s p iritu a is .18. 38 Jesue estava dorm indo na popa. as tentações. tudo explicava em particular a seus discípulos. e cria grandes ramos. 28 Porque a terra por si mesma produz. o levaram . 25 Porque ao que tem . O qu e trabalh a p e la salvação das almas não d e v e preocu p ar-se com c o lh e r o fru to do seu trabalho. porque está chegado o tempo da c e ifa . P a rá b o la do grão d e m os­ tarda. 34 N áo lhes falava sem parábolas. ameaçou o vento.P a iá b o la da sem en te. 29 E. Com a m edida com que medirdes. assim eom o estava. ainda o que tem.

e tiveram medo. . e ninguém o podia domar. 2 A o sair Jesus da barca. come­ çou o que fora vexado do dem onio a pedir-lhe que lhe permitisse acompanhá-lo. porém. 16 Os que tinham visto contaram-lhes o que tinha acon­ tecido ao endem oninbado e aos porcos. para os teus. e a vara. 4 Tendo sido atado por muitas vezes com grilh ões e com cadeias. e anuDcia-lhes quão grandes coisas o Senhor te fez. gritando e ferindo-se com pedras.» 13 Jesus deu-lhes essa permissão. 7 e cla­ mou em alta v o z : «Q u e tens lu com igo. fo i logo ter com ele. para nos me­ termos n e le s . Jesus. 3 T in h a o seu d om icílio nos .» 20 E le retirou-se e começou a publicar pela Decãpole quão grandes coisas lhe linha feito Jesus . E otão os espíritos imundos saíram e entraram nos porcos. >= sepulcros. que até o vento e o mar lhe obedecem ? » 5 — 1 Chegaram à outra banda do mar. 12 Os espíritos imundos supli­ caram-lhe : « Manda-nos para os porcos. e diziam uns para os outros . e viram o que tio h a sido vexado do dem ônio sentado. um homem possesso d e o e ra s a de um espírito imundo. ele.disse-lhes : «P o rq u e sois tão tím idos? A in d a não ten­ des f é ? » Ficaram cheios de grande tem or. E o povo foi ver o que tinha sucedido.» 8 P orqu e Jesus dizia-lhe : «E sp írito imundo sai desee h om em . 19 Mas Jesus não o perm i­ tiu.» 10 E suplicava-lhe instantem ente que o não expulsasse daquele pais. que tinha estado possesso de uma legiã o in teira . e nem com cadeias o podia alguém ter preso. andava pelos sepulcros e pelos montes. ao terrio tório dos gerasenos. e todos se adm iravam . precipitou-se por um despinhadeiro no mar. 5 E sempre. tinha quebrado as cadeias e despedaçado os grilhões. 15 Foram ter com Jesus. saindo dos sepulcros. e com o teve piedade de t i. 11 A n d a va ali pastando ao redor do m onte uma grande vara de porcos. Filho de Deus A ltís s im o ? Eu te conjuro por Deue que me não atorm en tes.» 9 Depois pergu ntou -lhe: «Q u e nome é o t e u ? » E le respondeu: < 0 meu nome é L egiã o . onde se afogaram . 17 Eutão começaram a rogar a Jesus que se retirasse do territó­ rio deles. a Jesus de lon gé. vestido e são do ju ízo . «Q u e m será este. correu e prostrou-se diante dele. 18 Quando Jesus subia para a barca. anles lhe disse: « V a i para tua casa. porque somos m u ito s. 6 V endo. 14 Os que andavam apascentando fugiram e foram espalhar a noticia pela cidade e pelos campos. que era dé cerca de dois m il. dia e noite.

26 que tinha sofrido muito de muitos médicos. 30 Jesus. vendo-o. a tua fé le s a lv o u . e uma grande multidão o seguia e o apertava. e disse-lhe toda a verdade. 38 Chegando a casa do príncipe da sinagoga. tendo feito sair todos. 22 Chegou ura dos chefes da sinagoga. irm ão de T ia g o . os que estavam chorando e fazendo grandes prantos. foi prostrar-se diante dele. para que incom odar mais 0 M estre?» . pois tinha já doze anos.» 29 Im ediatam ente parou o fluxo de sangue. le v a n ta -te .36 Porém . d izen d o: « T u a filha m orreu . e v iv a . va i em paz. Ficaram cheios de grande espanto. entre a turba. im põe sobre ela a mão. 41 Tom ando a mão da menina. disse-lhes: « P o r ­ que vos perturbais e chorais? A m enina não está m orta. ficarei cu rad a. conhecendo lo g o em si mesmo a virtu de que saíra dele. e a n d a v a .» 35 A in d a ele falava. que há doze anos padecia um fluxo de sangue. 34 Jesus disse-lh e: < Filha.A filh a d e a hèmorroissa. concorreu a ele m uita gente. 23 e suplicava-lhe com in stância: «M in h a filha está nas ú ltim as. disse. sem ter sentido m elhoras. 43 Jesus ordeuou-lhes rigó- . T ia g o e João.» 24 Jesus fo i com ele. ainda que eeja só o seu vestido. e trem endo. senão Pedro. disse. fo i por detrás. e entrou oude a menina estava deitada. e tocou o seu vestido.» 42 Im ediatam ente se levantou a m enina. lançou-se a seus pés. tendo ou vido o que eles diziam . e ele estava ju n to do mar.» 37 E não perm itiu que ninguém o acompanhasse.I h e : * T a lith a koum . Mas ele. e os que o acom panhavam . crê sòm en te. mas d o rm e . tomou o pai e a mãe da menina. que sabia o que se tinha passado nela. cheia de medo. para que seja salva. o qual. disse ao príncipe da sina­ g o g a : « N ã o tem as. voltado para a m ultidão.» 40 E zombavam dele. 27 tendo ouvido falar de Jesus. 2 1 T cn d o passado Jesus novam ente para a outra b®nda ua barca. Jesus. 39 T en d o entrado. vem . e perguntas: Quem me to c o u ? » 32 E Jesús olhava em roda para ver a que tinha feito isto. e tiuha gastado tudo quanto possuía. 25 Então uma mulher. antes cada vez se achava pior. 28 Porque d iz ia : « S e eu tocar. quando chegaram de casa do chefe da sinagoga. «Q u em tocou os meus vestid os?» 31 Oe seus discípulos responderam : « T u vês que a m ultidão te com prim e. chamado Jairo. viu Jesus o alvoroço. eu te m ando. e sentiu no seu corpo estar curada do m al. que quer d izer: Menina. e fica curada do teu m a l. 33 Então a mulher.

I t Onde vos não receberem. 6» 5. . entre os seus parentes e na sua própria c a s a . nem dinheiro na cintura.porém . nem alforge. senão sòmente um bastão. GALILEIA 14 Ora 0 rei Herodes ouviu falar de Jesus. disse: «E s t e é aquele João. 4 Mas Jesus d izia-lh es: « Um profeta só deixa de ser honrado na sua pátria.» E outros d iziam : < E ’ um pro­ fe ta . » 17 P o rq u e H erodes tinha mandado prender João.» 16 Herodes. . não p o rq n e lh e fa lta s s e o poder» soas p o rq o e o s N a za ren o s» não q u e re n d o a c re d ita r na m issão de J esn s. dando-lhes poder sobre oe espíritos imundos. d izia m : < £ ’ E lia s . f\ão p o d ia j a z e r . irm ão de T ia g o . 9 mas que fossem calçados de sandálias. fllh o de Maria. . D izia-se: «J o ã o Baptista ressuscitou de entre os m o rto s. ungiam com óleo mui­ to s enfermos. nem vos ouvirem . de José. 7 Chamou os doze. e não levassem duas túnicas. é por isso que o poder de fazer m ilagres opera n e le . JESUS PERCORRE A Jesus em N a za ré. q u e tinh a m andado matar jo ã o B a p tista . im pondo-lhes as mãos. fo i para a sua p á tria . cujo nom e se tiuba tornado célebre. apenas curou alguns poucos enfermos. In q u ieta ­ ção de H e ro d e s . tendo ouvido isto. IS jE xp eliam m uitos dem ônios. 8 Ordenou-lhes que não tomassem nada para o cami­ nho. 6 — 1 Ten do Jesus partido dali.» 5 E não podia fazer a li m ilagre algum .rosamente que ninguém o soubesse. 2 Chegando o sábado. e seguiam-no oe seus discípulos. tinh am -se to in a d o in d ig n o s d e re c e b e r os seu s b e n e fíc io s . M issão dos A p ó s ­ tolos.» 15 O utros. e com eçou a enviá-los dois a dois. de Judas e de Sim ão? N ão vivem aqui entre nós também suas irm ã s ? » E estavam perplexos a seu respeito. ficai nela até sairdes daquele lugar. Os seus numerosos ouvintes adm iravam -se e d izia m : «D o n d e vêm a este todas estas coisas que d iz? Que sabedoria é esta que lhe foi dada? B com o ee operam tais m ara­ vilhas pelas suas m ãos? 3 Não é este o carpinteiro. 10 E dizía-Ih es: «E m qualquer casa onde entrardes. e que ressuscitou dos mor­ tos. como um dos antigos p ro feta s. a quem eu m andei degolar. sacudi o pó dos vossos pés em testemunho contra e le s . retirando-vos de lá. nem pão. começou a ensinar na sinagoga. . pregavam aos povos que fizessem peuitência. e curavam-nos. 6 E admirava-se da incredulidade deles. Depois an­ dava ensinando pelas aldeias circunvizinhas. Depois disse que dessem de com er à menina.» 12 T en d o par­ tid o.

te darei. fez este pedido: «Q u e ro que im ediata­ mente me dês num prato a cabeça de João B a p tista .» 26 0 rei entristeceu-se. 21 Chegando um dia oportuno. olhava-o com respeito. viu Jesus uma grande multidão.» 19 H erodíades tinha-lhe rancor e queria fazê-lo m orrer. deu-o à moça. 29 T en d o ouvido is lo os seus discipulos.V o lta dos A p ó s‘tolo s. e chegaram prim eiro que eles. e concorreram lá. e com eçou a ensinar-lhes muitas coisas. 34 A o desem­ barcar. porque eram como ovelhas sem pastor. dizen do: «E s te lu gar é solitário e a hora é já a d ia n ta d a . chegaram-se a eles seus discí­ pulos. 18 Porqu e Joâo dizia a H erodes: « N ã o te é lícito ter a m ulher de teu irm ã o .» 25 Tornando lo g o a entrar apressadamente ju n to do rei. de todas as cidades. disse a sua m ãe: «Q u e hei-de eu p e d ir ? » E la respoudeu-lhe: « A cabeça de João B a p tista . dançou e agradou a Herodes e aos seus con­ vivas. ainda que seja metade do meu r e in o . e des­ cansai um p o u c o . a fim de que vão às quintas . a pé. com a qual linha casado (ilicita m e n te ). a um lu gar solitário.» 24 Ela.» Porque eram muitos os que iam e vinham . 36 despede-os. porém ouvia-o de boa vontade. ficava m uito perplexo. a um lugar solitário. aos tribunos e aos principais da G alileia. H erodes. e a moça a deu a sua mãe. e nem tinham tem po para comer. e. e teve-o em ferros no cárcere por causa de Herodíades. mulher de F ilip e. 35 Fazendo-se tarde. 31 Ele disse-Ih es: «V in d e aparte. por causa do juram ento e dos convivas. e m uitos souberam para onde iam. 30 Ten do os A póstolos voltad o a Jesus. seu irm ão. quando o ouvia. sabendo que João era varão ju sto e santo. Ele fo i degolá-lo no cárcere. no ani­ versário do seu nascimento. tomaram o seu corpo. deu um banquete aos garandes da corte. 0 rei disse à m oça: «P e d e -m e o que quiseres e eu to d a re i. protegia-o. 32 En­ trando pois numa barca. tendo saído. retiraram -se aparte. 28 levou a sua cabeça num prato. porém não podia. mae. 20 porque Herodes. não quis desgostá-la.» 23 E ju rou -lh e: «T u d o o que me pedi­ res. e o depuseram num sepulcro. P r im e ir a m u ltip lícaçàf) dos pães. foram . 33 Porém viram -nos partir. T e v e compai­ xão deles. 27 Im ediata­ mente mandou um guarda com ordem de trazer a cabeça de João. 22 T en d o entrado na sala a filha da mesma H erodíades. contaram-Ihe tudo 0 que tinham feito e ensinado.

não tem ais. 53 T en d o passado à outra banda. e os deu a seus discípulos para que lhos servissem . correndo por todo aquele país. 44 Os que tinham comido dos pães eram einco mil homens. a Betsaida. 52. nas aldeias. 41 Jesus.» Eles disseram : «ir e m o s pois com duzentos dinheiros com prar pão para lhes darmos de c o m e r ? » 38 Jesus perguntou-lhes: «Q u a n tos pães tendes vós? Id e v e r. e lá aportaram . para chegarem prim eiro que ele à outra banda do la go. S e e le s tivess em dado conta do m ila g r e da m u ltip lica çã o dos pães. andando sobre o m a r .e povoados próxim os e comprem algum a coisa para com er. onde sabiam que ele estava. N ã o iín k a m d a do c o u t a . 56 Em qualquer lu gar a que chegava. (porque o vento lhes era contrário). não se a d m ira va m tanto d e v e r Jesu s ca m in h ar sobre as águ a s.» 51 Subiu em seguida para a barca a ir ter com eles. cerca da quarta v ig ília da noite fo i ter com eles. Jesus caminha sobre o O utros m ila g res. encontrava-se a barca no m eio do mar. e fez menção de passar adiante. e dois peixes. lo go o conheceram. Mas ele falou-lhes lo g o e disse: «T e n d e confiança. disseram -lhe: «T e m o s cinco. ju lgaram que era um fantasm a e grita ra m . 47 Chegada a noite. elevando os olhos ao céu. tom ando os cinco pães e os dois peixes. retirou-se a um m onte a fazer oração. em grupos. — O seu coração estava obcecado. nas cidades ou nas herdades. 49 Quando eles o viram caminhar sobre o mar. 48 Vendo-os cansados de remar. 54 T en d o desembarcado. 45 Im ediatam ente Jesus obrigou seus discípulos a embarcar. igu al­ mente repartiu por todos os dois peixes. e o vento cessou. começaram a trazerrlbe todos os doentes em le i­ tos. 42 Tod os comeram e ficaram saciados. o seu coração estava obcecado. punham os enfermos no m eio das praças. sobre a relva verde. 46 De­ pois que os despediu. e ele só em terra. . abençoou e partiu os pães. 50 porque todos o viram e se assustaram. não en te n d ia claram en te as obras de Jesus.» Depois de terem exam inado. 52 pois uão tinham dado couta do que se tinba passado com os p ã e s . s en d o p re c is o qu e o S a lv a ­ d o r lh e s d esse m ais esta p r o v a d o seu p o d e r para que desap arecesse loda a sua fa lta d e confian ça. . F ica­ ram extrem am ente estupefactos.» 39 Então mandou-lhes que os fizessem recostar a todos. foram ao país de Genesaré. 40 E recostaram-se em grupos de cem e de cin­ qüenta.» 37 Ele respondeu-lhes: «D ai-lhes vós de com er. . sou eu. enquanto despedia o povo. 55 e. 43 E recolheram doze cestos cheios das sobras dos pães e dos peixes.

entra no homem. 12 e não lhe deixais fazer nada em fa v o r de seu pai ou de sua mãe. mas comem o pão sem lavar as m ã o s ? » 6 Ele respondeu-lhes: «C o m razão Isaías profetizou de vós. 20. isto é. quando vêm da praça pública. que tendes trans­ m itido de uns aos outros. não comem sem se p u rific a r. 19 porque não entra no seu coração. os seus discípulos interrogaram -no sobre esta parábola. os vasos de metal. dizia-lhe : «O u ­ vi-m e todos. quando escreveu (29. 5. e os leitos). em observância da tradição dos anti­ gos. 13 anulando assim a palavra de Deus por uma tradição. mas as que saem do homem. ensinando doutrinas que são preceitos hum a­ nos.D iscu ssão so b re as Tradições ía ris a icas.12 . os jarros. mas vai ter ao ventre. 15 N ão há coisa fora do ho­ mem que. 11 Porém vós d iz e is . vindos de Jerusalém.* 9 Disse-lhes m ais : « V ó s bem fazeis por destruir o mandamento de Deus. Ex.17). E todo 0 que a m a ld içoa r seu p a i ou sua mãe. não comem sem lavar as mãos cuidadosam ente. E fazeis muitas coisas seme­ lhantes a esta. seja p u n id o ãe m orte (E x. 21. mas o seu coração está longe de m im . obser­ vais cuidadosam ente a tradição dos hom ens. Se alguém disser a seu pai ou a sua m ã e : E’ oferta a Deus qualquer coisa minha que te possa ser ú t i l .13): Este povo honra-m e com os lábios. hipócritas. de fora. Dt. 8 Pondo de lado o m andam ento de Deus. deixada a multidão. 2 Tendo visto alguns dos seus discípulos com er o pão com as mãos impuras. 7 E ’ vão o culto que me prestam . essas são as que tornam o homem im puro. E todos os que o tocavam fteavam sãos. por lavar. 16 Se alguém tem ouvidos para ouvir. e pediam -lhe que os deixasse tocar ao menos a orla do seu vestido. para m anter a vossa tradição. 18 Ele respondeu-lhes: «T a m b ém vós sois ignorantes? N ão compreendeis que tudo o que. 4 e. o possa manchar. 5 os fariseus e os escrivas inter­ rogaram -no : < Porque não andam os teus discípulos segundo a tradição dos antigos. e lança-se num . não o pode contam inar. 3 (porque os fariseus e todos os Judeus. entrando nele.16 . 10 Porque Moisés d is s e : H o n ra teu p a i e tu a mãe. e entendei. e praticam muitas ou tras observâncias tradicionais.* 17 Tendo entrado em casa. como la va r os copos. 7 — 1 Reuniram -se em volta de Jesus os fariseus e alguns dos escribas.* 14 Convocando novam ente o p ovo. ou ça.

sobrem aneira. cuja filh a estava possessa do espirito im undo. a loucura. 34. 23 Tod os estes males procedem de dentro. fo i Jesus para o território de T iro e de Sidónia. os hom icídios. do coração do hom em é que procedem os maus pensamen­ tos. o dem óuio saiu de tua filh a . as perversidades. dizen do: «T u d o tem feito bem ! Faz ou vir os surdos. tom ando-o aparte dentre a multidão. mae também os cachorrinhos com em . lo go que óuviu falar dele. sirofenícia de nação. e disse-lhe: < E p h p h a ta ». «21 Porqu e do interior. 25 Porque uma mulher. é que contam ina o hom em . havendo novam ente grande multidão. 26 Era uma m ulher gentia.. que quer dizer «a h re -te ». Porém . as fornicações. das m igalhas que caem dos m eninos. as iibertinagens. os furtos. disse-lhes: 2 « T e n h o com paixão deste povo. mas não pôde ocul­ tar-se. as avarezas. 33 Então Jesus. e falar os m u d os! »* 8 — 1 Naqueles dias. e contaminam o h om em . 36 Ordenou-lhes que a ninguém o dissessem. T en d o entrado numa casa. a in veja.» 28 Mas ela res­ pondeu-lhe : «A s s im é. quanto mais lh o proibia.lu gar escuso ? » Com isto declarava puros todos os ali­ mentos. .» 30 T en d o voltado para sua casa. não queria que ninguém o soubesse. e tocou com saliva a sua língu a. debaixo da mesa. mais o publicavam . para nos m o s tia r q u e d ev em o s r e c o r re r a D eus em tod as as n ossas n ecessidades.» 27 Jesus disse-lh e: •* D eixa que pri­ m eiro sejam fartos os filhos.» 29 E le disse-lhe : < P o r esta pala­ vra que disseste. 22 os adultérios. • 31 Jesus. 32 Trouxeram -lhe um surdo-mudo. cou sid eran d o as m is é ria s hum anas.— D e u um s u sp iro. va i. não tendo que com er. 35 Im ediatam ente ee lhe abriram os o u vi­ dos. 20 E acrescentava: < 0 que sai do homem. O su rdo e mudo. Jesus na F e n ic ía . S egunda m u ltip li­ cação dos pães. Senhor. a m aledicência. levantando os olhos ao céu. L e v a n ta n d o os o lh o s a o céu. e suplicavam -lhe que lhe impusesse a mão. a seberba. Suplicava-lhe que expelisse o dem ô­ nio de sua filha. e falava clara­ mente. fo i lançar-se a seus pés. A Canan eia. encontrou a menina deitada sobre o leito. fo i n ova­ m ente por Sidónia ao mar da G alileia. deixando o território de T iro .» 24 Partindo dali. se lhe soltou a prisão da língua. chamados os discí­ pulos. as fraudes. 37 E adm iravam -se. meteu-lhe os dedos nos ouvidos. deu um suspiro. 34 Depois. e. atravessando o território da Decápole. tendo o dem ônio saido dela. porque há já três dias que não se afastam de mim. porque não é bem tom ar o pão dos fllhos e lançá-lo aos cã es.

pós-lhe saliva sobre os olbos. 8 Comeram. conduziu-o fora da aldeia. im pondo-lhe as suas mãos. fica­ ram saciados. deu graças. quantos cestos levantastes de p e d a ç o s ? » Respon­ deram : « S e t e . E le os abençoou. parliu-os e deu a seus discípulos. deixando-os. pedindo-lhe. 23 Tom ando o cego pela m ão. e mandou que fossem distribuídos. dos pedaços que sobejaram . e o ferm ento de H e ro d e s . Depois.» 20 « E quando d ividi sete pães entre quatro mil. d izen d o : «E v it a i com cuidado o ferm ento dos fariseus. não vedes. 12 Porém Jesus. Trouxeram -lhe um cego. 15 Jesus advertia. senão um único. tom ando os sete pães. arrancando do coração um suspiro. e.» 13 Depois. 11 Apareceram os ãriseus. e eles os distribuíram pelo povo. F e rm e n to dos fa ris eu s. e tendo ouvidos. 9 Ora os que comeram eram cerca de quatro m il. e não tinham conbigo na barca. e suplicavam -lhe que o tocasse. não ouvis ? Já não vos recordais ? 19 Quando d ivid i cinco pães por cinco m ii homens.» 4 Os discípulos responderam -lhe: «C o m o poderá alguém saciá-los de pão aqui num de­ s e r to ? » 5 Jesus pergu ntou -lhes: «Q u a n to s pães ten­ d e s ? » Responderam : « S e t e .» 21 E d izia-lh es: «C o m o é que não entendeis a in d a ? » 22 Chegaram a Betsaida. jassou ao território de Dalm anuta. 7 Tinham também uns poucos de peixinhos. disse-lhes: «P o r q u e estais vós a discutir que não tendes pão ? A in d a não reflectiste nem entendestes? A in d a tendes o vosso coração obcecado ? 18 Ten do olhos. O cego de B e tsaid a. 10 Entrando logo na barca com seus discipulos. e começaram a disputar com ele.08 .» 6 Então ordenou ao povo que se recostasse sobre a terra. um sinal do céu. d isse: «P o r q u e pede esta geração um sin al? Em verdade vos d igo que a esta geração não será dado sinal a lg u m . e passou à outra bauda. desfalecerão no cam inho e alguns deles vieram de lo n g e . e. para que os distri­ buíssem . levantando os olhos.O s fa riseus p ed em um p r o d íg io .» 17 Conhecendo isto Jesus. Em seguida Jesus despediu-os. levan ta­ ram sete cestos. perguntou -lh e: «V ê s algum a c o is a ? » 24 Ele. para o tentarem. 14 Ora os discípulos esqueceram-se de tomar p ã e s . e não têm que comer. entrou novam ente na barca.» 16 E eles discorriam entre s i : « E ’ que nós não temos p ã o . 3 Se os despedir em jeju m para suas casas. disse : « V e jo os hom ens que me parecem árvo­ . quantos cestos levantastes cheios de p ed a ço s?» Eles responderam : « D o z e .

com eçou a repreen­ dê-lo.seus discípu­ los. tomando-o de parte. voltando-se e olhando para seus discípulos. e outros que algum dos profe­ ta s .» 27 Saiu Jesus com os seus discipulos pelas aldeias d e Cesareia de F ilip e. Jm pâ s-lh e n o v a m e n te . J esa s p r e d iz a sua P a ix ã o . M t. negue-se a si mesmo. N e c e s s i­ dade da abn e­ gação.res que a n d a m . 33 Mas Jesus. Jesu s r e fe r e -s e aos gra n d es fe ito s d c p o d e r. fo sse tam bém aumen­ tando gradu alm en te. outros que Elias. de longe. Pelo cam inho.» 30 Então Jesue ordenou-lhes severam ente que a nin­ guém dissessem isto dele..25.» 9 — 1 E dizia-lh es: «E m verdade vos d igo que. 31 E c o m e ç o u a declarar-lhes q u e e ra necessário q u e o F ilh o do homem padecesse m uito. mas o que perder a sua vid a por am or de mim e d o E vangelho. pelos príncipes dos sacerdotes. 16. que não tens gosto pelas coisas de Deus. ficou curado e distinguia tudo. e que ressuscitasse depois de três dias. dos q u e aqu i se encontram. quando vier na glória de seu P a i com os santos a n jos. .23. chamando a si o povo com. d iz e n d o : «R e tira -te d a q u i Satanás.» 29 Então perguntou-lhes: <E vós quem dizeis qu e eu sou ? Pedro respondeu: « T u és o M essias. qu e assina­ la ra m o e s ta b ele cim en to da Ig r e ja (O s ty ).» C o n fis s ã o d e P e d ro . 35 Porque o q u e quiser salvar a sua vida. tom e a sua cruz. 25. também o F ilh o do homem se en vergon h ará dèle.. Jesus curou gra d u a lm en te este cego» p a ra q u e a sua fé . a p e rd e rá . mas sim pelas dos h om en s.’ 36 Pois que aproveitará ao hom em ganhar o mundo in teiro e perder a sua a lm a? 37 Ou que dará o hom em em troco da sua alm a? 38 N o m eio desta gera­ ção adúltera e pecadora. 32 E fa la va destas coisas clara­ mente.» 34 IJepois. I. quem se envergonhar de mim e das minhas palavras. que fosse rejeitado pelos anciães. V e r nota. 9 . repreendeu Pedro. 26 Então Jesus mandou-o para casa. 33. d izen d o : «N ã o entres na a ld e ia . 35. alguns não m orrerão sem terem visto antes o reino de Deus v ir com p o d e r. a salvará. nitidam ente.» 25 Depois Jesusim pôs-lhenovam ente a s mãos sobre os olhos. disse-lhes: « S e alguém me quer seguir. e siga-m e. in terrogou os seus discípulos: «Quem dizem os homens que eu sou ?» 28 Eles responderam -lhe: « U n s dizem que João Bap­ tista. m u ito frou xa no p r in c íp io . Pedro. que fosse m orto. M t „ 16. . e começou a ver claram en te. V e r nota. € pelos escribas.

com o nenhum lavandeiro sobre a terra os poderia tor­ nar tão brancos. 4 Depois apareceu-lhes Elias com Moisés. e conduziu-os sós.» 8 Olhando lo g o emroda. 16 Per­ guntou-lhes : «Q u e estais disputando en lre v ó s ? » 17 Um de entre a m ultidão respondeu-lhe: «M estre.T r a n s fi­ guração.» 20 Levaram -lho.» 6 P orqu e nãosabia o que dizia. Como eslá escrito acerca do F ilh o do homem. im ediatam ente o espírito o agitou com v io ­ lência. 15 E lo g o toda aquela m ultifião sur­ preendida ao ver Jesus. caído por terra.» 19 Jesus respondeu-lhes: « 0 ’ geração in crédu la! A té quando hei-de estar convosco? A té quando vos hei-de suportar? Trazei-m o cá. 18 o qual. ordenou-lhes que a ninguém conlassem o que tinham visto. e saiu uma voz da nuvem . investigando entre si o que queria d ize r: «Q u a n d o tiver ressuscitado dos m ortos. e. 21 Jesus perguntou ao pai d e le : « H á quanto tem po . e o menino espuma. e transfiguron-se diante deles.» 11 In terrogaram-QO. pois estavam atônitos de medo. revolvia-se espumando. dizen do: «P o r q u e dizem os escribao que Elias deve v ir p rim e iro ? » 12 Jesus respondeu-lhes: «E lia s efectivam ente há-de v ir prim eiro e pôr tudo emordem. disse a Jesus: « Mestre. que estavam falando com Jesus. onde quer que se apodere dele. uma para ti. tom ando a palavra. eu trouxe-te meu filho que está possesso de um espirito mudo. outra para Moisés. não viram mais ninguém com eles senão Jesus. range com os dentes. aparte. R ogu ei a teus discipulos que o expelissem . o lança por terra. e fizeram dele quanto qui­ seram. a um a lto monte. 3 Os seus vesti­ dos tornaram-se resplandecentes. T ia g o e João.» 14 Chegando ju n to dos seus discípulos. o u v i-o . que terá de sofrer muito e ser desprezado? 13 M as digo-vos que Elias já veio. 2 Seis dias depois. 9 A o descerem do monte. como está escrito d e le . e os escribas dispu­ tando com eles. 5 Pedro. tomou Jesus consigo P ed ro. outra para E lia s . e não pu deram . 10 Obser­ varam esta ordem . senão quando o F ilh o do homem tivesse ressuscitado dos m ortos. correu para o saudar. O meDÍno possesso do d em ò n lo . é bom queestejamoB a q u i: façamos três tendas. e fica entorpecido. que d iz ia : «E s te éo meu F ilh o caríssimo. Tendo visto Jesus. 7 E formou-se uma nuvem que os cobriu com a sua sombra. em extrem o brancos. viu uma grande m ultidão em vo lta deles.

dizendo-lhe : «E s p írito mudo e surdo. sentando-se. vendo aumentar a m ultidão. chamou os doze. pô-lo no meio deles. mas aquele que me e n v io u . 28 Depois que entrou em casa. porque não há ninguém que faça um m ilagre em meu nome e que 23. e o menino ficou como m orto. tem com paixão de n ó s . é p r e c is o a oração e o j e j u m . tomaudo urn menino. será 0 últim o de todos e o servo de to d o s . não me recebe a mim. de sorte que m uitos d iziam : « E s t á m o rto .. . atravessaram a G alileia. porque não nos segu e. dando grilo s e agilando-o com violêncja. e lhe darão a m orte. tomando-o pela m ão. e ele ergueu-se. disse-lhes: 37 «T o d o o que rece­ ber um destes m eninos em meu nome. eu te m ando. porque no cam inho tinham discutido entre si qual deles era o m aior. seus discípulos pergun­ taram -lhe particularm ente: «P o r q u e o não pudemos nós e x p e lir ? » 29 Respondeu-lhes: «E s ta casta de de­ m ônios não se pode expelir. e nós lho proibim os.» 24 Im ediatam ente o pai do m enino exclam ou . porém. exp elir os dem ônios em teu nome. e não tornes a entrar n e l e ! » 26 Então.» 32 Mas eles não com preendiam estas palavras. e disse-lhes: « S e alguém quer ser o prim eiro.» 39 Jesus.» Nova 30 Ten do partido dali. vai ser entregue às mãos dos homens. e dizia-lh es: « 0 Filh o do homem P a ix ã o . a mim recebe. depois da sua m o rte . « E u c re io ! A u x ilia a m inha falta de f é . calaram-se. sai desse m enino. T tid o è p o s s ív e l a o que c rê com um a í è v iv a » acom panhada d e obras» como Jesus m an ifesta lo g o a s e g u ir no v e r s . e. vim os um. ameaçou o espírilo imundo. 31 Ia instruindo p r oda os seus discípulos. porém tu. e temiam interrogá-lo.lhe sucede is t o ? > E le respondeu. que não zeio sem anda connosco. d izen d o c|ue. respondeu : «N â o lho proibais. senão m ediante a oração e o je ju m . saiu dele. depois de o abraçar. 22 O dem ônio tem-no lançado muitas vezes no fo g o e na água. 29. < Desde a infância. e todo o que me receber a m im . para e x p e lir certos dem cn ios. «S e p o d e s . H u m il­ 33 N isto chegaram a Cafarnaum. e ressuscitará ao terceiro dia. Jesus perguntou-lhes: « D e que vínheis vós discutindo pelo cam inho? 34 Eles. porém. se podes algum a coisa.» 27 Porém Jesus. Quando estavam dade. fe c ia e Jesus não queria que se soubesse. » 25 Jesus. para o m atar.» 38 João disse-lhe: «M estre.» 23 Jesus disse-lhe. levantou-o. 35 Então. vale-nos.» 36 Em se­ gu ida. tudo é possível ao que c r ê . em casa..

Escândalo 42 Quem escandalizar um destes pequeninos que e inferno. M o isés?» 4 Eles responderam : «M oisés perm itiu escre­ ver lib elo de divórcio. do que. isto é. 45 Se o teu pé é para ti ocasião de queda. corta-a. fo i Jesus para o território da ju ^ g ig . ir para a geena. m elhor lhe fora que lhe atassem à roda do pescoço a mó que um asno faz girar. 24. 44 onde o seu verme não m orre. 48 onde o seu verme não m orre. e se ju ntará a sua m ulher. T o d o o h o m e m cond enado ao in fe rn o s « r a /W o f o g o . tendo duas mãos. 48 Se a tua m ão é para ti ocasião de ■queda.» JESUS V A I A JERUSALÉM Na 10— 1 Saindo d ali. 49. Estes d o is v e r s íc u lo s são o m itid o s p e lo s m e lh o re s m an u scritos gregos.P®*"® o ten tarem : « E ’ lícito ao m arido repudiar sua m u lb er? » 3 Ele respondeu-lhes: «Q u e vos mandou lilv e l.possa lo g o dizer m al de mim. e o fogo não se apaga (Is . e separar-se dela (Dt. Deus fê-los homem e mulher. 6 Porém . e 0 fogo não se apaga (Is. do que. ser lançado na geena. em verdade vos d igo que não perderá a sua recompensa. o fo go do in fe r n o será para e le com o um sal que» p r e s e r ­ va n d o-o da corrupção» o d e v o r a r á sem o con su m ir. tendo dois pés.24).1). no prin­ cípio da criação. C a r id a d e . 47 Se o teu olho é para ti ocasião de queda. 46 onde o seu verme não m orre. com que h aveis de lhe dar o sabor? Tende sal em vós. o m a tri2 A p roxim a n d o-se os fariseus. 49 T o d o o homem será salgado pelo fogo. do que. e de n ovo as ensinava. 44-46. e o fogo não se apaga (Is. porém . lendo dois. para o fo g o in extin gu ivel. co rta -o . 50 0 sal é uma coisa boa. 4 1 Quem V O S der um copo de água.24). c g e n j mim. e tende paz uns com os o u tro s . 66. m elhor te é entrar na vida eterna manco. N ovam ente as m ultidões se juntaram em vo lta dele. está connoBcõ. perguntavam -lhe é l^dlslo. g gigm do Jordão. 66. 8 e os dois serão uma só carne (Gen. 40 Porqu e quem não é contra nós. P e r e ia . m elhor te é entrar no reino de Deus sem um olho. lança-o fo r a . se se tornar insípido. se­ gundo o seu costume. m elhor te é entrar na vida eterna coxo. 66. ser lançado na geena. .24). e que o lan­ çassem ao mar.» 5 Jesus disse-lhes: « P o r causa da dureza de vosso coração é que ele vos deu essa lei. por que sois de Cristo. 7 P o r isso deixará o homem seu pai e sua mãe.

» 16 Depois. Mas Jesus de novo lhes d is s e : «M eus filhos. e terás um tesouro no céu . do que um rico entrar no reino de Deus.» 13 Apresentavam -lhe uns meninos para que os tocasse. Assim não m ais são dois. de cada vez mais admirados. porgue tinha m ui­ tos bens. . porque destes lais é o reino de Deus. não digas falso testemunho.17-20). mãos. diziam uns para os o u tro s : «Q uem pode lo g o salvar-se?» 27 Jesus.» 1 0 . e. e. retirou-se desgostoso. abraçou-os. 12 e se a m ulher repudiar seu marido e se casar com outro. dá-o aos pobres. quanto é d ificil entrarem no reino de Deus os que confiam nas riq u eza s! 25 Mais fácil é passar um camelo pelo fundò de uma agulha. mas os discípulos ameaçavam os que lhos apre­ sentavam . 17-27. 17 T en d o saído para se pôr a cam inho. pondo nele os olhos. 19. e disse-lhes: «D e ix a i vir a mim os meninos. entristecido por esta palavra.. olhando para eles. 9 Portanto não separe o homem o qne Deus ju n to u . não cometas adul­ tério. Dt.» 26 Eles. com ete ad u ltério.* dado à p erfeiçã o .24). olhando em roda.» 10 £m casa os seus discipulos interrogaram -no n ova­ mente sobre o mesmo assunto. porque a Deus tudo é p ossível.' mas não para Deus. 5. não entrará n ele. vai.» 20 E ie respon deu : «M estre. depois vem e segue-m e.» 22 Mas ele. mas uma só carne. 19 Tu conhe­ ces os m an dam en tos: N ão mates. e disse-lh e: «U m a coisa te fa lta . O jo v e m c o n v i. todas estas coisas tenho observado desde a minha m ocidade. com ele adultério contra a prim eira. disse a seus dis­ cípu los: «Q uanto é d ifíc il que entrem no reino de Deus os que têm riquezas I» 24 Os discípulos assom­ bravam-se das suas palavras. 14 Vendo isto Jesus. disse: «P a ra os hom ens islo é im possível. me cha­ mas bom ? Ninguém é bom senão Deus. não com etas fraudes. 11 Ele disse-lh es: «Q u alqu er que repudiar sua m ulher e se casar com outra. mostrou-lhe afecto. vende quanto tens. não os embaraceis.13-16). os abençoava. im pondo-lhes as. honra teu pai e tua mãe (E x. 23 Jesus. V e r nota.» 21 Jesus.17-21-23-24. que devo fazer para alcançar a v id a e te rn a ? » 18 Jesus disse-lhe: «Porque. M t. ajoelhando-se diante dele.2. não furtes. veio um homem correndo. perguntou-lhe : «B om Mestre. 20. Jesus e os m eninos. 15 Em verdade vos d ig o : «T o d o o que não receber o reino de Deus com o um menino. ficou m uito desgostoso.

disse-Ih es: «V ó s sabeis que aqueles gu e são reconhecidos como chefes das nações as dominam. 34 o escarnecerão. e seguiam-no com. não pertence a mim o conceder-vo-lo. na tua glória. e o Filh o do homem será entregue aos príncipes dos sacerdotes. dizendo : «M estre. começaram a indignar-se contra T ia g o e João.» 38 Mas Jesus disse-lhes : «N ã o sabeis o que pedis. será o vosso servo. mesmo no m eio das perseguições. ao terceiro dia. o pai. começou a dizer-lhes o que tinha de lhe acon tecer: 33 «E is que subimos a Jerusalém. mas é para aqueles. e haveis de ser baptizados no baptism o em que eu vou ser bapti­ zado. 08 irmãos. 35 Eutão aproxim aram -se dele T ia g o e João. 44 e o que entre vós quiser ser o pri­ meiro. e te seguim os. 42 Mas Jesus. T e r c e ir a p ro fe c ia da P a ix ã o . 28 Pedro com eçou a d iz e r-là e : «E is que deixám os tudo.» 32 Iam em viagem para subir a Jerusalém . e lhe tirarão a vida. Jesus ia adiante deles. lhe cuspirão. e os últim os serão os pri­ m eiros. ou ser baptizados no baptism o em que eu vou ser baptizado?» 39 Eles disse­ ram-lhe : «P o d e m o s . filhos de Zebedeu.» 29 Jesus respondeu : «N a ver­ dade vos d igo : Ninguém há que tenha deixado a casa. será servo de todos. mesmo nesta vida. as irmãs. 45 Porqu e também o Filh o . quauto a estardes sentados à minha direita o u à minha esqnerda. 31 Porém muitos dos prim eiros serão os últimos. 43 Porém entre vós não d eve ser assim. em casas. e no século futuro a v id a eterna. mas o que quiser ser o m aior. a mãe. Os filh o s de Z e b ed eu . irmãos. por causa de mim e do Evangelho. 40 mas. e o entregarão aos g en tio s. eles 0 condenarão à morte. o açoutarão. 30 que não receba o cêntuplo. Tom ando novam ente de parte os doze. E iam perturbados.medo. e que os seus príncipes têm poder sobre elas. ou as terras. um de nós se sente à tua direita e outro à tua esquerda. mães. para quem eslá preparado. Podeis vós beber o cálice que eu vou beber. queremos que nos con­ cedas o que te vam os p ed ir. Mas. e aos escri­ bas. H u m il­ da de. fllhos e terras. ressuscitará.» Jesus disse-lhes: «E fectivam en te haveis de beber o cálice qu e eu vou beber.U ecom pcDsa dos q u e p ra ti­ cam os co n s e lh o s e v a n g é li­ cos.» 41 Ouvindo isto os dez. os filhos.» 36 E le disse-lhes: «Q ue quereis vós que eu vos co n c e d a ? » 37 Eles responde­ ram : «Concede-nos que. chamando-os. irmãs.

ju lg a n d o erra d a m en te •que Jesu s e r a um M essia s p o lític o » e s p e ra v a m qu e e le restau rasse o . clam avam . a tua fé te salvou . e Jesus m ontou em cima. tem pie­ dade de m im !» 48 Muitos am eaçavam-no para que se calasse.jum enlinho presó fora da porta numa en cru zilh ad a. •nas proxim idades de B elfagé e de Belânia. e os que seguiam atrás.» 4 Indo eles. tem piedade de mim !» 49 Jesus. '2 e disse-lhes : «Id e à aldeia. O s Jadens. m endigo -cego. e o seguia pelo caminho.» 50 E le deitando ■fora de si a capa. parando. 7 Levaram o jum entinho a Jesus. 51 Tom ando Jesus a palavra. que está defronte de vós. outros corta­ vam ramos das árvores nos campos e juncavam com -eles a estrada. « para dar a sua vida para redenção de m uitos. e fo i ter com Jesus. Bartim eu.an tigo r e in o de D a v id » e o s lib e r ta s s e do ju g o e s tr a n g e iro . mas para servir. . puseram sobre ^ le os seus mantos. levanla-te. . 3 Se alguém vos disser: Porque fazeis isso? D izei-lh e: 0 Senhor tem necessidade d e le . come•çou a gritar. L o g o que entrardes nela. levantou-se de um salto. 8 Muitos estenderam os seus mantos pelo caminho. e deixaram -lho levar. Mas ele cada vez grita va mais forte: «F ilh o de D avid. A o sair de Jerieó. disse : «C h a m a i-o . filh o de Tim eu. eslava sentado ju n to ao caminho. disse-lhe: •«Que queres que eu te fa ça ?» 0 cego respondeu: «R a b b a n n i faz que eu recupere a vista . 47 Quando ouviu dizer que era Jesus Nazareno. e desprenderam-no. os seus discípulos e grande m ultidão.<io homem não veio para ser servido. sol­ tai-o e trazei-o. perto do monte das Oliveiras. dizen do: «H o s a n a l B endito o que vem em nome do Sen h or! tO Bendito o reino que vem -do nosso pai D a vid ! Hosana no m ais alto dos c é u s !» 11» 10. d izen d o -lh e: «T e m «o n fia a ça . encontrareis preso um jumentinho. e lo g o o deixará tra zer.» N o mesmo instante recuperou a vista. 9 Os que iam adiante. ele. ele cham a-te. e a d izer: «Jesus. Cu ra de Em Jerusalém 11 — 1 Quando se iam aproxim ando de Jerusalém. F ilh o de D avid.» 46 Chegaram a Jerieó. 5 Alguns dos que estavam ali disseram-lhes : «Q u e fazeis. em que ainda não m ontou hom em algum . encontraram o .» 62 Então Jesus -disse-lhe: «V a i. Entrada je^usaiém . euviou dois dos seus discípulos. B e n d ito o r e i n o .» Chamaram o cego. . desprendendo o jum entin h o ? » 6 Eles responderam-lhes como Jesus lhes tinha mandado.

A p ro x im à n do-se. 14 Então disse à fig u e ira : «N u n c a jam ais com a alguém fruto de t i.. nada encontrou senão folhas.Á fig u e ir a a m a ld i­ çoada. para que também vosso P a i. também o vosso P a i. como se secou a figu eira que am aldiçoaste. e derribou as mesas dos banqueiros e as cadeiras dos que vendiam pombas. 30 N o outro dia pela manhã. E s te v e r s íc u lo não se encontra n o s . respondendo.» 33 Jesus. 25 Quando estiverdes orando. » Ouviram -no os seus discípulos. visto todo o povo adm irar a. D iscu ssão com oa d o u to res da le i.11). começou a lançar fora os que vendiam e com pra­ vam no tem plo. d izen d o: «P o rv e n tu ra não está escrito : A m in h a casa será chamada casa de oração p a r a todas as gentes? (Is. porque o temiam. fo i lá ver se encontrava nela algum fruto. viram a figu eira seca até às raízes. os escribas e os anciães. disse-lhe: «O lh a . crede que o haveis de conseguir. .» 27 Voltaram a Jerusalém. 13 Vendo ao lon ge uma figueira que tinha folhas. 7. sua doutrina.. andando Jesus pelo tem plo. lhe será feito. perdoai-lhe. se tendes algum a coisa contra alguém . recor­ dando-se. 17 e os ensinava.7). Mas vós fizestes dela u m covil de ladrões (Jr. e lança-te no mar. 11 Entrou em Jerusalém no tem plo.19. E. vos perdoe os vossos pe­ cados. procuravam o m odo de o perd er. 13 A o outro dia. ao passarem. disse-lhes: «T e n d e fé em Deus. m e lh o re s m anuscritos. M t. com o fosse já tarde. 24 P o r isso vos d ig o : Tudo o que pedirdes n a oração. 28 e disseram -lhe: «C om que autoridade fazes tu estas coisas ? E quem te deu » direito de as fazer ?» 29 Jesus disse-lh es: «E u também 13-14. A con* fian ça em D eu s. e que o oh te­ reis. que está nos céus. m as tiver fé de que tudo o que disser seja feito. depois que saíram de Bet&nia. 19 Quando se fez tarde. foi para B etâoia com os doze. 31 Eutão Pedro. 15 Chegaram a Jerusalém. saíram da cidade. vos não perdoará os vos­ sos pecados. 56. 26. 21.» 18 Ouvindo isto os príncipes dos sacerdotes e os escribas. 26 Porque. se vós não perdoardes. V e r nota. 23 Em verdade vo s d igo que todo o que disser a este m on te: T ira-te daí. Mestre. tendo observado tudo. T en d o entrado no tem­ plo. e não hesitar no seu coração. O s p r o fa ­ nado res do tem p lo. que está nos céus. aproxim aram -se d ele os príncipes dos sacerdo­ tes. porque não era tem po de figos. 16 E não consen­ tia que alguém transportasse qualquer objecto pelo tem p lo. levefom e. e.

1-2). 30 0 baptism o de João era do céu ou dos homens ? Respondei-m e. deixando-o.» 12 — 1 E começou a falar-lhes por parábolas : « Um homem p la n to u um a vinha. 33 Então responderam a Jesus : «N ã o sabem os. 7 P o ­ rém aqueles vinhateiros disseram uns para os ou tros: Este é o herdeiro.» 12 Procuravam apoderar-se dele. e lançaram-no fora da vinha. 9 Que fa rá pois o senhor da vin h a? V irá . Assim iizeram a m uitos outros.22-23). mas ensinas o caminho de Deus. e eu vos direi depois com que autoridade faço estas coisas. Tin h am com preendido bem que dissera esla pa­ rábola contra eles. 11 P e lo Senhor fo i feito isto. e também a este o feriram na cabeça. 2 Chegado o tempo. porque todos tinham a João por um verdadeiro profeta. que não atendes a respeitos hum anos. 5. 14 Chegando e es. 8 Pegaram nele. sabemos que és verdadeiro. viude. cavou nela u m la ga r. bateram-lhe. 13 Enviaram -lhe alguns dos fariseus e dos herodiauos. porgue não consideras o exterior dos hom ens. . 3 Mas eles. 117. e mataram outros. e mataram-no. dizendo : T erão respeito a meu filhO. e será nossa a herança. mataram-no. ele d ir á : P o r que razão lo g o não crestes n ele? 32 Responderem os que era dos homeus ? . dos quais bateram nuns. . 6 Ten do ainda nm filho querido. E. e rem e­ teram -no com as mãos vazias. e o carregaram de afrontas. 4 Enviou-lhes de novo outro servo. e arrendou-a a uns vinhateiros. mas temeram o povo.vos farei uma p erg u n ta . retiraram-se. matem o-lo. cercou-a com um a sebe. também lho enviou por últim o. . edificou um a torre (Is. exterm i­ nará os vinhateiros. O trib u to a C ésar. 5 Enviou de n ovo outro. e dará a vinha a outros. segundo a verd a d e : Pa rá b o la dos v in h a te iro s m aus. Tem iam o povo. para que o apanhassem em algum a palavra. disseram -lhe: «M estre. 10 Vns nunca leste este lu gar da E scritu ra: A ped ra que fo ra rejeita d a pelos que edificavam . tornou-se cabeça do ãngulo. enviou aos vin h ateiros um servo para receber deles a sua parte dos frutos da vinha. e é coisa m a ra v i­ lhosa aos nossos olhos (S. respondei-m e a eia prim eiro.» 31 Mas eles discorriam entre 8 i : Se respondermos que era do céu.» E Jesus disse-Lhes: «P o is nem eu tão-pouco vos direi com que auto­ ridade faço estas coisas. apanhando-o. e ausentou-se daquele país.

» 32 Então o escriba disse-lhe: «M estre. que os tinha ouvido discutir. E n s o u o D e u s de A b r a ã o . com todo o teu entendimento. S e rã o com o os a n j o s . 25. dizen do: 19 «M estre.5-6). de qual deles será a m ulher? P orqu e os sete a tiveram por m u lh er. 30 A m a ­ rá s 0 Senhor teu Deus com todo o teu coração. e que não há outro fora d e le . o que é de César a César.O s sadu- O p r i­ m e iro cnandacnento. 26*27. e com todas as tuas forças (D t. 20 Ora h avia sete irm ãos. L o g o vós estais num grande e r r o . e interrogaram -no. N ão há outro mandamento m aior do que estes. . d ize n d o : E u sou o Deus de Abraão.» 22-30. Vendo que Jesus lhes tinha res­ pondido bem. morreu também a mulher. perguntou-lhe: «Q u a l é o prim eiro de todos os m an dam en tos?» 29 Jesus respondeu-lhe: « 0 prim eiro de todos os mandamentos é este: Ouve. com toda a tu a alm a. 25. e morreu sem deixar filhos. conhecendo a sua perfí­ dia. quando tornarem a viver. . 21 0 segundo tomou-a. 6.6). disseste bem e com ver­ dade que Deus é um só. V e r nota» M t. porque não compreendeis as Escrituras. pois. E ’ lícito pagar o tributo a César. 27 Ele não é Deus dos mortos. Moisés deixou-nos escrito que.4-5). mas todos serão como os anjos no céu. 31 0 segundo é este: A m a rá s 0 teu p ró x im o como a t i mesmo (L e v . » 16 Eles lho trouxeram . seu irm ão tome a mulher dele e dê descendência a seu irm ão (Dt.» 17 Então Jesue disse-Ihes: «D a i. mas dos vivos. se m orrer o irm ão de algum e d eixar a mulher sem filhos. Da mesma sorte o terceiro. Eutão disse-lhes: «D e quem é esta im agem e in scriçã o ? » Responderam -lhe: « D e C ésar. Depois deles todos. disse-lhes: «P o r q u e me tentais? Trazei-m e u m dinheiro para o v e r .» 22|32* . e o que é de Deus a D eu s. 3. o Deus de Isaac.» 28 Então aproxim ou-se um dos escribas. V e r n ota » M t. não ten­ des lido no livro de Moisés. 0 prim eiro tomou mulher. nem oe homens tom arão mulheres. 22 Nenhum dos sete deixou filhos. Is ra e l! 0 Senhor nosso Deus ê o único Senhor. ou não? Devem os pagar ou u ã o ? » 15 Jesus. que negam a ressurreição. . 26 Relativam ente à ressurreição dos mortos. nem o poder de Deus? 25 Quando ressuscitarem de entre os mor­ tos. .» 24 Jesus respondeu-lhes: «N ã o estais vós em erro. pois. como Deus lhe faiou sobre a sarça.» E adm iravam -no. e morreu também sem deixar filhos. 18 Foram ter com ele os saduceus. 23 Na ressur­ reição. o Deus de Jacob ? (E x. 19. nem as mulhe­ res homens.18).

24. com toda a alma.. .14. S in a is da v in d a de Jesus.» 13 — 1 Quando saía do tem plo. e amar o próxim o como a si mesmo. 40 que devoram as casas das viúvas. 43 Chamando os seus discípu­ los.» 3 Estando sentado sobre o m onte das O li­ veiras. V e r nota. 35 Continuando a ensinar no tem plo. Jesus tomou a palavra e disse: «C o m o dizem os escribas que o Cristo é filho de D avid? 36 0 mesmo D avid. interrogaram -no aparte Pedro.33 e que o amá-lo com todo o coração. defronte do tem plo. H ip o c r i­ sia dos escribas. C risto f ilh o c sen h or d e D a vid. ninguém mais ousava interrogá-lo. 38 Dizia-lhes ainda nos seus ensinam entos: «G u ardai-vos dos escribas. que não seja derribada. P r o fe c ia da ru in a de J e ru ­ salém . 44 porque todos os outros deitaram do que lhes sobejava. T ia go. mais que todos os outros que lançaram no gazofllácio. e os prim ei­ ros lugares nos banquetes. disse-lhe u m 'd o s seus discípulos: «O lh a. quando tudo isto estiver para se cu m p rir?» 5 Então Jesus começou a dizer-lhes : «V ed e que 40. João e A n d ré : 4 «D iz-nos quando suce­ derão estas coisas. ela porém deitou do seu necessário tudo 0 que possuía.1): Disse o Senhor ao meu Senhor: Senta-te à m inha direita .» 34 Vendo Jesus que tinha respondido sabiamente. com todo o entendim enlo. M t . O óbulo da v i ú v a pobre. de serem saudados nas praças. diz (S. que gostam de audar com roupas largas. 39 e de ocupa­ rem as prim eiras cadeiras nas sinagogas. que pedras e que cons­ truções !» 2 Jesus d isse-lh e: «V ê s estes grandes edi­ fício s? Não ficará pedra sobre pedra. 37 0 mesmo D avid portanto lhe chama Senhor. vale mais que todos os holocaustos e sa crifícios. 42 Tendo chegado uma pobre viúva.15-21. Mestre. e com todas as forças. e que sinal haverá. disse-lhes: « N a verdade vos d igo que esta pobre viú va deu. lançou duas pequenas moedas. Serão julgados com m aior r ig o r .» 41 Estando Jesus sentado defronte do gazofllácio. 23. que valem um quarto de um asse. M t. Muitos ricos deitavam em abundância. como é ele pois seu filh o? A grande m ultidão o ou via com gosto. inspirado pelo Espírito Santo. tudo o que tinha para v iv e r . 5-19. 13. sob o pretexto de longas orações. observava como o povo deitava ali dinheiro. V e r nota.» Desde então. até que eu ponha os teus in im igos p o r escabelo de íeus pés. 110. disse-lhe: '« N ã o estás lon ge do reino de D eu s.

mas o Espírito Santo. haverá tribulações. o sol escurecerá. V e r nota. o pai o filho . pois.. 19 Porque. sereis açoutados nas sina­ gogas. 24. 8 Levantar-se-á nação contra nação. não volte atrás a buscar o seu m anto. 23 Estai. 10 Mas. 20 E sp o Senhor não abreviasse aqueles dias. Mt. quais não houve desde o prin­ cipio do mundo. . ninguém vos engane. ei-lo acolá. porque não sois vós que falais. não prem editeis no que haveis de d izer. se alguém vos d isser: Eis aqu i está o Cristo. 25 as estrelas cairão do céu. 15 0 que estiver sobre o telhado.orta «lue estas coisas acon teçam . não te m a is . se fosse possível. até agora.22. naqueles dias.. nem mais haverá. porque imp. d iz e n d o . eis que eu vos predisse tudo. 14 Quando. que Deus criou. mas ele os abreviou. pois. vos levarem para vos entregar. pois. reino contra reino. Estas coisas serão o princípio das dores. Mas o que perseverar até ao fim.V 0 8 entregar nos tribunais. porém. levados diante dos governadores e dos reis. Sou e u . e das que tive­ rem crianças de peito naqueles d ia s l 18 R o ga i. depois daquela tribulaçâo. e fom es. até 08 mesmos escolhidos. 11 Quando. V e r nota. 17 A i das mulheres grávidas. a lua não dará o seu resplendor.' mas d iz e i o que vos fo r inspirado nessa h o r a . 24 N aqueles dias.24. sereis. 9 T o m a i.D e s tru i­ ção de Jerusa­ lém . de sobreaviso. 16 e o que se encontrar no campo. esse será sálvo.. atende h e m ! — então OB que estiverem na Judeia fujam para os mon­ tes. os filhos levantar-se-ão contra os pais e lhes darão a m orte. e enganarão muitos. pois. em atenção aos eleitos que escolheu. e farão m ila­ gres e prodígios para enganarem . nenhuma pessoa ee s a lv a ria . e serão 20. H averá terrem otos em di­ versas partes. Hão-de. virdes a abom inação da desolação posta onde não d evia estar — leitor. que não suceda ieto no inverno. não deis crédito. 22. não desça nem entre para leva r coisa algum a de sua casa . S ia a is do fim do mundo. 6 Muitos virão em meu nome. para dar testemunho de mim perante eles. mas não será ainda o fim. deve o E vangelho ser pre­ gado a todas as nações. E se o S e n h o r não a b r e v ia s s e . por minha causa. cuidado convosco.. 13 Sereis odiados de todos por causa do meu nome. M t. 24. 12 Então o irm ão entregará à morte o seu irm ão. 21 Então. 22 Porqu e se levantarão falsos cristos e falsos profetas. 7 Quando ouvirdes falar de guerras e de rum ores de guerras. antes.

mas só o Pai. o d igo a to d o s . 30 N a verdade vos d igo que não passará esta geração. 26 Eutão verão o F ilh o do homem v ir sobre as nuvens. enquanto estava à mesa. . 4 A lgu n s dos que estavam presentes indignaram -se. A v a re z a d e Judas. E irritavam -se contra ela. e ordenou ao porteiro que estivesse vigila n te. vos não encontre dorm infio. e ju n tará os seus escolhidos dos quatro ventos. para o matar. desde a extrem idade da terra até à extrem idade do céu. com grande {}oder e glória. 32 A respeito. 28 Ouvi uma com paração tirada da fig u e ir a : Quando os seus ramos estão já tenros e as folhas brotam . se à m eia-noite. nin­ guém sabe. nem os anjos do céu. V ig ia i! » E x orta ­ ção à v ig ilâ n ­ cia. porém . os príncipes dos sacerdotes e os escribas andavam bus­ cando modo de o prender por traição. 27 E enviará lo g o os seus anjos. 35 V igia i. mas as minhas palavras não passarão. se ao can­ tar do galo. aos seus servos. C o n s p ira ­ ção do S in c d rio . 29 assim também quando virdes acontecer estas coisas. veio uma m ulher tra­ zendo um vaso de alabastro cheio de um bálsamo feito de verdadeiro nardo de um grande valor. deixou a sua casa. sem que se cumpram todas estas coisas. vig ia i. em preendendo uma viagem . pois. quebrado o vaso.abaladas as potestades que estão nos céus. derram ou-lho sobre a cabeça.» 3 Estando Jesus em Belânia. 2 Porém . d igo a vós. se pela manhã. vindo de repente. indicando a cada um a sua tarefa. «N ã o convém que isto se faça no dia da festa. nem o F ilh o. sabeis que está perto o e s tio . diziam . P a ixã o de Jesus 14— 1 D ali a dois dias era a Páscoa e os ázim os. Jesu s não ig n o ra va quando d e v e s e r o d ia de jn lz o . 33 Estai de sobreaviso. 6 Mae 32. desse dia ou dessa hora. pois. 36 para que. e diziam entre si: «P a ra que foi este desperdício de bálsam o? 5 Pois podia vender-se por mais de trezentos dinheiros. mas não tinh a re c e b id o a m issão d e 6 r e v e la r aos hom ens. deu autoridade. 37 0 que eu. em casa de Sim ão o leproso. visto que não sabeis quando virá o senhor da casa. 31 0 céu e a terra passarão. N e m o F i l h o o sabe para com u n ica r a o s outros. sabei que (a vin d a do F ilh o do homem p a ra o ■ju iz o fin a l) está perto. e. para que se não levan te nenhum m otim entre o p o v o . porque não sabeis quando será o m omento. às portas. e dá-los aos pobrçs. 34 Será como um homem que. se de tarde.

» 23 Em seiguida. e. P rep a ra ­ ção da últim a Jesus re v e la o tra id o r. alégraram -se e prom eteram dar-lhe dinheiro.» 16 Os discípulos partiram. para sua memória. porém . 25 Em ver­ dade vos d igo que não beberei mais desse fruto da vide. serã também contado. e todos beberam dele. me há-de entregar. 21 0 F ilh o do homem vai. onde entrar. grande. fo i Jesus com 08 doze. para lhes entregar Jesus. e encontrareis um homem levando uma bilha de águ a. fo i ter com os príncipes dos sacerdotes. quando quiserdes. dando graças. 18 Quando estavam à mesa e comiam. isto é o meu corpo. 24 E disse-lhes : «Is to é o meu sangue. 9 Em verdade vos d i g o : Onde quer que fo r pregado este E vangelho por todo o mundo. Jesus disse: «D eixai-a. o que ela fez. e disse-lhes: «Id e à cidade. ide atrás dele. um dos doze. segundo está escrito dele. 7 porque vós tereis sempre convosco pobres. deu-lho e d is s e : «T o m a i.Jesus é ve n d id o . ouvindo-o. In s titu i­ ção da Euca­ ris tia . Jesus tom ou pão e. dizei ao dono da c a s a : o Mestre d i z : Onde está a minha sala em que eu hel-de com er a Páscoa com os meus discípulos? 15 E ele vos mostrará uma sala superior. podeis fazer-lhes b e m . P orqu e a m olestais ? E lafez-m e uma boa obra. deu-lho. a mim. 8 Ela fez o que podia : embaleamou com antecipação o meu corpo para a sepultura. m obilada e posla em ordem . disse Jesus: «Em verdade voe d igo que um de vós. 17 Chegada a tarde. e a dizer-lhe cada um de per s i: Sou porven­ tura eu ? 20 Ele disse-lhes: E’ um dos doze que se serve com igo no mesmo prato. o sangue da A lian ça. 19 Então começaram a entriste­ cer-se. até àquele dia em que o beberei novo no reino de D eus. chegaram à cidade. parliu-o. tendo tomado o cálice.» 26 Cantados os salmos. 12 No prim eiro dia dos ázim os. encontraram tudo eom o ele lhes tinha dito. os discípulos lhe disseram : «O nde queres que vamos preparar-te a refeição da Páscoa ?» 13 En­ tão ele enviou dois dos seus discipulos. 11 Eles. que come com igo. 14 e. depois de o benzer. . ai daquele homem por quem fo r entregue o Filh o do homem ! Melhor fora a esse homem não ter nascido. não me tendes sempre.» 10 Eutão Judas Iscarlotes. quando im olavam a Páscoa. E ele procurava ocasião oportuna para o entregar. Preparai-m e lá o que é preciso. mas. que será derramado por muitos. foram para o monte das Oliveiras. e prepararam a Páscoa.» 22 Enquanto comiam.

e pedia que. e v ig ia i. aproxim ando-se im ediatam ente de Jesus. 32 Chegando a uma herdade. um dos doze. e eneonlrou-os dorm indo. p a la vra ara m a ica . ficai aqui. se afastasse d ele aquela hora. 40 Voltando. porém. 34 E disse-Ihes: « A m inha alm a está numa tristeza m ortal.» 45 L o g o que chegou. 42 Levan lai-vos. 28 Mas. O ração d e Jesus em G etse- Je sus é p reso n o h o rto . tirando da espada. vam os. não te n eg a rei. me negarás três v e z e s .» 43 A in d a falava. e prenderam -no. por­ que tinham os olhos pesados. eu n ã o . E scãu da lo dos d is c i­ p u los. se era possível. 36 D izia : *Abha. feriu 14) 36.7). e as ovelhas se dispersarão (Zc. depois que eu ressus­ citar. pelos escribas e pelos anciães. disse-lhe: «M e s t r e !» e osculou-o. não se faça o que eu quero. e disse-lhes: «D o rm i agora e descansai. preceder-vos-ei na G a lile ia . e com ele m uita gente armada de espadas e varapaus. T ia g o e J o ã o . Jesus.» 33 L evo u consigo Pedro. é esse. 47 Um dos circunstanles. disse-lhe: « A in d a que Iodos se escandalizem a teu respeito. Basta. e disse a P e d ro : «S im ã o .» 37 Depois voltou. eis que se aproxim a o qu e me há-de eu trega r. Pai. é chegada a h o r a . para que não entreis em tentação. 46 Então eles lançaram-lhe as mãos.» 39 Tendo-se retirado nova­ m ente. nesta mesma noite. mas o que tu que­ r e s . antes que o galo cante a segunda vez. gu e s ig n ific a p a i. repetindo as mesmas palavras. encontrou-os outra vez a dorm ir. dizendo: «A q u e le a quem eu oscular. pôs-se a orar. enviada pelos príncipes dos sacerdotes. 41 V o lto u terceira vez. Jesus disse a seus discípulos: «S en tai-vos aqui en­ quanto vou o ra r.» 29 Pedro. eis que o F ilh o do homem va i ser entregue nas mãos dos peca­ dores. mas a carne é fra c a . dorm es? Nâo pudeste vigiar uma hora? 38 V ig ia i e orai. e começou a sentir pavor e angústia. porém. Não sabiam que respon­ der-lhe.» 31 P o­ rém. quando chega Judas Iscariotes. disse-lhes : «T o d o s vos escandalizareis. 0 espirito na verdade está pronto. pois está escrito: F e rire i o pastor.» 35 Tendo-se adiantado um pouco. 3. chamada Getsemani. todas as coisas te são possíveis. e ievai-o com cu id a d o. prendei-o. . afasta de mim este cálice. prostrou-se por terra. insistia ainda m ais: «A in d a que me seja pre­ ciso m orrer contigo. 44 0 traidor tinha-lhes dado uma senha.» E todos diziam o mesmo. ele. A b b a .27 Então.» 30 Jesus disse-lhe: «E m verdade te digo que hoje.

e o galo cantou. os anciães e os escribae. que não será feito pela mão do hom em . nem com preendo o que d izes. 56 Porque muitos depunham falsam ente contra ele. tom ando a palavra. 48 Jesus. d isse: «Q u e necessidade temos de mais testem unhas? 64 Ouvistes a blasfêm ia. 66 Entretanto. e não o eucontravam . disse-lhes: «C o m o ae eu fosse um ladrão. 51 U m jovem seguia Jesus coberto sòmente com um len çol. o F ilh o de Deus b e n d ito ? » 62 Jesus respondeu: «E u o sou. 65 Eutão começaram alguns a cuspir-lhe. porém. Que vos p a rece?» E todos o condenaram com o réu de morte. 55 Os príncipes dos sacerdotes e todo o conselho buscavam algum testemunho con lra Jesus. viestes com espadas e varapaus a prender-m e? 49 Tod os os dias estava entre vós ensi­ nando no tem plo. 7. 69 T en ­ . 57 Levantando-se uns cer­ tos.13). d is s e : « T u tam bém estavas com Jesus N azaren o. levantando-se no m eio da assem bleia o sumo sacerdote. ahandonando-o. dizendo-lhe : «P r o fe ­ tiza I» Os criados receberam-no a bofetadas. 52 Mae ele. e vereis o F ilh o do homem sentado á d ire ita do poder de Deus. e a dar-lhe punhadas. e d isse-lh e: <E’ s tu o Cristo.» 68 Mas ele n egou : «N ã o sei. estando Pedro em baixo no átrio. fugiram todos. mas não concorda­ vam 08 seus depoim entos. escapou-se-lhes nu. e nada respondeu. 67 Vendo P edro. feito pela mão do homem. Dan. depunham falsam ente contra ele. e prenderam-no. Interrogou -o de n ovo o sumo sacerdote. P e d ro nega Jesus três v ezes . que se aquecia. e juntaram -se todos os príncipes doe sacerdotes. 53 Levaram Jesus ao sumo sacerdote. a velar-Ihe o rosto. e em três dias ediflcarei outro. 109. encarando nele. 60 Então. Mas isto acon­ tece para que se cumpram as E scritu ras. estava em silêncio. rasgando os seus vestidos. para o faze­ rem m orrer.» 59 Porém nem este seu testemunho era concorde. interrogou Jesus. 54 Pedro foi-o seguindo de lon ge. d izen d o : «N ã o respondes nada? 0 que é que estes depõem contra t i? » 61 Ele. Estava sentado ao fogo com os criados.J esn s em presen ça d o S in é ­ d r io .» 50 Então os seus discípulos. e não me prendestes.» E saiu fora para a entrada do pátio. d izen d o: 58 «N ó s ouvim os-lhe d iz e r : Destruirei este tem plo. e aquecia-se. até dentro do pátio do sumo sacerdote. um servo do sumo sacerdote. e v ir sobre as nuvens do céu (S.1 . e cortou-lhe uma orelha. chegou uma das criadas do sumo sacerdote. largando o lençol.* 63 Então o sumo sacerdote.

me negarãs três vezes. ao Pretório. porque és g a lile u . Depois de fazer açoutar Jesus. que estava preso com ou tros sedicioBOS.» 72 Im ediatam ente cantou o ga lo segunda vez. começou a pedir o (in d u lto ) que sempre lhes concedia. 2 Pilatos perguntou-lhe: « T u és o R e i dos Ju deu s?» Ele respondeu-lhes: « T u o dizes. de sorte q u e P ilatos estava admirado. os príncipes d os sacerdotes. e a li ju ntaram toda a coorte.d o-o visto a criada.» 3 Os príncipes doe sacerdotes acusavam-no de mui­ tas coisas. o qual. querendo satisfazer o povo. porém. o levaram e entre­ garam a Pilatos.» 71 Ele começou a fazer im precações e a ju r a r : «N ã o conheço esse homem de qu em fa la is. tiveram conselho os prín­ cipes dos sacerdotes com os anciães. 16 Os soldados conduziram-no ao interior do átrio. 9 P ilatos respon­ d e u -lh e s : «Q uereis que vos solte o R e i dos Judeus?» 10 Porque sabia que os príncipes dos sacerdotes o tinham entregado por in veja. os escrihas e com todo o Sinédrio. Pou co depois. pondo-se de joelh os. en­ tregou-o para ser crucificado. 6 Ora ele costumava no dia da festa (ãe Páscoa) soltar-lhes um dos presos. 7 E a v ia um chamado Barrabás. 20 Depois de o terem escarnecido. 4 P ilatos interrogou-o n ovam en te: «N ã o respondes coisa algu m a? Vê de quantas coisas te acu­ sa m . começou novam ente a dizer aos qu e estavam presentes : «E ste é daqueles. d isse-lh es: «Q u e quereis pois que eu faça ao B e i dos J u d eu s?» 13 Eles tornaram a g r ita r : «C ru c ific a -o !» 14 Pilatos. dizia-lhes : «Q u e mal fez ele ?» Mas ■eles cada vez gritavam mais : «Crucifiea-o I» 15 Então Pilatos. qualquer que eles pedissem.» 70 Mas ele o negou de novo. os que a li estavam diziam de n ovo a P e d r o : «Verdadeiram ente tu és um deles. sol­ tou-lhes Barrabás.» 5 Mas Jesus não respondeu mais nada. e. cuspiam-Ibe no rosto. . tinha com etido um hom icídio. 18 E começaram a sau dá-lo: «S alve. 12 Pilatos. Pedro recordou-ee da palavra que Jeeus tinha d ito : «A n te s que o galo cante duas vezes. num m otim . isto é. 17 Revestiram -no de púrpura e cingiram -lhe a cabeça com uma coroa entretecida de •espinhos. 11 Porém . M anietando Jesus. despojaram-no Jesus d ia n te de P ila to s . incitaram o p ovo a que pedisse antes a liberdade de Barrabás. V ia d o lo ­ rosa. 8 Juntando-se o povo. faziam-ih e reverências. R ei dos J udeus !» 19 E davam -lhe na cabeça com uma cana.» E começou a chorar. falan do outra vez. 15— 1 L o g o pela manhã.

que d i z : F o i contado entre os maus (Is. 28 Cumpriu-se a Escritura. e não se pode sal­ var a si mesmo. 32. O in s u lta v a m .. 25 Era a hora tércia quando o crucifica­ ram. E ste T e rs ic u lo fa lta nos m e lh o res m anuscritos. e atando-a numa caua. de alto a baixo. abanando as suas cabeças. 34 E. e Salom é. 27. V e r nota. vendo que Jesus exp i­ rava dando este brado.» 40 Encontravam-se tam ­ bém ali algum as mulheres vindo de longe. lançando sortes sobrè eles. 27 Com ele cruci­ ficaram dois ladrões. que vinha do campo. porque m e desam paraste?» 35 Ouviudo isto. dando um grande brado. L u g a r d o C r â n io . mas ele não o tomou. . diziam entre s i : «S a lvo u os outros. la m m a sa h a ch ta n i?» que quer d ize r: «D eu s meu. d iz e n d o : «D e ix a i. que quer dizer lu gar do Crânio. mãe de T ia g o menor e de José. M t. alguns dos circunstantes d izia m : «E is que chama por E lias. dividiram os seus vestidos. M aria. e outro à esquerda. 30 salva-te a ti mesmo. 32 0 Cristo. exclam ou Jesus em alta v o z : * E lo i. 53. 27.C ru c ifixão. 29 Os que iam pas­ sando blasfem avam . expirou.» T a m ­ bém os que tinham sido crucificados com ele o insul­ tavam. vejam os se Elias vem tirá -lo .. disse: «V erdadeiram ente este hom em era F ilh o de D eus. a leva r a cruz. des­ cendo da cru z.44. 27. V e r nota. cobriu-se toda a terra de trevas até à hora nona. dava-lhe de beber. escarnecendo-o também os príncipes dos sacerdotes e os escribas. 23 D avam -lhe a beber vin h o misturado com m irra. 38 0 véu do tem plo rasgou-se em duas partes. V e r nota. que estava defronte. 21 O brigarem um certo homem que a a passar. para ver a parte que cada um levaria. 22. 36. A g o n ia e m orte d e Jesus. E loi. e ensopando uma esponja em vin agre.48.» 31 Do mesmo m odo. pai de A lexan d re e de R u fo. M t. para que vejam os e acreditem os. . 26 A causa da sua condenação estava escrita nesta in scrição: 0 R b i d o s J u d e u s . à hora nona. 24 Tendo-o crucificado. Sim ão de Cirene. 39 0 cen­ turião. 41 as quais já o seguiam 1 5 . 33 Chegada a hora sexta. e o reedificas em três dias. e levaram -no )ara o crucificar. um à sua direita. que destróis o tem plo de Deus.» 36 Cor­ rendo um. . entre as quais estava M aria Madalena.» 37 Mas Jesus. 28.33. e di­ zendo : « A h ! tu.12). 22 Conduzi­ ram-no ao lu gar do C ólgota. da púrpura. vestiram -lhe os seus vestidos. o R ei de Israel desça agora da cruz. M t. Deus meu.

46 José. São. o crucificado? R es­ suscitou. isto é. mãe de José. m embro ilustre do Sinédrio. mandando chamar o cen­ turião. 10 Ela foi noticiâ-lo aos que tinham andado com ele. 9 Jesus tendo ressuscitado de manhã. to d a v ia . 6 Ele disse-lbes: «N ã o temais. com o ele vos disse. em bora não haja a certeza d e te re m sid o e s c rito s p o r S. que. mãe de T ia g o . N ão disseram nada a ninguém . da qu al tinha expulsado sete dem ônios. e ficaram assustadas. Buscais a Jesus Nazareno. tal era o medo que tinham. e muitas ou­ tras. perguulou-lhe se estava já m orto. saindo do sepul­ cro. H á fa lta de lig a ç ã o e n tre estes d o z e v e rs íc u lo s e a narração p reced e n te. quando o sol j á era nascido. 47 Entretanto M aria Madalena e Maria. no prim eiro dia da semana. olhando. chegaram ao sepul­ cro. os quais estavam aflitos e chorosos. apresentou-se corajosam ente a Pilatos. porque as tinha assaltado o tem or e esta­ vam fo ra de si. que es­ tava aberto na rocha. e pediu-lhe o corpo de Jesus. fugiram .» 8 Elas. estavam observando onde era depositado. e especialm ente a Pedro. en­ volveu-o no lençol. a v ig ília de sábado — . S ep u ltu ra Jesus Ressuscitado 16— 1 Passado o dia de sábado. Diversas . apareceu prim eiram ente a M aria Madalena. M aria. e tirando-o da cruz. não está aqui. que era m uito grande. lá 0 vereis. 11 Tendo eles ou vido dizer 15» 9-20. 42 Quando era já tarde — pois era a Preparação. 45 In for­ mado pelo centurião. 44 P ilatos admirou-se de que estivesse já m o rto . M aria M adalena. Assuntas ™o” sepu'icm.e serviam guando ele estava na G alileia. 2 Partindo no prim eiro dia da semana. 43 foi José de A rim ateia. e rolou uma pedra para diante da boca do sepulcro. viram um jovem sentado do lado direito. Eis o lu gar onde o deposita­ ram. 3 D iziam entre s i: «Q uem nos bã-de revo lver a pedra da boca do sepul­ cro? 4 Mas. vestido de uma túnica branca. 5 Entrando no sepulcro. que ele vai adiante de vós para a G alileia. tinham subido a Jeru­ salém. M arcos. viram revolvid a a pedra. dizei a seus discípulos. e Salom é com praram aromas para irem embalsamar Jesus. tendo com prado um lençol. 7 Mas ide. que também esperava o reino de Deus. depositou-o num sepulcro. canônicos. de manhã cedo. deu o corpo a José. juntam ente com ele.

e fo i sentar-se à direita de Deue. por não terem dado crédito aos que o viram ressuscitado. não só para qu e a sua p rega çã o fo sse m ais e fic a z mas também para q u e tod os fo ssem con­ fir m a d o s na fê . e confirm ando a palavra com os m ilagres que a acompanhavam. o que. d ifu sã o d o E va n ­ g e lh o . quando estavam à mesa. 16. d e p ra tica r boas obras para a lcançar a salva çã o. M a r c o s .» 19 0 Senhor. 18 manusearão as serpentes. £ uma das coisas q u e Jesus n os en sin ou com m ais in sistên cia í o i a n ecessid a d e de o b s e r v a r os m an dam en tos. . im porão as mãos sobre os enfermos. cooperando com eles o Senhor. Jesus p rom eteu a os p r im e ir o s p re g a d o re s do E va n g elh o o p o d e r d e r e a liz a r os m a io res m ila g re s . O q u e c r e r .br . 20 Eles. e que fora visto por ela. nâo crer. 17-18. s . http://alexandriacatolica. e serão curados. será s a lv o . tendo partido. porém. mostrou-se sob outra form a a dois deles. elevou-se ao céu. . N o s A ctos d o s A p ó s to lo s en con tra -se a m ais cla ra confirm ação desta p rom essa d e Jesus. não lhes fará m al. e n ão desan im assem com as p erseg u iç õ es . não acreditaram . 14 Finalm ente apareceu aos onze. 13 os quais foram anunciar aos outros. A í é a q n e Jesus se r e fe r e é aqu ela que lio s le v a a c r e r em tudo o q u e e le nos en sin ou . A scen sã o d e Jesus. será conde­ nado. 12 — 20 que Jesus estava v iv o . e censurou-lhes a sua incredulidade e dureza de coração. que nem a estes de­ ram crédito. 16 O que crer e fo r baptizado.com. enquanto iam para a a ld eia . depois que assim lhes falou. 17 Eis os m ilagres que acompanharão os que c re re m : Expulsarão os dem ônios em meu nome. 16. pregaram por toda a parte. se beberem algum a coisa m ortífera. 15 D isse-lhes: «Id e por todo o mundo. p regai o E vangelho a toda a criatura. 12 D epois disto.blogspot.100 M issão dos A pós­ tolo s. fala­ rão novas línguas. e.

13 Mas o anjo disse-lne: «N ã o temas. será cheio do E spírito Santo desde 1. http://alexandriacatolica. um Promessa sacerdote chamado Zacarias. e chamava-se P r e c u rIsabel. ao vê-lo. porque Isabel era estéril. as viram . exercendo Zacarias diante de Deus as funções de sacerdote na ordem da sua turma.blogspot. 7 N ão tinham fllhos. 3 pare­ ceu-me bom também a mim. rei da Judeia. 12 Zacarias. porque fo i ou vida a tua oração. 14 Será para li m otivo de gozo e de alegria. 9 segundo o costume do sacerdócio. depois de ter investigado diligentem ente tudo desde o princípio.com. ficou perturbado. q u e s ig a ific a a m ig o d e D eus. nhando irrepreensivelm ente em todos os mandamentos e preceitos do Senhor. cami®or. e sua m ulher era da descendência de A rão. desde o princí­ pio. e muitos se alegrarão no seu nascim ento. Lucas d e d ic o u o seu E va n ­ g e lh o . 8 Sucedeu que. 4 para que conheças a solidez dos ensinamentos que recebeste. Zacarias. e foram m inistros da palavra. da turma de A b ias. não beberá vin h o nem outra bebida in ebrian te. ao qual porás o nom e de João. LUCAS INTRODUÇÃO 1 — 1 V isto que m uitos já empreenderam pôr em ordem a narração das coisas que entre nós se cumpri­ ram.EVANGELHO SEGUNDO S. 15 p orqu e ele será graude diante do Senhor.br . escrever-te por ordem a sua narração. Nascimento e vida oculta de Jesus 5 H ou ve no tempo de Herodes. 6 A m bos eram justos diante de Deus. à hora do incenso. tua m ulher Isab el te dará um filho. e ambos se achavam em idade avan­ çada. e o tem or o assaltou. excelentíssim o T eóftlo. 3. 2 com o no-las referiram os que. Esta p a la vra . 11 Apareceu-lhe um anjo do Senhor. 10 T od a a multidão do povo estava fazendo oração da parte de fora. é o n om e d e um cristão ilu stre. a qu em S . T t ó f i t o . posto de pé ao lado d ireito do altar do incenso. tocou-lhe por sorte entrar no tem plo do Senhor a oferecer o incenso.

que se hão-de cumprir a seu tem p o. Estas p a la v ra s m ostram qu e M a ria tin h a s id o e le v a d a a um a ltís s im o gra u de sa n tid a d e. o ven tre de sua m ãe. para preparar ao Senhor um povo bem disposto.5-6). não lhes podia falar. 17 Irá adiante de Deus com o espírito e a fortaleza de Elias. 28. Isabel. perturbou-se. foi enviado por Deus o anjo G abriel a uma cidade da Galileia. Maria. a fim ãe recondu­ z ir os corações dos pais p a ra os filhos (M al. e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai D a v id . 27 a uma virgem desposada com um varão. e m inha m ulher está avançada em anos. 22.» 26 Estando Isabel no sexto mês. fn i enviado para te falar e te dar esta boa nova. com o a firm a m o s S antos P a d r e s .23). e n tre as m u lh eres ju d ia s . p o ia e z c lu ia da bênção da da a A b ra ã o (G è n .» 21 Entretanto o povo estava esperando Zaca­ rias. e discorria pensativa que saudação seria esta. disse-Ih e : «D eus te salve. o nome da virgem era Maria. 4. A e s te r ilid a d e era co n s id era d a . 30. 28 Entrando o anjo onde ela estava. concebeu. visto que não acreditaste nas minhas palavras. e os rebeldes à prudência dos justos. . a quem porás o nom e de Jesus.A n u n cia ­ ção d e M a ria e incarnação d o v erb o . e durante cinco meses esteve escondida. e darás à luz um filho. 22 Quando saiu. pois achaste graça diante de D eu s. que assisto diante de D eus. depois de terem acabado os dias do seu m inistério. o que lhes dava a entender por acen os. com o um o p ró b rio e um ca stigo .» 23. 30 0 an jo disse-lhe: «N ã o temas. 24 A lgu ns dias depois.» 19 0 anjo respondeu-lhe: «E u sou Gabriel. san tid ad e q u e. e adm irava-se de ver que ele se dem orava tanto tem po no tem plo. retirou-se para sua casa. 32 Será grande.17.» 29 Ela. é s u p e r io r à d e todas as criatu ras. e compreenderam que tinha tido no tem plo algum a visão. da casa de D a v id . 23 Aconteceu que. dizen do: 25 «Is to é uma graça que me fez o Senhor nos dias em que me olhou para tirar o meu opróbrio de entre os hom ens. 33 e p seu reino não terá flm .» 18 Zacarias disse ao a n jo: «C om o conhecerei isso? P orqu e eu sou velho. reinará sobre a casa de Jacob eternam ente. 20 Eis que ficarás mudo. cheia de g ra ç a . 16 e converterá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus. chamado José. o Senhor é con­ tig o . e flcou mudo. chamada N azaré. 31 eis que conceberás no teu ventre. ao o u vir estas palavras. será chamado F ilh o do A ltíssim o.. e nâo poderás falar até ao dia em que estas coisas sucedam. C heia de g r a ç a . sua mulher.

logo que a voz da tua saudação chegou aos meus ouvidos. foi com pressa às montanhas. 45 Bem-aven­ turada a que acreditou. P o r estas p a la vra s v ê . 50 E a sua m isericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que o temem.» 46 Então M aria disse : « A minha alm a glorifica o S enhor. 47 e o meu espírito exulta em Deus meu Salvador. N ã o conheço va rã o .» 38 Então M aria disse: «E is aqui a serva do Senhor. 43 Donde a mim esta dita. 37 porque a Deus nada é impos­ s ív e l. M^ria isàbêi. o menino saltou de a legria no meu ventre. 46. o m enino saltou no seu ventre. e este é o sexto mês da q u e se dizia e s té ril. eis que. 40 Entrou em casa de Z a c a r ia s . todas as gerações me chamarão bem -aventurada. tua parenta.34 M aria disse ao a n jo : «C om o se fará isso. e elevou os hum ildes. 41 A con te­ ceu que. e a virtude do A ltíssim o te cobrirá com a sua so m b ra . será santo e será chamado Filho d e Deus. faça-se em mim a tua palavra. £ ’ em tudo d ig n o da M ãe d e Deus. dispersou os hom ens de coração soberbo. e Isabel ficou cheia do Espírito S an to.» E o anjo afas­ tou-se dela. 39 N aqueles dias. por isso mesmo o Menino que há-de nascer de ti. 49 P orqu e o Todo-poderoso fez em m im grandes coisas. 36 Eis que tam bém Isabel. 51 M anifestou o poder do seu braço. pois eu não conheço va rã o ?» 35 0 anjo resçondeu -lhe: « 0 Es­ pírito Santo descerá sobre íi. n lo obstante o m a trim ôn io . con­ cebeu um filho na sua v e lh ic e . a uma cidade de Judá. o q u a l esta va re s o lv id a a o b serva r. le v a n ta n d o -s e Maria. M a g n ificat.s e qu e M a ria S an tíssim a tinh a le it o vo to d e v ir g ia d a d e p erp étu a . apenas Isabel ouviu a saudação de Maria. ê o canto de a le g r ia m a is su b lim e qu e saiu d o s lá b io s d e uma c r ia lu ia . . 52 Depôs do trono os poderosos. o seu nome é santo. porque se hão-de cum prir as coisas que da parte do Senhor foram ditas. O M a g n if ie a t . Portan to. de hoje em diante. 34. 48 porque lançou oe olhos para a b aixeza da sua serva. e saudou Isabel. 42 e exclam ou em alta v o z : «B en d ita és tu entre todas as mulheres. que a mãe do meu Senhor venha ter com igo? 44 Porqu e. e bendito é o fruto do teu ventre.

R ed en ção .» 56 M aria ficou com Isabel cerca de três m eses. 72 para exercer a sua m isericórdia a favor de nos­ sos pais. dizen d o: «Quem virá a ser este me­ n in o ? » Porqu e a mão do Senhor era com ele. e divulgaram -se todas estas m aravilhas por todas as m ontanhas da Judeia. 69 e suscitou uma força para nos salvar. in terveio sua mãe. 63 Ele. 55 Conform e tinha prom etido a nossos pais. e falava.N a s c i' m ento de J o io . 58 Os seus vizinhos e parentes ouviram dizer gue o Senhor tinha assinalado com ela a sua m isericórdia. na d es cen d ên cia d e D a v id . e cham avam -lhe Zacarias do nom e de seu pai. desde os tempos an tigos.» 62 E perguntavam por acenos ao pai do menino com o queria que se chamasse. fo i cheio do Espírito Santo. seu servo. e disse: «D e nenhuma sorte. de seus profetas. 64 E lo g o se abriu a sua boca. «N in gu ém há na tua parentela que tenha este n om e. e congratulavam -se com ela. bendizendo a Deus. Cântico de Zaca rias. o M es sia s. de­ pois voltou para sua casa. seu pai.» 61 D isseram -lhe. . a sua lín gu a se desprendeu. porque visitou e resgatou o seu p o v o . dizen d o: 68 «B en d ito seja o Senbor. Deus de Israel. na casa de seu servo D avid. pedindo uma tabuinba. 59 Aconteceu que. 68. e deu à luz um filho. qu e p a rticip a rã o d o s b e n e fíc io s da. as ponderavam no seu coração. 53 Encheu de bens os fam intos. A f a v o r de nossos p a is . Zaca rias. escreveu assim : « 0 seu nome é J oão. S u s c ito u u m a f o r ç a . p o r m e io d o cântico B ened ietus. um S a lv a d o r p o d ero so . 66 Todos os que as ouviram . foram circuncidar o menino. 60 Porém . 57 Completou-se para Isabel o tem po de dar à luz. ao oitavo dia. e profetizou. a Âbraão e à sua posteridade para sem pre. sen do as suas a lm a s tira d a s do lim b o e in tro d u z id a s n a g ló ria . a grad ece a D eu s a v in d a do M essia s para r e m ir Is ra c L 69. e despediu vazios os ricos. 67 Zacarias. e das mãos de todos os que nos o d e ia m . 72. e lembrar-se da sua santa aliança. 54 T om ou cuidado de Israel. 70 conform e anunciou pela boca dos seus sautos.» Tod os ficaram admirados. 65 0 tem or se apoderou de todos os seus vizinhos. mas será chamado J oão. 71 que nos livra ria de nossos inim igos. lem brado da sua m isericórdia.

V e r nota. O s o f nascente. e o enfaixou. 2 Este recenseamento foi an lerior ao que se realizou quando Quirino era govern ador da Síria. aconteceu com pletarem -se os dias em que devia dar à luz. prescrevendo o recenseamento de todo o mundo. livres das mãos dos nossos inim igos. 2 . V id a d e João n o d es erto . serás chamado o profeta do A l ­ tíssimo. estando ali. B habitou nos desertos até ao dia da sua manifes­ tação a Israel. durante todos os dias da nossa vida. 10 Porém o a ojo disse-lhes: «N ã o temais. 2 — 1 N aqueles dias. 6 Ora. N a s c i­ m ento d e Jesus. por­ que eis que vos anuncio uma boa nova. 77 para dar ao seu povo o conhecim ento da sal­ vação. 78 graças à terna m isericórdia do nosso Deus. que se chamava Belém . 5 para se recensear ju n ­ tam ente com Maria. 79 para alum iar os que jazem nas trevas e na sombra da m o rte. e tiveram grande temor. porque não havia lu gar para eles na estalagem. que é o Cristo. h avia uns pastores que velavam e faziam de noite a guarda ao seu rebanho.» 80 Ora o menino crescia e se fortificava no espí­ rito. à Judeia. 4 José foi tam­ bém da G alileia. e o reclinou numa manje­ doura. 7. 7 e deu à luz o seu filho prim ogén to. cada um à sua cidade. 9 Apareceu-lhes um anjo do Senhor..25. que estava grávida. de nos conceder 74 que. e a glória do Se­ nhor os en volveu com a sua luz. 76 £ tu. 12 E is o que vos servirá de s in a l: Encontra78. . saiu um édito de César A u ­ gusto. menino. o sirvam os sem tem or. p ela remissão dos seus pecados. o M es sia s. lu z d o M u ndo. 8 N aqu ela mesma região. o Senhor. 75 (andando) diante dele com santidade e justiça. a preparar os seus cam inhos. J. sua esposa. S e u f i l h o p r im o g ê n ito . 3 Iam todos recensear-se.73 segundo o juram ento que fez a nosso pai A braão. da cidade de Nazaré. M t. que nos trará do alto a visita do sol nascente. porque irás adiante da face do Senhor. que será de grande alegria para todo o p o v o : 11 Nasceu-vos hoje na cidade de David um S alvador. à cidade de D avid. para d irigir os nossos pés no cam inho da paz. porque era da casa e fam ilia de D avid.

objecto da boa vontade fde DeitsJ. levando os pais o M enino Jesus.15).8. 24 e para oferecerem em sacri­ fício. segundo a lei de M oi­ sés. e deitado numa m anjedou ra. 25 H a via então em Jerusalém um homem chamado Sim eão. 30 porque os meus olhos viram a tua salvação. glorifican do e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto. louvando a Deus. conform e o que também está escrito na le i do Senhor.y 15 Depois que os anjos se retiraram deles para o céu. E. conheceram o que lhes tinha sido dito acerca deste M enino. 23 segundo o que está escrito na le i do Senhor : Todo o varão prim ogên ito será consagrado ao Senhor (E x. 13.» . 19 Maria conservava todas estas coisas. 12.6). sem ver pr m eiro o Cristo do Senhor. 26 T in h a-lh e sido revelado pelo Espírito Santo que não veria a m orte. para cumprirem as prescrições usuais da le i a seu respeito. José. 17 Vendo isto. tação ao como lhe tinha chamado o anjo. e o que é que o Se­ nhor nos m anifestou . Depois que se com pletaram 08 o ito dias para ser ap^^esea. e paz na terra aos homens. 22 Depois que se com pletaram os dias da purificação de Maria.reis um Menino en volto em panos. 28 ele o tomou em seus braços. os pastores diziam entre s i: «V a m o s até Belém . 27 F o i ao templo conduzido pelo E spírito (de Deus). Este homem era justo e piedoso. levaram -no a Jerusalém para o apresentar ao Se­ nhor (L e v . 12. se adm iraram das coisas que lhes diziam os pas­ tores. podes d eixar partir o teu servo em paz.» 13 E subitamente apareceu com o anjo uma m ultidão da m ilícia celeste. 5. 18 E todos os que ou vi­ ram. e lou vou a Deus. bido no ventre m aterno. foi-lhe posto o nome de Jesus. segundo a tua p a la vra . um p a r de rola s ou dois p o m h in h o s (L e v . 12. e vejam os o que é que lá sucedeu. e o M enino deitado na man­ jedou ra. antes que fosse concetem p io . 32 luz çara ilum inar as nações. 20 Os pastores voltaram . teu p o v o . m edi­ tando-as no seu coração. e d iz e n d o : 14 «G ló ria a Deus no mais alto dos céus. e encontraram M aria. esperava a consolação de Israel. Senhor. e g ló ria de Israel.11). e o Espírilo Santo estava nele. dizendo : 29 «A g o ra .» 16 Foram a toda a pressa.2. 31 a qual preparaste em fa vo r de todos os p o v o s . conform e lhes tinha sido dito.circuncidado o M enino.

38 E la também. p o r causa da d o n trin a .33 Seu pai e sua m ãe estavam adm irados das coi­ sas que dele se diziam . e depois procuraram-no entre os parentes e conhecidos. 40 O M enino crescia e se fortificava cheio de sabedoria.s e . e a graça de Deus era com ele. 41 Seus pais iam todos os anos a Jerusalém. três dias depois. sòm en te esp era va m do M es sia s as g ra n d e za s e as p ro s p e rid a d e s te rr e n a s . A s s i t n . 46 Aconteceu que. 42 Quando chegou aos doze anos. 35. com a v in d a d o M es sia s se v erã o os ocu ltos pen sa m en tos dos h om en s. e disse a Maria.» 36 H a via também uma profetiza. X a za ré. tam bém se m a n ifesta rá a h u m ild a d e e a d o c ilid a d e d e m n itas almas. S im eã o dá a e n te n d e r que. C om o conclusão d o qu e d is s e d e s d e o v e r s . . 45 Não o encontrando. e para ser a lvo de contradição. desde a sua virgin dade. 39 Depois que cumpriram tudo. sobrevindo nesta mesma ocasião. sem que seus país o advertissem . 43 acabados os dias que ela durava.. d ÍT Íd id o a em d o is cam pos o postos. E sua mãe disse-lhe: «F ilh o . T in h a v iv id o sete anos com seu m arido. quando voltaram . Jesu s s e rá con h ecid o de todos. indo eles a Jerusalém segundo o costume daquela festa. servindo a Deus noite e dia com jejuns e orações. e não se afas­ tava do tem plo. caminharam uma jorn ada. porque procedeste assim connosco? Eis que teu pai e 34. E p a ra se r a lv o de co n tra d iç ã o . admiraram-se. os hom ens lu tarã o con tin u am en te en tre si. Jesus em. d es p reza n d o a g ló r ia d e D eu s. sua mãe : «E is que este M enino está posto para ruína e ressurgim ento de m uitos em Israel. 34 Sim eão os abençoou. voltaram a Jerusalém em busca dele. Y e r . o encontraram no tem plo sen­ tado no m eio dos doutores. 48 Quando o viram .. 47 E todos 08 que ouviam . Jesus e n tre os d o u to re s. 37 e tinba permane­ cido viú va até aos oitenta e quatro anos. filha de Fanuel. para a sua cidade de Nazaré. da tribo de Aser. 34. ouvindo-os e interrogan­ do-os. segundo o que mandava a lei do Senhor. e. mas. Estava em idade m uito avançada. 35 E uma espada trespassará a tua a lm a ! A ssim se descobrirão os pensamentos escon­ didos nos corações de m uitos. estavam m aravilha­ dos da sua sabedoria e das suas respostas.á a m a lícia e a h ip o c ris ia d e m uitos isra e lita s q u e. voltaram para a G alileia. chamada Ana. lou va va a Deus. uns a fa v o r d e Jesus e ou tros contra. ao m esm o tem p o. 44 Julgando que ele fosse na com itiva. pela festa da Páscoa. ficou o Menino Jesus em Jerusalém. e falava de Jesus a todos os de Jerusalém que esperavam a redenção.

P re p a ra i o cam inho ão Senhor. 7 D izia pois (J o ã o ) às m ultidões.3-5): Voe do que clam a no deserto. fa z e r o qu e seu P a i lh e o rd en o u . 52 Jesuscrescia em sabedoria.» 49 Ele disse-Ih es: «P a ra que me buscáveis ? N ão sabíeis que devo ocupar-me nas coisas de meu P a i? » 50 Eles porém nãoentenderam o que lhes disse. Bcudo Pôncio Pilatos governador da Judeia. 4 como está escrito no liv ro das palavras do profeta Isaías (40. faça o m esm o. d izia-lh es: « 0 que tem duas túnicas. Porqu e eu vos digo que Deus é poderoso para suscitar destas pedras filhos de Abraão. os cam inhos tortuosos tornar-se-ão direitos. 3 — 1 N o ano décim o quinto do im pério de TibérioQ®sar. seu irm ão. 3 E ele fo i por toda a terra do Jordão. filho de Zacarias.» 12 Foram também publicanos. Lisâniastetrarca da A b ilin a . qu e. que devem os nóa 49» P a r a qu e m e b u s cá v d s ? Jesus não condena os cu idados d e M a ria e José. todo o monte e colin a serão arrasados. Tem os Abraão por {>ai. ten d o e le v in d o ao m undo para fa z e r a v o n ta d e d e seu P a i^ fà c ilm e n te d e v ia m c o n c lu ir q u e nunca oa aba n d on a ria sen ão para. pregando o baptism o de penitência para remissão dos pecados. Filipe. o Senhor falou a João. para serem baptizados. m ostran do-lhes. n a s ju s t ific a o seu m odo d e p r o ce d er. que vinham para ser por ele baptizadas: «R a ç a de víboras. . e era-lhes submisso. quem vos ensinou a fu g ir da ira que vos am eaça? 8 Fazei. frutos dignos de penitência. T o d a a árvore que não dá bom fruto. 5 toda o vale será terra pla n a ã o. Sua m ãe conservava todas estas coisas no seu coração. tetrarca da Itu reia e da província da Tracon ítida. em estatura e em graça diante dfr Deus e dos homens. dê uma ao que não t e m . 51 D epois desceu com eles.eu te procurávam os cheios de aflição. e fo i a N a za ré. e n d ireita i as suas veredas. 6 e todo o homem verá a s a lv a çã » de Deus. por­ tanto. e disseram -lhe: «M estre. Vida pública de Jesus Pregafio Baptista. no deserto. dizen do: «Q u e devem os pois nós fa z e r ? » 11 Respondendo. os escabrosos p la n o s . 9 Porqu e o machado já está posto à raiz das árvores. e o que tem que comer. N ã o en ten d era m tod a a ex ten s ã o das suas p a la vra s. 2 sendo ponlíflces Anás e Caifás. será cortada e lançada no fo g o . Herodes tetrarca da G alileia.» 10 A s m ultidões interrogavam -no. 50. e não comeceis a d izer.

16 João respondeu. com o se ju lg a va . 14. filho de E liaqu im . e estando em oração. filho de Booz. filho de N agé. 20 acres­ centou a todos os outros crimes também este: Mandar m eter João num cárcere. filho de Judá. de José. tinha cerca de trinta anos. flJho de Her. quando com eçou o seu m inistério. ele vos baptizará no Espírito Santo e no fo g o . filho de L e v i. lim pará a sua eira. filho de H e li. filho de M elqui. 29 filho de Jesue. 16-17. sendo repreendido por ele por causa de Herodíades. N õ o fa ça is violência a ninguém para tirar dinheiro. V er aota. filho de M atalías. filho de M ena. m ulher de seu irm âo. filho de H esli. filho de A mós. filho de Salatiel. filho de David. mas a palha queimá-la-à num fo g o in ex tin g u ivel. filho de Jane. fllho de Obed. . baptizado também Jesus. Mt. T e s te m u ­ nho de João B a p tista . fllho de Natan.fa z e r ? » 13 E le respondeu-lhes: «N ã o exijais nada além d o que vos está fix a d o . filho. 24 filho de L e v i. em ti pus as minhas com placências. filho de M atat. a quem não sou digno de desatar a correia dos seus sapatos. filho d e Joanan. 27 filho de Joanan. 31 filho de Meléa. e pensando todos nos seus corações que talvez João fosse o Cristo. filho de Naum .» 14 Interrogavam -no também os soldados: «E nós que fa re m o s ? » Respondeu-lhes: «N ã o façais violên cia a ninguém . 21 Ora aconteceu que. filho de Eliezer. recebendo o baptism o todo o povo. fllho de Naaason.» 15 E s ta n d o o p o v o na espectativa. filho de José. 26 filho de Maat. filho de José. filh o de Jorim . e reco­ lherá o trig o no seu celeiro. dizendo a todos. 22 e desceu sobre ele o E spírito Santo em form a corpórea com o uma pomba. 32 filho de Jessé. nem denuncieis falsa­ mente. G en ea lo ­ g ia d e J esu s. e contentai-vos com o vosso sold o. filho de A rã o . filho de N eri. abriu-se o céu. E ouviu-se do céu esta v o z : « T u és o meu Filh o d íle c to . 17 tom ará na sua mão a pá. 33 filho de Am inadab. filho de Esron. fllho de Salm on. 3. filho de Zorobabel. fllho de Farés. 30 filho de Simeão. 25 filho de Matatias. filho de Matata. filho de Sem ei. filho de Cosam. mas v irá um mais forte do que « u . filho de Judá. filh o de José. filho de Judá. B a p tism o d e Jesus. e por causa de todos os males que tinha feito. filh o de Matat.11-12. filho de R esa.» 23 Jesus. João é en ca rce­ rado. filho de A d i. H erodes tetrarca. «E u na verdade baplizo-vos em água. filho de Elm adam . 19 Porém ..» 18 P o r muitas outras exorta­ ções anunciava ao povo a boa nova. 28 filho de Melqui.

58. passados eles.» 5 0 dem ônio conduziu-o então a um alto m onte. pô-lo sobre o piná­ culo do tem plo. filho de F aleg. 6. Jesus sUagoga de” N a za ré. filho de H euocb. filho de T aré. lança-te daqui a b a ixo. 90. filho de Deus. e levantou-se para fazer a leitura. teve fome.» 13 Term inada toda a tentação. retirou-se dele o dem ônio até outra ocasião. filho de Isaac. todos eles serão teus.» 4 Jesus respondeu -lh e: «E stá e scrito : 0 homem não vive só de p ã o (D t. num m omento. 17 F oi-lhe dado o profeta Isaías. e a ele só servirás (D t. 8. e disse-lhe: «S e és filh o de Deus. e eu dou-os a quem me parece. encontrou o lu gar onde estava escrito (Is. 3 Então o dem ônio disse-lh e: «S e és filh o de Deus. filh o de Set.11-12). filh o de Âbraão. segundo o seu costume. 61. todos os reinos da terra. filho de Nacor. me enviou a s a ra r os con tritos do coração. diz a esta pedra que se converta em p ã o . Tentaçso 4 — 1 Jesus. filho de R agau. filho de M alaieel. se tu me adorares. filh o de Sem. Não comeu nada nestes d ia s. e fo i tentado pelo dem ônio. partiu do Jord e Jesus.1-2. 6. ^ couduzido pelo Espírito ao deserto. 38 filbo de Henós. filh o de Sale. 7 Portanto.6): 18 0 E s p írito do Senhor repousou sobre m im . MINISTÉRIO DE JESUS N A Jesus G a iife ia . filho de Lam ech. filho de A rfa sa d . 16 F o i a Nazaré. respondeu-Ih e: «E stá escrito: A d ora rá s o Senhor teu Deus.» 12 Jesus.16). 6 e disse-lhe: «D ar-te-ei o poder de tudo ieto. filho de H eber. GALILEIA 14 Jesus voltou sob o im pulso do Espírito para a Galileia. Quando desenrolou o livro. 19 a a n u n cia r . em dia de sábado. respondeu-lhe: «Tam bém fo i d ito : N ã o tentards o Senhor teu Deus (Dt.3). 11 e que te sustenham em suas mãos. 15 Ensinava nas sinagogas. filho de A dão. e era aclam ado por todos. e a sua fam a divulgou-se por toda a região. p a ra não m agoares ó teu pé em nenhum a ped ra (S.» 9 Levou -o também a Jerusalém. onde se tinha criado. filho de N oé.34 filho de Jacob. m ostrou-lhe. 37 filho de Matusalem. 36 filho de Cainan. filho de Cainan. 10 porque está escrito que Deus m andou aos seus anjos que te guardem .13).» 8 Jesus. 35 filho de Sarag. filho de Jared. 2 onde esteve quarenta dias. cheio do Espirito Santo. porque eles foram -m e dados. e a g ló ria destes reinos. entrou na sinagoga. pelo que me u n giu p a ra a n u n cia r a boa nova aos pobres.

d izen d o : «Q u e é isto. para o precipitarem . sobre o qual estava edificada a sua cidade. d izen d o : «C ala-te.aos cativos a redenção.» 22 E todos lhe davam testemunho. . deu-o ao ministro. encheram-se de ira. cura-te a ti mesmo. lança­ ram-no fo ra da cidade. do terrilório de Sidónia. e sen­ tou-se.» 28 Tod os 08 que estavam na sinagoga.br O s h a b ita ates d e N a z a ré q u erem m atar Jesus. senão a uma m ulher viú va de Sarepta. porque falava com autoridade. 27 Muitos leprosos havia em Israel no tem po do pro­ feta E lis e u . e adm iravam -se das palavras de graça que saiam da sua boca. retirou-se. http://alexandriacatolica. a p ô r em liberdade os oprim idos. faze-as também aqui na tua p á tria . 30 Mas ele. a p re g a r o ano favorável do Senhor. sem lhe fazer nenhum m al. 2. 31 Foi a Cafarnaum. depois de o ter lan­ çado por terra no m eio de todos. quando fo i fechado o céu durante três anos e seis meses. cidade da Galileia. L ib e r ta um p o s­ sesso do d em ôn io . e d iz ia m : «N ã o é este o fllho de J o sé? » 23 Eutão disse-lhes: «S em dúvida que vós me apiicareis este p r o v é rb io : M édieo.com. e estes saem ? 37 E a sua fam a ia-se espalhando por todos os lugares da região. saiu dele. e ali ensi­ nava aos sábados. Estavam fixos nele os olhos de todos os que se encontravam na sinagoga. 36 Tod os se atem orizaram . e conduziram -no até ao cume do monte.» 24 D epois acres­ centou : «N a verdade vos d ig o que nenhum profeta é bem recebido na sua pátria. senão Naam an S írio . Todas aquelas grandes coisas que ouvim os dizer que fizeste em Cafarnaum.5 N a verdade vos digo que muitas viúvas havia em Israel no tempo de Elias. 35 Jesus o repreendeu. ele manda com autoridade e poder aos espíritos imundos. e fala­ vam uns com os outros. 21 Começou a dizer-lhes: «H o je cumpriu-se esta escritura que acabais de o u vir. 20 Ten do enrolado o livro . 29 Levantaram -se. Jesus v a i a C a fa rnaum. e sai desse hom em . 33 Estava na sinanoga um homem possesso de um dem ônio imundo.» E o dem ônio. ouvindo isto. e aos cegos a recuperação da vista. passando pelo meio deles. 32 Espantavam-se da sua doutrina. e houve uma grande fom e por toda a t e r r a .blogspot. ó Jesus Naza­ ren o? Vieste para nos perd er? Sei quem é s : o Santo de Deus. e nenhum deles fo i curado (pelo p ro fe ta ). o qual exclam ou em alta v o z : 34 «D e i­ xa-nos ! Que tens tu que ver connosco. 26 e a nenhuma delas foi mandado Elias.

que eram com panheiros de Sim ão. Pesca m ila ­ g ro s a . tendo saído. E ele. todos OB que tinham enferm os de diversas mo éstias. sobre a tua palavra. lançou-se aos pés de Jesus. Depois. e lavavam as redes. que quase se afun­ davam . porém . Jesus p r e g a em v á ria s <idades. entrou em casa de Sim ão. seguiram-no. servla-os. por causa da pesca que tinham feito. Vieram . desta hora em diante seràs pescador de h om ens. que estavam na outra barca. filhos de Zebedeu. 4 . Jesus estava ju n to do lado de Genesaré. Pediram -lhe por ela. disse a Sim ão: «Faz-te ao largo. porque sabiam que ele era o Cristo. detinbam -no. teudo trabalhado toda a noite. D a J u d e ia . 3 Entrando numa destas barcas. não apanhamos nada. que a sua rede rompia-se. os pescadores tinham saído. Jesus disse a S im ã o. Ela. pois para iseo é que fu i enviado. g rita n d o : « T u és o F ilh o de D eus. de todo o pais d e Is ra e l. traziam-lhus. tendo-o encontrado. fo i para um lu gar deserto. 43 Mas ele disse-lh es: «E ’ necessário qu e eu anuncie também às outras cidades a boa nova do reino de Deus. levan ­ tando-se logo. . lançarei a red e. pois eu eou um homem p e c a d o r» 9 Porque tanto ele como todos os que se encontravam com ele ficaram possuí­ dos de espanto. e a febre deixou-a. e lançai as vossas redes para pescar. vendo isto. «N â o tenhas m edo. rogou-lhe que se afastasse um pouco da terra.» 6 R es­ pondeu Sim ão: «M estre. 41 De m uitos saíam os demônios. A s m ultidões puseram-se a procurã-lo. 4 í Quando se fez dia.Jesus cu ri a s o g r a de P ed ro e outros d o e s les. inclinando-se para ela. para que se não afastasse deles. im pondo as m ãos sobre cada um. 7 Então fizeram sinal aos companheiros. 40 Quando fo i sol-posto. Senhor. isto é. que era a de Simão. 5 — 1 Um dia. 2 V iu duas bareas que esta­ cionavam à borda do la g o . 44.» Mas ele repreendia-os seve­ ram ente e impunha-lhes silêncio. apanharam tão grande quantidade de peixes. dizen d o: «R etira -te de mim.» 44 E andava pregando nas sinagogas da Judeia. ensinava o povo da barca. 38 Saindo Jesus da sinagoga. 4 Quando acabou de falar. e encheram tanto ambas as barcas. estando sentado.» 6 T en d o feito isto.» 11 Trazid as as bar­ cas para terra. Ora a sogra de Sim ão estava com febre muito alta. com prim indo-se as m ultidões em vo lta dele p afa ou vir a palavra de Deus. para que os viessem ajudar. 10 0 mesmo linha acontecido a T ia g o e a João. 8 Sim ão Pedro. ordenou à febre. e. deixando tudo. 39 Ele. sarava-os.

podes lim par-m e. e oferece pela tua cura o que foi ordenado por Moisés. subiram ao telhado €. 29 B L e v i ofereceu-lhe um grande banquete em sua casa. Possuídos de temor. conhecendo os seus pensamentos. enquanto ensinava. respondeu-lhes: «Q u e estais vós a pensar nos vossos corações? 23 Que coisa é menos d ifícil d iz e r : São-te perdoados os pecados. 14 Jesus ordenou-lhe que a ninguém o dissesse. não encontrando por onde o in trodu zir por causa da m ultidão. desceram-no com o seu leito n o m eio de todos diante de Jesus.12 Sucedeu que. 26 Ficaram todos estu­ pefactos. para lhes servir de testem unho. a p a r e c e u um hom em cheio de lepra. estavam ali sentad os fariseus e doutores da lei. levantou-se.» Im ediatam ente desapareceu dele a lepra. d iz ia m : «H o je vim os coisas m aravilhosas. e o seguiu. encontrando-se Jesus numa cidade. para que sai­ bais que o F ilh o do homem tem poder sobre a terra de perdoar pecados. 20 Vendo a sua fé. 18 E eis que uns homens. pro^trou-se com o rosto por terra e suplicou-Ih e : «Senhor. Vocaçso • . levanta-te. vendo Jesus. procuravam introduzi-lo dentro da casa. e concorriam muitas m ultidões para o ou vir e ser curadas das suas doenças. e o poder do Senhor fazia-lhe operar curas. onde concorreu grande número de publi- Cura do Oraçao A b s o lv i­ ^ do para- utíco. ou d iz e r : Levanta-te e cam inha? 24 Pois.» 27 Depois disto. tom ou o leito em que jazia. levantando as telhas.» 25 Levantando-se lo go em presença deles. senão só D e u s ? » 22 Jesus. eu te ordeno. 19 Porém . o qual.» 15 Entretanto dilatava-se cada vez mais a fam a do seu nom e. s ê lim p o . Jesus disse: « 0 ’ homem. 17 Um dia. e pô-lo dian te dele. se tu queres. estendendo a mão. vindos de todas as aldeias da Galileia.» 13 Ele. da Judeia e de Jerusalém . d e ix a n d o tu do. e glorificavam a Deus. tocou-o. disse-lhe. tom a o teu leito e vai para tua casa. e fazia oração. levan do sobre um leito um homem que eslava paralí­ tico. m ostra-te ao sacerdote. Jesus saiu. chamado L e v i. gloriQcando a Deus. Mas vai. e disse-lhe: «S e gue-m e. e fo i para sua casa. e viu sentado ao telónio um publicano. 16 Mas ele retirava-se para lugares desertos. são-te perdoados os teus pe­ cados I » 21 Então com eçaram os escribas e os fariseus a pensar e a d izer: «Quem é este que diz blasfêm ias? Quem pode perdoar pecados. d ize n d o : «Q uero.» 28 Ele.

8 Mas ele conhecia os seus pensamentos. jejuam m uitas vezes e fazem orações. A m3o seca. ele e os que com ele esta­ vam ? 4 Como entrou na casa de Deus. 7 Os escribas e os fariseus o estavam observando para ver se curava ao sábado. então jeju a rã o nesses d ia s. quando teve fome.. mas sim os enfermos. e deu aos seus com panhei­ ros. 39 N inguém depois d e ter bebido vinho velho. mas OB pecadores à penitência.. 37 Tam bém ninguém deita vin h o novo em odres velh o s.» ELe.» 6 Aconteceu que. correndo a todos com o olh ar. O s d is c í­ pu lo s d e Jesus colhem e s p ig a s ao sábado.» 6 — 1 Num sábado. e a sua mão tornou-se sã. entrou Jesus na sinagoga. 9 Jesus disse-lh e: «P ergu n to-vos se é lícito aos sábados fazer bem ou mal. em outro sábado.M o tiv o p o r que nSo jeju a m os d isc íp u ­ los d e Jesus. machucando-as naa mãos. e derramar-se-ã o vinho. e o retalh o do novo não condiz com o velho. 32 N ão vim cham ar os ju stos. e perder-se-ão os odres. salvar a vida ou tirá-la. e disse ao homem que tinha a mão s e c a : «L evan ta-te. e o s teus comem e b e b e m .» 33 Eles disseram -lhe: «O s discípulos de João. dizendo a o s discípulos de Jesus: «P o rq u e com eis e bebeis vós com 08 publícanos e com os pecadores? 31 Jesus respon­ deu-lhes: «O s sãos não têm necessidade de médico. enquanto o esposo está com eles? 35 Mas v irã o dias em que lhes será tirado o esposo. 2 A lgu n s dos fariseus disseram -Ihes: «P o rq u e fazeis o que não é perm itido nos sába­ d o s? » 3 Jesus respondeu-lhes: «N ã o teste o que fez D avid. doutro m odo o vinho novo fará rebentar os odres. e põe-te em pé no m eio . o& seus discípulos colhiam espigas. 38 Mas o vinho n o vo deve deitar-se em odres novos. 30 O s fariseus e os seus escribas murmuravam. canos e doutros.» 34 Jesus respondeu-lhes: «P orven tu ra podeis vós fazer jeju ar os am igos d o esposo.» E le estendeu-a. flm de terem de que o acusar.» 36 Tam bém lhes disse esta com paração: «N in gu ém deita um retalho de vestido n ovo em vestid o v e lh o . e o s dos fariseus. que estavam à mesa com eles. levan tan ­ do-se.. Estava a li um homem que tinha a mão direita seca. doutro modo o n ovo rompe o velho. a. comeu deles. 11 Eles encheram-se d e . passando Jesus pelas searas. disse ao homem : «E stende a tua m ão. quer do novo. e. em bora não fosse perm itido com er deles senão aos sacerdotes?» 5 Depois acrescentou: «O F ilh o do homem é Senhor tam bém do sábado. tomou os pães da proposição. pôs-se de pé. as comiam. e ensinava. porque d iz : 0 velh o é m elhor.» 10 Depois.

B artolo­ meu. 24 Mas. que fo i o traidor. A m o r dos ^inim igos. seu irm ão. João. e uma grande m ultidão de povo de toda a Judeia. 22 Bem -aventura­ dos sereis quaudo os homens vos odiarem . por causa do F ilh o do homem. parou numa planície. 27 Mas digo-vos a vós.. Os que eram vexados pelos espíritos imundos fica­ vam também sãos. V e r nota. d iz ia : «Bem -aventurados vós os pobres. e rejeitarem o vosso nome com o mau. 18 que tinham vin d o para o ouvir. vos carregarem de injúrias. A m eaças.s e aos ric o s qu e p5em sa s riq u e z a s tod os os seus a fecto s. vos repeli­ rem. de Jerusa­ lém. e falavam uns com os outros para ver que fariam contra Jesus. e Judas Escariotes. T ia g o . e escolheu doze dentre eles. Tom é. porque saía dele uma virtu de que os curava a todos. 13 Quando se fez dia. ai de vós. Simão. que me ou vis: A m a i os vos­ sos inim igos. e para ser curados das suas doen­ ças. Estava lá um grande número dos seus discipulos. André. quando todos os homens vos lo u va rem ! porque assim faziam aos falsos profetas os pais deles. 23 A legrai-vos nesse dia. fazei bem aos que vos o d e ia m . 21 Bem -aventurados os que agora tendes fom e. 12 N aqueles dias Jesus retirou-se para o monte a orar. porque vosso é o reino de Deus. . T ia g o . B em -aven tu ranças. ó rieos J Jesus r e íe r e . porque rireis. do lito ra l de T ir o e de Sidónia. 19 T o d o o povo procurava tocá-lo.39-40. filho de A lfeu . chamou os seus discipulos. orai pelos que vos calu­ niam. e exultai. S erm ão da m onta­ nha. A o que te tirar o m anto. A i de vós os que agora rides! porque gem ereis e chorareis. ó ric o s ! porque Lendes a vossa consolação (neste m undo). 28 aben­ çoai 08 que vos am aldiçoam . 20 Levantando os olhos para os seus discípulos. e aão fa z em d ela s o uso q u e Deus q u er. Bem -aventurados OB que agora chorais. porque sereis saciados. porque será grande a vossa recompensa no céu. 26 A i de vós. 17 Descendo com eles. doçu ra. a quem deu o sobrenom e de Pedro. 15 Mateus. 25 A í de vós os que estais saciados! porque vireis a ter fome. aos quais deu o nome de A p ó sto lo s: 14 Simão. Era assim que os pais deles tratavam os profetas. ca rid ad e. 29. chamado o Zelador. Ml. F ilipe. Escolha dos A p ó s­ tolos. 29 A o que te fe rir numa face. A i de vós. 16 Judas. irm ão de T ia g o . 5. não o im pe­ ças de levar também a túnica.furor. A s m u lti­ dões cercam Jesus. oferece-lhe também a outra. e passou toda a noite em oração a Deus. 30 Dá a todo aquele 6 » 24.

Jesu s e x o r ta o p ovo a p ô r etn p rática os seus e n s i­ nam entos. e sereis filhos do A ltíssim o. porque a boca fala da abundância do coração. que é bom para os ingratos e para os maus. que eu tire do teu olho a aresta. vos será lançada nas dobras do vosso vestido. 36 Vós. não vendo tu mesmo a trave que tens no teu? H ipócrita. será m edido para v ó s. Porque. e não notas a trave que tens no teu? 42 Ou como podes tu dizer a teu irm ão : D eixa. perdoai. fazei-o vós também a eles. vou m ostrar-vos a quem e e é semelhante. que m érito tendes? Os pecadores tam­ bém emprestam aos pecadores.» 39 Dizia-lhes também esta comparação : «P o d e por­ ventura um cego guiar outro cego? N ão cairão ambos no barran co? 40 O discípulo não é m ais que o m estre . e depois verás para tirar a aresta do olho de teu irm ão. V in do uma inundação. cheia. 38 dai. e ao que le v a o que é teu. e não sereis con den ados. que ouve as rainhas palavras. investiu a torrente contra aquela casa. nem m á árvore a que dá bom fruto. cavou profun­ damente. não Ibo tornes a pedir. para que ee lhes faça outro tanto. como também vosso Pai é m isericor­ dioso. que m érito tendes? Porque oe pecadores tam­ bém amam quem os ama. fazei bem e emprestai. amai os vossos in im ig o s . com a mesma m edida com que m edirdes para oe outros. nem se vindim am uvas de um abrolho. do bom tesouro do seu coração tira o bem . a palha e a tra ve. 41 Porqu e vês tu a aresta no olho do teu irm ão. 37 N ão julgueis.O gu ia cego. e sereis per­ doados. e não fazeis o que eu voe d ig o ? 47 T od o o que vem a mim. 34 Se emprestardes àqueles d e quem esperais receber. 43 P orqu e não é boa árvore a que dá frutos maus. se fo r com o seu mestre. 45 0 homem bom. 32 Se vós amais os que vos amam. que m érito tendes? Os pecadores tam­ bém fazem isto. não con­ deneis. do mau tesouro tira o m a l. U m a m edida boa. porém. lira p rim eiro a trave do teu olho. 48 E ’ semelhante a um hom em que. sem daí esperardes n a d a . mas todo o discipulo será perfeito. e uão . edificando uma casa. 46 Porqu e me chamais vós Senhor. recalcada e acogulada. e será grande a vossa recompensa. a á rvo re co n h ece­ sse p elo s seus fru to s. que te p ed e. 44 P orqpanto cada árvore ee conhece pelo seu fr u t o . 36 Sede m isericordiosos. o homem mau. pois nem se colhem figos dos espinheiros. e dar-se-vos-à. irm ão. e não sereis ju lg a d o s . 31 0 que quereis que vos façam os homens. e pôs os alicerces sobre a rocha. 33 Se flzerdes bem aos que vos fazem bem. e as põe em prática. Senhor.

» 14 Aproxim ou-se. Deus visitou o seu p o v o . 7 P o r essa razão nem eu me achei d ign o de ir ter c o n tig o . eu te ordeno. e por toda a região circunvizinha. 2 Ora um centurião tinha doente. entregou-o a sua mãe. e começou a falar.» 15 E sentou-se o que linha estadò m orto. encontraram curado o servo. 16 Todos ficaram possuí­ dos de temor. é semelhante a um homem. e a o u tro : Vem ! e ele v e m . Jesus ressu scita o fi l h o da v iú v a d e N a im . 3 T en d o ou vido falar de Jesus. e até nos edificou a sin agoga. m ovido de com paixão para com ela. tendo soldados às minhas ordens. 18 Referiram a João os seus discípulos todas estas coisas. Investiu a torrente contra ela. um servo que lhe era muito querido. 4 Eles. 8 Porque também eu. 12 Quando chegou perto da porta da cidade. quase a morrer. ao ou vir isto. Quando estava já perto da casa. fo i ele para uma cidade. Iam com ele os seus discípulos e muito povo. e lo g o caiu. dizen do: «U m grande profeta apareceu entre nós. e fo i grande a ruína daquela casa. d is s e :( «B m v e rd a d a vo s d igo que não encontrei tanta fé em Is ra e l. não te incom odes. entrou em Cafarnaum. 11 No d ia seguinte. 9 Jesus. en ­ Cura do s e r v o do cen tu riã o. João B a p tista e n v ia a Jesus d o is dos seus d is ­ cíp u lo s. disse-lhe: «N ã o chores. pediam -lhe instantem ente. porque eu não sou dign o que entres sob o meu tecto. Então d isse: «Jovem . 19 João chamou dois dos seus discípulos. que ediflcou a sua casa sobre a terra sem fundamentos. d iz e n d o : «E le merece que lhe faças esta graça.» 7 — 1 T en d o term inado este discurso ao povo. flcou admirado. e o meu servo será curado. voltando-se para a m ultidão que o seguia. eis que era levado um defunto a sepultar. 49 Mas o que ouve.» 10 V oltando para casa os que tinham sido enviados. . levan ta-te. e. e ao meu s e rv o : Faz isto ! e ele o faz. e os que o levavam pararam. simples subalterno. cha­ m ada Naim .pôde movê-la. o centurião m andou-lhe am igos a d iz e r : Senhor. e ia com m uita gente d acid ad e. filho único de uma v iú v a . e não pratica. Depois.» 17 Esta opinião a respeito dele espalhou-se por toda a Judeia.» 6 Jesus foi com eles. mas diz uma só palavra. o Seohor. 13 T en ­ do-a visto. Jesus. tocou no esquife. enviou-lhe alguns anciães dos Judeus a pedir-lhe que viesse curar o seu servo. e glorificavam a Deus. porque estava bem ediflcada. tendo id o ter com Jesus. e d igo a um : V ai I e ele v a i . 5 porque é am igo da nossa nação.

o q u a l p re p a ra rá o teu cam inho diante de t i (M al. vos digo eu. os surdos ou­ vem . e mais ainda que profeta. não bá m a io rf^ ro feta j que João ^ a p t is t ^ . 26 Que fostes ver? Um p rofeta? Sim . 33 Porque veio João Baptista. 27 Este é aquele de quem está e s c rito : E is que eu envio o meu mensageiro adiante de ti. os leprosos são limpos.» 29 T od o o povo que o ouviu. nem bebe vinho. deram g ló ria a Deus. aos pobres é anunciado o E va n gelh o. 31 A quem pois com pararei os homeus desta gera­ ção? A quem são sem elhantes? 32 São semelhantes aos m eninos que estão sentados na praça. porém. e que falam uns para os outros. 23 e bem -aventurado aquele que se não escandalizar a meu respeito. dizen d o.» 24 Tendo partido os mensageiros de João. entoám os endeichas. Jesus am eaça a in cre­ d u lid a d e dos Judeus. que come e bebe. e vós não chorastes. e deu vista a muitos cegos. 3. para te pergu n tar: « E ’ s tu o que há-de vir. são os que vivem nos palácios dos reis.E lo g io do P r e ­ cu rsor. 28 Porque eu vos d ig o : Entre os nas­ cidos das mulheres. que não come pão. am igo dos puhlicanoB e dos pecadores. OB mortos ressuscitam. de males. 34 V eio o F ilh o do homem. e vós não bailastes. e vi­ vem entre delícias. 30 Os fariseus. recebendo o baptism o de João. viou -08 a JesuB a d ize r-lh e : •<E’b tn o que há-de v ir ou devem os esperar o u tro ?» 20 T en d o ido ter eom ele. não se fa­ zendo baptizar por ele. Tocám os flauta. disseram -lhe: João Baptista enviou-nos a ti.» . o que é menor do reino de Deus é m aior do que ele. e d izeis: Eis um glu tâo e um bebedor de vinho. mesmo os publicanos. porém. OB coxos andam. e d izeis: Está possesso do dem ô­ nio. 22 Depois respondeu-lhes: «Id e referir a João o que vistes e ou vistes: Os cegos vêem . ou devem os espe­ rar o u tro ?» 21 N aquela mesma oeasião Jesus curou m uitos de enferm idades. de espíritos m alignos. e os doutores da le i frus­ traram o desígnio de Deus a respeito deles. 35 Mas a sabedoria fo i justificada por todos os seus filh os.1). começou Jesus a dizer acerca de João às turbas: «Q u e fostes vós ver ao deserto? U m a cana agitada pelo ven to? 25 Mas que fostes ver? Um homem vestido de roupas delicadas? Mas os que vestem roupas preciosas.

Tendo entrado em casa do fariseu. 38 Colocan­ do-se a seus pés. Qual deles. 6 Outra parte caiu sobre pedregu lh o. porém esta ungiu com bálsam o os meus pés. mais o a m a rá ? » 43 Sim ão respon deu : «C reio que aqu ele a quem perdoou m ais. tendo ido ter com ele de diversas cidades. pregando e anunciando a boa nova do reino de D eu s. 4 Tendo-se juntado uma grande m ultidão de povo. 42 N ão tendo eles com q u e pagar. 47 P e lo que te d i g o : São-lhe perdoados muitos pecados. da qual tinham saído sete dem ônios. e os enxu gava com oe cabelos da sua cabeça.» 44 Em seguida. e as aves do céu comeram-na. disse Jesus esta parábola: 5 «S aiu o sem eador a semear a sua sem en te.36 U m dos fariseus pediu-lhe que fosse com er com e le . fala. Mas.» 41 «U m cred or tinha dois devedores: um devia-lhe quinhentos dinheiros. 3 Joana. e. e enxugou-os com os seus cabelos. Susana. os beijava. pois. procurador de Herodes. fo i calcada. quando sou be que ele estava à mesa em casa do fariseu. quando nasceu. 39 V en d o isto o fariseu que o linha convidado. e os ungia com o bálsamo. Jesns è segu id o p o r p ie ­ dosas m u lh eres. que lh e assistiam de suas posses.» 40 Então. com certeza sabe­ ria quem e qual é a mulher que o to c a : uma pecadora. 46 N ão ungiste a minha cabeça com bálsamo. não cessou de beijar os meus pés.» 49 Os c o n v id a d o s começaram a dizer entre e i: «Q u em é este qu e até perdoa p eca d os?» 50 Mas Jesus disse à m u lher: « A tua fé te salvou . porém ela. e outras muitas. 37 U m a mulher. tenho um a coisa a d izer-te. ao que pouco se perdoa pouco am a.» Ele disse: «M estre. levou um vaso de alabastro cheio de bálsamo. respondendo Jesus. 45 N ão me deste o óscu lo. por detrás dele. P arábola d o sem ea­ d or. mulher de Cusa. ela com as suas lágrim as banhou os meus pés. que era pecadora na c dade. disse c o n s ig o : «S e este fosse profeta. . uma parte caiu ao lon go do ca m in h o. Maria." voltando-se para a mu­ lher. disse-lhe: «Sim ão.» 8 — 1 Em seguida Jesus cam inhava pelas cidades e aldeias. desde que entrou. disse a S im ã o : «V ê s esta m ulher? Entrei em tua casa. o outro cinqüenta. porque muito am ou. chamada Madalena. andavam com ele os doze 2 e algum as mulhe­ res que tinham sido livradas de espíritos m alignos e d e enferm idades. começou a banhar-lhe os pés com lágrim as. perdoou a ambos a dívida.» 48 De­ pois disse à m ulher: «São-te perdoados os pecados.» Jesus disse-lhe: «Julg aste hera. vai em p a z. pôs-se à mesa. não me deste água para os p és. ao semeá-la. A peca­ d o ra aos p és de Jesus.

e ouvindo não entendam (Is. V e r nota. acendendo uma lucerna. pelas riquezas. deu fruto. para que vejam a luz os que eotram . lhe será dado. 10. e nãoos paren.» 21 Ele. e querem ver-te. M t. 11 Eis o sentido da parábola: A sem ente é a palavra de Deus. e pelos deleites desta vida. 10 E le respondeu-lhes: « A vós é concedido conhecer o m istério do reino de Deue. P o r­ que àquele que tem. no tempo da tentação. 15 Enfim. ainda aquilo mesmo que ju lg a ter. que nasce­ ram com ela. cento por um . a sufocaram. .» Jesus 22 Um dia.» Eles fizeram-se ao mar. representa aqueles que ouviram (a p a la v ra ).9-10). e a praticam .» A mae e jQ Foram ter com ele sua mãe e seus irmãos. e disse-lhes. pois. Levantou-se uma tem pestade 8 . mas póe-na sobre um candeeiro. sãa aqueles que a ouvem . 18 Vede. Jesus adormeceu. la g o . 16 Ninguém . maa aos outros ele é anunciado por parábolas. 12.. respondeu-lhes: «M inha m ãe e meus irm ãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus. indo por diante..barca. 23 Enquanto iam n ave­ gando. mas depois vem o dem óuio e tira a palavra do seu coração para que não se salvem crendo. 17 Porque nada há oculto que não acabe por ser manifestado. a que caiu em boa terra. o u ç a !» 9 Os seus discípulos perguntaram -lhe o que sign i­ ficava esta parábola.podiam aproxim ar-sc dele por causa da multidão. mas não têm ra ízes. 6. pois. a retêm e dão fruto por sua perseverança. 13 A qu eles (em que se semeia) sobre pedregulho. depois de nascer. 7 A outra parte caiu entre os espinhos. voltam atrás. 14 A que caiu entre espinhos. são o » que recebem com gosto a palavra. 8 Outra parte caiu em b o a terra. quando a ouvem .ara ouvir. porque nâo tinha humidade. subiu com os seus discípulos para uma uma tem. ouvindo a palavra com coração recto e bom. mas. porém. a cobre com um vaso ou a póe debaixo da cama. repre­ senta aqueles que.. e não dão fruto. e ao que não tem .46-47-50. de Jesus. V e r nota. ficam sufocados pelos cuida­ dos. nem escondido que não deva saber-se e tornar-se público.» D ito isto. logo os espinhos.secou. 19-21. com o ouvis. M t. 20 Foram dizer-lhe: «T u a mãe e teus irm ãos eslão lá fora. lhe será tirad o. até certo ponto crêem. para qu e vendo não vejam. 13. 12 Os que estão ao lon go do caminho. «Passem os à outra m argem du pestade.12-13. exclam ou: «Q uem tem ouvidos p.

34 Quando os guardas viram isto. N ão se vestia à m uito tempo. admiraram-se. 28 L o g o que viu Jesus. e se afogou. mas nos sepulcros. e foram contá-lo à cidade e pelas aldeias. 32 Ora andava por ali pastando no monte uma grande vara de porcos. 35 Saíram a ver o que tiuha acon­ tecido. porque estavam possuídos de grande temor. vestido e em seu juizo. 30 Jesus in terrogou -o: «Q u e nom e é o te u ? » Ele respondeu : «L e g iã o » . e a barca enchia-se de água. despertaram-DO. prostrou-se diaute dele. e estavam em perigo. Jesus. 27 L o g o que saltou em terra. . e começou a vocifera r: *Que tens tu com igo. 24 Aproxim ando-se dele. Os dem ônios suplicavam -lbe que lhes permitisse entrar neles. quebra­ das as cadeias. que acalmaram. do homem os demônios. 37 E todo o povo do país dos Gera­ senos pediu (a Jesus) que se retirasse d eles. fo i ter com ele um homem daquele lugar. fez-se de volta. 36 Os que tinham presenciado contaram-lhes com o o possesso tinha sido livrado. foram ter com Jesus. cheios de temor.de vento sobre o lago.» Ele fo i e publicou poT toda a cidade quanto Jesus lhe tinha feito. Porém . e eles lhe obede­ cem ?» 26 Arribaram ao país dos Gerasenos. iucrepou o vento e as ondas. e cOnta quanto Deus te fe z. e lo g o a vara se precipitou com ím peto por um despenhadeiro no lago. pois. 38 0 homem. e veio a bouança. pois bá muito tempo se tinha apoderado d e le . Jesus o despediu dizen d o: 39 «V o lta para tua casa. MestreI nós perecem os. era im pelido pelo dem ônio para os desertos.» Ele. possesso de muitos dem ônios. 33 Saíram. fugiram . estava preso com cadeias e grilhões. nem habitava em casa. encontraram sentado a seus pés. mas ele. pbrque tinham entrado nele m uitos demônios. o homem de quem tinham saído os dem ôn ios. pedia-lhe que o deixasse estar com ele. Jesus lho perm itiu. entraram nos porcos. 25 Eutão disse-lhes: «O nde está a vossa fé ? » Eles. Ele. dizendo: «M estre. levantando-se. E xpu laSb d e dem ô ­ n ios em G eraaa. de quem tinham saído os demônios. que está fronteiro à G alileia. subindo para a barca. 3t Estes suplicavam -lhe que os não mandasse ir para o abismo.» 29 Porque Jesus mandava ao espírito imundo gue saisse daquele homem. F ilh o do Deus A ltíssim o? Suplico-te que me não atorm entes. e tiveram medo. dizendo uns para os o u tro s : «Quem é esle que manda aos ventos e ao mar.

e ^ ã ^ s a ia is dela até à vossa partida. que eslava a m orrer. ím plorando-liie que fosse a sua casa. 49 porque tinha uma filha única com cerca de doze anos. era apertado pelo povo.» 46 Mas Jesus disse: «A lg u é m me tocou. ele disse-lhes: «N ã o choreis. e Jesus ordenou-lhes que não dissessem a ninguém o que Linha a c o n te c i^ . não deixou entrar ninguém com ele. nem bastão. ^ a lam entavam .56 Seus pais ficaram cheios de assombro. 54 Eutão Jesus. 9 Enviou-os a pregar o reino de Deus. T ia g o e João. prostrou-se a seus pés. 45 Jesus perguntou: «Q u em me to c o q ? » N egando todos. disse em alta v o z : «M enina. i 9 — 1 Convocados os d oze^ p óstolom deu-lhes poder e autoridade sobre todos os nemónios. Sucedeu que. o pai e a mãe da menina.ca menina) não está morta. im ediatam ente. e declarou diante de todo o povo a causa por que o tinha tocado. e tinha despendido com médicos todos os seus bens. tomando-a pela mão. pois todos o estavam esperando. apro­ xim ou-se tremendo. 5 Quando quaisquer vos não receberem. as mul­ tidões apertam -te e oprim em -te. e para cu raras doenças. 3 Disse-lhes : «N ã o leveis nada para o cam inho. M issão dos A p ós­ tolos. sabendo que estava m orta. ao sair dessa cidade. chamado Jairo. quando veio um dizer ao chefe da s in a g o g a : «T u a filh a m or­ reu. lançou-se aos pés de Jesus. Ele mandou que lhe dessem de com er. enquanto Jesus ia caminhando. 59 En­ tretanto todos choravam . 4 £m qualquer casa. crê sòmente e ela será salva . levanta-te. sacudi até o pó dos vossos pés. e como ficara lo g o sã.» 51 Ten do che­ gado a casa.» 53 Zom baram dele. senão Pedro. 43 Um a mulher. 40 Ten do voltado Jesus. vendo-se descoberta. foL recebido pela m u lti­ dão . a tua fé te s a lv o u . tendo ouvido estas palavras. nem leveis duas túnicas. qúe era o chefe da sin a go ga . disse Ped'ro(e os que com ele estavam : «M estre.A filh a de J a iro c a h em orroissa. nem dinheiro. 44 aproxim ou-se por detrás e tocou a orla do seu ves­ tid o .» 49 A in d a ele não tinha acabado de falar. ficai lá. nem alforge. e a curar os doentes. vai em paz. parou o flu xo do seu sangue. disse ao pai da m en in a: «N ã o temas. em que enlrardes. e levantou-se im ediatam ente. mas d orm e. 48 Jesus disse-lhe: «F ilh a. sem poder ser curada por nenhum deles. . não im portunes mais o M estre. porque conheci que saiu de mim uma virtude.» 47 A mulher.» 55 0 seu espírilo vol­ tou. Porém .» 50 Jesus. em . nem pão. 41 eis que veio um hom em . que padecia flu xo de sangue há doze anos.

» 14 P o is eram quase cinco m il homens. 22 acrescentando: « E ’ necessá­ rio que o F ilh o do hom em padeça m uitas coisas. respondendo. e mandaram-nos sentar a todos. tomando-os consigo. este de quem ouço tais coisas ?» E buscava ocasião de o ver. que « e ja rejeitado pelos anciães.s . abençoou-os. para que os servissem à multidão.» 21 Mas ele. e não sabia que pensar. disse: « 0 Cristo de D eus. Ele. Quem é. as m ultidóes foram -no seguindo.» 9 H erodes d is s e : «E u m andei dego­ la r João. estando só orando. disseram -lhe: «D espede as m ultifiões. a não « e r que vam os com prar m antim ento para toda esta m u ltid ão.» Eles disseram : «N ã o temos m ais do que cinco pães e dois peixes. 17 Comeram todos. se alberguem e encontrem que comer. 6 — 22 123 testemunho contra eles. V o lt a dos A p ó s to ­ los. Aproxim an-do-se dele os doze. com seu tom severo. q u e ressuscitou. 16 Tendo tom ado os cinco pães e os dois peixes. pelos príncipes doe sacer­ dotes e pelos escribas. Jeeus interrogou-os: -«Quem dizem as m ullidóes que sou e u ? » 19 Responde­ ram e disseram : «U n s dizem que João Raptista. outros: <E’ Elias q u e apareceu». P r im e ir a m u lt ip li­ cação dos pães. pois. E levantaram •do que lhes sobejou d oze cestos de fragm entos. que seja m orto. 9. Então disse a seus discípulos: «M andai-os sentar d iv i­ didos em ranchos de cinqüenta. S u s p e ita s de H ero­ des. outros que ressuscitou um dos antigos pro­ fe ta s . e ressuscite ao terceiro dia. . levantou os -olhos ao céu.» 6 Tendo eles partido. e ficaram saciados. falou-lhes do reino de Deus e sarou os que necessitavam de cura. outros q u e Elias. E as recebeu. o u tro s: «E ’ um dos antigos profetas.» 15 Eles assim o exe-cutaram. para que. reti­ rou-se aparte a um lu gar do território de Betsaida. indo pelas aldeias e herdades circunvizinhas.» 20 E le diese-lhes: «E vós quem dizeis que sou e u ? » Pedro. S <E’ João que ressuscitou dos m ortos».» 13 E le respondeu-Ih e s : «D ai-lhes vós de com er. partiu-os e dietribuiu-os aos seus discípulos. 12 Ora o dia com eçava a declinar. mandou que o não dissessem a ninguém . contaram -lhe tudo o que tinham feito. 11 Sabendo isto. porque uns d iz ia m . 10 Ten do voltado os A póstolos. se encontra­ vam com ele os seus discípulos. C o n fis s ã o de P ed ro e p r o fe ­ cia da P a ix ã o . anda­ vam de aldeia em aldeia pregando o Evangelho. 7 H erodes tetrarca ou viu falar de tudo o que se passava. e fazendo curas por toda a parte. L u c a s . porque Aqui estamos num lu gar deserto. 18 Aconteceu que.

Eles calaram-se. Pedro disse a Jesus: «M estre. 38 E eis que um homem do meio da m ultidão clamou . 23 Depois. façam os três tendas. 29 Enquanto orava. Mas. descendo eles do monte. 31 08 quais apareceram cheios d é majestade. do m e n ÍD o possesso. e tiveram medo. tornou-se Xodo outro o seu rosto. 24 Porque o que quiser sal­ va r a sua vid a (abandonando-m e). o u vi-o . 25 Que aproveita o homem ganhar todo o mundo.» 41 Jesus respondeu: « 0 ’ geração incrédula e perversa 1 A té quaudo estarei convosco e vos s o fre ie i? Traz cá o . Jeeus ficou só. 39 Um espírUo m aligno se apodera dele e súbitamente dá gritos. negue-se a si mesmo. viram a m ajestade de Jesus. e na de seu P a i e dos santos anjos.» 36 A o soar aquela voz. T ra n sfiguração. o seu vestido tornou-se branco(^resplandecente. T ia g o e João. tomou consigo Pedro. se se perde a si mesmo. dizen do: «E sle é o meu filho dilecto. tom e a sua cruz todos os dias. despertando. dirigindo-se a tod os: «S e alguém qu er v ir após de mim. e se faz dano a si? 26 P orqu e quem se envergonhar de mim e das miuhas palavras. também o F ilh o do homem se envergonhará dele. 27 D igo-vos na verdade que estão aqui alguus presen­ tes que não m orrerão. não sabendo o que dizia. porque é o único que tenho. fazendo-o espumar. 35 Então saiu uma voz da nuvem. e falavam da m orte que ele d evia sofrer em Jerusalém. 34 Estando ele a nda a falar. e a ninguém disseram naqueles dias nada do que tinham visto. 40 P edi a teus discípulos que o expelissem . salvá-la-á. e os dois varões que estavam com ele. a perderá. é bom para nós estar a q u i. uma para ti. form ou-se uma nuvem. lhes saiu ao encontro uma grande multidão. uma para Moisés. e uma pars' E lias». e siga-m e. 30 E eis que dois bom ens falavam com ele: Moisés e Elias. Cura. mas eles não puderam . e ape­ nas o larga depois de o ter dilacerado. 37 Sucedeu no dia seguinte que. e quem perder a sua vid a por causa de mim. 33 Enquanto estes se separavam dele. quando v ie r na sua m ajestade. rogo-te que ponhas os olhos em meu filho. 32 Entretanto Pedro e os que estavam com ele tinbam-se deixado oprim ir de sono.» 28 Cerca de oito dias depois destas palavras. e ^ lança por terrj!{ o agita com violência. sem que vejam o reiuo de D eus. «M estre. quando os viram entrar na nuvem. que os en volveu . e subiu a um m onte para orar.Abn ega­ ção.

teu filh o .» 49 Quando este se aproxim ava, o dem ônio
lançou-o por terra, e agitou-o com violência. Mas
Jesus ameaçou o espírito im undo, sarou o m enino, e
restituiu-o a seu pai. 43 E todos pasmavam da gran­
deza de Deus,
Enquanto todos admiravam as coisas que ele fazia,
Jesus disse aos seus d iscíp u los; 44 «P o n d e nos vossos
corações estas p alavras: 0 F ilh o do homem está para
ser entregue nas mãos dos hom ens.» 45 Eles, porém,
não entendiam esta lin gu a gem ; era-lhes tão obscura
qu e não compreendiam ; e tinham medo de o interrogar
acerca dela. 46 Começaram a discutir entre si sobre
qu al deles era o m aior. 47 Jesus, vendo oe pensamen­
tos do seu coração, tomou pela mão um m enino, pô-io
ju n to a si, 48 e disse-lhes: «T o d o o que receber este
m enino em meu nome, a mim recebe; e todo o que me
receber, recebe aquele que me enviou. Porqu e aquele
que entre vós todos é o menor, esse é o m aior.» 49 João,
tom ando a palavra, disse: «M estre, nós vim os um que
exp elia os dem ônios em teu nome, e lho proibim os,
porque não anda connosco.» 50 Jesus respondeu-lhe:
«N ã o lho proibais, porque quem não é contra vós, é
p or vós.»
VIAG ENS A JERUSALÉM

P r o fe c ia
da P a i .
xâo,
h u m il­
dade,
to le râ n ­
cia.

51 Aconteceu que, aproxim ando-se o tempo da sua o s Samapartida deste mundo, dirigiu-se resolutam ente para Jeritanos
não
rusalém, 59 e euviou adiante de si m ensageiros, os quais recebem
entraram numa aldeia de Sam aritanos para lhe prepa­
Jesus.
rarem pousada. 53 N ão o receberam, por dar mostras
d e que ia para Jerusalém.
54 V en do isto os seus discípulos T ia g o e João, dis­
seram : «S enhor, queres tu que digam os que desça fogo
do céu, que 08 con su m a?^ 55 Ele, porém, voltando-se
para eles, rep re e n d e u -o e :A V ó s não sabeis de que espí­
rito sois. 56 O F ilh o do nom em não veio piara perder
as vidas dos homens, mas para as sa lv a r.^ £ foram
para outra povoação.
^
57 In do eles pelo caminho, veio um homem que Condições
lhe disse: «S e g u ir -te -e i para onde quer que fores.» para.se58 Jesus respondeu-lhe: «A s raposas lêm suas covas,
55. V ós n ã o s a b e is ... V ó s jd nao p e rten c eis à le i antiga, em
qu e d o m in a va o e s p ir it o do tem or e da v in g a n ç a ; p e rte n c e is a uma
socied a d e n ova, cm q u e se d e v e p r a tic a r a ca rid ad e p ara com os
p r ó p r io s ia ím ig o s . Estas p a la vra s fa lta m em algu n s m an u scritos.
58. V e i nota, M t.» 8,20-

as aves do céu lêm seus ninhos, porém o F ilh o do
homem não tem onde reclinar a cabeça.» 69 A um
outro disse: «S egu e-m e.» Mas ele disse: «S en h or, per­
m ite-m e que eu vá prim eiro sepultar meu p a i.» 60 Mas
Jesus re p lic o u : «D e ix a que os m ortos sepultem os seus
m ortos; tu va i anunciar o reino de D eue.» 61 U m outro
disse-lhe: «E u , Senhor, seguir-te-ei, mas perm ite que
v á prim eiro dizer adeus aos de m inha casa.» 62 Jesus
respondeu-lhe; «N in gu ém que, depois de ter m etido a
sua mão ao arado, olha para trás, é apto para o reino
de Deus.
Missão
10 — 1 Depois disto, o Senhor escolheu outros sesetenta e
®
® maudou-os doÍ 8 a doÍB adiante de si por
dois°dis- todas as cidades e lugares onde ele estava para ir.
cip u io s.
2 Disse-lhes: «G rande é na verdade a messe, mas os
operários poucos. R o g a i, pois, ao dono da messe que
m ande operários para a sua messe. 3 Id e ; eis que eu
vos en vio como cordeiros entre lobos. 4 N ão leveis
bolsa, nem alforge, nem calçado, e pelo caminho não
saudeis ninguém. 5 N a casa em que entrardes, dizei
p rim eiro: A paz seja nesta casa. 6 Se ali houver
algum filho de paz, repousará sobre ele a vossa paz;
de contrário, tornará para vós. 7 Perm anecei na mesma
casa, comendo e bebendo do que tiv e re m ; porque o
operário é digno da sua recompensa. N ão andeis de
casa em casa. 8 Em qualquer cidade em que entrardes,
e vos receberem, com ei o que vos puserem d ian te;
9 curai os enfermos que nela houver, e dizei-lhes: Está
próxim o de vós o reino de Deus. 10 Mas, em qualquer
cidade em que entrardes, e vos não receberem, saindo
para as praças d ize i; 11 A lé o pó da vossa cidade, que
se nos pegou aos pés, sacudimos contra v ó s ; não
obstante isto, sabei que o reino de Deus está próxim o.
12 D igo-vos que, naquele dia, haverá menos n g o r para
Sodom a que para essa cidade.
13 A i de ti, C orozain ! A i de ti, R etsaida! Porqu e,
se em T iro e em Sidónia se tivessem operado as mara­
vilhas que se lêm operado em vós, há muito tempo que
teriam feito penitência, cobertas de cilício, e jazendo
sobre a cinza. 14 P o r isso haverá no dia de ju ízo me60. D e ix a qu e os m o r t o s . . . V e r nota, M t., 8,22.
62. N in g u é m q u e . . .
A s s im como o la v ra d o r d e v e t e r sem p re
os o lh o s fix o s no a ia d o para fa z e r o su lco d ir e it o , assim o qne q u i­
ser s e r v e r d a d e ir o d is c íp u lo d e Jesu s d e v e ren u n cia r a tod os os
a fecto s m undanos, e t e r sem p re os o lh o s fix o s em D eus.
10, I I . A t é o p ó . . .
V e r nota, M t., 10,10.

nos rig o r para T iro e Sidónia que para vós. 15 E tu,
Cafarnaum, que te elevas até ao céu, serás abatida até
ao in fern o (Is. 14,13-15). 16 0 que vos ouve, a mim
ouve, o que vos rejeita, a mim rejeita, e quem me
rejeita, rejeita aquele que me en viou .»
17 Os setenta e dois voltaram alegres, d izen d o:. Voita dos
«S en h or, até os dem ônios se nos submetem em virtude
103^“ '
do teu n om e.» 18 Ele disse-lhes: «E u via Satanás cair
do céu como um raio. 19 Eis que vos dei poder de
cam inhar impunemente sobre serpentes e escorpiões, e
de vencer toda a força do in im igo, e nada vos fará
dano. 20 Contudo não vos alegreis porque os espíritos
maus vos estão sujeitos, mas alegrai-vos porque os
vossos nomes estão escritos nos céus.»
21 N aqu ela mesma hora Jesus exultou no Espírito Santo, e disse: «C raças te dou, ó P a i, Senhor do “ =
céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos
sábios e aos prudentes, e as revelaste aos pequeni­
nos. Ássim é, ó Pai, porque assim fo i do teu agrado.
22 Todas as coisas m e foram entregues por meu P a i;
e ninguém sabe quem é o F ilh o, senão 0 Pai, nem
quem é o Pai, senão o F ilh o, ‘e aquele a quem o F ilh o
quiser revelar.» 23 Depois, tendo-se voltad o para seus
discípulos, disse: «D itosos os olhos que vêem 0 que
vós vedes. 24 Porque eu vos afirm o que m uitos profe­
tas e reis desejaram ver o que vós vedes, e não viram ,
ou vir o que vós ouvis, e não o ou vira m .»
O bom
25 Eis que se levantou um dou tor da lei, e lhe
sam aridisse para 0 ten tar: «M estre, que devo eu fazer para
taoo.
alcançar a vida etern a ?» 26 Jesus respondeu-lhe:
<0 que é que está eserito na le i? Como lês tu ?» 27 Ele
respondeu: <Am arás 0 Senhor teu Deus com todo 0 teu
coração, com toda a tu a alm a, eom todas as tuas forças
e com todo o teu entendimento, e 0 teu p ró x im o como a
t i m esm o.» 28 Jesus disse-lh e: «R espondeste bem ; fae
isso, e viverás (L e v . 18,5).» 29 Mas ele, querendo ju stiflcar-se, disse a Jesus: <E quem é 0 meu p ró x im o ? »
30 Jesus, retom ando a palavra, disse; «U m homem
descia de Jerusalém para Jericó, e caiu nas mãos dos
ladrões, que 0 despojaram, e, tendo-lhe feito feridas,
retiraram-se, deixando-o m eio morto. 31 Ora aconte­
ceu que descia pelo mesmo cam inho um sacerdote, o
qual, quando o viu , passou de largo. 32 Igualm ente
18.
21.

C a ir do céu, isto è, fic a r sem po d er.
A o s s á b io s ... V e r n ota, M t., 11,25,

M arta
a M aria.

O ração.

Perseve­
rança e
co n fian ça .

um levita , chegando perto daquele lu gar, e vendo-o,
passou adiante. 33 Um sam aritano, porém, que ia de
viagem , chegou perto dele, e, quando o viu, moveu-se
de com paixão. 34 Aproxim ou-se, ligou -lhe as feridas,
lançando nelas azeite e v in h o ; e, pondo-o sobre o seu
ju m ento, levou-o a uma estalagem , e teve cuidado dele.
35 N o dia seguinte tirou dois dinheiros, deu-os ao
estalajadeiro, e disse-lhe: Tem cuidado d e le ; quanto
gastares a mais, eu to satisfereí quando voltar. 36 Qual
destes três te parece que fo i o p róxim o daquele que
caiu nas mãos dos lad rões?» 37 E le respondeu: « 0 que
usou com ele de m isericórdia.» Então Jesus disse-lhe:
«V a i, e faz tu o m esm o.»
38 Indo em viagem , entrou em uma aldeia, e uma
m ulher, chamada M arta, recebeu-o em sua casa. 39 Esta
tinha uma irm ã, chamada Maria que, sentada aos pés
do Senhor, ouvia a sua palavra. 40 M arta, porém, afadigava-se m uito na continua lida da casa. A p roxim a n ­
do-se, disse: «S enhor, não se te dá que minha irm ã
me tenha deixado só com o serviço da casa? Diz-lhe,
pois, que me aju d e.» 41 0 Senhor, respondeu-lhe:
«M arta, Marta, tu afadigas-te e andas inquieta com
muitas coisas. 49 Entretanto uma só coisa é necessária.
M aria escolheu a m elhor parte, que lhe não será tirad a.»
I I — 1 Estando ele a fazer oração em certo lu gar,
quando acabou, um dos seus discípulos disse-lhe: «S e ­
nhor, ensina-nos a orar, assim com o também João
ensinou aos seus discípulos.» 9 E le respondeu-lhes:
«Q uando orardes, d iz e i: Pai, santificado seja o teu
nome. Venha o teu reino. 3 0 pão nosso de cada dia
nos dá h o je ; 4 perdoa-nos os nossos pecados, pois que
também nós perdoám os aos que nos ofenderam ; e não
nos deixes cair em tentação.»
5 Disse-lhes m ais: «S e algum de vós tiver um
am igo, e for ter com ele à m eia-noite para lhe d ize r:
«A m ig o , empresta-me três pães, 6 porque um meu
am igo acaba de chegar a minha casa de uma viagem , e
não tenho nada que lh e d a r; 7 e ele, respondendo lá
de dentro, disser; N ão me sejas im portuno, a porta
está agora fechada, os meus filhos e eu estamos deita­
d os; náo me posso levan tar para tos d a r .. . 8 digo-vos
que, ainda que ele se não levantasse a dar-lhos, por
ser seu am igo, certam ente pela sua im portunação se
levantará, e lhe dará tudo aquilo de que precisar.
9 Eu d igo-vos: Pedi, e dâr-se-vos-á; buscai, e encoutra re is ; batei, e abrir-se-vos-á. 10 Porqu e todo aqu elç

que pede, re c e b e ; e o que busca, en co n tra ; e ao que
bate, se lhe abrirá.
11 Se um filho pedir pão, qual é entre vós o pai
que lhe dará uma pedra? Ou, se lhe pedir um peixe,
dar-lhe-á ele, em vez do peixe, uma serpente? 12 Ou se
lhe pedir um ovo, porventura dar-lhe-á um escorpião?
13 Se pois vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas
a vossos filhos, quanto m ais o vosso P ai celestial dará
o E spírito Santo aos que lho pedirem .»
14 Jesus eslava expelindo um dem ônio, que era
mudo. Depois de ter expelido o dem ônio, o mudo
falou, e as m ultidões ficaram m aravilhadas. 15 Mas
alguns disseram : «E le expele os dem ônios por virtu de
d e Belzebu, príncipe dos dem ônios.» 16 Outros, para
o tentarem, pediam -lhe um prodígio vin d o do céu.
17 E le, porém , conhecendo os seus pensamentos, disse-Ih es: «T o d o o reino dividido contra si mesmo será
devastado, e cairá casa sobre casa. 18 Se, pois, Salanás eslá divid id o contra si mesmo, com o estará em pé
o seu rein o? Porque vós dizeis que por virtude de B el­
zebu é que eu lanço fora os demônios. 19 Ora, se é por
virtu de de Belzebu que eu lanço fora os demônios,
vossos filhos por virtu de de quem os expelem ? P o r isso
eles mesmos serão oe vossos juizes. 20 Mae se eu, pelo
dedo de Deus, lanço fora os demônios, certamente che­
gou a vós o reiuo de Deus. 21 Quaudo um valente
armado, guarda o seu palácio, estão em segurança os
bens que possui; 22 porém , ee, sobrevindo outro mais
valente do que ele, o vencer, tira-lhe as armas, em que
confiava, e reparte os seus despojos. 23 Quem uão é
com igo, é coatra m im ; e quem não colhe com igo des­
perdiça.
24 Quando o espírito imundo saiu de um hom em ,
anda por lugares secos, buscando repouso. N ão o
encontrando, d iz : V o lta rei para m inha casa, donde
sai. 25 Quando vem , a encontra varrida e adornada.
26 Então vai, toma consigo outros sete espíritos piores
d o que ele, e, entrando, habitam ali. E o últim o estado
daqu ele bom em torna-se pior do que o prim eiro.»
27 A conteceu que, enquanto ele dizia estas palavras, uma mulher, levantando a vo z do m eio da mul­
tidão, d isse-lh e: «B em -a ven tu ra d o o ventre que te
11, 20. V e r nota, M t., 12,28.
22. V e r nota, M t., 12,29.
24. V e r nota, M t., 12,43-45.
26. V e r nota, M t., 12,43-45.

Jesüs e
B e lzeb u .

o

demó-

m o que
v o lta .

a

rnSe de

Jesus
è louvad a.

S in a l de
Jonas.

Jesns
censura
os
fa ris eu s.

trouxe, e os peitos a que foste am am entádo.» 28 Porém
ele disse: «A n te s bem-aventurados aqueles que ouvem
a palavra de Deus, e a põem em prática.»
29 Concorrendo as m ultidões, começou a d izer:
«E sta geração é uma geração perversa; pede um sinal,
mas uão lhe será dado outro sinal, senão o sinal do
profeta Jonas. 30 Porqu e, assim como Jonas fo i um
sinal para os ninivitas, assim o F ilh o do homem será
um sinal para esta geração. 31 A rainha do m eio-dia
levantar-se-ã no dia de ju ízo contra os homens desta
geração, e condená-los-á, porque veio da extrem idade
da terra ou vir a sabedoria de S alom ão; entretanto, eis
aqu i está quem é mais do que Salomão. 32 Os niuivitas levantar-se-ão no (d ia ãe) ju ízo contra esta geração,
e condená-la-ão, porque fizeram penitência com a pre­
gação de Jonas; entretanto eis aqui está quem é mais
do que Jonas!
33 N inguém acende uma lucerna, e a põe em lu gar
escondido, nem debaixo do alqueire, mas sobre o can­
delabro, para que os que entram vejam a luz. 34 0 teu
olho é a lucerna do teu corpo. Se o teu olho fo r puro,
todo o teu corpo terá lu z; se, porém, fo r mau, também
o teu corpo estará nas trevas. 3õ V ê, pois, que a lu z
que eslá em ti não seja trevas. 36 Se, pois, o teu corpo
fo r todo lúcido, sem ter parte algum a escura, todo ele
será lum inoso, e ilum inar-te-á eomo uma lâm pada res­
plan decen te.»
37 Enquanto Jesus falava, um fariseu convidou-o
a ir jan tar com ele. T en d o entrado, pôs-se à mesa.
38 Ora o fariseu estranhou que ele não se tivesse
lavado antes de comer. 39 Mas o Senhor disse-lhe:
«A g o r a vós os fariseus lim pais o que eslá por fora do
vaso e do p ra to; mas o vosso interior está cheio de
rapina e de iniqüidade. 40 Néscios, quem fez o que
eslá de fora, não fez também o que está por d en tro?
41 D ai contudo esm ola segundo os vossos meios, e tudo
será puro para vós. 42 Mas ai de vós, fariseus, que
pagais 0 dízim o da hortelã, da arruda, de toda a casta
de ervas, e desprezais a justiça e o am or de Deus I
Era necessário praticar estas coisas, mas não om itir
26. A ttie s b e m -a v e n tu ra à o s a q u e le s ... Jesus não n ega qu e M a­
ria seja b em -a ven tu rad a p o r lh e t e r dado a v id a , m as q u e r m o stra r
q u e são m ais bem -aven tu rad os a q u eles qu e ou vem e põem em p rá tica
a p a la vra de D eus. M a ria S an tíssim a é sobretu do b em -a ven tu ra d a ,
p o rq u e ío i f i e l em o b s e rv a r a p a la v ra de D eu s.
34-36. V e r nota, M t., 6,22-23.
41. T e x t o d e in te rp reta ç ã o d ifíc il.

aquelas. 43 A i de vós, fariseus, que gostais de ter as
prim eiras cadeiras nas sinagogas, e as saudações nas
praças! 44 A i de vós, porque sois como os sepulcros
que não se vêem , e sobre os quais se anda sem sab er!»
45 Então um dos doutores da lei, tom ando a pala­
vra, disse-lhe: «M estre, falando assim, também nos
ofendes a nós.» 46 Jesus respondeu-lhe: « A i de vós
também, doutores da lei, porque carregais os homens
de pesos que não podem suportar, e vós nem com um
dedo vosso lhe tocais a c a rg a ! 47 A i de vós, que edificais sepulcros aos profetas, e foram vossos pais que
lhes deram a m orte I 48 P o r certo dais a conhecer que
aprovais as obras de vossos p ais; porque eles os mata­
ram, e vós ediflcais os seus sepulcros. 49 P o r isso disse
a sabedoria de D e u s : Mandar-lhes-ei profetas e após­
tolos, e eles darão a morte a uns, e perseguirão outros,
50 para que a esta geração ee peça conta do sangue
de todos os profetas, derram ado desde o principio do
muudo, 51 desde o sangue de A b e l até ao sangue de
Zacarias, que fo i m orto entre o altar e o tem plo. Sim,
eu vos digo que será pedida conta disto a esta geração.
52 A i de vós, doutores da lei, que usurf»astes a chave
da ciência, e nem eutrastes vós, nem deíxastes entrar
08 que queriam e n tra r!»
53 Dizendo-lhes ele estas coisas, começaram os fari­
seus e doutores da le i a insistir fortem ente, e a im por­
tuná-lo com muitas perguntas, 54 armando-lhe laços,
e buscando ocasião de lhe apanharem da boca algum a
palavra para o acusarem.
12— 1 Tendo-se juntado à roda de Jesus m ilhares
e milhares de pessoae, de sorte que se atropelavam uns
aos outros, começou ele a dizer aos seus discípulos:
«G uardai-vos do ferm ento dos fariseus, que é a hipo­
crisia. 2 Nada há oculto que não venha a descobrir-se,
e nada há escondido que não venha a saber-se. 3 Por
isso as coisas que dissestes nas trevas, serão ouvidas
às claras, e o que falastes ao ou vid o no gabinete, será
apregoado sobre os telhados.
4 A vós, pois, meus am igos, vos d ig o : uão teuhais
medo daqueles que matam o corpo, e depois nada mais
podem fazer. 5 Eu vou mostrar-vos a quem haveis de
52. A ehavé da ciência, isto é, a in te lig ê n c ia da S agra da E s c ri­
tura, a qual con d u zia os hom ens a J esu s. O s d ou tores da le i e os
fa ris eu s, le r a d o s p e la sua m aldade, da va m falsas in te rp re ta ç õ e s à
S agrada E sc ritu ra , d e m odo q u e nSo só e le s se a fastavam d e Jesus,
mas le v a v a m os o u tros a a fa sta r-se tam bém .

F e r m e n to
dos
fa ris eu s.

Nfio te m a ­
mos os
h om en s.

P ec a d o
co a tra o
E s p irito
Santo.

A v a re z a .

C o n fia n ça
em B eu s.

tem er; tem ei aquele que, depois de matar, tem poder
de lançar no in fern o ; sim, eu vos digo, tem ei este.
6 Não se vendem cinco passarinhos por dois asses,
entretanto nem um só deles está em esquecimento
diante de Deus. 7 A té os cabelos da vossa cabeça estão
todos contados. N ão temais p ois; vós vaieis mais que
m uitos passarinhos. 8 D igo-vos: T o d o aquele que me
confessar diante dos homens, também o F ilh o do homem
0 confessará diante dos anjos de Deus. 9 O que me
negar diante dos hom ens, será negado diante dos anjos
de Deus.
10 T od o o que falar contra o F ilh o do hom em ,
ser-lhe-á dado perdão; mas àquele que blasfem ar con­
tra o Espírilo Santo, não lhe será perdoado. 11 Quando
vos levarem às sinagogas, e perante os m agistrados e
autoridades, não estejais com cuidado de que modo respondereis, ou que direis, 12 porque o Espírito Santo vos
ensinará, naquele mesmo m omento, o que deveis dizer.»
13 Eutão disse-lhe alguém da mu tid ão: «M estre,
diz a meu irm ão que me dê a minha parte da herança.»
14 Jesus respondeu-lhe: «M eu am igo, quem me consti­
tuiu ju iz ou árbitro entre v ó s ? » 16 Depois disse-lhes:
«G uardai-vos cuidadosamente de toda a avareza, por­
que a vida de cada um, ainda que esteja na abundân­
cia, não depende dos bens que possui.» 16 Sobre isto
propôs-lhes esta parábola: «Os campos de um homem
rico tinham dado abundantes frutos. 17 E le andava
discorrendo co n sigo ; Que farei, pois, não tenho onde
recolher os meus frutos ? 18 D epois d is s e : Farei ie t o :
D em olirei os meus celeiros, fá-los-ei maiores, neles
recolherei todas as minhas novidades e os meus bens,
19 e direi à minha a lm a : 0 ’ alm a, tu tens m uitos bens
em depósito para largos an os; descansa, come, bebe,
regala-te. 20 Mas Deus disse-lhe: Néscio, esta noite
te virão demandar a tua a lm a ; e as coisas quejuntaste,
para quem serão ? 21 Assim é o que entesoura para si,
e não é rico para D eus.»
22 Depois disse a seus discipulos: «P o rta n to vos
d ig o : N ão andeis demasiadamente inquietos nem com
o que vos é preciso para a vossa vid a, nem com o que
vos é preciso para vestir o vosso corpo. 23 A vid a vale
m ais que o alim ento, e o corpo mais que o vestido.
24 Considerai os corvos, que não semeiam, nem ceifam,
nem têm despensa, nem celeiro, e Deus, contado, sus-

tenta-os. Quanto mais vaieis vós do que eles? 25 Qual
de vós, por m uito que pense, pode acrescentar um
côvado à duração da sua vida? 26 Se vós, pois, nâo
podeis fazer o que é m ínim o, porque estais em cuidado
sobre as outras coisas? 27 Considerai com o crescem os
lír io s ; não trabalham, nem flam ; contudo, digo-vos
que nem Salomão, com toda a sua glória, se vestia
com o um deles. 28 Se, poie, a erva, que hoje está no
cam po, e amanhã se lança no forno. Deus a veste
assim, quanto mais a vós, homens de pouca fé?
29 Vós, pois, não procureis com cuidados exces­
sivos o que haveis de com er ou b e b e r; não andeis com
o espírito preocupado. 30 Porque são as nações deste
m undo que buscam com excessivo cuidado todas estas
coisas. Mas o vosso P a i sabe que tendes necessidade
delas. 31 Buscai, pois, em prim eiro lugar, o reino de
Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão
dadas por acréscimo. 32 N ão temas, ó pequenino reba­
nho, porque fo i do agrado do vosso P a i dar-vos o reino.
33 V en d ei o que possuis, e dai esm ola; provei-vos de
bolsas que não envelhecem , de um tesouro inexau rível
no céu, onde não chega o ladrão, nem a traça rói.
34 P o rq u e onde está o vosso tesouro, aí estará também
o vosso coração.
35 Estejam cingidos os vossos rins, e acesas as vossas lâmpadas. 36 F azei eomo os homens que esperam
o seu senhor quando vo lta das bodas, para que, quando
v ier e baler à porta, lo g o lha abram. 37 Bem -aventu­
rados aqueles servos, a quem o Senhor aphar vigian d o,
quando vier. N a verdade vos d igo que ee cingirá, os
fará pôr à mesa, e, passando por entre eles, os servirá.
38 Se v ie r na segunda v ig ília , ou na terceira, e assim
08 encontrar, bem-aventurados são aqueles servos.
39 Sabei que, se o pai de fam ília soubesse a hora, em
que v iria o ladrão, v ig ia ria sem dúvida, e não d eixaria
m inar a sua casa. 40 Vós, pois, estai preparados, por­
que, na hora que não cuidais, virá o F ilh o do h om em .»
41 Pedro disse-lhe: «Senhor, dizes esta parábola
só para nós ou para todos?» 42 0 Senhor respondeu:
«Q uem é o despenseiro fiel e prudente que o Senhor
estabelecerá sobre as pessoas da sua casa, para dar a
cada um a seu tem po a ração de tr ig o ? 43 Bem -aven­
turado aquele servo a quem, quando o Senhor vier,
achar procedendo assim. 44 N a verdade vos d igo que
o constituirá adm inistrador de tudo quanto possui.
45 Porém , se aquele servo disser no seu coração :

vígiiân-

Jesus
v e io tra ­
z e r o ío g o
e a
d iv is ã o .

N e c e s s i­
dade
da p e a itôn cia.

« 0 meu senhor tarda em vir ; e começar a espancar os
criados e as criadas, a comer, a beber e a embriagar-se,
46 chegará o senhor desse servo no dia, em que ele o
não espera, e na hora, em que ele não sabe; rem ovê-lo-á, e pô-lo-á aparte com os infiéis. 47 A qu ele servo,
que conheceu a vontade do seu seuhor, e nada prepa­
rou, e não procedeu conform e a sua vontade, levará
muitos açoutes, 48 Quanto àquele que, não a conhe­
cendo, fez coisas dignas de cast go, levará poucos açou­
tes, Porqu e a todo aquele a quem m uito fo i dado,
m uito lhe será e x ig id o ; e ao que muito confiaram, mais
conta lh e tomarão.
49 Eu vim trazer fogo à terra; e que quero eu,
senão que ele se acenda? 50 Eu tenho de receber um
b a p tism o ; e quão grande é a minha ansiedade, até que
ele se co n clu a !
51 Julgais que vim trazer paz à terra? N ã o, vos
d igo eu, mas separação ; 52 porque, de hoje em diante,
haverá numa casa cinco pessoas, divididas três contra
duas, e duas contra três, 53 Estarão divid id os: o pai
contra o lilho, e o filho contra o pai; a mãe contra a
filha, e a filha contra a m ã e ; a sogra contra a nora e a
nora contra a sogra.»
54 D izia também às m ultidões: «Quando vós vedes
levantar-se uma nuvem no poente, logo d izeis: A í vem
ch u va ; e assim sucede. 55 E quando sentis soprar o
vento do sul, d izeis: H averá ca lo r; e assim sucede.
56 H ipócritas, sabeis distinguir os aspectos da terra e
do céu ; como, pois, não sabeis reconhecer o tempo pre­
sente? 57 E porque não discernis também por vós
mesmos o que é ju sto ? 58 Quando, pois, fores com o
teu adversário ao m agistrado, faz o possível por te
livrares dele no caminho, para que não suceda que te
leve ao ju iz, que o ju iz te entregue ao meirinho, e o
m eirinho te meta na cadeia. 59 D igo-te que não sairàs
de lá, enquanto não pagares até ao ú ltim o ceitil.»
13 — 1 Neste mesmo tempo chegaram alguns a dar49. F o g o qu e abrasará as alm as.
50. N u m b ap tism o. A a te s que o in cê n d io do a m o r d iv ia o se
esp a lh e p o r todo o mundo, Jesus terá de s o fr e r uma ign o m ín io s a
p a ix ã o a q u e aqui se dá o n om e d e ba p tism o.
51. Y e r nota, M t,, 10,34.
58-59. V e r nota, M t., 5,25-26.
13» 1. D e certos g a l il e u s . . . Enquanto cele b ra va m uma festa ,
os g a lile u s , de n atu ral d e s o r d e iro , p rovo ca ra m um tum ulto n o re cin to
do te m p lo . P ila to s o rden ou q u e fo ssem m ortos no m esm o lu g a r m is­
tu rando assim o seu san gu e com o d o s s a c r ifíc io s qu e esta va m o fe ­
recen do.

toruou-se uma grande planta. cortá-la-ás depois. vinde. «M ulher. Cura da m u lh er en cu r­ vada. se não fizerdes penitência. que um homem tom ou e semeou na sua h orta. eu vo-lo d ig o . enquanto eu a cavo em roda. que Satanás tinha presa.» 10 Jesus estava ensinando numa sinagoga em dia d e sábado. mas não em dia de sábado. qu algu er de vós não solta aos sábados o seu boi ou seu jum ento da manjedoura. mas. a que o com pararei eu? 19 E’ semelhante a um grão de mostarda. pois. e as A fig u e ira e s té r il. todos perecereis do mesmo m odo.-lh e a notícia de certos galileus. 9 se con? isto der fruto. bem está. para os leva r a beber? 16 E esta filha de A braão. sobre os quais caiu a torre de Siloé. . cresceu. indignado de que Jesus tivesse curado em dia d e sábado. e gloriflcava a Deus. e os matou. todos perecereis do mesmo modo. estás livre da tua enferm idade. e não o en con tro. v en d o -a . para que está ela ocupando terreno inu tilm ente? 8 Ele. há dezoito anos não d evia ser livre desta prisão ao sá b a d o?» 17 Dizendo estas coisas. por terem padecido tanto? 3 N ão. e d isse-lh e. envergonhavam -se todos os seus adversários. se não fizerdes penitência. disse ao p ovo: «H á seis dias para traba­ lh a r. 11 Eslava lá uma mulher possessa de um espírito que a tinha doente havia dezoito anos. 12 Jesus. O grã o de m ostarda e o fe r m e n to . 13 im pôs-Ihe as mãos. e lhe lanço esterco. e sede curados. andava encurvada. e alegrava-se todo o povo de todas as acçóes que gloriosam ente eram praticadas por ele. tomando a palavra o príncipe da sina­ goga.» 15 0 Senhor disse-lhe: «H ip ócrila s. e não podia absolutamente levantar a cabeça. 7 Então disse ao cultivador da vin h a : Eis que há três anos venho buscar fruto a esta figueira. ch am ou -a. nestes. mas. 14 Mas. senão. 4 Assim como tamhém aqueles dezoito homeus. € não o encontrou. ju lgais que eles também foram mais culpados que todos os outros habitantes de Jerusalém ? 5 Não. porém . deixa-a ainda este ano. Im ediatam ente ficou direita. 2 Jesus respondeu-lhes. cujo sangue Pilatos m isturara com o dos sacrifícios deles. F o i buscar fruto. respon­ deu -lhe: Senhor. corta-a. 18 D izia tam bém : « Â que é semelhante o reino de Deus. «V ó s ju lgais que aqueles galileu s eram m aio­ res pecadores que todos os outros galileus.» 6 D izia também esta parábola: «U m homem tinha uma figueira plantada na sua vinha. eu vo-lo d ig o .

estando fora. apartai-vos ãe m im vós todos os que p ra tic a is a iniqüidade (S. . m as fi x o . Isaac. do sul. não co n segu irá a ltera r ( h o j e e am anhã e ao te rc e iro d ia ). são p^oucos os que ee salvam ?» Ele respon­ deu-lhes: 24 «E sforçai-vos por entrar pela porta estreita.N ü m ero dos esco­ lh id o s . e p o r is s e p erd erã o os d ir e ito s e sp ecia is q u e tinham ao re in o d o s cèus. e vós serdes expulsos para fora. 32. R a p o sa é a im a g em da astúcia de H e r o d e s . aves do céu repousaram nos seus ramos. sen do condenado à m orte (e s to u n o te r m o ). Oa p r im e ir o s tornados os ú ltim o s são os Judeus qu e não q u isera m re con h ecer Jesus com o M es sia s. quantas vezes quis ju n tar os teus filhos como a galinha recolhe os seus 30. porque não convém que um profeta m orra fora de Jerusalém. contudo. P e r s e g a i'ç â o de H e ro d e s . ele voe responderá: N ão sei donde vós sois. começareis a bater à porta. 30 Então haverá últim os que serão os prim ei­ ros. que eu caminhe ainda hoje. e se sentarão à mesa no reino de Deus. 27 Ele vos d irá : N ão sei donde s o is . 28 A li haverá choro e ranger de dentes. quando virdes A braão. 26 Então começareis a d izer: Gomemos e bebemos em tua presença.d iz e r a essa ra)o s a : Eis que eu lanço fora os demônios. A p e s a r d is s o . do norte. abre-nos. d izen d o : Senhor. com todo o seu ó d io. até que ficasse tudo levedado. Jerusalém. 33 Im ­ porta. Censuras a Jeru sa­ lém .9). 34 Jerusalém. do ocidente. O s ú ltim o s toTnados os p r im e ir o s são os pagãos. . e ao terceiro dia estou no termo. £ só d e p o is d e passar esse tem p o. e vai-te d a q u i: porque H erodes quer-te m atar.» 31 N o mesmo dia alguns dos fariseus foram dizer-Ih e : «S a i. que matas os profetas e apedrejas os que te são enviados. 20 Disse outra v e z : <A que direi que o reino de Deus é seme­ lhante? 21 E’ semelhante ao ferm ento que uma mulher tomou e m isturou em três medidas de farinha. ) p o r um tem p o r e la tiv a m e n te b reve. e prim eiros que serão os últim os. qu e fin g ia am eaçar Jesus. e todos OB profetas no reino de Deus. amanhã e no dia seguinte. porque vos d igo que m uitos procurarão entrar. para qu e se afa sta sse dos seus esta d o s. 6.» 22 Ia pelas cidades e aldeias ensinando. q u e h ão -d e abraçar o E v a n g e lh o . Jesus continuará a e x e r c e r o seu m in is té r io (la n ç o f o r a os d em ô­ n i o s . tu ensinaste nas nossas praças. .» 32 Ele respondeu-lhes: «Id e . Jacob. ^ Quando o pai de fam ília tiver entrado e fechado a porta. e cami­ nhando para Jerusalém. e faço euras : loje e amanhã. vós. o q u al H e r o ­ des. e não conseguirão. é que ch ega rá o term o da m issão d e J esu s. 23 Algu ém lhe pergu n tou : «S en h or. 29 V irã o m uitos do orieute.

não te ponhas no prim eiro lu gar. 9 e que. o qu e s e h á-d e d a r no fim d o s tem pos. será exaltado. isto é. para que não aconteça que também eles te convidem . mandou um seu servo Cura de um h id rò p ico . Então Jesus. e tu não quiseste 1 35 Eis vos será deixada deserta a vossa casa. mas ser-te-á isso retribuído na ressurreição dos ju stos. C a r id a d e . convida pobres. 14 e serás bem -aventurado. para que. porque esses não têm cora que retrib u ir.» 15 T en d o ou vido estas coisas um dos convivas disse-lh e: «Bem -aventurado o que participar do ban­ quete no reino de D eus. Então terás com isto g ló ria na pre­ sença dos que estiverem juntam ente à m esa. em casa de um dos principais fariseus. 117. 13 Mas. a tomar a sua refeição.26). 2 Encontrava-se diante dele um hom em bidrópíco.» 16 Jesus respondeu-lhe: «U m hom em fez uma grande ceia. não m e t e r e is com o v o s s o p rotecto r. viu do este que te convidou a ti e a ele. e te paguem com isso. observando como os convidados escolhiam os prim eiros lugares à m e s a : 8 «Q uando fores convidado para bodas. e o que ee hum ilha. eles o estavam observando. 5 Dirigindo-se depois a eles. será hum ilhado. te d ig a : Cede o lu gar a este . até que venha o dia em que d ig a is : B endito o que vem em nome do Senhor (S. disse-lhes : « E ’ licito ou não fazer curas ao sábado?» 4 Eles ficaram calados. nem os vizi­ nhos rico s. 7 Disse também uma parábola. d irigin d o a palavra aos dou­ tores da lei e aos fariseus. o não tirará lo g o ainda que seja em dia de sábado?» 6 Eles não sabiam que replicar a isto.» 14— 1 Entrando Jesus. quando v ie r o que te convidou. 11 por­ que todo o que se exalta. quando deres algum banquete. 10 Mas.» 12 D izia mais ao que o tinha convidado : «Quando deres algum jan tar ou ceia. te d ig a : A m igo . Procu re­ mos o ú ltim o lu g a r. até q u e m e re con h eça is com o ro s s o M es sia s. e tu enver­ gonhado vás ocupar o ú ltim o lugar. va i tom ar o últim o lu gar. . quando fores convidado. c e g o s .pintainhos debaixo das asas. nem os teus irm ãos. P a rá b o la da g ra n d e 35. coxos. um sábado. 17 A ’ hora da ceia. vem mais para cim a. pegando no homem pela mão. D igo-vos que não me vereis. N ã o m e v e re is . não convides os teus ami­ gos. nem os parentes. aleijados. curou-o e mandou-o embora. porque pode ser que outra pessoa de mais consideração do que tu tenha sido convidada pelo dono da casa. para a qual convidou muitos. d is s e : «Q uem de entre vós que. 3 Jesus. se o seu filho ou o seu b oi cair num poço.

seus irmãos. Jesus. 28 Porque qual de vós. quando o outro está ainda longe. m e co n sag ra m enos a m o r d o q n e a seu pai. está feito como mandaste. e não pôde terminar. não se assenta prim eiro para calcular a despesa e ver se tem com que acabar? 29 Para que. 23 Disse o senhor ao s e r v o : V ai pelos cami­ nhos e ao lon go dos cercados . disse ao sen servo : V a i já pelas praças e pelas ruas da cid a d e. 27 0 que não leva a sua cruz e não me segue.Necesaide abLgaçao. todos os que virem . os cegos e os coxos.» 2 5 ja com cIc graudc m ultidão de povo. não se assenta prim eiro a considerar se com dez m il homens pode ir encontrar-se com o que traz contra ele vin te m il? 32 Doutra m aneira. 34 0 sal é bom . dizen d o: 30 Este homem principiou a edificar. M t. porque tudo está prepa­ rado. não pode ser meu discípulo. rogo-te que me dês por escu­ sado. 21 V oltando o servo. os aleijados.lo . não come­ cem a fazer zom baria dele. e até a sua vida.» 14. 0 que tem ouvidos para ouvir. rogo-te que me dês por escusado. 24 Porqu e eu vos d igo que nenhum daqueles que foram convidados provará a m i­ nha ceia. mas será lançado fora. 22 Disse o s e r v o : Senhor. 19. para que se encha a m inha casa. e não aborrece seu pai. não pode ser meu discípulo. depois de ter assentado o fundam ento e não a poder term inar. seus filhos. com que se há-de tem perar? 35 N ão é bom nem para a terra. 26. V e r nota.. e ainda há lugar. . pois. disse-lhes: 26 «S e algum vem a m im . 18 Mas todos à uma começaram a escusar-se. e força-os a vir. traz cá os pobres. qualquer de vós que não renuncia tudo o que possui. estando para entrar em guerra contra outro rei. sua mãe. pede-Ihe paz.21. suas irm ãs. etc. irado o pai de fam ília. referiu estas coisas ao seu se­ nhor. 33 Assim . querendo edificar uma torre. isto è. 19 Outro d isse: Com prei cineo juntas de bois. 33. se o sal perder a força. 31 Ou qual é o rei que. E não aborrece. dizer aos convidados : Vinde. mãe. Então. por isso não posso ir. sua mulher. voltando-se. ouça. enviando em baixadores. nem para estrum e. porém. 20 Disse também outro : Casei-me. e vou exp erim en tá -lo s. e é-me necessário ir v ê . 0 prim eiro d isse-lh e: Com prei um campo. não pode ser meu discípulo.

seu filh o p r ó d ig o . qu e re ceb e com o m a io r ca rin h o o p ec a d o r a rr e p e n d id o . juntando tudo o que « r a seu. 6 e. 14. disse: Quantos jorn aleiros há em casa de meu pai. M u rm u ração dos fa ris eu s. e come com eles. q u an do a alm a fic a sua escra va p e lo pecad o. a põe sobre os ombros todo contente. dizen d o: «C on gratu lai-vos com igo. e eu aqui m orro de fo m e ! 18 Levantar-m e-ei. dizen do: «E ste recebe os pecadores. O filh o p r ó d ig o . não convoca as am igas e vizinhas. O pai é D eu s. que a d e ix a m de cada v e z m ais in sa tis feita . dá-me a parte dos bens que me loca. porque encontrei a mi­ nha ovelha. 10 Assim vos d igo eu que haverá jú b ilo entre os anjos de Deus por um só pecador que faça penitência.» 3 Então propôs-lhes esta paráb ola: 4 «Q u a l de vós. tendo cem ovelhas. haverá m aior jú b ilo no céu por um peca­ dor que fizer penitência. B com eçou a s e n tir n e ce s s id a d e .15 — 1 Aproxim avam -se dele os publicanos e os peca­ dores para o ouvir.. se perde uma delas. Dracm a p erd id a . tendo-a encon­ trado. depois de a achar. não varre a casa. do mesmo m odo.» 11 Disse m ais: «U m homem tinha dois fllhos.. A p arábola do í ilh o p r ó d ig o è a m ais b ela do E va n ­ ge lh o . vivendo dissolutamente. o lilho maie novo partiu para uma terra dis­ tante. 8 Ou qual é a m ulher que. mas ninguém lhas dava. 16 Desejava encher o seu ventre das landes que os porcos comiam. 7 D igo-vos que. O dem ôn io. 0 pai repartiu entre eles os bens. e 15y 11. 2 Os fariseus e os escribas murmu­ ravam . . 15 F o i pôr-se ao serviço de um habitante daqu ela terra. A s a le g r ia s dos peca­ d o re s são falsas e duram sem p re m uito pouco. O v e lh a p erd id a . que por noventa e nove justos que não têm necessidade de penitência. 15-1Õ. até que a encontre? 6 E. 13 Passados poucos dias. ire i ter com meu pai. dizendó-Ihes: Congratulai-vos com igo. d á -lh e com o a lim en to os v i s p ra ­ z e r e s mundanos. 14 Depois de ter consumido tudo. não deixa as noventa e nove no deserto. 12 o mais novo disse a seu p a i: P a i. su jeita -a às m a io res h u m ilh a ções. e lá dissipou os seus bens. que o mandou para os seus campos gu ardar porcos. e ele começou a sentir necessidade. porque encontrei a dracma que tinha perdido. 17 T en d o en­ trado em si. e não procura diligentem ente até que a encontre? 9 E que. chama os seus am igos e vizinhos. indo para casa. para ir procurar a que se tinha perdido. que se tinha perdido. teudo dez dracmas. houve na­ qu ele país uma graude fom e. e perdendo uma. não acende a candeia. que têm pão em abundância.

que devorou os seus bens com m eretrizes. porém. disse ao p rim eiro: 20. fo i para seu pai. 16— 1 Disse também a seus discípulos. 30 mas. seu pai viu-o. 23 T r a ­ zei também um vitelo gordo. Mas o pai. não mais poderás ser meu feitor. tudo o que é meu é teu. e re v iv e u . e disse-lhe : Que é isto que ouço dizer de ti? Dá conta da tua adm i­ n istração. c o a s id e ra -o com m is e ric ó rd ia e dá-lh e as m a is tern a s p r o v a s de am or. d e m endigar tenho vergonha.F e it o r lhe d ire i: Pai. quando fo r rem ovido da administração. justo que houvesse banquete e festa. vesti-lho. 26 Chamou um dos servos. tu estás sempre com igo. lo g o que o p e c a d o r q u e r v o lt a r para e le . E come­ çaram a fazer festa. 25 Ora o filho mais velh o estava no campo. ficou m ovido de com paixão. trata-me com o um dos teus jorn aleiros. e. tinha-se perdido. lhe mandaste m atar um n ovilh o gordo. respondeu a seu p a i: H á tantos anos que te sirvo. 27 Este disse-lhe: T eu irm ão voltou. 5 Ten do chamado cada um dos devedores do seu senhor. lançou-lhe os braços ao pes­ coço. porém . 24 porque este meu filho estava m orto. e perguntou-lhe qu e era aquilo. haja quem me receba em sua casa. que fo i acusado diante dele de ter dissipado os seus bens. visto que o meu senhor me tira a adm inistração? Cavar não posso. correndo. pequei contra o céu e contra ti. 29 Ele. 4 Já sei o que hei-de fazer. 19 já não sou digno de ser chamado teu filh o . 3 E ntão o feito r disse con sigo: Que farei. . porque o recupe­ rou com saúde. m atai-o. «U m homem rico tinha um feitor. Quando ele estava ainda lon ge. porque este teu irm ão estava m orto e reviveu . e beijou-o. 20 Levantando-se. Comamos e fa­ çamos festa. 21 0 filho disse-lhe: Pai. 32 Era. começou a pedir-lhe. para que. tinha-se perdido e fo i encontrado». e não queria en­ trar.. Quanda voltou . nunca transgredi nenhum m andado teu. D eu s. 31 Seu pai disse-lh e: F ilh o. pequei conlra o cêu e contra t i. E f i c o u m o v id o de c o m p a ix ã o . 2 Chamou-o. já não sou digno de ser cha­ mado teu filho. metei-lhe um anel no dedo e os sapatos nos pés. 28 Ele indignou-se. ouviu a música e os coros. ao aproxim ar-se de casa. e nunca m e deste um cabrito para eu m e banquetear com os meus am igos. e teu pai mandou matar um n ovilh o gordo. e foi encontrado. lo go que veio este teu filho. 22 Poréuí o pai disse aos seus s e rv o s : T ra zei depressa o vestido m ais precioso. saindo..

13. S e não fo rm o s. do que ierder-se um til da le i. e desprezará o outro. is to é. 7 Depois disse a ou tro: T u quanto deves? Ele respon deu : Cem m edi­ das de trigo. isto é. senta-te e escreve depressa cinqüenta.excelente segundo os homens.24. porqu e n in g u é m as p ode tira r. na a d m in is ­ tração d o a lh e io . A s riq u eza s te m p o ra is são c o n s id era d a s uma coisa a lh e ia . N ão podeis servir Deus e o d in h eiro. porque ou odiará um. que eram am igos do dinheiro. disse-lhes: « V ó s sois aqueles que pretendeis passar indlssoiu’ por ju stos diante dos homens. e o que casa com a que fo i repudiada por seu marido. 8. fiè is . Então disse-lhe : T o m a a tua caução. tam bém D eu s não n os c o n fia rá o qu e è n osso. p o is.» 14 Ora 08 fariseus. quando vierdes a pre­ cisar. com ete adultério . isto é. a d m iro u a sua h a b ilid a d e . . vós não fostes fiéis nas riquezas iníquas. para que. M urm uração dos ouviam todas estas coisas. 15 Jesus fa ris e u s . A s riq u eza s e s p i r i ­ tu ais são v e r d a d e ir a m e n te nossas. 8 E o senhor louvou o feitor iu íqu io. 16 A le i e os profetas duraram até João . o qu e é . das riq u eza s tem p o ra is .. também é injusto no muito. 6. q u e são as graças d e D eu s. L o u v o u . pois. . também é fiel no m u ito . R iq u e z a s da in iq ü id a d e . 11. e acom panha-nos para o céu. por ter procedido sagazm ente. 9. e todos se esforçam por entrar nele pela violên ­ cia. N o m e da d o p o r Jesus às riq u eza s terren a s . 10 0 que é fiel no pouco. desde então é anunciado o reino de Deus. Porqu e os filhos deste século são mais hábeis no trato com os seus sem elhan­ tes que 0 S filhos da luz. is to é . 12. quem fiará de vós as verdadeiras? 12 E se vós não fostes fiéis no alheio. os v e r d a d e ir o s teso u ro s es p iri^ tu ais. p o rq u e não v ê m connosco ao mundo. nem nos acom panha pará a e te r n id a d e . 9 Portanto eu vos d ig o : Granjeai am igos com as riquezas da iniqüidade. p o i s . 11 Se. tam bém não s e r e is f i è i s no uso das v e rd a ­ d e ira s riq u eza s e s p iritu a is . ou se afeiçoará a um. mas Deus conhece oe tíiidade vossos corações. e amará o outro. V e r a o u . quem vos dará o que é vosso? 13 N e­ nhum servo pode servir a dois senhores. se não fiz e s te s o uso q u e D eu s q u e ria da s riq u eza s tem p ora is . mas não lo u ­ vo u a in ju s tiç a com etida. 18 T od o o que repudia sua muher. vos recebam nos tahernáculos eternos. e o que é injusto no pouco. p o r serem m u itas v e z e s o fru to ou a o rig e m de in iq u id a d e s . . e podem p e r d e r -s e com fa c ilid a d e . Í 16. e zom bavam dele. é abom inação diante de Deus. Disse-lhe o fe ito r: T o m a a tua caução e escreve oitenta.Quanto deves ao meu senhor? 6 E le respondeu: Cem cados de azeite. 17 Ora é mais fácil passar o céu e a terra. Se. . M t. e tom a outra. com ete adultério.

e foi sepultado. tendo um servo a lavrar ou a guar­ dar gado. 7 Qual é de vós. 26 A lém disso. Morreu lambém o rico. repreen de-o. do que ser causa de escândalo para um destes pequeninos. viu ao lon ge A braão. e Lázaro. chamado Lázaro. se ele se arrepender. ao contrário. farão penitência. perdoa-lhe. 28 pois tenho cinco irm ãos. e fo i levado pelos anjos ao seio de A braão. 4 E.» 6 0 Senhor disse-lhes: «S e tiverdes fé como um grão de mostarda. compa­ dece-te de mim. Se teu irm ão pecar. . "iForça da íé . 30 Ele. 24 Então ex cla m o u . e todos os dias ee banqueteava esplêndidam ente. pois sou atorm entado nesta chama. 31 Ele disse. lem bra-te que recebeste os teus bens em tua vida. e não suceda virem também eles parar a este lu gar de tormentos. 20 H a via também um m endigo. 3 Estai com cuidado sobre vós. e alé os cães vinham lamber-Ihe as chagas. porém. 21 desejando saciar-se com as m igalhas que caiam da mesa do r ic o . 27 0 rico disse: R ogo-te. coberto de chagas. perdoa-lhe. 23 Quando estava nos torm entos do inferno. de ma­ neira que OB que querem passar daqui para vós. que. ainda que ressuscitasse algum dos m ortos.O ric o a va ren to e L á zaro. não podem. para que os ad virta disto. direis a esta am oreira: Arranca-te e transplanta-te para o mar. ó pai. que se vestia de púrpura e de linho fino. tão-pouco acreditarão. há entre nós e vós um grande a b ism o . se algum dos m ortos fo r ter com eles. 22 Sucedeu m orrer o m endigo. estava deitado à sua porta.» 5 Os apóstolos disseram ao S en h or: <Aumenta-nos a fé . . mas. lhe dirá quando ele vôltar do cam po: Vem . ouçam-nos. poie. e. P a i A braão. e ela vos obedecerá. que o mandes à minha casa paterna. por isso ele é agora consolado. 19 H a via um homem rico. e manda Lázaro que m olhe em água a ponta do seu dedo.Ih e : Se não ouvem Moisés e os profetas. nem os daí podem passar para nós. ai daquele por quem eles v ê m ! 2 Seria m elhor para ele que lhe fosse çosta ao pescoço a mó de um m oinho. levantando os olhos.» 17 — 1 Depois Jesus disse a seus discípulos: «E ’ im ­ possível que não venham escândalos. Perd ã o das in jú ­ ria s. 29 Abraão disse-lh e: Têm Moisés e os p rofetas. porém . se pecar sete vezes no dia contra ti e sete vezes no dia for ter contigo. e que fosse precipitado no mar. recebeu m a le s . e tu és atorm entado. e Lázaro no seu seio. Escân­ dalo. 25 Abraão d isse-lh e: Filh o. d is s e : N ão basta isso pai Abraão. para refrescar a minha língua. O nosso d ev er. dizen d o: Estou arrependido.

24 Porque. depois comerás tu e beberás? 9 Porventura.» 14 Tendo-os ele visto. enquanto iam . 27 Comiam. 15 U m deles. cinge-te. 26 Como sucedeu nos dias de N oé. 21 N ão se d irá : Ei-io aqui ou ei-lo acolá. que pararam ao longe. até ao dia em que N oé entrou na arca. 30 Assim será no dia em que se 17» 21» O re in o de D e u s . 28 Como sucedeu também no tempo de L o t . disse-lhes: «Id e .» 11 In d o Jesus para Jerusalém. ou ei-lo acolá. m ostrai-vos aos sacerdotes. fica o senhor obrigado àquele servo.stá íu o d a d o : o vo sso orgu lh o. o re in o do M essia s já e. . põe-te à mesa? 8 N ão lhe dirá antes. senão esle estrangeiro ? 19 Depois disse-lhe: Levanta-te. . 13 e levantaram a voz. is to é. nem os sigais. saíram-lhe ao encontro dez homens leprosos. passou pela Samaria e pela G alileia. d iz e n d o : «Jesus. tem com paixão de nós.depressa. ficaram lim pos. Porque eis que o reino de Deus está no meio de v ó s . e seja rejeitado por esta geração. com pravam .» 22 Depois disse aos seus discípulos: « F ir ã tem po em que vós desejareis ver um só dos dias do F ilh o do hom em . respondeu-lhes: « 0 reino de Deus não virá com aparato. tom avam m ulher e m arido. comiam. choveu fo g o e enxofré do céu. 29 mas. enquanto eu como e bebo. que exterm inou a todos. no dia em que L o t saiu de Sodom a. p o rèm . Cura dos d ez le p r o s o s . 23 E vos d irã o: Ei-lo aqui. 16 e prostrou-se por terra a seus pés. bebiam. v a i. e não o vereis. flzemos o que devíam os fazer. 12 A o entrar numa aldeia. plantavam e ed ifica va m .» 20 Tendo-lhe os fariseus perguntado cjuando viria o reino de Deus. S egu n da v in d a d e Jesus. e veio o dilú vio. glorificando a Deus em alta voz. voltou atrás.» A conte­ ceu que. e desse g ló ria a Deus. dando-lhe graças. que exterm inou a todos. N ão vades. Era um samaritano. vendiam . bebiam. assim será 0 F ilh o do homem no seu dia. Prepara-me a ceia. náo v o s d e is a co n h ecê-lo. e serve-me. quando viu que tinha ficado lim po. Mes­ tre. 17 Jesus disse: «N ã o são dez os que foram curados? Os outros n ove onde estão? 18 N ão se encontrou quem voltasse. assim com o o clarão brilhante de um relâm ­ pago ilum ina o céu de uma extrem idade à outra. . por ter feito o que lhe tinha m andado? 10 A ssim também vós. a tua fé te sal­ v o u . assim sucederá também quando vier o F ilh o do homem. 25 Mas prim eiro é necessário que ele sofra m uito. depois de terdes feito tudo o que voe fo i mandado. d iz e i: Somos servos in ú te is .

outro publicano. mas batia no peito. a outra d eix a d a . e tardará em os socorrer ? 8 D igo-vos que depressa lhes fará justiça. 34 Eu vos d ig o : Nessa noite. .P a rá b o la d o ju iz e da v iú v a . a outra deixada. de duas pessoas que estiverem num leito. 31 Nesse dia quem esti­ v er no terraço e tiver os seus m óveis em casa.» 37 Os discípulos disseram -lhe: «O nde será isso. 7 E Deus nâo fará justiça aos seus escolhidos. não volte atrás. injustos. 3 H a via também na mesma cidade uma viú va. orava no seu interior desta fo rm a : Graças te dou. nem respeitava os bomens. para que não venha continua­ m ente im portunar-m e. 12 Jejuo duas vezes na sem ana. nem respeito os homens. tem piedade de mim pecador.» 6 Então o Senhor acrescen­ t o u : «O u v i o que diz este ju iz iníquo. não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu. 11 0 fariseu. para mos­ trar que im porta orar sempre e nâo cessar de o fazer: 2 «H a v ia em certa cidade um ju iz. perdê-la-á. que não tem ia a Deus. far-lhe-ei justiça. uma será Lomada. salvá-la-á. 32 Lem brai-vos da m ulher de L o t. 5 todavia. ju lga is vós que encontrará fé sobre a terra ? » 9 Disse também esta parábola a uns que confia­ vam m uito em si mesmos. 36 dois estarão no campo. adúlteros. nem com o este publicano. juntar-se-ão aí também as águias. Mas. o outro d eixa d o. pago o dízim o de tudo o que possuo. durante m uito tempo. m anifestar o F ilh o do homem. dizen d o: Meu Deus. d ize n d o : Faz-m e ju stiça contra o meu adversário. visto que esta viú va me im por­ tuna. não quis atender. de dia e de noite. porque não sou como 08 outros hom ens: ladrões. não desça a tom á-los. conservando-se a distância. que ia ter com ele. como se fossem justos. o que a perder. e desprezavam os outros. porém . 13 0 publicano. quem estiver no campo. 33 0 que procurar salvar a sua vida. S en h o r?» 38 E le respondeu-lhes: «O n de quer que es­ tiver o corpo. 35 Duas mulheres estarão m oendo juntas. O fa ris eu 'e o p u blicano. Mas depois disse con­ s ig o : A in d a que eu não temo a Deus. 10 «Su biram dois homens ao tem plo a fazer oração: um era fariseu. uma será tom ada.» 18— 1 Disse-lhes também uma parábola. 4 Ele. um será tom ado. de çé. quando vier o F ilb o do homem. ó Deus. que estão clam ando a ele. da mesma sorte.

porém . N o va p r o fe c ia da p a ix ã o . o outro n ão.» 23 Mas ele. chamando-os a si. de­ pois vem . pois. 16 P o ­ rém Jesus. entristeceu-se. 0 que não receber o reino de Deus como um m enino. disse : «Q uanto é difícil que aqueles que têm riquezas entrem no reino de Deus I 25 E’ mais fácil passar um cam elo pelo fundo d e uma agulha. R ec om ­ pen sa dos qu e segu em Jesus.» 18 Então um dos principais fez-lhe esta pergunta: «B o m Mestre. é possível a D eus. e ressuscitará ao terceiro d ia . ven do esta tristeza.» 29 Ele disse-lh es: «Em verdade vos digo qu e ninguém bá que tenha abandonado a casa. 17 Em verdade voe d ig o . 20.» 26 Os que o ouviam disseram : «Q uem pode. o m atarão. D l. e quem se hum ilha será exa lta d o.» 28 Então disse Pedro : «E is que deixám os tudo para te segu ir.» 22 Ten do Jesus ou vido isto.» 15 Traziam -lhe também meninos. será escarnecido. depois de o açoutarem. h o n ra teu p a i e tu a mãe (Ex. no século futuro. ouvindo isto. e disse-Ih es: «E is que vam os para Jerusalém. os pais ou os fllhos por causa do reino de Deus. {)orque quem se exalta será hum ilhado. salvar-se?» 27 Jesus respondeu-lhes: « 0 que é im possível aos homens. O jo v e m ric o. 32 Será entregue aos gentios. do que entrar um rico no reino de Deus. disse: «D e ix a i vir a mim OB meninos. 5. 33 e. e será cum­ prido tudo o que está escrito pelos profetas relativo ao Filh o do homem. V en do isto 08 discípjilos repreendiam-nos. 08 irmãos. para que os to­ casse. que devo eu fazer para obter a vida etern a ?* 19 Jesus respondeu-lhe: «P o rq u e me chamas bom ? Ninguém é bom senão só Deus. não fu r ta r ás. porque o reino de Deus é dos que se parecem com eles. este dis- Jesua e m eam os. e terás um tesouro no c é u . disse-Ih e : «A in d a te falta uma coisa: V ende tudo quanto tens.» 21 Ele disse: «T en h o observado tudo isso desde a minha ju ven tu de.» 31 Em seguida tom ou Jesus aparte os doze. e . p e­ r ig o da s riq u eza s. . não dirás falso testemunho. dá-o aos pobres. 20 T u conheees os mandam entos: não m atarás. não entrará n ele. a vid a eterna. nada dislo com preenderam . porque era m uito rico. ultrajado. 24 Jesus. 30 que não receba muito mais já neste mundo. e não os embaraceis. cu s p id o . a mu­ lher.12-16. não cometerds a d u ltério.» 34 Eles.16-20. segue-m e.14 D igo-vos que este voltou justificado para sua casa.

15 Quando ele voltou . Jesus acrescentou uma do9 dez parábola. 7 Vendo isto. Senhor. d izen d o : «F o iJ io s pedar-se em casa de um homem pecador. depois de ter tom ado posse . por estar perto de Jerusalém. para depois v o l­ tar. atravessava a ci­ dade. de pé diante do Senhor. cada vez gritava m a is : «F ilh o de D avid. 4 Correndo adiante. vendo isto. mandou que lho trouxessem. e porque ju lg a ­ m arcos. viu. Zaqu eu .» 42 Jesus disse-lhe: « V ê . ele. e não penetravam coisa algu m a do que lhes dizia. 14 Mas os seus concidadãos aborreciam -n o. porque era pequeno de estatura. parando. 38 Eutão ele clamou : «Jesus. disse-Ih e : «E is. tem piedade de mim !» 39 Os que iam adiante repreendiam-no para que se calasse. porque este também é filho de A braão.» 8 Entretanto Zaqueu. Porém . e enviaram atrás dele deputados encarregados de dizer: Não queremos que este reine sobre nós. e disse-lhes: N egociai com eles até eu vir. deu lou vor a Deus. e foi-o seguindo.» 9 Jesus disse-lhe: «H o je entrou a salvação nesta casa. 2 Eis que um homem. que dou aos pobres m etade dos meus bens e. 5 Quando Jesus chegou àquele lugar. porque h avia de passar por ali. vam que o reino de Deus se havia de m anifestar em breve. 36 Ouvindo a turjja que passava. estava sentado à borda da estrada um cego pedindo esm ola. Quando ele chegou. naquilo em que eu tiver defraudado alguém restituir-lhe-ei no qu ádru plo. subiu a um sicóm oro para o v e r . deu-lhes dez marcos de prata. aprosim ando-se eles de J e r i e ó . F ilh o de David. perguntou que era aquilo. glorificando a Deus. levantou os olhos e disse-lhe : «Zaqueu. desce depressa.» 43 Im ediatam ente. e recebeu-o alegrem ente. fazei que eu v e ja . tem piedade de mim !» 40 Jesus. interrogou -o: 41 «Q u e queres que eu te fa ç a ? » Ele respondeu: «S en h or. todos murmuravam. porque convém que eu fique hoje em tua casa. o qual era um chefe dos publicanos. 35 Sucedeu que. a tua fé te salvou. 13 Chamando dez dos seus servos.» Pará^u 11 Estando eles a on vir isto. 12 Disse pois: «U m homem nobre fo i para um país distante tom ar posse de um reino. 10 P orqu e o F ilh o do homem veio bus­ car e salvar o que estava perdido. e rico.Curado "jerlcó cuTBO era p ara eles obscuro. chamado Zaqueu.» 6 E le desceu a toda a pressa. mas não o podia por causa da m ultidão. 19— 1 Ten do entrado em Jerieó. 37 Disseram-lhe que era Jesus Naza­ reno que passava. 3 procurava co­ nhecer de vista Jesus. T o d o o povo.

quando eu viesse. 26. serás governa­ dor de dez cidades. porém.. porque foste fiel no pouco. fizeram -no m ontar 19. àqueles meus inim igos. 33 Quando desprendiam o jum entinho.do. disseram-lhes os seus don os: «P o rq u e soltais vós esse ju m en tin h o?» 34 Eles responderam : «P o rq u e o Senhor tem necessi­ dade d ele . porque não puseste o meu dinheiro num banco. e recolho o que nâo s e m e e i. 13. M t. que és um homem austero. será tirado ainda mesmo o que tem. 29 Aconteceu que. e degolai-os na minha presença. o teu marco rendeu dez marcos. 22 Disse-lhe o sen h or: Servo mau. 20 Veio depois o outro e disse: Senhor.» 35 Levaram -no a Jesus. mas ao que nâo tem. trazei-os aqui. 27 Quanto. 23 lo g o . e encontraram tudo como o Senhor lhes dissera. se lhe d a rá . 17 Eie d isse-lh e: Está bem. a quem dera o dinheiro.12-23. em que nunca mon­ tou pessoa algu m a. pois. encontrareis um jum entinho ata. . Entrada j^jesus em Jeruaaiém. 25 Eles responderam-Ib e: Senhor. V e r nota. e dai-o ao que tem dez. Sabias que eu sou um homem austero. lançando so­ bre o jum entinho os seus mantos. servo b o m . dir-lhe-eie: P o r­ que o Senhor tem necessidade d ele. o recebesse com os ju ros? 24 Depois disse aos que estavam presentes: T irai-lh e o marco de prata. ia Jesus adiante subindo para Jerusalém. MINISTÉRIO DE JESUS EM JERUSALÉM 28 D ito ieto. ele já tem dez. 21 porque tive medo de ti. mandou chamar aqueles servos. enviou dois dos seus discípulos.do reino. 26 Poie eu vos digo que a todo aquele que tiver. 30 dizen do: «Id e a essa aldeia. quando chegou perto de B elfagé e de Betânia ju n to do monte chamado das Oliveiras. para que. eis o teu marco que guardei embrulhado num le n ç o . 18 V eio o segundo e d is s e : Senhor. a fim de saber quanto cada um tinba lucrado. que tiro donde não pus. 16 V eio o prim eiro e disse: Senhor. deeprendei-o e trazei-o. o teu marco rendeu cinco marcos. E. entrando nela. que não quiseram que eu fosse seu rei. que está fro n teira .» 32 Partiram . os que tinham sido enviados. pela tua mesma boca te ju lg o . que tiras donde não puseste. 19 R espon deu -lh e: Sê tu também governador de cinco cidades. 31 Se al­ guém vos perguntar porque o soltais. e recolhes o que não semeaste.

um co v il ãe laãrões (Jer.7). quando o ouvia. porque está con­ vencido que João era nm p rofeta. 56. Mas os prín­ cipes dos sacerdotes. d ize n d o : 42 «S e ao menos neste dia. 38 d iz e n d o : <Bendito o re i que vem em nome do S en h or! (S.11). tu também conhecesses o que te pode trazer a p a z ! . te sitiarão. juntadade ram-se os príncipes dos sacerdotes e os escribas com os de Jesus. toda a multi­ dão dos seus discípulos começou alegrem ente a louvar a Deus em altas vozes por todas as m aravilhas que tinham visto. 36 A ’ sua passagem. as m ultidões estendiam 08 seus mantos no caminho. 44 derribarão por terra a ti e aos teus filhos. não sabiam como pro­ ceder. pois.26). . 2 e falaram -lhe neste term o s: «D iz-nos com que direito fazes tu estas coisas. 48 porém. clam arão as mesmas pedras. e vós fizestes n adores. ou quem te deu tai au toridade?» 3 Jesus respondeu: «T am bém eu vos farei uma pergunta.» . Mae agora isto eslá encoberto aos teus olhos.» Jesns 45 Ten do entrado no templo. estando Jesus no templo a a u *tori. 37 Quando já ia che­ gando à descida do monte das O liveiras. não creste n ele? 6 Se dissermos dos homens. anciães. todo o povo nos apedrejará. d irá : Por que razão pois. . porque não conheces te o tem po em que foste visitad a.» 47 Tod os 08 dias ensinava no tem plo. que te é dado. 46 dizendo-lhes: «E stá escrito: os p rofa A m inha casa é casa de oração (Is. 8 Jesus. que estão dentro de ti. 43 P orqu e virão para ti dias em que os teus inim igos te cercarão de trincheiras. R espondei-m e: 4 0 baptism o de João era do céu ou dos h om en s?» 5 Mas eles discor­ riam dentro de s i: «S e disserm os: do céu.em cima. repreende os teus discípulos. ao ver a cidade.» 7 Responderam. os escribas. disseram -lhe: «M estre.ensinaudo o povo e anunciando a boa nova. te apertarão por todos os lados. começou a expulsar do^tempio vcndiam nele. 7. e os chefes do povo procuravam p erd ê-lo . disse-lhes: «N e m eu vos d irei com que autoridade faço estas coisas. porque todo o povo estava suspenso. Paz no céu e gloria nas a ltu ra s!» 39 Então alguns dos fariseus que se achavam en­ tre o povo.» 40 Mas ele respondeu-lhes: «D igo-vos que. se eles se calarem.» 41 Quando chegou perto. que não sabiam donde era. e nâo deixarão em ti pedra sobre pedra. 117. P erg n n ta 2 0 — 1 Num daquclcs dias. chorou sobre ela.

o despediram sem nada. disseram : «D eu s tal não per­ mita !> 17 Jeeus. 12 Torn ou a enviar ainda terceiro. mandaram espias que O tribu to se disfarçassem em homens de hem. porém . disse-lhes: 24 «M ostrai-m e um dinheiro. mas que ensinas o caminho de Deus com verdade. o senhor da vin h a? 16 V irá e acabará de todo com aqueles vinhateiros. e dará a vinha a outros. 27 Aproxim aram -se depois alguns saduceus.» 25 E le disse-lhes: «D ai pois a César o que é de César. arrendou-a a une vinhatei. 20 N ão o perdendo de vista. « » pedra M r a que lhe dessem a eua parte do fruto da vinha.» Ten do eles ou vid o.9 Começou a dizer ao p ovo esta parábola: «U m O s v in h a homem plantou uma vinha. 22 E ’-nos perm itido dar o tributo a César ou n ã o ? » 23 Jesus. reenviaram -no com as mãos vazias. tendo também batido neste. depois de lhe terem batido. m atem o-lo. calaram-se. no que dizia. será q u eb ra d o. mas teme­ ram o povo. De quem é a im agem e a inscrição que tem ?» Responderam : «D e César. 11 Torn ou a enviar outro servo. dizen d o: Este é o her­ deiro. 18 T o d o o que cair sobre aquela pedra. 117. 10 N o tempo próprio. e ausentou-se para lon ge durante m uito tempo. e a Deus o que é de D eu s. e será nossa a herança. Que lhes fará. deitaram fora tam ­ bém a este. enviou um servo aos vinhaleiros. 15 E. tornou-se pedra a n g u la r? (S.22). Compreenderam bem que esta parábola tinha sido dita contra eles. negam a ressurreição. Adm irados da sua resposta. dizendo: «M estre. para o apanharem a César. olhando para eles. disse: «P o is que quer dizer ieto que está e s c rito : A p ed ra que os edificadores desprezaram. 21 Estes interrogaram -no. sabemos que falas e ensinas rectamente.» 26 Não puderam surpreendê-lo em qualquer palavra diante do povo. será esm agado.» 19 Os príncipes dos sacerdotes e os escribas pro­ curavam lançar-lhe as mãos naquela hora. e sobre quem ela cair. poie. quando os vinhateiros o viram . mataram-no.isto. talvez lhe guardarão respeito. a fim de o poderem entregar à autoridade e ao poder do governador. e carregando-o de afrontas. das. angular. 14 Mas. conhecendo a sua astúcia. Eles. e fizeram -lhe a seguinte per- . ferindo-o. lançando-o fora da vinha. E eles. discorreram entre ei.iíÕí^i°ciros. 13 Disse então o senhor da vin h a : Que hei-de fa zer? Maudarei meu filho am ado. Mas eles. que A ressu r­ reição. que não fazes acepção de pessoas.

e 08 prim eiros lugares nos banquetes. O M essia s 4L Jesus disse-lhes: «C om o dizem que o Cristo é filh o e senhor de 61^° ^c David ? 42 Quándo o mesmo D avid. p a ra d a r descendên­ c ia ao seu irm ã o (D t. 38 Ora Deus não é Deus de m ortos. que lançava duas pe­ quenas moedas. pois. a pretexto de longas ora­ ções. 30 Casou tam­ bém o segundo com a viúva. 44 Se D avid. 0 prim eiro casou. 36 porque não poderão jam ais mor­ re r. e são filhos de Deus.5-6). . que lançavam as suas oferendas no gazofilácio. no livro David.» O ób olo 2 1 — 1 Levantando Jesus os olhos. case-se com ela o seu irm ã o. 31 Casou depois com ela o terceiro. pois que o fo i de todos sete?* 34 Jesus disse-lhes: «O s filhos deste século casam e são dados em casamento. de qual deles será ela mulher. 32 Morreu enfim também a mulher. e morreu sem filhos. nem os homens desposarão mulheres. por­ que para ele. viu vários ricos da v iú v a .6). ouvindo-o todo o povo. 2 Viu também uma viú va pobrezinha. lhe chama Senhor. 29 Ora havia sete irmãos. tam de andar com vestidos com pridos. 3 E disse: « N a verdade vos d igo que esta pobre viúva lançou mais que todos os outros.1). mas de vivos. depois de todos eles. porquanto são semelhantes aos anjos. 33 N a ressurreição. todos são v iv o s . não se atreveram mais a interrogá-lo. quando chamou ao Senhor o Deus de A braão. 3. o Deus de Isaac.» 40 D ali em diante. de ser saudados nas praças. o Deus de Jacob (E x. Senta-te à m in h a d ireita . E assim sucessivam eute todos os sete. 47 que devoram as casas das viúvas.g u n ta: 28 «M estre. 43 até que eu ponha os teus in im igos p o r escabelo de teus pés. d iz: Disse o Senhor ao meu S enhor. nem as mulheres homens. falaste b em . dos Salm os (109. que gos­ escriba s. 35 mas os que forem ju l­ gados dignos do século futuro e da ressurreição dos mortos.» 39 A lgu n s dos escribas disseram -lhe: « M e s t r e . 37 Que os m ortos hajam de ressuscitar. e m orreram sem deixar filhos. Jesus disse aos sía dos seus d iscip u los: 46 «O uardai-vos dos escribas. o mostrou também Moisés a propósito da sarça. de ocupar as prim eiras cadeiras nas sina­ gogas. Estes receberão uma condenação mais severa. tendo m ulher. e não d eixar filhos. Moisés deixou-nos escrito: Se m o rre r o irm ã o ãe algu m . 25. como pode ele ser seu filh o ? » J lip o c r i45 Depois. e morreu sem filhos. visto serem filhos da ressurreição.

22 porque estes são dias de vingança. 08 que estiverem nos campos. e vos levarão à presença dos reis e dos governadores. mas não será lo go o fim . ela. nem con­ tradizer todos os vossos inim igos. e ira contra este povo.. e Jerusalém será cal2íp 24. aparecerão coisas espantosas. 14 G ravai. e am igos e farão m orrer muitos de v ó s . eutregaudo-vos nas sinagogas. e das que amameutarem naqueles d ia s ! porque haverá grande angústia sobre a terra. à qual não poderão resistir. porém . 24 Cairão ao fio da espada. os que estiverem no m eio d a cidade. 9 Quando ou virdes falar de guerras e de tumultos. 17 e sereis aborrecidos de todos por causa de meu n om e.. parentes. D estru i­ ção de Jerusa­ lém . nas prisões. Jesus disse. S io a is da segunda vin d a d e Jesus. 11 H averá grandes terrem otos por várias partes. a respeito do tem plo. . e vos perseguirão.» 5 Dizendo alguns. reino contra reino. 15 porque eu vos darei uma linguagem e uma sabedoria. nos vossos corações o não prem editar com o vos haveis de defender. serão levad os cativos a todas as nações. A/é se c o m p le t a r e m . dizen do: Sou eu. pestes e fom es. 6 «D e tudo isto que vedes. 18 mas não se perderá um cabelo da vossa cabeça. P re â m ­ bu lo. porque muitos virão com o meu nome. fujam para 08 m ontes. deu da sua mesma indigência tudo 0 gue tinha para v iv e r. não entrem nela. isto èj até ao fim do mundo. reti­ rem -se. etc. que estava ornado de belas pedras e de ricas ofertas. 13 Isto vos sefá ocasião de dardes testemunho. não vos assus­ teis. Não os sigais. e extraordinários sinais no céu. quando estiverem para acon­ tecer ?» 8 Ele respondeu: «V e d e . não vos deixeis enganar. lançar-vos-ão as mãos. irmãos. para que se cum­ pram todas as coisas que estão escritas. então sabei que está próxim a a sua desola­ ção. quando acontecerão estas coisas. 23 A í das m ulheres grávidas. D iscu rso so b re a ruLna de Jerusalém e segunda v in d a de Jesus. 12 Mas antes de tudo isto. pois. 20 Mas quando virdes que Jerusalém é sitiada por exércitos.» 7 Então in terrogaram -u o: «M estre. 16 Sereis entregues por vossos pais.4 Porque todos esses fizeram a Deue oferta do que lhes so b eja va . virão dias em que não ficará pedra sobre pedra.. que não seja dem olid a. 21 Os que então estiverem na Judeia. por causa do meu nome.» 10 Depois disse-lhes: «Levantar-se-á nação contra nação. e que sinal haverá. está próxim o o tempo. 19 P ela vossa perseverança saivareis as vossas almas. estas coisas devem suceder p rim eiro.

isto é. sem que todas estas coisas se cumpram. 3 Ora Satanás entrou em Judas. 35 porque ele virá com o um laço sobre todos os que habitam sobre a face de toda a terra. 5 Eles ficaram contentes. 28 Quando começarem. a suce­ der estas coisas. conheceis que está perto o estio. e combinaram com ele dar-lhe dinheiro. 38 E todo o p ovo m adrugava para ir ao tem plo ouvi-lo. erguei-vos. V ig ilâ n ­ cia. que tinha por sobrenome Iscariotes. s e r e is liv r e s de todos os m ales. 2 Os príncipes dos sacerdotes e os escribas procuravam modo de m atar Jesus. sabei que está próxim o o rein o de Deus. a flm de que vos torneis dignos de evitar todos estes males que devem suceder. para que não suceda qu e os vossos corações se tornem pesados com as dem asias do com er e do beber.'qu e se cham ava das Oliveiras. P o r q u e está p r ó x im a a vossa lib erta çã o. até se com pletarem os tempos dos gentios.S in a is do fim do mundo. porque está próxim a a vossa libertação. cham ada Páscoa. 31 Assim . pois. 27 Eutão ve­ rão o F ilh o do homem v ir sobre uma nuvem com grande poder e majestade. um dos doze. pois. 33 Passará o céu e a terra. na lua e nas estrelas. e para que aquele dia vos não apanhe de im p ro v is o . pois. e com eç a reis a g o za r o prétn io etern o do céu * . mas as minhas palavras não passarão. quando virdes que acontecem estas coisas. na expectaçãodo que v irá sobre todo o mundo. 25 H averá sinais no sol. 22 — 1 Aproxim ava-se a festa dos ázimos. também. N a terra haverá consternação dos povos pela confusão d o bram ido do m ar e das ondas. cada pelos gentios. 29 Acrescentou esta com paração: V ed e a figueira e todas as árvores. m as ao anoitecer saía para passar a noite no m onte. com os cuidados desta vida. 4 o qu al foi com­ binar com os príncipes dos sacerdotes e com os oficiais de que modo lho entregaria. 6 Judas deu a 28. orando sem cessar. porém temiam o povo. porque as virtudes dos céus se abalarão.» 37 Jesus estava de dia ensinando no tem plo. 34 V elai. 36 V ig ia i. 32 Em verdade vos digo que não passará esta geração. levantai as vossas cabeças. 30 Quando começam a desabrochar. sobre vós. 26 morrendo os hom ens de susto. P aixão C o n s p ira ­ ção do S in é d rio . e de apa­ recer com confiança diante do F ilh o do hom em .

e o que 2 2 f 19-20. segui-o até à casa em que en trar. 24 Levantou-se também entre eles uma contenda sobre qual d%Jes se devia considerar o m aior. dizendo: «Is to é o meu corpo. mas. e buscava ocasião oportuna de lho entre­ gar sem tum ulto. M ateus (26. disse-lhes: «O e reis das nações dominam sobre elas.» 19 Depois tomou o pão. antes de sofrer. o Filh o do homem vai.. encontraram tudo com o Jesus Ihès dissera.» 13 Indo eles. Jesus r e v e la o tra id o r. Ú ltim o s a v is o s . ai daquele homem. até que ela se cumpra no reino de D eus. 8 Jesus enviou Pedro e João. deu graças. deu graças. ju s tific a m o a rg u ­ m ento t e o ló g ic o a fa v o r d o ca ra cter s a c rific a l da ú ltim a ceia . 20 T om ou da mesma sorte o cálice. e prepara­ ram a Páscoa. segundo o que está decretado. . E ' d a d o . e os que têm autoridade sobre elas chamam-se benfeitores. P r e p a ra ­ ção da ú ltim a In s titu i­ ção da E u ca ris­ tia.sua palavra. . e deu-lho. e 15 disse-lhes: «T e n h o desejado ardente­ m ente com er convosco esta Páscoa. 14 Chegada a hora. 22 N a verdade. d izen d o: «E s te cálice é a n ova A lian ça em meu sangue. até q o e chegue o reino de D eus. preparai-nos a refeição pascal.28) e S. partiu. dizendo: «Id e . que é dado por vó s . P o r lapso.24) em p reg a -sc o fu tu ro na nossa tradução. preparai aí o que fo r preciso. 21 Entretanto. 16 porque vos digo que não mais a com erei.. depois de cear. mas o que entre vós é o m aior.» 9 Eles pergunta­ ram : «O nde queres que a preparem os?» 10 E le disse-Ihes: «L o g o que entrardes na cidade. E stes v e r b o s e m p re ­ gados no p resen te. eis que a mão de quem me há-de entregar está à mesa com igo. porém . 11 e direis ao dono da casa: 0 Mestre m anda-te d izer: Onde está o apo­ sento em que hei-de com er a Páscoa com os meus dis­ cípulos? 12 E le vos m ostrará uma grande saia toda orn ada. 7 Chegou o dia dos ázimos. M arcos (14. em S. no qual se devia im o­ la r a Páscoa. pôs-se Jesus à mesa com os Apóstolos. fazei isto em m em ória de m im . 26 Não assim entre vós. e disse: «T o m a i e distribuí-o entre vós.» 17 T en d o tom ado o cá­ lice. E * d e r r a m a d o . 25 Jesus. por quem será e n tre g u e i» 23 Eles começaram a perguntar entre si qual deles seria o que haveria de fazer tal coisa. . sair-vos-á ao encontro um homem levan do uma bilh a de águ a. que é derram ado por vós. d e a co rd o com o tex to g r e g o . 18 porque vos declaro que não tornarei a beber do fruto da vide. faça-se com o mais pequeno.

eis aqui dnas espadas.Ih e : «S en h or. C om estas p a la vra s a le g ó ric a s Jesu s a conselha os A p ó s to lo s q u e resistam aos seus in im ig o s com a força . 32 mas eu roguei por ti. Pedro. que corriam até a terra . orava. p ois: «M as agora quem tem bolsa. 53. o que está à mesa. porém .» Jesus disse-lhes: «B a eta . no meu reino. para o m onte das O liveiras. mae a tu a . faltou-vos porventura algum a coisa ?» 36 Eles respon deram : «N a d a . tome-a. 28 V ós sois os que tendes per­ m anecido com go nas minhas tribulações. 3t Sim ão.» Depois disse-lhes: 35 «Q uando eu vos mandei sem bolsa.* 33 Pedro disse.» 38 Eles responderam . sem alforge. 45 Ten d o-eelevan tad o da oração. 44 0 seu suor tornou-se como gotas de sangue. 27 Porque. 30 para que comais e bebais à minha mesa. 29 P o r isso eu preparo o reino para vós. que o confortava. Compre uma. ou o que serve? Não é m aior o que está sentado à m esa? Pois eu estou no m eio de vós como um que serve. afasta de mim este cá lice. qu al é m aior.» Disse-Ihes. para que a tua fé nâo d eefaleça. não se faça. governa. e com pre uma. e voe senteis sobre tronos a ju lg a r as doze tribos de Israel. e. disse-lhes: «O rai.» 34 Jesus. «S en h or. contudo. seja como o que serve. am in h a von­ tade. disse-lhe: D i­ go-te. Seus discípulos o seguiram . encoutrou-os adorm ecidos pela tristeza. quem não tem espada venda o seu m anto. 42 dizen do: «P a i. 40 Quando chegou àquele lugar. Posto em a go n ia i orava mais instantem ente. sem que tu. que não cantará hoje o galo. e indo ter com seus discípulos. segundo o seu costume.12). com o meu P a i o preparou para mim.» 41 Afastou-se deles a distância de um tiro de p e d ra . Basia. sem sandálias. para não cairdes em ten tação. 38. fo i. Porque as coi­ sas que m e dizem respeito estão perto do seu cumpri­ m en to. jo r três vezes. eu estou pronto a ir con tigo para a pri­ são e para a m o rte. 46 D isse-lhes: «P o rq u e dor36. e também alforge. não fa le m o s m ais. 37 Porqu e voe d igo que é necessário que se cumpra em mim isto que está escrito: F o i posto entre os m alfeitores (Is. eis que Satanás vos busca com instância para vos jo eira r como trigo . mas sòm en te lh es q u er m o stra r a in te n sid a d e das p erseg u iç õ es qu e os esp era m . conforta os teus irm ãos.A g o n ia d e Jesus e m G etsem ani. uma vez convertido. Sim ão. não . e tu. me tenhas negado que me conheces. poeto de joelhos.» 39 T en d o saído. se é do teu agrado.» 43 Eutão apareceu-lhe um anjo do céu.

eis que chega um tropel de gente. 68 tam bém se vos fizer qualquer pergunta. e os escribas. os príncipes dos sacerdotes. vendo o que ia acontecer. b asta. se os feríssem os à esp ad a?» 50 E um deles feriu um servo do Sum o PontíBce. não sei o que dizes. escarneciam dele e feriam -no. esta é a vossa hora. sentando-se em roda. para que não entreis em ten tação. nunca estendestes a mão contra m im .» Im ediatam ente. 48 Jesus disse-lhe: «Judas! com um beijo entregas o F ilh o do h o m em ?» 49 Os que estavam com Jesus. juntaram -se os anciães do povo. tendo-se voltad o. 64 V endaram -lhe os olhos. Pedro seguia-o de longe. 66 Quando fo i dia. e fixando-o bem. o ga lo ca n tou .» 62 £ . não tne respondereis.» 57 Mae Pedro o negou.» 47 Estando ele ainda falando.m is? Levan tai-vos. nem me dareis liber- Jesus é p reso no h orto. vendo-o outro. não me acreditareis. 56 U m a criada. e orai. 61 e. tendo saído para fora. Levaram -no a o seu tribunal. o Senhor olhou para Pedro. vendo-o sentado ao lume. vin h a à frente. eu não o con h eço.» 60 Pedro r e s p o n d e u : « 0 ’ homem.» 58 Daí a pouco.» E. levaram -no a casa do príncipe dos sacerdotes. d ize-n o -lo . nega Jesu s trêa vezes. 51 Mas Jesus. 53 Quando eu estava todos os dias con­ vosco no tem plo. estava tam bém Pedro sentado no meio deles. e inter­ rogavam -n o: «A d iv in h a . Aproxim ou-se de Jesus para o abraçar. me negarás três vezes. Jesu s em presen ça do S in èd r io . chorou am argameute. Pedro então lem brou-se da palavra que lhe tinha sido dita pelo Senhor: «A n te s que o galo cante. d is s e : «E ste estava também com e le . e disseram -lhe: «S e tu és o Cristo. o sarou. pois é g a lile u . e o poder das trevas. 52 Disse depois Jesus aos príncipes dos sacerdotes. e cortou-lhe a orelha direita. que guardavam Jesus.» 67 E le respondeu-lhes: «S e eu vo-lo disser. P ed ro . tendo-lhe tocado a orelha. não s o u . dizen do: «M u lh er. 55 T en d o acen­ dido fogo no m eio do pátio. Jesus é escarn e­ cido. um dos doze. disseram -lhe: «Senhor. A qu ele que se cham ava Judas. . 63 Os homens. tom ando a palavra. quando ele ainda falava. aos oficiais d o tem plo. disse: «D e ix a i.» 59 Pas­ sado o in tervalo quase de uma hora.» 54 Prendendo-o.» P ed ro disse: « 0 ’ hom em . e aos anciães que tinham vin d o contra e l e : «V iestes armados de espadas e de varapaus como con­ tra um ladrão. disse-lhe: «T u também és um d e es. quem é que te d e u ? » 65 E p ro feriam m uitas outras injúrias contra ele. porém . um outro dizia com insistência: «Certam ente que este também estava com ele. e.

15 Nem H erodes tão-pouco. 12 N aquele dia. e por hom icidio. d ize n d o : «E n co n ­ trám os este bom em sublevando a nossa nação. Mas ele nada lhe respondeu. 20 Pila. que desejava liv ra r Jesus.tos. 69 Mas. 2 Começaram a acusá-lo.» 3 Pilatos interrogou -o: « T u és o rei dos JudeuS?» Ele. disse: « T u o d izes. dizendo : «F a z m orrer este.) 18 Mas todo o p ovo exclam ou a uma voz. por ter ouvido dele muitas coisas. falou-lhes de n ovo. rem eteu-o a Herodes. eu o sou . porque havia m uito tempo tinha desejo de o ver.» 71 Enlão eles disse­ r a m : «Q ue mais testemunho nos é necessário? Nós mesmos o ouvim os da sua b o ca . porque no-lo remeteu. 14 disse-lhes: «V ó s apresentaste-me este homem como am otinador d o p o v o . 11 Herodes com os seus guardas desprezou-o. e dizendo que é o Cristo R e i.» 17 (Ora Pilatos era obrigado a soltar-lhes. e solta-nos Barrabás. ficaram am igos Herodes e P ila to s .» 2 3 — 1 Levantando-se toda a m ultidão. teve grande alegria.» 4 Então Pilatos disse aos príncipes dos sacerdotes e ao p o v o : «N â o encontro neste bomem crime algu m . . levaram -no a Pilatos. desde a G a l i l ^ .» 6 P ila tos. porque antes eram in im igos um do outro. ouvindo f a l a r i a G a lile í^ perguntou se aquele bom em era galileü .» 5 Pòrém eles insistiam . 9 Fez-lhe m uitas perguntas.Jesus dia n te de P ila to s e de H ero d e s. 7 Quando soube que era da jurisdição de H erodes. mandando-o vestir com uma vestidura branca. se encontrava também em Jerusalém. até a q u i. naqueles dias. respondendo. Nada lhe fo i encontrado que mereça m orte. 16 P o r isso sollá-lo-ei depois de castigado. oude começou. acusando-o com grande insistência. 19 o qual tinha sido preso por causa de uma sedição levantada na cidade. d izen d o: «E le subleva o povo. 10 Estavam presentes os prínci­ pes dos sacerdotes e os escribas. pela festa (ã a Páscoa). no futuro. fez escárnio dele. dãde. 8 H erodes. proi­ bindo dar tributo a César. e esperava ver-lhe fazer algum m ilagre. ensinando por toda a Judeia.» 70 Então disse­ ram tod os: «L o g o tu és o F ilh o de D eu s?» Ele respon­ d eu : «V ó s o dizeis. 13 Pilatos. Condena­ ção d e Jesus. interrogando-o eu diante de vós. estará sentado o F ilh o do hom em à direita do poder de D eus. um preso. Jesus e B a rra b á s. e tornou-o a en v ia i a Pilatos. cada vez mais. os m agistrados e o povo. que. tendo visto Jesus. não encontrei nele culpa algum a daquelas de que o acusais. tendo chamado os príncipes dos sacer­ dotes. ora.

35 0 M v o estava observando. 21. cas­ tigá-lo-ei. que se fará no seco ?» 32 Eram também levados com Jesus outros dois. e o soltarei.21 Eles. que estavam pendurados. ee isto se faz no lenho verde. salva-te a ti m esm o. abundante em fo lh a s e fru to s. perdoa-lhes. se é o Crislo. porém. para serem m ortos. insistiam em altos gritos que fosse crucificado . e os peitos que não am am entaram . q u e ca stigo s vo s não esp era m a TÓs. 28 Porém Jesus.8). . e o lam entavam . blasfem ava contra ele. Ju deu s (le n h o seco). . agarraram um certo Sim ão Cireneu. pois. S alm o 1. s ig n ific a : Se eu. 33 Quando chegaram ao lu gar que se chama C al­ v á rio . que eram m alfeitores. os seios que não geraram . 30 Então com eçarão os homens a dizer aos montes : Caí sobre n ó s . aproxim ando-se dele e oferecendo-lhe vinagre. como eles recla­ m avam . e os seus clam o­ res iam crescendo. n este caso. qu e é o s ím b o lo do ju sto. que batiam no peito. os quais. mas chorai sobre vós mes­ mas e sobre vossos fllhos. . ali o crucificaram a ele e aos ladrões. para que a levasse após de Jesus. 39 Um daqueles ladrões. porque não sa­ bem o que fa zem . cru­ cifica-o 1» 22 file disse-lhes terceira ve z: «M as. tornaram a g r it a r : <Cruciflca-o. não choreis sobre mim. 25 Soltou-lhes aquele que tinha sido preso por causa de sedição e de hom icídio. qu e. Estas p a la v ra s são um p r o v é rb io .3).» D ividin do os seus vestidos. Jesus m o rre so b re a Cruz. e abandonou Jesus ao arbítrio deles. e puseram a cruz sobre ele. ju sto e in ocen te (o len h o v e r d e . voltando-se para elas. sortearam-noB (S. que voltava do c a m p o . culpados de tão gra n des c r im e s ? V ia d o lorosa. pois.» 38 Estava também por cima da sua cabeça uma inscrição : Este é o rei dos Judeus. 34 Jesus d iz ia : « P a i. um à d ireita e outro à esquerda. decretou que se executasse o que eles pediam. salve-se a si mesmo. 37 d izia m : «S e és o rei dos Judeus. d iz e n d o : «S e és o Cristo. 24 Pilatos. porém. Os príncipes dos sacerdotes(com o povm o escarneciam. sal23y 31. o escolhido de D eus.19).» 23 Eles. 29 Porque eis que virá tem po em que ee d irá : Ditosas as estéreis. 31 P o r­ que. d izen d o : «S a lvo u os outros. e aos outeiros : Cobri-nos (Os. 27 Seguia-o uma grande m ultidão de povo e de mulhe­ res. que mal fez ele ? N ão encontro nele causa algum a de m orte.» 36 Insultavam -no também os soldados. 10. disse : «F ilh a s de Jerusa­ lém . 26 Quando o iam conduzindo. sou tratado a ssim tão du ram ente. Se isío S ff f a s .

porém . e as mulheres que o tinham seguido desde a GaliJeia. ven do o que tinha acontecido. 42 E dizia a Jesus: «Senhor. nem com os seus actos. não encontraram o corpo do Senhor Jesus. 56 Voltando. foram m uito cedo ao sepulcro. prepararam aromas e bálsamos. D ia da Preparação. 55 Ora as mulheres. 49 T o d o s os conhecidos de Jesus. e pediu-lhe o corpo de Jesus. e de que modo o corpo de Jesus fora nele depositado.» 43 Jesus d isse-lh e: «E m verdade te d ig o : H o je estarás com igo no paraíso. S ep u ltu ra d e Jesus. d izen d o: «N e m tu temes a Deus. batendo no peito. e rasgou-se pelo m eio o véu do templo.» D izendo isto. sexta. expirou. 3 Entrando. nas tuas mãos encomendo o meu espírito (S . estavam de longe observando estas coisas. 4 Aconteceu que. estando no mesmo su p lício ? » 41 Nós estamos na verdade justam ente. 30.» 44 Era então quase a hora. exclam ando em alta voz. oriundo de A rim ateia.» 40 O outro. e via o que sucedia. indo atrás de José. A s santas m u lh eres e P ed ro n o s e p u l­ cro. tomando a palavra. 52 fo i ter com P ilatos. 51 que não tinha concordado com a determ inação dos outros. que era mem­ bro do Sinédrio. estiveram em repouso. 50 Então um bom em . 47 0 centurião. e o sábado ia começar.» 48 E toda a m ultidão que assistia a este espec­ táculo. a ssim cham ado. retirava-se. que também esperava o reino de Deus.6). JESUS RESSUSCITADO 24— 1 N o prim eiro dia da semana.M o rte de Jesus. eis 54. segundo a lei. varão bom e justo. repreendia-o. cidade da Judeia. envolveu-o num lençol. quando entrares no teu rein o. p o rq u e n e le se d e v ia p r e p a ra r tu do o que era p r e c is o para o sábado. e toda a terra flcou coberta de trevas até à hora n o n a . mas este não fez nenhum mal. . e depositou-o num sepulcro aberto na rocha. A s e x ta -fe ira . 46 escure­ ceu-se o sol. 46 Jesus. 2 Encontraram revolvid a a pedra do sepulcro. 53 Tendo-o des­ cido da cruz. que Unham ido da G alileia com Jesus. estando consternadas por isso. N o sábado. dizendo : «N a verdade este bom em era ju sto. no qual ainda ninguém tinha sido sepultado. observa­ ram o sepulcro. lem bra-te de mim. levando os aromas que tinham pre­ parado. d isse: «P a i. chamado José. em q u e e r a p r o ib id o trabalh ar. porque recebemos o castigo que m erecem as nossas acções. 54 Era o dia da Preparação. va-te a ti mesmo e a nós. g lo ­ rificou a Deus.

nos sobressai taram. chamada Emaús. estavam como que fechados. mas não o encontraram . porque estais tristes? 18 Respondeu um deles.' e retirou-se. ressuscite ao terceiro d ia .. poderoeo em obras e em palavras. e as outras. 17 E lediese-Ihes: «Q u e conversas são essas que ides tendo pelo cam inho. Lem brai-vos do que ele vos disse. de modo que não oreconheram . 11 Mas estas palavras pareciam-lhes com o que um delí­ rio. 24 A lgu n s dos nossos foram ao se­ pulcro e acharam que era assim com o as mulheres tinham d it o . 15 Sucedeu que. 21 Ora nós esperávamos que ele fosse o que h avia de resgatar Is r a e l. os quais disseram que ele está vivo. 22 E’ bem verdade que algumas mulhe­ res. ao amanhecer. e não lhes deram crédito. 9 Ten do voltado do sepulcro. 14 Iam falando um com o outro sobre tudo o que se tinha passado. 16 Os seus olhos.^ orreu ao sepulcro. chamado C léofas: «S ó tu és forasteiro em Jeru­ salém. Joana. e a todos os outros. D iscip u - . diante de Deus e de todo o p o v o . e caminhou com eles. contaram todas estas coisas aos onze. 10 Aa que referiam aos A p ó s­ tolos estas coisas eram M aria Madalena.que apareceram ju nto delas dois homens com vestidos resplandecentes.» 8 Então lembraram-se das süas palavras. depois que estas coi­ sas sucederam. e o crucificaram . caminhavam dois deles para uma aldeia. é já h oje o terceiro dia. porém. porque. que fo i um profeta. 5 Estando elas medrosas e com os olhos no chão. das que estavam entre nós. ressus­ citou. foram ao sepulcro. levantan d o-se. que estavam com elas. e não sabes o que a li se tem passado estes d ia s?» 19 E le disse-lhes: «Q u e é ? » R e s p o n d e r a m : «S obre Jesus Nazareno. voltaram dizendo que tinham tido uma aparição de anjos. disseram -lhes: «P o rq u e buscais entre os m ortos o que estâ v i vo ? 6 Ele não está aqui. aproxim ou-se deles o próprio Jesus. 12 T o d a via Pedro. 20 e de que m aneira os uossos príncipes dos sacerdotes e os nossos m agistrados o entregaram para ser condenado à m orte. Inclinando-se. Maria. seja crucificado. adm irando consigo mesmo u que sucedera. mãe de T ia g o . 23 e. viu só os le n ç ó is ^ o r terra. que estava à distância de Jerusalém sessenta estádios. quando eles iam conversando e discorrendo entre ei. depois de tudo isto. não tendo encontrado o seu corpo. quándo estava na G a lile ia : 7 Im porta que o F ilh o do homem seja en­ tregu e nas mãos de homens pecadores. 13 N o mesmo dia.

dizen d o: «F ic a connosco. e assim era necessário que o Cristo padecesse e ressuscitasse dos m ortos ao terceiro dia. 32 Disseram então um para o outro: «N ã o é verdade que nós sentíamos abrasar-se-nos o coração. e nos explicava as Escri­ tu ra s?» 33 Levantaudo-se na mesma hora.» 40 D ito isto. 31 Abriram -se os seus olhos. 25 Então Jesus disse-lhes: «O ’ estultos e tardos do coração para crer tudo o que anunciaram os profelas 26 Porventura não era necessário que o Cristo sofresse tais coisas. 36 Enquanto falavam nisto. e os que estavam eom eles.A p a riç ã o em Jeru ­ s a lém . e discorrendo por todos os pro­ fetas. começandô por Moisés. 43 T e n ­ do-os tom ado comeu-os à vista deles. 41 Mas. Jesus fingiu que ia para mais longe. como vós vedes que eu ten h o. Encontraram ju ntos os onze. m ostrou-lhes as mãos e os pés. começando . apresentou-se Jesns no m eio deles. para onde caminhavam. e reconheceram -no. 44 Depois disse-Ihes: «Is to é que eu vos dizia. 46 e disse-lhes: «A ssim está escrito.» 45 Então abriu-lhes o entendim ento. porque sou eu m esm o. 28 Aproxim aram -se da aldeia. e que pensamentos são esses que vos sobem aos corações? 39 Olhai para as minhas m ãos e pés. 29 Mas eles o constrangeram . prom essa do E s p i­ rito Santo. nem ossos. quando ele nos falava pelo cam inho. não crendo eles ainda e estando fora de si com a a legria que senliam . 38 Jesus disse-lhes: «P o rq u e estais turbados. e o dia d eclin a.» 37 Mas eles. o benzeu. para com­ preenderem as Escrituras.» 35 E eles contaram também o que lhes tinha acontecido no cam inho. que era necessário que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na le i de Moisés. porque um espírito não tem carne. nos profe­ tas e nos salm os. missão dos A p ós­ to lo s . para entrar na sua g ló ria ? » 27 Em seguida. mas ele desapareceu. 34 os quais d izia m : «N a verdade o Senhor ressuscitou e apareceu a S im ão. tomou o pão. explicava-lhes o que d ele se encontrava dito em todas as Escrituras. turbados e espantados. e lho deu. 47 e que em seu nome se pregasse a penitência e a remissão dos pecados a todas as nações. porque faz-se tarde.» Entrou para ficar com eles. apalpai. perguntou-lhes: «T eu d es aqui algum a coisa que ee com a?» 42 Eles apresentaram -lhe uma posta de peixe assado e um favo de m el. e d isse-lh es: « A paz seja con vosco. quando ainda estava convosco. partiu. e vede. e como o tinham reconhecido ao partir o pão. 30 Estando com eles à mesa. ju lgavam ver algum espirito. voltaram para Jerusalém.

48 V ó s sois as testemunhas destas coi­ sas. e elevava-se ao céu. Entretanto perm anecei na cidade.» 50 D epois levou-os até cerca de Betânia. 51 Enquanto os abençoava. 52 Eles. 49 Eu vou mandar sobre vós o que meu P ai pro­ meteu. e levan­ tando as suas mãos. os abençoou. louvando a Deus. separou-se deles. 53 e esta­ vam continuam ente no tem plo.blogspot. até que sejais revestidos da virtude do a lto .por Jerusalém.br . depois de se haverem prostrado diante dele. voltaram para Jerusalém com grande jú bilo.com. http://alexandriacatolica.

o V e r b o resplandece e n tre as tre va s da ig n o ­ rância causada p elo pecado. para os Judeus ch am ados a herança d c D eu s (E. I I . e n d u re c i­ dos p e lo pecado. 1 — 1 N o principio ex ielia o Verbo. uma grande pariu dos hom ens.com. v in h a ao m u n d o . etc.). D e p o is v e m e le p r ó p r io ao a u n d o en sin ar os h om en s. E ra a Ins v e r d a d e ir a . para torn a r conh ecido Jesus C ris to . a Tod as as coisas foram feitas por e l e . 9.17. e a vida era a luz dos homens.v. e o Verbo estava junto de Deus. 4. http://alexandriacatolica.EVANGELHO SEGUNDO S. 9 O V erbo era a luz verdadeira.. 5 e a luz resplandece nas trevas. fecharam os olhos â luz. isto è. O V e rb o .. e sem eie nada fo i feito. que ilum ina todo o homem que vem a este mundo. M a s as tre v a s não o com preenderam .. a flm de que todos crêssem por m eio dele. e os seus não o receberam. isto c. O te x to o r ig in a l d i z : A liis ve rd a ­ d e ira . isto é. e o Verbo era Deus. 7. 10 Estava no mundo. 11 V e io para o que era seu. I .blogspot. p o r m eio dos pa tria rcas e dos p ro fe ta s . M issfio d e Joflo B a p tista . v e r d a d e ir a lu z dos h om ens.br . 7 V eio com o testemunha para dar testem unho da luz. e o mundo fo i feito por ele. 2 Estava no principio ju nto de Deus. E a lua. fí Apareceu um homem enviado por Deus que se chamava João. a qu e ilu m in a to d o o h o m e m . e o mundo não o conheceu.. e perm an eceram nas tre v a s . JOÃO P R Ó L O G O O V erb o nas suas re laç ões ' com D eus. e as trevas não o receberam. isto é. 5. 4 N ele estava a vida. P a r a o qu e c ra seu. mas veio para dar testemunho da luz. P a ra d a r . 1. N e le estava a v id a com o em sua fo n te u n iv e rs a l. 8 N ão era a luz. a P a la vra su bstancial d e D eus. 15.

. deu poder de se tornarem filhos de Deus. 17.12 Mas a todos os que o receberam. Jesus C ris to . ele mesmo é que o deu a conhecer. 13 os quais não nasceram do sangue. mas a graça e a verdade fo i trazida por Jesus Cristo. A le i dada p o r ^ o is ^ s .. não a n egou . Esta filia ç ã o a d o p tiv a não se re a liza p o r m eio d e uma geração carnal. e nos torna p a rticip an tes da' sua natureza. porque existia antes de mim.» B o is tes­ tem u n h o s d e Joâo B a p tista . e não dava fo rça s para o e v it a r . nem da vontade da carne. sò m en te fazia con h ecer 6 m al. 16 Tod os nós participam os da sua plenitude. com a sua encarnação. a lém de s e r im p e rfe ita . e nós vim os a sua glória. g ló ria com o de F ilh o U n igén ito do P ai. o q u al nos com unica a sua graça. mais p o r m eio de uma geração es p iritu a l que tem p o r p r in c íp io o p r ó p r io D eus. 15 João dá testemunho dele e clam a: «E ste era aquele de quem eu disse: 0 que há-de v ir depois de mim. e recebemos graça sobre graça. fe z passar à re a lid a d e as fig u r a s d o A n tig o T es ta m en to . é mais do que eu. N ã o n a s c e ra m . cheio de graça e de verdade.. que está no seio do Pai. p orém . deu -n os o g ra ç a . 17 porque a le i fo i dada por Moisés. Encarna­ ção e seus fru tos. qu e nos fo rta le c e para fa z e r a vo n ta d e d e D eus. o F ilh o U nigénito. 18 Ninguém jam ais viu Deus. nem da vontade do homem. mas de Deus. àqueles que crêem no seu nom e. quando oe Judeus lhe enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitae a per­ guntar-lhe: «Quem és tu ? » 20 Ele confessou a ver­ dade. e confessou: «E u não sou o C risto. e fe z co n h ecer a ve rd a d e • p o r m e io da re vela çã o dos m ais a lto s m is té rio s de D eus. 13. e habitou entre nós. M ANIFESTAÇÕES D A GLÓRIA DIVINA DE JESUS As três primeiras manifestações de Jesus t9 Eis o testemunho de João. estando ch eia de fig u ra s. e. 14 E o Verbo se fez carne.

como disse o profeta Isaías (40. eis o que tira o pecado do mundo. d isse-m e: A q u ele. 33 Eu não o conhecia. q u e Jesus dará. e vendo que o seguiam.» 28 Estas coisas passaram-se em B etâoia. 26. 38 Jeeus. d is c ip o disse : «E is o Cordeiro de D eus. mas vim baptizar em água. voltando-ee para trás.» «E ’ s tu o p ro feta ? » Res­ pondeu: «N ã o . da banda de além do Jordão. nem o p ro feta ? » 26 João respondeu-lhes: «E u baptizo em água.3). e dei testemunho de que eie é o F ilh o de D eu s. mas o que me m an­ dou baptizar em água.» Foram . 29 N o dia seguinte João viu Jesus. 27 Esse é o que há-de v ir depois de mim.» Jesu s e 3 5 X o outro dia João lá estava novam ente com dois p°riiM?ros discípulos. 36 Vcudo Jesus que ia passando. para que possamos dar resposta aos que nos en­ viaram ? Que dizes de ti mesmo ?» 23 Disse-lhes e n tã o : « £ u sou a vos do que cla m a no deserto. sobre quem vires descer e repousar o Espírito. nem Elias. os dois discípulos seguiram Jeeus.21 Eles pergu ntaram -lhe: «Q uem és pois? E’ s tu Elias?» E le respondeu: «N ã o sou . pbrque era antes de mim. mas no m eio de vós está quem vós não conheceis. e que tinham seguido Jesus. O p ro fe ta . . para ele ser reconhecido em Is ra e l. Era então quase a hora décim a. de quem eu d is s e : Depois de m im vem um homem que é superior a m im . um e n v ia d a de Deua d e v ia p r e c e d e r o M eaaiaa. 41 Este encontrou prim eiro seu irm ão Sim ão. que vinha ter com ele. E u b ap tiso em á g u a .» 24 Ora os que tinham sido enviados eram fariseus. se não és o Cristo. em oposiçã o ao ba ptism o no E s p ir ito Santo.» 32 João deu este testem unho: « V i o E spí­ rito descer do céu em form a de pomba. 30 Este é aquele. 34 Eu o vi. S egu n d o a o p in iã o doa Judena. era um doe dois que tinham ou vido o que João dissera. 40 André. onde João estava baptizando. esse é o que baptiza uo E spírito Santo. onde h a b ita s?» 39 Jesus disse-lhes: «V in d e v e r . e repousou sobre ele. irm ão de Sim ão Pedro. e ficaram com ele aquele dia.» 22 Disseram-lhe en tão: «Quem és.» 37 Ouvindo as suas palavras. d iz e n d o : «C om o baptizas. e disse-lhe: «Encontrám os o M essias» 21. 25 Interrogaram -no. pois. ao qual eu não sou dign o de desatar a correia das sandálias. E n d ire ita i o cam inho do Senhor. e disse: «E is o Cordeiro de Deus. disee-Ih es: «Q u e buscais v ó s ? » Eles d isseram -lh e: «R a b í (qu e quer dizer Mestre). pois. viram onde habitava. 31 e eu uão o conhe­ cia.

N a z a ré e r a uma a ld e ia d es p reza d a p o r todos». 46. tu serás chamado Cefas. verás coisas maiores que esta. «N ã o têm vin h o. tu és o rei e Isra el. M e tre ta s .» 5 Disse sua Mãe aos que serviam : «F a ze i tudo o que ele vos disser. a Mãe de Jesus d isse-lh e. H á a q u i uma re fe rê n c ia à v is ã o deJacó (G e n . que ia ter com ele.» 51 E acrescentou: «E m verdade.» 47 Jesus viu N atanael.» 4 Jesus respondeu-lhe: «M u lh er.» 44 F ilip e era natural da cidade de Betsaida. d isse: «T u és Sim ão. ■28J2). quando estavas debaixo da figu eira .» Eles levaram . 51. 7 Jesus d isse-lh es: «E nchei as talhas de águ a . — O F i l h o do h o m e m . 2 F o i também convidado Jesus com seus discípulos para as bodas. em verdade voe d igo. a p a la vra m u lh e r e r a usada na in tim id a d e para d e s ig n a r tam bém as pessoas m a is q u e rid a s e m ais d ig n a s de re s p e ito . e disse d e le : «E is um verdadeiro Israelita. filho de José. ten d o os an jos ao seu d is ­ po r» esta b ele cerá uma in tim a com unicação e n tre o céu e a terra .» 6 Ora esta­ vam a li seis talhas de pedra. 3 Faltando o vinho. Jesus. que levavam cada uma duas a três metretas.» 43 N o dia seguinte Jesus resolveu ir à G alileia. fixando nele o olhar. F i l h o dê J osé . ' . celebraram-se umas bodas em Caná da G alileia. e encontrava-se lá a Mãe de Jesus.. S u h in d o e d e s c e n d o .» 50 Jeeus respondeu-lhe: «P o rq u e eu te disse que te v i debaixo da figueira.» 49 N atanael reson d eu : «M estre.» Encheram-nas até cima. . F ilip e não conh ecia a ia d a o m is té rio da encarnação e da conceição v ir g in a l d e Jesus C risto e ig n o ra v a qu e e ie tin h a n asçido em B e lém . Encontrou F ilip e. te v i eu. S 45.» 48 Nata­ nael disse-lh e: «D on d e m e conheces tu ?» Jesus resp on d eu -lb e: «A n te s que F ilip e te chamasse.» 46 Nata­ nael disse-lhe : «D e N azaré pode porventura sair coisa que seja b o a ? » F ilip e d isse-lh e: «V e m v e r. E a tre oa G re g o s e os o rien ta is . pátria de A n d ré e de Ped ro. M u lh e r . e d isse-lh e: «S egu e-m e. 8 Então Jesus disse-lhes : « T i ­ rai agora. 2 » 4.. filho de João. que quer dizer Pedro ou P e d ra . . M ed id a de cerca d e 40 lit r o s . em quem não há d o lo . e le v a i ao arqu itriclin o. 42 Levou -o a Jesus. que nos im porta a mim e a ti isso ? A in d a não chegou a m inha h o ra .(qu e quer dizer Cristo). 45 F ilip e encontrou N atanael. e p o r isso N ata n a el não a c re d ita v a q u e o M essia s v ie s s e d e lá.» 2 — 1 T rês dias depois. vereis o céu aberto. 6 . e disse-lhe : «E n ­ contrám os aquele de guem escreveram Moisés na le i e os p rofetas: Jesus de Nazaré. preparadas para a purifi­ cação judaica. tu és o filho de Deue. D e N a z a r é . e os anjos de Deus su­ bindo e descendo sobre o F ilh o do hom em . crês.

ovelhas e pombas. deitou por terra o dinheiro dos cambistas e derribou as suas mesas. o arquitri­ clino chamou o esposo.» 17 Então lembraram-se seus discí­ pulos do que está e s c r ito : 0 eelo da tu a casa devo­ rou-m e (S. 13 Estava próxim a a Páscoa dos Judeus. 12 Depois disto. vendo os m ilagres que fazia.10). com sua Mãe. e disseram -lhe: «C om que sinal nos mostras tu que tens autoridade para fazer estas coisa s?» 19 Jesus respondeu-lhes : «D estru í este templo. Assim manifestou a sua glória. ressuscitou dos m ortos lem braram-se seus discípulos do que ele dissera. porque os conhecia a mas todos. 16 A o s que vendiam pombas. e com eles as ovelhas e 08 bois.» 11 T a l foi o prim eiro m ilagre de Jesus. 10 e disse-lhe: «T o d o o ho­ mem põe prim eiro o bom vinho. disse: «T ir a i daqui isto. desceu para Cafarnaum. ainda que o sabiam 08 serventes. tu. que há em cada homem. mas não se dem o­ raram lá m uitos dias. e os sèus discípulos creram nele. seus irm ãos e seus discípulos. e os cambistas sentados às suas mesas. e o reedificarei em três dias. quando já os convi­ dados lêm bebido bem. 18 Tom aram então a palavra os Ju­ deus.» 20 Replicaram os Judeus: «Este templo fo i ediflcado em quarenta e seis anos. então lhes apresenta o in ferior. pois. Manifestação da glória divina de Jesus em Jerusalém e na Judeia Jesns ex p u lsa o s m erca­ d o res do tem p lo. M u itos 23 Estando em Jerusalém pela festa da Páscoa. 25 e não necessitava de que lhe dessem teste­ im p e r fe i­ munho de homem algum . expulsou-os a todos do tem plo. 22 Quando. e. lo go que provou a água convertida em vinho (ele não eabia donde viera. . não façais da casa de meu Pai casa de n egócio. m ui­ Judeus crêem em tos creram no seu nome. Jesus. pois sabia por ei mesmo o tam ente. 14 Encontrou no tem plo vendedo­ res de bois. 15 T en d o feito um azorrague de cordas. porque tinham tirado a água). e tu o reediflcarás em três d ia s? » 21 Ora ele falava do tem plo de seu corpo. fê-lo em Caná da G alileia. tiveste o bom vinho guardado até a gora . ao contrário. 24 Mas Jesus não se fiava neles.9 0 arquitriclino. 68. e Jesus subiu a Jerusalém. e creram \ na Escritura e nas palavras que Jesue tinha dito.

» 4 Nicodem os disse-lhe : «C om o pode um homem nascer.» 9 Nicodem os d isse-lh e: «C om o se pode isto fa z e r? » 10 Jesus res­ pondeu : «T u és mestre em Israel. e damos testemunho do que vim os. em verdade te d igo que nós dize­ mos o que sabemos. que lhe deu seu Filh o unigénito. n em o n de term in a . 6 0 que nasceu da carne. é carne. e se não p ode d eterm in a r com ex a ctid ã o o lu g a r o n de nasce. 7 N ão te m aravilhes de eu te d iz e r: E’ preciso que vós nasçais de novo. que está no céu. sem en co n tra r o bstácu los. em bora m ova as a lm a s com as suas ilu stra çõ es. em verdade te d igo que quem não renas­ cer da água e do Espirito Santo. 2 Este fo i ter com Jesus. 15 a fim de que todo o que crê nele tenha a vida eterna. não me acreditais. mas vós não recebeis o nosso testemunho. 14 E como Moisés levantou no deserto a serpente.' a n ecessidade d o ba ptism o. 8. qu e é a á g u a . e não sabes estas coisas ?» I t Em verdade.22. d es te modo. em bora se ouça a sua voa. os qu ais estão en u m erad os na E p ís to la aos G álatas» 5. o F ilh o do homem. P o d e -s e sòm en te i n fe r i r com p ro b a b ilid a d e esta presen ça d o a ír u to s qu e p rod u z. outro is t e r n o e esp iritu al^ que é o E s p irito S an to. para que todo o que crê nele não pereça. de noite. .3 — 1 H a via um homem da seita dos fariseus. 8 O vento sopra onde quer. E. Â s s im com o o ve n to so p ra on de q u e r. quando vos falo das coisas terrenas. um dos principais entre os Judeus. to d a v ia não se pode n atu ralm ente conheC er com certeza se e le está p re s e n te n ela s pela graça s a n tifican te. sabemos que foste enviado por Deus com o mestre. não pode entrar no reino de Deus. senão aquele que desceu do céu. charoado N icodem os. mas não sabes donde ele vem . em verdade te d igo que não pode ver o reino de Deus. assim é todo aquele que nasceu do E sp írito. se vos falar das celestes? 13 N in ­ guém subiu ao céu. E ste ren ascim en to d e v e r e a li­ za r-se p o r d o is m e io s . assim também im porta que seja levantado o F ilh o do homem. 17 Porque N ic o d e - 3 » 5. 12 Se.» 3 Jesus respondeu-lhe: «E m verdade. e tu ouves a sua voz. Q uem fiõ o r e n a s c e r . por­ que ninguém pode fazer estes m ilagres que tu fazes. Jesus m ostra. e disse-lhe : «M estre. sendo v elh o ? Porventura pode tornar a entrar no ven­ tre de sua mãe e renascer?» 6 Jesus respondeu-lhe: «E m verdade. a ssim o E sp i. senão aquele que nascer de n o v o .. um e x te rn o e m a teria l.^ r it o S an to se com unica a qu em q u er e com o q u er. nem para onde vai.. mas tenha a vid a eterna. com o me acreditareis. se Deus não estiver com e le . é espírito. isto è. o que nasceu do Espírito. 16 Porque Deus amou de tal m odo o mundo.

porque as suas obras eram más. 25 Levantou-se uma questão entre os discipulos de João e um judeu acerca da purificação. se lhe não for dada do céu. certi­ fica que Deus é verdadeiro. 23 João estava também baptizando em Euon. 33 0 que recebe o seu testemunho. e os homens amaram mais as trevas d o que a luz. o que estava con­ tigo da banda de além do Jordão. ju n to a Salím . 28 Vós mesmo me sois testemunhas de que vos disse: Eu não sou o Cristo. mas quem não crê. não é condenado. 18 Quem nele crê. euche-se de gozo com a voz do esposo. 33. 32 Ele testifica o que viu e ouviu. 19 A condenação está n isto : A lu z veio ao mundo. que está de pé e 0 ouve. 0 que vem da terra. e o povo concor­ ria para ser baptizado. tem 29. 0 que vem do céu. mas para que o mundo seja salvo p or ele.O esposo é Jesus. e todos vão a e le . C e rtific a q u e D e u s é v e rd a d e iro . . já está condenado. chega-se para a luz. porque havia ali muita água. e não se chega para a luz. 36 0 que crê no F ilh o. 34 A q u ele a quem Deus enviou. Jesus en sin a m is té rio s qu c v iu nas suas in t i­ mas relações com o P a i. 24 João ainda não tinha sido posto na prisão. e pôs todas as coisas na sua mão. Deus não enviou seu F ilb o ao mundo. e terrestre é a sua linguagem . mas fui enviado diante dele. fo i Jesus com seus discípulos para a terra da Judeia. . e baptizava. de quem tu deste testemunho ei-lo que está baptizando. mas o am igo do esposo.» 27 João respondeu: « 0 homem não pode receber coisa algum a. 30 Con­ vém que ela cresça e eu dimiuua.» 22 Depois disto. 2 1 mas aquele que procede segundo a verdade. e ela é perfeita. para condenar o m undo. 26 Foram ter com João. é da terra. 29 0 que tem a esposa é o esposo. 20 P orqu e todo aquele que faz o mal. 32. mas (quase) ninguém recebe o seu testemunho. porqu e a ceita a p a la v ra do seu E n v ia d o . H abitava com eles. Esta é a minha alegria. e disseram -lhe: «M estre. a fim de que seja mani­ festo que as suas obras são feitas segundo Deus. a flm de que não sejam reprovadas as as suas o b ra s . — O a m ig o do esposo é o p r ó p iio Joao B aptista qu e fo i a d ia n te p r e p a r a r a s n ú p cia s. O qu e v i u . que v e io d es p os a r a I g r e j a . 31 O que vem lá de cima. fala palavras de Deus. é superior a todos. porque não crê no nom e do F ilh o unigénito de Deus. aborrece a luz. . 35 0 P a i ama o F ilh o. porque Deus não lhe dá o Espírito por medida. é superior a todos.N o v o testem uaho de João B a ptista .

& v id a e tern a . 5 Chegou. O dom de D e u s .» Jesus replicou : «D isseste bem : não tenho m arid o. certamente lhe pedirias. m aior do que o nosso pai Jacó. e os seus filhos e 08 seus ga d o s?» 13 Jesus respondeu: «T o d o aquele que bebe desta água tornrará a ter sede.» 11 A mulher disse-lh e. que nos deu este poço. JesDs na Sam aria. 18 porque tiveste cinco maridos. ju n to da herdade que Jacó deu a seu filho José. não é teu m arido. isto disseste com verdade.» 19 A m ulher disse-lhe: «Senhor. Jesua e a Sam arltana. a graça d e en con tra res a go ra o S a lv a d o r do inundo. 4y 10. não crê no Filho. viu a . essa água v iv a ? 12 E ’ s tu. do qual ele mesmo bebeu. por iseo. 2 (lo d a via não era o próprio Jesus que baplizava. vejo que és profeta. 17 A mulher respondeu: «N ã o tenho m arido. Jesus disse-lhe: «D á-m e de beber. «Senhor. porém. chama teu marido e vem cá*. porém . jam ais terá sede: a água que eu lhe der. 9 Disse-lhe. isto è. virá a ser nele uma fonte de água que salte para a vid a etern a. a uma cidade da Sama­ ria chamada Sicar. Fatigado da viagém . e ele te daria de uma água v iv a . tu não tens com que a tirar.a vida etern a. me pedes de beber a m im . mas sobre ele pesa a ira de Deus. L in g u a g em fig u ra d a » qu e s ig n i­ fica a graça. nem vir aqui tirá-la. pois. 14 mas o que beber da água que eu lhe der. a mulher Sam aritana: «C om o. donde tens.» 8 Os seus discípulos tinham id o à cidade com prar m antimentos. Era quase a hora sexta.» Manifestação da glória divina de Jesus na Samaria 4 — 1 Quando Jesus soube que os fariseus tinham ou vido que ele fazia mais discípulos e baptizava mais que João. 10 Jesus respondeu: «S e lu cqnheceras o dom de Deus. Jesus sentou-se sobre a borda do poço. pois. pára eu não ter maie sede. não verá a vida. sendo tu judeu. 3 deixou a Judeia. e o poço é fu ndo. passar pela Sam aria. mas os seus discípulos). 7 V e io uma m ulher da Sam aria tirar água. . a dou trina e v a n g é lic a » e» p o r ú ltim o .» 15 A m ulher disse-lh e: «Senhor. 4 D evia. o que. dá-me dessa água.» 16 Jesus disse-lhe: «V a i. e foi outra vez para a G alileia. que sou sam aritana?» Com efeito 08 Judeus não comunicam com os Samaritanos. e quem é que te d iz : Dá-m e de beber. porventura. e o que agora tens. 6 Estava lá o poço de Jacó.

deixou o seu cântaro. continu ando a o b ra com eçada: .» 27 N isto chegaram seus discípulos. nós adoramos o que conhecemos. 38 Eu enviei-vos a segar o que vós não traba24. 23 Mas vem a hora.» 21 Jesus disse-lhe: «M ulher. nos anunciará todas as coisas. 38. O s p r o fe ta s e e le p r ó p r io prepararam a hum anidade para re c e b e r o E va n g elh o . com o o que eèga. fo i à cidade e disse àquela gen te: 29 «V in d e ver um homem. para que assim o que semeia. 35 N ão dizeis vós que aiuda bá quatro meses até à ceifa? Mae eu d igo -vo s: Levan tai os olhos e vede os campos que já estão brauquejando para a ceifa. 37 Porque nisto ee verifica o d ita d o : Um é o que semeia.o alim ento d e Jesus. porque é destes adoradores que o Pai deseja.» 33 P elo que diziam os discipulos uns para os ou tros: «S e rá caso que alguém lhe trouxesse de com er?» 34 Jesus disse-lbes: « A minha com ida é fazer a vontade daquele que me enviou e cum prir a sua obra. O u tro s tra b a lh a ra m . Jesu s não cond ena o cu lto ex te rn o . crê-me que é che­ gada a hora. Nenhum contudo lhe disse: «Q u e é o que pergu n tas?» o u : « P o r que falas com e la ? » 28 A mulher. nem em Jerusalém. ju ntam ente ee regozijem . Jesus a p lic a o d ita d o a n te r io r . que fa lo con tigo. e m aravilharam-ee de que estivesse falando com uma mulher. 31 Entretanto seus discípulos instavam com ele. quando. que me disse tudo o que eu tenho fe ito . em que oe verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e verdade.» 25 A m ulher disse-lhe: «E u sei que deve vir o Messias que se chama C risto. será este porventura o C risto?» 30 Saíram da cidade e foram ter eom ele. e em espírito e verdade é que o devem adorar oe que o ado­ ram . nem nesta montanha. ele vier. com e. 22 Vós adorais o que uão conheceis. mas en sin a qu e o e s p ír it o d e v e te r a p a rte p r in c ip a l no cu lto d e D eu s. e outro o que sega.» 32 Mas ele respondeu-lhes: «E u tenho um alim ento para com er. E m e s p írito e verd a d e. 20 Nossos pais adoraram sobre esta montanha.» 26 Jesus disse-lhe: «S o u eu. em que não adorareis o Pai. A m esse. dizen d o: «M estre. pois. 24 Deus é espírito. e vós d izeis que em Jerusalém é o lugar onde se deve ado­ ra r. e qu e o cu lto e x te rn o pouco v a le se não é acom panhado d o cu lto in te rn o. 36 0 que sega recebe recompensa e ju n ta o fruto para a vida eterna. por­ que dos Judeus é que vem a salvação. A o s A p ó s to lo s perten ce c o lh e r os fru to s desta p rep a ra ­ ção. que vós não sabeis. e já chegou. então.

receberam-no bem os Galileus.» M u itos S a m a rita ­ n os crêem n e le . o deixou a fe b re. 44 Porque o mesmo Jesus tinha afirmado que um profeta não tem respeito na sua pátria. ter com ele os Samaritanos. pois também tinham id o à festa. Manifestação da glória divina de Jesus na Galileia 43 Passados dois dias.» 40 Vindo. 47 Este. vieram os criados ao seu encontro. e partiu. H a via em Cafarnaum um funcionário real. e vós recolheis o fruto dos seus trabalhos. pois.» 53 Reconhe­ ceu então o pai ser aquela mesma a hora em que Jesus lhe dissera: «T e u fi ho v iv e ». Disseram -lhe: «O ntem . por­ que tiubam visto todas as coisas que ele havia feito em Jerusalém no dia da festa. se não virdes m ilagres e pro­ dígios.IhaRtee. . e sabemos que eie é verdadeiram ente o Salvador do m undò. outros trabalharam .» Deu o homem cré­ dito ao que Jesus lhe disse. cujo filho estava doente. por causa da palavra daquela mulher. 54 F o i este o segundo m ila­ gre que Jesus fez. que dava este testem unho: «E le disse-me tudo o que tenho fe ito . vem antes que meu filho m orrat» 50 Jesus disse-lhe: «V a i. 51 Quando já ia para casa. à hora sétima. tendo ou vido dizer que Jesus chegara da Judeia à G alileia. mas é porque nós próprios o ouvim os. 41 M uitos mais creram nele em virtude da sua palavra. que estava a m orrer. onde tinha convertido a água em vin h o. 46 F oi. pois. e deram-Ihe a n ova de que seu filho vivia. o teu filho v iv e .» 49 0 funcionário real disse-lhe: «Senhor. A creditou ele. não credes. Jesus v o lta G a lile ia . Ficou lá dois dias. assim com o toda a sua fam ília. 48 Jesus disse-lhe: «V ó s . 45 Ten do chegado à Galileia. partiu Jesus dali para a G alileia. 42 E diziam à m u lher: «N ã o é já pela tua palavra que cremos nele. fo i ter com ele e rogou-lhe que fosse a sua casa curar seu filho. depois de ter vindo da Judeia para a G alileia.» 39 Muitos Sam aritanos daquela cidade creram em Jesus. novam ente a Caná da G alileia. pediram -lhe que ficasse com eles. C u ra do filh o d e um o fic ia l. 52 Perguntou-lhes a hora em que o doente ee achara m elhor.

6 Jesus. etc. 5y 14. e anda. depois do m ovim ento da água.Manifestação da glória divina de Jesus novamente em Jerusalém e na Galileia Jesus cura um p a ra lítico juQto da piscina P ro b á - Jesus é acusado d e não gu a rd ar o sábado. não te é licito levar o teu le ito .» 15 Foi aquele homem anunciar aos Judeus que era Jesus quem o tinha curado. disse-lhe: «Q ueres ficar sã o ? » 7 0 enferm o res­ pondeu-lhe: «S en h or. disse-m e: T om a o teu leito. 17 Mas Jesus respondeu-lhes: «M eu P a i não cessa de operar. Jesus è igu a l a D eus. paralí­ ticos. 2 Ora há em Jerusalém. coxos. os quais esperavam o m ovim ento da água. isto è.» 9 N o mesmo instante. graças à multidão que es­ tava naquele lugar. não peques mais. 3 Nestes ja zia uma m ultidão de enfermos. 5 — 1 Depois disto. por­ que fazia estas coisas ao sábado. se encontrava enferm o.» 18 P o r isso. os Judeus procuravam com m aior ardor matá-lo.. porque nâo sòmente violava o sábado. enquanto eu vou. vendo-o deitado e sabendo que estava assim há m uito. que em hebreu se chama Beeatha. a lèm d e p e r d e r a saúde do co rp o . para que te não suceda coisa p io r.» 11 Ele respondeu-lhes: «A q u e le que me curou. ju u to da porta das Ovelhas. toma o teu leito e an da. 4 P o r­ que um anjo do Senhor descia de tem pos a tempos à piscina. ficou são aquele homem. e eu opero tam bém . 0 prim eiro que descesse à piscina. seu P a i. mae também dizia que Deus era seu Pai. para qu c. Jeeus respondeu. .» 12 Pergunta­ ram-lhe en tão: «Q uem é esse homem que te disse: T om a o teu leito e an d a ?» 13 Porém o que tinha sido curado uão sabia qüem ele era. 10 P o r isso 08 Judeus diziam ao gue tinha sid o curado: «H o je é sábado.» 8 Jeeus disse-lhe: «Levau ta-te. houve uma festa dos Judeus e Jesus subiu a Jerusalém. o ã o ven h as a p e r d e r tam bém a sa lvação da tua alm a. cegos. 5 Estava a li um ho­ mem que. quando a água é a gita d a . tom ou o seii leito e começou a andar. e agita va a água. há trinta e oito anos. outro desce prim eiro do que eu . 14 Depois disto. a qual tem cinco pórticos. Ora aquele dia era um sá­ bado. porque Jesus havia de­ saparecido sem ser notado. fazendo-se igual a Deus. 16 Por isto os Judeus perseguiam Jesus. ficava curado de qualquer doença que tivesse. Jesus encontrou-o no tem plo e disse-lhe: «E is que estás s ã o . uma piscina. não tenho uma pessoa que me lance na piscina. P a r a q u e não tc suceda.

E vós poucos momentos quisestes gozar da sua luz. dão testem unho de mim. porém. T e s te m u ­ nho dos m ila g re s . e já chegou. sairão ressuscitados para a condenação. 32 Outro é o que dá teste­ munho de m im . tem a vid a eterna e não incorre na sentença da condenação. 21 P orqu e assim como o P a i ressuscita oe m ortos e lhes dá vida. 31 Se dou testemunho de mim mesmo. mas passou da m orte para vida. que o enviou. a fim de que sejais salvos. os pecad ores. de que o P a i me enviou. e sei que é verdadeiro o testemunho que dá de mim. em verdade vos d ig o : 0 F ilh o não pode de ei mesmo fazer coisa algum á. 30 N ão posso de mim mesmo fazer coisa algum a. não honra o Pai. estas mesmas obras que eu faço. . em verdade vos d igo que vem a hora. o meu tes­ temunho não é verdadeiro. 23 a fim de que todos honrem o F ilh o como honram o Pai. porque é F ilh o do hom em . e lhe mostrará maiores obras do que estas. 22 0 P a i a ninguém ju lg a .pois. o faz igualm ente o F ilh o. não recebo o testemunho do homem. porque não busco a minha vontade. mas deu ao F ilh o'tod o o poder de ju lgar. 0 que não honra o F ilh o. 24 Em verdade. porque tudo 0 que fizer o Pai. e disse-lhes: 19 «E m verdade. e oe que a ouvirem . 33 V ós enviastes (m ensageiros) a João. Os m o rto s e s p iritu a lm e n te . assim também o F ilh o dá vida àqueles que quer. e ele deu testemunho da verdade. . em que oe m ortos ouvirão a voz do F ilh o de Deus. 28 N ão vos adm íreis disso. em verdade voe d igo que quem ouve a m inha palavra e crê naquele que me enviou. 26 Com efeito assim como o P ai tem a vida em ei mesmo. isto é. porque virá tem po em que todos os que se encontram nos sepul­ cros ou virão a sua voz. e mostra-lhe tudo o que fa z . assim deu ao F ilh o ter vida em si m esm o. 20 P o r­ que o P ai ama o F ilh o. 34 Eu. 25. 25 Em verdade. 29 e os que tiverem feito obras boas sairão para a ressiirreição da vida. mas sòmente o que v ir fazer ao P a i. 36 Mas tenho um testemunho m aior que o de João: as obras que meu P a i me deu que cumprisse. e o meu ju ízo é justo. T e s te m u ­ nho dado em fa v o r d e Jesus p o r João B a p tista . 27 e deif-ihe o poder de ju lg a r. mas digo-vos estas coisas. mas a vontade daquele que me enviou. . 24. J ulgo segundo o que ouço (de meu P a i). 35 João era uma lâm pada ardente e lum inosa. viverão. até au ponto de vós ficardes admirados. 37 E o P a i que me enviou. mas os que tiverem feito obras más. Q uem ouve a m in h a palavra^ p o n d o em p rática os meus en s in a m e n to s .

18 Estando saciados. então. mas que é isto para tanta gen te?» 10 Je­ sus. Moisés. pois. V ós nunca ouvistes a eua voz. tendo dado graças. diziam : . para dar de com er a esta gente ?» 6 D izia. vós que recebeis a g ló ria uns dos outros. 47 Porém . isto é.» H a via naquele lugar m uita erva. em quem vós confiais. 44 Como podeis crer. então. que sobejaram aos qne tinham com ido. 11 Tom ou . Sentaram-se. é que vos acusará. 7 F ilip e respondeu-lhe: «D uzentos dinheiros de pão não bastam para que cada um receba um pequeno bocado. porque sabia o que bavia de fazer. e. de Tiberiaded? 8 Seguia-o uma ação dos grande m ultidão. a festa dos Judeus. como haveis de dar crédito às minhas palavras?» 6 — 1 Depois disto. André. passou Jesus à outra banda do M u ltip lim ar da Galileia. por­ que ele escreveu de mim. e igualm ente dos pei­ xes. disse: «M andai sentar essa gen te. e não buscais a g ló ria que só de Deus vem ? 45 N ão ju lgu eis que sou eu que voe hei-de acusar diante do P a i. T e s ta 41 X glória.esse mesmo deu testemunho de mim. não a recebo doe homens. favor dos enfermos. 4 Ora a Páscoa. Jesus os pães. que tem cinco páes de cevada e dois peixes. 40 E não quereis vir a mim.» 13 Eles os recolheram e encheram doze cestos de pedaços dos cinco pães de cevada. 14 Vendo então aqueles bomens o m ilagre que Jesus fizera. ee não dais cré­ dito aos seus escritos. 5 Jesus. disse-lhe: 9 «E stá aqui um jo vem . 3 Jeeus subiu a um monte e sen­ tou-se a li com seus discípulos. porém. nem vistes a eua face. disse a seus discípu los: «R ecolh ei os pedaços que sobejaram . porque não cre­ des no que ele enviou. tendo levantado os olhos e visto que vinha ter com ele uma grande multidão. 43 V im em nome de meu Pai.» 8 Um de seus dis­ cípulos. 48 mas sei que nâo tendes em vós o am or de Deus. irm ão de Sim ão Pedro. visto que ju lg a is ter nho das nelas a vida etern a: elas são as que dão testemunho p ro fe cia s dõ^nirgo de mim. disse a F i ipe : «O nde com praremos nós pão. para que nada se perca. ee vier outro em seu próprio nome. porém. e vós não me recebeis. recebê-lo-eis. quanto queriam . distribuiu-os entre os que estavam recostados . porque via os m ilagres que fazia em pães. isto para o experim entar. 38 e não ten­ des permanente em vós a sua paiavra. os ho­ mens. 46 Se crêeseis em Moisés. certam ente creríeis também em mim. T e s te m u ­ 39 Exam inais as Escrituras. para terdes vida. estava próxim a. em número de cerca de cinco mil.

a m ultidão. mas que os seus discípulos tinham par­ tid o sós.» 32 Jesus respondeu-lhes: «Em verdade. sabendo que o viriam arrebatar para o fazerem rei. não tem ais. tendo subido para uma barca. e E le im p rim iu o seu s e lo no M es sia s. mas meu P a i é que vos dá o verdadeiro pão do céu. acreditacido-o ju n to dos hom ens p o r m eio de m ila g res. . 16 Quando chegou a tarde. quando chegaste a q u i?» 26 Jesus respondeu-lhes: «E m verdade. 20 Mas ele disse-lh es: «S ou eu. e que Jesus não tinha entrado nela com seus discípulos. visto a m ultidão que não estava lá nem Jesus nem os seus discípulos. e Jesus ainda não tinha id o ter com eles. e in te r­ roga-o.«Este é verdadeiram ente o profeta que deve v ir ao m undo. em ver­ dade. para gue o vejam os e acreditem os em ti? Que fazes tu? 3i Nossos pais comeram o maná no deserto. disseram -lhe: «Q u e devemos nós fazer para praticar obras de D eu s?» 29 Jesus respon­ deu : « A obra de Deus é esta: Que acrediteis naquele que en viou . 24 Ten do. 19 Ten do rem ado cerca de vin te e cinco ou trin ta esládios. 27 Trabalhai não pela comida que perece. cm busca de Jesus. e ficaram atem orizados. retirou-se. de­ pois de o Senhor ter dado graças. O s e lo de D eus P a i süo os m ila g re s . que tinha ficado da outra banda do mar. viram Jesus cam i­ nhando sobre o mar. 17 e. e lo g o a barca chegou à terra. 22 N o dia seguinte. 6 . perto do lu gar onde haviam com ido o pão.24). ele só para o monte. Porqu e nele im prim iu Deus Pai o seu selo. entrou naquelas barcas e foi a Cafarnaum.» 30 Mas eles disseram -lhe: «Q ue m ilagre lazes lu. 27. mas porque comestes dos pães e ficasles sa­ ciados. 18 Entretanto o mar começava a em polar-se. não porque vistes os m ilagres. 77. comer o pão ão céu. Era já escuro. então. de n ovo.» 15 Jesus. seguodo eslá e s c rtlo : Beu-lhes a. Jesus p ro m e te um pão cele ste. 23 Entrelanto arribaram de Tiberíades outras barcas. por causa do vento forte que soprava. A m u lti­ dão v a i te r com Jesus. atravessaram o mar em direcção a Cafarnaum. advertiu que não h avia ali mais que uma barca. em verdade.» 21 Quiseram então recebê-lo na b a rca . a qual o F ilh o do h o­ mem vos dará. 25 Teúdo-o enconlrado da banda de além do m ar. vos d ig o : Moisés não vos deu o pão do céu. mas pela que dura até à vid a eterna. vos d ig o : Vós buscais-me. (S. pois. disseram -lhe: «M estre. em direcção à barca. seus discípulos desce­ ram para ju nto do mar. O seu selo.» 28 Eles. para onde iam. Jesu s anda sobre as águas.

v ir ã o in fa liv e lm e n te para m im . 46 N ão porque alguém tenha visto o P a i. e ste vem a m im . 37< T u d o o que. vem a mim. . pois. esse viu o Pai. que dá a v id a da graça na te rr a e a v id a da g ló r ia no c è u . E u sou 0 pão c e le s te . entre si os Judeus: «C om o pode esle dar-uos a com er a sua carn e?» 63 Jesus 35. e pôs em p rá tica os d iv in o s en sin am en to s. A sua carn e é uma com ida. V ó s . dá-noB sempre desse pão. no deserto.. replicando.» 52 Disputavam. viverá eternam ente. e o que crê em mim. . descido do céu. para que aquele que dele com er não morra. não p o d e r e ís in u tiliz a r os d e s íg n io s d e D eu s. cujo pai e mãe nós conhecem os? Como. . 39 Ora a vontade daquele que me enviou. 36 Porém já vos disse que vós me vistes e que não credes.— O qu e vem a t n i m . com a v o ssa in c re ­ d u lid a d e . . 51 Eu sou o pão vivo.. 49 Vossos pais comeram o maná. qu e a alm a re ceb e p o r m e io da E u ca ristia . mas que o ressuscite no ú ltim o dia. então. 44 N inguém pode v ir a mim. 38 Porque desci do céu. e eu o ressuscitarei no últim o dia.» 3ã Jesus respondeu-lhes: «Eu sou o pão da v id a . e o seu sangue uma beb id a . é a minha carne (que será sacrificada) para a salvação do m undo. diz e le : D e s c id o céu ?» 43 Jesus.» 34 Então disseram -lhe: «S en h or. 54. todo a q u e le . 48 Eu sou o pão da vida. mas a vontade daquele que me en­ viou . o que vem a mim. 45 Èstá escrito nos p rofetas: E serão todos ensinados p o r Deus (Is. não para fazer a m inha vontade. p o is tod os a q u e les que o P a i cham ar com a sua graça e fic a z a c r e r em m im . is to é. pois. e eu os re c e b e r e i com am or. não o lançarei fora. E s te é o p ã o . excepto áquele que vem de D e u s . v irá a m im . disse-lhes: «N ã o murmu­ reis entre vós. filho de José. e nada m ais tem a d es eja r. e aquele que vem a mim. tem a vida eterna.» 41 Murmuravam. T o d o a q u ele qu e ouve e aprende do P a i. o q u a l se fe z o u v ir p o r m e io d e in sp ira çõ es in tern as e de prega çã o de Jesus. dele os Judeus. em verdade.s e a q u i d e um m odo e s p e c ia l à v id a da graça e da g ló ria . e eu o ressuscitarei no últim o d ia . 45. Jesus r e fe r e . é que eu não perca nada do que me deu. é que todo o que vê o F ilh o e crê nele tenha a vid a etern a. Quem está u nid o a Jesus possu i a fo n te de todas as graças. Portanto todo aquele que ouve e aprende do Pai.13). o não a tra ir. e m orreram . 40 A vontade de meu P a i. não terá jam ais sede. que me enviou.Jesus è o pão da vid a .» 42 D iz ia m : «P o r ­ ventura não é este aquele Jesus. 33 P orqu e o pão de Deus é o que desceu do céu e dá a vid a ao m undo. 37 T u d o o que o P a i me dá. se o P ai que me enviou. 47 Em verdade. porque dissera: «E u sou o pão que desceu do céu. não terá jam ais fom e. 50. vos d ig o : 0 que crê em mim. 50 Este é o pão que desceu do céu. e o pão que eu darei. . Quem comer deste pão.

e eu v iv o pelo P a i. e o meu san­ gu e verdadeiram ente bebida. 65 Depois acrescentou: « P o r iseo eu vos disse que ninguém pode vir a mim. A oposição a Jesus aumenta em Jerusalém 7 — 1 Depois disto. e já não andavam com ele. . 68 Este é o pão que desceu do céu. 55 Porque a minha carne é verdadeiram ente comida.» 66 Desde então muitos de seus discípulos tornaram atrás.disse-lhes: «E m verdade. se lhe não fo r concedido por meu P a i. e não beberdes o seu sangue. andava Jesus pela G a lileia . 67 P o r isso Jesus disse aos d o ze: «Q uereie vós tam­ bém retira r-vos?» 68 Simão Pedro respondeu-lhe: «S e ­ nhor. A c to de fé . para quem havem os nós de ir ? T u tens palavras de vid a eterna. 66 0 que come^a minha carne e bebe o meu sangue. visto que os Judeus o queriam m atar. q u e é fe it o por P e d ro . conheceudo em si mesmo que seus discí­ pulos murmuravam por isto. parentes de jeeua. e quem havia de o entregar.» 59 Jesus disse estas coisas. que m orreram . assim o que me com er a mim. tem a vida eterna. 54 0 que com e a minha carne e bebe o meu sangue. quem a pode ou vir?* 61 Jesus. não obstante ser um dos doze. N âo é com o o pão que comeram os vossos pais. 64 Mas há alguns de vós que não crêem. a carne para nada aproveita. 2 Estava próxim a a fesla dos Judeus. filho de Sim ão Iscariotee. 67 Assim como me enviou o Pai que vive. O que come deste pão viverá eternam ente. vos d ig o : Se não comerdes a carne do Filh o do hom em . na Sinagoga. disse­ ram : «D u ra é esta lingu agem . não qu eria andar p^ela Judeia. em verdade.» 71 Falava de Judas. e eu o ressuscitarei no últim o dia. porque era este que o havia de entre­ gar. ensi­ nando em Cafarnaum. 60 Muitos de seus discípulos. 69 E nós acreditam os e conhecemos qu e tu és o Santo de D eue. permanece em mim e eu nele. disse-lhes: «Is to escandaiiza-vos? 62 Que será quando virdes subir o F ilh o do homem para onde estava antes? 63 E ’ o espírito que viv iQ c a .» 70 Jesus replicou : «N ã o fui eu que vos escolhi. ouvindo isto. não tereis a vida em vós. Com efeito Jesus sabia desde o princípio quais eram os que não criam . esse mesmo também viverá por mim. são espírito e vida. a vós os d oze? E contudo um de vós é um dem ôn io. A s palavras que eu vos disse.

a fim de qu e tamhém os leus discípulos vejam as obras que fazes. manifesta-te ao m undo. e não há nele iniqüidade. reconhecerá se a minha doutrina vem de Deus. 3. circuucidais-vos. 23 Se. porém . porém . seu s pa ren tes. d e fe n ­ den d o a sua dou ­ trin a e aa suas obras. Jesus ea sin a no tem p lo . 11 Ora os Judeus procuravam -no no dia da festa. nenhum de vós observa a lei. porque faço ver que as suas obras são más. Um a só obra. faz coisa algum a em segredo. não descobertamente. não tendo estu dado?» 16 Jesus respondeu-lhes: « A minha dou­ trina não é minha.» 5 Nem mesmo os seus irm ãos criam nele. e todos estais por isso m aravilhados. contudo. 6.» Outros. e ensinava. mas odeia-m e a mim. contudo. mas daquele que me enviou. então fo i ele também à festa. 15 Adm iravam -se os Judeus. mas aquele que busca a g ló ria de quem o enviou. 22 Vós. esse é verdadeiro. contudo. 8 V ós ide a essa festa. busca a própria g ló ria . 4 Porque ninguém que deseja ser conhecido em público. 18 Quem fala de si mesmo. pois. mas incógnito. p o d e is i r em q u a lq u er ocasião à c id a d e santa. ousava falar dele liv re ­ mente. eu não vou (püblicam ente) a essa festa. 3 Disseram-lhe. is to é. . Já que fazes estas coisas. d iz ia m : «N ã o é. 21. vó s. mesmo em dia de sábado. 19 Porventura não voe deu Moisés a le i? E. A in d a não chegou o meu tempo d e en tra r triu n fa lm e n te em Jeru s a lé m . foi Jesus ao tem plo. lü Mas. ou se falo de mim mesmo. Uns d izia m : « E ’ um hom em de b em . 14 Estando já em m eio os dias da festa. deixou-se ficar na Galileia.In d e c is ã o do p o vo . para vós é sempre tem po. 6 Jesus disse-lhes: «A in d a nâo chegou o meu te m p o . e d izia m : «O nde está e le ? » 12 E h avia um grande rum or entre o povo acerca dele. mas dos patriarcas). 20 Porqu e procurais vós m atar-m e?» 0 povo respondeu: «T u estás possesso do dem ônio. quando seus irm ãos já tinham partido. p o rq u e nada ten des a tem e r. antes engana o p o vo . porque não está ainda com pleto o meu tem po. Seus irmãos. com medo dos Judeus. dizen do: «C om o sabe este as Escrituras.» 13 Ninguém . seus irm ãos: «S a i daqui e va i para a Judeia. chamada dos Tahernáculos. 17 Se alguém quiser fazer a vontade dele.» 9 Ten do dito isto. J e s u s ' r e fe re -s e à cura do p a ra lítico ju n to da P is c in a P rob á tica . para não se vio la r a lei de M oi7. porque Moisés vos deu a circuncisão (se bem que ela uão vem de M oi­ sés. 7 0 m undo não pode odiar-vos. quem procura m atar-te?» 21 Jesus repli­ cou-lhes : «E u fiz uma só obra.

» 28 Jesus. 34 Vós me buscareis. porque voe indignais com igo porque em dia de sábado curei um homem em todo o seu corp o? 24 Não ju l­ gueis segundo a aparência. mas ju lg a i segundo a jus­ tiça. mas é verdadeiro aquele que me enviou. — verdadeiro. e o Cristo. sabemos donde este é . e sabeis donde eu s o u . e onde eu estou. eu não vim de mim mesmo. quando vier. 29 Mas eu conheço-o. ninguém saberá donde ele seja . £ ’ v e r d a d e q u e co n h eeeis a m inha o rig e m humana.. a quem vós não conheeeis. como diz a dia da íe s U . não a cre d ita is na sua p a la vra .eés. . porém.» 30 Procuraram então prendê-la. d o m ais in tim o da sna alm a.» 35 Os Judeus disseram. 38 0 que crê em mim. para os que se acham dispersos entre as nações. porque procedo dele. a liá s a c re d ita r e is qu e eu sou o seu en via d o . e não me encontrareis. e os príncipes dos sacerdotes e os fariseus envia­ ram guardas para o prenderem. nem vós podeis vir onde eu estou.disse: Vós me buscareis. venha a mim e beba.. mas ninguém lhe lan­ çou as mãos. depois vou para aquele que me enviou. mas igu o rais que eu ten h o outra o r ig e m : a d iv in a . fará ele m aior número de prodígios que 08 que este fa z ? » 32 Os fariseus ouviram este rum or que d ele fazia o p o v o .. excla­ m ou: «V ó s me conheeeis. D o seu seio. Será que os chefes do povo tenham verdadeiram ente reconhecido que este é o Cristo? 27 Nós. vós não podeis v ir ? » 37 N o ultim o dia. Vós fne conheeeis. recebe um homem a circuncisão em dia de sábado. e d izia m : «Quando vier o Cristo. 38. e ele me en viou .. c o rrerã o rios de água viva. estava Jesus em pé. 31 Muitos do povo creram nele. pois.— Vós não o conhecois. 33 Jesus disse-lhes: «A in d a por um pouco estou convosco. e pre­ gará aos gen tios? 36 Que quer dizer esta palavra que ele n os. isto è. que o não encontrarem os? *Irá. exceptu and o o meu n ascim en to v ir g in a l. entre s i: «P a ra onde é que irá ele. e x is te verd a d e ira m e n te » aquele que me enviou : D e u s . capazes de m atar ii sed e aos outros. porque não tinha ainda chegado a sua hora. qué ensinava no tem plo. e não me encontra­ reis. o m aior da festa. graças e dons do E s p írito S an to. e em alta vo z d iz ia : «S e alguém tem sede. porventura. 23.» 25 Enlâo alguns de Jerusalém d izia m : «N ã o é este aquele que procuram m atar? 26 Eis que fala com toda a liberdade e não lhe dizem nada.

inclinando-se. algum homem.» 50 Nicodem os disse-lhes. e ele. os guardas para os príncipes dos sacerdotes e fariseus. 4 e disseram -lhe: «M estre.2). voltou para o tem plo. os ensinava. Escritura (Is. porém . d iziam : «E ste é verdadeiram ente p rofeta. foram -ee reti­ . Que dizes tu..12. mas nenhum pôs as mãos sobre ele. N ic o d e m os d e­ fe n d e Jesu s dia n te do S ín è d rio . 55. 44 Alguns deles queriam prendê-lo. esta mulher fo i sur­ preendida em flagrante delito de adultério. 40 Entretanto alguns daquela m ultidão. é m aldita. Porém Jesus.3. antes de o ou vir. que não conhece a lei. onde habitava D a v id ? (R .) do seu seio corre­ rão rios de água v iv a . S. que lhes disseram : «P o rq u e o não Irouxestes p reso ? » 46 Os guardas responderam : «N u n ca homem algum falou como este hom em . portanto. sentado. e disse-lhes: « 0 que de vós está sem pecado. P rocu ram pren d er Jesus. porque ainda não tinha sido dado o Espírito. pois. seja o prim eiro que lhe atire a pedra. puseram-na no m eio. A m u lb e r adú ltera . e todo o povo fo i ter com ele. dissenção entre o povo acerca dele. porém . 44. p o is ? » 6 D iziam isto para lhe arm ar um laço. eles a in terrogá-lo. 3 Então os escribas e os fariseus trouxeram -lhe uma mulher apanhada em ad u ltério.» 53 E foi cada um para sua casa. porventura. escre­ via na terra.. levantou-se.» 8 Depois.1. d iziam : «P o rven tu ra é da G alileia que há-de v ir o C risto? 42 N ão diz a E scritura: Que o Cristo há-ãe v ir da geração de D a vid e da aldeia de Belém. e autes de se inform ar sobre o que ele fe z ? » 52 Respon­ deram : « E ’ s tu também galileu ? Exam ina as Escritu­ ras. que era um deJes (o que tinha ido de noite ter com Jesus): 51 « A nossa le i con­ dena. Mic.» A lguns. pôs-se a escrever com o dedo na terra. 8 8 . 9 Mae eles. algum dentre os chefes do povo ou dos fari­ seus que cresse n ele? 49 Quanto a esta plebe..O p in iõ e s d iv e rs a s dos Judeus. tornando a inciinar-se. por­ ventura. 4 7 -1 . 7. por não ter sido ainda glorificado Jesus.3 . tendo ou­ vid o estas palavras. 2 A o rom per da manhã. 5 Ora M oi­ sés na le i mandou-nos apedrejar tais mulheres..» 39 Ora ele dizia isto falando do E spírito que haviam de receher os que cressem nele. Ez. ouvindo isto.» 43 H ou ve. 5. 7 Continuando. e verás que da O alileia não sai p ro feta . a fim de o poderem acusar.» 47 Os fariseus replicaram : «P o r ­ ventura também vós fostes seduzidos? 48 H ou ve. 8 — 1 Jesus fo i para o monte das O liveiras. .» 41 Outros diziam : «Este é o C risto. 45 Voltaram .

16 e. nem para onde vou. 26 Muitas coisas tenho a dizer e a ju lga r a vosso respeito. levantando-ee.» 14 Jeeus respon deu : «E m ­ bora eu dê testemunho de mim mesmo.» Então Jesus disse: «N em eu te condeno. os Judeus: «Será que ele se mate a si mesmo. 15 Vós ju lga is segundo a carne. e não peques m ais. se me conhecêsseis a mim. eu sou lá de cima. pois. eu a nin­ guém ju lg o . o meu teste­ munho é verdadeiro. p ois: «O nde está teu P a i? » Jesus respondeu: «N ã o conheceis nem a mim. pois d iz : Para onde eu vou. que me enviou. porque sei donde vim e para onde vou. V ó s ju lg a is -m e in ju sta m en te.» 13 Os fariseus disseram -lhe: « T u dás testemunho de ti m esm o. e ninguém o pren­ deu.» 19 Disse­ ram-lhe. o que me segue não anda nas trevas.» 25 Disseram-lhe então eles: «Quem és tu ?» Jeeus res­ pondeu-lhes: « E ’ exactam eute isso que eu vos estou dizendo. vós não podeis ir . . por isso. Para onde eu vou. Sen h or. certam ente conheceríeis também meu P a i. Jesus é a lu z do mundo C on se­ q ü ên cias da in cre­ d u lid a d e dos Judeus. 8 » 15. 17 N a vossa le i está escrito que o teste­ munho de duas pessoas é dign o de fé. e ficou só Jesus com a mulher diante dele. o teu testemunho. mas terá a luz da v id a .» 22 D iz am.» 12 Outra vez lhes falou Jesus. não vo s ju lg o nem v o s condeno» p o rq u e agora é tem p o d e m is e ric ó rd ia . ensinando no tem p lo. o meu ju ízo é verdadeiro. e conde­ nais-m e à m o r te . q u e tin h a razão para vo s condenar. porque não tinha ainda chegado a sua hora. 18 Sou eu que dou testemunho de mim mesmo. 10 Então Jeeus. também dã testemunho de m im . eu não sou deste mundo. se ju lg o alguém . e meu P a i. mas vós não sabeis donde eu venho. mas eu e o Pai.rando.» 20 Estas palavras disse Jesus no lugar do gazofiiácio. começando pelos mais v e lh o s . vai. nem a meu P a i. não é verdadeiro. 24 P o r isso eu voe disse que m orreríeis nos vossos pecados. disse-lhe: «M u lh er. um após outro. e m orrereie no vosso pecado. 21 Jesus disse-lhes m ais: «E u retiro-m e: vós me buscareis. mas o que me enviou é verdadeiro. sim. V ós sois deste mundo. e o que ouvi dele é o que d igo ao m undo. se nâo crerdes em quem eu sou. eu. d izen d o: «E u sou a luz do m undo. porèm . que me enviou. vós não podeis ir ? » 23 Ele disse-lhes: «V ós sois cá de baixo. porque eu não sou só. Vós j u l g a i S f e tc. m orrereie no vosso pecado. onde estão 08 que te acusavam ? N inguém te con den ou ?» 11 Ela respondeu: «N in gu ém .» 27 Eles não compreenderam que Jesus lhes falava do Pai.

Jesu s ía la d e si m esm o. porque a minha palavra não penetra em vós. que vos disse a verdade que ouvi de Deus. como o Pai me ensinou. mas 0 filho fica nela para sempre. 36. porque eu faço sempre aquilo que é do seu agrad o. ainda que eu voe diga a verdade.». 35 Ora o escravo não flca para sempre na casa.» Jesus disse-lhes: «S e sois filhos de Abraão.» Eles disseram -lhe: «N ó s não somos filhos da fornica­ çã o: temos um pai que é Deus. e tiv e r d e s p resen cia d o as m a ra v ilh a s qu e acom panharão a m inha m o rte e v id a g lo rio s a j então co n h ecereis q u e eu sou o M essias. E le fo i hom icida desde o principio. vós não 28. certamente me am aríeis. não me deixou só. Abraão nunca fez isto. assim falo. se o filho vos livrar. e que nada faço de mim mesmo. qu e è o d em ôn io . A q u e le s . Com o filh o de D eu s é S e n h o r da casa d e D eus. Ds‘es aSo ramente meus discípulos. a mim. qu e q u isere m esta lib e r d a d e . Quando ele diz a mentira. O que ouvistes do vosso pai. e nunca fom os escravos de nin gu ém . e quereis satisfazer os desejos do vosso pai. e p e rte n c e -lh e lib e r ta r da esc ra vid ã o d o pecado. fazei as obras de Abraão. 43 Porque não conheeeis vós a minha lingu agem ? P orqu e nâo podeis ou vir a minha palavra. e a demó\io° verdadc vos tornará liv re s .» 39 Eles replicaram : «O nosso pai é A b raão.» 42 Jesus disse-lhes: «S e Deus fosse vosso pai. 36 P o r isso. fala do que é próprio.28 Jesus disse-lhes m ais: «Quando tiverdes levan­ tado o F ilh o do homem. pois. 32 conhecereis a verdade. 44 Vós tendes por pai o dem ônio. por­ que a verdade não está nele. 38 Eu d igo o que v i em meu P a i. . e com a fir m e resolu ção d e p ra tic a r a sua dou trin a .» Discuas&o 30 Dizendo ele estas coisas. 33 Eles responderam -lhe: «N ó s somos descendentes de A braão. 29 0 que m e enviou está com igo. e vós fazeis o que ouvistes do vosso pai. 40 Mae agora procurais matar-me. em verdade vos digo que lodo o que com ete o pecado. sereis verdadeiJudeus. Quando tiverdes levantado o F ilh o do homem sobre a cruz. muitos creram nele. 41 V ó s fazeis as obras de vosso pai. por­ que eu saí e vim de Deus. com o dizes tu : Sereis liv re s ? » 34 Jesus respondeu-lhes: «E m verdade. 45 Mae. então conhecereis quem eu sou. sereis verdadeiram ente livres. 35-36. mas que. porque é mentiroso e pai da men­ tira. é escravo do pecado. 37 Bem sei que sois descendentes de Abraão-. Não vim de mim mesmo. mas procurais ma­ tar-me. d e v e m i r a e le com a fé m ais v iv a . e não permaneceu na verdade. mas ele me enviou. en tre Jesus e oa 31 Jesus disse então aos Judeus que creram n ele: «S e vós permanecerdes na minha palavra.

s. que m orreu? Os profetas também morreram. Quem pretendes tu s e r? » 54 Jesus respondeu: «S e eu me gloriflco a mim mesmo. 56 Abraão. 50 Eu não busco a minha g ló r ia .* 48 Os Judeus responderam -lhe: «N ã o dizem os nós com razão que tu és um samaritano e que tens demô­ n io ? » 49 Jesus respondeu : «E u não tenho dem ônio. 7 Depois 9 . quem guardar a minha palavra não verá a m orte eternam ente. enquanto é d ia . D ia 9 noite têm aqui a s ig n ific a ç ã o d e v id a e m orte. 53 P orven ­ tura és m aior do que nosso pai A braão. Abraão morreu. 9 — 1 Passando Jesus. conheço-o. quem pecou. revelação). 46 Qual de vós me arguirá de pecado? Se eu vos digo a verdade. em verdade voe d ig o .» 52 Os Judeus disseram -lhe: «A g o r a reconhecemos que estás possesso do dem ônio. mas honro o meu Pai. 5 Enquanto estou no mundo. 7 183 me credes.» 6 D ito isto. Mas conheço-o e guardo a sua palavra. este ou seus pais. Cura do m ento. e ficou cheio de g o z o . e vós a mim desonrastes-me. e se disser que o não conheço serei m entiroso como vós. por isso. aquele que vós dizeis que é vosso Deus. meu P a i é que me gioriflca. A acção d iv iu a de Jesu s há-de e x e r c e r . em verdade vos d ig o : A n tes que A braão fosse feito. não é nada a minha g ló ria . porque me não credes? 47 0 que é de Deus ouve as palavras de Deus. vem a noite. eu sou . os profetas também e tu d izes: Quem guardar a minha p alavra não provará a m orte eternamente. 4. mas Jesus encobriu-se e saiu do templo. e ungiu com o lodo os olhos do cego. quaqdo ninguém pode trabalhar. . JoÂo. disseram -lhe: «T u ainda não tens cinqüenta anos. e quem fará justiça. 2 Os seus discípulos perguntaram -lhe: «M estre. 8. por isso vós não as ouvis porque não sois de Deus. 4 Im porta que eu faça as obras daquele que me enviou. eu sim. 46 — 9. mas foi para se m anifestarem nele as obras d é Deus.» 57 Os Judeus. viu um homem cego de nascença. vosso pai. e viste A b r a ã o l» 58 Jesus disse-lhes: «E m verdade.s e sem p re no mundo^ mas o s e u d ia de tra b a lh o hum ano acabou com a sua m o rte na cruz. sou a luz do m u n d o .» 59 Eutão pegaram em pedras para lhe a tira rem . para que nascesse cego ?» 3 Jesus respondeu: «N em ele nem seus pais pecaram . hà quem tom e cui­ dado dela. fez lodo com a saliva. regozijou-se com a esperança de ver o meu d ia . cuspiu no chão. 51 Em verdade. viu-o (p o r m eio da. 55 Mas vós não o conhecestes.

lavei-m e. lavou-se e voltou com vieta. 8 Então 08 seus vizinhos e os que o tinham visto antes pedindo esmola. a chamar o homem que tinha sido cego. por isso. enquanto não chamaram seus pais. fez lodo. 15 Perguntaram -lhe. que não guarda o sábado. porque tinham medo dos Judeus. alguns fariseus. interro­ gai-o a ele.» 22 Seus pais falaram assim. que se cham a Jesus. e v e jo . e lava-te. Respon­ deu-lhes: «Pôs-m e lodo sobre os olhos. porque estes tin h a m com binado que se alguém confessasse que Jesus èra o Cristo. a g o ra ? » 20 Seus pais responderam -lhe: «Sabem os que este é nosso filho. 19 Interrogaram -nos: «E ’ este o vosso filho que vós dizeis que nasceu cego? Como vê. lava-te na piscina de S iloé (que quer dizer E n viado). ele mesmo fale de s i. novam ente ao c eg o : «T u que dizes daquele que te abriu OB o lh o s ? » Ele respondeu: «Q u e é um p rofeta.» 12 Pergu n taram -lh e: «O n d e está e le ? » R espondeu: «N ã o sei. 23 P o r isso é que seus pais disseram : «E le tem idade. perguntai-o a ele m esm o.» 18 Mas 08 Judeus não acreditaram que ele tivesse sido cego e tivesse adquirido a vista. ou quem lhe abriu os olhos não sabemos tam bém .» Porém outros diziam : «C om o pode um homem pecador fazer tais p ro d íg io s ? » E havia dissenção entre eles.» Foi. que se parece com ele . também os fariseus de que modo tinha adquirido a vista. nós sabe­ mos que esse homem é um pecador. 21 mas não sabemos como ele agora vê. e v e jo . «E u já vo-lo disse. nâo é de D eus.E fe ito s do m ila ­ g r e sobre a m u lti­ dão. e disseram -lhe: «D á glória a Deus. e agora v e jo . lavei-m e.» 9 Outros porém : «N ã o é.» 25 Então disee-Ihes e le : «S e é pecador. Fui. ungiu os meus olhos e disse-m e: Vai à piscina de Siloé.fez o lodo e lh e abriu os olhos. 14 Ora era dia de sábado quando Jeeus. e vós não me destes aten ção. e que nasceu c e g o . 17 Dis­ seram.» 10 Per­ guntaram -lhe: «C om o te foram abertos os o lh o s ? » 11 E le respondeu: «A q u e le homem.» 16 Eotão. pois. pois. disse-lhe: « V a i. o que eu sei é que era cego. diziam : «E ste homem. mas é outro. tem idade. d iz ia m : «N ã o é este aquele que estava se n ta d o e pedia e s m o la ? » Outros d iziam : <E’ este.» Porém ele d iz ia : «S ou eu . não sei.» 24 Tornaram . pois. .» 26 Disseram-lhe poie : «Q u e é que te fez ele? Como te abriu os o lh o s ? » 27 Respondeulh es. fosse expulso da sinagoga.» 13 Levaram aos fariseus o que tinha sido cego. In q u é rito o p o s i­ ção dos fa ris eu s.

» 6 Jesus disse-lhes esta alegoria. como os fa ris e u s . nós somos discípulos de Moisés. não podia fazer n ada. 3 A este o por­ teiro abre. vos d igo que quem não entra pela porta no aprisco das ovelhas. esse é ou vido por Deus.porque o quereis ou vir novam ente? Quereis. mas quem honra a Deus e faz a sua vontade. e as ovelhas se­ guem-no. e disseram -lhe: «P orven tu ra também nós somos cegos?» 41 Jesus disse-ihes: «S e vós fosseis cegos. 0 5 que não vêem.» 38 Então ele disse: «C reio. pelo contrário. e as tira para fora. se tornem cegos. va i adiante delas. 33 Se este não fosse dc Deus. antes fogem dele.» 34 Responderam -lhe: «T u nasceste coberto de pecados. mas este não sabemos donde é. pois sub­ sistindo o vosso pecado. ele as chama pelo seu nome. tendo-o encontrado. Jesus re 7 e la -s e com o F ilh o de Deus ao cego curado. vós dizeis: N ós vemos. 32 Desde que há mundo.» 40 Ouviram isto alguns dos fariseus. não leríeis cu lpa. porque conhecem a sua voz. e disseram : «D iscípulo dele sejas tu . é aquele mesmo que fala co n tig o . 2 ü que entra pela porta. Fica. que estavam com ele.» E. e. 10 — 1 Em verdade. nunca se ouviu dizer que alguém abrisse os olhos a um cego de nas­ cença. Senhor. o adorou. Jesus a dizer-lhes: «E m verdade. 39 Jesus disse: «E u vim a este mundo para exercer um ju sto juízo. 39. os h u m ild e s d o coração. 5 Mas não seguem o estranho. é ladrão e salteador. is t o è. . e os que vêem. e 08 que vêem se tornegi cegos. vos d igo que eu sou a porta das ovelhas. a flm de que os que não vêem vejam . 31 N ós sabemos que Deus não ouve os pecadores. para eu crer n e le ? » 37 Jesus disse-lhe: « T u o vês.» 30 0 ho­ mem respondeu-lhes: « E ’ de adm irar que vós não sai­ bais donde ele é. 29 Sabemos que Deus falou a M oisés. Senhor. em verdade. O bom p a sto r. vejam . 35 Jesus ouviu dizer que o tinham lançado fora. es p iritu a lm e n te . v is t o qu e se o b stin a ram em fech a r os olh o s à lu z da m in h a dou trin a. os orgu lh osos. mas. e as ovelhas ouvem a sua voz. porven­ tura. mas eles não compreenderam o que lhes dizia. é pastor das ovelhas. fazer-vos também seus discípu los?» 28 Injuriaram-no então. e queres-nos en sin ar?» E lançaram -no fora. pois. mas sobe por outra parte. 7 Tornou. sea d o ilu m in ados p e la m in h a d o u trin a . 4 Quando as tirou todas para fora. isto é. disse-lhe: «T u crês no F ilh o de D eu s?» 36 Ele respondeu: «Quem é. porque não conhecem a voz dos estranhos. C ensu ras aos fa ris eu s. prostrando-se. em verdade. e que me tenha aberto os olhos.

» 25 Jesus respondeu-lhes: «E u digo-vo-lo. Eu vim para que elas tenham vida e estejam na abundância. assim eu conheço o P a i. e o lobo arrebata e faz desgarrar as ovelhas. deixa as ovelhas. e tenho poder de a dar. 12 0 mercenário.. dize-no-lo claram ente. 9 Eu sou a p o rta . . 18 Ninguém m a tira. e tenho poder de a reassumir. e h averá um só rebanho e um só pastor. e sairá.porque não ee im porta com as ovelhas. 19 Originou-se por causa destas palavras uma nova dissenção entre os Judeus. d elira . A lè m das o r e lh a s d e Is ra e l. 16 Tenho outras ovelhas que não são deste a p risco . é porque dou a minha v id a para outra vez a assumir. 16 Como o P ai me conhece. porque estais a o u v i-lo ? » 21 Outros diziam : «E stas palavras não são de quem está possesso do dem ônio. e disseram -lhe: « A t é quando nos terás tu perplexos? Se és o Cristo. Tenho outras o v elh a s . e as minhas ovelhas conhecem-me.8 T od os os qne vieram antes de mim eão ladrões e sal­ teadores . se alguém entrar por mim. qu e são os restan tes p o r o s da te rra . e f o g e . Jesus tem m uitas outras. e. elas ou virão a m inha voz. 13 porque é mercenário. A s obras que faço em nome de meu Pai. 16. O bom pastor expõe a sua vida pelas suas ovelhas. 24 Rodearam -no os Judeus. e dou a minha vida pelas minhas ovelhas. no pórtico de Salom ão. q u e é a Ig re ja . os qu ais tam bém d eseja tr a z e r ao m esm o rebanho. de quem não são próprias as ovelhas. Era inverno. essas dão testemunho de mim .. vê v ir o lobo. 11 Eu sou o bom pastor. 14 Eu sou o bom pastor. mas eu por mim mesmo a dou. entrará. será sa lv o . Este é o m andamento que recebi de meu P a i. e conheço ae minhas ovelhas. Porven tu ra pode o dem ônio abrir os olhos aos ceg o s? » A O ca siã o Á o d is- Jesus consubsta a c ía l ao P a i. e encontrará pastagens. 20 Muitos deles d iziam : «E le esLà possesso do dem óuio. e vós não me credes. 10 0 ladrão não vem senão para roubar. oposição dos fariseus acentua-se mais por causa de um discurso de Jesus 22 Celebrava-se em Jerusalém a festa da dedicação. 26 porém vós não cre1 0 » 8. mas as ovelhas não os ouviram . matar e destruir. o que não é pastor.» . 28 Jesus andava passeando no templo. 17 Se o P ai me ama. im porta que eu as traga. V ie r a m autes de a p re sen ta a d o -se com o M essia s.

para que saibais e reconheçais que o Pai está em mim. e a Escritura não pode falar. chamado L á ­ zaro. aldeia de M aria e de Marta. então. e elas seguem-me. O sJu deu s querem. quando não queirais crer em mim. e diziam : «João não fez nenhum m ilagre. 30 Eu e o Pai somos um. o ódio dos Jutfeus aumenta até ao ponto de decretarem a morte de Jesus 11— 1 Estava enferm o um hom em . aquele que amas está enferm o.» 39 Então os Judeus procuravam novam ente prendê-lo. pegaram em pedras para lhe atirarem . vós d iz e is : T u blasfemas. e x p õ e m -lh e sò m en te o estado em q u e s e en contra o seu a m igo. a p e d r e ja r Jesus. 42 mas tudo o que disse deste era verd ad eiro. suas irmãs dizer a Jesus: «Senhor. te fazes D eus. mas ele escapou-se das suas mãos. por eu ter d ito : Sou filh o de D eus? 37 Se eu não faço as obras de meu P a i. para o lu gar em que João tinha começado a baptizar. crede nas minhas obras. con ven cida s de q u e is to bastava p ara co m o v e r o Coração de Jesus. de Belânia. 38 mas se as faço. e lhe enxugou os pés com os seus cabelos. e porque sendo homem. é m aior que todas as coisas. porque não sois das minhas ovelhas. Jesus re tira -se para a outra m argem do Jordão. 36 a mim. 41 Foram muitos ter com ele. 29 Meu Pai. sua irmã. pois.» I l f 3. 27 Á s mi­ nhas ovelhas ouvem a minha voz . mas pela blasfêm ia.» E m uitos creram nele.des. e eu no P a i. 2 M aria era aquela que uugiu o Senhor com bálsamo. e ninguém as arrebatará da minha mão. por qual destas obras m e a p ed rejais?» 33 Os Judeus res­ ponderam-lhe : «N ã o é por causa de nenhuma obra boa que te apedrejamos. . A qu ele que amas.» 34 Jesus respondeu-lhes: «N ã o está escrito na vossa le i: E u disse: Vós sois deuses? (S. que mas deu. elas jam ais hão-de perecer. não me a c re d ite is .> 31 Os Judeus. a quem o P a i santificou e enviou ao mundo. 32 Jesus disse-lh es: «T en h o-vos mostrado muitas obras boas que fiz por virtude de meu P a i. 3 Mandaram.» 35 Se ela chamou deuses àqueles a quem a palavra de Deus fo i dirigida. cujo irm ão Lázaro estava enfermo. 28 Eu dou-lhe a vida etern a. e ficou lá.6). eu conheço-as. R e s s u r­ reiçã o de L á zaro. 40 Retirou-se novam ente para a banda de além do Jordão. N ã o p ed em ao S a lv a d o r que o fo sse cu ra r. 81. e ninguém pode arrebatá-las da mão de meu Pai.

não tropeça. o que andar de noite tropeça. 6 Tendo. que devia v ir a este m u ndo.» 11 Assim falou.» 8 Os discípulos disseram -lhe. curar-se-á. v iv e r á . Quando. meu irm ão não teria m orrido. por am or de vós. ee tu estivesses cá. .» 23 Jesus disse-lhe: «T e u irm ão há-de ressuscitar. mas vam os ter com e le . porque lhe falta a lu z. disse a seus discípu los: «V o lte m o s para a Judeia. mas vou despertá-lo. porém . a fim de que o F ilh o de Deus seja gloriflcado por e la .» 16 Tom é. Deus to concederá. ainda há pouco te queriam apedrejar os Judeus. 21 M arta disse então a Jesus: «Senhor. 18 B etânia distava de Jerusalém cerca de quinze estádios. chamado Didim o.» 13 Mas Jesus tinha falado da sua m orte. o que crê em mim. Enquanto eu c a m in h a r de dia^ is to é. saiu-lhe ao en con tro. Crês isLo?» 27 Ela respondeu: «S im . o F ilh o de Deue. sua irm ã Maria e Lázaro. 14 Jesus disse-lhes então claram ente: «L á z a ro m orreu.» 17 Chegou Jesus. e M aria flcou em casa sen­ tada. 22 Mas também sei agora que tudo o que pedires a Deus.» 12 Os seus discípulos disseram -lhe: «S en h or. eu creio que tu és o Cristo. Senhor. 19 Muitos Judeus tinham ido ter com M arta e Maria. c h ega r a n o ite. Jesus m ostra q u e nada há a tem e r dos Judeus enauanto não c h e g a r a h ora m arcada p o r seu P a i. ou vido que Lázaro estava enferm o. e eles ju lga va m que falava do re­ pouso do sono. pois.» 25 Jesus disse-lhe: «E u sou a ressurreição e a v id a . nada ten h o a te m e r d o s Ju deu s. o tem p o da minha p a ix ã o » en tão s e r e i p reso e con d en ado p e lo s Judeus. disse então aos condiscí­ pulos: «V a m os nós também para m orrer com e le . fo lg o não ler estado lá para que creiais.» 24 Marta disse-lhe: «E u sei que há-de ressuscitar na ressurreição do últim o d ia . ainda que esteja morto. mas é para glória de Deus. 20 Marta. 15 e eu. 7 Depois disto. «M estre. e tu vais novam ente para lá ? » 9 Jesus respondeu: «N ã o são doze as horas do d ia ? A q u ele que caminhar de dia.» 9-10. E m p reg a n d o uma lin gu a gem fig u ra d a . lo g o que ouviu que vinha Jesus. não m orrerá eternamente. Jesus disse: «E sta enferm idade não é de morte. 10 porém.» 5 Ora Jesus am ava Marta. n o tem p o fíz a d o p o r m eu P a i para a m in h a v id a m orta l. por­ que vê a luz deste m undo. se ele dorme. para lhes dar os pêsames pela morte de seu irm ão. e encontrou-o já há gu alro dias no sepulcro.4 Ouvindo isto. depois disse-lhes: «N osso am igo Lázaro dorm e. ficou ainda dois dias no mesmo lugar. 26 e todo o que v iv e e crê em mim. pois.

que abriu os olhos ao que era cego de nascença. novam ente com ovido no seu inte­ rior.» 35 Jesus chorou. e contaram-lhes o que Jesus tinha feito.28 D ito isto. porque já aí está há quatro d ia s. . seguiram-na. e d izia m : «Q u e fazem os nós? Este homem faz muitos m ilagres. 32 Maria. lo g o que ouviu isto. que era o pontífice daquele ano.» 37 Porém alguns deles d isseram : «Este. e chama-te. crerão todos n ele. vendo o que Jesus fizera. 46 Porém alguns deles foram ter com os fari­ seus. por isso. disse-Ih e s : «V ó s não sabeis nada. sai para fo ra . vendo que M aria se tinha levantado tão depressa e tinha saído. ju lgan d o que ia chorar ao sepulcro.» 43 T en d o dito estas palavras. 30 Jesus ainda não tinha entrado na aldeia.» Marta. fo i ao sepulcro. disse-lhe: «Senhor. vem v e r. ligad o de pés e mãos com as ataduras. que tinham ido com ela. lançou-se aos seus pés. e a consolavam . cre­ ram nele. verás a g ló ria de D eus?» 41 Tiraram . chamado Caifás. Jesus. e o seu rosto en volto num sudário.» 44 E saiu o que estivera morto. onde Marta saíra ao seu encontro. não podia fazer que este não m orresse?» 38 Jesus. não teria m orrido meu irm ã o. irm ã do defunto. levantou-se rapi­ damente. Era este uma gru ta à qual estava sobreposta uma pedra. pois. dou-te graças. porque me tens ouvido. disseram : «V ejam como ele o am ava. para que creiam que tu me enviaste. vendo-a chorar.» 40 Jesus disse-lhe: «N ã o te disse eu que. e disse-lhe: «Senhor. ele já cheira mal. çomoveu-se profundam ente e perturbou-se. mas eslava ainda naquele lugar. que estavam com ela em casa. retirou-se.> 29 Ela. e fo i ter com ele. 36 Os Judeus. 45 Eutão muitos dos Judeus que tinham id o visitar Maria e Marta. se tu creres. 42 Eu bem sabia que me ouves sempre. porém. tendo chegado onde Jesus estava. d iz e n d o : « 0 Mestre está cá. levantando os olhos ao céu. logo que o viu.» 33 Jesus. Jesus disse-lhes: «D esligai-o e d eixai-o ir. bradou em alta v o z: « L á ­ zaro. se-tivesses estado aqui. 31 Então os Judeus. 47 Oe pontífices e os fariseus reuniram-se então era conselho. 39 Jesus disse: «T ir a i a pedra. e virão oe R o m a n o sed estru irão a nossa eidade e a nossa nação. pois. a ela e aos Judeus. a pedra. 50 nem considerais que o s ía é - decreu a morte de Jesus. e fo i chamar em segredo sua irm ã Maria. 48 Se o deixam os proceder assim. disse: «P a i. 34 depois pergu ntou : «O n d e o pusestes?» Eles responderam : «Senhor. mas falei assim por causa do povo que está à roda de mim.» 49 Mas um deles.

53 Desde aquele dia tomaram a resolução de o m atar. mas a mim não me tereis sem pre. U m a lib r a . para a cidade chamada Efraim e lã esteve com seus discípulos. e L ázaro era um dos que estavam à mesa com ele. profetizou que Jesus devia m orrer pela nação. sem o saber. 8 porque sempre tereis pobres convosco. Marta servia. e diziam uns para os outros. 2 Deram -lhe lá uma ceia. como era pontífice daquele ano.Jesus re tira -s e para E fra im . estando no templo : «Q u e vos parece de ele não ter vindo à festa ?» Ora os pon­ tífices e k riseu s tinham passado ordem que quem sou­ besse onde ele estava. ela reservou este perfum e para o d ia da minha sep u ltu ra. D e ix a -a . 3 Então tom ou M aria uma libra de bálsamo feito de nardo puro de grande preço.» 9 U m a grande m ultidão de Judeus soube que Jesus estava ali e fo i lá. o denunciasse para o prenderem. Glória divina de Jesus manifestada na sua entrada triunfal em Jerusalém A cela de B etâ n ia . já não andava em público entre os Judeus. mas também para unir num só corpo os filhos de Deus dispersos. e muitos daquela terra subiram a Jerusalém antes da Páscoa para se purificarem. aquele que o h avia de entregar. que Jesus tinha res­ suscitado.» 51 Ora ele não disse isto por si mesmo. 7. uugiu os pés de Jesus e enxugou-lhos com os seus ca b elo s. e que não pereça toda a nação. L ib r a era um p eso rom an o e q u iv a le n te s cerca d e trezen tos e v in t e e cinco gram as. não porque se im portasse com os pobres. 12 — 1 Seis dias ántes da Páscoa. para se dar aos pobres ?» 6 Disse isto. a m inha p r ó x im a se p u ltu ra . onde se encontrava Lázaro. vos convém que m orra um homem pelo povo. 52 e não sòmente pela nação. . mas porque era ladrão. 55 Estava próxim a a Páscoa dos Judeus. 56 Procuravam Jesus. 54 Jesus. mas. disse : 5 «P o rq u e se não vendeu este bálsamo por trezentos dinheíroB. ela re s e rv o u este p e rfu m e para u n g ir o meu corpo» p r o fe tiz a n d o assim . e. Jesus fo i a Betãnia. 4 Judas Iscariotes. não sòmente por causa de Jesus. mas retirou-se para uma terra vizinha do deserto. roubava o que se lançava nela. mas também para ver Lázaro. 7 Mas Jesus respondeu: «D eix a -a . pois. tendo a bolsa. e a casa ficou cheia de perfume do bálsam o. a quem ele tinha ressuscitado 12» 3. um dos seus discípulos.

enlão lembraram-se de que estas coisas tinham sido escritas dele e que eles mesmos tinham contribuído para o seu cum prim ento. produz m uito fruto. 27 A g o ra a minha alma. Mas é para isso que cheguei a esla hora. em verdade. filh a de S iã o . e flzeram -lhe este p e d id o : «Senhor. dava testemunho dele. Outros d iziam : «U m anjo lhe E n tra d a triu n fa l em J eru ­ salém . 24 Em verdade.9). o rei de Is ra e l. 2S Pai. estará ali lambém o que me serve. por causa dele.dos m ortos. que a li estava e ouvira. onde eu estou. quando chamou Lázaro do sepulcro e o ressuscitou dos mortos. lhe saiu ao encontro a m ultidão. porque ouviram dizer que tinha feito este m ilagre. que cai na terra. . que era de Betsaida da Gali­ leia. se m orrer.» Então veio do céu esta v o z : «E u o g loriflq u ei e o gloriflcarei novam ente. mas quando Jesus fo i gloriflcado. e montou cm cima dele. os seus discípulos não compreenderam estas coisas.» 23 F ilip e fo i dizê-lo a A n d ré. vos digo. 9. 19 Então os fariseus disseram entre s i: «V ed es que nada aproveitais? Eis que todos correm atrás d ele . siga-me. conservá-la-á para a vida eterna. 0 que ama a sua vida. 21 Estes aproxim aram -sé de Filipe. que tinha id o à festa. 26 Se alguém me quer servir. A lg u n s pagftos p resta m a Jesus as suas h om ena­ gens. desejamos ver Jesus. eslá turbada. 10 Os príncipes dos sacerdotes deliberaram então matar lambém Lázaro. A n dré e Filip e disseram-no a Jesus. não m orrer. 18 tomou ramos de palmas. 11 porque m uitos Judeus. eis que o teu R e i vem montado sobre um jum en tin h o (Zac. 23 Jesus respondeu-lhes: «Che­ gou a hora em que o F ilh o do homem será gloriflcado. en lre aqueles que Unham ido adorar a Deus durante a festa. ouvindo dizer que Jesus ia a Jerusalém. mas. gloriflca o teu nom e. que se o grão de trigo. i 6 Â princípio. saiu ao seu encontro e clam ava: «H o s a n a l B endito o que vem em nome do Senhor. E que direi eu? Pai. retiravam -se e criam em Jesus. dizia que linha sido um trovão. segundo está escrito: 15 N ão temas. 18 Por isso.» 29 Ora o povo. uma grande m ultidão de povo. Se alguém me servir. 17 A m ultidão que estava com ele. e. meu Pai o honrará.» 20 Ora h avia lá alguns Gregos.» 14 Jesus encon­ trou um jum entinho. 25 flca infecundo. 12 N o dia seguinte. iívra-m e desla hora. e quem aborrece a sua vid a neste mundo. perdê-la-á.

por­ que não vim para ju lg a r o mundo. m uitos creram n e le . mas para salvar o 30. não sabe onde vai. mas naquele que me enviou. quem caminha nas trevas. mesmo entre os principais. agora será lançado fora o príncipe desle mundo. 42 T od avia. . mas por amor dè vós. eu não o ju lg o . . E a quem f o i r e v e la d o . 41 Isto disse Isaías. v a i re a liz a r-s e so b re o mundo um ju lg a m e n to so­ le n e com a m inha p a ix ã o e m o rte. 36 En­ quanto tendes a iuz. 47 Se alguém ou vir as minhas palavras e não as guardar.9-10): 40 Tornou-lhes cegos os olhos.. como dizes tu que o F ilh o do hom em deve ser levan tad o? Quem é este F ilh o do h om em ?» 35 Jesus respondeu-lhes: «A in d a por um pouco de tempo está a luz convosco. não crê em m im . 38. depois retirou-se e escon­ deu-se deles. vê aquele que me enviou. 34 Respondeu-Ihe a m u ltidão: «N ó s aprendemos da le i que o Cristo perm anece eternam ente. p a ra que não vejam com os olhos. para que não vos surpreendam as trevas. 43 P orqu e amaram mais a glória dos homens do que a g ló ria de Deus. p or causa dos fariseus. . . £ □ conheço as re la ç õ es que ten h o com o P a i. A g o r a .. com o resu lta do d es se ju lg a ­ m ento. A v o z íc z -s è o u v ir para que v ó s conh eçais q a e en sou o F ilh o d e D e u s . quando disse: Senhor. 38 para se cum prir a palavra do profeta Isaías (53. 44 Jesus levantou a voz e disse: « 0 que crê em m im . quem acreditou o que ou viu de nós P E a quem fo i reve­ lado o braço do Senhor ? 39 P o r isso não podiam crer. não compreendam com o coração. 31 A g o ra é o ju ízo deste m undo. quando viu a sua g ló ria e falou dele. P o r a m o r de vó s. . não criam nele. 46 Eu vim ao mundo com o uma luz. M t. 37 Apesar de haver ele feito tantos m ilagres em jadeua* Bua presença. isto é. atrairei todos os hom ens a m im .» 33 D izia isto para designar de que m orte havia de m orrer.13. is to é. não se convertam e eu não os sare. 45 Quem me vê a mim.. e. Satanás» s e r á v e o c id o e e x p u ls o d o seu reino. para que todo o que crê em mim não fique nas trevas.» Jesus disse is to .fa lo u .. A n d ai enquanto tendes a luz.1). crede na luz para que sejais fllbos da lu z. 31. quem recon h eceu o p o d e r in fin it o de D eu s m a n ifesta d o nos m ila g re s de J esu s? 40. endureceurlhes o coração. mas. o p rin c ip e deste m u n d o . 32 E eu.» 30 Jesus respondeu. não o confessavam para não serem expulsos da sinagoga. porque Isaías disse também (6. «E sta vo z não veio por am or de mim. V e r nota. quando fo r levantado da terra. 13. .

M ANIFESTAÇÃO D A OLÓRIA D IV IN A DE JESUS D U R A N T E A SUA V ID A DOLOROSA E OLORIOSA 13— 1 A n tes da festa da Páscoa. E s ta is lim p o s d e pecad os m ortais. que estavam no mundo.. A d o u trin a q u e o P a l m e mandou « u s in a r é causa da v id a etern a. A s coisas. amou-os até ao extrem o. já tem quem o ju lg u e . por isso disse: «N ã o estais todos lim pos.» 10 Jesus disse-lhe: «A q u e le que se banhou. q u e saíra de Deus e voltava para Deus. pois. 6 Chegou. tu lavares-me os p és?» 7 Jesus respoudeu-lhe: « 0 que eu faço. não sòmente os meus pés. tendo já o dem ónío posto no coração de Judas Iscariotes. 3» S a b e n d o . Jesus. com a toalha com que estava cingido. em b ora conh ecesse bem a sua d ig n i­ d a d e.. sabendo Jesus qu e tinha chegado a sua hora de passar deste mundo ao Pai. jesns i»»» Apósto- . 49 Com efeito. e com eçou a lavar os pés dos discípulos e a enxugá-los. a Sim ão Pedro. 3 Jesus. mas compreendê-lo-ás d ep ois. tendo amado os seus. essa o ju lgará no últim o dia. que d igo.» 12 Depois que lhes lavou os pés e que retomou as suas vestes. e. tendo-se tornado a pôr à mesa disse-lhes: «C om preendeis o que voe fiz ? » 13 Chamais-me Mestre 50. O seu m a n d a m e n to . pegando numa toalha. 2 Durante a ceia. mas não tod os. depôs as vestes.inundo. Vós estais lim pos.» 8 Pedro disse-lhe: «N ã o me lavarás jam ais os pés. a determ inação de o entregar. mas o P a i que me enviou. a palavra que anun­ ciei. não tem necessidade de se lavar. filho de Sim ão. 48 0 que me despreza e não recebe as minhas paiavras. tu não o compreendes agora. digo-as com o meu P ai me disse.» 11 Ele sabia qual era o que o ia entregar. 50 Eu sei que o seu mandamento é a vida eterna. sabendo que o Pai tinha posto em suas mãos todas as coisas. 1 3.» Jesus respondeu-lhe: «S e eu uão te lavar. 4 levantou-se da mesa. Pedro disse-lhe: « S e n h o r . e le mesmo me prescreveu o que eu devia dizer e ensi­ nar. eu não falei por mim mesmo. q u is to d a v ia s u je ita r-s e a e ste acto d e hum ilhação» 10. nâo terás parte co m ig o . 5 Depois lançou água numa bacia. mas também as mãos e a cabeça. pois. cingiu-sè com ela... pois todo ele está limpo.» 9 Sim ão Pedro disse-Ih e: «Senhor.

em ver­ dade.» 28 Nenhum. O ch e fe da casa. quem é esse?» 26 Jesus respondeu. pois. com o eu vos fiz.. e dizeis bem. deu-o a Judas Iscarlotes. com o Judas era o que tíoh a a bolsa. 25-26. tendo rece­ bido o bocado. que um de vós me há-de en tregar. que quem recebe aquele que eu enviar. Jesus disse: «A g o r a é glorificado o F ilh o do homem. T a n to a pergu n ta d e João com o a re sp o sta d e Jesus fo ra m em v o z b a ixa. recebe aquele que me en viou . 18 Não falo de todos vós. . assim façais vós também. estava recostado sobre o seio. anles que suceda. 29 A lguns. filho de Sim ão. de Jesus. 15 Dei-vos o exem plo. 31 Depois qüe ele saiu. 23 Ora um dos seus discípulos. Jesus. 16 Em verdade. creiais que sou eu (o Messias). para que. bem -aventurados sereis se as praticardes. 40. com o seu e x e m p lo . 32 Se Deus fo i gloriflcado nele. 27 A trás do bocado. dava aos h ósp ed es du ran te o ban qu ete um bocado de pão m olh ado. ao qual Jesus amava. 14 Se eu. pois. M anda­ m ento n oy o. também vós deveis lavar os pés uns aos outros. vos ia vei os pés. turbou-se em seu espírito e declarou abertam ente: «E m verdade. porque o sou. pois. porém é necessário que se cumpra o que diz a E scritu ra : 0 que come 0 pão c o m ig o levantará o seu calca n h a r con tra m im (S.» 22 Olhavam. para que. os discípulos uns para os oulros. pois. tendo-se reclinado sobre o peito de Jesus. p rega -n os a h u m ild a d e e a ca rid ad e. a mim recebe. ou: «D á algum a coisa aos pobres. quando suceder. 20 Em verdade. Era já noite. de m odo qu e nenhum dos outros o u v iu . saiu logo. « E ’ aquele a quem eu der o bocado que vou m olh ar.» M olhando. pois. o bocado. também Deus o glori14. 17 Se com preendeis eslas coisas. para lhe dizer: «D e quem fala e le ? » 25 Aquele discípulo. entrou nele Satanás. 24 A este fez Sim ão Pedro sinal. G lo r ific a ­ ção de Jesus..» 30 Ele. e Senhor. e o que me recebe. disse-lhe: «Senhor. sei os que e s c o lh i. dos que estavam à mesa percebeu por que lhe d izia islo. nem o enviado é m aior do que aquele que o enviou. porém. não sabendo de quem falava. 19 Desde agora vo-lo d igo. e Deus é gloriflcad o nele.Jesus anuncia traição de Judas.10). para testem un h ar a sua a m iza d e. vos digo.» 21 T en d o Jesus dito estas coisas. Jesus q u is d i r i g i r este ú ltim o a p e lo ao coração de Judas. faze-o depressa. vos d ig o : 0 servo nâo é m aior do que seu senhor.— D e u -o a J u d a s . vos digo. Jesus disse-lhe en tã o : « 0 que queres fazer. em verdade. em verdade. julgavam que Jesus lhe dissera: «C om pra as coisas que nos são precisas para o dia da festa». sendo vosso Senhor e Mestre.

Jesu s v a i p rep a ra r. e gloriflcá-lo-á sem demora.ficará em si m esm o.» 36 Simão Pedro disse-lhe: «Senhor. que. 3 Depois que eu tiver ido e vos tiver preparado um lugar. mas seguir-me-ás mais tarde. eu vo-lo teria dito. que está em mim. crede também em mim. viu também o Pai. 35 N isto conhe­ cerão todos que sois meus discipulos.» 8 F ilip e disee-Ih e: «Senhor. mas desde agora o conheceis e já o vistes. — também a vós o digo agora. 11 Crede em m im : eu estou no Pai. 2 N a casa de meu Pai há muitas moradas. e isso nos baeta. assim como disse aos Judeus: Para onde eu vou. 12 Crede-o ao menos por causa das mesmas obras. e d a n ecessid a d e qu e há d e s e g u ir o cam inho d a fè e da m o ra l c ristã pare ch ega r ao céu. e o Pai está em mim. Buscar-me-eis. voe ameis também uns aos outros. em verdade. v ire i nova­ mente e tom ar-vos-ei com igo.i 14» 5. a verdade e a vid a . e que o Pai está em m im ? A s palavras que vos digo. e lá do céu lh es d a re i a fo rça n ecessária . T o m è com p reen d eu as p a la vra s dc Jesu s segu ndo o s e n tid o m a terial. . esse é que faz as obras. 33 Fiihinhos já pouco tem po estou convosco. um lu g a r para os A p ó s to ­ lo s. Se assim não fosse.» 9 Jesus disse-lhe: «H á tanto tempo que estou c o q vosco.» 37 Pedro disse-lhe: «P o rq u e não posso eu seguír-te agora? Darei a m íuha. também certameute conheceríeis meu P a i. 34 Dou-vos um novo m andam ento: Que voe ameis une aos outros. P o r q u e eu vo u p a ra o P a i . assim com o vos amei. e ainda não me conheceste. e g d e fe n d e re i.. Como dizes pois: Mostra-uos o P a i? 10 Não credes que eu estou no Pai. mas. estejais vós também. para onde vaia tu ?» Jesus respondeu-lhe: «P a ra onde eu vou. 14— 1 Não se turbe o vosso coração. se tiverdes amor une aos outros. F ilip e? Quem me viu.» 6 Tom é disse-lhe: «Senhor. ninguém va i ao P a i senão por mim. te d ig o : Não cantará o galo sem que me tenhas negado três vezes. nós não sabemos para onde va ie. não sabendo qu e e le fa la v a da sua id a para o P a i. para que. mostra-nos o Pai.» 38 Jesus respondeu-lhe: «D arás a tua vid a por m im ? Em ver­ dade. com o podemos saber o cam in h o?» 6 Jesus disse-lhe: «E u sou o caminho. onde eu estou. não podes tu agora seguir-me. P r o fe c ia da n eg a ­ ção dc P ed ro . N ã o s a b e m o s . Credes em Deus. 4 E vós conheceis o cam inho para ir onde eu v o u . não as digo de mim mesmo. 0 Pai.vida por t i. 7 Se me conhecêeseis. Vou preparar um lugar para vós. 12. vós não podeis vir.. na casa d e seu P a i.

O p r in c ip e deste m u n d o . Não ee turbe o vosso cora­ ção. o Espírito Santo. para que o Pai seja gloriflcado no F ilh o . em verdade. esse é que me am a. e vós em mim. isto è. quando suceder. eu a farei. 28. e eu o am arei. Em verdade. Jesus fa la a q u i com o h om em . acrediteis. v ire m o s a ele v is it á . porque habita convosco e estará em vós. e v a i para e le . 29 Eu vo-lo disse agora. P rom essa do E s p i­ rito Santo. a quem o Pai enviará em meu nome. e aquele que me ama. com o num tem p lo . 20 N aquele dia conhecereis que estou em meu P a i. não vo-la dou. que aquele que crê em mim farã também as obras que eu faço. para que. será ámado por meu Pai. porque o P a i é m aior do que eu. O p a i é m a i o r . certam ente vos alegraríeis de eu ir para o Pai. . 18 N ão vos d eixarei ó rfã o s . e eu em vós. 13 T u d o 0 que pedirdes em meu nome.Jesus. com o a dá o mundo. e não ao m u n d o?» 23 Jesus respondeu-lhe: «S e alguém me am a. a quem o mundo não pode receher. Jesu s è igu a l ao P a i. 2t A qu ele que retém os meus mandamentos e os guarda. ele vos ensinará todas as coisas. e um só com e le . em bora de um m odo in v is ív e l. com o ta l. 16 e eu rogarei ao Pai.» 22 Judas disse-lhe (não o Isca rio tes): «Senhor. e vos recordará tudo o que vos tenho dito. . mas do Pai. observareis os meus manda­ m entos. O E sp í­ r it o Santo e os d is ­ cíp u lo s de . nem se assuste.lo . voltarei a vós. dou-vos a minha p a z. e ele vos dará um outro Paráclito. 23. para que fique eternam ente convosco. não é minha. e me m anifestarei a ele . Jesus d e ix a a p a z aos seu s d is ­ cíp u lo s. o dem ôn io. 17 o Espírito de verdade. e depois já o mundo me não verá. Fará outras ainda maiores. não observa as minhas palavras. perm anecendo convosco. que me enviou. antes que suceda. e o u v irá todas as suas o ra ­ ções. è in fe r io r ao P a i. 27 D eixo-vos a paz. com o a m ig o. e fic a r e i sem ­ p r e . V o lta r e i a vós d e p o is da m inha re ssu rreiçã o . porque eu vou para o Pai. e meu P a i o amará. na E u ca ris tia e na m inha Ig r e ja . e vós vivereis. 19 Resta ainda um pouco. mas vós o conheceis. 26 Mas o Paráclito. c esta b ele cere m o s m orada p erm a n en te na sua alm a. 15 Se me amais. .J esu s*dá aos A p ó s ­ to lo s um gra n d e p o d e r. guardará a minha palavra. 28 Ouviste que eu voe disse: V ou e volta rei a vós. vos digo. eu o farei. 30. porque não o vê. qual é a causa por que te hás-de m anifestar a nós. e farem os nele a nossa morada. porque eu v ivo . 24 0 que não me ama. C om o D eus. e nós virem os a ele. Mas ver-me-eis vós. e. 25 Disse-vos estas coisas. E nós. E a palavra que ouvistes. as três p essoas da S an tíssim a T r in d a d e . 30 Já não falarei 18. nem o conhece. Jesus não d e ix a ó riã o s os seus d is ­ cíp u lo s. 14 Se me pedirdes algum a coisa em meu nome. Se vós me amásseis.

prim eiro do que a vós. para que dê maie abundante fruto. depois enfeixá-lo-ão. e ser-voB-á concedido. e vos destinei para que vades e deis fruto. porque o servo não sabe o que faz o seu sen h or. se fizerdes o que vos mando. 10 Se observardes os meus preceitos. assim também vós. com o a vara. E le não pode nada contra mim. Eft% v ir t u d e d a p a la v ra . mas. e meu P ai é o vinhateiro. A v id e ir a e as va ra s. 15— 1 Eu sou a verdadeira vide. 19 Se fosseis do mundo. 8 N isto é gloriflcado meu Pai. 0 que perm a­ nece em mim e eu nele. porque vos dei a conhecer tudo o que ou vi de meu Pa . sabei que. em que vós deis m uito fru lo e sejais meus discípulos. Ó d io inundo contra os d is c íp u ­ lo s de Jesus. será lançado fora. 9 Como o P a i me amou. pedireis tudo o que quiserdes. sem mim. porque. Perm ane­ cei no meu amor. . 7 Se permanecerdes em mim. 11 Disse-voB estas coisas. 17 Isto vos m ando: Am ai-vos uns aos outros. 12 0 meu preceito é este: A m ai-vos uns aos outros. e as minhas palavras permanecerem em vós. 3 Vós já estais puros em virtu de da palavra que vos anunciei. 14 Vós sois meus amigos. 18 Se o mundo vos aborrece. e secará. com o eu observei os pre­ ceitos de meu Pai. e eu permanecerei em vós. esse dá m uito fruto. e para que o vosso fruto perm aneça. Como a vara não pode de ei mesma dar fruto. assim eu vos amei. lançá-io-ão no fogo. e toda a que der fruto. mas cham o-vos am igos. ele a cortará. vam o-nos daqui. mas fui eu que vos escolhi a vós. com o eu vos amei. e arderá. e permaneço no seu amor. 31 mas é preciso que o m undo conheça que amo o Pai e que faço como ele me ordenou. 6 Se alguém nâo perma­ necer em mim. Caridade fraterna. vós as varas. perm anecereis no meu amor. porque vem o príncipe deste mundo. me aborreceu a m im . o mundo am aria o que era seu . e para que a vossa alegria seja completa. 2 T o d a a vara que nâo dá fruto em mim. Levantai-vos. 13 Não há m aior amor do que dar a própria vida pelos seus am igos. se não permanecerdes em mim. se não permanecer na videira. is to é» d o s q u e ten des o b serva d o p o n tu a lm en te. 15 Não mais vos chamarei servos.m uito convosco. 5 Eu sou a videira. 16 Não fostes vós que me escolhestes. podá-la-á. para que a m inha alegria esteja em vós. q iq u s en sin am en tos. antes eu vos escolhi do m eio do 15» 3. a fim de que tudo o que pedirdes a meu Pai em meu nome. porque não sois do m undo. 4 Perm anecei em mim. ele vo-lo conceda. nada podeis fazer.

4 Ora eu disse-vos estas coisas para que. 8 Ele. porque estais com igo desde o prin­ cípio. porque estava convosco. 16 — 1 Eu disse-vos estas coisas. porque não conheceram nem o P a i. N âo vos disse isto. 34.. 68. o Espirito da verdade. desde o princípio. 24 Se eu não tivesse feito entre eles tais obras. porque não creram em m im . em que lodo o que voe matar. que procede do Pai.° porque. também hão-de guardar a vossa. tam­ bém voe hão-de perseguir a vó s. quanto ao pecado.19. mas agora não têm desculpa do seu pecado. 16» 1. co n tid a s no ca p itu lo anteceden te» v e r s . para que vos uão escandalizeis. 22 Se eu não tivesse vindo e não ibes tivesse falado. a tristeza eucheu o vosso coração. AcçBo do 7 T o d a via digo-vos a verd ad e: A vós convém que Santò. ju lg a rá prestar culto a Deus. porém. nem a mim. V irá tem po. Se eles me perseguirem a mim. d es d e o p r in c íp io do meu m in is té rio pü blico . e. 20 Lem brai-vos da palavra que eu voe disse: N ão é o servo m aior do que o senhor. porque não conhecem aquele que me enviou. eu vo-lo enviarei. quais nenhum outro fez. 2 Lançar-vos-ão fora das sinagogas. 3 Procederão deste modo. con­ vencerá o mundo. odeiam -nos. 4. N ão só o E s p irito S an to dará testem an h o d e m im » mas também V ós. 23 A q u ele que me aborrece. se for.mundo.6). não teriam culpa. mas agora viram -nas. e nenhum de vós me p ergu n ta: Para onde va is? 6 Mas. mas. 26 Mas isto aconte­ ceu para ee cum prir a palavra que está escrita na sua L e i: O diaram -m e sem m otivo (S. D is 3 e-v o8 estas eotsas. se não for. contudo. 16-27) para qu e não d e s a n im e is qu an do v ir d e s que m u itos não crêem na vo ssa p a la vra e v o s p ersegu em . o Defensor não virá a v o s . à justiça e ao ju ízo . E vós ia m b é m . N ã o vos disse esta do v is iv e lm e n t e no m e io p erseg u iç õ es » mas a go ra . quando vier. a mim e a meu Pai. quando chegar esse tempo. 27 E vós também da­ reis testemunho. q u e fostes testem un h as o cu lares das m inhas obras. aborrece também meu P a i. porém. ele dará testemunho de mim. se guardaram a rainha palavra. porque voe disse estas coisas. e q u e com eçaa v is a r-v o s dessas p erseg u iç õ es .. v ie r o Paráclito. 21 Mas tudo isto vos farão por causa do meu nome. vos lem breis de que vo-lae disse. por isso o mundo vos aborrece. 27. q u e r e is a s e r p erseg u id o s. não teriam culpa. q u e ro isto desde o p r in c ip io po rq u e» com o tenho d e vós» só e a ten h o sid o o o b jecto das estou para v o s d e ix a r. 26 Quando. que eu vos envia­ rei do Pai. 5 A g o ra vou para aquele que me enviou. . 9 Quanto ao pecado.

e o mundo se há-de a le g r a r . 22 Vós. Q u a n to à ju s t iç a . e o vosso coração se alegrará. conhecendo que queriam inlerrogá-lo. porém. vos digo.» 19 Jesus. U m p o u c o . mas sim ju s to e santo. 21 A mu­ lher. porque che­ gou a sua hora. e vós não me vereis m ais. que. e anunciar-vos-á as coisas que estão para vir. . mas. co n h ecereis tu do. porque vou para o P a i. ten d o re c e b id o o E s p irito S an to. mas não as podeis compreender agora. p rin c ip a lm e n te p ela sua re ssu rreiçã o e . m ostran do.ascensão. O E s p irito Santo co n v en c erá o m ando da ju s tiç a de Jesu s. em ver­ dade. 16 U m pouco. 11 quanto ao juízo. Em verdade. 15 T u d o o que o Pai tem. mas hei-de ver-vos de novo. porque o príncipe deste muudo já está ju lgado. e já me não vereis. e já me não vereis. 23 N aquele dia. porqoe receberá do que é meu e vo-lo anunciará. pelo gozo que sente de ter nascido um homem para o mundo. e já não me ve re is . porque não falará de si mesmo. ele vo-ia M o t iv o » ® 10.. pois. está em sofrim ento. e outra vez um pouco. mas. mas s ó du ran te qu aren ta d ia s. e. N ã o m e in te r r o g u e is sobre nad a. também estais agora tristes. p or•que vou m o rrer. que haveis de chorar e gem er. em verdade. porque vou para o Pai. P o r isso eu vos disse que ele receberá do que é meu e vo-lo anunciará. mas dirá tudo o que tiver ou vido. se pedir­ des a meu P ai algum a coisa em meu nome. e ver-m e-eis? Que significa tam bém : P orqu e vou para o P a i? » 18 D i­ ziam p ois: «Q ue é isto que ele d iz : U m pouco? N ão sabem os o que ele quer d izer. disse-lhes: «V ó s perguntais uns aos outros por que é qu e eu disse: U m pouco. gu a n d o ressu scita r.10 quanto à justiça. Um pouco. e ver-me-ei8. haveis de estar tristes. 14 E le m e glorificará. quando dá à luz. é meu.» 17 Disseram então entre si alguns dos seus discí­ pulos : «Q ue é isto que ele nos d iz . e ver-me-eis. Estas p a la vra s fa lia m em m uitos m anu scritos. qu e não ío i en ga n ad or. e ninguém vos tirará a vossa alegria. P o r q u e v o u p a ra ■c P a i. e ou Ira vez um pouco. não me interTOgareis sobre nada. vos digo. v e r -m e -e is d e n o vo . 20 Em verdade. consum ados os a c o n tecim en to s. depois que deu à luz um menino. 16. mas a vossa tristeza há-de converter-se em alegria. D e n tro d e poucas h oras uão me v e r e is . 12 T en h o ainda muitas coisas a dizer-vos. p o rq u e. 2 3. 13 Quando vier. passados algu n s d ia s. outra vez um pouco. ele voa guiará no cam inho da verdade integral. o E spírito de verdade.. j á se não lembra da sua aflição.

Estas p a la v r a » não ex clu em a m ediação de Jesus. acabei a obra que me desle a fazer. cada um para seu lado. pelo poder que lhe deste sobre toda a criatura. mas eu não estou só. para que teu Filh o te gloriflqu e a ti. Jesus ven ced or do m ando.com. e tu mos deste. 3 Ora a vida eterna é e s ta : Que te conheçam a ti como o único Deus verda­ deiro. mas abertam ente vos falarei do Pai. e guar­ daram a tua palavra. p o i » não p r e c is a re is da m inha p rece para s e r o u v id o s . p o r q u e o m esm o P a i os a m a . 6 Manifestei o teu nome aos homens.br . d is s e : «P a i.» 17— 1 Assim falou Jesus. a fim de q u e pers e v e re m na fè. 9 E ’ por eles que eu r o g o .. porque o P a i está com igo. P o r isso cremos que saíste de Deus. 26 Nesse dia pedireis. antes que houvesse mundo. http://alexandriacatolica.. outra vez deixo o mundo e vou para o P a i. 2 e. não rogo pelo mundo. 25 Tenho-vos dito estas coisas em parábolas. em que sereis espalhados. Eram teus. mas tende conflança. n ã o têm n ecess id a d e qu e Jesus una a sua prece às p reces d e le s . 24 A té agora não pedistes nada em meu nom e . e já chegou. levantando os olhos ao céu. vêm de ti. e conheceram verdadeiram ente que eu sai de ti e creram que me enviaste. depois.blogspot. glorifica-m e ju n to de ti mesmo. em meu nome. gloriflca o teu F ilh o. a quem enviaste.» 31 Jesus respondeu-lhes: «C re­ des a g o ra ? 32 Eis vem a hora. para que tenhais paz em mim.F ir m e z a na fè. Jesus p ed e p elo s A p ó s to tolo s. dará. H aveis de ter aflições no m undo. E não vos d ig o q u e h e i-d e r o g a r ao P a i p o r vás. 33 Disse-vos estas coisas. com aquela g ló ria que tinha em ti. que me deste do m eio do mundo. 5 E agora. Pai. eu venci o m undo. por­ que vós me amaste e crestes que saí do Pai. Jesus p ed e p o r si. dê a v id a eterna a todos os que lhe deste. eles as receberam. pedi e recebereis. e não usas nenhuma parábola. 27 porque o mesmo P a i vos ama. e não vos d igo que hei-de ro g a r ao Pai por vós. e em que me deixareis s ó .» 29 Os seus discípulos disseram -lhe: «E is que a go ra f a l a s c l a r a m e n t e . m ostram sòm en te q u e os A p ó sto lo s» para serem o u v id o s . Mas vem o tempo em que não vos falarei já por parábolas. n ecessária para term os acesso a » P a i. 4 G loriflquei-te sobre a terra . 26-27. 8 porque lhes com uniquei as palavras que me conflaste. e que não é necessário que alguém te interrogue. e a Jesus Cristo. 7 A g o ra sabem que todas as coi­ sas que me deste. 28 Saí do P a i e vim ao m undo. para que o vosso gozo seja com pleto. chegou a hora. 30 A g o ra conhecemos que sabes tudo.

19. 26 Fiz-lhes e far-lhes-ei conhecer o teu nome. para que eles tenham em si mesmos a pleni­ tude do meu gozo. 14 Dei-lhes a tua palavra. 12 Quando eu estava com eles. 10 T o ­ das as minhas coisas são tuas. m e o fe re ç o em s a c rifíc io » para q u e seja m sa n tifica d o s in te rio rm e n te p e lo E s p irito " S an to. 21 para que sejam todos um. e eu vou para ti. para que contem plem a miuha glória. A tua palavra é a verdade. quero que. o és em mim. para que sejam um. e eu neles.mas por aqueles que me deste. a fim de que o mundo creia que me enviaste.» sal igreja. como também nós somos u m : 23 Eu neles. por­ que me amaste antes da criação do mundo. mas eu conheci-te. N ã o peço que os tire s do m u n d o. porque não são do mundo. para que sejam um. 22 Dei-lhes a glória que me deste. nenhum deles se perdeu. Pai. porque são teus. mas que os guardes do mal. 17 Santifica-os pela verdade. 15 Não peço que os tires do mundo. mas eles estão no mundo. guarda em teu nom e aqueles que me deste. P a r a que sejam u m . os guardava em teu nom e. e eu em ti. estejam também com igo aqueles que me deste. a fim de que o am or com que me amaste. 17. 20 N âo rogo sòmente por eles. o mundo não te conheceu. 25 Pai justo. 19 Por eles eu me consagro a mim mesmo. 15. esteja neles. e para que o mundo conheça que me enviaste e que os amaste. is to é» torn a-os capazes d e p re ­ g a r a v e r d a d e em todo o mundo. Conservei 08 que me deste. 24 Pai. o mundo os odiou. M e con s a g ro a m im m esm o. 11 Já não estou no mundo. 17. onde eu estou. a fim de q u e re in e e n tre e le s a m esma u n id ad e de pen sa m en to e de afectos q u e re in a e n tre m im e ti. para que tamhém eles sejam um em nós. a glória que me deste. com o também eu não sou do mundo. para que também sejam verdadeiram ente santificados. e tu em mim. curaprindo-se a Escritura. e estes conheceram que me enviaste. também eu os enviei ao m undo. assim com o nós. com o tu. 13 Mas agora vou para ti e d igo estas coisas. com o me amaste. S a n tific a -o s pela verd ad e. e s e to r­ n em capazes d e p re g a r a minha do u trin a . e sou glorificado neles. com o também não sou do mundo. mas também por aqueles que hão-de crer em mim por m eio da eua palavra. para que a sua seriedade eeja perfeita. e todas as tuas coisas são m inhas. p o rq u e d e v e m torn a r con h ecid o o m eu n om e e p re g a r a m in h a dou trina. is to é. . P a i Santo. excepto o filho da perdição. estando ainda no mundo. I I . 18 Assim como tu me enviaste ao mundo. 16 Eles não são do mundo.

» 8 Jesus resp on d eu : «Já vos disse que sou e u . q u e se lh es e n tre ­ g a va p o r sua li v r e vo o ta d e. foi lá com lanter­ nas.» 10 Sim ão Pedro. Jesus. Saiu então o outro discípulo. 13 Prim eira­ mente íevaram -no a casa de Anãs. S up õem os in té rp r e te s q u e e ste d is ­ c íp u lo e r a o p r ó p r io S . . João E v a n g e lis ta . 7 Per­ guntou-lhes. 6 Apenas. que era o pontífice daquele auo.» 9 Deste modo se cumpriu a pala­ vra que tinha d it o : «D os que me deste. Jesus d ia n te do S in é d rio . que o en­ tregava. « A Jesus de N a za ré. deixai ir estes. onde havia um horto. I I Porém . P e d ro nega Jesus 18— 1 Ten do Jesus d ilo estas palavras.S. N ão hei-de beber o cálice que o Pai me deu ?» 12 Eutão a coorte. não perdi nenhum . recuaram e caíram por terra. 15. porque Jesus tinha ido lá muitas vezes com seus discípulos. feriu um servo do pontífice e cortou-lhe a orelha direita. o tribuno e os guardas dos Ju­ deus prenderam Jesus e maniataram-no.» 18 Os servos e os guardas acenderam um braseiro e aqueciam-se ao 18» 6 . 14 Caifás era aquele que tinha dado aos Judeus este conselho: «Convém que um só homem m orra pelo povo. se é. E u m o u tro d is cíp u lo . falou à por­ teira e fez entrar Pedro. conhecia bem este lugar.» 15 Sim ão Pedro e um outro discípulo seguiam Jesus. disse a P e d ro : «M ete a tua espada na bainha. fornecidos pelos pontífices e fariseus. 16 Pedro ficou fora à porta. e. archotes e armas. pois. 4 Jesus que sabia tudo o que estava para lhe acontecer. Com e s le m ila g re q u is Jesus m os­ t ra r aos Judeus a sua om u ip o tén cía . a lém disso. 1 - 18 P a ix ã o P ris ã o d e Jesus. e n t r o u c o m J e s u s n o p á t io do pontífice. que era conhecido do pontí­ fice. pu­ xou dela. pois. n ovam en te: « Â quem b u scais?» Eles disseram : « A Jesus de N azaré. pois. E ca ira m p o r te r r a . «S ou eu . que era conhec do do pontifice. no qual entrou com os seus discípulos.» Jesus disse-lhes . Este servo chamava-se Mal co. o traidor. 18. adiantou-se e disse-lhes : « A quem buscais?» 5 Responderam -lhe. Jesus lhes d is s e : «S o u eu ». Judas tomado a coorte e guardas. saiu com os seus discípulos para a outra banda da torrente do CedroD. 3 Tendo. p or ser sogro de Caifás. Este discípulo. J o ã o . 17 Então a criada porteira disse a Pedro : «N à o és tu também dos discípulos deste h om em ?» Ele respondeu : «N ã o sou. estava lá com eles. que tinha uma espada. a mim que buscais.» Judas. 2 Ora Judas.

Não entraram no P retório para se nâo contam inarem . pois. N ã o e n tra ra m n o P r e t ó r io . fica va m le g a lm e n te im p u ros du ran te um d ia . dizen d o: «A ssim respondes ao p on tífice?» 23 Jesus respondeu-lhe: «S e fa le i mal. e im ediatam ente cantou o galo. Jesus e P ila to s . d este m odo. aqueeendo-se. sen do uma casa d e paIgãos. porque estava frio. 28. Pedro encontrava-se também entre eles e aquecia-se. 29 Pilatos.» 31 P ilatos disse-lhes então: «T o m a i-o e ju lga i-o segundo a vossa le i. e disse: «Q u e acusação apresentais contra este homem ?* 30 Res­ p on d eram . um dos guardas. a fim de comerem a Páscoa. se o meu reino fosse deste mundo. certam ente os meus m inistros ae haviam de esforçar para que eu não fosse •entregue aos Judeus. 28 Levaram então Jesus da casa de Caifás ao Pre­ tó rio . Disseram-Ih e : «N ã o és tu também dos seus discíp u los?» Ele negou e respondeu: «N ã o sou. N o va negação d e P e d ro . chamou Jesus e disse-Ih e: «T u és o rei dos Judeus?» 34 Jesus respondeu: « T u dizes isso de ti mesmo.» Jesus c iu te rr o gado. 20 Jesus res­ pondeu-lhe: «Eu falei publicamente ao m undo. Que fizeste tu ? » 36 Je­ sus respondeu: « 0 meu reino não é deste m u n d o . ensi­ nei sempre na sinagoga e no tem plo. 33 Tornou. saiu fora. para lhes falar. p o is só e le s u savam o s u p lic lo da cruz.» 26 Disse-lhe um dos servos do pontífice. pois. p re d iz e n d o . não o entrega­ ríam os nas tuas m ãos. parente daquele a qnem Pedro cor­ tara a orelh a: «N ã o te v i eu com ele no h o rto ? » 27 Pe­ dro negou outra vez. «S e nâo fosse um m alfeitor. significando de que morte havia de morrer. e le s . que a sua condenação seria d e­ c re ta d a pelos R om a n os. . P a r a se c u m p r i r . . que estavam presentes. se falei bem. nada disse em segredo. 21 P o r que me interrogas? In terroga aqueles que ouviram o que eu lhes disse.» 22 Tendo d ito isto. Pilatos a entrar no Pretório. 32.» Mas os Ju­ deus disseram -lhe: «N ã o nos é perm itido matar nin­ gu ém . eles sabem o que tenho d ito. ou foram outros que to disseram de m im ? » 35 Pilatos respondeu: «P o rv e n ­ tura sou ju d eu ? A lua nação e os pontífices é que te entregaram nas minhas mãos. .» 32 Para se cum prir a palavra que Jesus dissera. por que me feres?* 24 Anás enviou-o m aniatado ao pontífice Caifás. 25 Eslava lá Sim ão Pedro. mos­ tra o que eu disse de m al. porqu e. 19 Entretanto o pontífice interrogou Jeeus sobre os seus discípulos e sobre a sua doutrina.lume. aonde concorrem todos os Judeus. deu uma bofetada em Jesus. Jesus tin h a d ito que h a v ia de m o rr e r c ru c ific a d o . como Judeus. mas o meu reino não é daqu i. Era de manhã.

vim ao muudo para dar testemunho da v e rd a d e .» 7 Os Judeus responde­ ram -lhe: «N ó s temos uma lei. P ilatos disse-lhes: «E is aqu i o hom em . para que conheçais que não encontro nele crim e algu m . tecendo uma coroa de m o rie . Jesus 19 — 1 Pilatos tom ou então Jesus e mandou-o flanado^à gelar. tem m aior pecado. se te não fosse dado do alto. deve m orrer. tu és re i? » Jesus respondeu: «T u o dizes. que vos solte o rei doe Ju deu s?» 40 Entáo grita­ ram todos n ova m en te: «N ã o este. ouve a m inha v o z . tendo-o visto g rila ra m : «Cruciflca-o. Por isso. e disse-lhes: «N á o encontro nele m otivo algum de condenação. tornou a sair.» 8 Pilatos. 14 Era o dia da Preparação da Páscoa. vos solte um prision eiro. porque todo o que se faz rei.a ti. porque eu não encontro nele m otivo algum de condenação. 4 Saiu Pilatos ainda outra vez fora e disse-lhes: «E is que vo-lo trago fora. Pilatos disse aos Judeus: «E is o vossa rei I» 15 Mas eles grita ra m : «T ira -o . para ir ter com os Judeus. e. porque se fez F ilh o de D eus. rei dos Ju deu sI» e davam -lhe bofe­ tadas. 10 Entáo P ilatos disse-Ihe : «N á o me falas ? Náo sabes que lenho poder para te soltar. pois. P ilatos procurava soltá-lo. Porém os Judeus grita ra m : «S e soltas este. pois. teudo ou vido estas pa­ lavras.» 38 Pilatos disse-lhe: « 0 que é a verd ad e?» D ito isto. todo o que está pela verdade. tira-o.» 5 Saiu.37 PilatoB disse-lhe e n tã o : «L o g o . quereis. 3 Aproxim avam -se dele e diziam -lh e: «S a lve. cruciBca-o 1» Pilatos disse-lhes: «T o m a i-o e cruciflcai-o.» 13 Pilatos. o que me entregou. segundo a lei. cerca da hora sexta. Jesus. tendo ou vido estas palavras. cruciflca-o !► Pilatos disse-lhes: «P o is eu hei-de crocificar o vossa r e i? » Os pontífices responderam : «N ã o temos rei.» 6 Então os príncipes dos sacerdotes e os m inistros. . sou rei. 9 Entrou novam ente no P reló rio e disse a J esu s: «D on de és tu ?» Mas Jesus não lhe deu resposta. e também para te cru cifica r? » 11 Jesus res­ pondeu: «T u não terias poder algum sobre m im . não és am igo de César. no lu gar chamado Lith ostrotos (em h ebraica G dbhatha). 2 Depois oe soldados. trazendo a coroa de espinhos e o manto de púrpura. temeu ainda mais. mas B arra b á e!» Ora Barrabàs era um salteador. pela Páscoa. conduziu Jesus para fora e sentou-se no seu tribunal. Nasci.» 12 Desde este m omento. decla­ ra-se contra César. cspinhos. puscram-lha sobre a cabeça e revestiram -no com um manto de púrpura. 39 Ora é costume que eu.

visto que era o dia da Preparação. que não tinha costura. que diz : R e p a rtira m as m inhas vestes entre si.* 23 Os soldados. e. 25 Junto à cruz de Jesus estavam sua Mãe. Tom aram também a túnica. a levou o discípulo para sua casa. ju n to dela. 24 disseram uns para os outros : «N ã o a rasguem os. 26 Jesus. porém. 17 Tom aram pois. tom a­ ram as suas vestes e fizeram delas quatro partes. que maudou colocar sobre a cruz. Quanto à túnica. Estava redigido em h ebraico. 32 Foram . 28 Em seguida. m as: Este homem disse : Eu sou R e i dos Judeus. 19 P ilatos redigiu um titulo. M aria S an tís­ sim a e João ju n to da cruz. rendeu o espírito. eis o teu lilh o . e Maria Mada­ lena. Jesus v a i para o C a lv á rio . os soldados. 27. 22. Os soldados assim fizeram. 18 onde o crucificaram.» 29 H avia sido ali posto um vaso cheio de vina­ gre. os soldados. escrevi. para que não ficassem os corpos na cruz no sábado. para se cum prir a Escritura. 20 Mui­ tos Judeus leram este título.» Cumpriu-se deste m odo a Escritura. 31 Os Judeus.» 22 Pilatos respondeii: « 0 que escrevi. disse: «T u d o está consum ado. em latim e e m g re g o . porque se achava perto da cidade o lu gar onde fo i crucificado. M t. e com ele outros dois. Então. levando a sua cruz. R ei dos Judeus.eenão César. e fossem tirados. ensopando no vinagre uma esponja e atando-a a uma cana de hissopo. a P ila tos: «N ã o escrevas: R e i dos Judeus. m ulher de Cléofas. desta hora por diante. o qual. Maria. uma para cada soldado. sabendo Jesus que tudo estava con­ sumado. para que fosse crucificado. rogaram a P ilatos que lhes fossem quebradas as pernas. um de cada lado. disse a sua M ãe: «M ulher. d is s e : «T en h o sede. teudo tomado o vinagre.33. . o diecí)uIo que amava. chegaram -Iha à boca.» 27 Depois disse ao discípulo : «E is a tua M ãe. mas lancem os sortes sobre ela. M o rte de Jesus.19)..» E. 17. a irm ã de sua Mãe. V e r nota. vendo sua Mãe.» Depois. e que1 9 . e Jeeus no m eio. S ep u ltu ra de Jesus. Jesus. e la n ça ra m sortes sohre a m inha tú n ica (S. 30 Jesus.» 21 Os pontífices dos Judeus diziam . porque aquele dia de sábado era de grande solenidade. saiu para o lugar chamado do Crânio (em hebraico G ólg oth a ).» 16 Então entregou-lho. pois. depois de terem crucificado Jesus. inclinando a cabeça. Estava escrito n ele: Jesus Nazareno. toda tecida de a lto a baixo. para ver a quem tocará.

e cu jos filh o s nascem para a v id a sobren a­ tu ra l p o r m eio do B a p tism o. 2 Correu. e fo i ter len a. no lu gar em que Jesus fo i crucificado. GLÓRIA D IVINA DE JESUS M ANIFESTADA NA SUA RESSURREIÇÃO Jesus 2 0 — 1 No prim eiro dia da semana. e disse-lhes: «L eva ra m o Senhor do sepulcro. e tom ou o corpo de Jesus. então. 38 Depois d islo. José de A rim ateia. vendo que já estava m orto. havia um horlo. não lhe quebraram as pernas. Pilatos perm itiu-lho. sendo ainda escuro. 10). fo i também. levando uma com­ posição de quasè cem libras de m irra e de aloés. e no h orto um sepulcro novo. 35 0 que fo i testemunha deste facto o atesta — e o seu testemunho é digno de fé e ele sabe que diz a verdade — para que também vós acrediteis. fo i M aria Madaa^jfaHa l®Da ao sepulcro. ainda que oculto por medo dos Judeus. 12. 37 E também diz outro lu gar da E scritu ra: L a n ­ çarão 0 olh a r p a ra aquele a quem traspassaram (Zac. 4 Corriam ambos ju ntos. e im ediatam ente saiu sangue e água. F oi. 19. de. Num. com Sim ão Pedro e com o ou lro discípulo. em que ninguém ainda tinha sido sepultado. N o sa n g u e e á g u a .braram as pernas ao prim eiro e ao ou lro com quem ele havia sido crucificado. 9. quando chegaram a Jesus. segundo a m aneira de sepultar usada entre os Judeus.» 3 Partiu. e o sepulcro estar perto.12). 40 Tom aram o corpo de Jesus e envolveram -no em len­ çóis com aromas. 42 P o r ser o dia da Preparação dos Judeus. . rogou a PilaloB que lhe deixasse levar o corpo de Jesus. v ê e m os S antos P a d r e s uma fig u r a d o s sacram entos da E u ca ristia e d o B a p­ tism o .46. manhã. 41 Ora. 33 Mas. e foram ao sepulcro. Pedro com p outro discípulo. pois. o que tinha id o prim eiram ente de noite ter com Jesus. saida d o lado d e Jesus. com o E v a fo i tira d a do la d o de A d ã o . pois. e não sabemos onde o puseram . 36 Porqu e estas coisas sucederam para que se cumprisse a Escri­ tu ra : N ão lho quebreis osso algu m (E x. mas o outro discípulo corria 34.a pedra tirada do sepulcro. e viu Mada. e uma fig u r a da Ig r e ja . que era discí­ pulo de Jesus. depositaram lá Jesus. 39 Nicodem os. a quem Jesus amava. qu e saiu do la d o de Jesus. 34 mas um dos soldados traspassou-lhe o lado com uma lança. e aum entam na u nião com Jesus p o r m e io da E u caristia.

voltou-se para trás. que era o . 7 e o sudário que estivera sobre a cabeça de Jesus. foi Jesus. ura à cabeceira. ainda não entendiam a Escri­ tura. 10 Depois os discípulos voltaram para sua casa. e viu Jesus de pé. soprou sobre eles e disse-lhes: «R eceb ei o Espírilo Santo. 6 Chegou depois Sim ão Pedro. com medo oios. mas não sabia que era Jesus. porque ainda não subi para meu P a i . e ele disse-me estas coisas. que tinha chegado prim eiro ao sepulcro. por que choras? A quem procuras?» Ela.Tesus prim eiro da semana. 5 Tendo-se inclinado.» 16 Jesus disse-lh e: «M a r ia l» Ela. e vosso Pai. mas dobrado num lu gar à parte. 21 Ele disse-lhes n ovam en te: «A paz seja convosco. P o r m eio d es la acção sim b ólic a Jesus comuQicou a os A p ó s to lo s o E s p ir ito Sauto q u an to ao p o d er d e p e id o a r os pecados. 0 qual não estava com os lençóis. sentados no lugar onde fora posto o corpo de Jesus. e chegou prim eiro ao sepulcro. 11 Entretanto M aria (M ad alena) conservava-se da parle de fora do sepulcro. disse-lhe era hebreu: R a b b ou n i! (que quer dizer Mestre). voltando-se.» 18 F o i Maria Madalena dar a nova aos d iscíp u los: « V i o Senhor.» 22 T en d o proferido estas palavras. segundo a qual ele d evia ressuscitar dos mortos. pôs-se no meio deles e disse-lhes: « A paz seja convosco 1» 20 D ito isto.mais do que Pedro. que o seguia. e estando fechadas as portas da aos ApoV casa onde os discípulos se achavam ju ntos. dize-me onde o pusesle. ser2 0 » 22.. 17 Jesus disse-lhe: «N ã o me rete­ nhas. disse-lh e: «S en h or se tu o levaste. Enquanto cho­ rava. p o rq u e choras?» Res­ pondeu-lhes: «P o rq u e levaram o meu Senhor. 23 A ’ queles a quem perdoardes oe pecados. outro aos pés. mas não entrou. 8 Eutão entrou também o outro discipulo. e não sei onde o puseram. Oe discípulos alegraram -se muito ao ver o Senhor.» 14 Ditas estas palavras. 13 Eles disseram -lhe. mas vai a meus irm ãos e dize-lhes que subo para meu Pai. 15 Jesus disse-lhe: «M ulher.. e vosso D eus. entrou no sepulcro e viu os lençóis postos no chão. Viu e creu. inclinou-se para o sepulcro 12 e viu dois anjos vestidos de branco. SoproH sobre eles. A^queles a quem p e rd o a rd e s os p e c a d o s . mostrou-lhes as mãos e o lado. doe Judeus. viu os lençóis postos no chão. 9 Com efeito.» 19 Chegada a tarde daquele mesmo dia. para ò meu Deus. ju lgan d o que era o hortelão. «M u lh er. Estas pa la vra s . eu ire i buscá-lo. também vos eu vio a vós. chorando. Assim com o o Pai me enviou. 23.

-Ihee-ão p erd oad os. d es te m odo. tendes algum a coisa de eo m er?» Résponderam -lhe : «N a d a . 7 Enlão aquele discípulo. e T om é com eles. Mostrou-se deste m o d o : 2 Estavam juntos Simão Pedro. Lançaram a rede.» Sim ão Pedro.In c r e d u li­ dade de Tom é. disse a P e d ro : «E ’ o Senhor. Jesus tornou a mostrar-se aos seus discípulos. p o r isso é n ecess á rio q u e o p ecad or m a n ife s te os seus pecad os p o r m eio da co n fissã o. Tom é.» 28 Tom é respondeu -lhe: «M eu Senhor e meu D e u s !» 29 Jesus disse-lhe : «T u creste. 31 Estes. e vê as minhas mãos.» 6 Disse-Ih e s : «L a n ça i a rede para o lado d ireito da barca. por causa da grande quantidade de peixes.» 30 Outros muitos prodígios fez ainda Jesus na pre­ sença de seus discípulos. Com o ju iz e s . e encontrareis. pôs-se no meio deles e d is s e : « A paz seja con­ vosco. ís to è» sòcnente esta va re v e s tid o com a túnica in te rio r. ser-Ihes-ão retidos. Jesus apresentou-se na praia . foram escritos a fim de que acrediteis que Jesus é o Cristo. tenhais a vid a em seu nome. crendo. Pesca m iracu ­ losa. não estava com eles. porque me viste. . não crerei. àqueles a quem os retiverdes. P r im e ir o e p ílo g o . os filhos de Zebedeu e dois outros dos seus discipulos. bem-aventurados os que crerem sem ter vis to . ju n to do mar de Tiberíades. N aqu ela noite nada apanharam. 25 Os outros discípulos dieeeram -Ihe: «N ó s vim os o Senhor. estavam os discípulos outra vez em casa. E sta va n u .» 26 Oito dias depois. 4 Chegada a manhã. que era de Caná da Galileia.» Responderam -lhe: «Tam bém nós vam os co n tigo . se não meter o meu dedo no lu gar dos cravos e nâo m eter a minha mão no seu lado. os discípulos todavia não conheceram que era ele. e não a podiam tirar.» 24 Tom é. Tom é. foram con stitu íd o s ju iz e s das alm as. aproxim a também a tua mão e mete-a no meu la d o . 3 Sim ão Pedro disse-lhes : «V o u pescar. um doe doze. 5 Jesus disse-lhes: « 0 ’ moços. 21» 7. chamado D idim o. chamado D idim o. Natanael. mas flel. ao ou vir dizer que era o de Jesu s re fe re m -s e ao p o d e r d e p e r d o a r ou r e te r os p ecad os no S acra m en to da P e n itê n c ia » p o d e r q u e e le deu aos A p ó s to lo s e aos seus su cessores» os qu ais. que não foram escritos neste livro. estando as portas fecha­ das. quando Jesus veio. a quem Jesus am ava. 21 — 1 Depois disto. p recisa m de con h ecer o esta do das alm as para ju lg a r e m . F ilh o de Deus.» Par­ tiram e entraram numa barca.» Mas ele respondeu-Ihes : «S e não vir nas suas mãos a ahertura dos cravos. V eio Jesus. porém . e não sejas incrédulo. e para que.» 27 Em seguida disse a T o m é : «M ele aqui o teu dedo.

E. 10 Jesus disse-lhes: «T ra z e i dos peixes que agora apanhastes. vendo-o. cingiu-ee com a túnica (porque estava nu). cerca de cem m etros.» J e s u s d i s s e .» 18 Em verdade. tendo-se voltad o. senão duzentos côvados foram na barca. cheia de cento e cinqüenta e três grandes peixes. viram umas brasas acesas.» 16 Disse-lhe outra v e z .. amas-me mais do que estes?» Ele disse-lhe : «S im . pela terceira vez. estenderás as tuas mãos. p o r isso e le m esm o in te rro g a Jesus. o S a lv a d o r co n fia a S . mas. 15 T en d o eles jantado. que não esta­ vam distantes de terra. D epois de assim ter falado. Senhor.» 20 Pedro. e lhe perguntara : «Senhor.» J e s u s d i s s e . peixe em cima delas. quem é o que te há-de en trega r?» 21 P o r isso P e­ dro. e igualm ente do peixe. «S im ão. tirando a rede cheia de peixes. em verdade te d i g o : Quando tu eras mais moço. 12 Jesus disse-lh es: «V in d e ja c ta r . disse a Jesus: «Senhor.Senhor. E stando para d e ix a r o mundo. filho de João. disse Jesus a Sim ão P ed ro : «S im ão.» 11 Sim ão Pedro subiu à barca e tirou a rede para terra. não se rompeu a rede. cingiae-te e ias onde d eseja va s. filho de João. C om o te r ­ m in ará o a p o sto ­ la d o d e P ed ro e Joâo. porèm . tu conheces tu d o. porque.» 19 Disse isto. sabes que eu te am o. A n tes. P e d r o o reban h o da sua Ig re ja . 21*. tomòu o pão e deu-lho. P e d ro .. tu sabes que eu te am o. . e outro te cin girá e te levará para onde tu não qu eres. lhe d isse: «A m a s-m e?» E d sse-lh e: «Senhor.» Jesus dísse-Ihe : «Apascenta as minhas ovelhas. depois de ter ressuscitado dos mortos. d isse: «Segue-m e. 8 Os outros discípulos. viu que o seguia aquele discípulo que Jesus am ava. amas-me?» E le disse-lhe : «Sim . 13 Jesus apro­ ximou-se. quando fores velho. e pão. Senhor. ]5'1 7. am as-m e?» Ficou Pedro triste. e deste que 8 .l h e : «A pascen ta os meus cordeiros. D u a en io s cÔvados. e lançoU'Be à água. P e d ro re ceb e o prim a d o .l h e : «Apascenta as minhas ovelh as. v e n d o -o . P e d r o ju lg o n q u e João os seg u ia para in te r r o g a r Jesus sobre a sua so rte» m as que te r ia re c e io d e o fa z e r . tu sabes que eu te am o. 14 F o i esta a terceira vez que Jesns se m anifestou aos seus discípulos. 9 L o g o que saltaram em terra. indicando com que gênero d e m orte havia Pedro de dar g ló ria a Deus. q u is qu e e le re p a ­ ra sse a sua t r íp lic e negação com uma tríp lic e co n fissã o de am or.» Nenhum dos discípulos ousava pergu ntar-lhe: «Quem és tu ?» sabendo que era o Senhor.» 17 Disse-lhe pela terceira v e z : «Sim ão. filho de João. o qual na ceia estivera reclinado sobre o seu peito. sendo tan­ tos.

22. que tens tu com isso? T u segue-m e. . .br . S e eu q u e r o . e sabemos que é verda­ deiro o seu testemunho. q u e não fo ra m n arra da s n este E v a n g e lh o . P e d r o não tin h a nada com isso . uma por uma. Se se escrevessem. m as sim que. Jesus não d íz q u e q u e r q u e o d is c ip u lo fiq u e na terra até à sua vo lta . 25 N e m n o m u n d o t o d o . para m ostra r q n e Jesus f e z m u itas outras coisas. creio que nem no mundo todo poderiam caber os livros que seria pre­ ciso escrever.Segando será?» 22 Jesus disse-lh e: «S e quero que ele fique a lé que eu volte. que tens tu com is s o ? » 34 £ste é aquele discipulo que dã testemunho destas coisas e que as escreveu. . 25 Muitas outras coisas fez Jesus. se fo s s e essa a sna v o n ta d e. H ip é r b o le em p reg a d a p e lo E va n ge* lis ta .» 23 Correu esta voz entre os irm ãos que aquele discípulo não m orreria. . http://alexandriacatolica. n o fim do m undo. m as: «S e quero que ele fique até que eu venha.blogspot. T o d a via Jesus não disse a Pedro : «N ã o m orrerá».com.

ACTOS DOS APÓSTOLOS P e l o tit u lo p arece que este l iv r o ir a s a h is tó r ia dos actos de todos os A p ó s to lo s . fa a e n d o v e r qu e ele. 5 porque João. T o d a v ia S . interro­ gavam -no : «Senhor. P r o v a depois a u n iv e rs a lid a d e do E v a n g e lh o . «a qual ouvistes (disse ele) da minha boca. e p e lo m u n d o p a g ã o . baptizou em água. daqui a poucos dias. 4. mas vós sereis baptizados no Espírito Santo. 4 Estando à mesa com eles. tendo dado as suas instruções por m eio do Espirito Santo aos A póstolos.lh e s . e ao q u a l fa z a q u i re ferê n cia . fo i arrebatado ao céu. se d if u n d iu . D e p o is de n a rra r. P e d r õ e S . a efuaflo d o E s p ír ito Santo. ocupa-se so b retu d o da n a rra çã o de a lg u n s fa c to s p rin c ip a is da v id a de S .br ú ltim a s je s n s . n a rra n d o a lg u n s m ila g re s f e it o s p o r D e u s p a ra c o n f ir m a r essa d o u ­ tr in a . porventura chegou o tem po em que ides restabelecer o reino de Is ra e l? » 7 E le disse-Ih es: «N ã o vos pertence a vós saber os tem pos nem 0 S m omentos que o P a i reservou ao seu p od er. na verdade. depois da ^sua P aixão. p o r ocasião das p ers eg u ições . a p a r e c e n d o .» 6 Então os que se tinham congregado. P a u lo . Os <iAetos dos A p ó s to lo s » são eom o qu e o com p lem en to n a tu ra l d o te rc e iro E v a n g e lh o . qu e é o seu a u to r. L u c a s p ro v a a ve*‘dade da d o u trin a p r e n d a p elos A 'p ós to lo s. 8 mas recebereis a virtude do Espírito Santo.blogspot. ó T eófilo. no E va n g elh o . o m in is té r io de cada u m dos m em b ros do C o lé g io A p o s tó lic o . http://alexandriacatolica. Lucas e s c re v e u . de u m m o d o com p leto. q u e S . durante quarenta dias. com muitas provas.com. e falando do reino de Deus. p re g a d o p r im e ir o em J e ru s a lé m . INTRODUÇÃO 1 — 1 N o meu prim eiro livro. em s e g u id a . mas que esperassem a promessa do Pai. p o r to d a a J u d e ia e S a m a ria . N o p r im e ir o l i v r o . D e fa c t o S . f i c o u lo n g e de descrever. . qu e i m o s tra r a cerieea aa verd a d e c ristã . que tinha esco­ lhido. 1. A prom e ssa do P a i. te n d o p o r isso o m esm o f i m . e a u n iv e rs a lid a d e da sa lvação tra a id a 'p e to M essias. isto é. que descerá 1. a lg u m a s coisas com uns a tod os. fa le i de todas as coisas que Jesus fez e ensinou. desde o principio 2 até ao dia em que. 3 aos quais também se m anifestou vivo. ordenou-lhes que não se afastassem de Jerusalém. no p r in c ip io . L u c a s .

J o rn a d a de u m sábado. 14 T od os estes perseveravam unânim em ente em oração. foi arrebatado ao céu. João. eis que se apresentaram ju n to deles dois personagens vestidos de branco. sobre vós. rebentou pelo m eio. 18. por que estais aí parados olhando para o céu? Esse Jesus que. virá do mesmo m odo que o viste ir para o c é u . E ste v e r s íc u lo co m p leta a n arra ­ ção da m o rte d e Judas. destes varões que têm estado juntos connosco durante todo o tem po em 12. André. T ia g o . 14. 11 os quais lhes disseram : «H o m en s da G ali­ leia. e com os irm ãos dele. q u e se po d ia andar ao sábado. Haceldam a. Sim ão o Zelador. e não h a ja quem habite nela! E: Receba outro o seu m in istério (S. e Judas. pois. 13 L o g o qne chegaram . onde perm aneciam habitualm ente Pedro. separando-se de vós. do monte cha­ mado das O liveiras que dista de Jerusalém a jorn ada de um sábado. 10 Como estivessem olhando para o céu.. tendo caído de cabeça. Os A pós­ to lo s v o U tam a Jerusa­ lém . Escolha d e M atias para s u b s titu ir Judas. 16 N aqueles dias. caiu d e cabeça. F ilip e. e uma nuvem o ocultou aos seus olhos. é necessário que se cumpra o que o Espírito Santo predisse na Escritura pela boca de D avid. T e n d o ea id o de c a b e ç a . 21 E’ necessário. 69. A s s im era chamada a d istâ n cia d e cerca de um q u ilô m e tro . isto é. em toda a Judeia. na lín gu a deles. acerca de Judas.26. contada p o r S . elevou-se à vista deles. Mateus. com os parentes. que se ficou chamando aquele cam po. irm ão de T ia g o . que fo i o gu ia daqueles que prenderam Jesus. com as mulheres e com M aria. d e v id o a te r-s e qu ebrado o ram o da á r v o r e ou a corda . la to é. sem v io la r a l e i d o repou so. levantando-se Pedro no m eio dos irm ãos (o número das pessoas ali reunidas era de cerca cento e vinte).» 12 Então voltaram para Jerusalém. 20 Com efeito.A scen sã o d e Jesus. subiram ao cenàculo. 9 Ten do dito isto. está escrito no liv ro dos Sal­ m os: F iq u e deserta a sua m orada. Tom é. C om os irm ã o s .. Campo de sangue. T ia g o . .8). M ateu s (27. filho de A lfeu . M ãe de Jesus. na Sam aria e até às extrem idades da terra.3-7). e todas as suas entranhas se derra­ maram. quando ele ia subindo. 17 E le estava alistado entre nós e tinha recebido a sua parte no nosso m inis­ tério. depois de adquirir um campo com o salário da sua iniqüidade. A p ó s o e n fo r ­ cam ento. 18 Este homem. que. a contecendo o q u e d ep o is se r e fe r e . Bartolom eu. 19 Este facto tornou-se tão n otório a todos os habitantes de Jerusalém. 109. disse: 16 «Irm ã o s. e sereis minhas testemunhas em Jerusalém.

7 Estavam todos atônitos e admira­ vam-se. todos os ouvim os falar nas nossas língu as das m aravilhas de D eus. vizinhas de Cirene. mostra-nos destes dois o que escolheste 25 para ocupar o lu gar deste m inistério e apostolado. estavam todosjuntos no mesmo lugar. en ten d em sim p lesm en te a sua m orte. . que conheces 08 corações de todos. 5 Estavam eutão residindo em Jerusalém Judeus piedosos de todas as nações que bá debaixo do céu. 24 E. 23 Foram apresentados d o is: José. A lg u n s au tores. e ficou pasmada. e caiu a sorte em Matias. 10 a F rig ia e a Pan filia. t>REGAÇÃÒ DO EVANGELHO EM JERUSALÉM 2 — 1 Quando ee com pletaram os dias do Pentecostes. porque cada um os ouvia falar na sua própria língua. E u fem ism o tip ica m e n te h ebra ico qu e não s ig n ific a n ecessària m en te o in fe rn o . os que habitam a M esopotâm ia. 2 De repente. p o r isso os A p ó s to lo s tinham um cu idado e sp ecia l em p r o v a r a v e r d a d e d e s te a contecim en to. o Egipto e várias parles da L íb ia. disseram : « T u . . um deles seja constituído testemunha connosco da sua ressurreição. g . a Gapadócia. T es te m u n h a connosco da sua re s s u rre içã o . o Ponto e a A sia. ri°o sinto veio do céu um estrondo. v . conform e o Espírito Santo lhes concedia que falassem. e 08 vindos de Roma. chamado Barsabas. Cretenses e Árabes. 25. 22 desde o bap­ tism o de João até ao dia em que fo i arrebatado (a o céu) dentre nós.» 26 Tiraram os seus nomes à sorte. Senhor. o qual tinha por sobrenome o Justo. como de vento que soprava sobre im petuoso. 11 tanto Judeus com o prosélitos. Elam itas. o qual fo i associado aos onze A p ós­ tolos. dizen do: «P o rv e n tu ra não são Galileus todos estes que falam ? 8 Com o é que os ouvim os falar cada um de nós a nossa língua m aterna? 9 Partos.» 12 Estavam todos atônitos e fora de si. 4 Ficaram todos cheios do Espirito Santo e com e­ çaram a falar várias línguas. O argu m en to m a is fo r t e para dem on stra r a d iv in d a d e d e Jesus e r a a sua re ssu r­ re içã o. e Matias. Medos. dizendo une para os o u tro s : 22. a Judeia. orando. que encheu toda a casa onde estavam senA pos­ tados. P a r a o seu l u g a r . 6 L o g o que se deu este ruído. das quais pousou uma sobre cada um deles. 3 E apareceram-lhes repartidas umas como líuguas de fogo. acudiu m uita gente. . C ram p o n .que o Senhor Jesus viveu entre nós. do qual se transviou J udas para ir para o seu lu g a r .

além disto. como vós mesmos sabeis. será salvo. escarnecendo. seja-me perm itido dizer-vos franca­ m ente do patriarca D avid. e os vossos anciães sonhos. E stes d o is v e r s íc u lo s re fe re m -s e aos acontecim en tos do fim do mundo. como vós cuidais. 22 Varões israelitas. fogo e nuvens de fum o. 26 P o r isto se alegrou o meu coração. e sinais em baixo na terra .1-5): 17 Acontecerá nos ú ltim os dias. 25 Com efeito. 19 F a re i ver prod ígios em cim a no céu. 29 Irm ãos. 23 a este homem que fo i entregue. pois ainda é a hora terceira do d ia . t6 . levantou a voz e disse-lhes : «H om en s Judeus e vós todos os que habitais em Jerusalém. a m in h a carne repousará na espe­ ra n ça .«Q u e quer isto d izer? 13 Outros. seja-vos isto conhecido. d e rra m a rei do meu E s p írito sobre os meus servos e sobre as m inhas servas. porquanto era im possí­ vel que por esta fosse retido. . 24 Deus o ressuscitou livran do-o dos laços da m orte.» D iscu rso 14 Então Pedro. e os vossos jovens terão visões. e me encherás de a le g ria com a vista da tua face (S. e. porque ele está à m inha d ire ita . 18 N a ­ queles dias. 28 Ensinaste-m e os cam inhos da vida. 27 porque não abandonarás a m inha a lm a na habitação dos m ortos. nem p e rm itirá s que o teu Santo experim ente a corrupção. e o seu sepulcro está entre nós até ao dia de hoje. 30 Sendo ele profeta e sabendo que Deus lhe tinha prom etido com juram ento que um da sua descendência 2^ 13. 19>20. d iz ia m qu e 09 A p o s to lo s estavam em b ria ga d o s. 21 E n tã o acontecerá que todo aquele que in voca r o nome do Senhor. segundo os desíg­ nios e presciência de Deus. David diz d e le : E u v ia sempre o Senhor diante de m im . e a lu a em sangue. antes que venha o d ia grande e glorioso do Senhor. sangue. A lg u n s. d iziam : «E s tã o cheios de vinho doce. ou vi atentamente as minhas palavras. e exu ltou a m inha lin gu a . por m eio de m ilagres. crucincando-o por mãos de iníquos. que ele morreu. apresentando-se com os onze. fo i sepul­ tado. e p rofetiza rã o vossos filhos e vossas filhas. prod ígios e sinais que Deus operou por m eio dele entre vós. Pedro. 16 mas isto é o que fo i dito pelo profeta Joel (3. fech a n d o os olh o s à lu z d o m ila g re . que d erra m a rei o meu E s p irito sobre toda a carne.8 -ll). 15 Estes homens não estão em briagados. 20 0 sol se converterá em trevas. e p rofetiza rã o. ouvi estas palavras: A Jesus Nazareno. homem acreditado por Deus entre vós. p a ra que eu não seja abalado. diz Deus. vós o matastes. porém .

dizendo: «S a lva i-vos desta geração perversa. 45 Vendiam as suas proprie­ dades e os seus bens. então. e distribuíam o preço por todos. e cada um de vós seja bapti­ zado. S e r b a p tiz a d o em n o m e de J esu s s ig n ific a re c e b e r o ba ptism o •como fo i in s titu íd o p o r Jesus. em nome de Jesus Cristo. tomavam a com ida com a leg ria e sim plicidade de coração. 38. mas ele mesmo d iz: O Senhor disse ao meu Senhor: Senta-te à m inha d ire ita . 43. pára os vossos filhos. p o r «a u s a d o q u e tinh a a co n tecid o n o d ia d e P en teco stes. 33 Elevado pela dextra d e Deus. 44 T od os os que criam. 43 T o d a a gente estava com tem or. 35 até que eu ponha os teus in im igos p o r escabélo de teus pés (S. para remissão de vossos pecados. do que todos nós somos testemunhas. 42 Perseveravam na doutrina dos A p ósto os. 110. ficaram com pungidos no seu coração e disseram a Pedro e aos outros A pósto­ lo s : «Q u e devem os fazer irm ãos?» 38 Pedro disse-Ihes: «F a z e i penitência.ae sentaria sobre o seu trono. p o is D eus não q u e ria q u e os cristão s cortassem re p en tin a m en te com « s rito s da sin a goga . 34 Porqu e David não subiu ao céu. N a fr a c ç ã o do p ã o . na celebração da E n caristia. . nem a sua carne sujeita à corrupção. F re q ü e n ta v a m o te m p lo .1). dizendo que não seria dei­ xa d o na habitação dos mortos. e ficaram agre­ gadas a eles. e recebereis. os persuadiae exortava. eie o derram ou como vós vedes e ouvis. naquele dia. T o d o s os Jn deu s esta va m possu ídos d e um certo tem or. 46 T od os os dias freqüentavam em perfeita harm onia o templo. 36 Saiba. C om o v iv ia m os p r im e ir o s cristãos. estavam unidos e punham tudo em comum. 46. 47 louvando a Deus e sendo bem vistos p or lodo o povo. dom do Espírito Santo. pois. para todos os que estão lon ge e para quantos o nosso Deus chamar (a s i). isto é. porque eram tam­ bém realizados pelos A póstolos m uitos prodígios e m aravilhas. nas reuniões comuns. 39 Porque a promessa é para vós. toda a casa de Israel com a m aior certeza que Deus constituiu Seuhor e C risto a este Jesus. 32 A este Jèsus ressuscitou Deus. 31 profèticam ente falou da ressurreição de Cristo.» 41 Os que rece­ beram a sua palavra foram baptizados. cerca de três m il pessoas. a quem vós crucificastes. nas h oras destin a d a s à oração pú blica. e tendo recebido do P a i o E spírito Santo pro­ m etido. partindo o pão pelas casas. na fracção do pão e nas orações. 0 Senbor aumen- R esu lta d o d es te d is c u rs o : coaversS o d e três m il pessoas. e. segundo as necessidades de cada um.» 37 A o ou vir estas coisas. 42.» 40 Com outras muitíssimas palavras.

para pedir esmola aos que entravam no templo. 8 E. 10 Reconheciam que ele era o mesmo que se sentava à porta Form osa do tem plo. 3 Este. sendo ele de opi­ nião que se soltasse. sei que procedestes por ignorân­ cia. tom ando-o pela mão direita. «O lh a para nÓB. chamada a F or­ mosa. a quem Deus ressuscitou dos mortos. Desenvolvimento da Igreja de Jerusalém P ed ro cura um co x o d e nasci­ m en to .» 7 E. coxo de nascim ento. se lhe consolidaram os pés e os tornozelos. de Isaac e Jacob. andando. esperando receber deles algum a coisa. irm ãos. por que vos adm irais disto. e a fé que vem dele fo i que deu a este uma cura perfeita à vista de todos vós. tivéssem os feito andar este homem ? 13 0 Deus de Abraão. D iscu rso de P ed ro n o tem ­ plo. pôs-se em pé e andava. como se por nosso poder. é que o seu mesmo nome deu firm eza a este que vós vedes e con h eeeis. o levantou. 16 e matastes o autor da vida. isso te dou: Em nome de Jesus Cristo de Nazaré. por que pondes os olhos em nóe. como também os vossos chefes. vendo isto.> 5 E le os olhava com atenção.tava cada dia mais o núm ero dos que estavam no cami­ nho da salvação. saltando e lou­ vando a Deus. 12 Pedro. que iam a entrar no tem plo. 3 — 1 Pedro e João subiam (u m d ia ) ao tem plo para a oração da hora nona. 16 Mediante a fé em seu nome. 4 Pedro. 2 Era para a li trazido um certo homem. a pedir esm ola. 14 Negastés o Santo e o Justo. Im edia­ tamente. pedia que lhe dessem esmola. ou por nossa piedade. 18 Deus cumpriu assim o que tinha anunciado por boca de todos os pro­ fetas: que padeceria o seu Cristo. disse. D epois entrou com eles no tem plo. mas o que tenho. 6 Mas Pedro disse: «N ã o lenho prata nem ouro. 19 Arrependei-vos. quando viu Pedro e João. 9 T o d o o povo o viu andando e lou ­ vando a Deus. e pedistes o perdão para um hom icida. todo o povo estupefacto correu para estes ao pórtico. glorificou o seu F ilh o Jesus. pondo nele os olhos juntam ente com João. . 11 Estando ele agarrado a Pedro e a João. o Deus de nossos pais. a quem entregastes e negastes diante de Pilatos. o qual punham todos 08 dias à porta do tem plo. d o que D Ó S somos testemunhas. chamado de Salom ão. dando um salto. 17 A gora . e ficaram cheios de espanto e fora de si pelo que lhe tinha acontecido. levauta-te e anda. falou assim ao p o v o : «V a rõ e s israelitas.

e o número de homens elevou-se a cerca de cinco m il. nenhum 3 . sob o céu. 10 seja notório a todos vós e a todo o povo de Israel. porque era já tarde. que vós crucificastes. O s tem pos da consolação. a ressurreição dos mortos. 6 Aconteceu que.sacerdotes. de que Deus falou antigam ente pela boca dos seus santos profetas. 20 para que o Senhor faça v ir os tempos da consolação e envie aquele Jesus. cheio do Espírito Santo. R es p os ta de P e d r o . e convertei-vos. interrogavam -nos: «C om que poder e em nome de quem fizeste is to ? » 8 Então Pedro. 11 E le é a p ed ra que fo i rejeitad a p o r vós que edificais. 7 Mandando-os vir à sua presença. e a quem Deus ressuscitou dos mortos. se reuniram os seus chefes. como eu. no dia seguinte. 6 e Anás. auunciaram estes dias. 25 Vós sois os filhos dos profetas e da aliança que Deus estabele­ ceu com vossos pais. e anunciassem. é por ele que este está são diante de vós. o oficiai do lem plo e os saduceus.18). Caifás. m uitos daque­ les que tinham ouvido a palavra. 12 Não bá salva­ ção em nenhum outro. disse-lhes: «P rín cip es do povo e anciães. 18. creram. porque. (p a ra saber) de que m odo este homem fo i curado. ouvi-m e: 9 Já que hoje somos interrogados sobre um benefício feito a um homem enferm o. dizendo a A b ra ã o : N a tu a pos­ teridade serão abençoadas todas as fa m ília s da terra (Gen. a qu a l fo i posta p o r pedra a n g u la r (S. o C rislo que vos fo i destinado. sobrevieram os sacerdotes. 23 Todo aquele que não o u v ir este p rofeta será exterm inado do m eio do povo (D t. 22. A le ­ xandre e todos os que eram da linhagem pontificai. príncipe dos.15-19). a fim de que cada um se desvie da sua in iqü id ad e.pois. . 24 E todos os profetas que falaram . desde Sam uel em diante. 26 F o i prim eiram ente para vós que Deus suscitou o seu servo e o enviou para vos abençoar. is to é» da etern a fe lic id a d e * P ed ro e Jôâo _____ _ le vados d‘iã n t ê ” d o s in é d r io . 22 Moisés disse: O Senhor vosso Deus vos suscitará u m p rofeta ãentre vossos irm ãos.22). 20. os anciães e os escribas de Jerusalém. 3 Lançaram mão deles e meteram-nos na prisão até ao outro dia. 118. que é em nome de Jesus Cristo N azareno. 21 ao qual o céu deve guardar a lé aos tem pos da restauraçãó de todas as coisas. a este ouvireis em tudo o que vos disser. 2 descontentes de q o e eles ensinassem o povo.» 4 — 1 Enquanto eles falavam ao povo. João. para que os vossos pecados sejam perdoados. na pessoa de Jesus. 4 Porém .

27 Porqu e verdadeiram ente se coligaram nesta cidade contra o teu santo servidor Jesus.» O s d o is 13 Vendo eles a firmeza de Pedro e de João. referiram -lhes quanto lhes tinham dito os príncipes dos sacerdotes e os anciães. que saissem para fora da assembleia e deliberaram entre si.» 21 Eles então.» . 15 Mandaram. m ediante o Espirito Santo. com os gen tios e com os povos de Israel. olha para as suas ameaças. ameaçando-os nova­ m ente. e os p r ín c i­ pes se colig a ra m contra o Senhor e con tra o seu Cristo (S.outro nome fo i dado aos homens. 30 estendendo a tua mão para que se façam curas. nem ensinassem em nom e de Jesus. 22 Já tinha mais de quarenta anos o homem. deixaram -nos ir livres. 25 que. é m anifesto. e oa leis. foram ter com oe seus. não podiam dizer nada em contrá­ rio. 16 d izen d o : «Q u e farem os desles hom ens? Porquanto fo i feito por eles um grande m ilagre. anun­ ciem a tua palavra. pois. em quem tinha sido operada aquela cura miraculosa. 20 não podemos. para o futuro. proibamos-lhes com graves ameaças que. não encontrando pre­ texto para os castigar. 19 Mas Pe­ dro e João replicaram -lhes: «S e é justo diante de Deus obedecer antes a vós que a Deus. não falem mais a homem algum neste nom e. notório a todos os habitantes de Jerusalém . Oração 33 Postos cm liberdade. e não o podemos negar. a te rra . teu servo. com toda a confiança. ao qual ungiste. pois. Herodes e Pôncio Pilatos. 17 Mas para que não se divulgue mais entre o p ovo. e os povos fleeram vãos p ro ­ jectos P 26 Concertaram-se os reis da terra . adm iraem lib e r . disseste: P o r que se a g ita ra m as gentes. pelo qual devam os ser salvos. deixar de falar das coisas que vim os e ou vim os. dade. levan­ taram unânimes a voz a Deus e disseram : « Senhor. 24 Eles. 29 A g o ra . Seuhor. 14 e vcudo também em pé ju n to deles o homem que tinha sido curado.» 18 Chaman­ do-os. 2. salos^postos beudo que eram homens sem letras e do povo. intim aram -lhes que absolutam ente não falassem m ais.1-2). jü lga i-o vós mesmos. por causa do povo. e con­ cede aos teus servos que. m ilagres e prodígios por m eio do nom e do ie u santo servid or Jesus. tendo-os ouvido. 146. tu és 0 Deus que fieeste o céu. porque todos glorificavam a Deus pelo que tinha acontecido. pela boca do nosso pai David.vam-se e reconheciam ser os que andavam com Jesus.6). o m a r e tudo o que há neles (S. 28 para executarem o que a tua m ão e a tua sabedoria determ inaram que se fizesse.

com a cum plicidade de sua mulher. 34 N ão havia nenhum necessitado entre eles. não sabendo o que tinha aconte­ cido. vendeu-o. como é que Satanás se apossou de teu coração. 3 Pedro disse: «A n a n ia s . com grande coragem . d ep ress a s e r ia co rrom p id a . M en tira de Ananías e S a fira castigada d e m orte. e era grande em todos eles a graça (de D eus). sem isso . chamado Ananias. U n iã o dos fié is . 36 Ora José. porém. e distrihuía-se por cada um segundo a sua necessidade. levaram -na e enterraram -na ju n to do seu marido. levíta.» 5 Ananias. E ste ca stigo r ig o r o s o t e v e por fim e v it a r os abusos da Ig r e ja n ascen te. natural de Chipre. caiu e expirou. a qu al. 8 Pedro disse-lhe: <Dize-me. porque todos os que possuíam cam pos ou casas. a pôs aos pés dos Apóstolos. levou o preço e o depôs aos pés dos Apóstolos.* 9 P ed ro então disse para e la : « P o r que vos combinastes para tentar o Espírito do Sen h or? Eis que estão à iorta 08 pés daqueles que sepultaram teu marido. era teu. Infundiu-se um grande tem or em todos os que o u v ir a m isto. q u e eram ó rg ã o s do E s p írito Santo. cobriram o seu corpo e levaram -no a enterrar. a quem os A póstolos davam o sobrenom e de Barnabé (que quer dizer Filh o de cousoiação). não estava em teu poder (o preço)? P o r que m otivo puseste em teu coração (fa eer) tal coisa? N ão m entiste aos homeus. 33 Os Apóstolos. davam testemu­ nho da ressurreição do Senhor Jesus. e mesmo. traziam o preço do que vendiam 35 e depuuham-no aos pés dos A p ó s t o l o s . 2 e. e te evarão a ti. 37 tendo um campo. Im ediatam ente. mas tudo entre eles era comum. de com binação com eua mulher Safira. por tan to. coueervando-o (setn ven­ der). mas a Deus. levando uma parte. e nenhum dizia ser sua coisa algum a daquelas que possuía. 3 — 1 Um homem. tremeu o lu gar onde estavam reunidos. ao ou vir estas palavras. Os joven s. o q u al por m eio d e le s o p era va m u itos m ila ­ g r e s . encontraram-na m orta. depois de vendido.31 Tendo eles assim orado. . ficaram todos cheios do Espírito Santo e anunciavam com firm eza a palavra de Deus. E usão do E s p irito Santo. entrando. e. vendendo-os. para que mentisses ao Espírito Santo e retivesses parte do preço do cam po? 4 Não é verdade que. 7 Passado quase o espaço de três horas. 6 Levantando-se alguns joven s. vendeu uma pro­ priedade. ela caiu a seus pés e expirou . entrou também sua m ulher. A n a n ia s *e S a fira cnentiram aos A p ó sto lo s. 32 A multidão dos que criam tinha um só coração e uma só alma.» 10. f 5 » ] ‘ ]0 . é verdade que vendeste por tanto o cam po?* Ela disse: «S im . reteve parte do preço.

a d o n trin a de J esu s. alguém fo i d izer-lh es: «E is que aqueles homens. abrindo de noite as portas da pri­ são e tirando-us para fora. e entre todos os que ouviram estas coisas. entra­ ram ao amanhecer no tem plo e puseram-se a ensinar. d is s e : 20 «Id e . levantando-se o príncipe dos sacerdotes e todos os do seu partido. a flm de que. convocaram o Sinédrio e todo o Senado dos filhos de Israel. 19 Mas um anjo do Senhor. ao passar Pedro. estão no tem plo e ensinam o p o v o . . pregai ao povo todas as palavras desta v id a . 18 deitaram as mãos sobre os A p óstolos e meteram-nos na cadeia pública. 25 Neste mom ento. qu e é para as alm as a o r ig e m da v id a so b ren a tu ra l da graça.» 24 A o ouvirem tais palavras. mas. is to é. que metestes na prisão. para que fossem a li trazidos. Os A pós­ tolo s p r e ­ sos são lib e r ­ tados p o r um anjo. cobrisse ao menos a sua sombra algum deles. trazendo enferm os e vexados dos espíritos imundos. abrindo-as não encontrámos ninguém d en tro . e os guardas de pé diante das portas. porque tem iam que o povo 08 apedrejasse. os apresenta11.» 26 Então fo i o ehefe da polícia com os seus agentes e trouxe-os sem violência. não os encontraram. e voltaram a dar a notícia. Os A p ó s ­ to lo s são p reso s n ova­ m ente e c o n d u zi­ dos d ia n te do S in é d r io . que é a seita dos saduceus. E ’ a p r im e ir a v e z qu e e s te n om e a pa rece nos « A c t o s dos A p ó s t o lo s » com a s ig n ific a ç ã o . A s p a la v ra s des/a v id a . d e s o cied a d e d e tod os os f ié is . 13 E nenhum dos outros (que não eram cristãos) ousava juntar-ee com eles. 22 Tendo lá id o os guardas. I g i e j a . tendo chegado o príncipe dos sacerdotes e 08 do seu partido. I T Enlão.» 21 Eles obedecendo a esta ordem. R eu ­ niam-se todos unanimemente no pórtico de Salom ão. Entretanto. 23 d izen d o: «E ncontrám os a prisão fechada cuidadosamente. apresen­ tando-vos no tem plo. 11 EatãO difundiu-se um grande tem or por toda a Ig re ja . 20. 16 Concorria tamhém m uita gente das cidades vizinhas de Jerusalém. e. 15 de m aneira que traziam os doentes para as ruas e punham-nos em leitos e enxergões. mas o povo dava-lhes gran­ des louvores. encheram-se de in veja. 12 Entretanto eram feitos pelas mãos dos A p ósto­ los m uitos m ilagres e prodígios entre o povo. 27 Tendo-os conduzido. os quais eram curados todos. 14 Cada vez aum entava mais o número dos hom ens e mulheres que criam no Senhor. o ofi­ cial do tem plo e os príncipes dos sacerdotes estavam perplexos e perguntavam entre si o que aquilo queria dizer.C o n v e r­ sõ es e m ila g re s o p era d o s p e lo s A pós­ tolo s. e mandaram à prisão bus­ car os A póstolos.

39 mas. enraiveciam -se e form avam tenção de os matar. H e le n is ta s . nos dias do recenseam ento. conten­ tes por terem sido achados dignos de sofrer afrontas pelo nome (d e Jesus). 42 E todos oe dias não cessa­ vam de ensinar e de anunciar a boa nova de Jesus. postos em lib e r ­ dade. doutor da lei. 41 Porém eles saíam da presença do Sinédrio.» Eles seguiram o seu conselho. mas também pereceu. 37 Depois deste surgiu Judas. e todos aqueles que o acreditavam foram dispersos e reduzidos a nada. assim como o Espírito Santo. levantaudo-se no Sinédrio um fariseu. em segu ida . o G alileu.» 29 Pedro e os Após­ tolos responderam : «D e v e -s e obedecer antes a Deus que aos homens. no tem plo e pelas casas.» 33 Ten do ouvido isto. 36 Não há muito tem po apareceu Teudas. e foram dispersos todos os seus sequazes. que dizia ser um grande ho­ m em. a quem vós matastes. não a podereís desfazer. Porqu e. suspendendo-o num ma­ deiro. 32 E nós somos testemunhas destas coisas. 34 mas. Os A p ó s­ to lo s são açoutados e. ord en aram -lh es que não falassem mais no nome de Jesus. levantou-se uma murmuração dos H elenislas 0 6 » 1.ram ao Sinédrio. dado ‘poi* Deus a todos os que lhe obedecem . D a ra -s e e ste n om e aos h ebreu s que fa la va m g r e g o . p o r tere m n ascid o no m eio dos p o v o s pagãos. 31 A este elevou Deus com a sua dextra com o Chefe e Salvador. assim não correie o risco de fazer oposição ao próprio D eu s. ee eela id eia ou esta obra vem dos hom ens. 30 0 Deus dos nossos pais ressuscitou Jesus. 38 A g o ra aconselho-vos a que não vos m etais com estes homens e que os deixeis. o Cristo. 40 T en d o cham ado os A p óstolos. G a m a liel in te rv é m em fa v o r dos A p ó s ­ tolo s. ao qual se associou um núm ero de cerca de quatrocentos homens. e soltaram-nos. se vem de Deus. . 0 príncipe dos sacerdotes os in ter­ ro go u : 28 «E xpressam ente voe ordenám os que não ensinásseis nesse nom e. 6 — 1 N aqueles dias. por si mesma se desfará. depois de oe terem mandado açoutar. e eis que tendes enchido Jeru­ salém da vossa doutrina. crescendo o número doe dis­ cípulos. Ele foi m orto. e quereis tornar-nos respon­ sáveis pelo sangue desse h om em . e levou o povo após si. mandou que saíssem para fora aqueles homens por um pouco de tem po. para dar a Israel o arrependim ento e a remissão dos pecados. 35 e disse aos sinedritas: «V a rõ es israelitas. O s sete diáconos. chamado Gam aliel. respei­ tado por todo o povo. considerai bem o que estais para fazer com estes homens.

levantaram -se a disputar com Estêvão. porque as suas viúvas eram desatendidas na distribuição quotidiana (dos socorros).» 5 A gradou esta proposta a toda a assem­ bleia e escolheram Estêvão. e. e estes. flxaudo nele os olhos todos os que estavam sen­ tados no Sinédrio. F ilip e. E stêvão fa z o resu m o da h istó ­ ria do p o v o de Is r a e l: É p o ca dos p a tria r­ cas. o u vi: O Deus da g ló ria apareceu a nosso pai A braão. 15 E. 11 Então subornaram alguns que disseram: «O u vim os dizer palavras de blas­ fêm ia contra Moisés e contra D eu s. convocando a m ultidão dos discípu­ los. Prócoro. fazia grandes prodígios e m ilagres entre o povo. ocupar-noB-emos totalm ente na oração e no m inistério da p alavra. avançando contra eie. dos Cirenenses. 4 Nós. e também uma grande m ultidão de sacerdotes aderia à fé.E stêv ão d ia n te do S in é d r io . dos A lexan drin os e dos que eram da Cilícia e da A sia . e vem p a ra a te rra que eu te m ostra r (Gen. contra os hebreus. cheios de E spírito Santo e de sabedoria. os anciães e os escribas. N icanor. irm ãos. chamada dos L ib ertos. 14 ouvim os-lhe dizer que esse Jesus de N azaré há-de destruir este lu gar e há-de m udar as tradições que Moisés nos deixou. disseram : «N ã o é conveniente que deixem os a palavra de Deus para servir às mesas.» 12 Am otinaram assim o povo. quando eslava na Mesopotâm ia. 8 Estêvão. Parmenas e N icolau. 10 mas não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito que inspirava as suas palavras. cheio de graça e de fortaleza. (L e u s ) o fez . De lá. 2 Então OB doze. 3 Portanto. 3 e disse-lhe: S a i da tu a te rra e da tu a pa ren tela. antes de habitar em Caran. 13 e apresentaram falsas testemunhas que diziam : «E ste homem não cessa de proferir palavras contra o lu gar santo e contra a le i. aos quais encarreguem os desta obra. viram o seu rosto como o rosto de um anjo. T im ão. homem cheio de fé e do Espírito Santo. porém. 6 Apresen­ taram-nos diante dos A póstolos. depois de terem orado.1). prosélito de A n tioqu ia. m ultiplicava-se m uito o número dos discípulos em Jerusalem. ímpuseram-lhes as mãos. 12. o arrebataram e levaram ao Sinédrio. 7 A palavra do Senhor ia-se espalhando cada vez mais. escolhei dentre vós sete varões de boa repu­ tação. 4 Então saiu ele da terra dos caldeus e habitou em Caran. depois que morreu seu pai. 7 — 1 Então o sumo sacerdote pergu n tou -lh e: «E s ­ tas coisas são a s s im ? » 2 E le respon deu : Irm ãos e pais. 9 Porém alguns da sinagoga.

quando ainda não tinha filhos. vende­ ra m -n o p a ra ser levado ao E gip to. 12 Tendo Jacob ouvido dieer que havia trig o no E gipto. a filha de F a ra ó recolheu-o e criou -o como seu filho. e os nossos pais não achavam que comer. 13 na segunda. enviou (lá ) nossos pais uma pri­ m eira v e z . 7 Mas a nação. 20 N aqu ele tempo nasceu Moisés. o povo cresceu e m ultiplicourse no Egipto. m a ltra to u os nossos pais alé ao ponto de 08 obrigar a expor seus filhos. e Jacob os doze patriarcas. 8 E deu-lhe a aliança da circuncisão. Isaac (gerou e c ir c u n e id o u ) Jacob. . (Gen. MÕf-“ sés. 6 Deus disse-lhe que a sua descendência seria p eregrina em te rra estranha. invejosos de José. 22 Moisés fo i instruído em toda a ciência dos Egípcios. que era agra­ dável a Deus. mas Deus estava com ele. 21 Depois. E x . em Siquem . de quem tiver sido escrava. F o i cria d o (ocultam ente) dura n te trés me­ ses em casa de seu pai. passados oito dias. 16 F o ra m trasladados p a ra S iqu iem e postos no sepul­ cro que A braão tin h a com prado à custa de dinheiro aos filhos de Hem or. 17 Mas. na qual agora habitais. 10 L ivrou -o de todas as suas atribulações. José fo i reconhecido p o r seus irm ãos. 14 José mandou chamar seu pai Jacob e toda a sua fam ília que constava de setenta e cinco pessoas. depois do que sairão e me adorarão neste lugar. 17-26.13-14). aproxim ando-se o tèm po do cum prim ento da promessa que Deus tinha feito com ju ram ento a A braão. e a m a ltra ­ ta ria m pelo espaço de quatrocentos anos. 19 Este. 1 e 2. onde m orreu com uossos pais. r e i do E gip to. o q u a l 0 fee governador do E g ip to e de toda a sua casa. 23 Quando com7 . nem o espaço de um pé. Í>assar he deu herança nela. a red u ziria m à escravidão. P a ssa g en s tira d a s d e d iv e r s a s n arra ções d o Cénesís e in s p ira d a s em tra d içõ es rabin ícas. 9-16. que não tinha conhecimento de José. C f. usando de astúcia con­ tra a nossa ra ça . t8 até que apareceu outro re i no E gip to.a esla terra. y o r a que não vives­ sem. e era poderoso em palavras e obras. 11 Veio depois a fome p o r toda a te rra do E g ip to e de Canaan. 15 Ja­ cob desceu ao E gip to. e assim gerou Isaac e o circuneidou. 6 E não mas pro­ meteu dar-lhe a posse dela a ele e à sua posteridade depois dele. 9 Os patriarcas. disse o Senhor. eu a ju lg a re i. quando fo i exposto. 16. e uma grande tribulação. e fo i descoberta ao Faraó a sua linhagem . deu-lhe g ra ça e sabedoria diante de F a ra ó.

veio-lhe ao coração o (desejo de) v is ita r seus irm ãos. operando prodígios e m ilagres n a terra do E g ip to . V oltaram -se em seus corações p a ra o E gip to.1-10. C f. 25 Ora ele ju lg a v a que seus irm ãos com preenderiam que Deus os h avia de lihertar por sua m ã o . 39 ele. ouvi os seus gemidos e desci a liv rá -lo . que vão adiante de nós. apareceu-lhe no deserto do monte S in a i um anjo na cham a de um a sarça que a rd ia . antes repeliram . 40 dieendo a A a rã o . os filhos ãe Is ra e l. fize­ ram um bezerro (de o u ro ) e ofereceram sacrifício ao 27-29. 30-34. 0 Deus de Abraão. . porém . 30 Passados quarenta anos. querendo reconciliá-los. e vin gou o que padecia a injúria. não ousava olhar. que Jhe d is s e : 32 E u sou o Deus de teus pais. como m ataste ontem o egipcio ? 29 A esta p a la v ra Moisés fu g iu e fo i h a b ita r n a terra de M adian. e o que recebeu palavras de vida. 24 Vendo que um era maltratado. 4t N aqueles dias. 35 A este Moisés. 38 Este é o que esteve no m eio da assembleia do povo no deserto com o A n jo . agora. E x . a quem renegaram . porque esse Moisés. não sabemos o que fo i feito dele (Ex. encontrou une deles em rixa. disse: 0 ’ homens. no m ar V erm elho e no deserto. 33 0 Senhor disse-lhe: T ira os sapatos dos teus pés. 37 E sle é aquele M oi­ sés que disse aos filhos de Is ra e l: Deus vos suscitará dentre vossos irm ã os u m profeta como eu (Dt. de Isa a c e Jacob. para no-las transm itir. 2-13-15. C f. é um a terra santa. onde estás. Moisés adm irou-se de tal apari­ ção. e. por que voe m altrataie um ao ou tro? 27 Mae o que fa s ia in jú r ia ao seu concidadão o repeliu. mas eles não o com­ preenderam .'q u e lhe falava no m onte Sinai. 36 Ele oe fez sair. que reside no E gip to. porque o lu g a r. durante quarenta anos. 31 Vendo isto. aproxim ando-se para observar.t-23).15). 32. a quem nossos pais não quiseram obedecer. 34 E u v i e considerei a aflição do meu povo. pois. 26 N o dia seguinte. Moisés. aterrado. m atando o egipcio. e com os nossos país. e enviar-te-ei ao E g ip to . Faee-nos deuses. pela mão do anjo que lhe apa­ receu na sarça. dizendo: Quem te co n s titu iu chefe e ju ie ?— a este enviou Deus com o chefe e libertador. d izen d o: Quem te con stitu iu chefe e ju ie sobre nós? 28 Quereis porven tu ra m atar-m e. 3.' que nos tiro u da terra do E gip to. Vem. e. ouviu a voz do Senhor. onde gerou dois fllhoe. vós sois irm ãos.pletou a idade de quarenta anos. E x . 18. o defendeu.

Que casa me edificar eis vós. segundo a ordem daquele que tin h a prescrito a Moisés que o construisse segundo o modelo que tinha visto. 47 T o d a via fo i Salom ão que lhe edificou um a casa.íd o lo .9. como ele estava cheio do Espírito Santo. 53 vós. 45. 32. C f. e não a guardastes. casa de Jsrael. o so l. 33. P o is eu vos tra n sp orta rei p a ra além de B a b ilôn ia (A m . 45 Nossos pais. D eus p e rm itiu q u e os is ra e lita s caíssem na m ais gro s s e ira id o la tr ia . ch egan do a a d o ra r a m ilíc ia do cén. enraiveciam -se nos seus corações e rangiam oe dentes contra ele. 6. quando fo ra m tom a r posse da terra das nações. Em ca stigo da sua in g ra ti­ d ã o . 5. d e M o i- Martírio ® ^ . as e s tr e la s . viu a glória de Deus e Jesus que estava em pé à direita de Deus. à direita de D eus. que recebestes a le i por ministé­ rio dos anjos. o pediu que lhe fosse p erm itid o con stru ir um tabernáculo p a ra o Deus de Jacob. C f.1. 46. 66. 46 0 qual achou graça diante de Deus. 52 A qual dos profetas não perseguiram vossos pais? Mataram até os que pre­ diziam a vin da do Justo. do qual agora fostes traidores e homicidas.3.» 57 Então 42. 11 S am . C f. I R e is . e alegravam -se das obras das suas mãos. 47. cu jos a n tigos h ab itan tes Deus ex p u lso u . até aos dias de D avid. 44 0 tabernáculo do testemunho esteve entre os nossos pais no deserto. 7. levaram -no sob a direcção de Josué. 55 Mas. etc.25-27).» 54 A o ou vir tais palavras. assim (sois) vós também. isto é. figuras que fizestes p a ra as a d ora r.2. A o cu lto da m ilíc ia do céu. a lua. Is . olhando para o céu. 49 Océu é 0 meu trono. assim com o (fo ra m ) vessos pais. £ i . com o está escrito no liv ro dos profetas: P o r­ ven tu ra oferecestes-me vós.. 42 Mas Deus afastou-se deles e abandonou-os ao culto da m ilic ia do céu.. tendo-o rece­ bido. e a terra o escabelo dos meus pés. com o diz o profeta. 56 E d is s e : «E is que vejo os céus abertos. 51. em pé. 63-10. vós resistis sem pre ao E s p irito S a n to . T o m a r posse das nações da te rr a d e Canaan. e o F ílb o do homem.1-2). diz o Senhor? Ou qu a l é o lu g a r do meu repouso ? 50 N ã o fez p orven tu ra a m in h a mão todas estas coisas (Is. 48 Porém o A llíssim o não habitava em templos feitos pela mão do homem. algum as v iti­ m as e sa crificios pelo espaço de quarenta anos no deserto? 43 Transportastes a tenda de M oloch e o astro do vosso deus Renfa. que Deus lan­ çou de diante de nossos pais. 51 Homens de cerviz d u ra . incircuncísos de coração e ouvidos.

e todos se dispersaram pelas irovíncias da Judeia e da Samaria. dizendo: «E ste homem é o poder de Deus que se chama gran de. 9 Ora já se encontrava lá um bom em . clamou em voz a lta : «Senhor. tendo chegado à cidade de Samaria. e. tendo ouvido dizer que a Sam aria havia recebido a pa­ . levantando um graude clam or. 58 E. E m uitos paralíticos e coxos foram curados.» Teu d o dito isto. d i­ zendo que era um grande p erson agem . ele orava assim : «S en h or Jesus. 12 Porém. 4 Ora 08 que se tinham dispersado. iam-se baptizaudo homens e mulheres. porque. assombrando os Samaritanos. tirando com violên cia hom ens e mulheres. teudo-se baptizado.» 11 Aderiam a ele. recebe o meu esp irito. deslum­ brado pelos prodígios e grandes m ilagres que ee faziam. que lhes anunciava o reino de Deus e o nom e de Jesus Crislo. 5 F iipe. 2 Alguns homens piedosos sepultaram Estêvão e fizeram um grande pranto sobre ele. desde o menor a lé ao maior. e todos juntos arremeteram contra ele com fúria. ouvindo-o e vendo os m ilagres que fazia. o apedrejavam . pregava aí Cristo. os fazia meter na prisão. 10 e todos lhe davam ouvidos. Perseguição contra a Igreja 8 — 1 Saulo aprovava a morte de Estêvão. 6 A s m ultidões estavam unânimemente atentas ao que F ilip e dizia. 8 Pelo que houve grande a legria naquela cidade. iam de uma )arte para outra.eles. A Igreja começa a espalhar-se entre os gentios O diácono F ilip e na S am aria. taparam os ou vi­ dos. tendo-o lançado fora da cidade. de m uitos que tinham espíritos imundos. 3 Saulo assolava a Igreja . depois que creram em Filipe. anunciando a palavra de Deus. as testemunhas depuseram os seus vestidos aos çés de um jovem chamado Saulo. 7 Com efeito.» 60 Depois posto de joelh os. adormeceu no Senhor. não lhes imputes este pecado. que exercia a m agia. 08 trazia seduzidos desde há m uito tempo. 59 Enquanto apedrejavam Estêvão. estes saíam dando grandes gritos. e.Mago. 13 Creu também o mesmo Sim ão. com as suas artes mágicas. chamado Simão. N aqu ele dia levantou-se uma grande perseguição contra a Ig re ja que estava em Jerusalém. P ed ro e João na Sam aria. ligou-se a Filipe. 14 Ora 08 apóstolos que estavam em Jerusalém. S im ão . entrando pelas casas. excepto os Âpóstoos.

linha ido a Jerusalém. 2 . levantando-se. depois de terem dado testemunho e anun­ ciado a palavra do Senhor. visto que ju lgas te que o dom de Deus se pode adquirir com dinheiro. mandarám-lhes lá Pedro e João. fizeram oração por eles. E ste p ro ce d er d c S im ã o deu o rig e m ao term o s im o n ia .» 24 Sim ão respondeu: «R o g a i por mim ao Senhor.» 25 Eles. 38.. penitência desta tua m aldade e roga a Deus que. para que não venha sobre mim nada do que acabais de d izer. e a comunicação d o E s p i­ r ito S an to. porem. V e r nota. 19 dizendo. 23 Porque eu vejo-te cheio de am argosíssimo fe l e entre os laços da in iqü idade. a fim de receberem o Espírito Sauto. mas sòmente tinham sido baptizados em nom e do Senhor Jesus. ofere­ ceu-lhes dinheiro.. O A p ó s to lo usa esta ex p re ssã o . D e a m a rg o s ís s im o f e l . 17 Enlão Pedro e João impuseram-lhes as mãos. 22 Faze.lavra de Deus. porque o teu coração uão é recto diante de Deus. 29 Então disse o Espirito a F ilip e : «A va n ça e aproxim a-te desse ca rro. de g r a v ís s im o pecado. rainha da Etiópia. tendo chegado. em q u e há om sin a l e x te rn o na im p osição das mãos e na oração d e qu e è acom panhada. voltaram para Jerusalém. a fim de que todo aquele. S e é p ossível. 28 e v o l­ tava sentado sobre o seu carro. mas para m o stra r a S im ão a g r a v i­ dade da sua fa lta . Pedro.» 27 Ele. F ilip e baptiza um eunuco da rainha Candace. para adorar (a Deus). ouviu que o « 16. nestes ter­ m os: «L evan ta-te e segue para o lado do m eio-dia pela estrada que va i de Jerusalém a Gaza: esta está deserta. disse-lhe: 20 « 0 teu dinheiro pereça contigo. receba o Espirito Santo. 26 U m anjo do Senhor falou a F ilip e. 16 porque ele ainda não tinha descido sobre nenhum deles. ím p tis e ra m -lh e s as m ã o s . 1b os quais. T r a ta -s e de um sacram ento d is tin to d o B aptism o. 18 Quando Sim ão viu que se dava o Espírito Santo por m eio da im posição das mãos dos A póstolos. isto é. 23. E eis que um homem etíope. e eles receberam o Espírito Santo. 17.» 30 Correndo F ilip e. se é possível. e anunciavam o Evan gelho por muitas aldeias dos SamaritanoB. não p o rq u e d u v id e da m is e ríc ó ru ia de D eu s. E m nom e do S a n h o r Jesu s. te seja perdoado este pensamento do teu coração. pois. a quem eu impu­ ser as mãos. . o qual era superintendente de todos os seus tesouros. qu e s ig n ific a o c o m ércio com coisas sagradas. 18. m inistro de Cândace. 8 P ed ro e João vo lta m a Jerusa­ lém . lendo o profeta Isaias. 22. «D ai-m e também a mim esse poder. 21 T u não tens parte nem gerência neste m inistério. partiu.

7-8). 4 Caindo por terra. 39 Ten do saído da água. d e qu em ela é o co rp o m ístico. isso é p ossível. homens e mulheres. ouviu uma voz que lhe d izia : «S a u lo . O s elem en to s desta in te rp o la çã o. Paulo s^Paufo.14). era esta: Como ovelha fo i levado ao m a ta d ou ro. súbitamente o cercou uma luz fulgurante vin da do céu. aconteceu que. que m otivo me im pede de ser b ap tizad o?» 37 (F ilip e d is s e : «S e crês de todo o coração. respirando ainda ameaças ® m orte contra os discípulos do Senhor. que não è au tên­ tica. com o fim de levar presos a Jerusa­ lém quantos adeptos deste caminho (d o u trin a ) encon­ trasse. ou de algum ou tro?» 35 Abrindo F ilip e a sua boca e principiando por esta (passagem d a) Escritura. S e n h o r? » Ele (respondeu). Quem poderá descrever a sua descen­ dência? — pois que a sua vida fo i a rrancad a da terra (Is. apresenlou-se ao sumo sacerdote 2 e pediu-lhe cartas para as sina­ gogas de Damasco. Conversão e primeiros trabalhos apostólicos de S. . por que me p ersegü es?» 5 E le disse: «Q u em és tu. Saulo. 40 Filip e encontrou-se em A zo to . 36 Ora. e desceram os dois à água. «E u sou Jesus. q u e q u e re s q u e eu fa ç a ? £ o S e n h o r re s p o n d e u -lh e : L e v a n t a . o Espírito Santo arrebatou F i­ lipe. T r e m e n d o e a tô n ito . 22. e o eunuco não o viu mais. 9 . E continuava alegre­ mente o seu caminho. e.t e . O eunuco disse: «E is águ a. continuando eles o seu cam i­ nho. en contram -se su bstan cialm en te m ais a d ia n te (cap. E ste v e r s íc u lo não se encontra nos m e lh o re s m an u scrito s. ao aproxim ar-se de Damasco.10 e 26.» . encontraram água. A passagem da Escritura que ia lendo. assim ele não a b riu a sua boca. 33 N a sua hum ilhação fo i consumado o seu ju lga m en to. como cordeiro mudo diante daquele que o tosquia. 34 0 eunuco disse a F ilip e : «P eço-te (que me digas) de quem disse isto o profeta? De si mesmo.. e F ilip e o baptizou. F ilipe e o eunuco.» Ele respondeu: «C reio que Jesus Cristo é o F ilh o de D eu s. anunciou-lhe Jesus. . e disse: «Com preendes o que lê s ? » 31 Eie disse: «C om o o poderei (eu comreenãer) ee não houver alguém que mo ex p liq u e? » rogou a F ilip e que subisse e ee sentasse ju n to dele. a quem tu persegües.etíope lia o profeta Isaías. 37. 3 Prosseguindo ele a sua jornada. 53. S au lo d is s e : S en h o r. 4.») 38 Mandou parar o carro. P o r qu e m e persegües ? P e r s e g u ir a Ig r e ja é p e r s e g u ir a Jesua. 9 — 1 Entretanto Saulo. 5 N a V u lg a ta C le m en tin a lê -s e esta in te r p o la ç ã o : «D u r a co isa é para t i re ca ieitra r contra o agu ilh ão.

lhe cairam dos olhos umas como escamas. em damasco. Eles. va i à rua chamada Direita. 0 Senhor. numa visão. S en h or. desce­ ram-no numa cesta. porque ei-lo que está oran d o. mas não vendo ninguém . e não veio ele cá com o íim de os leva r presos aos príncipes dos sacerdotes?» 22 Entre­ tanto Saulo muito mais se esforçava e confundia os Judeus que habitavam em Damasco. e ai te será dito o que deves fazer. doe reis e dos filhos de Israel. 20 Im ediatam ente. o Senhor Jesus. de dia e de noite.» 12 (Neste mesmo tempo S a u lo. disse-lhe: «A n a n ia sl» Ele respondeu: «E is-m e aqui. levan­ tou-se e fo i baptizado. 19 Depois que tomou alim ento. . começou a pregar nas sinagogas que Jesus era o F ilh o de Deus. 25 Mas 08 discípulos. entra na cidade. 3orque esle é um instrum ento escolhido por mim para evar o meu nome diante das gentes. recuperou a vista.» 15 Mas o Senhor disse-lhe: «V a i. sem com er nem beber. que te apareceu no caminho por onde vinhas. estavam estupefactos. chamado Saulo. pela muralha. demonstrando-lhes que Jesus é o Cristo. em um a visão) viu um homem. não via nada. tenho ou vido dizer a muitos quantos males este homem fez aos teus santos em Jerusalém : 14 e aqui ele tem poder doe príncipes dos sacerdotes para prender todos oe que invocam o teu nom e. para o mata­ rem. 21 Pasm avam todos os que ouviam e d iz ia m : «N ã o é este aquele que perseguia em Jerusalém os que in vo­ cavam este nome. recuperou as forças. enviou-m e para que recuperes a vista e fiques cheio do Espírito S antó. ouvindo a voz. e busca em casa de Judas um (hom em ) de Tarso. que entrava e lhe impunha as mãos para reco­ brar a vista. 24 Porém Saulo fo i advertido das suas ciladas. porém. 9 Esteve ali três dias sem ver.» 7 Aqueles que o acompanhavam. 13 Ananias respondeu: «S en h or.6 Levanta-te. 8 Saulo levantou-se da terra e. tendo os olhos abertos.» 11 O Senhor disse-lhe: «L evan ta-te. disse: «Irm ã o Saulo. im pondo-lhe as mãos. e. chamado Ananias. tom ando-o de noite.» 17 F o i A nanias e entrou na casa. Esteve alguns dias com oe discípulos que ee encontravam em Damasco. 16 Mostrar-lhe-ei quanto deve eofrer pelo meu nom e. levando-o pela mão. o con­ duziram a Damasco. os Judeus em conselho resolveram matá-lo.» 18 Im ediatam ente. 23 Tendo-se passado muitos dias. Eles faziam guarda às portas (d a cidade). 10 Ora em Damasco havia um discípulo chamado Ananias.

e ele con­ tou-lhes como tinha visto o Senhor no cam inho. 40 Eutão Pedro.» 39 Pedro. 35 Y ira m -n o todos OB que habitavam em L id a e em Sarou. os quais Be converteram ao Senhor. ouvindo dizer que Pedro se encontrava lá.» Im ediatam ente se levantou. o qual lhe tinha falado. Tendo-a lavado. que havia oito anos ja zia num leito . 37 Aconteceu naqueles dias que. e dai o enviaram a Tarso. puBeram-na num quarto alto. chamada Tabita. Jesus Cristo cura-te. 37. de cidade em cidade. procurava jnntar-se com os discípulos. chamado Eneias. uma mulher. tendo mandado sair todos. quer dizer Dorcas. eoíflcava-se e cam inhava no temor do Senhor. conduziram-no a Cesa­ reia. Pedro P ed ro v is ita Ig r e ja e fa z m ila ­ g re s em L id a e em Jope. mas eles procuravam matá-lo. (p a la v ra ) que. traduzida (em grego). enviaram -lhe dois homens. entre osdiscípuloB. q u a rto a lto . 29 F alava e discutia com os H e le n is t a s . e. 31 T in h a então paz a Ig re ja por toda a Judeia. Levauta-te. vendo Pedro. P e d r o . e pregando cora­ josam ente em nome do Senhor. pondo-se de joelhos. disse: «T a b ita . entrando e saindo. fo i com eles. Depois. tomando-o consigo. não acredi­ tando que e e fosse d is c íp u lo . mas todos o temiam. OB discípulos. indo por toda a parte. voltando-se para o corpo. caindo enferma. P u s e ra m -n a n u m casa. na p a rte s u p e r io r da . rogan do-lh e: «N ã o te dem ores em v ir ter connoBco.P a u lo em Jeru sa­ lém . 34 Pedro disse-lhe. levantan­ do-se. chorando e mostrando-lhe as túnicas e os vestidos que Dorcas em v id a lhes fazia. 41 Ele a fez levantar. 38 Como L id a estava perto de Jope. e faze tu mesmo a tua cam a. Estava cheia de boas obras e de esmolas que fazia. G alileia e Samaria. «E neias. 26 Ten do chegado a Jerusalém. morreu. e cercaram-no todas as viúvas. 32 Ora aconteceu que Pedro. à e sp era d e S . Trabalhos apostólicos de S. sentou-se. levaram -no ao quarto alto. 36 H avia em Jope. L o g o que chegou. levanta-te. 30 Ten do sabido isto os irmãos. porque estava paralítico. e como em Damasco pregara corajosa­ m ente em nome de Jesus. o levou aos A póstolos. 27 Eutão Barnabé. e com a assistência do E spirito Santo ia-se m ultiplicando.» Ela abriu os olhos. foi também aos santos que habi­ tavam em L ida. isto é. 28 Desde então flcou com eles em Jerusalém. orou. 33 Encontrou ali um hom em .

répteis da terra e aves do céu. curtidor. 2 religioso e temente a Deus com toda a sua casa. Senhor. subiu Pedro à parte superior da casa para fazer oração. possuído de temor.» 14 Mas Pedro disse: «D e nenhum modo. cerca da hora sexta. 6 o qual se encontra hospedado em casa de um tal Sim ão.dando-lhe a mão. 5 A g o ra envia homens a Jope e manda vir um certo Sim ão. curti­ dor. perguntaram se estava ali hospedado Simão. e descer um objecto. cuja casa fica ju nto ao m a r. centurião da coorte chamada Itálica. e lo g o o objecto fo i retirado para o céu. tendo-lhes contado tudo isto. e muitos creram no Senhor. enquanto lh o preparavam . . (C ornélio) chamon dois dos seus criados e um soldado tem ente a Deus. Se­ n h o r? » O anjo respondeu-lhe: «A s tuas orações e as tuas esmolas subiram como um m em orial à presença de Deus. sem elhante a um grande lençol. 20 Levanta-te. 13 Ouviu esta v o z : «L evan ta-te. 10 Como tivesse fom e. 10 — l H a via então em Cesareia um homem cha­ mado Cornélio. daqueles que estavam às suas ordens. por­ qu e nunca com i nada manchado ou im puro. disse-lhe o E spírito: «E is três hom ens que te procuram. Mas. o qu al dava muitas esmolas ao p ovo e orava a Deus assi­ duamente. mata e com e. 19 Estando Pedro a pensar na visão. 43 Pedro ficou em Jope m uitos dias. caiu em êxtase: 11 viu o céu aberto. 12 no qual havia de todos OB quadrúpedes. V is ã o d e P ed ro .» 7 Tendo-se retirado o anjo que lhe falava. 9 No dia seguinte.» 15 Mas a voz tornou-lhe segunda vez a d izer: «N ã o chames im puro ao que Deus declarou puro. qu e tinha por sobrenome Pedro. 17 Enquanto Pedro estava incerto dentro de si sobre o que queria significar a visão que tinha tido. pois. Pedro. 08 enviou a Jope. 3 Este viu claram ente numa visão. 8 e. P e d r o em C e sa reia ju n to d e C o rn é lio . que tem por Bobrenome. em casa de um certo Simão. 42 Este facto fo i sabido por toda Jope.Pedro.» 4 Ele. eis que os homens enviados p or Cornélio. que b aixava para a terra. fixando os olhos no anjo. Então. 18 T en d o cha­ m ado. disse: «Q u e é isto.» 16 Isto repetiu-se três vezes. tendo chamado os santos e as viúvas. porque fu i eu que os O centu­ riã o C orn è lio manda p rocu ra r P ed ro . quis com er. que um anjo de Deus se apresentava diante dele e lhe d izia : «C o rn é lio . cerca da h ora nona. lha entregou viva. desce e vai com eles sem duvidar. perguntando pela casa de Sim ão. chegaram à porta. suspenso pelos quatro cantos. íudo eles em viagem e estando perto da cidade.

curtidor. em qualquer nação. disse: « N a verdade reconheço que Leus não fa e acepção de pes­ soas. oe hospedou. tomando a palavra. pois. para um homem judeu. disse: «A q u i me tendes. 24 N o dia seguinte. Cornélío estava-oe esperando. começando pela G alileia. sou eu quem buscais. 37 Sabeis o que aconteceu por toda a Judeia. e as tuas esmolas foram lembradas na presença de Deus. homem ju sto e temente a Deus. entrou em casa. A go ra todos nós. pois. D iscu rso de P ed ro .» 34 Então Pedro. N o dia seguinte. por que m otivo me cham astes?» 30 Cornélio disse: «F a z h oje quatro dias que eu estava orando em minha casa. e tu fizeste bem em vir. 26 Mas Pedro o levantou. que eu também sou um hom em . anuncian­ do-lhes a boa n ova da paz por meio de Jesus Cristo. entraram em Cesareia. o uuir-se a um estrangeiro ou aproximar-se d e le . 35 mas que. levantando-se. para ou vir as tuas palavras. 29 P o r isso vim sem hesitação. lo g o que fui chamado. quando apareceu diante de mim um bomem de vestes resplandecentes. reunidos aqui. mas Deus mostrou-me que a nenhum homem chamasse manchado ou im puro. mandando-os entrar.» 23 Então (P e d ro ). e n v ie i. à hora nona. a Jope chamar Simão. 33 P o r isso mandei im ediatam ente chamar-te. prostrando-ee a seus pés. saiu Cornèlio a recebê-lo. 25 Quando Pedro estava para entrar. d ize n d o : «L e v a n ta-te. ju nto do mar. recebeu ordem de um anjo santo para te mandar cha­ mar a sua casa. 32 Manda. o .» 27 E. Pergu nto. o qual está hospedado em casa de Sim ão. em compa­ nhia de alguns irm ãos de Jope. partiu com eles. que é o Senhor de todos. onde encontrou muitas pessoas reunidas. 36 Deus enviou a sua palavra aos filhos de Israel. a tua oração fo i atendida. que tem por sobrenome Pedro. lhe é agradável. tido em consideração por toda a nação doe Judeus. estamos dispostos a ou vir tudo o que o Senhor te ordenou que nos d igas. conver­ sando com ele. na presença de Deus. aquele que o teme e pratica a justiça. depois do baptismo que João p regou : 38 Como Deus ungiu com 0 Espírito Santo e com poder a JesuS de Nazaré. tendo convidado os seus paren­ tes e mais in t mos am igos. 28 Disse-lhes: «V ó s sabeis com o é coisa abominá­ vel.» 21 Descendo Pedro para ir ter com os homens. qual é a causa por que viestes a q u i? » 22 Eles disseram : « 0 centurião Gornélio.P e d ro in te rro g a C o rn èlio . que me disse: 3t C ornèlio.

d ep o is d e terem receb id o o E s p irito Santo. Senhor. 40 Deus. porque Deus era com ele.» 44 Estando Pedro ainda proferindo estas palavras. 42 Man­ dou-nos pregar ao povo e dar testemunho de que ele é o que Deus constituiu ju iz dos vivo s e dos mortos. o qual. is to é. recebe o p erd ã o dos seus pecados. 45 E os fiéis circuncisos.» 4 Mas Pedro começou a expor-lhes as coisas por ordem . os que eram da circuncisão disputavam cora ele. ouviram que também os gentios tinham rece­ bido a palavra de Deus. a nós que comemos e bebemos com ele. em êxtase. mata e come. 8 Eu disse: De nenhum m odo. 45. 2 Quando Pedro voltou a Jerusalém. a remissão dos pecados. que tin h a m s id o c o n v ertid o s do ju d a ism o . ao terceiro dia. recebe por m eio do seu nome. que tinham ido com Pedro. porém. 7 Ouvi também uma voz que me d izia : Levanta-te.qual andou. e veio até mim. suspendendo-o num madeiro. e fez que se manifestasse. F ié is circu ncisos. 41 não a todo o povo. esta visão: Descia uma espécie de objecto. 39 Nós somos testemunhas de tudo o que ele fez no país dos Judeus e em Jerusalém . d iz e n d o : 5 «E u estava orando na cidade de Jope. 3 dizen d o: <Tu entraste em casa de homens não circuncidados e com este com eles. Então rogaram -lhe que ficasse alguns dias com eles. mas mataram-no. 9 Respon- Í lOt 43. ressus­ citou-o. C o rn è lío e os seus com pa­ n h eiros são ba p ti­ zados. b aixava do céu. Então Pedro disse: 47 «P orven tu ra pode alguém recusar a água do baptismo àqueles que receberam o Espírito Santo com o n ós?» 48 E mandou que fossem haptizados em nome de Jesus Cristo. Pedro. . q u er seja ju d eu q u er g e n tio » e o b s e rv a os sens m andam entos. 46 por­ que os ouviam falar línguas e glorificar a Deus. desceu o Espirito Santo sobre todos os que ouviam a pregação. fazendo bem e sarando todos 08 oprim idos do demônio. porque nunca entrou na m inha boca coisa manchada ou im pnra. quando tive. suspenso pelas quatro pontas. admiraram-se de ver que a graça do Espírito Santo fo i também difundida sobre os gentios. répteis e aves do céu. 43 D ele dão este testemunho todos os profetas: todo o que crê nele. 6 Fixando eu os olhos nele. como um grande lençol. eras. de lu gar em lugar. P e d ro ju s tific a o seu m odo de p ro ce d er com C orn élio. que estavam na Judeia. 11 — 1 Os A póstolos e os irmãos. mas às testemunhas que Deus tinha escolhido antes. T o d o o que crê nele. depois que ressuscitou dos m ortos. estava-o contem)lando e v i (dentro) anim ais terrestres quadrúpedes.

enviados a mim de Cesareia. depois tudo foi retirado para o céu. deu-me outra vez a voz do céu: 0 que Ueus declarou puro. tendo entrado em A n tioqu ia. que enviou Barnabé a A n tioqu ia. 22 Chegou a notícia destas coisas aos ouvidos da Igreja de Jerusalém. com o (tin h a descido) sobre nós no prin­ cípio. teudo-o encontrado. pelas quais serás salvo. converteu-se ao Senhor. falavam também aos Gregos. por terem crido no Senhor Jesus Cristo. 23 Quando ele lá chegou e viu a graça de Deus. que ele h avia p roferid o: João baptizou em água. . 24 De facto. tu e toda a tua casa. E uniu-se ao Senhor grande m ultidão de gente. levou -o a A ntioqu ia. tendo crido. com coração firme. 14 o qual te anunciará palavras. 11 Eis que chegaram logo três homens à casa. não lhe Chames tu impuro. 10 Isto sucedeu por três vezes. che­ garam até à Fenicia. lhes deu a mesma graça que a nós. aquietaram -se e gloriBcaram a Deus. 13 Ele contou-QOB com o tinha visto na sua casa um anjo apre­ sentar-se diante dele. a fim de que tenham a v id a . quem era eu. Em A n tioq u ia fo i dado pela prim eira vez aos discípulos o nom e de cristãos. 20 Entre eles h avia alguns homens de Chipre e de Cirene. dizen do: «L o g o Deus concedeu também aos gentios a penitência. não pregando a ninguém a palavra. 25 (D a li) Barnabé partiu para Tarso. onde eu estava. 26 Nesta Igreja passaram eles um ano inteiro e ins­ truíram uma grande m ultidão. Estes seis irm ãos foram também com igo e entrám os na casa daquele hom em (que me m andou buscar). pois. em busca de S a u lo .» 19 Entretanto aqueles que tinham sido dispersos pela perseguição suscitada por causa de Estêvão. 17 Se Deus. tendo ou vido estas coisas. senão só os Judeus.O E va n ­ g e lh o p rega d o aos Ju­ deus e ge n tio s « m A n t io ­ quia. (B a rn a b é) era um hom em de bem e cbeio do E spírito Santo e de fé. 12 0 Espírito disse-me que fosse com eles. e m uita gente. 16 Lem brei-m e então da palavra do Senhor. mas vós sereis baptizados no Espírito Santo. que tem por sobrenome Pedro. alegrou-se e exortava todos a perseverar fiéis ao Senhor. 21 A mão do Senhor era com eles. Chipre e A n tioqu ia. 15 Ten do eu começado a falar. M in is ­ t é r io de B a rn a b é e P a u lo . anunciaudo-lhes o Seuhor Jesus. sem hesitação algum a. dizen do: Manda a Jope chamar Simão. desceu o Espí­ rito sobre eles. os quais. para que me pudesse opor a D eu s?» 18 Eles.

seguia-o sem dar conta de que era realidade o que se fazia por interven­ ção do anjo. que dã para a cidade. antes ju lg a v a ter uma visão. 3ü o que eles efec­ tivam ente fizeram. 4 T en d o-o m andado prender.» Ele assim fez. C a rid a d e dos p r i­ m e iro s cristãos m a n ife s ­ tada p o r ocasião d e uma fom e. pois. chamado A gah o. 2 Matou à espada T ia g o . meteu-o na prisão. 10 Depois de passarem a prim eira e a segunda guarda. dizendo: «L e v a n ­ ta-te depressa. 8 0 anjo disse-lhe: «T o m a o teu cio to e calça as tuas sandálias. Nova perseguição contra a Igreja em Jerusalém 12 — 1 N aquele mesmo tempo o rei H erodes man­ dou prender alguns m embros da Ig re ja para os maltra­ tar. 0 anjo. mandou também prender Pedro. fazia saber. p o r uma orden ação e s p ecia l. a d m in is tra r sacra­ m entos. irm ão de João. receb ia m dos A p ó s to lo s o g o v e r n o de ▼árias ig r e ja s com a o b rig a ç ã o de p reg a r. tendo intenção de o apresentar ao povo depois da Páscoa.27 N aqueles dias. U n s p ro fe ta s ou c ristã o s fe r v o ro s o s . Pedro dorm ia entre dois soldados. saindo. 7 De repente sobreveio um aujo do 8 enhor. a qual se lhes abriu por si mesma. resolveram enviar algum socorro aos irm ãos que habitavam na Ju d eia. ligados com duas cadeias. P ed ro é lib e r ta d o p o r um anjo. estava guardado no cárcere. A n c iã e s ou p r e s b íte r o s eram a q u e les qu e. foram de Jerusalém a A n tioqu ia uns profetas. 3 Vendo que isso agradava aos Judeus.» 9 Ele. dan­ do-o a guardar a quatro piquetes de quatro soldados cada um. . que have­ ria uma grande fom e por todo o mundo. na mesma noite em que Herodes estava para o apresentar (a o povo). 6 Ora. batendo no lado de Pedro. A o s anciães. 28 Levantando-se um deles. por mãos de Barnabé e de Saulo. e im ediatam ente. despertou-o. P r is ã o d e P e d ro . 11 Então Pedro. d isse: «A g o r a sei M a rtír io d e T ia g o . q u e tinham rece­ b id o do E s p ir it o Santo o dom d e p r e d iz e r o fu tu ro. passaram uma rua. o anjo afastou-se dele. e resplandeceu uma luz no aposento. 29 Os discípulos. voltando a si. Entre­ tanto a Ig re ja fazia sem cessar oração a Deus por ele. E disse-lhe : «P õ e sobre ti a tua capa e segue-m e. 11i 27. 5 Pedro. 30. a qual veio no tempo de Cláudio. Saindo.» E caíram as cadeias das suas mãos. Eram então os dias dos ázimos. etc. por virtude do Espirito. cada um segundo os seus meios. enviando-o aos anciães. chegaram à porta de ferro. e os guardas à porta v ig ia ­ vam a prisão.

Eles d iz ia m : « E ’ o seu a n jo . Herodes. 25 Barnabé e Saulo. 21 N o dia marcado. 13 Ten do ele batido à porta da entrada. chamada Rode. deu a nova de que Pedro estava à poria. correndo dentro. sentou-se sobre o trono e aren­ gava-lhes. tendo saído. sobre o que tinha sido feito de Pedro. disse­ ram-lhe : «Estás lo u ca . Primeira missão de S. Paulo P a u lo e B a roa b é en via d o s em m is­ são pela Ig r e ja de A n tío q u ia. D estas p a la v ra s se v ê q u e e n tre os p r im e ir o s cristão s h a v ia a crença d e qu e cada homem. Depois. mandou-os conduzir (a o s u p lício ). levando consigo João. fo i a casa de Maria. vestido de traje real. roído de vermes. uão lhe abriu (lo g o ) a porta. expirou.» Mas ela aflrm ava que era assim.» 16 Entretanto P edro continuava a bater. verdadeiram ente que o Senhor mandou o seu anjo e me livrou da mão de H erodes e de tudo o que esperava o p ovo doe Judeus. Sim ão. contou-lhes de que m odo o Senhor o tinha livrad o da prisão. passanda da Judeia a Cesareia. E* o seu a n jo da guarda» qu e tom ou a fig u ra <Je P e d r o . tinh a o seu a n jo da gu arda. 24 Entretanto a palavra do Senhor crescia e m ultiplícava-se. e não o encontrando. porém. pediram paz. cam areiro do rei. 14 L o g o que reconheceu a voz de Pedro. e. com a alegria. tendo-o mandado buscar. porém . T en d o aberto (a p o rta ). 18 Ora. uma donzela. tendo coocluído o seu m inistério. voltaram de Jerusalém. chamado o 12. houve não pequena pertur­ bação entre os soldados. e não de um homem I» 23 Porém subita­ mente 0 anjo do Senhor o feriu. feito inquérito a respeito dos guardas. ten­ do-lhes feito sinal com a mão para que se calassem. 15. 19 Herodes. mãe de João. que tem por sobrenome Marcos. com o fa vo r de Blasto. 22 E o p ovo o aplaudia. foram te r com ele. dizendo: « E ’ voz de um deus. mas. de comum acordo. aí habitou. e.» 12 Depois de um m omento de reflexão. 15 Eles. viram -no e ficaram estupefactos. 20 Ora (Herodes) estava em conflito com os de T iro e de Sidónia. onde estavam muitos reunidos em oração.» Depois. Disse : «F a ze i saber isto a T ia g o e aos irm ãos. fo i escutar. . porque das terras do rei é que o seu país recebia a subsistência. entre os quais Barnabé. Mas estes. 17 Ele.M o rte t e r r ív e l de H ero ­ des A g r ip a . fo i para outra parte. que tem por sohreuome Marcos. porque não tinha dado g ló ria a Deus. quando fo i dia. 13— 1 H avia na Ig re ja de A n tio q u ia profelas e doutores.

7 o qual vivia com o procônsul Sérgio Paulo. buscava quem lhe desse a mão. S eu m i­ n is té r io em C b i- jír e . Manahen. . chegaram a Perge da Panfilia. 14 Eles. sem ver o soi durante certo tem po. ficarás cego. não acabarás de perverter 08 caminhos rectos do Senhor? 11 P. 2 Estando eles a celebrar o culto do Senhor e a jeju ar. porém . 4 Eles. disse: «V a rões israelitas. levantando-se e fazendo com a mão sinal de silêncio.» 16 E nlão Paulo. 18 Alim entou-os no deserto. foram a Antíoquia da Pisídia. em herança. foram a Selêucía. fixando nele os olhos.ois agora eis que a mão do Senhor está sobre ti. creu. impuseram-Ihes as mãos e despediram-nos. D e P a fo s a A n t io ­ q u ia da P is íd ia . colaço de Herodes Tetrarca. Lú cio de Cirene. Este. de onde os tirou com o poder do seu braço. 19 e. des­ truindo sete nações na terra de Canaan. pois. e. homem prudente. que estás) cheio de todo o engano e de Loda a astúcia. mostrou de­ sejos de ou vir a palavra de Deus. passando além de Perge. se tendes algum a exortação a fazer ao povo. en­ quanto eram estrangeiros na terra do Egipto. que também se chama Paulo. falso profeta. 12 Então o procônsul. apartando-se deles. m aravilhado com a doutrina do Senhor. fa la i. 8 Mas Elim as. disse-lhes o Espírito S a n to : «Sepa­ rai-me Barnabé e Saulo para a obra a que os destinei. pregavam a palavra de Deus nas sinagogas dos Judeus. judeu. tomaram assento.» 3 Eutão. tendo mandado chamar Barnabé e Saulo. procurando afastar da fé o procônsul. enviados pelo Espirito Santo. o mago E lim a s e o p rocô n ­ su l S é rg io P a u lo. 15 Depois da leitura da lei e dos profetas. Tinham com eles João. como auxiliar. depois de terem jeju ado e orado. cheio do Espí­ rito Santo. os chefes da sinagoga mandaram-Ihes d izer: «Irm ã os. D iscu rso d e P a u lo na sin a­ goga . 6 Ten do percorrido toda a ilh a até Pafos. e Saulo. voltou a Jerusalém. vendo este facto.» Caíram lo g o sobre eie a obscuridade e as tre v a s : andando à roda. o u v i: 17 0 Deus deste povo de Israel escolheu nossos pais e exaltou este povo. durante cerca de quarenta anos.N egro. encontraram um certo bom em mago. 5 Quando che­ garam a Salam ina. distribuiu entre eles o território delas 20 e deu-lhas. 9 Po­ rem Saulo. e vós qiie lem eis a Deus. inim igo de toda a justiça. e dali navegaram para Chipre. 13 Tendo-se feito à vela de Pafos. A q u i João. tendo entrado na sinagoga em dia de sábado. 10 disse: « 0 ’ (tu . que tinha por nom e Barjesus. o m ago (porque assim se interpreta o seu nome) se lhes opunha. filho do dem ônio. Pau lo e os que com ele se encontravam .

pois. 30 Deus.3). filho de Jessé. dando testemunho.7). deu-lhes ju izes até ao profeta Samuel. irm ãos. Depois disso. as cumpriram. pediram a PilatoB para lhe tirar a vida. e oe que entre vós temem a Deus. eu te gerei hoje (S. . Deus. tendo durante a sua vid a servido os desígnios de Deus. notório. não experim entou a corrupção. 22 R ejeitado este. 35 P o r isso também diz noutro lu gar: N ã o p e rm itirá s que o teu Santo experi­ mente corrupção (S. que por ele vos é anunciada a remissão dos pecados e de tudo aquilo de que não pudestes ser justificados pela le i de Moisés. condenando-o. mor­ reu. res­ suscitou-o dos mortos. suecitou-lhes com o rei a David. F ilh o de Cie. vem aquele. filhos da descendência de A braão. 38 Seja-vos. a nós é que foi enviada e s ta 'p a la v ra de salvação. suscitou um Salvador a Israel. mas eis que. segundo a sua promessa. 34 Que o ressuscitou dos mortos. o baptism o da penitência a todo o povo de Israel. 26 Irm ãos. não conhecendo Jesus nem as vozes doe profetas que cada sábado se lêem . e Deus deu-lhes Saul. tirando-o do ma­ deiro. ele o disse deste modo : D ar-vos-ei fielm ente os favores sagrados prom etidos a D a v id (Is. os habi­ tantes de Jerusalém e os seus chefes. 37 Porém . homem da tribo de Benjam im . dizia: Eu não sou quem vós pensais. antes da sua vinda.por espaço de cerca de quatrocentos e cinqüenta anos. tendo consumado todas as coisas que estavam escritas. de­ pois de mim. 32 E nós vos anunciamos que aquela promessa. para nunca mais tornar à corrupção. porém. disse: A ch ei D avid. 36 Porque David.10). 23 Da descendên­ cia deste. 31 e ele fo i visto duraute muitos dias por aqueles que o tinham acom panhado da G ali­ leia a Jerusalém. 65. 21 Então pediram um rei. chegando ao termo da sua missão. de quem não sou dign o de desatar o calçado dos pés. 27 Efectivam ente. que fará todas as minhas vontades. 0 . os quais agora são suas testemunhas perante o povo. que foi feita a nossos paie. 33 Deus a cum­ priu com seus filhos que somos nós. Í5 João. 24 tendo João pregado. ao qual. 2. 29 Depois. 16. ressuscitando Jesus. homem segundo o meu coração.puseram no sepulcro. com o está escrito no salmo segundo : Tu és meu F ilh o . por espaço de quarenta anos. 28 Não encon­ trando nele nenhuma causa de m orte. fo i reunir-se com seus pais e experim entou a cor­ rupção. Jesus. aquele que Deus ressuscitou dos mortos. 39 P or ele é justificado todo aquele que crê.

encheram-se de in veja e responderam com injúrias às palavras de Paulo. um a obra que vós não crereis. lhes falassem sobre o mesmo assunto. 47 porque assim nos ordenou o S e n h o r: E u te con stitu i lue das nações p a ra que sejas a salvação até à extrem idade da te rra (Is. concorreu quase toda a cidade a ou vir a palavra de Deus. mas. porque a rejeitais e vos ju lga is indignos da vid a eterna. que lançaram fora do seu território. ad m irai-vos e desaparecei. 44 N o sábado seguinte. que confirm ava a palavra da sua graça. foram para Icónio. 5 Mas. 6 tendo E fe ito s Pauio*e Baroabé. 14 — 1 Aconteceu em icó n io que. trabalhando cheios de coragem e de confiança no Senhor. se alguém vo-la contar (H ab. entraram juntos na sinagoga dos Judeus e falaram de tal m odo que muitos Judeus e C regos abraçaram a fé. 43 Tendo-se dissolvido a reunião. e suscilaram uma perse­ guição contra Paulo e Barnabé. para os u ltrajar e apedrejar. 46 Eutão Paulo e Barnabé disseram-lhes reso­ lutam ente. pois. ievanlando-se um m olim dos gentios e dos Judeus com os seus chefes. 49. eis que nos vol­ tamos para os gentios. alegraram -se e gloriücavam a palavra do Senhor. vendo aquela concorrência (ãe gente). assim com o os principais da cidade. 2 Mas os Judeus. Creram todos os que eram ordenados para a vida eterna. rogavam que.6). 4 D ividiu-se o povo da cidade: uns eram pelos Judeus. muitos Judeus e prosélitos piedosos seguiram Paulo e fiarnabé. tendo sacudido con­ tra eles o pó dos seus pés. os quais. que permane­ ceram incrédulos. 45 Mas os Judeus. Paulo e idaio. 48 Os gentios. 3 P o r isso demoraram-se ali muito tempo. 52 Entre­ tanto os discípulos estavam cheios de a legria e do E spirito Santo. ouvindo isto. outros pelos A p óslolos. segundo o seu proceder habitua). concedendo que fossem operados por suas mãos prodígios e m ilagres. ó despresadores. 50 Mas os Judeus instigaram algum as mulheres devotas e nobres. com as suas palavras. que eu vou faeer um a obra em vossos dias. 51 Então estes. 42 Quando eles saiam da sinagoga.40 Tom ai. cuidado que não venha sobre vós o que fo i dito nos p ro feta s: 41 Vede.5). no sábado s ^ u in te . os exortavam a que perseverassem na graça de Deus. . 49 A palavra de Deus espalbava-se por toda aquela região. «V ó s éreis os prim eiros a quem se devia anunciar a palavra de Deus. excitaram e fizeram irritar os ânimos dos gentios contra os irmãos. 1.

o mar e tudo o que há neles. fazendo benefícios. queria oferecer um sacrifício com o povo. 9 Este (hom em ) ou via pregar Paulo. rasgando as suas túnicas. Icón io e A n tio ­ quia. 7 A í pregavam o Evangelho. L istra e Derbe. refugiaram-se nas cidades de Licaóuia. precipilaram -se para o m eio do povo. o qual nunca tinha andado. ao terem conhecimento disto. e em toda aquela região em circuito. (dizendo) que é por muitas tribulações que devem os entrar no reino de Deus. apedre­ jaram Pau lo e o arrastaram para fora da cidade. a custo puderam im pedir o povo de lhes oferecer sacrifícios. ju l­ gando que estivesse morto. e a Paulo Herm es. em quem tinham crido. levautou-se c eotrou lugare^ cidade. atravessando a Pisídia. e exor­ tando-os a perseverar na fé. 24 Em seguida.eles sabido isto. clam ando: 15 « 0 ’ homens. que ides fazer? N ós também somos bom ens de natureza igual à vossa. pondo nele os olhos e vendo que tinha fé de que seria curado. Em l í 3 8 Ora em L istra bavia um homem. enco­ mendaram-nos ao Senhor. porque era este que (lhes) d irig ia a palavra. que vos pregam os que vos convertais destas coisas vãs ao Deus v ivo . a terra.» 12 E cha­ mavam a Barnabé Zeus. o sacerdote de Zeus. que fez o céu. 11 A m ultidão ao ver o que Paulo fizera. tendo constituído para cada Ig re ja presbí­ teros. 13 A lém disso. tendo aliciado a m ultidão. o qual. per­ m itiu que todas as naçóes seguissem os seus caminhos. 22 confortando as almas dos discipulos. 10 disse em alta v o z : «L evan ta-te direito sobre os teus pés. depois de terem feito oração e jeju ado. dando chuvas do céu e estaçóes favoráveis para os frutos. Em D erb e gQ Mas. leso dos pés. N o dia seguinte. 17 Todavia não se deixou a si mesmo sem testemunho. partiu com Barnabé para Derbe. 14 Mas os A póstolos Barnabé e Paulo. 21 T en d o evangelizado aquela cidade e feito m uitos discípulos. dando em abundância o man­ tim ento e a a legria aos vossos coraçóes. foram à Pan- . rodeado doB discípuloB. tra­ zendo para diante das portas touros com grinaldas. 19 Então sobrevieram de A n tioq u ia e de Icón io alguns Judeus que. levantou a voz. voltaram para Listra. coxo de nascença. 23 P o r fim. que estava à entrada da cidade. 16 N os séculos passados.» 18 Dizendo isto.» Ele levantou-se de um salto e pós-se a andar. dizendo em língua licaón ica: «Estes eão deuses que baixaram até nós em form a de hom ens.

o que causava grande contentam ento a todos os irmãos. 5 Mas levantaram -se alguns da seita dos fariseus. há m uito tem po. deu testemunho em favor deles. acom panhados (d u ra n te algum tem po) pelos membros da Ig re ja . os A póstolos e os presbíteros para exam inar esta questão. contando a conversão dos gentios. 8 Deus. 25 e. Depois detiveram-se com os discípulos não pouco tempo. iam passando pela Fenícia e pela Sam aria. me escolheu entre vós para que da minha boca ouvissem os gentios a palavra do Evangelho e abraçassem a fé. 27 Ten do chegado e reunido a Igreja. com o também a nós. coutaram tudo o que Deus havia feito com eles e como tinha aberto a t>orta da fé aos gentios. purifi­ cando com a fé os seus corações. im pondo um ju g o sobre as cervízes dos discípulos. foram recebidos pela [greja .filia . levantando-se P e d r o . que conhece os corações. cremos ser salvos. 26 D ali navegaram para A n tio q u ia . 10 L o go . Recepção de P a u lo e B arnabé em J eru ­ salém . pois. resolveram que fossem Paulo e Barnabé e algu ns dos outros consultar os A p óstolos e os presbíte­ ros de Jerusalém sobre esta questão. disse-lhes: «Irm ã os. 7 Teudo-se suscitado uma grande discussão. donde tinham sido recomendados à gráça de Deus para a obra que tinham concluído. d e li­ berações dos A p ós­ tolos. pois. dizendo que era necessário (que os gen­ tios) fossem circuncidados e que se lhes intimasse a observância da lei de Moisés. 9 e não fez diferença algum a entre nós e eles. do mesmo m odo que eles. 3 Eles. . Concilio de Jerusalém 15 — 1 Ora alguns vindos da Judeia ensinavam aos irm ã o s : «S e voe não circuncidais segundo o rito de M oi­ sés. desceram a A là lia . por que ten­ tais agora a Deus. conferindo-lhes o Espírito Santo.» 2 Tendo-se levantado uma discussão e uma v iv a altercação entre eles e Paulo e Barnabé. sabeis que Deus. 4 T en d o chegado a Jerusalém. e contaram to­ das as coisas que havia feito Deus com eles. pelos A póstolos e pelos anciães. que nem nossos pais. anunciada a palavra do Senhor em Perge. R eu n ía o d o C on ci­ l i o . nem nós podemos suportar? 11 P e lo contrário. V o lta m a A n t io ­ qu ia da S lria .» M o tiv o d o C on ­ c ilio . que tinham abraçado a fé. 6 Reuniram-se. não podeis ser salvos. pela graça do Senhor Jesus Cristo.

com o está e s c rito : 16 De­ p ois disto volta rei e reedificarei o tabernáculo de D a vid que ca iu . rep a ra rei as suas ru ín a s e o levantarei. dentre os gentios. M Ten do nós sabido que alguns. saúde. (E legera m ) Judas. depois de nos termos reunido. do sangue. 25 aprouve-nos. A d eu s. e enviá-las a A n tioqu ia. indo do meio de nós. die o Senhor.» P r o m u i22 Então pareceu bem aos A póstolos e aos presbí®decísBes* tcros. carn es d e an im a is m ortos sem lh es t e r sid o tira d o o sangue. Carttes sufocadas. . onde é lid o todos sábados. 15 Com isto concorda­ ram as palavras dos profetas. e ouviam Barnabé e Pau lo contar todos os m ilagres e prodígios que Deus tinha feito por intervenção deles entre os gentios. 27 En­ viam os portanto Judas e Silas. cargos além destes indispensáveis: 29 Que vos abstenhais das coisas im oladas aos ídolos. desde o princípio. se convertem a Deus.12 T o d a a assembleia se c a lo a . das quais coisas fareis bem em vos guardar. isto è. pareceu bem ao Espirito Santo e a nós não vos im por mais en. das carnes sufocadas e do san­ gue. vos perturbaram com discursos que agitaram as vossas almas. 14 Sim eão contou com o Deus. 20 mas que se lhes escreva que se abstenham das contaminações dos idolos. da fornicação. sobre as quais tem sido invocado o meu nome. tem em cada cidade homens que o pregam nas sinagogas. 20. pessoas eminentes entre os irm ãos. desde tem pos antigos. 9. 26 homens que lêm exposto as suas vidas pelo nome de Nosso Senhor Jesus Cristo. eleger algum as pessoas dentre do Con. e enviá-los a vós com os nossos muito amados Barnabé e Paulo.eles. das carnes sufocadas e da fornicação. 18 deter­ m inadas desde a eternidade (A m . aos irm ãos convertidos dos gentios. sem nenhuma ordem da nossa parte. que fa e estas coisas. e Silas. com toda a Igreja. escolher alguns homens. c iiio . 21 Porque Moisés. ^ Com efeito. que tinha o sobrenom e de Barsabas. 13 Depois que se calaram. 23 man­ dando por mão deles esta carta : «O s Apóstolos e os presbíteros irm ãos. T ia g o tomou a palavra. S im e ã o . cuidou em tirar do m eio dos gentios um povo que fosse seu.» 15» 14. ouvi-me. fo rm a ara m a iza n te d e S im ã o ( P e d r o ) . 19 P o r isso sou de opinião que se não devem inquietar os que. que voe exporão as mesmas coisas e de v iva voz.11-12). i7 a fim de que busquem a Deus todos os outros homens e todas as gentes. d izen d o: «irm ãos. que estão em A n tioqu ia. na S íria e na Cilícia. com Paulo e Barnabé.

31 Tendo-a eles lido. foram rem etidos em paz pelos irm ãos aos que lhos tinham enviado. filho de uma mulher judia. etc.30 Eles. Barnabé. e de pai p e g o . Segunda missão de S. D esa » cordo e a tre P a n lo e B arnabé. chamado T im óteo. ensinando e evangelizando com outros muitos a pala­ vra do Senhor. tendo-se despedido. para ver em que estado se encontram . 39 E houve tal desacordo entre eles. foram a A n tioquia. porém. gue se tinha separado deles na Panfília e não tinha ido com eles àquela obra. o E s p ir ito Santo.» 37 Barnabé queria leva r consigo também João. e p erco rre a F r ig ia . o circuneidou. a Sitas ficar ali. a G alá­ cia. P a u lo tom a con­ s ig o T i ­ m óteo. embarcou para Chipre. tendo reunido a m ultidão (dos fiéis). encheram-se de con­ tentam ento pela coragem que lhes dava. 33 Tendo-se dem orado ali algum tempo. recomen­ dado pelos irmãos à graça de Deus. tendo escolhido Silas. E ste v e r s íc u lo é o m itid o em bons m an u scritos. por causa dos Judeus que havia naque­ les lugares. tomaudo-o. 32 Judas e Silas. 16— 1 Chegou a Derbe e a Listra. que estavam em Listra e em Icóuio. 34 A prou ve. Paulo 35 Pau lo e Barnabé demoraram-se em A u tioqu ía. levando consigo Marcos. 4 A o passar pelas cidades. 41 Percorreu a Síria e a Cilicia. H avia lá um discípulo. 36 Passados alguns dias. foram proibidos (p o r então) pelo Espirito Santo de anunciar a palavra de Deus na Âsia. consolaram e con­ fortaram com muitas palavras os irmãos. recomendavam que guardassem as decisóes tomadas pelos Apóstolos e pelos presbíteros de Jerusalém. como eram também profetas. 40 Paulo. 3 Quis Paulo que ele fosse consigo. 38 Paulo. isto é . disse Paulo a Barnabé: «T orn em os a ir visitar os irm ãos por todas as cidades em que temos pregado a palavra do Senhor. 7. O E s p ir ito de Jesu s. confirm ando as igrejas. as igrejas eram confirmadas na fé e cresciam em número cada dia. convertida à fé. e Judas voltou só para Jeru­ salém. . pois. 5 Assim . davam bom testemunho dele. partiu. e. P a u lo v is it a a Ig r e ja da S ír ia e da C ilic ia . 6 Ten do atravessado a F rigia e a província da Galácia. porque todos sabiam que o pai dele era grego. procurava fazer-lhe ver que um homem. 2 Os irmãos. não d evia ser adm itido. entrega­ ram a carta. e. 7 Tendo che34. porém. que se separaram um do outro. pois. que tinha por sobre­ nome Marcos. 1 6 .

S . gado aos confins da M isia. certificados de que Deus nos chamava a ir lá evangelizar. que é uma colôn ia (ro m a n a ) e principal cidade daquela parte da Macedónia. procurámos partir para a Macedónia.» 18 E fazia isto m uitos dias. 17 Ela. chamada L id ia . na mesma hora saiu. P a u lo e S ila s na p risã o . 15 T en d o sido baptízada ela com sua fam ília. nos veio ao encontro uma jo vem .» 22 Então o povo levantou-se contra eles. P a u lo em F ilip o s . 8 Oepois de terem atravessado a Misia. 20 e. fomos em direcção à Sam otrácia. e os m agistrados. Nesta cidade nos detivem os alguns dias.» E ele. os levaram ao foro às autoridades. que lhe ro g a v a : «P a ssa à M acedónia e ajuda-nos. 16 Aconteceu que. porém. d izen d o: «Estes homens são servos do Deus excelso. onde ju lgávam os haver um lu gar de oração. da cidade de T ia tira . um homem da Macedó­ nia. que não nos é licito adm itir nem praticar. Paulo teve uma vis ã o : A pre­ sentava-se diante dele.» E forçou-nos a isso. Lucas» o a u to r d o s « A c t o s dos A p ó s t o lo s » . desceram a Tróade. O dem ô ­ n io e x ­ p u lso de uma se rv a . ju nto de uma ribeira. fez este ped id o: «S e ju lg a is que sou fiel ao Senhor. saímos fora das portas. 9 Durante a noite. a Neápolis . apresentando-os aos m agistrados. 19 Mas. P a u lo . tendo-se voltado (p a ra ela). pois. O e m p re g o d es te v e r b o na p r im e ir a pessoa m ostra q a e» p e lo m enos a p a r t ir d este m om ento. ouvia-nos. a qual com as suas ad vinhações dava muito ucro a seus amos.V is ã o de P a u lo em T róa d e. falávainos às mulheres que ti­ nham concorrido. mas não lho perm itiu o Espirito de Jesus. em pé. pegando em Paulo e em Silas. c o n v e r­ são de L íd ia . tem ente a Deus. 14 U m a mulher. indo nós à oração. Paulo. que vos anunciam o cam inho da salvação. 21 pregam um géuero de vid a. que tinha um espírito titónico. seguindo a Paulo e a nós. que negociava em púrpura. vendo seus am os que se lhe tinha acabado a esperança do lucro. disseram : «Estes homens amotinam a nossa cidade. . entrai em minha casa e ficai n ela. P ro c u r á m o s p a r t i r . disse ao e s p írito : «O rdeno-te em nome de Jesus Cristo que saias dessa m ulher. um dia. enfadado. Sendo Judeus. intentavam passar a Bitínia. gritava. no dia seguinte. feito à vela de Tróade. O Senhor abriu-lhe o coração.» 10 L o g o que teve esta visão. 11 Tendo-nos. sendo rom an os. com eçou a s e r co m p a n h eiro d e S . depois de ordenarem que lhes f 10. 12 daí a F ilipos. 13 N o dia de sábado. e. Sentando-nos. para atender àquelas coisas que Pau lo dizia. ..

33 Então. sem julgam ento. entrou dentro. 39 Foram . pediram-lhes desculpa. levou-os a sua casa. 30 Depois. e agora fazem-D O B sair em segredo? N ão será assim. por­ que estamos aqui tod os.» 36 O carcereiro levou esta n ova a Pau lo: «O s m agistrados mandaram pôr-vos em liberdade. meteram-nos na prisão. 27 Despertado o carcereiro. 24 Ele. pôs-lhes a mesa e aiegrou-se com toda a sua fam ília por ter crido em Deus. 38 e tirem -nos eles m esm os. 2 Pau lo dirigiu-se a eles. segundo o seu cos­ tume. sentiu-sè um terram oto tão grande que se moveram os fundamentos do cárcere. queria matar-se. mas venham. tendo pedido luz. 34 F eito isto. Paulo e Silas oravam. . tomando cuidado deles naquela mesma hora da noite. e partiram . A b ri­ ram-se lo g o todas as portas. 25 Mas. cantando louvores a Deus. ide em paz. lavou-lhes as chagas. por três sábados. 17 — 1 T en d o passado por A n fíp olis e A polón ia. pois. 35 Quaudo fo i dia. e. 23 Tendo-os ferido com muitos açou­ tes. tendo visto os irm ãos.» Os litores referiram estas palavras aos m agistrados. tirando-os para fora. tirando a espada. tiveram medo. pela meia-noite. e quebraram-se as cadeias de todos.arrancassem as vestes. im ediatam ente fo i b a p t i z a d o com toda a sua fam ília. disse: «S e ­ nhores. meteu-os no segredo e apertou-lhes os pés no cepo. 40 Saindo do cárcere. sendo cidadãos romanos.» 37 Mas Paulo disse-Ih es: « Açoutados püblicam ente. e. mandando ao carcereiro que os guardasse com cuidado. saindo daqui. 28 Mas Paulo gritou em alta v o z : «N ã o te faças nenhum mal.» 32 E pregaram a palavra do Senhor a ele e a todos os que estavam em sua casa. e serás salvo tu e a tua fam ília. dos udeus. A gora. e. disputou com eles sobre f S ão m ira­ culosam ente postos em lib e r ­ dade. P a u lo em T e s s a lo n íca e em B e re ia . ouvindo (ãieer) que eram c id a d ã o s romanos. cbearam a Tessalonica. tremendo. mandaram que fossem açoutados com varas. m etidos no cárcere. onde havia uma sinagoga. pois. os consolaram . os quais. e vendo abertas as portas do cárcere.» 29 Então. lançou-se aos pés de Pau lo e de Silas. tirando-os para fora. e os que estavam na prisão ouviam-nos. lhes rogaram que saíssem da cidade. ju lga n d o que haviam fu gido os presos. e. entraram em casa de L íd ia . e. os magistrados mandaram os litores dizer ao ca rcereiro: «P õ e esses homens em liber­ d ade. 26 Subitamente. recebida esta ordem. que é necessário que eu faça para me s a lv a r? » 3t Eles responderam : «C rê no Senhor Jesus.

depois que Jasão e os outros deram fiança. «Q u e quer dizer este p a lra d o r? » E os outros: «P a re c e que anuncia deuses 17» 6 . é o C risto. e todos eles são rebeldes aos decre­ tos de César. Silas. lo g o que chegou a n oite. dizendo que há um outro rei. procuravam apresentá-los ao povo. P o lita r c a s . que vos anuncio. couduziram-uo até Atenas. guando os Judeus de Tessalonica souberam que tambem em Bereia tinha sido pregada por Paulo a palavra de Deus. foram lá agitar e subleva r o p ovo. A s s im s e den om in avam o s p rin c ip a is m agis­ . vieram até aqui. que é Jesus. e no foro todos os dias com aqueles que encon­ trava. Receberam a palavra (de Deus) com toda a avi­ dez. 6 N ão os tendo encontrado.P a u lo em as Escrituras. que ouviam tais coisas. recebida ordem dele para dizerem a Silas e T im ó teo que fossem ter com ele. exam inando todos os dias as Escrituras para ver se estas coisas eram assim. o mais depressa possível. 19 M uitos deles creram. vendo aquela cidade cheia de idolos. o seu espírito afligia-se no seu interior. clam an d o: «E stes. tomaram consigo alguns maus homens da ralé. Chegados lá. portanto. e. 5 Porém os Judeus. 9 Mas. e T im óteo. entraram na sinagoga dos Judeus. enviaram Pau lo e Silas para Bereía. que têm perturbado o mundo. 16 Enquanto Paulo os esperava em A tenas. na sinagoga com os Judeus e com os prosélitos. e. 7 Jasão os recebeu. levaram à força Jasão e alguns irm ãos aos politarcas da cidade. 13 Porém . deixaram -nos ir livres. Uns d iziam . como tam­ bém uma grande multidão de gregos tementes a Deus. dizia. cercando a casa de Jasão. 17 Disputava. partiram . porém. 15 Qs quc acompanhavam Paulo.» 4 A lgu n s deles creram e juntaram -se a Paulo e a Silas. 10 Os irm ãos. tra d o s d e T e s s a lo n ic a . e nâo poucas mulheres nobres. 11 Estes eram de sentimentos mais nobres do que aqueles que estavam em Tessalonica. <E este Jesus. 14 Então os irm ãos fizeram im ediatam énte retirar Paulo. 18 A lgu n s filósofos epicúreos e estóicos con­ versavam com ele. 3 declarando e mostrando que Cristo d evia sofrer e ressuscitar dos mortos. provocaram motins. ficaram lá. puseram a cidade em tumulto. cheios de in veja. até que alcançasse o m ar.» 8 A lvoroçaram o povo e os politarcas da cidade. assim com o mulheres nobres dos gentios e não poucos homens.

sobre o qual estava e s c rito : A o Deus desconhêcido. indo eu passando. uns faziam zom baria. 27 para que busquem a Deus e o encontrem com o que às apalpadelas. pois. e todos os h om ens. que fez o mundo e tudo o qu e nele há. do que d á certeza a todos. não habita em tem plos feitos pelos homens.» 21 Todos os atenienses e os dom iciliados forasteiroB uão se ocupavam noutra coisa. 23 Porqu e. ressuscitando-o dos mortos. 32 Quando ouviram fa la r da ressurreição dos mor­ tos. S o m os v e rd a d e ira m e n te . a respiração e todas as coisas. Discur^ no A r e ó pago. disse: «H om en s atenienses. 34 T o d a via algum as pes27. 25 nem é servid o pelas mãos dos homens. 19 Tendo-o tom ado (com eles). . pois. à prata ou à pedra lavrada por arte e indústria do homem. não devemos pensar que a D ivindade é semelhante ao ouro.estrangeiros. para que habitasse sobre toda a face da terra.» Porque lhes anunciava Jesus e a ressur­ reição. 28 porque nele vivem os. 22 Paulo. outros. sendo o Senhor do céu e da terra. porém . ele que dá a todos a vida. m esm o na d o e r ro . . estando em pé. A q u ele. em tudo vos vejo muito religiosos. por m eio de um hom em que destinou (p a ra ju ie ). levaram -no ao A reóp ago. 30 Porém Deus. em bora ele não esteja lon ge de cada um de nós. no meio do A réopago. não levando em conta os tempos desta ignorância. disseram : «O u tra vez te ouvirem os sobre este assunto.» 29 Sendo nós. e vendo os vossos monumentos sagrados. d ize n d o : «P o d e m o s saber que nova dou­ trina é essa que pregas? 20 Porque nos andas metendo pelos ouvidos umas coisas estranhas. esse vos anuncio. podem » com o qu e ás apalpad elas. pois. eme vós adorais sem o conhecer. como até o disseram alguns dos vossos poetas: «S om os verdadeiram ente da sua linhagem .. fixando aos povos a ordem dos tempos e os lim ites da sua habitação. 26 De um só homem fez sair todo o gênero humano. 24 Deus. p o r m e io das c h e g a r a tè e le . «s c u rid S o cria tu ra s. 23. como se necessi­ tasse de algum a coisa.» 33 Assim saiu Paulo do m eio deles. saber que vem a ser isto. encontrei também um altar. Queremos. senão em dizer ou o u vir as últim as novidades. linhagem de Deus. D ea s q u e r s e r con h ecid o. C itação do poeta A ra to . anuncia agora aos homens que todos em tod o o lu gar se arrependam. nos m ovemos e existim os. 31 porque fixou um dia em que há-de ju lg a r o mundo conform e a justiça.

ouvindo-o. temente a Deus. os Judeus. 2 Eucontrando aí um judeu. o A reopagita. levantaram -se contra Pau lo e leva­ ram-no ao tribunal. e m uitos dos coríntios. pelo m otivo de Cláudio ter m andado sair de R om a todos os Judeus. Pau lo aplicava-se assiduamente à palavra. abraçaram a fé . nomes. 6 Mas. ele. . 4 Disputava todos os sábados na sinagoga e esforçava-se por ganhar Judeus e Gregos. não te cales. 5 Quando Silas e T im óteo chegaram a Macedónia. . se se trata de diseussóes sobre palavras. E n tã o e le s . conform e o direito. 17 Então eles todos. e Priscila. e uinguém porá a mão sobre ti para te fazer mal. desde agora vou para os g en tios. cham ado  quila. 18 — 1 Depois disto. dando teste­ munho aos Judeus de que Jesus era o Messias. natural do Ponto.» 14 Começando Paulo a abrir a boca para respon­ der. fo i a Corinto. 9 U m a noite. eu vos ouviria. e sobre a vossa lei. ensinando entre eles a palavra de Deus. 3 Como tinha o mesmo ofício. a p ro ­ v e ita ra m a ocasião para os in su lta r. o Senhor disse a P a u lo : «N ã o temas. sacudindo as suas vestes. tendo partido Paulo de A ten as. v e n d o o d e s p re z o com q u e G a liã o tratara os Ju deu s. eu não quero ser ju iz de tais coisas. porque tenho m uito povo nesta cidade. agregandp-se a ele. e uma m ulher. que pouco antes tinha che­ gado de Itália. entre as quais fo i D ionísio. uniu-se a eles. ch egan do a b a te r em S ósten es» p r in c ip e da sin a go ga . soas. 8 Crispo. acreditavam e eram baptiza­ dos. chefe da sina­ goga. isso é convosco. em uma visão.P a u lo em C o rin to op era num ero­ sas couv e rs õ e s . 15 Mas. e outros com eles.» 7 Saindo dali. cha­ mada Damaris. disse Galião aos Judeus: «S e isto fosse na reali­ dade algum a injustiça ou d elito grave. de comum acordo. 10 porque eu sou c o n tig o . lançando mão de Sóstenes. batiam 18» 17. cuja casa estava contígua à sinagoga. T in h a m id o ao trib u n a l m u itos pagãos» os qu ais. sua mulher. disse-lhes: «O vosso sangue caia sobre a vossa cabeça. entrou em casa d e um chamado T ito Justo. fala.» 11 Demorou-se ali um ano e seis meses. 13 dizen do: «E ste persuade os homens a que adorem a Deus com um culto contra a le i. chefe da sinagoga. creu no Senhor com toda a sua fam ília. ó Judeus. eu não tenho cu lpa. .» 16 E mandou-os sair do tribunal. m orava com eles e conjuntam ente trabalhava: eram fabricantes de tendas. P a u lo é acusado ao procônsul G aliã o. como o contradissessem e o injuriassem. 12 Sendo G alião procônsul da Acaia.

embora conhecesse sòmente o baptismo de João. Ten do entrado na e Jerusa­ lém . Quando P riscila e  qu ila o ouviram . ver­ sado nas Escrituras. os irm ãos animaram-no a isso. sinagoga. mostrando pelas Escrituras que Jesus é o Messias. não condescendeu. a co rta r o cabelo trin ta d ia s antes do s a c r ifíc io . os Judeus tinh am o cos­ tum e de p ro m e te r a D eu s i r a J eru s alé m o fe r e c e r . aí saudou a Igreja . P a u lo em É fe so . . dizen do: «O u tra vez. E G aliâo nada se im portava com isso. despediu-se dos irm ãos e navegou para a Antioquia Siria.lh e um s a c rifíc io . fo i de m uito proveito para os que tiubam crido. 18P o r q u e tin h a u m vo to . em bora d e fe n ­ d es se o p r in c ip io da lib e r d a d e c ristã em fa ce do ju d a ísm o . 24 Ora tinha chegado a Éfeso um judeu. porque tinha um voto. C o m p rom etia m -se» ao m esm o tem po. 19— 1 Ora aconteceu que. fortalecendo todos os discípulos. onde encontrou a lg u n s discípulos. atraves­ sando sucessivamente a terra da Galácia e a Frigia. m uitos dias. Terceira missão de S. 19 Chega­ p o r É fe s o ram a Éfeso. falava com fe rv o r de espírito e ensi­ n ava com exactidão o que dizia respeito a Jesus.» E partiu de Éfeso.-lhe diante do tribunal. se Deus qui­ ser. voltarei a v ó s. M in is té r io de A p o io em É fe s o e em C o rin to. 28 Porque. O A p ó s to lo . homem eloqüente. estando A p o io em Corinto. com grande veem ência. e fo i em seguida a A n tioqu ia. Q a a n d o caiam g ra v e m e n te doen tes» ou se en co n tra va m em q u a lq u e r d iiíc u ld a d e . co n ti­ n u ava a p ratica r a s c erim ô n ia s ju daicas. qu an do ela s não iam de en con tro a esta lib e r d a d e . 2 D isse-lhes: «V ó s recebestes o V is it a as ig r e ja s da G alá­ cia e da F r ig ia . e com ele Priscila e Âquila. levaram -no consigo e expuseram-lhe mais m inuciosam ente o caminho do Senhor. 18 Pau lo depois de ee ter dem orado. partiu. 26 Começou a falar com liberdade na sinagoga. onde Paulo os deixou. 25 H avia sido instruído no cami­ nho do Senhor. disputava com os Judeus. 20 Rogando-lhe eles que ficasse ali mais tempo. subiu (a Jerusalém ). depois de ter atravessado as províncias superiores (da Á sia). Paulo. P a u lo fe z . chamado A p o io . Mandou cortar o da s ir ia cabelo em Cêncreas. 27 Que­ rendo ele ir a A caia. 21 mas despediu-se. e escreveram aos discípulos que o recebessem. chegou a Éfeso. F o i um v o to desta n atu reza que S . em Corinto. Paulo 23 Tendo estado ali algum tem po. e a b ster-se de v in h o d u ra n te estes d ia s. refutava püblicamente ós Judeus. 22 Desembar­ cando em Cesareia. Chegado lá. natural de Alexandria.

sendo aplicados aos enferm os os lenços e aventais que tinham tocado no seu corpo. Mas vós quem sois?» 16 E o homem. 10 Isto durante dois anos. 17 Este facto tornou-se n otório a todos os Judeus e Gregos. disse-lhes: «E u conheço Jesus e sei quem é Paulo. possesso do espírito mau. 15 Mas o espí­ rito m aligno.» 5 Ouvindo isto. que percorriam o país. de tal m aneira que todos os que habitavam na Ásia (procon su la r) ouviram a palavra do Senhor. dizendo que cressem naquele que h avia de vir depois dele. falou com liber­ dade durante três meses. que habitavam em Êfeso. iam confessar e m anifestar as suas obras. em im p e d ir a le itu ra dos m aus .» 3 Ele re p lic o u : «Em que baptism o. endurecendo-se alguns. e não crendo e d iz e n d o mal do cam inho do Senhor diante da mulLidão. tendo-lhes Paulo im posto as mãos. a quem Paulo p rega. pois. 19 Muitos também daqueles 19y 12. Judeus e Gre­ gos. (P a u lo ). 19 de tal modo que até. E sta passagem da Sa­ gra da E sc ritu ra é um a rg u m en to c la ro em fa v o r d o cu lto das r e lí­ q u ias dos santos« 19. Espírito Santo. e falavam (diversas) línguas e profe­ tizavam . .C a stigo dos exor­ cistas Judeus. apartando-se deles. 7 Eram ao todo cerca de doze pessoas. fugiram daquela casa. entrando na sinagoga. formou um grupo à parte com os discípulos e ensinou todos os dias na escola de Tiran o. Q u e im a ra m -n o s . judeu e príncipe doe sacerdotes. caiu sobre todos eles o temor. 8 Paulo. 9 Mas. não só saíam deles as doenças. e o nom e do Senhor Jesus era gloriflcado. 18 Muitos dos que tinham crido. S en d o a p lica d o s aos « n j e r t n o s . foram baptizados em nom e do Senhor Jesus. D aqu i se v ê o cu ida do qu e a I g r e ja te v e » d es d e os sens p r im e ir o s tem p os. quando abraçasles a f é ? » Responderam -lhe: «N em sequer ouvim os dizer que há Espírito S an to. fostes b ap tiza d os?» R esponderam : «N o baptism o de João.» 14 Os que faziam isto eram sete filhos de um tal Scevas. P rog resso do E va a ge lh o . 6 E. em Jesus. nus e feridos. disputando e persuadindo-os acerca do reino de Deus. t l Deus fazia m ilagres não vulgares por mão de Paulo. . 13 A lgu ns dos exorcistas judeus. veio sobre eles o Espírito Santo. isto é. também tentaram invocar o nome do Senhor Jesus sobre os que tinham espíritos m alignos.» 4 Então disse P a u lo : «João baptizou o p ovo com bap­ tism o de penitência. respondendo. mas tam bém 08 espíritos m alignos se retiravam . saltando sobre eles e apoderando-se de ambos. dizendo: «E u vos esconjuro por Jesus. maltratou-os de tal m aneira que.

à uma. eucheram-se de ira e exclam aram : «G ran de é a Artem is dos Efésios I> 29 Encheu-se a cidade de confusão. en­ viando à Macedónia dois dos que lhe assistiam. mas também que o tem ­ plo da grande Artemis. 23 N este tempo. T im ó ­ teo e Erasto. dava muito ganho aos (seus) artífices. este Paulo. dizendo que não são deuses aqueles que se fabricam com as mãos. a uma voz. ^ A s ia rc o s eram a q u e les q u e p r e s id ia m à a ssem b leia p r o v in ­ c ia l da Á s ia » cuja p r in c ip a l m issão esta va re la c ion a d a com o cu lto im p e r ia l.veja também R o m a . que eram seus am igos. trouxeram os seus livros e queimaram-nos diante de todos. para temer.que se tinham entregado à m agia. Porquanto aquela concorrência (do povo) estava em confusão. que fazia de prata uns pequenos tem plos de Artem is. seja tido em nada. lo go q u e conheceram que ele era judeu. d izen d o: «D epois de ir lã. 31 A té alguns dos asíarcas. 20 Deste m odo crescia poderosam ente e firmava-se a palavra de Deus. um certo ourives de prata. 27 E’ . 21 Concluídas estas c o i­ sas. levando-o aos empurróes os Judeus. 30 Paulo qu eria apresentar-se ao povo. 26 Ora vedes e ouvis dizer que uão só em Éfeso. p o r causa do mal qu e c ie s fa zem à fé e aos bons co s­ tum es. e a m aior parte não sabia por que se tinha juntado. arrastando consigo Gaio e A ris­ tarco. 31. mas os discípulos não o deixaram . 24 Com efeito. surgiu um grande tum ulto a pro­ pósito do caminho (do SenhorJ. demorou-se ainda algum tem po na Asia. sabeis que o nosso ganho nos vem desta indústria. macedónios. M as Alexandre. arrem eteram ao teatro. 25 Convocando ele estes e outros que trabalhavam em obras semelhantes. l iv r o s . 33 Então tiraram A lexa n ­ dre de entre a turba. e todos. e comece a cair por terra a majestade daquela. pois. todos. com as suas persuasóes seduziu e afastou m uita gente. T umuho coa tra P a u lo e x cita d o p e lo o u ri­ v e s D em è trio . Paulo concebeu o projecto de ir a Jerusalém. acharam que m ontava a cinqüenta m il moe­ das de prata. 39 Uns gritavam de um modo. chamado D em étrio. é necessário qu e.» 28 Ouvindo isto. disse: «A m ig o s . 34 Todavia. não só que a nossa indústria caia em descrédito. mas em quase toda a Asia. Calculando o seu valor. qu eria defeuder-se perante o povo. pedindo silêncio com a mão. outros de outro m odo. atra­ vessando a Macedónia e a A caia. . com panheiros de Paulo. a quem toda a Asia e o mundo adoram .» 22 E. lhe mandaram pedir que não se apresen­ tasse no teatro.

de Derbe. Paulo que d evia partir no dia seguinte. nem são sacríle­ gos. cham ando P a u lo 08 discípulos e fazendo-lhes uma exortação. 2 Depois de ter percorrido aquelas regiões e de ter fe ito muitas ex o r­ tações. enquanto Paulo ia prolongando o seu d iscu rso . que estava sentado sobre o p eitoril da janela. 2 0 — 1 Depois que o tum ulto cessou. até correm os risco de ser arguidos de sedição pelo que h oje se passou. tendo descido. Prolongou o discurso até à meia-noite. que conduzistes aqui. passou à Grécia. 9 Ora um jovem . fom os ter com eles a Tróade. 38 Mas. onde nos dem oram os sete dias. . des­ pediu o ajuntamento. 7 N o prim eiro dia da semana. por isso. gritaram pelo espaço de quase duas h oras: «G ra n d e é a Ãrtem is dos Efésios I > 35 Então o secretário. tom ou a resolução de vo lta r pela Macedónia. 6 Nós. disse: «H o m en s de Éfeso. vencido pelo sono. tendo-nos reunido para a fracção do pão. Gaio. tendo partido adiante. 10 Paulo.» 11 Tendo voltado acima e partido o pão e com ido. tendo apaziguado a m ulti­ dão. depois dos dias dos ãzimos. e. onde estávam os reunidos. 3 onde se dem orou três meses. 5 Estes. em cinco dias. foram -lhe armadas ciladas pelos Judeus. poderá decidir-se em assem­ bléia legal. e T im ó ­ teo .P a u lo aa M acedóa ia e na G récia . cham ado Eutico. P au lo ressu s­ cita um m orto. não havendo nenhum m otivo com que possamos ju stificar este ajuntam ento tum u ltu oso. se D em étrio e os artistas que estão com ele têm algum a qu eixa contra algum . falava com eles. num profundo sono. Aristarco e Secundo. Quando se dispunha a n avegar para a Síria. qu al é o homem que não saiba que a cidade de Éfeso é a guarda da grande Ârtem is e da sua estátua caída do céu l 36 N ão podendo contradizer-se isto. e doe asiáticos (acom panharam -no) T íq u ito e T ro fimo. convém que sossegueis e que nada façais inconsideradam ente.» T en d o dito isto. audiências forenses se realizam e há procônsules. caiu abaixo do ter­ ceiro andar da casa e fo i levantado m orto. porque ele ainda está v iv o . nem blasfem adores da vossa deusa. discutam lá entre si. 4 Acom panharam-no Sopatro. tomou-o nos bra­ ços e disse: «N ã o vos perturbeis. flzemo-nos à vela de Filipos. 39 Se preten­ deis algum a outra coisa. filho de P irro. 40 Com efeito. de B ereia. e. 37 Porque estes homens. 8 H avia muitas lâmpadas na sala superior. recoslou-se sobre ele. esperaram-nos em Tróade. des­ pediu-se e partiu para ir à Macedónia. de T essalou ica.

f i z o p o a sÍT c l pa ra . e pelas casas. 29 Eu sei que. por todas as cida­ des. para recebermos ali Paulo. chegá­ mos a M ile to . E s to u l i m p o . N ã o tçn h o culpa. 24 Porém . 20 Sabeis que nada tenho n egli­ genciado do que podia ser-vos litil. 26 Por isso eu vos protesto. navegám os até Asso. 28 A ten ­ dei a vós mesmos e a todo o rebanho. depois disto partiu. me assegura e diz que me esperam em Jerusalém prisões e tribulações. fom os a M itilene. se 26-27. aportám os em Samos. se possí­ v e l lhe fosse. no seguinte. depois de o tomarmos a bordo. 18 In do estes ter com ele. no dia seguinte. pregando-vos e instruindo-vos publicamente. 25 A g o ra eis que sei que nâo tom areis mais a ver a m inha face todos vós. e. pois. entre os quais passei pregando o reino (de Deus). entre as lágrim as e as provações que me sobrevieram das maqui­ nações dos Judeus. se a lgu m se p e r d e r . im pelido pelo Espírito. para governardes a Ig re ja de Deus.que tod os se sa lvem . disse-lhes: «Sabeis. 12 Levaram vivo o jovem . 14 T en ­ do-se juntado conuosco em Asso. às alturas de Q u io. 16 Com efeito. . Apressava-se. de que modo tenho procedido convosco durante todo este tempo. 17 De M ileto mandou a Éfeso chamar os anciães da Igreja. sobre que o Espí­ rito Santo vos constituiu bispos. não sabendo as coisas que ali me hão-de aconte­ cer. para se não dem orar na Ásia. 19 servindo o Senhor com toda a hum ildade. 13 Nós. neste dia. de qualquer modo. que estou lim po do sangue de todos. contanto que term ine a m inha carreira e a missão que recebi do Senhor Jesus de dar testemunho ao E vangelho da graça de Deus. no outro dia. 22 E agora. 16 Continuando dali a nave­ gar. devendo ele fazer a viagem por terra. 2 1 anun­ ciando aos Judeus e aos gentios a conversão a Deus e a fé em Nosso Senhor Jesus. depois da minha partida. D iscu rso de despe­ d id a aos anciães da ig r e ja d e E fe s o . até que surgiu a aurora. . De T róad e a M ileto . embarcando num navio. porém. pois assim o tinha ordenado. no dia de Pentecostes. Paulo tinha determ inado passar ao largo de Éfeso. do que receberam grande consolação. que ele adquiriu com o seu próprio sangue. 23 senão que o Espirito Santo. vou a Jerusa­ lém. para estar em Jerusalém. . a m inha v id a im porta-m e pouco. chegámos. desde o prim eiro dia que entrei na Âsia.ainda lhes falou largam ente. 27 porque nâo me esquivei a anunciar-vos todas as disposições de Deus.

dei­ xando-a à esquerda. o E vangelista. diziam eles a P a u lo que não subisse a Jerusalém. 31 P o r isso estai vigilantes. Em seguida acompa­ nharam-no até ao navio. e dali a Pátara. nos dem orám os um dia com eles. 32 A g o ra encom endo-vos a Deus e à palavra da sua graça. a R o d e s . Postos de joelh os na praia. pôs-se de joelh os e orou com todos eles.» 36 D ito isto. àquele que é poderoso para edificar e dar-vos a herança com todos os santificados. trabalhando assim. lançando-se ao pescoço de Paulo. 6 Em seguida. que tentarão leva r atrás de si discípulos. era costu m e re z a r d e jo elh o s . 34 com o vós mesmos sabeis. detivem o-nos sete dias. embarcámos nele e fizemo-nos à vela. 7 F nós. 8 Tendo partido no diá seguinte. 38 afli­ tos principalm ente pela palavra que tinha dito que não tornariam mais a ver a sua face. e. é preciso acudir aos fracos. nem ouro. onde devia o navio d eixar a sua carga. d es d e os p r im e ir o s tem p os da Ig r e ja . porquanto ele mesmo disse: <E’ m aior ventura dar. concluída a nossa navega­ ção. chegam os a Cesareia. durante 'três anos. e eles voltaram para suas casas. 3 Chegados a vista de Chipre. . 5 Passados estes sete (d ia s). no dia seguinte. não cessei. O E v a n g e lis ta . 21 — 1 Tendo-uos feito à vela. p o r s e r um g ra n d e p re g a d o r do E v a n ­ g e lh o . lobos arrebatadores. e. depois que nos sepa­ rámos deles. de adm oestar com lágrim as a cada um de vós. fizemos oração. 8 . porque estas mãos me serviram iara as coisas que me eram necessárias a mim e àquees que com igo estavam. 36. o abraçavam . lem brando-vos que. onde. nem vestes de ninguém .introduzirão entre vós. de noite e de dia. saudados os irm ãos. P o s to de jo e lh o s . tendo-nos des­ pedido-u n s dos outros. e lem ­ brar-se das palavras do Senbor Jeeus. fom os directam ente a C ó s . entrando em casa de F ilip e. 37 Levantou-se entre todos um grande pranto. que não jouparão o rebanho. 35 Em tudo vos m ostrei que. 2 T en d o encontrado um navio que passava pela Fenicia. partim os. que receber. 30 E de entre vós mesmos hão-de evantar-se homens a ensinar doutrinas perversas. 4 T en d o encontrado lá discípulos. P o r estas p a la vra s se v ê que. acompanhando-nos todos com as mulheres e filhos até fora da cidade. navegám os para a Síria e chegá­ mos a T iro . de T iro chegámos a Ptolem aida. 21. Inspirados pelo Espirito Santo. embarcámos. 33 N ão cobi­ cei prata. que Í D e M íle to a J eru ­ salém .

quantos milhares de Judeus são os que lêm crido. o que te vamos d izer. tomou a cinta de Paulo. £* uma das acções sim bólicas p ratica d a s p e lo s a n tig o s p rofeta s. ligados por um vo lo . P a u lo é re ce b id o em J eru ­ salém p elo s irm ãos. pois. subimos a Jerusalém. e. irm ão. purifica-te com eles. 13 Então Paulo respondeu: «Q u e fazeis. que estão entre os gentios. foi Paulo conuosco a casa de T ia g o . 20 Eles. contou-lhes. 9 Tin h a ele quatro filhas virgens que profetizavam . mas até para m orrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus. a flm de que rapem as cabeças. 16 Foram também conuosco alguns discí­ pulos de Cesareia. os irm ãos recebe­ ram-nos com alegria. uma por uma. 11 Este veio ter c o d d o b c o . 23 Faze. e faze por eles os gastos (dos sa crifícios). uão o podendo persuadir. e o entregarão nas mãos dos g en tios. nós e os que eram daquele lugar. 19 Tendo-os saudado.» 16 Depois destes dias. «B em vês. 21 Ora eles têm ou vido dizer que tu ensinas os Judeus. discípulo antigo.era um dos sele (diáconos). 22 Que fazer pois? Certamente ouvi­ rão dizer que chegaste. a separarem-se de Moisés.» 12 Quando ouvim os isto. Cativeiro de S. A ta n d o -s e os pés e as m ãos. Tem os aqui quatro homens. levando consigo um certo Mnáson de Chipre. 25 Quanto àqueles gentios que creram. em casa de quem nos devíam os hospedar. ficám os com ele. chegou da Judeia um profeta chamado A gabo. rogám os-lhe que não fosse a Jerusalém. disse: «Is to diz o Espírito Santo: Assim atarão os Judeus em Jerusalém ao homem a quem pertence esta cinta. tendo-nos preparado. onde se haviam reunido todos os anciães. mas que caminhas ainda fiel à lei.» 14 E. nem vivam segundo os cos­ tumes (mosaicos). A ssim saberão todos que é falso o que ouviram de ti. nós já escreve11. 18 No dia seguinte. 24 Tom a-os contigo. dizendo que não circuncidem os seus filhos. gloriflcaram a Deus e d issera m -h e. Paulo em Cesareia e em Roma 17 Tendo chegado a Jerusalém. todas as coisas que Deus fizera entre os gentios por seu m inistério. depois que o ouvi­ ram. . dizen do: «S eja feita a vontade do Senhor. e todos são zeladores da lei. atando-se os pés e as mãos. cessámos com as nossas instâncias. 10 Demo­ rando-nos ali alguns dias. chorando e afligindo o meu coração? Por­ que estou pronto não só para ser atado.

do sutocado e da forni­ cação. ordenando que se abslenham do que fo r sacrifi­ cado aos ídolos. e juntou-se o povo. altura em que se devia fazer a oferenda por cada um deles. levantaste um tumulto e levaste ao deserto quatro m il sicários?» 39 Pau lo disse-lhe: «S ou judeu. 36 P orqu e a m ultidão de povo seguia-o. prendeu-o. do sangue. . mandou-o lig a r com duas cadeias. chegou aos ouvidos do tribuno da coorte que toda a Jerusalém estava am oti­ nada. ju lgaram que Pau lo o tinha introduzido no tem plo. 32 Então ele. cidadão da ilustre cidade de Tarso na Cilícia. arrastaram-no para fora do tem plo. grita n d o: 28 «Israelitas. outros outra. mandou que o levassem à fortaleza. 35 Quaudo chegou aos degraus. A q u e le e g íp c io . tendo visto o tribuno e os soldados. não pudesse saber coisa algum a ao certo. O h is to r ia d o r J o sefo r e fe re -s e a este h om em . introduziu gentios no tem plo e profanou este lu gar san to. 26. cessaram de bater em Paulo. tendo lo g o tom ado soldados e centurióes. im ediatam ente. C o n segu iu re u n ir um g ra n d e n ú m ero d e sicá rio s» à fr e n te dos q u a is and ava. contra a Jei e contra este lu gar. nos dias passados. e. anunciando o term o dos dias da purifi­ cação. ven d o -o no tem plo. e perguntou quem era e o que tinha feito. 30 A gitou -se toda a cidade. tomando consigo aqueles homens. os quais. acudi 1 Este é aquele homem que por toda a parte ensina a todos contra o povo. 27 Quaudo estavam a term inar os sete dias. tornou-se neces­ sário que fOsse levado pelos soldados. por causa da violên cia do povo. naquela m ultidão. e. no dia seguinte. disse ao trib u n o : «E ’ -me perm itido dizer-te algum a coisa ?» Ele respondeu-lhe: «Sabes g re g o ? 38 Porventura não és tu aquele egípcio que. 33 Aproxim ando-se o tribuno. além disso. Lançando m ão de Paulo. A n u n c ia n d o aos sacerd o tes q u e tin h a m te rm in a d o os dias do seu vo to » e qu e só fa lta v a o fe r e c e r os s a c r ifíc io s o rden a dos p e la le i. g rita n d o : «M orra I» 37 Estando Paulo para entrar na fortaleza. 38. 34 Mas. correu aos sediciosos. e lançaram -lbe as mãos. T rofim o de Éfeso.° depois de purificado com eles. foram fechadas as portas. E ra um ju d eu do E g ip to » qu e se en tre g a v a à m agia» d iz e n d o s e r um e n v ia d o d e D eu s. 31 Procurando eles matã-lo. am otina­ ram todo o povo. uns gritavam uma coisa. por causa do tum ulto. Como.» 29 Porque tinham visto com ele. ^tempio. P a u lo é 26 Então Paulo.mos. pela cidade. entrou no tem plo. os Judeus da Âsia.

ao meio-dia. nestes term os: 22 — 1 «Irm ã o s e pais. . indo eu no caminho. E visses 0 J u s to p o r ex celên cia » is to é. 13 vindo ter com igo e pondo-se-me diante. disse-m e: Saulo. instruído. o v i a ele. homem segundo a lei. irm ão. aos pés de G am aliel. d ian te de todos os homens. a quem tu pereegues. 12 Um certo Ananias. Persegui de morte esta doutrina. falou-lhes em língua hebraica. encon­ trando-m e perto de Damasco. Jesu s C ris to na apa­ riç ão q n e t ir e s te . ou vi uma voz que d izia : Saulo. 9 Os que estavam com igo. e. por que me persegues? 8 R espon di: Quem és tu. no mesmo instante. com o flm de os tra­ zer dali presos a Jerúsalem. vísses o Justo e ouvisses a voz da sua boca. 15 porque tu serás sua testemunha. para que fossem casti­ gados. va i a Damasco. escutaram-no com m aior atenção. E eu. t4 Ele d is s e : 0 Deus de nossos pais te predestinou para que conhecesses a sua vontade. fez sinal ao povo com a mão. como todos vós também o sois hoje. 5 como o prÍDcipe dos sacerdotes e todos os anciães me são testemunhas. levado pela mão dos com­ panheiros. viram luz. recupera a vista. 6 Mas aconteceu que. 10 Eu disse: Senhor. ou vi o que agora tenho a dizer-vos para minha defesa. mas não ouviram a voz daquele que me falava. 16 A g o ra que esperas tü? Levanta-te. 3 D isse: «E u sou judeu nascido em Tarso da Cilicia. 14. fazendo-se grande silêncio. mas educado nesta cidade. de repente resplandeceu em vo lta de mim uma grande luz do céu. 7 Caindo por terra. prendendo e metendo' em cárceres homens e mulheres.R ogo-te que me perm itas falar ao p o v o . 2 2 » 1« Irm ã o s e p a is .» 2 Quando ouviram que lhes falava em lín gu a hebraica. cheguei a Damasco. na le i de nossos pais. D iscu rso d e P a u lo à m u lti­ dão amotiuada contra ele. 11 N ão vendo eu nada pelo intenso clarão daquela luz. A p ó s t r o fe afectu osa e re sp eito sa ao m esm o tem p o. Paulo. recebe o baptism o e lava os teus pecados. 4. que devo fazer? E o Senhor d isse-m e: Levanta-te. cheio de zelo de Deus. e lá te será dito tudo o que deves fazer. pondo-se em pé sobre os degraus. Saulo. dos quais tendo recebido cartas para os irm ãos. caminhava para Damasco.» 40 Tendo-lbe perm itido. Senhor? Disse-m e: Sou Jesus Nazareno. a fundo. invocando o seu nome. das coisas que viste e ouviste. que tinha o bom testemunho de todos os Judeus que ali viviam .

aprovava e guardava as vestes dos que o mata­ vam. o m ais depressa possível. com o s e t iv e s s e bla sfem a d o . 23 — 1 Paulo. 19 Eu disse: Senhor.» Paulo disse: «P o is eu sou -od e nas­ cim en to.se cidadão rom ano.» 29 im ediatam ente afastaram-se dele os que o haviam de pôr a tormento. 21 Mas ele disse-m e: V a i. prín­ cipe dos sacerdotes. eu estava pre­ sente. 3. e. não é justo q u e v iv a .» 28 0 tribuno rep licou : « A mim custou-me uma grande soma de dinheiro alcançar este foro de cidadão. disse: «Irm ãos. 24 o tribuno mandou metê-lo na fortaleza. enquanto se derram ava o sangue de Estêvão. fitando os olhos no Sinédrio. mas levantaram então a sua voz. disse Paulo ao centurião. ordenou aos que estavam ju nto dele que lhe batessem na boca. são uma p r o fe c ia d o ca stigo com q u e D eu s . dizen d o: «Q u e vais fazer? Este homem é cidadão rom an o.» 2 N isto Ananias.» 23 Como eles gritassem e arrojassem de si as suas vestes e lan­ çassem poeira ao ar. Estas p a la v ra s não são in sp ira d a s p o r um d e s e jo d e vin gan ça. querendo saber com mais exactidão a causa que tinham os Judeus para o acusar. 25 Tendo-o liga d o com correias. e por­ que 0 tinha mandado algem ar. 20 E.» 22 (Os Judeus) tinham-no ouvido até esta palavra. que estava presente: «E ’ -vos perm itido açoi­ tar um cidadão romano. P a u lo dia n te do S io è d r io . dizendo: « T ir a do mundo tal h om em . m andou soltá-lo e ordenou que se juntassem os chefes dos sacerdotes e todo o Sinédrio. fu i arrebatado fora de mim 18 e v i o Senhor que me d iz ia : Apressa-te e sai. disse-lhe: «D ize-m e se és cidadão rom ano?» Ele res­ pondeu: «S im . 3 Então disse-lhe P au lo: 2 3 » 2. colocou-o diante deles.» 27 V in d o o tribuno. ordenando que o submetessem ao torm ento dos açoites para saber por que m otivo clamavam assim contra ele. porque não receberão o testemunho que darás de mim. t7 Voltando eu a Jerusalém e orando no tem plo. D e u s te b a terá a t i. até hoje lénho-me portado diante de Deus com toda a boa consciência. depois que soube que era cidadão romano. Que lh e batessem na boca. eles sabem que era eu o que metia ua prisão e açoutava pelas sinago­ gas os que criam em ti. que nem mesmo fo i conde­ n a d o ? » 26 Tendo ou vido isto. trazendo Paulo. tua testemunha. Tam bém o tribuno leve medo.H a ven d o n ovo tum ulto» P a u lo declara . porque te en viarei a nações rem otas. o centurião fo i ter com o tribuno e avisou-o. 30 No dia seguinte. de Jerusalém.

com o Sinédrio. S. sabendo Paulo que uma parte do Sinédrio era de saduceus e outra de fariseus. quem sabe se lhe falou algum espirito ou a n jo ? » 10 Como a discórdia aum entava de violên cia. a não tomar nenhum alim ento até que matemos Paulo. agora. Nós esta­ remos preparados para o matar.» h a v ia d e s ic á r io s . coligaram -ee alguns judeus e juraram com im precaçóes contra eles próprios que não ” j„deus°^ haviam de com er nem beber enquanto não matassem contra Paulo. antes que ele chegue. e contra a lei ordenas que me batam ?» 4 Os assistentes disseram : «T u inju ­ rias o sumo sacerdote de D eu sl» 5 Paulo respondeu: «Eu não sabia. parede branqueada. mandou que descessem os soldados. diante deles: «Irm ãos. irm ãos. p o is tod a a qu estão d eb atid a e n tre e le e o s Judeus se re d u zia a s a b er se Jesus tin h a ou não ressu scitado dos m ortos. 6 . pois. 3=““® disse-Jhe: «C oragem 1 Assim com o deste testemunho ce-!he! de mim em Jerusalém. Levautando-se alguns fariseus. aparecendo-lhe o Senhor. 14 Foram ter com os príncipes doe sacerdotes e com os anciães.» 6 Ora. 8 Porque os sadu­ ceus dizem que não há ressurreição. 11 N a noite seguinte. uem anjo. eomo se fosse para desco­ brir algum a coisa de mais seguro acerca dele. que é o príncipe dos sacerdotes. 22. ao passo que os fariseus reconhecem ambas as coisas. e sou ju lgad o por causa da esperança na res­ surreição dos m ortos.28). exclam ou em alta voz. eu sou fariseu.» 7 Quando disse isto. assim im porta que também o dês em R om a. 15 Vós. 13 Eram mais de quarenta os que tinham feito Pa“ ioesta conjuração. Efectivam ente está e s c rito : N ão d irá s m a l do p rín cip e do teu povo (Ex. aitercavam dizendo: «N ã o achamos mal algum neste h om em . T u estás sen­ tado a julgar-m e segundo a lei. e disseram : «N ó s obrigámo-nos por voto. tem endo o tribuno que Paulo fosse despeda­ çado por eles. p u n ir A n a n i a s .» 12 Quando ee fez dia. estabele­ ceu-se uma grande dissenção entre os fariseus e os saduceus. P o r cauca da esperança. o qual fo i assassin ado p o r algu n s . 9 H ouve grande vozearia. que o tirassem do m eio deles e o levassem à fortaleza. uem esp írito. fazei saber ao tribuno que o conduza à vossa presença. e dividiu-se a assembleia.«D eus te baterá a ti. fllbo de fariseus. sob pena de m aldição. P a u lo a p re sen ta com razão este m o tiv o do seu ju lga m en to .

» E mandou que Paulo fosse guar­ dado no pretório (cham ado) de Herodes.» 19 0 tribuno. eu to euvio. A deu s. porque mais de quarenta hom ens deles lh e preparam uma arm adilha. dois centuriões. o levou à parte e pergu ntou -lhe: «Q u e tens tu a com u n icar-m e?» 20 Ele disse: «O s Judeus combi­ naram pedir-te que amanhã apresentes Paulo ao Siné­ drio. 33 Aqueles. intim ando também os acusadores a que falem diante de ti. 16 Mas um filho da irm ã de Paulo. os quais juraram . 24 A parelhai as cavalgaduras. mandando-lhe que a nin­ guém dissesse que lhe tinha dado aviso disto. tom ando-o pela mão.» 22 Então o tribuno despediu o jovem . sabendo que era da Cilicia.U m s o b ri­ nho de P a u lo d escob re a co n s p i­ ração. levei-o ao Sinédrio. foi à fortaleza. mas. tendo chegado a Cesareia e tendo entregado a carta ao presidente. para nelas fazer m ontar Paulo. conform e a ordem que tinham. chamando um dos centuriões. tendo sabido que é cidadão rom ano. deixando que os cavaleiros ÒBsem com ele. 30 T en d o chegado a m im a notícia de uma arm adilha que lhe estavam a preparar. disse: «L e v a este jo vem ao trihuno. 23 Chamando. sob pena de m aldição. tendo tido conhe­ cim ento desta conspiração. sobrevindo eu com os soldados. 34 Ele. e setenta cavaleiros e duzentos lanceiros. disse-lhes: «T e n d e prontos à hora terceira da noite duzentos sol­ dados para que vão até Cesareia. d is s e : 35 «O uvir-te-ei quando chegarem ÒB teus acusadores. pois. P a u lo é tra n s fe ­ rid o para C e sa reia . esperando que lhes concedas o que pedem .» 18 Tom ando-o ele consigo. 21 Mas não acredites. não com er nem beber. saúde! 27 Este hom em fo i preso pelos Judeus. a fim de o conduzir são e salvo ao presidente F é lix . voltaram para a fortaleza. 17 Então Paulo. apresentaram-lhe Paulo. 29 A ch ei que era acusado por questões da lei deles. e estava prestes a ser m orto por eles.» 31 Os soldados. que tem algum a coisa a d izer-te. sem haver d elito algum dign o de m orte ou prisão. então. 32 N o dia seguinte.» 26 R ed igiu uma carta nos seguintes term os: 26 «C láu dio Lisias ao óptim o presi­ dente F élix. tom aram Paulo com eles e levaram -no de noite a A n títatro. enquanto o não matarem. sob o pretexto de exam inarem mais a fundo a sua causa. o levou ao tribuno e disse: « 0 preso Paulo rogou-m e que trouxesse à tua presença este jovem . entrou nela e avisou Paulo. 28 Querendo saber de que de­ lito o acusavam. Í . e agora estão preparados. o livrei. porque tem algum a coisa a com unicar-lhe. depois de a ler e de perguntar de que província era.

19 (Os que me encontra/ra m ) foram uns certos judeus da Âsia. 18 No m eio destas coisas me encontraram purificado no tem plo. que é cabeça da seita dos nazarenos 6 e que tentou até profanar o tem plo. de bom grado responderei por mim. 12 N ão me encontraram no templo dispu­ tando com alguém . 17 Depois de m uitos anos. Ananias. não provocando ajuntam ento nem tum ulto. para não te deter muito tempo. Mas. de que o acusamos. in tervin do o tribuno Lísias.0 e p a rte d o 6 . 2 Citado Paulo. dizen do: «P e la tua autoridade é que DÓS gozam os de m uita paz. vim à m inha nação trazer esm olas e oferendas. se tivessem 2 4 » 7-8. veio o principe dos sa­ cerdotes. que deviam com parecer diante de ti e acusar-m e.0 in clu ída d en tro d o pa­ r ê n te s e não se encontram nos m e lh o re s m a n u scritos. 13 N ão te podem provar as coi­ sas de que agora me acusam. 14 Eu. 8 ordenando que os seus acusa­ dores viessem com parecer diante de ti. O v e r s íc u lo 7 . 10 Pau lo. que excita sedíçóes eutre todos os Judeus em todo o mundo. respondeu: «Sabendo que governas esta nação há m uitos anos. 15 e tenho esperança em Deus. interrogando-o.2 4 — 1 Passados cinco dias. 16 P o r isso. óptim o F élix. tomar conhecim ento de todas estas coisas. de m aneira que o pren­ demos. . crendo todas as coisas que estão escritas na le i e nos profetas. D iscu rso d e P a u lo . com alguns anciães e com um certo T ertu lo. n ad or F é lix . com o eles também têm. com toda a gratidão. nem fazendo concurso de povo nas sinagogas ou na cidade.» 9 Tam bém os Judeus confirmaram que as coisas eram assim. porém. advogado. tendo-lhe o presidente feito sinal que falasse. 3 nós o reconhe­ cemos sempre e em todo o lugar. 7 (Quisemos ju lgá -lo segundo a nossa lei. em bora seja p r o v á v e l q u e p erten çam ao te x to p r im it iv o . que há-de haver a ressurreição dos justos e dos peca­ dores. procuro ter sempre a minha cons­ ciência sem mancha diante de Deus e dos homens. sirvo o Deus de nossos pais. 11 Podes certificar-te facilm ente que não bá mais de doze dias que cheguei a Jerusalém para fazer a m inha adoração. rogo-te que nos ouças um m om ento com a tua costu­ mada bondade.) T u mesmo poderás. e pelas tuas providên­ cias se têm reform ado muitas coisas. come­ çou T ertu lo a acusá-lo. os quais apresentaram ao governa­ dor a sua queixa contra Paulo. P a u lo è acusado d ia n te do gover. 5 Èncontrámos este homem pestífero. tirou-o das nossas mãos com grande violência. confesso-te que. 4 Mas. segundo aquele cam inho (d o u trin a ) que eles cha­ mam heresia.

ao mesmo tempo. viu do F é lix com sua m ulher Drusila. e que ele partiria (p a ra lá ) em breve. P a u lo no trib u n a l de F e s to . deixando-lhe algum a liberdade. 21 senão só estas palavras que proferi em alta voz no meio deles: Eu sou hoje ju lga d o diante de vós por causa da ressur­ reição dos m ortos. 2 A í os príncipes dos sacerdotes e os princi­ pais dos Judeus compareceram diante dele contra Paulo e lhe rogavam . D is s e rta n d o ele Sobre a j u s t i ç a . P a u lo com F é l i z e D ru sila . exam inarei a fundo a vossa questão. acusem-no. 8 D izia Paulo em sua defesa: «N a d a flz de repreensível nem contra a lei doe Judeus.» 26 Esperava. querendo F é lix ser agradável aos Judeus. os que den­ tre vós são os principais.» 9 Mas Festo. pois. rodearam-no os Judeus. ate­ m orizado. querendo ser agradável aos Judeus. d izen d o: «Q uando vier o tribuno Lísias. na prim eira ocasião. sen­ tou-se no tribunal e mandou trazer Paulo. que não podiam provar. que o mandassem conduzir a Jerusalém. disse: « P o r agora. respondeu a 25. qu e tinh a co m e tid o as m a io res in ju stiças e v i v i a em a d u ltério . te cham arei. deu-lhes um adiam ento. F élix . por isso. passados três dias. deixou Pau lo na prisão. chegado Festo à p rovín cia (r o ­ m a n a da Judeia) foi.» 23 E deu ordem ao ceulurião que o guardasse. nem contra César. E. 25 — 1 Tendo. P a u lo a p ela para C ésar. acusando-o de m uitos e graves deli­ tos. 27 Passados dois anos. que era ju dia. F élix teve por sucessor Pórcio Festo. 7 Depois de ele ser trazido. nem contra o templo. chamou Paulo e ouviu-o falar da fé em Jesus Crislo. 24 Passados alguns dias. 3 pedindo por favor. se algum crim e há neste homem. retira-te. 25 Mas. quando com pareci no Sinédrio. que estava bem inform ado acerca deste cam inho (d o u trin a ). e não proi­ bisse que 08 seus lhe prestassem serviços. desceu a Cesareia. e. . dissertando ele sobre a justiça. contra ele. de Cesareia a Jerusalém. venham com igo. e. castidade e o ju ízo futuro. armando-lhe ciladas para o matarem no caminho. mandando-o chamar frequentemente. se entrelinha com ele. 20 Porém digam estes mes­ mos (que me acusam ) se encontraram em mim algum a culpa.» 22 F élix. fa la n d o destas v ir tu d e s d ia n te d e F è lix . S . 4 Mas Festo respondeu que Pau lo estava preso em Cesareia.A d ia m ento da sentença. que Pau lo lhe desse dinheiro (p a ra conseguir a liber­ d a d e). . P a u lo m a a ilesta g ra n d e cora gem . . algum a coisa contra mim. que tinham vindo de Jerusalém. no d ia seguinte.» 6 Tendo-se dem orado entre eles não mais de oito ou dez dias. 5 « P o r isso (disse ele).

tendo acudido aqu i sem a menor dilação. porém. dizendo: «E stá (a q u i) um certo homem. 18 Comiarecendo os seus acusadores. A p elo para César.» «A m a ­ nhã. que F é lix deixou prisio­ neiro. e vós todos que aqui estais connosco. e ali ser ju lg a d o destas coisas.P a u lo : «Queres ir a Jerusalém. e antes de se lhe ter facilitado o defender-se dos crim es de que o acusam. como tu sabes muito bem. antes de o acusado ter presentes os seus acusa­ dores.» 12 Então Festo. no dia seguinte. 21 Mas. . mas. depois de ter conferido com o seu conselho. se nada há daquilo de que estes me acusam. tendo ido A g rip a e Berenice com grande pompa. apelando Paulo para o ju lgam en to de Augusto. respondeu: «A p ela ste para César? A César irá s.» 22 A g rip a disse então a F esto : «E u também queria ou vir este hom em . dos que eu suspeitava. não recuso m orrer. d isse: «E stou diante do tribunal de César. pois. Festo falou de Paulo ao rei. 17 Eles. F e s to faz co m p a re­ c e r P a u lo dia n te do re i A g r ip a . contra quem toda a m ultidão dos Judeus me fez recurso em Jerusalém. ninguém me pode entregar a eles. O cidadão rom an o tin h a o d ir e it o d e a p e la r para o im p era d o r» a fim d e s e r ju lg a d o d írecta m en te p o r e le . sentando-se no meu tribunal.» 23 N o dia seguinte. e ser ali ju lgado destas coisas diante de m im ?» 10 Paulo. (v i que) nenhum d elito he im putavam . I I » A p e lo p a r a C ésar. 24 Festo disse: «R e i A grip a. e entrado na sala de audiência com os tribunos e pessoas principais da cidade. é lá que devo ser ju lg a d o .» 13 A lgu ns dias depois. S . 14 Demorando-se a li m uitos dias. 16 Respondi-lhes que não era costume dos Rom anos condenar homem algum . respondeu ele. protestando em altos gritos que não convinha que ele vivesse mais. m andei trazer este homem. 11 Se lhes fiz algum mal nu coisa digna de m orie. pedindo a sua condenação. o ou virás. aqui ten­ des este homem. o rei A g rip a e Berenice foram a Cesareia para saudar Festo. nenhum mal fiz aos Judeus. P a u lo usou este d ir e it o » le v a d o sobretu do p elo d es e jo d e i r a R om a p r e g a r a d o u trin a de Jesus. disse-lhe se queria ir a Jerusalém. 15 sobre o qual. 19 mas tinham só contra ele algum as questões sobre a sua religião e sobre um certo Jesus já m orto. ordenei que fosse guardado. estando eu em Jerusalém. f 2 5 . foram ter com igo os príncipes dos sacerdotes e os anciães dos Judeus. 20 Estando eu embaraçado sobre semelhante guestão. o qual Paulo afirm ava v iver. fo i tra­ zid o Paulo por ordem de Festo. até eu o rem eter a César.

mais resplandecente que o sol. P o r causa desta esperança. Saulo. 2 «C onsidero-m e fe liz por ter h oje de me ju stificar na tua presença. Encerrei em cárceres muitos san­ tos. pois. de tudo quanto me acusam os Judeus. ou vi uma voz que me dizia em língua h ebraica: Saulo. 13 ao m eio-dia vi. servindo a Deus de noite e de dia. a P a u lo : <E’ -te perm i­ tido falar em tua defesa. 27 Com efeito. sou acu­ sado pelos Judeus. a quem tu persegües. 11 Muitas vezes. tendo recebido. ò rei. principalm ente a ti. perseguia-os até nas cidades estrangeiras. ó rei. estendendo a m ão. parece-me sem razão enviar um hom em preso. obrigando-os a blasfem ar. 25 Porém . a flm de que. 4 Quanto à vida que tenho levado. começou a justificar-se. 12 Levad o por tais intui­ tos. e. P o r isso vo-lo apresentei. quando os faziam m orrer. ela é conhecida de todos os Judeus. determ inei rem eter-lho. 15 Então eu disse: Quem és tu Senhor? E 0 Senhor respondeu: Eu sou Jesus. eu tenha algum a coisa para escrever. ó rei A grip a. percorrendo as sinagogas. uma luz do céu. 3 principalm ente porque conheces todos os costumes e questóes que h á entre os Judeus. usava com eles de crueldade. ó rei A grip a . segundo a seita mais rigorosa da nossa religião.» Então Paulo. reconheci que não fez coisa algum a dign a de morte. poder dos príncipes dos sacerdotes. esperam ver cumprida. põdem. enfurecendo-me mais e mais contra eles. tendo ele mesmo apelado para A u gu sto. indo eu a Damasco com poder e comissão dos prín­ cipes dos sacerdotes. desde os prim ei­ ros tem pos da m ocidade. entre os da minha nação. 5 Co­ nhecendo-me desde os meus princípios. feito o interrogatório. 14 T en d o todos nós caído por terra. por que me persegües? Dura coisa te é recaieitrar contra o agu i­ lhão. 26 Dele não tenho coisa certa que escrever ao senhor.D iscu rso de P a u lo d ia n te d e A g r ip a . para isso. Mas. 8 Parece-vos porventura in crível que Deus ressuscite os m ortos? 9 Eu também tinha ju lgad o que d evia fazer a m aior resistência contra o nome de Jesus N azareno. no cami­ nho. dava o meu voto. sem indicar os m otivos. dar testemunho de que v iv i fariseu. por isso peço-te que me ouças com paciência. 7 a qual (prom essa) as nossas doze tribos. 10 E assim o fiz em Jerusalém. se qui­ serem.» 26 — t A g rip a disse. a qual brilhou em vo lta de mim e dos que iam com igo. 6 A g o ra sou acu­ sado em ju izo por esperar a promessa que foi feita por Deus a nossos pais. . e. em Jerusalém.

o muito saber desorienta o teu esp írito. 26 Destas coisas tem conheci­ mento o rei. 31 Tendo-se retirado à parte diziam entre si: «E ste homem não fez coisa que seja digna de morte nem de prisão.» 28 Então A g rip a disse a P a u lo : « P o r pouco me não persuades a fazer-m e cristão.» 32 E A g rip a disse a Festo. depois em Jerusalém e por toda a terra da Judeia e aos gentios. fazendo dignas obras de penitência. aos quais agora te envio 18 a abrir-lhes os olhos. ó rei A grip a. a quem falo com toda a liberdade. não dizendo outras coisas fora daquelas que anunciaram os profetas e Moisés que haviam de acontecer. não sòmente tu.» 25 Paulo respondeu: «E u não estou louco. se fizessem hoje tais com o eu sou. que seria o prim eiro a ressuscitar dos m ortos e que anunciaria a luz a este p ovo e aos gen tio s. o govern ador e Bere­ nice e os que estavam sentados com eles. que devia A g r ip a re con h ece a in ocên ­ cia de P a u lo . a fim de qne se convertam das trevas à luz.» 27 — 1 Depois que fo i decidido que seguíssemos por mar para a Itália. disse Festo em alta v o z : «E stás louco. P a u lo . pois creio que nada disto lhe é desconhecido. tendo-me prendido. 17 livrando-te deste p ovo e dos gentios. . mas também todos quantos me ouvem . 2 Embarcámos num n avio de A dram íteo. ó rei A grip a . 23 que o Cristo havia de padecer.16 Mas levanta-te e põe-te em pé. e do poder de Satanás a Deus. 20 mas preguei prim eiram ente aos de Damasco. 19 P o r isso. porque nenhuma destas coisas se passou a um canto. graças ao socorro de Deus. estando eu no templo. que se arrependessem e convertessem a Deus. 30 Então levantou-se o rei. se não tivesse apelado para César. m ediante a fé em mim. 27 Crês. que até ao dia de hoje me não faltou. 21 P o r esta causa os Judeus. tentavam matar-me.» 29 Paulo disse-lhe: «P ro u vera a Deus que. 22 Mas. D e Cesare ia à ilh a d e Creta. confiaram Paulo e outros presos a um centurião da coorte Augusta. não fu i rebelde à visão celeste. chamado Júlio. porque eu te apareci para te constituir servidor e testemunha das coisas que viste e daquelas pelas quais eu te aparecerei ainda (m u ita s vezes). nos profetas? Eu sei que crês. ó óptim o Festo. p o r S idon . «E le podia ser solto. contínuo a dar testemunho a pequenos e a grandes. por pouco ou por muito.» 24 D izendo ele estas coisas em sua defesa. menos estes grilhões. mas d igo palavras de verdade e de sabedoria. para que recebam o perdão dos peca­ dos e a herança entre os santos. M ir a e Bons-P o rto s .

ju nto a Salm one. m acedõnio de Tessaloníca.*■ fazer cabotagem ao lon go dos litorais da Á sia. 15 Sendo a nau arrebatada. como o porto uão era bom para inveruar. a que chamam B ons-Porlos. 7 Durante muitos dias. andávamos sem rumo. 14 Mas. que se chama euraquilão. soltou-se a âncora 27p 9. e invernar ali. desencadeou-se sobre esta ilha um vento tempestuoso. por ter j á passado a época do jejum . 10 dizendo-lhes: «A m ig o s. Paulo advertia-os. chegámos a M ira da Lícia. fom os costeando a ilh a de Creta. Começando a ventar brandam ente do sul. N e sta época as tem p esta d es são freq ü e n tes naqu ela re g iã o . vejo que a navegação começa a ser perigosa e com m uito dano. ju lgando-se certos de executar o seu desejo. tendo atravessado o mar da C ilícia e da P an fília. 4 Feitos dali à vela costeàmos (a ilh a de) Chipre. com d ifi­ culdade pudemos recolher o escaler. do que ao que Paulo dizia. perm itiu-lhe ir ter com os am igos e receber os seus cuidados. 17 Tendo-o içado. chegám os a um lugar. perlo do qual estava a cidade de Lasaia. 9 Decorrido muito tempo. 3 No dia seguinte chegámos a Sidónia. que n avegava para Itá lia . depois de levantarem âncora iam costeando m ais de perto Creta. 12 E. 8 e.» °11 Porém o centurião dava mais cré­ dito ao piloto e ao comandante. cingindo a nau com cabos de reforço. h avendo receio de ir contra a Sirte. não podendo resistir ao vento. navegando lentam ente e tendo com dificuldade chegado à vista de Gnido. chamada Cauda. porto de Creta. fez-nos embarcar nele. 5 Depois. a m aior parte fo i de parecer que se passasse adiante. Em seguida. a ver se dalgum a sorte podiam atin gir Fenice. mas também das nossas vidas. navegando com dificul­ dade ao longo da costa. abrigado dos ventos de sudoeste e noroeste. tendo o centurião encontrado um navio de A le ­ xandria. (os m arinheiros) valiam -se de todos os meios de salva­ ção. 16 A rrojad os pela cor­ rente a uma pequena ilha. não sendo segura a nave­ gação. pouco depois. por nos serem contrários os ventos. por­ que o vento nos im pedia. Júlio. 6 Á í. tra­ tando benèvolam ente Paulo. . e levan­ támos ferro em com panhia de A ristarco. P o r te r j d p assad o a época d o j e j u m da fes ta da E x p ia ção» qu e era p elo s fin s de S etem b ro. não sòmente da carga e do n avio.

31 Paulo disse ao centurião e aos soldados. Paulo roga va a todos qu e comessem algum a coisa. dizen do: «F a z hoje já catorze dias que estais à espera. e eis que Deue te concedeu a v id a de todos os que navegam con­ tigo. 33. 33 Começando a fazer-se dia. não ter saído de Creta e evita r este perigo e dano. com o me foi dito. os marinlieiros no dia seguinte alijaram carga. não podereis salvar-vos. porque tenho fé em Deus de que assim acontecerá. os m arinheiros ju lgaram eslar perto de algum a terra. porque nenhum de vós perderá a vida. 28 Lançando a sonda. Paulo. suspirando pela chegada do dia. com o pretexto de começarem a largar as âncoras da proa. encontraram quinze braças. meus am igos. a fim de vos salvardes. mas sòmente o n avio será destruído. lançaram quatro âucoras da popa. . d is s e : «Convinha.30 Porém . tendo-o partido. Paulo.» 32 Então os soldados cortaram o cabo do escaler e deixaram -no cair. encontraram vin te braças (de p ro fu n d id a d e ). 29 Tem endo que déssemos em alguns recifes. um pouco mais adiante. navegando pelo mar A d riá tico. procurando os m ari­ nheiros fu gir do n avio.flutuante. em pé DO m eio deles. tínhamos jã perdida Ioda a esperança de salvação. cerca da meia-noite. 26 N ós havem os de ir dar a uma ilh a . 23 Porque esta noite apareceu-me o anjo daquele Deue de quem eu sou. sem comer nada. meus am igos.» 27 Quando chegou à décim a quarta noite.» 35 D ito isto. e a quem sirvo. 34 Portanto rogo-vos que tom eis algum ali­ mento. depois. «S e estes hom ens não permanecerem no navio. 20 N ão aparecendo durante muitos d as sol nem estrelas e continuando a tempestade com violência. t í ’ e v id e n te h a v e r n estas p a la vra s uma h íp é r b o le . 21 Estando todos há m uito tempo sem comer. coragem . gio. E ra a ssim cham ado o M e d ite rrâ n e o cen tra l. porque não perecerá nem um só cabelo da cabeça de nenhum de vós. é preciso que compareças diante de César. começou a 27. 18 Sendo nós violentam ente balidos pela tempestade. . 19 A o terceiro dia lançaram ao mar com as suas próprias mãos os aparelhos do navio. em jejum . seguindo o meu conselho. lom ando o pão. deu graças a Deus em presença de to d o s . 22 Mas agora exorto-vos a que tenhais coragem . 25 P or isso. depois de lançarem o escaler ao mar. 24 dizendo: N ão temas. S e m com er nad a. indo-se assim ao sabor das ondas. A d r iá t ic o .

tendo escapado do mar. pois. levantada ao vento a vela do artim ão. a (deusa) Justiça não o d eixa v iv e r . encam inbavam-se para a praia. a li­ viaram o navio. a proa enterrada permanecia im óvel. querendo salvar Paulo. tendo feito oração e im pondo-lhe as mãos. reconhecem os en lão que a ilha se cham ava Malta. no navio. 8 Ora encontrava-se então no leito. deixaram -nas cair ao mar. nos tratou bem durante três dias. Pau lo fo i vê-lo. 40 Tendo. ao ukesmo tempo. se pudessem. mudando de parecer. 6 Ora os indí­ genas espçravam que ele viesse a inchar. comer. vendo que lhe não sucedia mal nenhum. duzentas e setenta e seis pessoas. encalha­ ra m . 2 A cesa uma grande fogueira. 36 T o d o s . que tinha uma praia. as cordas dos lem es. e outros sobre destroços do n avio. iam ter com ele e eram curados. depois de esperarem m uito tempo. lançando o trig o ao mar. e contra o frio . salvaudo-se a nado. mas viram uma baía. não sofreu mal algum . 3 Paulo. Mae. une sobre tábuas. 39 Tendo-se feito dia. E assim aconteceu que todos chegaram salvos a terra. ^ Estaudo fora de perigo. Mandou que aqueles que soubessem nadar. hospedando-nos em sua casa. sacudindo a víbora no fogo. 10 Tam bém nos cumularam . 7 Naquelas cercanias havia umas terras do m aioral da ilha. chamado Pú blio. todos os que ua ilha tinham doenças. tendo nós dado numa lín gu a de terra.tomaram ânim o e se puseram tam­ bém a comer. com m ar de ambos os lados.» 5 Ele. tendo juntado e posto sobre o lume uma porção de sarmentos. Os indígenas trataram -noe com muita humanidade. o sarou. 42 Á reso u ^ o dos soldados fo i m atar os presos a fim de que nenhum fugisse. 9 D epois disto.P a u lo em M a iu . fossem os prim eiros a lançar-se à água e alcançassem a te rra . 38 Saciados de alim ento. doente de febre e de disenteria. não reconheceram a terra (M alta). 4t Mas. impediu-oe de fazer isto. 37 Éramos ao todo. o pai de Públio. que fu gira do calor. 44 quanto aos outros. 48 Mas o centurião. agarrou-se-ihe à mão. que caísse súbitamente e morresse. 4 Vendo o s indígenas a víbora pendente da sua mão. porque. diziam uns para os ou tros: «C ertam en te este homem é algum assassino. que caía. o qual. e. porém. na qual intentavam . afrouxando. soltado as âncoras. alcançá-la-iam. diziam que era um deus. encalhar o navio. nos alentaram a todos contra a chuva. ao mesmo tempo que a popa ee abria com a violên cia das ondas. uma víbora.

quiseram soltar-m e. desde manhã até à noite. 14 onde.» 23 Tendo-lhe fixado o dia. sem ter feito nada contra o povo. 19 Mas. . 26 quando disse: 2 8 » 11. retiravam -se. correndo a costa. 24 Uns criam no que ele dizia. porquanto é por causa da esperança de Israel que estou preso com estas cadeias. 22 Porém queríam os ou vir dã tua boca o que pensas. E stou preso .de honras. Em seguida eucaminhámo-nos para Roma. o{)ondo-se os Judeus. e. esforçando-se por convencê-los acerca de Jesus. tendo-os visto. nem de lá veio nenhum que nos dissesse ou falasse algum mal de ti. sem intentar contudo acusar em algum a coisa a m inha nação. disse-lhes. vi-m e obrigado a apelar para César. e no segundo dia chegám os a Putéolos. tendo encontrado irm ãos. visto que não acha­ vam em mim crim e algum dign o de morte. forneceram -nos o necessário. fui entregue nas mãos dos Rom anos. tendo os irm ãos ouvido falar da nossa che­ gada. por meio da lei de Moisés e dos profetas. aos quais expunha (a d o u trin a sobre) o reino de Deus. Paulo. quando embarcámos. nem contra os costu­ mes de nossos pais. foi perm itido a Pau lo que ficasse onde guisesse. ficámos lá três dias. foram muitos ter com ele à casa onde estava hospedado. e tinha a insígnia “ dos Dióscoros. q u e é o o b je c to da esperança de Is ra e l. não p o r t e r co m etid o q u a l­ q u e r crim e» mas p o rq u e anu n cio qu e já v e io o M es sia s. 20. porque o que nós sabemos desta seita. D ió s c o ro s * C a sto r e P ó l a x .* 21 Eles res­ pon deram -lh e: «N ó s nem recebemos carta da Judeia acerca de ti. nos rogaram que ficássemos com eles sete dias. tendo-me exam inado. . . 20 P o r tal m otivo. saíram ao nosso encontro até ao foro dé Âpio e até às T rês Tabernas. que invernara na ilha. chegám os a Régio. «E u . 15 De lá. Um dia depois. 12 A rribados a Siracusa. poís. 25 Como não esti­ vessem concordes entre si. enquanto Paulo lhes dizia só esta p alavra: «B em falou o Espírito Santo pelb profeta Isaías a nossos pais. 11 A o cabo de três meses. irmãos. deu graças a Deus e flcou cheio de confiança. pedi para vos ver e vos falar. 18 os quais. embarcámos num navio De Malta de Alexan dria. tendo sido preso em Jesusalém. Paulo convocou os principais judeus. é que em toda a parte a im pugnam . começou a soprar o vento sul. 16 Chegados a Rom a. 13 Daí. outros nâo criam. P o r t a l m o t iv o . 17 Três dias depois. Tendo-se eles juntado. patron os dos n a v e g a d o re s . com um soldado a guardá-lo.

D u rante d o is anos P a u lo em ­ bora p r e ­ so. 31 pregando o reino de Deus e ensinando o que diz respeito ao Senhor Jesus Cristo. http://alexandriacatolica. V a i a esse povo e diee-lhe: Com o ouvido ouvireis e não entendereis. 28 Seja-vos. são duros dos ouvidos. saíram dali os Jndeus. com toda a liberdade.blogspot. e x e rc e o seu m in is té ­ r io a pos­ tó lic o .br .com. e eu os sare (Is. entre grandes altercações. e fecharam os olhos. notório que esta salvação de Deus é enviada aos gentios. pois.9-10). entendam com o coração. 27 P o r ­ que o coração deste povo tornou-se insensível.» 29 (T en d o dito estas coisas. p a ra que não vejam com os olhos. 6. onde recebia todos os que iam ter com ele. e eles a o u virã o . sem proibição. e se convertam. com os olhos olhareis e não vereis. ouçam com os ouvidos.) 30 Dois anos inteiros permaneceu Paulo num apo­ sento que alugara.

J á h á m u ito qn e o A p ó s to lo deseja va i r a R o m a . isto é. £ a causa m o ra l d es te m ila g re fo i o e s p irito de s a n tid a d e d e Jesus. p o r m eio d o m ila g re da sua re ssu rreiçã o . e não apenas ex tern a m en te. do in tim o da alm a. para que obedeçam em seu nome à f é todos os gentios. 3 acerca do seu Filho. P a u lo d e m onstra q u e a ju s tific a ç ã o sòm ente se obtêm p o r m eio da f é p rá tic a em fe s u s C ris to . por Jesus Cristo. q u er fu d e u s q u e r p a g ã os . nosso Pai. escreveu esta ep ís tola aos R om a n os. 6 entre os quais também estais vós. p e lo ano 58. queri­ dos de Deus. Jesus Cristo Senhor Nosso. PRÓLOGO 1 — 1 Paulo.br ao . 1» 3-4. que nasceu da posteridade de D avid. me é testemunha de que incessantemente faço menção D ire cçã o e sauda­ ção.EPÍSTOLA AOS ROMANOS S.blogspot. nascid o da p os te rid a d e de D a v id . 8 Prim eiram ente dou graças ao meu Deus. http://alexandriacatolica. O s is ra e lita s . 2 0 qual (Evangelho) linha (Deus) prom etido antes pelos seus profetas nas Santas Escrituras. é n esse sen tid o q u e os p r im e ir o s cristãos são o p o v o santo do N o v o T es ta m en to . 4 estabelecido no seu poder de F ilh o de Deus. 7. e de l á p a ssa r á E sp a n h a . E m m eu e s p irito . T en d o chegad o a ocasião em qu e ju lg a v a p o d e r r e a liz a r os seus p r o je c to s . com o f i m de os p re p a ra r p a ra a sua chegad a. porque a vossa fé é celebrada em todo o mundo. S a lv a d o r de toda a h u m a n id a d e . isto é . receb era m o n om e d e santos no A n t ig o T e s ta m e n to . chamados a ser santos: Graça vos seja dada. chamado ao apostolado. segundo a carne. a quem sirvo em meu espírito anunciando o E vangelho de seu Filho. e da do Senhor Jesus Cristo.com. A cção de graças. 7 a todos os que estão em Rom a. S . segundo o seu espírito de santidade. 9. Cham ados a ser santos. fo i m a n ifesta d o aos o lh o s de tod os com o F ilh o d e D eus. e paz da parte de Deus. a partir da sua ressurreição dentre os m ortos. P a u lo escreveu esia ep ís tola de C o rin to . 9 0 Deus. servo de Jesus Cristo. são cham ad os à sa lvação m erecid a p o r fe s u s C ris to . T o d o s os hom ens. 5 pelo qual recebemos a graça e o apostolado. em nome de todos vós. os chamados de Jesus Cristo. a san tidade e x c e p c io n a l qu e e x is te na sua alm a. consagrados S en h o r e sep arados dos outros p o v o s . escolhido para (a n u n cia r) o E vangelho de Deus. v e r d a d e ir o bom em . Jesus C ris to .

algum a vez. que estais em Rom a. p o r m e io das suas obras ex te rn a s . é-Ihes mani­ festo.' e depois ao grego. depois da criação do mundo. a h um ani­ d a d e pod ia d iv id ir . 10 rogando-lhe sempre nas minhas oraçóes que se abra enfim . sem a re v e la ç ã o . porque é a virtude de Deus para dar a salvação a todo o crente. P r i m e i r o a o j u d e u . não só uma o b ra d e M is e r ic ó r d ia . para vos confirmar. 21 porque. . isto é . da p a rte d e D eu s. irm ãos. mas tenho sido im pedido até agora. é-lh es m a n ife s to . um cam inho fa vo rá vel para ir ter convosco. 13 N ão quero que vós. 19. 16. R e t ê m . . só p e la razão n atu ral. fa z -lh e s co n h ecer a sua e x is tê n c ia e os seu s a trib u tos . para colher algum fruto entre vós. ignoreis que muitas vezes tenho proposto ir ter convosco. para me con­ solar juntam ente convosco por esta fé que nos é comum a mim e a vós. 18 Com efeito a ira de Deus manifesta-se do eéu contra toda a im piedade e injustiça daqueles homens que retêm a verdade de Deus cativa da injustiça. R e lig io s a m e n te fa la n d o. . mas tam bém o cu m p rim en to d e uma prom essa q u e lh es tin h a fe ito . indo da fé para a fé. PRIMEIRA PARTE (Dogmática) I — Necessidade da justificação pela fé P r o p o s i­ ção do assunto. a fim de vos com unicar algum a graça espiritual. tornaram-se visíveis. 15 donde o meu desejo de anunciar o Evangelho também a vós. pois Deus Iho m anifestou.s e em duas cla sses.de vós. 18. 12 isto é. isto é. p o r sua in ju s tiç a im p ed em q u e a ve rd a d e de D e u s e s p a lh e a sua luz. P a u lo fa z aqui re s s a lta r os p r i v i l é ­ g io s dos Judeus. . . H eb ra ism o q n e d es ign a o avanço contín u o da crença. com o a q u e les lh e s ch am avam . prim eiro ao judeu. In d o d a f é p a ra a f é . b r ilh a n atu ralm en te no e s p ir it o e no c o r a d o d o s pagãos. Is to é. 14 Eu sou devedor aos Gregos e aos bárbaros. 20 De facto. compreendendo-se pelas coisas feitas. Ig n o râ n ­ cia cnlpáT c l dos pagãos. S . o seu poder eterno e a sua d ivin ­ dade. 17 Â justiça de Deus manifesta-se nele. . tendo conhecido a Deus. . 11 Porque desejo ver-vos. p o rq u e D eu s. Judeus e pagãos.4). querendo Deus. para os q u a is a v in d a d o M es sia s era. aos sábios e aos ign oran tes. 19 porque o que ee pode conhecer de Deus. O q u e Sé p o d e conh ecer de D e u s . ou G re g o s . com o está escrito : 0 ju s to vive da fé (H ab. as coisas in visíveis dele. 16 Com efeito eu não me envergonho do Evange­ lho. 17. 2. de m odo que são inexcusáveis. como entre as outras naçóes.

sabendo que os que fazem tais coi­ sas são dignos de morte. és inexcusàvel. Cada um será ju l­ gado segu ndo as suas obras. 32 Os quais. soberbos. de m alignidade. ó homem que ju lg a s . m as até os m ais v is a n im a is. a ti mesmo te condenas. de contendas. de engano. de avareza. .. que os levou a fazer o que não con­ vém . 29 cheios de toda a iniqüidade. cometendo homens com homens a torpeza e recebendo em si mesmos a paga que era d evid a ao seu desregram en to. de hom icídios. Deus abandonou-os a um sen­ tim ento depravado. ó hom em . paciência e longanim idade? Ignoras que a bondade de Deus te convida à penitência? 5 Mas com a tua dureza e coração im penitente acumulas para ti um C astigo d e D eus. mas desvaneceram-se nos seus pensamentos. que é bendilo por todos os séculos. 22 pois. cheios de in veja. dei­ xando o uso natural da mulher. 31 insensatos. do mesmo modo.. sem m isericórdia. que ju lg a s aqueles que fazem tais coisas e (tam bém ) BiS fazes. conhecedores da ju stiça de Deus. as suas próprias m ulheres mudaram o uso natural em uso contra a natu­ reza. 27 e. nem lhe deram graças. tornaram-se estultos 23 e mudaram a g ló ria de Deus incorruptível na figura de um simulacro de homem corru ptível. sem lei. odiados por Deus. O sJu den s também são cu l­ pados. Efectivam ente. 25 eles que trocaram a verdade de Deus pela m entira e que adoraram e serviram a cria­ tura de preferência ao Criador. 23. de m alícia. à im undície. 2 — 1 P or isso. sem lealdade. altivos. não sòmente as fazem mas tam bém aprovam aqueles que as fazem. m exeriqueiroB. e re p re s e n ta n d o não só h om en s. 24 P elo que Deus os abandonou aos desejos do seu coração. arderam nos seus dese­ jo s mutuamente. injuriadores. 2 Ora nós sabemos que o ju ízo de Deus é segundo a verdade contra aqueles que fazem tais coisas. de maldade. como não procu­ raram conhecer a Deus. inventores de maldades. e obscureceu-se o seu coração insensato. 3 E tu. 30 detractores. ju lga s porventura que escaparás ao ju íz o de Deus? 4 Ou desprezaste as riquezas da sua bondade. M u d a r a m . A trib u íra m o a er e o p o d e r divÍDO a estátuas s em v id a . 26 Por isso Dens entregou-os a pai­ xões de ignom ínia. naquilo mesmo em que ju lg a s a outro. sem afeclo. visto que fazes as mesmas coisas que ju lgas. de modo que desonraram os seus próprios corpos. de quadrúpedes e de répteis. de aves.não o gloriflcaram com o Deus. quem quer que sejas. Am en. porque. fa b rica d a s p ela s suas m ãos. também os homens. dizendo ser sábios. desobedien­ tes aos pais. 28 E.

H á -d e d a r . mas dóceis à injustiça. en sin an do d e s te m odo qu e não basta a f è p ara nos sa lva rm o s : è tam bém n ecess á ria a prática das boas o b ra s. segundo o meu Evangelho. 14. a si mesmos servem de lei 15 e mostram que o que a lei ordena está escrito nos seus corações. buscam a glória. e todos os que com a le i pecaram. os pagãos. distingues o que é mais pro­ veitoso. Os Judeus. e alcançam a sa lva çã o etern a . 2L tu. q u e t i v e ­ ram a le i d e M o is é s . há-de ju lg a r as coisas ocultas dos hom ens por m eio de Jesus Cristo. indóceis à verdade. mas os que observam a le i é que serão justiflcados. que ensinas os outros. e repousas sobre a le i e te glorias em Deus. e. do judeu prim eiram ente. diante de Deus. . O s pagãos» qu e não tiv e r a m a le i de M o isés. 12. dando-lhes testemunho a sua própria consciência e os pensamentos. m estre das crianças. a honra e a im o rta lid a d e. que os acusam (se flserem o m a l) ou defendem (se fiserem o bem ). P a u lo m ostra qu e D eu s será im p a rc ia l no seu ju lga m e n to . 12 Porque todos os que sem le i pecaram. A l e i to r­ n ará m ais grave a condena­ ção dos Judeus. ao ju deu prim eiram ente. tesouro de ira para o dia da ira e da manifestação do ju sto ju ízo de Deus. o b serva n d o . . isto é. com as lu zes n atu ra is da razão. 16. 20 doutor dos ignoran­ tes. . quando os gen­ tios. mas h á -d e d a r a cada u m se g u n d o as suas ob ra s. tendo na le i a regra da ciên­ cia a da v e rd a d e . fazem naturalm ente as coisas que são da lei. qu e acusam ou m esm o defendem . 5. luz daqueles que estão nas trevas. 18 que conheces a sua von­ tade. A s i m esm os servem de le i. 8 (d a rá ) ira e indignação aos que são pertinazes. 17 Tu. pois. 14 Com efeito. 2 f 6 .. 10 mas glória. para cuja co n d e­ nação ou s a lv a d o não h a v e rá outro testem u n h o a lém da v o z da sua consciên cia. honra e a paz a todo aquele que faz o bem. pela lei serão julgados. 19 e te van glorias de ser guia dos cegos. 16 Isto ver-se-á naquele dia em que Deus. e depois ao gregOj U porque. que tens o nome de judeu.. não eão justos diante de Deus os que ouvem a lei. serão cond enados p o r v io la r e m a l e i natural g ra va d a no seu coração. que não têm le i (escrita ). sem lei perecerão. e depois do grego. esses. a u x ilia d o s pela graça de D eus. D e v e n otar-se q u e o A p ó s to lo não d íz : h á -d e d a r a cada u m ^segundo a sua f é . o rien ta m -se no cam in h o d o bem . os p r e c e ito s da l e i natu ral. serã o condenados p o r v io la r e m esta le i. 6 que há-de dar a cada um segundo as suas obras: 7 (d a rá ) a vida eterna aos que. segu ndo a m inha p rega çã o . — S e g u n d o o m e u E v a n g e lh o . e os Judeus segu ndo a le i escrita . 13 De facto. não tendo lei. perseverando na prática do bem. tribulação e angústia para a alma de todo o homem que faz o mal.O s pagãos serã o ju l­ gados se­ gundo a l e i natu­ ra l. N o d ia do ju íz o serão m a n ifesta d o s os d ita m es da cons­ ciên cia . 9 (S im ). não há acepção de pessoas. instruído pela lei.

6). não será. Principalmeute porque lhes foram confiados os oráculos de Deus. 0 nome ãe Deus p o r causa de vós é blasfemado entre as gentes (Is. d a n d o-lh e a certeza q u e D eu s a p e s a r d o seu pecado. este (verdadeiro) ju deu terá o seu lou­ vo r não dos homens. que abominas os idolos. 26 Se. nas prom essas que fa zes (p o is co n serva s aa q o e me fiz e s te a m im p ec a d or) e venças quand o fo r e s ju l g a d o . mas de Deus. um incircuuciso guardar os preceitos da lei. cometes o s a c rilé g io ! 23 T u . 62. P a r a gue sejas (ó DeuB) ju stifica d o nas tuas p a la vra s e venças quando fores j u l ­ gado (S. porém . e todo o homem é m entiroso. considerado com o circunciso? 27 E aquele que é incircunciso natural. e serás co n s id era d o com o um pagão. se fores transgressor da lei. que dizes que se não deve com eter adultério. como está escrito. que te glorias na lei. — P a r a qu e se ja s reco n h ecid o f i e l . 6 do S alm o 50. és adú ltero! T u . segundo o espírito e não segundo a le tr a . recon h ecid o f i e l Mas tuas p a la v ra s . isto é. S . pois. a mais o ju deu ? Ou qual é a utilidade da circuncisão? 2 Muita (vantagem têm os Judeus sobre os gentios) de toda a m aneira. S e um pagão. 3 Que im porta se alguns deles não creram ? Porventura a sua incredulidade destruirá a fidelidade de Deus? N ão. cumprindo a lei (n ã o ) te ju lga rá a ti que. a nossa injustiça faz bri­ lhar a justiça de Deus. nem p o r isso d e ix a rá d e en tra r na v id a etern a .não te ensinas a ti m esm o! Tu . gu a rd a r os p receito s da le i.6). com o se fo sse circu n cid ad o. ape­ sar da eua incircuncisão. seja s recon h ecid o fi e l . é verdade. R esposta a algu m as d ifíc n ld ades q n e os Judeus p odia m a p re sen ­ tar. q u e não é circu ncid ad o. 3 » 4. pois. com a letra (da le i) e com a circuncisão. . nem é circun­ cisão a que aparece na carne. 60. desouras a Deus. 5 Se. não r e tir a v a as prom essa s qu e Ib e tin b a fe it o . f i e l em cu m p rir as suas p rom es­ sas . 25* T o rn a s -te u m in c irc u n c is o . que direm os? Porventura é D e nada va le a d i CUQCis&O sem a observân­ cia da leí. com a tua cir­ cuncisão tornas-te um incircunciso. is to é. — e o h om em é m e n tiro s o . P a u lo cita uma p a rte do v e r s . E n tão D a v id d is s e : £ u co n fesso o m eu á é iit o p a ra que se ja s ju s t if ic a d o . . 26 A circuncisão aproveita. 4 Deus é verdadeiro. a fim de c o n firm a r q u e D eu s é fie l. 28 Porque não é ju deu o que o é (apenas) externam ente. D e u s é v e rd a d e iro . como está escrito. és transgressor da lei. re la ­ tiva m en te às a firm a ­ ções p re ­ ced entes. que pregas que se não deve furtar. certameute. a circu n cisão d e nada te v a le r á . quando a lgu ém p r e te n d e r ju lg a r o teu m odo d e p r o ce d er. fu rta s! 22 Tu . 29 mas é (verdadeiro) judeu aquele que o é no in terior e a (verd ad eira) cir­ cuncisão é a do coração. a p esa r da in fid e lid a d e dos Homens. transgredindo a l e i ! 24 Em reali­ dade. 3 — 1 Que tem. 26. in fi e l às suas p rom essa s. mas. . se guardares a l e i . is to é. O p r o fe ta Natau con solou D a v id .

21 Mas agora manifestou-se sem a lei a ju stiça de Deus. . 5. S ó o p en sa r que D eu s é in ju s to le v a S. todos à um a se torn a ra m in ú teis. 14 a sua boca está cheia de m aldição e de a m a rg u ra (S. . doutra m aneira. o diz para aqueles que estão sob a lei. 59.7). P a u lo a fa z e r n ota r im e d ia ta m en te q u e fa la à tn a n e ira ' dos h om ens im p io s.10>: S.2). dom g ra tu ito d e D eu s. 20 Pelas obras da lei não será justificado nenhum hom em diante dele. mas p o r m e io da u nião com Jesu s C risto . 13 A g a rg a n ta deles é um sepulcro aberto.7-8). M a s a g o ra . a ju stifica çã o m a n i­ fe s t o u -s e p o r m e io da p regação d o E v a n g e lh o . Um veneno de áspides se encobre debaixo dos seus lábios (S. . como ju lga ­ ria Deus este m undo? 7 Com efeito. náo há quem faça o bem. não há sequer um (8. se a verdade de Deus. por c e r to . 9 Que (co n clu ir) p ois? Tem os algum a vantagem sobre eles? De nenhuma sorte. 10. . 10 com o está escrito: N ão há nenhum ju s t o . e d e v id a só â graça d e D eu s. 36. Porqu e já demonstra­ mos que Judeus e Gregos estão todos sob o pecado. dado a tod os m edia n te a fé em Jesus C risto . tanto Ju­ deu s com o g e n tio s. 18 N ã o há tem or de Deus diante dos seus olhos (S. 16 a dor e a infelicidade estão nos seus caminhos.4). pela le i vem o conhecim ento do pecado. 23 por­ que todos pecaram e estão privados da glória de Deus 6 . se recon h eça rèu d ia n te d e D eus. P e la s obras da l e i . 140. A ju s t ifi­ cação è um. injusto Deus que castiga? 6 (F a lo à m aneira dos hom ens. 7-8. is to é. são peca­ d o res .A E s c ritu ra m os­ tra qu e to d o s os hom ens. . d e ix a m d e m e re c e r castigo. 19 Ora nós sabemos qne tudo aquilo que a le i diz. A ju s tific a ç ã o ou san tificação não se o p e ra em nós com o um s im p le s e fe ito da ob servâ n cia da le i. pela minha m entira cresceu para glória sua. sem distinção. 21. 17 e não conheceram o cam inho da pae (Is. 22 A justiça de Deus (é in fu n d a d a ) pela fé de Jesus Cristo em todos e sobre todos os que crêem nele. 11 náo há quem tenha inteligência. 20. . d e p o is da v in d a d e Jesu s. náo há quem busque a Deus. O s a n tig o s fo ra m ju stifica d o s em v ir tu d e da fé q u e os unia a Jesus C r is to . testificada pela lei e pelos profetas. 14-1-3). Efectivam ente. p elo fa cto de fa z e re m b r ilh a r a ju stiça d e D eus. 15 Os seus pés são veloees p a ra d erra m a r san­ gue. para que toda a boca seja fechada e todo o mundo caia sob a justiça de Deus. re p e tin d o a sua objecção. 12 Todos se ex tra v ia ra m . C a i a . in d ep en d en te da le i d e M o isés. por­ que sou eu assim ju lga d o como pecador? 8 E porque e que (com o dizem caluniosam ente de nós. com as suas lín guas tecem enganos. como alguns afirmam que nós dizem os) não havemos de fazer o mal para que venham bens? Destes é justa a condenação. O A p ó s to lo m ostra quanto é absurdo a firm a r qu e os peca­ do s.) Não.

31 Destruímos nós. de m aneira a ser reco­ nhecido ju sto e fonte de ju stiça para aquele que tem fé em Jesus Cristo. pois. E são j u s t i f i c a d o s . 27* O n d e está. com o um meio de propiciação. pelo seu sangue derramado. . . sem as obras da lei. na l e i d e M o is é s . A nossa ju s tific a ç ã o é d e v id a à fé . sem as quaiss e r ia fé m orta. que está em Jesus Cristo. 7 Bem -aventurados aqueles. mas pela lei da fé. 25 a quem Deus pôs. por haver tolerado. S e a ssim fo s s e . A ju stifica çS o. e . que justifica pela fé os cir­ cuncidados e que também pela fé ju stifica os incircuncidados. mas crê naquele que ju stifica o im pio. a flm de m anifestar a sua justiça. T u d o dem on stra d o qu e a ju stifica çã o é d e v id a à bond ad e d e D eu s e aos m é rito s d e J esu s. 3 Pois. pois. se Abraão fo i justificado pelas obras (n a tu ra is ). a quem Deus atribui ju stiça independentem ente das obras. 4 — 1 Que (ju stifica çã o) direm os. nosso pai segundo a carne? 2 Certamente. e não às obras do h om em . a sua fé (lh e) é im putada como justiça. tem de que se gloriar. P a n lo c o n firm a c]ue a nossa jo s tific a ç ã o não p ode d ep en ­ d e r das obras d a l e i m oisa ica . 4 Ora ao que tra­ balha. o perd á o d o » pecados» è um dom g ra tu ito da boadade d e D eu s. q u e d e v e m acom pan har a fé . 27 Onde está. . que operà pela fé. não se lhe conta o salário com o uma graça. 29 Porventura Deus só o é dos Judeus? Não o é ele também dos gen ­ tios? Sim . 5. e lhe fo i tido em conta p a ra a ju s tiç a (Gen. com a sua paciência d ivin a os pecados de outrora. 29* 5 .6). 26 a fim de m anifestar a sua justiça no tem po presente. e não p o d e t e r com o causa as obras da le i m oísaica. mas com o uma dívida. não e x c lu i as boas obras.. mas não ju nto de Deus. o A p ó s to lo co n clu i. certamente. ele o é também dos gentios. m eio d e se sa lva re m . cujas iniquidades fo ra m perdoa- cado 24.24 e são justificados gratuitam ente pela sua graça. 5 Porém ao que não opera. v is t o qu e s ó a e le s tin h a dado. antes confirm am os a lei. por meio da redenção. (ó ju d eu ) a tua g ló ria ? F o i excluída. 28 Porquanto sustentamos que o homem é justificado pela fé. 30 porque há um só Deus. P o r que le i? P ela das obras? N ã o . dom g ra tu ito d e D eus. is to é. pergu n tan do a o ju d e u : O nde está o m o tiv o dê te g lo r ia r e s ju lg a n d o q u e fo s te ju s tific a d o em v ir tu d e das ob ra s da le i ? 28. in capaz d e torn a r o h om em ju sto d ia n te de D eu s. p o rta n to . a lei com a fé? L o n ge d isso. ter obtido Abraão. que d iz a Escritura? A bra ã o creu em Deus. pois. 6 Como também D avid proclam a bem -aventurado o homem. Isto. p o d ia -se d iz e r q u e D eu s é só D eu s dos Ju deu s. porém .

não fo i em virtude da lei. 14 Com efeito. q u e a ind a não e x is tia » m as p o r t e r re ce b id o a ju s t i fi ­ cação (J u s tiç a ) causada p e la fé . 15. a fim d e q u e se ja um dom gra tu ito e c e rto. 31. mas. 8 Bem -aventurado o homem. além disso. pois. não d ep en d en te d e nenhnm a con d içã o. e cujos pecados fora m cobertos. já sem v id a (p a ra conceber). pois. 12 e seja pai dos circuncisos. sem vacilar na fé. ou também çara os incircuncidados? P o r­ quanto. não considerou nem o seu corpo am ortecido. uão há lei. 18 Esperando contra toda a esperança. 16 P o r isso da fé é (que vem) a herança. a fim de que (esta) seja gratu ita e certa para toda a posteridade. daqueles que não têm sòmente a circuncisão. mas também para o que é da fé de A braão. 13 E assim a promessa a A b raão e à sua posteri­ dade. seguem as pisadas da fé que teve nosso pai A b raão antes de ser circuncidado. 9 Ora esta bem-aventurança é sòmente para os cir­ cuncidados. 17. segundo o que lhe fo i d it o : Assim será a tu a descendência (Gen. e sem efeito a promessa. com o é a o b servâ n ciá da le i. p o r d ec reto de D eu s. é in u til a fé. teve fé e " tornou-se. 11 E recebeu o sinal da circuncisão com o selo da justiça. P o r isso.antes de re ceb er a circu n ci­ são. pai de muitas gentes. recebida pela fé antes da circuncisão. por isso. 16. a re a liza çã o da prom essa d ep en d e da fé e não da o b servâ n cia da le i. se os (que vêm) da lei é que são os (únicos) her­ deiros. em quem acreditou. a quem o Senhor não im p u to u pecado (S. à o m esm o m odo não recebeu a p rom essa d e D eu s p o r te r o b serva d o a le l d e M oisés. 10 Como lhe fo i ela. das. 17. 17 segundo está e s c rito : E u te con stitu i p a i de m u ita s gentes (Gen. E le é pai. a fim de que fosse pai de todos os crentes incircuncísos. 16 P o r­ que a le i produz a ira. ou antes da circuncisão? N ão foi depois da circuncisão. A b ra ã o não fo i ju s tific a d o em v ir tu d e da c ircu n cis ã o .1-2). dizem os que a fé foi im putada a Abraão como justiça. isto è. mas d ia n te de D e u s . o qu al dã v id a aos m or­ tos e chama à existência o que uão existe. sendo já de quase cem anos. mas em virtude da ju stiça da fé. im putada? Depois da circuncisão. è p a i d e todos os cren tes. H eran ça m essiâ ­ n ica e p o s te r i­ da d e p ro ­ m etid a à f é de A b ra ã o . Onde. mas antes dela. nem o seio de Sara. uão há trangressão. diante de Deus. não sòmente para o que é da lei. D ia n te de D e u s . . P o r isso não é a l e i d e M o isés» m aa sò m en te a fé q u e dá o d ir e it o a t e r p a rte na prom essa fe it a a A b ra ã o e a seu s filh o s . 19 E.6). que é pai de todos nós. de que seria herdeiro do mundo.6). para que também a eles lhes seja im putada a justiça (sem ser precisa a circuncisão). D ia n te dos hom ens A b ra ã o é sòm en te p a i d o s Jndens. 4 » 13.

mas lam bém nos gloriam os nas tribulações. pois. 22 P o r isso. A p a ciên cia . ainda que alguém se resolva tal­ vez a m orrer por um homem de bem. is to é» recon h ecen do a sna o m n ip otè n c ia e vera cid a d e. a virtu de provada (produe) a espe­ rança. 5y 3. quando nós ainda estávamos enferm os (pelo pecado) morreu Cristo. 8 Mas Deus m anifesta a sua caridade para connosco. e nos gloriam os na esperança da glória d e Deus. 21 plenamente convencido de que é poderoso para cum prir tudo o que prometeu. 3 E não sòmente (nesta esperança). na qual esta­ mos firmes. Q uand o nós a in d a e s tiv a m o s e n fe rm o s . O A p ó s to lo d em on stra a certeza da nossa fé com um ou tro a rg u m e n to tira d o do am or d e Jesns» m orto p o r n ós. is to é» q u an do os h om en s recon h ecen do a aua fraq u eza » qu ase d es esp era va m d e se sa lva re m » fo i então que» o p ortu n a m en te ( a seu te m p o ). dando glória a Deus. A m o r de D eus d em on s­ tra do p e lo dom q u e nos fa z de Jesus C ris to . tenhamos paz com Deus. a constância na fé . D a n d o g ló r ia a D e u s . então m orreu Crislo 20. pela fé. pois. 2 pelo qu al temòs acesso pela fé a esta graça. J esn s m orrea » le v a n d o o seu am or até a o pon to d e m o r r e r p elos im p io s . a nós que cremos naquele que ressuscitou doe mortos. sabendo que a tribulação produz a paciência. 23 Ora não está escrito sòmente por causa dele qu e lhe fo i imputado (com o ju s tiç a ) 24 mas tamhém 'p o r nós. por m eio de Nosso Senhor Jesus Cristo. pelos ím pios? 7 Ora é d ifícil haver quem m orra por um justo. a quem será im putado. perante a pro­ messa de Deus. 5 e a esperança não traz engano. porque. P r im e ir o fru to da ju s tific a ­ çã o : R e » c o n c ilia ­ ção com D eu s e certeza d o cèu. quando ainda éramos pecadores.20 N ão hesitou nem teve falta de fé. e is to le v a -o a te r esperança segu ra d e qu e receb erá a recom pen sa» esperança q u e não tra a e n g a n o. 25 o qual fo i entregue pelos nossos pecados e ressuscitou para nossa justificação. p o rq u e é b a seada so b re o p o d e r e fid e lid a d e d e D eu s. 6 P o r que m otivo. . I I — Excelência e eficácia da justificação pela fé 5 — 1 Justificados. no tempo determ inado. porque a cari­ dade de Deue está derram ada em nossos corações pelo Espírito Santo. 4 a paciência (prod ue) a virtu de provada. (isto) lhe fo i im putado como justiça. 6. a constância com q n e o h om em s o fr e as tríb u la çõ es da v id a » é uma p ro v a c la ra d e q u e 'c o n s a g r a m ais am or aos d o cèu q u e aos da te rra . mas flrmou-se na fé. 4-5. is to é. Jesus Cristo Nosso Senhor. P ro d u B a p a ciên cia . que nos fo i dado.

10 Se. a m ig os d e D eu s. que estamos ju sti­ ficados pelo seu sangue. recebem todos os homens a jus­ tificação que dá a vida. a m orte reinou por um só. o qual é a figura do (segundo A dão) que havia de vir. 14 Tod avia a morte reinou desde A d ã o até Moisés. a u to r da nossa ru ina. au tor da nossa sa l­ vação. por nós. o pecado não era imputado. assim como pela desobediência de um só homem. 9 Pois m uito mais agora. eão abundantemente espalhados sobre todos os outros. não havendo lei. todos os outros se tornaram pecadores. que é Jesus Cristo. p o r m eio d e Jesu s re ssu scita do. 18. 9. 12. a p esa r de não h a v e r le i p o s itiv a d e A d ã o a M o isés. 16 Mas o dom gratu ito não é com o o delito. E la era . p o r m e io d e Jesu s ressu scitado. incorreram todos os homens na condenação. e assim passou a m orte a todos os homens. o e fe it o d o p r im e ir o pecado. ao passo que o dom da graça traz a justificação de m uitos pecados.P a r a le lo en tre Jesus C risto. 16 E não se dá com o dom o mesmo que ee dá com o pecado de um só. S e Jesus» sen do nós a ind a in im ig o s d e D eu s. porém. isto é.. mas também nos gloriam os em Deus por Nosso Senhor Jesus Cristo. m o rre a para nos s a lv a r. estando já reconciliados.. fom os reconciliados com Deus pela morte de seu Filho. 12 Portanto. sendo nós inim igos. 13-14. assim pela ju stiça de um só. 19 Porque. os que recebem a abundância d a graça e do dom da justiça. mesmo sobre aqueles que não pecaram p o r uma transgressão semelhante à de A d ão. 10. S . assim com o pelo pecado de um só. porque todos p e c a ra m . assim pela obediência de um só. is to è. a m o rte re in a v a . 13 Porqu e até à le i o pecado estava no m undo. muito mais a graça de Deus e o dom {que vem) pela graça de um só homem. S . m u ito m a is a g o r a serem os sa lv os da ira e te r o a de D e u s . . e A d ã o. T o d a v ia . seremos salvos da ira por ele mesmo. P a u lo in te rro m p e a sua fr a s e p ara a re to m a r e te rm in a r no v e r s . m uito mais. 18 P o r isso. P a n lo c o n s id era a m o rte um c a stigo da tra n sgréssã o d e uma l e i p o s it iv a . esta n do ju s t ific a d o s . 11 E não só isto. por quem agora recebemos a reconciliação. por­ que. p o is . se pelo pecado de um. se pelo delito de um só (hom eiu) m orreram todos os outros. seremos salvos por sua vida. (que é) Jesus Cristo. P o r sua vid a . 17 Com efeito. assim com o por um só homem entrou o pecado (o r ig in a l) neste mundo. e pelo pecado a m orte. porque a sentença de condenação fo i dada por causa do pecado de um só. muito mais reinarão na vid a por um só.

d e p o is da le i. para que. a fim de m orrer (p a ra o pecado) pelo baptism o. a fim de ressu scita rm os em seg u id a para v i v e r uma v id a n ova. S e nós. se nós ficamos m ortos para o pecado. assim como Cristo ressuscitou dos m ortos pela g ló ria do P ai. não será a bsu rdo p r e te n d e r co n tin u ar sob a sua tira n ia ? 3. re jeita n d o todas as suas obras. P a u lo não q u er d iz e r q u e a le l fo i dada com o fim d e m u ltip lic a r os pecados. 6 » 2. se som os p a rticip a n tes da sna m o rte. por m eio de Jesus Cristo Nosso Senhor. quanto a viver. 6 — 1 Que direm os p ois? P e r m a n e c e r e m o s no pecado. Porqu e. assim nós vivam os uma vid a nova. N a sua m o rte . fic a m o s m o rto s p a ra o p e ­ cado. ressuscitado dos m ortos. 8 E. não morre mais. mas. 5. m lstícam en te fa­ la n d o. com eçan do v id a n ova. P o r isso. re la tiv a m e n te ao pecado. S . se morre­ mos com Cristo. m orreu uma só v e z . os pecados torn a ram -se m a io res e m ais n um erosos. a fim de. para que abunde a graça? 2 Deus nos livre. onde abundou o pecado. para que não sirvam os jam ais ao pecado. justificado eslá do pecado. assim com o o pecado reinou daudo a morte. superabundou a graça 21 para que. em v ir tu d e da q u al a q u ele q u e re ceb e o b a p tism o m o rre para o pecado. 10 Enquanto a ele m orrer pelo pecado. 20 S obreveio a lei para que abundasse o pecado. é. 6 sabendo que o nosso homem velho foi crucificado juntam ente com ele. sepultados com ele. por uma m orte semelhante à sua. 9 sabendo que Cristo. 6 Porqu e. uma c e rim ô n ia fú n eb re . v iv e (u m a vida im o rta l) para (g ló ria de) Deus. nem a m orte terá sobre ele m ais dom ínio. P õ e -n o s no túm ulo com C r is to (o que é s ig n ific a d o p e la im e rsã o na á gu a). creiamos que viverem os também ju nta­ m ente com ele. p o rq u e a concu p iscên cia aum entou com a p r o ib iç ã o da le i. O b aptism o. fom os baptizados na sua m orte? 4 Fom os. S egu n d o fr u to da ju s t ific a ­ çã o : O cristã o é l i v r e da e s c r a v i­ dão do pecado. e a d q u ire uma união In ­ tim a com J e s u s . d e p o is d o ba p tism o. P e lo b a ptism o com o q u e nos to rn a m os u m m esm o se r com Jesu s m o rren d o p o r nós. o mesmo sucederá por uma ressurreição semelhante.. como viverem os ainda nele? 3 Não sabeis que todos os que fom os baptizados em Jesus Cristo. P a r a que a b u n d a s s e . Mas. que seja destruído o corpo do pecado. aquele que morreu.' . m o rren d o e s p iritu a lm e n te p ara o pecado. m as n in gu ém ig n o ra q u e. 7 De facto. se nos tornamos um mesmo ser com ele.. poie. D eu s p e r m itiu ísto para qu e o h om em recon h ecesse a sua fraq u eza e d es eja sse o M es sia s. 4. re ssu scita n d o es p iritu a lm e n te para uma v id a n ova d e v ir tu d e . A le i cm s i è boa. 11 Assim 20. assim reine a graça pela ju stiça para (d a r) a vida eterna.todos OB outros virão a ser justos. terem os tam bém p a rte na sua re ssu rreiçã o . d e v id o à corrupção do h om em .

com o armas de justiça. quer da obediência para a ju stiça? 17 Porém . tendes por vosso fruto a santificação. depois de ter estado m ortos (pelo pecado). mas sob a graça. 19 F alo à m aneira dos homens. irm ãos (pois que falo com pessoas que conhecem a lei). q u e l e v a / a r a o m o rte . quais armas de iniqüidade. 15 Pois quê? Pecaremos. quer seja do pecado para a morte.T o rn a d o esc ra vo da ju s ­ tiça. pois já não estais sob a lei. tornastes-vos servos da justiça. pois. não v o s im p o rta stes com a ju stiça . ao passo que o dom de Deus é a vid a eterna em N oseo Senhor Jesus Cristo. se vos entregais a alguém como escravos para (lhe) obedecer. 16. 20 Quando éreis escravos do pecado. isto é . 18 E. que a lei só tem dom í­ n io sobre o hom em enquanto ele v iv e ? 2 Assim a m ulher está ligad a pela le i ao marido. enquanto ele v i v e . 14 O pecado não vos deve mais dom inar. que fostes escravos do pecado. q u e r ess e sen h or se ja o pecado. 16 Não sabeis que. assim oferecei agora os vossos membros para servirem à ju s­ tiça. o pecado no vosso corpo mor­ tal. 7 — 1 Porventura ign orais vós. q u e não d a va fo rça s p a ra cu m p rir ós p rec e ito s qu e im pun h a. mas obedecestes do cora­ ção àquela regra de doutrina. não p o d en d o s e r v i r outro. ficais escravos daquele a quem obedeceis. em Jesus Cristo. libertados do pecado. T e r c e ir o fru to da ju s t ific a ­ çã o: O c ris tã o è l i v r e da e s c r a v i­ dão da le i. de m aneira que obedeçais às suas concupiscências. 23 Porque o salário do pecado é a m orte. mas ao m orrer seu m arido. o cristão deve v i­ v e r san­ tam ente. que estais livres do pecado e feitos servos de Deus. e os vossos membros a Deus. 13 N ão entregueis ao pecado os vossos membros. q u e le v a para a ju stifica çã o . de que agora vos envergonhais? (N enhum ). q u e r s e ja a ob ediên cia a D eus. como vivos. . 12 N ão reine. mas sob a graça. em T ir tu d e da q u a l po­ d e is r e s is t ir aos in im ig o s da vo ssa salvação. graças a Deus. a fim de chegar à santificação. porque. por causa da fraqueza da vossa carne. assim com o oferecestes os vossos membros para servirem à im undície e à iniqüidade. a Bm de (chegar) à desordem . mas vivos para Deus. J á Hão estais sob a le i. L iv r e s q u a n to à ju s tiç a . estivestes livres quanto à justiça. sob a qual fostes form a­ dos. pois o fim delas é a morte (e s p iritu a l). mas sob a graça? Deus tal não perm ita. 20. Q u em v o lu n tà ria m e n te se e n treg a com o e sc ra vo a nm s e n h o r tem d e o s e r v ir . 22 Mas agora. 21 Que fruto tirastes então daquelas coisas. porque não estamos sob a le i. mas oferecei-vos a Deus. fica liv re da le i do 14. também vós considerai-vos como estando m ortos para o pecado. e por fim a v id a eterna.

3 P o r isso. reviveu o pecado. fo i para m orte. Irm ãos meus. M a s qu an do c h ego o o uso d e razão e co n h eci a e x is tê n c ia da l e i { q u a n d o v e io o m a n d a m e n to ).m arido. 9 Eu outrora v iv ia sem lei. daquele que ressuscitou dos mortos. e p r o d o z ird e s obras boas. Mas fo i o pecado que. 13 U m a coisa boa foi. . ju sto e bom . então. sem a Lei. mas p o rq u e não tin h a ocasião d e e x c it a r o h om em a d es o ­ b e d e c e r à le i. M as eu não conheci o pecado. pelo m andamento. seduziu-me e por ele me m atou. E stais liv r e s d o ju g o da le i. para se mostrar pecado. 7 Que direm os pois ? A lei é pecado 1 L o n g e disso.. me deu a m orte (e s p iritu a l) por m eio de uma coisa boa. apareceu a concupiscên cia (r e v iv e u o p e c a d o ) a e x c ita r-m e pa ra o m al. em bora santa. a lei (é) santa. será chamada adúltera. a flm de que sirvam os (a Deus) segundo o n ovo espirito (que é a gra ça do E s p irito S a n to ). 10 E eu m orri. não p o rq n e não • exis tis se. se estiver com outro h o m e m . se a le i não dis­ sesse : não desejarás o m a l (E x. m ortos para aquilo que nos tinha cativos. de m aneira que não é adúltera. 9. mas se m orrer seu marido. . Com efeito. viven do o marido. E s ta is m o r t o s . is to é. e não segundo a antiga letra (da lei de Moisés). A le l. p ara mim causa de m orte? K ão. enquanto. actuavam em nossos membros. 8 E o pecado. a flm de que demos frutos para Deus. E u o u tr o r a . para produzirem frutos de morte. mas. absolutam ente. o pecado mostrasse ao m áxim o a sua nocividade. E n q u a n to estávam os n a carne. 7 » 4. também vós estais m ortos à lei pelo corpo de Cristo. e viu-se que o mandamento. excitados pela lei. se se tornar mulher de outro homem. a fim de qu e. porque « u não conheceria a concupiscência. tom ando ocasião do m andamento. n ossa co n versã o » éram os h om en s carn ais. tom ando ocasião daquele m andamento. 6 Mas a go ra estamos livres da lei. quando veio o m andamento. . para que sejais de outro.. .a fim d e v o s u n ird e s m ais In tim a m en te com e le (p a ra q u e sejais d a q u e le que re s su s citou ). antes da O pecad o (a concn p iscén cía ) estava m o r to . é ocasião d e trans­ gressõ es. 5 Enquanto estávam os na carne.17). o pecado estava m orto. senão pela lei. 12 Assim pois. 8. 20. que me era para vid a. Q u ando e o a in d a não tin h a o nso d e razão» v i v i a n o esta do d e in ocên cia . 5. com o se a le i não e x is tis s e para m im . fica liv re desta lei. e o mandamento (é) santo. 4 Assim . os afectos pecaminosos. fez nascer em mim toda a concupiscência. q u e d êem g ló r ia ■a £)eus ( a f i m de qu e d em os f r u t o p a ra D e u s ). em v ir tu d e -da p a ix ã o qu e Jesn s s o fr e n no seu c o rp o ( p e lo corp o de C r is t o ). 11 porque o pecado.

p o r m e io da m o rte q u e Jesus so fre u na sua carne. Q uarto fru to da ju s tific a ­ çã o : O h om em ju s t ifi­ cado tem a graça n esta vida. 23 mas v e jo DOS meus membros uma outra le i. mas não fazê-lo. isto é. mas a concup iscên cia e s c ita -o fo rte m e n te a d es o b e­ d e c er-lh e. mas faço o m al que não quero. Assim . faço o que uão quero. não faço o (6em^ que quero. não habita o bem. P o r q u e a l e i do E s p ir ito . 17 Neste caso já não sou eu (n a p a rte m ais nobre do meu ser) que faço isto. porém. que a lei é boa. 22 porque me deleito na lei de Deus. que habita em mim. esta lei em mim : quando quero fazer o bem.. 14 Efectivam ente sabemos que a le i é espiritual. e sirvo à lei do pecado com a carne. segundo o homem in terior. que se opõe à lei do meu espírito e que me faz escravo da lei do pecado. 20 Se eu. q u e m e conduzia à m o rte e s p iritu a l (m e liv r o u da let d o pecado e da m orte). porque se achava sem força por causa da carne. o que era im possível à lei. o mal está ju nto de mim. 8 » 2. que é causa de m orte e s p iritu a l)? 26 Sejam dadas graças a Deus. 15 Em verdade.. o E s p ír it o S an to. C om a graça d e Jesu s podem os r e s is t ir a todas as s u g e s tõ e s da concupiscên cia. não entendo o que fa ço . Deus o realizou. 4 para que a justiça prescrita pela lei 14-25. is to é. S . 21 Eu encontro. 3y C ondenou. S . pois. se eu faço o que não quero. me deu fo rça s para r e s is t ir aos ataqu es da concup iscên cia. pois. não sou eu já que o faço. Querer o bem encontra-se ao meu alcance. na m inha carne. P a u lo resu m e. em que h abita o pecado. p o is . 18 Eu sei que em mim. agora nenhuma condenação para os que estão em Jesus Cristo. que está nos meus membros. mas faço o (m a l) que não quero. vendido como escravo ao pecado. . reconheço (p o r isso). a lei do espirito de v id a em Jesus Cristo me livro u da le i d o pecado e da morte. P a u lo d e s c r e v e a lu ta q u e se tra va no in te r io r d o h om em e n tre a carn e e o e s p irito . 16 Ora. mas sim o pecado que habita em mim. O h om em recon h ece a ju stiça e a bon d ad e da le i. estandoeu u n id o a Jesu s C ris to . 9 Com efeito. mas eu sou carnal. 24 In fe liz de mim I Quem me livrará deste corpo de morte (isto é. d es tru iu o im p é r io q u e & c o n c a p is c é n c iz (o p e c a d o j e x e r c ia so b re o hom em . sob a fo rm a d e uma conclusão. eu mesmo sirvo à le i de Deus com o espí­ r ito . 25. pois. por causa do pecado condenou o pecado na carne. eu tn e s m o . mas sim o pecado (isto é a concupiscência). enviando seu F ilh o em carne seme­ lhante à do pecado. 8 — 1 Não há. 19 Porque eu não faço o bem que quero. 3 Porquanto.. o qu e acaba d e en sin a r. por Jesus Cristo Nosso Senbor.A le i è im p o r­ tante na lu ta da carne contra o e s p irito . A s s im .

também (somos) h erd eiro s: her­ deiros de Deus e co-herdeiros de C ris to . p o r causa do p a la v ra aram aica a q u e o p r ó p r io S. Is to é. de que somos filhos de Deus. P a u lo . . 7 Porque a aspiração da carne é in im iga de Deue. nem mésmo pode estar. m orrereis (p a ra a vida da g ra ça ). mas segundo o espírito. mercê do qual clama­ mos : «A b b a . 13 Efectivam ente. 20 De facto. 14 Porqu e todos aqueles que são conduzidos pelo Espírito de Deus. gostam das coisas que são da carne. não recebestes o espírito de escravidão para estardes novam ente com temor. não por seu querer.fosse cum prida em nós. que não andamos segundo a carne. Se algum não tem o Espirito de Cristo. por meio do seu E spirito. vivereis. . também dará vid a aos vossos corpos m ortais. 10 Se. mas isto. 8 E os que estão na carne. mas pelo daquele que o sujeitou com a esperança 21 de que também o mundo será livre de sujeição à corrupção. eu tenho por certo que os sofrim entos do tempo presente não têm proporção com a glória vin ­ doura. pelo espirito. são filhos de Deus. o mundo fo i sujeito à vaidade. 11 E. 15A h h a é uma d eu a tradução d e P a i. ele. habita em vós. para participar da liberdade 10. não somos devedores à carne. p ecado o r ig in a l. poie.» 16 0 mesmo Espirito dá testemu­ nho ao nosso espírito. O hom em ju s t ifi­ cado tem a g ló ria na v id a futura. Irm ãos. e a aspiração do espírito é vida e paz. não estais na carne. P a i. ee viverdes segundo a carne. está s u je ito à m o rte. 15 Com efeito. graças à justiça. E s/á m o r t o . que se m anifestara em nós. pois não está sujeita à lei de Deus. se é que o E spírito de Deus habita em vós. mas recebestes o espírito de adopção (de filhos). 17 Se (som os) filhos. mas os que são segundo o espírito gostam das coisas que são do espirito. 19 P elo que este m undo espera ansiosam ente a m anifestação dos filhos de Deus. para ser com ele glorificados. fizerdes m orrer as obras da carne. mas o espirito é vida. mas no espírito. 6 Ora a aspira­ ção da carne é morte. que ressuscitou a Jesus Cristo dos mortos. se o Espirito daquele que ressuscitou a Jesus dos mortos. 18 Sim . não é dele. 9 Vós. não podem agradar a Deus. Cristo está em vós. 5 Os que são segundo a carne. o corpo verdadeira­ m ente está m orto por causa do pecado. porém . para que vivam os segundo a carne. se sofrerm os com ele. que habita em vós. mas se. 12 Portanto.

A nossa sa lva çã o sò m en te se co m p leta rá quando fo re n i g lo r ific a d o s o nosso co rp o e a nossa a lm a . foram chamados. também os glorificou . 23-24. pois. Ora a esperança que se vê. d e p o is que^deu à lu z nm filh o . e ainda mais o que ressuscitou. também os predestinou para serem conform es à im a­ gem de seu Filho. . quem será contra nós? 32 0 que não poupou nem o seu próprio Filho. 31 Que diremos. porque. mas o mesmo Espírito ora por nós com gem i­ dos inefáveis. tam bém os chamou . na espe­ rança é que fomos salvos. 25. também os ju stifi­ cou . 34 Quem os conde­ nará? Jesus Cristo é 0 que m orreu. g em en d o. esperando a adopção (ãe filhos de Deus). 35 Quem nos separará. mas por nós todos o entregou ( à m orte). a redenção do nosso corpo. porque não sabemos o que havem os de pedir. como esperar aquilo que se vê? 25 E. com o todas as o n tra s criatu ra s. sabe o que deseja o Espirito. 29 Porqu e os que ele conheceu na sua presciência. à vista destas coisas? Se Deus é por nós. qu e temos as prim ícias do E s p irito . du ran te a v id a p resen te. 24 Com efeito. para que ele seja o prim ogênito entre muitos irm ãos. P o r isso . T o d a s as c ria tu ra s so fre m » maa d e p o is se a legra rã o . e aqueles que justificou. mas também nós. 30 E aqueles que predestinou. pois. se esperamos o que não vemos. P a u lo c o n v id a os f i é i s a s o fr e r com p a ciê n cia as tribulaçO es desta v id a . . 22 P orqu e sabemos que todas as criaturas gem em e estão com o que com dores de parto até agora. porque ele pede segundo (a vontade de) Deus pelos santos.gloriosa dos filhos de Deus. segundo o seu desígnio.. Com p a c iê n c ia . 28 ü ra nós sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus.27 E o que perscruta os corações. também gem em os dentro de nós mesmos. com o não nos dará tam bém com ele todas as coisas? 33 Quem acusará os escolhi­ dos de Deus? Deus é que justifica. para o bem daqueles que. p o ssu ím os apen a s em esperança a nossa salvação c o m p le ta (n a esperança é q u e fo m o s s a lv o s ). o que está à direita de Deus. o que tam­ bém intercede por nós. S . não é esperança. enquanto esp era m o s q u e e la s e co m p le te .. e aqueles que chamou. do am or de C risto? (S erá ) a tribulação? a angústia? a perseguição? a fo m e? a nudez? o p e rig o ? a espada? 36 Segundo está e s c rito : P o r t i somos entregues à m orte 22. 26 0 Espirito ajuda também a nossa fraqueza. para m e re c e re m a g ló r ia ete rn a . com o convém . co m o se a le g r a a mãe. 23 E não só elas. com paciência o esperamos.

nem as futuras. s e r sep arado de C r is to . a lei. mas os filhos da promessa é que são considerados como descendentes (de A hraão). 39 nem a altura. a glória. por am or de meus irm ãos. cem nenhuma outra criatura nos poderá separar do am or que Deus nos manifesta em Jesus Cristo Nosso Senhor. que são do mesmo sangue qne eu. mas também (recebeu a prom essa) Rebeca. 38 Porque eu estou certo que nem a m orte. os filh o s . concebeu (dois filhos). a qual. 8 Isto é. Isaac. dando-me testemunho disso a minha consciência (escla­ recid a ) no Espirito S a n to : 2 tenho grande tristeza e contínua dor no meu coração. segundo a carne. e S a ra terá um filho (Gen.23). 10 E não sòmente ela. nem as virtudes. mas é em Isaac que terás um a posteri­ dade com o teu nome. q n e m ostra a ca rid a d e d o A p ó s to lo . mas por causa daquele que chama. as alianças. nem os principados. 7 nem os que são da linhagem de Abraão (são) todos (settsj filh o s. E x ó r d io . não minto. eu mesmo desejava ser anátem a separado de Cristo. segundo a carne. nem as coisas pre­ sentes. 37 Mas de todas estas coisas saímos mais que vencedores por aquele que nos amou. O s f i l h o s da carne. D eu s con­ s e r v a rá a s suas p rom es- . Am en. 18. nem á profundidade. nem os anjos. 9 Com efeito os termos da promessa são os seguintes: P o r este tempo virei. Deus bendilo pór todos os séculos. de um só homem. (Gen. os quais possuem a adopção de filhos (de Deus). 5 dos quais (são) 08 patriarcas. 6. 44.10).12). 6 Não é que tenha faltado a palavra de Deus. são v e r d a d e i r o s israelitas (herdeiros das p rom essas). 12 não em vista das obras. 4 que são israelitas. 3 Em verdade. nosso pai. se com isso pu desse c o n v e r t e r para C r is to o s m eus irm ã os. 3. I I I — Participação de Israel no Evangelho 9 — 1 Eu d igo a verdade em Cristo. A p e s a r da in cred u ­ lid a d e d o s Ju­ deus. nem a vida.todos os dias. 11 N ão tendo eles ainda nascido. e dos quais é (descendente) o Cristo. £* um d e s e jo ir r e a liz á v e ). nem tendo ainda feito bem ou mal (para que permanecesse firm e o decreto de Deus (decreto que é) segundo a (sua) escolha). s e fo s s e p o s s ív e l. não são 08 filhos da carne que são filhos de Deus. somos reputados como ovelhas p a ra o m atadouro (S. E u m es m o d e se ja va . foi-lh e dito a e la : 0 m ais velho servirá ao m ais novo 9 . n atu rais» com o Is m a el. que está sobre todas as coisas. is to é . 21. Porqu e nem todos os que descendem de Israel. o eulto e as prom essas.

suportou com muita paciência os vasos de ira. nem do que corre. p erm itin d o q u e p e r ­ s e v e r e u o pecado» e não lh e dan do a graça e fic a z d e q u e s e tornou in d ig n o . a quem eie também chamou. 1.23. 6 aborreci Esaú (M al. 26 E acontecerá que. a Escritura diz a Faraó : P a r a isto te s u s c ite i: p a ra m ostra r em ti o meu poder.10): Cham arei meu povo o povo não m eu. ainda como predisse Isaías (1. Isaías e x c la m a : Se f o r o núm ero dos filhos de Is ra e l como a a reia do m ar.16). não só dos Judeus. 25. 13 segundo o que está escrito: A m ei Jacob. 24 (Esses vasos de m isericórd ia somos) nós. preparados (p o r sua cu lp a ) para a perdição. A h ora da sa lva ­ ção fo i adiantada para os ge n tio s p o r causa d o en du ­ re cim en to d e Is ra e l. e a fim de que seja anunciado o meu nome p o r toda a terra (Exod. 28 P orq u e Deus cum ­ p r ir á a sua p a la v ra com ju s tiç a p len a e prontam ente sobre a te rra (10. diz a quem o fez : «P o r que me fizeste assim ?> 21 Porventura não é o oleiro senhor do barro para poder fazer dk mesma massa um vaso para uso honroso. ter-nos-iam os tornado como Sodoma.poie. ele tem m isericórdia de quem quer e endurece a quem quer. a i serão chamados filhos de Deus vivo. mas aiuda dos gentios. E n d u re c e a q u em q u e r. . mas de Deus. 14 Que direm os pois? H á porventura em Deus injus­ tiça? L o n g e disso. Deus? Quem pode resistirá eua vo n ta d e?» 20 0 ’ homem. 29 £ . que pre­ parou para a glória (onde está a in ju s tiça ?). sòmente as relíqu ia s serão salvas. para replicares a D eus? Porven tu ra o vaso. A b o r r e c i.9): Se o Senhor dós E xércitos não tivesse dei­ xado de nós semente.19). de barro. 18. 18 L o g o .Deus pode» sem s e r in ­ ju sto. 9.23). e objecto de m isericórd ia o que não tinha alcançado m isericórdia. semelhantes a G om orra.22-23). 33. H eb refsm o » qu e s ig n ific a : t i v e em m enos estim a. querendo m ostrar a sua ira e tornar m anifesto o seu poder. 25 Como diz em O seias(2. (Gen. que usa de m isericór­ dia. quem és tu. 13. no lu g a r em que lhes fo i d it o : Vós não sois meu povo. 17 De facto. 1. e amado o não amado. p o r t e r abusado das graças s u ficie n tes» qu e D eus dá a todos pa ra se sa lva re m . 15 Porque ele disse a M oisés: Eu terei m isericórd ia com quem me aprouver ter m isericór­ d ia e terei piedade de quem me a prouver ter piedade (E x. 19 Dir-me-ás. D eu s não en d u rece o coração do h om em d irecta m en te» mas sim in d írec ta m en te. 27 Acerca de Israel. e outro para uso v il ? 22 E se Deus. p r e ­ fe r ir quem q u iser.13). porém : «D e que se qu eixa. 16 L o g o (is to ) não depende do que quer. 23 a fim de m ostrar as riquezas da sua glória sobre os vasos de m isericórdia.

p o r ela viverá (L ev. 18. 6. Q uem s u b irá ao c é u ? A s s im com o M o is é s d iz ia aos a n tigos q n e não e ra p r e c is o s u b ir ao céu para p rocu ra r a le i. le v o u -o s a não c r e r na d iv in d a d e da sua m issão. 32. 10— 1 Irm ãos. está ao alcance d e todos. d a n d o -lh es tem p o a qu e s e co n v ertess em . que não seguiam a justiça. não chegou à lei da justiça.14).16). mas todo aquele que crê nele. 9 Porque.— S o f r e u com m u ita pa ciên cia . . 9*10. o fim da lei é Cristo. P a u lo d iz qu e não é p re c is o ir ao cén p ro cu ra r Jesu s. p o rq u e a s u a v id a h u m ild e. 6. . 2 2 . 31 Mas Israel. um a pedra de escândalo. 5. 10 Com In fid e li­ d a d e dos Judeus. obtiveram a justiça. serás salvo. a íim d e nos d a r d ir e it o a c o n s e g u ir a sa lvação» . fé v i v a qne não sb m en te d e v e e x is t ir no ín tim o d o n osso coração (c o m o cora çã o ). Jesu s ío i para os Judeus uma p ed ra de tro p eço. 33 conforme está escrito : E is que ponho em Siã o um a pedra de tro­ peço. 7 Ou quem descerá ao abismo ? — e isso para ressuscitar Cristo dentre os mortos. m as tam bém s e d e v e m a n ifesta r e x tern a m en te p o r p a la v ra s e p o r c b r a s (c o m a b o c a ). 8. is to é. mas (com o se fosse possível) pelas obras. A p a la vra ev a n g é lic a . p o rq u e e le já v e io e já com ­ p le to u a nossa reden ção. a respeito da ju stiça que vem d a l e i : 0 homem que a cu m p rir. para a justificação de todo o que crê. 4 Com efeito. Q u em descerá ao a b is m o ? N ã o é p re c is o d e s c e r à habitação d o s m ortos ( a b is m o ) pa ra cham ar Jesu s da m o rte. não se sujeitaram a ju stiça de Deus. a ssim S. Esta é a palavra da fé que pregam os. 7. p o rq u e a tin h a m m u ito p e r to . O A p ó s t o lo fala da Cé in te rn a e e x te rn a . mas mal esclarecido. p reg a d a p e lo s A p ó s ­ t o lo s . f u s t i ç a que vem d a l e i é aq u ela q u e se ob tém cu m prin do tod os 09 p r e c e ito s da le i. m as e le s não o q u i­ seram re ­ conh ecer. na tu a boca e no teu coração (Dt. a sua ju stiça v in d ic a t iv a . O s Ju­ deu s tinham na fé em Jesu s o cam in h o ú n ico da salvação. é que sejam salvos.5). 2 Pois lhes dou testemunho de que eles têm zelo de Deus. se confessares com a tua boca o Senhor Jesus e creres no teu coração q u e Deus o ressuscitou dos m ortos. aquela justiça que vem da fé. 28. o bom desejo do meu coração e a m inha oração a Deus por eles. p o rq u e e le já res­ su scitou .30 Que diremos. A sua ir a . P e r t o de t i . 3 Porqu e. A p ró ­ p r ia le i conduzia os Judeus a J esu s. 8 Mas que diz a E scritu ra : P e rto de t i está a pa la ­ v ra . não será confundido (Is. 30. 32 P o r que causa? P o rq u e (p ro cu ro u a tin ­ g i-la ) não pela fé. 1 0 . 5 Efectívamente Moisés escreveu. o M essia s p ro m e tid o .14 . m u ito d ife r e n t e da id e ia fa lsa qu e e le s fo rm avam d o M essia s. Tropeçou na pedra de tropeço. p o is? Que os gentios. que se esforçava por praticar uma le i feita para a justiça. não conhecendo a ju stiça de Deus e pro­ curando estabelecer a sua própria. 6 Mas a justiça que vem da fé díz assim : Não d igas no teu c o ra çã o : Quem subirá ao céu P — e isso para fazer descer Cristo.

18 Mas d ig o : Porventura não ou vi­ ram ? Sim . e a pregação pela palavra de Cristo. e xcita rei a vossa ir a con tra um a nação louca (Dt.). .1): F u i encontrado pelos que me não busca­ v a m .21). e até às extremidades da te rra (chegaram ) as suas pala vra s (S. 12 Com efeito. 32. 28. 18. pois o mesmo (C risto) é o Senhor de todos.. rico para com todos os que o invocam . claram ente me descobri aos que não perguntavam p o r m im . aquele em quem não c’í°°nâõ creram (a in d a )? Ou como crerão naquele. lhes pregue? 15 E. m a ta ra m os teus profetas. Porqu e eu também sou m ádos á Israelíta. Alguns I I — l D igo. D ea a .5). p o is : Porven tu ra Deus rejeitou (fodo) sâo chL ° p ovo? L o n ge disso. 16 Mas. d e s p re z a d o p elo s Judeus. mas com a boca se faz a confissão para conseguir a salvação. nem todos obedecem ao E vangelho. A sua 14 Gomo invocarão. não bá distinção entre judeu e grego. que não dobraram os joelhos diante de B a a l (1 R eis.1): Senhor. poís p o r toda a te rra se espalhou a sua voe. como pregarão eles. 13 Porque todo aquele que in voca r o nome do Senhor.o coração se crê para (a lca n ça r) a justiça. consagrará o seu am or aos pagãos.7).32). da descendência de A braão.16). 52. de que m odo ele faz a Deus esta acusação contra Is ra e l: 3 Senhor.10)? 4 Mas que lhe disse Deus em resposta: E u reservei p a ra m im sete m il homens. 11 Pois a Escritura diz : Todo o que crê nele não será confundido (Is. 19 D igo m ais: Porventura Israel não com preendeu? Moisés é o prim eiro que lhe d iz : E x c ita re i o vosso ciúm e co n tra u m a nação que não é nação (p or ser p a g ã ). 20 Isaias avança mais e diz (65. derribaram os teus alta res: e eu fiquei só e querem a m in h a vid a ( I R eis.2): Todos os dias estendi as m inhas mãos (com o um pai carinhoso) a um povo incrédulo e rebelde. 2 Deus não rejeitou (tod o) o seu povo. 5 Do mesmo m odo. de quem tem des. P o r isso Isaias d iz (53. será salvo (Joel 2. pois. ainda agora existem aqueles que foram reservados segundo a escolha da 19. 19. por certo.. d á tribo de Bensaivaçâo jam im . 21 E a Israel diz (65. quem acreditou em nossa pregação ? 17 L o g o a fé vem pela pregação. causando a ssim in v e ja aos Judeus ( « x c i t a r e i o vosso c iú m e .não ouviram fa la r? E como ouvirão. 19. que conheceu na sua presciência.18). N ão sabeis o que a Escri­ tura refere de Elias. sem haver quem cu lpa. se não forem enviados? Segundo está escrito: Que formosos são os pés dos que anu n cia m a felicid a d e! (Is.

E tu estás firme pela f é . e a sua decadência a riqueza dos gentios. e tu. p a ra que não vejam. não foi pelas obras. também o são os ramos.. 7 Que (direm os) pois? (D irem os) que Israel não conseguiu o que bus­ cava. e esteja sempre curvado o seu dorso (S. se o pequ en o uú m ero qu e se c o n v erteu ( a sua decadên­ c ia ) le v o u tantas graças aos g e n tio s ( f o i a riq u e s a dos g e n t io s ). olhos p a ra que não vejam . teudo-o contudo. se o seu d elito fo i a riqueza do mundo. para os in citar à em ulação. também o é a m assa. em prisão. 7. poie. a graça já não é graça. para que eu fosse en xerta d o. sendo um zam bujeiro. foste enxertado em seu lugar. se é santa a raiz. 11» 6 . 18 não te vanglories contra os ramos. quanto m a io r não será a va n ta gem q u e h á-d e v i r da sua co n versã o em massa» qu e se dará no fira do m u n d o ? . que será a sua reintegração senão uma ressur­ reição dentre os m ortos? 16 Se as prim ícias são san­ tas. 8 com o está escrito: Deus deu-lhes um espi­ r ito de torpor. Quanto aos outros. 14 para ver se. foram obsecados (p o r sua m a lic ia ). em ocasião de queda. doutra sorte. certamente. 12. O qn e buscava. não te ensoberbeças (p o r isso). se a re p ro va çã o dos Judeus in c ré ­ d u lo s fo i ocasião d e os pagãos re ceb erem a fé ( f o i a riq u e s a do m u n d o ). iato é» a ju stifica çã o . A re p ro ­ vação da m a io r p a rte dos Ju deos s e r v ia para a co n versã o dos gen­ tios. c. 68. mas teme.. ó gentios (convertidos ao cris tia n is m o ): enquanto A p óstolo das gentes. 19 Dirás t a lv e z : «Q s ramos foram cortados. O A p ó s to lo re fn ta m ais uma v e z o e r r o d o s Judeus. e isto p a ra seu ju sto castigo 10 Escurecidos sejam os seus olhos.» 20 Isso é v e rd a d e : por causa da sua incredulidade foram cortados. dalgum modo. 12 Ora.3). isto é. 11 D igo. quanto mais a sua conversão em massa? 13 A vós. conseguido os escolhidos {por Deus). provoco à em ula­ ção 08 do meu sangue e salvo alguns deles. se isto fo i por graça. q u e ju lg a v a m p o d e r o b te r a ju stifica çã o com a s im p le s o b servâ n cia ex te rn a da le l. Se te vanglorias.graça. p o is : porventura tropeçaram eles de ma­ neira a cairem (p a ra sempre) ? Não. N ã o f o i pelas o b r a s . S e o teu d e lito . e foste (em seu lu g a r) participante da seiva da raiz da oliveira . 6 Ora. 15 Porque. (fica sabendo que) não és tu que sustentas a raiz. até ao d ia de hoje (D t. 9 E D avid d i z : A mesa deles se lhes converta em laço. veio a salvação aos gentios. se a perda deles fo i (ocasião da) reconciliação do mundo. Mas. honrarei o meu m inis­ tério. 29. 17 Se algum dos ramos foram quebrados.23-24). mas a raiz a ti. e ouvidos p a ra que não ouçam. pelo sea delito.

pois Deus é poderoso para os enxertar de n ovo. 22 Considera. Deus a todos encerrou na desobediência. a severidade para com aqueles que caíram e a bondade de Deus para con tigo. eles são m uito queridos por causa de seus pais. ó gen ­ tios. a flm de que. mas. 59. a ele (seja dada) g ló ria por todos os séculos. eles agora são inim igos {de Deus) por causa de v ó s . H in o à sa b ed oria d iv in a . prim eiro. se não permanecerem na incrednlidade. p o rq u e a sua ia c r e d a lid a d e ocasion ou o vo sso cham am ento à fé . q u e sabe tir a r o bem d o mal. Irm ãos. 28 E’ verdade que. se foste cortado do zam bujeiro natural. (isto é) que uma parte 4 e Israel caiu na cegueira até que tenha entrado (n a Ig re ja ) a plenitude dos gentios. serão enxertados na sua própria o liveira ? 26 N ão quero. 28. Am en. quanto ao E vangelho.N o fím todo o la r a e l se co n ver­ terá . e. a bondade e a severidade de Deus. 33 0 ’ profundidade das riquezas da sabedoria e da ciência de Deusl Quão incom preensíveis são os seus ju ízos e im perscrutáveis os seus cam inhos! 34 Pois quem conheceu o pensamento do Senhor? Ou quem fo i o seu conselheiro? 35 Ou quem lhe deu algum a eoisa. 29. os dons e a vocação de Deus são sem arrependim ento. 32. 26 E assim todo o Israel se salvará. 23 E eles tam­ bém . 27 Terão de m im esta aliança. pois. . isto c. se permaneceres na b o n d a d e . s e rv e -s e da in c re d u li­ d a d e d o s Judeus. para que tenha de receber em troca? 36 P o r­ que dele. 21 Porque. 30 Assim como também vós outrora desobedecestes a Deus e agora alcançastes m isericórdia pela desobediên­ cia deles. c o jo s d e ­ s íg n io s são im p e ­ n e trá v e is . quando eu t ir a r os seus pecados (Is.20-21. 31 assim também eles agora não obedecem. S e m a rre p e n d im e n to . im u tá veis. contra a tua natureza. alcan­ cem também eles m isericórdia (excitados p o r um a santa in veja de vós). 24 Em verdade. com o está escrito: V ir á de S iã o 0 liberta d or e a fastará de Jacob a impiedade. serão enxertados. P o r causa de vós. que ign oreis este m istério. a fim de usar com todos de m iseri­ córdia. isto é. 29 Com efeito. e fin a lm en te fará triu n ­ fa r so b re tod os a sua m is e ric ó rd ia . para c o n v e rte r os g e n tio s . por ele e para ele são todas as coisas. para que não vos van glorieis da vossa sabedoria. pela m isericórdia que vos fo i feita. doutra maneira também serás cortado. foste enxertado em boa oliveira.9). com v a a ta g e m para v ó s . quanto mais aqueles que são da mesma natureza. 32 Efectivam ente. quanto à escolha divina. 27. não perdoará também a ti (que és ra m o enxertado). se Deus não perdoou aos ramos naturais. D eus.

pois. N ão aspireis a coisas altas. aderi ao bem. o que é perfeito. 11 N a solicitude não (sejats) p regu içosos. somos um só corpo em C risto. que ninguém tenha de si uma estim a m aior do que a que deve ter. pela graça que me fo i dada. que ofereçais os vossos corpos com o uma hóstia viva . mas sentim entos modestos. chorai com os que choram. 15 A legra i-vos com os que estão alegres. Aborrecei o mal. seja so lícito . 5 assim. membros uns dos outros. mas reform ai-vos com o renovam ento do vosso espírito. o que preside. tende paz com todos os hom ens. exerça o m inis­ té rio . perseverantes ua oração. quem tem o dom de ensinar.-e todos. N ão queirais ser sábios aos vossos olhos. para que reconheçais qual é a vontade de Deus. procurai fazer o bem diante de todos os homens. 3 D igo. a todos os que estão entre vós. . use-o segundo a regra da fé . (faça-as) com alegria. 8 quem tem o de exortar. 6 Tem os dons diferentes. o que lhe agrada. empe­ nhai-vos em exercer a hospitalidade. segundo a graça que uos fo i d a d a . distribuída por Deus a cada um. 18 Se é possível. santa. 14 Abençoai os que vos perseguem . segando a m edida da fé. Irm ãos. 9 0 am or seja sem fingim ento. (sede) fervorosos de espírito. adiantando-vos em honrar uns aos outros. 13 acudi às necessidades dos santos.SEGUNDA PARTE (Moral) 1 — Exortações e preceitos legais 12 — 1 R ogo-vos. pela m isericórdia de Deus. 4 Assim com o num só corpo temos muitos membros. abençoai-os. Tema Caridade prdximo. o que faz obras de m isericórdia. o que reparte. e nem todos os membros desempenheun a mesma função. pacientes na tribulação . 12 alegres n a esperança . (faça-o) com sim plicidade. quem tem o dom da profecia. 10 Am ai-vos reciprocam ente com caridade fraternal. e não os am aldiçoeis. pois. 7 quem tem o m inistério. mas acom odai-vos às hum il­ des. 16 T en d e muita estim a uns pelos outros. ensine. ainda que muitos. o que é bom . agradável a D eu s: tal é o culto que a razão e x ig e de vós. e x o rte . tanto quanto depende de vós. servindo ao S e n h o r. 2 N ão voe conform eis com este mundo. 17 Nâo torneis m al por mal a ninguém .

dá-lhe de comer.s e aos nossos d e v e r e s para com a a u to ri­ dade c iv il. 7 P agai. quando exercem o seu oficio.. que resiste à autoridade. pois. E os que resistem.. cum priu a lei. T o d a a a l m a . 9. foram instituídas por Deus. 2 0 . pois são m inistros de Deus. no L e v . am ontoarás bra­ sas vivas sobre a sua cabeça (P ro v. também por esta causa é que pagarás os tributos. 5 E ’ pois. .o ser o am or mútuo. D eu s . todos se resumem nesta palavra : am arás o teu p ró x im o como a t i mesmo. re trib u ire i. mas também por m otivo de consciência. 12-17. 10 A caridade não faz mal ao próxim o. 21 Não te deixes vencer do mal. porque não é debalde que ele traz a espada. mas vence o mal com o bem.S u b m is­ são às a u to ri­ dades. se. com eça a r e fe r ir . . a honra. Porquanto ele é m inistro de Deus vingador. 16-21. tem sede. porque aquele que ama o próxim o. pois. necessário que lhe estejais sujeitos.35). 12 A noite está quase passada e o dia aproxim a-se. D a i lu g a r à ir a d iv in a . e terás o lou vor dela. 19. não fu rta rá s . o im posto. mas dai lugar à ira divina. ó caríssimos. para punir aquele que faz o mal. isto é . a todos o que lhes é d e v id o : a quem o im posto. a quem a honra. L o g o . tod o o h o m e m . 8 A ninguém devais eoisa algum a. 1. eu. a quem o tem or. 11 Bem sabeis em que tempo estam os: é já hora de sair do sono. A m o r do p ró x im o . mas pelas más. Mas. 3 Com efeito. 13 — 1 T od a a alm a esteja sujeita às autoridades superiores. que quando abraçámos a fé. O s p receito s cita dos n este v e r s íc u lo en contram -se no E x . Deixem os. 6 De facto. is to è. 9 Em verdade. não sòmente pelo tem or da ira. não temer a au toridade? Faze o bem. V ig ilâ n ­ cia e pu reza. não cobiçarãs — e qualquer outro m andamento.21-22). pois. porque não bá autoridade que não venha de Deus e as que existem . 13. die o Senhor (Dt. 4 porque (o p rin cip e ) é m inistro de Deus para teu bem. 25. 32. 5 . se fizeres o mal. Porqu an to agora está mais perto a nossa salvação. Queres. d e p o is d e t e r dado a lgu n s p re c e ito s r e la t iv o s à nossa v id a p a r ti­ cu lar. atraem sobre si pró­ prios a condenação. 12| 19. dá-lhe de beber. 20 Antes. d e ix a i qu e a ju stiça d e ca stigu e as in jú r ia s fe ita s aos santos. fazendo isto. 2 A qu ele. não m a ta rá s. resiste à orde­ nação de Deus. 19 não voe vingueis a vós mesmos. a nã. os príncipes não são para tem er pelas acçõea boas. a quem as taxas. o te m o r . porque está e s c rito : A m im per­ tence a vingança. o am or é o com plem ento da lei. 18 e n o D t. O A p ó s to lo . se o teu in im ig o tem fome. teme. as ta x a s . não dirás falso testemunho. . (estes m andam entos): — N ão cometerás a d u lté rio .

5. nenhum de nós vive para si mésmo e nenhum de nós m orre para si mesmo. 6 0 que distingue o dia. mas ele estará de pé. é q u e . em snas acções. cada um de nós dará conta de si a Deus. por isto. porém . cada um. porque Deus o recebeu. uns aos ou tros. mais uns aos outros. para o Senhor com e. O u tro . come (sòmente) legumes. die o Senhor. porque dá graças a D eu s. e não p o r uma cons­ ciên cia pràtica m en te d u vid o sa . 5 Um distingue entre d ia e d ia . e o que não com e de tudo. e o que nâo come de tudo.pois. 13 Não nos julguem os. ou vivam os ou morra­ mos. com e sò m en te legu m es. diante de m im se dobrará c joelho e toda a lín gu a d ará louvor a Deus (Is. m orrem os para o Senhor. Cristo m orreu e ressuscitou: para ser Senhor dos m o r-' tos e dos vivos. 13 Caminhemos. não em glu lon arias e na em briaguez. 9 Precisam ente. 8 De facto. não procu ran do a co m o d id a d e ou vo n ta d e p r ó p r ia (n e n h u m v iv e ou m o rre p a r a $ i m e s m o ). 6*7. se morremos. pois. I I — A viso s e conselhos 14 — 1 A o que é fraco na fé. isso é com o seu senhor. O A p ó s to lo m ais uma v e z recom en da a tolerâ n cia mútua. s e ja le v a d o p o r uma co n vicçã o certa. como de dia. 46. com en do carn e o fe re c id a aos id o lo s . para o Senhor o d is tin g u e . m ostra n d o q u e uns e o u tros p roce d em com a boa in tenção de a grad ar a D eu s.23). L o g o . e revistam o-nos das armas da luz. 4 Quem és tu para ju lg a r o servo a lh eio? Se ele está de pé ou cai. 10 Mas tu. o que come de tudo. honestam ente. outro. 2 U m crê que pode com er de tu do. não come para o Senhor e dá (tam bém ) graças a Deus. isto é. vivem os para o S en h or. que é fraco. C u id em o s em não proponde antes não pôr tropeço ou escândalo ao vosso escanda­ 14. por que ju lga s o teu irm ão? E tu por que desprezas o teu irm ão? P o is todos com­ parecerem os ante o tribunal de Cristo. não em desonestidades e dissoluções. 2. 3 O que come de tudo. 14 mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e não tenhais cuidado da carne em suas concupiscências. 7 Com efeito. não em contendas e emulações. p o ré m . se vivem os. ãs obras das trevas. . acolhei-o sem discutir N ã o nos ju lg u e ­ (suas) opiniões. q u e é f r a c o na fé e tem e contam in ar-se. liz a r os fracos. não despreze o que não come de tu d o . quando se trata d e co isas in d ife re n te s c u não ord en a d a s p o r uma le i. porém . considera igu ais todos os dias: cada um siga o seu parecer. somos do Senhor. 12 P ortan to. 11 Está escrito: P o r m inha vida. porque Deus é poderoso para o sustentar. não ju lgu e o que com e de tudo. Cada u m s ig a o seu p arecer. mos o outro.

10 E novam ente d iz : . aquele por quem Cristo morreu. 20 N ão queiras destruir a obra de Deus por causa de um alim ento.50. 68. teu irm ão fica contrístado. 18 Quem deste m odo serve a Cristo. 16 N ão façais que seja objecto de critica o que é vosso bem. pois. 3 Por­ que Cristo nenhuma atenção teve a ei mesmo. paz e gozo no Espírito Santo. 14 Eu sei e confio no Senhor Jesus que nenhum a coisa (ào alim ento) é im pura por si mesma.60). nem fazer coisa em que teu irm ão encontre ocasião de queda. acolhei-vos uns aos outros. mas justiça. ca ira m sobre m im (S. a flm de que. 23 Mas. F eliz aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova.A exem ­ p lo de Jesus. S. tenhamos esperança. cumprindo as promessas feitas a nossos pais. que Jesus Cristo fo i o servidor dos circuncidados. su porta r os fracos. 15 — 1 Nóe. antes. pela paciência e consolação (quo tira m os) das Escritu­ ras. senão para aquele que a tem por tal. 15 Ora se. devem os supor­ tar as fraquezas dos débeis e não nos com prazer em nós mesmos.10). 8 D igo. por causa do teu alim ento. mas faz mal o homem que com e com escândalo. glorifiqu eis a Deus e P a i de Nosso Senhor Jesus Cristo. a tua convicção. as coisas que contribuem para a paz e para a edificação mútua. 4 Ora tudo o qu e fo i escrito para nosso ensino fo i escrito. 2 Cada um de vós procure agradar ao seu próxim o no que é bom para edificação. 5 0 Deus da paciência e da consolação vos conceda ter uns para com os outros os mesmos sentimentos segundo Jesus Cristo. entre as gentes. o que come. Todas as coisas na verdade são puras. N ão per­ cas. agrada a Deus e é aprovado pelos homens. e entoarei cânticos de lou vor ao teu nome ( I I Samuel 22. 19 Sigam os. 7 Por isso. diante de Deus. 21 E ’ bem não com er carne. 6 para que. que eom os maie fortes. irm ão. pois. E tudo o que uão é segundo a convicção. Senhor. com o também Crislo vos acolheu para g ló ria de Deus. como está escrito: Os im propérios dos que te u ltr a ja ­ vam. 17 Porqu e o reino de Deus não é com ida nem bebida. a fim de m ostrar a veracidade de Deus. 9 e que os gentios glorificam a Deus pela m isericórdia. unânimes. 17. com o está escrito: P o r isto eu te confessarei. a uma boca. apesar das suas dúvi­ das. nem beber vinho. é condenado. porque não agiu segundo uma con­ vicção. 22 Guarda para ti. para esse é que ela é impura. é pecado. por causa de um alim ento. já não andas segundo a caridade.

para reavivar a vossa m em ória. Irm ãos. porém. com a virtude do Espírito Santo. para e o s in a r co isa s n ovas» . 20 Fiz questão de não anunciar o Evan­ gelho. com o seu povo (Dt. com a palavra e com as obras. cheios de toda perame » a ciência. 15 T o d a via . irei a Jerusalém em serviço dos santos. Nele esperaráo os gentios.situaçso peito. pouco de ousadia. 25 A gora . escrevi-vos com um Roma.1): 12 Isaías também diz (11. onde já tinha sido nom eado Cristo. me dem orar mais nestas terras e desejando bá muitos anos ir ter convosco. 13 O Deus. depois de ter gozado em parte a vossa com panhia. 17 Tenho.10): S a irá o rebento de Jessé. pois. espero que. 16 a fim de que eu seja o m inistro de Jesus Cristo entre os gen­ tios. não tendo já m otivo para gem . pois. o verá o. 24 quando me puser a caminho para Espanha. 11 E noutro lu g a r: Nações. vos verei e que serei acompanhado por (alguns de) vós até lá. 6 os que não o ou vira m . 26 por­ que a M acedónia e A caia tiveram por bem fazer uma 1S| 15. ó nações. aquele que se levanta p a ra governar as nações. para não edificar sobre o fundamento de outro. santi­ ficados pelo Espirito Santo. 116. 22. desde Jerusalém e circun vizinhanças até à llíria . engrandecei-o todos (S. para trazer as gentes à obediência. enchi tudo do Evan­ gelho de Cristo. o conhecerão (Is. 52. lou va i todas ao Senhor. Assim . de que estais cheios de bondade. 19 com a virtude dos m ilagres e dos prodígios. de passagem. a vosso res. de m aneira que vos podeis adm oestar uns ig reja de aos outros. Irm ãos meus. da esperança vos encha de todo o gozo e de paz na (vossa) fé. EPiLOOO 14 Estou convencido. exercendo o serviço sagrado do E vangelho de Deus. por causa da graça que me fo i dada por Deus. nflo nas para re le m b r a r o qu e já sa b eis .43). T o d a v ia . com o está e scrito : 21 Aqueles a quem náo fo i pregado dele.15). para que abun­ deis na esperança pela virtu de do Espírito Santo. é s c rte i-v o s . r o je c to s 22 P o r este m otivo muitas vezes fu i im pedido de ir Pde v ia ­ ter convosco. 18 Porque eu não ousaria falar de coisas quc Cristo não tivesse operado por m im . pelo que se refere ao ser­ viço de Deus. de que me g loria r em Jesus Cristo. mas. povos. para que seja aceite a oblação dos gentios. 23 Mas agora.Alegrai-vos.

com o devem fazer os santos. 14 Saudai A sin 16f 1. 9 Saudai Urbano. E* tradição q a e f o i esta p ie d o s a m u lh er a p o rta d o ra da carta do A p ó s to lo aos R om a n os. irei com a plenitude da bênção de Cristo. 33 O Deus de paz seja com todos vós. 32 a flm de que. Sau­ dai a nossa muito am ada Péreide. devem também assistir-Ihes com os temporais. 4 os quais expuseram as suas cabeças pela minha vida. e a ajudeis em tudo o que de vós tiv e r necessidade. e m in h a . 2 para que a recebais no Senhor. 7 Saudai A u dronico e Júnia. provado em Cristo. 27 Tiveram -no por bem e lhes são devedo­ res. a qual trabalhou m uito entre vós. se os gentios se tornaram participan­ tes dos seus bens espirituais. prim ícias da Àsia em Cristo. A m ãe d e R u fo tin h a tratado S . vá ter convosco pela vontade de Deus e me reconforte convosco. Saudai o meu querido Epeneto. que trabalhou m uito no Senhor. 28 Quando eu. Saudai os que são da casa de Narciso. porque ela ajudou também a muitos e a mim próprio. passando por vós. 12 Sau­ dai T rifen a e Trifosa. Com efeito. por Nosso Senhor Jesus Cristo e pela caridade do Espírito Santo. colecta para os pobres. que existem entre os santos de Jerusalém. 13 Saudai Rufo. meus cooperadoree em Jesus Cristo. meu parente. 31 para que eu seja liv re dos infiéis que há na Judeia e eeja grata aos santos em Jerusalém a oferenda do meu m inistério. com alegria. mas tam­ bém todas as igrejas dos gentios. pois. que me aju­ deis nas minhas lutas com as vossas orações por mim a Deus. o que não só eu lhes agradeço. 5 Saudai também a Ig re ja que está em sua casa. Assim eeja. e sua mãe. Irm ãos. 13. escolhido no Senhor. S u a m ãê. 16 — 1 Recom endo-vos a nossa irm ã Febe. com o se fosse sea filh o . pois. 30 R ogo-vos. 29 E sei que. meu caríssim o no Senhor. tiver cumprido isto e lhes tiver feito entrega deste fruto. 11 Saudai aqueles que eão da casa de A ristóbulo. 10 Saudai Apeles. diacoda Ig re ja de Cencrie. nosso cooperador em Jesus Cristo. que trabalham no Senhor. par­ tirei para Espanha. P a a lo com a m esm a dedicação. e o meu amado Staquis. os quais são ilustres entre os apóstolos e foram em Cristo antes de mim. 8 Saudai A m pliato. que estão no Senhor. . meus parentes e cativos com igo. 3 Saudai Prisca e A qu ila. que considero como minha. 6 Saudai Maria. Saudai H erodião.R ecom en - síuda * çies. indo ter convosco.

segundo o mandamento do eterno Deus. (seja dada) honra e g ló ria por Jesus Cristo. 15 Saudai F iló lo g o e Júlia. q u e se en coAtra na V u lg a ta . Jason e Sosipatro. Hermas. Assim seja. Todas as igrejas de Cristo vos saúdam. mas quero que sejais sábios no bem e simples no mal. meu cooperador. e Quarto. para gue. enga­ nam 08 corações dos simples. Assim seja. N erev e sua irmã. com palavras doces e com adulaçõee. H erm es e os irmãos que estão com eles. 21 Saúda-vos Tim óteo. Flegonte. (tioaso) irm ão.br . A le­ gro-m e. http://alexandriacatolica. conhecido de todos os gentios. T ércio.crito. não tem c o rresp o n d en te no te x to g r e g o . Patrobas. pelos séculos dos sécu­ los. saúdo-vos no Senhor.com. 20 0 Deus de paz esm agará logo a Satanás debaixo de vossos pés. 25 A o que ê poderoso para vos confirm ar segundo o meu E vangelbo e a pregação de Jesus Cristo. ^ Saúda-vos Caio. segundo a revelação do m istério (ãa salvação) encoberto desde toda a eternidade. 18 porque esses tais não servem a Cristo Senhor Nosso. A g ra ç a d ê N o s s o S e n h o r J esu s C ris to s e ja eom todos vós. E s te v e rs íc u lo . Irm ãos. A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo seja convosco. os leve a obedecer à fé . e. 16 Saudai-vos uns aos outros. 19 Porquanto a vossa obediência em toda a parte se tornou notória. 17 R ogo-vos. e Lúcio. que voe acauteleis daqueles que causam dissenções e escândalos contra a doutrina que aprendestes. 26 mas agora m anifestado pelos escritos dos profetas.vÓ8. e apartai-vos deles. pois. A s s im se ja . que escrevi esta carta. em . Saúda-vos Erasto. meu hospedeiro e de toda a igreja. único sábio. Doxologla final 24 A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos VÓS. 22 Eu. 27 a Deus. meus parentes. tesoureiro da cidade. 24. em ósculo santo.blogspot. mas ao seu ventre. Olim píades e todos os santos que estão com eles.

? http://alexandriacatolica. S . que está em Corinto. 7 de maneira que nada falte em graça algum a a vós. 6 na m edida em que a pregação de Cristo tom ou força entre vós. de todas as (rigueeasj da palavra e da ciência. incessantemente. com p e r ig o de c a ir n u m v e rd a d e iro cism a. E stes e o u tro s m o tiv o s le v a ra m o A p ó s to lo a escrever esta lo n g a ep is io la em qu e censura severam ente os culpados e res­ ponde a a lg u m a s consultas qu e tin h a m sid o fe ita s . nosso Pai. aos santificados em Jesus Cristo. em qualquer lugar. 9 F ie l é Deus. p re te n d ia m te r o d ir e ito de f a l a r e e n sin a r.com. nas reu n iões dos f i é is . sendo causa de escân­ d a lo . e Sóstenes. 4 Dou graças. A s m u lh ere s. A cções d e graças a D eus p elo s dons con­ ced id os aos Corin tio s . chamados a ser santos. 2 à Ig re ja de Deus. Os n e ò fito s lee a va m as suas questões p era n te os tr ib u ­ n ais p a g ã o s . e do Senhor Jesus Cristo. 8 o qual também vos confirm ará até ao fim para que sejais irrepreensíveis o o dia da vin da de Nosso Senhor Jesus Cristo.PRIMEIRA AOS EPlSTOLA CORÍNTIOS E s ta n d o em É fe s o . A lg u n s dos c on v ertid os não tin h a m d e i­ xa d o os víc io s ca rn a is do p a g a n ism o . f o i S . F a la n d o d o c u lto d iv in o .blogspot. Os f i é i s en co n tra va m -s e d iv id id o s . invocam o nome de Nosso Senhor Jesus Cristo.br . que vos foi dada em Jesus Cristo. elo qual fostes chamados à sociedade de seu F ilh o esus Cristo Nosso Senhor. PREÂM BU LO E n dereço e saudaç io . com todos os que. que esperais a m anifestação de Nosso Senhor Jesus Cristo. ã porque nele fostes cumulados de todas as riquezas. chamado a ser A póstolo de Jesus Cristo. por vontade de Deus. 1 — 1 Paulo. ao meu Deus por vós. P a u lo expõe d o etirin a e n a r r a a in s titu iç ã o da E n c a ris tia . em vez de re c o rre re m ao á r b itr o dos c ristã os. irm ão. seu Senhor e n osso: 3 Graça e paz (vos sejam dadas) da parte de Deus. que se tin h a m in tro d u a id o na I g r e j a de C o rin to . pela graça de Deus. P a u lo in fo r m a d o ‘ de abusos g ra v ís s im o s .

pelo nome de Nosso Se­ nhor Jesus Cristo. para os que se salvam. a vossa vocação. que digais todos o mesmo e que entre vós não haja discórdias. que é escândalo para os Judeus e loucura para os gentios. A s d iv i­ sões são união em Jesus. 22 Enquanto os Judeus exi­ gem m ilagres e os Gregos buscam a sabedoria. porque não baptizeí nenhum de vós. quer doe Gregos. 20 Onde está o sábio? Onde o homem in stru ído? Onde o disputador deste m undo? Porventura não convenceu Deus de loucura a sabedoria deste muudo? 21 De facto. 25 por­ que o que é loucura em Deus. me foi refe­ rido pelos (da casa) de Cloé. isto é. 12 E d igo isto. e o que é fraqueza em Deus. mas v iv e i em perfeita harm onia no mesmo espírito e no mesmo parecer.14). com o ante a sabe­ doria de Deus o mundo não conheceu a Deus por meio da sabedoria. é Cristo virtu de de Deus e sabedoria de D eu s. fé) qu er dos Judeus. é mais forte que os homens. para os que eão chamados (à. para que não se torne in ú til a Cruz de Cristo. Irm ãos meus. rogo-voB. (e vereis) que (entre vós não h á ) nem muitos sábios B reve e x p o s iç ã o dos factos. é mais sábio que os homens. pois. 26 Considerai. 23 nós pregam os a Cristo crucificado. 11 P orqu e a vosso respeito. . Irm ãos. 17 Com efeito Cristo não me enviou a baptizar. mas. aprouve a Deus salvar os crentes por m eio da loucura da pregação. 24 mas. 16 B aptízei também a fam ília de Estéfanas. mas a pregar o E vangelho. porque cada um de vós d iz: «E u sou de P a u loI Eu de A p o io I Eu de Cefas! Eu de C risto. 15 para que ninguém diga que fostes baptizados em meu nome. que há contendas entre vós. A sabedo­ r ia do mnndo re p ro ­ va d a pela sa b e d o r ia d e Deus. senão Críspo e Caáo. 19 Porqu e está escrito: D e s tru ire i a sabedoria dos sábios e reprovarei a pru d ên ­ cia dos prudentes (Is. é a virtude de Deus. 18 Efectivam ente. Irm ãos.ALGUNS ABUSOS A REFORMAR I — Divisões entre os Héls 10 Ora. para nós. 29. a palavra da cruz é uma loucura çara os que se perdem. De resto não sei se baptizei mais alguém .» 13 Está d ivid id o C risto? Porven tu ra Paulo fo i cru­ cificado por vós? Ou fostes baptizados em nom e de P a u lo ? 14 Dou graças a Deus. não com a sabedoria das palavras.

11 Com efeito. 7 mas pregam os a m isteriosa sabedoria de Deus. sabe­ doria. mas sobre o poder de Deus. 2 P orqu e ju lgu ei que não d evia saber coisa algum a entre vós (p a ra vos p re­ g a r) senão a Jesus Cristo. foram esc o lh id a s p o r D eus pa ra destr u ir . justiça. escolheu-as Deus para con­ fundir as fo r le s . para conhecermos as 28. para c o n fu n d ir as que são sob erb a s. 8 a qual nenhum dos prín­ cipes deste século conheceu. não. nem dos príncipes deste século. 27 mas as coisas loucas. o qual fo i feito por Deus. e as coisas fracas. nem o ouvido ouviu. anunciar-vos o testemunho de Deue.A pregação d e P a u lo é segu ndo os d e s íg ­ n io s da sabed oria d e Deus. quando fui ter convosco. não fu i com subli­ m idade de estilo ou de sabedoria. e que Deus predestinou antes dos séculos para nossa glória.4). . q n e sSo c o n s id era d a s de n enhu m v a lo r. Deus revelou-o por m eio do seu Espírito. as coisas que são de Deus ninguém as conhece. segundo a carne. nem muitos n obres.24). é a sabedoria que nós pregam os entre os perfeitos. senão o E spírito de Deue. segundo o mundo. 3 E stive entre vós com fraqueza. porém . nunca teriam crucificado o Senhor da glória. 64. como está escrito : 0 que se g lo ria . o que Deus preparou para aqueles que o am am . senão o espírito do homem. e aquelas que não são. porém . 30 E ’ por ele que estais em Jesus Cristo. qual dos homens conhece as coi­ sas qne são do homem. que está encoberta. mas eram m anifestação do E spírito e do poder (de Deus). e Jesus Cristo crucificado. mas 0 Espírito que vem de Deus. 29 para que nenhuma cria­ tura se glorie diante dele. mesmo as profundezas de Deue. Irm ãos. para nós. 9 Mas. as q n e se têm em m uita conta. A q u e la s que u n o s ã o . pois. 6 N ão obstante. . santificação e redenção. para destruir as que são. 4 a minha conversação e a m inha pregação não tinham nada da linguagem persuasiva da sabedoria. glorie-se no Senhor (Jer. 2 — 1 Eu. nem entrou no coração do homem (Is. A q u e la s pessoas h u m ild es. segundo o mundo. A verda­ d e ir a sa­ b ed o ria está no Evange­ lh o. 12 Ora nóe não recebemos o espírito deste mundo. O s mun­ dan os não com ­ p re e n d e a verd a­ d e ir a sabed orià. 10 a nós. b para que a vossa fé se não baseie sobre a sabedoria dos homens. 9. que são destruí­ dos. . 3t para que. visto que o Espírito tudo peneira. também. escolheu-as Deus para confundir os sábios. ee a tivessem conhecido. uma sabedoria deste século. que está n ele? Assim . tem or e grande tre­ m o r. como está e s c rito : Nem o olho v iu . nem muitos poderosos. porque. segundo o mundo. 28 Deus escolheu as coisas vis e des­ prezíveis.

com o sábio arquitecto. 8 U m a mesma coisa é o que planta e o que r e g a . O ouro. Jesus Cristo. porém . sois edifício de Deus. 6 Eu plantei. se p o rv e n tu ra os tem . cada um receberá a sua recompensa segundo o seu trabalho. Sua res­ p on sab i­ lid a d e . e as pedras preeiosass sig n ific a m as d o u tri­ nas s ó lid a s . P o r isso. quem conheceu o pensamento do Senhor. 3 » 2. isto é. d e v e re c o r re r à oração. 7-0. havendo entre vós rivalidades e con­ tendas. o fe n o e a palha in d ica m certos en sin am en tos in ú teis . se não v i r fru to s do seu tra b a lh o porq u e será recom pen sado. 3 Porquanto. 40. temos o pensamento de Cristo. não com palavras doutas de humana sabedoria. e segundo o que o Senhor deu a cada um. mas com a doutrina do Espirito. e não é ju lga d o por ninguém. senão o que foi posto. e n s in e i-v o s apen as os e l e ­ m entos da d o u trin a cristã. que dá o crescim ento. nâo com a li­ mento sólido. Irm ãos. Vós sois cultura de Deus.13)? Nós. qu e co n firm a m os cren tes na fé e na ca rid a d e. e não c o n fie non seus dotes o ra tó r io s . Os C o rín ­ tio s ainda eram im ­ p e r fe ito s . 11 P o rq u e ninguém çod e pôr outro fundamento. mas p e lo trabalh o fe ito . 2 N utri-vos com leite. O p r e g a d o r d o E v a n g e lh o nada fará sem a graça de D en s. d e s ti­ nados quase só a sa tis fa z e r a cu rio s id a d e dos o u v in te s . qu e m o ve as alm as. não é porque sois carnais e andais segundo o hom em ? 4 Quando um d iz : «Eu sou de P a u l o l » e outro: «E u sou de A p o io I» não (se está vendo nisto que) sois homens (ca rn a is )? Que é. 3 — 1 Quanto a mim. a prata. 12. em quem vós crestes. . 13 as quais tam­ bém anunciamos.coisas que por Deus nos foram dadas. mas Deus. 15 Porém o homem espiritual ju lg a (hetn) todas as coi­ sas. mas outro edifica sobre ele. pois. somos cooperadores de Deus. 12 Se alguém edifica sobre este fundam ento com puro. 16 De facto. N ttiri-v o s eotn leite. A p o io ? E que é P a u lo ? 5 M inistros daquele. nem o que rega. e não as pode entender. exprim indo em termos espirituais as coisas espirituais. V eja cada um como edifica sobre ele. não p elo s fru to s o b tid os. 14 0 homem natural não percebe aquelas coisas q o e são do Espírito de Deus. is to é. p a ra que o possa in s­ t r u ir (Is. A lè m d iss o . porque. não d esan im e. 9 Efectivam ente. para ele. não vos pude falar como a espirituais. 10 Segundo a graça de Deus que me fo i dada. porque sois ainda carnais. antes de tudo. são uma estu llícia. pois elas ponderam-se espiritualm ente. porque não podíeis (d ig e ri-lo ) e nem ainda agora podeis. — A ma­ deira. mas Deus é que deu o crescimento. lan ­ cei (entre vós) o fundam ento (d a fé). com o a peque­ ninos em Cristo. 7 De m odo <me não é nada nem o que planta. D ig n i­ d a d e dos p re g a d o ­ re s do E van ge­ lh o. mas como a carnais. A p o io regou.

e le rece­ b erá um p rê m io e s p e c ia l. 13 maniSenhor a fará conhecer. pois nem sequer me ju lg o a mim próprio. ou seja a vid a ou seja a m orte. ou sejam as futu­ ras . po sto qu e à custa d e m u itos s o frim e n to s (c o m o p o r m e to de f o g o ) . 5 Pelo que não ju lgu eis antes do tem po.pedras preciosas. cada um receberá de Deus o lou vor (que lhe é devido). ele sofrerá o prejuízo. Com efeito. 19 Porqu e a sabedoria deste mundo é lou­ cura diante de Deus. 22. p o rq u e fo i e d ific a d a sobre J esu s. nem por isso me dou por ju stifica d o . 22 P orqu e todas as coisas eão vossas. é santo o templo de Deus. ou seja A p o io . 14 Se subsistir a obra do que a sobreedificou. 14-15. o qual não dó porá às claras o que se acha escondido nas trevas. — S e a ob ra do m in istro do E v a n g e lh o a rd e r. p o iq u e . T o d a s as coisas são vossas. em bora t iv e s s e Jesus como fu n dam en to. segundo este mundo. apesar disso. ou seja Cefas. e. éstada será a obra de cada um. S e subsis/ír. feno. . com ou ro. pouco me im porta ser ju lg a d o por vós ou em ju izo humano. o Senhor é quem me ju lg a . ou sejam as coisas presentes. mas ainda descobrirá os desígnios dos corações. então. até que venha o Senhor. de nada me sinto culpado. 23 mas vós (sois) de Cristo. não receb en d o a re com p en sa e s p e c ia l p ro m etid a aos A p ó s to lo s . mas será salvo. is to é . 3 Quanto a mim. ou seja o mundo. tudo é vosso.. 2 Ora o que se requer nos despenseiroe é que sejam fíéis. 20 E outra v e z : 0 Senhor conhece os pensamentos dos sábios. O s f ié is n9o São 03 ju iz es dos p re­ ga d o res. tod av ia s e rá s a lv o. visto que será revelado no fogo. 15 Se a obra de algum arder. 94. ío i e d ific a d a com m a deira . 16 N ão sabeis que sois tem plo de Deus e que o E spírito de Deus habita em vós? 17 Se alguém des­ truir o tem plo de Deus.. Deus o destruirá. pois está escrito: E u apanharei 08 sábios na sua p r ó p r ia astúcia (Job 5. etc. faça-se insensato para ser sábio. conhece que são vãos (S. receberá prêm io. pois o dia do Nada de p r e fe r ê n ­ cias in s­ pirad as p e la sabe­ d o ria mnndana. 4 — 1 Assim todos nos considerem como servidores de Cristo e despenseiroe doe mistérios de Deus. que vós sois. e Cristo de Deus. ele s o f r e r á o p re ju ís o .13). Í)rata. com o por meio do fogo. estão d isp o sta s p o r D eu s pa ra a v o s s a aalração e s p iritu a l. 18 Ninguém ee iluda 1 Se algum dentre vós ee tem por sábio. madeira.11). a lèm da salvação. mas. 4 Com efeito. e o fogo p rovará qual seja a obra de cada um. etc. 21 Por­ tanto ninguém ee glo rie entre os homens. ou seja Paulo. se r e s is t ir ao fo g o a obra d o m ia ís tr o do E v a n g e lh o . palha.

com o eu ensino por toda a parte em todas as igrejas. . 13 somos caluniados. mas adm oesto-vos com o a meus filhos caríssimos. C o m fin a iro n ia . perseguem-nos. somos esbofeteados. 15 De facto. mas 0 seu poder. 18 A lgu ns andam inchados (de o rg u lh o) com o se eu não estivesse para ir ter convosco. e nós desprezíveis. mas em actos. o reino de Deus não eonsiste ero palavras. o A p ó s to lo r e p r o v a a louca presunção d o s C o ria tio s . ^ue sejais meus im itadores. pois fu i eu que vos gerei em Jesus Cristo por m eio do Evangelho. rei­ nais sem n ó s . 7 Por­ que.6 Ora. T e x t o obs€Dro em q u e. 17 P o r isso vos enviei Tim óteo. não tendes todavia muitos pais. t4 N ão escrevo estas coisas para vos envergonhar. não temos m orada certa 12 e cansamo-nos a trabalhar por nossas próprias m ãos. para também reinarm os convosco. e não vos ensoberbeçais. 9 Em verdade. ou com am or e espí­ rito de m ansidão? 4 f 6 . como se o não tiveras recebido? 8 Vós já estais saciados. sofre­ mos a fom e e a sede. como dos últim os (dos ho­ mens). entendo que Deus nos expôs a nós. am aldiçoam -nos. e queira Deus que reineis. fiz aplicação destas coisas a mim e a A p o io . a escória de todos até agora. e vós sábios em C risto . 11 A té esta hora. que eão em Jesus Cristo. Irm ãos. 20 Com efeito. S . A póstolos. 19 Mas brevem ente ire i ter convosco. porque (nos anfiteatros) somos dados em espectáculo ao mundo. pois. tomando o partido de um contra o outro. e vós fo rte s . vós nobres. e encorajam os. porque te glorias. quem é que te distingue (declarando-te superior aos outros) P Que tens tu. . 6-9-10. to d a v ia . o qual voe lem brará os meus caminhos. que é meu filh o caríssimo e fiel no Senhor. Os pre­ ga d o res d ev em s e r hu­ m ild e s e abn ega­ dos. e sofrem os (com p ocfén cia). 16 R ogo-vos. . para que aprendais em nós a não ir além do que está escrito. se o Senhor quiser. aos anjos e aos homens. e bendi­ zem os. que não recebesses? B. P a r a que a p re n d a is em «ids a não i r a l é m . tornam o-noscom o a im undicie deste mundo. se o recebeste. e exam iuarei. 21 Que quereis? Que eu vâ ter convosco com vara. já estais ricos. por causa de vós. estamos nus. 10 Nós somos néscios por Cristo. E x ortação p a tern a l aos fíè is . ainda que tenhais dez m il pedagogos em Cristo. com o destinados à morte (pelo m a r tír io ). P a n lo d es eja sem d ú v id a recom en d a r a p rá tica da h u m ild a d e. nós fracos. não as palavras dos que andam inchados.

com o se estivesse pre­ sente. d e m odo que. is to é . ou com la­ drões. a ssim os c ristã o s d e v e m t ir a r d a s o a alm a tod o o pecado. mas pre­ sente com o espírito. e não tivestes antes pesar. 10 não. doutra sorte deveríeis sair deste mundo. causadas p e lo s seus p r ó p r io s v íc io s . I n j u s t o s . 2 E andais ainda inchados (ãe orgu lh o). chamaudo-se irm ão. tanto que chega a haver um que abusa da m ulher do seu próprio pai. aquele que assim procedeu. 5 — 1 Ouve-se constantem ente dizer que há entre v ó s fornicação. e sua a lm a sej'a sa lva.11 — Escândalos dados por alguns fléls O A pós­ to lo cen ­ sura os C o rín tio s p o r to le ­ ra rem en tre e le s nm in ces­ tuoso. pois. ou com os avarentos. C om o p s cristãos devem e v it a r os pecad o­ res. Porquanto Cristo. assim ca stiga d o . já ju lgu ei. A s s im com o os Judeus. para co m er o c o rd e iro pascal e c e le b ra r a P á sco a sò m en te com pão á zim o . 4 Em nom e de Nosso Senhor Jesus Cristo. embora ausente de corpo. de um m odo geral. s e ja sep ara d o da com unhão da Ig r e ja p ara a de stru içã o do seu corp o. 5. e a P áscoa qu e e le s celeb ra m du ra sem p re. nem com ferm ento da m alícia e da perver­ sidade. isto é. fosse Im pudíco. fo i im olado.7). 6 Cloriais-vos sem razão. O s c r is ­ tãos e os trib u n a is pagãos. se ve n b a a v o l ­ ta r para o bem . para a destruição do seu corpo. 11 Mas escrevi-vos (simplesmente) que não tivésseis comunicação com aquele que. para que sejais uma nova massa. com este tal nem com er deveis. assim com o sois ãzimoB.. santos. ou dado à em briaguez. para que fosse tirado dentre vós guem fez tal maldade. 1. ou avarento. mas com os ázimos da pureza e da verdade. cristão s. com o poder do Senhor Jesus. ja fo i im o ­ la d o . com os deste mundo. ou com 08 id óla tra s. a festa. . tendo litíg io contra outro. congregados vós e o meu espírito. qual nem ainda entre os gentios. para s e r a torm en ­ tado no seu corpo p o r Satanás. 12 Porqu e é porventura a mim que pertence ju lg a r aqueles que estão. T ir a i do m eio de vós o mau (DeaU 17. . 6 — 1 Atreve-se algum de vós. 7. 5 eeja o tal entregue a Satanás. p o rq u e o seii c o r d e ir o pascal. Jesn s. 9 P o r carta vos escrevi que não tivésseis comunica­ ção com 08 impudicos.. ou m aldizente. 8 Celebremos. ou adorador dos ídolos. ir a ju ízo perante os injustos e não perante os 5 . e tal fornicação. ou la d r ã o . na v é s p e r a da Páscoa se p r iv a v a m d e todo o pão ferm en ta d o . a flm de g u e o espírito seja salvo no dia do Senhor. N ão sabeis que um pouco de ferm ento faz ievedar toda a massa? 7 Purificai-vos do velho fe r­ mento. nosso cordeiro pascal. S e ja o ta l e n tre g u e a S a ta n á s. g e n t io s . . 3 Quanto a mim. p o r m eio d e doen ça s. não com fer­ m ento velh o. fo ra ? Não ju lg a is vós aqueles que estão dentro ? 13 A qu eles que estão fora Deus os ju lga rá .

. aqui uma ir o n ia do A p ó s to lo . porém o corpo não é para a forni­ cação. nem os adúlteros. nem os idólatras. T u d o m e é l í c i t o . 10 nem os ladróes. 0 que está unido ao Senhor é um só espírito com 4. nem os m aldizentes. E ’ p r e f e r ív e l e sc o lh erd es os m enos con sid era d os da i g r e j a pa ra ju lg a r as vo ssas qu estões. nem os efem inados. 9 Porventura não sabeis que os injus­ tos não poBSuirão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os im pudicos. mas Deus destruirá tanto aquele com o estes.santos? 2 Porventura não sabeis que os santos (em virtu d e da sua união com Jesus) não-de ju lg a r este mundo? E. e islo a irm ãos. cu jo sen tid o os lib e r tin o s g ra v e m e n te detu rp avam . os membros de Cristo e fá-los-ei membros de uma prostituta? De m odo nenhum. também nos ressuscitará a nós com o seu poder. a r e c o r r e r aos trib u u a is pagãos. E’ possível que não haja entre vós um homem sábio. nem os sodomítas. P o r que não sofreis antes a injú ria? P o r que não tolerais antes o dano? 8 Mas Bois vós mesmos que fazeis injúria e causais d a n o . . em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo e m ediante o Espírito do nosso Deus. 13 Os alim entos são para o ventre. absolutamente. estabelecei para as ju lg a r os que são menos considerados na Igreja. P r o v à v e lm e n te fr a s e d e S . «T u d o me é perm itid o» — mas eu de nada me farei escravo. 2. 12. e isto perante (trib u n a is dos) infiéis 1 7 E’ já . mas fostes lavados. pois. mas fostes santificados. nma falta da vossa parte o haver entre vós pleitos. se o mundo há-de ser ju lga d o por vós. . que possa ju lg a r enlre seus irm ãos? 6 Mas o que se vê é que um irm ão litig a com outro irm ão. 16 Não sabeis que o que se ju n ta com uma prostituta. mas para o Senhor. e o Senhor para o corpo. A im pu ­ reza não tem d es­ cu lpa. 5 D igo isto para confusão vossa. Há. nem os avarentos. A im pu ­ re za u l­ tra ja em nòs 09 m em bros d e C risto . mas fostes justificados.24). que ressuscitou o Senhor. se tiverdes litíg io s por tais coisas. e o ventre para os alim en tos. sois porventura indignos de ju lg a r as coisas m ínim as? 3 N ão sabeis que havem os de ju lg a r os anjos? Quanto mais as coisas desta v id a ? 4 Portanto. 12 «T u d o me é perm itid o» — mas nem tudo con­ vém. 11 E tais éreis alguns de vós. nem os que se dão à embria­ guez. P a u lo . 17 A o contrá­ rio. 15 Não sabeis que os vossos corpos são membros de Cristo? T om arei eu. 14 Ora Deus. torna-se um mesmo corpo com ela? Porqu e fo i d ito: Serão os dois um a só carne (Cen. nem os salteadores possui­ rão o reino de Deus.

Qualquer pecado que o homem comete. porém . peca contra o próprio corpo. que habita em vós. 2 mas. como também eu. cada um tenha a sua mulher. easem-se. mas o que comete fornicação. cada um tem de eus o seu próprio dom : um de um m odo. senão de comum acordo. . para vos aplicardes à o ra ç ã o . pois. mas sim a mulher. não a rep u d ie. da mesma maneira. E o ma­ rido igualm ente não repudie sua mulher. (digo que) e bom para o homem não tocar m u lh er. 8 D igo aos não casados e às viúvas que lhes é bom perm anecer assim. E. ou reconcilie-se com seu marido. da mesma sorte. 12 A o s outros. 10 Quanto àqueles que estão unidos em m atrim ô­ nio. mas sim o marido. 11 e. G lorificai. é fora do c o r p o . e que não pertenceis a vós mesmos ? 20 Porque fostes comprados por um grande preço. e este S In d ís s o In b ilidade do m a trim ô­ n io. o m arido não tem poder sobre o seu corpo. RESPOSTA ÀS PERGUNTAS E DÚVIDAS I — Casamento e Virgindade D ire ito s e d e v e re s mútuos das p e s ­ soas casa­ das. SOU eu que lhes d igo (a m in h a op in iã o). que a mulher se não separe do m a rid o. 6 Mas digo-vos isto por condes­ cendência. mas o Senhor. 9 Mas. 4 A mu­ lh er não tem poder sobre o seu corpo. 13 Se uma m ulher (c ris tã ) tem um marido não cristão. a Deus no vosso corpo. durante algum tempo. e. 3 0 marido dê a sua m ulher o que lhe d e v e . 7 Porque eu queria ue todos fossem como e u .ele. 5 Não vos recuseis um ao outro. 18 F u gi da fornicação. Porque é m elhor casar-se do que abrasar-se (n o fogo da torpeea). e outro de outro. que vos foi dado por Deus. não o S e n h o r: se algum irm ão (nosso) tem uma mulher não cristã. 7 — 1 Quanto àquelas coisas sobre que me escrevestes. e esta consente em habitar com ele. não por m andamento. e cada uma tenha o seu marido. para que não vos tente Satanás por vossa iucontinência. mando. fique sem casar. se não se contêm. 19 Porventura não sabeis que os vossos membros são tem plo do Espí­ rito Santo. também a m ulher ao marido. por causa da fornicação. se ela se separar. e de novo torn ai a coabitar. não eu.

escolhe antes servir. sabes tu. E * s a n t i f i c a d o . e m q u e se en co n tra va m . se salvarás (o u converterás) teu marido (in fie l) P Ou sabes tu. ^ Mas. e a mulher não cristã é santificada pelo m arido cristão. o servo que fo i chamado ao Senhor. 15 Porém . T o d a v ia estes sofrerão a tribu­ lação da carne. está m a is disp osta para s e c o n v e r te r . 26 Entendo.consente em habitar com ela. sendo servo? N ão te dê isso c u id a d o . mas sò m en te d e uma d isp o siç ã o para ela. N este caso. não tenho mandam ento do Senhor. 21 Foste cha­ m ado. não peca. ainda que possas tornar-te livre. 23 P o r grande preço fostes com­ prados ! N ão vos torneis servos dos homens. 18 E ’ chamado algum . é um liberto do Sen h or. 16 Porqu e. enquanto que agora são santos.. se uma vir­ gem se casar. 14 porque o m arido não cristão é santificado pela mulher (cristã ). O A p ó s t o lo não fa la a q u i da v e r d a ­ d e ir a san tid ad e in te rio r. da “ *' . O A p ó s to lo d e s e ja q u e o s f i è i s não m udem o e sta d o socia l. A p a rte ia fie l. e cada um conform e Deus o chamou (d f é ) : é assim que eu ordeno em todas as igrejas. mas dou conselho. sendo livre. P a u lo tem em v is t a não apen as as v u lg a r e s d ific u ld a d e s d a v id a p resen te mas tam bém as ex c e p c io n a is d o fim d o m undo. pois. âO Cada um permaneça no estado em que se encontrava quando foi chamado. não pecas. S. se tomares mulher. é dign o de confiança. separe-se. p e lo s b on s e x e m p lo s qu e re ceb e da p a rte f i e l . 26. sendo circuncidado? N ão procure parecer incircuncidado. se salvarás tua m ulher? 17 Sòmente cada um proceda conform e o Senhor lhe deu. 27 Estás liga d o a uma m ulher? N ão busques desli­ gar-te. já o irm ão ou irm ã não estão mais lig a d o s : Deus vos cha­ mou à paz. igualm ente o que fo i chamado. é um servo de Cristo. Estás liv re de m ulher? N ão busques mulher. ó mulher. pois. com o homem que. que é bom para o homem estar assim. e a incircuncisão nada vale. não deixe esta o seu ma­ rido . às virgens. se a parte não cristã se separa. permaneça diante de Deus no estado em que foi chamado. pela m isericórdia do Senhor. 14. Irm ãos. 22 Em ver­ dade. E eu quisera poupar-vos (a ela). ó m arido. 17. porém . E ’ chamado algum incircuncidado? N ão se circuncide. 24 Cada um. que^ c s p r im e ir o s c ristã o s ju lg a v a m p r ó x im o .. E xceiea«a 7. que isto é bom por causa das dificuldades presentes. an tes do ba ptism o. 25 Quanto. mas a observância dos mandamentos de Deus é que vale. Doutra sorte os vossos filhos seriam impuros. 19 A circuncisão nada vale. E.

com o se nâo chorassem . 8 — 1 Relativam ente às carnes sacrificadas aos ído­ los. sabemos que todos temos ciência. com o se dele não usassem. podendo dispor à sua vontade. 37. 36 Mas. 35 D igo isto para vosso p roveito. não peca. e determ inou no seu coração conservar virgem a sua (filh a ). Mas a que é casada cuida das coisas que são do mundo. pois. não o obrigando a necessidade. mas podendo dispor à sua vontade. para serem santas de corpo e de espírito. N ã o o obrigand o a necessidade a casar sua filh a . 2 Se alguém se líson jeia de saber algum a coisa. como há-de agradar a Deus. mas para o que é honesto e que vos dá faculdade de servir ao Senhor sem embaraço. porque a flgura deste mundo passa. se ela se casar. p o rq u e e la se não opde ao c elib a to . se algum ju lg a que parece ser desonra. I I — Uso das carnes Imoladas aos idolos A s carnes im oladas a os id o lo s não -estão con tam i­ nadas. V iv a m d e ta l m odo qu e. V iu v e z . faça o que q u is e r. mas. como se não possuíssem . 40 Porém . pois. 29 Eis. 30 os que choram. o que a não casa. faz bem. guanto a sua filha donzela. o que vos digó. os que compram. contanto que seja no Senhor. 34 Igualm ente a mulher solteira e a virgem cuidam das coisas que são do Senhor. que casa a sua filha (virgem ) faz b e m . A ciência incha. mas. Ora ju lg o que também eu tenho o Espírito de Deus. os qne folgam . está cuidadoso das coisas que são do Senhor. será mais fe liz se perm anecer assim. 31 os que usam deste mundo. nem as tris te z a s do m a trim ôn io os afa stem d e D eu s. e que assim convém fazer-lhe o casamento. 38 A qu ele. 0 que eslá sem mulher. Irm ã os: o tempo é breve. 37 Mas o que resolveu firmemente dentro de si. o ir-lhe passando a flo r da idade. p o r­ q u e e la d e boa vo n ta d e s e s u je ita ao q u e e le re s o lv e r . se m orrer o seu m arido. case com quem quiser. Como se as não tivessem. está cuidadoso das coisas que são do mundo. ja s melhor esc o lh e n d o -lh e o esta do d e n ia io r p e r fe iç ã o : a v ir g in d a d e . conform e o meu conselho. como há-de dar gosto a sua m ulher. 32 Ora eu quereria que vivêsseis sem inquieta­ ção. 33 Mas.A lgu m a s re g ra s práticas pa ra os p a is. este ainda não conheceu de que 29. o que é easado. 39 A mulher está ligada durante todo o tempo que seu m arido v iv e . nem as a le g r ia s . de como agradará ao m arido. Resta que os que têm mulheres. faz melhor. fica liv r e . mas a caridade edifica. . sejam com o se as não tivessem . e (deste modo) está dividido. não para vos atirar um laço. como se nâo folgassem .

S . Jesus Cristo. . 13 P elo que. T o d a v ia » ao com er as carnes im oladas» d e v e -s e e v it a r o escândalo dos fra ­ cos. sabemos que o ídolo não é nada no mundo e que não bá outro Deus. 4 Quanto. o Pai. 9 Mas vede que esta liberdade que tendes não se torne ocasião de queda para os fracos. P a u lo r e i­ v in d ic a os d ir e i­ tos que tem de v i v e r do E va n g e­ lho. estando enferma. teremos a mais algu m a coisa. ainda que haja alguns que se cha­ mem deuses. senão o Deus único. 10 Com e feito . estar à mesa no templo idolátrico. conservando ainda o seu antigo m odo de considerar o íd olo. fica contaminada. e um só Senhor. e a cons­ ciên cia destes. visto que. 6 para nós. 9 — 1 N ão sou eu liv r e ? N ão sou eu A p ó sto lo ? N ã o v i eu a Jesus Nosso Senhor? N ão sois vós obra m inha no Senhor ? 2 E. comem com o do sacrificado a ídolo. . uão com endo. ao menos sou-o para vós. 8 U m alim ento não (é coisa que) nos torna recomendá­ veis a Deus. esse é couhecido dele. pecais contra Cristo. por quem todas as coisas foram feitas. 5 De facto. « nós também. 3 A minha defesa. e para quem existim os. não se anim ará a comer d a carne sacrificada aos ídolos {que ju lg a ser im p u ra )? 11 E pela tua ciência perecerá o irm ão fraco. há um só Deus.' P a u lo re iT in d íc a para s i o m esm o d ir e it o dos outros m in is tro s d o E va n g elh o » o d ir e it o d e re c e b e r os fru to s da g e n e r o s i­ d a d e d o s fié is . 4 Porven ­ tura não temos direito de com er e de beber ? 5 Porven ­ tura não temos direito de levar connosco uma mulher irm ã. se um alim ento serve de escândalo a meu irm ão. nem terem os algum a coisa a menos. que tens ciência. pelo qual m orreu Cristo I 12 Deste m odo. que está enferm a. pois. 7 Mas nem em todos há a ciência. ou n o céu ou na terra (e assim sejam m uitos os deuses e muitos os senhores). porventura. para não escandalizar o meu irmão. porque alguns. pecando contra os irm ãos e ofendendo a sua débil consciência. perante aqueles que me interpelam . jam ais com erei carne. porque vós sois o selo d o meu apostolado no Senhor. é esta. contudo. nem com endo. 3 Mas. de quem provêm todas as coisas. se çara outros não sou A p ós­ tolo. se alguém ama a Deus. se algum te v ir a ti. a comer carnes im oladas aos idolos.m odo se deve saber. com o também os outros A póstolos e os irm ãos do Senhor e Cefas? 6 Ou só eu e Baruabé não temos d ireito de não trabalhar ? 7 Quem jam ais vai à guerra à sua custa? Quem planta uma vinha e não come do seu fru to? Quem apascenta um rebanho e não se ali9y 6 . com a sua consciência.

^ Tudo isso fa ço pelo Evangelho. 13 N ão sabeis que os que trabalham no santuário. N inguém me tirará este titu lo de glória. 20 Fiz-m e judeu com os Judeus. P a u lo e x o r ta os C o rín tio s a im itá -lo . nós? T o d a v ia não temos feito uso deste direito. cor­ rem. e o que debulha.. 21 com 08 que estão sob a lei. (não estando sem a le i de Deus. 9 Porventura Deus tem cuidado dos bois? 10 Não é antes por nós mesmos qu e ele diz is to ? Sim. para ganhar aque­ les que estão sob a le i. mas um só é que alcança o p rêm io ? . tenho p rêm io. com os que estão sem a lei.. pregando o E vangelho. 15 Porém de nada disto tenho usado. A í de mim. A n ­ tes qu ereria m orrer do q u e . 18 Qual é. isso é simples desempenho de um cargo que me foi confiado. é por causa de nós que isto fo i escrito : que o que lavra. m ais justam ente. sem usar do meu direito de prega­ dor do Evangelbo. deve-o fazer com esperança de parti­ cipar dos frutos. e que os que servem ao altar. eu dê de graça o Evangelho. menta do leite do rebanho? 8 Porventu ra d igo is to como hom em ? E não o diz também a le i? Porqu e está escrito na lei de M oisés: N ão atarás a boca ao boi que debulha (D t. Fiz-m e tudo para todos. (não estando eu sob a lei). 19 Embora liv re em relação a todos. para ganhar o m aior número. (fia-me) como se estivesse sem a lei. a minha recompensa ? E ’ que. têm parte (do que se oferece) no altar ? 14 Assim ordenou também o Senhor. é porventura muito. se eu não evan gelizar I 17 P e lo que. fiz-m e servo de Iodos.4). 16 Porquanto. mas se. pois m e é imposta essa obrigação. sim .Expõe o m o tiv o p o r qu e renu n ciou a esses d ir e ito s . (fle-me) como se estivesse sob a le i. 11 Se semeamos entre vós as coisas espirituais. 22 Fiz-m e fra co com os fracos. para. constrangido. 25. salvar alguns. não tenho de que me gloriar. para gan h ar 08 que estão sem a lei. por que não. se eu evangelizar. deve la vra r com esperança. Nem tão-pouco escrevi estas coisas para que se faça assim com igo. para me tornar participante dos seus bens. o faço. que vivam n o Evangelho. por todas as formas. todos. para ganhar os fracos. comem do que é do san­ tuário. para ganhar os Judeus. mas sofrem os tudo para não criar nenhum obs­ táculo ao Evangelho de Cristo. aos que pregam o Evangelho. pois. se o faço de boa vontade. se recolherm os dos vossos bens temporais (o preciso p a ra v iv e r)? 12 Se outros gozam deste direito sobre vós. 24 N ão sabeis que os que correm no estádio. mas estando na le i de Cristo).

6 ) e no d es erto d e S in (N u m . 26 Quanto a mim. com o alguns deles. V e r b o ete rn o . 6 ) e é a e não à p ed ra m a te r ia l qu e M o is é s deve f a l a r . 17. lO f 1*2. como alguns deles o tentaram . e foram escritas para advertência de (todos) nós. é D eu s q u e está sobre o roch ed o (E x . 27 mas castigo o meu corpo e reduzo-o à escravidão. como alguns deles mur­ muraram. eu mesmo venha a ser elim inado. pelo que foram prostrados no deserto. 2 todos foram baptizados em Moisés. exterm inador. para que não cobicemos coi­ sas más. p o r m e io do b aptism o. na v ia g e m para a te rr a p ro m etid a . nós porém . P a u lo co n firm a a sua argu m en ­ tação. p elo q u a i fica ra m s u je ito s a M o is é s e o b rig a d o s a o b s e r v a r as suas le is . de tal m aneira que o alcanceis. segu ndo a narração m oisa lca . . pois. não com o quem açouta 0 ar. e foram m ortos pelo (A n jo ). conform e está e s c rito : O povo sentou-se a comer e a beber e depois levantou-se p a ra se d iv e rtir (E x.Correi. 4. A s s im com o os cristão s. corro. 9 N ão tentem os o Senhor. combato. 13 A in d a não vos surpreendeu ne­ nhuma tentação. 3. 4 e todos beberam da mesma bebida espiritual (pois bebíam da pedra espiritual que os seguia. pedra que era Cristo). — P e d ra e s p i r it u a l . e x ­ pond o alegò ricam ente a saida do E g ip to . o maná. com o alguns deles se entregaram . . na nuvem e no mar. e foram mortos pelas serpentes. a n u vem m is te rio s a e a passagem do m ar V e r m e lh o lo ra m com o uma esp é c ie d e ba ptism o. 6 Estas coisas foram figura do que nos diz respeito (se form os infiéis a Deus). que todos passaram o mar. tendo pregado aos outros. (p a ra obter) uma (coroa) incorruptível. para que não suceda que. que ultrapassasse a m edida humana. não é a p e d ra m a teria l de q u e M o is é s fe z jo r r a r uma ío n te d e água : era Jesu s C r is to . para quem o fim dos séculos chegou. 25 T od os os com petidores de tudo ee abstêm. e morreram num dia vin te e três m il. isto è. pois.6). co n d u to r do p o v o esc olh id o . com o eles cobiçaram. não caia (no pecado). 11 Ora todas estas coisas lhes aconteciam. . 3 todos comeram do mesmo alim ento espiritual. 32. 7 N ão vos torneis id ó ­ latras. 10 Não murmureis. E fe c tiv a m e n te . não com o à ven tu ra. fica m in co rp o ra d o s em C risto e o b rig a d o s a o b s e r v a r as suas le is » assim . que crê estar de pé (possuindo a graça de Deus). para os H e b r e a s . ch am ado e s p i­ ritu a l p o r causa da o rig e m m iracu losa e p o r s e r a fig u r a da Euca­ ris tia . (e fasem -no) para alcançar uma coroa corru p tível. 17. 12 A q u ele. 10— 1 N ão quero. 10. pois. que ignoreis que nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem. a lu são à água q u e D eu s fe z jo r r a r d o rochedo em R a íid im (E x . veja. D o m esm o a lim e n to e s p ir itu a l. 8 ) . 8 N ão nos entreguem os à devassi­ dão. em figura. Irmãos. B e b id a e s p ir it u a l. 5 Mas de m uitos deles Deus não se agradou.

digo. isto fo i im olado aos ídolos — não o comais em atenção àquele que o advertiu e por causa da con sciên cia. 23 «T u d o é perm itid o» — mas nem tudo edifica. . fu g i da idolatria. nós todos que participam os do mesmo pão. dar-vos-â os meios de lhe resistir. 25 De tudo o que se ven de na praça. N ão podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos d em ôn ios. não perm itirá que sejais tentados além do que podem as vossas forças. porventura não têm parte no altar? 19 Mas que d ig o ? D igo que o que fo i sacrificado aos ídolos é algum a coisa? Ou que o ídolo é algum a coisa? (B e modo nenhum ). com ei sem pergun­ tar nada por m otivo de consciência. se alguém d is s e r:. mas do outro. 24 N in ­ guém busque o bem próprio. Ora não quero que tenhais sociedade com os demônios. form am os um só corpo. 16 Porventura o cálice de bênção. não perguntando nada por m ot vo de consciência. mas o bem dos outros.O s cris­ tãos não d ev em tom ar p a rte nos banque­ tes id o lá trico s. 28 T od a via . Em caso de tentação. fazei tudo para g ló ria de Deus. meus caríssimos. ou comais. R e g ra de p ro c e d e r mas r e fe i­ ç õ es o rd imárias. com ei de tudo o que vos é posto diante. não é a comunhão do sangue de C risto? Ê o pão. em bora muitos. E ste v e r s íc u lo é uma p rova cla ra de qu e na E o c a ris tia está Jesus C ris to re a l e su b sta n cia lm en te p resen te. 20 antes digo que as coisas que os gentios sacrificam. 15 Falo como a pessoas sensatas: ju lg a i vós mesmos o que eu digo. ou façais qualquer outra coisa. as sacrificam aos dem ônios e não a Deus. Por que m otivo. 32 Não 16. que benzemos. p o is o A p ó s to lo d iz q u e o b e b e r v in h o d e s te c á lice e o co m e r este pão é p a rtic ip a r d o san gu e e corpo de Jesus. dando graças. com efeito. Deus. 29 da cons­ ciência. 18 Considerai Israel. não vossa. 14 P o r isso. 22 Que­ remos porventura provocar o Senhor à em ulação ? Acaso somos mais fortes do que ele? «T u d o é perm itid o» — mas nem tudo aproveita. ou bebais. . que partim os. não é a participação do corpo do Senhor? 17 V isto que bá um só pão. seria a m inha liberdade ju lga d a pela cons­ ciência alheia ? 30 Se eu como. que é flel. 26 porque do Se­ nhor é a te rra e tudo quanto há nela. por que m otivo dizem mal de mim. 21 não podeis ser participan­ tes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. por uma coisa por que dou graças ? 31 L o g o .-27 Se algum dos infiéis vos convida e quereis ir. segundo a c a rn e : os que comem das vitim as. nós.

7 0 homem. desonra a sua cabeça. C ris to é a cabeça de to d o o h om em . 3 Porém quero que saibais que Cristo é a cabeça de todo o hom em . no Senhor. o homem não fo i tirado da m ulher. é gló ria para a m ulher deixá-los crescer. 16. . porque é com o se esti­ vesse rapada. e n t ie nós não há o costum e d e á s m u lh eres s e a p re sen ta rem sem v è u nas re u n iõ e s p ú blicas r e l i ­ gio s a s . desonra a sua cabeça. com o v ig á r io s •e m in istro s d e C risto . (fique sabendo que) nós não temos tal costume. que faz oração ou que p rofetiza com a cabeça coberta. 11 — 1 Sede meus im itadores. e a m u lh er com a cabeça coberta. nem as Igrejas de Deus. para que sejam salvos. 11 Contudo nem o homem existe sem a mulher. mas a m ulher é a . se a m ulher fo i tirada do homem. não deve cobrir a sua cabeça. não tendo coberta a cabeça. 5 P elo contrário. N ã o te m os ta l c o s tu m e . 9 E o homem não fo i criado por causa da m ulher. 13 Julgai vós mesmos: é decente que uma mulher faça oração a Deus. 8 De facto. nem para os C regos. 10 P o r isso a m ulher deve trazer sobre a cabeça um sinal de submissão.. 16 Se alguém quiser contestar (o que digo). 11. E. que faz oração ou que profetiza. na verdade.g ló ria do homem. como também o sou de Cristo. mas a mulher do hom em . 6 Portanto. 4 T o d o o homem. se a m ulher se não cobre. não bus­ cando o meu proveito. porque os cabe­ los foram -lhe dados com o véu (p a ra se c o b rir). I I I — Instruções sobre o culto divino 2 Eu vos lou vo porque em tudo vos lem brais de mim e guardais os meus preceitos.Sejais m otivo de escândalo. como vo-los ensinei. mas o do m aior número. no s e n tid o d e qu e só •os hom ens p o d em s e r cham ados a g o v e m a r a Ig r e ja . 33 como também eu em tudo procuro agradar a todos. com a cabeça descoberta? 14 E não vos ensina a própria natureza que é desonroso para o homem d eixar crescer os cabelos? 15 P e lo contrário. cubra a sua cabeça. nem para a Ig reja de Deus. . N a s reu ­ n iõ es sa­ gra d a s o h om em deve e sta r com a cabeça d es co ­ b erta. se é vergonhoso para a mulher cor­ tar ou rapar o cabelo. 3. e todas as coisas vêm de Deus. 12 Porque. corte o cabelo. porque é a im agem e a g ló ria de Deus. e o hom em ã cabeça da mulher. e Deus a cabeça de Cristo (com o hom em ). mds sim a m ulher por causa do homem. nem para os Judeus. toda a mulher. nem a m ulher sem o hom em . por causa dos anjos. também o homem é concebido pela mulher.

para uão sermos condenados com o mundo. esp e c ia l­ m ente os pobres. 30 E’ por isso que há entre vós m uitos enfermos e sem forças. 17 Fazendo-vos estes avisos. ieto é o meu corpo. há entre vós divisões. dando graças. quando vos reunis em assembleia. In d ig n a m e n te . depois de ter ceado. Irm ãos meus. 18 Com efeito. que redundam em vosso detri­ m ento e não em vosso benefício. ouço dizer que. 27 Portanto todo aquele que com er este pão ou beber o cálice do Senhor indignam ente. até que ele venha. não esp era n d o qu e ch egu em tod oa. L c. na noite em que fo i entre­ gue. anunciareis a m orte do Senbor. e muitos que estão mortos. não seriamos com certeza ju lgados. em parte. quando vos reunis para 21. tomou o cálice. q n e nada p o d em tr a z e r para m atar a fom e. 32 Mas. enquanto outro está excessivam ente saciado. 26 Todas as vezes que com erdes este pão e beberdes este cálice. E um tem fom e. 19 P ois é preciso que até haja divisões. 22. tomou o pão 24 e. 23 Porque eu recebi do Senhor o que vos trans­ m iti: que o Senhor Jesus. 29 porque aquele que o come e bebe (indignam ente) com e e bebe a própria condenação. em prim eiro lugar. quando somos ju lgad os. com os seusa m ig o s pa rticu la re s. para que 08 que são de uma virtude provada sejam m anifestados entre vós.19-20. 25 Igu alm en te também. será culpado quanto ao (d e lito cometido contra o) corpo e sangue d o Senhor. R ec eb e in d ign a m en te a S ag ra d a E u ca ris tia q u em t iv e r a con sciên cia d e pecado m orta l. não é já a ceia do Senhor que celebrais. todas as vezes que o beberdes. se nos julgássem os a n ós mesmos (fazendo penitência). não vos posso lou va r pelas vossas reuniões. o partiu e disse: T om a i e com ei. d ize n d o : Este cálice é a nova A lian ça no meu s a n g u e.M o d o de cele b ra r os ágapes. a si mesmo cada um. creio. para lá com er e beber? Ou desprezais a assembleia de Deus e envergonhais aqueles que nada têm ? Que vos d irei? Lou var-vos-ei? N isto não vos lou vo. V e r nota. Con clu ­ são. 21 porque cada um se antecipa a com er a sua ceia. pois. fazei isto em mem ória de mim. . portanto. fa z e i'is to em m em ória de mim. 33 Portan to. vos reunis.. A eom er a sua ceia n o lu g a r das reu n iõ es. 28 Examine-se. 22 Porventura não tendes casas. 24. 31 Ora. 20 Quando. o que. somos cas­ tigados pelo Senhor. 27. não distinguindo o corpo d o Senhor (d ou tro qualquer a lim ento). e assim coma deste pão e beba deste cálice. que é (dado) para v ó s .

mas muitos. repartindo a cada um com o quer. quer sejam os Judeus ou Gregos. assim é tam­ bém Cristo. pelo m esm o E sp irito. diversidade de graças. 4 H á. a interpretação das línguas. segundo o mesmo E sp irito . a fé. 13 Com efeito. . em b ora seja m d iv e rs o s . p ro v ê m do m esm o E s p i­ r it o Santo. isto h. mas o mesmo Deus é o que opera tudo em todos. 5 e os m inistérios são diversos. não sou do c o ro o » — acaso deixa ele. 3 Portanto faço-vos saber que ninguém^ que fala pelo Edpírito de Deus.. 7 A cada um é dada a m anifestnção do Espírito para u tilidade comum. d iz : «M a ld ito seja Jesus. 14 Efectivam ente. pelo mesmo E sp írito . não sou do \2f 4. o A p ó s to lo a visa -o s d e qu e o s dons e s p iritu a is . a outro. eu as orde­ narei. a outro. esperai uns pelos outros. O co rp o e os m em ­ b ros. P r in c ip io g e ra l. concorríeie aos sim ulacros mudos. com certeza. 2 Sabeis que. a fim de que voe não ju nteis para vossa condenação. Irm ãos. o dom das curas. a outro. que estejais na ignorância. mas todos os membros do corpo. quando éreis gentios. I V — Dons espirituais em geral 12— 1 Sobre os dons espirituais não quero. e todos temos bebido de um só Espirito. Quanto às outras coisas. o discernim ento dos e s p írito s . 6 e as operações são diver­ sas. Com o m u itos cristãos c o rín tio s tin h a m s id o c o n v e rtid o s d o pa ga n ism o.com er. pàra sermos um só corpo. servos ou livres. senão pelo Espírito Santo.. num mesmo Espírito fomos baptizados todos nós. em bora sejam muitos. 12. 9 a outro. mas um mesmo é o E sp írito. 34 Se algum tem fom e. Uftt m e s m o . a variedade de lín g u a s . também o corpo não é um membro. conform e éreis levados. a outro. são contudo um só corpo. O s pagãos a cre d ita v a m qu e os d iv e r s o s d on s proced ia m d e d iv e r s o s deu ses. 16 Se o pé disser: «P o rq u e não sou mão. a um é dada pelo Espírito a linguagem da sabedoria. a outro. 8 Assim . 12 Do mesmo m odo que o corpo é um e tem m ui­ tos membros. 10 a outro. coma em casa. a s sim ta m b é m a I g r e j a . quando fo r (te r convosco). T o d o s os dons do E s p irito S an to con­ co rrem para o bem da Ig r e ja O s dons m enos v is ív e is são m u i­ tas v e z e s os m ais ú teis. A s s im é ta m h ém C ris to . 11 Mas todas estas coisas as opera um só e o mesmo Espírito. por isso. a linguagem da ciência. a p rofecia . mas um mesmo é o Sen h or.» B ninguém pode d izer: «Jesus é S enhor». a outro. de ser do corpo ? 16 E se a orelha disser: «V is to que não sou olho. o dom de operar m ila­ g re s .

se um membro sofre. cada um deles como quis. mas Deus dispôs o corpo. e entregasse o meu 27. 24 Os nossos membros boueslos não têm necessidade disso. 21 0 olho não pode dizer à m ã o : «N ã o necessito do teu serviço». todos os membros se regozijam com ele. 29 São porventura todos apóstolos? T od os profetas? Todos doutores? Todos taum aturgos? 30 T êm todos o dom de curar doenças? Falam todas diversas línguas? Têm todos o dom dç as interpretar? 31 A spirai. os que tém o dom das curas. seu . que parecem mais fracos. se não tiv e r caridade. se nâo tivesse caridade. e os que em nós são menos honestos. oude estaria o ou vido? Se fosse todo ouvido. se um mem bro recebe g ló ria . e tivesse toda a fé. pois. os recatam os com m aior decência. os mem­ bros do corpo. onde estaria o olfacto? 18 Deus. e cada um. profetas. sou como um bronze flue soa. E eu vou mostrar-vos um cam inho ainda mais excelente. 27 Ora vós sois corpo de Cristo. 3 E. mas os mem­ bros tenham o mesmo cuidado uns pelos outros. os que têm o poder de operar m ilagres. por sua parte. são os mais necessários. dando m aior honra àquele (m em bro) que a não tinha em si. 25 para que não haja desacordo no corpo. por isso. após­ to lo s . ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres. 2 E ainda que eu tivesse o dom da profecia e conhecesse todos os mis­ térios e toda a ciência. em terceiro lugar. S o is corp o de C ris to . porém. 19 Se todos os membros fossem um só membro. O U como um cím balo que tine. de ser do corpo? 17 Se o corpo fosse todo olhos. 23 e os que temos por mais vis membros do corpo. p o rq u e so is m em bros da Ig r e ja . não seria nada. a esses cobrim os com mais d e c o ro . de assistir (a seus irm ã o s ). um dos seus membros. e um só o corpo. todos os membros sofrem com e le . de governar. pôs os membros no corpo. depois. pelo contrário. de falar diversas línguas. 13 — 1 A in d a que eu fale as línguas dos homens e jo a anjos. nem a cabeça pode dizer aos p é s : «N ã o me sois necessários. doutores.» 22 Antes. aos dons superiores. depois. em segundo lu gar.A p lic a - Ucas” Os d on s e s p iri<aridade? corp o» — porventura d eixa ela. até ao ponto de transportar montanhas. 26 De m aneira que. 28 E assim a alguns constituiu Deus na Ig r e ja : em prim eiro lugar. onde (esta ria ) o corpo? 20 Mas a ver­ dade é que são muitos os membros. co rp o m ístico.

. obscuramente. a m aior delas é a caridade. 10 Mas. é m aior o que profetiza. de que vos aproveitarei. 6 Assim . se eu fo r ter convosco falando em diversas línguas. o que profetiza. O dom da p r o fe c ia não co n s istia sò­ m ente em p r e d iz e r o fu tu ro e r e v e la r as co isas ocu ltas. 2 A razão é que. tudo espera. fala va como menino. é in ú til para os fié is . mas. O dom das lín ­ guas. 8 A caridade nunca há-de acabar (nem mesmo no céu). em parte. as línguas cessarão. hei-de conhecê-lo. muito mais que profetizeis. Mas. tudo sofre. a caridade não é invejosa. tudo crê. como sou conhecido. edifica-se a si mesmo. não busca os seus próprios interesses. 5 não é ambiciosa. im perfeitam ente conhecemos e im perfeitam ente profetizam os. que o que fala d iver­ sas líuguas. a fim de que a Ig re ja receba edificação. N ã o f a l a aos h o m e n s . o que profetiza. 6 não fo lg a com a injustiça. então. sobre todos. o que fala uma lín gu a (desconhecida). se vos não falar com a revelação^ ou com a ciência. ao da profecia. 3 A o contrário. ou com a pro­ fecia. mas as profecias passarão. 6 Desejo que todos vós tenhais o dom das liogu a s. ou com a doutrina? 7 Do mesmo m odo as coisas 14» 1. a não ser que também as interprete. a esperança. 12 Nós agora vem os (a Deus) com o por um espelho. não é tem erária. 14 — 1 Procurai a caridade.corpo para ser queim ado. 7 tudo desculpa. Com efeito. não guarda ressentimento pelo mal so frid o . mas p r in c i­ p alm ente em e x o r ta r os fié is . porém . mas fo lg a com a verdade.. e a ciência será abolida. A o da p ro fe c ia . pois. exortação e consolação. se não tivesse caridade. não è co m p re e n d id o p elo s hom ens. O dom das Ünguas e o dom da p ro fe cia . será abolido o que é im perfeito. fala aos homens para sua edificação. A g o ra conheço-o. não se ensoberbece. mas então (o vere­ mos) face a face. quando v ie r o que é perfeito. a caridade. 4 0 que fala uma língua (des­ conhecida). mas a Deus. quando me tornei hom em feito. E x c e lê n ­ cia da ca rid ad e. 13 A g o ra permanecem (com o necessárias p a ra todos) estas três coisas: a fé. 11 Quando eu era m enino. ninguém o com preende: pelo espírito fala coisas misteriosas. não se irrita. 9 Com efeito. dei de mão às coisas que eram de menino. De facto. . sob a in sp ira çã o d o E s p irito Santo. edifiea a Ig re ja de Deus. Irm ãos. é benéfica. pensava com o menino. não fala aos ho­ mens. aspirai aos dons espituais e. discorria com o menino. 2. sem o dom da in te rp r e ­ tação. mas só p o r D eu s. nada (d isto) me aproveitaria. 4 Â caridade é paciente. A c a ri­ dade du rará etern a ­ m ente. porém.

com efeito. 16 Mas. porque falo em línguas mais que todos vós. assim. com o se entenderá o que dizeis? Falareis ao vento. 14 Se eu orar numa lio gua (desconhecida. não sejais crianças no ju lgar. mas o meu entendim ento fica sem fruto. porém as profecias (são um s in a l) não para os infiéis mas para os fiéis. mas para os in fié is . procurai abun­ dar neles para edificação da Igreja. diz o Senhor (Is. '(“ ''héni outros lábios fa la r e i a este povo.11-12). e nem ainda assim me m ais ü t il ouvirã o. 13 P o r isso. a p r o fe poiB. 15 Que hei-de. adorará a Deus. o que fa la uma lín gu a desconhecida.inanimadas. que dão som. 23 Se. já que sois desejosos de dons espirituais. outro uma insd o s dons. com o se distinguirá o que se toca na flauta ou na citara? 8 E. 18 Dou graças ao meu Deus. 19 Mas na Ig re ja eu antes quero dizer cinco palavras. não entendendo o que dizes? 17 Verdade é que tu dás bem a acção de graças. e entrarem então pessoas não iniciadas ou infiéis. e o que fala será bárbaro para mim. muitos gêneros de línguas neste mundo. Em m alícia sede peque­ ninos. P a ra os 21 N a le i está escrito : P o r outras línguas e p o r . se todos profetiza­ rem. 10 H á. não proferirdes palavras claras. mas no ju lg a r sede homens maduros. verdade é que) o meu espirito ora. serei bárbaro para aquele a quem fa lo . 22 A s línguas. de m odo a ser com preendido para instruir também os outros. pois. pois. Irmãos ? Quando vos p a ra o 'n s o r®>m Í8) 8® uni A® ^ós tem um cântico. por todos é ju lgad o . não para os fiéis. cantarei tam­ bém com a inteligência. pois. e todos falarem línguas diversas. por todos é convencido. se a trom beta der um som confuso. toda a Ig reja se reunir em assembleia. se deres graças com o espírito. 28. quem se preparará para a batalha? 9 Assim também vós. pros­ trado com a face por terra. não entender o que significam as pala­ vras. orarei também com a inteligência. e todas têm a sua expressão. fazer? Orarei com o espírito. se. poÍ8. falando uma língua. Regras 26 Quc havcis. como a flauta ou a citara. mas o outro não é edificado. não dirão que estais loucos ? 24 Porém . declarando que Deus está verdadeiram ente entre vós. . 25 as coisas ocultas do seu coração tornam-se m anifestas e. são um siual. se não derem sons distintos. o que ocupa o lu gar do simples povo com o responderá Am en à tua acção de graças. peça o dom de a interpretar. 12 Assim também vós. Cantarei com o espírito. e entrar um in fiel ou um não iniciado. de fazer. 20 Irm ãos. do que dez m il palavras em línguas. 11 Se eu.

d e m odo q u e e le s p o d em com u nicar aos ou tros. Como (se fa e ) em todas as igrejas dos santos. 27 Se alguém fala em línguas. 29 Pelo q o e toca. e os outros julguem (o que ouvirem ). 39 P o r isso. como também o diz a lei. 2 pelo ^ qu al sereis também salvos. outro uma revelação. excepto se tiverdes crido em vão. o qual recebestes. Os e s p írito s dos p r o fe ta s . 34 as mulheres estejam caladas nas assembléias . falem dois ou três. não falem senão consigo e com Deus. p o r isso . etc. um depois do outro. a in s­ p iração d iv in a não co n traria a lib e r d a d e dos p ro fe ta s . .trução. não lhes é perm itido falar.. 38 Se algum . estejam calados na Igreja . porém. 33 Porquanto Deus não é Deus de discórdia. 31 Em verdade. 3 Porque. O A p ó s to lo re sp o n d e -lh es q u e a I g r e ja d e C o rin to não é a Ig r e ja mãe. 36 Porventura é de vós que saiu a palavra de Deus ? Ou é só a vós que ela chegou ? 37 Se algum crê ser profeta ou rico em dons espiri­ tuais. reconheça que as coisas que vos escrevo são mandamentos do Senhor. Irm ãos. ensinei-vos o que eu mesmo aprendi: que Cristo morreu por nossos pecados. 32 Os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas. 28 Se não houver intérprete. porém. ou r e t e r só p ara s i as re vela çõ es re c e b id a s . 40 Mas faça-se tudo decentem ente e com ordem . ou quando m uito três. porque é vergonhoso para uma mulher fa la r numa assembleia. a fim de que todos aprendam e todos sejam exortados. a p ela n d o p ara os costum es da sua Ig r e ja . P a n lo a d v e r te qu e fa la p o r auto­ rid a d e d iv in a . se o conservais como vo-lo p r o v a da preguei. e um depois do outro. 30 Se (neste tempo) for feita qualquer revelação a algum dos assistentes. nossaresantes de tudo. o e s p ír it o p r o fé tic o . mas devem estar sujeitas. vós podeis profetizar todos. V — Ressurreição dos m ortos 1 5 — 1 Declaro-vos. o E vangelho que vos ^ preguei. é ignorado pór Dens. 36. 35 Se querem ser instruídas sobre algum ponto. aos profetas. Irm ãos. e t a ja um que interprete (o que eles disserem). segundo as 32. falem dois. no qual perseverais. interroguem em casa 08 seus maridos. e qu e. faça-se tudo de uma form a edificante. d e v e s u je ita r-s e aos costu m es das ig r e ja s m ais a n tig a s . o ignora. mas de paz. n em a üuica do mundo. O s C o ríiitio s p o d e ria m q u e re r d es cu lp a r os seus abusos. outro um discurso em lín ­ guas. cale-se o gue falava prim eiro. outro uma interpretação. desejai ardentem ente o dom de p rofetizar e não proibaís o falar em línguas.

21 porque. sendo ele as prim ícias dos que dorm em . 19 Se sòmente nesta vida espera'ino8 em Cristo. 7 que. a seguir. assim como a m orte veio por um homem. os seu s e s c o lh id o s. também Cristo não ressuscitou. foi também visto por mim. 16 Verdadeiram ente. porque demos testemunho contra Deus (ãieenão) que ressusci­ tou a Cristo. C risto. se Cristo não ressuscitou. por últim o. pereceram. 24 Depois será o âm . mas a graça de Deus. 22 Assim como todos morrem em A d ão. que creram na sua vinda. porq u e os vossos pecad os a in d a não estão p erd o a d os (a in d a perm an eceis ftos. 17 E. 18 Tam bém . com o homem^ a p resen ta rá a D eu s P a i o seu re in o . . vossos p eca d os ).Escrituras. que está com igo. isto é. não fo i vã. nSo é o v e r d a d e ir o M essia s. C ris to . depois de todos. também Cristo não ressuscitou. os que são de Cristo. que não sou digno de ser chamado Apóstolo. que não há ressurreição dos m ortos? 13 Pois. fo i visto por mais de quinhentos irm ãos. assim também todos serão viviflcados em Crislo. e d e s tru irá os in im ig o s d esse seu re in o ( o p rin c ip a d o . p o r isso ê vã a vossa f é . como dizem alguns. com o um troféu da sua v it ó r ia . porque ainda permaneceis nos vossos pecados. 08 que adormeceram em Cristo. quando 15» 17» S e C ris to não ressu scitou . segundo as mesmas Escrituras. também i>or um homem vem a ressurreição dos m ortos. em seguida. 9 Efectivam ente. cada um em sua ordem : como prim ícias. é vã a nossa pregação. se não ná ressurreição dos m ortos. dos quais ainda hoje v iv e a m aior parte. não eu. entre vós. ee os m ortos não ressuscitam. e alguns já m orreram . ou sejam eles. porém. 11 Portanto. 4 que foi sepultado e ressuscitou ao ter­ ceiro dia. sou o que sou. como por um aborto. 14 E. antes tenho trabalhado mais que todos eles. se se prega que Cristo ressuscitou dos m ortos. que está em mim. N o fim do m undo. é vã a vossa fé. por todos os A p óstolos. 5 que foi visto por Cefas e depois pelos onze. depois. 8 que. 10 M as. sou o m ínim o doe A p ós­ tolos. porque persegui a Ig re ja de Deus. 12 Ora. é também vã a vossa fé. 23 Mas. por con­ seguinte. assim iregam os. qu e d e v ia s a tis fa z e r p elo s pecados. 20 Mas Cristo ressuscitou dos m ortos. ao qual não ressuscitou. se Cristo não ressuscitou. c assim crestes. 6 que.'pela graça de Deus. somos 08 mais m iseráveis de todos os homens. por uma só vez. 24.). seja eu. se os m ortos nãq ressuscitam. fo i visto por T ia g o e. e a sua graça. quando (C ris to ) tiver entregado o reino a Deus P a i. 15 Som os assim considerados falsas testemunhas de Deus. e tc . depois.

£* d i í i c í l sa b er o que era e s te ba ptism o ou ablução p e lo s m ortos. d iz e m q u e s ig n ifi­ ca va a p en itên cia a q u e algu n s se su jeita va m para a liv io das alm as d o s seus a m ig os fa le c id o s . como por exem plo de trigo ou de qualquer outra coisa. O A p ó s to lo . V e r s o do p o eta M en a n d ro .. quando tudo lhe estiver sujeito.1). que me aproveita isso? Se os mortos não ressuscitam. 35 Mas. uma a das aves. que farão os que se baptizam pelos m ortos. se absolutam ente os m ortos não ressuscitam? P o r que se baptizam por eles? 30 P o r que nos expo­ m os também nós a perigos. Irm ãos. então ainda o mesmo F ilh o estará sujeito àquele que sujei­ tou a ele todas as coisas. mas um simples grão. q u an do m o rria algu m catecúm eno sem b a p tism o. a fim de que Deus seja tudo em todas as coisas.. A lgu n s. dom inação e poder. «com am os e bebamos. para vergonha vossa o digo. C om o se h á-de dar a ressu r­ reiçã o. 37 E. quando tu semeias.» 34 Entrai em vós próprios sèriam ente e não pequeis. 110. e a cada uma das sementes o seu próprio corpo. 28 E. A o p in iã o m ais p r o v á v e l é a qu e a d m ite qu e. não toma vida. 32 Se fo i com vistas humanas que batalhei com as feras em Êfeso. até que ponha todos os in im ig os debaixo de seus pés (S. dirá a lg u ém : Como ressuscitam os mortos? Com que corpo virã o ? 36 L o u c o ! 0 que tu semeías. 26 Ora o último in im igo a ser destruído será a m o rte : porque (D eus) todas as coisas sujeitou debaixo dos pés dele. s em a p ro v a r e ste p roce d er. como lhe apraz. — exceptua-se sem dúvida aquele que lhe submeteu todas as coisas. 33. porque alguns não têm o conhecim ento de D eu s. 29. co n clu i qu e d e­ v e m c r e r na re ssu rreiçã o porq u e ta l cerim ô n ia fu n da -se na crença da o u tra v id a e é ju sto qu e o co rp o p a rtíc ip e do m esm o p rê m io ou cas­ t ig o que a alm a receb er. A s m ás c o m p a n h ia s . um seu a m ig o ou p a ren te re ceb ia p o r e le as c erim ôn ia s do B a p tism o. . 25 Porque é necessário que ele reine. se prim eiro não morre. outra a dos peixes. 39 Nem toda a carne é a mesma carne. a toda a h ora? 31 Todos os dias. 29 Doutra sorte. mas uma certamente é a carne dos homens. 33 N ão vos d eixeis seduzir: «A s más com­ panhias corrom pem os bons costum es. outra a dos animais. 22.tiv e r destruído todo o principado. porque amanhã m orrerem os» (Is. 40 H á corpos ceies- A rgu ­ m ento tira d o do p roceder dos sim ­ p le s fi é i s e dos A pós­ to lo s . Mas quando se d iz : 27 T n d o está submetido. não semeias o corpo (d a p la n ta ) que há-de nascer.13). 38 Porém Deus dá-lhe o corpo. citado com o p r o v é rb io . Os q u e se b a p tis a m p e lo s m o rto s . n o tem p o d o A p ó s to lo . m orro (ju ro -o ) pela g ló ria que tenho de vós em Jesus Cristo Nosso Senhor.

qual o celeste. pois. is to è. 55 Onde está. o segundo homem vindo do céu. . 45. fo i a lm a vivente (Gen. e a força do pecado é a lei. tais também os terren os. Irm ãos. o espiritual. 55. 44 semeia-se um corpo anim al. 26. 56 O agu i­ lh ão da m orte é o pecado. 67 Porém . o ú ltim o A d ã o espírito vivificante. é terren o. então se cum prirá a palavra que está e s c rita : Tragada fo i a m orte na v itó ria (Is. 42 Assim também a ressurreição dos mortos. A d ã o. tes e corpos terrestres. 63 Im porta que este corpo corruptível se revista da in corru ptibili­ dade. ressuscitará um corpo espiri­ tual. este corpo corruptível se tiver re­ vestido da incorruptibilidade e este corpo m ortal ee tiver revestido da im ortalidade. a tu a v itó ria ? Onde está. 48 Qual o terreno. com o está e s c rito : 45 0 p rim e iro homem. trabalhando sem pre cada vez mais na obra do Senhor. E ainda bá diferença de estrela para estrela em clari­ dade. ressuscitará incor­ ru ptível. porque a carne e o sangue não podem possuir o reino de Deus. e outro 0 dos terrestres .7). não m orrerem os todos. ó m orte. num abrir e fechar de oihos. 49 P elo que. e nós seremos mudados. mas todos seremos mudados. 52 Num momento. 51 Eis que vos d igo um m istério. outra a claridade da lua. tragam os também a im agem do celeste. que este corço m ortal se revista da im orta idade. ó morte. Semeia-se (o corpo) corruptível.V itó r ia d e Jesus so b re a m orte. O teu a g u ilh ã o . ressuscitará ro b u sto . sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.8). outra a claridade das estrelas. 68 Portanto. 46 Mas não é prim eiro o espiritua . ao som da últim a trom ­ beta (porque a trom beta soará) os m ortos ressuscitarão incorruptíveis. 47 0 prim eiro homem form ado da terra. graças a Deus. 50 Ora eu d igo isto. 41 uma é a claridade do sol. assim como trouxem os a im agem do ter­ reno.14). 2. Jesu s C risto . 54 Quando. mas um é o brilh o dos celestes. qne nos deu a vitó ria (con tra a m orte) por Nosso Senhor Jesus Cristo. mas sim o a n im a l. também o bá espiritual. O ú ltim o A d ã o . 13. tais também os celestes. é celeste. meus amados Irm ãos. o teu aguilhão ? (Os. semeia-se fraco. 43 Semeia-se na ign om ín ia. Se há corpo anim al. com que p ro cu ra v a s in ocu la r em to d o s o teu v e n e n o . nem a corrupção her­ dará a incorruptibilidade. depois. sede firm es e constantes. ressuscitará g lo ­ rioso .

porque encheram o vazio da vossa ausência 18 e tranqüilizaram assim o meu espí16| 9. nenhum o despreze. portai-vos varo­ nilm ente. à colecta que se faz em bene­ ficio dos santos. 3 Quando eu estiver presente. cada nm de vós ponha de parte o que tiver podido poupar. 12 Quanto ao irm ão A p oio. 6 T a lv e z ficarei convosco e passarei também o inverno. Colecta [para os cristãos de Jeru ­ salém . m andarei com cartas os que vós tíverdes escolhido para leva r a Jerusalém a vossa liberalidade. irão com igo. porque trabalha ua obra do Se­ nhor. 15 Mais uma recom endação. mas não quis absolutam ente ir a go ra . 17 A legro-m e com a presença de Estéfanas. p o is m u itos d es eja va m -n o e n tre s i sò m en te p o r m o tiv o s p a rtid á rio s . para que venha ter com igo. E m ve rd a d e se tne_ a b r i u . p orq u e os a d v e rs á rio s a com bater são m u ito s . porque o espero com os irmãos. 11 Portanto. 10 Se T im óteo for ter convosco. mas espero demorar-me algum tempo convosco. . 14 Todas as vossas obras sejam feitas em caridade. . irá. procurai que esteja sem tem or entre vós. 5 Ora irei ter convosco. quando tiver oportunidade. 16 Sede atenciosos para com estes e para com todo aquele que trabalha e pena com eles. Irm ãos: sabeis que a fam ília de Estéfanas é as prim ícias da A caia e se consa­ grou ao serviço dos santos. para que me acompanheis aonde eu tiver de ir. o E v a n g e lh o . 4 E.* E p í s t o l a aos C o r í n t i o s . com o eu próprio. 1— 17 E P Í L O G O 16 — 1 Quanto. p o rq u e tenho a go ra uma o ca siã o fa v o r á v e l d e p re g a r.. quando tiver passado pela M acedónia. porque tenho de atravessar a M acedónia. sC o Senhor o perm itir. 13 V ig ia i. 2 N o prim eiro dia da semana. fazei também vós o mesmo que eu ordenei às igrejas da Galácia. com a s i ^ presen ça. se me abriu uma porta grande à minha acti­ vidade.1. e 08 adversários são muitos. d a r o rig e m a n o va s d isc ó rd ia s. 7 Não quero agora ver-vos só de passagem. E stan do os C o rín tio s d iv id id o s em v á r io s p a rtid o s. N ã o q u is a b s o lu ta m e n te . de Fortunato e de A caico. para que se não faça a colecta na pró­ p ria ocasião em que eu chegar. 16. com fru to . P ro je c to s de v ia ­ gem.. sede fortes. 8 T o d a v ia ficarei em Éfeso até ao Pentecostes. 12. e d e v o a p ro ­ v e it á -la . 9 Em verdade. In fo rm a ­ ções e recom en ­ dações^ . se a coisa m erecer que eu vá também. faço-vos saber que lhe roguei m uito que fosse ter convosco com os irmãos. A p o io não q u is. porém. perm anecei firmes na fé. mas acom panhai-o em paz. porém.

segu n d o uns. 20 Todos os irm ãos vos saúdam. com a ig reja de sua casa.blogspot. Sandai-vos uns aos outros num ósculo santo. 24 O meu am or é com todos vós. em Jesus Cristo. 23 A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo seja convosco. consideração com tais pessoas. Paulo. é de meu próprio punho. Tende. Muito vos saúdam no Senhor  qu ila e Priscila. http://alexandriacatolica. N e s t e oaso e r a uma in vocação litiírg ic a . com o o vosso. 21 A saudação de mim. eeja anátem al Maran Atha. Amen. pois. M a ra n A th a . N o s a o S e n h a r vem para ju lg a r o m undo e co n d en a r a q u ele q u e não am a J e s u s . segn n do o u tros : S e n h o r nosso. rito. s ig n if ic a .sa u d a b ên çlo s.br .com. 22 Se alguém não ama a Nosso Senhor Jesus Cristo. v e m . 22. jQ A s igrejas da Asia saúdam-vos. e x p re s s ã o aram aica qu e.

de v o lta . a in d a tris te s . 7 E’ firme a nossa esperança em relação a vós.br D irecção e sauda­ ção. M u ito s n e â fito a despreaavam os a visos de S . P a u lo estava ansioso p o r sa h er os e fe ito s que a sua e p ís to la a n te r io r tin h a p ro d u a id o . 2 Graça vos seja dada e paz. . da parte de Deus nosso P a i e do Senhor Jesus Cristo. a p r e te x to da colecta p a ra os p ob re s de J e ru s a lé m . p a ra que a sua v is ita anuftciada na ep ís tola a n te r io r fo s s e m a is p ro v e ito s a . o q u a l. assim o sereis também na consolação. C onsola­ ções do A p ó s to lo no m eio d o s seus s o fr i­ m entos. espalhavam ca lú n ia s c o n tra ele. 4 o qu al nos consola em todas as nossas tribulaçóes. antes de i r a C o rin to . sabendo que. en co n tro u o A p ó s ­ t o lo na M a ced ó n ia . P a u lo . 8 Em verdade. c o n tin u a n d o nas d is có rd ia s e nos v íc io s . não queremos. que ignoreis a tribulaçâo que nos aconteceu na Âsia.SEGUNDA EPÍSTOLA AOS CORÍNTIOS S.com. PREÂMBULO 1 — l Paulo. seduaidos p elos f a l ­ sos apóstolos. em p a rte . à Ig re ja de Deus que está em Corinto e a todos os santos que há por toda a Acaia. à m edida que crescem em nós os sofrim entos de Cristo. A p óstolo de Jesus Cristo. re s o lv e u escrever no va m en te. P a i de Nosso Senhor Jesus Cristo. 3 B endito seja Deus. nosso irm ão. irm ãos. pela consolação que recebemos de Deus. P o r isso 3 . A s in fo rm a ç õ e s de T i t o f o r a m . se somos consolados. A le itu r a da ep ís tola tin h a p ro d u ­ z id o n o e s p írito dos C o r ín tio s u m a im p ress ã o s a lu ta r de a r r e ­ p e n d im e n to . em p a rte . 6 Se somos atribulados. 5 Porque. consolad oras. a qual vos faz suportar os mesmos sofri­ mentos que nós também suportamos. como fom os http://alexandriacatolica. e. cresce também por Cristo a nossa consolação. é para vossa consolação. P a u lo . para que também possamos consolar os que estão «m qualquer angústia.blogspot. é para vossa con­ solação e salvação. peia vontade d e Deus.' E n v io u T i t o a C o rin to p a ra lh e tra a e r in fo rm a ç õ e s . assim com o sois com panheiros nas afliçOes. D e fe n d e a sua d ig n id a d e e a u to rid a d e a p o s tó lic a e e x p lic a o seu m od o de p roce d er. T o d a v ia as desordens n ã o tin h a m cessado p o r c o m p le to . e T im óteo. P a i de m isericórdias e Deus de toda a consola­ ção.

nas nossas cartas. procedi porventura levianam ente f Ou. 12 Porqu e a nossa g ló ria é e s t a : o testemunho da nossa consciência. 10 o qual nos livrou de tamanho p erigo de morte e nos livrará. 17 Ten do eu. mas em Deus. 13 Porque não vos escrevem os outra coisa. livrar-nos-á. convosco. qu e o A p ó s to lo . quis prim eiro ir ter convosco. com a santidade e sinceri­ dade que vêm de Deus. 20 Com efeito. 19 Porqu e o F ilh o de Deus. também. de sorte que haja em mim sim e não ? 18 Mas Deus é fiel (testemunha de) que não há sim e não no meu fa la r convosco. orando por nós. em parte. 14 como. quando tom o uma resolução. Jesus Cristo. lhes seja também ocasião de dar graças por nós. especialmente. mas fo i (sempre) sim. por Silvano e por T im óteo. no dia de Nosso Senhor Jesus Cristo. Sim. nós o esperamos. p o rém . para não pormos a nossa con­ fiança em nós. mas com a graça de Deus. 16 e passar por vós (quando fosse) para a M acedónia. de sorte que até desesperamos de conservar a vida. todas as promessas de 1» 9*10. fo r­ mado este desígnio. in te rro gan do-se a s i p r ó p r io . E espero que o reconhecereis plenam ente. Sua lea ldade e rectídã o.oprim idos acima das nossas forças. o a v in no seu in t e r io r a res p os ta d e qu e m o r ­ re ria . tendes reconhe­ cido que somos a vossa glória. 20. em tod os os lu ga re s se d is s e o A m e n (á lu sã o ao costnm e qu e o s . para que este benefício que nos fo i obtido por muitas pessoas. que vos fo i pregado por nós. O sen tid o d es te v e r s íc u lo è o se g u in te : todas as p rom essa s m essiânicas de D eu s se cu m p rira m em Jesu s (s ã o S itn n e le ). fisto é). q u e liv r o u o A p ó s to lo de tã o g ra n d e s p e r ig o s . e da M acedó­ n ia ir outra vez ter convosco e ser acompanhado por (alguns de) vós até à Judeia. 11 A ju dar-DOB-eis. PRIMEIRA PARTE APOLOGIA DO MINISTÉRIO CRISTÃO S in c e ri­ dade do A p ó s to lo . m as nele. de que. nos temos conduzido no mundo e. por mim. para que recebêsseis uma segunda graça. p e r m itiu aq u ela tribu la çã o p a ra não p o rm o s o nossa c o n fia n ç a em nós. pois. A tribu lação fo t tão gra n d e . tom o-a segundo a carne. com o vós a nossa. que ressuscita os mortos. não fo i sim e não. 15 Nesta persuasão. 9 Trazíam os em nós a sentença de m orte. não com uma sabedoria carnal. senão o que nelas ledes e com preendeis. £ p o r isso. D eu s.

. (tra d u çã o d irecta do o r ig in a l g r e g o . por esta prova. 2. M o t iv o p o r que P a u lo não fo i a C o rin to . te ria d e v o s r e p re e n d e r e ca stiga r. pois eu. para que. p o rq u e. é Deus. N o s im p r im iu o seu s e lo. foi por am or de vós com os olhos em Cristo. 10 Ora. deu-nos o p o d e r d e auten­ tica r a nossa m issão com m ila g res. ca stiga n d o -vos. se algum a coisa tive a perdoar. para ver. 2 . não para vos contristar. 6 Para esse (hom em ) basta a punição infli­ gid a pela m aioria. se vos contristo. mas para que couhecêsseis o grande am or que vos tenho. S e eu t iv e s s e id o t e r co n vosco e v o s t iv e s s e con trístad o. o n d e p o d e r ia e n c o n tra r consolação em C o r in to ? S ó v ó s me p o d e r le is co n sola r. a todos vós.Deus encontraram o seu sim nele e. em certa m edida. quando eu for. quem é que me alegrará. se sois obe­ dientes em tudo. esta n d o tristes . para não exagerar. também. 22 o qual também nos im pri­ miu o seu selo e pôs em nossos corações o penhor do Espírito (S a n to). não tenha tristeza daqueles que deviam dar-me alegria. E isso p a ra a g ló r ia de D e u s p o r m eio do nosso m in is té r io . a cre­ d ito u -s e fir m e m e n te no cu m p rim e n to dessas p rom essa s. mas porque somos coopera­ dores do vosso gozo. com igo mesmo não ir nova­ m ente ter convosco na tristeza. 23 Ora eu chamo a Deus por testemunha sobre a minha alm a de que (fo i) para ser indulgente convosco que não fu i mais a C o rin to . 1. pois estais firmes na fé. 7 A g o ra é m elhor usardes com ele de indulgência e consolá-lo. pois. não porque pretendamos dom inar sobre a vossa fé. rogo-voB que redobreis de caridade para com ele. o que perdoei. confiando em todos vós. por isso é lambém por ele que dizem os o nosso Am en para g ló ria de Deus. 11 para não sermos surpreendidos de Satanás. 2 Porqu ê. q u e le v a à d es esp era çã o os in fe r io r e s cu lp a d o s. não v o s e r a p o s s ív e l fa zè-lo . não me cohtristou a mim. f iè ís tin h a m já de re s p o n d e r A m e n no fim das o rações). N a tris tez a m in h a e vo ssa . o q u al ex c ita algum as v e z e s os s u p e rio re s a uma s e v e rid a d e dem asiada. isto é. 5 Se algum fo i causa de tristeza. que todos ten­ des como vossa a minha alegria. fo i em muita tribulação. mas. 8 Por isso. 11. 22. para que não aconteça que seja possuído de tristeza excessiva. 4 Sim . 2 — 1 D eterm inei. mas. p r e fe r ív e l ao q u e d iz a V u lg a ta : A D e u s p a ra nossa g ló r i a ) . D e v e m o s s e r in d u lg en tes p ara não serm o s en gan ados p o r Satanás. angústia de coração e com muitas lágrim as que vos escrevi. se fo s s e . ao que perdoastes também eu p e rd o o . 9 T am ­ bém vos escrevi. p o rq u e os tris te s não p o d em co n s o la r oa ou tros. em v ir tu d e d o q u al D eu s v o s conduziu à fè. 21 Ora. aquele que nos confirm a em Cristo convosco e que nos ungiu. senão o que por mim é con lristad o? 3 Isto mesmo já vos escrevi. is to è.

se o m inistério da m o r te . para eua m o rte . que é reconhecida e lid a por todos os homens. mas com o espírito de Deus v iv o . da parte de Deus. de pensar algum a coisa (sobrenaturalm ente boa). 15 porque somos diante de Deus o bom odor de Cristo. se o m inistério (ãa le i antiga. porque não encontrei o meu irm ão T ito (p a ra me ã a r noticia s ãe vós) e. sobre os vossos corações. despedindo-me deles. escrita em nossos cora­ çóes. 3 — 1 Começamos de n ovo a recomendar-nos a nós m esm o s? Ou temos porventura necessidade. mas em tábuas de carne. parti para a Mecedónia. para outros. 8 quanto mais brilhante não será o m inistério do Espírito? 9 De facto. 14 Mas. mas a nossa capacidade vem de Deus. 13 não tive repouso no meu espírito. S u p e rio ­ rid a d e do m in is té ­ r io dos A p ó s to ­ los so b re o d e M o i­ sés. eomo alguns. 7 Ora. de cartas de recomendação para vós ou de vós ? 2 A nossa carta sois vós. 3 sendo m anifesto que vós sois a carta de Cristo. 10 Com efeito. não em tábuas de pedra (como a a n tig a le i). graças a Deus. 4 E temos esta confiança em Deus. O A pós­ to lo não é a rr o ­ gante n em o rg u ­ lh oso. 12 Quando cheguei a T róad e para lá pregar o Evangelho de Cristo. 3y 2 . fo i acompanhado de tal glória que 08 filhos de Israel não podiam olhar para o roeto de Moisés. gravado com letras sobre pedras. o q u e h o u v e de g lo r io s o n os m in is tro s da a n tig a le i. diante de Deus. nos que se salvam e nos que perecem : 16 para uns. por Cristo. como vin da de nós mes­ mos. não com tinta. 10. por isso. odor de morte. mas falam os em Cristo com since­ ridade. do seu semblante. q u e è s u íic ie a te para m o stra r a oossa qua­ lid a d e d e A p ó s to lo . não somos falsificadores da palavra de Deus. como muitos. não pela letra (ãa lei). de m uito m aior glória é o m inistério da jus­ tiça. mas o E spírito viviftea. 6 o qual também nos fez idôneos m inistros da n ova A liança. para sua vida. escrita peio nosso m inistério. odor de vida. por causa do esplendor. aliás transitório. O q u e resplandeceu. pois que não ignoram os os seus desígnios. 5015 vôs com a vo ssa co n v ersã o a Jesus C risto . o que resplandeceu nesta parle. . fo i glorioso. porque a letra mata. por nós. nesta p a rte . embora me fosse aberta uma porta pelo Senhor. 5 Não que sejamos capazes. mas pelo Espírito.F rn to s do s eu apos> tolado. E quem está à altura de uma tal missão? 17 Com efeito. que nos faz sempre triun­ far em Jesus Cristo e que por nosso m eio difunde o odor do seu conhecim ento em todo o lugar. A nossa earta. não obstante ser ocasião) de condenação.

10 trazendo sempre em nosso corpo os O A pósto lo tem o d ir e it o de fa la r com a u to ri­ dade. em comparação da g ló ria sublime (reservada aos m inistros da nova lei). para que não resplan­ deça para eles a luz do E vangelho da g ló ria de Cristo. somos cercados de dificuldades. seus s o fr im e n ­ tos. de g ló ria em glória. Os A pós­ tolo s no e x e rc íc io d o seu m in is té ­ rio . diante de Deus. quando (Is ra e l) se converter ao Senhor. por m eio da m anifestação da verdade. para que os filhos de Israel não vissem o fim do que devia desaparecer. aí está a liberdade. se o nosso Evangelho ainda está encoberto. 6 Em verdade. 9 somos perse­ guidos. 17 Ora o Senhor é o Espírito. o mesmo véu. um véu está posto. quando fazem a leitu ra do A n tig o Testa­ mento. 6 porque Deus. não perdem os a coragem . mas não perecemos. 16 T od avia. tendo nós tal m inistério. pois. Nós. 12 Ten do. porque é por Cristo que ele se tira. será tirado o véu. este tesouro em vasos de barro. 7 Tem os. uma tal esperança. para que neles brilhe o conhecim ento da glória de Deus. nem adulteram os a palavra de Deus. mas não desam parados. mas não desesperam os. ele mesmo ilum inou nossos cora­ ções. porque até ao dia de hoje permanece. 13 e não como Moisés. pois. 15 Mas. S in c e r i­ dade e fra n q u eza do A p ós­ to lo no e x e rc íc io do seu m in is té ­ rio . procedem os com grande firm eza. que resplandece na face do Crislo. quando lêem Moisés. 14 Mas o seu espírito endnrece-se. é para aqueles que ee perdem que está encoberto. em vir­ tude da m isericórdia (de Deus) que alcançamos. para que se veja bem que esse extraordinário poder vem de Deus e não de nós. o qual punha um véu sobre o seu rosto. o qual é a im agem de Deus. somos transformados na mesma im agem . onde está o Espírito do Senhor. que disse que das trevas res­ plandecesse a luz. não nos pregam os a nós mesmos. Não procedemos com artifício. somos abatidos. se o que é passageiro. pela acção do Senhor que é Espírilo. e. mas a Jesus Cristo. mas recomendamo-noB a nós mesmos à consciência de todos os homens. por Jesus. sobre o seu coração.não fo i glorioso. mas não somos oprim idos. é glorioso. consideramo-nos vossos servos. 4 para aqueles infiéis de quem o deus deste século cegou os enteudimeutos. 2 antes repudiamos todo o pro­ ceder vergonhoso e dissimulado. sem se levantar. 4 — 1 Pelo que. pois. que é Senhor. 8 Em tudo sofremos tribu­ lação. m uito mais glorioso será o que é permanente. vendo de cara descoberta como num espelho a g ló ria do Senhor. 11 pois. 3 E. . porém. ainda hoje. 18 T od os nós.

12 A morte. e por isso também é que falam os. nós.1). e não nus. nos encontramos lo n ge do Senhor. 5 Ora. sabendo que. para que também a v id a de Jesus se m anifeste na nossa carne m ortal. o que é (em nós) m ortal. 7 porque cam inham os (p a ra ele) pela fé. 6 P o r isso. para g ló ria de Deus. a fim de que. habitação celeste. que vivem os. esforçamo-nos por lhe agradar. 115. as que não se vêem . tendo o mesmo espírito de fé. para que a graça. p o r isso fa le i (S. pelo contrário. quer longe dele. por ser revestidos da nossa. se a casa terres­ tre desta nossa m orada fo r desfeita. tem os de Deus um edifício. nos ressus­ citará também com Jesus e nos colocará convosco diante dele (p a ra sermos glorificados). m ultipiicando-se. faça abundar o reconhecim ento no coração de um nú­ mero cada vez m aior. também nós cremos. prepara-nos. 17 Sim. com efeito.E sp e­ rança da re s s o rre içao g lo ­ rio sa e da recom ­ pensa eterna. e não pela visão. que ressuscitou o Senhor Jesus. 11 E fectivaraente. todavia o (hom em ) in terior vai-se renovando de dia para dia. em bora se destrua em nós o homem exterior. somos continuam ente entre­ gues à morte por am or de Jesus. traços da m orte de Jesus. no nosso estado actual. enquanto estamos no corpo. fo i Deus. porque não que­ remos ser despojados dele. 16 E ’ por isto que não desfalecem os. pois. 18 não atendendo nós à& coisas que se vêem . quer no corpo. é por am or de vós. 3 se todavia form os encontrados vestidos. gememos carrega­ dos (com o h o rro r n a tu ra l da m orte). temos m ais vontade de nos ausentar do corpo e estar presentes ao Senhor. seja absor­ vid o pela vida (im o rta l). uma casa não feita por mãos humanas. 4 R ealm ente nós. por cima da outra. antes. 15 Tudo. 10 p ois e necessário que todos compareçamos diante do tribu­ . permanecemos sempre cheios de con­ fiança. 9 P o r isso. quo será eterna nos céus. o que presentemente é para nós uma tribulação momen­ tânea e ligeira. além de toda a medida. 5 — 1 Em realidade sabemos que. e a vid a em vós. para que também a vid a de J esu s se m anifeste nos nossos corpos. um peso eterno de gloria. segundo está es c rito : E u c ri. 2 E por isso também suspiramos. mas sim revestidos por cim a. 13 Mas. que estamos neste tabernáculo. que nos deu o penhor d o E spírito. as coisas que se vêem são passageiras. são eternas. 8 Cheios de con­ fiança. Com efeito. mas sim às que se não vêem . o que nos form ou para este destino. 14 sabendo que aquele. opera em nós.

mas de Deus som os conhecidos. Eis aqui agora o tem po aceitável. para que nos tornássemos nele ju stiça de Deus. e te a judei. 19 porque era Deus que recon ciliava consigo o mundo em Cristo. 2 Porqu e ele d iz : E u te ouvi. se somos arrebatados fora de nós. 13 Com efeito. fo ra m parkicipantes da soa m o rte. 14 Sim. no d ia da salvação (Is. a ninguém conhecemos segundo a carne. T o d o s p o is m o r r e r a m . is to è. ju sto s d ia n te d e D eu s. 49. nós desempe­ nhamos as funçóes de em baixadores por Cristo. no tempo aceitável. mas para aquele que m orreu e ressuscitou por eles. procuram os çersuadir disto os hom ens. se (houve tempo em que) conhecemos a Cristo segundo a carne. agora já o não conhecemos (deste m odo). 14. . o am or d e Cristo nos constrange. 6 — 1 Ora. para que cada um reeeba o que mereceu. 16 Desta sorte. 3 N ão damos a ninguém ocasião algum a de escân­ dalo. a flm de que aqueles que vivem . sendo nós cooperadores (de Cristo). que nos reconciliou consigo por Cristo e nos deu a nós o m inistério da reconciliação. (Deus) o fez pecado por nós. eis que tudo se fez novo. 11 Sabendo. exortando-voe Deus por m eio de nós. D edicação d e P a u lo no seu m in is ­ t é rio . D eu s o tratou com o se fo s s e o m a io r p ecad or. com as suas más in clin a çõ es e pecados. 4 antes em todas as coisas nos m ostram os como minís- O zelo dos A p ó s ­ tolo s é estim u ­ lado p elo a m or de Jesus C risto p e lo s ho­ m ens. p o rq u e m orreu em v e z d c todos. Espero que também sejamos conhe­ cidos das vossas consciências. 17 Se algum . o hom em v e lh o . para terdes que dizer aos que se gloriara da aparência e não do que eslá no coração. A s coisas velh a s. 18 T u d o isso vem de Deus. todos pois m orrera m . para que não seja vituperado o nosso m inistério. considerando nós que. isto é. pois. 12 N ão vim os recomendar-DOE novam ente a vós. como se deve temer o Senhor. pois. D eu s o f e s pecad o. não Ibes im putando os seus pecados e encarregando-nos a nós da palavra de reconciliação. 20 L o g o . A m o rte d e Jesus e q ü iv a le à m o rte d e todos. vos exortam os a que não recebais em vão a graça de Deus. é uma n ova criatu ra: passaram as coisas velh as. isto è. a n te r io r ao b a ptism o. desde agora. é por D eu s. eis aqui agora o dia da salvação.nal de Cristo. 17. 21 A q u ele que não tinha conhecido pecado. enquanto estava no corpo. — J u s tiç a de D e u s . está em Cristo (p o r m eio do baptism o). se um m orreu por todos. nâo vivam m ais para si. 15 e que (C ris to ) morreu por todos. E. P o r Cristo vos roga­ mos. bem ou mal. reconciliai-vos com Deus. é por vós.8). 21. mas dar-vos ocasião de vos gloriardes em nós. se somos razoáveis.

nas angústias. s a i do m eio deles e sepa­ ra i-vos. mas possuindo tudo.9). dilatai-vos também vós. com o não tendo nada. 3 N ão digo isto para vos con­ denar. com a longanim idade. nas vigílias. falo-vos com o a filhos. para a vid a e para a m orte. estas promessas. com a mansidão. mas ainda v iv o s . nos je ju n s . pois. 4 T en h o m uita confiança em vós. com o desconhecidos. 26. com o Espírito Santo. P ois. meus carissimos. 52. die o Senhor todo poderoso (Is. com o castigados. p o is co a sa gro -vo s um gra n d e a m or. 31. nas s e d iç õ e s . 6 com a castidade. e eu vos receberei. 12 N ão estais apertados dentro dele. entre a infâm ia e o bom nom e. 13 Dai-nos igual correspondência (de a m or). com a virtude de Deus.11. 10 com o tristes. com m uita paciência nas tribulações. somos o tem plo de Deus v ivo . com a caridade não fingida.o Apósto lo con­ v id a os C o rín tio s a co rre s ­ p o n d er ao a m o r qu e lh es tem» sep aran ­ d o -se dos pagãos. N ã o toqueis o que é im p u ro. pois já vos declarei que estais nos nossos cora­ ções. levan do ao fim a santificação no tem or de Deus. . em bora con h ecidos. a meu re sp eito . 18 Serei vosso p a i. tros de Deus. 7 — 1 Tendo. em bora sejamos verdadeiros. dis 0 Senhor. a ninguém temos arruinado. que união pode haver entre a ju stiça e a iniqü i­ dade? Ou que sociedade entre a luz e as trevas? tB Que concórdia entre Cristo e B elia l? Que de comum entre o fiel e o in fiel? 16 Que relação entre o tem plo de Deus e os íd olos? Com efeito. nos cárce­ res. N ã o estais ap ertad os d e le. Apertados sois vós de coração. m uito me g lo rio de vós. mas sempre a le g re s . a nin­ guém temos explorado. A niuguém temos ofendido.11-12). na mão direita e na mão esquerda. como Deus disse: H a b ita re i neles e anda­ re i entre eles. e vós sereis meus filhos e m inhas filhas. m a s apertados s o is vós de coração. 7 com a palavra da ver­ dade. 14 N ão vos sujeiteis ao mesmo ju g o que os infiéis. p o rq u e não c o rre s p o n d e is a o a m o r q u e v o s tenho. com as armas da justiça. 2 Recebei-nos dentro do vosso coração. nas necessidades. mas enriquecendo a m u itos. com o pobres. conside­ rados como impostores. A fe c to de P a u lo p e lo s C o rín tio s . puriflquemo-noB de toda a im undicie da carne e do espírito. Jer. o nosso coração dilatou-se. serei o seu Deus e eles serão o meu povo (L e v . 9 como m ori­ bundos. com a ciência. 8 entre a g ló ria e a ignom ínia. 12. 5 nos açoites. 11 A nossa boca está aberta para vós. ó Coríntios. nos trabalhos. mas esca­ pados à m orte. 17 P o rta n to . estou cheio 6 .

pelo contrário. cousolou-nos com a chegada de T i t o . 8 Desta form a. segundo D eu s: quanta solicitude (em re p a ra r a vossa negligência). . 9 agora fo lg o . na nossa consolação. pelo contrário. não de vos ter entristecido. no interior. entre vós. 11 Vede. o que produziu em vós essa tristeza. antes sofremos toda a tribulação: no exterior. 14 Se. diante de Deus. viu-se {pelos factos) ser verdade. que zelo. que desejo (de rem ediar o m al). que {desejo de) severidade {pela in jú r ia fe ita à I g r e j a ) ! Vós mostrastes em tudo que éreis inocentes neste negó­ cio. produz uma penitência estável para a salvação. não sòmente com a sua chegada. pois.de consolação. não me arrependo d is s o . o vosso pranto. mas de que a vossa tristeza vos levou à penitência. Sua a le ­ g r ia p o r causa dos boas re­ su ltados da sua ep ís to la a n terio r. 13 Eis o que nos consolou. que indignação. que justificação. 5 Em realidade. se yos escrevi. diante dele. a nossa carne nenhum repouso teve. porque o seu espírito fo i tranqüilizado por todos vós. não o fiz por causa do que fez a injúria. 0 vosso zelo por m im . que consola os humildes. 7 e. assim também o elogio. 10 porque a tristeza. referindo-me ele o vosso desejo (de me ver). se bem que (a p rin c íp io ) tenha sentido pesar. porém. desde a nossa chegada à Macedònia. Entristecestes-vos segundo Deus. de sorte que a minha alegria aumentou. ainda mais nos alegram os pela alegria de T ito . que tem or. inundado de alegria no m eio de todas as nossas tribulações. me m ostrei um pouco orgulhoso de vós. temores. 6 Deus. 16 Eu me alegro de poder contar em tudo convosco. vendo que tal carta (ain da que por breve tem po) vos entristeceu. que de vós fizem os a T ito . em bora eu vos tenha entristecido com a minha carta. de sorte que em nada recebestes detrim ento de nós. que é segundo Deus. ao lem brar-se da obediência de todos vós e de com o o recebestes com tem or e tremor. como tudo o que vos temos dito foL com verdade. 15 P o r isso a sua ternura por vós é cada vez m aior. mas tam­ bém com a consolação que recebeu de vós. não me envergo­ nho d is s o . 12 Portanto. Mas. com bates. a tristeza do século produz a m orte (etern a ). nem por causa do que a padeceu. mas sim para que a vossa solicitude por nós se mani­ festasse.

3 Dou testemunho de que foram espontãneamente liberais. com o está e scrito . 4 rogando-nos com muito encarecim ento a graça de tom ar parte nesta assistência aos santos. para que.obra de generosidade. ro a id a d e. O s C o rin 7 jja s . assim com o a vontade está pronta para querer. de ^ maneira que haja igualdade. a graça de Deus que fo i dada às igrejas da M acedónia: 2 no Macedd. em toda a solicitude e na cariim ita r a dadc para connosco — assim também abundeis nesta sua gene. não teve de mais. na devem cloquência. Irm ãos. 10 leto é nm con­ selho que vos dou. prim eiro ao Senhor. 6 de m aneira que rogam os a T ito que. porque é ú til para vó^. 15 0 que ha via colhido m u ito. segundo os vossos meios. Deram-se a si mesmos. E lo g io . que (p r i­ m eiro) começastee uão só a fazer. 9 Com efeito conheceis a liberalidade de Nosso Senhor Jesus Cristo. assim como em tudo abundais. sendo rico. mas também a desejar f íir o r a colecta) desde o ano passado. 5 U ltra ­ passaram as nossas esperanças. experim entar com (o exem plo d a) solicitude dos outros a sinceridade da vossa caridade. que. não se­ gundo aquilo que se não tem. segundo as suas posses e ainda acima das suas posses. mas que haja igualdade.m eio das muitas tribulaçóes com que foram provados (os cristãos). 14 N a circunstância presente a vossa abundância supra a sua iudigência. 16. 11 A go ra . superabundou a sua alegria. e o que havia colhido pouco. na fé. e a sua ex­ trem a pobreza difundiu-se em riquezas da sua lib erali­ dade. também o esteja para cum prir.18). 8 Não falo com o quem manda. para que também a sua abundância supra a vossa indigência. 12 Se a vontade está pronta para dar. acabai a obra. é aceite segundo aquilo que se lem. se fez pobre por vós. acabe tam bém entre vós esta obra de gen ero­ sidade. a fim de que fósseis ricos pela sua pobreza. 13 N ão ee pretende que 08 outros tenham a livio e vós fiqueis em aflição. pois. não teve de menos (E x. depois a nós pela vontade de Deus. assim com o começou. na ciência.SEGUNDA PARTE COLECTA PARA OS CRlSTAOS DE JERUSALÉM 8 — 1 Ora nós vos fazem os conhecer.

em que nos empenhamos. com o eu disse. não sò­ m ente por isto. tam­ bém segará em abundaucia. 18 Enviam os também com ele aquele irm ão. é coisa supérflua eu escrever-vos. 8 Deus é poderoso para fazer abundar em vós todos os bens. 17 porque não só recebeu bem o meu pedido. en ca r­ re ga d o s d e re c e ­ b e r as esm olas dos C o rín tio s . 19 e. é meu com panheiro e cooperador ju n to de v ó s . de que temos o encargo. mas também porque fo i escolhido pelas igrejas por com panheiro da nossa peregrinação para esta beneflcência. para glória do Senhor e satisfação do nosso coração. quanto a nossos irm ãos. porque Deus am a o que dá com alegria. em face das igrejas. e tenhamos nós (para não dizer vós) de nos en vergonhar a este respeito. . neste ponto. não só diante de Deus. 6 D igo is to : aquele que semeia pouco. a g ló ria de Cristo. mas também diante dos homens. T ito e d o is outros d is c íp u ­ lo s . pelo que tem feito pelo E vangelho. também segará p o u c o .16 Graças a Deus. 24 Neles. ju lg u e i necessário rogar a estes irmãos que vão antes de mim ter convosco e que preparem a liberalidade já prom etida. aos quais eu digo que a A c a ia também está pronta. pela grande confiança que tem em vós. 23 Quanto a T ito . 3 Enviei. aquele que semeia em abundância. nem constranÇido. e que estejais pre­ parados. com o liberalidade e não com o avareza. a fim de qne esteja pronta. 22 Com eles enviam os tam bém um nosso irm ãò. D evem dar ge­ n ero sa ­ m ente e com a le ­ gria . porém . que é louvado em todas as ig re­ ja s . 21 Verdadeiram ente procuramos fazer o bem. 2 Com efeito. conheço a prontidão da vossa vontade. não com tristeza. O vosso zelo tem estim ulado muitíssim os. m ostrai. 4 não aconteça que. A esm ola não d e v e dem ora r. para que o elo g io que fizemos de vós não se frustre. são os enviados das igrejas. 20 evitando assim {senão acompanhado de pessoas escolhidas pelas ig reja s) que ninguém nos possa censurar (p o r qualquer irre g u la rid a d e ) a respeito desta abundante quantia. pois. vos encontrem despreve­ nidos. 9 — 1 Quanto ao socorro destinado aos santos. espontâneam ente partiu a visitar-vos. desde o ano passado. 7 Cada um dê como pro­ pôs no seu coração. cuja solicitude m uitas vezes temos experim en­ tado em muitas coisas. 5 Portanto. nossos irm ãos. mas. e que agora é m uito mais solí­ cito. pela qual me glorio de vós diante dos Macedónios. a prova da vossa caridade e por que nos g lo ­ riam os de vós. sendo mais solícito. ao che­ garem os Macedónios com igo. que pôs no coração de T ilo a mesma solicitude por vós.

lO f 1. 10. . tenhais abundantemente com que fazer toda a sorte de liberalidades. 5 derribamos todos os projectos (que se opõem à pregação do Evangelho) e todo o poder altivo que se levanta contra o conheci­ mento de Deus.R ec o m ­ pensa ■reservada à c a ri­ dade dos C o rín tio s . . q u a n d o estou en tre vós. 14 Eles pedem por vós. sou hum ilde. que.9). 13 por causa da virtude provada que esta oferta mostra em vós. E u que. a sua ju s tiça d u ra p a ra sempre (S. que as receberem). eu que. 112. a recom pen sa das vossas esm olas. reduzim os à sujeição todo o pensa9 . O s f r u t o s da vossa ju s tiç a . E stas p a la v ra s do A p ó s to lo são uma iro n ia . ausente. por causa da eminente graça de Deus. amando-vos muito. 11 para que. dará também pão para comer. abundeis em toda a obra boa. 12 Em rea li­ dade. deu aos pobres. não me obri­ gueis a usar com liberdade da ousadia que me propo­ nho dem onstrar contra alguns que ju lgam que andamos segundo a carne. isto é. provo­ quem acções de graças a Deus (p o r p a rte dos cristãos pobres de Jerusalém. vos rogo pela doçura e mansidão de Cristo. por m eio de nós. a administração desta oferenda não sòmente supre o que falta aos santos. quando estiver presente. que há em vós. enriquecidos com todas as coisas. em bora viven do na carne. m ultiplicará a vossa semente e aumentará sempre mais os frutos da vossa justiça. 2 Suplíco-vos pois. r e fe re m -s e a uma das acusa­ ções que algu n s dos co rín tio s lh e faziam . . ousado convosco. 10 — 1 Eu mesmo.militamos segundo a carne. 9 como está escrito: Espalhou. tendo sempre em todas as coisas tudo o que é suficiente. que subministra semente ao semeador. 3 De facto. 10 A qu ele (Deus). PAULO P a u lo recebeu o p o d e r de ca stiga r os d e s o b e ­ d ien tes. mas poderosas em Deus para destruir as fortificações . so u h u m ild e . TERCEIRA PARTE AUTORIDADE APOSTÓLICA DE S. Paulo. dão glória a Deus pela submissão que mostrais ao Evange­ lho de Cristo e pela sinceridade da vossa liberal união com eles e com todos. mas também redunda em muitas acções de graças ao S en h o r. 4 Porquanto as armas da nossa m ilícia não são carnais. quando estou presente. que. mas. 15 Graças a Deus pelo seu dom in efável. para que. não .

13 Nós. mas esses. X a o usur­ pou este p o d er. de Cristo. 11 quem assim diz saiba que. porque de facto chegá­ mos até vós com o E vangelho de C ris to . Se alguém se ufana de que é de Cristo. 17 A qu ele. P a u lo com para Jesus a um esp oso. não nos gloriarem os’ fora de m edida. são graves e fortes. mas a presença do corpo é fraca e a palavra desprezível. que ee gloria. assim tam­ bém nós o somos. para que não pareça que vos quero aterrar por eartas. como é. estando presentes. que o Senhor me deu para vossa edificação e uão para vossa destruição. 14 Com efeito. fazendo-nos chegar até vós. mas esperamos que. estando ausentes. quais somos nas palavras por carta. crescendo a vossa fé. 12 Em realidade não ousamos iutrom eter-nos ou comparar-nos com alguns que se gabam a si mesmos . a qu al d esposou com Jesus. tais seremos também de facto. ainda que eu me g lo ­ riasse um pouco mais do poder. . U sará sem te ­ m or deste po d er. mas sim aquele a quem Deus recomenda. 9 Mas. mas den­ tro dos lim ites da regra que Deus nos marcou como medida. e a Ig r e ja de C o rin to a am a esp osa . 10 porque as cartas. glorie-se no Senhor. assim como a serpente seduziu Eva. como virgem pura. com o ee não tivéssem os chegado até vós. 16 não nos gloriam os ib r a de m edida nos trabalhos alheios. com o fa ­ z em os seus a d v e rs á ­ rio s . 5 . pois. a um único esposo. 11— 1 O xalá que suportásseis um pouco da minha in sipiêu cial Mas enfim tolerai-m e I 2 Tenho por vós um zelo de Deus. 16 também anunciaremos o Evangelho nos lugares que estão além de vós. dentro da parte a eles destinada. 8 Realm ente. seremos larga­ mente engrandecidos dentro dos lim ites da nossa regra . 6 Estamos preparados. dizem alguus. sem nos gloriarm os do que é cul­ tivado pelos outros.mento para o tornar obediente a Cristo.. porém . 3 Mas temo que. 7 Considerai as coisas {mesmo só) pela aparência. assim sejam corrom pidos os vossos peusamentOB e se apartem da sim plicidade a respeito do Cristo. considere igu al­ mente dentro de si que. 4 Porqu e ee alguém vier pregar-vos um Cristo 11» 2. D e s p o s e i-v o s . a Cristo. con ­ v e rte n d o o s C o rín tio s à íé . 18 porque não é o que a si mesmo se recomenda que é aprovado. medindo-se com a sua m edida e comparan­ do-se a si próprios. depois que fo r cumprida a vossa obediência. não nos estendemos fora dos lim ites. P a u lo descu l­ pa-se p o r fa la r d e si . para castigar toda a desobediência. Porqu an to deeposei-vos para vos apresentar. não me envergonharia por isso. dão mostras de pouco senso.

sofreis de bom grado os insensatos. . ou um Evangelho diferente daquele que abraçaetes.deixai-m e parecê-lo. 12 Mas 0 que eu faço.o p a ra m in h a v e r g o n h a . que ee transfiguram em apóstolos de Cristo. Mas o seu fim será segundo as suas obras. . pois. recebendo delas a subsistência para vos poder servir. sofreis quem vos põe em escravidão.diferente do que vos pregam os. também me gloriarei. naquilo em que qual­ quer tem ousadia (falo com o louco). quem vos devora. a fim de me g lo ria r ainda um tos. para minha glória. Mas. São Israelitas? Tam 8. quem vos rouba. mas s o fr im e a . P a u lo irò n ica m en te r e fe r e o T e rs . 19 porque vós. S . não o d igo segundo Deus. 18 V isto que m uitos se gloriam segundo a carne. para vos exaltar. co n fessa qu e fo i fra c o nos p on tos a qu e se não procu ran do im p o r-se p o r tais m eios. pouco. quem se exalta. 15 Não é. quando sem resse. 21 D igo-o para minha vergonha. m uito que os seus m inis­ tros se transform em em m inistros de justiça. quando eu estava convosco e necessitava. 20 Efectivam ente. ou se voe oferecer um Espírito diferente do que recebestee.. não o sou todavia na ciência. quem vos dá na cara. o d e s in te r e s s e d o A p ó s to lo para com a Ig r e ja 21. 17 0 que vou dizer. vos preguei o E vangelho de Deus? 8 Despoje i outras igrejas. blíhoíV 16 R e p ito : ninguém me tome por insensato. 9 E. em tudo me guardei de vos ser pesado e guardarei. a n te r io r .. porque os irm ãos que tinham vindo de Macedónia. 5 Mae eu ju lg o que nada tenho feito de menos do que tais super-apóstolos. D i g o . 14 E não é de adm irar. . sendo sensatos. a fim d e fa z e r s o b re s s a ir d e C o rin to. Seu 7 Ou porventura com eti algum delito. 11 E porquê? Será porque vos não am o? Deus o sabe. ainda que eu seja rústico no falar. também eu tenho. 6 Porque. D e s p o je i . operários fingidos. sois capazes de o receber m uito bem. mas em tudo nos temos m anifestado a vós. com o se tivéssemos sido fracos neste ponto. visto que o próprio Satanás se transforma em aujo de luz. não fu i pesado a ninguém . que esta g ló ria (de p reg a r g ra tu ita m en te) não me será tirada nas regióes da A caia. para dai se gloriarem .einteresse. 10 (Asseguro-vos) pela verdade de Cristo que está em mim. £ ’ uma h ip é r b o le . fá-lo-ei sempre. mas como que por loucura. 22 São Hebreus? Tam bém eu. humilhando-me a mim mesmo. supriram tudo o que me fa lta v a . a fim de tirar p retexto àqueles que desejam um pretexto para serem reconhecidos sem elhantes a nós. 13 Esses são falsos apóstolos.

uma noite e um dia estive no abism o. 33 mas desceram-me numa alcofa por uma jan ela. 28 Além des­ tas coisas. três vezes naufraguei. (me v i) entre perigos de rios. 30. sabe que não m into. 25 três vezes fui açoutado com varas. o qual há catorze anos fo i arrebatado. (Deus o sabe) até ao ter­ ceiro céu. a u x ilia d o p e la graça e se m p re cerca d o d e trib u la çõ es. 29 Quem está enfermo. etc. 12 — 1 Se im porta que alguém se glorie. isto é. C onheço n m hom em . mas. q u e eu nao m e faça e n fe r m o . de nada me g lo ria rei. 12» 2. perigos dos falsos irm ãos. 3 E sei que este hom em (se fo i no corpo. 2 Conheço um homem em beu de Cristo. perigos dos gentios. em muitas vigílias. São descendentes de A b ra ã o? Tam bém eu. mais nos cárceres. p re g a o E va n ­ g e lh o p e lo m undo. 23 São m inistros de Cristo? V ou dizer uma insensatez. mais do que eles o sou eu. não sei Deus. se no corpo. P a u lo d is tin g u e em s i m esm o com o q u e d o is hom ens : nm qu e re ceb e tudo d e D eu s.. não o sei. e assim escapei das suas mãos. farei agora menção das visões e t°io recêdas revelações do Senhor. Deus o sabe) 4 fo i arrebatado ao paraíso e ouviu palavras inefáveis que não é lícito (o u possível) a um hom em proferi-las (explicando-as). em viagens. (tenho tam bém ) a minha preocupação quotidiana. 24 Dos Judeus recebi cinco qua­ rentenas de açoutes. 5. em frio e nudez. perigos dos da minha nação. em açoutes sem medida. se fora do corpo. sem nenhum m é rito da sua p a rte (é d es te q u e se g l o r i a ) . ao lon go da muralha. em m uitos jejuns. aquele que govern ava a nação em nom e do rei A reias. Mais nos trabalhos. perigos na cidade. que eu não esteja enferm o? Quem é escandalizado. quanto a m im . 26 muitas vezes.bém eu. menos um . perigos no mar. frequentem ente em perigos de m orte. 31 O Deue e P a i do Senhor Jesus. R e la tiv a m e n te a este h o m e m . o u tro qu e. que eu me não abrase? 30 Se im porta que alguém se glorie. o cuidado de todas as igrejas. in d o a tè e le para o anim ar.. perigos no de­ serto. que é bendito por todos os séculos. O A p ó s t o lo fa la d e s i p r ó p rio . . o que não Dona que convém na verdade. em fom e e em sedé. que são exteriores. D a m in h a fra q u e s a . perigos de ladrões. Q uem es/d e n fe rm o na íé . re la tiv a s aos m eus so frim en to s» tra b a lh os. uma vez fu i apedrejado. 32 Em Damasco. se fora do corpo. 5 R elativam ente a este hom em me g lo ria rei. senão das minhas 29. 27 em trabalhos e fadigas. S . eu me gloria­ rei da minha fraqueza. fazia guardar a cidade para me prender.

então sou forte (na gra ça ). tom ei-vos por dolo. quando estou fraco {quanto às forças ãa natureza). para os filhos. sinto com placên­ cia nas minhas. Estas palaTras são fig u r a d e q u a lq u er s o frim e n to co rp o ra l. porque é na fraqueza que o (mett) poder se m anifesta por com pleto. E s tím u lo da m in h a carne. e {também a gora) não vos serei pesado. nos prodígios e actos de poder. se me quiser gloria r. porém. 10 P o r isso. nas perseguições. nas neces­ sidades. De facto. seja por vós meuos amado. {que é como) um anjo de Satanás. para que habite em m im o poder de Cristo. . excepto que em nada vos fu i pesado? Perdoai-m e esta injúria. a flm de não me orgu­ lhar. mas os pais. porque direi a verd ad e. 17 Porventu ra por m eio de algum daqueles que vos enviei. foi-m e dado o estím ulo da m inba carne. 9 mas disse-m e: «B asta-te a m inha graça. Pois que uão são os filhos que devem entesourar para os pais. nas angústias por am or de Cristo. 7 E. 13 Porque. tirei de vós algum proveito? 18 R ogu ei a T i t o e enviei com ele um irm ão. mas a vós. que m e esbofeteie. p e lo q u a l D eu s le m b ra v a constan tem en te ao A p ó s to lo a sua fraq u eza . ainda que {p or m im ) nada s o u : 12 entre vós contudo foram realizados os sinais do meu apostolado em toda a paciência. porque. 15 E eu de mui boa von ­ tade darei o que é meu e me darei a mim pelas vossas almas. pois que em nada m i inferior a esses super-apóstolos. por­ que não busco as vossas coisas. 16 Mas seja assim {ãireis vós)! Eu {confirm o o que vos disse) não vos fu i pesado. pela terceira vez. para que a grandeza das revelações me não ensoberbecesse. fraquezas.» Portanto. enferm idades. u m a n jo de S a ta n á s. como sou astuto (segundo dizem os meus adversários). 14 Eis que. 6 V erdade é que. Porventura T ito explorou -vos? N ão andamos com o mesmo espírito? N âo seguim os as mesmas pisadas? 7. em que tendes sido inferiores às outras igrejas. nos m ilagres. 11 Tornei-m e insensato (fa la n d o ãe m im mesmo). de boa vontade me gloriarei nas minhas fraquezas. era p or vós que eu d evia ser louvado.D esculpa-se no­ va m en te p o r te r fa la d o d e s i m esm o. para que ninguém ju lgu e de mim mais do que vê' em mim ou ouve de mim. estou disposto a ir ter convosco. absteuho-me disso. 8 Por cuja causa roguei ao Senhor três vezes que ele se apartasse de mim. não serei insensato. porém . amando-vos eu mais. ainda que. mas fostes vós que me obrígastes a isso. nas abontas.

9 Âlegram o-nos de ser fracos. se eu fo r outra vez. dissenções. e não para destruição. E o que pedimos nas nossas orações. que nos justiflcam os diante de vós. estando ausente. para vossa edifica­ ção. meus muito amados. E ’ diante de Deus. e que vós me acheis qual não quereis . ainda que sejam os tidos como repro­ vados. para que. 21 (temo) que. o qu al não é fraco a vosso respeito. sedi­ ções . 13 — 1 V ou ter convosco pela terceira vez. quando eu for. não perdoarei aos que antes pecaram nem a todos os outros. (vede) se estais firmes na fé. mas com p o d er. detracções. nós somos fracos nele. em Cristo. R e c e io s sobre as d is p o s i­ ções actuais dos Corin tio s . mas sim poderoso entre v ó s ? 4 Em realidade. q u e as m in h a s ord en s são o rd e n s de C ris to . não tenha de proceder com rigor. Sobre a declaração de duas ou três testemunhas tudo será decidido. soberbas. (tem o) que haja entre vós contendas. 13» 3. desde há m uito. que fala­ mos . mas apenas a seu favor. e tudo. mas viverem os com ele pela virtu d e de Deus em vós. que. estaudò ausente. entre vós. Provai-vos a vós mesmos. estando presente. tO Portanto eu vos escrevo isto. que fala em m im . na m iuha segunda visita. enquanto vós sois fortes. fornicação e dissolução que come­ teram .EPÍLOGO 19 Cuidais. mas a fim de que façais o bem. P au lo será um ju iz sev e ro para os q u e não q u isere m c o r r i­ g ir-s e . v iv e todavia pelo poder de Deus. assim o digo. também agora. em bora fosse crucificado por fraqueza. quando eu fo r outra vez. vos não encon­ tre quais vos quero. o b rig a ia -m e a p r o v a r em v ó s o meu p o d e r de A p ó s to lo e a m o stra r-vos qu e C ris to f a l a em m im . 6 Mas espero que reeonhecereis que a prova não é con­ tra nós. 5 Exam inai-vos a vós mes­ mos. e que tenha de chorar a m uitos daqueles que antes pecaram e não fizeram penitên­ c ia da impureza. 20 Pois temo que. T a m ­ bém. 7 Rogam os a Deus que não façais nenhum mal. 3 P o r­ ventura quereis pôr à prova Cristo. . n ã o com fraq u eza . Acaso não conheceís que Jesus Cristo está em vós? A não ser que a prova seja contra vós. Não v o s c o r r ig in d o . rixas. D ese ja porém não s e r o b rig a d o a usar do seu po d er. achando-me presente. é a vossa perfeição. o q u a l p roced erá contra vó s. segundo o poder que Deus m e deu para edificação. 2 Como já o disse. não para que apareçamos como aprovados. invejas. mexericos. 8 Porque nada podemos contra a verdade. me humi­ lhe Deus.

e 0 Deus da caridade e da paz será convosco. a caridade de Deus e a com unicação do E spírito Santo sejam com todos vós. 11 Quanto ao mais. irm ãos.R ec o m en ­ dações e saudações fin a is . procurai ser perfeitos. alegrai-vos. http://alexandriacatolica. encorajai-vos. l.br . T o d o » 08 santos vos saúdam.blogspot.com. tende o mesmo sentir. v iv e i em paz. 12 Saudai-vos uns aos outros em ósculo santo.S A graça do Senhor Jesus Cristo.

Com eça p o r r e iv in d ic a r p a ra s i a d ig n id a d e de A p ó s to lo . f i n a l ­ m en te.com. 0 a dos A p ó s to lo s P e d r o . http://alexandriacatolica. p a ra s e r c ris tã o p e r f e ito . escre­ v e u esta ca rta .EPlSTOLA AOS GALATAS Q uand o S . nem a l e i de M o is é s p od em c o n tr ib u ir p a ra a ju s t if ic a ç ã o . seja anátema. is lo é. T i a g o e J o ã o . 4 o qual se deu a si mesmo por nossos pecados. ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie um Evangelho diferente daquele que vos temos anunciado. S . M a s . P a u lo v is ito u as ig r e ja s da G ald eia. PRÓ LO G O . passeis daquele que vos chamou à graça de C nsto para outro E vangelho. 9 Como já vo-lo dissemos. m o s tra n d o em se gu id a a c o n fo r m id a d e dos seus en sinam en tos com os dos o u tros A p ó s to lo s e p ro v a n d o . p rega d a p e lo s ju d a iza a tes. E . mas por Jesus Cristo e por Deus P a i. 3 Graças a vós e paz da parle de Deus nosso P ai e do Senhor Jesus Cristo. a lg u n s c ristã os con v ertid os do ju d a ís m o com eçaram a e n s in a r que. lo g o que se r e t ir o u . não pelos hom ens nem por interm édio de um hom em . . p a ra d a r m ais c ré d ito às suas p a la v ra s . 2 assim como todos os irm ãos que estão com igo. segundo a vontade de Deus. d ia ia m qu e era esta a d o u trin a da I g r e j a de J e ru s a lé m . que o ressuscitou dos m ortos. mas d íre c ta ­ m ente d e Jesus.blogspot. para nos livra r da perversidade do m undo presente. P a r a o u tro E v a n g e lh o . 6 A dm iro-m e de que.br D irecçã o e sauda­ ções. P a u lo f o i in fo r m a d o de ta is coisas. 5 ao qual seja dada glória por todos os séculos dos séculos. 8 Mas. Assim seja. L o g o qu e S . 6. era p re c is o receber a c ircu n cis ã o e p r a tic a r a l e i de M oisé s. assim tão depressa. nosso Pai. 7 Evidentem ente que não há outro (E v a n ­ gelho diferente do que vos preguei). para a fa ls a d o u trin a . 1 — 1 Paulo. P a u lo a firm a qu e não recebeu a sua m issão d e A p ó s ­ tolo dos h om ens. ^ue nem a circu n cisã o. às igrejas da Galácia. O s G álatas são censura­ dos p o r causa da sua ídco us t&ncía. nem p o r in te rm é d io de u m h o m e m . A póstolo. agora de n ovo o d ig o : se alguém vos anunciar um 1» I . re c o tn en d ou -lh es qu e observassem as r e g r a s estabelecidas n o C o n ­ c ilio de J e ru s a lé m . mas há alguns que vos perturbam e querem Inverter o E vangelho de Cristo.

agora prega a fé que noutro tem po im pu gn ava» — 24 e por minha causa davam glória a Deus. 2 — 1 Catorze anos depois. Dão seria servo de Cristo. com que excesso perseguia a Ig re ja de Deus e a devastava. 14 A van çava no judaísm o mais do que m uitos meus coetâneos da minha nação. sendo em extrem o zelozo das minbas tradições paternas. 13 Ouvistes dizer de que modo v iv i noutro lem po no ju daísm o. seja anátema. VERDADEIRO APÓSTOLO DE CRISTO A m issão d e P a u lo v e i o im e ­ d ia ta ­ m ente de D eu s. parti para a A ráb ia e voltei a D am asco. para nos redu- . subi novam ente a Jeru­ salém com Barnabé. que temos em Jesus Cristo. 3 Ora nem mesmo T ito . 2 Subi. a flm de não correr ou de não ter corrido inutilm ente. 4 e isto por causa dos falsos irmãos. que o E vangelho. S. 19 dos outros A póstolos não v i nenhum. 23 mas sòmente tinham ouvido d iz e r: «A q u e le que outrora nos perseguia. tom ando também com igo a T ito . e estive com ele quinze d ia s. nem mesmo de vista me conheciam. 21 Depois fui para os países da Síria e da Cilicía. d igo diante de Deus que não minto. conferi com eles o Evangelho que prego entre os gentios e (con­ fe ri) particularm ente com aqueles que eram de m aior consideração. para conhecer Cefas. que estava com igo. 15 Mas. para que eu o pregasse entre as i.E van gelh o diferente daquele que recebestes. 12 porque não o recebi.entes. PAULO . fu i a Jerusalém. sendo grego. que criam em Cristo. im ediatam ente. em conseqüência de uma re v e la ç ã o . 22 As igrejas da Judeia. P a u lo no c o n c ilio d e Jern salém . irmãos. sem consultar pessoa algum a. em mim. no fim de três anos. 10 Porventura é o favor dos homens que eu pro­ curo. 20 N o que vos escrevo. irm ão do Senhor. nem aprendi de homem algum . não é segundo o homem. 17 sem ir a Jerusalém aos que eram A póstolos antes de mim. ou o de D eus? Porventura é aos bom ens que pretendo agradar? Se agradasse ainda aos homens. que tem sido pregado por mim. quando aprouve àquele que me segregou desde o ventre de minha mãe e me chamou pela sua graça 16 o reve­ lar seu Filho. que se introm eteram a espiar a liberdade. 11 Ora eu declaro-vos. 18 dali. senão T ia g o . fo i obrigado a eircuncidar-se. mas por uma revelação de Jesus Cristo.

6 Quanto porém àqueles que tinham grande autoridade. 16 Mas. 13 Us outros judeus im itaram -no na sua dissim ulação. . cedemos. 19 porque. 7 Âutes pelo contrário. nada me impuse­ ram. para que permaneça entre vós a verdade do E vangelho. faço-me prevaricador. mas. Cefas e João. sendo judeu. b Aos quais. (quais tenham sido noutro tempo. quanto à l e i de M o isèa . senão pela fé em Jesus Cristo. depois que chegaram. tendo vindo Cefas a A n tioqu ia. de sorte que até Barnabé fo i indu­ zid o por eles àquela simulação. por que obrigas os gentios a ju d a iza r? » 15 N ós somos judeus. para sermos justificados pela fé em Cristo e não pelas obras da le i. e não peca­ dores dentre os gentios. não me im porta. porque m erecia repreensão. o que eu fu i solícito em cumprir. disse a Cefas. 12 pois qu e antes que chegassem alguns de T ia g o . 14 Porém eu. com o a Pedro para os circuncidados. pro­ curando ser justificados em Cristo.zirem à escravidão (querendo obrigar-nos à observância dos rito s mosaicos). por nascimento. nem um só instante. que eram considerados as colunas (da Ig re ja ). vives com o gen tio e não como judeu. ® Antio-” qu ía. T ia g o . estou m orto para a lei. que tinham grande autoridade. segundo a verdade do Evangelho. pela (d o u trin a da p ró p ria ] lei. ele com ia com 08 gentios. com receio dos que eram circuncidados. 8 (porque quem fez de Pedro o A póstolo dos circuncidados. digo. e ele aos circuncidados. tendo visto que me tinha sido couQado o Evangelho para os não circuncidados. é porventura Cristo m inistro do pecado? Certo que não. somos também encontrados na ciasse dos pecadores. deram as mãos a mim e a Barnabé. para que fôssemos aos gentios. 10 (reco­ mendando) sòmente que nos lembrássemos dos pobres (da J u d e ia ). 17 Mas se nós. retirava-se € separava-se (dos gentios). diante de to d o s : «S e tu. em sinal de comunhão. pois Deus não faz acepção de pessoas) esses. por isso também uós cremos em Jesus Cristo. 11 Mas. a fim de v iv e r para Deus. se eu torno a edificar o que destruí. eu lhe resisti na cara. também fez de mim o A p óstolo dos gentios) 9 e tendo reconhecido a graça q n e me foi dada. nenhum a m o d ificação fiz e r a m à dou ­ t r in a q u e ten h o en sin ado so b re a lib e r d a d e doa cristão s. 2| 6 « N a d a m e im p u se ra m . porquanto nenhum homem será justificado pelas obras da lei. 18 Em rea­ lidade. tendo visto que eles não andavam direitam ente. com o sabemos que o hom em não se justifica pelas obras da lei.

9 Aqueles. deu antecipadam ente a Abraão a boa n o v a : E m t i serão benditas todas as gentes (Gen. são (os verdadeiros) filhos de Abraão. pois. se a justiça se obtém pela (observância d a ) lei.. Fei/o m a ld iç ã o . antevendo que Deus justificaria. 13 Cristo remiu-nos da lei. e‘ o seu cu m ­ p rim en to sòm en te dep en d e da fè V iva . 11 Ora é m anifesto que pela lei ninguém é justificado diante de Deus. serão benditos com o fiel A braão.18). em Deus. A p e lo à e x p e r iê n ­ cia dos Gálatas. 18. terá nele a vida (L e v . quem vos fascinou {pa ra não obedecerdes à verdade) vós. pois. 27. fá-lo porventura pelas obras da le i ou pela submissão à fé ? 6 F oi o caso de A b r a ã o : Creu. 12 Porém a lei não pro­ cede da fé. Com efeito. . é Cristo que v iv e em m im . 21 Eu não m enosprezo a graça de Deus. torn an do-se a ssim como» que a m ald ição p e rso n ific a d a .6). porque está escrito : M a l­ d ito todo aquele que está pendurado no lenho (D l. 20 vivo. 3 — 1 0 ’ Gálatas insensatos. 14 isto. que vos dá o seu Espírito e que opera m ilagres entre vós. 2.5). e isto lhe fo i tido em contá p a ra a ju s tiça (Gen. pois. acabeis agora pela carne ? 4 Tendes sofrido tanto (p o r C risto) em v ã o ! Se é que todavia foi em vão I o A qu ele. ante cujos olhos (p ela m inha v iv a pregação) foi já representado Jesus Cristo crucificado? 2 Só quero saber islo de vós: recebestes o Espírito pelas obras da le i ou pela submissão à fé ? 3 Sois tão insensatos que. segue-se que Cristo m orreu em vão. 0 ju s to vive da fé (H ab. que são da fé. para que bênção de A braão fosse comunicada aos gentios em Jesus Clristo. feito (ele mesmo) m aldição por nós. tendo com eçado pelo Espí­ rito. 18. m o rren d o p o r nós so b re a cruz.23). porque. A vid a [sobren a tu ra l) com que v iv o agora na carne. 13. os gentios pela fé. Jesua tomou so b re si todas as m a ld i» ções da le i.26). 15. A p ro ­ m essa da sa lvação é a n te r io r à le i.4). 8 Mas a Escritura. que os que são da fé. 3 . mas o que observar estes preceitos. pois está e s c rito : M a ld ito todo o que n ã o observar todas as coisas que estão escritas no liv ro d a lei (D t.Estou pregado com Cristo na c ru z . 10 porque todos os que são pelas obras da le i (procu ra n d o nela a sua ju stifica çã o). 21. evidentem ente. a fim de que recebêssem o» por m eio da fé o Espírito prom etido. que me amou e se entre­ gou por mim. 7 Reconhecei. A LEI E O EVANGELHO Im p o s s i­ b ilid a d e da le i. vivo-a da fé no F ilh o de Deus. mas já não sou eu que vivo. estão debaixo da m aldição.

depois que veio a fé. A os seus descendentes — como (se se tratasse) de muitos — mas (d ie ) como de um s ó : A ’ tu a descendência (Gen. sois a descendência de Abraão. nem grego. em nada difere de um servo. 28 Não há judeu.. sujeitos à le i). até ao tem po determ inado pelo p a i. estávam os encerrados sob a guarda da lei. a qual é Cristo. eis o que eu quero d ize r: o testamento. um testamento. já não estamos sujei­ tos ao pedagogo. éramos 4 . 26 porque todos vós sois filhos de Deus pela fé em Jesus Cristo. 20 Ora um mediador uão 0 é de um s ó . estando confirmado. se fosse dada uma lei que pudesse vivificar. 3. 29 Se sois de Cristo. se pela le i é que vem a herança. não há servo. para nos conduzir a Cristo.15 Irm ãos (fa lo como hom em ). na expectação daquela fé que h avia de ser revelada. feita quatrocentos e trinta anos depois. já não vem pela promessa. a fim de sermos justificados pela fé. 2 mas está debaixo dos tutores e curadores. e Deus é só um. Ora. para que a promessa fosse dada aos crentes mediante a fé em Jesus Cristo. 12. até que viesse a descendência (de A b raão). A le i não ab-rogou a p ro ­ messa. 3 assim também nós. o ca le n d á rio r e lig io s o . 25 Mas. nem liv re . . antes que a fé viesse. 23 Mas. em­ bora seja de um homem. nem m ulher: todos vós sois um só em Jesus Cristo. 24 A lei. E lem en tos d o m u n d o eram p r o v à v e lm e n te os a stro s cujos m o vim en to s regu la va m » em p a it e . 4 — 1 In sisto : enquanto o herdeiro é menino. A l e i fo i dada aos H eb re u s com o um p ed a g o g o e n c a rre ­ ga d o de os condu­ z ir a C ris to . quando éramos meninos (is to é. 21 L o g o (rep lica re is ) a lei é contra as promessas de Deus? De nenhuma sorte. ainda que eeja senhor de tudo. confirm ado por Deus. 18 Em verdade. Porque. 17 Ora. não há homem. 19 Para que é enlão a le i? F o i acrescentada por causa das transgressões (p a ra as refrea r). os herdeiros segundo a promessa (sem necessitar p a ra nada das cerim ônias da lei). fo i pela promessa que Deus concedeu o seu favor a A braão. revestistes-vos de Cristo. 27 pois todos os que fostes baptizados em Cristo. O tem p o da l e i passou. não fo i anulado pela lei. fo i o nosso pedagogo. A í è lib e r ­ tou -nos da tu tela da le i. nem lhe acrescenta (coisa algum a).7). 16 Ora as promessas foram feitas a A braão e à sua descendência. e foi prom ulgada pelos anjos através de um m ediador (que fo i Moisés). (A E s c ritu ra ) não d iz . pois. ninguém o anula. de m odo a tornar vã a promessa. a quem tinha sido feita a promessa. 22 Mas a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado. a ju stiça (o u santidade) viria realm ente da lei.

V^ós em nada me ofendestes. que quereis estar debaixo da lei. 15 Onde está.20 bem quisera eu estar agora convosco para adaptar a minha liuguagem (segundo as vossas necessidades). com o voltais novam ente aos rudim entos fracos e pobres (da. ee fosse possível. antes querem -vos separar de nós. porque vos disse a verdade ? 17 Esses (falsos apóstolos) mostram-se cheios de afecto por vós. 19. irm ãos. que era uma prova para vós. e. vós arrancaríeis os olhos para mos dar. quando che­ gou a plenitude do tempo. 19 F iih ioh os meus — por quem eu siuto de novo as dores do parto. agora. sendo conhecidos dele. mas filh o . porque também eu sou (a gora ) com o vós. também és herdeiro de Deus. tendo vós conhecido a Deus. 6 E. d es d e a m in h a co n v ersã o estou sep ara do dela» com o v ó s o esta is. 4 Mas. O A p ó s to lo com para-se a uma ca rin h osa mãe» p ara m ostrar q u an to lh e custou g e r a r os G ála ta s para C r is to e o n o vo s o frim e n to a q u e tem d e se s u je ita r . Eu vo-lo peço. mas não rectam ente . se és filho. 21 D izei-m e: vós. 12 Sede com o eu. pois. P a i! 7 Portanto já não és servo. 18 E’ bom ser objecto de afeição. ou antes. E este corpo. 13 Sabeis que da prim eira vez vos preguei o Evangelho estando m uito doente. as estações e os anos (segundo os rito s da lei de Moisés). N ão d ev em d e ix a r-s e sed u zir. isto é. 12. Deus mandou aos vossos corações o Espírito de seu Filho. os meses.. 11 T em o ter trabalhado inútilm enle entre vós. 9 Porém . está escrito que 6. 16 Tornei-m e eu lo g o vosso in im igo. mas sempre. não entendeis a lei ? 22 Com efeito. (a gora ) aquela vossa felicid ad e? Porque posso testemunhar que (en­ tão). antes me recebestes com o um anjo de Deus. realm ente. para q u e Jesu s C f is io se f o r m e neles n o v a ­ m en te. . servos dos elem entos do mundo. com o Cristo Jesus. P a i. 5 a fím de que remisse aque­ les que estavam sob a lei. V e r nota R o m . servíeis aqueles que por natureza não eão deuses. não conhecendo a Deus. d es d e o vo s s o n ascim en to. 8 .aos quais quereis de novo servir? 10 Observais os dias. e não só quando estou presente entre vós. Deus enviou seu Filho. que clam a: Abba. para serem objecto do vosso afecto. 8 Outrora. 14 não o desprezastes nem rejeitastes.0 3 Gálatas não devem s u je i­ tar-se n ova­ m ente à le i. feito da mulher. até que Jesus Cristo se form e em v ó s . em bora tenha n ascido sob a le l. 15. P o r q u e ta m b ém cu sou (a go ra ) eom o xâs. Não devem e sq u ecer o seu a fecto p elo A p ó s to lo . lei). feito sob a lei. A bba . porque vós sois filhos. para cjue recebêssemos a adopção de filhos. porque estou perplexo a vosso respeito. In