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PROGRAMA OPERACIONAL DE

SANIDADE FLORESTAL

Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas

PROGRAMA OPERACIONAL DE SANIDADE FLORESTAL Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas POSF | Dezembro

POSF | Dezembro de 2013

Introdução

|

Objetivos

|

Fitossanidade

|

Entidades

|

Gestão

|

Pragas

|

Prevenção e controlo

|

Investigação

|

Sensibilização

| Financiamento |

Indicadores

Programa Operacional de Sanidade Florestal

POSF | 2014 a 2020

Aplicável apenas ao território continental;

Disponibiliza de uma forma sintética, o conhecimento relevante existente em Portugal relativo à Proteção Fitossanitária, mecanismos e procedimentos de prevenção e controlo;

Apresenta um diagnóstico genérico da situação atual em termos de proteção fitossanitária, entidades com competências na implementação de medidas e ações, estabelecendo as bases de intervenção para a redução de riscos de introdução, de dispersão e de danos.

Concebido por uma equipa multidisciplinar e interinstitucional, pública e privada, de técnicos e investigadores da mesma área, com diferentes valências.

Índice do POSF

| Como consultar o POSF

valências. Índice do POSF | Como consultar o POSF 1. Introdução 2. Objetivos estratégicos e

1.

Introdução

2.

Objetivos estratégicos e operacionais

3.

A fitossanidade florestal em Portugal

4.

Entidades envolvidas

5.

Sistema de gestão de informação

6.

Organismos nocivos

7.

Bases operacionalização da prevenção e controlo

8.

Prioridades de investigação e desenvolvimento

9.

Informação, comunicação e sensibilização

10.

Mecanismos financiamento

11.

Metas e indicadores

Saiba mais
Saiba mais

Introdução

|

Objetivos

|

Fitossanidade

|

Entidades

|

Gestão

|

Pragas

|

Prevenção e controlo

|

Investigação

|

Sensibilização

| Financiamento |

Indicadores

Programa Operacional de Sanidade Florestal

POSF | 2014 a 2020

Aplicável apenas ao território continental;

Disponibiliza de uma forma sintética, o conhecimento relevante existente em Portugal relativo à Proteção Fitossanitária, mecanismos e procedimentos de prevenção e controlo;

Apresenta um diagnóstico genérico da situação atual em termos de proteção fitossanitária, entidades com competências na implementação de medidas e ações, estabelecendo as bases de intervenção para a redução de riscos de introdução, de dispersão e de danos.

Concebido por uma equipa multidisciplinar e interinstitucional, pública e privada, de técnicos e investigadores da mesma área, com diferentes valências.

Entidades Participantes

ICNF, I.P.

| Como consultar o POSF

Entidades Participantes ICNF, I.P. | Como consultar o POSF DGAV BALADI INIAV, I.P. ANEFA ISA CELPA

DGAV

BALADI

INIAV, I.P.

ANEFA

ISA

CELPA

Centro PINUS

Grupo Portucel Soporcel

FORESTIS

CAP

UNAC

UTAD

FENAFLORESTA

AIMMP

Saiba mais
Saiba mais

INTRODUÇÃO

Introdução
Introdução

Objetivos

1. Introdução

|

Fitossanidade

|

Entidades

O que é o POSF?

instrumento de ligação entre as entidades publicas e privadas em termos de fitossanidade florestal;

agrega informação dispersa e estabelece bases para prevenção, monitorização e controlo dos agentes bióticos nocivos.

Prioridade para a existência de:

atividade florestal economicamente

competitiva;

ambientalmente equilibrada;

socialmente estável e atrativa.

Futuro enquadramento no Programa de Desenvolvimento Rural 2014-2020

Saiba maisenquadramento no Programa de Desenvolvimento Rural 2014-2020 | Gestão | Pragas | Prevenção e controlo |

|

Gestão

|

Pragas

|

Prevenção e controlo

|

Investigação

Importância da Floresta enquanto recurso global e fornecedor de uma variada gama de benefícios (Ambientais,

Económicos, Sociais, Culturais)

Contextualização dos vários tipos de Problemas Fitossanitários (Quarentena e Não

Quarentena)

Problemas Fitossanitários (Quarentena e Não Quarentena) Programa destinado ao Território Continental (Mecanismos

Programa destinado ao Território Continental

(Mecanismos de Prevenção e Controlo)

|

Sensibilização

| Financiamento |

Indicadores

| Como consultar o POSF

| Financiamento | Indicadores | Como consultar o POSF (Alterações Climáticas, Circulação Global, Modelos de

(Alterações Climáticas, Circulação Global, Modelos de Gestão)

Potenciais Riscos à sua SustentabilidadeClimáticas, Circulação Global, Modelos de Gestão) Necessidade de definição de uma atuação concertada em

de Gestão) Potenciais Riscos à sua Sustentabilidade Necessidade de definição de uma atuação concertada em
de Gestão) Potenciais Riscos à sua Sustentabilidade Necessidade de definição de uma atuação concertada em

Necessidade de definição de uma atuação concertada em matéria de Fitossanidade Florestalde Gestão) Potenciais Riscos à sua Sustentabilidade Programa Operacional de Sanidade Florestal 2014 2020 | 5

OBJETIVOS

Introdução

Objetivos |
Objetivos
|

Fitossanidade

|

Entidades

|

Gestão

|

Pragas

|

2. Objetivos estratégicos e operacionais

Definição de objetivos estratégicos e operacionais, de modo a tornar clara a atuação em termos fitossanitários e mais eficiente a prevenção e o controlo de

pragas e doenças florestais.

Atuação Clara e Eficiente Problemas Fitossanitários
Atuação Clara
e Eficiente
Problemas
Fitossanitários
Saiba mais
Saiba mais
Prevenção e controlo | Investigação | Sensibilização | Financiamento | Indicadores | Como consultar o
Prevenção e controlo
|
Investigação
|
Sensibilização
| Financiamento |
Indicadores
| Como consultar o POSF
Identificação de
entidades com
intervenção na
execução de
Levantamento dos
principais
problemas
Fitossanitários
ações
Estabelecimento de bases
estratégicas de prevenção e
controlo

Introdução

Objetivos |
Objetivos
|

Fitossanidade

|

Entidades

|

Gestão

|

Pragas

|

Prevenção e controlo

|

2. Objetivos estratégicos e operacionais

Investigação

|

Sensibilização

| Financiamento |

Indicadores

| Como consultar o POSF

Objetivo estratégico 1

Indicadores | Como consultar o POSF Objetivo estratégico 1 Saiba mais Aumentar o conhecimento sobre a
Saiba mais
Saiba mais

Aumentar o conhecimento sobre a presença de agentes bióticos nocivos.

Objetivos operacionais Estabelecer procedimentos uniformizados de prospeção de Pragas. Conhecer a distribuição
Objetivos operacionais
Estabelecer procedimentos uniformizados de prospeção de
Pragas.
Conhecer a distribuição geográfica e o grau de
perigosidade dos principais agentes bióticos nocivos por
sistema florestal.
Conhecer os impactes reais e potenciais da ação dos
agentes bióticos nocivos.
Criar um sistema de informação centralizado, relativo à
prospeção, monitorização e controlo de agentes bióticos
nocivos à floresta.
Assegurar a transferência de informação aos agentes
representativos do setor, relativa à execução das ações de
prevenção e controlo.
à execução das ações de prevenção e controlo. Programa Operacional de Sanidade Florestal 2014 2020 |

Introdução

Objetivos |
Objetivos
|

Fitossanidade

|

Entidades

|

Gestão

|

Pragas

|

Prevenção e controlo

|

2. Objetivos estratégicos e operacionais

Investigação

|

Sensibilização

| Financiamento |

Indicadores

| Como consultar o POSF

Objetivo estratégico 2

Indicadores | Como consultar o POSF Objetivo estratégico 2 Saiba mais Reduzir os danos nos ecossistemas
Saiba mais
Saiba mais

Reduzir os danos nos ecossistemas florestais e consequentes perdas

económicas.

Objetivos operacionais

e consequentes perdas económicas. Objetivos operacionais Assegurar a formação dos agentes do setor. Promover
e consequentes perdas económicas. Objetivos operacionais Assegurar a formação dos agentes do setor. Promover
e consequentes perdas económicas. Objetivos operacionais Assegurar a formação dos agentes do setor. Promover
e consequentes perdas económicas. Objetivos operacionais Assegurar a formação dos agentes do setor. Promover

Assegurar a formação dos agentes do setor.

Promover ações de sensibilização para transferência de conhecimento científico atualizado e divulgação de métodos de monitorização e controlo.

Reforçar a capacidade de prevenção e controlo dos agentes bióticos nocivos.

Estabelecer um circuito de informação para apoio às decisões de gestão florestal.

Assegurar a formação ou reciclagem dos inspetores fitossanitários.

Assegurar o controlo do material vegetal.

fitossanitários. Assegurar o controlo do material vegetal. Programa Operacional de Sanidade Florestal 2014 2020 | 9

Introdução

Objetivos |
Objetivos
|

Fitossanidade

|

Entidades

|

Gestão

|

Pragas

|

Prevenção e controlo

|

2. Objetivos estratégicos e operacionais

Investigação

|

Sensibilização

| Financiamento |

Indicadores

| Como consultar o POSF

Objetivo estratégico 3

Indicadores | Como consultar o POSF Objetivo estratégico 3 Reduzir o potencial de introdução e instalação

Reduzir o potencial de introdução e instalação de novos agentes bióticos

nocivos.

Objetivos operacionais

de novos agentes bióticos nocivos. Objetivos operacionais Reforçar o controlo ao nível das importações. Reforçar

Reforçar o controlo ao nível das importações.

Reforçar o controlo ao nível das importações. Reforçar o controlo ao nível da circulação de material
Reforçar o controlo ao nível das importações. Reforçar o controlo ao nível da circulação de material

Reforçar o controlo ao nível da circulação de material lenhoso, MFR e Bens.

Reforçar a capacidade de deteção precoce dos agentes bióticos invasores, com apoio dos parceiros.

Saiba mais
Saiba mais
bióticos invasores, com apoio dos parceiros. Saiba mais Programa Operacional de Sanidade Florestal 2014 2020 |

Introdução

Objetivos |
Objetivos
|

Fitossanidade

|

Entidades

|

Gestão

|

Pragas

|

Prevenção e controlo

|

2. Objetivos estratégicos e operacionais

Investigação

|

Sensibilização

| Financiamento |

Indicadores

| Como consultar o POSF

Objetivo estratégico 4

Indicadores | Como consultar o POSF Objetivo estratégico 4 Aumentar o conhecimento científico sobre os agentes

Aumentar o conhecimento científico sobre os agentes bióticos nocivos.

Objetivos operacionais

sobre os agentes bióticos nocivos. Objetivos operacionais Definir linhas prioritárias de investigação associadas
sobre os agentes bióticos nocivos. Objetivos operacionais Definir linhas prioritárias de investigação associadas
sobre os agentes bióticos nocivos. Objetivos operacionais Definir linhas prioritárias de investigação associadas

Definir linhas prioritárias de investigação associadas aos principais sistemas florestais.

Promover a realização de avaliações de risco a potenciais Pragas.

Promover ações de investigação direcionadas para a prevenção e controlo dos agentes bióticos nocivos.

Saiba mais
Saiba mais
e controlo dos agentes bióticos nocivos. Saiba mais Programa Operacional de Sanidade Florestal 2014 2020 |

FITOSSANIDADE

Introdução

|

Objetivos

Fitossanidade |
Fitossanidade
|

Entidades

|

Gestão

|

3. A fitossanidade florestal em Portugal

Informação relevante sobre o

enquadramento legislativo associado à proteção fitossanitária:

diferentes entidades da administração pública com competências na fiscalização e verificação da implementação das várias medidas e ações;

principais ações que têm vindo a ser implementadas no âmbito da prevenção e controlo de pragas e doenças florestais.

Diagnóstico sumário sobre os principais

problemas fitossanitários identificados para cada um dos sistemas de produção florestal.

Saiba mais
Saiba mais

Pragas

|

Prevenção e controlo

|

Investigação

|

Sensibilização

| Financiamento |

Indicadores

| Como consultar o POSF

| Financiamento | Indicadores | Como consultar o POSF Aplicação do regime de proteção fitossanitária
Aplicação do regime de proteção fitossanitária Caraterização da atuação em termos de proteção
Aplicação do
regime de
proteção
fitossanitária
Caraterização
da atuação
em termos de
proteção
fitossanitária
Fitossanidade
Florestal
Diagnóstico
ao nível dos
sistemas
florestais
Necessidades
e prioridades
de atuação

Introdução

|

Objetivos

Fitossanidade |
Fitossanidade
|

Entidades

|

Gestão

|

Pragas

|

Prevenção e controlo

|

3.1. Aplicação do regime de Proteção Fitossanitária

Investigação

|

Sensibilização

| Financiamento |

Indicadores

| Como consultar o POSF

Definição de medidas de proteção fitossanitária:

evitar a introdução e dispersão, no território nacional e comunitário, de organismos prejudiciais aos vegetais e produtos vegetais, qualquer que seja a sua origem ou proveniência.

Transposição, para a ordem jurídica interna, da Diretiva n.º 2000/29/CE, do

Conselho, de 8 de maio (relativas às medidas de proteção fitossanitária a serem aplicadas nos Estados-membros).

Saiba mais
Saiba mais

O Regime Fitossanitário Nacional

Controlo e Aplicação da

Legislação

Área

Área agrícola e ornamental

florestal

ICNF,

I.P.

+
+

DGAV

DRAP

Operacionalização

Inspetores

Fitossanitários

Suporte Científico

INIAV,

I.P.

Outras

Decreto-Lei n.º 154/2005, de 6 de setembro, alterado pelos Decretos-Leis n. os 193/2006, de 26 de setembro, 16/2008, de 24 de janeiro, 4/2009, de 5 de janeiro, 243/2009, de 17 de setembro, 7/2010, de 25 de janeiro, 32/2010, de 13 de abril e 95/2011, de 8 de agosto.

janeiro, 32/2010, de 13 de abril e 95/2011, de 8 de agosto. Programa Operacional de Sanidade

Introdução

|

Objetivos

Fitossanidade |
Fitossanidade
|

Entidades

|

Gestão

|

Pragas

|

Prevenção e controlo

|

Investigação

|

Sensibilização

| Financiamento |

Indicadores

| Como consultar o POSF

| Financiamento | Indicadores | Como consultar o POSF 3.2. Caraterização da atuação em termos de

3.2. Caraterização da atuação em termos de proteção fitossanitária

Problemas sanitários na floresta Portuguesa, normalmente associados:

a perturbações que ocorrem nos ecossistemas florestais (fatores bióticos e abióticos);

tipo de gestão florestal.

Tendência para o aumento do aparecimento de novas pragas.

para o aumento do aparecimento de novas pragas . Necessidade de uma atuação rápida e eficaz

Necessidade de uma atuação rápida e eficaz

(entidades com competência, cidadãos detentores de espaços florestais).

Saiba mais
Saiba mais
Cancro Sugador Resinoso das Pinhas do Pinheiro + Gorgulho + do Eucalipto Nemátodo + da
Cancro
Sugador
Resinoso
das Pinhas
do Pinheiro
+ Gorgulho
+
do
Eucalipto
Nemátodo
+
da Madeira
do Pinheiro
+

Introdução

|

Objetivos

Fitossanidade |
Fitossanidade
|

Entidades

|

Gestão

|

Pragas

|

Prevenção e controlo

|

3.3. Diagnóstico ao nível dos sistemas florestais

Investigação

|

Sensibilização

| Financiamento |

Indicadores

| Como consultar o POSF

Os sistemas de produção florestal têm caraterísticas e comportamentos próprios, reagindo de forma diferente aos fatores de desequilíbrio.

O diagnóstico (conhecimento) da situação atual dos vários sistemas de produção

(montado, pinhal, eucaliptal).

sistemas de produção (montado, pinhal, eucaliptal) . + Evitar o declínio dos ecossistemas florestais (reforço
+
+

Evitar o declínio dos ecossistemas florestais

(reforço das medidas de prevenção e controlo dos agentes bióticos nocivos).

Saiba mais
Saiba mais
+ + Pinhal Eucaliptal VIVEIROS + + Montado Castanheiro + Outros
+
+
Pinhal
Eucaliptal
VIVEIROS
+
+
Montado
Castanheiro
+
Outros
Eucaliptal VIVEIROS + + Montado Castanheiro + Outros Programa Operacional de Sanidade Florestal 2014 2020 |

Introdução

|

Objetivos

Fitossanidade |
Fitossanidade
|

Entidades

|

Gestão

|

Pragas

|

Prevenção e controlo

|

Investigação

|

Sensibilização

| Financiamento |

Indicadores

| Como consultar o POSF

3.4. Necessidades e prioridades de atuação

Avaliação de Riscos Controlo Prevenção Monitorização
Avaliação de Riscos
Controlo
Prevenção
Monitorização

Prevenção: redução dos riscos de ocorrência de fenómenos com potencial desestabilizador e destruidor, provocados por pragas e doenças.

Prospeção e monitorização: estabelecimento de estratégias de prevenção e de intervenção para controlo das populações das pragas.

O estudo e conhecimento aprofundado das inter-relações para cada sistema florestal (praga, hospedeiro e ambiente), os quais determinam o grau de gravidade dos danos.

os quais determinam o grau de gravidade dos danos . Meios de Luta : desenvolvimento de

Meios de Luta: desenvolvimento de métodos de controlo e prevenção e estabelecimento de programas de prevenção.

Saiba mais
Saiba mais
e estabelecimento de programas de prevenção. Saiba mais Programa Operacional de Sanidade Florestal 2014 2020 |

ENTIDADES

Introdução

|

Objetivos

|

Fitossanidade

| Entidades |
|
Entidades
|

Gestão

|

4. Entidades envolvidas

Pragas

|

Prevenção e controlo

|

Investigação

|

Sensibilização

Coordenação

| Financiamento |

Indicadores

| Como consultar o POSF

| Financiamento | Indicadores | Como consultar o POSF As entidades do Ministério da Agricultura e

As entidades do Ministério da Agricultura e do Mar desenvolvem atividade no controlo e aplicação da legislação comunitária:

Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária, DGAV (Autoridade Fitossanitária Nacional);

Direções Regionais de Agricultura e Pescas DRAP;

Instituto da Conservação da Natureza e Florestas, I.P, ICNF.

A ASAE e a GNR desempenham um papel importante na área da fiscalização e de apoio à implementação das medidas.

Necessário clarificar as responsabilidades para todos os agentes do setor.

Saiba mais
Saiba mais
DGAV ICNF + + Avaliação de Medidas de Análise Inspeção e risco proteção laboratorial fiscalização
DGAV
ICNF
+
+
Avaliação de
Medidas de
Análise
Inspeção e
risco
proteção
laboratorial
fiscalização
Investigação e
desenvolvimento
ICNF, I.P.
ASAE
INIAV, I.P.
DGAV
INIAV
DRAP
GNR -
Universidades
Agentes do
SEPNA
setor
Outros
INIAV, I.P.
públicos
Unidades de
Particulares
ICNF, I.P.
investigação
da FCT
DGAV
Unidades de
ICNF, I.P.
Privados
DGAV
investigação
Municípios
de empresas

Introdução

|

Objetivos

|

Fitossanidade

| Entidades |
|
Entidades
|

Gestão

|

4. Entidades envolvidas

Pragas

|

Prevenção e controlo

|

Investigação

|

Sensibilização

| Financiamento |

Indicadores

| Como consultar o POSF

| Financiamento | Indicadores | Como consultar o POSF     Entidades   Ações ICNF, I.P.
   

Entidades

 

Ações

ICNF, I.P.

DGAV

DRAP

Municípios

Agentes do

Entidades de

Particulares

setor

investigação

 

Inventário

X

     

X

   

Diagnóstico

Prospeção

X

 

X

X

X

 

X

Recolha de informação

X

X

X

X

X

X

X

 

Gestão de informação

X

X

         
 

Deteção precoce

X

X

X

 

X

   

Sensibilização

X

X

X

X

X

X

 

Prevenção

Formação

X

X

 

X

X

X

 

Divulgação de informação

X

X

X

X

X

X

 
 

Monitorização de Pragas

X

X

X

X

X

   

Controlo

Controlo da circulação e das importações

X

X

X

       

Erradicação

X

X

X

X

X

 

X

Investigação

Ações de I&D

 

X

     

X

 
Saiba mais
Saiba mais

GESTÃO

Introdução

|

Objetivos

|

Fitossanidade

|

Entidades

| Gestão |
|
Gestão
|

Pragas

|

Prevenção e controlo

|

Investigação

|

Sensibilização

| Financiamento |

Indicadores

| Como consultar o POSF

| Financiamento | Indicadores | Como consultar o POSF 5. Sistema de gestão de informação de

5. Sistema de gestão de informação de fitossanidade florestal

O sistema de gestão de informação é um instrumento importante na tomada de decisões:

do planeamento;

da gestão;

da proteção fitossanitária.

Deve permitir o acesso a informação atualizada e georreferenciada sobre o estado fitossanitário da floresta portuguesa:

identificar zonas e espécies mais vulneráveis;

conhecer o impacto da ação dos agentes bióticos nocivos nos ecossistemas florestais.

dos agentes bióticos nocivos nos ecossistemas florestais. possibilitando tomada de decisões para evitar que os

possibilitando

tomada de decisões para evitar que os problemas se agravem.

Saiba mais
Saiba mais

Acontecimento

(pragas)

Tomada de decisão

Saiba mais Acontecimento (pragas) Tomada de decisão Recolha de informação (presença ou
Saiba mais Acontecimento (pragas) Tomada de decisão Recolha de informação (presença ou

Recolha de

informação

(presença ou

ausência)

Tendência (aponta soluções)

(presença ou ausência) Tendência (aponta soluções) Centralização (registo da informação) Tratamento da

Centralização

(registo da

informação)

soluções) Centralização (registo da informação) Tratamento da informação (estatisticas, relatórios)

Tratamento da informação

(estatisticas,

relatórios)

Coleção de

informação

(histórico)

Introdução

|

Objetivos

|

Fitossanidade

|

Entidades

| Gestão |
|
Gestão
|

Pragas

|

5.1. Registo de informação

O sistema de gestão de informação de fitossanidade florestal permite o registo da informação relativa aos grupos identificados no capítulo 6.

Prospeção e

amostragem

Monitorização e amostragem

FITO +
FITO
+

Meios de controlo

Estatísticas e

relatórios

Saiba mais
Saiba mais

Prevenção e controlo

|

Investigação

|

Sensibilização

| Financiamento |

Indicadores

| Como consultar o POSF

| Financiamento | Indicadores | Como consultar o POSF 5.2. Sistema de alerta Permite evitar a

5.2. Sistema de alerta

Permite evitar a introdução ou a dispersão de novos agentes bióticos nocivos (deteção precoce), possibilitando a implementação de medidas atempadas, tanto pelos organismos públicos como pelos privados.

Metodologia prospeção Modelos preditivos +
Metodologia prospeção
Modelos preditivos
+
Preparação medidas atuação
Preparação medidas
atuação

Difusão comunicados

Episódios circunstanciais Análise da situação
Episódios circunstanciais
Análise da situação
Preparação medidas atuação
Preparação medidas
atuação

Difusão comunicados

Pontos positivos FluxosTransporteTendência

Introdução

|

Objetivos

|

Fitossanidade

|

Entidades

| Gestão |
|
Gestão
|

Pragas

|

Prevenção e controlo

|

Investigação

|

Sensibilização

| Financiamento |

Indicadores

+
+

| Como consultar o POSF

5.2. Sistema de alerta

Proposta de intervenção para Zona Afetada

de alerta Proposta de intervenção para Zona Afetada Objetivos:  Contenção NMP  Reduzir Risco de

Objetivos:

Contenção NMP

Reduzir Risco de dispersão ZT

4 Locais prioritários

Prioridade de intervenção altaReduzir Risco de dispersão ZT  4 Locais prioritários Prioridade de intervenção média Prioridade de

Prioridade de intervenção média 4 Locais prioritários Prioridade de intervenção alta Prioridade de intervenção baixa x Programa Operacional de

Prioridade de intervenção baixade intervenção alta Prioridade de intervenção média x Programa Operacional de Sanidade Florestal 2014 2020 |

x
x
de intervenção média Prioridade de intervenção baixa x Programa Operacional de Sanidade Florestal 2014 2020 |

Introdução

|

Objetivos

|

Fitossanidade

|

Entidades

| Gestão |
|
Gestão
|

Pragas

|

5.1. Registo de informação

O sistema de gestão de informação de fitossanidade florestal permite o registo da informação relativa aos grupos identificados no capítulo 6.

Prospeção e

amostragem

Monitorização e amostragem

FITO +
FITO
+

Meios de controlo

Estatísticas e

relatórios

Saiba mais
Saiba mais

Prevenção e controlo

|

Investigação

|

Sensibilização

| Financiamento |

Indicadores

| Como consultar o POSF

| Financiamento | Indicadores | Como consultar o POSF 5.2. Sistema de alerta Permite evitar a

5.2. Sistema de alerta

Permite evitar a introdução ou a dispersão de novos agentes bióticos nocivos (deteção precoce), possibilitando a implementação de medidas atempadas, tanto pelos organismos públicos como pelos privados.

Metodologia prospeção Modelos preditivos +
Metodologia prospeção
Modelos preditivos
+
Preparação medidas atuação
Preparação medidas
atuação

Difusão comunicados

Episódios circunstanciais Análise da situação
Episódios circunstanciais
Análise da situação
Preparação medidas atuação
Preparação medidas
atuação

Difusão comunicados

PRAGAS

Introdução

|

Objetivos

|

Fitossanidade

|

Entidades

|

Gestão

6. Organismos bióticos nocivos

Existe uma grande variedade de agentes bióticos nocivos, sendo que as respetivas medidas preventivas e de controlo devem atender:

às caraterísticas do agente;

ao estatuto que apresentam (se encontram já referenciados no território nacional, ou se apresentam um risco emergente por serem considerados de elevado risco de entrada e não estejam regulamentados).

Agregação segundo a sua classificação como organismo de:

quarentena;

não quarentena.

Saiba mais
Saiba mais
| Pragas |
|
Pragas
|

Prevenção e controlo

|

Investigação

|

Sensibilização

| Financiamento |

Indicadores

| Como consultar o POSF

QUARENTENA

(Diretiva 2000/29/CE, Decisão ou Lista OEPP)

Existente em Portugal

GRUPO 1

+
+

Existente na União Europeia, não em Portugal

GRUPO 2

+
+

Não existente na União Europeia

GRUPO 3

+
+

NÃO QUARENTENA

Organismos que pela sua nocividade deverão ser objeto de Medidas de Prevenção e Controlo

GRUPO 4

+
+

As listas de organismos dos Grupos, são divulgadas e atualizadas sempre que necessário, no site da DGAV, do ICNF, I.P. e de outras entidades com competências atribuídas nesta área.

outras entidades com competências atribuídas nesta área. Programa Operacional de Sanidade Florestal 2014 2020 | 27

PREVENÇÃO E CONTROLO

Introdução

|

Objetivos

|

Fitossanidade

|

Entidades

|

Gestão

|

Pragas

| Prevenção e controlo |
|
Prevenção e controlo
|

Investigação

|

Sensibilização

| Financiamento |

Indicadores

| Como consultar o POSF

| Financiamento | Indicadores | Como consultar o POSF 7. Bases para operacionalização da prevenção e

7. Bases para operacionalização da prevenção e controlo

LEGALIDADE

As medidas preconizadas respeitam e decorrem do quadro legal nacional, comunitário e internacional

TRANSPARÊNCIA

A avaliação das ações desenvolvidas é tornada pública através de canais apropriados

EFICÁCIA

As medidas devem atingir os objetivos propostos

Saiba mais
Saiba mais

ADEQUABILIDADE

As orientações baseiam-se no melhor conhecimento técnico e científico disponível

LEGITIMIDADE

As regras e procedimentos são aceites e respeitados por todos

SUSTENTABILIDADE

As medidas mantem a sua

adequabilidade ao longo do

tempo

PRECAUÇÃO

As ações cujos resultados possam reduzir ou evitar efeitos potencialmente negativos sobre o ambiente ou a economia, são prontamente executadas

RESPONSABILIZAÇÃO

Manutenção de todos os registos e documentos relacionados as ações e medidas implementadas

PARTICIPAÇÃO

Todas as partes interessadas devem ser consultadas

Princípios de atuação

INFORMAÇÃO

+

As ações e medidas aplicadas são devidamente explicadas a todos os interessados

EFICIÊNCIA

As medidas adotadas devem ser custo‐efetivas

RECETIVIDADE

Os pontos de vistas das partes

interessadas devem ser tidos em

consideração

Introdução

|

Objetivos

|

Fitossanidade

|

Entidades

|

Gestão

|

Pragas

| Prevenção e controlo |
|
Prevenção e controlo
|

Investigação

|

Sensibilização

| Financiamento |

Indicadores

| Como consultar o POSF

| Financiamento | Indicadores | Como consultar o POSF 7. Bases para operacionalização da prevenção e

7. Bases para operacionalização da prevenção e controlo

Organismos bióticos nocivos

GRUPO 1 De quarentena existentes em Portugal

Análise de Risco (Risco de dispersão para novas áreas) + • Tipo de Hospedeiros; •
Análise de Risco (Risco de dispersão para novas áreas)
+
• Tipo de Hospedeiros;
• Localização dos Hospedeiros;
• Época do ano propícia à instalação/dispersão;
• Vias de dispersão naturais e artificiais.
Metodologias • Prospeção (genérica; delimitação de zonas afetadas; dirigida a áreas de risco); •
Metodologias
• Prospeção (genérica; delimitação de zonas afetadas; dirigida a áreas de risco);
• Monitorização (da praga; da eficácia dos meios de controlo);
• Controlo (estabelecimento de medidas e ações de proteção fitossanitária).
NMP
Fusarium
Plano de Ação
Definição das Medidas e Ações de Controlo e Erradicação, cumprindo
procedimentos fitossanitários adequados e legislação específica.
NMP
Fusarium
Saiba mais
Saiba mais

Introdução

|

Objetivos

|

Fitossanidade

|

Entidades

|

Gestão

|

Pragas

| Prevenção e controlo |
|
Prevenção e controlo
|

Investigação

|

Sensibilização

| Financiamento |

Indicadores

| Como consultar o POSF

| Financiamento | Indicadores | Como consultar o POSF 7. Bases para operacionalização da prevenção e

7. Bases para operacionalização da prevenção e controlo

Organismos bióticos nocivos

GRUPO 2 e 3De quarentena não existentes em Portugal e na União Europeia

Análise de Risco (Risco associados à introdução/instalação em Portugal) + • Tipo de hospedeiros; •
Análise de Risco (Risco associados à introdução/instalação em Portugal)
+
• Tipo de hospedeiros;
• Época do ano propícia à instalação/dispersão;
• Vias de dispersão naturais e artificiais;
• Pontos de entrada no território nacional.
Saiba mais
Saiba mais
• Pontos de entrada no território nacional. Saiba mais Metodologias • Prospeção (interceção, deteção

Metodologias

Prospeção (interceção, deteção precoce, dirigida a áreas de risco);

Controlo (estabelecimento de medidas e ações de prevenção fitossanitária).

Plano de Atuação

Plano de Contingência (definição de medidas e ações de prevenção, deteção precoce e controlo, cumprindo procedimentos fitossanitários adequados e legislação específica).

Chalarafitossanitários adequados e legislação específica) . Programa Operacional de Sanidade Florestal 2014 2020 | 31

Introdução

|

Objetivos

|

Fitossanidade

|

Entidades

|

Gestão

|

Pragas

| Prevenção e controlo |
|
Prevenção e controlo
|

Investigação

|

Sensibilização

| Financiamento |

Indicadores

| Como consultar o POSF

| Financiamento | Indicadores | Como consultar o POSF 7. Bases para operacionalização da prevenção e

7. Bases para operacionalização da prevenção e controlo

Organismos bióticos nocivos

GRUPO 4 Não quarentena, existentes em Portugal

Análise de Risco (Risco associados à Presença e ao Aumento Populacional)

+
+

Variáveis que induzem aumentos populacionais dos agentes bióticos nocivos ;

Fatores abióticos, bióticos e antrópicos;

Vias de dispersão naturais e artificiais.

Metodologias • Prospeção; • Harmonização de procedimento e bases metodológicas (estratégia nacional de recolha
Metodologias
• Prospeção;
• Harmonização de procedimento e bases metodológicas (estratégia nacional de recolha
de informação sobre o estado fitossanitário da floresta em Portugal e Inventário Florestal
Nacional).
ENPPD
Plano de Atuação • Definição das medidas e ações de prevenção, monitorização e controlo dos
Plano de Atuação
Definição das medidas e ações de prevenção, monitorização e controlo dos
agentes bióticos nocivos.
Gorgulho
Saiba mais
Saiba mais

INVESTIGAÇÃO

Introdução

|

Objetivos

|

Fitossanidade

|

Entidades

|

Gestão

|

Pragas

|

Prevenção e controlo

8. Prioridades de investigação e desenvolvimento

| Investigação |
|
Investigação
|

Sensibilização

| Financiamento |

Indicadores

| Como consultar o POSF

É reconhecida a necessidade de:

aprofundar o conhecimento na área da fitossanidade, aumentando a interação entre:

Investigação

Produção

fomentar

a

científico.

Saiba mais
Saiba mais

ExperimentaçãoProdução  fomentar a científico. Saiba mais Indústria divulgação , fora do meio Estratégia de

Indústria fomentar a científico. Saiba mais Experimentação divulgação , fora do meio Estratégia de investigação

divulgação,

fora

do

meio

Estratégia de investigação florestal na área da fitossanidade, (áreas

prioritárias de intervenção ao nível da investigação e

experimentação):

Ciclo de vida dos agentes bióticos nocivos;

Analise de risco de potenciais agentes bióticos nocivos;

Métodos de controlo;

Sistema de Alerta Fitossanitário.

Para cada um dos sistemas de produção e para os viveiros identificam-se as prioridades de investigação e desenvolvimento em função das necessidades e prioridades de atuação e das lacunas do conhecimento.

e prioridades de atuação e das lacunas do conhecimento. Programa Operacional de Sanidade Florestal 2014 2020
e prioridades de atuação e das lacunas do conhecimento. Programa Operacional de Sanidade Florestal 2014 2020
e prioridades de atuação e das lacunas do conhecimento. Programa Operacional de Sanidade Florestal 2014 2020
e prioridades de atuação e das lacunas do conhecimento. Programa Operacional de Sanidade Florestal 2014 2020
e prioridades de atuação e das lacunas do conhecimento. Programa Operacional de Sanidade Florestal 2014 2020
e prioridades de atuação e das lacunas do conhecimento. Programa Operacional de Sanidade Florestal 2014 2020
e prioridades de atuação e das lacunas do conhecimento. Programa Operacional de Sanidade Florestal 2014 2020

SENSIBILIZAÇÃO

Introdução

|

Objetivos

|

Fitossanidade

|

Entidades

|

Gestão

|

Pragas

|

Prevenção e controlo

|

9. Informação, comunicação e sensibilização

Para uma correta e adequada intervenção no âmbito da prevenção e controlo de pragas e doenças, é fundamental:

existência de informação clara e objetiva, sobre os vários agentes bióticos nocivos, procedimentos de prospeção, monitorização e de controlo;

a

disponibilização da informação a todos os agentes do setor e população em geral.

informação agregada e tratada conforme

A

o

público-alvo.

Saiba mais
Saiba mais
 

Informação

+
+
+
+
+
+
+
+
   

Agente biótico

 

nocivo

Prospeção e

 
 

Monitorização

Meios de

 
 

Controlo

Investigação

| Sensibilização
|
Sensibilização

| Financiamento |

Indicadores

| Como consultar o POSF

 

Divulgação

+
+
+
+
+
+
+
+
   

Folhetos e

 

circulares

 

informativas

Suporte digital (email, site oficial)

 

Sessões de esclarecimento e informação:

 

-

Em grupo ou

individual

 

Em sala ou no campo

-

Vetores de

 

atuação

 

Público em geral

Grupos

específicos:

- População rural

- Operadores

económicos

-

Proprietários e

produtores

florestais

-

Técnicos

e produtores florestais - Técnicos Programa Operacional de Sanidade Florestal 2014 2020 | 36

FINANCIAMENTO

Introdução

|

Objetivos

|

Fitossanidade

|

Entidades

|

Gestão

10. Mecanismos de financiamento

Para a implementação das ações e procedimentos preconizados neste Programa é fundamental a existência de suporte financeiro a que os interessados possam recorrer.

O apoio financeiro será condicionado à observância dos princípios e cumprimento dos requisitos constantes no POSF.

Saiba mais
Saiba mais

|

Pragas

|

Prevenção e controlo

|

Investigação

|

Sensibilização

| Financiamento
|
Financiamento

Indicadores

| Como consultar o POSF

I n d i c a d o r e s | Como consultar o POSF
Programa Operacional de Sanidade Florestal Monitorização e controlo (Execução de ações) Bases para prevenção e
Programa Operacional de Sanidade Florestal
Monitorização e controlo
(Execução de ações)
Bases para prevenção e
controlo (POSF)
Mecanismos de
apoio financeiro
(PDR, outros…)

Introdução

|

Objetivos

|

Fitossanidade

|

Entidades

|

Gestão

|

Pragas

|

Prevenção e controlo

|

10. Mecanismos de financiamento

Investigação

|

Sensibilização

| Financiamento
|
Financiamento

Indicadores

| Como consultar o POSF

I n d i c a d o r e s | Como consultar o POSF

Para a implementação das ações e procedimentos preconizados neste Programa é fundamental a existência de suporte financeiro a que os interessados possam recorrer.

O apoio financeiro será condicionado à

observância dos

princípios e cumprimento dos requisitos constantes no POSF.

Saiba mais
Saiba mais
   

Entidades Responsáveis Pela Execução

Fonte

Área

Ação

Financiamento

 

Prospeção

ICNF, DRAP, Municípios, agentes do setor e particulares

FEADER

Monitorização

ICNF, DGAV, DRAP, Municípios e agentes do setor

FEADER

Prevenção

Formação

ICNF, DGAV, Municípios, Investigação, agentes do setor

OE

Sensibilização

ICNF, DGAV, DRAP, Autarquias, Agentes do Setor

FEADER, FFP

Controlo

Aplicação medidas de Controlo

ICNF, DGAV, DRAP, Municípios, agentes do setor e particulares

FEADER

 

Inspeção Fitossanitária

ICNF, DGAV e DRAP

OE

Fiscalização

Circulação de Material lenhoso e MFR

ICNF, DGAV, GNR

OE

 

Avaliação de Risco

ICNF, DGAV e INIAV

FFP, FCT, FEADER

Investigação

Comportamento dos agentes bióticos

ICNF, DGAV, INIAV e outras entidades de investigação

FFP, FCT, FEADER

Novos métodos de controlo

ICNF, DGAV, INIAV e outras entidades de investigação

FFP, FCT, FEADER

INDICADORES

Introdução | Objetivos | Fitossanidade | Entidades | Gestão |

11. Metas e indicadores

Pragas | Prevenção e controlo |

Investigação |

Indicadores
Indicadores

Sensibilização | Financiamento |

| Como consultar o POSF

n a n c i a m e n t o | | Como consultar o

Definição de indicadores e estabelecimento de metas para cada um dos objetivos estratégicos e

operacionais definidos no capítulo 2, os quais se encontram devidamente enquadrados na Estratégia Nacional para as Florestas, revista em

2013.

Saiba mais
Saiba mais

Objetivos estratégicos

Indicadores de resultado

Metas

Aumentar o conhecimento sobre a presença de agentes bióticos nocivos

Distribuição e quantificação das Pragas associadas aos vários sistemas florestais no território continental

- 50% dos sistemas até final de 2017

- 100% dos sistemas até final de 2020

Reduzir os danos nos ecossistemas florestais e consequentes perdas económicas

Percentagem de povoamentos com danos graves

- 10% até 2020

Reduzir o potencial de introdução e instalação de novos agentes bióticos nocivos

Percentagem de inspeções fitossanitárias

Mais 20% para além do que é anualmente obrigatório

-

Aumentar o conhecimento científico sobre os agentes bióticos nocivos

Linhas prioritárias de investigação concluídas

50% das linhas de investigação até final de 2017

-

100% das linhas de investigação até final de 2020

-

COMO CONSULTAR O POSF

Introdução | Objetivos | Fitossanidade | Entidades | Gestão |

Como consultar o POSF

Pragas | Prevenção e controlo |

Investigação |

Sensibilização | Financiamento | Indicadores

| Como consultar o POSF
|
Como consultar o POSF
I n d i c a d o r e s | Como consultar o POSF

1. Como atuar perante a presença de uma praga?

Como proprietário:

Numa primeira fase deverá ser identificada a praga. Numa segunda fase ser classificada consoante o estatuto (quarentena/ não quarentena). Numa terceira fase implementar medidas de controlo.

Identificação

Cap. 3.3
Cap. 3.3
implementar medidas de controlo. Identificação Cap. 3.3 Classificação Cap. 6 Controlo Cap. 7 Como cidadão :

Classificação

Cap. 6
Cap. 6
de controlo. Identificação Cap. 3.3 Classificação Cap. 6 Controlo Cap. 7 Como cidadão : Caso detete

Controlo

Cap. 7
Cap. 7

Como cidadão:

Caso detete um povoamento com problemas

fitossanitários, deverá contactar o ICNF ou a DGAV,

dando indicações precisas do local e se possível acompanhado de fotografia.

2. Quais as entidades com responsabilidade na área

da Fitossanidade?

Existem várias entidades com responsabilidade a vários níveis: avaliação de risco, medidas de proteção, análise laboratorial, inspeção e fiscalização, investigação e desenvolvimento.

Cap. 4e fiscalização, investigação e desenvolvimento. 3. Onde obter informação sobre as pragas ? No sitio

3. Onde obter informação sobre as pragas ?

No sitio digital da DGAV e do ICNF é possível encontrar um conjunto de materiais de sensibilização, circulares , editais, entre outros.

Cap. 9de sensibilização, circulares , editais, entre outros. 4. Onde obter financiamento? Existem várias fontes de

4. Onde obter financiamento?

Existem várias fontes de financiamento consoante as ações a desenvolver.

Cap. 10
Cap. 10
de financiamento consoante as ações a desenvolver. Cap. 10 Programa Operacional de Sanidade Florestal 2014 2020

Introdução | Objetivos | Fitossanidade | Entidades | Gestão |

LOGO DO POSF

E n t i d a d e s | Gestão | LOGO DO POSF Pragas

Pragas | Prevenção e controlo |

Investigação |

Sensibilização | Financiamento | Indicadores

Como consultar o POSF
Como consultar o POSF

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