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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº, 203, DE 22 DE OUTUBRO DE 2008
Dispõe sobre normas, critérios e padrões
para a explotação com finalidade ornamental
e de aquariofilia de peixes nativos ou
exóticos de águas continentais.

O PRESIDENTE DO INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS
NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA, no uso das atribuições que lhe confere o inciso XVIII do art. 2º, do
Anexo I ao Decreto nº 6.099, de 26 de abril de 2007, tendo em vista o disposto no Decreto-lei n.º 221, de 28 de
fevereiro de 1967 e no Decreto nº 5.583, de 16 de novembro de 2005, bem como o constante do Processo
IBAMA/Sede nº 02001.002681/04-06, resolve:
Art.1º Dispor sobre normas, critérios e padrões para a explotação com finalidade ornamental e de
aquariofilia de peixes nativos ou exóticos de águas continentais.
CAPÍTULO I
DA CAPTURA E EXPLOTAÇÃO
Art. 2º Fica permitido a captura, o transporte e a comercialização de exemplares vivos de peixes nativos
das espécies listadas no Anexo I desta Instrução Normativa.
§ 1º Exemplares vivos de espécies nativas não listadas no Anexo I desta Instrução Normativa estão
proibidos de qualquer explotação para fins ornamentais e de aquariofilia, salvo aqueles cujas espécies tenham
regulamentação federal própria, que permita a utilização para tais fins.
§ 2º Espécimes vivos de peixes de espécies não listadas no Anexo I desta Instrução Normativa poderão
ser explotados para fins ornamentais e de aquariofilia, desde que não ocorram naturalmente no território
nacional ou que sejam provenientes de cultivo devidamente registrado no órgão competente, acompanhados de
comprovante de origem.
§ 3º Exemplares vivos de espécies nativas não listadas no Anexo I desta Instrução Normativa poderão
ser utilizados para fins didáticos, educacionais ou expositivos, desde que o uso seja autorizado pela
Superintendência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis-IBAMA do
estado onde se realizará a atividade expositiva ou de estudo.
§ 4º Fica permitido expor em restaurantes, para fins de consumo alimentar, exemplares vivos de espécies
não listadas no Anexo I desta Instrução Normativa, desde que respeitada a legislação que regulamenta o uso
dessas espécies.
§ 5º A captura e a comercialização de exemplares cuja espécie conste ou passe a constar em listas
oficiais de espécies sobreexplotadas, ameaçadas de sobrexplotação, de extinção, ou no Apêndice I da
Convenção Internacional sobre Comércio das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção-

CITES. para as exportações. acompanhada dos seguintes documentos: a) Registro Geral de Pesca-RGP emitido pela Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República . 4º A exportação e a importação internacional de peixes para fins ornamentais e de aquariofilia somente poderão ser realizadas mediante Autorização de Exportação (Anexo II) ou de Importação (Anexo III) de que trata esta Instrução Normativa. da Diretoria de Uso Sustentável da Biodiversidade e Florestas DBFLO do IBAMA. II . CAPÍTULO II DAS AUTORIZAÇÕES DE EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO Art. c) Licenciamento ambiental (Quando necessário).uso de substâncias químicas. § 3º No prazo de até 60 dias anteriores ao vencimento da autorização. expirando compulsoriamente no dia 31 de dezembro do ano de sua emissão. as quantidades de cada espécie. quando não houver finalidade comercial protocolizar solicitação de exportação ou importação. 5º As Autorizações de Exportação ou Importação de que trata o artigo anterior não se aplicam às espécies que constem ou passem a constar dos Apêndices da Convenção Internacional sobre Comércio das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção-CITES. poderá o interessado requerer nova autorização. III – Cabe às Superintendências do IBAMA: a) analisar a solicitação. discriminadas pelo nome científico e.CGFAP. e c) emitir a Autorização e enviar cópia à Coordenação Geral de Autorização de Uso e Gestão De Fauna e Recursos Pesqueiros . III . emitida pela Superintendência Estadual do IBAMA e assinada pelo seu representante legal. durante o processo de captura de peixes nativos de águas continentais para fins ornamentais e de aquariofilia. fica a mesma automaticamente renovada por mais um ano ou até posterior posicionamento do órgão ambiental. as quantidades de cada espécie. .ações que acarretem danos ambientais ou à fauna aquática.revolvimento de substrato. a importação das espécies de peixes de águas continentais de acordo com as orientações contidas no Anexo IV dessa Instrução Normativa. devem obedecer as normas estabelecidas pelas legislações específicas. b) elaborar parecer técnico. acompanhada da relação das espécies discriminadas pelo nome científico e. § 2º Será permitida. anestésicas. d) Relação das espécies. 3º Ficam proibidas. II – Compete ao interessado. quando houver finalidade comercial protocolizar solicitação de exportação ou importação. b) Cadastro Técnico Federal-CTF/ Certificado de Regularidade do IBAMA. com fins de ornamentação e de aquariofilia. Art.SEAP/PR dentro do prazo de validade. levando em conta a finalidade. a documentação apresentada e as espécies e quantidades solicitadas. § 1º As autorizações de que trata o caput deste artigo serão concedidas com prazo vigência máximo de 1 ano. as seguintes práticas: I . considerando as espécies solicitadas e as documentações com as taxas devidamente pagas. Art. tóxicas ou que causem irritações. Caso o IBAMA não se manifeste conclusivamente sobre o pedido até a expiração autorização anterior. para as exportações. mesmo que permitidos por esta Instrução Normativa. devendo ser observados os seguintes procedimentos: I – Cabe ao interessado.

gov. mas a carga deverá estar acompanhada de cópia impressa do Registro de Exportação (R.I. L. § 5º Nas Autorizações. no Sistema Integrado de Comércio Exterior . nome científico e quantidade de exemplares de cada espécie. § 3º Este artigo não isenta o interessado de providenciar os documentos obrigatórios do Ministério da Agricultura.E. número da GTPON ou R. a regularidade do interessado junto ao CTF do IBAMA.I.I e R. além de seguir as normas estaduais ou municipais a que possa estar sujeito. e deve apresentar no campo (observações do exportador ou informações complementares) os dados referentes à data. deve ser solicitada autorização à Superintendência do IBAMA.E deve constar primeiramente o nome científico das espécies.Parágrafo único: A exportação ou importação internacional de peixes cuja espécie conste ou passe a constar nos Apêndices da CITES tem autorização própria para cada transação. conforme o art.) ou da Licença de Importação (L. verificar a validade do RGP da SEAP/PR.br/cites CAPÍTULO III DO TRANSPORTE Art. § 6º Para expedição da Guia de que trata o caput deste artigo. mediante Ordem de Serviço. 4º da presente norma.E. b) Assinar a Guia de Trânsito solicitada. deverá ser observado o seguinte procedimento: I – Cabe ao solicitante requerer liberação da Guia de Trânsito ao IBAMA. .) do Banco Central do Brasil. deve estar acompanhado da Guia de trânsito de peixes com fins ornamentais e de aquariofilia – GTPON. e os documentos de origem dos animais (quando for o caso). em sua área externa e de maneira visível. sem objetivo comercial. constante no Anexo V desta Instrução Normativa. § 1º Para o transporte internacional com fins comerciais não haverá necessidade de GTPON. § 1º O interessado deve acompanhar a carga em todo o trajeto do transporte.E. obrigatoriamente. § 2º Para o transporte internacional. relativo a “Outros peixes ornamentais vivos”. exceto no caso de embalagens externas. em todo o seu percurso. ou a L. § 7º Para a emissão da GTPON as legislações estaduais e municipais vigentes devem ser sempre observadas. Art. 8º Para o transporte interestadual de até 40 espécimes de peixes de águas continentais com fins ornamentais ou de aquariofilia. cujas solicitações devem ser feitas via sistema eletrônico. conforme instituído na Instrução Normativa IBAMA nº140 de 18 de dezembro de 2006. § 4º As embalagens contendo espécimes de peixes com finalidade ornamental deverão.MAPA. tais como caixas de papelão e isopores. Pecuária e Abastecimento . por pessoa física. permitir visualização dos animais para efeito de fiscalização.. § 3º As embalagens para transporte de peixes de águas continentais para fins ornamentais e de aquariofilia devem apresentar. preenchidas no ato do requerimento. 7º O Superintendente do IBAMA poderá delegar a servidores do IBAMA.SISCOMEX ou outros sistemas que venham a substituí-los. II – Compete às Superintendências e Unidades Descentralizadas do IBAMA: a) Para transporte com fins comerciais. § 2º O R. horário e número do vôo no qual a carga será embarcada . etiqueta contendo número da caixa. efetivados no Sistema de Informações Banco Central – SISBACEN. apresentando 5 vias do modelo anexo V. será dispensada a GTPON. acessível pelo endereço http://www. Art. utilizada deve conter o NCM 03011090. GTPON.ibama. 6º O transporte interestadual de espécies de peixes de águas continentais para fins ornamentais e de aquariofilia. atribuição para emissão das GTPON.

605. respectivamente.CAPÍTULO IV DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. ROBERTO MESSIAS FRANCO . previstas. 11 Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. Art. 9º O conteúdo dos Anexos I e IV poderão ser revistos periodicamente e republicados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Art. na Lei nº 9. 10 Aos infratores da presente Instrução Normativa serão aplicadas as penalidades e sanções. de 12 de fevereiro de 1998 e no seu decreto regulamentador.

L304.ANEXO I Nome Científico 1 Abramites hypselonotus Acanthicus adonis Acanthicus histrix Acanthodoras spinosissimus Acarichthys heckelii Amblydoras hancockii Ancistrus spp. Bodó. Mariposa Enfermeirinha Agassizi Apistograma Apistograma Pertence Apistograma Ituí-Cavalo Aspidora Canivete. L182. L255. L148.Vidro Cabeça-Para-Baixo Cará-Moita Baiacu Baiacu. L327. L355. L071. L279. Cruz-Do-Diabo. Lambarí-Açu. Pacu-Piranha Arirí Araripirá. Acará-Amarelo Cascudo-Mole Acari. L324. L026. Matupiri. Ararí. L349. L183. Acará-Salema. Borboleta-Branca Borboleta-Listrada. L088. L018. L100. Peixe-do-Mato. L043. L364. LDA44. Juruparipindá. LDA74 Aracú-Listrado. Cascudo. Peixe-Gato. Bodó. L120. L032. L019. Bagre-Roncador. L384. Rebeca. L289. Anostumus Aracú. Charuto. Soldado. L369. Banjo Caboje. L003. L319. L084. L081. L293. Cascudo-Preto.11. Acari. L359. L357. LDA60 Acará-Chibante. L237. L125. Carachama Ronca-Ronca. Lambari. L177. Peixe-de-Enxurrada. Combó. Peixe-Machado. Baiacu-D'água-Doce Copeina Copella Copella Copella Copella Coridora Coridora Coridora Coridora Retificação publicada no DOU de 03. L110. L370. L034. L156. Peixe-Borboleta Catirina. L325. L107. Acará-Branco. Piaba-Do-Rabo-Amarelo Lambari-Do-Rabo-Vermelho. Lambari-Pintado. Rabeca. L059. LDA08.2008 Foram excluídas desse anexo as espécies Austrolébias nigripinnis (cinolébia) e Pterolebias longipinnis (Rivulo). Anostomus anostomus Anostomus ternetzi Apareiodon affinis Aphyocharax anisitsi Apistogramma agassizii Apistogramma borellii Apistogramma commbrae Apistogramma pertensis Apistogramma trifasciata Apteronotus albifrons Aspidoras poecilus Astyanax bimaculatus Astyanax fasciatus Baryancistrus spp. Torpedo Peixe . Piranha. L292. L180. 1 . L149. Peixe-Borboleta. Acará-Cupido Tigrinus Coridora-Gigante Limpa-Fundo Verde Bricon Acará Rabeca. Guitarrinha. L219. Peixe-Machado. L089. Borboleta-Pintada. L378. L323. L344. Peixe-Charuto. Tamboatá. Banjo Cachorro. L352. Piaba-Do-Rio Acari. Baiacuzinho-Roncador. Acari. Chalceu Canivete. L057. LDA03. Anostumus Canivete. L338. L115. Lambari. L047. LDA33/L142. L267. L045. Acary avion Cascudo. L213. L111. Biotodoma cupido Brachyplatystoma tigrinus Brochis britskii Brochis splendens Bryconops caudomaculatus Bujurquina mariae Bunocephalus amaurus Bunocephalus coracoideus Callichthys callichthys Carnegiella marthae Carnegiella strigata Catoprion mento Chalceus erythrurus Chalceus macrolepidotus Characidium fasciatum Charax condei Chilodus punctatus Cichlasoma portalegrense Colomesus asellus Colomesus psittacus Copeina guttata Copella arnoldi Copella metae Copella nattereri Copella nigrofasciata Corydoras acutus Corydoras adolfoi Corydoras aeneus Corydoras agassizii 1 Nomes Vulgares Abramites Cascudo. Cascudo. Viola. L309. L144. Matupiri. Ancistrus. L274.

Lambari Torpedinho. L131. L224. Exodon paradoxus Farlowella spp. Leopardo Coridora Coridora Ferreiro. Jotoxi Borboleta-Branca. LDA39. Dianema Xadrez Xadrez Peixe-Espada-Da-Lagoa. Sarro. L346. L054. Coridora Coridora Coridora Coridora Coridora Xadrez Joaninha. Cascudo . LDA50. L229. Farlowella. Bandeirinha-De-Rabo-Amarelo. L303. Sarro. LDA37. Olho-De-Fogo. Inpaichthys kerri Laemolyta taeniata Laetacara curviceps Laetacara dorsigera Leporacanthicus galaxias Coridora São-Pedro. L077. L356.P r e t o Rodostomus Torpedinho. Cascudo. L037. L145. L112. L331. Lambari. Cascudo Dianema Rondon. Tuvira-Amarela. Matupiri. Hypostomus spp. Olho-Vermelho Olho-De-Fogo Ulrey Verdadeiro Piquira Cruzeiro-Do-Sul Hemiodus sterni Acari. LDA55 Puxa-puxa Lisa. L132. Acará-Brincalhão Acari. L119. São-Pedro. Jacundá Joaninha. Sarro. Coridora Coridora Coridora Coridora Coridora Coridora Coridora Coridora-Mini Coridora-Leopardo. L310. L298. Transparente Miguelzinho Farol-Vela. Voador. Lambari-Azul. Gasteropelecus levis Gasteropelecus sternicla Geophagus altifrons Gymnocorymbus ternetzi Hemigrammus bleheri Hemigrammus marginatus Hemigrammus ocellifer Hemigrammus pulcher Hemigrammus ulreyi Hemigrammus unilineatus Hemiodus gracilis Hemiodus sterni Hopliancistrus tricornis Hyphessobrycon spp. L227. Peixe-Borboleta. L379. L078. Borboleta-Falsa Cará. L087. L101. Lápis Acarazinho Acará-Bobo. L366. L284. Coridora Coridora Coridora Coridora Coridora São-Pedro. Bandeirinha-Do-Rabo-Vermelho. L167. L285. L367. Peixe-Galo Sapopema. L060. L192. L246. L222. LDA24. L311. Acará Te t r a . L242. L139. L308. L286. L118. L137. L117. Jacundá Crenucho Acari. L381. L130. L245.Corydoras ambiacus Corydoras arcuatus Corydoras burgessi Corydoras caudimaculatus Corydoras davidsandsi Corydoras elegans Corydoras griséus Corydoras haraldschultzi Corydoras hastatus Corydoras julii Corydoras melini Corydoras narcissus Corydoras nattereri Corydoras paleatus Corydoras parallelus Corydoras punctatus Corydoras rabauti Corydoras reticulatus Corydoras robineae Corydoras robustus Corydoras schwartzi Corydoras sterbai Crenicara punctulatum Crenicichla alta Crenicichla notophthalmus Crenicichla regani Crenuchus spilurus Dekeyseria pulcher Dianema longibarbis Dianema urostriatum Dicrossus filamentosus Dicrossus maculatus Eigenmannia spp. L138. Jacundá Joaninha. L166. Cascudo Rosaceu Acari. L342. L266. LDA36.

Aracú. LDA18. L015. L103. Acará-Negro. Carachama negro. Lápis Lápis Lápis Torpedinho. L170. L382. Limpa-Vidro Cascudinho Cascudinho. L076. L202. Solteira.Ve r d e Acari. L061. L140. Zepelim. Pacú-Arú Piranha Pyrrhulina Pintada Pyrrhulina Pyrrhulina Pyrrhulina Rabo-De-Chicote . L265. L209. L009. L147. Acari Cascudo-abacaxi Acará Festivo Piaba Piaba Piaba Piaba-Bota-Fogo Piaba Piaba Lambari. Acará-De-Véu. Limpa-vidro L i m p a . L377. LDA20. Cascudo Cascudinho. L049. Lápis Torpedinho. L075/124. L163. Lápis Acari. L038. LDA57 Rodostomo Arú. L218. L214. L278. L099. Cascudo Aracu-Pororoca. Mexicano. Limpa-Folhas. Lebistes. Lápis Peixe-Lápis. Peito-De-Moça Brilhante Marajó Prionobrama Piranha Assacu-Pintado Anostumus Anostumus Acari vela. Barrigudinho. L008. L135. L288. L012.Vi d r o Cardinal N é o n . L134. Pitbull pleco Cascudinho Pecoltia. Bobó. L072. L013. L243. Bodó. L205. Piaba Piaba Piaba Piaba Piaba-Rabo-De-Ouro Piaba Peixe-folha Pacuzinho vermelho Torpedinho-Dourado. L387. Cospe-Cospe. Guppy. Acará-Fantasma.Leporacanthicus joselimai Leporellus vittatus Leporinus agassizi Liosomadoras oncinus Megalancistrus barrae Megalancistrus parananus Mesonauta festivus Moenkhausia affinis Moenkhausia barbouri Moenkhausia colletii Moenkhausia dichroura Moenkhausia gracilima Moenkhausia hasemani Moenkhausia intermedia Moenkhausia jamesi Moenkhausia lepidura Moenkhausia megalops Moenkhausia oligolepis Moenkhausia sanctaefilomenae Monocirrhus polyacanthus Myloplus rubripinnis Nannostomus beckfordi Nannostomus digrammus Nannostomus eques Nannostomus marginatus Nannostomus trifasciatus Nannostomus unifasciatus Oligancistrus punctatissimus Otocinclus affinis Otocinclus flexilis Otocinclus hoppei Otocinclus vittatus Paracheirodon axelrodi Paracheirodon simulans Parancistrus aurantiacus Parotocinclus jumbo Parotocinclus maculicauda Peckoltia spp Petitella georgiae Poecilia reticulata Poecilocharax weitzmani Polycentrus schomburgkii Prionobrama filigera Pristobrycon calmoni Pseudacanthicus leopardus Pseudanos gracilis Pseudanos trimaculatus Pseudorinelepis genibarbis Pterophyllum scalare Pygocentrus nattereri Pyrrhulina brevis Pyrrhulina laeta Pyrrhulina rachoviana Pyrrhulina vittata Rineloricaria fallax Acari. Cascudo Cascudinho. Carachama sin costilla Acará-Bandeira. L211. Andorinha Aracu Liosomadoras oncinus Cascudo. L055. L358. Cascudo. L080.

Bodó. L362. Cascudo-Comprido. Peixe-Borboleta. Disco Tatia Taéria Borboleta. L368 Caramelo Piranha Acari. Cascudo-Viola. Rabo-De-Chicote Acari-Lima. Cascudo-Barbado. Cascudo-Espada. L253. Morere. Lima. Rabo-de-Chicote Cascudo-Espada. Serrapinnus notomelas Serrasalmus hollandi Spectracanthicus murinus Sturisoma barbatum Symphysodon aequifasciatus Symphysodon discus Tatia aulopygia Thayeria obliqua Thoracocharax stellatus Uaru amphiacanthoides Cascudo. Voador Uaru . Papa-Isca. Cascudo Cascudinho-Bico Acará-Disco-Azul. Acará-Disco-Verde. Rabo-De-Chicote Rivulo Pacuí Jurupari Cascudinho Ferreiro. Peixe-Disco. Cascudo-Chinelo. L133.Rineloricaria lanceolata Rineloricaria lima Rineloricaria parva Rivulus punctatus Rivulus urophthalmus Satanoperca jurupari Schizolecis guntheri Scleromystax barbatus Scobiancistrus spp. Cascudo. Maria-Da-Serra. Papudinho. Papuda. Sarro. Coridora Acari. Sarrinho. Acará-Disco-Comum. Acará-Disco-Marrom. Peixe-Machado. Acará-Disco-Castanho. Viola.

As espécies. que dispõe sobre o acesso ao patrimônio genético. Esta Autorização é válida por. 23 de agosto de 2001 e do Decreto nº 3. deverão estar acompanhadas de comprovante de origem. bem como os produtos metabólicos.ANEXO II MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS AUTORIZAÇÃO DE EXPORTAÇÃO Nº /(ANO). resolve: Autorizar a empresa__________________________________________________________ CNPJ n° _____________________ estabelecida à ______________________________ . expirando compulsoriamente no dia 31 de dezembro do ano de sua emissão e não exime a empresa de cumprir o disposto na Medida Provisória nº 2. a informação nelas contidas. de 22 de outubro de 2008. seja para fins científicos. moléculas decodificadas a partir dessas unidades. bioprospecção ou desenvolvimento tecnológico. Esta autorização não é válida para atividades ou procedimentos sobre o material genético dos espécimes listados no ANEXO I com o objetivo de isolar. O INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS – IBAMA. (Responsável legal . no máximo. por meio de seu representante legal. 5º da Instrução Normativa IBAMA n° 203. de 28 de setembro de 2001. (DIA) de (MÊS) e (ANO).186-16/01. A validade desta Autorização está condicionada ao atendimento das exigências estabelecidas pela Defesa Sanitária Animal do Ministério da Agricultura. quando provenientes de cultivo.945. (CIDADE). identificar ou utilizar unidades funcionais de hereditariedade. o qual deverá ser apresentado quando da exportação ou quando exigido pelos fiscais do IBAMA. objeto deste documento. a EXPORTAR PEIXES ORNAMENTAIS DE ÁGUAS CONTINENTAIS. e tendo em vista o que consta do Processo IBAMA nº / . quando provenientes de lojas ou empresas (devidamente registradas na SEAP/PR). um ano. deverão ser originárias de aqüicultores. no ANEXO I da presente Autorização. dentro dos limites estabelecidos. Pecuária e Abastecimento. a partir da data de sua assinatura. no uso da competência que lhe foi conferida com base no disposto no Art.constar carimbo e assinatura) . O não cumprimento do disposto nos itens anteriores implicará na revogação desta Autorização e na aplicação das sanções e penalidades previstas na legislação pertinente. objeto deste documento. As espécies. devidamente registrados na Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República – SEAP/PR e deverá ser apresentado comprovante de origem das mesmas quando da exportação ou quando exigido pelos fiscais do IBAMA.

(Responsável legal . de 22 de outubro de 2008. identificar ou utilizar unidades funcionais de hereditariedade. Pecuária e Abastecimento. bioprospecção ou desenvolvimento tecnológico. O não cumprimento do disposto nos itens anteriores implicará na revogação desta Autorização e na aplicação das sanções e penalidades previstas na legislação pertinente. um ano.186-16/01. e tendo em vista o que consta do Processo IBAMA nº / . (DIA) de (MÊS) e (ANO). no uso da competência que lhe foi conferida com base no disposto no Art. no ANEXO I da presente Autorização. deverá obedecer as seguintes condicionantes: 1. a partir da data de sua assinatura. resolve: Autorizar a empresa__________________________________________________________ CNPJ n° _____________________ estabelecida à ______________________________ . Esta Autorização é válida por. 5º da Instrução Normativa IBAMA n° 202. 3. no máximo. Esta Autorização não é válida para atividades ou procedimentos sobre o material genético dos espécimes listados no seu ANEXO I com o objetivo de isolar. 2. por meio de seu representante legal.ANEXO III MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS AUTORIZAÇÃO DE IMPORTAÇÃO Nº /(ANO). que dispõe sobre o acesso ao patrimônio genético. A (empresa ou pessoa física) ora contemplada com esta Autorização. Estar de posse desta Autorização e da Licença de Importação do Banco Central do Brasil no ato de retirada dos espécimes no desembarque. a informação nelas contidas. moléculas decodificadas a partir dessas unidades.945. de 28 de setembro de 2001.constar carimbo e assinatura) . (CIDADE). dentro dos limites estabelecidos. seja para fins científicos. 4. expirando compulsoriamente no dia 31 de dezembro do ano de sua emissão e não exime a empresa de cumprir o disposto na Medida Provisória nº 2. Esta Autorização não é válida para Organismo Geneticamente Modificado – OGM. 23 de agosto de 2001 e do Decreto nº 3. bem como os produtos metabólicos. O INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS – IBAMA. a IMPORTAR PEIXES ORNAMENTAIS DE ÁGUAS CONTINENTAIS. Atendimento as exigências estabelecidas pela Defesa Sanitária Animal do Ministério da Agricultura.

37. 33. 41. 48. 101. 100.ANEXO IV MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS ORIENTAÇÕES PARA ANÁLISE DE SOLICITAÇÕES DE IMPORTAÇÃO DE PEIXES COM FINALIDADE ORNAMENTAL E DE AQUARIOFILIA. Acanthocobitis botia Acantopsis choirorhynchos Akysis maculipinnis Alestopetersius caudalis Altolamprologus calvus Altolamprologus compressiceps Ameca splendens Amphilophus citrinellus Amphilophus labiatus Anomalochromis thomasi Aphanius mento Aphyocharax anisitsi Aphyocharax paraguayensis Aphyocharax rathbuni Aphyosemion australe Apistogramma commbrae Apistogramma eunotus Apistogramma gibbiceps Apistogramma guttata Apistogramma hongsloi Apistogramma macmasteri Apistogramma nijsseni Apistogramma panduro Apistogramma viejita Aplocheilichthys normani Aplocheilus lineatus Aplocheilus panchax Apteronotus leptorhynchus Archocentrus sajica Aristochromis christyi Astronotus ocellatus Astyanax mexicanus Aulonocara baenschi Aulonocara hansbaenschi Aulonocara hueseri Aulonocara jacobfreibergi Aulonocara maylandi Aulonocara nyassae Aulonocara rostratum 40. 102. 4. 77. 95. 14. 20. 19. 53. 99. 108. 115. 16. 13. 26. 12. 57. 76. 43. 116. pelas justificativas expostas na mesma. Chilata ornata Chitala blanci Chitala chitala Chromobotia macracanthus Cichlasoma festae Cichlasoma trimaculatum Cichlidae sp. 50. 55. 88. 81. 87. 10. Não autorizar a importação das espécies constantes na tabela 2 desse Anexo. 117. 80. 98. 15. 103. 89. sugerimos consultas ao livro “Checklist of Freshwater Fishes of South and Central America” e ao site de internet www. 3. 90. 66. 23. 31. 32. 112. 74. 24. 73. 28. 52. 67. 34. 3. 86. 22. 11. 36. 61. TABELA 1 – ESPÉCIES DE PEIXES PERMITIDAS À IMPORTAÇÃO COM FINALIDADE COMERCIAL OU DE AQUARIOFILIA: 1. 47. 64. Permitir a importação das espécies constantes na tabela 1 desse Anexo. 6. 111. Remeter para análise da Coordenação Geral de Uso Sustentável da Fauna e Recursos Pesqueiros – CGFAP qualquer solicitação de importação de espécies de peixes exóticas que não constem nas tabelas 1 ou 2 desse anexo. 54. 60. 71. 68. 109. 44. 84. A análise dos pedidos de Importação de peixes com finalidade ornamental ou de aquariofilia deverão seguir as seguintes orientações: 1. 46. 85. 82. 93. 30. 113. "Hybrid blood parrot" Colisa lalia Copadichromis chrysonotus Corydoras habrosus Corydoras loxozonus Corydoras metae Corynopoma riisei Crossocheilus latius Crossocheilus siamensis Ctenolucius hujeta Ctenopoma acutirostre Cyathopharynx furcifer Cyphotilapia frontosa Cyprichromis leptosoma Cyprichromis microlepidotus Cyprinella lutrensis Cyprinus carpio Danio choprai Danio dangila Danio kyathit Danio rerio Dario dario Datnioides microlepis Datnioides polota Dermogenys pusilla Devario annandalei Devario devario Devario shanensis Dimidiochromis compressiceps Distichodus affinis Distichodus sexfasciatus Epalzeorhynchos bicolor Epalzeorhynchos frenatum . 9. 5. 49. 63. 39. 2. 83. 105. 2. 107. 25. 18. 56. 104. 106. 114. Aulonocara saulosi Aulonocara stuartgranti Austrolebias nigrippinis Badis badis Balantiocheilos melanopterus Barbonymus altus Barbonymus schwanenfeldii Bedotia geayi Betta coccina Betta falx Betta imbellis Betta livida Betta macrostoma Betta persephone Betta pi Betta pugnax Betta rutilans Betta simorum Betta simplex Betta smarangdina Betta splendens Boraras brigittae Boraras maculatus Boraras merah Boraras urophthalmoides Botia dario Botia histrionica Botia kubotai Botia lohachata Botia rostrata Botia striata Brachygobius doriae Brycinus longipinnis Callochromis melanostigma Campylomormyrus cassaicus Carassius auratus Carinotetraodon travancoricus Chalceus macrolepidotus Chela dadiburjori 79. 21. 58. 91. 97. 94. 65. 59. 45. 110.fishbase. 4. 78. 38. 27. 29. 62. 17. 75. 8. 51.com. 70. 69. 72. 42. 92. 7. Permitir a importação das espécies nativas de peixes de águas continentais não constantes na tabela 1 desse Anexo – Para efeito de consulta sobre a distribuição natural da espécie. 35. 96.

355. 203. 273. 337. 286. 185. 319. 330. 188. 130. 207. 238. 288. 150. 314. 142. 172. 332. 289. 174. 243. 205. 253. 126. 327. 323. 147. 197. 261. 352. 347. 338. 365. 295. 343. 305. 199. 366. 348. 285. 209. 318. 173. 200. 346. 316. 335. 278.118. 274. 176. 156. 165. 216. 144. 267. 178. 281. 340. 123. 212. 262. 191. 131. 228. 312. 133. 135. 300. 234. 294. 194. 219. 136. 282. 313. 250. 224. 320. 317. 363. 256. 357. 350. 129. 242. 331. 220. 251. 168. 277. Puntius arulius Puntius conchonius Puntius denisonii Puntius filamentosus Puntius gelius Puntius hexazona Puntius johorensis Puntius lateristriga Puntius lineatus Puntius oligolepis Puntius pentazona Puntius rhomboocellatus Puntius sachsii Puntius tetrazona Puntius ticto Rabora bankanensis Rasbora borapetensis Rasbora brittani Rasbora caudimaculata Rasbora dorsiocellata Rasbora dusonesis Rasbora kalochroma Rasbora pauciperforata Rasbora rubrodorsalis Rasbora spilocerca Rasbora trilineata Rasbora vaterifloris Sawbwa resplendens Scatophagus argus Scatophagus tetracanthus Schistura balteata Sciaenochromis ahli Sciaenochromis fryeri Scleropages jardinii Scleropages leichardti Selenotoca multifasciata Sewellia lineolata Sphaerichthys osphromenoides Sphaerichthys vaillanti Stigmatogobius sadanundio Sundadanio axelrodi Syncrossus helodes Syncrossus hymenophysa Synodontis angelicus Synodontis brichardi Synodontis decorus Synodontis eupterus Synodontis multipunctatus Synodontis nigrita Synodontis nigriventris Synodontis nigromaculatus Synodontis nigromaculatus Synodontis ocellifer Synodontis petricola Synodontis pleurops Synodontis polli Synodontis schoutedeni Synodontis vaillanti Synodontis velifer Tanichthys albonubes Tateurndina ocellicauda Telmatochromis bifrenatus Telmatochromis vittatus Terapon jarbua Tetraodon biocellatus Tetraodon fluviatilis Tetraodon leiurus Tetraodon nigroviridis Tetraodon palembangensis Thayeria boehlkei Thoracocharax stellatus Tilapia buttikoferi Toxotes chatareus Toxotes jaculatrix Trichogaster chuna Trichogaster microlepis Trigonostigma espei Trigonostigma hengeli Trigonostigma heteromorpha Tropheus annectens Tropheus brichardi Tropheus duboisi Tropheus kasabae . 198. 158. 303. 291. 235. 138. 192. 233. 181. 240. 296. 299. 222. 304. 326. 146. 229. 255. 231. 143. 137. 359. Nematobrycon lacortei Nematobrycon palmeri Neolamprologus cylindricus Neolamprologus brevis Neolamprologus buescheri Neolamprologus caudopunctatus Neolamprologus gracilis Neolamprologus helianthus Neolamprologus meeli Neolamprologus multifasciatus Neolamprologus sexfasciatus Neolamprologus tetracanthus Neolamprologus tretocephalus Neolebias ansorgii Nimbochromis fuscotaeniatus Nimbochromis venustus Niwaella delicata Nomorhamphus liemi Nothobranchius elongatus Nothobranchius fuscotaeniatus Nothobranchius guentheri Nothobranchius Korthausae Nothobranchius patrizii Nothobranchius rachovii Nothobranchius rubripinnis Ophthalmotilapia nasuta Ophthalmotilapia ventralis Oreichthys cosuatis Oryzias celebensis Oryzias javanicus Otopharynx lithobates Pangio kuhlii Pangio pangia Pangio semicincta Pantodon buchholzi Paracheirodon axelrodi Paracheirodon innesi Paracheirodon simulans Paracyprichromis nigripinnis Parambassis ranga Parambassis wolffii Pareutropius debauwi Parosphromenus paludicola Parosphromenus deissneri Parosphromenus filamentosus Parosphromenus ornaticauda Pelvicachromis taeniatus Periophthalmodon schlosseri Periophthalmodon septemradiatus Periophthalmus argentilineatus Periophthalmus barbarus Petrocephalus catostoma catostoma Petrocephalus simus Phenacogrammus interruptus Placidochromis electra Placidochromis milomo Poecilia latipinna Poecilia reticulata Poecilia sphenops Poecilia velifera Pollimyrus castelnaui Pollimyrus nigripinnis Polycentropsis abbreviata Polypterus delhezi Polypterus ornatipinnis Polypterus palmas palmas Polypterus palmas polli Polypterus senegalus senegalus Prionobrama filigera Pristella maxilaris Protopterus dolloi Pseudambassis baculis Pseudepiplatys annulatus Pseudogastromyzon myersi Pseudomugil furcatus Pseudomugil gertrudae Pseudomugil signifer Pseudomugil tenellus Pseudoplatystoma fasciatum Pseudosphromenus cupanus Pseudotropheus elongatus Pterophyllum altum Puntius oligolepis 284. 177. 293. 183. 336. 186. 269. 310. 218. 159. 268. 184. 311. 298. 163. 161. 339. 196. 171. 360. 162. 225. 345. 276. 227. 270. 160. 211. 141. 266. 169. 214. 301. 120. 232. 239. 280. 119. 351. 307. 128. 353. 175. 328. 223. 151. 241. 121. 306. 315. 292. 125. 134. 237. 279. 189. 195. 283. 182. 329. 321. 210. 333. 149. 265. 139. 244. 127. 164. 252. 226. 179. 204. 325. 202. 217. 155. 187. 324. 258. 208. 308. 297. 180. 145. 260. 358. 167. 309. 221. 349. 154. 170. 248. 166. 356. 193. 152. 236. 254. 124. 140. 245. 263. Epalzeorhynchos kalopterus Epiplatys dageti dageti Erethistes jerdoni Erpetoichthys calabaricus Fundulopanchax gardneri Garra cambodgiensis Garra flavatra Garra mullya Gnathonemus petersii Gymnarchus niloticus Gymnocorymbus thayeri Gyrinocheilus aymonieri Hasemania nana Helostoma temminkii Hemibagrus wyckii Hemibragus nemurus Hemichromis lifalili Hemigrammus erythrozonus Hemigrammus rhodostomus Herichthys carpintis Herotilapia multispinosa Hoplarchus psittacus Horabagrus brachysoma Hyphessobrycon columbianus Hyphessobrycon heliacus Hyphessobrycon metae Hyphessobrycon roseus Hyphessobrycon sweglesi Hypselecara coryphaenoides Hypsibarbus vernayi Hypsibarbus wetmorei Hypsophrys nicaraguensis Inlecypris auropurpurea Iodotropheus sprengerae Kiunga ballochi Kryptopterus bicirrhis Kryptopterus cryptopterus Kryptopterus macrocephalus Labeo boga Labeo chrysophekadion Labidochromis caeruleus Lamprichthys tanganicanus Lamprologus kungweensis Lamprologus ocellatus Lamprologus ornatipinnis Lamprologus signatus Lepidiolamprologus nkambae Lepidocephalichthys guntea Lepisosteus oculatus Lepisosteus platostomus Leptobarbus melanopterus Luciosoma setigerum Macrognathus aral Macrognathus circumcinctus Macrognathus siamensis Macrognathus zebrinus Macropodus erythropterus Macropodus opercularis Malapterurus electricus Mastacembelus armatus Mastacembelus erythrotaenia Maylandia zebra Melanotaenia gracilis Melanotaenia herbertaxelrodi Melanotaenia monticola Melanotaenia prkinsoni Mesonauta festivum Mesonoemacheilus triangularis Microrasbora erythromicron Microrasbora kubotai Mikrogeophagus ramirezi Misgurnus anguillicaudatus Moenkhausia oligolepis Moenkhausia pittieri Monodactylus argenteus Monodactylus sebae Mormyrus longirostris Mystus tengara Myxocyprinus asiaticus Nandopsis tetracanthus Nandus nandus Nannocharax latifasciatus Nanochromis nudiceps 201. 249. 230. 257. 272. 190. 342. 344. 213. 362. 148. 206. 354. 247. 322. 302. 264. 246. 275. 287. 122. 341. 364. 215. 259. 271. 153. 361. 132. 157. 290. 334.

Histórico relevante de invasão para outras espécies do gênero . e aquicultura de corte . Não é significante para o mercado ornamental.Não autorizar Auchenoglanis occidentalis Grande porte e uso em pesca comercial.UA segundo o Database on Introductions of Aquatic Species da FAO.Não autorizar Channa lucius Predador de grande porte e comportamento agressivo. Registros de introdução em lugares diversos ao redor do mundo segundo o Database on Introductions of Aquatic Species da FAO.Não autorizar Inúmeros relatos de invasão e baixa representatividade para o hobby .Registros diversos de introdução.Não autorizar Predador de grande porte e comportamento agressivo. Vieja maculicauda Vieja synspila Xenentodon cancila Xenomystus nigri Xenotilapia melanogenys 377. Histórico relevante de invasão para outras espécies do gênero . 375. Pouco relevante para o hobby . e aquicultura de corte . 370. Xiphophorus helleri 378. Ainda não se encontra difundida no mercado interno. 369. Existe histórico relevante de invasão para outras espécies do gênero . Registro de introdução nos E.Não autorizar Clarias batrachus Espécie de grande porte e uso mais relevante em pesca comercial. passível de uso futuro na aquicultura de corte Não autorizar Parachanna obscura Predador de grande porte e comportamento agressivo. Histórico relevante de invasão para outras espécies do gênero . 376. 373. .Não autorizar Predador de grande porte e comportamento agressivo.Não autorizar Pangasius boucorti Espécie de grande porte e uso mais relevante em pesca comercial.Não autorizar Channa pleurophthalma . e aquicultura de corte .Não autorizar Inúmeros relatos de invasão e baixa representatividade para o hobby . Xiphophorus maculatus 379. mas tem amplo potencial para uso em aquicultura de corte . Xiphophorus variatus TABELA 2 – ESPÉCIES DE PEIXES PROIBIDAS À IMPORTAÇÃO COM FINALIDADE COMERCIAL OU DE AQUARIOFILIA: NOME CIENTÍFICO JUSTIFICATIVA Pangasianodon hypophthalmus Espécie de grande porte e uso mais relevante em pesca comercial. Histórico relevante de invasão para outras espécies do gênero . 374.Não autorizar Pangasius larnaudii Espécie de grande porte e uso mais relevante em pesca comercial. Existem vários relatos de invasão para diferentes subespécies segundo o Database on Introductions of Aquatic Species da FAO.Não autorizar Pangasius sanitwongsei Channa argus Channa micropeltes Channa striata Osphronemus goramy Oryzias latipes Trichogaster pectoralis Predador de grande porte e comportamento agressivo. 371. em lugares diversos ao redor do mundo segundo o Database on Introductions of Aquatic Species da FAO.Não autorizar Predador de grande porte e comportamento agressivo. Tropheus moorii Tropheus polli Uaru amphiacanthoides Vieja bifasciata Vieja maculicauda 372.367.Não autorizar Predador de grande porte e comportamento agressivo.Não autorizar Channa bankanensis Predador de grande porte e comportamento agressivo. e aquicultura de corte . 368. Não é significante para o mercado ornamental Não autorizar Inúmeros relatos de invasão e baixa representatividade para o hobby .

21 .DATA DE EMISSÃO / ASSINATURA E CARIMBO DO REPRESENTANTE DO IBAMA ____/___/___ 20 .OBSERVAÇÕES . 1 – NOME EMPRESA/PESSOA FÍSICA: 3 – REGISTRO DO IBAMA (CTF) 2 – MUNICÍPIO DE PARTIDA/UF 4 – CATEGORIA/ REGISTRO SEAP 5 – DESCRIÇÃO DO TRÂNSITO AÉREO ( ) RODOVIÁRIO ( ) DATA : 6 – ENDEREÇO: TRANSPORTADORA: 7 – CNPJ/CPF: 8 – OBJETIVO DO TRANSPORTE: COMERCIAL ( ) OUTROS ( ) PRODUTOS 10 . 3.) 9 – NOME CIENTÍFICO 14 .ESTADO: 18 . 4. Serão toleradas variações de até 5% entre a quantidade de peixes declarada e a efetivamente transportada para embalagens que contenham mais de 500 animais da mesma espécie. referente ao transporte interestadual de peixes ornamentais de águas continentais. 19 . de acordo com as informações abaixo expressas. solicito junto a essa Superintendência Guia de Trânsito de Peixes Ornamentais. O não cumprimento às informações contidas no campo 5 desta Guia implicará em um prazo de validade da mesma de até 72 horas após a data de transporte prevista.DATA DA SOLICITAÇÃO / ASSINATURA DO REQUERENTE ____/_____/____ . 12 – VALOR (UNID.EMPRESA/PESSOA FÍSICA 5ª VIA-MINISTÉRIO DA AGRICULTURA. 1ª VIA-ACOMPANHA O PRODUTO 2ª VIA.ANEXO V MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE – MMA INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS -IBAMA GUIA DE TRÂNSITO DE PEIXES COM FINS ORNAMENTAIS E DE AQUARIOFILIA Nº GUIA Em atenção ao artigo 6º da Instrução Normativa IBAMA nº 203/2008. 2. Esta Guia só terá validade com o carimbo e assinatura de liberação do IBAMA.) R$ (UNIT. PECUÁRIA E ABASTECIMENTO 3ª VIA-IBAMA 4ª VIA-RECEITA FEDERAL .PROCEDENCIA: Nº VÔO/ÔNIBUS: EXTRATIVISMO ( ) AQUICULTURA ( 15 – DESTINATÁRIO: ) OUTROS .IMPORTANTE 1.NOME VULGAR 11– QUANT. 13 – VALOR R$ (TOTAL) ( ) 16 – ENDEREÇO: 17. O preenchimento dos campos 3 e 4 é obrigatório somente para o transporte com fins comerciais. e de 1% para embalagens que contenham entre 100 e 500 animais da mesma espécie.