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CLIENTE:

ANDERSON GUILHERME DA SILVA E OUTROS.

PROJETO:

EDIFÍCIO SITUADO A RUA NAZIRA GANIME RIBEIRO, Nº 120, BELVEDERE, CONSELHEIRO LAFAIETE - MG.

TÍTULO:

 

MEMORIAL

DESCRITIVO

/

ESPECIFICAÇÕES

TÉCNICAS.

DATA:

 

JUNHO/2016.

ESPECIALIDADE:

INSTALAÇÕES DE

SISTEMA

DE

ÁGUAS

PLUVIAIS,

ESGOTO

SANITÁRIO

E

VENTILAÇÃO.

EQUIPE:

THOMAZ SILVA

ANA LUIZA REZENDE

LEANDRO BAETA

Projeto Hidráulico-sanitário

[Água Pluvial, Esgoto Sanitário e Ventilação]

NORMAS E PRÁTICAS COMPLEMENTARES

A execução dos Serviços de Instalações Hidráulicas e Sanitárias deverá atender às seguintes Normas e Práticas Complementares:

ABNT NBR 8160:1999 Instalações prediais de esgoto sanitário Projeto e execução

ABNT NBR 10844:1989 Instalações prediais de águas pluviais - Procedimento

ABNT NBR 5688:2010 Tubos e conexões de PVC-U para sistemas prediais de água pluvial, esgoto sanitário e ventilação Requisitos

ABNT NBR 6493:1994 Emprego de cores para identificação de tubulações

ABNT NBR NM 85:2005 Tubos de PVC - Verificação dimensional

ABNT NBR 14264:1999 Conexões de PVC - Verificação dimensional

ABNT

- Verificação da estabilidade

NBR

5687:1999

Tubos

de

PVC

dimensional

ABNT NBR 14262:1999 Tubos de PVC - Verificação da resistência ao impacto

ABNT NBR 5683:1999 Tubos de PVC - Verificação da resistência à pressão hidrostática interna

ABNT NBR 9053:1999 Tubos de PVC - Determinação da classe de rigidez

ABNT NBR 7371:1999 Tubos de PVC - Verificação do desempenho de junta soldável

ABNT NBR 7231:1999 Conexões de PVC - Verificação do comportamento ao calor

ABNT NBR 6483:1999 Conexões de PVC - Verificação do comportamento ao achatamento

ABNT NBR 8218:1999 Conexões de PVC - Verificação da resistência à pressão hidrostática interna

ABNT NBR 14265:1999 Conexões de PVC - Verificação do desempenho da junta soldável

ABNT NBR 15575-5:2013 Desempenho de edificações habitacionais

para

ABNT

NBR

11905:2015

Argamassa

polimérica

industrializada

impermeabilização

ABNT NBR 9575:2010 Impermeabilização - Seleção e projeto

ABNT NBR 6460:1983 Tijolo maciço cerâmico para alvenaria - Verificação da resistência à compressão

ABNT NBR 7170:1983 Tijolo maciço cerâmico para alvenaria

ABNT NBR 8041:1983 Tijolo maciço cerâmico para alvenaria - Forma e dimensões - Padronização

ABNT NBR 7214:2015 Areia normal para ensaio de cimento - Especificação

ABNT NBR 7215:1996 (Versão Corrigida:1997) Cimento Portland - Determinação da resistência à compressão

ABNT NBR NM 67:1998 Concreto - Determinação da consistência pelo abatimento do tronco de cone

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[Água Pluvial, Esgoto Sanitário e Ventilação]

ABNT NBR 8522:2008 Concreto - Determinação do módulo estático de elasticidade à compressão

ABNT NBR 5648:2010 Tubos e conexões de PVC-U com junta soldável para sistemas prediais de água fria Requisitos

ABNT NBR 5732:1991 Cimento Portland comum

ABNT NBR 7211:2009 Agregados para concreto - Especificação

ABNT NBR 6118:2014 (Versão Corrigida: 2014) Projeto de estruturas de concreto Procedimento

ABNT NBR 7362-1:2005 Versão Corrigida:2007 Sistemas enterrados para condução de esgoto - Parte 1: Requisitos para tubos de PVC com junta elástica

NR 6 - Equipamento de Proteção Individual - EPI (1006.000-7)

ABNT NBR 14725-4:2014 Produtos químicos

NR 10 - Instalações e Serviços em Eletricidade (110.000-9)

NR 11 - Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais

(111.000-4)

NR 18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção

NR 20 Segurança e Saúde no Trabalho com Infamáveis e Combustíveis

Instrução Normativa nº 2, de 30/4/2008 Contratação de serviços, continuados ou não.

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Índice

Projeto Hidráulico-sanitário

[Água Pluvial, Esgoto Sanitário e Ventilação]

1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

6

2 DESCRIÇÃO DO PROJETO

6

2.1

DETALHAMENTO DO PROJETO

6

2.1.1

SISTEMA DE ÁGUA PLUVIAL

6

2.1.1.1 - COBERTURAS E CALHAS

7

2.1.1.2 - CONDUTORES VERTICAIS E HORIZONTAIS

7

2.1.1.3 - CAIXAS DE AREIA A POÇOS DE VISITA

8

2.1.2

SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIO

8

2.1.2.1 APARELHOS SANITÁRIOS:

9

2.1.2.2 DESCONECTORES:

9

2.1.2.3 RAMAL DE DESCARGA:

9

2.1.2.4 RAMAL DE ESGOTO:

9

2.1.2.5 TUBO DE QUEDA:

9

2.1.2.6 SUBCOLETOR:

10

2.1.2.7 COLETOR PREDIAL:

10

2.1.2.8 CAIXA DE GORDURA:

10

2.1.2.9 CAIXA DE INSPEÇÃO:

10

2.1.2.10 DESTINAÇÃO DE ESGOTOS SANITÁRIOS

11

2.1.3

SISTEMA DE VENTILAÇÃO

11

2.1.3.1 VENTILAÇÃO PRIMÁRIA:

11

2.1.3.2 VENTILAÇÃO SECUNDÁRIA:

11

3

CRITÉRIOS DE CONTROLE

11

3.1

ENSAIOS DE RECEBIMENTO

12

3.1.2

MARCAÇÃO

12

3.1.4

DIMENSÕES

13

3.1.5

ESTABILIDADE DIMENSIONAL

13

3.1.6

RESISTÊNCIA AO IMPACTO

13

3.1.7

COMPORTAMENTO DA JUNTA

13

3.1.8

RESISTÊNCIA À PRESSÃO HIDROSTÁTICA INTERNA DE CURTA DURAÇÃO

13

3.1.9

CLASSE DE RIGIDEZ

13

3.1.11 MARCAÇÃO

14

3.1.12 DIMENSÕES

14

3.1.13 COMPORTAMENTO AO CALOR

14

3.1.14 ACHATAMENTO

14

3.1.15 COMPORTAMENTO DA JUNTA

15

3.2

ACEITAÇÃO OU REJEIÇÃO DE LOTES

15

3.2.7

RELATÓRIO DE RESULTADOS DA INSPEÇÃO

15

4.

GESTÃO DE MATERIAIS

15

 

4.1 TRANSPORTE

16

4.2 ESTOCAGEM

16

4.3 MANUSEIO E MOVIMENTAÇÃO

16

5.

EXECUÇÃO:

17

5.1

DISCRIMINAÇÃO DOS SERVIÇOS:

17

5.1.1

SERVIÇOS

17

5.1.1.1 INSTALAÇÕES DO CANTEIRO DE

17

5.1.1.2 LIMPEZA DO TERRENO E RETIRADA DE

17

5.1.1.3 PLACA INDICATIVA DA OBRA EM CHAPA DE AÇO

18

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5.1.1.4 INSTALAÇÕES

18

5.1.1.5 LOCAÇÃO DA OBRA E EXECUÇÃO DE

18

5.2 CALHAS E CONDUTORES PLUVIAIS

18

5.3 CAIXA DE AREIA

19

5.4 CAIXA DE GORDURA

20

5.5 CAIXAS DE INSPEÇÃO

20

5.6 TUBULAÇÕES:

20

5.6.1

EXECUÇÃO DAS JUNTAS ELÁSTICAS:

20

5.6.1

TUBULAÇÕES ENTERRADAS

21

5.7

DETALHES CONSTRUTIVOS

22

5.7.1

SISTEMA DE VENTILAÇÃO

22

5.8 CONCRETO

22

5.9 SERVIÇOS COMPLEMENTARES DE EXECUÇÃO DAS INSTALAÇÕES

23

5.10 GENERALIDADES

23

6 TESTES E ENTREGA DAS INSTALAÇÕES

24

6.1

ESGOTO

24

6.1.1 ENSAIO COM ÁGUA

24

6.1.2 ENSAIO COM AR

24

6.1.3 ENSAIO DE FUMAÇA

25

 

7 FISCALIZAÇÃO

25

8.

MANUTENÇÃO E LIMPEZA

26

8.1 CUIDADOS MÍNIMOS NA MANUTENÇÃO

26

8.2 MÉTODOS USUAIS DE DESENTUPIMENTO

26

8.3 SEGURANÇA NA MANUTENÇÃO

27

8.4 INSPEÇÃO PERIÓDICA

27

8.5 MANUTENÇÃO DA CAIXA DE GORDURA

27

9.

ESPECIFICAÇÕES

27

9.1

EQUIPAMENTOS GERAIS

28

9.1. ANEL DE BORRACHA PARA TUBO E CONEXÕES DE PVC

28

9.1.1 BUCHA DE REDUÇÃO LONGA

28

9.1.2 CORPO DE CAIXA SIFONADA

29

9.1.3 PROLONGAMENTO PARA CAIXA SIFONADA

30

9.1.4 CORPO DE RALO SIFONADO PVC

30

9.1.5 CURVA 90º PVC CURTA SÉRIE NORMAL

31

9.1.6 GRELHA QUADRADA

32

9.1.7 JOELHO 45º E 90º PVC

32

9.1.8 JUNÇÃO SIMPLES PVC

33

9.1.9 LUVA

33

9.1.10 REDUÇÃO EXCÊNTRICA

34

 

9.1.11 TÊ PVC

35

9.1.12 TÊ PVC DE INSPEÇÃO

36

9.1.13 TUBO PVC SÉRIE NORMAL

37

9.1.14 VEDAÇÃO PARA SAÍDA DE VASO SANITÁRIO

38

9.1.15 SIFÃO DE COPO

38

10 EQUIVALÊNCIA TÉCNICA

38

11 QUANTITATIVO DE MATERIAIS

39

12 ANEXO A (FIGURAS E TABELAS DA NBR 5688:1999)

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[Água Pluvial, Esgoto Sanitário e Ventilação]

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Disposições preliminares

O

presente Memorial Descritivo/Especificação Técnica tem por objetivo descrever as

soluções adotadas e a metodologia executiva e estabelecer as diretrizes gerais para a exe- cução das Instalações Hidrossanitárias para a instalação do sistema de água pluvial, esgo-

to

sanitário e ventilação do edifício localizado na rua Nazira Ganime Ribeiro, número 120,

no

bairro Belvedere, na cidade de Conselheiro Lafaiete. O projeto foi elaborado tendo por

base as Normas vigentes preconizadas pela ABNT - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, as diretrizes básicas fornecidas pelo Projeto Arquitetônico, ori- entação da Concessionária local e especificações dos fabricantes dos materiais a serem

utilizados na obra.

2 Descrição do projeto

As instalações de esgoto referem-se a todos os equipamentos, peças, e aparelhos sanitários que permitam o rápido escoamento da água utilizada e dos despejos introduzidos no sistema, evitando a ocorrência de vazamentos e possíveis obstruções, para a destinação apropriada destes dejetos, sendo absolutamente independente do sistema de coleta de águas pluviais. O sistema predial de esgoto também deve ser projetado de modo a evitar contaminação da água potável, impedir o retorno de gases

fétidos do sistema para o interior das áreas de utilização e impossibilitar o acesso de corpos estranhos ao interior do sistema, além de ser facilmente inspecionáveis e acessíveis à manutenção.

O Sistema de captação de águas pluviais destina-se exclusivamente ao seu recolhimento e

condução, não se admitindo quaisquer interligações com outras instalações prediais.

A coleta será através de calhas localizadas nas extremidades das cobertas e a condução

será através de tubulações de PVC ou Ferro Galvanizado, interligadas a caixas de areia distribuídas estrategicamente pelo terreno, sendo direcionadas à rede pública de drena-

gem.

2.1 Detalhamento do projeto

O projeto é dividido em três sistemas principais:

2.1.1 Sistema de água pluvial

Como já descrito anteriormente, o esgotamento das águas será feito através de calhas conforme apresentado no projeto e direcionadas a caixas de areia através de tubos condu- tores verticais em PVC rígido embutidos em shafts. Os coletores verticais quando expos- tos a choques mecânicos deverão ter sua devida proteção ou serem de ferro galvanizado devidamente identificado e sua montagem deve ser feita com todos os cuidados para que

se possa garantir a ausência de vazamentos nas juntas.

Toda tubulação de PVC destinada ao esgotamento de águas pluviais exposta a intempé- ries, será em PVC rígido série reforçada, cuja resistência a esforços mecânicos e a tempe- ratura são superiores a da linha de série normal.

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2.1.1.1 - Coberturas e calhas

As coberturas devem ser desenhadas de modo a evitar a ocorrência de locais onde a água da chuva possa empoçar, podendo vir a provocar problemas de segurança do ponto de vista estrutural. As superfícies das lajes impermeabilizadas devem possuir 1,5% de decli- vidade mínima, de forma a garantir o escoamento até os pontos de drenagem, que devem ser mais de um, para que seja dificultada a hipótese de obstrução completa. É recomen- dável que as coberturas sejam divididas em superfícies menores, de modo que se evitem grandes percursos de água e cada uma destas superfícies deve possuir orientação de cai- mento diferentes. Nas edificações térreas, a colocação de calha nos telhados é dispensável, dependendo das condições dos locais de queda de água. Entretanto, é obrigatória a colocação de calha em edificações de mais de um pavimento, cuja altura de queda da água possa contribuir para

o desgaste ou deterioração dos elementos construtivos dispostos logo abaixo, ou para a

erosão do terreno; As calhas obedecerão rigorosamente aos perfis indicados no projeto arquitetônico e deve- rão apresentar declividade uniforme, orientada para os tubos de queda, no valor mínimo de 0,5%.

O caimento das calhas deve ser de, no mínimo, 0,5%, na direção e sentido de dois pontos

de drenagem, e caso haja problemas decorrentes de desníveis existentes, estes devem ser considerados. Tendo em vista as condições desejáveis de manutenção, as calhas devem ser acessíveis sem que para isto sejam necessários dispositivos especiais para inspeção e limpeza. As calhas podem ser executadas em concreto armado, alvenaria, chapa de aço galvanizado, chapa de cobre, chapa de alumínio, aço inoxidável, fibra de vidro, fibroci- mento ou PVC rígido. Os funis devem ser aplicados às saídas das calhas em geral, para permitir o escoamento para os condutores verticais, deve-se evitar o fenômeno de turbilhonamento na entrada do funil, pois somado isso ao arraste de ar sofrido, a vazão na seção do conduto irá diminuir, fazendo com que o rendimento da instalação seja reduzido. Como regra, pode-se estabe-

lecer que a área da abertura superior seja duas vezes a da abertura inferior, sendo sua altu-

ra igual ao diâmetro da abertura superior.

Os funis devem, preferencialmente, ser executados em chapa aço galvanizado, ou de co- bre, podendo ser também, em concreto armado. Podem ser em forma de tronco de cone ou tronco de pirâmide, dependendo das condições de conexão da calha com o condutor vertical. Os condutores serão localizados conforme projeto, devendo ser observada declividade mínima de 0,5% em trechos não verticais. Todos os condutores serão executados em tu- bos de PVC rígido, do tipo ponta e bolsa, a não ser quando especificado ao contrário no projeto. Os condutores terão, em sua extremidade inferior, curva para despejo livre das águas pluviais ou para ligação do condutor à rede coletora subterrânea.

2.1.1.2 - Condutores verticais e horizontais

Os condutores verticais são dutos destinados a escoar as águas das coberturas planas ho- rizontais e das calhas dos telhados para o nível da superfície do terreno ou ligando-se aos

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condutores horizontais, canaletas ou caixas de areia. Deverão ser instalados embutidos na alvenaria. O material utilizado preferencialmente é o PVC. Os condutores verticais devem ser dispostos em uma só prumada, evitando-se os desvios. Estes, quando absolutamente necessários, devem ser feitos apenas mediante curvas de 45º, complementadas por aberturas e tampões de inspeção. Os condutores horizontais podem ser os canais, canaletas ou tubulações horizontais desti- nadas a conduzir as águas drenadas até os locais de lançamento final, sejam sarjetas ou

corpos receptores de superfície (rios, canais, lagos, entre outros). Em todos os casos, estes condutos devem funcionar em regime de escoamento livre, com a lâmina de altura igual a,

no máximo, 2/3 do diâmetro interno do tubo ou da altura da seção do canal ou canaleta. A

declividade dos condutos deve ser uniforme de, no mínimo, 0,5%, conforme itens 5.7.2 e

5.5.2 da NBR 10844:1989.

Nas tubulações enterradas, devem ser previstas caixas de areia, sempre que houver:

• conexão de outra tubulação;

• mudança de declividade;

• mudança de direção; e,

• ligação de condutores verticais.

2.1.1.3 - Caixas de areia a Poços de visita

Caixas utilizadas nos condutores horizontais destinadas a recolher detritos por deposição. Nas tubulações enterradas, devem ser previstas caixas de areia sempre que houver cone- xões com outra tubulação, mudança de declividade, mudança de direção e ainda a cada trecho de 20m nos percursos retilíneos. Os poços de visita devem ser utilizados para permitir que a tubulação dos condutores horizontais possa ser visitada em situações em que estejam a mais de 100cm abaixo do nível do solo.

2.1.2 Sistema de esgoto sanitário

O projeto das instalações de esgotos sanitários foi desenvolvido de modo a atender as

exigências técnicas mínimas quanto à higiene, segurança, economia e conforto dos usuários, incluindo-se a limitação nos níveis de ruído. As instalações foram projetadas de maneira a permitir rápido escoamento dos esgotos sanitários e fáceis desobstruções, vedar a passagem de gases e animais das tubulações para o interior das edificações, impedir a formação de depósitos na rede interna e não poluir a água potável. Foi previsto um sistema de ventilação primária e secundária, a fim de evitar a perda dos fechos hídricos e também para que os gases emanados dos coletores sejam encaminhados para a atmosfera. Este subsistema tem por finalidade captar e transportar o esgoto a um destino adequado e é composto por:

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2.1.2.1 Aparelhos sanitários:

Os aparelhos sanitários são destinados ao uso de água para fins higiênicos e têm como objetivo receber dejetos ou águas servidas. Devem impedir a contaminação da água potável, oferecer conforto ao usuário adequado a sua utilização e possibilitar acesso e manutenção adequados. Definem o início do sistema de coleta de esgoto sanitário.

2.1.2.2 Desconectores:

Este dispositivo possui um fecho hídrico que impede o fluxo de gases no sentido oposto ao do esgoto. Todos os aparelhos sanitários devem ser protegidos por desconectores, individualmente ou em conjunto de uma mesma unidade autônoma. Quando forem da forma de caixa sifonada, podem possuir grelhas como tampa para a coleta de água de lavagem de pisos quando atendem a lavatórios, chuveiros, bidês e banheiras; devem ter tampa cega quando atendem a mictórios e nunca atendem a bacias sanitárias, pias de cozinha; no caso de tanques e máquinas de lavar, podem estar presentes ao final de tubo de queda exclusivo para estes aparelhos.

O fecho hídrico existente deve ter altura mínima de 0,05 m e o dispositivo de saída deve

ter diâmetro igual ou superior ao do ramal de descarga a ele conectado.

2.1.2.3 Ramal de descarga:

Coletor horizontal que recebe diretamente os efluentes do aparelho sanitário e os encaminha ao desconector. Este, assim como os demais trechos horizontais do sistema, deve possibilitar o escoamento do esgoto por gravidade, apresentando declividade constante de, no mínimo 1% para tubos de diâmetro nominal igual ou superior a 100 e 2% quando diâmetro nominal do tubo menor ou igual a 75, e permitir desobstrução e limpeza do sistema. Para mudança de direção nestes trechos devem ser utilizadas conexões de 45º, sendo permitido o uso de conexões de 90º apenas nas mudanças de direção horizontal para vertical e vice-versa. Não é permitida e ligação de ramal de descarga a abertura de inspeção de joelho ou curva do ramal de descarga da bacia sanitária

2.1.2.4 Ramal de esgoto:

Esta tubulação recebe os efluentes do desconector ou da reunião de ramais de descarga e

os encaminha o tubo de queda. Assim como o ramal de descarga, o ramal de esgoto é um trecho horizontal do sistema, devendo possuir as mesmas características.

A NBR 8160 recomenda as seguintes declividades mínimas:

a) 2% para tubulações com diâmetro nominal igual ou inferior a 75;

b) 1% para tubulações com diâmetro nominal igual ou superior a 100.

2.1.2.5 Tubo de queda:

Tubulação vertical que recebe o esgoto transportado até então pelos ramais de descarga e esgoto e o leva ao subcoletor, reunindo os efluentes dos diversos pavimentos da

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edificação. Deve, sempre que possível, ser instalado em um mesmo alinhamento, evitando desvios horizontais, mas, quando necessário, é indicado o uso de conexões de 90º de raio longo ou duas conexões de 45º. Em edifícios de dois ou mais andares, devem ser adotadas soluções que evitem a formação e retorno de espuma aos ambientes

sanitários nos tubos de queda que recebem efluentes de pias, tanques, máquinas de lavar

ou outros aparelhos onde seja utilizado detergente.

2.1.2.6 Subcoletor:

Tubulação horizontal que recebe os efluentes de um ou mais tubos de queda ou ramais de esgoto, geralmente aparente no teto de subsolos ou embutido no forro do pavimento térreo em edifícios em altura e enterrado em edifícios térreos. Este trecho do sistema deve ter as mesmas características dos demais tubos horizontais do sistema conforme descrito para o ramal de descarga e apresentar declividade máxima de 5%. Todas as conexões de mudança de direção, declividade e diâmetro devem possibilitar a inspeção e a manutenção e quando necessário, os desvios devem ser feitos com peças com ângulo central igual ou inferior a 45°.

2.1.2.7 Coletor predial:

O coletor de esgoto é a tubulação compreendida entre a última inserção do subcoletor,

ramal de esgoto e de descarga ou caixa de inspeção geral e o coletor público ou sistema

particular. Deve ser dimensionado como o subcoletor, respeitados os mesmos parâmetros. Este trecho do sistema não pode possuir nenhum obstáculo ao escoamento livre dos efluentes. Quando necessário, os desvios devem ser feitos com peças com ângulo central igual ou inferior a 45°.

2.1.2.8 Caixa de gordura:

Dispositivo acessório cuja função é reter gorduras, óleos e graxas presentes no esgoto de cozinhas e áreas de serviço através de duas câmaras, receptora e vertedora, separadas por um septo fixo, que formam uma camada sobrenadante que deve ser removida sempre que necessário pelo usuário pois, o escoamento livre destes materiais pode causar a obstrução do sistema predial ou da rede coletora. Elas devem ser devidamente vedadas para evitar a entrada de animais, água de lavagem de pisos e águas pluviais Sua adoção, não sendo obrigatória pelos órgãos locais, fica a critério do projetista. O tubo de queda que levam os efluentes para a caixa de gordura deve ser exclusivo para este fim, chamado tubo de gordura. No caso deste edifício, por ser de múltiplos pavimentos, as caixas de gordura devem estar presentes apenas ao final de cada tubo de gordura.

2.1.2.9 Caixa de inspeção:

Caixa destinada a permitir a inspeção, limpeza, desobstrução, junção, mudanças de declividade e/ou direção das tubulações de tubulações enterradas. Devem ser locadas apenas em áreas comuns e possuir tampa hermética removível, abertura suficiente para desobstrução e limpeza dos tubos adjacentes.

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2.1.2.10 Destinação de esgotos sanitários

A disposição final do efluente do coletor predial do sistema de esgoto sanitário deve ser feita em rede pública de coleta de esgoto sanitário, quando ela existir, ou em sistema particular de tratamento quando não houver rede pública de coleta de esgoto sanitário. O sistema particular de tratamento, referido anteriormente, deve ser concebido de acordo com a normalização brasileira pertinente. OBS.: As caixas de gordura, poços de visita e caixas de inspeção devem ser perfeitamente impermeabilizados, providos de dispositivos adequados para inspeção, possuir tampa de fecho hermético, ser devidamente ventilados e constituídos de materiais não atacáveis pelo esgoto.

2.1.3 Sistema de ventilação

Os componentes deste sistema têm como principal objetivo promover a entrada de ar e saída de gases do sistema predial de esgoto sanitário, promovendo assim o alívio de sobre pressões, entrada de ar nas regiões com depressões e encaminhamento dos gases gerados no interior do sistema para a atmosfera. O subsistema pode ser formado pela ventilação primária e secundária ou apenas pela ventilação primária quando suficiente.

2.1.3.1 Ventilação primária:

Ventilação proporcionada pelo ar que escoa pelo tubo de queda quando este é prolongado acima do ramal mais alto a ele ligado e com extremidade superior aberta à atmosfera si- tuada acima da cobertura do prédio.

2.1.3.2 Ventilação secundária:

Ventilação proporcionada pelo ar que escoa pelo interior do conjunto de tubos e conexões (colunas, barriletes e ramais de ventilação) constituindo a tubulação de ventilação secundária.

3 Critérios de controle

Todos os serviços deverão estar de acordo com as prescrições da ABNT relativas ao fornecimento de materiais e à execução.

Para evitar o comprometimento da eficiência das juntas e das soldas, recomenda-se o uso de tubos, conexões e adesivos do mesmo fabricante. A utilização de materiais com mesma equivalência técnica aos especificados deverá ser aprovada pela fiscalização em diário de obra, constando inclusive os materiais especificados e o tipo e fabricante dos materiais equivalentes a serem utilizados.

Antes do recobrimento das tubulações embutidas e enterradas, serão executados testes visando detectar eventuais vazamentos.

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3.1 ENSAIOS DE RECEBIMENTO

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Os ensaios de recebimento devem ser feitos conforme estabelece a Norma NBR 5688 e limitam-se aos lotes de produto acabado apresentados pelo fabricante.

De cada lote formado deve ser retirada a amostra, conforme a tabela 11 para os ensaios não-destrutivos e tabela 12 para os ensaios destrutivos. Os tubos constituintes das amostras devem ser submetidos aos ensaios não-destrutivos: visual conforme 3.1.1 e 3.1.2, e dimensional conforme 3.1.3 e 3.1.4, e aos ensaios destrutivos: estabilidade dimensional conforme 3.1.5, resistência ao impacto conforme 3.1.6, comportamento da junta conforme 3.1.7, resistência à pressão hidrostática interna de curta duração conforme 3.1.8 e classe de rigidez conforme 3.1.9.

As conexões constituintes das amostras devem ser submetidas aos ensaios não- destrutivos: visual conforme 3.1.10 e 3.1.11, e aos ensaios destrutivos: dimensional conforme 3.1.12, comportamento ao calor conforme 3.1.13, achatamento conforme 3.1.14, comportamento da junta conforme 3.1.15.

Os ensaios não destrutivos devem ser efetuados de acordo com o plano de amostragem definido na tabela 11.

O lote de produtos aprovado nos ensaios não destrutivos deve ser submetido aos ensaios destrutivos previstos nos itens A e B conforme plano de amostragem estabelecido na tabela 12.

Item A: Os tubos constituintes das amostras devem ser submetidos aos ensaios não- destrutivos: visual conforme 3.1.1 e 3.1.2, e dimensional conforme 3.1.3 e 3.1.4, e aos ensaios destrutivos: estabilidade dimensional conforme 3.1.5, resistência ao impacto conforme 3.1.6, comportamento da junta conforme 3.1.7, resistência à pressão hidrostática interna de curta duração conforme 3.1.8 e classe de rigidez conforme 3.1.9.

Item B: As conexões constituintes das amostras devem ser submetidas aos ensaios não- destrutivos: visual conforme 3.1.10 e 3.1.11, e aos ensaios destrutivos: dimensional conforme 3.1.12, comportamento ao calor conforme 3.1.13, achatamento conforme 3.1.14, comportamento da junta conforme 3.1.15.

3.1.1 Cada tubo deve ter cor uniforme e ser livre de corpos estranhos, bolhas, rachaduras

ou outros defeitos visuais que indiquem descontinuidade do material e/ou do processo de extrusão.

3.1.2 Marcação

Os tubos devem trazer marcado, ao longo da extensão, de forma visível e indelével, no mínimo o seguinte:

a) a marca ou identificação do fabricante;

b) a sigla PVC e o diâmetro nominal: PVC DN (número);

c) os dizeres: ESGOTO SN ou ESGOTO SR;

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d) o número desta Norma.

3.1.3 Os tubos devem ser fabricados com comprimento total de 3,0 m ou 6,0 m com

tolerância de +1,0% e - 0,5%.

3.1.4 Dimensões

Os tubos de PVC tipo DN devem ter o diâmetro externo médio (d em ) e a espessura de parede (e) conforme mostrado na tabela 1 e a profundidade mínima da bolsa (Pb) conforme mostrado na tabela 3.

O ensaio deve ser realizado de acordo com a NM 85.

3.1.5 Estabilidade dimensional

Os tubos tipo DN, quando submetidos à temperatura de (140 ± 4) °C, em banho termoestabilizado ou estufa, devem apresentar variação longitudinal menor ou igual a 5%.

O ensaio deve ser realizado de acordo com a NBR 5687.

3.1.6 Resistência ao impacto

Os tubos tipo DN devem resistir, na temperatura de 20 +3 -2 °C, aos impactos, estabelecidos na tabela 7, de um percussor metálico, com ponta semi-esférica, de raio 12,5 mm, sem apresentar fissuras, trincas, furos ou quebra.

Depressões na região do impacto não devem ser consideradas como falhas.

O ensaio deve ser realizado de acordo com a NBR 14262.

3.1.7 Comportamento da junta

As juntas dos tubos de PVC tipo DN devem ser estanques quando submetidas às condições da tabela 8 na temperatura de 20 +3 -2 °C e ensaiadas conforme a NBR 5685.

3.1.8 Resistência à pressão hidrostática interna de curta duração

Os tubos de PVC tipo DN devem resistir sem romper, durante 6 min, a uma pressão hidrostática interna decorrente da aplicação de uma tensão circunferencial de ruptura (σ r) de 33,4 MPa, na temperatura de 20 +3 -2 °C.

O ensaio deve ser realizado de acordo com a NBR 5683.

3.1.9 Classe de rigidez

Os tubos de PVC série normal de DN 100 e DN 150 devem ter classe de rigidez de 1500 Pa.

Os tubos de PVC série reforçada de DN 100, DN 150 e DN 200 devem ter classe de rigidez de 3200 Pa.

A classe de rigidez dos tubos deve ser determinada na temperatura de 20 +3 -2 °C e estes

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devem suportar uma deformação diametral de 30% sem apresentar quaisquer sinais de trincas, rasgos ou quebras.

O ensaio deve ser realizado de acordo com a NBR 9053.

3.1.10 Cada conexão deve ter cor uniforme e ser livre de corpos estranhos, bolhas, trincas,

fendas ou outros defeitos visuais que indiquem descontinuidade do material e/ou do processo de moldagem por injeção.

3.1.11 Marcação

As conexões devem trazer marcado, de forma legível e indelével, no mínimo o seguinte:

a) a marca ou identificação do fabricante;

b) o diâmetro nominal: DN (número);

c) os dizeres: SN ou SR;

d) o número desta Norma.

NOTA - Conexões com espaço insuficiente para marcação completa conforme acima devem conter no mínimo a identificação do fabricante e o diâmetro externo.

3.1.12 Dimensões

As dimensões das conexões, quando ensaiadas de acordo com a NBR 14264, devem estar de acordo com o estabelecido nos itens a e b.

Item a: As conexões devem ser fabricadas com dimensões e formas conforme a figura 2 e a tabela 5.

Item b: A profundidade mínima das bolsas (Pb) das conexões deve estar de acordo com a tabela 5.

3.1.13 Comportamento ao calor

As conexões, quando submetidas à temperatura de (150 ± 2) °C, durante 15 min para e 3,0 mm e 30 min para e > 3,0 mm, em estufa com circulação forçada de ar, não devem apresentar, após o resfriamento, bolhas ou escamas com profundidade superior a 50% da espessura da parede; assim como fendas, rachaduras ou fissuras nas linhas de emenda ou outra região que ultrapassem, em qualquer ponto, a espessura da parede da conexão; e danos superficiais nas vizinhanças do ponto de injeção com profundidade superior a 50% da espessura da parede.

O ensaio deve ser realizado de acordo com a NBR 7231.

3.1.14 Achatamento

As conexões devem resistir a uma deflexão de 30% do diâmetro interno máximo na temperatura de 20 +3 -2 °C sem romper e/ou estilhaçar, apresentar trincas, rasgos e delaminações nas superfícies externa e interna.

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Pequenas fissuras que não ultrapassem em qualquer ponto a espessura de parede da conexão não devem ser consideradas como defeitos.

O ensaio deve ser realizado de acordo com a NBR 6483.

3.1.15 Comportamento da junta

Na temperatura de 20 +3 -2 °C, as juntas das conexões de PVC tipo DN devem ser estanques quando submetidas às condições da tabela 8.

O ensaio deve ser realizado de acordo com a NBR 5685.

3.2 Aceitação ou rejeição de lotes

Quando for efetuada inspeção no recebimento dos lotes, a aceitação ou rejeição deve ser conforme 3.2.1 a 3.2.6, aplicada para cada tipo de ensaio.

3.2.1 Se o número de unidades defeituosas (aquelas que contêm uma ou mais não-

conformidades) na primeira amostragem for igual ou menor do que o primeiro número de aceitação, o lote deve ser considerado aceito.

3.2.2 Se o número de unidades defeituosas na primeira amostragem for igual ou maior do

que o primeiro número de rejeição, o lote deve ser rejeitado.

3.2.3 Se o número de unidades defeituosas encontrado na primeira amostragem for maior

do que o primeiro número de aceitação e menor que o primeiro número de rejeição, uma segunda amostragem de tamanho indicado pelo plano de amostragem deve ser retirada.

3.2.4 As quantidades de unidades defeituosas encontradas na primeira e na segunda

amostragem devem ser acumuladas.

3.2.5 Se a quantidade acumulada de unidades defeituosas for igual ou menor do que o

segundo número de aceitação, o lote deve ser aceito.

3.2.6 Se a quantidade acumulada de unidades defeituosas for igual ou maior do que o

segundo número de rejeição, o lote deve ser rejeitado.

3.2.7 Relatório de resultados da inspeção

Para cada lote entregue o relatório deve conter no mínimo o seguinte:

a) identificação do produto;

b) tamanho do lote inspecionado;

c) declaração de que o lote fornecido atende às especificações da Norma NBR 5688.

4. Gestão de materiais

O armazenamento de materiais deve ser realizado conforme o item 11.3 da norma regulamentadora NR 11 - Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais (111.000-4).

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4.1 Transporte

No Brasil, ainda é permitido o transporte de cargas em carroceria aberta. Enquanto for mantida esta prática, fora de uso nos países adiantados, a carga de tubos deverá ter a sua segurança quanto ao tombamento melhorada através da colocação de caibros ao longo das grades, facilitando, inclusive, a amarração.

Embora não recomendável, poderão ser permitidas as cargas mistas, isto é, aquelas formadas por tubos de diversos diâmetros, sendo os menores alojados dentro dos maiores. Neste caso, os feixes serão organizados na descarga, o que fará parte da conferência de recebimento.

4.2 Estocagem

Os tubos deverão ser empilhados adequadamente, classificados por comprimento, diâmetro, classe, tipo de junta, cor, etc., de maneira a permitir um manuseio fácil e a conferência rápida. De um modo geral, para uma estocagem correta, deverão ser observados:

* O local de estocagem deverá ser plano, de contínuo e fácil acesso a veículos de carga;

* Os tubos deverão ser armazenados em local coberto, a fim de evitar a ação da luz solar sobre eles.

* A primeira camada de tubos deverá estar totalmente apoiada, ficando livres somente as

bolsas. Esse apoio contínuo poderá ser constituído de ripões dispostos transversalmente aos tubos e distanciados no máximo de 2,00 m.

* Nos empilhamentos, as bolsas de tubos contíguos, em uma mesma camada e em camadas distintas, deverão ser alternadas, para que não haja pressão nas mesmas.

* Alternativamente poderá ser adotado o sistema de camadas alternadas para os tubos não enfeixados.

* Recomenda-se uma altura máxima de empilhamento de 1,50 m, independentemente do diâmetro dos tubos.

* As conexões de PVC serão estocadas, abrigadas, separadas por bitola, em caixas ou em escaninhos apropriados. As pilhas não deverão ter altura superior a 1,0 m.

4.3 Manuseio e movimentação

Durante o manuseio, face à leveza dos tubos de PVC, deverão ser evitados o atrito e o impacto com materiais pontiagudos, metálicos ou com pedras, para preservar, principalmente, as pontas e as bolsas.

Os tubos com diâmetros menores ou iguais a 110 mm deverão ser agrupados em feixes armados com fita plástica, de modo a facilitar a conferência e o manuseio.

Na amarração dos feixes, deverão ser utilizadas cordas leves. Nunca serão usados arames ou correntes.

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A composição dos feixes deverá permitir a sua movimentação, com comodidade, por

duas pessoas.

Tubos com diâmetros superiores a 110 mm serão manuseados individualmente ou em grupos que permitam sua movimentação, também por duas pessoas.

5. Execução:

As obras deverão ser executadas por profissionais devidamente habilitados, abrangendo

todos os serviços, desde as instalações iniciais até a limpeza e entrega da obra, com todas

as instalações em perfeito e completo funcionamento.

Equipamentos de Proteção Individual: A empresa executora deverá providenciar

equipamentos de proteção individual, EPI, necessários e adequados ao desenvolvimento

de cada etapa dos serviços, conforme normas na NR-06, NR-10 e NR-18 Portaria SIT n.º

254, de 04 de agosto de 2011, bem como os demais dispositivos de segurança.

Equipamentos de Proteção Coletiva: A empresa executora deverá providenciar além dos equipamentos de proteção coletiva também projeto de segurança para o canteiro em consonância com o PCMAT (Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria de Construção) e com o PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) específico tanto da empresa quanto da obra planejada.

O profissional credenciado para dirigir os trabalhos por parte da empresa executora

deverá dar assistência à obra, fazendo-se presente no local durante todo o período da obra e quando das vistorias e reuniões efetuadas pela Fiscalização.

Este profissional será responsável pelo preenchimento do Livro Diário de Obra.

Todas as ordens de serviço ou comunicações da Fiscalização à empresa executora da obra, ou vice-versa, serão transmitidas por escrito, e somente assim produzirão seus efeitos. Para tal, deverá ser usado o Livro Diário da Obra. O diário de obra deverá ser preenchido DIARIAMENTE e fará parte da documentação necessária junto à medição, para liberação da fatura. Este livro deverá ficar permanentemente na obra, juntamente com um jogo completo de cópias dos projetos, detalhes e especificações técnicas.

5.1 Discriminação dos serviços:

5.1.1 Serviços Preliminares.

5.1.1.1 Instalações do canteiro de obras.

O canteiro de obras deverá ser instalado de forma a não prejudicar a circulação de

veículos e pessoas nas adjacências da obra.

5.1.1.2 Limpeza do terreno e retirada de entulhos.

A limpeza do terreno deverá ser realizada antes do início da obra e os entulhos retirados

imediatamente, não sendo permitido acúmulo de entulhos nos limites do terreno. O

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destino dos entulhos será de inteira responsabilidade da CONTRATADA.

5.1.1.3 Placa indicativa da obra em chapa de aço galvanizado.

As orientações para uma sinalização de segurança eficiente são descritas na Norma Regulamentadora número 18 (NR-18), que trata das condições e do meio ambiente de trabalho na indústria da construção.

A placa deve estar em conformidade com o Artigo 16 da LEI FEDERAL N° 5.194 de 24

de dezembro de 1966 e a Instrução Normativa número 2 da Secretaria de Comunicação Social do Governo Federal (SECOM).

O tamanho padrão da placa principal é de 3m de largura por 1,5m de altura. Os textos da

placa deve-se usar a fonte Verdana, em caixa alta e em negrito (bold), nos tamanhos:

Cabeçalho-780 pt ou 20,8 cm de altura, Nome da obra- 600 pt ou 15,3 cm de altura. O tamanho padrão da placa de apoio é de 1m de largura por 1,5m de altura. Os textos da placa deve-se usar a fonte Verdana, em caixa alta e em negrito (bold), nos tamanhos:

Texto principal-300 pt ou 8 cm de altura, Texto rodapé- 135 pt ou 3,5 cm de altura.

5.1.1.4 Instalações Provisórias.

As instalações provisórias deverão ser providenciadas pela CONTRATADA junto às concessionárias local, em tempo hábil, para não prejudicar o início das obras. A empresa contratada deve solicitar ligação provisória para consumo durante a fase de obra.

5.1.1.5 Locação da Obra e execução de gabarito.

A locação da obra deverá ser realizada somente por profissional habilitado, utilizando

instrumentos e métodos adequados. A locação terá de ser executada em todas as áreas a serem construídas de forma a se obter os resultados previstos no projeto, sobre um ou mais quadros de madeira que envolva o perímetro da obra. As tábuas que compõem esses quadros deverão ser niveladas, bem fixadas e travadas, para resistirem à tensão dos fios de demarcação, sem oscilar nem fugir da posição correta.

5.2 Calhas e Condutores Pluviais

Os elementos de captação de águas pluviais de coberturas compõem o sistema de coleta e condução das águas que vai desde o telhado propriamente dito até ao sistema público de destinação dessas águas (drenagem superficial e subterrânea da via pública). Em geral os elementos de captação e condução são executados em chapas de ferro galvanizado, PVC rígido série reforçada, fibrocimento ou concreto armado impermeabilizado. A colocação e fixação dos elementos de captação de água devem ocorrer pouco antes do arremate final do telhado, e devem ser verificados os seguintes pontos antes de liberar a continuidade dos trabalhos, pois é prudente evitar retorno de operários sobre a cobertura para fazer reparos para não causar danos às telhas e acessórios e com isso provocar infiltrações e

goteiras:

Conferir as emendas (soldas e rebites);

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Verificar se o recobrimento mínimo é respeitado (8 cm em telhados comuns);

Fazer um teste de vazamento e caimento (verificar se água fica parada em pontos da calha);

Ver se existem juntas de dilatação em calhas com mais de 20 m;

Verificar os pontos de impermeabilização. Com um material como o PVC, fácil de usar,

é muito conveniente, a instalação de uma calha no telhado, especialmente em face das fortes chuvas. Este material também assegura uma elevada resistência às intempéries. Para uma correta instalação das calhas recomenda-se seguir o especificado abaixo:

Os suportes da calha de beiral devem ter, entre si, 90 centímetros. O objetivo é evitar que a calha acabe vergando devido ao peso da água;

Para garantir que o escoamento seja eficiente, é necessário ainda que a inclinação de projeto seja respeitada;

Na instalação da calha é aconselhável medir previamente o local para cortar os perfis e condutores nos pontos certos.

Nos trechos com perfis menores de 3 metros, é aconselhável marcar o ponto a ser

cortado com um lápis, sendo que o corte deve ser bem alinhado para que a ponta não

fique fora de esquadro.

A fixação do suporte deve ser iniciada sempre pelo ponto mais alto da instalação no beiral, recuando 30 cm da extremidade do beiral.

Recomenda-se o uso de uma linha de nylon presa na parte inferior do primeiro suporte

de apoio, esticada até o final do beiral no último suporte, com inclinação segundo projeto

em anexo.

A fixação dos suportes deve ser feita seguindo o alinhamento, o espaçamento máximo entre suportes deve ser de 60 cm.

A fixação do perfil da calha no suporte deve ser feita primeiramente pela parte lisa

(interna) da calha, girando o perfil até apoiá-lo totalmente no suporte e encaixá-lo na

presilha externa do suporte. O bocal de descida. Observações:

1. As calhas devem possuir declividade mínima de 0,5% e dimensões conforme detalhe do projeto.

2. Os condutores verticais devem ser executadas conforme dimensionamento indicado em projeto e fixados na estrutura existente com a utilização de abraçadeiras e parafusos, garantindo a perfeita estabilidade das tubulações com espaçamento máximo de 3 metros entre os fixadores.

5.3 Caixa de areia

As caixas de areia devem ser construídas em alvenaria de tijolos ou de blocos ou, ainda, em concreto armado. O revestimento deve ser em argamassa; a tampa pode ser em con-

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creto armado, construída de forma a impedir a entrada de detritos carreados pela água de superfície do terreno.

O fundo da caixa de areia deve ser em brita, com uma camada que deve estar 30cm abai-

xo da cota do tubo de saída, de modo a permitir a deposição do material sólido.

A construção dos poços de visita pode ser em alvenaria de tijolos ou blocos, revestida

com argamassa, ou em concreto pré-moldado (anéis). A tampa deve ser de ferro fundido, de forma circular, conforme padrões utilizados pelas prefeituras, nas redes públicas. Nos

poços de visita da canalização de águas pluviais, o desnível entre os tubos de entrada e de saída deve ser de até 1,5m. Quando a diferença for superior, deve-se instalar maior núme-

ro de poços.

OBS.: A ligação entre os condutores verticais e horizontais é sempre feita por curva de

raio longo, com inspeção ou caixa de areia, estando o condutor horizontal aparente ou enterrado.

5.4 Caixa de gordura

Será executada em alvenaria de tijolos maciços, revestida internamente com argamassa de reboco impermeabilizado com dimensões conforme especificado em projeto. OBS.: Será dimensionada conforme orientações do item 5.1.5.1.1 da norma ABNT NBR

8160:1999.

5.5 Caixas de inspeção

Serão executadas para receber e encaminhar o esgoto predial à rede de coleta pública. O interior da caixa de alvenaria deverá receber lastro de regularização e vedação em concreto de modo que seja completamente revestida e fique lisa, não permitindo o acumulo de material. A entrada da tubulação na caixa deverá estar em nível superior à tubulação de saída e o fundo deverá dispor de inclinação suficiente para que o escoamento da água seja feito por gravidade e na direção do tubo de saída da caixa, evitando acúmulo material e possível enchimento da caixa. A caixa possuirá tampa de ferro fundido e dimensões conforme detalhes de projeto. Será executada em alvenaria de tijolos maciços, revestida internamente com argamassa de reboco impermeabilizado tendo no fundo uma camada de 5,0 centímetros de brita e uma camada de 10,0 centímetros em concreto armado resistente a ação de sulfatos (Fck = 25Mpa; CA50 Ø ¾”). Deverão ainda ter uma verga construída na parte superior. A cobertura poderá ser com tampa de concreto com 5 cm de espessura ou de ferro fundido tipo leve, ambas devem permitir perfeita vedação e ser facilmente removíveis. As caixas de inspeção devem ser dimensionadas conforme indicado no projeto, atendendo ao item 5.1.5.3 da NBR 8160:1999.

5.6 Tubulações:

5.6.1 Execução das juntas elásticas:

Deverão ser providenciados os seguintes materiais e ferramentas para a execução das juntas elásticas:

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* Anel de borracha

* Arco de serra

* Lima

* Pasta lubrificante

* Trena

* Lápis

As juntas serão executadas criteriosamente, por profissionais de experiência comprovada, devendo ser observados os seguintes procedimentos:

1 - Inicialmente a ponta e bolsa dos tubo e conexão deverão ser limpos.

2 - O anel de borracha deve ser acomodado na virola da bolsa

3 - Utilizando o lápis, marque na ponta do tubo a profundidade total da bolsa.

4 - Aplique pasta lubrificante, tanto no anel de borracha quanto na ponta do tubo. Caso

não exista, pode ser feito um chanfro, utilizando a lima, na ponta do tubo para facilitar o encaixe.

5 - Encaixe a ponta chanfrada do tubo até a profundidade total da bolsa da conexão.

Tomando-se como referência a marcação feita anteriormente por lápis, recue o tubo 5 mm para compensar eventuais dilatações das juntas.

6 Verificar se não houve deslocamento do anel, pois isso poderá comprometer a estanqueidade.

Observação: Não utilizar óleo ou graxa como lubrificante, pois poderão danificar o anel de borracha. Durante a execução, as extremidades das tubulações deverão ser mantidas tamponadas com 'caps' ou 'plugs'. Esses tamponamentos só deverão ser retirados por ocasião do assentamento das peças, não sendo permitido o uso de rolhas, madeiras, papel ou estopa para a vedação provisória dos pontos de alimentação. As canalizações instaladas nos tetos e paredes deverão ser suportadas por braçadeiras de fixação de modo a ficar assegurada a permanência da declividade e do alinhamento. Não serão permitidas passagens de instalações hidráulicas em peças de concreto armado, salvo se no projeto estrutural forem previstas aberturas com folga suficiente para salvaguardar a integridade das tubulações, em caso de deformações ou dilatações térmicas.

5.6.1 Tubulações enterradas

As escavações para a passagem das tubulações deverão ser realizadas manual ou mecanicamente até que se atinja a profundidade necessária para obtenção da declividade mínima prevista para as tubulações, tomando-se todos os cuidados para não danificar a pavimentação existente no local, bem como meios-fios e posteamento. Esse subsistema foi projetado de forma que as tubulações não passem por estruturas de concreto (vigas

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baldrame), e sim desviem por baixo das mesmas.

O terreno do fundo das valas deverá estar seco, sendo feita se necessário, uma drenagem

prévia. As tubulações enterradas deverão ser assentadas em fundo de vala nivelado e o reaterro deverá ser realizado com solo argiloso isento de materiais pontiagudos e cortantes que possam causar algum dano à tubulação em camadas de no máximo 20cm de espessura.

Em situações em que o fundo de vala possuir material rochoso ou irregular, aplicar uma camada de areia e compactar, de forma a garantir o nivelamento e a integridade da tubulação a ser instalada. Em locais sujeitos a trafego de veículos, os tubos do sistema de esgotamento sanitário deverão ser protegidos de forma adequada, com os seguintes recobrimentos mínimos:

• 0,40 m em local sem trafego;

• 0,60 m em local sujeito a trafego leve;

• 0,90 m em local sujeito a trafego pesado

5.7 Detalhes construtivos

Os despejos dos equipamentos sanitários serão captados obedecendo-se todas as indicações apresentadas nos detalhes de esgoto, utilizando-se todas as conexões previstas no projeto, não se permitindo esquentes nas tubulações sob quaisquer pretextos. Os tubos e conexões do sistema de esgoto sanitário serão de PVC série Reforçada, ponta e bolsa para os ramais, sub-ramais e rede. As conexões do sistema de esgoto serão encaixadas utilizando-se anéis apropriados e com ajuda de lubrificante indicado nos materiais adquiridos. Os vasos sanitários serão auto-sifonados e os demais equipamentos sanitários, tais como lavatórios, pias e tanques, serão sifonados através da utilização de sifões apropriados e de caixas sifonadas, conforme indicação nas plantas.

5.7.1 Sistema de ventilação

Todas as colunas de ventilação devem possuir terminais de ventilação instalados em suas extremidades superiores e estes devem estar a 30cm acima do nível do telhado, conforme item 4.3.6 da NBR 8160. O tubo ventilador primário e a coluna de ventilação devem ser verticais e, sempre que possível, instalados em uma única prumada; quando necessárias,

as mudanças de direção devem ser feitas mediante curvas de ângulo central não superior a 90°, e com um aclive mínimo de 1%.

A extremidade aberta de todas as colunas de ventilação deve ser provida de terminais tipo

chaminé, tê ou outro dispositivo que impeça a entrada das águas pluviais diretamente ao tubo de ventilação.

5.8 Concreto Armado.

O concreto armado terá Fck = 25 Mpa obedecendo rigorosamente as especificações e

detalhes indicados em projeto, bem como as normas técnicas da ABNT que regem o assunto. Deverá ser realizado ensaios de Slump Test e de resistência à compressão do

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concreto, devendo a empresa contratada, apresentar à fiscalização os certificados dos resultados dos ensaios, assinados por engenheiro civil credenciado.

5.9 Serviços complementares de execução das instalações

São vedadas a concretagem de tubulações dentro de pilares, vigas, lajes e demais elementos de concreto nos quais fiquem solidárias e sujeitas as deformações próprias dessas estruturas. Quando houver necessidade de passagem de tubulação por esses elementos estruturais, deverá ser previamente deixado um tubo com diâmetro superior a do tubo definitivo antes do lançamento do concreto. As tubulações embutidas em alvenarias serão fixadas, até o diâmetro de 1.1/2” pelo enchimento total do rasgo com argamassa de cimento e areia. As de diâmetro superior serão fixadas por meio de grampas de ferro redondo com diâmetro superior a 5mm. Quando da instalação e durante a realização dos trabalhos de construção, os tubos deverão ser vedados com bujões ou tampões nas extremidades correspondentes aos aparelhos e pontos de consumo, sendo vedado o uso de buchas de papel, pano ou madeira. Todas as aberturas no terreno para instalação de canalizações, só poderão ser aterradas após o proprietário constatar o estado dos tubos, das juntas, das proteções e caimentos das tubulações e seu preenchimento deverá ser feito em camadas sucessivas de no máximo 20cm, bem apiloadas e molhadas, isentas de entulhos, pedras e material orgânico. Observação: Todos os trechos aparentes das tubulações deverão ser adequadamente pintados após serem testadas, conforme indica a norma NBR 6493 da ABNT "Emprego de Cores Fundamentais" de acordo com sua finalidade a saber:

Tubulação de esgoto sanitário na cor marrom.

Tubulação de ventilação na cor branca.

Tubulação de drenagem na cor azul.

5.10 Generalidades

As tubulações devem ser executadas obedecendo as Normas pertinentes, por pes- soal especializado e habilitado para serviços da presente natureza, obedecerão as exigências do Proprietário e serão executadas de acordo com estas recomenda- ções:

Todas as tubulações verticais de águas pluviais deverão ter inspeção.

As tubulações de águas pluviais, esgoto sanitário e ventilação serão executadas com dimensões e declividades indicados em projeto, respeitado as mínimas ne- cessárias estabelecidas por Norma.

Antes da pintura e revestimento, todas as canalizações deverão ser testadas, a fim de constatar possíveis vazamentos.

As canalizações instaladas nos tetos e paredes deverão ser suportadas por braça- deiras de fixação de modo a ficar assegurada a permanência da declividade e do alinhamento.

As calhas de águas pluviais deverão apresentar as devidas declividades no sentido do esgotamento ou coletas dos condutores verticais.

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Foi adotado um sistema com ventilação secundária, preconizadas pelas normas brasileiras em que os aparelhos sanitários descarregam seus despejos num mesmo tubo de queda, providos de um sistema de ventilação independente constituído de colunas e ramais de ventilação, sendo cada desconector ventilado individualmente.

6 Testes e entrega das instalações

6.1 Esgoto

Toda instalação de esgoto e ventilação deve antes de entrar em funcionamento, ser inspecionada e ensaiada, a fim de que seja verificada a obediência de todas as exigências da NBR-8160 da ABNT. Depois de concluída a instalação das tubulações e antes da realização dos ensaios, deve ser verificado que a mesma acha-se suficiente fixada e que nenhum material estranho tenha sido deixado no seu interior. Depois de feita a inspeção final e antes da colocação de qualquer aparelho, a tubulação deve ser ensaiada com água ou ar, não devendo apresentar nenhum vazamento. Após a colocação dos aparelhos, a instalação deve ser submetida a ensaio final de fumaça. Os ensaios serão executados das seguintes maneiras:

6.1.1 Ensaio com Água

O ensaio com água deve ser aplicado à instalação como um todo ou por secções.

No ensaio, toda abertura deve ser convenientemente tamponada exceto a mais alta, por

onde deve ser introduzida água até o transbordamento da mesma por essa abertura e mantida por um período de 15 minutos. No ensaio por secções, cada uma com altura mínima de três metros e incluindo no

mínimo 1,5m da secção abaixo, deve ser enchida com água pela abertura mais alta do conjunto, devendo as demais aberturas serem convenientemente tamponadas.

A pressão deve ser mantida por um período de 15 minutos.

Neste ensaio, a pressão resultante no ponto mais baixo da tubulação não deve exceder a 6m.c.a. O limite máximo de 6m.c.a deve ser ultrapassado sempre que for verificado que um entupimento em um trecho da tubulação pode ocasionar uma pressão superior a esta. Caso for constatado o descrito acima, o trecho deve ser ensaiado com água adotando pressão estática no ponto mais desfavorável igual a causada pelo eventual entupimento.

6.1.2 Ensaio com Ar

No ensaio com ar toda entrada ou saída da tubulação deve ser convenientemente tamponada à exceção daquela pela qual será introduzido o ar.

O ar deve ser introduzido na tubulação até que atinja uma pressão uniforme de 3,5m.c.a.

Esta pressão deve se manter pelo período de 15 minutos sem a introdução do ar adicional.

O limite máximo de 3,5m.c.a deve ser ultrapassado sempre que for verificado que um

entupimento em um trecho da tubulação possa ocasionar uma pressão superior a esta.

O trecho que for constatado o descrito acima, deve ser ensaiado com ar a uma pressão

igual à pressão máxima resultante do eventual entupimento.

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6.1.3 Ensaio de Fumaça

Para realização do ensaio de fumaça, todos os fechos hídricos dos aparelhos devem ser completamente cheios com água, devendo as demais aberturas ser convenientemente tamponadas com exceção das aberturas dos ventiladores primários e da abertura de introdução da fumaça.

A fumaça deve ser introduzida no interior do sistema através da abertura previamente

preparada.

A fumaça deve ser introduzida até que se atinja uma pressão de 0,025m.c.a. Esta pressão

deve se manter pelo período mínimo de 15 minutos, sem que seja introduzida fumaça

adicional.

7 Fiscalização

A FISCALIZAÇÃO deverá realizar, além das atividades mencionadas na Prática Geral de

Construção, as seguintes atividades específicas:

Liberar a utilização dos materiais e equipamentos entregue na obra, após compro- var que as características e qualidade satisfazem às recomendações contidas nas especificações técnicas e no projeto;

Acompanhar a instalação das diversas redes hidráulicas e seus componentes e equipamentos, conferindo se as posições, declividades e os diâmetros correspon- dem aos determinados em projeto;

Será permitida alteração do traçado das redes quando for necessária, devida modi- ficação na posição das alvenarias ou na estrutura, desde que não interfiram nos cálculos já aprovados. Caso haja dúvida, a FISCALIZAÇÃO deverá pedir anuên- cia ao Autor do Projeto;

A FISCALIZAÇÃO deverá pedir anuência do Autor do Projeto para execução de furos não previstos em projeto, para travessia de elementos estruturais por tubula- ções;

A FISCALIZAÇÃO deverá exigir que todas as tubulações embutidas sejam devi- damente testadas sob pressão, antes da execução do revestimento;

A FISCALIZAÇÃO deverá acompanhar a realização de todos os testes previstos nas instalações hidráulicas, analisando as condições específicas do projeto, prin- cipalmente nos itens referentes à segurança;

A FISCALIZAÇÃO deverá inspecionar cuidadosamente toda a tubulação, com- provando que em hipótese alguma o sistema de esgotos contaminará o sistema de água potável;

Verificar cuidadosamente se nenhuma tubulação de águas pluviais foi interligada ao sistema de esgotos sanitários, ou se nenhuma ventilação foi interligada ao sis- tema de águas pluviais;

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Observar se durante a execução dos serviços será obedecidas às instruções conti- das no projeto.

8. Manutenção e limpeza

Os elementos do sistema pluvial, de esgoto e ventilação devem se manter limpos e desobstruídos de forma a ter máxima eficiência por longo período. Sendo assim o sistema deve ser inspecionado com certa frequência para a verificação da necessidade de manutenção.

8.1 Cuidados mínimos na manutenção

Quando utilizados produtos químicos ou métodos que utilizam ar ou água pressurizada devem ser observados os materiais das tubulações e características do método utilizado para garantir que não haja dano no sistema, bem como a utilização de varas ou arames para desentupimento devem ser suficientemente flexíveis para a passagem facilitada no interior da tubulação. Ao retirar tampas e dispositivos de acesso para inspeção, é recomendada a verificação dos componentes de vedação e sua substituição, caso necessário, antes do fechamento da tampa.

8.2 Métodos usuais de desentupimento

Vários métodos podem ser utilizados em caso de entupimento, em todos eles deve ser analisado o tipo de entupimento, material da canalização e possíveis impactos causados pela adoção de um método de desentupimento, tendo cada um sua especificidade. No caso de entupimento total ou parcial devido a materiais inadvertidamente lançados no sistema, podem ser removidos por uma vara ou arame, introduzidos pelo ponto de acesso a montante mais próximo do local do entupimento.

O bombeamento é o método mais simples em caso de pequenos entupimentos em pias e

bacias sanitárias, já o desbloqueio com hastes flexíveis é um método tradicional, existindo grande variedade de pontas para as hastes, podendo ser em formato de lâminas, tampões ou escovas, dependendo do serviço a ser realizado, pode ser feito manualmente ou de forma mecanizada.

O uso de martelo pneumático requer atenção quanto as limitações do método e de seu

funcionamento propriamente dito, bem como a resistência da tubulação a golpes de pressão. Para tubulações acima de DN 100, quando há diminuição da seção por incrustações na parede pode ser utilizado o método de raspagem. No caso da limpeza

química é importante observar a interação entre a substância utilizada, o motivo do entupimento e o material utilizado no sistema para que seja eficiente e não haja danos.

O sifão geralmente pode ser desentupido por dispositivos pressurizadores, os ramais de

descarga dos aparelhos que possuem sifão de plástico ou metálicos do tipo P ou garrafa podem ser desentupidos pela introdução de haste flexível na tubulação pois possuem acesso para limpeza de suas partes interiores. Quando a obstrução se encontra em peças de inspeção, estas devem ser abertas e

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desobstruídas introduzindo haste flexível na parte que estiver seca ou parcialmente seca, assim como nos tubos de queda que apresentam peça similar que permite realizar o serviço. As bacias sanitárias também podem ser desentupidas por hastes flexíveis suficiente para passar pelo sifão da bacia, por uma bomba de borracha que pressuriza o sifão e promove a desobstrução ou por limpeza química quando devido.

8.3 Segurança na manutenção

É importante ressaltar que todo cuidado deve ser tomado para evitar acidentes com os

operadores, que devem ser devidamente aptos e treinados para a execução dos serviços necessários, bem como danos no sistema e aparelhos sanitários. Para isso é importante o uso de equipamentos de proteção individual, principalmente quando há uso de substâncias químicas, e ter compreensão do problema antes de agir. Ao final da manutenção é importante realizar a limpeza de todas as superfícies expostas a reagentes químicos para evitar novos danos ou acidentes.

8.4 Inspeção periódica

É recomendado a elaboração de roteiros de inspeção e o planejamento dela para que se

possa identificar anomalias e problemas no sistema que venham a ocorrer devido ao uso indevido das instalações. Os roteiros são importantes para alertar sobre a necessidade de focar em pontos críticos do sistema e é saudável que ele seja adaptado com o tempo a realidade da edificação. Quando houver intervenções de manutenção é viável preencher ficha de manutenção que subsidiará planejamento de futuras manutenções. No caso das calhas, o melhor momento para inspecioná-las é durante uma chuva forte.

Deve-se verificar o fluxo de água nos dutos a fim de encontrar possíveis obstruções ou problemas estruturais. A existência de goteiras também deve ser observada. Recomenda-se a limpeza periódica das calhas a cada estação do ano e, mais frequentemente, se a edificação estiver muito próxima a árvores que costumam perder suas folhas no outono ou durante ventanias. Para prevenir o entupimento das decidas por folhas ou outros detritos que se acumulam nas calhas pode ser utilizado um ralo, que instalado na calha com descida (bocal), impede a entrada de folha nos tubos, permitindo, porém, o fluxo contínuo de água pelos tubos de descida.

8.5 Manutenção da caixa de gordura

É recomendado fazer a manutenção da caixa de gordura a cada 30 (trinta) dias, ou sempre

que se verificar anormalidades em seu funcionamento. Os detritos devem ser retirados, com uso de ferramentas e equipamentos adequados (pás, enxadas, e luvas de segurança), embalados em sacos plásticos invioláveis, e entregues no ato da coleta ao caminhão de lixo ou empresa encarregada de realizar a limpeza.

9. Especificações

Abaixo estão descritas as especificações dos materiais a serem utilizados na execução do projeto do sistema predial de água pluvial, esgoto sanitário e ventilação.

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Todos os diâmetros citados no projeto anexo obedecem as seguintes conversões:

Polegadas (DN)

mm (DN)

½”

20

¾”

25

1”

32

1 ¼”

40

1 ½”

50

2”

60

2 ½”

75

4”

100

9.1 Equipamentos gerais

9.1. Anel de borracha para tubo e conexões de PVC

Normas Aplicáveis:

NBR 7362 da ABNT

Características Técnicas:

Material: Borracha Sintética ou Natural Temperatura em uso contínuo: 50º C Estabilidade dimensional: Menor que 5% a 140 +/- 5°C Cor: Preta Bitolas: 40; 50; 75; 100; 125; 150; 200; 250; 300; 350 e 400mm. Local de Aplicação: Redes Prediais de Esgoto Sanitário Primário, onde for necessário se manter a junta elástica ou desmontável. Descritivo de montagem e outras considerações:

Usar pasta lubrificante na instalação dos anéis de borracha.

Toda rede deve ser testada, de acordo com a determinação da norma brasileira.

Obedecer rigorosamente às determinações do fabricante na instalação

9.1.1 Bucha de redução longa

Normas Aplicáveis:

EB-608/77 (NBR 5688) e EB-19/83 (NBR 8160)

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Características Técnicas:

Material: PVC Rígido Conexão Ponta e Bolsa com Virola Cor: Branca Estabilidade dimensional: Menor que 5% a 140 +/- 5ºC Temperatura em uso continuo: 50°C Bitolas: 50mm x 40mm Local de Aplicação: Redes Prediais de Esgoto Sanitário Secundário. Descritivo de montagem e outras considerações:

Por meio de uma lixa d’água, tirar o brilho das superfícies a serem soldadas, objetivando aumentar área de ataque do adesivo.

Limpar as superfícies lixadas com solução limpadora, eliminando impurezas e gorduras que poderiam impedir a posterior ação do adesivo.

Distribuir uniformemente o adesivo com um pincel.

Encaixar as partes e remover qualquer excesso de adesivo.

Toda rede deve ser testada, de acordo com a determinação da norma brasileira.

Na

obedecer rigorosamente às determinações do

execução

das

conexões

fabricante.

9.1.2 Corpo de caixa sifonada

Normas Aplicáveis:

EB-608/77 (NBR 5688) e EB-19/83 (NBR 8160)

Características Técnicas:

Material: PVC soldável Rígido Conexão Ponta e bolsa/ soldável Cor: Branca Estabilidade dimensiona: Menor que 5% a 140 +/- 5ºC Temperatura em uso continuo: 50º C Bitolas: 100 x 100 x 50mm; 100 x 150 x 50mm; 150 x 150 x 50mm. Local de Aplicação: Redes Prediais de Esgoto, banheiros, cozinhas, áreas, terraços etc. Descritivo de montagem e outras considerações:

Por meio de uma lixa d’água, tirar o brilho das superfícies a serem soldadas, objetivando aumentar área de ataque do adesivo.

Limpar as superfícies lixadas com solução limpadora, eliminando impurezas e gorduras que poderiam impedir a posterior ação do adesivo.

Distribuir uniformemente o adesivo com um pincel.

Encaixar as partes e remover qualquer excesso de adesivo.

Atenção especial deve ser dada ao encontro da impermeabilização com o corpo da caixa.

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[Água Pluvial, Esgoto Sanitário e Ventilação]

Na

execução

das

conexões

obedecer

rigorosamente

às

determinações do

fabricante

 

9.1.3

Prolongamento para caixa sifonada

 

Normas Aplicáveis:

EB-608/77 (NBR 5688) e EB-19/83 (NBR 8160)

Características Técnicas:

Material: PVC soldável Rígido Conexão Soldável Cor: Branca Estabilidade dimensiona: Menor que 5% a 140 +/- 5°C Temperatura em uso continuo: 50º C Comprimento padrão: 3000mm Bitolas: 100; 150; 250mm Local de Aplicação: Redes Prediais de Esgoto, no prolongamento de caixas secas e sifonadas. Descritivo de montagem e outras considerações:

A execução das soldas, devem ser precedidas de lixamento da superfície do tubo e conexão, com lixa d’água número 100, limpeza com solução limpadora, e adição de solda para PVC, de acordo com a recomendação do fabricante;

Atenção especial deve ser dada ao encontro da impermeabilização com o corpo da caixa, e do prolongamento;

O prolongamento deverá ser cortado de forma retilínea e de modo a prover um perfeito nivelamento entre a grelha / porta grelha com o piso do ambiente;

Na

execução

das

conexões obedecer rigorosamente às determinações do

fabricante.

 

9.1.4

Corpo de ralo sifonado PVC

Normas Aplicáveis:

EB-608/77 (NBR 5688) e EB-19/83 (NBR 8160)

Características Técnicas:

Material: PVC soldável Rígido Conexão Ponta e bolsa/soldável Cor: Branca ou cinza Estabilidade dimensiona: Menor que 5% a 140 +/- 5°C Temperatura em uso continuo: 50° C Bitolas: 100 x 40mm Local de Aplicação: Redes Prediais de Esgoto, banheiros, cozinhas, áreas, terraços etc. Descritivo de montagem e outras considerações:

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Por meio de uma lixa d’água, tirar o brilho das superfícies a serem soldadas, objetivando aumentar área de ataque do adesivo.

Limpar as superfícies lixadas com solução limpadora, eliminando impurezas e gorduras que poderiam impedir a posterior ação do adesivo.

Distribuir uniformemente o adesivo com um pincel.

Encaixar as partes e remover qualquer excesso de adesivo.

Atenção especial deve ser dada ao encontro da impermeabilização com o corpo do ralo.

Na

do

execução

das

conexões

obedecer

rigorosamente

às

determinações

fabricante.

9.1.5 Curva 90º PVC curta Série Normal

Normas Aplicáveis:

EB-608/77 (NBR 5688) e EB-19/83 (NBR 8160)

Características Técnicas:

Material: PVC soldável Rígido, série Normal Conexão Ponta e Bolsa com Virola Cor: Branca Estabilidade dimensiona: Menor que 5% a 140 +/- 5ºC Temperatura em uso continuo: 50°C Bitolas: 75mm; 100mm;150mm Local de Aplicação: Redes Prediais de Esgoto Sanitário Primário, coletores e sub- coletores, onde será necessário evitar o uso de joelhos, e em “pés” de prumadas. Descritivo de montagem e outras considerações:

A conexão em prumadas obrigatoriamente deverá ser executada com anel de borracha

Conexões horizontais, podem ser executadas com solda PVC.

Por meio de uma lixa d’água, tirar o brilho das superfícies a serem soldadas, objetivando aumentar área de ataque do adesivo.

Limpar as superfícies lixadas com solução limpadora, eliminando impurezas e gorduras que poderiam impedir a posterior ação do adesivo.

Distribuir uniformemente o adesivo com um pincel.

Encaixar as partes e remover qualquer excesso de adesivo.

A execução de conexão elástica com anel de borracha, deve ser executada com o uso de pasta lubrificante. Jamais usar sabão, vaselina, óleo, graxa ou derivados de petróleo em substituição à este material.

Toda rede deve ser testada, de acordo com a determinação da norma brasileira.

Na

obedecer rigorosamente às determinações do

execução

das

conexões

fabricante.

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9.1.6 Grelha quadrada

Normas Aplicáveis:

EB-608/77 (NBR 5688) e EB-19/83 (NBR 8160)

Matéria-prima: Aço 304 Acabamentos: Aço Polido Local de Aplicação: Redes Prediais de Esgoto, para instalação em porta grelhas de caixas e ralos de esgoto sanitário, e drenagem pluvial. Descritivo de montagem e outras considerações:

Na execução das conexões obedecer rigorosamente às determinações do fabricante.

9.1.7 Joelho 45º e 90º PVC

Normas Aplicáveis:

EB-608/77 (NBR 5688) e EB-19/83 (NBR 8160)

Características Técnicas:

Material: PVC soldável Rígido, Série Normal Conexão Ponta e Bolsa com Virola Cor: Branca Estabilidade dimensiona: Menor que 5% a 140 +/- 5ºC Temperatura em uso continuo: 50° C Bitolas: 40mm; 50mm; 75mm; 100mm; 150mm Local de Aplicação: Redes Prediais de Esgoto Sanitário Predial. Descritivo de montagem e outras considerações:

A conexão em prumadas obrigatoriamente deverá ser executada com anel de borracha.

Conexões horizontais, podem ser executadas com solda PVC.

Por meio de uma lixa d’água, tirar o brilho das superfícies a serem soldadas, objetivando aumentar área de ataque do adesivo.

Limpar as superfícies lixadas com solução limpadora, eliminando impurezas e gorduras que poderiam impedir a posterior ação do adesivo.

Distribuir uniformemente o adesivo com um pincel.

Encaixar as partes e remover qualquer excesso de adesivo.

A execução de conexão elástica com anel de borracha, deve ser executada com o uso de pasta lubrificante. Jamais usar sabão, vaselina, óleo, graxa ou derivados de petróleo em substituição à este material.

Toda rede deve ser testada, de acordo com a determinação da norma brasileira.

Na

obedecer rigorosamente às determinações do

execução

das

conexões

fabricante.

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9.1.8 Junção simples PVC

Normas Aplicáveis:

EB-608/77 (NBR 5688) e EB-19/83 (NBR 8160)

Características Técnicas:

Material: PVC soldável Rígido Série Normal Conexão Ponta e Bolsa com Virola Cor: Branca Estabilidade dimensiona: Menor que 5% a 140 +/- 5°C Temperatura em uso continuo: 50º C Bitolas: 50x50mm; 75x75mm; 100x50mm; 100x75mm; 100x100mm Local de Aplicação: Redes Prediais de Esgoto Sanitário Primário Descritivo de montagem e outras considerações:

A conexão em prumadas obrigatoriamente deverá ser executada com anel de borracha;

Conexões horizontais, podem ser executadas com solda PVC;

Por meio de uma lixa d’água, tirar o brilho das superfícies a serem soldadas, objetivando aumentar área de ataque do adesivo;

Limpar as superfícies lixadas com solução limpadora, eliminando impurezas e gorduras que poderiam impedir a posterior ação do adesivo;

Distribuir uniformemente o adesivo com um pincel;

Encaixar as partes e remover qualquer excesso de adesivo;

Limpar as superfícies lixadas com solução limpadora, eliminando impurezas e gorduras que poderiam impedir a posterior ação do adesivo;

Distribuir uniformemente o adesivo com um pincel;

Encaixar as partes e remover qualquer excesso de adesivo;

A execução de conexão elástica com anel de borracha, deve ser executada com o uso de pasta lubrificante. Jamais usar sabão, vaselina, óleo, graxa ou derivados de petróleo em substituição à este material;

Toda rede deve ser testada, de acordo com a determinação da norma brasileira;

Na

execução

das

conexões

obedecer rigorosamente às determinações do

fabricante.

 

9.1.9

Luva

Normas Aplicáveis:

EB-608/77 (NBR 5688) e EB-19/83 (NBR 8160)

Características Técnicas:

Material: PVC soldável Rígido Série Normal

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[Água Pluvial, Esgoto Sanitário e Ventilação]

Conexão Ponta e Bolsa com Virola Cor: Branca Estabilidade dimensiona: Menor que 5% a 140 +/- 5°C Temperatura em uso continuo: 50º C Bitolas: 40mm; 50mm; 75mm; 100mm; 150mm; 200mm; Local de Aplicação: União de tubos de redes prediais de esgoto e águas pluviais. Descritivo de montagem e outras considerações:

A conexão em prumadas obrigatoriamente deverá ser executada com anel de borracha;

Conexões horizontais, podem ser executadas com solda PVC;

Por meio de uma lixa d’água, tirar o brilho das superfícies a serem soldadas, objetivando aumentar área de ataque do adesivo;

Limpar as superfícies lixadas com solução limpadora, eliminando impurezas e gorduras que poderiam impedir a posterior ação do adesivo;

Distribuir uniformemente o adesivo com um pincel;

Encaixar as partes e remover qualquer excesso de adesivo;

Limpar as superfícies lixadas com solução limpadora, eliminando impurezas e gorduras que poderiam impedir a posterior ação do adesivo;

Distribuir uniformemente o adesivo com um pincel;

Encaixar as partes e remover qualquer excesso de adesivo;

A execução de conexão elástica com anel de borracha, deve ser executada com o uso de pasta lubrificante. Jamais usar sabão, vaselina, óleo, graxa ou derivados de petróleo em substituição à este material;

Toda rede deve ser testada, de acordo com a determinação da norma brasileira; Na execução das conexões obedecer rigorosamente às determinações do fabricante.

9.1.10 Redução Excêntrica

Normas Aplicáveis: EB-1892/77 (NBR 5648)

Características Técnicas:

Material: PVC rígido Classe: 15 Pressão máxima de serviço: 7.5 kgf/cm² Temperatura à pressão máx. de serviço: 20° C Tipo de Conexão: Bolsa para anel de vedação e ponta lisa Cor: Branco Bitolas: 75x50mm; 100x50mm; 100x75mm; 150x100mm; 200x150mm; Local de Aplicação: Mudanças de bitola em conexões, exclusivamente, onde não existirem conexões reduzidas padronizadas em linha de fabricação. Descritivo de montagem e outras considerações: Por meio de uma lixa d’água, tirar o brilho das superfícies a serem soldadas, objetivando aumentar área de ataque do adesivo.

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Limpar as superfícies lixadas com solução limpadora, eliminando impurezas e gorduras que poderiam impedir a posterior ação do adesivo. Distribuir uniformemente o adesivo com um pincel. Encaixar as partes e remover qualquer excesso de adesivo. Não pressurizar a rede antes de vinte e quatro horas após a execução da solda Toda rede deve ser testada hidrostaticamente, de acordo com a determinação da norma brasileira.

9.1.11 Tê PVC

Normas Aplicáveis:

EB-608/77 (NBR 5688) e EB-19/83 (NBR 8160)

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Características Técnicas:

Material: PVC soldável Rígido Série Normal Conexão: Ponta e Bolsa com Virola Cor: Branca Estabilidade dimensiona: Menor que 5% a 140 +/- 5°C Temperatura em uso continuo: 50° C Bitolas: 50x50mm; 75x50m; 75x75mm; 100x50mm; 100x75mm; 100x100mm Local de Aplicação: Redes Prediais de Esgoto Sanitário Primário Descritivo de montagem e outras considerações:

A conexão em prumadas obrigatoriamente deverá ser executada com anel de borracha;

Conexões horizontais, podem ser executadas com solda PVC;

Por meio de uma lixa d’água, tirar o brilho das superfícies a serem soldadas, objetivando aumentar área de ataque do adesivo;

Limpar as superfícies lixadas com solução limpadora, eliminando impurezas e gorduras que poderiam impedir a posterior ação do adesivo;

Distribuir uniformemente o adesivo com um pincel;

Encaixar as partes e remover qualquer excesso de adesivo;

A execução de conexão elástica com anel de borracha, deve ser executada com o uso de pasta lubrificante. Jamais usar sabão, vaselina, óleo, graxa ou derivados de petróleo em substituição à este material;

Toda rede deve ser testada, de acordo com a determinação da norma brasileira;

Na

obedecer rigorosamente às determinações do

execução

das

conexões

fabricante.

9.1.12 Tê PVC de Inspeção

Normas Aplicáveis:

EB-608/77 (NBR 5688) e EB-19/83 (NBR 8160)

Características Técnicas:

Material: PVC soldável Rígido Conexão: Ponta e Bolsa com Virola Cor: Branca Estabilidade dimensiona: Menor que 5% a 140 +/- 5ºC Temperatura em uso continuo: 50ºC Bitolas: 75x75mm; 100x75mm Local de Aplicação: Redes Prediais de Esgoto Sanitário Primário, na inspeção de prumadas, mudanças de direção e onde é impossível a utilização de caixas de inspeção. Descritivo de montagem e outras considerações:

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A conexão em prumadas obrigatoriamente deverá ser executada com anel de borracha;

Conexões horizontais, podem ser executadas com solda PVC;

Por meio de uma lixa d’água, tirar o brilho das superfícies a serem soldadas, objetivando aumentar área de ataque do adesivo;

Limpar as superfícies lixadas com solução limpadora, eliminando impurezas e gorduras que poderiam impedir a posterior ação do adesivo;

Distribuir uniformemente o adesivo com um pincel;

Encaixar as partes e remover qualquer excesso de adesivo;

A execução de conexão elástica com anel de borracha, deve ser executada com o uso de pasta lubrificante. Jamais usar sabão, vaselina, óleo, graxa ou derivados de petróleo em substituição à este material;

Toda rede deve ser testada, de acordo com a determinação da norma brasileira;

Na

obedecer rigorosamente às determinações do

execução

das

conexões

fabricante;

Deve ser deixado livre acesso e fácil operação no ponto de inspeção.

9.1.13 Tubo PVC Série Normal

Normas Aplicáveis:

EB-608/77 (NBR 5688) e EB-19/83 (NBR 8160)

Características Técnicas:

Material: PVC ponta e bolsa com virola, rígido Temperatura em uso continuo: 50° C Estabilidade dimensiona: Menor que 5% a 140 +/- 5°C Tipo de Conexão: Soldável e anel de borracha Cor: Branco Bitolas: 40, 50, 75 100 e 150mm. Local de Aplicação: Prumadas, Sub coletores e Coletores de Esgoto Sanitário Predial; Descritivo de montagem e outras considerações:

Os cortes devem ser executados em perfeito esquadro e possuírem a rebarba removida antes da execução de qualquer conexão;

Obedecer às determinações do fabricante no que concerne ao espaçamento máximo de suportes e fixações para evitar a ocorrência de flechas;

Por meio de uma lixa d’água, tirar o brilho das superfícies a serem soldadas, objetivando aumentar área de ataque do adesivo;

Limpar as superfícies lixadas com solução limpadora, eliminando impurezas e gorduras que poderiam impedir a posterior ação do adesivo;

Distribuir uniformemente o adesivo com um pincel;

Encaixar as partes e remover qualquer excesso de adesivo;

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Projeto Hidráulico-sanitário

[Água Pluvial, Esgoto Sanitário e Ventilação]

No caso de conexões elásticas usar anel de borracha, instalado com pasta lubrificante. Jamais usar sabão em substituição ao lubrificante;

Toda rede deve ser testada, de acordo com a determinação da norma brasileira;

Nunca abrir bolsas ou aquecer a tubulação sob qualquer argumento;

Toda rede deverá ser rigorosamente ancorada nos pontos de inflexão, derivação ou mudança de direção ou nível;

Nenhuma rede poderá ser solidária com a estrutura da edificação.

9.1.14 Vedação para saída de vaso sanitário

Normas Aplicáveis:

EB-608/77 (NBR 5688) e EB-19/83 (NBR 8160)

Características Técnicas:

Material: Borracha Cor: Branca Estabilidade dimensional: Menor que 5% a 140 +/- 5°C Temperatura em uso continuo: 50° C Bitola: 100mm Local de Aplicação: Vedação entre a bacia sanitária e a tubulação de saída do esgoto sanitário. Descritivo de montagem e outras considerações:

Jamais “atacar” o vaso sanitário com o piso sob qualquer argumento;

A superfície do tubo deve estar perfeitamente nivelada com o piso;

Na instalação obedecer rigorosamente às determinações do fabricante.

9.1.15 Sifão de copo

Normas Aplicáveis:

EB-608/77 (NBR 5688); EB-19/83 (NBR 8160) e NBR 14.162 Material: Inox Cor: Prata Bitola: 1 1/2" x 2" Local de aplicação: Pias e lavatórios

10 Equivalência técnica

A utilização de materiais com mesma equivalência técnica aos especificados deverá ser aprovada pela FISCALIZAÇÃO em diário de obra, constando inclusive os materiais especificados e o tipo e fabricante dos materiais equivalentes a serem utilizados.

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11 Quantitativo de materiais

Tabela 1 Quantitativo de Materiais

Projeto Hidráulico-sanitário

[Água Pluvial, Esgoto Sanitário e Ventilação]

Material

Norma

Quantidade

Bucha de Redução Longa Série Normal 50x40mm

NBR 5688

6

Caixa Sifonada Girafácil Montada com Grelha e Porta

NBR 8160

12

Grelha 100x140x50 Quadrado Caixa Sifonada Montada com Grelha e Porta Grelha

NBR 8160

6

150x150x50 Quadrado Corpo Ralo Sifonado Quadrado Branco 100x50x40

NBR 8160

12

Curva 90° Curta Série Normal 100mm

NBR 5688

5

Grelha Quadrada Branca 10mm

NBR 8160

12

Joelho 45° Série Normal 100mm

NBR 5688

16

Joelho 45° Série Normal 40mm com Bolsas Lisas

NBR 5688

32

Joelho 45° Série Normal 50mm

NBR 5688

86

Joelho 45° Série Normal 75mm

NBR 5688

10

Joelho 90° com Visita Série Normal 100x50mm

NBR 5688

20

Joelho 90° Série Normal 40mm com Bolsas Lisas

NBR 5688

48

Joelho 90° Série Normal 50mm

NBR 5688

66

Joelho 90° Série Normal 75mm

NBR 5688

8

Junção Invertida Série Normal 75x50mm

NBR 5688

6

Junção Simples Série Normal 100mm

NBR 5688

10

Junção Simples Série Normal 100x50mm

NBR 5688

16

Junção Simples Série Normal 40mm com Bolsas Lisas

NBR 5688

6

Junção Simples Série Normal 50mm

NBR 5688

12

Junção Simples Série Normal 75x50mm

NBR 5688

5

Junção Dupla Série Normal 100x50mm

NBR 5688

2

Luva Simples Série Normal 100mm

NBR 5688

12

Redução Excêntrica Série Normal 100x50mm

NBR 5688

6

Redução Excêntrica Série Normal 75x50mm

NBR 5688

7

Tê Série Normal 100x75mm

NBR 5688

1

Tê Série Normal 100mm

NBR 5688

2

Tê Série Normal 50mm

NBR 5688

18

Tê Série Normal 75mm

NBR 5688

13

Tê Série Normal 75x50mm

NBR 5688

15

Tubo PVC Série Normal 100mm

NBR 5688

20

Tubo PVC Série Normal 75mm

NBR 5688

19

Tubo PVC Série Normal 50mm

NBR 5688

10

Tubo PVC Série Normal 40mm

NBR 5688

4

Anel de Borracha 100mm

NBR 5688

52

Anel de Borracha 75mm

NBR 5688

70

Anel de Borracha 50mm

NBR 5688

425

39

ATL

Projeto Hidráulico-sanitário

[Água Pluvial, Esgoto Sanitário e Ventilação]

Sifão para Pia e Lavatório

NBR 5688

36

Curva 90° Longa Série Normal 75mm

NBR 5688

2

Ralo Cônico Montado 100mm

NBR 5688

2

Tubo de PVC Série Reforçada 100mm

NBR 5688

15

Tubo de PVC Série Reforçada 50mm

NBR 5688

1

Vedação para saída da vaso sanitário

NBR 5688

12

Pasta Lubrificante para Tubos e Conexões 400g

NBR 5688

3

12 Anexo A (Figuras e Tabelas da NBR 5688:1999)

Pasta Lubrificante para Tubos e Conexões 400g NBR 5688 3 12 Anexo A (Figuras e Tabelas

40

ATL

Projeto Hidráulico-sanitário

[Água Pluvial, Esgoto Sanitário e Ventilação]

Projeto Hidráulico-sanitário [Água Pluvial, Esgoto Sanitário e Ventilação] 41 ATL

41

ATL

Projeto Hidráulico-sanitário

[Água Pluvial, Esgoto Sanitário e Ventilação]

Projeto Hidráulico-sanitário [Água Pluvial, Esgoto Sanitário e Ventilação] 42 ATL

42

ATL

Projeto Hidráulico-sanitário

[Água Pluvial, Esgoto Sanitário e Ventilação]

Projeto Hidráulico-sanitário [Água Pluvial, Esgoto Sanitário e Ventilação] 43 ATL
Projeto Hidráulico-sanitário [Água Pluvial, Esgoto Sanitário e Ventilação] 43 ATL

43

ATL