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ISSN: 1646-3137
Labcom

www.bo cc.ubi.pt

A velocidade como fetiche – o discurso jornalístico na era do "tempo real"

Sylv ia M ore tzsohn, Univ e rsidade Fe de ral Flumine nse


(tese de mestrado, 2000)

(Introdução, Capítulo I, Capítulo II, Capítulo III,


Conclusão & Bibliografia)

Conclusão
No mundo há muitas certezas
e a maior das certezas é
a dúvida

Bertolt Brecht

A notícia como clinamen

Fazer certas perguntas é um ato de coragem. Principalmente neste momento


especial da história da humanidade, quando parece haver apenas um tipo de
questões autorizadas: aquelas postas pelo mercado [304] . Questões práticas para
problemas específicos, questões formuladas em benefício do funcionamento do
sistema; jamais questões que ponham em xeque esse sistema.

Bauman apresentou com clareza o contexto em que se desqualifica o pensamento


crítico: se o mundo é dado como evidente, reduzido ao imediatamente sensível, e
simplesmente administrável a partir de um conjunto de técnicas, qualquer ação
que busque propor outro sentido ao que é visto como a “ordem natural das coisas” é
rechaçada como perturbação indevida ou, pior, como desperdício.

O mesmo autor, porém, nota o paradoxo: consideramos que a questão da liberdade


está resolvida mas, ao mesmo tempo, tendemos a acreditar que pouco podemos
interferir sobre a maneira pela qual as coisas ocorrem ou são produzidas no mundo.
Ora,

se a liberdade foi conquistada, como explicar que entre os louros da

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vitória não esteja a capacidade humana de imaginar um mundo melhor e


de fazer algo para concretizá-lo? E que liberdade é essa que desestimula a
imaginação e tolera a impotência das pessoas livres em questões que
dizem respeito a todos? [305]

Diante de paradoxos como este, abrem-se fendas no “pensamento único”, pelas


quais se insinuam perguntas impertinentes como as de Wolton:

Por que fazer circular, cada vez mais depressa, um número cada vez
maior de informações? Por que jamais se diz que em nível mundial o
principal beneficiário dessa aceleração do tempo pelos sistemas de
informação foi, em vinte anos, a criação e expansão dessa enorme bolha
financeira especulativa que perturba regular e selvagemente todas as
tentativas de cooperação econômica? [306]

O ocultamento dessas contradições permite a confusão entre o tempo dos sistemas


de informação e o tempo humano e social, entre um sistema que funciona
ininterruptamente, 24 horas por dia, e o ritmo da vida social, que, além do mais,
nunca é homogêneo.

A percepção do tempo, por exemplo, muda radicalmente entre a


juventude e a maturidade: as pessoas não se interessam mais pelas
mesmas coisas. Os interesses, os sentimentos ganham outra proporção.
Este choque entre filosofias do tempo é ainda mais forte nos países do Sul.
Para eles, trata-se, com efeito, de resistir à maneira pela qual o Ocidente
reforça seu modelo de racionalidade, em detrimento de outras culturas e
sistemas de valores. A globalização econômica será dissociável desse rolo
compressor ocidental e dessa unidimensionalização do tempo e dos
valores? E o que dizer da impostura intelectual segundo a qual as novas
técnicas de comunicação reduziriam a distância no caminho do
desenvolvimento? [307]

O efeito de fetichização da velocidade se expressa nessa mistura de temporalidades,


que, no caso da imprensa, se traduz na tensão entre o tempo midiático (que tende
hoje à instantaneidade) e o tempo político (que deve ser lento para permitir que as
paixões se apazigúem e que a razão se imponha) [308] . Apontá-la é uma
contribuição para a elaboração de uma teoria crítica empenhada em reassumir o
mundo como uma “tarefa” humana. De certa forma, é esse fetiche que Wolton
denuncia quando afirma que

ninguém consome “informação” em si mesma, e esta só existe em relação


com uma capacidade de interpretação, de seleção e de reorganização que
varia de um indivíduo para outro e de uma atividade para outra [309] .

De fato, racionalmente, ninguém consome pura e simplesmente “informação”: não

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faria sentido. Mas, a cada segundo, todos estamos consumindo exatamente isso: o
fetiche da velocidade. Pois “o que nos fascina mais? O tempo que se ganha com as
novas técnicas da comunicação. Mas, para fazer o quê?”, pergunta Wolton. “Ganhar
tempo não constitui um projeto” [310] . E projetos são fundamentais simplesmente
porque, diz ele, uma sociedade se organiza em torno de sistemas de valores e não
de sistemas técnicos - donde a falácia de que a onipresença dos sistemas de
informação originam a “sociedade da informação”:

Assim, ao contrário, é mais fácil equipar maciçamente as escolas com


computadores e conectá-los à rede do que pensar uma filosofia global de
educação. (...) A técnica, mesmo quando permite gerar informação ou
comunicação, não saberia substituir um projeto [311] .

A questão, aqui, é de que o próprio sistema técnico é assumido como valor, e assim
fetichizado. É só aí que faz sentido o contra-senso: a máquina existe para
comunicar, e quanto mais comunica, menos informa. Ao sublinhar a
responsabilidade de uma parcela de intelectuais para a aceitação acrítica da
“sociedade da informação”, Klinenberg indica também as bases sobre as quais se
pode iniciar o questionamento desse modelo:

A disseminação dessa “cibercelebração” pelas incessantes campanhas


publicitárias das empresas que vendem tecnologia de ponta conduziu um
certo número de pensadores imprudentes a esquecer a diferença entre
potencialidade e realidade, e a acreditar que o futuro da sociedade da
informação dependerá apenas da imaginação exclusiva deles. O fato de
que seu surgimento coincide com uma grave crise de confiança quanto
aos produtores de informação deveria entretanto provocar algumas
reticências. E deveria sugerir também que as grandes empresas
jornalísticas têm por primeiro objetivo utilizar as novas tecnologias a fim
de garantir seu domínio sobre a esfera pública [312] .

O percurso que ora se conclui sugere que, subordinado à instantaneidade, o


jornalismo está condenado a desaparecer, pois é incapaz de realizar o trabalho de
análise que é a sua razão de ser. Sobreviveria apenas como uma espécie de
“aparelho ideológico” a reproduzir o fetiche.

No entanto, é preciso distinguir entre o instantâneo (que impede qualquer reflexão)


e o efêmero. Pois, como observou Genro Filho, o que caracteriza o jornalismo é o
trabalho com o fato singular: os eventos que ocorrem no cotidiano, e que podem ser
apresentados de maneira diversa, segundo os objetivos e as crenças de quem
informa. Notícias que, conforme a ironia de Cortázar, se transformam num “monte
de folhas impressas” abandonadas num banco de praça por quem já as leu, voltam

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a se constituir em jornal assim que outra pessoa as recolhe, até que, no fim do dia,
vão embrulhar verduras, “que é para o que servem os jornais depois dessas
excitantes metamorfoses” [313] . Nesse meio tempo, entretanto, é possível
imaginar que outras metamorfoses já se terão operado na cabeça do leitor, pois as
notícias têm evidente importância na formação da opinião e óbvia influência na vida
pública; e, finalmente, mais metamorfoses transformarão o perecível em
permanente, levando os jornais a arquivos e bibliotecas e tornando-os material de
pesquisa e fonte de consulta capazes de reconstituir uma época (com todos os
riscos e imprecisões que essa empreitada importa). É isso, aliás, o que sintetiza um
famoso anúncio do Jornal do Brasil: “as páginas de um jornal podem ir para o lixo
ou entrar para a história”.

Não se trata, porém, simplesmente de revalorizar o potencial analítico do


jornalismo impresso, condenando os outros meios à suspeição do “imediatismo”
mistificador e sujeito ao erro, como se a superficialidade fosse uma característica
da linguagem desses meios: isto seria considerar que, afinal, o jornalismo impresso
é o único digno de levar o nome dessa atividade. Seguramente, desde que passou a
ter a concorrência do rádio, posteriormente da TV e agora da internet, o jornal
impresso deveria assumir como pressuposto o trabalho de análise, deixando a
informação imediata a cargo dos meios tecnicamente mais preparados para isso.
Mas, para fazer sentido o comentário de que “informar com rapidez não pode ser
igual a desinformar”, parece lógico que também os meios sujeitos ao “imediatismo”
estejam subordinados ao mesmo compromisso com a precisão.

Trata-se, portanto, de recuperar a tradição iluminista na perspectiva dialética de


superá-la. Em primeiro lugar, rejeitando a simplificação de que a tarefa de
esclarecer os cidadãos representa um compromisso com a objetividade associada à
“verdade dos fatos”, que falariam por si - mesmo porque esse postulado conduziria
de saída a uma contradição com a proposta de pluralidade de títulos: afinal,
bastaria um único jornal, chamado apropriadamente de A Verdade - como, aliás, já
se ensaiou ao longo deste século.

Em segundo lugar, deixando claro que, se a tarefa é dar “a verdade sobre os fatos”,
impõe-se a explicitação do sentido político do jornalismo, o que implica o
reconhecimento dessa atividade como um campo de luta. Luta desigual,
certamente, considerando-se o poder das forças em confronto, e que se traduz, por
exemplo, no tipo de interpretação que será dada a esses fatos, e mesmo na eleição
dos fatos aos quais se dará o status de notícia.

Mas, acima de tudo, a superação do projeto iluminista se realiza através da

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formulação de um outro discurso, que não mascare o lugar da fala. Condenando os


postulados tradicionais de objetividade e neutralidade como “bobagens que
inventaram para domesticar os profissionais que não se dobram aos poderosos de
plantão”, o jornalista Ricardo Kotscho apontou a questão com simplicidade,
utilizando, conscientemente ou não, os famosos argumentos de Weber sobre a
necessidade de o intelectual informar suas fontes teóricas e explicitar seus valores:
“o leitor tem o direito de saber o que pensa, de que lado está aquele que lhe
escreve - é uma informação a mais para que ele possa tirar suas próprias
conclusões” [314] . Uma das consequências seria combater o ideal de
imparcialidade que tende a forjar, no jornal, um equilíbrio ausente na sociedade
real, dividida e desigual. Com isso, claramente o lugar de autoridade da imprensa
se desloca - ou, dizendo melhor, muda a qualidade dessa autoridade: a instituição
deixa de ser onisciente para assumir no discurso o espaço que já ocupa de fato, no
jogo de forças de compõem a sociedade.

Por isso, denunciar a instantaneidade como o grande fetiche da pós-modernidade é


apenas um ponto de partida. Para o jornalismo, restará, de todo modo, saber a
maneira pela qual trabalhar com seu objeto efêmero. Afinal, se haverá sempre uma
hora para começar e outra para fechar, o que se deve fazer nesse intervalo?

O depoimento do repórter Caco Barcellos permite ensaiar uma indicação:

É complicadíssimo você trabalhar numa coisa que é extremamente


dinâmica. É terrível, porque você não tem tempo pra respirar, pra refletir
e conseguir formalizar um pouco o que significa isso. É tão dinâmica, tão
veloz, e é tanta incerteza na cabeça da gente todo o tempo, que a
investigação é inesgotável. Se você trabalhar cinco dias, chega a uma
conclusão; se trabalhar sete, chega àquela e mais A; se trabalhar vinte, vê
que talvez todos aqueles dias anteriores não serviram pra nada. É uma
coisa sem fim, né? [315]

A investigação, certamente, é “uma coisa sem fim”, e não só porque hoje a rotina da
concorrência exige do jornalista respostas definitivas e bombásticas a cada edição,
mas porque nossas certezas são sempre provisórias. E, se a matéria-prima do
jornalismo é a realidade cotidiana, “domínio do movediço, do impreciso, do mais ou
menos, do cerca de” [316] , um discurso não mistificador precisaria ser menos
afirmativo, menos conclusivo, menos definitivo; precisaria expor as limitações do
trabalho de apuração e aceitar a dúvida como componente desse trabalho. Não a
dúvida sobre o fato objetivo - “a Alemanha invadiu a Bélgica em 1914” -, mas sobre
interpretações sacralizadas desse fato, sobre os consensos estabelecidos. Em suma,
a dúvida que permite outras interpretações, que está na origem de toda

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possibilidade de transformação social.

É nesse sentido que se pode enunciar o conceito de notícia como clinamen, aquele
desvio que Epicuro identificou na rota previsível e mecânica dos átomos e que
rompe com a fatalidade, representando, para a natureza, a possibilidade de criação
do mundo, e, para os homens, a possibilidade de liberdade.

A liberdade - para ser feliz mesmo na adversidade - subentende o desvio, a


recusa da fatalidade. (...) O clinamen introduz no processo determinista o
espaço para o processo de libertação interior, que a ética epicurista
prescreve: a liberdade é desviante, introduz nova direção a partir da reta
(in)flexível da fatalidade [317] .

Encarar a notícia como clinamen seria, aparentemente, apenas uma consequência


lógica da associação corrente entre notícia e novidade: o desvio pode ser, em si
mesmo, considerado novidade, pelo simples fato de que rompe com a normalidade.
No entanto, o conceito vai muito além, porque é a ruptura tomada num sentido
transformador, que encara a realidade não apenas como aquilo que existe, mas
como “tudo aquilo em que ainda não nos tornamos, ou seja, tudo aquilo que nós
mesmos nos projetamos como seres humanos, por intermédio dos mitos, das
escolhas, das decisões e das lutas” [318] .

Não é casual que Boaventura de Sousa Santos utilize conceito semelhante, “ação-
com-clinamen”, para designar a rebeldia da ação contrária ao conformismo, “que
reduz o realismo ao que existe”, no enorme esforço teórico empreendido por ele
para “reinventar a democracia” [319] a partir da formação de um “novo senso
comum”. Tratar das relações entre jornalismo e senso comum excede amplamente
os limites deste trabalho, mas caberia ao menos ressaltar que, especialmente para
este autor - como também para Gramsci -, o senso comum é encarado
positivamente, em sua potencial contribuição para um projeto de emancipação
cultural e social [320] . Tal projeto interfere nos rumos do que Sousa Santos chama
de “transição paradigmática”, provocada pelo inconformismo diante da frustração
das promessas da modernidade face à realidade do aumento exponencial da fome,
do desemprego, das violações aos direitos humanos, e assim por diante.

Em sua densa pesquisa em busca de uma teoria “para um novo senso comum”,
porém, Sousa Santos estranhamente deixa de lado o poder da mídia:
explicitamente, sua preocupação é o lugar que a ciência e o direito ocupam na
trajetória do paradigma da modernidade ocidental [321] . Entretanto, parece claro
que a disseminação da crítica à globalização, por exemplo, encontra na mídia uma
poderosa barreira, justamente porque é a mídia o grande divulgador desse

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paradigma, apresentado como realidade irresistível, no duplo sentido: inelutável e


sedutora.

Dessa forma, a notícia como clinamen está inserida no processo de transição


paradigmática apontado por Sousa Santos, lidando com o senso comum para
alterá-lo. Num exemplo simples, sustentaria uma orientação oposta àquela
identificada por Mattelart a respeito de um “desvio” sistematicamente demonizado
pela mídia, como o tráfico de drogas - pois a ênfase é sempre nas operações de
combate a esse crime, não sobrando espaço para investigar como um contingente
cada vez maior de população marginalizada consegue conservar sua dignidade
apesar da sujeição à mais extrema violência [322] .

Haverá mercado para um jornalismo como este? As críticas cada vez mais
freqüentes e consistentes ao trabalho da grande imprensa parecem sugerir que
sim. De todo modo, estas são possibilidades que se pode apenas indicar, e que, para
se realizarem, dependem de uma série de variáveis. Uma delas, crucial,
relaticiona-se às condições de trabalho, pois as melhores intenções se desmancham
diante de impossibilidades práticas como as que se desenham na nova configuração
do profissional multimídia e multitarefa exigido pelo mercado do “tempo real” - daí
a necessidade de reação contra essa exigência, o que pressupõe a mobilização dos
jornalistas em nome de uma causa social, a qualidade da informação que o público
consome todos os dias. Outra das variáveis diz respeito a uma intensa pesquisa no
campo do discurso e sua eficácia na relação com o senso comum - algo passível de
ser levado a efeito em projetos laboratoriais no âmbito da universidade.

O que não parece aceitável é festejar um jornalismo que exclui a perspectiva


dialética de interação - e transformação - e remete à noção simplista de que, afinal,
um produto é bom porque vende, e pronto. Mas talvez o mais significativo seja
inverter a pergunta tradicional que o “mercado” faz sempre que é criticado: assim,
em vez de se procurar saber se essas propostas são realizáveis pelo jornalismo que
atualmente se pratica, caberia antes de mais nada indagar se esse jornalismo serve
àquilo que se propõe: fornecer as informações indispensáveis para a formação de
cidadãos.

Bibliografia

Livros e artigos em publicações acadêmicas

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[304] Stuart Hall, apud Bauman, op. cit., p. 38.

[305] Bauman, op. cit., p. 9.

[306] Wolton, op. cit., p. 285.

[307] Wolton, art. cit.

[308] Ramonet. op. cit., p. 72.

[309] Wolton, op. cit., p. 277.

[310] Idem, p. 284.

[311] Wolton, art. cit.

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[312] Klinenberg, art. cit.

[313] Julio Cortázar. “O jornal e suas metamorfoses”, in Histórias de cronópios e de


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[314] Ricardo Kotscho. A prática da reportagem, op. cit., p. 8.

[315] Caco Barcelos, Entrevista à revista Caros Amigos, nº 2, maio de 1997.

[316] Alexandre Koyré, apud Adauto Novaes, “Sobre tempo e história”. in Adauto
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[317] José Américo Pessanha. “As delícias do jardim”. in Adauto Novaes (org.).
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[318] A. Schmidt. The concept of nature in Marx, 1971, apud Milton Santos. Por
uma outra globalização, op. cit., p. 168,

[319] Boaventura de Sousa Santos. “Reinventar a democracia”. In Francisco de


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dissenso e hegemonia global. Petrópolis/Brasília, Vozes/Nedic, 1999, p. 110.

[320] Boaventura de Sousa Santos. Introdução a uma ciência pós-moderna. op. cit.,
p. 41.

[321] Sousa Santos. A crítica da razão indolente. op. cit., p. 18-19.

[322] Mattelart. Comunicação-mundo, op. cit., p. 276.

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