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ESTADO DO MARANHÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE CAXIAS SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO – SEMEDUC NÚCLEO DE FORMAÇÃO

ESTADO DO MARANHÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE CAXIAS SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO – SEMEDUC NÚCLEO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES – NFP PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA – PNAIC

PAUTA DE FORMAÇÃO 15/12/2016

Acolhida 1- Leitura para deleite: A Ratoeira (Paulo Coelho) 2- Tempestade de ideias: Como você acha que deve ser o ensino de ciências? (Responder com uma palavra)

3- Questionamentos:

Como você trabalha ciências com seus alunos?

Registre dois direitos de aprendizagens em ciências que você consegue lembrar?

4- Análise das atividades (em slides) - elaborar perguntas 5- Estudo em grupo dos Direitos de aprendizagens de ciências 6- Refazer a atividade do slide de acordo com os direitos 7 – Socialização da atividade 8- Exibição de vídeo: Ensino de ciências – experimentação e o lúdico 9- Em grupos, a partir de uma obra literária, construir uma atividade para 1º, 2º e 3º ano com os direitos de aprendizagens de ciências selecionado

10-Socialização

11- Mensagem Final (a escolher)

Perguntas:

1- Você aplica ou aplicou atividades desse modelo? 2- Esta atividade está contextualizada? 3- Que desafio esta atividade propõe ao aluno? 4- Essa atividade exige a utilização de conhecimentos prévios? 5- Esse tipo de atividade leva o aluno a pensar, questionar, etc.?

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A RATOEIRA - Paulo Coelho

Preocupadíssimo, o rato viu que o dono da fazenda havia comprado uma ratoeira: estava decidido a matá-lo!

Começou a alertar todos os outros animais:

Cuidado com a ratoeira! Cuidado com a ratoeira! A galinha, ouvindo os gritos, pediu que ficasse calado:

  • - Meu caro rato, sei que isso é um problema para você, mas não me afetará de maneira nenhuma ,portanto não faça tanto escândalo!

O rato foi conversar com o porco, que sentiu-se incomodado por ter seu sono interrompido.

  • - Há uma ratoeira na casa!

- Entendo

sua preocupação, e estou solidário com você – respondeu o porco. – Portanto, garanto que você estará presente nas minhas preces esta noite; não posso fazer nada, além disso.

Mais solitário que nunca, o rato foi pedir ajuda à vaca.

  • - Meu caro rato, e o que eu tenho a ver com isso? Você já viu alguma vez uma vaca ser morta por uma ratoeira?

Vendo que não conseguia a solidariedade de ninguém, o rato voltou até a casa da fazenda, escondeu-se no seu buraco, e passou a noite inteira acordado, com medo que lhe acontecesse uma tragédia.

Durante a madrugada, ouviu-se um barulho: a ratoeira acabava de pegar alguma coisa!

A mulher do fazendeiro desceu para ver se o rato tinha sido morto. Como estava escuro, não percebeu que a armadilha tinha prendido apenas a cauda de uma serpente venenosa: quando se aproximou, foi mordida.

O fazendeiro, escutando os gritos da mulher, acordou e levou-a imediatamente ao hospital. Ela foi tratada como devia, e voltou para casa.

Mas continuava com febre. Sabendo que não existe melhor remédio para os doentes que uma boa canja, o fazendeiro matou a galinha.

A mulher começou a se recuperar, e como os dois eram muito queridos na região, os vizinhos vieram visitá-los. Agradecido por tal demonstração de carinho, o fazendeiro matou o porco para poder servir aos seus amigos.

Finalmente, a mulher se recuperou, mas os custos com o tratamento foram muito altos. O fazendeiro enviou sua vaca ao matadouro, e usou o dinheiro arrecadado com a venda da carne para pagar todas as despesas.

O rato assistiu aquilo tudo, sempre pensando:

“Bem que eu avisei. Não teria sido muito melhor se a galinha, o porco e a vaca tivessem entendido que o problema de um de nós coloca todo mundo em risco?”

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Parábola: A folha amassada (Autor desconhecido)

Quando criança, por causa de meu caráter impulsivo, reagia à menor provocação.

Na maioria das vezes, depois de um desses incidentes, sentia-me envergonhado e me esforçava por consolar a quem tinha magoado.

Um dia, meu professor me viu pedindo desculpas, depois de uma explosão de raiva, e entregou-me uma folha de papel lisa e me disse:

– Amasse-a! Com medo, obedeci e fiz com ela uma bolinha. – Agora, deixe-a como estava antes. Voltou a dizer-me.

Óbvio que não pude deixá-la como antes. Por mais que tentasse, o papel continuava cheio de pregas.

O professor me disse, então:

– O coração das pessoas é como esse papel. A impressão que neles deixamos será tão difícil de apagar como esses amassados.

Assim, aprendi a ser mais compreensivo e mais paciente. Quando sinto vontade de estourar, lembro-me daquele papel amassado.

A impressão que deixamos nas pessoas é impossível de apagar. Quando magoamos alguém com nossas ações ou com nossas palavras, logo queremos consertar o erro, mas é tarde demais ...

Alguém já disse, certa vez:

– Fale somente quando suas palavras possam ser tão suaves como o silêncio. Mas não deixe de falar, por medo da reação do outro.

Acredite! Em especial, em seus sentimentos!

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