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INTRODUÇÃO AO C++ SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DR. EDNALDO B. PIZZOLATO
INTRODUÇÃO AO C++ SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DR. EDNALDO B. PIZZOLATO
INTRODUÇÃO AO C++ SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DR. EDNALDO B. PIZZOLATO

INTRODUÇÃO AO C++

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

DR. EDNALDO B. PIZZOLATO

Programação Orientada a Objetos T T ó ó picos picos • • Estrutura Estrutura B
Programação Orientada a Objetos T T ó ó picos picos • • Estrutura Estrutura B

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos T T ó ó picos picos • • Estrutura Estrutura B B

TTóópicospicos

EstruturaEstrutura BBáásicasica dede ProgramasProgramas CC ee C++C++ TiposTipos dede DadosDados VariVariááveisveis StringsStrings EntradaEntrada ee SaSaíídada dede DadosDados nono CC ee C++C++

Programação Orientada a Objetos INTRODU INTRODU Ç Ç ÃO ÃO O O C++ C++ aceita
Programação Orientada a Objetos INTRODU INTRODU Ç Ç ÃO ÃO O O C++ C++ aceita

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos INTRODU INTRODU Ç Ç ÃO ÃO O O C++ C++ aceita aceita

INTRODUINTRODUÇÇÃOÃO

OO C++C++ aceitaaceita aa sintaxesintaxe C,C, acrescentandoacrescentando melhoramentos,melhoramentos, ampliandoampliando oo escopoescopo dede aplicaaplicaçções,ões, ee possibilitandopossibilitando oo desenvolvimentodesenvolvimento dede programasprogramas baseadosbaseados nono paradigmaparadigma dada OrientaOrientaççãoão aa Objetos;Objetos;

Programação Orientada a Objetos INTRODU INTRODU Ç Ç ÃO ÃO O O C++ C++ mant
Programação Orientada a Objetos INTRODU INTRODU Ç Ç ÃO ÃO O O C++ C++ mant

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos INTRODU INTRODU Ç Ç ÃO ÃO O O C++ C++ mant mant

INTRODUINTRODUÇÇÃOÃO

OO C++C++ mantmantéémm àà caractercaracteríísticastica dodo CC dede serser umauma linguagemlinguagem dede pequenopequeno tamanho!tamanho!

C++C++ possuipossui apenasapenas 6262 palavraspalavras reservadasreservadas (32(32 delasdelas comunscomuns aoao C);C);

Programação Orientada a Objetos INTRODU INTRODU Ç Ç ÃO ÃO A A diferen diferen ç
Programação Orientada a Objetos INTRODU INTRODU Ç Ç ÃO ÃO A A diferen diferen ç

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos INTRODU INTRODU Ç Ç ÃO ÃO A A diferen diferen ç ç

INTRODUINTRODUÇÇÃOÃO

AA diferendiferenççaa maiormaior sese ddáá nasnas unidadesunidades dede programaprogramaçção:ão: nono CC sãosão asas funfunççõesões enquantoenquanto queque nono C++C++ sãosão asas classesclasses (que(que instanciaminstanciam objetosobjetos ee contcontéémm funfunççõesões chamadaschamadas dede mméétodos).todos).

Programação Orientada a Objetos auto break case char const continue default do double else enum
Programação Orientada a Objetos
auto
break
case
char
const
continue
default
do
double
else
enum
extern
float
for
goto
if
int
long
register
return
short
signed
sizeof
static
struct
switch
typedef
union
unsigned
void
volatile
while
signed sizeof static struct switch typedef union unsigned void volatile while PALAVRAS RESERVADAS EM C E
signed sizeof static struct switch typedef union unsigned void volatile while PALAVRAS RESERVADAS EM C E

PALAVRAS RESERVADAS EM C E C++

Programação Orientada a Objetos new wchar_t mutable explicit bool delete dynamic_cast asm public true inline
Programação Orientada a Objetos
new
wchar_t
mutable
explicit
bool
delete
dynamic_cast
asm
public
true
inline
reinterpret_cast
this
protected
false
typeid
static_cast
try
private
template
const_cast
catch
operator
using
typename
throw
friend
namespace
virtual
class
const_cast catch operator using typename throw friend namespace virtual class PALAVRAS RESERVADAS EM C E C++
const_cast catch operator using typename throw friend namespace virtual class PALAVRAS RESERVADAS EM C E C++

PALAVRAS RESERVADAS EM C E C++

Programação Orientada a Objetos Modelo // Diretivas do Processador #include <iostream.h> void main() { cout
Programação Orientada a Objetos Modelo // Diretivas do Processador #include <iostream.h> void main() { cout

Programação Orientada a Objetos

Modelo // Diretivas do Processador #include <iostream.h> void main() { cout << “Meu primeiro
Modelo
// Diretivas do Processador
#include <iostream.h>
void main()
{
cout << “Meu primeiro programa” << endl;
}
Programação Orientada a Objetos Modelo // Diretivas do Processador #include <iostream.h> int main() { cout
Programação Orientada a Objetos Modelo // Diretivas do Processador #include <iostream.h> int main() { cout

Programação Orientada a Objetos

Modelo // Diretivas do Processador #include <iostream.h> int main() { cout << “Meu primeiro
Modelo
// Diretivas do Processador
#include <iostream.h>
int main()
{
cout << “Meu primeiro programa” << endl;
return 0;
}
Programação Orientada a Objetos Modelo (compilador ISO98 v1.0) // Diretivas do Processador #include
Programação Orientada a Objetos Modelo (compilador ISO98 v1.0) // Diretivas do Processador #include

Programação Orientada a Objetos

Modelo (compilador ISO98 v1.0) // Diretivas do Processador #include <iostream.h> int main() { std::cout
Modelo (compilador ISO98 v1.0)
// Diretivas do Processador
#include <iostream.h>
int main()
{
std::cout << “Meu primeiro programa” << endl;
return 0;
}
Programação Orientada a Objetos Modelo (compilador ISO98 v1.1) // Diretivas do Processador #include
Programação Orientada a Objetos Modelo (compilador ISO98 v1.1) // Diretivas do Processador #include

Programação Orientada a Objetos

Modelo (compilador ISO98 v1.1) // Diretivas do Processador #include <iostream.h> using std::cout; int main()
Modelo (compilador ISO98 v1.1)
// Diretivas do Processador
#include <iostream.h>
using std::cout;
int main()
{
cout << “Meu primeiro programa” << endl;
return 0;
}
Programação Orientada a Objetos Modelo (compilador ISO98 v1.2) // Diretivas do Processador #include
Programação Orientada a Objetos Modelo (compilador ISO98 v1.2) // Diretivas do Processador #include

Programação Orientada a Objetos

Modelo (compilador ISO98 v1.2) // Diretivas do Processador #include <iostream.h> using namespace std; int
Modelo (compilador ISO98 v1.2)
// Diretivas do Processador
#include <iostream.h>
using namespace std;
int main()
{
cout << “Meu primeiro programa” << endl;
return 0;
}
/* Namespace – faz parte do que se chama Ambiente de
Nomes no C++, que é um mecanismo para expressar
agrupamentos lógicos.*/
Programação Orientada a Objetos Algumas palavras sobre comentários Documentam programas Melhoram a leitura de
Programação Orientada a Objetos Algumas palavras sobre comentários Documentam programas Melhoram a leitura de

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos Algumas palavras sobre comentários Documentam programas Melhoram a leitura de

Algumas palavras sobre comentários

Documentam programas Melhoram a leitura de programas São ignorados pelo compilador

Programação Orientada a Objetos Algumas palavras sobre diretivas de pré- processamento Começam com # Processadas
Programação Orientada a Objetos Algumas palavras sobre diretivas de pré- processamento Começam com # Processadas

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos Algumas palavras sobre diretivas de pré- processamento Começam com # Processadas por

Algumas palavras sobre diretivas de pré- processamento

Começam com #

Processadas por pré-processador antes da compilação

Programação Orientada a Objetos TIPOS DO C++ TIPO NOME modificadores lógico bool inteiro int unsigned,
Programação Orientada a Objetos
TIPOS DO C++
TIPO
NOME
modificadores
lógico
bool
inteiro
int
unsigned, short, long
real
float
long
double
literal
char
unsigned
void
-
Programação Orientada a Objetos TIPOS DO C++ declaração bits bytes faixa char 8 1 -128
Programação Orientada a Objetos
TIPOS DO C++
declaração
bits
bytes
faixa
char
8
1
-128 a 127
unsigned char
8
1
0 a 255
int
16/32
2/4
unsigned int
16/32
2
short int
16
2
-32768 a 32767
long int
32
4
-2.14 10 9 a 2.14 10 9
unsigned long
32
4
0 a 4.29 10 9
Programação Orientada a Objetos DECLARAÇÃO DAS VARIÁVEIS Sintaxe de declaração de variáveis em C e
Programação Orientada a Objetos DECLARAÇÃO DAS VARIÁVEIS Sintaxe de declaração de variáveis em C e

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos DECLARAÇÃO DAS VARIÁVEIS Sintaxe de declaração de variáveis em C e C++

DECLARAÇÃO DAS VARIÁVEIS Sintaxe de declaração de variáveis em C e C++ é semelhante. tipo_de_dado lista_variáveis;

Exemplos :

int x, y, z; float f;

pelo C os 32
pelo
C
os
32
pelo C os 32 Programação Orientada a Objetos REGRAS PARA NOMES DAS VARIÁVEIS -São reconhecidos primeiros

Programação Orientada a Objetos

pelo C os 32 Programação Orientada a Objetos REGRAS PARA NOMES DAS VARIÁVEIS -São reconhecidos primeiros

REGRAS PARA NOMES DAS VARIÁVEIS

-São

reconhecidos

primeiros caracteres de uma variável;

-Só se pode iniciar um nome com um caractere do alfabeto ou pelo caractere underscore ‘_’;

caracteres podem ser underscore ou caracteres
caracteres
podem
ser
underscore
ou
caracteres
caracteres podem ser underscore ou caracteres Programação Orientada a Objetos REGRAS PARA NOMES DAS VARIÁVEIS -Os

Programação Orientada a Objetos

underscore ou caracteres Programação Orientada a Objetos REGRAS PARA NOMES DAS VARIÁVEIS -Os alfabeto, numéricos; -

REGRAS PARA NOMES DAS VARIÁVEIS

-Os

alfabeto,

numéricos; - O C e o C++ consideram diferentes nomes com letras maiúsculas e minúsculas. Portanto as seguintes variáveis são diferentes : int maior, MAIOR, Maior, mAiOr;

demais

Programação Orientada a Objetos LOCAL DAS DECLARAÇÕES DE VARIÁVEIS Em C, só se pode declarar
Programação Orientada a Objetos LOCAL DAS DECLARAÇÕES DE VARIÁVEIS Em C, só se pode declarar

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos LOCAL DAS DECLARAÇÕES DE VARIÁVEIS Em C, só se pode declarar uma

LOCAL DAS DECLARAÇÕES DE VARIÁVEIS

Em C, só se pode declarar uma variável dentro de função, antes das instruções ou entre funções (sendo, neste caso, global a partir de sua declaração).

Programação Orientada a Objetos LOCAL DAS DECLARAÇÕES DE VARIÁVEIS Em C++, além destas formas, pode-se
Programação Orientada a Objetos LOCAL DAS DECLARAÇÕES DE VARIÁVEIS Em C++, além destas formas, pode-se

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos LOCAL DAS DECLARAÇÕES DE VARIÁVEIS Em C++, além destas formas, pode-se declarar

LOCAL DAS DECLARAÇÕES DE VARIÁVEIS

Em C++, além destas formas, pode-se declarar uma variável em qualquer ponto de um programa - entre instruções ou mesmo dentro de instruções.

Programação Orientada a Objetos ESCOPO DE VARIÁVEIS As regras de escopo referem-se à visibilidade da
Programação Orientada a Objetos ESCOPO DE VARIÁVEIS As regras de escopo referem-se à visibilidade da

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos ESCOPO DE VARIÁVEIS As regras de escopo referem-se à visibilidade da variável.

ESCOPO DE VARIÁVEIS

As regras de escopo referem-se à visibilidade da variável. Há 3 escopos possíveis para uma variável: local, arquivo e classe.

Programação Orientada a Objetos ESCOPO DE VARIÁVEIS LOCAL: são acessadas única e exclusivamente pelo bloco
Programação Orientada a Objetos ESCOPO DE VARIÁVEIS LOCAL: são acessadas única e exclusivamente pelo bloco

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos ESCOPO DE VARIÁVEIS LOCAL: são acessadas única e exclusivamente pelo bloco no

ESCOPO DE VARIÁVEIS

LOCAL: são acessadas única e exclusivamente pelo bloco no qual

foram declaradas.

Um bloco é definido por {

}

Programação Orientada a Objetos ESCOPO DE VARIÁVEIS GLOBAL: são acessíveis em todo o arquivo.
Programação Orientada a Objetos ESCOPO DE VARIÁVEIS GLOBAL: são acessíveis em todo o arquivo.

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos ESCOPO DE VARIÁVEIS GLOBAL: são acessíveis em todo o arquivo.

ESCOPO DE VARIÁVEIS

GLOBAL: são acessíveis em todo o arquivo.

Programação Orientada a Objetos ESCOPO DE VARIÁVEIS GLOBAL: blocos com variáveis locais homô- nimas a
Programação Orientada a Objetos ESCOPO DE VARIÁVEIS GLOBAL: blocos com variáveis locais homô- nimas a

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos ESCOPO DE VARIÁVEIS GLOBAL: blocos com variáveis locais homô- nimas a variáveis

ESCOPO DE VARIÁVEIS

GLOBAL: blocos com variáveis locais homô- nimas a variáveis glo- bais perdem o acesso às últimas.

Programação Orientada a Objetos ESCOPO DE VARIÁVEIS O C++ diferencia variáveis locais e globais homônimas
Programação Orientada a Objetos ESCOPO DE VARIÁVEIS O C++ diferencia variáveis locais e globais homônimas

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos ESCOPO DE VARIÁVEIS O C++ diferencia variáveis locais e globais homônimas com

ESCOPO DE VARIÁVEIS

O C++ diferencia variáveis locais e globais homônimas com o Operador de Resolução de Escopo :: (também chamado Qualificação de Escopo), que colocado em frente à variável, faz com que o programa acesse a global. Um erro será apontado, caso não exista a variável global.

global = 4
global = 4
global = 4 Programação Orientada a Objetos ESCOPO DE VARIÁVEIS #include <iostream.h> int x = 2;

Programação Orientada a Objetos

global = 4 Programação Orientada a Objetos ESCOPO DE VARIÁVEIS #include <iostream.h> int x = 2;

ESCOPO DE VARIÁVEIS

#include <iostream.h>

int x = 2; main ()

{

int x = 0; cout << "local “ << dob( x ); cout <<"global”<< dob(::x);

}

int dob (int v)

{

return 2*v;

}

Resultado :

local = 0

Programação Orientada a Objetos CLASSES DE ARMAZENAMENTO As classes de armazenamento referem-se ao tempo de
Programação Orientada a Objetos CLASSES DE ARMAZENAMENTO As classes de armazenamento referem-se ao tempo de

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos CLASSES DE ARMAZENAMENTO As classes de armazenamento referem-se ao tempo de vida

CLASSES DE ARMAZENAMENTO

As classes de armazenamento referem-se ao tempo de vida das variáveis.

C++ não acrescenta novas definições ao C.

Programação Orientada a Objetos CLASSES DE ARMAZENAMENTO Os especificadores auto e register significam tempo de
Programação Orientada a Objetos CLASSES DE ARMAZENAMENTO Os especificadores auto e register significam tempo de

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos CLASSES DE ARMAZENAMENTO Os especificadores auto e register significam tempo de vida

CLASSES DE ARMAZENAMENTO

Os especificadores auto e register significam tempo de vida local, ou seja, são liberados da memória quando o programa encerra seu escopo de declaração.

Programação Orientada a Objetos CLASSES DE ARMAZENAMENTO Vale lembrar que todas as variáveis locais normalmente
Programação Orientada a Objetos CLASSES DE ARMAZENAMENTO Vale lembrar que todas as variáveis locais normalmente

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos CLASSES DE ARMAZENAMENTO Vale lembrar que todas as variáveis locais normalmente

CLASSES DE ARMAZENAMENTO

Vale lembrar que todas as variáveis locais normalmente declaradas em C e C++ são automáticas, ou seja, do tipo auto.

algum registrador long, etc) declaradas como
algum
registrador
long,
etc)
declaradas como

em

unsigned,

ser

registrador long, etc) declaradas como em unsigned , ser Programação Orientada a Objetos CLASSES DE ARMAZENAMENTO

Programação Orientada a Objetos

como em unsigned , ser Programação Orientada a Objetos CLASSES DE ARMAZENAMENTO Usa-se register para otimizar

CLASSES DE ARMAZENAMENTO

Usa-se register para otimizar o acesso, solicitando a alocação da

variável

disponível. Somente variáveis dos

tipos char e int e suas variantes

(signed,

podem

register.

Programação Orientada a Objetos CLASSES DE ARMAZENAMENTO Os especificadores static e extern possuem tempos de
Programação Orientada a Objetos CLASSES DE ARMAZENAMENTO Os especificadores static e extern possuem tempos de

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos CLASSES DE ARMAZENAMENTO Os especificadores static e extern possuem tempos de vida

CLASSES DE ARMAZENAMENTO

Os especificadores static e extern possuem tempos de vida globais, ou seja, permanecem alocados em memória guardando seu último valor mesmo após o encerramento de seu escopo.

Programação Orientada a Objetos CLASSES DE ARMAZENAMENTO Usa-se extern para se especificar que a definição
Programação Orientada a Objetos CLASSES DE ARMAZENAMENTO Usa-se extern para se especificar que a definição

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos CLASSES DE ARMAZENAMENTO Usa-se extern para se especificar que a definição da

CLASSES DE ARMAZENAMENTO

Usa-se extern para se especificar que a definição da variável ocorre uma única vez, em qualquer um dos arquivos fontes que compõem o programa.

Programação Orientada a Objetos CLASSES DE ARMAZENAMENTO Em C, o especificador extern foi idealizado para
Programação Orientada a Objetos CLASSES DE ARMAZENAMENTO Em C, o especificador extern foi idealizado para

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos CLASSES DE ARMAZENAMENTO Em C, o especificador extern foi idealizado para auxiliar

CLASSES DE ARMAZENAMENTO

Em C, o especificador extern foi idealizado para auxiliar a compilação em separado de arquivos. Em C++, porém, qualquer variável ou função não declarada explicitamente como static será, do tipo extern.

int dobro (int x) { static int cont=0; cont++; printf(“%d \n”,cont);// não fazer isso return
int dobro (int x)
{
static int cont=0;
cont++;
printf(“%d \n”,cont);// não
fazer isso
return 2*x;
}
printf(“%d \n”,cont);// não fazer isso return 2*x; } Programação Orientada a Objetos CLASSES DE ARMAZENAMENTO A

Programação Orientada a Objetos

fazer isso return 2*x; } Programação Orientada a Objetos CLASSES DE ARMAZENAMENTO A declaração static faz

CLASSES DE ARMAZENAMENTO

A declaração static faz com que a variável perma- neça existindo em memória enquan- to o programa es- tiver rodando.

variável local da
variável local da
variável local da Programação Orientada a Objetos CLASSES DE ARMAZENAMENTO A abrangência da variável não se

Programação Orientada a Objetos

variável local da Programação Orientada a Objetos CLASSES DE ARMAZENAMENTO A abrangência da variável não se

CLASSES DE ARMAZENAMENTO

A abrangência da variável não se altera com a declaração static. Por exemplo, cont continua

sendo

função dobro().

uma

onde ela se
onde
ela
se
onde ela se Programação Orientada a Objetos CLASSES DE ARMAZENAMENTO Quando a declaração static é usada

Programação Orientada a Objetos

onde ela se Programação Orientada a Objetos CLASSES DE ARMAZENAMENTO Quando a declaração static é usada

CLASSES DE ARMAZENAMENTO

Quando a declaração static é usada em variáveis globais, o escopo da variável é modificado única e exclusivamente no

arquivo

encontra.

fonte

Programação Orientada a Objetos CONVERSÃO DE TIPOS Alternativamente à conversão de cast do C, C++
Programação Orientada a Objetos CONVERSÃO DE TIPOS Alternativamente à conversão de cast do C, C++

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos CONVERSÃO DE TIPOS Alternativamente à conversão de cast do C, C++ propõe

CONVERSÃO DE TIPOS

Alternativamente à conversão de cast do C, C++ propõe uma conversão explícita de tipo, onde se pode converter um dado tanto para tipos pré-definidos da linguagem como para tipos definidos pelo programador.

Programação Orientada a Objetos CONVERSÃO DE TIPOS Exemplo : char letra = 'a'; int var
Programação Orientada a Objetos CONVERSÃO DE TIPOS Exemplo : char letra = 'a'; int var

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos CONVERSÃO DE TIPOS Exemplo : char letra = 'a'; int var =

CONVERSÃO DE TIPOS

Exemplo :

char letra = 'a'; int var = letra; // var vale ASCII de 'a‘

Programação Orientada a Objetos CONVERSÃO DE TIPOS Exemplo : float fReal = 45.60; int iInteiro,
Programação Orientada a Objetos CONVERSÃO DE TIPOS Exemplo : float fReal = 45.60; int iInteiro,

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos CONVERSÃO DE TIPOS Exemplo : float fReal = 45.60; int iInteiro, iOutro;

CONVERSÃO DE TIPOS

Exemplo :

float fReal = 45.60; int iInteiro, iOutro; char cCaracter = ‘W‘;

iOutro = (int) cCaracter; cCaracter = char(fReal); iInteiro = (int) fReal;

Programação Orientada a Objetos CADEIAS DE CARACTERES Exemplo : char cadeia[20]; string x; // conteiner
Programação Orientada a Objetos CADEIAS DE CARACTERES Exemplo : char cadeia[20]; string x; // conteiner

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos CADEIAS DE CARACTERES Exemplo : char cadeia[20]; string x; // conteiner –

CADEIAS DE CARACTERES

Exemplo :

char cadeia[20]; string x; // conteiner – incluir <string.h>

x = “Objetos"; cout << “x : " << x << endl;

Programação Orientada a Objetos ENTRADA E SAÍDA DE DADOS Bibliotecas Stream entrada de dados pelo
Programação Orientada a Objetos ENTRADA E SAÍDA DE DADOS Bibliotecas Stream entrada de dados pelo

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos ENTRADA E SAÍDA DE DADOS Bibliotecas Stream entrada de dados pelo teclado

ENTRADA E SAÍDA DE DADOS

Bibliotecas Stream

entrada de dados pelo teclado cin (scanf no C) saída de dados para tela cout (printf no C) é necessária a inclusão da biblioteca iostream.h #include <iostream.h> // no C stdio.h

C++ C cin >> x; cin >> f >> g; scanf("%d",&x);
C++
C
cin >> x;
cin >> f >> g;
scanf("%d",&x);
scanf("%f%f",&f,&g);
scanf("%f%f",&f,&g); Programação Orientada a Objetos ENTRADA E SAÍDA DE DADOS

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos ENTRADA E SAÍDA DE DADOS Exemplos : Variáveis int x; float

ENTRADA E SAÍDA DE DADOS

Exemplos :

Variáveis

int x;

float f,g;

C++ C cout << “x = “ << x; printf("x=%d",x);
C++
C
cout << “x = “ << x;
printf("x=%d",x);
“x = “ << x; printf("x=%d",x); Programação Orientada a Objetos ENTRADA E SAÍDA DE DADOS

Programação Orientada a Objetos

x; printf("x=%d",x); Programação Orientada a Objetos ENTRADA E SAÍDA DE DADOS Exemplos : Variáveis int x;

ENTRADA E SAÍDA DE DADOS

Exemplos :

Variáveis

int x;

Programação Orientada a Objetos ENTRADA E SAÍDA DE DADOS Atenção : É possível imprimir mais
Programação Orientada a Objetos ENTRADA E SAÍDA DE DADOS Atenção : É possível imprimir mais

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos ENTRADA E SAÍDA DE DADOS Atenção : É possível imprimir mais de

ENTRADA E SAÍDA DE DADOS

Atenção :

É possível imprimir mais de uma variável ao mesmo tempo!

cout << x << “ e “ << y << endl;

Programação Orientada a Objetos MACROS OU DIRETIVAS #DEFINE Sintaxe : #define frase1 frase2 Durante a
Programação Orientada a Objetos MACROS OU DIRETIVAS #DEFINE Sintaxe : #define frase1 frase2 Durante a

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos MACROS OU DIRETIVAS #DEFINE Sintaxe : #define frase1 frase2 Durante a compilação

MACROS OU DIRETIVAS #DEFINE Sintaxe :

#define frase1 frase2

Durante a compilação ao se encontrar a ocorrência de frase1, o compilador substituirá por frase2.

Programação Orientada a Objetos MACROS OU DIRETIVAS #DEFINE Exemplo : #define PI 3.141596 area =
Programação Orientada a Objetos MACROS OU DIRETIVAS #DEFINE Exemplo : #define PI 3.141596 area =

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos MACROS OU DIRETIVAS #DEFINE Exemplo : #define PI 3.141596 area = PI

MACROS OU DIRETIVAS #DEFINE

Exemplo :

#define PI 3.141596

area = PI * raio*raio; (no código)

area = 3.141596 *raio*raio; (código compilado)

Programação Orientada a Objetos ESPECIFICADOR CONST Surgiu como alternativa ao #define na primeira versão do
Programação Orientada a Objetos ESPECIFICADOR CONST Surgiu como alternativa ao #define na primeira versão do

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos ESPECIFICADOR CONST Surgiu como alternativa ao #define na primeira versão do C++

ESPECIFICADOR CONST Surgiu como alternativa ao #define na primeira versão do C++ e mais tarde foi incorporado ao padrão ANSI C; Para se declarar um valor constante, usa-se a palavra const seguida do tipo e do valor da constante; Em C++, é possível tornar constantes:

valores, ponteiros, conteúdo de ponteiros e parâmetros de função.

Programação Orientada a Objetos ESPECIFICADOR CONST Sintaxe : const tipo tVar = valor; Depois de
Programação Orientada a Objetos ESPECIFICADOR CONST Sintaxe : const tipo tVar = valor; Depois de

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos ESPECIFICADOR CONST Sintaxe : const tipo tVar = valor; Depois de definido

ESPECIFICADOR CONST Sintaxe :

const tipo tVar = valor;

Depois de definido o valor não se pode mais alterá-lo. Não ocorre substituições como com define!

Exemplo:

const float PI = 3.141596;

typedef
typedef
typedef Programação Orientada a Objetos DEFINIÇÃO DE TIPOS Pode-se definir tipos próprios de variáveis, combinando

Programação Orientada a Objetos

typedef Programação Orientada a Objetos DEFINIÇÃO DE TIPOS Pode-se definir tipos próprios de variáveis, combinando

DEFINIÇÃO DE TIPOS Pode-se definir tipos próprios de variáveis, combinando tipos já existentes; Para isto utiliza-se a palavra reservada:

Exemplo:

typedef int MEU_INT;

linguagem muito terá
linguagem
muito
terá

uma

linguagem muito terá uma Programação Orientada a Objetos Conclusões: C++ é parecida com C. Quem aprendeu

Programação Orientada a Objetos

linguagem muito terá uma Programação Orientada a Objetos Conclusões: C++ é parecida com C. Quem aprendeu

Conclusões:

C++ é

parecida com C. Quem aprendeu C não

dificuldades em entender a linguagem C++. Aliás, C, C++, C# e Java são muito parecidas.

exemplo) e, agora, uma constante utilizar os valores
exemplo) e, agora,
uma constante
utilizar
os
valores
exemplo) e, agora, uma constante utilizar os valores Programação Orientada a Objetos Conclusões: Vimos que C++

Programação Orientada a Objetos

utilizar os valores Programação Orientada a Objetos Conclusões: Vimos que C++ incluiu tipos novos (bool, por

Conclusões:

Vimos que C++ incluiu tipos novos

(bool,

por

permite

utilizando const.

definir

Também

permite

lógicos true e false.

Programação Orientada a Objetos Conclusões: Para quem tinha dores de cabeça com os comandos de
Programação Orientada a Objetos Conclusões: Para quem tinha dores de cabeça com os comandos de

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos Conclusões: Para quem tinha dores de cabeça com os comandos de entrada

Conclusões:

Para quem tinha dores de cabeça com os comandos de entrada e saída (scanf e printf) uma boa nova:

cin

E

cout

FIM
FIM
FIM Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos

FIM Programação Orientada a Objetos