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OPERAÇÕES UNITÁRIAS

OPERAÇÕES UNITÁRIAS Objetivos:Ao final deste Capítulo o estudante será capaz de:   distinguir os diversos

Objetivos:Ao final deste Capítulo o estudante será capaz de:

 

distinguir os diversos tipos de operações

Pré-Requisitos Matemáticos:Nenhum.

unitárias;distinguir soluções ideais e reais; efetuar balanços materiais e energéticos, fazendo

transformações de bases de concentração e de unidades e aplicando as leis de mistura de gases, de gases ideais e de equilíbrio; representar o equilíbrio líquido-vapor e líquido-líquido e as

mudanças de fases sobres estes diagramas; efetuar cálculos de composição e de quantidade de fases

em equilíbrio.

Pré-Requisitos de Engenharia e Científicos:Balanço Material.Termodinâmica Básica (I e II princípios, equilíbrio termodinâmico). Equilíbrio e Regra das Fases.

OPERAÇÕES UNITÁRIAS

OPERAÇÕES UNITÁRIAS Objetivos: Identificar os tipos de operações e equipamentos de transferência de massa, calor e

Objetivos:

Identificar os tipos de operações e equipamentos de transferência de massa, calor e de separação mecânica de fases gás-líquido-sólido, seus princípios de funcionamento

e

suas partes constituintes, distinguir o papel destas partes

e

dos parâmetros que afetam o funcionamento destes

equipamentos. Selecionar e aplicar os mecanismos de transferência de

massa, calor e quantidade de movimento que ocorrem nestes tipos de operações para a resolução de problemas em sistemas industriais. Avaliar e projetar equipamentos industriais tais como colunas de destilação, absorção, esgotamento e extração, de bandejas e recheadas utilizando os mecanismos de transferências de massa entre fases.

OPERAÇÕES UNITÁRIAS

OPERAÇÕES UNITÁRIAS Tipos: Escoamento de fluidos : as quais envolvem transporte de fluidos, bombeamento,

Tipos:

Escoamento de fluidos: as quais envolvem transporte

de fluidos, bombeamento, compressão; Transferência de calor: as quais envolvem

equipamentos como fornos, permutadores de calor, condensadores, refervedores; Transferência de massa e calor combinados: as quais

envolvem destilação

integral, fracionada, diferencial ,

evaporação, secagem, umidificação, cristalização. Transferência de massa: as quais envolvem absorção,

esgotamento, extração, lixiviação; Operações com sólidos: as quais envolvem classificação,

britagem, moagem manuseio de sólidos; Escoamento e separação de fluidos e sólidos: as quais envolvem filtração, decantação, ciclones e centrifugação;

OPERAÇÕES UNITÁRIAS

OPERAÇÕES UNITÁRIAS Transferência de energia e/ou de matéria pela ação de um agente de separação, em

Transferência de energia e/ou de matéria pela ação de um agente de separação, em uma velocidade ou taxa que é função da força motriz. Força motriz depende do gradiente de energia ou concentração, de acordo com a operação específica.

Agentes de separação:

calor: nas operações unitárias de destilação, evaporação, cristalização; solvente: nas operações unitárias de absorção, extração; gravidade: na operação unitária de decantação

OPERAÇÕES UNITÁRIAS

OPERAÇÕES UNITÁRIAS Tipos: Escoamento de fluidos : as quais envolvem transporte de fluidos, bombeamento,

Tipos:

Escoamento de fluidos: as quais envolvem transporte

de fluidos, bombeamento, compressão; Transferência de calor: as quais envolvem

equipamentos como fornos, permutadores de calor, condensadores, refervedores; Transferência de massa e calor combinados: as quais

envolvem destilação

integral, fracionada, diferencial ,

evaporação, secagem, umidificação, cristalização. Transferência de massa: as quais envolvem absorção,

esgotamento, extração, lixiviação; Operações com sólidos: as quais envolvem classificação,

britagem, moagem manuseio de sólidos; Escoamento e separação de fluidos e sólidos: as quais envolvem filtração, decantação, ciclones e centrifugação;

ConceitosConceitos BBáásicossicos dede EngenhariaEngenharia QuQuíímicamica

Conceitos Conceitos B B á á sicos sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í

ConceitosConceitos BBáásicossicos dede EngenhariaEngenharia QuQuíímicamica

sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Sistemas e Unidades São três

Sistemas e Unidades

São três as referências de medidas selecionadas, independentes da mecânica, para se expressar qualquer grandeza:

Comprimento, Massa e Tempo.

Existem diversos sistemas de medidas que adotam diferentes unidades para essas dimensões ou mesmo outras dimensões.

No entanto, o Sistema Internacional, SI, é adotado por lei no Brasil. A IUPAC, União Internaional de Química Pura e Aplicada o adotou em todo o mundo.

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Lei da Conservação das Massas:

Lei da Conservação das Massas: "Na Natureza Nada se Cria, Nada se Perde, Tudo se Transforma"

Por este princípio de Lavoisier, o balanço de material em torno de uma envoltória de um processo deve sempre ser verificado.

Observe-se que o mesmo não ocorre com o balanço em volume, salvo em situação em que as soluções possam ser consideradas ideais e que os volumes sejam dados a mesma temperatura, sem que haja transformação química.

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Aplicações da Lei da Conservação

Aplicações da Lei da Conservação das Massas

V F L
V
F
L

Balanço material total:

F=V + L

Balanço material parcial:

F z

a

=V y

a

+ L x

a

Relações estequiométricas:

z

x

y

a

a

a

+

+

+

z

x

b

b

y

b

=1

=1

=1

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Quantidade de Matéria Um mol

Quantidade de Matéria

Um mol é a quantidade de matéria da substância que contém tantas entidades elementares quantos são os átomos contidos em 0,012 kg de carbono 12 (NA = 6,02214 x 1023 átomos).

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Aplicações da definição de Quantidade

Aplicações da definição de Quantidade de Matéria

Calcular a massa molar média da mistura abaixo:

nC

4

C

2 :

2 H 6 :

H

H 10 :

9.8%

23,9%

10,9%

H

C

nC

2 S:

0,7%

3 29,0%

H

8

:

5

H

12

:

0,3%

CH

iC

4

4

:

H 10

H 10

14,1%

11,30

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Temperatura É a medida do

Temperatura

É a medida do grau de aquecimento do sistema, medido através instrumentos específicos e expresso em escalas relativas e fixadas arbitrariamente.

Estas escalas são: centesimal (Celsius); Fahrenheidt.

T

(

o

C

)

5

=

T

(

o

F

)

32

9

As chamadas unidades absolutas de temperaturas são expressas pela temperatura Kelvin na escala centesimal e pela Rankine na escala Fahrenheidt, sendo que o zero absoluto das duas escalas coincidem. ∆T (R) = 1,8 T (K) 0 K = -273,15 o C = -459,67 o F = 0 R R = 1,8 K

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Pressão A pressão de uma

Pressão

A pressão de uma substância é a medida da força realizada por esta substância, pela unidade de área em que ela é aplicada.

Pode ser expressa em escala absoluta ou em relação a atmosfera. No sistema SI a pressão atmosférica corresponde a 101,325 kPa, o que eqüivale a 760 mmHg ou 14,696 psia.

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Lei dos Gases Pela lei

Lei dos Gases

Pela lei dos gases a relação (PV/T) é constante para qualquer gás, onde P,V e T representam a pressão, o volume molar e a temperatura do gás.

Considerando-se P=1 atm, V0=22,414 .10-3 m3, T=273 K, para um gás ideal (z=1). Um kmol de um gás ideal (z=1) nas CNPT ocupa 22,414 .10-3 m 3 , a 0 o C e 1 atm ou um lb-mol ocupa 359 ft3 a 32oF e 29,92 in Hg. (P 0 V 0 /T 0 ) = (PV/T) PV = zn RT P, V, T: pressão, volume e temperatura da substância; n: quantidade de matéria da substância em kmol ou lbmol; Z:fator compressibilidade da substância;

UNIDADES DE R

VALOR

(kPa)(m 3 )/(kmol) (K)

8,31

(cal)/(gmol) (K)

1,99

(psia)(ft 3 )/(lbmol)(R)

10,73

(atm)(cm 3 )/(mol)(K)

82,05

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Aplicação da Lei dos Gases

Aplicação da Lei dos Gases

O gás efluente de um tambor de topo de uma coluna de destilação tem a composição volumétrica dada abaixo:

COMPOSTO

% VOL

metano

65%

etano

19%

propano

12%

butano

4%

Qual o volume ocupado por este gás nas CNTP?

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Lei de Dalton "A pressão

Lei de Dalton

"A pressão total de uma mistura de gases ideais corresponde ao somatório das pressões parciais dos constituintes da mistura".

P T

=

n

i =1

P = P

i

T

y

i

P T : pressão total da mistura; P i : pressão parcial do constituinte i; y i :fração molar de i sua fase vapor.

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Lei de Amagat “O volume

Lei de Amagat

“O volume total de uma mistura de gases ideais corresponde ao somatório dos volumes parciais dos constituintes da mistura".

V

T

=

n

i =1

V =V

i

T

y

i

V T : pressão total da mistura; V i : pressão parcial do constituinte i; y i :fração molar de i sua fase vapor.

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Aplicação da Lei de Dalton

Aplicação da Lei de Dalton e de Amagat

O gás efluente de um tambor de topo de uma coluna de destilação tem a composição volumétrica dada abaixo:

COMPOSTO

% VOL

metano

65%

etano

19%

propano

12%

butano

4%

Calcular

componente deste gás nas CNTP.

o

volume

e

a

pressão

parcial

de

cada

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Propriedades Físico-Químicas e Termodinâmicas Massa

Propriedades Físico-Químicas e Termodinâmicas

Massa Específica

Massa da substância contida em uma unidade de volume dessa substância.

A massa específica de líquidos e de gases diminui com a

temperatura, pois o volume aumenta.

A massa específica de gases aumenta com a pressão, pois o

volume diminui. No caso de líquidos, a massa específica pode ser

considerada que não varia com a pressão.

A massa específica é expressa no SI em kg/m 3 .

=

m

V

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Densidade de Líquidos Relação entre

Densidade de Líquidos

Relação entre a massa específica da substância a uma dada temperatura e a de um padrão a uma temperatura, que pode ser igual ou diferente da substância.

O SI adota as temperaturas de 20 o C para a substância e 4 o C para o padrão que é a água.

A densidade é adimensional.

d 20/ 4

=

20

S

4

Água

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Densidade de Gases Relação entre

Densidade de Gases

Relação entre a massa específica do gas, a 0 o C e a pressão atmosférica, com a massa específica do ar nas mesmas condições de temperatura e pressão.

d

g = g Ar
g
=
g
Ar

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Aplicação do Conceito de Densidade

Aplicação do Conceito de Densidade

O gás efluente de um tambor de topo de uma coluna de destilação tem a composição volumétrica dada abaixo:

COMPOSTO

% VOL

metano

65%

etano

19%

propano

12%

butano

4%

Calcular a densidade deste gás nas CNTP.

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Viscosidade Absoluta ou Dinâmica O

Viscosidade Absoluta ou Dinâmica

O modelo de escoamento proposto por Newton estabelece que a

tensão de cisalhamento ( yx ) é proporcional ao negativo do

gradiente local de velocidade

-

dv

x

dy

ao longo do eixo perpendicular

à direção do movimento do fluido, sendo a constante de

proporcionalidade ( ) denominada viscosidade absoluta ou

dinâmica, função da natureza, da pressão e da temperatura do

fluido. Válido para gases e para a maioria dos líquidos simples, que

tomam o nome de fluidos newtonianos.

yx

=

-

dv

x

dy

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Viscosidade Absoluta ou Dinâmica A

Viscosidade Absoluta ou Dinâmica

A viscosidade absoluta pode ser entendida como a resistência da substância ao escoamento.

Quanto maior a viscosidade da substância maior a energia necessária para transportá-la.

Quanto maior a temperatura, menor é a viscosidade de líquidos. Assim, o aquecimento de um líquido favorece o seu bombeamento.

No sistema SI, a unidade da viscosidade absoluta é o pascal- segundo (Pa.s), sendo encontrada a unidade centipoise (cP), que corresponde a 1 mPa.s

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Viscosidade Cinemática Em algumas fórmulas,

Viscosidade Cinemática

Em algumas fórmulas, aparece o quociente entre a

viscosidade absoluta e a massa específica ( ), que é chamada

de viscosidade cinemática ( ).

A viscosidade cinemática é expressa no SI como m 2 /s, sendo

muito usada a unidade centistoke (cSt), que corresponde a 10 -6

m 2 /s.

=

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Temperatura de Ebulição Normal Temperatura

Temperatura de Ebulição Normal

Temperatura em que a substância entra em ebulição a

pressão atmosférica (101 325 Pa).

Quanto menor a temperatura de ebulição mais volátil é

a substância.

Temperatura de Ebulição

Temperatura em que a substância entra em ebulição a

uma dada pressão.

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Pressão de Vapor A pressão

Pressão de Vapor

A pressão de vapor de uma substância a uma dada temperatura corresponde a pressão mínima que deve ser exercida no sistema em que está contida esta substância, para evitar sua vaporização.

Quanto mais volátil for a substância, maior será sua pressão de vapor.

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Pressão de Vapor P v

Pressão de Vapor

Pv

Variação da pressão de vapor com a temperatura:

log

P

V

=

A

B

C

+

t

∑∑∑ L V
∑∑∑
L
V

C

∑∑∑ L V C

T

A, B e C são constantes para cada substância t: temperatura ( 0 C); Pv: pressão de vapor da substância (Pa).

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Pressão de Vapor SUBSTÂNCIA A

Pressão de Vapor

SUBSTÂNCIA

A

B

C

Etano

6,80266

656,4

266

Propano

6,82973

813,2

248

Hexano

6,87776

1171,53

224,4

Ciclohexano

6,84498

1203,53

222,9

Benzeno

6,90565

1211,03

220,8

Tolueno

6,95464

1344,8

219,5

1-Hexeno

6,86572

1152,97

225,9

Etilbenzeno

6,95464

1424,26

213,2

Etanol

8,04494

1554,3

222,7

Acido Acético

7,18807

1416,7

211

Acetona

7,02447

1161,0

224

Água

7,96681

1668,21

228

Pv

log

P

V

=

A

B

C

+

t

∑∑∑ L V
∑∑∑
L
V

C

∑∑∑ L V C

T

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Aplicação do Conceito de Pressão

Aplicação do Conceito de Pressão de Vapor

Calcular a pressão necessária para manter uma substância no estado líquido a uma dada temperatura.

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Lei de Raoult "Em uma

Lei de Raoult

"Em uma mistura líquida ideal em equilíbrio termodinâmico, o número de moléculas dos constituintes na superfície é

proporcional ao número de moléculas deste constituinte na fase

líquida".

Pi = Pvi

x i

em que:

Pi:pressão parcial de i. Pvi: pressão de vapor de i. xi: fração molar de i na fase líquida.

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Soluções Ideais Quando uma mistura

Soluções Ideais

Quando uma mistura forma uma solução ideal não ocorre variação de volume e da temperatura no ato da mistura.

Ou seja, quando o volume da mistura corresponde ao somatório dos volumes dos constituintes da mesma, a qual não se expande nem se contrai, não sendo também acompanhado de variações de temperatura.

Regra prática para limites da idealidade

de temperatura. Regra prática para limites da idealidade - Misturas de isômeros em geral. - Misturas

- Misturas de isômeros em geral.

- Misturas de hidrocarbonetos alifáticos de pontos de ebulição próximos.

- Misturas de substâncias de peso molecular e estruturas próximas.

- Misturas de hidrocarbonetos simples normais com aromáticos.

- Inertes com produtos de maior peso molecular.

- Misturas de compostos polares e não polares.

- Azeótropos.

Idealidade Decrescente

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Sistemas, Fases e Equilíbrio Termodinâmico

Sistemas, Fases e Equilíbrio Termodinâmico

Toda mudança espontânea, que ocorre nas fases de um sistema tem como direção o equilíbrio, estado do sistema em que nenhuma outra mudança ocorrerá espontaneamente.

Um sistema pode ser composto de diversas fases, as quais são porções homogêneas de um sistema e fisicamente distintas e independentes de sua forma e tamanho, podendo ser composta por vários constituintes.

Como exemplo podemos citar o caso da água pura, cujo ponto triplo é 0,010 o C e 0,006 atmosfera, a água coexiste nas três fases independente da quantidades de cada fase.

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Sistemas, Fases e Equilíbrio Termodinâmico

Sistemas, Fases e Equilíbrio Termodinâmico

Quando ocorre o equilíbrio termodinâmico todas as fases, com mais de um constituinte, têm a mesma temperatura e pressão, podendo ser diferente as concentrações dos constituintes individuais, os quais estão também em equilíbrio nas diversas fases. Um componente deixa de se transferir, quando a sua distribuição entre as fases corresponde a do equilíbrio. A velocidade ou taxa de transferência se reduz na proporção em que diminui a força motriz, que pode ser representada pela diferença de concentração entre as fases, de temperatura ou de energia.

TAXA = FORÇA MOTRIZ. COEFICIENTE DE TRANSFERÊNCIA

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Sistemas, Fases e Equilíbrio Termodinâmico

Sistemas, Fases e Equilíbrio Termodinâmico

As transferências que ocorrem entre as fases de um sistema são do tipo:

- Transferência de massa: força motriz é a diferença de solubilidade.

- Transferência de calor: força motriz é a diferença de temperatura.

- Transferência de quantidade de movimento: força motriz é a diferença de energia.

Pode ocorrer dos tipos de transfer6encia combinados: exemplo é a destilação onde ocorre transferência de massa e calor.

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Regra das Fases O modo

Regra das Fases

O modo como os constituintes das fases se distribuem nas mesmas no equilíbrio é importante para se definir a operação adequada ao processo, as condições operacionais e avaliar e dimensionar os equipamentos.

As características de vaporização, solubilidade ou fusão das substâncias permitem avaliar o processo mais adequado, é complementado pelos dados de equilíbrio e econômicos e, também, por características de meio-ambiente e de segurança.

Regra das fases de Willard Gibbs em 1876, é muito útil na definição do equilíbrio. V = C + 2 - F

V: número de variáveis independentes ou de graus de liberdade dos sistema considerando- se apenas as variáveis intensivas que não dependem da massa e que são a temperatura, a pressão e as concentrações C: número de componentes do sistema F:número de fases do sistema.

Quando duas ou mais fases estão em equilíbrio, a temperatura e pressão destas fases é a mesma, o mesmo acontecendo com a grandeza termodinâmica denominada potencial químico. Exemplos:

Água líquida C = 1;

Água vapor:

F = 1; F = 2;

V = 2, ou

seja, água

líquida

pode estar em

qualquer T e P.

C = 1;

V = 1, ou seja, definida T, P é fixo, ou vice-versa.

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Equilíbrio Termodinâmico de Fases Toda

Equilíbrio Termodinâmico de Fases

Toda mudança espontânea, que ocorre nas fases de um sistema tem como direção o equilíbrio, estado do sistema em que nenhuma outra mudança ocorrerá espontaneamente.

O segundo princípio da termodinâmica estabelece que se um sistema está em equilíbrio a variação da entropia interna ( Si ) é igual a zero em transformações reversíveis ou maior que zero em transformações irreversíveis.

( S ) = ( Se ) + ( Si ) = ( Q/T) +

( Si )

Como

( Si ) 0 tem-se que: ( S ) ( Q/T)

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Equilíbrio Termodinâmico de Fases Pelo

Equilíbrio Termodinâmico de Fases

Pelo primeiro princípio da termodinâmica para uma transformação reversível:

dU = Q - W = TdS - P dV

TdS = dU + P dV

dS = (dU/T) + (P/T) dV

Sistema fechado: dV = 0

dVA = - dVb= dU + P dV dS = (dU/T) + (P/T) dV Sistema fechado: dV = 0

No equilíbrio:

(P/T) dV Sistema fechado: dV = 0 dVA = - dVb No equilíbrio: dS = 0

dS = 0

dU = dU A +dU B =0

dU = dU A +dU B =0 dU A = - dU B

dU A = - dU B

dS = dS A +dS B =0

dS = dS A +dS B =0 dS A = - dS B

dS A = - dS B

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Equilíbrio Termodinâmico de Fases [(1/T

Equilíbrio Termodinâmico de Fases

[(1/T A ) - (1/T B ) ] dU A + [(P/T A ) - (P/T B )] dV A = 0

Esta equação deve ser verificada para qualquer valor de dU A e dV A , o que acarreta:

T A = T B

e

P A = P B

Generalizando, em um sistema de N fases em equilíbrio termodinâmico, as temperaturas e pressões das fases em equilíbrio são iguais:

T A = T B = T C =

P A = P B = P C =

=

T N

=

P N

Esta é a primeira condição, necessária, porém não suficiente para que haja equilíbrio termodinâmico de N fases.

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Equilíbrio Termodinâmico de Fases O

Equilíbrio Termodinâmico de Fases O Potencial Químico

Esta é a também uma condição para que um sistema de N fases esteja em equilíbrio termodinâmico. Se o sistema é reversível:

(dG)T,P = 0

Em sistemas constituídos por n componentes, que se transferem ou se transformam quimicamente entre as N fases, a energia livre do sistema é o resultado da contribuição ponderada em base molar dos diversos constituintes do sistema transferidos ou transformados, também chamada de energia livre molar g*i:

g*i = (G / ni)T,P,nj

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Equilíbrio Termodinâmico de Fases O

Equilíbrio Termodinâmico de Fases O Potencial Químico

dG =

i dni

( (dGA)T,P = - (dGB)T,P

(dG A ) T,P = iA dn i

iA dn i =

-

iB dn i

iA =

iB

Generalizando para N fases:

iA =

iB = iC =

= iN

(dG B ) T,P =

iB dn i

( iA -

iB ) dn i = 0

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Equilíbrio Termodinâmico de Fases A

Equilíbrio Termodinâmico de Fases A Fugacidade

d

Para gás ideal: V = ( RT / P)

d

= dG = VdP

= RT (dP / P)

= RT ln P + C

À pressões baixas, entre 0 e 1, o potencial químico decresce rapidamente, podendo atingir valores negativos, em valores de pressão próximo à zero. Substituição do potencial químico pela fugacidade:

= RT ln f +

f* = p*

onde

= f (T)

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Equilíbrio Termodinâmico de Fases A

Equilíbrio Termodinâmico de Fases A Fugacidade

Assim, alternativamente ao potencial químico, a fugacidade pode ser utilizada como critério para o equilíbrio termodinâmico de fases:

fi A =

fi B = fi C =

= fi N

Para misturas de gases ideais, a fugacidade de um componente i na mistura corresponde à sua pressão parcial, tal como para gases ideais puros ela corresponde à pressão total:

fi V =

pi = P yi

onde: pi é a pressão parcial de i.

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Equilíbrio Termodinâmico de Fases Gás

Equilíbrio Termodinâmico de Fases Gás Real e Solução Real

f iV =

f iL

f iV = i P y i = f iL = i f i 0 x i

i P y i = i f i 0 x i

k i = (y i / x i ) = ( i f i 0

/ i P)

ConceitosConceitos BBáásicossicos dede EngenhariaEngenharia QuQuíímicamica

sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Equilíbrio Termodinâmico de Fases Gás

Equilíbrio Termodinâmico de Fases Gás Ideal e Solução Ideal

f iV =

f iL

f iV = i P y i = f iL = i f i 0 x i

i =1

i =1

f iV =p i

f i 0 = Pv i

k i = (y i / x i ) = (Pv i /P)

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sicos sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Equilíbrio Líquido-Vapor Ábaco de

Equilíbrio Líquido-Vapor Ábaco de DePriester Baixa T

sicos sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Equilíbrio Líquido-Vapor Ábaco de

ConceitosConceitos BBáásicossicos dede EngenhariaEngenharia QuQuíímicamica

á sicos sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Equilíbrio Líquido-Vapor Ábaco

Equilíbrio Líquido-Vapor Ábaco de DePriester Alta T

á sicos sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Equilíbrio Líquido-Vapor Ábaco

ConceitosConceitos BBáásicossicos dede EngenhariaEngenharia QuQuíímicamica

sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Diagrama de Equilíbrio T- x-

Diagrama de Equilíbrio T- x- y

Diagrama de equilíbrio líquido-vapor: distribuição da concentração dos componentes nas duas fases em função da temperatura ou pressão do sistema. Obtido a partir de dados práticos experimentais ou por cálculos, seja para soluções ideais ou para soluções reais.

SOLUÇÕES IDEAIS ki = (yi / xi) = (Pvi /P)

Construção do diagrama feita a partir do conhecimento da pressão de vapor (solução ideal) dos componentes da mistura.

x a

=

P

T

Pv

b

Pv

a

Pv

b

y a =

Pv

a

x

a

P

Arbitra-se a uma dada P (ou T), valores de T (ou P), e determina-se por equações, gráficos ou tabelas os valores de pressão de vapor ou da constante de equilíbrio, calculando-se xa e ya.

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Diagrama de Equilíbrio T- x-

Diagrama de Equilíbrio T- x- y

Diagrama de equilíbrio líquido-vapor: distribuição da concentração dos componentes nas duas fases em função da temperatura ou pressão do sistema. Obtido a partir de dados práticos experimentais ou por cálculos, seja para soluções ideais ou para soluções reais.

SOLUÇÕES REAIS

Arbitra-se a uma dada P (ou T), valores de T (ou P), e determina-se por equações, gráficos ou tabelas os valores de pressão de vapor ou da constante de equilíbrio, calculando-se xa e ya:

y

a

= K

a

x

a

y

b

=

K

b

x

b

Arbitra-se a uma dada P (ou T), valores de T (ou P), e determina-se por equações, gráficos ou tabelas os valores da constante de equilíbrio, calculando-se xa e ya:

x a

=

1

K

b

K

a

K

b

y

a

= K

a

x

a

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Diagrama de Equilíbrio T- x-

Diagrama de Equilíbrio T- x- y

120 o 120 T(x) SISTEMA BENZENO-TOLUENO P = 1 atm DIAGRAMA T-x-y 110 o 110
120
o
120
T(x)
SISTEMA
BENZENO-TOLUENO
P = 1 atm
DIAGRAMA T-x-y
110
o
110
Vapor
100 o
100
90
o
90
Líquido
80
80
o
70
o
0.0
0.1
0.2
0.3
0.4
0.5
0.6
0.7
0.8
0.9
1.0

FRAÇÃO MOLAR DE BENZENO

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Diagrama de Equilíbrio T- x-

Diagrama de Equilíbrio T- x- y

Efeito da Pressão Total

P2 > P1 P2 P1 0,0 xa xa za ya ya 1,0
P2 > P1
P2
P1
0,0
xa
xa
za
ya
ya
1,0

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Diagrama de Equilíbrio P- x-

Diagrama de Equilíbrio P- x- y

t = CONSTANTE LÍQUIDO PA Po O Po' L O' V R VAPOR PB 0,0
t = CONSTANTE
LÍQUIDO
PA
Po
O
Po'
L
O'
V
R
VAPOR
PB
0,0
zA = m'
z A = m
0,0

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Diagrama de Equilíbrio y -

Diagrama de Equilíbrio y - x

10 09 SISTEMA BENZENO-TOLUENO P = 1 atm DIAGRAMA y-x 08 07 06 05 04
10
09
SISTEMA
BENZENO-TOLUENO
P = 1 atm
DIAGRAMA y-x
08
07
06
05
04
03
02
01
0
0
0.1
0.2
0.3
0.4
0.5
0.6
0.7
0.8
09
1.0

x (FRAÇÃO MOLAR DE BENZENO NO LÍQUIDO

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Calor Específico ou Capacidade Calorífica

Calor Específico ou Capacidade Calorífica

Quantidade de calor necessária para elevar a temperatura de 1 quilograma da substancia de 1 K.

Unidade do calor específico no SI é kJ/kg.K

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Aplicação do Conceito de Calor

Aplicação do Conceito de Calor Específico

Calcular a quantidade de calor a ser fornecida por fluido de aquecimento para elevar a temperatura de uma substância de 1 K.

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Calor Latente Quantidade de calor

Calor Latente

Quantidade de calor necessária para levar uma substância de um estado físico a outro.

A variação de estado físico pode ser:

Solidificação: de líquido para sólido. Fusão: de sólido para líquido. Liquefação: de gás para líquido. Vaporização: de líquido para gás.

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Primeiro Princípio da Termodinâmica Energia,

Primeiro Princípio da Termodinâmica

Energia, na forma de calor ou de trabalho, não pode ser criada ou destruída, ela é tão somente transformada de uma forma em outra, ou ser trocada entre o sistema e o exterior.

Como formas de produzir trabalho (

W ) pode-se listar:

-Energia Potencial. -Energia Cinética. -Trabalho de Eixo – expansão ou compressão. -Energia Elétrica.

Como formas de produzir calor ( -Energia Térmica. -Energia Elétrica. -Energia Química.

Q ) pode-se listar:

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Primeiro Princípio da Termodinâmica Energia

Primeiro Princípio da Termodinâmica

Energia Interna (

U

)

Energia da substância absorvida em trocas energéticas, calor e trabalho em sistema fechados, que é associada a movimentos internos e interações entre átomos e moléculas.

U = Q W

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Entalpia ( H ) Em

Entalpia (

H

)

Em sistemas abertos, as trocas energéticas podem envolver expansão ou contração de volume, sendo necessário levar em conta essas variações. Para isso, define-se uma outra grandeza, a Entalpia, que leva em conta essas trocas energéticas, além da variação de energia interna, a pressão constante.

H = U + (PV )

ConceitosConceitos BBáásicossicos dede EngenhariaEngenharia QuQuíímicamica

sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Aplicação do Primeiro Princípio da

Aplicação do Primeiro Princípio da Termodinâmica

mica Aplicação do Primeiro Princípio da Termodinâmica F V Q R F L Balanço Energético: H

F

V

Q R F
Q
R
F

L

Balanço Energético:

H F +Q

R

=V

H

V

+ L

H

L

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Segundo Princípio da Termodinâmica Entropia

Segundo Princípio da Termodinâmica

Entropia (

S

)

Propriedade termodinâmica que traduz o grau de desorganização do sistema.

O segundo princípio da termodinâmica estabelece que se um sistema está em equilíbrio a variação da entropia interna ( Si ) é igual a zero em transformações reversíveis ou maior que zero em transformações irreversíveis, ou seja para um grau de maior desordem ou de maior entropia.

A variação de entropia do sistema é dada pela soma da variação da entropia externa ( Se ) = (Q/T) com a variação da entropia interna ( Si ).

S

I

= 0

S

I

+

S

E

= 0

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sicos de de Engenharia Engenharia Qu Qu í í mica mica Aplicação do Segundo Princípio da

Aplicação do Segundo Princípio da Termodinâmica

Cálculo do trabalho produzido pela expansão dos gases de combustão de querosene através de uma turbina aeronáutica, de forma reversível ou irreversível.