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2 5 Erros que quem Sofre de Azia e Refluxo Cometem que Estão Impedindo Você de se Curar

5 ERROS QUE QUEM SOFRE DE AZIA E


REFLUXO COMETE QUE ESTÃO IMPEDINDO
VOCÊ DE SE CURAR
Olá, quem já sofreu com azia, refluxo sabe que, além do sofrimento, muitas vezes você fica perdido e não sabe
mais o que fazer. Você recebe várias "dicas" para ajudar a resolver este problema, mas parece que, com o tempo, você
termina pior do que começou. Por isto estou aqui para lhe apresentar os principais erros que quem sofre de azia e
refluxo comete e que podem estar lhe impedindo de se curar.

Este e-book é a consolidação de algumas dicas que eu dei para amigos e alguns conhecidos que sofriam de azia
e refluxo. Estas pessoas me agradeciam depois de algum tempo pelas dicas e sempre me diziam "ah se eu soubesse
disso antes". Então resolvi juntar estas dicas e acabei montando este e-book que distribuo gratuitamente com o intuito
de ajudar as pessoas a saberem um pouco mais sobre o assunto e terem acesso a uma informação que dificilmente é
divulgada pelos médicos ou pelos meios de comunicação.

Meu nome é Tegon Junior e vou contar para você como me tornei um profundo conhecedor sobre azia e refluxo:
sofri com azia e refluxo por mais de 10 anos, sei bem o que é sentir aquela queimação que incomoda e nos causa
muitos problemas. Na minha pior fase eu sentia queimação até mesmo após beber um copo d'água, comecei a comer
muito pouco, dava arrotos à noite que me lembravam o que eu comi no café da manhã, perdi peso, não conseguia
dormir direito, vivia com dor de garganta.

Até que procurei um médico que me recomendou o tratamento padrão: omeprazol para diminuir o ácido no
estômago e antibióticos para matar a bactéria Helicobacter pylori. Durante o tratamento eu não sentia mais queimação
nenhuma (que maravilha! era aquele alívio quase imediato), porém após o tratamento passavam-se alguns meses e eu
começava a sentir os sintomas novamente.

Numa certa vez, cheguei a tomar omeprazol por mais de 6 meses com orientação médica e aí comecei a ter
outros problemas como dores nas articulações, indisposição, alterações hormonais e para ajudar, mesmo tomando o
medicamento, ainda sentia um refluxo que não queimava mas tinha um gosto e cheiro horrível e me deixava morrendo
de vergonha.

Lembro-me da consulta após o último tratamento que fiz, depois de 6 meses tomando omeprazol, o médico viu o
resultado da minha endoscopia e falou:
- "Você está curado! O esôfago e estômago estão sem nenhuma lesão e o seu esfíncter esofagiano inferior está
com funcionamento normal e deu negativo para H. pylori"
- "Mas doutor apesar disso eu continuo sentindo refluxo o que pode ser então?" - perguntei.
- "Tome omeprazol 40mg 2x ao dia por mais 60 dias e se não melhorar você volta" - foi a resposta.

Depois disso resolvi que não ia mais deixar a minha saúde nas mãos de outras pessoas e resolvi procurar a
resposta para a minha pergunta e a verdade sobre as causas para o meu problema e as formas de cura.
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Gastei os últimos anos pesquisando, lendo artigos, livros, assistindo palestras, conversando com pessoas que
também tiveram este problema e resolveram de outras maneiras e analisando estudos para aumentar meu
conhecimento sobre como curar a azia e refluxo. Tornei-me profundo conhecedor sobre o assunto e finalmente descobri
a verdade sobre o que causa azia e gastrite e como se tratar corretamente e sem medicamentos.

O que eu descobri é impressionante! Na verdade fiquei chocado ao descobrir o porquê eu nunca ficaria curado
enquanto seguisse o conselho do meu médico. Para me curar tive que fazer exatamente o oposto do que me
recomendavam. Descobri que existem algumas informações que a indústria farmacêutica, as escolas de medicina e até
mesmo o Governo tentam esconder de você porque eles não querem que você saiba a verdade.

Antes de descobrir estas informações, eu cometi alguns erros que acabavam me impedindo de alcançar a cura e
pioravam minha situação. E digo mais, alguns erros eram tão graves que além de me impedirem de dizer adeus à azia
e refluxo ainda me causavam outros problemas, agravando o meu estado geral de saúde e disposição.

Resolvi então assumir um compromisso com a verdade de levar essa informação ao maior número de pessoas
possível. E espero poder ajudá-lo também.

Bom, vamos aos erros:

ERRO #1: TRATAR DOS SINTOMAS E NÃO DA CAUSA


Pense comigo, se você tem problemas de umidade no seu telhado porque a caixa d'água
está furada e pinga água no telhado qual a melhor maneira de resolver o problema:
a) tapar o furo; ou
b) esvaziar a caixa d'água para não pingar?
Provavelmente você vai dizer que é tapar o furo, afinal de contas o "mal se extrai pela raiz"
como se diz no conhecimento popular. Além disso, do que serve uma caixa d'água vazia, não é
mesmo?

Então por que quando estamos falando de azia e refluxo muitas pessoas preferem simplesmente "esvaziar a caixa
d'água"?

O que causa azia e refluxo não é o ácido do estômago, mas sim o retorno de gases ou líquidos, que contém
substância ácida, devido a um relaxamento no esfíncter que separa o estômago do esôfago. Para resolver o problema é
preciso verificar a causa deste relaxamento e não acabar com a acidez do estômago. Afinal de contas um estômago
sem HCl é equivalente a uma "caixa d'água vazia".

Tratar dos sintomas vai causar um alívio imediato, mas nada vai fazer para eliminar a causa do seu problema. É a
maneira que a indústria farmacêutica encontrou para fazer com que você tenha que continuar comprando
medicamentos pelo resto da vida.

SOLUÇÃO:

É preciso procurar agir na causa do problema que pode ser uma infecção bacteriana, problemas com a produção
de ácido do estômago, o estresse e a ansiedade ou problemas físicos anatômicos como uma hérnia de hiato.
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ERRO #2: USO PROLONGADO DE MEDICAMENTOS QUE


INIBEM A PRODUÇÃO DE HCl
Você provavelmente já ouviu a frase: "você é o que você come" - dita por algum
especialista em saúde. Mas você não é o que você come, você é o que você absorve. A
melhor dieta do mundo não vai melhorar a sua saúde se algo importantíssimo no seu
organismo estiver faltando: o ácido gástrico. Talvez você esteja surpreso, mas é isso mesmo,
você não consegue absorver nutrientes vitais para a saúde se esse componente do seu
sistema digestivo estiver faltando devido ao uso de medicamentos que inibem sua produção.

Pense bem: você acha que a natureza com toda a sua sabedoria nos fez produzir um ácido poderoso em nossos
estômagos, o HCl (ácido clorídrico), para que tivéssemos que comprar remédio para inibir sua produção?

Deixe-me falar um pouco sobre o suco gástrico e sua função: o suco gástrico é formado principalmente por água,
enzimas (uma delas é o pepsinogênio, que precisa do HCl para ser ativado como pepsina e tripsina) e HCl; a sua
função principal é atuar sobre o alimento que ingerimos, realizando a digestão dos alimentos, principalmente das
proteínas. O HCl também destrói as bactérias presentes nos alimentos, funcionando como um barreira contra infecções.

A absorção de várias vitaminas (principalmente B12), minerais, proteínas e aminoácidos só ocorre numa
determinada faixa de pH, reduzir a acidez do estômago com o uso de medicamentos afeta o processo de absorção
destes nutrientes.

Se, após iniciar o uso de remédios para inibir a produção de ácido, você começou a sentir: cansaço, indisposição,
perda de energia, acne, dores nas articulações ou outros problemas, provavelmente já está sofrendo as consequências
disto.

Veja algumas informações retiradas da bula do Lozeprel (Omeprazol 20mg):

"O tratamento com medicamentos que reduzem a acidez gástrica pode levar ao risco um pouco maior de
infecções gastrintestinais, como por Salmonella e Campylobacter, segundo estudo de Garcia Rodriguez e
Ruigomenez (1997)"

"Precauções: Na terapia de longo prazo com omeprazol, há o risco de gastrite atrófica."

" Reações adversas por sistema orgânico:


- Efeitos gastrintestinais: dor abdominal, gastrite atrófica, diarréia por Clostridium difficile, polipose glandular
fúndica de estômago, câncer gástrico, hipergastrinemia e superinfecção."

Ou seja, além de impedir você de absorver nutrientes importantes e aumentar o risco de infecções gastrintestinais
o uso deste tipo de medicamento pode levar à gastrite atrófica e até mesmo ao CÂNCER DE ESTÔMAGO.

Gastrite Atrófica é crônica, ou seja, não tem cura e ocorre devido à perda de muitas ou de todas as células
produtoras de ácido e de enzimas. Este erro é o mais grave e o que pode causar maiores danos a você e seu
organismo como um todo.

Por que nunca me falaram sobre isso? Clique aqui e assista este vídeo para descobrir.
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O "I Consenso Brasileiro da Doença do Refluxo Gastroesofágico" apresentou na "Figura 2. Conduta na Doença do
Refluxo Gastroesofágico segundo o Consenso Brasileiro da Doença do Refluxo Gastroesofágico" o protocolo para o
tratamento convencional de refluxo.

Conforme podemos observar a indicação é de que o paciente assim que relate o problema tome de 4 a 8 semanas
o IBP (inibidor de bomba de prótons - como omeprazol e pantoprazol - popularmente conhecidos por "zóis").
Após isso:
- havendo melhora reduz ou suspende a medicação;

- se não houver melhora  deve ser submetido a uma endoscopia e tomar uma dose dupla de IBP por 12
semanas;
 havendo melhora  manutenção com dose mínima --> suspende a medicação;

 se não houver melhora  dose dupla de IBP por 6 a 12 semanas


 havendo melhora  manutenção com dose mínima --> suspende a medicação;
 se não houver melhora  rever diagnóstico/fazer cirurgia.

Ou seja, verificamos que, seguindo este protocolo, o prazo máximo a ser administrada a medicação é de 32
semanas (8 +12 +12). Porém conheço várias pessoas que tomam “prazóis” há anos.

Conduta na Doença do Refluxo Gastroesofágico segundo o Consenso Brasileiro da Doença do Refluxo Gastroesofágico
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SOLUÇÃO:

Recomendo que o uso dos "zóis" só seja feitos nos caso em que há uma gastrite severa, úlcera ou esofagite por
um breve período de tempo para que o organismo possa se recuperar da lesão. Após isso somente utilizar "zóis" se for
constatado realmente que o problema é excesso de ácido no estômago, o que raramente ocorre.
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ERRO #3: NÃO SABER O QUE DEVE COMER

Quem já passou por problemas de azia e refluxo já deve ter recebido


recomendações para evitar alimentos gordurosos, cítricos, café, bebidas
alcoólicas, bebidas gasosas, menta, hortelã e produtos de tomate.

Normalmente só te dizem o que você não deve comer, mas nunca dizem o que você deve comer e o que pode te
ajudar na cura do seu problema. Aí é que muitas pessoas ficam perdidas, alguns procuram vários tipos de dietas para
seguir: dieta do tipo sanguíneo, dieta sem glúten, dieta paleolítica, mas não encontram alívio para o seu problema.

Uma amiga minha, por exemplo, deixou de comer qualquer tipo de gordura e teve sérios problemas inclusive
alteração no ciclo menstrual. As gorduras são necessárias para a fabricação de enzimas e hormônios pelo corpo que
ajudam a absorver vários nutrientes. Não devemos deixar de comer gordura, mas sim comer as gorduras certas em
quantidades adequadas.

SOLUÇÃO:

É preciso seguir uma dieta que seja específica para o seu problema e que indique como selecionar os alimentos
que vão ajudá-lo a recuperar o equilíbrio do organismo para ajudar a curá-lo. Uma alimentação feita preferencialmente
de alimentos naturais, não processados demonstra bons resultados.

Além disso, é preciso saber como comer, procurar comer porções menores mais vezes ao dia. Evitar ficar longos
períodos sem comer e evitar a ingestão de líquidos nos horários próximos e durante as refeições.

Para ver mais dicas, veja o vídeo em que falo sobre alimentação para quem sofre de refluxo:
CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR.
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ERRO #4: EXCESSO DE INFORMAÇÕES


Hoje em dia temos uma facilidade incrível para encontrar informações. Por um
lado isso é bom, pois você consegue pesquisar sobre qualquer assunto que quiser,
por outro lado muitas vezes ficamos perdidos com a quantidade de informações a que
temos acesso e não sabemos separar a informação útil da informação inútil.

Se você quiser saber sobre azia e refluxo irá encontrar informação em:
consultórios médicos, sites, blogs, yahoo resposta, wikihow, facebook, amigos e
familiares, receita da vovó, revistas, reportagens de televisão, youtube etc. Mas como
saber em qual informação confiar?

Sempre procurei seguir alguns critérios para isso:

1 - Procure informação que indique suas fontes - um texto que não indica suas fontes muitas vezes demonstra
falta de seriedade do autor ao pesquisar o assunto. Um texto que indica uma única fonte, por exemplo, indica que o
autor buscou informação em um só lugar ou simplesmente copiou.

2 - Procure informação que já tenha ajudado pessoas a obter resultados. Quando você encontra uma fonte de
informação em que há indicações de que pessoas estão transformando suas vidas com aquele conteúdo há um forte
indício de que isto também poderá ajudar você.

3 – Procure informações que tenham resultados comprovados com pesquisas científicas, principalmente
pesquisas feitas com seres humanos. Não basta sair por aí afirmando isso ou aquilo, comprovar o que se diz por meio
de pesquisas científicas é uma formar de garantir que há fundamento para aquela afirmação.

4 – Busque informações com os maiores especialistas do mundo ou que se baseie neles. Os maiores
especialistas do mundo normalmente são pessoas que estudaram profundamente determinado assunto e, além disso,
têm a experiência comprovada por anos de prática.

5 - Procure informação que simplifique as coisas para você. De que adianta encontrar informação tão complexa
que ao final do texto você não sabe nem por onde começar. Isto não vai te ajudar.

6 - Procure informação que fale a sua língua. Se algo não faz sentido para você ou se a informação apresenta
termos muito técnicos que você não compreende, isto não será útil a você.

SOLUÇÃO:

Você deve encontrar uma fonte de informação que seja confiável e seguir suas orientações para conseguir
resultados. Não fique buscando uma nova informação a todo momento, pois vai acabar não sabendo o que seguir e
isso irá impedi-lo de se curar.
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ERRO #5: NÃO FAZER UM TESTE DE ACIDEZ DO ESTÔMAGO


Há um conceito errado de que as pessoas têm muito ácido no estômago. Isso
raramente é verdade!

O problema muito mais comum é, na verdade, ter pouco ácido para ter uma
digestão adequada, o que acaba produzindo um estresse no estômago e pode aumentar
o risco de câncer.

Uma baixa produção de ácido no estômago leva a uma má digestão e é


normalmente diagnosticada erradamente como excesso de ácido no estômago.
Isso ocorre porque quando o estômago não esvazia corretamente, o alimento parcialmente digerido (proteínas e
carboidratos) começa a fermentar dentro do estômago e retorna ao esôfago, causando o refluxo - um problema
desagradável que acaba sendo interpretado pelas pessoas e por médicos mal informados como excesso de ácido no
estômago.

Um estudo recente mostrou que indivíduos que apresentam baixa produção de ácido gástrico, chamada
hipocloridria, tendem a sentir muito mais refluxo ácido ao se deitar do que pessoas com uma produção normal de ácido
no estômago. E mais de 50% destas pessoas haviam sido diagnosticadas como tendo muito ácido no estômago e
foram orientadas a tomar medicamentos antiácidos.

Por isso recomendo que faça um teste de acidez no estômago para conduzir o seu tratamento adequadamente.

Este teste pode ser feito através de uma análise mineral do cabelo: se cinco ou mais minerais estiverem
deficientes, principalmente os que se sabem que são mal absorvidos em caso de pouca acidez (cálcio, zinco e ferro) a
deficiência de ácido no estômago é indicada.

Outro teste consiste numa análise química das fezes, com a busca por proteínas mal digeridas, este exame
quando bem feito pode indicar deficiência de ácido no estômago.

Há ainda a cápsula de Heidelberg, que é uma cápsula do tamanho de um tablete de vitamina que possui um radio
transmissor e um medidor de pH para medir a acidez. Este é um exame caro e dificilmente vai encontrar algum lugar
para realizá-lo no Brasil.

SOLUÇÃO:

Teste a acidez do seu estômago, descobrir a causa do seu problema é fundamental para proceder a um
tratamento adequado.

Como testar em casa se possui falta de acidez no estômago?

Teste do bicarbonato de sódio:

Este teste vai gerar uma reação do bicarbonato de sódio com o ácido clorídrico do estômago, resultando no
gás dióxido de carbono que vai provocar arrotos. Não é tão preciso quanto os testes anteriores mas serve como
auxiliar.

NaHCO3(s) + HCl(aq) -> NaCl(s) + H2CO3(aq) -> NaCl(s) + H2O(l) + CO2(g)


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De manhã em jejum (antes de comer ou beber qualquer coisa) misture 1/4 de uma colher de chá de
bicarbonato de sódio em 100 a 150 ml de água. Marque o tempo que vai demorar para começar a dar arrotos. O normal
é em 2 minutos você começar a arrotar. Se começar a arrotar muito pode indicar excesso de ácido, se demorar mais
que 3 minutos para começar a arrotar pode indicar baixa produção de ácido.

Recomendo que assista ao vídeo em que demonstro e explico em detalhes como se realiza este teste.

CLIQUE AQUI – para assistir ao vídeo agora!


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BÔNUS
ERRO #6: NÃO TRATAR A ANSIEDADE E O ESTRESSE
Bom, eram 5 erros inicialmente, mas recebi muitos pedidos para também falar
sobre a ansiedade e o estresse pois para muitas pessoas este é um problema que
normalmente é deixado de lado e é uma das causas da azia e refluxo.

Então pesquisei mais um pouco sobre este assunto para poder lhe passar
algumas informações úteis e quem sabe ajudá-lo em mais este aspecto.

Um estudo sobre saúde mental realizado nos Estados Unidos revelou que 18%
dos adultos sofreram de algum tipo de transtorno de ansiedade nos 12 meses
anteriores à pesquisa. Este número indica que cerca de 40 milhões de adultos apenas
nos EUA sofrem de níveis clínicos de ansiedade.

Se nos EUA é assim no Brasil não é muito diferente, segundo pesquisas a ansiedade atinge um em cada três
brasileiros endividados. E quando falamos de estresse, o Brasil é o segundo país mais estressado do mundo, perdendo
apenas para o Japão no ranking. A ansiedade é considera por muitos a "doença do século" e afeta cerca de 20% das
mulheres e 8% dos homens.

Muitas vezes a ansiedade e o estresse não são diagnosticados e são confundidos com preocupações do dia-a-dia,
falta de paciência, agitação ou até mesmo temperamento da pessoa. Tenho certeza que pelo menos mais de 90% das
consultas em gastroenterologista o médico não irá diagnosticar ansiedade e estresse no paciente, até porque esta não
é a especialidade dele, normalmente passam simplesmente uma orientação do tipo: "evite o estresse" e nada mais.

É reconhecido hoje em dia pela medicina que há uma ligação entre o corpo e a mente, que as emoções e a
personalidade podem ter um tremendo impacto no funcionamento e na saúde de praticamente todas as células do
corpo. E o estresse nos deixa mais vulneráveis a doenças.

Com a descoberta da bactéria Helicobacter pylori e sua relação com o surgimento das úlceras gástricas foi
deixado um pouco de lado o fator do estresse. Porém a bactéria não causa tudo sozinha. Cerca de 15% das úlceras do
duodeno ocorrem em pessoas que não estão infectadas por bactéria e apenas 10% das pessoas infectadas adquirem
úlceras.

Após vários estudos foi demonstrado que úlcera no duodeno é mais comum em pessoas que são ansiosas,
deprimidas ou vivem sob situações de estresse intenso (prisão, guerra, desastres). O estresse aumenta de duas a três
vezes o risco de adquirir uma úlcera.

Pode-se observar que as úlceras normalmente só irão surgir se a pessoa for exposta a mais de um fator de risco
(estresse, infecção bacteriana ou excessos de estilo de vida).

O estresse não só contribui para o aparecimento de úlceras como também prejudica a habilidade do corpo de se
regenerar e se recuperar. Se o estresse e a ansiedade estiverem causando o seu problema não serão os
medicamentos que irão curá-lo.
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ESTRESSE X PRODUÇÃO DE ÁCIDO NO ESTÔMAGO

Existe relação entre os níveis de estresse e a produção de ácido no estômago? O estresse aumenta ou diminui a
produção de ácido? Veja a resposta a estas perguntas clique aqui e assista ao vídeo.

SOLUÇÃO:

Pare um pouco e preste atenção se você apresenta sintomas de estresse e ansiedade. Existem algumas ações
que você pode tomar para ajudar a diminuir o estresse e a ansiedade:

 Exercícios respiratórios: este tipo de exercício tem efeitos comprovados cientificamente, uma vez que
quando a pessoa faz exercícios com o controle da respiração de modo calmo e tranquilo ela está
trabalhando o corpo de modo contrário do que ocorre nas situações de estresse. Alguns minutos de uma
respiração controlada e tranquila consegue acalmar o organismo e reduzir o estresse.

 Medite, não é preciso ficar sentado com a pernas cruzadas falando "aunnn". Meditar é tirar um tempo
para si mesmo, para um olhar interior e diminuir um pouco o ritmo. Pare de 10 a 15 minutos num local
tranquilo, fique sozinho, desligue a tv, não fique mexendo no celular. Pode ficar sentado ou deitado e se
quiser escutar alguma música ouça algo tranquilo como "chinese bamboo flute" ou sons da natureza;

 Faça exercícios físicos que goste de 3 a 4 vezes por semana;

 Faça programas com amigos que goste.


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CONCLUSÃO:
Listamos (5) 6 erros que irão impedir você de se curar da azia e refluxo, são eles:

 ERRO #1: TRATAR DOS SINTOMAS E NÃO DA CAUSA;


 ERRO #2: USO PROLONGADO DE MEDICAMENTOS QUE INIBEM A PRODUÇÃO DE HCl;
 ERRO #3: NÃO SABER O QUE DEVE COMER;
 ERRO #4: EXCESSO DE INFORMAÇÕES;
 ERRO #5: NÃO FAZER UM TESTE DE ACIDEZ DO ESTÔMAGO;
 ERRO #6: NÃO TRATAR A ANSIEDADE E O ESTRESSE.

Evitar cada um destes erros irá ajudá-lo a dizer adeus à azia e ao refluxo e melhorar a sua saúde em geral.

Procurei apresentá-los aqui de forma bem resumida, se você quiser saber mais sobre como evitar estes erros
e ainda sobre como utilizar o mesmo método que me livrar definitivamente da azia e refluxo de forma 100%
natural eu recomendo que você se inscreva no meu curso online o MÉTODO ADEUS AZIA 1.0.

O MÉTODO ADEUS AZIA 1.0 é o primeiro curso do Brasil que ensina um método passo a passo, com estratégias
cientificamente comprovadas e utilizadas pelos maiores especialistas em tratamento natural do mundo, que vai te
ajudar a eliminar as causas da azia e do refluxo de forma 100% natural.

Até breve!

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Tegon Junior.

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Referências:

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Atrophic Gastritis on Protein-Bound Vitamin B12 Absorption. Journal of the American College
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9. Freeman, D.; Freeman, J. ANSIEDADE: O que é, os principais transtornos e como tratar. 1ª ed.
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11. Sapolsky, R. M. Why Zebras Don't Get Ulcers. 3ª ed. New York, New York. Holt Paperback.
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