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CENTRO UNIVERSITÁRIO METODISTA – IPA

CURSO DE LICENCIATURA EM MÚSICA

Ricardo Pinto Lannes

PRÉ PROJETO DE PESQUISA:


Música e Educação

Porto Alegre
2015
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO ......................................................................................................... 2
2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ............................................................................... 3
2.1 TEORIA DE APRENDIZAGEM MUSICAL............................................................. 3
2.2 A INTEGRAÇÃO DE COMPOSIÇÃO, APRECIAÇÃO E PERFORMANCE .......... 4
2.3 O QUE É MUSICALIZAÇÃO? ............................................................................... 5
2.4 O PAPEL DA MÚSICA NA EDUCAÇÃO ............................................................... 5
2.5 A MÚSICA COMO MEIO DE INTEGRAÇÃO DO SER ......................................... 5
3 METODOLOGIA ...................................................................................................... 7
4 CRONOGRAMA ...................................................................................................... 8
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ..................................................................................... 9
REFERENCIAS ......................................................................................................... 10
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1 INTRODUÇÃO

O texto da introdução caracteriza-se em apresentar a temática de estudo. Neste


texto apresenta-se o contexto geral do assunto e a justificativa da escolha.
A bateria por ser um instrumento em que se trabalha a coordenação motora
das pernas e braços, além do ritmo e som, naturalmente despertando interesse em
crianças, com seu som característico. Com essas qualidades torna-se uma grande
ferramenta no desenvolvimento motor, social e intelectual de crianças.
Como problemática de pesquisa estruturou-se a seguinte pergunta:
Como a inserção musical da bateria pode auxiliar no desenvolvimento motor e
social de crianças de 5 a 12 anos?
No intuito de responder a pergunta de pesquisa estruturou-se os seguintes
objetivos:
Investigar aspectos positivos no desenvolvimento motor e social de crianças de
5 a 12 anos.
Identificar estratégias de ensino utilizando a bateria como instrumento de
recurso.
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2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

O primeiro parágrafo da fundamentação teórica deve apresentar os conceitos


teóricos do tema de pesquisa. Aqui utiliza-se citações para apoiar a escrita do
pesquisador.

2.1 TEORIA DE APRENDIZAGEM MUSICAL

Autor: Improviso - Academia de Música


Edwin Gordon (n. 1927) é um dos mais destacados investigadores da
atualidade no âmbito da Psicologia e Pedagogia da Música, que tem passado grande
parte da sua vida profissional a desenvolver e ensinar a Teoria de Aprendizagem
Musical. Não se trata de um novo método para ensinar música, mas sim de uma teoria
sobre como as pessoas (nomeadamente as crianças) aprendem música. A
originalidade na perspectiva de E. Gordon é, precisamente, questionar-se não sobre
como se deve ensinar música, mas antes como esta é aprendida. Em que momento
a criança (ou adulto) está preparado para aprender determinada competência, e qual
a sequência de conteúdos adequada.
De acordo com o autor, a música é apreendida da mesma forma que a nossa língua
materna:

- Primeiro, ouvimos outros a falar. Desde o nascimento, e mesmo antes,


estamos cercados pelo som da língua e da conversação. Nós absorvemos estes sons
e familiarizamo-nos com a língua.

- Segundo, tentamos imitar.

- Terceiro, começamos a pensar através da língua. Palavras e frases começam a ter


sentido à medida que ganhamos experiência com esta.

- Quarto, começamos a improvisar. Por outras palavras, somos capazes de criar as


nossas próprias frases e a organizá-las de uma forma lógica. Somos capazes de
manter uma conversa. Finalmente, ao fim de vários anos a desenvolver a nossa
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capacidade de pensar e falar, aprendemos a ler e escrever. Aprendemos a ler e


escrever devido à experiência que adquirimos a ouvir, imitar, pensar e improvisar.

Os princípios da Teoria de Aprendizagem Musical orientam professores de todas as


faixas etárias, desde a primeira infância até à idade adulta, a estabelecerem objetivos
curriculares sequenciais, sendo o principal objetivo geral, o de desenvolver a audição
rítmica e tonal. Audição é um termo criado por E. Gordon que significa para a música
o que pensar significa para a língua. É a capacidade de ouvirmos com
compreensão na nossa cabeça, sons que podem estar, ou não, fisicamente
presentes. Através da audição os alunos poderão atribuir significado à música que
ouvem, executam, improvisam e compõem.
www.giml.org

Comentário: A criança ou adulto aprende música da mesma forma que


aprendemos as palavras, a fala e a comunicação por esse meio, primeiro por estar
cercada desses sons, por consequência ira imitar e entender, com mais tempo e
frequência ira ler e escrever, pensar e montar suas próprias frases, ou seja, a
presença da fala desde sempre em nossas vidas, faz com que nós falemos também,
a música segue esse mesmo caminho.

2.2 A INTEGRAÇÃO DE COMPOSIÇÃO, APRECIAÇÃO E PERFORMANCE

Autor: C e c í l i a C a v a l i e r i F r a n ç a e K e i t h S w a n w i c k
Segundo Gardner (1983, p. 114), indivíduos que mais tarde se tornaram
compositores profissionais “costumavam, por volta dos dez ou onze anos de idade,
experimentar com as peças que estavam tocando, reescrevendo-as, modificando-as,
transformando-as em outra coisa – em uma palavra, decompondo-as”. Stravinsky
afirmava que o contato com o instrumento abre caminho para a composição’, pois “os
dedos são grandes fontes de inspiração”.

Comentário: A importância da música na infância para futuros compositores,


seguindo quase que uma forma natural de amadurecimento do musico.
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2.3 O QUE É MUSICALIZAÇÃO?

Autor: Lígia Karina Meneghetti Chiarelli e Sidirley de Jesus Barreto


Para Bréscia (2003) a musicalização é um processo de construção do
conhecimento, que tem como objetivo despertar e desenvolver o gosto musical,
favorecendo o desenvolvimento da sensibilidade, criatividade, senso rítmico, do
prazer de ouvir música, da imaginação, memória, concentração, atenção, auto-
disciplina, do respeito ao próximo, da socialização e afetividade, também contribuindo
para uma efetiva consciência corporal e de movimentação.

Comentário: Algumas das qualidades do aprender música: sensibilidade, criatividade,


ritmo, imaginação, memória, concentração, atenção, disciplina, respeito.

2.4 O PAPEL DA MÚSICA NA EDUCAÇÃO

Autor: Lígia Karina Meneghetti Chiarelli e Sidirley de Jesus Barreto


Snyders (1992) comenta que a função mais evidente da escola é preparar os
jovens para o futuro, para a vida adulta e suas responsabilidades. Mas ela pode
parecer aos alunos como um remédio amargo que eles precisam engolir para
assegurar, num futuro bastante indeterminado, uma felicidade bastante incerta. A
música pode contribuir para tornar esse ambiente mais alegre e favorável à
aprendizagem, afinal “propiciar uma alegria que seja vivida no presente é a dimensão
essencial da pedagogia, e é preciso que os esforços dos alunos sejam estimulados,
compensados e recompensados por uma alegria que possa ser vivida no momento
presente” (SNYDERS, 1992, p. 14).

Comentário: O estimulo que a musica gera nas crianças e adultos de forma


geral, pode servir de para a escola ser um lugar mais agradável.
2.5 A MÚSICA COMO MEIO DE INTEGRAÇÃO DO SER

Autor: Lígia Karina Meneghetti Chiarelli e Sidirley de Jesus Barreto


Há muito vem se estudando a relação entre música e saúde, conforme Bréscia
(2003, p. 41): “A investigação científica dos aspectos e processos psicológicos ligados
à música é tão antiga quanto as origens da psicologia como ciência”. A autora cita
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ainda os benefícios do uso da música em diversos ambientes como hospitais,


empresas e escolas.

Comentário: Existem comprovações dos benefícios da música em diversos


ambientes, como hospitais, empresas, escolas.
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3 METODOLOGIA

Aqui eu devo escrever o percurso realizado para executar a pesquisa. Exemplo:


Este estudo tem uma abordagem qualitativa exploratória por meio de pesquisa
bibliográfica. Para coleta de dados utilizou-se uma revisão bibliográfica no Google
acadêmico.
O texto da metodologia deve explicar todo o percurso que realizou-se para
coletar os dados e a análise que utilizou-se para apresentar os resultados. Utiliza-se
fundamentação teórico aqui também.
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4 CRONOGRAMA
Tabela 1- Cronograma de atividade de pesquisa

Março Abril Maio Junho

Elaboração do X
Problema de
Pesquisa
Levantamento X
bibliográfico
Fichamentos X X X
Estrutura do X X
pré-Projeto
Fonte: Elaborado pelo autor.
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5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Nas considerações finais o pesquisador deve escrever sobre a sua percepção


e aprendizagem após realizar a pesquisa. Deve também retornar os objetivos da
pesquisa com as respostas.
No último parágrafo das considerações deve escrever sobre as aplicações
futuras com o resultado do estudo.
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REFERENCIAS

FONTERRADA, Marisa Trench de Oliveira. De traumas e fios: um ensaio sobre


música e educação. Unesp, 2005.

ALESSANDRINI, Cristina Dias. O desenvolvimento de competências e a participação


pessoal na construção de um novo modelo educacional. In: PERRENOUD, Philippe e
THURLER, Monica Gather. As competências para ensinar no século XXI a
formação dos professores e o desafio da avaliação. Porto Alegre: Artmed,2002.

BARDIN, Laurence, Analise de conteúdo, São Paulo: Edições 70,2011.

MORAM, José Manoel. Pedagogia integradora do presencial virtual. 2002


Disponível em: <http://www.abed.org.br/congresso2002/trabalhos/testo50.htm>.
Acesso em: 13 nov. 2013.