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Estudo de Caso com Amostras Indeformadas e Amostras

Compactadas em Solos Colapsíveis no Município de Primavera


do Leste - MT
Thalita Luiza da Silva e Lima
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso, Cuiabá, Brasil,
thalitaluizalima@gmail.com

Ilço Ribeiro Junior


Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso, Cuiabá, Brasil,
ilco.ribeiro@cba.ifmt.edu.br

RESUMO: O objetivo dessa pesquisa foi investigar e analisar o comportamento de um solo da


cidade de Primavera do Leste – MT, com o intuito de avaliar a colapsibilidade do solo nos estados
indeformadas e compactadas. Foi realizado um estudo detalhado das características de
colapsibilidade do solo na profundidade de 50 cm, com base em ensaios de pressão confinantes
com o solo no estado pré-adensado não drenado e não adensado não drenado nas tensões estimadas
com 50, 100 e 200 kPa. Além de ensaios de caracterização do solo. Os resultados dos ensaios
confirmaram que o solo em estudo é colapsível e a amostra é uma argila dura de baixa
compressibilidade. Observando assim que, no solo compactado quase não foi verificado colapso.
Portanto, conclui-se que as amostras compactadas aumentam a rigidez do solo e diminuem a sua
compressibilidade.

PALAVRAS-CHAVE: Colapso, Solos Colapsíveis, Compactação, Compressibilidade.

1 INTRODUÇÃO não é instável, mas por extensão de conceito se


pode considerar como recalque de colapso a
Os solos exibem um comportamento tensão redução de volume que se processa com a
x deformação que pode ser representada por inundação de solos, que haviam sido
uma função contínua, e portanto, derívavel compactadas com umidade baixa, submetidos a
(CINTRA, 1998). níveis elevados de tensão (CINTRA, 1998).
Os solos colapsíveis apresentam uma Portanto, o objetivo deste artigo é mostrar a
estrutura porosa, com elevado índice de vázios. avaliação da colapsibilidade do solo de
Assim, para este solo entrar em colapso quando Primavera do Leste nos estados indeformados e
submetido à uma determinada tensão deve haver compactadas.
um aumento no teor de umidade do mesmo até
um limite crítico. 2 MATERIAIS
No colapso ocorre um acréscimo no teor de
umidade, portanto à explusão de ar. Assim Este estudo foi realizado na zona rural, do
segundo Cintra (1998), o colapso pode-se município de Primavera do Leste, no estado de
repetir se o grau de saturação crítico for Mato Grosso no campo experimental da
novamente atingido provocando recalques empresa Barbosa Dalla Rosa, onde também
diferenciais acentuados. foram coletados solos de amostras indeformadas
Em solos colapsíveis compactados também e amolgadas. Este local está a uma latitude
não ocorre propriamente um colapso, devido ao 15º34’866” sul e a uma longitude 54º20’011”
aumento do teor de umidade, porque a estrutura oeste, estando a uma altitude de 636 metros em

1
relação ao nível do mar.
Em relação à vegetação predominante, o Figura 1. Carta de Casagrande/Carta de Plasticidade, caso
cerrado ralo destaca-se. Assim como o clima a % de finos for maior que 50% (apud, PINTO, 2006).
tropical úmido, onde as temperaturas variam
entre 18ºC à 24ºC e uma umidade do ar entre 3 MÉTODOS
65% à 87% (BARBOSA, 2002).
Para este trabalho foram realizados ensaios
2.1 Índices Físicos da colapsibilidades com a execução de ensaios
de triaxial nas tensões estimadas com 50,100 e
Na Tabela 1 apresenta os principais índices 200 kPa e ensaios de caracterização do solo. Os
físicos do solo. E mostra que através da métodos utilizados foram ensaio de CU e UU.
caracterização física do solo realizada em Onde as amostras são submetidas a pressões
laboratório a classificação no Sistema Unificado confinantes.
é como CL (argila de baixa compressibilidade). Foram realizados também ensaios para
O mesmo resultado de estudo apresentado por determinar o pH do solo em água e em KCL.
Futai (1997). O valor dos índices de vazios foi Para isso o aparelho utilizado foi o phgâmetro.
calculado a partir dos dados do ensaio de Define-se o pH como um potencial
triaxial. O valor médio é de 1,51. hidrogeniônico, ou seja, é um índice que indica
Por fim foi calculado o índice de a acidez, neutralidade ou alcalinidade de um
compressibilidade, que foi de 1,008 que meio qualquer. A escala do pH pode variar de 0
arredondamos aproximadamente para 1. Assim, até 14, onde zero é a mais ácida, 7 é neutro e 14
podemos classificar essa argila como de é a mais alcalina (básica). O método usado para
consistência dura. determinar o pH foi a medição eletroquímica da
concentração efetiva de íons H+ na solução,
Tabela 1. Índices Físicos dos Solos eletronicamente, por meio de eletrodo
combinado, imerso em suspensão do solo: água
Profundidade (cm) 50 na proporção de 1: 2,5 ml.
Limite de Plasticidade 18,89 Portanto obteve-se como resultados do ph
Limite de Liquidez 32,90 em água o valor de 7,75 e o pH em KCL no
Índice de 14,01 valor de 7,68. Portanto, este solo é alcalino.
Plasticidade A alcalinidade pode ser descrita como a
Índice de 1,008
qualidade em neutralizar compostos ácidos, em
Compressibilidade
1,51
virtude da presença de bicarbonatos, hidróxidos,
Índice de Vazios
boratos, silicatos e fosfatos.
Peso Específico
Natural (kN/m³) 12,64
Assim, a análise do pH da água e do solo já
traz uma visão preliminar da possibilidade de
Umidade Natural (%) 19,34
ocorrência destas reações de dissolução. A
presença de água acidulada sobre solos contendo
minerais alcalinos pode gerar uma reação de
dissolução (CAMAPUM, 2006).

4 RESULTADOS

Foram realizados seis ensaios de triaxial


com amostras indeformadas e mais seis com
amostras compactadas. Nestes ensaios foram
utilizadas amostras em umidade natural que
foram inundadas na célula de carga. E essas

2
amostras foram ensaiadas em CU e UU, ou seja, 120 110,23

ensaio adensado não drenado e ensaio não 100


83,06

adensado não drenado, respectivamente.

Tensão (KPa)
80
75,95
Os valores dos índices físicos apresentados 60

pelas amostras indeformadas antes e depois do 40

20
ensaio. São mostradas na tabela 2. 14,31
0 12,15
12,90
0 10 20 30
Deformação (%)
Tabela 2. Índices Físicos nos Ensaios de Triaxial UU 50KPa UU 100 KPa UU 200 KPa

UU UU UU CU CU CU
Figura 5. Gráfico Comparação tensão x deformação com
kPa 50 100 200 50 100 200
50, 100 e 200 kPa.
W (%)
Inicial 19 19 18,98 18,97 18,03 19,46
Podem ser observados logo abaixo, os gráficos
W (%)
Final 37,25 37,16 30,98 33,07 26,05 26,05 dos resultados obtidos dos ensaios adensado não
γd 11,07 10,15 10,07 10,66 10,94 drenado (CU) em triaxial, com amostras
(kN/m³) 10,89 indeformadas:
E 1,41 1,45 1,63 1,65 1,50 1,44
S (%) 35,95 34,94 31,08 30,68 31,98 36,05 TRIAXIAL CU - 50 KPa ruptura
60
55
50
47,7
45
Abaixo podem ser observados os gráficos dos 40
Tensão (KPa)

35
resultados obtidos dos ensaios não adensado não 30
25

drenado (UU) em triaxial, com amostras 20


15
10
indeformadas: 5
0
TRIAXIAL - UU 50 KPa -5 -5 5 15 25 35
Ruptura
78 Deformação (%) 23,33
75,95
68 Figura 6. Gráfico tensão x deformação de 50 kPa.
58
Tensão (KPa)

48
38 TRIAXIAL CU 100KPa
28 180
ruptura
18 160
132,2
140
8
FORÇÃ (KPa)

120
-2 100
-1 4 9 12,15 14 19 24 29
80
Deformação (%)
60
40
Figura 2. Gráfico tensão x deformação, UU com 50 kPa. 20 8,89
0
0 10 20 30
TRIAXIAL - UU 100 KPa
DEFORMAÇÃO (%)
90 ruptura
83,06
80
70

Figura 7. Gráfico tensão x deformação de 100 kPa.


Tensão (Kpa)

60
50
40
30
TRIAXIAL - CU 200KPa
20
10 300
264,22
0
Força (KPa)

5 10 12,90
15 20 250
Deformação (%)
200

Figura 3. Gráfico tensão x deformação UU com 100 kPa. 150 ruptura

100

TRIAXIAL - UU 200 KPa 50

120 0
110,23 14,96
0 5 10 15 20
100
Deformação (%)
Tensão (Kpa)

80

60
ruptura Figura 8. Gráfico tensão x deformação de 200 kPa.
40

20

0
Observa-se logo abaixo, os gráficos dos
14,31
0 5 10 15 20 25 30
Deformação (%) resultados obtidos nos ensaios de cisalhamento
Figura 4. Gráfico tensão x deformação com 200 kPa.

3
direto e colapso simples, com amostras
indeformadas:

Cisalhamento natural

300
t= (tensaão cisalhante KPa)

255
250

200

150

100
75

50
16
0
0 50 100 150 200 250 Figura 12. Gráfico tensão x deformação de 50 kPa.
Ϭ=Tensão (KPa)

Figura 9. Gráfico tensão x deslocamento (ou tensão


cisalhante), nas tensões de 50, 100 e 200 kPa.
Cisalhamento saturado

120
t = Tenssão de cisalhamento

230,32
100

80

60
40,81

40

20 Figura 13. Gráfico tensão x deformação de 100 kPa.


0
0 50 100 150 200 250
Ϭ = tensão kpa

Figura 10. Gráfico tensão x deslocamento (ou tensão


cisalhante), nas tensões de 50 e 250 kPa.

Colapso
Colapso

1,55

1,5

1,45 Figura 14. Gráfico tensão x deformação de 200 kPa.


1,4
e

1,35

1,3 Já agora podem ser observados os gráficos


1,25
1 10 100 1000 10000 100000 dos resultados obtidos nos ensaios adensados
σ (kPa) não drenados (CU) em triaxial, com amostras
compactadas:
Figura 11. Gráfico tensão x deslocamento com inundação
a 160 kPa.

Neste momento, podem ser observados os


gráficos dos resultados obtidos nos ensaios não
adensados não drenados (UU) em triaxial, com
amostras compactadas:

Figura 15. Gráfico tensão x deformação de 50 kPa.

4
Figura 16. Gráfico tensão x deformação de 100 kPa.
Figura 19. Gráfico tensão x tempo, na tensão de 50 kPa
não saturada. Onde, Tensão de Ruptura: 0,64MPa.

O segundo corpo-de-prova, que calculava o


cisalhamento à 100 kPa não saturado perdido. A
possível causa foi o erro no extensomêtro
horizontal, ele travou e ofereceu resistência na
leitura da célula de carga.

Figura 17. Gráfico tensão x deformação de 200 kPa.

Através do ensaio de compressão simples


em argilas pode-se definir sua sensibilidade, ou
seja, a maior ou menor perda de resistência de
uma argila. Esta sensibilidade define-se como a
relação entre a resistência à compressão simples
no estado indeformado e a resistência à
compressão simples no estado amolgado.
Figura 20. Gráfico tensão x tempo, na tensão de 200 kPa
Verificam-se então os gráficos abaixo dos não saturada. Onde, Tensão de Ruptura: 1,86 MPa;
resultados obtidos nos ensaios de cisalhamento E=0,72MPa.
direto, nos estados não-saturado e saturado
respectivamente, além da compressão simples,
com amostras compactadas:

Figura 21. Gráfico tensão x tempo, na tensão de 50 kPa


saturada. Onde, Tensão de Ruptura: 0,49 mPa;
E=0,063MPa.
Figura 18. Gráfico tensão x deformação de uma amostra
compactada.

5
Figura 23. Gráfico de tensão x deformação Espesífica.

Tensão de Pré- Adensamento é de 29,5 kPa.


OCR é de 2,14. Onde Cc é 0,0324.

Figura 22. Gráfico tensão x tempo, na tensão de 100 kPa


saturada. Onde, Tensão de Ruptura: 1,040 mPa;
E=0,28MPa.

O terceiro corpo-de-prova foi perdido. O


Figura 24. Gráfico de tensão x deformação Espesífica.
qual calculava o cisalhamento de 200 kpa. A
possível causa foi o erro no extensomêtro Tensão de Pré- Adensamento é de 86 kPa. Onde
horizontal, ele travou e ofereceu resistência na Cc é 0,0741.
leitura da célula de carga. Posteriormente, verifica-se abaixo, os
Os valores dos índices físicos apresentados gráficos dos resultados obtidos nos ensaios de
pelas amostras compactadas antes e depois do prova de carga e SPT realizados em campo:
ensaio. São mostradas na tabela 3.
PROVA DE CARGA ρ Recalque (mm)

Tabela 3. Índices Físicos nos Ensaios de Adensamento 0 50 100


Carga (kN)
150 200 250 300
0
0,02

Adensamento Adensamento 0,04


0,06
0,08
kPa Saturado não Saturado
Deslocamento (mm)

0,1
0,12 ρ Recalque (mm)
W (%) 0,14
0,16
Inicial 19,15 19,15 0,18
0,2

W (%) 0,22
0,24

Final 24,56 19,07 0,26


0,28

γd i
0,3 Fonte : SEDE BDR-PVA DO LESTE
14,07
(kN/m³) 13,05
γd f 13,94 Figura 25. Gráfico função deslocamento x carga.
(kN/m³) 13,35
Ei 0,897 1,045 SPT Nº de Golpes
0 5 10 15 20 25 30

Ef 0,819 0,939
S (%) i 56,97 48,91
Profundidade (m)

S (%)f 80,07 54,25

Neste momento, podem ser observados os


gráficos dos resultados obtidos nos ensaios
Fonte : SEDE BDR-PVA DO LESTE
edométricos, com amostras compactadas no Figura 26. Gráfico função profundidade x número de
estado saturado e não saturado, respectivamente: golpes.

5 CONCLUSÃO

A profundidade máxima alcançada no


ensaio de SPT foi de 23,96 metros. Segundo
este ensaio, o solo foi classificado como um
argiloso em sua maior proporção de camadas. E
em sua maioria foi considerado com uma

6
consistência mole, mas em certa parte obteve a
consistência média. Isso diverge do que foi AGRADECIMENTOS
apresentado anteriormente, pois esse ensaio não
foi feito no mesmo local que foram retirados as Ao Instituto Federal de Mato Grosso, ao
amostras de solos e sim um pouco distante dele. professor de mecânica dos solos Ilço Ribeiro
O que pode mudar o perfil do solo dessa área. Júnior por seus ensinamentos. Ao Dárcio aluno
Já pelo ensaio de caracterização física dos de engenharia civil da UFMT por sua paciência
solos os resultados comprovam que este solo é em acompanhar e ensinar a utilizar os
uma argila de baixa compressibilidade CL, equipamentos do laboratório. Aos donos da
segundo a classificação no Sistema Unificado. empresa Barbosa Dalla Rosa por ter cedido seu
Também, foi calculado o índice de campo experimental. Aos alunos de controle de
compressibilidade, que foi de aproximadamente obras do 6º semestre noturno. Ao Geraldo Régis
1. Classificando essa argila como de de Lima por seu apoio e incentivo. E a todos que
consistência dura. contribuíram para este trabalho indiretamente.
Dos ensaios realizados com o triaxial,
observando, os ensaios com amostras REFERÊNCIAS
indeformadas, houve recalque na estrutura do
solo após certa drenagem e saturação, levando à BARBOSA, F. M. D. R. (2002) Monitoramento de
ruptura dos corpos-de-prova. recalque de um edifício construído sobre solo colapsível.
Dissertação de Mestrado, Pós-Graduação em Engenharia
Assim, o colapso nas amostras Civil e Ambiental, Área de Geotecnia, Departamento de
indeformadas ocorreram com cerca de 13,12% Engenharia Civil, Universidade de Federal de Campina
da deformação específica do solo, para amostras Grande - UFCG, 3-5 p.
não adesadas não drenadas e em torno de
15,72% para amostras adensadas não drenadas. CAMAPUM de CARVALHO, J.; SALES. M.M.;
O colapso simples com inundação à 160 MORTARI, D.; FÁZIO, J.A., MOTTA, N.O. &
FRANCISCO, R.A. (2006). Processos Erosivos. In
kPa, verfificou-se uma tensão de ruptura à 60 Processos Erosivos no Centro-Oeste Brasileiro, org. por
kPa para uma deformação de 1,34%, em escala José Camapum de Carvalho; Newton Moreira de Souza e
logarítmica. Maria Tereza da Silva Melo. Brasília: UnB-FINATEC.
Nas amostras compactadas ocorreram 39-92 p.
colapso com cerca de 3,3% da deformação
CINTRA, J. C. (1998) Fundações em solos colapsíveis.
específica do solo, para amostras não adesadas ESC-USP. 1ª Edição. São Carlos. SP, 1-14 p.
não drenadas e em torno de 1,5% para amostras
adensadas não drenadas. FUTAI, M. M.; PINTO C. S.; NADER, J.J. (1992).
Para os ensaios de compressão simples, Resistência a deformabilidade. In: Negro Jr., A.
cisalhamento direto e edométricos praticamente (Org.). Solos da cidade de São Paulo. São Paulo.
ABMS/NSP.
não foram verificados colapsos.
Assim, os resultados dos ensaios PINTO, C. S. (2006). Curso Básico em Mecânica dos
confirmaram que o solo em estudo é colapsível Solos em 16 Aulas. 3ª Edição. São Paulo. SP.
e a amostra é uma argila dura de baixa
RIBEIRO, I. J. E FUTAI, M. M. (2010). Estudo de Caso
compressibilidade.
de um melhoramento de solos colapsíveis com
A compactação dos solos reduzem compactação. In: COBRAMSEG: Gramado - RS. ABMS.
consideravelmente a compressibilidade em solos
porosos, aumentando sua capacidade de suporte SILVA, A.R.L. (1995) Análise de Estabilidadede Aterros
(RIBEIRO, 2010). Reforçados Sobre Solos Moles, Dissertação de Mestrado,
Programa de Pós-Graduação em Geotecnia, Departamento
Por fim, pode-se analisar que a utilização da
de Engenharia Civil, Universidade de Brasília, 183 p.
compactação no solo poroso e colapsível trás
grandes melhorias quando utilizado. VILLAR, O. M., RODRIGUEZ, J. E. E NOGUEIRA, J.
Portanto, conclui-se que as amostras B. (1981). Solos colapsíveis: um problema para a
compactadas aumentam a rigidez do solo e engenharia de solos. In: Simpósio Brasileiro de Solos
Tropicais. Rio de Janeiro. Vol. 1, p. 209-224.
diminuem a sua compressibilidade.