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FACULDADE MAURICIO DE NASSAU

CURSO DE GRADUAÇAÃ O EM ENGENHARIA

TRATAMENTO:
Impermeabilizaçaã o – Teé cnicas e Materiais

Trabalho apresentado ao professor Everaldo


Fernandes Monteiro, como requisito parcial para
obtençaã o de nota na disciplina de CONSTRUÇAÃ O
CIVIL.

Campina Grande
2016

FACULDADE MAURICIO DE NASSAU


CURSO DE GRADUAÇAÃ O EM ENGENHARIA

Amanda Carolyne de S. Andrade


Erika Karina Camara Galdino
Faé bio F. S. Cavalcante
Joseé Rivaldo Leite Junior
Maria LuizaQ. R. Galdino
Rafael Pereira de Brito
Wilson S. Vieira Junior

Campina Grande
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2016
SUMAÁ RIO

Introduçaã o............................................................................................................................. 04
Impermeabilizaçaã o ........................................................................................................... 05
Sistemas de impermeabilizaçaã o ................................................................................. 05
Projeto de impermeabilizaçaã o .................................................................................... 07
Patologias ............................................................................................................................. 08
Erros comuns ...................................................................................................................... 09
Consideraçoã es Finais ....................................................................................................... 11
Referencias bibliograé ficas ............................................................................................. 12

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INTRODUÇAÃ O

As construçoã es estaã o sujeitas a sofrer mutaçoã es devido ao contato com a aé gua por
meio de infiltraçoã es ou intempeé ries.
A impermeabilizaçaã o trata-se de um processo com a finalidade de tornar as
construçoã es imunes aos efeitos nocivos da aé gua. A proteçaã o, quando realizada corretamente
garante sua estanqueidade o que assegura a proteçaã o e a preservaçaã o da vida ué til das
edificaçoã es. Desta forma, conhecer os tipos de impermeabilizaçaã o, como aplica-los e o melhor
material a ser aplicado saã o itens essenciais a concepçaã o de um bom projeto.
Nesta pesquisa nos propomos a conhecer um pouco mais sobre
impermeabilizaçaã o, mateé rias e aplicaçoã es.

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Impermeabilização

A atividade de impermeabilizaçaã o eé entendida de forma simplificada como o


conjunto de meé todos e teé cnicas capazes de criar barreiras fíésicas e quíémicas que impeçam a
infiltraçaã o da aé gua. No entanto, a funçaã o mais importante da impermeabilizaçaã o eé proteger a
estrutura de concreto dos efeitos degradantes que a aé gua causa sob estas estruturas.

Sistemas de Impermeabilização

“Conjunto de produtos e serviços destinados a


conferir estanqueidade a partes de uma
construção”.
(NBR 9575:2003)

Estanqueidade - propriedade, conferida pela impermeabilizaçaã o, de impedir a


passagem de fluidos.
A falta ou falha da impermeabilizaçaã o eé uma das causas de umidade no
interior dos edifíé c ios. A aé gua existente no solo sobe pelos capilares de blocos e
tijolos, fazendo a pintura descascar, o reboco soltar, danifica moé veis e causa doenças
respiratoé rias em seus moradores, jaé que torna os ambientes insalubres. O imoé vel perde valor
devido aos problemas causados pela umidade. Por isso a impermeabilizaçaã o deve
ser projetada para que sua durabilidade acompanhe o períéodo de vida ué til previsto
para a construçaã o.

"Impermeabilizar é o ato de isolar e proteger os


materiais de uma edificação da passagem
indesejável de líquidos e vapores, mantendo assim
as condições de desempenho, habitabilidade e
durabilidade de uma construção. A condição de
impermeabilizar está associada a uma pressão
limite, convencionada em ensaio específico."
(NBR 9575/03)

O principal fluido atuante eé a aé gua, que pode estar presente de vaé rias maneiras
como:

De percolaçaã o – aé gua de chuva ou lavagem (paredes, coberturas e pisos);


Umidade do solo – capilar (fundaçoã es e pisos);
AÁ gua sob pressaã o – unilateral ou bilateral (piscinas e reservatoé rios);
AÁ gua de condensaçaã o – (superfíécies expostas ao frio e ao vapor).

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Os sistemas de impermeabilizaçaã o podem ser classificados quanto:

 Adereê ncia - A norma (NBR 9575, 2003) classifica os processos, quanto aà


adereê ncia, em aderentes, parcialmente aderentes e naã o aderentes. Os processos aderentes
saã o totalmente ligados aà estrutura de concreto armado constituíédo por materiais de seu
proé prio corpo. Saã o exemplos deste processo o chapisco na argamassa impermeaé vel e a
imprimaçaã o no revestimento impermeaé vel. Os processos parcialmente aderentes saã o
definidos como o conjunto de materiais ou produtos aplicaé veis nas partes construtivas,
parcialmente aderidos ao substrato. Este processo soé tem adereê ncia na zona de compressaã o
da ferragem do concreto e soltos na zona de traçaã o. Jaé os processos naã o aderentes saã o
definidos como um conjunto de materiais ou produtos aplicaé veis nas partes construtivas,
totalmente naã o aderidos ao substrato. EÁ exemplificada pelo contato do processo somente
com as superfíécies verticais de arremate.

 Flexibilidade Nesta classificaçaã o os sistemas podem ser ríégidos, semi-flexíéveis e


flexíéveis.
Os sistemas ríégidos saã o utilizados em estruturas com sub pressaã o e naã o sujeitas aà
movimentaçaã o, forte exposiçaã o solar e variaçoã es teé rmicas e vibraçaã o. Este sistema
acompanha proporcionalmente o trabalho estrutural sem sofrer infiltraçaã o nas zonas de
fissuraçaã o. Utilizam-se argamassas impermeaé veis e processos de cristalizaçaã o para este
sistema. Aplica-se este sistema em reservatoé rios, piscinas e caixas d`aé gua enterradas,
fundaçoã es, subsolos, pisos, paredes de encosta, entre outros.
Os sistemas semi-flexíéveis saã o muito eficientes para superfíécies sujeitas a
rachaduras e fissuras. Aplicaçaã o de argamassas polimeé ricas e resinas epoé xicas flexibilizadas
saã o exemplos deste sistema. Os políémeros empregados lhes conferem a propriedade de dar
certa flexibilidade, aleé m de aumentar a adereê ncia e a impermeabilidade dos mesmos. Utiliza-
se este sistema em saunas, banheiros, piso de cozinhas, paredes de subsolos sem influeê ncia
do lençol freaé tico, entre outros
Os sistemas flexíéveis saã o aplicados em estruturas que estaã o sujeitas ao trabalho
teé rmico e naã o sujeitas ao lençol freaé tico. Utilizamos para estes sistemas mantas preé -
moldadas e mantas moldadas in loco. Aplica-se este sistema em terraços, pilotis expostos ao
sol, bases de torre de refrigeraçaã o, juntas de dilataçaã o, entre outros.

 Meé todo de Execuçaã o A classificaçaã o quanto ao meé todo executivo pode ser
divida em materiais moldado in loco e preé -fabricados.

 Caracteríésticas dos tipos de impermeabilizaçaã o:

Flexibilidade - ríégidos ou flexíéveis


AÁ gua - sob pressaã o, de percolaçaã o, vinda do solo
(umidade)
Regulamentaçaã o - normatizado ou naã o
Execuçaã o - preé -fabricados ou moldados in loco
Tipo de aplicaçaã o - a frio ou a quente
Quantidade de camadas - monocapa ou multicapa
Estruturaçaã o - armado ou naã o
Tipo de Adereê ncia - aderente, parcialmente aderente e naã o
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aderente

A impermeabilizaçaã o garante a segurança, a estabilidade, a estanqueidade e o


conforto da habitaçaã o. Quanto ao conforto, a impermeabilizaçaã o garante a naã o
ocorreê ncia de infiltraçoã es que tornam o ambiente ué mido, com goteiras, por exemplo. Quanto
a segurança e a estabilidade, a impermeabilizaçaã o garante que a aé gua naã o infiltre pela
estrutura da edificaçaã o, evitando danos. Quanto a estanqueidade, impede-se a entrada
de aé gua no ambiente, ou seja, diminui-se a umidade e consequentemente minimiza-se as
doenças do sistema pulmonar.

Projeto de Impermeabilização

Para execuçaã o do projeto de impermeabilizaçaã o alguns pontos devem ser levados


em consideraçaã o:

1. As definiçoã es usadas nos projetos devem estar de acordo com a


NBR9575 e demais normas brasileiras;
2. Os tipos de impermeabilizaçaã o devem ser classificados e indicados
no projeto;
3. O substrato deve ser analisado para que se possa definir os meé todos e mateé rias
mais adequados;
4. Anaé lise da forma de atuaçaã o da aé gua a qual o sistema esta sujeito e
deve apresentar estanqueidade;
5. Anaé lise do ambiente e níével de exposiçaã o;
6. Movimentaçaã o da estrutura e possíéveis acomodaçoã es do terreno;
7. Viabilidade de custo;
8. Compatibilizaçaã o do prazo de execuçaã o e o tempo míé n imo de execuçaã o
e aplicaçaã o dos tipos de impermeabilizaçaã o a serem especificados.

Fases de elaboraçaã o de um projeto de impermeabilizaçaã o:

1. Considerado serviço essencial compreende a avaliaçaã o preliminar dos


tipos de impermeabilizaçaã o viaé veis de serem adotados e o estudo de
implantaçaã o do empreendimento.
2. E s t a f a s e e nvo l ve a d e f i n i ç aã o e a n aé l i s e d a u t i l i z a ç aã o d a s aé r e a s
a s e r e m impermeabilizadas, incluindo dados do comportamento
estrutural, visando identificar as interfereê ncias que poderaã o ocorrer
as aé reas impermeabilizadas, o estudo teé cnico e econoê mico para
a definiçaã o dos tipos de impermeabilizaçaã o a serem utilizados e a
assessoria para adoçaã o de novas tecnologias.
3. Consolidaçaã o das aé reas a serem impermeabilizadas definidas na etapa anterior,
seleçaã o dos tipos de impermeabilizaçaã o a serem utilizados e
principalmente a anaé lise da interface entre os projetos de

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impermeabilizaçaã o, arquitetoê nico, estrutural, de instalaçoã es hidraé ulicas,
eleé tricas, paisagismo, ar condicionado, ventilaçaã o mecanica e automaçaã o;
4. Apresentaçaã o dos memoriais descritivos, especificaçoã es teé cnicas e as
planilhas quantitativas de materiais e serviços.
5. Apresentaçaã o do projeto, programa baé sico de acompanhamento dos
serviços de impermeabilizaçaã o e serviços opcionais, esclarecimentos
de dué vidas e anaé lise teé cnica de proposta de fornecedores.
6. Tem o objetivo de garantir a plena compreensaã o e utilizaçaã o das
informaçoã es de projeto e sua correta aplicaçaã o, bem como avaliaçaã o
do projeto em execuçaã o.

Patologias

Mesmo com a evoluçaã o das teé cnicas construtivas, aé aé gua continua sendo a grande
inimiga das edificaçoã es.
O desempenho de uma construçaã o estaé diretamente ligada a longevidade
da mesma, e a umidade indesejada presentes nestas construçoã es saã o um dos
elementos que podem gerar patologias capazes de reduzir a vida ué til ou prejudicar o
conforto dos usuaé rios. Nas edificaçoã es os defeitos mais comuns decorrentes da
penetraçaã o de aé gua sob a forma líéquida ou vapor, podem variar de bolhas e manchas nas
paredes ateé problemas de ordem estrutural, comprometendo a segurança e a estabilidade das
construçoã es e ateé a saué de das pessoas. A incideê ncia de cada uma delas varia de acordo
com cada tipo de obra ou mesmo da regiaã o geograé fica, entretanto as mais comuns saã o:

Umidade ascendente – causada pela umidade proveniente do solo, danifica


paredes do rodapeé ateé altura meé dia de um metro e meio podendo atingir alturas maiores.
O processo se daé pelo fenoê meno da capilaridade, ou seja, a aé gua sobe
pela parede atraveé s de pequenos canais que existem nos materiais constituintes
da parede como o concreto, argamassas e alvenaria. Dependendo de vaé rios fatores
como quantidade de aé gua presente no solo, diaê metro dos capilares entre outros, a
umidade pode atingir facilmente 1,50m do chaã o. Desta forma quando a aé gua atinge a
alvenaria ela atua atraé s da tinta criando bolhas e deteriorando o reboco. Existem vaé rios
produtos para impermeabilizaçaã o de alicerces/baldrames para evitar que a umidade por
capilaridade chegue a alvenaria, dentre eles podemos destacar: emulsoã es asfaé lticas ou
acríélicas, soluçoã es asfaé lticas, argamassa polimeé rica, aditivos impermeabilizantes, mantas
asfaé lticas coladas a frio ou com auxíélio de maçarico, dentre outros. Todos os sistemas
descritos anteriormente podem ser utilizados na fase da construçaã o, ou seja, quando
ainda naã o se iniciou a alvenaria. A diferença baé sica entre eles se encontra na
flexibilidade, e na forma de aplicaçaã o, veja:

Os flexíveis

Como emulsoã es asfaé lticas ou acríé l icas, soluçoã es asfaé lticas, mantas
asfaé lticas coladas a frio ou com auxíélio de maçarico possuem a vantagem de absorverem
possíéveis deformaçoã es no alicerce sem o aparecimento de fissuras.

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Os moldados “in loco”

Como Emulsoã es asfaé lticas ou acríélicas, soluçoã es asfaé lticas, argamassa polimeé rica,
aditivos impermeabilizantes, tem a vantagem de naã o possuíérem emendas e geralmente saã o
aplicados a frio.

Os pré-moldados

Como mantas asfaé lticas coladas a frio ou com auxíé l io de maçarico possuem
a vantagem na uniformidade de espessura e velocidade de aplicaçaã o.

Entretanto, no caso de jaé existir a patologia, o tratamento se restringe a


alguns sistemas impermeabilizantes, que suportem a pressaã o que atua atraé s
do sistema (pressoã es negativas). Alguns sistemas utilizados saã o as argamassas
polimeé ricas, cristalizantes, entre outros. Esta soluçaã o pode naã o ser suficiente, pois
como a aé gua ficaraé atraé s do impermeabilizante ela poderaé “correr” para outra
parede que naã o apresentava o problema, ou entaã o subir um pouco mais do que o
impermeabilizante danificando a parede. Desta forma fica evidente a necessidade da
prevençaã o.

Infiltrações e Vazamentos em Lajes - A origem desta patologia eé a falta de


impermeabilizaçaã o principalmente aliado a crença de que um concreto “forte” eé
suficiente para barrar a aé gua, ou o uso de teé cnicas/sistemas impermeabilizantes
inadequados. A importaê ncia da impermeabilizaçaã o de lajes vai aleé m da esteé tica ou do
desconforto das goteiras, pois, uma estrutura de concreto armado foi projetada para unir
caracteríésticas importantes dos dois materiais, a resisteê ncia a traçaã o do aço e a
resisteê ncia a compressaã o do concreto, quando se permite a passagem de aé gua
atraveé s da peça de concreto podem ocorrer danos as armaduras, comprometendo o
desempenho da mesma. O resultado eé a perda da secçaã o das armaduras levando ao
colapso da estrutura, facilmente observado em quedas de marquises, que dependem sobre
maneira das caracteríé s ticas de resisteê ncia a traçaã o do aço. Partindo do principio
que uma laje se deforma tanto em funçaã o do gradiente teé rmico quanto das cargas e vaã os
envolvidos, naã o devemos jamais utilizar impermeabilizantes ríégidos em tais estruturas.
Portanto, a correta impermeabilizaçaã o deste tipo de estrutura deve ser feita com
sistemas flexíé v eis, tais sistemas podem ser emulsoã es asfaé lticas ou acríélicas, soluçoã es
asfaé lticas, asfaltos moldados “in loco” a quente e mantas.

Os sistemas pré-fabricados - como as mantas asfaé lticas se destacam por


possuir, como dito anteriormente, espessura constante, boa velocidade de execuçaã o em
grandes panos de laje e alta resisteê ncia a traçaã o.
Os sistemas moldados “i n l o c o ” - possuem a vantagem de naã o
apresentar emendas, conforme dito anteriormente, e ter boa velocidade de execuçaã o em aé reas
com muitos recortes, como em banheiros.

Infiltrações em Paredes - As paredes saã o os principais elementos de uma


edificaçaã o com problemas de infiltraçaã o, sua causa eé diversa, e na maioria das
vezes, na remoçaã o do revestimento ateé atingira alvenaria, eé a ué nica soluçaã o

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Infiltrações nas fundações - Para uma construçaã o a aé gua pode
ser causadora de prejuíé z os e problemas quando em contato com locais onde naã o
deveriam. Em casos de fundaçoã es, quando impermeabilizadas incorretamente pode
ocasionar uma seé rie de consequeê ncias negativas, como a umidade nos revestimentos internos
que começam a desagregrar, ou em piso com umidade ascendente. Aleé m dos desconfortos,
podem acarretar em seé rios danos estruturais.

Erros mais comuns

Durante a impermeabilizaçaã o das fundaçoã es, saã o:

• Falha na preparaçaã o da superfíécie;


• Escolha do sistema inadequado;
• A falta de observaçaã o das instruçoã es do fabricante no momento de
preparaçaã o do produto, como adicionar aé gua sem necessidade, naã o homogeneizar
adequadamente, naã o seguir a proporçaã o adequada dos produtos constituintes etc;
• A falsa ideia que o impermeabilizante eé uma pintura, ou seja,
a fundaçaã o atingiu uma coloraçaã o eé suficiente, sem preocupaçaã o com a espessura;
• Consumos muito abaixo da recomendaçaã o do fabricante;
• Tempos de cura em desacordo com as instruçoã es do produto;
• Falhas nas emendas do sistema preé -moldados;
• Falta de cuidado com as vigas impermeabilizada, o que acarreta em
furos que comprometem a estanqueidade;
• O descuido com o níével do contrapiso, que em alguns casos tem o arremate acima
do níével da viga baldrame impermeabilizada, favorecendo a passagem da umidade do
contrapiso para parede sem passar pela viga.

A impermeabilizaçaã o eé um dos itens que mais tem proporcionado discussoã es


teé cnicas e juríédicas, face ao desconhecimento generalizado dos usuaé rios. Construtores e ateé
mesmo Engenheiros, que, ao primeiro vestíégio de vazamento em uma aé rea impermeabilizada,
responsabiliza imediatamente o sistema de impermeabilizaçaã o, sem verificar
previamente, mesmo que de maneira superficial, outros pontos suscetíéveis a passagem de
aé gua, tais como: a instalaçaã o hidraé ulica, fissuras, etc.
Devemos nos atentar que esta períé c ia, se feita de maneira minuciosa,
detectaraé a origem dos problemas, dando-nos subsíédios para a resoluçaã o final.
Nos dias de hoje, onde os investimentos em manutençaã o saã o cada vez menores, nos
deparamos quase sempre com “soluçoã es” de custo muito baixo, que normalmente nos
proporcionam consequeê ncias desastrosas e aíé, o barato sai caro.

CONSIDERAÇOÃ ES FINAIS
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Ao entendermos os sistemas de impermeabilizaçaã o e suas funçoã es,
compreendemos a importaê ncia de um projeto bem elaborado e do conhecimento dos
materiais e teé cnicas de impermeabilizaçaã o.
Naã o soé dependemos de um bom desempenho deste sistema na hora da
contençaã o e armazenamento de aé gua. Extremamente importante hoje em tempos de
crise híédrica. Como tambeé m na preservaçaã o da vida ué til das estruturas. Garantindo
eficieê ncia e economia nas construçoã es ao longo do tempo.

REFEREÊ NCIAS BIBLIOGRAFICAS


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YAZIGI, Walid. A Técnica de Edificar. Capitulo 10 . 10ª ed. Editora SindusCon.

HAYRTON RODRIGUES DO PRADO FILHO. Disponíével em:


https://qualidadeonline.wordpress.com/2012/10/18/impermeabilizacao-a-protecao-contra-
a-acao-da-agua/

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