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1. Distribuir pontos de iluminação nos cômodos da casa/apartamento.

Ver: NBR 5410


9.5.2.1.1.

2. Atribuir o circuito ao qual pertence cada ponto de iluminação, incluindo cada circuito
no quadro de cargas. Ver: NBR 5410 4.2.5.5. Aplicar a numeração do circuito em todos
os pontos na planta.

3. Determinar as potências do(s) circuito(s) de iluminação, preenchendo o quadro de


cargas. Ver: NBR 5410 9.5.2.2.2. Dica: é bom que circuitos de iluminação residencial
não possuam corrente maior que 10 A.

4. Distribuir tomadas de uso geral nos cômodos da casa/apartamento. Ver: NBR 5410
9.5.2.2.1.

5. Atribuir o circuito ao qual pertence cada ponto de tomada de uso geral, incluindo cada
circuito no quadro de cargas. Ver: NBR 5410 4.2.5.5 e 9.5.3.2. Aplicar a numeração do
circuito em todos os pontos na planta.

6. Determinar as potências dos circuitos de tomadas de uso geral, preenchendo o quadro


de cargas. Ver: NBR 5410 9.5.2.2.2. Dica: é bom que circuitos de tomadas de uso geral
não possuam corrente maior que 16 A.

7. Distribuir os pontos para tomadas e pontos de utilização específicos. Ver: NBR 5410
4.2.5.5 e 9.5.3.1. Os circuitos de uso específico podem possuir a corrente que for
necessária.

8. Definir a corrente do disjuntor de proteção de cada circuito. Para saber quais são as
correntes de disjuntores padrão, pesquise por catálogo de minidisjuntores de algum
fabricante. A corrente do disjuntor de cada circuito deverá ser, obviamente, superior à
corrente calculada do circuito.

9. Definir o método de instalação de cada circuito no quadro de cargas. Ver: NBR 5410
Tabela 33.

10. Definir o tipo de isolação de cada circuito no quadro de cargas, e definir a seção do
condutor de cobre de cada circuito, na NBR 5410 Tabelas 36 a 39. Tomar alguns
cuidados quanto às seções mínimas para cada tipo de circuito, vendo: NBR 5410
Tabela 47. A capacidade de condução de corrente do condutor deverá ser superior à
corrente nominal do disjuntor do circuito.

Material Tabelas de capacidade Como a NBR 5410


Tipo de isolação
da isolação de corrente os chama
Tabela 36 (métodos A a D) PVC 450/750 V condutor
PVC 70°
Tabela 38 (métodos E a G) PVC 0,6/1 kV cabo
EPR 90° Tabela 37 (métodos A a D) EPR 0,6/1 kV cabo
XLPE 90° Tabela 39 (métodos E a G) XLPE 0,6/1kV cabo

Observações:

A isolação tipo 450/750 V também é chamada de isolação simples.

A isolação tipo 0,6/1 kV também é chamada de isolação dupla ou reforçada.


Não há “condutores multipolares” porque, para agrupar vários condutores em um conjunto, é
necessária uma capa extra que também exerce função de isolação, tornando a isolação
reforçada (0,6/1kV), e portanto, recebem pela NBR 5410 a designação de cabos multipolares.

11. Dimensionados todos os circuitos, distribui-los por dutos na planta baixa de seu
projeto. Tomar cuidado com os circuitos de iluminação, que necessitam de
interruptores com retornos.

12. Distribuir condutor(es) de proteção, popular Terra, para todos os pontos do projeto.
Ver: NBR 5410 Tabela 58.

13. Definir quais serão os circuitos que deverão ter instalados dispositivos diferenciais-
residuais (DR), e indicá-los em diagrama unifilar. Ver em NBR 5410 5.1.3.2.2 quais são
os tipos de circuitos nos quais é obrigatório o uso de DR. Todos os DR serão de alta
sensibilidade, com I∆n = 30mA, mas a corrente nominal do DR (In) deverá ser igual ou
superior à corrente do disjuntor do circuito.

14. Seção mínima do eletrodo de aterramento: NBR 5410 Tabela 51.