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A Igreja Cristã Judaica

O Evangelho no Mundo Judaico

Quarenta dias depois de sua ressurreição, Jesus deu

instruções finais aos discípulos e ascendeu ao céu – havia cerca de 500 pessoas nesse

evento (Atos 1:1-11). Os discípulos voltaram a Jerusalém e se recolheram durante alguns

dias para jejum, oração e confissão, aguardando o Espírito Santo, o qual Jesus disse que

viria. Cerca de 120 pessoas, seguidores de Jesus, perseveraram aguardando a promessa do

Pai.

O Início da Igreja Cristã

Cinquenta dias após a Páscoa, no dia de Pentecoste, um

som como um vento impetuoso encheu a casa onde o grupo se reunia. Línguas como de fogo

pousaram sobre cada um deles e começaram a falar em línguas diferentes (maternas,

estrangeiras) da sua conforme o Espírito Santo os capacitava.

Os visitantes estrangeiros ficaram surpresos ao ouvir os discípulos falando em suas

próprias línguas. Alguns zombaram, dizendo que deviam estar embriagados (Atos 2:13).
Pedro fez calar a multidão e explicou que estavam dando testemunho do derramamento do

Espírito Santo predito pelos profetas do Antigo Testamento (Atos 2:16-21, Joel 2:28-32).

Alguns dos observadores estrangeiros perguntaram o que deviam fazer para receber o

Espírito Santo. Pedro disse: "Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de

Jesus Cristo, para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo"

(Atos 2:38).

Cerca de 3 mil pessoas receberam a Jesus Cristo como seu Salvador naquele dia (Atos

2:41).

Em verdade muitos dos cristãos primitivos continuaram a cultuar no templo (Atos 3:1) e

alguns insistiam que os convertidos gentios deviam ser circuncidados (Atos 15). Mas os

dirigentes judeus logo perceberam que os cristãos eram mais do que uma seita.

Jesus havia dito aos judeus que Deus faria uma Nova Aliança com aqueles que lhe fossem

fiéis (Mateus 16:18); Ele havia selado esta aliança com seu próprio sangue (Lucas

22:20). De modo que os cristãos primitivos proclamavam com ousadia haverem herdados

os privilégios que Israel conhecera outrora.

Não eram simplesmente uma parte de Israel - eram o novo Israel (Apocalipse 3:12;

Apocalipse 21:2; Mateus 26:28; Hebreus 8:8; Hebreus 9:15).

"Os líderes judeus tinham um medo de arrepiar, porque este novo e estranho ensino não era
um judaísmo estreito, mas fundia o privilégio de Israel na alta revelação de um só Pai de
todos os homens." (Henry Melvill Gwatkin, Early Church History, pag 18.)

A Comunidade de Jerusalém

Os primeiros cristãos formavam uma comunidade estreitamente unida em Jerusalém após o

dia de Pentecoste. Esperavam que Cristo voltasse muito em breve. Os cristãos de Jerusalém

repartiam todos os seus bens materiais (Atos 2:44-45). Muitos vendiam suas propriedades

e davam à igreja o produto da venda, a qual distribuía esses recursos entre o grupo (Atos
4:34-35)

Os cristãos de Jerusalém ainda iam ao templo para orar (Atos 2:46), mas começaram a

partilhar a Ceia do Senhor em seus próprios lares (Atos 2:46). Esta refeição simbólica

trazia-lhes à mente sua nova aliança com Deus, a qual Jesus havia feito sacrificando seu

próprio corpo e sangue.

Deus operava milagres de cura por intermédio desses primeiros cristãos. Pessoas enfermas

reuniam-se no templo para que os apóstolo pudessem tocá-las em seu caminho à oração

(Atos 5:12-16). Esses milagres convenceram muitos de que os cristãos estavam

verdadeiramente servindo a Deus. As autoridades do templo prenderam alguns apóstolos.

Mas Deus enviou um anjo para libertá-los (Atos 5:17-20), o que provocou mais excitação.

A igreja crescia com tanta rapidez que os apóstolos tiveram de nomear sete homens para

distribuir víveres às viúvas necessitadas. O dirigente desses homens era Estevão, "homem

cheio de fé e do Espírito Santo" (Atos 6:5). Aqui vemos o começo do governo eclesiástico.

Os apóstolos tiveram de delegar alguns de seus deveres a outros dirigentes. À medida que o

tempo passava, os ofícios da igreja foram dispostos numa estrutura mais complexa.

Aprendemos que os primeiros cristãos tinham Esperança Escatológica, Diaconia Generosa,

Estrutura ágil, e Espiritualidade:


“A cuidadosa atenção que prestamos a Deus e a resposta fiel que damos a Ele no seio da
comunidade” Eugene Peterson.

Os Primeiros anos da Igreja Cristã

Durante alguns anos Jerusalém foi o centro da igreja cristã. Muitos judeus acreditavam que

os seguidores de Jesus eram apenas outra seita dissidente do judaísmo. Suspeitavam que os

cristãos estavam tentando começar um nova "religião de mistério" em torno de Jesus de

Nazaré.
Fatos Marcantes na Vida da Igreja

A Execução de Estevão

Certo dia um grupo de judeus apoderou-se de Estevão e, acusando-o de blasfêmia, o levou à

presença do conselho do sumo sacerdote. Estevão fez uma eloquente defesa da fé cristã,

explicando como Jesus cumpriu as antigas profecias referentes ao Messias que libertaria seu

povo da escravidão do pecado.

Estevão denunciou os judeus como "traidores e assassinos" do filho de Deus (Atos 7:52).

Erguendo os olhos para o céu, ele exclamou que via a Jesus em pé à destra de Deus (Atos

7:55). Isso enfureceu os judeus, que o levaram para fora da cidade e o apedrejaram (Atos

7:58-60).

Esse fato deu início a uma onde de perseguição que levou muitos cristãos a abandonarem

Jerusalém (Atos 8:1) iniciando a expansão da Igreja em Jerusalém:

- Alguns desses cristãos estabeleceram-se entre os gentios de Samaria, onde fizeram muitos

convertidos (Atos 8:5-8);

- Estabeleceram congregações em diversas cidades gentias, como Antioquia da Síria. A

princípio os cristãos hesitavam em receber os gentios na igreja, porque eles viam a igreja

como um cumprimento da profecia judaica.

Por conseguinte, o assassínio de Estevão deu início a uma era de rápida expansão da igreja.

Cristo havia instruído seus seguidores a fazer "discípulos de todas as nações” (Mateus

28:19). Assim, a conversão dos gentios foi:


"tão-somente o cumprimento da comissão do Senhor, e o resultado natural de tudo o que
havia acontecido..." (Gwatkin, Early Church History, p. 56).
A Atividade Missionária

Cristo havia estabelecido sua igreja na encruzilhada do mundo antigo. As rotas comerciais

traziam mercadores e embaixadores através da Palestina, onde eles entravam em contato

com o Evangelho. Dessa maneira, no livro de Atos vemos a conversão de oficiais de Roma

(Atos 10:1-48), da Etiópia (Atos 8:26-40), e de outras terras.

Pedro visitou as principais cidades da Palestina, pregando tanto a judeus como aos gentios.

Outros foram para a Fenícia, Chipre e Antioquia da Síria. Ouvindo que o Evangelho era bem

recebido nessas regiões, a igreja de Jerusalém enviou a Barnabé para incentivar os novos

cristãos em Antioquia (Atos 11:22-23). Barnabé, a seguir, foi para Tarso em busca do

jovem convertido Saulo e o levou para a Antioquia, onde ensinaram na igreja durante um

ano (Atos 11:26).

Um profeta por nome Ágabo predisse que o Império Romano sofreria uma grande fome sob

o governo do Imperador Cláudio. Herodes Agripa estava perseguindo a igreja em Jerusalém;

Herodes Agripa já havia executado a Tiago, irmão de João, e tinha lançado Pedro na prisão

(Atos 12:1-4). Assim os cristãos de Antioquia coletaram dinheiro para enviar a seus amigos

em Jerusalém, e despacharam Barnabé e Paulo com o socorro. Os dois voltaram de

Jerusalém levando um jovem chamado João Marcos (Atos 12:25). Por esta ocasião,

diversos evangelistas haviam surgido no seio da igreja de Antioquia, de modo que a

congregação enviou Barnabé e Paulo numa viagem missionária à Ásia Menor (Atos 13:14).

Esta foi a primeira de três grandes viagens missionárias que Paulo fez para levar o

Evangelho aos recantos longínquos do Império Romano. O sonho missionário de Paulo era

chegar à Espanha.

O Anúncio do Kerigma:

Os primeiros missionários cristãos concentraram seus ensinos na Pessoa e obra de Jesus

Cristo. Declararam que ele era o servo impecável e Filho de Deus que havia dado sua vida

para expiar os

pecados de todas as pessoas que depositavam sua confiança nEle (Romanos 5:8-10). Ele

era aquele a quem Deus ressuscitou dos mortos para derrotar o poder do pecado (Romanos
4:24-25, 1 Coríntios 15:17).

A Organização Eclesial

A princípio, os seguidores de Jesus não viram a necessidade de desenvolver um sistema de

governo da Igreja. Esperavam que Cristo voltasse em breve, por isso tratavam os problemas

internos à medida que surgiam - geralmente de um modo muito informal.

No tempo de Paulo, os cristãos já reconheciam a necessidade de organizar o seu trabalho. O

Novo Testamento não nos dá um quadro pormenorizado deste governo da igreja primitiva.

Evidentemente, um ou mais presbíteros presidiam os negócios de cada congregação

(Romanos 12:6-8, 1 Tessalonicences 5:12, Hebreus 13:7,17,24), exatamente como os

anciãos faziam nas sinagogas judaicas.

Esses anciãos (ou presbíteros) eram escolhidos pelo Espírito Santo (Atos 20:28), mas os

apóstolos os nomeavam (Atos 14:23). Por conseguinte, o Espírito Santo trabalhava por

meio dos apóstolos ordenando líderes para o ministério. Alguns ministros chamados

evangelistas parecem ter viajado de uma congregação para outra, como faziam os apóstolos.

Seu título significa "homens que manuseiam o evangelho". Alguns têm achado que eram

todos representantes pessoais dos apóstolos, como Timóteo o foi de Paulo; outros supõem

que obtiveram esse nome por manifestarem um dom especial de evangelização.

Os anciãos assumiam os deveres pastorais normais entre as visitas desses evangelistas.

Poema:

VIDA DE SERVIÇO

Quando olho pra mim mesmo,

Ó quão falho ainda sou.


Vejo quanto ainda preciso

Expressar o teu amor.

Vejo quanto ainda preciso

Expressar a ti Senhor.

Quero olhar com os teus olhos

Os que estão ao meu redor.

Quero aprender servi-los

Porque dar é bem melhor.

Com a água e a toalha,

Tu me deste uma lição

De um padrão que nunca falha

Pra viver em comunhão.

São nas pequeninas coisas

Que expresso a ti Jesus,

São nas pequeninas coisas

Que irradio tua luz.

Não viver mais pra mim mesmo

Eu preciso aprender.

E isto só será possível

O quanto eu mais te conhecer.

Repartiste a tua vida,

Transformaste em vinho e pão,

Quero repartir a minha,

Em serviço aos meus irmãos.

Um Modelo de Ministério para

Nossos Dias
Assim, pois, importa que os homens nos considerem como

ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus. (1 Coríntios 4:1)

Έτσι, είναι σημαντικό οι άνδρες να μας θεωρούν ως υπηρέτες του Χριστού και διαχειριστές

των μυστηρίων του Θεού.

Em (1 Coríntios 4:1) Paulo fala dos ministros que servem ao rebanho como despenseiros

da graça de Deus.

O termo ministro em grego koinê é Υπουργοί, o remador que não aparecia, mas seu trabalho

era fundamental para que o navio cumprisse sua missão. O Υπουργοί trabalhava para que o

capitão fosse honrado na chegada aos portos. Assim devemos ser como os Υπουργοί,

trabalhar para que nosso Capitão seja glorificado pelo trabalho fiel que executamos sem o

desejo de ser reconhecidos pelos homens, mas tendo a satisfação de ter agradado o coração

do nosso Deus.

A Vida Comunitária e a Religião

O Culto

Geralmente o culto matutino era uma ocasião de louvor, oração e pregação. O serviço

improvisado de adoração dos cristãos no Dia de Pentecoste sugere um padrão de adoração

que podia ter sido geralmente adotado. Primeiro, Pedro leu as Escrituras. Depois pregou um

sermão que aplicou as Escrituras à situação presente dos adoradores (Atos 2:14-36). As

pessoas que aceitavam a Cristo

eram batizadas, seguindo o exemplo do próprio Senhor Jesus Cristo. Os adoradores

participavam dos cânticos, dos testemunhos ou de palavras de exortação (1 Coríntios

14:26).
A Ceia

Os primitivos cristãos tomavam a refeição simbólica da Ceia do Senhor para comemorar a

Última Ceia, na qual Jesus e seus discípulos observaram a tradicional festa judaica da

Páscoa. Os temas dos dois eventos eram os mesmo. Na Páscoa os judeus regozijavam-se

porque Deus os havia libertado de seus inimigos e aguardavam com expectação o futuro

como filhos de Deus. Na Ceia do Senhor, os cristãos celebravam o modo como Jesus os

havia libertado do pecado e expressavam sua esperança pelo dia quando Cristo voltaria (1

Coríntios 11:26).

O Batismo

O batismo era um acontecimento comum da adoração cristã no templo de Paulo (Efésios

4:5). Os primitivos cristãos eram batizados em nome de Jesus, seguindo o seu próprio

exemplo (Marcos 1:10; Gálatas 3:27). Parece que os cristãos interpretavam o significado

do batismo de vários modos – como símbolo da morte de uma pessoa para o pecado

(Romanos 6:4; Gálatas 2:12), da purificação de pecados (Atos 22:16; Efésios 5:26), e

da nova vida em Cristo (Atos 2:41; Romanos 6:3). De quando em quando toda a

família de um novo convertido era batizada , e da nova vida em Cristo (Atos 10:48; Atos

16:33; 1 Coríntios 1:16), o que pode significar o desejo da pessoa de consagrar a Cristo

tudo quanto tinha.

A Igreja Cristã Gentílica

O Evangelho no Mundo Grego


A Conversão de Saulo de Tarso

“E, indo no caminho, aconteceu que, chegando perto de Damasco,

subitamente o cercou um resplendor de luz do céu. E, caindo em terra, ouviu uma voz que

lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? E ele disse: Quem és, Senhor? E disse o

Senhor: Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Duro é para ti recalcitrar contra os aguilhões.”

(Atos 9:3-5).

O Aguilhão de Jesus na Mente de Saulo

Jesus o afligiu em sua mente, enchendo de dúvidas sobre se ele era um impostor ou não.

O Aguilhão de Jesus na Memória de Saulo

Jesus o afligia em sua memória, fazendo-o lembrar-se da face, das palavras, da dignidade e

da morte de Estevão.

O Aguilhão de Jesus na Consciência de Saulo


Jesus o afligia em sua consciência, condenando-o por seus desejos maus. Afirmava seguir

fielmente a lei (Filipenses 3:6), mas falhava no último, o pecado da cobiça (Romanos

7:7-9).

O Aguilhão de Jesus no Espírito de Saulo

Jesus o afligia em seu espírito. Ele havia crido em Deus desde a infância. Havia buscado

servir a Deus na juventude com uma consciência limpa, e ainda assim sabia que estava

separado de Deus em quem cria. Ele acreditava em Deus, mas não o conhecia. Estava

alienado em Deus (Romanos 7:9).

A Primeira Viagem Missionária de Paulo

Antioquia

A primeira viagem missionária de Paulo é na cidade de

Antioquia (que fica na Síria). Foi na Antioquia onde os discípulos foram chamados de cristãos

pela primeira vez (Atos 11:26). Ágabo profetizou fome (Atos 11:27–28). Grande

desavença surgiu na Antioquia no que dizia respeito à circuncisão (Atos 14:26–28; Atos

15:1–9).

Tarso

Depois Paulo segue para a cidade de Tarso, cidade onde Paulo nasceu; Paulo foi enviado

para Tarso pelos líderes da Igreja para proteger sua vida (Atos 9:29–30).

Chipre

Depois de os apóstolos terem sido perseguidos, alguns dos apóstolos fugiram para essa ilha
chamada Chipre (Atos 11:19). Paulo viajou por Chipre em sua primeira viagem missionária

(Atos 13:4–5), como fizeram Barnabé e Marcos posteriormente (Atos 15:39).

Pafos

Paulo amaldiçoou um mágico na cidade de Pafos. (Atos 13:6–11).

Derbe

Paulo e Barnabé pregaram o evangelho na cidade de Derbe (Atos 14:6–7; Atos 14:20–

21).

Listra

Quando Paulo curou o paralítico na cidade de Listra, Paulo e Barnabé foram recebidos como

deuses. Paulo foi apedrejado nessa cidade de Listra, e foi dado como morto; mas "reviveu" e

continuou a pregar (Atos 14:6–21). Listra é o lar de Timóteo (Atos 16:1–3).

Iônico

Em sua primeira viagem missionária, Paulo e Barnabé pregaram em Iônico e foram

ameaçados de serem apedrejados (Atos 13:51–14:7).

A Segunda Viagem Missionária de Paulo

Antioquia

Paulo iniciou sua segunda viagem missionária para a cidade de Antioquia com Silas, Barnabé,

e Judas Barsabás. (Atos 15:22,30,35).


Trôade

Enquanto Paulo estava em Trôade, em sua segunda viagem missionária, Paulo teve uma

visão de um homem na Macedônia, pedindo ajuda (Atos 16:9–12).

Filipos

Paulo, Silas e Timóteo converteram uma mulher chamada Lídia em Filipos, expulsaram um

espírito maligno e foram açoitados (Atos 16:11–23). Paulo, Silas e Timóteo receberam

ajuda divina para escapar da prisão (Atos 16:23–26).

Atenas

Paulo, enquanto em sua segunda viagem missionária para Atenas, pregou na Colina de Ares

(Areópago) sobre "o deus desconhecido" (Atos 17:22–34).

Corinto

Paulo foi para Corinto em sua segunda viagem missionária, e lá ficou com Áquila e Priscila.

Foi em Corinto que Paulo pregou e batizou muitas pessoas (Atos 18:1–18). De Corinto,

Paulo escreveu sua epístola aos romanos.

Tessalônica

Paulo pregou em Tessalônica durante sua segunda viagem missionária. Seu grupo

missionário partiu para Bereia, depois que os judeus ameaçaram sua segurança. (Atos

17:1–10).

Bereia

Paulo, Silas e Timóteo encontraram almas nobres em Bereia para ensinar durante a segunda

viagem missionária de Paulo. Os judeus de Tessalônica os seguiram e perseguiram (Atos

17:10–13).

A Terceira Viagem Missionária de Paulo


Macedônia

Paulo ensinou em Macedônia durante a sua segunda e terceira viagem (Atos 16:9–40;

Atos 19:21). Paulo elogiou a generosidade dos santos macedônios, que fizeram uma coleta

para ele e para os santos pobres de Jerusalém (Romanos 15:26; II Coríntios 8:1–5; II

Coríntios 11:9).

Trôade

Enquanto Paulo estava em Trôade, em sua terceira viagem missionária, Paulo levantou

Êutico dos mortos. (Atos 20:6–12).

Laodiceia e Colossos

Paulo visitou as Igrejas de Laodiceia e Colossos, das quais recebeu as cartas de Paulo.

(Colossenses 4:16). Colossos está a 18 quilômetros a leste de Laodiceia. Paulo escreveu

aos santos que viviam em Colossos e Laodiceia.

Mileto

Enquanto Paulo estava em Mileto, na sua terceira viagem missionária, Paulo advertiu os

anciãos da Igreja de que "lobos cruéis" entrariam no rebanho (Atos 20:29–31).

Éfeso

Apolo pregou com poder em Éfeso (Atos 18:24–28). Paulo, em sua terceira viagem

missionária, ensinou em Éfeso durante dois anos, convertendo muitas pessoas (Atos

19:10,18). Em Éfeso Paulo conferiu o dom do Espírito Santo pela imposição das mãos
(Atos 19:1–7) e realizou muitos milagres, inclusive o de expulsar espíritos malignos (Atos

19:8–21). Em Éfeso os adoradores de Diana levantaram um alvoroço contra Paulo (Atos

19:22–41). Parte do livro de Apocalipse foi dirigido à Igreja em Éfeso (Apocalipse 1:11).

A Viagem Missionária de Paulo à Roma

Cesareia

Paulo defendeu-se perante o Rei Agripa em Cesareia. (Atos 25-26).

Malta

O navio de Paulo naufragou na ilha de Malta a caminho de Roma (Atos 26:32; Atos

27:1,41–44). A mordida de uma serpente em Paulo não lhe causou dano e Paulo curou

muitos que estavam doentes em

Malta (Atos 28:1–9).

Roma

Paulo pregou em Roma durante dois anos em prisão domiciliar (Atos 28:16–31). Paulo

também escreveu epístolas, ou cartas, aos efésios, filipenses, aos colossenses, a Timóteo e a

Filemom enquanto estava aprisionado em Roma. Pedro escreveu sua primeira epístola da

"Babilônia", que provavelmente era Roma, logo depois das perseguições de Nero aos

cristãos, em 64 d.C. É crença geral que Pedro e Paulo foram martirizados em Roma.

O Legado do Apóstolo Paulo à Posteridade

Paulo diz que "nEle (Cristo) estamos ..."


Andando nEle (Colossenses 2:6);
Radicados nEle (Colossenses 2:7);
Edificados nEle (Colossenses 2:7);
Aperfeiçoados nEle (Colossenses 2:10);
Mortos com Ele (Colossenses 2:20);
Ressuscitados com Ele (Colossenses 3:1);
Ocultos com Ele (Colossenses 3:3).

Paulo nos diz como ...

Tirar da nossa pobreza (II Coríntios 8:2);


Dar generosamente (II Coríntios 8:3);
Dar de boa vontade (II Coríntios 9:7);
Dar proporcionalmente (II Coríntios 8:12-14);
Dar com alegria (II Coríntios 9:7);
Dar em abundância (II Coríntios 9:6).

Paulo diz para "permanecermos firmes"

Na fé (I Coríntios 16:13);
Na Liberdade (Gálatas 5:1);
No Espírito (Filipenses 1:27);
No Senhor (Filipenses 4:1).

Paulo advertiu os cristãos a ...

Serem leais a Ele (I Tessalonicenses 2:15);


Evangelizarem o mundo (I Tessalonicenses 2:15);
Orarem pelos Seus servos (I Tessalonicenses 2:15);
Esperarem pacientemente por Ele (I Tessalonicenses 2:15);
Viverem uma vida santa (I Tessalonicenses 2:15);

Paulo fala das "boas obras" em Tito

Um padrão de boas obras (Tito 2:7);


Zeloso de boas obras (Tito 2:14);
Prontos para toda boa obra (Tito 3:1);
Solícitos na prática de boas obras (Tito 3:8);
Manter boas obras a favor dos necessitados (Tito 3:14).

Paulo enumera o fruto do Espírito

Para Deus: Amor, Alegria, Paz;


Para o Próximo: Longanimidade, Benignidade, Bondade;
Para si mesmo: Fé, mansidão, Domínio-próprio.

Reflexão
"Se Deus não existe e o homem é o mais elevado, o criador de si mesmo, então o bem e o
mal são criados pelo voto da maioria" William Golding.

Como seria a vida se não houvesse nenhuma dimensão espiritual?

"Não sou o que devo ser, não sou o que quero ser, não sou o que um dia espero ser; mas
graças a Deus não sou o que fui antes, e é pela graça de Deus que sou o que sou" John
Milton