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Legislação Tributária p/ ICMS/SP Professor: Alexandre JK

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Legislação Tributária p/ ICMS-SP – 2015 Teoria e Exercícios - Prof. Alexandre JK – Aula

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SUMÁRIO

PÁGINA

1. Apresentação

2. Informações sobre o curso

2.1 Como o conteúdo será apresentado?

2.2 Método de ensino

2.3 Exemplo de Método de ensino

2.4 O curso terá questões resolvidas?

2.5 O que você vai nos oferecer em termos de

Doutrina e Jurisprudência?

2.6 Você tem alguma referência de outros alunos que

tenham feito seus cursos?

3. Conteúdo da Aula

4. Questões da Aula Sem comentários

5. GABARITO

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6. Questões da Aula comentadas

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APRESENTAÇÃO

Olá pessoal!

Estamos iniciando o nosso curso de Legislação Tributária p/ ICMS-SP 2015.

O último concurso, no qual fui aprovado, foi realizado em 2013. Boatos dentro da Secretaria afirmam que as conversas para um novo

concurso começarão a ocorrer no ano que vem. Isso se deve ao fato

de que em 1986 houve um concurso para o ICMS-SP com muitos

aprovados e quase todo mundo desta turma está se aposentando. Posso

dizer que presencio isso todos os dias, com vários colegas saindo da ativa. E quando ocorrerá um novo concurso? Não quero ser leviano e

dizer que ele ocorrerá o quanto antes, amanhã, logo mais, etc. O que

temos de concreto é que o concurso vem ocorrendo de 4 em 4 anos.

Entretanto, o que escutamos é que essa regra pode ser quebrada

justamente pela enorme quantidade de aposentadorias.

Iremos tratar de absolutamente TUDO o que você precisa saber para esse concurso. A ideia é se preparar com antecedência e, na pior das hipóteses, você estará estudando para outro certame fiscal

Estadual, já que é possível se aproveitar em torno de 70% a 80% da legislação que você terá acesso.

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É impossível encarar um concurso desse porte sem treinar muito.

Mas, infelizmente, só isso também não é suficiente! Você precisa saber como estudar, o que estudar e de que forma fazê-lo. Mas isso vocês podem deixar comigo!

Chega de ficar decorando alguns artigos do CTN e da CF. Chega de ficar se matando com técnicas que não funcionam. Vou passar para vocês a lógica de muitas coisas, do porquê elas existirem, serem da forma que são. Dessa maneira, não irão precisar ficar decorando a lei seca,

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salvando um tempo precioso na sua preparação.

Antes de mostrarmos os detalhes do curso, gostaria de falar um pouco sobre mim.

Sou professor de cursinhos preparatórios em São Paulo (Uniequipe e Qualidade) nas matérias de Direito Tributário e Legislação Tributária, também ministrando cursos pela internet.

Atualmente exerço o cargo de Agente Fiscal de Rendas do Estado

de São Paulo (ICMS-SP). Sou Fiscal Externo na Delegacia Regional Tributária da Capital DRTC3. Meu dia a dia consiste em realizar auditorias em grandes empresas, apurar denúncias, participar de

operações realizadas pela fazenda, entre outros expedientes. Com isso, diariamente estou lidando com o Direito Tributário e a Legislação Tributária.

Mas não cheguei neste cargo da noite para o dia!! Rsss, vou contar um pouco da minha trajetória.

Sou formado em Administração de Empresas com Pós em Direito Tributário. Na faculdade nunca imaginei que um dia seria funcionário

público. Fui contratado por uma grande empesa de consultoria chamada

Accenture, antigo braço da Arthur Andersen, para trabalhar na área de

Análise de Cadeia de Valor. Lembro de chegar segunda feira cedo ao

trabalho e me deparar com uma tonelada de trabalho para realizar até sexta feira no MÁXIMO! Para realizar essa tarefa, quase não conseguia

dormir e quando o entregava no prazo definido, me designavam outro

objetivo para a próxima segunda feira. Ou seja, E O FIM DE SEMANA???

Pois é, foi ai que percebi que deveria trilhar um caminho diferente. Logo

concluí que meu foco seriam concursos públicos da área fiscal.

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Me formei em 2006, e logo fui prestar meu primeiro certame, Administrador da Advocacia Geral da União, em qual, para minha surpresa, fui aprovado. Fiquei um tempo sem estudar, só me dedicando a minha Pós Graduação. Foi quando veio o ICMS-SP 2009. Me dediquei muito a esse

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concurso, mas infelizmente fiquei fora da lista de aprovados por apenas 3 pontos!!! Não desisti e coloquei como meta o próximo ICMS-SP. Ele

saiu em 2013 e fui aprovado com quase 80% de acertos. No meio do caminho fui aprovado em outros concursos, como Analista da Receita Federal e Analista de Planejamento, Orçamento e Fianças do Estado de SP (APOF).

Como vocês podem ver, a preparação para concurso exige foco e disciplina.

Não se enganem, cometi um milhão de erros até chegar onde cheguei. A boa notícia é que aprendi com eles e agora vou poder passar esse conhecimento para vocês!

INFORMAÇÕES SOBRE O CURSO
INFORMAÇÕES SOBRE O CURSO

2. Cronograma das aulas

Nossas aulas ocorrerão segundo o cronograma abaixo:

AULA CONTEÚDO DATA AULA 00 ICMS – Previsões Constitucionais - Lei Kandir 87/96 – Parte
AULA CONTEÚDO DATA AULA 00 ICMS – Previsões Constitucionais - Lei Kandir 87/96 – Parte

AULA

CONTEÚDO

DATA

AULA 00

ICMS Previsões Constitucionais - Lei

Kandir 87/96 Parte 01

00000000000

18/08/2014

AULA 01 AULA 02 AULA 03 AULA 04 ICMS – Lei Kandir 87/96 – Parte
AULA 01 AULA 02 AULA 03 AULA 04 ICMS – Lei Kandir 87/96 – Parte
AULA 01 AULA 02 AULA 03 AULA 04 ICMS – Lei Kandir 87/96 – Parte

AULA 01

AULA 02

AULA 03

AULA 04

ICMS Lei Kandir 87/96 Parte 02

ICMS Lei Kandir 87/96 Parte 03. ISS - LC 116/03, Benefícios Fiscais - LC 24/75

ICMS Regulamento Parte 01

ICMS Regulamento Parte 02

21/09/2014

05/10/2014

19/10/2014

02/11/2014

Regulamento – Parte 01 ICMS – Regulamento – Parte 02 21/09/2014 05/10/2014 19/10/2014 02/11/2014
Regulamento – Parte 01 ICMS – Regulamento – Parte 02 21/09/2014 05/10/2014 19/10/2014 02/11/2014

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AULA 05

ICMS Regulamento Parte 03

16/11/2014

AULA 05 ICMS – Regulamento – Parte 03 16/11/2014

AULA 06

AULA 07

AULA 08

AULA 09

AULA 10

AULA 11

AULA 12

AULA 13

AULA 14

ICMS Regulamento Parte 04

ICMS Regulamento Parte 05

IPVA Previsões Constitucionais Lei Estadual - 13.296/08 Parte 01

IPVA Lei Estadual - 13.296/08 Parte 02

ITCMD Previsões Constitucionais Lei Estadual - 10.705/00 Parte 01

ITCMD Previsões Constitucionais Lei Estadual - 10.705/00 Parte 02

Taxas Previsões Constitucionais Previsões do CTN Taxas Estaduais

Processo Administrativo Tributário Parte

01

Processo Administrativo Tributário Parte

02

00000000000

30/11/2014

14/12/2014

04/01/2015

18/01/2015

01/02/2015

15/02/2015

01/03/2015

15/03/2015

29/03/2015

30/11/2014 14/12/2014 04/01/2015 18/01/2015 01/02/2015 15/02/2015 01/03/2015 15/03/2015 29/03/2015

2.1 Como o conteúdo será apresentado?

Pessoal, bolei esse curso para ser o MAIS objetivo possível!

Portanto, tentarei colocar todo o conteúdo dentro de uma aula, SEM

sonegar nenhuma informação importante para sua aprovação. Colocarei

o essencial! Quando prestamos concurso, nossa paciência tem um limite. Proponho que vocês queimem o mínimo dela nesse curso! Rssss!

Separei todo o conteúdo em 15 aulas com esse objetivo. Essa nossa

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aula inicial será menor, mas as outras não tendem a ser muito grandes!

O

importante será você absorver o necessário e treinar com a resolução

de

muitos exercícios!

2.2 Método de ensino

Quando formulei esse curso pensei em mim como concurseiro. Lembro como era dura a tarefa de estudar e alguns materiais não me ajudavam do jeito que queria. Assim sendo, criei um material que gostaria de ter tido na minha preparação. Por isso, você vai ter acesso

ao conteúdo mais RELEVANTE para sua preparação. Fora isso, tenho

um método de ensino através da LÓGICA e OBJETIVIDADE ao invés

da prolixidade. Não vou ficar esgotando teoria e torrando sua paciência,

vou te passar o necessário para ser aprovado com uma nota acima de 90% nessa matéria e salvar seu tempo, de modo que possa focar em

outras matérias e ganhar mais alguns pontos.

2.3 Exemplo de método de ensino

Vamos tomar como exemplo o Art. 149 do CTN.

“Art. 149. O lançamento é efetuado e revisto de ofício pela

autoridade administrativa nos seguintes casos:

I - quando a lei assim o determine;

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II - quando a declaração não seja prestada, por quem de direito,

no prazo e na forma da legislação tributária;

III - quando a pessoa legalmente obrigada, embora tenha prestado declaração nos termos do inciso anterior, deixe de atender, no prazo

e na forma da legislação tributária, a pedido de esclarecimento

formulado pela autoridade administrativa, recuse-se a prestá-lo ou não

o preste satisfatoriamente, a juízo daquela autoridade;

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IV - quando se comprove falsidade, erro ou omissão quanto a

qualquer elemento definido na legislação tributária como sendo de

declaração obrigatória;

V - quando se comprove omissão ou inexatidão, por parte da

pessoa legalmente obrigada, no exercício da atividade a que se refere o artigo seguinte;

VI - quando se comprove ação ou omissão do sujeito passivo, ou

de terceiro legalmente obrigado, que dê lugar à aplicação de penalidade pecuniária;

VII - quando se comprove que o sujeito passivo, ou terceiro em benefício daquele, agiu com dolo, fraude ou simulação;

VIII - quando deva ser apreciado fato não conhecido ou não provado por ocasião do lançamento anterior;

IX - quando se comprove que, no lançamento anterior, ocorreu

fraude ou falta funcional da autoridade que o efetuou, ou omissão, pela mesma autoridade, de ato ou formalidade especial.

Parágrafo único. A revisão do lançamento só pode ser iniciada

enquanto não extinto o direito da Fazenda Pública.

Eu sei que esse artigo é um pesadelo para muitos alunos, que

ficam lendo e relendo até tentar memorizar algo. Mas isso NÃO é necessário!! O que é preciso é que você leve a LÓGICA para a prova. Mas professor, qual seria ela então?

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Caro aluno, esse artigo trata de uma modalidade de lançamento,

mais especificamente a de Ofício. Perceba que são muitos incisos,

relativamente grandes, e muito parecidos, o que praticamente

inviabiliza a decoreba. Mas observe que praticamente todo inciso tem uma pisada de bola de alguém, seja por parte do

contribuinte/responsável ou por parte da autoridade fiscal. Ou seja, esse

tipo de modalidade deve ser utilizado quando alguém age de uma

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maneira que não deveria. É SÓ ISSO! Com isso, você já consegue matar

as questões de prova. Assim sendo, basta ler uma vez o CTN, absorver

a lógica e ir para o abraço!!!

RESUMINDO A LÓGICA A SER LEVADA PARA A PROVA:

- Quando deve ocorrer lançamento de ofício? Quando a lei

determinar, ou quando alguém pisou na bola, seja por parte do

contribuinte/responsável, seja por parte do fisco! Mais fácil assim, não é mesmo?

seja por parte do fisco! Mais fácil assim, não é mesmo? 2.4 O curso terá questões

2.4 O curso terá questões resolvidas?

Iremos resolver muitas questões durante o nosso curso! Isso será de extrema importância para ajudá-lo a fixar todo o conteúdo apresentado. Irei compilar a maior quantidade possível de questões a cada aula!

2.5 O que você vai nos oferecer em termos de Doutrina e

Jurisprudência?

Primeiramente, em concursos Estaduais na matéria de Legislação,

o examinador tende a preferir literalidade a jurisprudência. Entretanto,

hoje em dia é impensável uma prova sem nenhuma cobrança

jurisprudencial e doutrinária, seja a banca que for. É claro que não será

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necessário ir tão profundamente no assunto, mas é importante essa

discussão para que você eleve seu conhecimento no assunto. Portanto,

fique tranquilo! Tudo o que for importante para sua prova estará aqui.

Decisões do STJ, STF, comentários de doutrinadores, etc. Muitas vezes

até reproduzo o voto de alguns juízes para enriquecer a aula. Agora vem

a melhor parte. Ensinarei como você vai resolver algumas questões sem

precisar conhecer a jurisprudência e a doutrina! Que beleza ein!! Rssss.

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2.6 Você tem alguma referência de outros alunos que tenham feito seus cursos?

Como sou um professor novo no Estratégia, trago algumas avaliações

de

alunos

dos

meus

cursos

aqui

no

site.

Curso: Questões Comentadas de Direito Tributário p/ AFRFB 2014

Total de avaliações: 87

Não querem avaliar: 0

Qualidade do curso: Teria interesse em fazer outro curso com o professor?

Qualidade do curso:

Qualidade do curso: Teria interesse em fazer outro curso com o professor?
Qualidade do curso: Teria interesse em fazer outro curso com o professor?
Qualidade do curso: Teria interesse em fazer outro curso com o professor?

Teria interesse em fazer outro curso com o professor?

Não

Não

Não
3 (3.45%) Comentário sobre o curso Excelente professor ! Gostei do curso pelo fato de

3 (3.45%)

Comentário sobre o curso

Excelente professor !

Gostei do curso pelo fato de ser uma alternativa em termos didáticos, pois

às vezes é possível visualizar detalhes quando se tem uma maneira

diferente de externar os diversos tópicos da disciplina. Obrigado!

O prof. Alexandre JK é muito bom! Além de o curso ser muito bem feito,

com questões bem comentadas e fundamentadas, ele é super acessível

no fórum! Responde rapidamente às perguntas. Além disso, gostei da

metodologia que ele adotou, fazendo o comentário logo após o item (ao invés de colocar toda a questão e só comentar depois). O fato de ele estabelecer um número determinado de questões por aula ajudou muito,

pq

ficou mais fácil para eu me programar e também ajudou a manter o foco.

O

curso ficou objetivo (o que é bom) e bem completo. Adorei!!!

Curso pontual!!!!! O professor apostou em discorrer sobre questões pontuais a respeito de cada etapa da matéria. Cada questão comentada equivaleu a muitas que enchem "linguiça" em muitos materiais no mercado. O JK está de parabéns!!!

00000000000

O

curso atendeu as expectativas de revisão.

O

professor é muito bom. Sabe dosar o assunto às circunstâncias. Adorei.

Foi uma das melhores aulas que fiz e a disponibilidade do professor no fórum foi excelente.Obrigada pelo profissionalismo e atenção.

Sim

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pelo profissionalismo e atenção. Sim 84 (96.55%) Prof. Alexandre JK www.estrategiaconcursos.com.br
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Seguem meus contatos:

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FACEBOOK: https://www.facebook.com/alexandre.jenskotolak

MEU GRUPO DE ESTUDOS:

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É isso pessoal!! Agora é pra valer!! Chega de papo. Vamos para a aula! Desejo bons estudos e muito sucesso para vocês!!!!!!!

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Prédio da Sede da Secretaria da Fazenda em São Paulo

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ICMS – Previsões Constitucionais - Lei Kandir 87/96 – Parte 01
ICMS – Previsões Constitucionais - Lei Kandir 87/96 – Parte 01

Vamos começar o estudo do ICMS. É um imposto complexo! Mas vocês verão que através da lógica vamos simplificar esse assunto ao

ponto de se tornar automático para você. Ao contrário de outros

tributos, a Constituição Federal trouxe várias previsões a seu respeito.

Criei vários gráficos com esquemas para nos auxiliar a entender como

esse imposto funciona. Alguns assuntos deixarei para analisarmos nas próximas aulas. Vamos lá!

Art. 155. Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre: II - operações
Art. 155. Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir
impostos sobre:
II - operações relativas à circulação de mercadorias e sobre
prestações de serviços de transporte interestadual e
intermunicipal e de comunicação, ainda que as operações e as
prestações se iniciem no exterior;

muitas

informações! Primeiramente, o imposto

compete aos Estados e ao Distrito

Federal. Lembrem-se de que o DF é híbrido, ou seja, possui tanto as

competências estaduais quanto as municipais. A seguir, temos os fatos

geradores do ICMS. Esse inciso prevê 2 possibilidades: 1) operações

relativas à circulação de mercadorias e 2) prestações de serviços de

transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. Você pode me

perguntar: Ué professor, os serviços não são tributados pelo ISS?. Sim

caro aluno, é verdade, entretanto alguns serviços ficaram reservados para

O

primeiro

00000000000

inciso

nos

traz

reservados para O primeiro 00000000000 inciso já nos traz Prof. Alexandre JK www.estrategiaconcursos.com.br

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os Estados, que são esses dois. Vamos conversar um pouco mais a respeito de cada fato gerador.

1) Operações relativas à circulação de mercadorias

Primeiramente, o que são mercadorias? O que são bens? Todas as

mercadorias são bens e vice versa? Pessoal, bens é o gênero que define as

coisas que possuem algum valor para alguém. Já as mercadorias são

espécies de bens que podem ser objeto de compra em venda. Assim sendo,

perceba que nem todo bem é uma mercadoria, entretanto, toda mercadoria

é um bem.

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Por fim, o que seria uma operação de circulação de mercadoria? Pessoal, é simples, isso seria a saída a qualquer título do estabelecimento

do titular. Assim sendo, pode ser uma venda, um empréstimo, uma

transferência para outro estabelecimento, ou até mesmo um auto consumo (o próprio titular deu saída pra ele mesmo consumir).

2) Prestações de serviços de transporte interestadual e

intermunicipal e de comunicação

Como comentei inicialmente, os serviços, em regra, são de competência

Municipal. Entretanto, a constituição reservou dois deles para os Estados.

Primeiramente, temos os serviços de transporte interestadual (entre

estados) e intermunicipal (entre municípios). A única situação que fica fora

da incidência do imposto é o transporte INTRAmunicipal (dentro do município). Veja o gráfico:

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Vamos lá: 1) A prestação 1 está sujeita ao ICMS pois o transporte é

INTERESTADUAL, ou seja, vai do Estado A para o B, 2) A prestação 2

está sujeita ao ICMS pois o transporte é INTERMUNICIPAL, ou seja, vai do Município 1 para o 2 e 3) A prestação 3 está sujeita ao ISS pois

o transporte é INTRAMUNICIPAL, ou seja, vai do Município 2 para o

próprio Município 2, localizado no mesmo Estado.

Por fim, temos as prestações de serviços de COMUNICAÇÃO. Entretanto, não é qualquer prestação de comunicação que está sujeita

ao ICMS, apenas as ONEROSAS. Assim sendo, se você olhar a sua conta

de celular, verá a cobrança do imposto nela. Já quando você assiste a

TV aberta, você não pagará nada, pois é gratuito. O motivo para isso é

a seguinte imunidade constitucional:

X - não incidirá:

d) nas prestações de serviço de comunicação nas modalidades de radiodifusão sonora e de sons e imagens de recepção livre e gratuita;

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§ 2.º O imposto previsto no inciso II atenderá ao seguinte:

I - será não-cumulativo, compensando-se o que for devido em cada

operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços

com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo Distrito Federal;

II -

III - poderá ser seletivo, em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços;

Vamos começar a falar de algumas

características do imposto. A não

cumulatividade é uma delas, sendo traço

de presença obrigatória. Muitos leigos, de forma incorreta, dizem que o

ICMS é um imposto cumulativo. Entretanto, isso não é verdade. Ele incide

sobre cada cadeia produtiva apenas sobre aquilo que foi ADICIONADO DE

VALOR. Assim sendo, aquilo que já foi tributado no passado, não será tributado novamente. Veja um gráfico para facilitar:

será tributado novamente. Veja um gráfico para facilitar: 00000000000 Prof. Alexandre JK

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2015 Teoria e Exercícios - Prof. Alexandre JK – Aula 00 Então vamos ver o que

Então vamos ver o que ocorreu nessa cadeia produtiva para entender a

Não Cumulatividade. Estaremos assumindo uma alíquota interna de

18% e que as operações ocorram dentro de um mesmo Estado. Na

operação 1, o fornecedor de insumos vendeu para a indústria insumos por

R$ 100, incidindo R$ 18 de ICMS sobre esse valor. Na operação 2, a

Indústria vendeu mercadorias industrializadas para o varejo por R$ 400. Ai

vem a pergunta: Sobre qual valor o ICMS vai ser calculado em sua

APURAÇÃO? R$ 400 de forma isolada? ERRADO! É ai que entra a NÃO

CUMULATIVIDADE! Na saída, a indústria irá se debitar de R$ 400 x 18%

00000000000

= R$ 72, que é o valor da operação de saída relativa ao ICMS. Entretanto,

quando for pagar o imposto na apuração mensal poderá se creditar do valor

do imposto que pagou na entrada dos insumos, ou seja, de R$ 18. No fim

das contas, pagará de ICMS apenas R$ 54. Perceba que esse é o valor de

imposto incidente apenas sobre o que foi adicionado de valor nessa cadeia,

ou seja, R$ 400 R$ 100 = R$ 300 x 18% = R$ 54! A ideia será assim em

todos os ciclos dessa cadeia produtiva! Veremos que esse princípio será aplicado através do método de débitos e créditos.

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Agora vamos falar do inciso III, que trata do princípio da

SELETIVIDADE. Ao contrário do IPI, para o ICMS essa regra será de

aplicação OPCIONAL! Mas, do que se trata esse princípio? É simples! Ele

prevê que o legislador deva escolher tributar algumas mercadorias com

uma alíquota mais ou menos elevada do que outras. E por que isso?

Porque essas mercadorias seriam MENOS ou MAIS essenciais do que

outras. É só isso! Assim sendo, uma garrafa de vodka, apesar de ser

essencial para mim, rssss!, não é para a população em geral, fazendo sentido exigir uma alíquota elevada de ICMS sobre essa mercadoria.

II - a isenção ou não-incidência, salvo determinação em

contrário da legislação:

a) não implicará crédito para compensação com o montante devido nas operações ou prestações seguintes;

b) acarretará anteriores;

a

anulação

do

crédito

relativo

às

operações

Vamos falar um pouco da sistemática do

ICMS. Como vimos, ele é Não

Cumulativo, sendo operacionalizado

através do sistema de débitos e créditos. E como funciona isso? Pegue

novamente a operação 2 do slide anterior. Quando a indústria compra os

insumos do fornecedor ela se credita do valor do ICMS que ela pagou na

compra, ou seja, R$ 18. Quando ela vende, ela se debita do valor do ICMS

sobre o valor da venda, ou seja, R$ 72. Ao fim do mês, a indústria irá

realizar a apuração do imposto, para saber o quanto vai pagar. É nesse

momento em que ela pegará seus débitos e abaterá os seus créditos. O

valor resultante será aquele que deverá ser recolhido aos cofres públicos.

(R$ 72 R$ 18 = R$ 54).

recolhido aos cofres públicos. (R$ 72 n R$ 18 = R$ 54). 00000000000 Prof. Alexandre JK

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Assim sendo, perceba que a lógica é que para haver crédito, precisa

haver um débito futuro. Bastante parecido com a contabilidade. Portanto,

EM REGRA, quando não houver um débito na saída, não poderá haver

um crédito na entrada! Disse em regra, pois justamente um dos possíveis

benefícios fiscais do ICMS é a manutenção desse crédito quando não houver

o respectivo débito. Mas, não se preocupe com isso agora! Então, se

tivermos uma saída isenta ou imune, em regra, a indústria não poderá se

creditar em sua compra de insumos! Outro efeito, é que quem comprar

da indústria, não poderá se creditar. A lógica para isso é que se nessa saída

não houve débito, não poderá haver crédito tanto para frente da cadeia produtiva quanto para trás! Veja:

00000000000
00000000000

Percebam o efeito de uma isenção ou imunidade na venda da

indústria para o varejo. Na saída da indústria, não haverá débito de ICMS.

Isso fará com que a indústria não possa se creditar dos insumos que

comprou anteriormente. O pior vem a seguir. Como não houve débito na

saída, o varejista não poderá se creditar de nada e terá de pagar o ICMS

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sobre tudo! Perceba como isso sim gera cumulatividade! O ICMS que o varejista vai ter que pagar passou de R$ 36 para R$ 108!!!!!

IV - resolução do Senado Federal, de iniciativa do Presidente da

República ou de um terço dos Senadores, aprovada pela maioria

absoluta de seus membros, estabelecerá as alíquotas aplicáveis às operações e prestações, interestaduais e de exportação;

V - é facultado ao Senado Federal:

a) estabelecer alíquotas mínimas nas operações internas,

mediante resolução de iniciativa de um terço e aprovada pela maioria

absoluta de seus membros;

b) fixar alíquotas máximas nas mesmas operações para resolver

conflito específico que envolva interesse de Estados, mediante resolução

de iniciativa da maioria absoluta e aprovada por dois terços de seus

membros;

O Senado Federal representa os

Estados. Assim sendo, tem alguns poderes

de definições de alíquotas de tributos destes

entes, entre essas, algumas do ICMS. Pessoal, eu sei que esse texto

constituicional não é nada amigável, formando um verdadeiro nó na cabeça

do candidato. Com isso em mente, peço novamente permissão para

reproduzir um gráfico de minha autoria, que tenho certeza que irá facilitar

o entendimento.

que tenho certeza que irá facilitar o entendimento. 00000000000 Prof. Alexandre JK

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2015 Teoria e Exercícios - Prof. Alexandre JK – Aula 00 Qual a lógica que ajuda

Qual a lógica que ajuda a decorar isso? Lá vai: quando o assunto é

determinação de alíquotas de FORA do Estado, isso se torna um assunto

importantíssimo para a própria manutenção da Federação. É por isso que

até o Presidente da República pode opinar e a resolução do Senado é

obrigatória. Já quando o assunto é a determinação de alíquotas de

DENTRO do Estado, isso ser torna uma briga de marido e mulher, onde

não se deve meter a colher! RSSS. O que quero dizer com isso, é que esse

é um assunto que, regra geral, deve ser determinado por cada um dos

Estados como melhor entenderem. É por isso que essa resolução é facultativa!

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VI - salvo deliberação em contrário dos Estados e do Distrito Federal,

nos termos do disposto no inciso XII, "g", as alíquotas internas, nas

operações relativas à circulação de mercadorias e nas prestações de

serviços, não poderão ser inferiores às previstas para as operações interestaduais;

VII - em relação às operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outro Estado, adotar-se-á:

a)

a

alíquota

interestadual,

contribuinte do imposto;

quando

o

destinatário

for

b) a alíquota interna, quando o destinatário não for contribuinte

dele;

VIII - na hipótese da alínea "a" do inciso anterior, caberá ao Estado

da localização do destinatário o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual;

eles

tenham as alíquotas que cada ente

federativo competente para a sua

instituição determine. Isso também é válido para o ICMS até um limite

A regra

geral dos

impostos é que

o ICMS até um limite A regra geral dos impostos é que 00000000000 mínimo de 12%

00000000000

mínimo de 12% pelo motivo que explicarei adiante. Outra coisa

interessante desse imposto, é que quando a operação ocorre ENTRE

ESTADOS, regra geral, ele será repartido entre o Estado de origem e o

Estado de destino, com o objetivo de distribuir riqueza para todos os

entes federativos. Mais uma vez, vamos visualizar um gráfico para nos ajudar.

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2015 Teoria e Exercícios - Prof. Alexandre JK – Aula 00 Vamos decifrar isso? A primeira

Vamos decifrar isso? A primeira coisa que você tem que perguntar

quando houver uma operação ou prestação do ICMS ENTRE Estados,

é se o destinatário é contribuinte ou NÃO do imposto. Se ele NÃO for

contribuinte, a alíquota a ser aplicada é a INTERNA do Estado de ORIGEM.

Se ele FOR contribuinte, deve ser aplicada a alíquota INTERESTADUAL,

00000000000

que pode ser de 12% ou de 7% a depender do destino, situação que

explicarei no futuro. Então imagine que a Sony, estabelecida em São Paulo,

venda televisor sujeita a alíquota de 18% para João Roberto, morador de

Santa Catarina, pessoa física. Qual a alíquota a ser utilizada? É a de 18%,

pois nesse caso utiliza-se a interna de São Paulo, já que João não é

contribuinte do imposto. Agora imagine a mesma situação, mas agora o

comprador não é mais o João e sim uma grande rede de revenda de

televisores estabelecida em Florianópolis. Qual a alíquota a ser utilizada?

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Será a INTERestadual, que no caso é de 12%, pois o comprador é contribuinte do imposto.

A segunda pergunta irá nos remeter ou não ao tal de Diferencial

de Alíquota. Vamos novamente pegar o exemplo da Sony vendendo os

televisores para uma grande rede de revenda estabelecida em

Florianópolis. A mercadoria, ao chegar no destinatário, pode ter dois

destinos: 1) Ela vai ser revendida ou 2) A rede pode decidir utilizar os

televisores na própria loja, integralizando em seu ativo as mercadorias. Ué,

e qual a diferença em termos de ICMS? É simples! No primeiro caso,

quando os televisores chegarem ao destinatário, ele irá se creditar do ICMS

pago e quando realizar as vendas irá de debitar, abatendo um do outro. Já

no segundo caso, perceba que a mercadoria NÃO IRÁ mais circular! É o

fim da linha para os nossos televisores! Assim sendo, para que haja a tal

repartição tributária que comentei inicialmente, há de haver um débito do imposto, o chamado diferencial de alíquota.

Vamos exemplificar: Sony vendeu R$ 1000 em televisores para a

rede catarinense, que irá utilizá-los em seus escritórios administrativos. Ao

sair de São Paulo, a Sony irá se debitar da alíquota interestadual, ou seja,

de 12%, totalizando R$ 120. Normalmente a alíquota dessa TV é de 18%.

Ao chegar em Santa Catarina, o destinatário irá se debitar de 6%, que é o

restante do imposto a pagar. Perceba então a repartição, de um total de

18%, 12% ficaram para SP e 6% ficaram para SC. Esses 6% é o chamado

00000000000

diferencial de alíquota! Se a rede fosse REVENDER os televisores, ela

iria se creditar de 12% e na saída iria se debitar de 18%. Perceba que o

resultado seria o mesmo: 6% para SC. A diferença é o momento em

que isso ocorreu e a base de cálculo, que no caso de uma revenda

seria, em regra, maior do que na integralização de ativo! Agora

vamos entender o porquê das alíquotas interestaduais poderem ser de 12%

ou de 7%. Vimos nos exemplos acima, que a ideia do ICMS é repartir

riqueza entre os Estados. Quando você aplica uma alíquota interestadual

de saída de 12%, o Estado de origem fica com a maior fatia do bolo. Se

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a alíquota do produto for de 18%, o Estado de destino irá ficar com apenas

6%. Entretanto, se você aplicar uma alíquota de saída de 7% e a alíquota

do produto for 18%, o Estado de destino ficará com 11%! Perceba a

diferença brutal na distribuição tributária. Ai você me diz: Até ai tudo

bem professor, entendi isso! Mas, por que essa diferença existe?”. É

simples! A ideia foi que para os Estados mais pobres da Federação fosse

destinada uma maior parte das receitas tributárias! Assim sendo, teremos

a seguinte situação:

a) operações realizadas por contribuintes das Regiões Norte, Nordeste ou Centro-Oeste e do Estado do Espírito Santo:

- a alíquota será de 12%, qualquer que seja a Região em que estiver

localizado o destinatário (Estados menos favorecidos para Estados menos favorecidos ou mais favorecidos aplica-se a alíquota comum interestadual)

b) realizadas por contribuintes das Regiões Sudeste e Sul:

- aplicar a alíquota de 12% quando o destinatário também estiver localizado na Região Sudeste ou Sul;

- aplicar a alíquota de 7% quanto o destinatário estiver localizado nas Regiões Norte, Nordeste ou Centro-Oeste no Estado do Espírito

Santo.

A última coisa a se dizer sobre essa parte da matéria: lembram-se

00000000000

quando eu disse que, EM REGRA, os Estados podem LIVREMENTE decidir

qual serão as alíquotas de seus tributos dentro de seus territórios, mas que

para o ICMS isso tinha um limite mínimo? Pois é! No caso de nosso

imposto, esse limite será a maior alíquota interestadual, ou seja, 12%.

Assim sendo, em regra, qualquer Estado da federação, não pode decidir

livremente exigir do Feijão uma alíquota de ICMS menor do que 12%!

Novamente, a lógica para isso é a chamada Guerra Fiscal! Se não houvesse

esses limites, os Estados ficariam zerando alíquotas de mercadorias para

atraírem investimentos do setor privado, situação que poderia colocar em

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risco a própria existência da Federação! É claro que a Guerra Fiscal ainda

existe, mas ela seria bem pior sem esse limite. Fique tranquilo, pois

falaremos bastante desse assunto durante o curso! Portanto, para que essa

alíquota do Feijão seja menor que 12%, faz-se necessário que todos os

Estados brasileiros assim o autorizem através de um convênio editado nos ditames da LC 24/75.

IX - incidirá também:

a) sobre a entrada de bem ou mercadoria importados do exterior

por pessoa física ou jurídica, ainda que não seja contribuinte habitual

do imposto, qualquer que seja a sua finalidade, assim como sobre o

serviço prestado no exterior, cabendo o imposto ao Estado onde

estiver situado o domicílio ou o estabelecimento do destinatário da mercadoria, bem ou serviço;

b) sobre o valor total da operação, quando mercadorias forem

fornecidas com serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios;

compreendidos na competência tributária dos Municípios; No geradores do imposto. Aqui, fatos começo da aula

No

geradores do imposto. Aqui,

fatos

começo

da

aula

falamos

de

aparentemente, temos mais dois, mas

veremos que na verdade trata-se de apenas mais um! Analisaremos na

aula específica sobre Lei Kandir, o que uma pessoa precisa fazer para ser

contribuinte do ICMS. Entretanto, na importação nada importará a não ser

o próprio fato de importar. Portanto, se você importar aquele produto

da China, irá pagar ICMS, mesmo sendo pessoa física. Pessoal, há muito o

que se falar sobre o campo de incidência do ISS e do ICMS. Também

falaremos disso na aula sobre Lei Kandir. Nesse momento, o que importa

saber é o seguinte: imagine um serviço sendo prestado que não esteja na

competência do ISS e que com essa prestação haja o fornecimento de

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mercadoria. Como fica a tributação? ISS sabemos que não pode incidir.

Agora, o ICMS incidirá sobre o que? A resposta é que ele incidirá sobre

TUDO! Veremos outras situações em que o ICMS incidirá apenas sobre a

mercadoria e o ISS sobre o serviço e casos em que o ISS incidirá sobre tudo (serviço + mercadoria).

X - não incidirá:

a) sobre operações que destinem mercadorias para o exterior, nem

sobre serviços prestados a destinatários no exterior, assegurada a

manutenção e o aproveitamento do montante do imposto cobrado nas operações e prestações anteriores;

b) sobre operações que destinem a outros Estados petróleo,

inclusive lubrificantes, combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, e

energia elétrica;

c) sobre o ouro, nas hipóteses definidas no art. 153, § 5º;

d) nas prestações de serviço de comunicação nas modalidades de

radiodifusão sonora e de sons e imagens de recepção livre e gratuita;

sonora e de sons e imagens de recepção livre e gratuita ; Vamos agora falar de

Vamos agora falar de algumas imunidades

do ICMS. A primeira delas é em operações

00000000000

e prestações destinadas ao exterior.

Nesses casos, além do imposto não incidir, o contribuinte NÃO

PRECISARÁ anular o crédito relativo a essa saída. Assim sendo, se uma

indústria compra insumos, industrializa um produto e o vende para o

exterior, não precisará anular os créditos dos insumos. É um grande

benefício! Veremos que a empresa poderá utilizar de várias maneiras esse crédito.

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A segunda imunidade é em relação à saída para outros Estados

de petróleo, inclusive lubrificantes, combustíveis líquidos e gasosos

dele derivados, e energia elétrica. Assim sendo, se contribuinte de São

Paulo vender petróleo para contribuinte do Rio de Janeiro, não haverá ICMS

na saída de São Paulo. E qual a lógica disso? A ideia é deixar TODO O

IMPOSTO para o Estado consumidor dessas mercadorias. Vejam: no

nosso exemplo, se o contribuinte do RJ consumir o petróleo ele irá se

debitar de 18%, sem crédito, deixando todo o ICMS para o RJ. Se ele

vender esse petróleo para outro Estado, novamente ele sairá sem débito

de ICMS, o que ocorrerá quando for consumido.

A terceira imunidade é para o ouro quando ele for sujeito ao IOF.

A lógica para isso, é que nesse caso o ouro não é uma mercadoria, ele é

um ativo financeiro ou instrumento cambial! Assim sendo, quando você

entra em uma loja de joias e compra um anel de ouro, você paga ICMS.

Quando você usa o ouro como garantia em uma operação financeira, você

está o utilizando como ativo financeiro e não como mercadoria. Você irá pagar IOF!

da qual já comentamos

anteriormente. O ICMS não incidirá nas prestações de serviço de

comunicação nas modalidades de radiodifusão sonora e de sons e imagens de recepção livre e gratuita.

Por

fim,

temos

uma

imunidade

00000000000

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XI - não compreenderá, em sua base de cálculo, o montante do

imposto sobre produtos industrializados, quando a operação, realizada

entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização, configure fato gerador dos dois impostos;

, configure fato gerador dos dois impostos ; Essa é uma regra constitucional para não criar

Essa é uma regra constitucional para não

criar a tributação de um imposto em cima

do outro, ou seja, para o ICMS não incidir

sobre o IPI e vice versa. Veremos melhor isso na próxima aula!

XII - cabe à lei complementar:

a) definir seus contribuintes;

b) dispor sobre substituição tributária;

c) disciplinar o regime de compensação do imposto;

d) fixar, para efeito de sua cobrança e definição do estabelecimento

responsável, o local das operações relativas à circulação de mercadorias e das prestações de serviços;

e) excluir da incidência do imposto, nas exportações para o exterior,

00000000000

serviços e outros produtos além dos mencionados no inciso X, "a";

f) prever casos de manutenção de crédito, relativamente à remessa

para outro Estado e exportação para o exterior, de serviços e de mercadorias;

g) regular a forma como, mediante deliberação dos Estados e do

Distrito Federal, isenções, incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados.

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h) definir os combustíveis e lubrificantes sobre os quais o imposto

incidirá uma única vez, qualquer que seja a sua finalidade, hipótese em que

não se aplicará o disposto no inciso X, b;

i) fixar a base de cálculo, de modo que o montante do imposto a integre, também na importação do exterior de bem, mercadoria ou serviço.

A Constituição Federal deixa para a lei

complementar regular uma série de

normas gerais a respeito do ICMS. Essas

leis são as famosas Lei Kandir 87/96 e a LC 24/75. Como iremos ver essas

normas na íntegra, deixarei para outro momento para comentar todas essas previsões de forma detalhada.

para comentar todas essas previsões de forma detalhada. § 3º À exceção dos impostos de que

§ 3º À exceção dos impostos de que tratam o inciso II do caput deste

artigo e o art. 153, I e II, nenhum outro imposto poderá incidir sobre

operações relativas a energia elétrica, serviços de telecomunicações, derivados de petróleo, combustíveis e minerais do País.

Esse parágrafo traz uma espécie de

00000000000

do País . Esse parágrafo traz uma espécie de 00000000000 imunidade parcial, impedido que nenhum outro

imunidade parcial, impedido que nenhum

outro imposto além do ICMS do Imposto

de Importação e do Importo de Exportação incida sobre operações relativas

a energia elétrica, serviços de telecomunicações, derivados de

petróleo, combustíveis e minerais do País.

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§ 4º Na hipótese do inciso XII, h, observar-se-á o seguinte:

I - nas operações com os lubrificantes e combustíveis derivados de petróleo, o imposto caberá ao Estado onde ocorrer o consumo;

II - nas operações interestaduais, entre contribuintes, com gás

natural e seus derivados, e lubrificantes e combustíveis não incluídos no

inciso I deste parágrafo, o imposto será repartido entre os Estados de

origem e de destino, mantendo-se a mesma proporcionalidade que ocorre nas operações com as demais mercadorias;

III - nas operações interestaduais com gás natural e seus derivados,

e lubrificantes e combustíveis não incluídos no inciso I deste parágrafo, destinadas a não contribuinte, o imposto caberá ao Estado de origem;

IV - as alíquotas do imposto serão definidas mediante deliberação

dos Estados e Distrito Federal, nos termos do § 2º, XII, g, observando-

se o seguinte:

a) serão uniformes em todo o território nacional, podendo ser

diferenciadas por produto;

b) poderão ser específicas, por unidade de medida adotada, ou ad

valorem, incidindo sobre o valor da operação ou sobre o preço que o

produto ou seu similar alcançaria em uma venda em condições de livre

concorrência;

00000000000

c) poderão ser reduzidas e restabelecidas, não se lhes aplicando

o disposto no art. 150, III, b.

§ 5º As regras necessárias à aplicação do disposto no § 4º, inclusive

as relativas à apuração e à destinação do imposto, serão estabelecidas

mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal, nos termos do §

2º, XII, g.

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do

ICMSMONOFÁSICO COMBUSTÍVEIS,

modalidade de cobrança do imposto ainda

não instituída pelos entes federativos. A única diferença desse regime

para o regime comum do ICMS, é que o imposto será cobrado na origem

uma única vez. É uma espécie de substituição tributária. O restante

seguirá a mesma lógica, veja: Nos vimos que no caso de operações com os

lubrificantes e combustíveis derivados de petróleo inclusive combustíveis

líquidos e gasosos dele derivados haverá uma imunidade na saída do

Estado de origem, deixando todo o ICMS para o Estado que for consumi-

lo. No ICMS-MONOFÁSICO o imposto também fica para o Estado de

Consumo. É claro que se estivermos falando de operações com gás natural

e seus derivados, e lubrificantes e combustíveis que NÃO FOREM

derivados de petróleo, estaremos falando de uma mercadoria comum, fora da imunidade, que seguirá todas as regras que já vimos anteriormente.

Esse parágrafo

traz

a

previsão

já vimos anteriormente. Esse parágrafo traz a previsão Outra grande diferença reside no fato de que

Outra grande diferença reside no fato de que os Estados irão decidir

em conjunto qual será a alíquota a ser exigida e não cada Estado

individualmente. Essa alíquota poderá ser específica (por unidade de

medida) ou ad valorem (a que estamos acostumados, que incide sobre

uma base de cálculo de valor). Elas também não precisam respeitar a

anterioridade, podendo ser reduzidas e restabelecidas e aplicadas no mesmo ano calendário.

00000000000

É isso ai pessoal! Por hoje é só isso! Já vimos tudo o que existia sobre

o ICMS na Constituição Federal. Deixei alguns assuntos para serem tratados em aulas futuras. Vamos praticar um pouco o que aprendemos?

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QUESTÕES SEM COMENTÁRIOS

Q.01 (ESAF AFRFB SRFB Aduana 2002)

Avalie a correção das afirmações abaixo. Atribua a letra V para as

verdadeiras e F para as falsas. Em seguida, marque a opção que contenha a seqüência correta.

1 - O Código Tributário Nacional, embora tenha sido aprovado como lei

ordinária, pode regular as matérias para as quais a Constituição, que lhe é

posterior, passou a exigir lei complementar.

2 - Cabe a lei complementar federal, em relação aos impostos em geral,

como o ICMS e o ISS, a definição dos respectivos fatos geradores, bases de cálculo e contribuintes.

3 - Resolução do Senado Federal, obedecidas as condições constitucionais,

poderá estabelecer, para o ICMS, as alíquotas aplicáveis às operações e

prestações, interestaduais e de exportação.

a) V, V, V

b) V, V, F

c) V, F, F

d) F, F, F

e) V, F, V

00000000000

Q.02

(FCC - AFR - SEFAZ SP - 2006)

Em relação ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços

(ICMS), é correto afirmar que

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a) será seletivo, em função da essencialidade das mercadorias e relevância

dos serviços, de acordo com critérios estabelecidos pelo Poder Executivo,

através de decreto ou portaria.

b) cabe à resolução do Congresso Nacional regular a forma como, mediante

deliberação dos Estados e Distrito Federal, isenções, incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados.

c) não incidirá sobre operações com ouro comercializado no território

nacional, em barra ou em jóias, e nas prestações de serviços de

comunicação de qualquer natureza.

d) a isenção ou não-incidência, salvo determinação em contrário da

legislação, não implicará crédito para compensação com o montante devido

nas operações ou prestações seguintes e acarretará a anulação do crédito

relativo às operações anteriores.

e) incidirá sobre operações que destinem a outros Estados petróleo,

inclusive lubrificantes, combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, e energia elétrica.

Q.03

(FCC - AFR - SEFAZ SP - Gestão Tributária - 2009)

Uma empresa de produtos de luxo sediada em São Paulo adquire

mercadoria de importadora situada no Estado de Santa Catarina.

00000000000

Considerando hipoteticamente que a alíquota do ICMS no Estado de

Santa Catarina para este tipo de mercadoria é de 25% e que no

Estado de São Paulo é de 18%, a empresa sediada em São Paulo se

credita de ICMS incidente sobre este tipo de operação amparada especificamente no princípio constitucional da

a) seletividade, em razão da essencialidade do produto.

b) legalidade, porque deve haver previsão expressa em lei autorizando este

mecanismo contábil de crédito-débito.

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c) isonomia, que assegura mesmo tratamento tributário para contribuintes

que estejam numa mesma situação, independentemente do lugar da

ocorrência do fato gerador.

d) vedação ao confisco, impedindo a bitributação sobre uma mercadoria.

e) não-cumulatividade, na qual é assegurada a dedução correspondente

aos montantes cobrados nas operações anteriores.

Q.04

(FCC - AFR - SEFAZ SP - Gestão Tributária - 2009)

A respeito do Imposto sobre operações relativas à circulação de

mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte

interestadual e intermunicipal e de comunicação, é INCORRETO afirmar:

a) Trata-se de imposto não-cumulativo, compensando-se o que for devido

em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de

serviços com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou outro

Estado ou pelo Distrito Federal.

b) Será sempre seletivo, em função da essencialidade das mercadorias e

dos serviços.

c) Incidirá também sobre a entrada de bem ou mercadoria importados do

exterior por pessoa física ou jurídica, ainda que não seja contribuinte

00000000000

habitual do imposto, qualquer que seja sua finalidade, assim como sobre o

serviço prestado no exterior, cabendo o Imposto ao Estado onde estiver

situado o domicílio ou o estabelecimento do destinatário da mercadoria, bem ou serviço.

d) Não incidirá sobre operações que destinem mercadorias para o exterior,

nem sobre serviços prestados a destinatários no exterior, assegurada a

manutenção e o aproveitamento do montante do imposto cobrado nas operações e prestações anteriores.

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e) A isenção ou não-incidência, salvo determinação em contrário da

legislação, não implicará crédito para compensação com o montante devido

nas operações ou prestações seguintes.

Q.05

(FCC - AFR - SEFAZ SP - Gestão Tributária - 2009)

Segundo o princípio da não-cumulatividade do ICMS, é correto afirmar:

a) A isenção, salvo determinação em contrário da legislação, implicará

crédito para compensação com o montante devido nas operações ou

prestações seguintes.

b) A não-incidência, salvo determinação em contrário da legislação, não

acarretará a anulação do crédito relativo às operações anteriores.

c) Compensa-se o que for devido em cada operação relativa à circulação

de mercadorias ou prestação de serviços com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo Distrito Federal.

d) Compensa-se o que for devido em cada operação relativa à circulação

de mercadorias ou prestação de serviços com o montante pago nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo Distrito Federal.

e) Compensa-se o que for restituído em cada operação relativa à circulação

de mercadorias ou prestação de serviços com o montante pago nas

00000000000

anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo Distrito Federal.

Q.06

(FGV - AFRE - SEFAZ RJ - 2007)

Especificamente em relação ao ICMS, uma das alternativas a seguir

apresenta matéria(s) que não precisa(m) ser veiculada(s) por Lei Complementar. Assinale-a.

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a) definição de contribuintes b) determinação de alíquotas Legislação Tributária p/ ICMS-SP – 2015 Teoria

a) definição de contribuintes

b) determinação de alíquotas

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c) previsão de casos de manutenção de crédito, relativamente à remessa

para outro Estado e exportação para o exterior, de serviços e de

mercadorias

d) regulação da forma pela qual, mediante deliberação dos Estados e do

Distrito Federal, isenções, incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados

e) disciplina do regime de compensação do imposto

Q.07

(FGV - AFRE - SEFAZ RJ - 2007)

De acordo com o art. 155, § 2º, inciso XII, c) da CRFB/88, é correto

afirmar que o regime de compensação do ICMS deve ser

disciplinado:

a) em lei dos Estados e pelo Distrito Federal, tendo em vista a autonomia

desses entes federados.

b) pelo Confaz.

c) em lei complementar.

d) no Regulamento do ICMS dos Estados e do Distrito Federal.

00000000000

e) em convênio e lei estadual ou distrital.

Q.08

(FGV - AFRE - SEFAZ RJ - 2008)

( ) Nas operações com combustíveis e lubrificantes, as alíquotas do Imposto

Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) são definidas

mediante

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( ) Alíquotas mínimas do Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), nas operações internas, podem ser estabelecidas por

(

) O Código Tributário Nacional (CTN) foi votado como

(

) A disciplina de compensação do ICMS cabe à

(

) As alíquotas do Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços

(ICMS), aplicáveis às operações e prestações, interestaduais e de

exportação, são estabelecidas por

Complete as afirmativas apresentadas com os itens apresentados abaixo:

I. resolução do Senado Federal de iniciativa de um terço e aprovada pela maioria absoluta de seus membros.

II. lei ordinária.

III. lei complementar.

IV. resolução do Senado Federal, de iniciativa do Presidente da República

ou de um terço dos Senadores, aprovada pela maioria absoluta de seus membros.

V. convênio.

Assinale a seqüência correta, de cima para baixo.

a) IV - III - II - I - V

00000000000

b) V - I - II - III - IV

c) V - I - II - IV - III

d) IV - I - III - II - V

e) III - V - II - I IV

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Q.09

(CESPE - ARE - SEFAZ AC - 2006)

Considere hipoteticamente que determinado cidadão brasileiro aqui

domiciliado adentre no território nacional com um

microcomputador adquirido no exterior. Assinale a opção que se aplica a essa situação hipotética no que se refere ao ICMS.

a) O cidadão terá de pagar ICMS somente pelo fato de ter entrado com

bem de pessoa física, pois, se provar que o bem destina-se a sua empresa,

não terá de pagar o referido imposto.

b) O cidadão não terá de pagar ICMS por não ser contribuinte habitual do

imposto.

c) O cidadão terá de pagar o ICMS, a menos que a finalidade seja a de

doação a entidade filantrópica.

d) O cidadão terá de pagar o ICMS, simplesmente pelo fato de ter entrado

no território nacional importando bem do exterior.

Q.10

(ESAF - FR - Pref RJ - 2010)

Sobre o ICMS - Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços -, julgue os itens a seguir:

I. Resolução do Senado Federal estabelecerá as alíquotas aplicáveis às operações e prestações interestaduais e de exportação;

00000000000

II. será não-cumulativo, compensando-se o que for devido em cada

operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços com

o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou outro estado ou pelo

Distrito Federal, e poderá ser seletivo, em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços;

III. incidirá sobre a entrada de bem ou mercadoria importados do exterior

por pessoa física ou jurídica, ainda que não seja contribuinte habitual do imposto, qualquer que seja a sua finalidade, assim como sobre o serviço

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prestado no exterior, cabendo o imposto ao estado onde estiver situado o

domicílio ou o estabelecimento do destinatário da mercadoria, bem ou

serviço;

IV. sua isenção ou não-incidência, salvo disposição de lei em contrário, não acarreta a anulação do crédito relativo às operações anteriores;

V. não incidirá sobre operações que destinem mercadorias ao exterior, bem

como sobre serviços prestados a destinatários no exterior, assegurada a

manutenção e o aproveitamento do montante do imposto cobrado nas

operações e prestações anteriores.

Estão corretos:

a) apenas os itens I, II, III e V.

b) apenas os itens I, III e V.

c) apenas os itens I, IV e V.

d) apenas os itens II, III e V.

e) todos os itens estão corretos.

Q.11

(NCE (UFRJ) - AFTE - SEFAZ AM - 2005)

Em relação aos impostos sobre as operações relativas à circulação

de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte

interestadual e intermunicipal e de comunicação, ainda que as

operações e as prestações se iniciem no exterior, NÃO é correto afirmar:

00000000000

a) será não-cumulativo, compensando-se o que for devido em cada

operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços com

o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo

Distrito Federal;

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b) a isenção ou não-incidência, salvo determinação em contrário da

legislação, não implicará crédito para compensação com o montante devido

nas operações ou prestações seguintes e acarretará a anulação do crédito relativo às operações anteriores;

c) poderá ser seletivo, em função da essencialidade das mercadorias e dos

serviços;

d) cabe à lei ordinária definir seus contribuintes, dispor sobre substituição

tributária e disciplinar o regime de compensação do imposto;

e) não compreenderá, em sua base de cálculo, o montante do imposto

sobre produtos industrializados, quando a operação, realizada entre

contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização, configure fato gerador dos dois impostos.

Q.12 (ESAF - APO

MPOG - Planejamento e Orçamento - 2010)

Sobre o ICMS - Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e

Prestação de Serviços de Transporte e Comunicação, é incorreto afirmar-se que:

a) será sempre não-cumulativo, compensando-se o que for devido em cada

operação relativa à circulação de mercadorias ou serviços com o montante

cobrado nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo Distrito Federal.

00000000000

b) não incidirá sobre o ouro como ativo financeiro.

c) será sempre seletivo, cobrando-se alíquotas maiores ou menores em

função da essencialidade das mercadorias ou serviços (alíquotas mais gravosas para mercadorias e serviços menos essenciais).

d) não incidirá nas prestações de serviços de comunicação nas modalidades

de radiodifusão sonora e de sons e imagens de recepção livre e gratuita.

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e) terá suas alíquotas aplicáveis às operações e prestações interestaduais

fixadas por meio de resolução do Senado Federal.

Q.13 - (ESAF

ACE 2012)

Sobre a disciplina constitucional do ICMS

Circulação de Mercadorias e Serviços, é correto afirmar que

Imposto

sobre

a) será sempre seletivo, em função da essencialidade das mercadorias e

dos serviços, e não cumulativo, compensando-se o que for devido em cada

operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços com

o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo Distrito Federal.

b) resolução do Senado Federal, de iniciativa exclusiva de um terço dos

Senadores, aprovada pela maioria absoluta de seus membros, estabelecerá

as alíquotas aplicáveis às operações e prestações, interestaduais e de exportação.

c) é facultado ao Senado Federal fixar alíquotas máximas nas mesmas

operações para resolver conflito específico que envolva interesse de

Estados, mediante resolução de iniciativa da maioria absoluta e aprovada por dois terços de seus membros.

d) suas alíquotas internas, nas operações relativas à circulação de

00000000000

mercadorias e nas prestações de serviços, não poderão ser inferiores às previstas para as operações interestaduais, em nenhuma hipótese.

e) em relação às operações e prestações que destinem bens e serviços a

consumidor final localizado em outro Estado, adotar-se-á a alíquota interna, quando o destinatário for contribuinte dele.

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Q.14 - (ESAF n ACE n 2012) Legislação Tributária p/ ICMS-SP – 2015 Teoria e

Q.14 - (ESAF

ACE 2012)

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Na entrada de bem ou mercadoria importados do exterior por pessoa física ou jurídica, pode-se afirmar, exceto, que:

a) há operação relativa à circulação de mercadoria sujeita à incidência do

ICMS em operação de arrendamento mercantil contratado pela indústria

aeronáutica de grande porte para viabilizar o uso, pelas companhias de navegação aérea, de aeronaves por ela construídas.

b) o fato gerador do ICMS não ocorre com a entrada no estabelecimento

do importador, mas, sim, quando do recebimento da mercadoria, ao ensejo do respectivo desembaraço aduaneiro.

c) o ICMS é devido, ainda que o importador não seja contribuinte habitual

do imposto, qualquer que seja a finalidade do bem importado.

d) o ICMS cabe ao Estado em que estiver localizado o porto de

desembarque e o destinatário da mercadoria, não prevalecendo a forma

sobre o conteúdo, no que procedida a importação por terceiro consignatário situado em outro Estado e beneficiário de sistema tributário mais favorável.

e) o sujeito ativo da relação jurídico-tributária do ICMS é o Estado onde

estiver situado o domicílio ou o estabelecimento do destinatário jurídico da

mercadoria, pouco importando se o desembaraço aduaneiro ocorreu por meio de ente federativo diverso.

00000000000

Q.15 - (FGV - AFRE - SEFAZ RJ - 2010)

Com relação ao ICMS, assinale a alternativa correta.

a) Os serviços de comunicação não estão sujeitos ao ICMS.

b) Não pode haver uma mesma operação comercial, ainda que de natureza

mista (com fornecimento de mercadoria e prestação de serviços), que seja

tributada tanto pelo ICMS (valor da mercadoria) como pelo ISS (valor do

serviço).

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c) Incide no caso de transferência de titularidade de bens do ativo fixo ou imobilizado.

d) Não incide quando se tratar de bem ou mercadoria importado por pessoa

que não seja contribuinte habitual do imposto, nos termos das Constituição Federal.

e) Será garantida a manutenção e o aproveitamento do montante do

imposto cobrado nas operações e prestações anteriores no caso de

exportação de mercadorias, mesmo que a Constituição Federal

expressamente determine a não incidência do ICMS sobre mercadorias e serviços destinados ao exterior.

00000000000

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AULA 00: GABARITO

GABARITO

GABARITO 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15
01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15
01
02 03
04 05
06 07
08 09
10 11
12 13
14 15
B
D E
B
C B
C B
D
A
D C
C
A E

00000000000

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QUESTÕES COMENTADAS

Q.01 (ESAF AFRFB SRFB Aduana 2002)

Avalie a correção das afirmações abaixo. Atribua a letra V para as

verdadeiras e F para as falsas. Em seguida, marque a opção que contenha a seqüência correta.

1 - O Código Tributário Nacional, embora tenha sido aprovado como

lei ordinária, pode regular as matérias para as quais a Constituição,

que lhe é posterior, passou a exigir lei complementar.

Como esse não é o foco da nossa aula vou ser bem sucinto. Alternativa correta.

2 - Cabe a lei complementar federal, em relação aos impostos em

geral, como o ICMS e o ISS, a definição dos respectivos fatos geradores, bases de cálculo e contribuintes.

Vimos que várias regras gerais para o ICMS deverão ser reguladas por meio

de lei complementar. É a famosa Lei Kandir 87/96. Alternativa correta.

3 - Resolução do Senado Federal, obedecidas as condições

constitucionais, poderá estabelecer, para o ICMS, as alíquotas

aplicáveis às operações e prestações, interestaduais e de

exportação.

00000000000

Vimos que quando se trata de operações do ICMS de FORA do Estado, essa

resolução do Senado é obrigatória e não facultativa como afirma a questão. Alternativa incorreta.

a) V, V, V

b) V, V, F

c) V, F, F

d) F, F, F

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e) V, F, V GABARITO: B Legislação Tributária p/ ICMS-SP – 2015 Teoria e Exercícios

e) V, F, V

GABARITO: B

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Q.02

(FCC - AFR - SEFAZ SP - 2006)

Em relação ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), é correto afirmar que

a) será seletivo, em função da essencialidade das mercadorias e

relevância dos serviços, de acordo com critérios estabelecidos pelo Poder Executivo, através de decreto ou portaria.

O ICMS PODERÁ ser seletivo. Quem deve possuir essa característica

obrigatoriamente é o IPI. Alternativa incorreta.

b) cabe à resolução do Congresso Nacional regular a forma como,

mediante deliberação dos Estados e Distrito Federal, isenções,

incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados.

Essa tarefa cabe a Lei Complementar. Alternativa incorreta.

c) não incidirá sobre operações com ouro comercializado no

território nacional, em barra ou em jóias, e nas prestações de serviços de comunicação de qualquer natureza.

O ICMS só não incide sobre o ouro se ele não for utilizado como uma

00000000000

mercadoria e sim como um ativo financeiro. No caso o imposto incide. O

ICMS apenas não incidirá nas prestações de serviços de comunicação gratuitas. Alternativa incorreta.

d) a isenção ou não-incidência, salvo determinação em contrário da

legislação, não implicará crédito para compensação com o

montante devido nas operações ou prestações seguintes e acarretará a anulação do crédito relativo às operações anteriores.

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Vimos que essa é a regra geral para o ICMS. Para todo o crédito deve haver

um débito. Se não houve débito na saída, em regra, deve-se anular o

crédito da entrada e o adquirente não poderá se creditar. Alternativa correta.

e) incidirá sobre operações que destinem a outros Estados petróleo,

inclusive lubrificantes, combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, e energia elétrica.

Vimos que essa é uma imunidade constitucional em que o ICMS não

incidirá. Alternativa incorreta.

GABARITO: D

Q.03

(FCC - AFR - SEFAZ SP - Gestão Tributária - 2009)

Uma empresa de produtos de luxo sediada em São Paulo adquire

mercadoria de importadora situada no Estado de Santa Catarina.

Considerando hipoteticamente que a alíquota do ICMS no Estado de Santa

Catarina para este tipo de mercadoria é de 25% e que no Estado de São

Paulo é de 18%, a empresa sediada em São Paulo se credita de ICMS

incidente sobre este tipo de operação amparada especificamente no

princípio constitucional da

Comentários:

00000000000

A questão trouxe um monte de informação irrelevante. A pergunta mesmo

veio ao final de seu texto. Ela questiona a qual princípio está ligado a

possibilidade de creditamento do ICMS pago na aquisição. Ora, sabemos

que isso está intimamente ligado ao princípio da não cumulatividade, pois

é só através da aplicação dessa sistemática que conseguiremos tributar

apenas aquilo que foi adicionado em cada cadeia de valor. Lembrem-se do abatimento entre os débitos e créditos. Vamos para as alternativas.

a) seletividade, em razão da essencialidade do produto.

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b) legalidade, porque deve haver previsão expressa em lei autorizando este

mecanismo contábil de crédito-débito.

c) isonomia, que assegura mesmo tratamento tributário para contribuintes

que estejam numa mesma situação, independentemente do lugar da ocorrência do fato gerador.

d) vedação ao confisco, impedindo a bitributação sobre uma mercadoria.

e) não-cumulatividade, na qual é assegurada a dedução correspondente aos montantes cobrados nas operações anteriores.

GABARITO: E

Q.04

(FCC - AFR - SEFAZ SP - Gestão Tributária - 2009)

A respeito do Imposto sobre operações relativas à circulação de

mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e

intermunicipal e de comunicação, é INCORRETO afirmar:

a) Trata-se de imposto não-cumulativo, compensando-se o que for

devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou

prestação de serviços com o montante cobrado nas anteriores pelo

mesmo ou outro Estado ou pelo Distrito Federal.

A não cumulatividade é atributo obrigatório e marcante do ICMS. Alternativa correta.

00000000000

b) Será sempre seletivo, em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços.

O ICMS PODERÁ ser seletivo. Alternativa incorreta.

c) Incidirá também sobre a entrada de bem ou mercadoria

importados do exterior por pessoa física ou jurídica, ainda que não

seja contribuinte habitual do imposto, qualquer que seja sua

finalidade, assim como sobre o serviço prestado no exterior,

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cabendo o Imposto ao Estado onde estiver situado o domicílio ou o estabelecimento do destinatário da mercadoria, bem ou serviço.

Vimos que a importação também é fato gerador do ICMS e que nela a única

coisa que importa é o próprio fato de importar e nada mais. Alternativa correta.

d) Não incidirá sobre operações que destinem mercadorias para o

exterior, nem sobre serviços prestados a destinatários no exterior,

assegurada a manutenção e o aproveitamento do montante do

imposto cobrado nas operações e prestações anteriores.

A exportação é uma das imunidades do ICMS. Há também o benefício de

manutenção e o aproveitamento do montante do imposto cobrado nas

operações e prestações anteriores, ou seja, não haverá a anulação do

crédito. Alternativa correta.

e) A isenção ou não-incidência, salvo determinação em contrário da

legislação, não implicará crédito para compensação com o montante devido nas operações ou prestações seguintes.

Essa é a regra geral. Se não há débito, tem que se anular o crédito e o adquirente também não poderá se creditar. Alternativa correta.

GABARITO: B

Q.05

00000000000

(FCC - AFR - SEFAZ SP - Gestão Tributária - 2009)

Segundo o princípio da não-cumulatividade do ICMS, é correto afirmar:

a) A isenção, salvo determinação em contrário da legislação,

implicará crédito para compensação com o montante devido nas operações ou prestações seguintes.

Se não há débito, tem que se anular o crédito e o adquirente também não poderá se creditar. Alternativa incorreta.

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b) A não-incidência, salvo determinação em contrário da legislação,

não acarretará a anulação do crédito relativo às operações

anteriores.

Se não há débito, tem que se anular o crédito e o adquirente também não poderá se creditar. Alternativa incorreta.

c) Compensa-se o que for devido em cada operação relativa à

circulação de mercadorias ou prestação de serviços com o

montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou

pelo Distrito Federal.

Perfeito! Essa é aplicação do princípio da não cumulatividade. Assim,

quando um contribuinte do imposto adquire uma mercadoria ou uma

prestação, ele poderá se creditar se houver operação ou prestação posterior

ligada a essa entrada. Alternativa correta.

d) Compensa-se o que for devido em cada operação relativa à

circulação de mercadorias ou prestação de serviços com o

montante pago nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo Distrito Federal.

A diferença desse texto para o da letra C é que ele apenas admite a

compensação com o montante do imposto PAGO. A literalidade da lei prevê

a compensação com o montante do imposto COBRADO. Veja a diferença.

Se fosse da maneira que se afirma na letra D, um contribuinte inadimplente

00000000000

não iria poder transferir créditos para outra pessoa. Imagine que você

tenha uma loja de revenda de roupas e adquira produtos de um atacadista.

Se isso fosse verdade, você teria que saber se o atacadista teria condições

de pagar o ICMS antes de comprar produtos dele. Assim fica difícil trabalhar! Alternativa incorreta.

e) Compensa-se o que for restituído em cada operação relativa à

circulação de mercadorias ou prestação de serviços com o

montante pago nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo

Distrito Federal.

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Essa alternativa totalmente distorceu o texto da lei. Alternativa incorreta.

GABARITO: C

Q.06

(FGV - AFRE - SEFAZ RJ - 2007)

Especificamente em relação ao ICMS, uma das alternativas a seguir

apresenta matéria(s) que não precisa(m) ser veiculada(s) por Lei

Complementar. Assinale-a.

Comentários:

A única das alternativas que não demanda lei complementar é a

determinação de alíquotas. Ai você me diz: Ué professor, lembro que você

falou que para o ICMS, a determinação de alíquotas necessitava de acordo

entre os Estados através de convênio. CALMA AI!! RSSS! Isso só vale para

quando o Estado quiser determinar uma alíquota MENOR que 12%! Em

qualquer outra situação o ente federativo estará livre para determinar o valor que quiser através de lei ordinária. Muito cuidado com isso!

a) definição de contribuintes

b) determinação de alíquotas

c) previsão de casos de manutenção de crédito, relativamente à remessa

para outro Estado e exportação para o exterior, de serviços e de mercadorias

00000000000

d) regulação da forma pela qual, mediante deliberação dos Estados e do

Distrito Federal, isenções, incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados

e) disciplina do regime de compensação do imposto

GABARITO: B

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Q.07

(FGV - AFRE - SEFAZ RJ - 2007)

De acordo com o art. 155, § 2º, inciso XII, c) da CRFB/88, é correto afirmar que o regime de compensação do ICMS deve ser disciplinado:

Comentários:

Vimos que a CF determina que normas gerais do ICMS devem ser reguladas

mediante lei complementar. Regime de compensação nada mais é do que uma norma geral. Vamos para as alternativas.

a) em lei dos Estados e pelo Distrito Federal, tendo em vista a autonomia

desses entes federados.

b) pelo Confaz.

c) em lei complementar.

d) no Regulamento do ICMS dos Estados e do Distrito Federal.

e) em convênio e lei estadual ou distrital.

GABARITO: C

Q.08

(FGV - AFRE - SEFAZ RJ - 2008)

( ) Nas operações com combustíveis e lubrificantes, as alíquotas do

Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) são definidas mediante

00000000000

Nessas operações com esse tipo de mercadoria, as alíquotas serão definidas por meio de convênio.

( ) Alíquotas mínimas do Imposto Sobre a Circulação de

Mercadorias e Serviços (ICMS), nas operações internas, podem ser

estabelecidas por

Em operações internas, cada ente federativo é livre para decidir o quanto cobrar de ICMS por meio de lei ordinária até o limite mínimo de 12%.

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( ) O Código Tributário Nacional (CTN) foi votado como

Lei ordinária. Recepcionado como Lei complementar.

( ) A disciplina de compensação do ICMS cabe à

Regras gerais cabem a Lei Complementar.

( ) As alíquotas do Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e

Serviços (ICMS), aplicáveis às operações e prestações, interestaduais e de exportação, são estabelecidas por

Resolução obrigatória do Senado Federal.

Complete as afirmativas apresentadas com os itens apresentados

abaixo:

I. resolução do Senado Federal de iniciativa de um terço e aprovada pela maioria absoluta de seus membros.

II. lei ordinária.

III. lei complementar.

IV. resolução do Senado Federal, de iniciativa do Presidente da República

ou de um terço dos Senadores, aprovada pela maioria absoluta de seus membros.

V. convênio.

Assinale a seqüência correta, de cima para baixo.

00000000000

a) IV - III - II - I - V

b) V - I - II - III - IV

c) V - I - II - IV - III

d) IV - I - III - II - V

e) III - V - II - I IV

GABARITO: B

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Q.09

(CESPE - ARE - SEFAZ AC - 2006)

Considere hipoteticamente que determinado cidadão brasileiro aqui

domiciliado adentre no território nacional com um microcomputador

adquirido no exterior. Assinale a opção que se aplica a essa situação hipotética no que se refere ao ICMS.

a) O cidadão terá de pagar ICMS somente pelo fato de ter entrado

com bem de pessoa física, pois, se provar que o bem destina-se a

sua empresa, não terá de pagar o referido imposto.

O fato gerador do ICMS na importação só depende do próprio fato de

importar! A destinação do produto é irrelevante. Alternativa incorreta.

b) O cidadão não terá de pagar ICMS por não ser contribuinte habitual do imposto.

O fato gerador do ICMS na importação só depende do próprio fato de

importar! O fato de ser ou não contribuinte do imposto é irrelevante.

Alternativa incorreta.

c) O cidadão terá de pagar o ICMS, a menos que a finalidade seja a

de doação a entidade filantrópica.

O fato gerador do ICMS na importação só depende do próprio fato de

importar! A destinação do produto é irrelevante. Alternativa incorreta.

d) O cidadão terá de pagar o ICMS, simplesmente pelo fato de ter

00000000000

entrado no território nacional importando bem do exterior.

Perfeito! Nesse caso, o pagamento do ICMS depende apenas da conduta de importar. Alternativa correta.

GABARITO: D

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Q.10

(ESAF - FR - Pref RJ - 2010)

Sobre o ICMS - Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços -, julgue os itens a seguir:

I. Resolução do Senado Federal estabelecerá as alíquotas aplicáveis

às operações e prestações interestaduais e de exportação;

Essa resolução é OBRIGATÓRIA. Alternativa correta.

II. será não-cumulativo, compensando-se o que for devido em cada

operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de

serviços com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou