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Livro Eletrônico

Aula 00

Passo Estratégico de Direito Constitucional p/ TRF 3ª Região (AJOJ)

Professor: Tulio Lages

29008040867 - FABIANO LUIS LOPES


Passo EstratŽgico Ð FCC/TRF 3
Direito Constitucional/ Oficial de
Justi•a
Analista Tœlio Lages

Dos Princ’pios Fundamentais


Apresenta•‹o ............................................................................1
Introdu•‹o ................................................................................2
An‡lise Estat’stica .....................................................................2
An‡lise das Quest›es ................................................................3
Orienta•›es de Estudo (Checklist) e Pontos a Destacar..............8
Question‡rio de Revis‹o............................................................9
Anexo I Ð Lista de Quest›es ....................................................18
Refer•ncias Bibliogr‡ficas .......................................................20

Apresenta•‹o

Ol‡!
Meu nome Ž Tœlio Lages e, com imensa satisfa•‹o, serei o analista de
Direito Constitui•‹o do Passo EstratŽgico!
Para conhecer um pouco sobre mim, segue um resumo da minha
experi•ncia profissional, acad•mica e como concurseiro:

Coordenador e Analista do Passo EstratŽgico - disciplinas: Direito Constitucional e


Administrativo.
Coach do EstratŽgia Concursos.
Auditor do TCU desde 2012, tendo sido aprovado e nomeado para o mesmo cargo nos
concursos de 2011 (14¼ lugar nacional) e 2013 (47¼ lugar nacional).
Ingressei na Administra•‹o Pœblica Federal como tŽcnico do Serpro (38¼ lugar, concurso
de 2005). Em seguida, tomei posse em 2008 como Analista Judici‡rio do Tribunal
Superior do Trabalho (6¼ lugar, concurso de 2007), onde trabalhei atŽ o in’cio de 2012,
quando tomei posse no cargo de Auditor do TCU, que exer•o atualmente.
Aprovado em inœmeros concursos de diversas bancas.
Graduado em Engenharia de Redes de Comunica•‹o (Universidade de Bras’lia).
Graduando em Direito (American College of Brazilian Studies).
P—s-graduado em Auditoria Governamental (Universidade Gama Filho).
P—s-graduando em Direito Pœblico (PUC-Minas).

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Estou extremamente feliz de ter a oportunidade de trabalhar na equipe


do ÒPassoÓ, porque tenho convic•‹o de que nossos relat—rios e
simulados proporcionar‹o uma prepara•‹o DIFERENCIADA aos nossos
alunos!
...
Ser‡ uma honra ajudar voc•s a alcan•ar a aprova•‹o no concurso para
o cargo de Analista Judici‡rio Ð Oficial de Justi•a (AJOJ) do TRF
3» Regi‹o, que ser‡ realizado pela banca FCC.
Ent‹o, sem mais delongas, vamos ao relat—rio propriamente dito?!

Introdu•‹o

Ol‡!
Este relat—rio aborda o assunto ÒPrinc’pios fundamentais.Ó.
Com base na an‡lise estat’stica (t—pico a seguir), conclu’mos que
ambos assuntos possuem import‰ncia baixa.
Boa leitura!

An‡lise Estat’stica

Para identificarmos estatisticamente quais assuntos s‹o os mais


cobrados pela banca, classificamos, assertiva por assertiva, todas as
quest›es cobradas em provas de AJAJ realizadas pela FCC desde 2012.
Com base na an‡lise estat’stica das assertivas colhidas (por volta de
800!), temos o seguinte resultado para o(s) assunto(s) que ser‡(‹o)
tratado(s) neste relat—rio:
% aproximado de cobran•a
em provas de AJAJ/OJ
Assunto
realizadas pela FCC desde
2012

Princ’pios Fundamentais 1%
Tabela 1

Com base na tabela acima, Ž poss’vel verificar que, no contexto das


provas da FCC para AJAJ/OJ, que o assunto ÒPrinc’pios fundamentais da
RFBÓ possui import‰ncia baixa, j‡ que foi cobrado em 1,0% das
assertivas.
...

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ƒ importante destacar que os percentuais de cobran•a, para cada tema,


podem variar bastante. Sendo assim, adotaremos a seguinte
classifica•‹o quanto ˆ import‰ncia dos assuntos:

% de cobran•a Import‰ncia do assunto

AtŽ 3,9% Baixa

De 4% a 5,9% MŽdia

De 6% a 9,9% Alta

10% ou mais Muito Alta

An‡lise das Quest›es

1. (FCC/2012/TRT 6»/Analista Jud./Execu•‹o De Mandados)


O voto Ž uma das principais armas da Democracia, pois permite ao
povo escolher os respons‡veis pela condu•‹o das decis›es pol’ticas de
um Estado. Quem faz mau uso do voto deixa de zelar pela boa
condu•‹o da pol’tica e p›e em risco seus pr—prios direitos e deveres, o
que afeta a ess•ncia do Estado Democr‡tico de Direito. Dentre os
fundamentos da Repœblica Federativa do Brasil, expressamente
previstos na Constitui•‹o, aquele que mais adequadamente se relaciona
ˆ ideia acima exposta Ž a
(A) soberania.
(B) preval•ncia dos direitos humanos.
(C) cidadania.
(D) independ•ncia nacional.
(E) dignidade da pessoa humana.

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Gabarito: letra ÒCÓ.


A Constitui•‹o considera Òcidad‹oÓ a pessoa natural no gozo da
capacidade eleitoral ativa, ou seja, um brasileiro nato ou naturalizado
no gozo de seus direitos pol’ticos.
Portanto, o exerc’cio do voto est‡ ligado diretamente ˆ figura da
cidadania.

2. (FCC/2016/SEFAZ MA/Auditor de Receita Estadual)


Erradicar a pobreza e a marginaliza•‹o Ž
(A) um objetivo fundamental da Repœblica Federativa do Brasil.
(B) um fundamento da Repœblica Federativa do Brasil.
(C) uma norma constitucional de aplicabilidade imediata e efic‡cia
plena.
(D) uma regra constitucional auto-execut‡vel.
(E) uma compet•ncia privativa da Uni‹o.

Gabarito: letra ÒAÓ.


A assertiva ÒaÓ est‡ correta: erradicar a pobreza e a marginaliza•‹o Ž
um objetivo fundamental da RFB, conforme art. 3¼ da CF:
Art. 3¼ Constituem objetivos fundamentais da Repœblica
Federativa do Brasil:
I - construir uma sociedade livre, justa e solid‡ria;
II - garantir o desenvolvimento nacional;
III - erradicar a pobreza e a marginaliza•‹o e reduzir as
desigualdades sociais e regionais;
IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem,
ra•a, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de
discrimina•‹o.

A assertiva ÒbÓ est‡ incorreta: os fundamentos da RFB est‹o previstos


no art. 1¼, s‹o eles:
I - a soberania;
II - a cidadania
III - a dignidade da pessoa humana;
IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;
V - o pluralismo pol’tico.

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As assertivas ÒcÓ e ÒdÓ est‹o incorretas: trata-se de norma


program‡tica, que estabelece programa a ser desenvolvidos pelo
legislador infraconstitucional para a realiza•‹o de fins sociais (veremos
esse assunto em momento oportuno).
A assertiva ÒeÓ est‡ incorreta: n‹o se trata compet•ncia privativa da
Uni‹o, mas sim de objetivo fundamental da RFB.

Para decorar os princ’pios que regem a RFB nas suas rela•›es


internacionais, apresentamos o seguinte mnem™nico: ÒAInDa N‹o
ComPreIReCoSÓ (o ÒaÓ e o ÒmÓ servem somente para melhor formar o
mnem™nico):

¥! A Ð autodetermina•‹o dos povos;


¥! In Ð independ•ncia nacional;
¥! D Ð defesa da paz;
¥! N‹o Ð n‹o interven•‹o;
¥! Co Ð coopera•‹o entres os povos para o
progresso da humanidade;
¥! Pre Ð preval•ncia dos direitos humanos;
¥! I Ð igualdade entre os estados;
¥! Re Ð repœdio ao terrorismo e ao racismo;
¥! Co Ð concess‹o de asilo pol’tico;
¥! S Ð solu•‹o pac’fica dos conflitos.

Por outro lado, para facilitar a memoriza•‹o dos fundamentos da RFB,


apresentamos o (famoso!) mnem™nico: ÒSoCiDiVaPluÓ:

¥! So Ð soberania;
¥! Ci Ð cidadania;
¥! Di Ð dignidade da pessoa humana;
¥! Va Ð valores sociais do trabalho e da livre
iniciativa;
¥! Plu Ð pluralismo pol’tico.

J‡ para facilitar a memoriza•‹o dos objetivos fundamentais da RFB,


apresentamos o seguinte mnem™nico: ÒConGa Erra ProÓ:

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¥! Con Ð construir uma sociedade livre, justa e


solid‡ria;
¥! Ga Ð garantir o desenvolvimento nacional;
¥! Erra - erradicar a pobreza e a marginaliza•‹o e
reduzir as desigualdades sociais e regionais;
¥! Pro Ð promover o bem de todos, sem
preconceitos de origem, ra•a, sexo, cor, idade
e quaisquer outras formas de discrimina•‹o.

Vejamos outras quest›es recentes da FCC sobre o assunto que, embora


tenham sido cobradas em concursos para cargos diferentes, possuem o
mesmo n’vel de exig•ncia do nosso:
3.(FCC/2015/TRT 3»/Analista Judici‡rio/çrea Administrativa)
S‹o fundamentos constitucionais expressos da Repœblica Federativa do
Brasil:
(A) soberania; cidadania; dignidade da pessoa humana; monop—lio da
economia estratŽgica; bicameralismo.
(B) soberania; cidadania; dignidade da pessoa humana; valores sociais
do trabalho e da livre iniciativa; pluralismo pol’tico.
(C) dignidade da pessoa humana; valores sociais do trabalho e da livre
iniciativa; centralismo pol’tico e democr‡tico; defesa da fam’lia.
(D) cidadania; livre iniciativa; pluricameralismo; defesa da propriedade
privada; defesa da fam’lia.
(E) dignidade da pessoa humana; valores sociais do trabalho e da livre
iniciativa; monop—lio da economia estratŽgica; defesa social; defesa do
meio ambiente.

Gabarito: letra ÒBÓ.


Os fundamentos da RFB expressos na CF s‹o os seguintes (art. 1¼):
a) a soberania;
b) a cidadania;
c) a dignidade da pessoa humana;
d) os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;
e) o pluralismo pol’tico.
4.(FCC/2015/TRT 9»/Analista Judici‡rio/V‡rias Especialidades)
Considere os itens abaixo:

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I. Promover o bem de todos, sem preconceito de origem, ra•a, sexo,


cor, idade e quaisquer outras formas de discrimina•‹o.
II. Fornecer saœde e educa•‹o ˆ popula•‹o.
III. Garantir a seguran•a pœblica.
IV. Garantir o desenvolvimento nacional.
Nos termos da Constitui•‹o Federal, constituem objetivos fundamentais
da Repœblica Federativa do Brasil o constante APENAS em
(A) I e IV.
(B) II e III.
(C) I, II e IV.
(D) III e IV.
(E) I, II e III.

Gabarito: letra ÒAÓ.


A CF elenca os objetivos fundamentais da RFB nos seguintes termos
(art. 3¼):
Art. 3¼ Constituem objetivos fundamentais da Repœblica
Federativa do Brasil:
I - construir uma sociedade livre, justa e solid‡ria;
II - garantir o desenvolvimento nacional;
III - erradicar a pobreza e a marginaliza•‹o e reduzir as
desigualdades sociais e regionais;
IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem,
ra•a, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de
discrimina•‹o.
Portanto, os itens I e IV s‹o os œnicos previstos na CF como um objetivo
fundamental da RFB.

Orienta•›es de Estudo (Checklist) e Pontos a Destacar

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A ideia desta se•‹o Ž apresentar uma espŽcie de checklist para o estudo


da matŽria, de forma que o candidato n‹o deixe nada importante de
fora em sua prepara•‹o.
Assim, se voc• nunca estudou os assuntos ora tratados, recomendamos
que ˆ medida que for lendo seu curso te—rico, concomitantemente
observe se prestou a devida aten•‹o aos pontos elencados aqui no
checklist, de forma que o estudo inicial j‡ seja realizado de maneira
bem completa.
Por outro lado, se voc• j‡ estudou os assuntos, pode utilizar o checklist
para verificar se eventualmente n‹o h‡ nenhum ponto que tenha
passado despercebido no estudo. Se isso acontecer, realize o estudo
complementar do assunto.

1)! Os conceitos e espŽcies de forma de Estado, forma de governo e


regime pol’tico. Conceito de Estado de Direito.

2)! A literalidade dos arts. 1¼ a 4¼ da CF, se atentando para os


seguintes fatos:

2.1.! O Brasil ter adotado a repœblica como forma de governo


(caput do art. 1¼);

2.2.! O Brasil ter adotado a federa•‹o como forma de Estado,


sendo entes federados a Uni‹o, os estados-membros, os
munic’pios e o Distrito Federal (caput do art. 1¼);

2.3.! O Brasil ter adotado a democracia como regime de governo


(caput e par‡grafo œnico do art. 1¼);

2.4.! O rol dos fundamentos da RFB estabelecidos nos incisos I a


V do art. 1¼. A dignidade da pessoa humana como
fundamento da sœmula vinculante 11. A cl‡usula da reserva
do poss’vel e a garantida do m’nimo existencial e sua
rela•‹o com a dignidade da pessoa humana (STF, ARE
639.337 AgR).
2.5.! A consagra•‹o do princ’pio da separa•‹o dos poderes pelo
art. 2¼, lembrando que n‹o se trata de uma separa•‹o
absoluta, mas flex’vel, em que os poderes devem cooperar
entre si de forma harm™nica, tendo sido previstos pela CF
mecanismos de freios e contrapesos (checks and balances),
em que cada Poder controla e limita o outro (nas hip—teses
previstas na Constitui•‹o) mas jamais invade sua

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compet•ncia ou fere sua independ•ncia e autonomia.


2.6.! O rol dos objetivos fundamentais da RFB estabelecidos nos
incisos I a IV do art. 3¼;
2.7.! O rol dos princ’pios que regem a RFB nas suas rela•›es
internacionais estabelecidos nos incisos I a V do art. 4¼.

Question‡rio de Revis‹o

A seguir, apresentamos um question‡rio por meio do qual Ž poss’vel


realizar uma revis‹o dos principais pontos da matŽria. Faremos isso
para todos os t—picos do edital, um pouquinho a cada relat—rio!
ƒ poss’vel utilizar o question‡rio de revis‹o de diversas maneiras. O
leitor pode, por exemplo:
1.! ler cada pergunta e realizar uma autoexplica•‹o mental da resposta;
2.! ler as perguntas e respostas em sequ•ncia, para realizar uma revis‹o
mais r‡pida;
3.! eleger algumas perguntas para respond•-las de maneira discursiva.

***Question‡rio - somente perguntas***

1)! O que Ž forma de Estado? Qual a adotada pelo Brasil?


2)! A assertiva ÒUni‹o, estados-membros, munic’pios, DF e
territ—rios possuem soberania e comp›em a Repœblica
Federativa do BrasilÓ est‡ correta? Justifique.
3)! O que Ž forma de governo? Qual a adotada pelo Brasil?
4)! O que Ž regime pol’tico? Qual o adotado pelo Brasil?
5)! O que significa dizer que o Brasil Ž um ÒEstado de
DireitoÓ?
6)! O que Ž a cl‡usula da reserva do poss’vel? O que Ž a
garantida do m’nimo existencial? Qual a rela•‹o desses
institutos com a dignidade da pessoa humana?
7)! O que significa dizer que Òos poderes s‹o independentes e
harm™nicos entre siÓ?
8)! O que Ž o mecanismo de freios e contrapesos (checks and
balances)?
9)! Quais s‹o as fun•›es t’picas e at’picas de cada um dos

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poderes?
10)! A cria•‹o do MERCOSUL est‡ alinhada diretamente ˆ qual
dispositivo constitucional previsto no T’tulo I Ð Dos
Princ’pios Fundamentais?

***Question‡rio: perguntas com respostas***

1)!O que Ž forma de Estado? Qual a adotada pelo Brasil?


ƒ a maneira como se d‡ a reparti•‹o territorial do poder pol’tico,
de modo que o Estado pode ser unit‡rio (poder territorialmetne
centralizado) ou federal (poder territoriamalmente
descentralizado).
O Brasil adota a forma federativa de Estado: o poder pol’tico foi
repartido constitucionalmente entre os entes federativos (ou
seja, houve uma descentraliza•‹o pol’tica do poder), de forma a
dotar-lhes de autonomia e a permitir sua coexist•ncia em um
mesmo territ—rio, formando um todo œnico, indissolœvel e distinto
dos entes que o comp›em. Esse todo Ž justamente a Repœblica
Federativa do Brasil.
AlŽm disso, aprofundando um pouco o assunto, Ž importante
lembrar que a forma federativa de Estado Ž cl‡usula pŽtrea
prevista no inciso I, ¤4¼ do art. 60 da CF/88, n‹o sendo poss’vel,
assim, que seja deliberada uma PEC tendente a abolir essa forma
de Estado. Relembremos o teor do dispositivo:
¤ 4¼ - N‹o ser‡ objeto de delibera•‹o a proposta de emenda
tendente a abolir:
I - a forma federativa de Estado;

Por fim, destacamos que a express‹o Òuni‹o indissolœvelÓ (caput


do art. 1¼ da CF) corrobora com a ado•‹o da forma federativa
pelo Brasil, a qual pro’be os entes federativos de se desligarem
do Estado, ou seja, n‹o possuem direito de secess‹o Ð esse Ž o
chamado Òprinc’pio da indissolubilidade do pacto federativoÓ.
Aprofundando um pouco o assunto, a proibi•‹o ˆ secess‹o dos
entes federativos n‹o impede, entretanto, que haja cria•‹o,
fus‹o, incorpora•‹o, subdivis‹o, desmembramento e outras
mudan•as territoriais de estados-membros e munic’pios, nas
condi•›es expostas nos ¤¤3¼ e 4¼ do art. 18, que prescrevem o
seguinte:
¤ 3¼ Os Estados podem incorporar-se entre si, subdividir-se
ou desmembrar-se para se anexarem a outros, ou formarem
novos Estados ou Territ—rios Federais, mediante aprova•‹o

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da popula•‹o diretamente interessada, atravŽs de


plebiscito, e do Congresso Nacional, por lei complementar.
¤ 4¼ A cria•‹o, a incorpora•‹o, a fus‹o e o
desmembramento de Munic’pios, far-se-‹o por lei estadual,
dentro do per’odo determinado por Lei Complementar
Federal, e depender‹o de consulta prŽvia, mediante
plebiscito, ˆs popula•›es dos Munic’pios envolvidos, ap—s
divulga•‹o dos Estudos de Viabilidade Municipal,
apresentados e publicados na forma da lei.

A partir do teor dos ¤¤ 2¡, 3¼ e 4¼, destacamos que n‹o h‡


previs‹o constitucional para altera•‹o territorial do DF, ao
contr‡rio do previsto para os estados-membros e munic’pios.
2)! A assertiva ÒUni‹o, estados-membros, munic’pios, DF e
territ—rios possuem soberania e comp›em a Repœblica
Federativa do BrasilÓ est‡ correta? Justifique.
N‹o, est‡ duplamente incorreta, uma vez que:
a)! A Repœblica Federativa do Brasil Ž composta por Uni‹o,
estados-membros, Distrito Federal e munic’pios, em raz‹o do
caput do art. 1¡ da CF (j‡ transcrito mais acima), refor•ado
pelo disposto no caput do art. 18 da nossa Carta Maior:
Art. 18. A organiza•‹o pol’tico-administrativa da Repœblica
Federativa do Brasil compreende a Uni‹o, os Estados, o
Distrito Federal e os Munic’pios, todos aut™nomos, nos
termos desta Constitui•‹o.

Os Territ—rios n‹o s‹o entes federativos Ð inclusive perceba


que n‹o est‹o inclu’dos nem no caput do art. 1¡, nem no
caput do art. 18 Ð mas t‹o somente parte integrante da
Uni‹o, consoante ¤ 2¡ do art. 18 da CF:
¤ 2¼ - Os Territ—rios Federais integram a Uni‹o, e sua
cria•‹o, transforma•‹o em Estado ou reintegra•‹o ao
Estado de origem ser‹o reguladas em lei complementar.

b)! Os entes federativos n‹o possuem soberania, mas sim


autonomia. Quem possui soberania Ž somente a Repœblica
Federativa do Brasil!
A soberania Ž caracterizada pela supremacia do Estado sobre
os indiv’duos que formam sua popula•‹o e pela independ•ncia
em rela•‹o aos demais Estados (igualdade, no plano
internacional, entre os Estados). J‡ a autonomia, conferida
aos entes federados pelo caput do art. 18 (Òtodos
aut™nomosÓ, conforme transcrito mais acima) Ž caracterizada
pela aus•ncia de subordina•‹o hier‡rquica entre os entes
federativos e pela sua tr’plice capacidade de autogoverno,
auto-organiza•‹o e autolegisla•‹o, e autoadministra•‹o.

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Em resumo, a capacidade de auto-organiza•‹o consiste na


prerrogativa de os entes federados elaborarem suas
constitui•›es (ou leis org‰nicas, no caso do DF e dos
munic’pios), j‡ a capacidade de autolegisla•‹o diz respeito ˆ
prerrogativa de os entes editarem suas pr—prias leis. No
exerc’cio da auto-organiza•‹o e da autolegisla•‹o, os entes
devem sempre observar os princ’pios estabelecidos na
Constitui•‹o Federal. A capacidade de autogoverno consiste
na compet•ncia dos entes de organizar seus poderes
Executivo, Legislativo e Judici‡rio, que atuar‹o de forma
aut™noma, vale dizer, sem a inger•ncia de outro ente
federado, respeitadas as disposi•›es constantes da CF/88, que
j‡ imp›e diversas regras sobre a atua•‹o dos governos locais.
Por œltimo, a capacidade de autoadministra•‹o consiste na
prerrogativa de os entes exercerem suas compet•ncias
administrativas, legislativas e tribut‡rias estabelecidas pela
pr—pria CF/88.
Aprofundando um pouco mais esse ponto, importa mencionar
que especificamente a autonomia municipal foi gravada na CF
como princ’pio constitucional sens’vel, que deve ser observada
pelo estado-membro, sob pena de sofrer interven•‹o federal,
nos termos do art. 34, inciso VII, al’nea ÒcÓ, sen‹o vejamos:
Art. 34. A Uni‹o n‹o intervir‡ nos Estados nem no Distrito
Federal, exceto para:
(...)
VII - assegurar a observ‰ncia dos seguintes princ’pios
constitucionais:
(...)
c) autonomia municipal;

3)!O que Ž forma de governo? Qual a adotada pelo Brasil?


ƒ a maneira como se d‡ a institui•‹o do poder na sociedade, bem
como ocorrer‡ a rela•‹o entre governantes e governados. As
principais formas de governo s‹o repœblica e monarquia.
Na repœblica, forma de governo fundada na igualdade jur’dica
das pessoas, o governante possui mandato eletivo,
representativo, tempor‡rio (h‡ altern‰ncia de poder) e com
responsabilidade.
Na monarquia, o chefe de Estado, como regra, assume seu cargo
de maneira heredit‡ria e por prazo vital’cio.
O Brasil adota a repœblica como forma de governo, em raz‹o do

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disposto no caput do art. 1¡ da CF.


Aprofundando um pouco mais esse ponto, o voto peri—dico,
que confere transitoriedade aos mandatos dos governantes na
forma republicana de governo, Ž cl‡usula pŽtrea prevista no art.
60, ¤ 4¼ da CF, conforme se segue:
¤ 4¼ N‹o ser‡ objeto de delibera•‹o a proposta de emenda
tendente a abolir:
(...)
II - o voto direto, secreto, universal e peri—dico;

4)!O que Ž regime pol’tico? Qual o adotado pelo Brasil?


Fala-se em regime pol’tico (ou regime de governo) para se referir
ˆ exist•ncia ou n‹o de participa•‹o do povo na escolha dos
governantes, na elabora•‹o e controle da execu•‹o das pol’ticas
pœblicas e na elabora•‹o das normas a que o Estado e o pr—prio
povo estar‹o sujeitos1.
Assim, na autocracia, n‹o h‡ essa participa•‹o do povo, havendo
a imposi•‹o da vontade do governante ao povo Ð um regime
estruturado de cima para baixo. Por outro lado, na democracia,
h‡ a participa•‹o do povo no governo Ð por isso diz-se que Ž o
Ògoverno do povoÓ.
O Brasil adota a democracia como regime de governo, consoante
o caput do art. 1¡ da CF, refor•ado pelo par‡grafo œnico do
mesmo artigo, ao estabelecer que Òtodo o poder emana do
povoÓ, conforme a seguir:
Par‡grafo œnico. Todo o poder emana do povo, que o exerce
por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos
termos desta Constitui•‹o.

A democracia brasileira Ž classificada como semidireta (ou


participativa), j‡ que exerce o poder de modo:
a)! Indireto, por meio dos representantes eleitos;
b)! Direto, por meio de plebiscito, referendo, iniciativa popular das
leis, a•‹o popular.
5)!O que significa dizer que o Brasil Ž um ÒEstado de DireitoÓ?
O fato de o Estado ser de Direito, em s’ntese, significa que a
atua•‹o dos governantes, das institui•›es estatais e de todas as
pessoas (f’sicas, jur’dicas) est‡ pautada pelos limites impostos
pelas normas jur’dicas (leis em sentido amplo Ð Constitui•‹o,
tratados, leis complementares, leis ordin‡rias, decretos,

1
Paulo, Vicente. 2017, p. 281.

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portarias, resolu•›es etc.).


O Estado de Direito contrap›e-se ˆ ideia de Estado Absolutista,
em que havia confus‹o entre a Lei e o governante.
Aprofundando um pouco esse ponto, como corol‡rio do
Estado de Direito, temos o princ’pio da legalidade insculpido na
CF, art. 5¼, inciso II:
II - ninguŽm ser‡ obrigado a fazer ou deixar de fazer
alguma coisa sen‹o em virtude de lei;

6)!O que Ž a cl‡usula da reserva do poss’vel? O que Ž a garantida


do m’nimo existencial? Qual a rela•‹o desses institutos com a
dignidade da pessoa humana?
A reserva do poss’vel Ž a teoria que limita a concretiza•‹o de
direitos sociais previstos na Constitui•‹o ˆ possibilidade econ™mica
e or•ament‡ria de sua efetiva realiza•‹o, em raz‹o da escassez
dos recursos pœblicos. Por sua vez, o m’nimo existencial Ž o
conjunto de direitos fundamentais que conferem condi•›es
m’nimas de exist•ncia, sem os quais a dignidade da pessoa
humana restaria afrontada.
O STF entende que n‹o Ž poss’vel a opor a reserva do poss’vel
frente ao m’nimo existencial, sob pena de afronta ˆ dignidade da
pessoa humana2.
7)!O que significa dizer que Òos poderes s‹o independentes e
harm™nicos entre siÓ?
O princ’pio da independ•ncia e harmonia entre os poderes
preceitua que, apesar de separados e independentes, os poderes
devem cooperar entre si de forma harm™nica. Assim, por
exemplo, a independ•ncia dos Poderes n‹o impede que o Poder
Judici‡rio analise a legalidade e constitucionalidade dos atos dos
tr•s Poderes, e, em vislumbrando m‡cula no ato impugnado,
afaste sua aplica•‹o3.
ƒ importante lembrar que o Poder estatal Ž uno e indivis’vel. O
art. 2¼ da CF apenas consagra a divis‹o desse Poder Pol’tico nas
tr•s fun•›es estatais classicamente distingu’veis: a fun•‹o
legislativa (ou Poder Legislativo, ou Parlamento), a fun•‹o
executiva (ou fun•‹o administrativa, ou Administra•‹o, ou Poder
Executivo) e a fun•‹o judici‡ria (ou Poder Judici‡rio).
Aprofundando um pouco esse ponto, a separa•‹o dos

2
ARE 639.337 AgR, rel. min. Celso de Mello, j. 23 8 2011, 2» T, DJE de 15 9 2011.
3
STF, AI 640.272-AgR.

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poderes Ž de tal import‰ncia para o bom funcionamento do


Estado que foi gravada como cl‡usula pŽtrea na CF, art. 60, ¤4¼,
inciso III:
¤ 4¼ N‹o ser‡ objeto de delibera•‹o a proposta de emenda
tendente a abolir:
(...)
III - a separa•‹o dos Poderes;

8)!O que Ž o mecanismo de freios e contrapesos (checks and


balances)?
ƒ um sistema em que cada Poder controla e limita o outro (nas
hip—teses previstas na Constitui•‹o) mas jamais invade sua
==a26cb==

compet•ncia ou fere sua independ•ncia e autonomia. ƒ o que se


chama de Òinterfer•ncia leg’timaÓ de um Poder em outro.
O mecanismo de freios e contrapesos visa justamente a garantir
a harmonia dos poderes ao limitar sua independ•ncia. Assim, a
independ•ncia entre os poderes n‹o Ž absoluta, da’ porque pode-
se dizer que o princ’pio de separa•‹o de Poderes previsto na CF
pode ser caracterizado como flex’vel.
9)!Quais s‹o as fun•›es t’picas e at’picas de cada um dos
poderes?
O Poder Legislativo exerce suas fun•›es t’picas (legislar e
fiscalizar) ao elaborar as normas jur’dicas (processo legislativo) e
ao realizar a fiscaliza•‹o sobre a administra•‹o pœblica de todos
os Poderes (controle externo). Exerce sua fun•‹o at’pica
administrativa, por exemplo, ao executar seu or•amento e
nomear seus servidores. Exerce sua fun•‹o at’pica de
julgamento, por exemplo, quando o Senado julga o presidente da
Repœblica nos crimes de responsabilidade; o Poder Executivo
exerce sua fun•‹o t’pica (fun•‹o administrativa), por exemplo,
ao planejar e executar as pol’ticas pœblicas, bem como ao
desempenhar atividades de interven•‹o e fomento. Exerce sua
fun•‹o at’pica legislativa ao editar medidas provis—rias e sua
fun•‹o at’pica de julgamento ao decidir, sem jurisdi•‹o (sem
definitividade, j‡ que tais decis›es n‹o fazem coisa julgada
material nem formal, podendo, assim, serem apreciadas pelo
Poder Judici‡rio), o contencioso administrativo (lit’gios de
natureza administrativa Ð por exemplo, lit’gios de natureza
tribut‡ria entre os contribuintes e o —rg‹os de administra•‹o
fazend‡ria); por fim, o Poder Judici‡rio exerce sua fun•‹o t’pica
(jurisdicional) quando diz, em definitivo, o Direito nos casos que

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lhe s‹o submetidos. Exerce sua fun•‹o at’pica administrativa, por


exemplo, ao executar seu or•amento e nomear seus servidores.
Exerce sua fun•‹o at’pica legislativa ao editar resolu•›es e outras
normas aplic‡veis no ‰mbito de seu Poder. Em s’ntese:

Fun•›es T’picas Fun•›es At’picas

Administrar
Poder (governo + mera Legislar e Julgar
Executivo fun•‹o (sem jurisdi•‹o)
administrativa)

Poder Legislar e Administrar e Julgar


Legislativo Fiscalizar (com jurisdi•‹o)

Poder Julgar (com Administrar e


Judici‡rio jurisdi•‹o) Legislar

10)! A cria•‹o do MERCOSUL est‡ alinhada diretamente ˆ qual


dispositivo constitucional previsto no T’tulo I Ð Dos
Princ’pios Fundamentais?

Est‡ alinhado ao par‡grafo œnico do art. 4¡, que disp›e que


A Repœblica Federativa do Brasil buscar‡ a integra•‹o
econ™mica, pol’tica, social e cultural dos povos da AmŽrica
Latina, visando ˆ forma•‹o de uma comunidade latino-
americana de na•›es.

...
Grande abra•o e bons estudos!

ÒA satisfa•‹o reside no esfor•o, n‹o no resultado


obtido. O esfor•o total Ž a plena vit—ria.Ó
(Mahatma Gandhi)

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ANEXO I Ð LISTA DE QUESTÍES

1.(FCC/2016/TRT 14»/TŽcnico Judici‡rio/çrea Administrativa)


Considere:
I. A soberania.
II. Construir uma sociedade livre, justa e igualit‡ria.
III. Independ•ncia nacional.
IV. Defesa da paz.
As rela•›es internacionais da Repœblica Federativa do Brasil s‹o regidas
pelos princ’pios constantes em
(A) I, II, III e IV.
(B) I, III e IV, apenas.
(C) I e II, apenas.
(D) III e IV, apenas.
(E) II, III e IV, apenas.
2.(FCC/2015/TRT 9»/ TŽcnico Judici‡rio/çrea Administrativa) ƒ
fundamento da Repœblica Federativa do Brasil, disposto de forma
expressa na Constitui•‹o Federal,
(A) o pluralismo pol’tico.
(B) a erradica•‹o da pobreza.
(C) a constru•‹o de uma sociedade igualit‡ria.
(D) a igualdade entre os povos.
(E) a coopera•‹o entre governantes
3.(FCC/2015/TRT 3»/Analista Judici‡rio/çrea Administrativa)
S‹o fundamentos constitucionais expressos da Repœblica Federativa do
Brasil:
(A) soberania; cidadania; dignidade da pessoa humana; monop—lio da
economia estratŽgica; bicameralismo.
(B) soberania; cidadania; dignidade da pessoa humana; valores sociais
do trabalho e da livre iniciativa; pluralismo pol’tico.
(C) dignidade da pessoa humana; valores sociais do trabalho e da livre
iniciativa; centralismo pol’tico e democr‡tico; defesa da fam’lia.
(D) cidadania; livre iniciativa; pluricameralismo; defesa da propriedade
privada; defesa da fam’lia.
(E) dignidade da pessoa humana; valores sociais do trabalho e da livre
iniciativa; monop—lio da economia estratŽgica; defesa social; defesa do

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meio ambiente.
4.(FCC/2015/TRT 9»/Analista Judici‡rio/V‡rias Especialidades)
Considere os itens abaixo:
I. Promover o bem de todos, sem preconceito de origem, ra•a, sexo,
cor, idade e quaisquer outras formas de discrimina•‹o.
II. Fornecer saœde e educa•‹o ˆ popula•‹o.
III. Garantir a seguran•a pœblica.
IV. Garantir o desenvolvimento nacional.
Nos termos da Constitui•‹o Federal, constituem objetivos fundamentais
da Repœblica Federativa do Brasilao constante APENAS em
(A) I e IV.
(B) II e III.
(C) I, II e IV.
(D) III e IV.
(E) I, II e III.

GABARITO QUESTÍES OBJETIVAS

1.C 2. A 3. B

4. A

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Refer•ncias Bibliogr‡ficas

ALEXANDRINO, Marcelo. DIAS, Frederico. PAULO, Vicente. Aulas de


direito constitucional para concursos. 2. ed. Rio de Janeiro: Forense;
S‹o Paulo: MƒTODO, 2013.
ALVES, Erick. Direito Administrativo p/ AFRFB Ð 2017. EstratŽgia
Concursos.
BRASIL. Supremo Tribunal Federal (STF). A Constitui•‹o e o Supremo.
5. ed. Bras’lia: STF, Secretaria de Documenta•‹o, 2016.
CARVALHO FILHO, JosŽ dos Santos. Manual de Direito Administrativo.
30. ed. S‹o Paulo: Atlas, 2016. 2
DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. 29. ed. Rio de
Janeiro: Forense, 2016.
FURTADO, Lucas Rocha. Curso de direito administrativo. 5. ed. Belo
Horizonte: F—rum, 2016.
JUSTEN FILHO, Mar•al. Curso de direito administrativo. 10. ed. S‹o
Paulo: Revista dos Tribunais, 2014.
LIMA, Gustavo Augusto F. de. Ag•ncias reguladoras e o poder
normativo. 1. ed. S‹o Paulo: Baraœna, 2013.
LENZA, Pedro. Direito Constitucional Esquematizado. 20. ed. S‹o Paulo:
Saraiva, 2016.
MEIRELLES, Hely Lopes. Direito administrativo brasileiro. 40. ed. S‹o
Paulo: Malheiros, 2014.

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