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BERNADES, David Júnior.

Recuperação de pavimentos flexíveis em áreas de tráfego


pesado devido a implantação de lombadas eletrônicas. Unitri. Uberlândia. 2015

PAVIMENTOS FLEXÍVEIS
são constituídos por revestimento asfáltico sobre camada de base granular ou de solo
estabilizado granulométricamente, destinada a receber e transmitir os esforços do tráfego
para as camadas inferiores de forma aliviada e criteriosa, impedindo a ocorrência de
deformações e rupturas geradas geradas por estados de tensões não previstos nos cálculos
inicialmente. (BALBO,2011)
As camadas deste pavimento devem proporcionar condições adequadas de suporte e
rolamento em qualquer condição climática. (balbo, 2011)

revestimentos
Balbo afirma que os revestimentos asfálticos são divididos em duas ou mais camadas:
#Camada de rolamento: é a camada superficial do pavimento, em contato direto com as
cargas de trafego e ações ambientais;
#Camada de ligação: localiza-se entre a camada de rolamento e a base do pavimento,
também é constituída de mistura asfáltica;

subleito
Os esforços imposto a esta camada deverão ser aliviados em sua profundidade, portanto
deverá ser constituído de material natural e compactação ou, quando houver necessidade,
por material transportado e compactado (balbo)

reforço do subleito
Quando um dado subleito é composto de solo com pequena resistência ao cisalhamento, é
necessário executar uma camada de solo de melhor qualidade que sirva como reforço do
subleito, pois desta maneira, os esforços chegaram ao subleito com uma menor
intensidade.
Balbo afirma que o emprego desta camada não é obrigatório, pois ao adotar espessuras
maiores nas camadas superiores, em tese, as pressões atuantes no subleito diminuiriam,
contudo, procura-se executar esta camada de reforço por questões econômicas.

bases e sub-bases
A base possui a função de distribuir os esforços para as camadas inferiores, podendo
também desempenhar um papel importante na drenagem subsuperficial dos pavimentos. As
bases podem ser constituídas por solos estabilizados naturalmente, misturas de solos e
agregados (solo brita), brita graduada, brita graduada com cimento, etc.
Nos casos em que a camada de base é muito espessa, por razões construticas e
economicas, divide-se esta camada em duas, criando assim uma sub-base, constituída dos
mesmos materiais da base (BALBO).

imprimação entre camdas


Consiste na aplicação de uma película de material ligante asfáltico sobre uma camada de
pavimento, base coesiva ou camada asfáltica com o intúito de promover uma perfeita
aderência desta superfície com outra camada de revestimento asfáltico (DER-SP, 2011).
DIFERENÇAS ENTRE PAVIMENTO FLEXÌVEL E RIGIDO
No pavimento flexível, as cargas das rodas provenientes do tráfego possuem um campo de
distribuição de tensções mais disperso, pois a placa de concreto distrbui de maneira
identica estas tensões dobre a camada de sabe e subleito do pavimento. Nos pavimento
flexíveis, as tensões estarão concentradas e localizadas abaixo da roda, transferindo assim,
os esforços de forma localizada sobre as camadas de base e subleito do pavimento
(BALBO).
Entretanto, apesar de ter uma estrutura mais complicada, os pavimentos flexíveis tem
capacidade de suportar cargas de tráfego pesado com serviçõs mais simples devido à
forma com que as cargas são absorvidas (silva, 2011).
O autor ainda afirma que apesar dos pavimentos flexíveis necessitarem de manutenção
com maior frenquência quando o fluxo de tráfego é pesado, a recuperação deste defeitos é
muito mais simples de solucionar quando comparados aos pavimentos rígidos.

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MARQUES, G. B. Análise de pavimento flexível: Estudo de um trecho crítico na rodovia


ERS-421.UNIVATES. Lajeado, 2014.

intrudução

“Através da mobilidade de mercadorias, sejam por produtos de exportação ou importação, e


da acessibilidade a todas as partes de um território, os meio de transportes tornam-se
fundamentais à sociedade”.

o que é paviemtno
é uma estrutura composta por camadas sobreposta de diferentes materiais compactados de
modo a atender estrutural e operacionalmente ao tráfego, de maneira durável e ao mínimo
custo (BALBO, 2007)

camadas do pavimento
sub-base: os materiais emmpregados saão cascalho, solo-cal, solo-simento (SILVA, 2008)

base:os materiais que podem ser empregados são brita graduada simples (BGS), concreto
compactado a rolo (CCR), brita graduada tratada com simento (BGTC), macadames
hidráulico e seco, solo-cal, solo-cimento e solo-brita (SILvA,2008)

revestimento
para a camada de revestimento podem ser usados o concreto cimento portland (CCP) ou
concreto betuminoso usinado a quente (CBUQ) ou stone mastique asphalt (SMA), para
tráfego pesado, e o PMQ (pré-misturado a quente) para tráfego leve, além do PMF (pré
misturado a frio) e em alguns casos o TSD (tratamento superficial duplo) por penetração
invertida.

misturas asfálticas
A mistura mais utilizada no brasil é o concreto betuminoso usinada a quente (CBUQ), esta
mistura é composta por agregados de diversos tamanhos e cimento asfáltico dosados e
aquecidos em função da viscosidade desejada (bernucci et al, 2006)

dimensionamento de pavimentos
dimensionar um pavimento consistem em basicamente determinar as espessuras das
camadas do pavimento de modo a resistir e transmitir ao subleito às cargas provinientes do
tráfego, sem que o ocorra deformações plásticas, deterioração excessiva ou ruptura da
estrutura.

O método de projeto de pavimentos flexíveis empregada atualemte desconsidera as


deformações elasticas do pavimento, e por comsequência o fenômeno de fadiga do
revestimento, pois as espessuras mínimas recomendadas para o revestimento asfáltico são
baseadas apenas em função do número N, não levando em consideração os aspectos dos
materiais constiruítens do revestimento e sua interaç~so com as demais camadas.

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MEZZOMO, Henrique. Análise comparativa entre um pavimento de concreto simples e um


flexível para a duplicação da rodovia BR-386/RS.UNIVATES.Jajeado, 2014.

histórico

As estrdas surgiram com o objetico de melhorar o via de acesso às áreas cultiváveis, fontes
de recursos e possibilitar a expansão territorial, cujo registro mais antigo remete a China. Os
romanos posteriormente aperfeiçoaram suas técnicas de execução de estradas instralando
pavimentos e drenafem com o intuíto de aumentar sua durabilitade (ROSTOVTZEFF, 1983).
De acordo com Balbo (2007), já desenvolvia-se um entendimento da importancia das
rodovias para uma sociedade desenvolvida, e que a sua manutenção era indispensável. No
Brasil, os primeiros registros de uma estrada foi a do cominho construído para interligar São
Vicente a São Paulo em 1560. No ano de 1789, esta estrada foi recuperada tendo sua
pavimentação no trecho da serra feita com lajes de granito, ficando conhecida como
Calçada de Lorena (bernucci et al., 2010)
Bernucci ainda aponto outros eventos importante na hostoria da pavimentação brasileira,
como a inauguração da Rodovia Rio-São Paulo com 506 km de extensão no ano de 1928 e
a criação do Departamento Nacional de Estradas e Rodagenm (DNER) em 1937.

Classificação dos pavimentos


De acordo com o DNIT (2006), os pavimentos são divididos em três tipos: rígido, flexível e
semirrigido que é caracterizado por uma base cimentada por algum aglutinante com
propriedades cimentícias, ou seja, uma camada de solo revestida por uma camada
asfáltica.

Estimativa de tráfego
O dimensionamento do pavimento é em função do número de operações de um eixo
tomado como padrão durante o período de projeto adotado, o eixo padrão brasileiro é o
Eixo Simples Rodado Duplo (ESRD) com carga de 8,2t.
Volume médio diário anual
Os volumes de tráfego devem ser determinados a partir de contagens volumétricas nos
trechos em análise. A estimativa do tráfego futuro tem como partida a avaliação do tráfego
atual por meio de contagens no campo. Sua projeção é baseada em taxas de crescimenyo
do tráfego e também no conhecimento de eventuais alterações preveistas para o sistema de
transporte local (DNIT, 2006).

Fatores de equivalência de carga por eixo (FC)


O coeficiente FC é utilizado para conversção do tráfego misto em um númeor equivalentes
de operações de um eixo padrão. As diferentes configurações de eixos cauzam deflexões
que alteram o estado de tensões das cargas dos veículos, resultando em uma reduç~zao
na vida do pavimento, desta forma são utilizados os fatores de equivalencia de carfa por
eixo para converter as variadas possibilidades de cargas por eixo em números de eixo-
padrão (DNIT, 2006)

estrutura do pavimento
Imprimações entre camadas
A imprimação tem a função de impermeabilizar uma camada do solo, ou base granular,
antes do lançamento da camada superior com a utilização de asfaltos diluidos. Utiliza-se
também a pintura de ligação, cuja função é é a unificação entre as camadas por meio de
emulsões asflaticas

dimensionamento.

O método empírico do DNER tem como base o trabalho “Design os Flexible Pavementes
Considering Mixed Loads and Traffic Volume” elaborado por W.J Turnbull, C.R Foster e R.G
Ahlvin, que fazem parte do corpo de engenheiros do exercito dos estados unidos (DNIT,
2006)
A partir dos ensaios de CBR são determinadas a capacidade de suporte do subleito e das
demais camdas do pavimento. Esta camdas deve ser compactadas com valores fixados de
acordo com as recomendações técnicas, sendo recomendado que em nenhum caso o grau
de campactação calculado seja inferior a 100 % do que foi especificado (DNIT, 2006).
A partir do conhecimento do CBR e do número N é possivel realizar o dimensionamento das
espessuras do pavimento utilizando os coeficientes de qeuivalencia estrutural (DNIT).
O DNIT fixa espessura mínimas para os revestimentos betuminosos de acordo com o
número N para evitar a ruptura deste revestimentos por esforços repetidos do tráfego,
visando especialemte as bases de comportamento puramente granular.
Para realização do dimensiomanto do pavimento é necessário o gráfico a seguir que utiliza
o coeficiente de qeuivalencia estrutual K=1, para tal, supõe-se que hpa drenagem
supoerficial na pista e que o lençol d’água foi rebaixado em pelo menos 1,5m em rekalçai ai
greide de regularização da pista.
A espessura das camadas do pavimentos também podem ser determinadas de acorcom
com a equação abaixo. As camadas granulares preecisam ter uma espessura mpinima de
compactação de 10 cm eqnauto que a espessura máxima de compacração é de 20cm.
As espessuras de base (B0, sub-base(h20) e reforço do subleito (hn) podem ser obtidas
resolvendo as equações a seguir:
Ainda segundo o DNIT:
Mesmo que o CBR ou IS da sub-base seja superior a 20, a espessura
do pavimento necessário para protege-la é determinada como se esse valor
fosse 20, e por esta razão, usam-se sempre os símbolos, H20 e h20 para
designar as espessuras de pavimento sobre sub-base e a espessura de subbase, respectivamente.
Os símbolos B e R designam, respectivamente, as
espessuras de base e de revestimento (DNIT, 2006, p. 147)

No dimensionamento dos acostammentos, sua espessua está condicionada à pista de


rolamento, permitindo que sejam feitas reduções nas espessuas do revestimento apenas. O
revestimento do acostamento também pode ser de categoria inferior ao da pista de
rolamento (DNIT).

Comparação pav flexível e rígido


Do ponto de vista da formação estrutural de ambos os tipos de pavimento
observa-se que, no início, todo o pavimento é delimitado pelo seu tipo de fundação,
esta que suportará as cargas de tráfego a que o pavimento, independentemente do
tipo, será submetido, nesta linha de raciocínio, a camada mais importante para ambos
os pavimentos é a camada de subleito, sendo que os pavimentos rígidos por dispersarem
as solicitações do tráfego de forma ampla, exigem menos da sua camada
de fundação, dispensando por fezes a camada de reforço do subleito, muito utilizada
em pavimentos flexíveis (NETO 2011).

METODOLOGIA

trecho considerado para a pesquisa


Materiais para implantação de 1km de pav flexível

Os custos de cada tipo de serviço deverão ser definidos utilizando o manual de


custos rodoviários do DNIT conhecido como SICRO 2, onde estão definidos os custos
para execução de diversos serviços para a construção de pavimentos.
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ROSSI, Anna Carolina. Etapas de uma obra de pavimentação e dimensionamento de


pavimento para uma via na ilha do fundão. Rio de Janeiro: UFRJ/Escola Politécnica, 2017.

O pavimento é uma superestrutura construída por um sistema de camdas de espessuras


finita, assentes sobre a infraestrutura ou terreno de fundação, a qual é designada de
subleito (DNIT)
Pavimento flexível
è a pavimentação realizada em sua maioria por material asfáltico na camada de
revestimento, e por isso, pode ter sua resistência muito variável, dependendo da espessura
desta camada.
Segundo o DNIT é o pavimento em que todas as camadas sofrem deformações elásticas
significativas sobre o carregamento aplicado.

Pavimento rígido
o revestimento é realizado com cimento portland que por ser bastante resistente, acaba por
absorver grande parcela dos esforços solicitantes, transmitindo de forma aliviada e bem
distribuída estes esforços para as camadas inferiores (BALBO, 2007)
Segundo o DNIT, é aquele em que o revestimento tem elevada rigidez em relação às
camadas inferiores, absorevendo portanto praticamente tdas as tensões provinientes do
carregamento que lhe é aplicado.

Pavimento semirrígido
É um tipo de pavimento com revestimento intermediário entre os demais, sendo composto
por revestimento asfáltico com base ou sub-base em material tratado com cimento de
elevada rigidez (BALBO2007).

Camadas
A estrutura do pavimento é composta por camdas que serão construídas após a
terraplanagem do local, acima do subleito, variando sua espessura conforme a solicitação
do tráfego local.
A camada de melhoria e preparo do subleito deve apresentar as seguintes
características, segundo a INSTRUÇÃO DE PROJETO, do Departamento de
Estradas de Rodagem de janeiro de 2006:
#capacidade de suporte medida pelo Índice de Suporte Califórnia (ISC) superior
ou igual à 2%;
#expansão máxima de 2%;
#grau de compactação mínimo de 100% do Proctor Normal. Para solos finos
lateríticos ou para solos granulares pode ser utilizada a energia de 100% do
Proctor Intermediário

Serviços
Pintura de ligação
Segundo o Dnit na norma 145/2015 consiste na aplicação de ligante asfáltico do tipo RR-1C
(emulsão asfaltica catiônica de ruptura rápida) sobre superfície de base ou revestimento
asfáltico anteriormente à execução de uma camada asfaltica qualquer para promover
condições de aderencia entre esta macada e o revestimento a ser executado.

Imprimação
Segundo o DNIT 144/2014 -ES, a imprimação consiste na aplicação de asflato diluído do
tipo CM-30 (asfalto diluído tipo cura média) ou emulsão aslfaltica do tipo EAI (emulsão
asfaltica para serviços de imprimação) sobre superfície da base concluída, antes da
execução do revestimento asfáktico, objetivando conferir coesção superficial,
impermeabilização e permitir condições de aderência entre esta camada e o revestimento a
ser executado.
Fresagem
Somente é necessário quando há um pavimento existente na via e se faz necessário fresar
a pista para a construção de uma nova camada ou de um pavimento novo. Segundo o DNIT
159/2011, é a operação em que é realizado o corte de uma ou mais camadas do pavimento,
por processo mecânico a frio.

Dimensionamento
O dimensionamento de um pavimento consiste na determinação das espessuras das
camadas deste pavimento de modo a atender às solicitações do tráfego. O método adotado
no Brasil foi desenvolvido pelo Engenheiro Murilo Lopes de Souza, na década de 70,
utilizando de dados dos materiais do subleito e valores de tráfego.

Determinação do ISC
O índice de Suporte Califórnia determina é o fator mais importante para o cálculo de
qualquer pavimento. A norma que define as diretrizes para o ensaio é a norma DNIT
172/2016-ME.

Ensaio de Compactação do Solo


A norma DNER-ME 162/94 estabelece um método para determinar a correlação
entre o teor de umidade e a massa especifica do solo seco. Com essa norma
podemos definir a curva de compactação, a massa especifica aparente máxima do
solo seco e a umidade ótima do solo.

coeficiente de quivalencia K
é uma cnostante que será determinado para cada camada do pavimento, que irá variar de
caordo com o tipo de material adotado.

Orçamento-planilha de custos e serviçõs


Para realizar o orçamento de qualquer obra de engenharia, é preciso analisar quais serviçõs
e materiais serão necessários para executar o projeto. Para o caso de um obra de
pavimentação deveraão ser orçados os ítens de transporte, materiais, serviçõs e mão de
obra, atendendo aos sequintes ítens.

a) Serviços preliminares
São os serviços que deverão ser realizados antes do inicio da obra, que irá consistir
na montagem de um canteiro de obra que deverá constar toda a estrutura
necessária e sua manutenção para atender aos funcionários que irão trabalhar no
local.
b) Fresagem
Quando já houver uma estrutura de pavimento no local, mas existir a necessidade
de um novo recapeamento, deverá ser realizada a fresagem em toda a via como
uma maneira de regularizar sua superfície.
c) Pavimentação
A parte da obra que irá apresentar mais etapas e custos. Irá englobar todos os
materiais e mão de obra da pavimentação.
d) Transporte
Nessa parte do orçamento será considerado todo o tipo de transporte necessário na
obra, tanto internamente no transporte de material pela obra como externamente no
transporte de materiais, entulho para locais determinados.
Além desses itens do orçamento, toda obra tem que considerar o índice BDI que
consiste nos custos indiretos da obra, como administração da empresa, seguro,
custo financeiro do contrato, garantia e tributos. É um valor estipulado pela empresa
e esse será calculado no fim da obra após o orçamento estar finalizado e deverá
estar dentro do esperado.
e) Limpeza
Após o fim da obra será necessária uma limpeza no local, que também deverá ser
considerada nos custos da mesma.
f) Composição de Custo Unitário de Serviço
A composição do serviço de pavimentação irá englobar todas as etapas da obra.
Primeiro a instalação do canteiro de obra, que poderá ser no próprio local ou em
algum outro ponto especifico com as instalações necessárias para suprir a
necessidade dos funcionários e da obra como um todo para o seu funcionamento.
Muito importante orçar o custo da fresagem do pavimento existente, além do custo
da sondagem do local para análise da resistência do solo. O custo do projeto
também será considerado. Todo o custo com a pavimentação como os materiais
utilizados, transporte interno e externo e uma final limpeza da obra

METODOLOGIA

localização da obra

dimensionamento
4.2.3. Orçamento e planilha de custo
Para o orçamento da obra foi necessário especificar alguns fatores para pesquisar o
custo da execução. No Anexo A segue uma planilha com os custos e serviços
considerados no projeto dessa obra. Além de todos os valores apresentados foram
considerados desonerados:
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o quantitativo de engenheiros e encarregados não foi calculado e com isso não
pôde ser orçado porque não é de conhecimento o prazo da obra, por ser apenas
um projeto estimado.
os custos com transporte interno e externo foi realizado de maneira mais
generalizada, sem definir o tipo de material a ser transportado.
o custo com limpeza foi também generalizado independentemente do tipo de
limpeza