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UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ

NOME COMPLETO do AUTOR

ANÁLISE QUALITATIVA E QUANTITATIVA DOS COMPOSTOS ATIVOS


PRESENTES EM DIFERENTES ESTRATOS DE GRAVIOLA E ANALISE DO
MELHOR EXTRATO PARA A COMERCIALIZAÇÃO

DOIS VIZINHOS
2018-2
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NOME COMPLETO DO AUTOR

ANÁLISE QUALITATIVA E QUANTITATIVA DOS COMPOSTOS ATIVOS


PRESENTES EM DIFERENTES ESTRATOS DE GRAVIOLA E ANALISE DO
MELHOR EXTRATO PARA A COMERCIALIZAÇÃO

Projeto de pesquisa apresentado à Universidade


Tecnológica Federal do Paraná para aprovação
na disciplina Metodologia da Pesquisa
Científica.

Orientadora: Profª Drª Claudia de Faria Barbeta


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DOIS VIZINHOS
2018-2

Sumário
1 INTRODUÇÃO ......................................................................................................... 4
1.1 OBJETIVOS .......................................................................................................... 4
1.1.1 Objetivo geral ...................................................................................................... 4
1.1.2 Objetivo específico ............................................................................................... 4
1.2 JUSTIFICATIVA ................................................................................................... 5
2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA .............................................................................. 5
3 METODOLOGIA ..................................................................................................... 5
4 RECURSOS .............................................................................................................. 6
5 CRONOGRAMA ...................................................................................................... 6
REFERÊNCIAS ........................................................................................................... 8
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1 INTRODUÇÃO

Grande parte de todos os medicamentos que se conhece hoje são provindos de fontes
naturais. Uma das fontes mais comum de princípios ativos são de plantas [1]. Em que desde a
antiguidade, se tem relatos de sua utilização para a cura de enfermidades. Esses conhecimentos
empíricos, serviram de forte base para as atuais análises experimentais, o que permitiu e
facilitou a sua comercialização em grande escala [2].
Assim espécies, que possuem em sua composição, algum composto que possa
desempenha algum papel medicinal se tornaram de grande interesse para a saúde humana [1].
Vários autores relatam que muitas plantas ainda não foram exploradas quanto a suas eficácias
terapêuticas. Ressaltando assim, a importância da preservação da biodiversidade [3].
Algumas dessas plantas são capazes de auxiliar no tratamento de acidentes ocorrido com
animais peçonhentos. Em que o extrato dessas plantam possuem ações antivenenosas, o que
auxilia na cura ou diminui as complicações. Como exemplo, podemos citar a utilização da fruta
e o estrato aquoso de folhas de gravileira para tratar as complicações ocasionadas pela mordida
da cobra surucucu (lachesis muta rhombeata) [1].
Outros autores também relatam a utilização da graviola para............. mais dois ou três
parágrafos.

1.1 OBJETIVOS

1.1.1 Objetivo geral

O presente trabalho tem por objetivo quantificar e propor a melhor forma de


comercialização do estrato da planta gravioleira. Lvando em consideração as condições de
estrato que possuí a maio concentração dos compostos ativos de interesse.

1.1.2 Objetivo específico

 Coletar diferentes partes da planta, como folhas, tronco e fruto;


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 Quantificar e identificar os compostos de interesses medicinais presentes nos

diferentes tecidos, por meio da espectroscopia na região do UV;

 Analisar a degradação desses compostos, nos tempos de 5, 10 e 15 dias, para

determinar o tempo de prateleira.

1.2 JUSTIFICATIVA

Importante, pois, vai ser determinado o melhor tipo de estrato e determinar o tempo de
vida de prateleira

2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

1 Parágrafo sobre a graviola e seus compostos de interesse;

1 Parágrafo sobre a possibilidade de identificar e quantificar compostos (genérico) por

espectroscopia;

1 sobre a degradação de compostos após a colheita

Não esqueça que deve ser referenciado

3 METODOLOGIA

O experimento será realizado pela no laboratório de Engenharia de Bioprocessos e

Biotecnologia (E5) da Universidade Tecnológica Federal do Paraná campos Dois Vizinhos, e

os extratos serão coletados na fazenda experimental da mesma. As amostras serão coletadas no

primeiro semestre de 2019 com intervalo, das análises para cada parte da planta de um mês.

Sendo que esse período será adaptado, conforme o período de frutificação da espécie.
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A metodologia analítica para a identificação e quantificação dos compostos será baseada

no livro Skoog Et al. (2006), sendo que as análises serão realizadas em triplicadas. E os

procedimentos de diluição dos extratos, serão estipulados futuramente com base na literatura.

Os dados obtidos durante todo o experimento serão processados no software Excel 2016.

Os mesmos estratos serão embalados em sacos plásticos, mimetizando a sua

comercialização, durante os períodos de 5, 10 e 15 dias. Sendo que a mesma forma de analise,

serão realizadas nesses intervalos de tempo, afim de quantificar a degradação dos compostos

identificados e quantificados na etapa anterior. O armazenamento desses compostos será

realizado em estufa, sob uma temperatura constante de 27 °C.

4 RECURSOS

Espectro – Mão de obra – o fruto ser da região – baixo custo – capacidade técnica

5 CRONOGRAMA

Quadro 01 – Modelo de cronograma

MES/ETAPAS Mês/ano Mês Mês Mês Mês Mês Mês Mês Mês Mês Mês
Escolha do tema X
Levantamento X X X
bibliográfico
Elaboração do X
anteprojeto
Apresentação do X
projeto
Coleta de dados X X X

Análise dos X X X X
dados

Organização do X X
roteiro/partes
Redação do X X
trabalho
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Revisão e X
redação final
Entrega X
Defesa X
Fonte: Autoria própria (2018).
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REFERÊNCIAS

[1] – CREMONEZ, M. C. Estudo da ação antiofílica do extrato e uso de graviola (annona


muricata) no envenenamento por lachesis muta rhombeata. Dissertação de mestrado para
obtenção do título de Mestre em Ciências. Universidade de São Paulo, 2011.

[2] – FRANÇA, de X. S. I. Et al. Medicina popular: benefícios e malefícios das plantas


medicinais. Revista Brasileira de Enfermagem. Vol 61-2, Pag. 201-8, 2008.

[3] – SILVA, da S. M.; Et al. Plantas medicinais usadas nos distúrbios do trato gastrintestinal
no povoado Colônia Treze, Lagarto, SE, Brasil. ACTA Botanica Brasilica. Vol 20-4, Pag.
815-829, 2006.

[4] SKOOG, D. A. Et al. Fundamentos de química analítica. São Paulo: Thomson Learning.
5º ed. 2006.

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