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PEDRO BOGAS GONÇALVES – ENGENHEIRO CIVIL

CENTRO DE ESPIRITUALIDADE E CULTURA


CASA DA TORRE

AVENIDA DOS VISCONDES DA TORRE, N.º80


SOUTELO
VILA VERDE

PROJETO DE INSTALAÇÃO DE GÁS

setembro de 18

SEDE E ESCRITÓRIO: RUA VISCONDE DE LEIRIA N.º26, 1.ºCENTRO_FR. X, (CENTRO COMERCIAL DO APOIO) – 4750-311 BARCELOS
t. 253 811 172 f. 253 811 226 Tlm. 96 687 83 57 mail. solucaoestavel@sapo.pt
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CASA DA TORRE

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PROJETO DE INSTALAÇÃO DE GÁS

ÍNDICE

I – TERMO DE RESPONSABILIDADE
II - MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA
III - PEÇAS DESENHADAS

SEDE E ESCRITÓRIO: RUA VISCONDE DE LEIRIA N.º26, 1.ºCENTRO_FR. X, (CENTRO COMERCIAL DO APOIO) – 4750-311 BARCELOS
t. 253 811 172 f. 253 811 226 Tlm. 96 687 83 57 mail. solucaoestavel@sapo.pt
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PROJETO DE INSTALAÇÃO DE GÁS

I – TERMO DE RESPONSABILIDADE

SEDE E ESCRITÓRIO: RUA VISCONDE DE LEIRIA N.º26, 1.ºCENTRO_FR. X, (CENTRO COMERCIAL DO APOIO) – 4750-311 BARCELOS
t. 253 811 172 f. 253 811 226 Tlm. 96 687 83 57 mail. solucaoestavel@sapo.pt
TERMO DE RESPONSABILIDADE
PROJETO DA REDE DE ABASTECIMENTO DE GÁS

PEDRO BOGAS GONÇALVES, Engenheiro Civil licenciado pela Faculdade de Engenharia da


Universidade do Porto, ao serviço da SOLUÇÃO ESTÁVEL – ENGENHARIA UNIPESSOAL
LDA., contribuinte fiscal n.º 508 346 703, com sede e escritório na Rua Visconde de Leiria
n.º26, 1.º Centro, Fr. X, (Centro Comercial do Apoio), 4750-311 Barcelos, portador do Cartão
do Cidadão n.º 11537823, com o número de contribuinte 222587695, inscrito na Região Norte
da Ordem dos Engenheiros sob o nº 10814, com cédula profissional nº 41201 e na Direção
Geral de Energia com o n.º 08/PRG/07613, declara para efeitos do disposto no n.º 1 do artigo
10º Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de dezembro, com as alterações introduzidas pelo Decreto-
Lei n.º 136/2014, de 9 de setembro, que o projeto de remodelação das Instalações de Gás
Natural do Centro de Espiritualidade e Cultura – Casa da Torre, de que é autor, localizada na
Avenida dos Viscondes da Torre, n.º80, freguesia de Soutelo, concelho de Vila Verde, cujo
pedido foi requerido pela Administração do Centro de Espiritualidade e Cultura – Casa da
Torre com sede na Avenida dos Viscondes da Torre, n.º80, freguesia de Soutelo, concelho de
Vila Verde:

a) Observa as normas legais e regulamentares aplicáveis, a Portaria n.º 361/98, de 26


de junho, a Portaria n.º 690/01, de 10 de julho e o Decreto-Lei n.º 97/2017, de 10 de
agosto alterado pela Lei n.º59/2018, de 21 de Agosto.

b) Está conforme com os planos municipais de ordenamento do território aplicáveis à


pretensão.

Barcelos, 25 de setembro de 2018


O Técnico Responsável

_______________________________
(Pedro Bogas Gonçalves – Eng.º Civil)
DECLARAÇÃO

O Conselho Diretivo da Região Norte da Ordem dos Engenheiros declara que o Engenheiro
PEDRO BOGAS GONÇALVES está inscrito como Membro Efetivo, nesta associação pública
profissional, sendo portador da Cédula Profissional n.º 41201, titular do curso de Mestrado em
Engenharia Civil pelo(a) Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto em 31-07-2002,
agrupado na(s) Especialidade(s) de Civil desde 21-10-2002, com o título de qualificação de
Engenheiro Nível 2 , está na efetividade dos seus direitos como Engenheiro.

Elaboração e subscrição de projetos da Instalação ou das Redes e


Ato de Engenharia
Ramais de Distribuição de Gás.

Lei nº 15/2015 de 16 de fevereiro, a que se refere o n.º 2 do artigo


Legislação Aplicável
32.º.

A presente declaração destina-se a ser exibida perante as entidades


Validade competentes, apenas para efeitos da prática do(s) ato(s) de engenharia
nela descritos e é válida pelo prazo de 1 ano.

Assinatura Porto, 27 de dezembro de 2017.

José Manuel Reis Lima Freitas


Vice-Presidente do Conselho Diretivo

Elementos de validação Rua Rodrigues Sampaio, N.º 123


Código: IIDTO5OP 222071300
Ref.ª: PG0002
Declaração n.º: RN7362/2017 www.oern.pt

Para efeitos de validação desta declaração, aceder sigoe.ordemdosengenheiros.pt e introduzir na pesquisa o código de validação
acima mencionado, verificando que o documento obtido corresponde a esta declaração.
28586
Aviso/Recibo
n º 50206492

Data
19 de Setembro de 2017
Apólice / Adesão nº :
00841015366400000 11 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 11 1 11 111 11 1 1 111 1 1
0107356905
Contribuinte nº :
508346703
SOLUÇÃO ESTÁVEL ENGENHARIA UNIPESSOAL LDA
Apoio ao Cliente RUA VISCONDE LEIRIA 26 1 CENTRO
@:) 707 281 281
4750 - 311 BARCELOS
todos os dias úteis,
das 8h30 às 19h00

6 www.ageas.pt

Estimado/a Cliente,
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Muito obrigado pela sua preferência. Informamos que se encontra a pagamento o recibo da apólice acima
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Ramo: Responsabilidade Civil Prémio €513,58
Bónus €0,00
Objecto Seguro: RC Profissional / Exploração
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u Taxas (2) €0,00
TERRITORIO NACIONAL

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Selo de Apólice €46,23
o Capital Seguro: €250.000,00
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o Valor Total a Pagar €559,81
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"' Data Caducidade/Resolução do Contrato: 25-11-2017
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u Período do Recibo: 25-11-2017 a 24-11-2018
Q) Os consumidores Portugueses consideraram
Os nossos melhores cumprimentos, a Ageas Seguros como marca
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Director Geral
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4750 - 311 BARCELOS

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PROJETO DE INSTALAÇÃO DE GÁS

II - MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA

SEDE E ESCRITÓRIO: RUA VISCONDE DE LEIRIA N.º26, 1.ºCENTRO_FR. X, (CENTRO COMERCIAL DO APOIO) – 4750-311 BARCELOS
t. 253 811 172 f. 253 811 226 Tlm. 96 687 83 57 mail. solucaoestavel@sapo.pt
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Obra: Centro de Espiritualidade e Cultura – Casa da Torre


Local: Avenida dos Viscondes da Torre n.º80 – Soutelo – Vila Verde
Requerente: Administração Centro de Espiritualidade e Cultura – Casa da Torre

Projeto De Instalação De Gás


Memória Descritiva e Justificativa

1. OBJETIVO
O presente projeto tem como objetivo definir o traçado, dimensionamento, caracterização e
condições técnicas de montagem da instalação da Rede Interna de Distribuição de Gás Natural de
um Centro de Espiritualidade e Cultura – Casa da Torre, cuja administração, pretende remodelar na
Avenida dos Viscondes da Torre n.º80, freguesia de Soutelo, Concelho de Vila Verde.

2. CARATERÍSTICAS E TIPO DE UTILIZAÇÃO DO EDIFÍCIO


O Centro de Espiritualidade e Cultura – Casa da Torre é composto por 5 pisos. Compostos por
zonas destinadas à preparação e consumo de refeições, quartos, salas de reunião, capelas e outros
espaços afetos a atividades culturais e de formação humana e espiritual.
A rede de gás natural visa abastecer uma cozinha profissional e 5 áreas técnicas.
Na cozinha profissional estão comtemplados 5 pontos de utilização de gás.
Na área técnica 1, 3, 4 e 5 estão comtemplados 2 pontos de utilização de gás, em cada uma.
Na área técnica 2 está comtemplado 1 ponto de utilização de gás.

3. DESCRIÇÃO DA INSTALAÇÃO
A instalação de gás será fundamentalmente constituída pelos seguintes elementos:
 Posto de Redução e Medida (PRM), que inclui:
 Redutor de pressão, 4,0 bar / 300,0 mbar, com segurança incorporada;
 Contador – G65;
 Válvula de encravamento de ¼ de volta, só rearmável pela concessionária, com
ligações por junta esferocónica segundo a Norma NFE 29-536 e rosca macho
cilíndrica segundo ISO 228 ¾”;
 Electroválvulas;
 Manómetro;
 Filtros;

GÁS MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA - 1


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 Válvula de Corte;
 Válvula de Toma de Pressão;
 Acessório de transição Polietileno / Cobre;
 Ligação equipotencial;

 Abastecimento da cozinha, que inclui:


 Coletor de Distribuição (instalado na cozinha), que inclui:
 Redutor de pressão individual para cada aparelho, 300,0 mbar / 21,0 mbar,
com segurança incorporada, permitindo o corte de gás em caso de baixa
pressão a montante ou excesso de caudal a jusante, com rearme manual;
 Válvula de corte geral;
 Eletroválvula, normalmente fechada, ligada à hotte;
 Electroválvula, normalmente aberta, atuada pelo sistema de deteção de fuga de
gás instalado na cozinha.
 Válvulas de corte de ¼ de volta, a montante de cada aparelho de queima,
visitáveis e facilmente acessíveis;
 Manómetro;
 Identificação dos aparelhos;

 Abastecimento às áreas técnicas que inclui:


 Coletor de Distribuição (instalado em cada uma das áreas técnicas), que inclui:
 Redutor de pressão individual para cada equipamento, definido mediante as
características técnicas do equipamento a instalar, com segurança
incorporada, permitindo o corte de gás em caso de baixa pressão a montante ou
excesso de caudal a jusante, com rearme manual;
 Válvula de corte geral;
 Eletroválvula, normalmente aberta, atuada pelo sistema de deteção de fuga de
gás instalado no compartimento técnico;
 Válvulas de corte de ¼ de volta, a montante de cada aparelho de queima,
visitáveis e facilmente acessíveis;
 Manómetro;
 Identificação dos aparelhos;

GÁS MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA - 2


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 Ramal do edifício;
 Uma rede de distribuição para cada aparelho de consumo segundo as normas em
vigor;
 Acessórios de ligação;
 Soldaduras em prata, contidas em caixas de visita.

A instalação tem início no Posto de Redução e Medida (PRM) localizado no limite da propriedade do
imóvel, com acesso permanente à Entidade Distribuidora.

A solução prevista relativamente aos materiais a utilizar na instalação, consistiu na utilização de:
- Tubo de Cobre e de Polietileno, para a rede de Média Pressão;
- Tubo de Cobre, para a rede de Baixa Pressão.

A rede de distribuição tem início no PRM, seguindo enterrada em Polietileno Ø110/ Ø40, derivando
para cada uma das Caixas de Transição (C.T. 01, C.T. 02 e C.T. 03), nas quais se realizará o corte
de segurança e a transição para Cobre.

Para as áreas técnicas, a tubagem em Cobre seguirá à vista, no teto e nas paredes, sendo
devidamente fixada por apoios metálicos galvanizados, até atingir o coletor instalado em cada área
técnica, sendo este responsável pela redução de pressão e alimentação aos respetivos
equipamentos.

Para a cozinha, a tubagem em Cobre seguirá enterrada pelo pavimento/paredes, até atingir o coletor
instalado, responsável pela redução de pressão e alimentação dos aparelhos de queima. Todos os
aparelhos serão alimentados em tubagem de Cobre Ø18.

A redução de Média Pressão – 300,0 mbar para Baixa Pressão – 21,0 mbar, será efetuada:
- Na Cozinha Profissional: no coletor da Cozinha, de 300,0 mbar para 21,0 mbar;
- Nas áreas técnicas: no coletor de cada área técnica, de 300,0 mbar para 21,0 mbar;

Serão instalados Sensores de Fugas de Gás, quer na Cozinha quer nas diferentes áreas técnicas,
que atuam sobre a electroválvula, normalmente aberta, cortando a alimentação de gás, sempre que
seja detetada uma fuga.

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Toda a tubagem seguirá embebida ou à vista, de acordo com o assinalado nas peças desenhadas,
em troços retilíneos, e deverá andar a uma distância máxima de 0,20 m das paredes, subindo em
troços verticais nos pontos de abastecimento do coletor da cozinha e do coletor das áreas técnicas.
Dos coletores aos aparelhos de queima, a distribuição far-se-á por troços retilíneos embebidos ou à
vista na parede, na prumada vertical das válvulas de corte de ¼ de volta aos aparelhos.

Qualquer troço individualizado da instalação de gás, seja para fornecer gás a um equipamento já
instalado, seja para alimentar um outro qualquer no futuro, deve terminar numa válvula de corte. Se
esse troço não estiver ligado ao equipamento, essa válvula deve ser tamponada exteriormente de
modo a impedir a saída de gás por inadvertida operação da referida válvula.

4. CARATERÍSTICAS DOS APARELHOS


Os aparelhos de queima a instalar deverão ser do tipo Multigás, de categorias I2, I2H, I2HL, II12,
II12H, II12HL ou III, e terão as seguintes características:

 Cozinha:

POTÊNCIA
APARELHO QUANTIDADE CAUDAL TIPO TIPO LIGAÇÃO
NOMINAL
Fogão n.º1 1 15,5 kW 1,55 m3/h A Tubo Flexível
Fogão n.º2 1 15,5 KW 1,55 m3/h A Tubo Flexível
Grelhador 1 12 KW 1,20 m3/h A Tubo Flexível
Fritadeira 1 12 KW 1,20 m3/h A Tubo Flexível
Forno 1 21,4 KW 2,15 m3/h A Tubo Flexível

 Área Técnica 1:

POTÊNCIA
APARELHO QUANTIDADE CAUDAL TIPO TIPO LIGAÇÃO
NOMINAL
Caldeira n.º1 1 124 KW 12,44 m3/h C Tubo Rígido
Caldeira n.º2 1 79 KW 7,93 m3/h C Tubo Rígido

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 Área Técnica 2:

POTÊNCIA
APARELHO QUANTIDADE CAUDAL TIPO TIPO LIGAÇÃO
NOMINAL
Máq. Secar Roupa 1 24 KW 2,41 m3/h C Tubo Rígido

 Área Técnica 3:

POTÊNCIA
APARELHO QUANTIDADE CAUDAL TIPO TIPO LIGAÇÃO
NOMINAL
Caldeira n.º3 1 124 KW 12,44 m3/h C Tubo Rígido
Caldeira n.º4 1 128 KW 12,84 m3/h C Tubo Rígido

 Área Técnica 4:

POTÊNCIA
APARELHO QUANTIDADE CAUDAL TIPO TIPO LIGAÇÃO
NOMINAL
Caldeira n.º5 1 87 KW 8,73 m3/h C Tubo Rígido
Caldeira n.º6 1 126 KW 12,64 m3/h C Tubo Rígido

 Área Técnica 5:

POTÊNCIA
APARELHO QUANTIDADE CAUDAL TIPO TIPO LIGAÇÃO
NOMINAL
Caldeira n.º7 1 79 KW 7,93 m3/h C Tubo Rígido
Caldeira n.º8 1 124 KW 12,44 m3/h C Tubo Rígido

A montagem dos aparelhos deverá ser efetuada por profissionais credenciados de acordo com a Lei
n.º 15/2015. A Classificação dos aparelhos que utilizam combustíveis gasosos no interior dos
edifícios está descrita na Norma DNP CEN/TR 1749/2015. Os aparelhos deverão ter na chapa de
características a Marcação CE e indicação que estão preparados para funcionar em Portugal.

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É proibida a instalação de aparelhos do tipo B11BS em locais com extração mecânica de acordo com
a norma NP 1037-3-1, de 2012.

5. CARATERÍSTICAS GÁS NATURAL


Toda a instalação foi projetada para funcionar com Gás natural, do Tipo H, com as seguintes
características:
Gás Natural
Poder Calorífico Superior Kcal/m3 (n) 10032
Poder Calorífico Inferior Kcal/m3 (n) 9054
Densidade Relativa 0,65
Densidade Corrigida 0,62

6. PRESSUPOSTOS DO DIMENSIONAMENTO
O dimensionamento da instalação de gás foi efectuado por aplicação das Fórmulas de Renouard
Simplificadas.
Para o Alta e Média Pressão utiliza-se a seguinte fórmula:

 2 = 48,6 x dc x Leq x Q1,82 x D -4,82

Em que:
 Q – Caudal (m3/h)
 D – Diâmetro interno da tubagem (mm)
 dc - Densidade corrigida do gás (gás natural: dc = 0,62)
 Leq – Comprimento equivalente da tubagem (m)

Condições Impostas pela Distribuidora


10%
Perda de Carga Máxima Admitida Pressão
Entrada
Velocidade Máxima a Montante do Regulador e na Zona de
20,0 m/s
Média Pressão

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Para a Baixa Pressão utiliza-se a seguinte fórmula:

ΔP = 23200 x dc x Leq x Q 1,82 x D – 4,82

Em que:
 Q – Caudal (m3/h)
 D – Diâmetro interno da tubagem (mm)
 dc - Densidade corrigida do gás (gás natural: dc = 0,62)
 Leq – Comprimento equivalente da tubagem (m)

Condições Impostas pela Distribuidora


Perda de Carga Máxima Admitida 1,5 mbar
Velocidade Máxima a Jusante do Regulador e na Zona de
10,0 m/s
Baixa Pressão

O projetista deve garantir que o nível sonoro máximo previsto para o local onde será instalado o
PRM não ultrapassa os valores máximos previstos na Legislação em vigor.

7. CONDIÇÕES TÉCNICAS DE MONTAGEM


O presente projeto deve ser executado por uma empresa instaladora credenciada e profissionais
qualificados pela Direção Geral de Energia de acordo com a Lei n.º 15/2015 e o Decreto-Lei 97/2017

7.1. POSTO DE REDUÇÃO E MEDIDA (PRM)


O PRM será colocado no exterior do edifício, no limite da propriedade, virado para o exterior, com
acesso permanente à Entidade Distribuidora.
O tipo de PRM a instalar será função do contrato de fornecimento de gás de acordo com as
necessidades do Requerente (Caudal Máximo e Pressão de Serviço e de Distribuição). O PRM
deverá ter as dimensões necessárias para albergar os aparelhos constituintes do mesmo, de acordo
com a Empresa Concessionária de Gás local.
O armário do PRM deverá garantir o fácil acesso para realização de operações de manutenção, sem
necessidade de meios mecânicos de apoio. A altura dos equipamentos deve ser tal que permita a
manutenção fácil e ergonómica.

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O armário deverá possuir uma fechadura de tipo triangular e permitir uma acessibilidade de Grau 1 à
válvula de corte geral.
Deverá estar identificado com as palavras “GÁS” e “PROIBIDO FUMAR OU FOGUEAR” (ou os
símbolos correspondentes) gravadas em caracteres indeléveis e exteriormente bem legíveis.
O PRM será instalado em local seguro, exclusivamente destinado a esse fim, ao abrigo de possíveis
inundações, a uma distância de segurança de zonas com atmosferas corrosivas e afastados de
postos de transformação de energia elétrica. A zona envolvente ao PRM deve estar
permanentemente livre, não destinada a aparcamento automóvel e/ou armazenamento de materiais,
mesmo que temporário.
Os PRM deverão estar equipados com um sistema eficaz de proteção mecânica contra impactos,
quando se verificar a possibilidade de eventuais colisões com veículos ou outros equipamentos
móveis.
O PRM deve ser sempre dimensionado para 100% do caudal horário máximo. No caso de PRM com
mais de uma linha de regulação, cada linha deve ser calculada para a totalidade do caudal.
O PRM terá que ser projetado de modo a que o Nível Sonoro originado pelo seu funcionamento não
ultrapasse os níveis máximos legalmente permitidos.

Em função da importância da continuidade de funcionamento do PRM, este poderá ser classificado


como:
 Linha Simples de Regulação e Linha Simples de Contagem: este PRM deve ser
selecionado nos casos em que uma interrupção não programada do fornecimento de gás é
considerada uma anomalia, mas a sua ocorrência não causará graves problemas na
produção.
 Linha Dupla de Regulação e Linha Simples de Contagem: este PRM deve ser
selecionado sempre que uma interrupção não programada do fornecimento de gás possa
causar graves problemas e/ou prejuízos na produção. A constituição do PRM deve prever a
existência de 2 linhas de regulação, de modo a que uma delas esteja sempre de reserva.
 Linha Dupla de Regulação e Linha Dupla de Contagem: neste caso há o acréscimo de
uma linha de contagem adicional.

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7.2. CADEIA DE MEDIDA


Cadeia de medida é o conjunto constituído pelo contador e os troços de tubagem a montante e a
jusante e, quando aplicável, os dispositivos de correção de temperatura, pressão e fator de
compressibilidade.
O equipamento de medição, ou Cadeia de Medida, a instalar, em particular o contador, será definido
pela Entidade Distribuidora. O fornecimento, montagem e garantia de operacionalidade do contador
será assegurado pela mesma.

Caudal Volúmico
Contador Tipo de Contador
(m3/h)
G65 81 - 125 Êmbolos Rotativos

7.3. MONTAGEM DOS APARELHOS


Toda a instalação será, obrigatoriamente, executada por Entidades Instaladoras qualificadas e
reconhecidas pela Direção Geral de Energia de acordo com o Decreto-Lei n.º 97/2017, de 10 de
agosto.
A montagem dos aparelhos deverá ainda obedecer à norma NP 1037-1 e NP 1037-3 e instruções do
fabricante.
As soldaduras devem ser executadas por soldadores qualificados, com Certificado Oficial atualizado,
conforme o artigo 49.º da Portaria n.º 361/98, de 26 de junho.
Todos os equipamentos e materiais constituintes da instalação pertencem ao proprietário do imóvel
e serão montados pelo instalador, com exceção dos contadores que pertencem à Concessionária.
Na cozinha, a ligação aos Aparelhos de Queima deverá ser feita através de Tubos Metálicos,
rígidos ou flexíveis, de acordo com as Normas em vigor.
Nas áreas técnicas, a ligação aos equipamentos deverá ser feita através de Tubos Metálicos,
rígidos ou flexíveis, de acordo com as Normas em vigor.

7.4. VENTILAÇÃO E EXAUSTÃO DOS PRODUTOS DE COMBUSTÃO


Para as áreas técnicas, a montagem dos aparelhos de queima, desde que estes sejam do Tipo
B11BS, deverá ser executada segundo a norma NP 1037-1/2015.
Deverá existir uma boa ventilação natural no local onde estão localizados os aparelhos de queima
mesmo nos períodos em que a temperatura exterior obrigue a manter as janelas fechadas. Assim,

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deverá ser considerada uma grelha ou outro orifício, que permita uma ventilação permanente e
natural do local onde estão localizados os aparelhos de queima, sendo a secção mínima:
 Nos locais onde estão instaladas Caldeiras, o caudal tipo a considerar em m3/h, será de
5,0 x Potência do Aparelho (em kW).

A evacuação dos gases de combustão é feita para a atmosfera diretamente pelas condutas de
exaustão, pelas chaminés ou courettes que funcionam como coletores nas diversas condutas de
exaustão existentes na mesma prumada do edifício.
O dimensionamento destes coletores deve ser realizado de modo a assegurar uma completa e
eficaz evacuação dos produtos de combustão, gerados pelos diferentes equipamentos a ela ligados.

No caso da cozinha deverá ser utilizada a metodologia descrita na norma NP 1037-4/2011.


De acordo com esta norma os sistemas de ventilação de cozinhas profissionais devem obedecer aos
seguintes requisitos:
1. O sistema de extração de ar viciado deve permitir reduzir ao mínimo a difusão de gases
e outros poluentes, nomeadamente os gordurosos, na cozinha.
2. O sistema de extração de ar viciado deve garantir, na situação anterior, condições de
conforto e higiénico-sanitárias.
3. O sistema de extração de ar viciado deve garantir que as emissões para o exterior,
resultantes da existência de gases, cheiro, gorduras, se processam sem gerar qualquer
incómodo nas mediações envolventes da cozinha.
4. O interior da cozinha deve estar em depressão, de forma a impedir a saída de gases e
cheiros para o exterior, nomeadamente para a sala de refeições. Para tal, as
instalações com ventilação mecânica devem garantir que o caudal de extração seja
superior ao caudal de introdução de ar novo.
5. Não devem fazer-se instalação de aparelhos de gás do tipo B, com evacuação direta
para o exterior das cozinhas equipadas com um sistema mecânico que apenas
contemple a função de extração.
6. O abastecimento de gás deve estar encravado com todos os sistemas mecânicos
necessários à ventilação e/ou extração, mediante a utilização de uma válvula
automática normalmente fechada, aberta em condições normais de ventilação.
7. Os sistemas de extração de ar viciado das cozinhas profissionais devem obedecer às
regras de segurança contra incêndios.

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1. EXECUÇÃO DA OBRA DA INSTALAÇÃO DE GÁS


A. Ser executada de acordo com as peças desenhadas.
B. Ser assegurada uma ligação à terra, de secção adequada, da tubagem metálica.
C. A tubagem embebida tem de ter um recobrimento mínimo de 2,0 cm.
D. Qualquer derivação ou mudança de direção, juntas mecânicas, válvulas e acessórios,
têm de ficar contidas em caixas de visita facilmente acessíveis.
E. Nas tubagens à vista, devem ser utilizadas abraçadeiras apropriadas de duas peças.
Deve ainda ser garantida a identificação da instalação de acordo com a norma NP-
182.
F. As ligações entre tubos de cobre devem ser executas através de brasagem forte para
tubos com diâmetro inferior a 54,0 mm.
G. As ligações roscadas para as instalações de gás deverão estar de acordo com a
norma NP 4431 (2004).
H. O material de adição deve ter um teor em prata superior a 40% e um ponto de fusão
superior a 450º C.
I. Serão instaladas válvulas de corte rápido, do tipo ¼ de volta, a uma distância máxima
de 80,0 cm de cada aparelho de queima.
J. A construção das válvulas deverá cumprir com a norma NP EN 331 (2015).
K. As válvulas de corte aos aparelhos de queima devem localizar-se a uma altura entre
1,0 m e 1,4 m, medidos a partir do nível do pavimento.
L. Os aparelhos de queima devem ficar situados a uma distância mínima entre si de 0,4
metros.
M. Os troços verticais devem ficar na prumada das válvulas de corte dos aparelhos que
alimentam.
N. As tubagens embebidas devem ser instaladas sempre em troços verticais ou
horizontais respeitando os seguintes espaçamentos:

Em
Em Paralelo
Tubagens Embebidas Cruzamento
(cm)
(cm)
Elétricas 10 3
Esgotos 10 5

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Água Quente ou Vapor 5 3


Produtos de Combustão 5 5

O. Nas tubagens à vista devem ser respeitadas os espaçamentos em relações a outras


tubagens, respetivamente de 3,0 cm em percursos paralelos e 2,0 cm em
cruzamentos.
P. Na instalação de tubagens enterradas deverá cumprir-se o disposto nos artigos 24º,
27.º, 28.º, 29.º e restantes aplicáveis na Portaria 386/94.
Q. Toda a instalação que estiver fora de serviço deverá ser tamponada.
R. As ligações aos aparelhos, quando flexíveis, deverão obedecer à NP 4436/2015 -
Ligações aos aparelhos de queima em material plástico para gases da 2.ª Família e
EN 14800 - Ligações aos aparelhos de queima em material metálico para gases da 2.ª
Família. As ligações aos aparelhos, para gases da 3.ª Família, deverão obedecer à
IPQ ET 107-1;
S. Os tubos Flexíveis devem respeitar a Norma NP 4436/2015, têm uma validade de
cinco anos a contar da data de fabrico e devem ficar montados de forma a:
 Não ficar em contato com as partes quentes do aparelho;
 Serem facilmente acessíveis, em toda a sua extensão;
 Ter um comprimento máximo de 1,5 metros;
 Não cruzar a parte posterior do aparelho.

9. INSPEÇÕES E ENSAIOS DA INSTALAÇÃO


Antes da colocação em serviço do PRM, o circuito principal deve ser submetido a ensaios
conforme descrito na Portaria 376/94, de 14 de junho.

Os ensaios serão controlados, interpretados e aprovados por uma Entidade Inspetora acreditada
e reconhecida para o efeito.
A Empresa Instaladora deverá acordar com a Entidade Distribuidora o programa de ensaios que
sejam necessários fazer ao PRM.

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9.1. CONTROLO DE UNIÕES


As uniões soldadas das tubagens serão submetidas a exame não destrutivo por procedimentos
radiográficos ou por líquidos penetrantes nas partes não acessíveis. O critério e o procedimento a
seguir para a realização do exame radiográfico é função da pressão de serviço do PRM.
As percentagens de soldaduras a radiografar são de 100% para a parte a Montante do
equipamento de redução de pressão e 10% a Jusante.
Os relatórios de inspeção e a interpretação dos mesmos deverão ser aprovados pela Entidade
Inspetora.

9.2. ENSAIO DE RESISTÊNCIA MECÂNICA


O ensaio de Resistência Mecânica deverá ser realizado de modo a não causar danos nos
equipamentos do PRM. Deverá ser retirado o equipamento de medição, elemento filtrante,
dispositivo de regulação e outros elementos que tenham sido submetidos a ensaio em fábrica, desde
que estejam acompanhados do respetivo certificado dos laboratórios dos seus fabricantes, para as
condições de serviço requeridas.
Os PRM serão submetidos a ensaios de resistência mecânica na sua totalidade com água, podendo,
em alternativa, ser realizados com Ar ou Azoto, a uma pressão de 7,5 bar durante um período
mínimo de 4 horas, contadas a partir do momento de estabilização da pressão de ensaio.
Os PRM para instalações com pressões de serviço inferior a 1 bar serão ensaiados, a montante do
regulador, enquanto a jusante do mesmo, o ensaio poderá ser realizado à pressão de 2,5 bar,
considerando-se satisfatório se, após um período mínimo de 4 horas, a pressão se mantiver
constante, corrigida do efeito da temperatura.
Os PRM poderão ser submetidos a ensaios de resistência mecânica na sua totalidade em fábrica,
desde que estejam acompanhados do respetivo certificado que demonstre que foi utilizado um
procedimento adequado para as condições de serviço requeridas.

9.3. ENSAIO DE ESTANQUIDADE


Desde que os Ensaios de Resistência Mecânica sejam aprovados, o ensaio de Estanquidade deverá
ser realizado com o PRM completamente instalado na sua posição final, excluídas as válvulas de
escape de segurança (VAS) e as tomadas de impulso do regulador e de segurança, as quais
deverão ser retiradas ou devidamente fechadas.
O ensaio poderá ser realizado com ar ou gás inerte em duas fases correspondentes aos troços das
instalações situadas, a Montante do redutor e a Jusante do mesmo.

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A pressão de ensaio será de 1,5 vezes a pressão de serviço máxima do troço ensaiado, com um
mínimo de 1 bar. O ensaio será considerado satisfatório sempre que a estanquidade de todas as
juntas possa ser verificada com uma solução espumífera e, se depois da estabilização da pressão e
da temperatura do fluido de ensaio a pressão se mantiver constante durante um período de 60
minutos nos PRM alimentados por tubagem com diâmetro superior a 50 mm e, de 30 minutos para
os alimentados com tubagem com diâmetro nominal igual ou inferior a 50 mm.
Caso alguma das juntas submetidas a ensaio não seja acessível, o ensaio deverá prolongar-se por
um mínimo de 6 horas.
Uma vez instalados no PRM todos os elementos com vista à regulação e calibração, a confirmação
da estanquidade das uniões será verificada à pressão de serviço para que seja possível a deteção
de eventuais fugas, utilizando-se água ensaboada, solução espumífera ou um produto similar.

9.4. ENSAIO DE FUNCIONAMENTO E AFINAÇÃO


Antes da colocação em serviço do PRM será preciso ajustar e ensaiar o funcionamento dos
elementos de regulação e segurança. A realização dos ensaios de funcionamento deverá ser
precedida de limpeza e secagem do interior da tubagem.
Todos os equipamentos deverão responder aos critérios definidos no projeto e os valores de
trabalho que devem ser ajustados ficarão afixados, de forma clara, no próprio recinto da instalação.
Após todos os ensaios de Funcionamento, os equipamentos de redução e segurança ficarão
dispostos nas condições desserviço indicadas no projeto, devidamente selados e com um
documento afixado em que constem as pressões de funcionamento e a data em que foram
estabelecidas. Nos PRM com duas linhas de redução será identificada qual a linha em utilização e
qual a linha em reserva.

10. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS MATERIAIS

10.1. ARMÁRIO DO POSTO DE REDUÇÃO E MEDIDA (PRM)


O Armário do PRM deverá ser fechado, ventilado, permanentemente acessível, construído em
material incombustível, colocado no exterior do edifício, virado para o exterior, no limite da
propriedade, ao abrigo de eventuais inundações e a uma distância de segurança de zonas com
atmosferas corrosivas e estações elétricas de transformação, com acesso permanente à Entidade
Distribuidora.

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As portas de acesso devem ser ventiladas e estar identificadas com as palavras “GÁS” e “PROIBIDO
FUMAR OU FOGUEAR” (ou os símbolos correspondentes) gravadas em caracteres indeléveis e
exteriormente bem legíveis.
O material do armário será em Alumínio ou Aço Inoxidável, com uma espessura mínima de 2 mm,
preparado para resistir a agressões mecânicas e ambientais. As portas do armário possuirão grelhas
para ventilação. As grelhas serão metálicas e estarão protegidas contra a entrada de água, insetos e
outros agentes estranhos. O armário deve dispor de ventilação adequada que garanta a circulação
de ar, impedindo a acumulação de gás no seu interior em caso de fuga.
Tanto a entrada como a saída de ar deverão ter uma superfície total não inferior a 10% da área
ocupada em planta pelo armário, não podendo esse valor ser inferior a 250 cm2. As aberturas
de ventilação deverão comunicar diretamente com a atmosfera exterior, e estarão protegidas por
grelhas metálicas que são concebidas de modo a não ficarem obstruídas com poeiras.
O armário e as portas devem receber proteção anticorrosiva através de pintura com tinta auto-
extinguível. Todos os materiais deverão apresentar uma resistência ao fogo igual ou superior a 30
minutos.
A construção do armário deve prever um sistema de fixação dos equipamentos a instalar no seu
interior.

10.2. MANGA PROTETORA


A Manga Protetora, destinada a proteger a entrada do ramal de edifício (instalado pela
concessionária), deverá ser resistente ao ataque químico das argamassas. Será embebida na
parede, terá um diâmetro interior mínimo de 50 mm, um raio de curvatura mínimo de 600 mm e a
extremidade exterior ao imóvel será enterrada a uma profundidade de 600 mm.
A distância entre o fundo da caixa e o pavimento não deve ser inferior a 0,40 m nem superior a 1,40
m, adotando-se, sempre que possível, 0,40 m.

10.3. TUBAGEM E ACESSÓRIOS


A instalação da tubagem deve cumprir as indicações contidas no projeto e obedecer às Normas em
vigor ou tecnicamente equivalentes.

10.3.1. TUBAGEM EM COBRE


A tubagem em Cobre, revestida nos troços embebidos, e os respetivos acessórios, devem obedecer
à norma NP EN 1057/2006+A1/2015.

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Nos PRM equipados com Contadores do Tipo inferior a G65 ou com diâmetros nominais
iguais ou inferiores a 50 mm, poderá ser utilizada tubagem em Cobre.
As interligações das tubagens de cobre com latão ou bronze devem ser executadas por meio de
brasagem forte.

As ligações entre tubos de diâmetros igual ou inferior a 54 mm devem ser interligadas por meio de
brasagem capilar forte. O material de adição terá um teor em prata igual ou superior a 40% e um
ponto de fusão superior a 450ºC.
As ligações entre tubos de diâmetro superior a 54 mm, mas iguais ou inferiores a 110 mm, devem
ser soldobrasados.
Nas tubagens embebidas só são permitidas uniões soldadas, devendo estas ficar em Caixas de
Visita acessíveis nas derivações ou mudanças de direção.
As interligações entre tubagem de Aço e tubagem de Cobre devem ser realizadas com o auxílio das
juntas isolantes ou acessórios mistos, soldados no lado do aço e brasados forte ou soldobrasados
no lado do cobre.

10.3.3. TUBAGEM EM POLIETILENO


A tubagem em Polietileno, bem como todos os acessórios e válvulas, deve obedecer à norma NP
1555/2011, Partes 1, 2 e 5, e deverão ser adquiridos com Certificado de Qualidade do fabricante, de
acordo com a Norma EN 10024, ponto 3.1.
A tubagem de Polietileno será da Classe SDR11-PE110.
Os tubos de Polietileno só poderão ser utilizados em troços Enterrados e no Exterior de edifícios. As
tubagens de Polietileno, quando emergentes para ligação direta em armários, deverão ser
protegidas por uma manga ou bainha de acompanhamento até ao interior do armário.
Os tubos devem apresentar as extremidades lisas, cortadas perpendicularmente à geratriz e
obturados com tampões amovíveis; as superfícies interiores e exteriores deverão apresentar-se
limpas e isentas de sulcos profundos, poros superficiais, fissuras ou inclusões gasosas.
Para além dos cuidados habituais, não será permitida a colocação de tubos com outros solventes,
nem submeter a temperaturas superiores a 40ºC; as curvas, uniões e outros acessórios devem ser
de polietileno e compatíveis com as pressões previstas na tubagem. As resinas usadas no fabrico de
acessórios devem ser compatíveis do ponto de vista de soldabilidade com os materiais dos tubos.
As mudanças de direção nos tubos serão executadas a frio, com raio de curvatura mínimo igual a 30
vezes o diâmetro exterior dos mesmos, ou recorrendo a acessórios de modelo oficialmente aprovado

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se a curvatura tiver de ser inferior ao anteriormente indicado. Todas as ligações entre tubagens e
acessórios serão obrigatoriamente realizadas por meio de acessórios eletrossoldáveis.

10.3.4. IMPLANTAÇÃO DA TUBAGEM

A tubagem de gás não pode:


 Ficar em contacto com o metal das estruturas de betão das paredes, pilares ou
pavimentos;
 Atravessar juntas de dilatação nem juntas de rutura de alvenaria ou betão;
 Passar do interior de ocos, a não ser que fique no interior de uma manga estanque e
sem soluções de descontinuidade, desembocando pelo menos uma das extremidades
dessa manga num local ventilado;
 Ser instalada em chaminés;
 Ser causa, pela construção de roços, de diminuição de solidez ou de redução da
ventilação, da estanquidade ou isolamento térmico ou acústico da obra.

As tubagens de gás não devem atravessar:


 Locais que contenham reservatórios de combustíveis líquidos, depósitos de
combustíveis sólidos ou recipientes de gases de petróleo liquefeitos;
 Condutas e locais de receção ou armazenagem de lixos domésticos e alvéolos
sanitários;
 Condutas diversas, nomeadamente de eletricidade, água, telefone e correio;
 Caixas de elevadores ou monta-cargas;
 Cabines de transformadores ou de quadros elétricos;
 Espaços vazios das paredes duplas, salvo se no atravessamento a tubagem for
protegida por uma manga sem soluções de continuidade, cujos extremos sejam
complanares com a parede, sendo o espaço anelar entre as tubagens e a manga
preenchido com uma matéria isolante e não higroscópica;
 Parques de estacionamento cobertos;
 Outros locais com risco de incêndio.

Estas restrições não são aplicáveis se as tubagens de gás ficarem contidas numa manga metálica
contínua, estanque, cujas extremidades se encontrem em espaços livremente ventilados, de modo

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que eventuais fugas de gás sejam conduzidas até aos extremos da manga, os quais devem
descarregar as mesmas de modo a não constituírem qualquer perigo.

10.3.5. TUBAGEM EM CANALETES


As tubagens podem ser instaladas em canaletes, desde que:
 Sejam exclusivamente reservadas às tubagens de gás;
 Sejam ventiladas, sendo as aberturas inferiores de ventilação dos canaletes
protegidas com redes corta-chamas;
 Sejam construídas com materiais não combustíveis (Classe M0), só sendo
permitida a utilização de materiais de classe M1, no interior dos fogos;
 Sejam inspecionáveis através de tampas seladas;
 No caso particular de canaletes para colunas montantes, em Edifícios de Grande
Altura, deverão ser suplementarmente observadas as condições específicas
enumeradas no artigo 41.º da Portaria n.º 361/98.

10.4. VÁLVULAS
A construção das válvulas deve cumprir o estipulado na Norma Portuguesa NP EN 331/2015.
Todas as válvulas, redutores e ligações neste projeto deverão ser adquiridos com o Certificado de
Qualidade, de acordo com a EN 10204.

10.4.1. VÁLVULA DE CORTE GERAL DO EDIFÍCIO


A válvula de Corte Geral ao Edifício deverá ser da classe de pressão MOP 5, do tipo “Corte Rápido”,
com dispositivo de encravamento só rearmável pela Empresa Distribuidora. Deverá ficar instalada
num local com Acessibilidade de Grau 1.
Esta válvula é facilmente identificável pela cor vermelha do manípulo de manobra.
As válvulas de entrada para os PRM equipados com contadores do Tipo G65 e superiores, serão
flangeadas, da classe MOP5.
As válvulas de entrada para os PRM equipados com contadores do Tipo Médio (G16, G25 e G40)
poderão ser roscadas, da classe MOP5, dispondo num dos seus extremos de acessórios e ligações
mecânicas adequadas para que, se o ramal for realizado com tubagem de Polietileno ou Cobre de
Diâmetro ≤ 50mm, a sua ligação possa ser feita no interior do armário.

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10.4.2. VÁLVULAS DE SECCIONAMENTO


As válvulas de seccionamento deverão ser do tipo ¼ de volta, possuir obturador de macho esférico,
vedação por junta plana, rosca gás macho cilíndrica segundo ISO 228 e indicação do fluxo e de
posição Aberta/Fechada.
As válvulas deverão ser da classe de pressão MOP 5 e não podem possuir qualquer dispositivo de
encravamento na posição de aberto.
Toda e qualquer válvula de seccionamento a instalar a Montante do equipamento de regulação de
pressão - Média Pressão, será do tipo Válvula Macho Esférico.
A Jusante dos reguladores e, para diâmetros nominais iguais ou superiores a 50 mm, podem utilizar-
se também Válvulas de Borboleta, desde que tenham ligações flangeadas, com o sistema de fixação
“LUG”.
A Jusante dos reguladores podem ser utilizadas válvula macho esférico com ligação roscada às
tubagens, em alternativa às válvulas com ligações por flanges, desde que as roscas verifiquem os
requisitos da norma EN 10226 ou outra tecnicamente equivalente.
O movimento dos manípulos de atuação das válvulas deve ser limitado por batentes fixos e não
reguláveis, para que os manípulos se encontrem:
- Perpendicular à direção do escoamento, na posição fechado;
- Com a direção do escoamento do gás, na posição de aberto.
Terão diâmetros de ½”, ¾” e 1”, conforme a secção da tubagem, devendo ainda estar situadas entre
1,0 m e 1,4 m do pavimento, serem facilmente manobráveis e situadas em locais com acessibilidade
de Grau 1.
As ligações das válvulas de corte aos aparelhos serão executadas:
 Em tubo Metálico com as uniões roscadas, nos casos de fornos independentes e
mesas de trabalho independentes, aparelhos de aquecimento de água e de
aquecimento ambiente, do tipo fixo;
 Em tubo Flexível, respeitando a norma NP 4436/2015, nos casos de fogareiros e
fogões, aparelhos amovíveis de aquecimento ambiente e máquinas de lavar e/ou secar
roupa.

10.4.2.1. VÁLVULAS DE MACHO ESFÉRICO


Estas válvulas de seccionamento permitem isolar as linhas de pressão dos postos. A sua ligação
pode ser roscada ou flangeada.

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Devem possuir o corpo em aço, obturador de esfera em aço inoxidável, diâmetro nominal igual ao da
tubagem onde está inserida, revestimento anticorrosivo idêntico ao da tubagem e apresentar uma
classe de pressão MOP 5.

10.4.2.2. VÁLVULAS DE BORBOLETA


Estas válvulas de seccionamento permitem isolar as linhas de pressão dos postos nas zonas de
Baixa Pressão. A sua ligação pode ser roscada ou flangeada.
Devem possuir o corpo em aço, obturador em aço inoxidável, diâmetro nominal igual ao da tubagem
onde está inserida, revestimento anticorrosivo idêntico ao da tubagem e apresentar uma classe de
pressão MOP 5.

10.4.2.3. VÁLVULAS DE PURGA


Está prevista a instalação de uma válvula de purga por cada Filtro, cuja função será permitir a
drenagem de líquidos existentes nestes equipamentos. Serão do tipo macho esférico, de classe de
pressão adequada ao seu funcionamento.

10.4.2.4. VÁLVULAS DE BYPASS


Estas válvulas permitem o Bypass provisório da instalação, de modo a poderem ser executadas
operações de manutenção. Serão do tipo macho esférico, de classe de pressão adequada ao seu
funcionamento.
As válvulas de Bypass estarão seladas pela Concessionária e apenas poderão ser manuseadas por
técnicos devidamente credenciados pela mesma.

10.4.2.5. VÁLVULAS DE TOMA DE PRESSÃO


Estas válvulas devem ser instaladas em tomas executadas por meio de “tês” ou “picagens” e,
destinam-se a acoplar dispositivos de medição, aferição e controlo assim como a realização de
purgas.
Devem possuir o corpo em aço, obturador de esfera em aço inoxidável, de passagem reduzida ou
total, ligações roscadas e apresentar uma classe de pressão MOP 5.
De modo a evitar acidentes devidos a aberturas indevidas, as válvulas que apresentem uma
extremidade livre para o exterior serão fechadas com um tampão.

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10.4.2.6. VÁLVULAS DE ALÍVIO OU ESCAPE ATMOSFÉRICO (VEA)


A jusante de cada regulador, depois da toma de pressão, deverá ser instalada uma VEA, em
conjunto com uma válvula de seccionamento, que em caso de avaria permita a sua substituição sem
retirar a linha de serviço.
A função desta válvula consiste em evitar sobrepressões que podem ocorrer à saída do regulador,
devido a eventuais anomalias no funcionamento do regulador como eventuais golpes de aríete ou
sobre pressões na rede pelo incremento de temperatura do gás na tubagem nos períodos em que
não exista consumo. Enquanto o PRM estiver em funcionamento, a VEA ficará sempre bloqueada
em posição de “aberta”.
A pressão de atuação será de 115% da Pressão Máxima de Serviço. A descarga será dimensionada
para 10% do caudal nominal do PRM. O intervalo de funcionamento será entre 90% e 110% da
pressão de calibração da válvula.
O tubo de descarga deverá estar situado a mais de 3 metros do nível do solo e ser concebido de
forma a evitar a entrada de água da chuva e protegido de forma conveniente para evitar a sua
obstrução. Os extremos das tubagens de descarga nunca deverão sobrepor-se às zonas protegidas
pelos para-raios.

10.4.2.7. VÁLVULAS DE SECCIONAMENTO AOS APARELHOS DAS ÁREAS TÉCNICAS


Deverá ser uma válvula com patère terminal, em esquadria de corte a cada aparelhos, com
obturador tipo macho esférico, situada em local acessível para manuseamento.
A válvula deverá ser da classe de pressão MOP 5 e não pode possuir qualquer dispositivo de
encravamento na posição de aberto.

10.4.2.8. VÁLVULAS DE SECCIONAMENTO AOS APARELHOS DE QUEIMA DA COZINHA


PROFISSONAL
Deverá ser uma válvula com patère terminal de corte a cada aparelho de queima instalado na
cozinha profissional, situada em local acessível para manuseamento.
A válvula deverá ser da classe de pressão MOP 5 e não pode possuir qualquer dispositivo de
encravamento na posição de aberto.

10.4.3. ELECTROVÁLVULA INTERLIGADA COM A HOTTE


A electroválvula, instalada no coletor da cozinha, efetuará o corte do gás da instalação no caso de
paragem da Ventilação Mecânica.

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Será uma electroválvula normalmente fechada, com rearme automático, interligada com a hotte,
apenas permitindo a passagem de gás para os aparelhos, quando a hotte estiver em funcionamento,
isto é, quando a extração para a evacuação dos produtos de combustão estiver em funcionamento.

10.4.4. ELECTROVÁLVULA INTERLIGADA AO SISTEMA DE FUGA DE GÁS


A electroválvula, instalada no PRM, efetuará o corte do gás da instalação no caso de Deteção de
Fuga de Gás.
Será uma electroválvula normalmente aberta, instalada a jusante do redutor, com fecho ao corte de
corrente. O rearme da electroválvula será manual.
Em caso de deteção de fuga de gás quer na cozinha quer nas áreas técnicas, a Central de
Incêndio fará atuar a electroválvula, interrompendo a alimentação de gás do respetivo local.

10.5. MANÓMETROS E TERMÓMETROS


Os Manómetros destinam-se à medição da pressão relativa de gás natural. Serão selecionados em
função das pressões em causa. Recomenda-se que estes trabalhem entre 35% e 65% do valor
máximo das respetivas escalas.
Os Manómetros serão instalados com uma válvula de seccionamento, imediatamente antes dos
mesmos e recomenda-se que sejam equipados com dispositivo pulsador de purga automática e
válvulas de fecho giratórias.
O diâmetro dos manómetros, regra geral, deve ser igual ou maior a 80 mm.
A pressão mínima dos manómetros será de ± 1,6% do valor máximo e mínimo da escala, com
exceção do manómetro utilizado para efeitos de faturação, que deverá ter uma precisão mínima de ±
1,0%.
Os Termómetros serão de mercúrio ou álcool com escala graduada de 1.ºC. Deverão ter uma
proteção do tipo capuz e serão instalados no interior de bainhas resistentes de aço de forma a
permitir que sejam retirados sem interromper o fluxo de gás. Estas bainhas deverão ser cheias com
óleo mineral para melhorar a transmissão de calor.
A precisão será de ± 0,5% e a escala de medição será de -10ºC a 50ºC.
Os Manómetros e Termómetros deverão ser fornecidos pelo fabricante, acompanhados de
certificado de calibração.

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10.6. REGULADOR DO PRM


Está prevista a instalação de equipamentos de regulação de pressão que permitam regular a
pressão a jusante de uma forma predeterminada, existindo, no mínimo, um regulador por cada linha
de regulação.
Deverão ser construídos de acordo com a norma NP 88 e possuir um “Certificado de Conformidade”,
de acordo com o artigo 67.º da Portaria 361/98.
O equipamento de regulação de pressão deve satisfazer as seguintes condições:
 A pressão de entrada poderá variar entre Pressão Máxima de 4,0 bar e Pressão Mínima de
800,0 mbar e a pressão de saída será de 300,0 mbar;
 O caudal mínimo a assegurar pelo redutor será de 92,27 m3/h;
 O aumento da pressão de saída ou “sobrepressão de fecho” (caudal de gás nulo) não deve
exceder 10% da pressão de serviço a jusante do regulador;
 A precisão de regulação será, no mínimo, de ±5% da pressão de saída, para uma gama de
caudais compreendidos entre 5% e 100% do caudal nominal;
 Ser do tipo de ação direta, com um dispositivo de corte de segurança – Válvula de
Segurança (VS), para máxima e mínima pressão, localizado antes do equipamento de
redução.

A Válvula de Segurança (VS) estará equipada com dispositivos de corte por excesso ou queda de
pressão, detetada à saída do regulador de modo a que as operações de fecho ocorram de acordo
com os valores de pressão definidos em projeto. Deverá atuar antes que a pressão a jusante atinja
115% da pressão máxima de serviço ou quando a pressão a jusante for 15% da pressão mínima de
serviço.
O rearme deverá ser sempre manual e, em posição fechada, deve estar completamente estanque.
Não deverá existir qualquer válvula entre a saída do regulador principal e a toma de pressão.

10.7. REDUTOR INDIVIDUAL PARA OS APARELHOS DA COZINHA


Cada Redutor Individual será instalado a montante do coletor da Cozinha e a jusante da válvula de
corte geral e, deverá ter as seguintes especificações:
 Deve possuir um “Certificado de Conformidade”, de acordo com o artigo 67.º da Portaria
361/98;
 Deve ter um grupo de regulação de classe de precisão AC5 ou AC10 e um grupo de pressão
de fecho SG10 ou SG20, de acordo com a norma NP 88

GÁS MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA - 23


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 Ser do tipo de ação direta, com dispositivo de segurança que corte a passagem de gás em
caso de excesso de pressão ou de queda de pressão à entrada e de segurança contra
sobrepressões de saída;
 A pressão de entrada poderá variar entre Pressão máxima = 4,0 bar e Pressão mínima =
100,0 mbar e a pressão de saída será de 21,0 mbar;
 O caudal mínimo a assegurar pelo redutor será de 2,15 m3/h.

Os dispositivos de segurança requeridos no redutor são:


 Corte da passagem de gás em caso de excesso ou queda de pressão à saída e
encravamento em rearme manual;
 Limitação de pressão à saída válvula de segurança.

10.8. REDUTOR INDIVIDUAL PARA OS APARELHOS DAS ÁREAS TÉCNICAS


Cada Redutor Individual será instalado a montante do coletor das Áreas Técnicas e a jusante da
válvula de corte geral e, deverá ter as seguintes especificações:
 Deve possuir um “Certificado de Conformidade”, de acordo com o artigo 67.º da Portaria
361/98;
 Deve ter um grupo de regulação de classe de precisão AC5 ou AC10 e um grupo de pressão
de fecho SG10 ou SG20, de acordo com a norma NP 88;
 Ser do tipo de ação direta, com dispositivo de segurança que corte a passagem de gás em
caso de excesso de pressão ou de queda de pressão à entrada e de segurança contra
sobrepressões de saída;
 A pressão de entrada poderá variar entre Pressão máxima = 4,0 bar e Pressão mínima =
100,0 mbar e a pressão de saída será definida pelo Fabricante e/ou Fornecedores dos
respetivos aparelhos. Será da responsabilidade destes a especificação e afinação dos
elementos a incorporar nas ligações aos aparelhos.
 O caudal máximo a assegurar pelo redutor da área técnica 1, 2, 3, 4 e 5 será,
respetivamente, 12,44 m3/h, 2,41 m3/h, 12,84 m3/h, 12,64 m3/h e 12,44 m3/h.

Os dispositivos de segurança requeridos no redutor são:


 Corte da passagem de gás em caso de excesso ou queda de pressão à saída e
encravamento em rearme manual;
 Limitação de pressão à saída válvula de segurança.

GÁS MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA - 24


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10.9. CONTADORES
Os equipamentos de medida permitem a quantificação do caudal volúmico de gás nos PRM.
O PRM será fornecido pelo fabricante com um espaço reservado para a incorporação do contador.
Nesse espaço o fabricante do PRM colocará um carrinho de dimensões exatas indicadas pela
Entidade Distribuidora, de modo a evitar que, durante o transporte do PRM possam surgir
deformações que impeçam ou dificultem a posterior instalação do equipamento de medida.
O fornecimento, montagem e garantia de operacionalidade do contador será assegurado
exclusivamente pela Entidade Distribuidora de Gás Natural.
Os contadores são classificados, consoante o seu Caudal volúmico como:
 Contadores de Membranas (ou Paredes Deformáveis);
 Contadores de Êmbolos Rotativos;
 Contadores de Turbina.

A Entidade Distribuidora deve indicar, para os Contadores de Êmbolos Rotativos e de Turbina, o


sentido do fluxo e a posição horizontal ou vertical em que o contador deverá ser instalado.
Para Contadores de Paredes Deformáveis, o Armário de Regulação tem de ser fornecido com um
troço de tubagem no lugar do contador com as mesmas características dimensionais e ligações do
contador que, em caso de avaria, o substitua.
O contador, independentemente do seu tipo, em conjunto com o restante equipamento que constitui
a Cadeia de Medida, deve ficar sempre instalado entre válvulas, de forma a garantir o total
isolamento.
A montante do contador ficará uma tomada de ½” com válvula de fecho de agulha com tampão para
futura instalação de um Manómetro de Faturação.
Prevendo-se a incorporação de um corretor de volume a jusante do contador, ficarão previstas duas
picagens tamponadas de ؽ”. Uma pela possível instalação de um termómetro e a outra para um
sensor de temperatura.
No exterior, à saída do PRM, ficará uma válvula de esfera de ½” com tampão, para a execução de
ensaios, purgas e colocação em serviço do contador.

GÁS MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA - 25


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10.10. CIRCUITO DE BYPASS


Em função da solução de redução, uma ou das linhas, e do tipo de contador, poderá existir um
Bypass destinado a desviar o gás sem passar pelo equipamento de medição, em caso de avaria,
comparação de leituras ou quando em manutenção.
Em regra, se o posto de redução for de dupla linha de redução, deve ter um Bypass ao contador,
com a exceção se o contador for de Paredes Deformáveis.
O Bypass incorporará 2 válvulas de seccionamento, um troço de tubagem e um disco cego em forma
de oito entre ambas. O disco estará normalmente em posição “fechado” e devidamente selado. Em
caso de emergência ou outra necessidade justificada, pode alterar-se a posição do disco para
“aberta” colocando o Bypass em serviço.

10.11. CORRETOR DE VOLUME


De acordo com os critérios definidos pela Entidade Distribuidora e, nos casos em que considere
necessário, serão instalados aparelhos eletrónicos que terão a finalidade de corrigir a medida do
consumo de gás segundo valores de pressão e temperatura parametrizados.
Sempre que a pressão de serviço do PRM seja igual ou superior a 0,5 bar é obrigatória a instalação
do contador em conjunto com um corretor de volume.
O corretor de volume deve vir acompanhado do respetivo certificado e deve ser instalado segundo
as indicações do Fabricante. O transmissor de pressão e a sonda de temperatura devem ser
instalados de modo a que os fios condutores não fiquem tensos, nem apresentem deformações que
possam alterar o seu funcionamento. Serão utilizados os condutores entregues pelo fabricante, não
estando autorizado o seu prolongamento ou manipulação.

10.12. UNIDADE DE FILTRAGEM


O PRM é sempre equipado com uma unidade de filtragem, existindo, em regra, uma por cada linha
de regulação. Esta permite reter as partículas sólidas e líquidas que, eventualmente, poderão ser
transportadas com o gás natural, de modo a que não danifiquem os restantes equipamentos do
PRM.
Os filtros serão do tipo cartucho amovível, corpo em aço, com forma de copo e ligações à tubagem
feitas por meio de flanges. Deverão dispor de uma marca indelével que indique a direção do fluxo.
O elemento filtrante deverá resistir a uma pressão diferencial de 3 bar, sem que se verifiquem
roturas ou danos. O rendimento quanto à matéria retida em função da granulometria deve ser no
mínimo 99,9%, para partículas líquidas e sólidas com diâmetros superiores a 5 micra.

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O filtro estará equipado com um orifício com tampa de abertura rápida e passagem total, de forma a
permitir a inspeção do elemento filtrante e a sua remoção para limpeza e possuirá um tubo de
descarga conduzindo ao exterior equipado com uma válvula para a purga da sujidade armazenada.
Esta válvula deverá ser de macho esférico do tipo passagem total com um tampão roscado ou outra
válvula suplementar à saída, cuja finalidade é evitar acidentes resultantes de uma abertura indevida.
As ligações serão realizadas com flanges ou roscadas por meio de juntas planas, que poderão ligar
diretamente ao regulador. O elemento filtrante deve ser substituído sem que seja preciso a
desmontagem do corpo do filtro ou do sistema de tubagens em que está instalado.
Não é requerida a instalação de filtros nos PRM com reguladores que apresentem filtros
incorporados, tais como o BCH30, CCH50, CCH80 e BCH120. No caso dos PRM que possuam
contador de Êmbolos Rotativos será instalado um filtro Cónico imediatamente a montante do
contador.

10.13. JUNTAS ISOLANTES


A utilização de juntas isolantes, de modo a garantir o isolamento elétrico do PRM, à entrada e/ou
saída do mesmo, é obrigatória nos PRM ligados a redes de tubagens de Aço, independentemente
do diâmetro da tubagem.
As juntas isolantes serão do tipo monobloco, com extremidades em aço, para soldar topo a topo.
A proteção exterior será feita por pintura com aplicação de primário à base de resinas epoxídicas, de
modo a manter as suas características isolantes.
Os ensaios das juntas isolantes devem ser certificados pelo fabricante através de certificados de
qualidade, conforme definido na norma EN 10204, tipo 3.1.

11. LIGAÇÃO EQUIPOTENCIAL


Todos os elementos do PRM localizados entre as juntas isolantes deverão ter, permanentemente, o
mesmo potencial elétrico e deverão estar ligados à terra, com uma resistência de ligação inferior a
10 Ohm, dedicada única e exclusivamente ao PRM.
A ligação da instalação ao elétrodo terra deverá ser estabelecida através dum condutor de cobre
com revestimento verde e amarelo, ligado à terra através de braçadeiras metálicas resistentes à
corrosão, ao nível do PRM. O elétrodo poderá ser de cobre ou aço revestido de zinco.
O elétrodo ficará enterrado a uma profundidade de 0,8 m, em local tão húmido quanto possível, de
preferência em terra vegetal e afastado de substâncias corrosivas que possam infiltrar-se no terreno.
Não é admitida a utilização das tubagens de gás para ligação à “terra” das redes elétricas ou outras.

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12. COLOCAÇÃO EM SERVIÇO


A Entidade Distribuidora só poderá iniciar o abastecimento quando na posse do Termo de
Responsabilidade da Entidade Instaladora, previsto na legislação aplicável e, depois da Entidade
Inspetora ter procedido a uma inspeção das partes visíveis e dado conformidade à execução das
soldaduras e aos ensaios de pressão realizados.
A introdução de gás na tubagem será feita de maneira a evitar a formação de misturas ar/gás
inflamáveis ou a ocorrência de danos em qualquer dos elementos do PRM. Para isso, a introdução
de gás realiza-se de forma contínua e a velocidade moderada. Esta operação é realizada garantindo
um controlo permanente, através da medição do teor de gás na atmosfera.
A purga de gás realizar-se-á no exterior do recinto do PRM, evitando-se a todo o momento que
circule qualquer fluido pelo contador enquanto não exista total segurança da sua limpeza.
Deverá ter-se em consideração uma atenção especial à circulação inversa do fluido pelo interior do
PRM, pois os mecanismos do contador e do redutor poderão não se encontrar protegidos pela
existência dum filtro prévio.
Só se efetuará a entrada em serviço da instalação após o cliente ter recebido as instruções de
operação e manutenção e de se ter comprovado que em todos os aparelhos ligados à rede de gás
produz-se combustão com uma chama estável e de cor e intensidade adequados.
Depois da colocação ao serviço do PRM, a sua Pressão de Serviço não poderá ser alterada sem
uma prévia autorização da Concessionária da região.

13. MANUTENÇÃO
O correto funcionamento do PRM supõe a aplicação de um programa de manutenção preventiva. A
periocidade do mesmo será determinada pelas condições de utilização.
As verificações periódicas devem incluir:
 Verificação da perda de carga dos filtros;
 Comprovação da estanquidade das juntas com uma solução espumífera ou equipamento
detetor adequado;
 Comprovação do correto funcionamento dos dispositivos de segurança;
 Comprovação das pressões indicadas nos manómetros;
 Comprovação do funcionamento dos reguladores;
 Caso existam duas linhas de regulação, a linha de Reserva será colocada em
funcionamento durante a manutenção da outra linha;

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 A substituição da linha em operação em cada operação programada (alternância de


funcionamento), no mínimo uma vez por ano.

14. QUALIDADE DOS MATERIAIS


Todos os materiais aplicados deverão ser próprios para a utilização de Gás Natural, serem isentos
de defeitos, incombustíveis e obedecer ao determinado nas respetivas especificações, documentos
de homologação e Normas Portuguesas em vigor.
As válvulas, redutores, tubagens e ligações, deverão ser adquiridos com o Certificado de Qualidade
segundo a EN 10204, tipo 3.1.
Em tudo o que este projeto for omisso, deverão cumprir-se as especificações das normas
regulamentares oficiais e legislação em vigor, bem como nos manuais técnicos da concessionária da
região em que se localiza a instalação.

Barcelos, setembro de 18
O Técnico responsável

_____________________________
(Pedro Bogas Gonçalves – Eng.º Civil)

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PROJETO DE INSTALAÇÃO DE GÁS

MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA

ANEXO

SEDE E ESCRITÓRIO: RUA VISCONDE DE LEIRIA N.º26, 1.ºCENTRO_FR. X, (CENTRO COMERCIAL DO APOIO) – 4750-311 BARCELOS
t. 253 811 172 f. 253 811 226 Tlm. 96 687 83 57 mail. solucaoestavel@sapo.pt
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CASA DA TORRE

AVENIDA DOS VISCONDES DA TORRE, N.º80


SOUTELO
VILA VERDE

PROJETO DE INSTALAÇÃO DE GÁS

MEMÓRIA DE CÁLCULO

SEDE E ESCRITÓRIO: RUA VISCONDE DE LEIRIA N.º26, 1.ºCENTRO_FR. X, (CENTRO COMERCIAL DO APOIO) – 4750-311 BARCELOS
t. 253 811 172 f. 253 811 226 Tlm. 96 687 83 57 mail. solucaoestavel@sapo.pt
Casa da Torre

DIMENSIONAMENTO DA REDE DE GÁS

Exterior do Edifício/Coluna Montante (média pressão)

RENPORTGÁS TIPO DE GÁS = 2 GÁS NATURAL


CONCESSIONÁRIA:
PRESSÃO DE SERVIÇO DA INSTALAÇÃO : 300 mbar
PERDA DE CARGA MÁXIMA ADMISSÍVEL : 30 mbar
VELOCIDADE MÁXIMA DE ESCOAMENTO : 15 m/s

Potência dos Aparelhos (kW) : C/ Aquecimento x


1.1 - Fogão n.º1 (4 queimadores) 15,5 S/ Aquecimento
1.2 - Fogão n.º2 (2 queimadores e 2 chapas) 15,5
1.3 - Grelhador 12 Nota: Assinalar a opção pretendida

1.4 - Fritadeira 12
1.5 - Forno 21,4
1.6 - Caldeira n.º1 124
1.7 - Caldeira n.º2 79
1.8 - Máquina de Secar Roupa 24
1.9 - Caldeira n.º3 124
2.0 - Caldeira n.º4 128
2.1 - Caldeira n.º5 87
2.2 - Caldeira n.º6 126
2.3 - Caldeira n.º7 79
2.4 - Caldeira n.º8 124

Perda de
Troço L real Nº Qfogos Coeficiente Qcalc L(Vert) Dext Dint PMont PJus PAcum/troço V
Pressão
(m) fogos (m3/h) simult. (m3/h) (m) (mm) (mm) (mbar) (mbar) (mbar) (mbar) (m/s)

PRM - C.V.01 26,59 1 92,27 1,00 92,27 -0,40 Pe110 90,0 300,00 299,46 0,54 0,54 3,07
OK OK OK

C.V.01 - C.V.02 27,68 1 72,99 1,00 72,99 0,00 Pe110 90,0 299,46 299,10 0,36 0,90 2,43
OK OK OK

C.V.02 - C.T.01 11,06 1 65,73 1,00 65,73 1,40 Pe110 90,0 299,10 299,04 0,05 0,96 2,19
OK OK OK

Setembro de 2018 Rede de Abastecimento de Gás


Casa da Torre

C.T.01 - A 32,08 1 65,73 1,00 65,73 7,60 Cu42 39,0 299,04 279,98 19,07 20,02 11,74
OK OK OK

A - C.D.03 7,03 1 23,94 1,00 23,94 1,40 Cu35 32,0 279,98 278,27 1,71 21,73 6,40
OK OK OK

A-B 12,00 1 41,79 1,00 41,79 0,00 Cu42 39,0 278,27 275,06 3,22 24,94 7,54
OK OK OK

B - C.D.04 52,54 1 20,23 1,00 20,23 1,40 Cu42 39,0 275,06 271,35 3,71 25,43 3,66
OK OK OK

B-C 49,94 1 21,56 1,00 21,56 0,00 Cu42 39,0 275,06 271,03 4,02 24,04 3,90
OK OK OK

C - C.D.05 9,49 1 19,28 1,00 19,28 1,40 Cu42 39,0 271,03 270,47 0,56 24,61 3,50
OK OK OK

C - C.D.06 48,56 1 2,28 1,00 2,28 -7,60 Cu22 20,0 271,03 269,05 1,99 26,03 1,57
OK OK OK

C.V.02 - C.T.02 3,81 1 7,26 1,00 7,26 1,40 Pe25 19,0 299,10 297,83 1,26 2,17 5,43
OK OK OK

C.T.02 - C.D.01 3,33 1 7,26 1,00 7,26 0,00 Cu22 20,0 297,83 296,93 0,91 3,07 4,90
OK OK OK

C.V.01 - C.T.03 42,70 1 19,28 1,00 19,28 1,40 Pe40 32,6 299,46 292,98 6,48 7,02 4,90
OK OK OK

C.T.03 - C.D.02 4,21 1 19,28 1,00 19,28 0,00 Cu28 25,6 292,98 290,90 2,08 9,10 7,98
OK OK OK

Setembro de 2018 Rede de Abastecimento de Gás


Casa da Torre

DIMENSIONAMENTO DA REDE DE GÁS

Interior do Edifício (baixa pressão) - Cozinha

CONCESSIONÁRIA: RENPORTGÁS TIPO DE GÁS = 2 GÁS NATURAL


PRESSÃO DE SERVIÇO DA INSTALAÇÃO : 21 mbar
PERDA DE CARGA MÁXIMA ADMISSÍVEL : 1,5 mbar
VELOCIDADE MÁXIMA DE ESCOAMENTO : 10 m/s

Troço Fogão n.º1 Fogão n.º2 Grelhador Fritadeira Forno Total Qcalc L Leq Lvert Dext Dint PVert p PMont PJus Pjuscorr. PAcum/troço V
15,5 kW 15,5 kW 12 kW 12 kW 21,4 kW kW (m3/h) (m) (m) (m) (mm) (mm) (mbar) (mbar) (mbar) (mbar) (mbar) (mbar) (m/s)

Caixa de Derivação 1 (C.D. 1) -


1 15,5 1,55 7,32 8,78 0 Cu18 16,0 0,00 0,465 21,00 20,535 20,535 0,465 2,148
Fogão n.º1
OK OK

Caixa de Derivação 1 (C.D.1) - 1 15,5 1,55 9,29 11,1 0 Cu18 16,0 0,00 0,590 21,00 20,410 20,410 0,590 2,148
Fogão n.º2
OK OK

Caixa de Derivação 1 (C.D. 1) -


1 12,0 1,20 6,92 8,3 0 Cu18 16,0 0,00 0,276 21,00 20,724 20,724 0,276 1,663
Grelhador
OK OK

Caixa de Derivação 1 (C.D.1) -


1 12,0 1,20 10,7 12,8 0 Cu18 16,0 0,00 0,426 21,00 20,574 20,574 0,426 1,663
Fritareira
OK OK

Caixa de Derivação 1 (C.D. 1) -


1 21,4 2,15 12,8 15,4 0 Cu18 16,0 0,00 1,465 21,00 19,535 19,535 1,465 2,966
Forno
OK OK

Setembro de 2018 Rede de Abastecimento de Gás


Casa da Torre

DIMENSIONAMENTO DA REDE DE GÁS

Interior do Edifício (baixa pressão) - Área Técnica 1

CONCESSIONÁRIA: RENPORTGÁS TIPO DE GÁS = 2 GÁS NATURAL


PRESSÃO DE SERVIÇO DA INSTALAÇÃO : 21 mbar
PERDA DE CARGA MÁXIMA ADMISSÍVEL : 1,5 mbar
VELOCIDADE MÁXIMA DE ESCOAMENTO : 10 m/s

Troço Caldeira n.º1 Caldeira n.º2 Total Qcalc L Leq Lvert Dext Dint PVert p PMont PJus Pjuscorr. PAcum/troço V
124 kW 79 kW kW (m3/h) (m) (m) (m) (mm) (mm) (mbar) (mbar) (mbar) (mbar) (mbar) (mbar) (m/s)

Caixa de Derivação 2 (C.D. 2) -


1 124 12,44 1,90 2,28 -1,4 Cu28 25,6 -0,06 0,551 21,00 20,449 20,386 0,614 6,713
Caldeira n.º1
OK OK

Caixa de Derivação 2 (C.D. 2) - 1 79 7,93 1,9 2,28 -1,4 Cu28 25,6 -0,06 0,243 21,00 20,757 20,694 0,306 4,277
Caldeira n.º2
OK OK

Setembro de 2018 Rede de Abastecimento de Gás


Casa da Torre

DIMENSIONAMENTO DA REDE DE GÁS

Interior do Edifício (baixa pressão) - Área Técnica 2

CONCESSIONÁRIA: RENPORTGÁS TIPO DE GÁS = 2 GÁS NATURAL


PRESSÃO DE SERVIÇO DA INSTALAÇÃO : 21 mbar
PERDA DE CARGA MÁXIMA ADMISSÍVEL : 1,5 mbar
VELOCIDADE MÁXIMA DE ESCOAMENTO : 10 m/s

Troço Máq. Secar Roupa Total Qcalc L Leq Lvert Dext Dint PVert p PMont PJus Pjuscorr. PAcum/troço V
24 kW kW kW (m3/h) (m) (m) (m) (mm) (mm) (mbar) (mbar) (mbar) (mbar) (mbar) (mbar) (m/s)

Caixa de Derivação 6 (C.D. 6) -


1 24 2,41 10,84 13 -1,4 Cu22 20,0 -0,06 0,520 21,00 20,480 20,416 0,584 2,129
Máquina Secar Roupa
OK OK

Setembro de 2018 Rede de Abastecimento de Gás


Casa da Torre

DIMENSIONAMENTO DA REDE DE GÁS

Interior do Edifício (baixa pressão) - Área Técnica 3

CONCESSIONÁRIA: RENPORTGÁS TIPO DE GÁS = 2 GÁS NATURAL


PRESSÃO DE SERVIÇO DA INSTALAÇÃO : 21 mbar
PERDA DE CARGA MÁXIMA ADMISSÍVEL : 1,5 mbar
VELOCIDADE MÁXIMA DE ESCOAMENTO : 10 m/s

Troço Caldeira n.º3 Caldeira n.º4 Total Qcalc L Leq Lvert Dext Dint PVert p PMont PJus Pjuscorr. PAcum/troço V
124 kW 128 kW kW (m3/h) (m) (m) (m) (mm) (mm) (mbar) (mbar) (mbar) (mbar) (mbar) (mbar) (m/s)

Caixa de Derivação 3 (C.D. 3) -


1 124 12,44 4,71 5,65 -1,4 Cu35 32,0 -0,06 0,466 21,00 20,534 20,471 0,529 4,297
Caldeira n.º3
OK OK

Caixa de Derivação 3 (C.D. 3) - 1 128 12,84 7,23 8,68 -1,4 Cu35 32,0 -0,06 0,758 21,00 20,242 20,179 0,821 4,435
Caldeira n.º4
OK OK

Setembro de 2018 Rede de Abastecimento de Gás


Casa da Torre

DIMENSIONAMENTO DA REDE DE GÁS

Interior do Edifício (baixa pressão) - Área Técnica 4

CONCESSIONÁRIA: RENPORTGÁS TIPO DE GÁS = 2 GÁS NATURAL


PRESSÃO DE SERVIÇO DA INSTALAÇÃO : 21 mbar
PERDA DE CARGA MÁXIMA ADMISSÍVEL : 1,5 mbar
VELOCIDADE MÁXIMA DE ESCOAMENTO : 10 m/s

Troço Caldeira n.º5 Caldeira n.º6 Total Qcalc L Leq Lvert Dext Dint PVert p PMont PJus Pjuscorr. PAcum/troço V
87 kW 126 kW kW (m3/h) (m) (m) (m) (mm) (mm) (mbar) (mbar) (mbar) (mbar) (mbar) (mbar) (m/s)

Caixa de Derivação 4 (C.D. 4) -


1 87 8,73 4,98 5,98 -1,4 Cu28 25,6 -0,06 0,758 21,00 20,242 20,179 0,821 4,710
Caldeira n.º5
OK OK

Caixa de Derivação 4 (C.D. 4) - 1 126 12,64 4,24 5,09 -1,4 Cu28 25,6 -0,06 1,266 21,00 19,734 19,671 1,329 6,822
Caldeira n.º6
OK OK

Setembro de 2018 Rede de Abastecimento de Gás


Casa da Torre

DIMENSIONAMENTO DA REDE DE GÁS

Interior do Edifício (baixa pressão) - Área Técnica 5

CONCESSIONÁRIA: RENPORTGÁS TIPO DE GÁS = 2 GÁS NATURAL


PRESSÃO DE SERVIÇO DA INSTALAÇÃO : 21 mbar
PERDA DE CARGA MÁXIMA ADMISSÍVEL : 1,5 mbar
VELOCIDADE MÁXIMA DE ESCOAMENTO : 10 m/s

Troço Caldeira n.º7 Caldeira n.º8 Total Qcalc L Leq Lvert Dext Dint PVert p PMont PJus Pjuscorr. PAcum/troço V
79 kW 124 kW kW (m3/h) (m) (m) (m) (mm) (mm) (mbar) (mbar) (mbar) (mbar) (mbar) (mbar) (m/s)

Caixa de Derivação 5 (C.D. 5) -


1 79 7,93 3,92 4,7 -1,4 Cu28 25,6 -0,06 0,500 21,00 20,500 20,436 0,564 4,277
Caldeira n.º7
OK OK

Caixa de Derivação 5 (C.D. 5) -


1 124 12,44 2,71 3,25 -1,4 Cu28 25,6 -0,06 0,786 21,00 20,214 20,151 0,849 6,713
Caldeira n.º8
OK OK

Setembro de 2018 Rede de Abastecimento de Gás


PEDRO BOGAS GONÇALVES – ENGENHEIRO CIVIL

CENTRO DE ESPIRITUALIDADE E CULTURA


CASA DA TORRE

AVENIDA DOS VISCONDES DA TORRE, N.º80


SOUTELO
VILA VERDE

PROJETO DE INSTALAÇÃO DE GÁS

III - PEÇAS DESENHADAS

SEDE E ESCRITÓRIO: RUA VISCONDE DE LEIRIA N.º26, 1.ºCENTRO_FR. X, (CENTRO COMERCIAL DO APOIO) – 4750-311 BARCELOS
t. 253 811 172 f. 253 811 226 Tlm. 96 687 83 57 mail. solucaoestavel@sapo.pt
PEDRO BOGAS GONÇALVES – ENGENHEIRO CIVIL

ÍNDICE

GÁS.001.R00 Planta do Piso R/C e 1º Andar


GÁS.002.R00 Planta do Piso 2º e 3º Andares
GÁS.003.R00 Planta da Cobertura
GÁS.004.R00 Isométricas da Rede
GÁS.005.R00 Pormenores

SEDE E ESCRITÓRIO: RUA VISCONDE DE LEIRIA N.º26, 1.ºCENTRO_FR. X, (CENTRO COMERCIAL DO APOIO) – 4750-311 BARCELOS
t. 253 811 172 f. 253 811 226 Tlm. 96 687 83 57 mail. solucaoestavel@sapo.pt
SIMBOLOGIA (Conforme Norma NP-4271):

- Tubagem da rede externa de gás (Enterrada)


- Tubagem da rede interna de gás (Embebida)
Pe - Tubagem em polietileno
Cu - Tubagem em cobre
- Fogão 9Kw
M
- Esquentador/Caldeira Mural 24Kw
- Válvula de 1/4 de volta
- Caixa visitável de soldadura
C - Contador

-Inclinação da tubagem

-Garrafas de Gás Propano G110 - 45Kg

- Início da coluna montante


- Fim da coluna montante

DAQ - Depósito de Água Quente

C.V. - Caixa de Visita

C.T. - Caixa de Transição Pe-Cu

C.D. - Caixa de Derivação


SIMBOLOGIA (Conforme Norma NP-4271):

- Tubagem da rede externa de gás (Enterrada)


- Tubagem da rede interna de gás (Embebida)
Pe - Tubagem em polietileno
Cu - Tubagem em cobre
- Fogão 9Kw
M
- Esquentador/Caldeira Mural 24Kw
- Válvula de 1/4 de volta
- Caixa visitável de soldadura
C - Contador

-Inclinação da tubagem

-Garrafas de Gás Propano G110 - 45Kg

- Início da coluna montante


- Fim da coluna montante

DAQ - Depósito de Água Quente

C.V. - Caixa de Visita

C.T. - Caixa de Transição Pe-Cu

C.D. - Caixa de Derivação


SIMBOLOGIA (Conforme Norma NP-4271):

- Tubagem da rede externa de gás (Enterrada)


- Tubagem da rede interna de gás (Embebida)
Pe - Tubagem em polietileno
Cu - Tubagem em cobre
- Fogão 9Kw
M
- Esquentador/Caldeira Mural 24Kw
- Válvula de 1/4 de volta
- Caixa visitável de soldadura
C - Contador

-Inclinação da tubagem

-Garrafas de Gás Propano G110 - 45Kg

- Início da coluna montante


- Fim da coluna montante

DAQ - Depósito de Água Quente

C.V. - Caixa de Visita

C.T. - Caixa de Transição Pe-Cu

C.D. - Caixa de Derivação


SIMBOLOGIA (Conforme Norma NP-4271):

- Tubagem da rede externa de gás (Enterrada)


- Tubagem da rede interna de gás (Embebida)
Pe - Tubagem em polietileno
Cu - Tubagem em cobre
- Fogão 9Kw
M
- Esquentador/Caldeira Mural 24Kw
- Válvula de 1/4 de volta
- Caixa visitável de soldadura
C - Contador

-Inclinação da tubagem

-Garrafas de Gás Propano G110 - 45Kg

- Início da coluna montante


- Fim da coluna montante

DAQ - Depósito de Água Quente

C.V. - Caixa de Visita

C.T. - Caixa de Transição Pe-Cu

C.D. - Caixa de Derivação


CAIXA DE DERIVAÇÃO - COZINHA CAIXA DE DERIVAÇÃO - ÁREAS TÉCNICAS
Sem escala Sem escala

1 1
3 2

Redutor de Pressao
2
(300mbar - 21mbar)

1
1
4 3

CAIXA DE TRANSIÇÃO POLIETILENO/COBRE CAIXA DE VISITA


COLOCAÇÃO DAS TUBAGENS Sem Escala Sem Escala
Sem Escala

PORMENOR TIPO DA VALA


DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO

ENCHIMENTO POR CAMADAS


COM TERRA CRIVADA
CORRECTAMENTE COMPACTADA.

BANDA AVISADORA
AMARELA DE
MÍN. 0.60

PRÉ-AVISO.
0.30

0.10

PLANTA DA CAIXA

PLANTA DA CAIXA
GÁS
0.10

AREIA DOCE OU
EQUIVALENTE.

0.10 0.10

TAMPA RAMAL DE
ABASTECIMENTO
AO EDIFÍCIO

REDE
GERAL

CORTE

CORTE

MATERIAL ISOLANTE 0.05m


E IMPERMEÁVEL

D £ D+10mm

BANDA DE PLÁSTICO Sempre que uma tubagem penetra num


OU EQUIVALENTE edifício através das suas paredes ou
fundações no sub-solo, o espaço
anelar entre a tubagem e a parede
1.0m<h<1.5m deve ser obturado de modo estanque.