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ESCOLA ESTADUAL RENASCER

PROFª. : JUCIRENE ARAÚJO - DISCIPLINA: SOCIOLOGIA -


CONTEÚDOS 4ª AVALIAÇÃO - ANO: 2012
Aluno(a)___________________________________ TURMA__________________

CAPITALISMO E SOCIALISMO: SURGIMENTO E ETAPAS

Modo de produção capitalista: o que é?


O modo de produção capitalista é caracterizado pelas relações assalariadas de produção (trabalho
assalariado) e a propriedade privada dos meios de produção pela burguesia.
Sob o capitalismo, a burguesia possui as fábricas, os centros comerciais, as grandes lojas, os
meios de transporte, as terras, os bancos etc. A burguesia é a proprietária dos meios de produção
e dos meios de circulação das riquezas na sociedade.
Bem diferente do ocorria durante o feudalismo, quando o servo estava ligado à terra. No
capitalismo o homem é livre para se empregar onde quiser, desde que o patrão (capitalista) o
aceite como empregado.
Na sociedade capitalista o desenvolvimento da produção é movido pelo desejo de lucro. E nesse
desejo eles buscam expandir sua produção e baixar seus custos. Seja através de aperfeiçoamentos
técnicos, exigindo maior produtividade e compromisso de seus funcionários.

O surgimento do capitalismo

O Capitalismo surge nos transcorrer de três séculos (do séc. XV ao séc. XVIII), nesse processo
de formação e moldagem, o que hoje passamos a chamar de “capitalismo” provocou pelo menos
quatro grandes revoluções/transformações:
1- Revolução Econômica: A sociedade deixou de ser organizada em apenas dois grandes
grupos sociais; (senhores feudais e servos) para o surgimento de novos importantes grupos
sociais: os comerciantes e os artesãos livres.
2- A Revolução Industrial (ocorrida na segunda metade do séc. XVIII) foi responsável pelo
desenvolvimento de novas invenções e técnicas, o aumento das atividades produtivas, dando
origem, assim, à indústria moderna, dentre outros.
3 - Revolução foi política, A nobreza feudal dava lugar à burguesia econômica. Agora os
empresários passarão a organizar a política, além da economia. Juntamente com a ascensão da
classe burguesa, surge o Estado moderno, com governos eleitos pelo voto e regidos por uma
Constituição etc. Essa mudanças garante o surgimento da chamada “democracia burguesa”, uma
forma de governar que cria uma imagem favorável aos interesses burgueses.
4- Revolução ideológica; A idéia de progresso se propaga, a riqueza alcançada com o comércio
e a indústria são legitimadas, nasce o sentimento de individualidade Desenvolvimento científico
acelerado. A ciência se desenvolve e aperfeiçoa a partir de novos conceitos.

Etapas do capitalismo

1) Pré-capitalismo (do séc. XI ao séc. XV): o comércio e a produção artesanal começam a se


expandir, mas o trabalho assalariado ainda é uma exceção;
2) Capitalismo comercial ou mercantil (do séc. XV ao séc. XVIII): o trabalho independente
ainda predomina, mas se expande o regime assalariado;
3) Capitalismo industrial (do séc. XVIII ao séc. XX): com a Revolução Industrial, o capital
passa a ser investido basicamente na indústria, o trabalho assalariado se firma definitivamente;
4) Capitalismo financeiro (a maior parte do séc. XX): os bancos e outras instituições
financeiras passam a controlar as demais atividades econômicas por meio de financiamentos à
agricultura, à pecuária, à indústria e ao comércio;
5) Sociedade pós-industrial (do séc. XX ao séc. XXI): o capital financeiro continua a dominar
os outros setores da economia. Com a globalização e o desenvolvimento das redes de
computadores, grandes massas de capital passam a ser aplicadas nos países que oferecem maior
lucratividade, retirando-se deles ao menor sinal de crise; ao mesmo tempo a indústria e a
agricultura perdem importância em relação ao setor de serviços.

O capitalismo e a questão social


Desde o início da Revolução Industrial, a indústria não parou de progredir. Já as condições de
vida dos que trabalham nas fábricas eram degradantes e muito precárias.

Com o aperfeiçoamento da máquina a vapor, as fábricas mudaram-se para a periferia das


cidades, ficando mais próximas dos mercados consumidores e onde os trabalhadores eram
contratados com mais facilidade. As fábricas eram edifícios enormes, fechados e com um
enorme número de operários. Por dentro era um ambiente insalubre, sem luz e ventilação
suficientes.

Em geral os operários levavam uma vida duríssima, trabalhando de doze a dezessete horas por
dia, sem direito a férias ou mesmo descanso semanal remunerado. Recebiam salários baixíssimos
(salários de fome) e viviam em bairros ou cidades industriais, amontoados em cortiços, sem água
nem esgoto.

Sem poderem contar com assistência médica ou aposentadoria, só restava a eles as associações
de classe (sindicatos) e as greves como instrumento de luta para a conquista de direitos. Diante
dessas condições de vida e de trabalho, os operários do capitalismo florescente desencadearam
fortes movimentos sociais que, da Inglaterra, expandiram-se por toda a Europa industrializada.

O capitalismo analisado por Karl Marx

O valor de um bem é determinado pela quantidade de trabalho socialmente necessário para sua
produção. Assim, o lucro não se realiza na hora da troca da mercadoria, mas sim na produção
dessas mercadorias. Isso acontece porque os trabalhadores não recebem o valor correspondente
ao seu trabalho, mas só o necessário para sua sobrevivência.
O valor da força de trabalho de um assalariado, como de toda mercadoria, é estabelecido pelo
tempo de trabalho necessário para produzir os bens e garantir a sobrevivência do trabalhador. O
valor de todos os bens consumidos pelo trabalhador (alimentos, moradia, tempo para descanso
etc) diariamente é o valor de sua força de trabalho. Suponhamos que um operário trabalhe oito
horas por dia na produção de sapatos. Para repor sua força de trabalho, ele precisa alimentar-se e
descansar. Suponhamos ainda que o valor dos bens consumidos por ela para repor suas energias
em dia seja igual ao valor produzido por ele em seis horas de trabalho na produção de sapatos.
Para garantir sua sobrevivência, portanto, ele precisaria trabalhar apenas seis horas por dia, mas
continua trabalhando oito horas. Essas duas horas, diz Marx, representam o “sobre-trabalho” ou
trabalho excedente (mais-valia), e é dessas horas trabalhadas a mais que sai o lucro do patrão.
Segundo Karl Marx, a essência do capitalismo é a apropriação privada dessa mais-valia, que dá
origem ao lucro. A classe dominante (capitalistas ou patrões) apropriam-se dessa mais-valia mas
não a consomem por completo, e boa parte desse lucro será investido e reinvestido
constantemente na produção. A esse investimento permanente do excedente de trabalho, Marx dá
o nome de “acumulação de capital”.
Para Marx, só é considerado capital aquele dinheiro (ou meios de produção) empregado de tal
modo que produza mais-valia por meio do trabalho assalariado. Não é todo dinheiro que é
capital, como se pensa comumente.

Socialismo: conceito
O sonho de uma sociedade igualitária, na qual todos tenham franco acesso à distribuição e à
produção de riquezas, alimenta os sonhos da humanidade, os anseios de "liberdade, igualdade e
fraternidade" expressos pela revolução francesa ainda estão por vir. O Socialismo pode ser
assim definido:
1. Denominação genérica de um conjunto de teorias socioeconômicas, ideologias e
práticas políticas que postulam a abolição das desigualdades entre as classes sociais;
2. O Socialismo é também um sistema político, econômico e social que foi desenvolvido
a partir da idéia de igualdade;

Incluem-se nessa denominação desde o socialismo utópico e a social-democracia até o


comunismo e o anarquismo. No conceito do Socialismo, não há propriedade privada e a
produção deveria ser igualmente distribuída entre a população. As idéias Socialistas se
fundamentaram a partir dos estudos de Karl Marx. Esse filósofo acreditava que somente um
governo que pregasse a igualdade de direitos teria o suporte para o desenvolvimento. Contudo, o
socialismo pregado por Marx nunca existiu de fato. Para Marx o socialismo é apenas o primeiro
estágio para se alcançar o “comunismo”: estágio em que não mais haverá classes sociais e
diferenças entre as pessoas, tudo pertencerá a todos de modo igual e a figura do Estado deixaria
de existir.
Todas as experiência que assistimos até agora: Rússia, Cuba, China, Coreia do Norte; não
ultrapassaram o primeiro estágio rumo ao comunismo.
Para caracterizar uma sociedade socialista, é necessário que estejam presentes os seguintes
elementos fundamentais:
a) limitação do direito à propriedade privada;
b) controle dos principais recursos econômicos pelas classes trabalhadoras;
c) a intervenção dos poderes públicos na gestão desses recursos econômicos, com a finalidade de
promover a igualdade social, política e jurídica.
Para muitos teóricos socialistas contemporâneos, é fundamental também que o socialismo se
implante pela vontade livremente expressa de todos os cidadãos, mediante práticas democráticas.

As diferentes teorias socialistas surgiram como reação contra esse quadro, com a proposta de
buscar uma nova harmonia social por meio de drásticas mudanças, como a transferência dos
meios de produção de uma única classe para toda a coletividade. Uma conseqüência dessa
transformação seria o fim do trabalho assalariado e a substituição da liberdade de ação
econômica dos proprietários por uma gestão socializada ou planejada, com o objetivo de adequar
a produção econômica às necessidades da população, ao invés de se reger por critérios de lucro.
Tais mudanças exigiriam necessariamente uma transformação radical do sistema político.
ECONOMIA: LIBERALISMO E NEO LIBERALISMO

1 – O QUE É ECONOMIA?
Conceito
Economia é uma ciência social que estuda como o indivíduo e a sociedade decidem empregar
recursos produtivos escassos na produção de bens e serviços, de modo a distribuí-los entre as
pessoas e grupos da sociedade, a fim de satisfazer as necessidades humanas.
Em qualquer sociedade, os recursos ou fatores de produção são escassos; contudo as
necessidades humanas são ilimitadas, e sempre se renovam. Isso obriga a sociedade a escolher
entre alternativas de produção e de distribuição dos resultados da atividade produtiva aos vários
grupos da sociedade.
A economia tem por objeto as atividades humanas ligadas à produção, circulação, distribuição e
consumo de bens e serviços.
Os sistemas econômicos podem ser classificados em:
a) Sistema capitalista, ou economia de mercado, é aquele regido pelas forças de mercado,
predominando a livre iniciativa e a propriedade privada dos fatores de produção.
b) Sistema socialista ou economia centralizada, ou ainda economia planificada, é aquele em
que as questões econômicas fundamentais são resolvidas por um órgão central de planejamento,
predominando a propriedade
pública dos fatores de produção. Os Problemas Econômicos Fundamentais:
a) O quê e quanto produzir:
b) Dada a escassez de recursos de produção, a sociedade terá de escolher, quais produtos
serão produzidos e em que quantidades.
b) Como produzir: A sociedade terá de escolher ainda quais recursos de produção serão
utilizados para a produção de bens e serviços, dado o nível tecnológico existente.
c) Para quem produzir: A sociedade terá também que decidir como seus membros participarão da
distribuição dos resultados de sua produção (demanda, oferta, determinação de salários, das
rendas das terras, dos juros
etc).
Em economias de mercado, esses problemas são resolvidos pelos mecanismos de preços atuando
por meio da oferta e da demanda. Nas economias centralizadas, essas questões são decididas por
um órgão central de planejamento, a partir de um levantamento dos recursos de produção
disponíveis e das necessidades do país, e não pela oferta e demanda no mercado.

LIBERALISMO E NEOLIBERALISMO

Liberalismo
Doutrina que preconiza a liberdade individual aplicada principalmente nos terrenos político e
econômico. Combina os ideais de livre associação e organização. O ideal político do liberalismo
do séc. XIX era a democracia definida como um mínimo de governo, com as leis e a constituição
traçadas voluntariamente por todo o povo, através de representantes responsáveis.
Essas duas expressões refletem muito os ideais liberalistas: laissez faire (deixai fazer) e laissez
passer (deixai passar).
O liberalismo é, às vezes, empregado como sinônimo de individualismo. Isso porque entre seus
objetivos estava a busca de maior liberdade individual e garantia de maior liberdade e igualdade
entre os cidadãos. Além da diminuição e limitação dos poderes do Estado (“Estado mínimo”) na
política e principalmente na economia.

A corrente liberal defendia os seguintes preceitos:


a) propriedade privada;
b) amplas liberdades nas atividades comerciais;
c) igualdade dos indivíduos perante a lei;
d) elogiavam a prosperidade econômica individual;
e) a riqueza está acessível a todos que trabalharem bastante.
A pobreza era vista como um problema individual que tinha como origem o fracasso pessoal. E
para se sair do nível de pobreza, deveria haver total colaboração entre trabalhadores e patrões. O
liberalismo foi uma corrente de pensamento político e econômico que impulsionou as seguintes
revoluções e independências:

1760 em diante: Revolução Industrial
1776: Independência dos EUA;
1789: Revolução Francesa;
1820: Independências na América;
1830 e 1848: Revoluções liberais na Europa.

O principal nome do liberalismo econômico é o economista escocês Adam Smith (1723-1790),


para ele, o trabalho é a principal fonte geradora de riqueza e, não o comércio como afirmação os
mercantilistas.
Adam Smith acreditava que as desigualdades sociais eram o principal incentivo ao trabalho e ao
enriquecimento.
A economia não necessitava de nenhuma outra intervenção, apenas a que o próprio mercado
produz: a lei da oferta e da procura, segundo Smith, ela é a principal responsável pelo
crescimento da riqueza e uma melhor distribuição de renda.

Neoliberalismo
O termo foi cunhado em 1938 no encontro de Colloque Walter Lippmann pelo sociólogo alemão
e economista Alexander Rüstow. O termo se refere a uma redefinição do liberalismo clássico,
influenciado pelas teorias econômicas neoclássicas. Foi usado em duas épocas diferentes com
dois significados semelhantes, porém distintos:
i) na primeira metade do século XX, significou a doutrina proposta por economistas franceses,
alemães e norte-americanos voltada para a adaptação dos princípios do liberalismo clássico às
exigências de um Estado regulador e assistencialista;
ii) a partir da década de 1960, passou a significar a doutrina econômica que defende a absoluta
liberdade de mercado e uma restrição à intervenção estatal sobre a economia, só devendo esta
ocorrer em setores imprescindíveis e ainda assim num grau mínimo (minarquia). Os primeiros
governos a implantarem a essa nova forma de política econômica foram: Augusto Pinochet
(Chile), ainda na década de 1970, Margaret Thatcher (Grã-Bretanha) e Ronald Reagan (Estados
Unidos).
É uma ideologia que procura responder à crise do estado nacional ocasionada pela interligação
crescente das economias das nações industrializadas por meio do comércio e das novas
tecnologias. Enquanto o liberalismo clássico, da época da burguesia nascente, propôs os direitos
do homem e do cidadão, entre os quais, o direito à educação, o neoliberalismo enfatiza mais os
direitos do consumidor do que as liberdades públicas e democráticas e contesta a participação do
estado no amparo aos direitos sociais.
Representa uma regressão do campo social e político e corresponde a um mundo em que o senso
social e a solidariedade atravessam uma grande crise. É uma ideologia neoconservadora social e
politicamente. No discurso neoliberal a educação deixa de ser parte do campo social e político
para ingressar no mercado e funcionar a sua semelhança.

SITUAÇÃO SOCIAL: POBREZA


De uma forma geral, são considerados países subdesenvolvidos aqueles que apresentam:
baixa renda per capita;
dependência econômica e tecnológica em relação aos países plenamente desenvolvidos;
grandes desigualdades na distribuição de renda;
taxas elevadas de mortalidade infantil;
altos índices de analfabetismo;
má distribuição da propriedade da terra, com um pequeno grupo de latifundiários que
concentram maior parte do solo cultivável, enquanto milhões de camponeses vivem sem terra ou
com pouca terra para trabalhar;
dívida externa elevada;
economia controlada em parte por empresas multinacionais;
corrupção generalizada nos órgãos administrativos e em outros setores do Estado;
desrespeito mais ou menos freqüente aos direitos humanos.
O subdesenvolvimento não pode ser confundido com o não-desenvolvimento ou com pouco
desenvolvimento. Na verdade, sua característica mais marcante é o que se poderia chamar de
desenvolvimento perverso.
O subdesenvolvimento é, segundo o economista Celso Furtado, um processo histórico
autônomo, e não uma etapa pela qual os países desenvolvidos tenham passado para alcançar seu
desenvolvimento. Alguns críticos acreditam que o subdesenvolvimento é uma imposição dos
países desenvolvidos para manter sua riqueza. Esses críticos defendem a ideia de que as nações
subdesenvolvidas devem estabelecer estratégias e modelos próprios para seu crescimento, e não
se basear num modelo único imposto por instituições financeiras controladas pelos países
desenvolvidos, a exemplo o FMI e o BIRD.

FONTE:
OLIVEIRA, Pérsio Santos de. Introdução à sociologia. 25. ed., São Paulo: Ática, 2005. (Série
Brasil)
CORDI, Cassiano (et all). Para filosofar. São Paulo: Scipione, 2002. p. 200-203.
TOMAZI, Nelson Dácio (coord.). Iniciação à sociologia. 2. ed. rev. ampl. São Paulo: Atual,
2005. p. 138- 139.

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ESCOLA ESTADUAL RENASCER
DISCIPLINA: SOCIOLOGIA - PROFª. : JUCIRENE ARAÚJO -

ATIVIDADE COMPLEMENTAR A 4ª AVALIAÇÃO - ANO: 2012


Aluno(a)_______________________________________________________

RESPONDA EM SEU CADERNO AS SEGUINTES QUESTÕES: (Vale 3 pontos)

1. Qual o papel do lucro na sociedade capitalista?

2. O que você entende por mais-valia?

3. Cite as quatro etapas quatro grandes revoluções/transformações provocadas pelo


capitalismo. Explique duas delas.

4. Enumere as principais diferenças entre o feudalismo e o capitalismo.

5. O que significa mesmo Socialismo?

6. O que é liberalismo e quais as duas expressões que refletem seus ideais?

7. Quando surgiu o Neoliberalismo e quem foi seu principal pensador?

8. Entendo bem o capitalismo e o socialismo, procure explicar por que no regime


socialista/comunista a divisão da sociedade em classes e o lucro não são aceitos?

9. Analisando o Brasil hoje é possível identificar algum dos preceitos liberais na política e
na economia de nosso país?

10. Que crítica poderíamos levantar à afirmação: “você só é pobre porque quer ou porque
não tem trabalhado o suficiente, pois como afirmam os liberalistas: com muito esforço é
possível a todos alcançarem a riqueza”.

11. Identifique as principais diferenças entre as teorias liberais e neoliberais.

12. Cite quatro características dos países subdesenvolvidos.