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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS

Instituto de Educação Continuada


Especialização em Ensino de História

Patrícia Souza Franco

JUVENTUDE E MUNDO CONTEMPORÂNEO: CULTURA JUVENIL E


VULNERABILIDADE NO AMBIENTE ESCOLAR

Belo Horizonte
2019
Patrícia Souza Franco

JUVENTUDE E MUNDO CONTEMPORÂNEO: CULTURA JUVENIL E


VULNERABILIDADE NO AMBIENTE ESCOLAR

Estudo dirigido apresentado a disciplina


Juventude e Mundo Contemporâneo: cultura
juvenil e vulnerabilidade no ambiente escolar do
Curso de Formação e Aprimoramento de
Professores do Instituto de Educação Continuada
da PUC Minas como requisito para a conclusão
da especialização.
Curso de origem: Ensino de História
Profa. Maria José Gontijo

Belo Horizonte
2019
ESTUDO DIRIGIDO

Os textos analisados – Juventude e Trabalho e Os Jovens e a Escola – é uma


reflexão da relação que os jovens estabelecem com o trabalho e com a escola, visto
que em determinados momentos esses temas entrelaçam-se, não é uma discussão
separada, pois muitos jovens em idade escolar frequentam a escola e trabalha.
Nesse sentido, também não pode generalizar a juventude, pois dependendo do lugar
que esses jovens ocupam na sociedade, as suas expectativas e relação com o
trabalho e a escola diferem-se. Por isso, ao tratar de juventude, deve-se ter um olhar
múltiplo, e analisar as “juventudes”. As que já estão no mercado de trabalho formal,
as que trabalham informalmente, as que trabalham como s familiares na zona ruaral,
que ajudam no sustento da casa, as que trabalham pela sobrevivência, as que
conseguiram entrar no mercado de trabalho por indicação (QI), em fim, as múltiplas
juventudes.

No texto Juventude e Trabalho demonstra há diversas maneiras que a juventude ver


o trabalho. Este pode ser visto como necessidade, quando a sobrevivência do jovem
depende dele, não importa se o jovem gosta ou não do que executa, ou sua
satisfação com profissional, o que importa é o salário, aquele salário sua
sobrevivência fica comprometida. Outros jovens veem o trabalho como instância
socializadora e de sociabilidade, como possibilidade para o seu amadurecimento
como pessoa. Tem ainda os que encaram trabalham como Independência pessoal,
parece que a grande maioria dos jovens. Tem ainda, aqueles que veem o trabalho
como fonte de autorrealização , nesse caso a maioria são os jovens com maior
escolaridade e também com maior poder aquisitivo. Tem também os jovens que
enxergam o trabalho como um direito, direito de trabalhar e ter uma profissão.

Visto a diversidade de pensamento entre os jovens no que diz respeito ao trabalho,


percebe-se importância de conhecer a juventude ou "juventudes".

o que diz respeito à escola às expectativas e realizar jovens para com a mesma
também pode ser diferente de acordo com o lugar do jovem na sociedade. _ os
jovens são sujeitos socioculturais que trazem para a escola as questões e
demandas de suas vidas cotidianas.
No território escolar, se entrecruzam as culturas da escola moderna, com sua forma
historicamente construída, com as culturas dos professores e dos jovens. Isso traz
uma série de dilemas e desafios. Esse encontro muitas vezes, é marcada por
tensões. Os jovens quando falam da escola, em geral, fase muitas críticas. Mesmo
que de forma pouco elaborada, revelam um olhar aguçado sobre os problemas da
escola pública. A falta de investimentos, as condições de trabalho dos professores, o
modo como muitas aulas acontecem, a relação com os professores, tudo isso é
objeto de um olhar, às vezes "desencantado" para o universo escolar.

Entender o que interessa aos jovens, o que eles esperam da escola, é essencial
para o aprimoramento do trabalho com esse público.