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Aula 01: An·lise do Anexo I. Normas Gerais de CirculaÁ„o e Conduta.

(Atualizada atÈ Lei 13.290/16)

SUM£RIO

P£GINA

SUM£RIO P£GINA 1. ApresentaÁ„o 1 2. An·lise do Anexo I 1

1. ApresentaÁ„o

1

2. An·lise do Anexo I

1

SUM£RIO P£GINA 1. ApresentaÁ„o 1 2. An·lise do Anexo I 1
3. Normas Gerais de CirculaÁ„o e Conduta 36 4. Lista das questıes apresentadas 145 5.
3. Normas Gerais de CirculaÁ„o e Conduta 36 4. Lista das questıes apresentadas 145 5.

3. Normas Gerais de CirculaÁ„o e Conduta

36

4. Lista das questıes apresentadas

145

5. Gabarito

171

Ol·, meus amigos! Vamos prosseguir com nossos estudos em LegislaÁ„o de Tr‚nsito! Nesta aula, abordaremos
Ol·, meus amigos!
Vamos prosseguir com nossos estudos em LegislaÁ„o de Tr‚nsito!
Nesta aula, abordaremos dois tÛpicos distintos:
 Anexo I do CTB
 Normas gerais de circulaÁ„o e conduta
O assunto “Condução de veículos por motoristas profissionais” será
visto na prÛxima aula, tendo em vista que esta ficou extensa.
1 – An·lise do Anexo I

Iniciaremos com a an·lise do Anexo I, que È uma espÈcie de gloss·rio do CTB. Nele, temos a definiÁ„o de v·rias expressıes que ser„o recorrentes nos nossos estudos. Assim, ainda que o referido anexo venha ao final do CTB, entendemos por bem estud·-lo no inÌcio do curso. Procuramos colocar imagens relacionadas aos conceitos, de forma a facilitar o entendimento das novas expressıes. Esta parte È t„o importante quanto os artigos do CÛdigo de Tr‚nsito. Dominando bem esses conceitos, nossa aula ficar· mais "clara" quando da leitura dos diversos coment·rios. AlÈm disso, veremos que

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existem questıes que cobram a literalidade do Anexo I. Ent„o, m„os ‡ obra!!!

ACOSTAMENTO - parte da via diferenciada da pista de rolamento

de

emergÍncia, e ‡ circulaÁ„o de pedestres e bicicletas, quando n„o houver local apropriado para esse fim.

destinada

parada

ou

estacionamento

de

veÌculos,

em

caso

‡ parada ou estacionamento de veÌculos, em caso  AGENTE DA AUTORIDADE DE TR¬NSITO - pessoa,

AGENTE DA AUTORIDADE DE TR¬NSITO - pessoa,

civil ou
civil ou
 AGENTE DA AUTORIDADE DE TR¬NSITO - pessoa, civil ou policial militar, credenciada pela autoridade de

policial militar, credenciada pela autoridade de tr‚nsito para o exercÌcio

das atividades de fiscalizaÁ„o, operaÁ„o, policiamento ostensivo de tr‚nsito ou patrulhamento.

policiamento ostensivo de tr‚nsito ou patrulhamento.  AR ALVEOLAR - ar expirado pela boca de um

AR ALVEOLAR - ar expirado pela boca de um indivÌduo,

origin·rio

- ar expirado pela boca de um indivÌduo, origin·rio dos alvÈolos pulmonares. Ei, aqui temos novidade

dos alvÈolos pulmonares. Ei, aqui temos novidade trazida pela Lei

12.760/2012!

AUTOM”VEL - veÌculo

passageiros, com capacidade para

automotor

destinado ao transporte de

, exclusive o condutor.

atÈ oito pessoas

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www.concurseirosunidos.org  AUTORIDADE DE TR¬NSITO - entidade executivo integrante do Sistema Nacional de Tr‚nsito

AUTORIDADE DE TR¬NSITO -

entidade executivo integrante do Sistema Nacional de Tr‚nsito ou pessoa por ele expressamente credenciada.

BALAN«O TRASEIRO -

pelos centros das rodas traseiras extremas e o ponto mais recuado do veÌculo, considerando-se todos os elementos rigidamente fixados ao mesmo.

entre o plano vertical passando

de Ûrg„o ou

dirigente m·ximo

dist‚ncia

passando de Ûrg„o ou dirigente m·ximo dist‚ncia  BICICLETA - veÌculo de n„o sendo , para

BICICLETA - veÌculo de

n„o sendo, para efeito deste CÛdigo, similar ‡ motocicleta, motoneta e ciclomotor.

ao

BICICLET£RIO

estacionamento de bicicletas.

propuls„o humana, dotado de duas rodas,

de bicicletas. propuls„o humana, dotado de duas rodas, local, na via ou fora dela, - destinado

local,

na

via

ou

fora

dela,

-

destinado

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www.concurseirosunidos.org  BONDE - veÌculo de propuls„o elÈtrica que se move sobre trilhos.  BORDO DA

BONDE - veÌculo de

propuls„o elÈtrica

que se move sobre trilhos.

veÌculo de propuls„o elÈtrica que se move sobre trilhos.  BORDO DA PISTA - linhas longitudinais

BORDO DA PISTA -

linhas longitudinais de bordo que delineiam a parte da via destinada ‡ circulaÁ„o de veÌculos.

a parte da via destinada ‡ circulaÁ„o de veÌculos. margem da pista, podendo ser demarcada por

margem da pista, podendo ser demarcada por

de veÌculos. margem da pista, podendo ser demarcada por  CAL«ADA - parte da via, normalmente

CAL«ADA - parte da via, normalmente segregada e em nÌvel

diferente, n„o destinada ‡ circulaÁ„o de veÌculos,

reservada ao tr‚nsito de

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pedestres

e, quando possÌvel, ‡ implantaÁ„o de mobili·rio urbano,

sinalizaÁ„o, vegetaÁ„o e outros fins.

urbano, sinalizaÁ„o, vegetaÁ„o e outros fins.  CAMINH O-TRATOR - veÌculo automotor destinado a

CAMINH O-TRATOR - veÌculo automotor destinado a

arrastar outro.

tracionar ou

veÌculo automotor destinado a arrastar outro. tracionar ou  CAMINHONETE - veÌculo destinado ao transporte de

CAMINHONETE - veÌculo destinado ao transporte de

peso bruto total de atÈ

trÍs mil e quinhentos quilogramas.

carga
carga

com

ao transporte de peso bruto total de atÈ trÍs mil e quinhentos quilogramas. carga com www.concurseirosunidos.org

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CAMIONETA

passageiros e carga

veÌculo

- no mesmo compartimento.

misto

destinado

ao

transporte

de

- no mesmo compartimento. misto destinado ao transporte de como separador de duas pistas de rolamento,

como

separador de duas pistas de rolamento, eventualmente substituÌdo por

CANTEIRO

CENTRAL

obst·culo

fÌsico

construÌdo

-

por  CANTEIRO CENTRAL obst·culo fÌsico construÌdo - marcas vi·rias (canteiro fictÌcio).  CAPACIDADE ,

marcas vi·rias (canteiro fictÌcio).

fÌsico construÌdo - marcas vi·rias (canteiro fictÌcio).  CAPACIDADE , indicado pelo fabricante, baseado em

CAPACIDADE

, indicado pelo fabricante,

baseado em condiÁıes sobre suas limitaÁıes de geraÁ„o e multiplicaÁ„o de momento de forÁa e resistÍncia dos elementos que compıem a transmiss„o.

M£XIMA

DE

TRA« O

m·ximo peso que

a

-

unidade de traÁ„o È capaz de tracionar

M£XIMA DE TRA« O m·ximo peso que a - unidade de traÁ„o È capaz de tracionar

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na via de veÌculos automotores

em sinal de regozijo, de reivindicaÁ„o, de protesto cÌvico ou de uma classe.

CARREATA -

deslocamento em fila

ou de uma classe.  CARREATA - deslocamento em fila  CARRO DE M O -

CARRO DE M O - veÌculo de propuls„o humana utilizado no

transporte de pequenas cargas.

CARRO«A - veÌculo de traÁ„o animal destinado ao

transporte de

carga.
carga.

CATADI”PTRICO - dispositivo de reflex„o e refraÁ„o da luz

- dispositivo de reflex„o e refraÁ„o da luz utilizado na sinalizaÁ„o de vias e veÌculos

utilizado na sinalizaÁ„o de vias e veÌculos (olho-de-gato

).

e refraÁ„o da luz utilizado na sinalizaÁ„o de vias e veÌculos (olho-de-gato ). www.concurseirosunidos.org

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CHARRETE - veÌculo de traÁ„o animal destinado ao

pessoas

.

transporte de

de traÁ„o animal destinado ao pessoas . transporte de  CICLO - veÌculo de pelo menos

CICLO - veÌculo de pelo menos duas rodas a

Exemplo: bicicleta.

CICLOFAIXA - parte da pista de rolamento destinada ‡ circulaÁ„o

propuls„o humana.

de rolamento destinada ‡ circulaÁ„o propuls„o humana. exclusiva de ciclos, delimitada por sinalizaÁ„o

exclusiva de ciclos, delimitada por sinalizaÁ„o especÌfica.

de ciclos, delimitada por sinalizaÁ„o especÌfica.  CICLOMOTOR - veÌculo de motor de combust„o interna,

CICLOMOTOR - veÌculo de

motor de combust„o interna,

(3,05 polegadas c˙bicas) e cuja velocidade m·xima

de fabricaÁ„o n„o exceda a cinquenta quilÙmetros por hora. Exemplo: as antigas mobiletes.

duas ou trÍs rodas, provido de um

as antigas mobiletes. duas ou trÍs rodas, provido de um cuja cilindrada n„o exceda a cinquenta

cuja cilindrada n„o exceda a cinquenta

centÌmetros c˙bicos

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CICLOVIA -

fisicamente do tr·fego comum.

pista prÛpria

destinada ‡ circulaÁ„o de ciclos, separada

prÛpria destinada ‡ circulaÁ„o de ciclos, separada  CONVERS O - movimento em ‚ngulo, ‡ esquerda

CONVERS O - movimento em ‚ngulo, ‡ esquerda ou ‡ direita, de

original do veÌculo. … virar ‡ esquerda ou ‡ direita. (A

parte ‡ esquerda da figura abaixo. A parta ‡ direita s„o retornos)

mudanÁa da direÁ„o

A parta ‡ direita s„o retornos) mudanÁa da direÁ„o  CRUZAMENTO - interseÁ„o de duas vias

CRUZAMENTO - interseÁ„o de duas vias em nÌvel.

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www.concurseirosunidos.org  DISPOSITIVO DE SEGURAN«A - qualquer elemento que tenha a funÁ„o especÌfica de

DISPOSITIVO DE SEGURAN«A - qualquer elemento que tenha a

funÁ„o especÌfica de proporcionar maior seguranÁa ao usu·rio da via,

alertando-o sobre situaÁıes de perigo que possam colocar em risco sua

sobre situaÁıes de perigo que possam colocar em risco sua integridade fÌsica e dos demais usu·rios

integridade fÌsica e dos demais usu·rios da via, ou danificar seriamente o

veÌculo.

demais usu·rios da via, ou danificar seriamente o veÌculo.  ESTACIONAMENTO - imobilizaÁ„o de veÌculos por

ESTACIONAMENTO - imobilizaÁ„o de veÌculos por

tempo superior

ao necess·rio para embarque ou desembarque

ESTRADA - via rural

n„o pavimentada.

de passageiros.

para embarque ou desembarque  ESTRADA - via rural n„o pavimentada. de passageiros. www.concurseirosunidos.org

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ETIL‘METRO - aparelho destinado ‡

ar alveolar. Opa! Aqui tambÈm uma novidade trazida pela Lei 12.760/12.

mediÁ„o do teor alcoÛlico

no

trazida pela Lei 12.760/12. mediÁ„o do teor alcoÛlico no  FAIXAS DE DOMÕNIO - superfÌcie

FAIXAS

DE

DOMÕNIO

-

superfÌcie

lindeira

‡s

vias

rurais

,

delimitada por lei especÌfica e sob responsabilidade do Ûrg„o ou entidade de tr‚nsito competente com circunscriÁ„o sobre a via.

Aqui, para ficar mais claro, podemos entender como "Faixa de Domínio” a base fÌsica sobre a qual se assenta uma rodovia, constituÌda pelas pistas de rolamento, canteiros, obras-de-arte, acostamentos, sinalizaÁ„o e faixa lateral de seguranÁa, atÈ o alinhamento das cercas que separam a estrada dos imÛveis marginais ou da faixa do recuo.

a estrada dos imÛveis marginais ou da faixa do recuo.  FAIXAS DE TR¬NSITO - qualquer

FAIXAS DE TR¬NSITO - qualquer uma das

que a pista pode ser subdividida,

·reas longitudinais

em

sinalizada ou n„o por marcas vi·rias

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longitudinais,

que

tenham

uma

largura

circulaÁ„o de veÌculos automotores.

suficiente

para

permitir

a

de veÌculos automotores. suficiente para permitir a  FISCALIZA« O - ato de controlar o cumprimento

FISCALIZA« O - ato de

controlar o cumprimento das normas

O - ato de controlar o cumprimento das normas estabelecidas na legislaÁ„o de tr‚nsito, por meio

estabelecidas na legislaÁ„o de tr‚nsito, por meio do poder de polÌcia

administrativa de tr‚nsito, no ‚mbito de circunscriÁ„o dos Ûrg„os e entidades executivos de tr‚nsito e de acordo com as competÍncias definidas no CÛdigo de Tr‚nsito.

com as competÍncias definidas no CÛdigo de Tr‚nsito.  FOCO DE PEDESTRES - indicaÁ„o luminosa impedimento

FOCO DE PEDESTRES - indicaÁ„o luminosa

impedimento

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de locomoÁ„o na faixa apropriada.

de permiss„o ou

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FREIO DE ESTACIONAMENTO - dispositivo destinado a

manter o

veÌculo imÛvel na ausÍncia do condutor

ou, no caso de um reboque, se

este se encontra desengatado. … o nosso conhecido freio de m„o.

encontra desengatado. … o nosso conhecido freio de m„o.  FREIO DE SEGURAN«A OU MOTOR -

FREIO DE SEGURAN«A OU MOTOR - dispositivo destinado a

diminuir a marcha do veÌculo no caso de falha do freio de serviÁo.

FREIO

DE

SERVI«O

-

dispositivo

destinado

a

diminuiÁ„o da marcha do veÌculo ou par·-lo

.

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provocar

a

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GESTOS DE CONDUTORES - movimentos convencionais de braÁo,

adotados exclusivamente pelos condutores, para orientar ou indicar que

v„o efetuar uma manobra de mudanÁa de direÁ„o, reduÁ„o brusca de velocidade ou parada.

de direÁ„o, reduÁ„o brusca de velocidade ou parada.  ILHA - obst·culo fÌsico, colocado na pista

ILHA -

reduÁ„o brusca de velocidade ou parada.  ILHA - obst·culo fÌsico, colocado na pista de rolamento,

obst·culo fÌsico, colocado na pista de rolamento, destinado

‡ ordenaÁ„o dos fluxos

de tr‚nsito em uma interseÁ„o.

ordenaÁ„o dos fluxos de tr‚nsito em uma interseÁ„o. Mas professor, esse tal de Anexo I È

Mas professor, esse tal de Anexo I È um "saco", realmente È preciso ver isso??? Depende? Se vocÍs quiserem passar, sim!!! Sen„o, vejamos:

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1 - (CESPE - Policial Rodovi·rio Federal 2008 adaptada) Julgue os itens a seguir, relativos a conceitos utilizados para a interpretaÁ„o do CTB. I - Caminhonete - veÌculo misto destinado ao transporte de passageiros e carga no mesmo compartimento. II - Ilha - obst·culo fÌsico, colocado na pista de rolamento, destinado ‡ ordenaÁ„o dos fluxos de tr‚nsito em uma interseÁ„o.

Coment·rios:

Item I: errado. Aqui o examinador quis enrolar o candidato, pois esse conceito È de camioneta, ok? O correto seria: veÌculo destinado ao transporte de carga com peso bruto total de atÈ trÍs mil e quinhentos quilogramas. Item II: certo. Exatamente de acordo com a definiÁ„o.

E aÌ, viram a import‚ncia? Quest„o continuar.

sobre o

Anexo I. Vamos

INFRA« O -

inobserv‚ncia a qualquer preceito da legislaÁ„o de

O - inobserv‚ncia a qualquer preceito da legislaÁ„o de tr‚nsito, ‡s normas emanadas do CÛdigo de

tr‚nsito, ‡s normas emanadas do CÛdigo de Tr‚nsito, do Conselho

Nacional de Tr‚nsito e a regulamentaÁ„o estabelecida pelo Ûrg„o ou entidade executiva do tr‚nsito.

e a regulamentaÁ„o estabelecida pelo Ûrg„o ou entidade executiva do tr‚nsito. www.concurseirosunidos.org

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INTERSE« O - todo cruzamento em nÌvel,

bifurcaÁ„o,

incluindo

as

·reas

formadas

por

entroncamentos ou bifurcaÁıes.

entroncamento ou

tais

cruzamentos,

ou bifurcaÁıes. entroncamento ou tais cruzamentos,  INTERRUP« O atender DE MARCHA imobilizaÁ„o -

INTERRUP« O

atender

DE

MARCHA

imobilizaÁ„o

-

circunst‚ncia moment‚nea

do tr‚nsito.

do

veÌculo

para

circunst‚ncia moment‚nea do tr‚nsito. do veÌculo para  LICENCIAMENTO - procedimento anual, relativo a

LICENCIAMENTO - procedimento anual, relativo a obrigaÁıes do

propriet·rio de veÌculo, comprovado por meio de documento especÌfico (Certificado de Licenciamento Anual*). *Atualmente chamado de

Certificado de Registro e Licenciamento de VeÌculos (CRLV).

pela

municipalidade ‡ circulaÁ„o, parada ou estacionamento de veÌculos, ou ‡ circulaÁ„o de pedestres, tais como calÁada, parques, ·reas de lazer, calÁadıes.

LOGRADOURO

P⁄BLICO

espaÁo

livre

-

destinado

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www.concurseirosunidos.org Vamos a mais uma quest„o do anexo I. Vejamos: 2 destinado estacionamento de veÌculos, ou

Vamos a mais uma quest„o do anexo I. Vejamos:

2

destinado

estacionamento de veÌculos, ou ‡ circulaÁ„o de pedestres, tais como calÁada, parques, ·reas de lazer, calÁadıes, È denominado,

‡ circulaÁ„o, parada ou

Agente de Tr‚nsito - 2011) O espaÁo livre

-

(SOCIESC -

pela

municipalidade

segundo o CÛdigo de Tr‚nsito Brasileiro, de:

(A)

Passeio p˙blico.

(B)

Ref˙gio.

(C)

Via local.

(D)

Faixa de domÌnio.

(E)

Logradouro p˙blico.

Coment·rios:

Pura literalidade: E.

LOTA« O -

que o veÌculo transporta, expressa em quilogramas para os veÌculos de carga, ou n˙mero de pessoas, para os veÌculos de passageiros.

carga ˙til m·xima, incluindo condutor e passageiros,

carga ˙til m·xima, incluindo condutor e passageiros,  LOTE LINDEIRO - aquele situado ao longo das

LOTE LINDEIRO - aquele situado ao longo das vias urbanas ou

rurais e que

com elas se limita.

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MICRO‘NIBUS - veÌculo automotor de transporte coletivo com

capacidade para

atÈ vinte passageiros.

coletivo com capacidade para atÈ vinte passageiros .  MOTOCICLETA - veÌculo automotor de duas rodas,

MOTOCICLETA - veÌculo

automotor de duas rodas, com ou sem

side-car,

dirigido por condutor em posiÁ„o montada.

sem side-car , dirigido por condutor em posiÁ„o montada.  MOTONETA - veÌculo automotor de duas

MOTONETA - veÌculo automotor de duas rodas, dirigido por

condutor em posiÁ„o sentada.

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MOTOR-CASA

carroÁaria seja fechada e destinada a

(MOTOR-HOME)

veÌculo

-

automotor

cuja

alojamento, escritÛrio, comÈrcio ou

finalidades an·logas.

alojamento, escritÛrio, comÈrcio ou finalidades an·logas.  NOITE - perÌodo do dia compreendido entre o

NOITE - perÌodo do dia compreendido

entre o pÙr-do-sol e o nascer

do sol.
do sol.

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‘NIBUS - veÌculo automotor de transporte coletivo com capacidade

para

 

mais de vinte passageiros, ainda que, em virtude de adaptaÁıes com

vista ‡ maior comodidade destes, transporte n˙mero menor.

vista ‡ maior comodidade destes, transporte n˙mero menor.  OPERA« O DE CARGA E DESCARGA -

OPERA« O DE CARGA E DESCARGA - imobilizaÁ„o do veÌculo,

pelo

tempo

estritamente

necess·rio

ao

carregamento

ou

estritamente necess·rio ao carregamento ou descarregamento de animais ou carga, na forma disciplinada

descarregamento de animais ou carga, na forma disciplinada pelo Ûrg„o

ou entidade executivo de tr‚nsito competente com circunscriÁ„o sobre a via.

de tr‚nsito competente com circunscriÁ„o sobre a via.  OPERA« O DE TR¬NSITO - monitoramento tÈcnico

OPERA« O DE TR¬NSITO - monitoramento tÈcnico baseado

nos

conceitos de Engenharia de Tr·fego, das condiÁıes de fluidez, de

de Engenharia de Tr·fego, das condiÁıes de fluidez, de estacionamento e parada na via, de forma

estacionamento e parada na via, de forma a reduzir as interferÍncias tais

como veÌculos quebrados, acidentados, estacionados irregularmente atrapalhando o tr‚nsito, prestando socorros imediatos e informaÁıes aos pedestres e condutores.

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www.concurseirosunidos.org  PARADA - imobilizaÁ„o do veÌculo com a finalidade e pelo tempo de estritamente

PARADA - imobilizaÁ„o do veÌculo com a finalidade e

pelo tempo

de

estritamente necess·rio para efetuar embarque ou desembarque

passageiros.

PASSAGEM DE NÕVEL - todo cruzamento de nÌvel entre uma

e uma linha fÈrrea ou trilho de bonde

com pista prÛpria.

via
via
uma linha fÈrrea ou trilho de bonde com pista prÛpria. via  PASSAGEM POR OUTRO VEÕCULO

PASSAGEM POR OUTRO VEÕCULO -

movimento de passagem ‡

frente de outro veÌculo

que se desloca no mesmo sentido, em menor

velocidade, mas em faixas distintas da via.

veÌculo que se desloca no mesmo sentido, em menor velocidade, mas em faixas distintas da via.

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transposiÁ„o de vias, em desnÌvel subterr‚neo, e ao uso de pedestres ou

PASSAGEM

SUBTERR¬NEA

-

obra

de

arte

destinada

ou  PASSAGEM SUBTERR¬NEA - obra de arte destinada veÌculos.  PASSARELA - obra de arte

veÌculos.

PASSAGEM SUBTERR¬NEA - obra de arte destinada veÌculos.  PASSARELA - obra de arte destinada ‡

PASSARELA - obra de arte destinada ‡ transposiÁ„o de vias,

- obra de arte destinada ‡ transposiÁ„o de vias, desnÌvel aÈreo, e ao uso de pedestres.

desnÌvel aÈreo, e ao uso de pedestres.

em
em
de vias, desnÌvel aÈreo, e ao uso de pedestres. em  PASSEIO - parte da calÁada

PASSEIO - parte da calÁada ou da pista de rolamento, neste

˙ltimo caso, separada por pintura ou elemento fÌsico separador, livre de

e,

interferÍncias,

excepcionalmente, de ciclistas.

destinada

circulaÁ„o

exclusiva

de

pedestres

excepcionalmente , de ciclistas. destinada ‡ circulaÁ„o exclusiva de pedestres www.concurseirosunidos.org

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PATRULHAMENTO

-

funÁ„o

exercida

pela

PolÌcia

Rodovi·ria

Federal
Federal

com o objetivo de garantir obediÍncia ‡s normas de tr‚nsito,

assegurando a livre circulaÁ„o e evitando acidentes.

assegurando a livre circulaÁ„o e evitando acidentes.  PERÕMETRO URBANO - limite entre ·rea urbana e

PERÕMETRO URBANO - limite entre

·rea urbana e ·rea rural.

URBANO - limite entre ·rea urbana e ·rea rural.  PESO BRUTO TOTAL - pavimento, constituÌdo

PESO BRUTO TOTAL -

pavimento, constituÌdo da

PESO BRUTO TOTAL COMBINADO -

pavimento pela

peso m·ximo

que o veÌculo transmite ao

transmitido ao

soma da tara mais a lotaÁ„o.

peso m·ximo

combinaÁ„o de um caminh„o-trator mais seu semi-

reboque ou do caminh„o mais o seu reboque ou reboques.

de um caminh„o-trator mais seu semi- reboque ou do caminh„o mais o seu reboque ou reboques.

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PISCA-ALERTA - luz intermitente do veÌculo, utilizada em car·ter

de advertÍncia,

destinada a indicar aos demais usu·rios da via que o

veÌculo est· imobilizado ou em situaÁ„o de emergÍncia.

PISTA - parte da via normalmente utilizada para a circulaÁ„o de

veÌculos,

em relaÁ„o ‡s calÁadas, ilhas ou aos canteiros centrais.

PLACAS - elementos colocados na posiÁ„o vertical, fixados ao

lado ou suspensos sobre a pista,

mediante sÌmbolo ou legendas

prÈ-reconhecidas e legalmente instituÌdas como sinais de tr‚nsito.

POLICIAMENTO OSTENSIVO DE TR¬NSITO - funÁ„o

reprimir atos

relacionados com a seguranÁa p˙blica e de garantir obediÍncia ‡s normas relativas ‡ seguranÁa de tr‚nsito, assegurando a livre circulaÁ„o e evitando acidentes.

identificada por elementos separadores ou por diferenÁa de nÌvel

transmitindo mensagens de car·ter

permanente e, eventualmente, vari·veis,

exercida

pelas PolÌcias Militares

com

o

objetivo de

prevenir e

pelas PolÌcias Militares com o objetivo de prevenir e  PONTE - obra de construÁ„o civil

PONTE - obra de construÁ„o civil destinada a

de uma superfÌcie lÌquida qualquer.

REBOQUE - veÌculo destinado a ser

ligar margens opostas

engatado atr·s de um veÌculo

automotor.

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REGULAMENTA« O DA VIA -

com

circunscriÁ„o sobre a via, definindo, entre outros, sentido de direÁ„o, tipo de estacionamento, hor·rios e dias.

ou

implantaÁ„o de sinalizaÁ„o de

entidade

competente

regulamentaÁ„o

pelo

Ûrg„o

de entidade competente regulamentaÁ„o pelo Ûrg„o  REF⁄GIO - destinada ao uso de pedestres durante a

REF⁄GIO -

destinada ao uso de pedestres durante a travessia da mesma.

RENACH -

RENAVAM -

RETORNO - movimento de

original de veÌculos.

RODOVIA -

SEMI-REBOQUE - veÌculo de

sua unidade tratora ou È a ela ligado por meio de articulaÁ„o.

parte da via,

devidamente sinalizada e protegida

,

Registro Nacional de Condutores Habilitados.

Registro Nacional de VeÌculos Automotore

s.

invers„o total de sentido

via rural pavimentada.

um ou mais eixos

da direÁ„o

que se apoia na

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SINAIS DE TR¬NSITO - elementos de sinalizaÁ„o vi·ria que se

utilizam de placas, marcas vi·rias, equipamentos de controle

luminosos,

dispositivos

auxiliares,

apitos

gestos,

destinados

e

exclusivamente a ordenar ou dirigir o tr‚nsito dos veÌculos e pedestre

s.

ordenar ou dirigir o tr‚nsito dos veÌculos e pedestre s.  SINALIZA« O - conjunto de

SINALIZA« O - conjunto de sinais de tr‚nsito e dispositivos

de seguranÁa

com o objetivo de garantir

sua utilizaÁ„o adequada, possibilitando melhor

colocados na via p˙blica

fluidez no tr‚nsito e

maior seguranÁa

dos veÌculos e pedestres que nela circulam.

seguranÁa dos veÌculos e pedestres que nela circulam. emitidos exclusivamente pelos agentes da autoridade de

emitidos exclusivamente pelos

agentes da autoridade de tr‚nsito nas vias, para orientar ou indicar o

SONS POR APITO -

sinais sonoros,

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direito de passagem dos veÌculos ou pedestres, sobrepondo-se ou completando sinalizaÁ„o existente no local ou norma estabelecida neste CÛdigo.

existente no local ou norma estabelecida neste CÛdigo. da carroÁaria e equipamento, do combustÌvel, das

da

carroÁaria e equipamento, do combustÌvel, das ferramentas e acessÛrios, da roda sobressalente, do extintor de incÍndio e do fluido de arrefecimento, expresso em quilogramas.

TARA

peso

prÛprio

do

veÌculo

,

-

acrescido

dos

pesos

peso prÛprio do veÌculo , - acrescido dos pesos  TRAILER - ou seis rodas, acoplado

TRAILER -

ou seis rodas, acoplado

camionete,

ou para atividades comerciais.

reboque ou semi-reboque

ou adaptado

tipo casa, com duas, quatro,

de automÛvel ou

‡ traseira

utilizado em geral em atividades turÌsticas como alojamento

,

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ULTRAPASSAGEM - movimento de

que se desloca no mesmo sentido, em menor velocidade e

passar ‡ frente de outro veÌculo

na mesma

faixa
faixa

de tr·fego, necessitando sair e

veÌculo na mesma faixa de tr·fego, necessitando sair e retornar ‡ faixa de origem. Viram a

retornar ‡ faixa de origem. Viram a

diferenÁa de passagem por outro veÌculo? "Mesma faixa", ok?

de passagem por outro veÌculo ? "Mesma faixa", ok?  UTILIT£RIO - veÌculo misto caracterizado pela

UTILIT£RIO -

veÌculo misto

caracterizado pela

versatilidade do seu

uso, inclusive fora de estrada.- veÌculo misto caracterizado pela versatilidade do seu  VEÕCULO ARTICULADO - combinaÁ„o de veÌculos sendo

VEÕCULO ARTICULADO - combinaÁ„o de veÌculos

sendo um deles automotor.

VEÕCULO AUTOMOTOR - todo

serve normalmente para o

transporte vi·rio de pessoas e coisas, ou para a traÁ„o vi·ria de veÌculos utilizados para o transporte de pessoas e coisas. O termo

acoplados

,

veÌculo a motor de propuls„o que

circule

por

seus prÛprios meios, e que

compreende

os veÌculos

circulam sobre trilhos (Ùnibus elÈtrico).

VEÕCULO DE CARGA - veÌculo destinado ao

podendo transportar dois passageiros, exclusive o condutor.

VEÕCULO

fabricado h· mais de trinta anos,

conectados a uma linha elÈtrica

n„o
n„o

e

que

transporte de carga

,

mesmo

tendo

sido

DE

COLE« O

-

aquele

que,

conserva suas caracterÌsticas

originais de fabricaÁ„o

e possui valor histÛrico prÛprio.

conserva suas caracterÌsticas originais de fabricaÁ„o e possui valor histÛrico prÛprio. www.concurseirosunidos.org

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o

primeiro um veÌculo automotor e os demais reboques ou equipamentos de trabalho agrÌcola, construÁ„o, terraplenagem ou pavimentaÁ„o.

VEÕCULO

CONJUGADO

combinaÁ„o

de

veÌculos,

-

sendo

VEÕCULO CONJUGADO combinaÁ„o de veÌculos, - sendo  VEÕCULO DE GRANDE PORTE - veÌculo automotor

VEÕCULO DE GRANDE PORTE - veÌculo automotor destinado ao

transporte de carga com peso bruto total

m·ximo superior a dez mil

quilogramas e de

passageiros, superior a vinte passageiros.

VEÕCULO DE PASSAGEIROS - veÌculo destinado ao

de pessoas e suas bagagens.

transporte

VEÕCULO MISTO - veÌculo automotor destinado ao transporte

simult‚neo

de carga e passageiro.

ao transporte simult‚neo de carga e passageiro .  animais , VIA - superfÌcie por onde

animais,

VIA

-

superfÌcie

por

onde

transitam

veÌculos,

pessoas

e

compreendendo a pista, a calÁada, o acostamento, ilha e

canteiro central.

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www.concurseirosunidos.org Para diferenciar alguns conceitos que j· vimos, na montagem acima temos uma via, trÍs pistas

Para diferenciar alguns conceitos que j· vimos, na montagem acima temos uma via, trÍs pistas e 11 faixas, consegue identific·-las?

VIA DE TR¬NSITO R£PIDO - aquela caracterizada por

sem

acessibilidade direta aos lotes lindeiros e sem travessia de pedestres em nÌvel.

VIA ARTERIAL - aquela

geralmente controlada por sem·foro, com acessibilidade aos lotes

lindeiros e ‡s vias secund·rias e locais, possibilitando o tr‚nsito entre as regiıes da cidade.

VIA COLETORA - aquela destinada a coletar e distribuir o

das vias de

tr‚nsito que tenha necessidade de

, possibilitando o tr‚nsito dentro das regiıes

da cidade.

acessos
acessos

especiais

com

tr‚nsito

livre

,

sem

interseÁıes

em

nÌvel,

caracterizada por interseÁıes em nÌvel,

entrar ou sair

tr‚nsito r·pido ou arteriais

em nÌvel, entrar ou sair tr‚nsito r·pido ou arteriais Essa parte sobre vias costuma cair muito

Essa parte sobre vias costuma cair muito na provas, vejamos:

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3 - (FUNDES - Agente de Tr‚nsito - Pref. Jericoacoara - 2012) De acordo com o CÛdigo de Tr‚nsito Brasileiro, VIA È a superfÌcie por onde transitam veÌculos, pessoas e animais, compreendendo a pista, a calÁada, o acostamento, ilha e canteiro central. Assinale a ˙nica opÁ„o CORRETA, que classifica a Via Coletora:

a) Aquela caracterizada por acessos especiais com tr‚nsito livre, sem interseÁıes em nÌvel, sem acessibilidade direta aos lotes lindeiros e sem travessia de pedestres em nÌvel. b) Aquela caracterizada por interseÁıes em nÌvel, geralmente controlada por sem·foro, com acessibilidade aos lotes lindeiros e ‡s vias secund·rias e locais, possibilitando o tr‚nsito entre as regiıes da cidade. c) Aquela destinada a coletar e distribuir o tr‚nsito que tenha necessidade de entrar ou sair das vias de tr‚nsito r·pido ou arteriais, possibilitando o tr‚nsito dentro das regiıes da cidade. d) Aquela caracterizada por interseÁıes em nÌvel n„o semaforizadas, destinada apenas ao acesso local ou a ·reas restritas.

Coment·rios:

… sÛ achar a opÁ„o que copiou exatamente o que o CTB definiu. Letra C.

VIA LOCAL - aquela caracterizada por interseÁıes em nÌvel

n„o
n„o
- aquela caracterizada por interseÁıes em nÌvel n„o semaforizadas, destinada apenas ao acesso local ou a

semaforizadas, destinada apenas ao acesso local ou a ·reas restritas.

VIA RURAL -

VIA URBANA - ruas, avenidas, vielas, ou caminhos e similares

abertos ‡ circulaÁ„o p˙blica, situados na ·rea urbana, caracterizados principalmente por possuÌrem imÛveis edificados ao longo de sua extens„o.

estradas e rodovias.

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de vias

destinadas ‡ circulaÁ„o priorit·ria de pedestres.

VIADUTO - obra de construÁ„o civil destinada a transpor uma

VIAS E £REAS DE PEDESTRES

-

vias ou conjunto

depress„o de terreno ou servir de passagem superior.

2 Normas Gerais de CirculaÁ„o e Conduta

Muita coisa deste tÛpico nÛs j· conhecemos sem estudar, simplesmente porque faz parte do nosso cotidiano ao dirigir. Mas isso n„o faz com que o assunto seja menos importante! Muito pelo contr·rio:

sempre h· uma quest„ozinha sobre o assunto nas provas que envolvem LegislaÁ„o de Tr‚nsito. Esta parte do CÛdigo estabelece as principais normas a serem

observadas no tr‚nsito. Regra geral,

o desrespeito a uma dessas normas

tr‚nsito. Regra geral, o desrespeito a uma dessas normas gera uma infraÁ„o de tr‚nsito, prevista em

gera uma infraÁ„o de tr‚nsito, prevista em capÌtulo especÌfico. Na

linguagem leiga, gera uma multa. Mas veremos as infraÁıes em detalhe na aula 07, especÌfica sobre o assunto. Este capÌtulo no CTB comeÁa assim:

Art. 26. Os usu·rios das vias terrestres devem:

I - abster-se de

obst·culo para o tr‚nsito de veÌculos, de pessoas ou de animais,

ou ainda causar danos a propriedades p˙blicas ou privadas;

todo

ato que

possa constituir perigo ou

Este dispositivo È bem genÈrico, como podemos observar. Apenas estabelece que os usu·rios devem evitar perigo no tr‚nsito, fazendo menÁ„o ainda a danos. Nada mais a declarar. J· para o prÛximo inciso podemos fazer alguns links no CÛdigo:

II - abster-se de obstruir o tr‚nsito ou torn·-lo perigoso, atirando,

depositando ou abandonando na via objetos ou subst‚ncias, ou nela criando qualquer outro obst·culo.

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O dispositivo È simples, mas o que pode ser ressaltado È que esta conduta pode gerar uma infraÁ„o de transito. O CTB possui um capÌtulo, que vai do art. 161 ao 255, que versa especificamente sobre as infraÁıes de tr‚nsito aquelas condutas que costumam ter como penalidade as multas de tr‚nsito. Assim, a melhor forma de estudar a parte que estamos vendo do CTB È j· fazendo as devidas correlaÁıes com as infraÁıes de tr‚nsito. Quando chegarmos neste assunto, l· na frente, j· teremos uma base. Por hora, devemos saber que existem infraÁıes leves, mÈdias, graves e gravÌssimas. Cada uma possui um valor de multa e acarreta no cÙmputo de determinados pontos no prontu·rio do infrator. E nesta aula, sÛ vamos citar a natureza da infraÁ„o de acordo com as quatro classificaÁıes citadas. N„o nos importaremos com as outras penalidades e medidas administrativas que porventura possam ocorrer, tendo em vista que isto È assunto de aula futura. Vamos, enfim, conhecer as infraÁıes relacionadas ao dispositivo visto:

Art. 172. Atirar subst‚ncias:

InfraÁ„o -

mÈdia;
mÈdia;

do

veÌculo ou abandonar na via objetos ou

172. Atirar subst‚ncias: InfraÁ„o - mÈdia; do veÌculo ou abandonar na via objetos ou www.concurseirosunidos.org

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Veja bem, “objetos ou subst‚ncias”. Se você jogar pela janela uma lata vazia de refrigerante, ou um papel amassado, pode tomar uma multa mÈdia, hein? E a outra situaÁ„o È pior:

Art. 246.

seguranÁa de veÌculo e pedestres, tanto no leito da via terrestre

Deixar de sinalizar qualquer obst·culo ‡ livre circulaÁ„o, ‡

sinalizar qualquer obst·culo ‡ livre circulaÁ„o, ‡ como na calÁada, ou InfraÁ„o - gravÌssima;

como na calÁada, ou

InfraÁ„o -

gravÌssima;
gravÌssima;

obstaculizar a via indevidamente:

São duas condutas distintas: “deixar de sinalizar obstáculos” e “obstaculizar”. “Obstaculizar” não é uma palavra que nós estamos acostumados a ouvir, mas ela tem um significado extremamente simples:

criar um obst·culo, claro.

Art. 27. Antes de colocar o veÌculo em circulaÁ„o nas vias p˙blicas, o condutor dever· verificar a existÍncia e as boas condiÁıes de funcionamento dos equipamentos de uso obrigatÛrio, bem como assegurar-se da existÍncia de combustÌvel suficiente para chegar ao local de destino.

possui

combustÌvel suficiente para realizar o trajeto desejado. Isto porque, se faltar combustÌvel, haver· uma imobilizaÁ„o na via que perturbar· a fluidez do tr‚nsito. Inclusive existe sanÁ„o para tal conduta:

O

condutor

deve

ter

certeza

que

seu

veÌculo

Art. 180. Ter combustÌvel: InfraÁ„o - mÈdia;
Art.
180.
Ter
combustÌvel:
InfraÁ„o -
mÈdia;

seu

veÌculo

imobilizado

na

via

por

falta

de

AlÈm disso, existe uma sÈrie de equipamentos obrigatÛrios que os veÌculos devem possuir. Isto est· estabelecido no prÛprio CTB e em

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resoluÁıes especÌficas do CONTRAN. Por exemplo, vocÍ sabe que seu automÛvel deve possuir um extintor de incÍndio, n„o È? Ent„o, todos esses equipamentos obrigatÛrios (que veremos no futuro) devem n„o sÛ estarem presentes, mas tambÈm funcionando regularmente, caso contr·rio:

Art. 230. Conduzir o veÌculo:

IX - sem equipamento obrigatÛrio ou estando este ineficiente ou inoperante; X - com equipamento obrigatÛrio em desacordo com o estabelecido pelo CONTRAN;

InfraÁ„o -

grave;
grave;

Art. 28. O condutor dever·, a todo momento, ter domÌnio de seu veÌculo, dirigindo-o com atenÁ„o e cuidados indispens·veis ‡ seguranÁa do tr‚nsito.

O condutor deve ser habilitado e estar sempre atento ao tr‚nsito, de modo a evitar problemas diversos, como acidentes. A infraÁ„o relacionada a esta conduta é bem subjetiva (qual é a definição de “estar desatento”?), mas existe:

Art. 169. Dirigir sem atenÁ„o ou sem os cuidados indispens·veis ‡ seguranÁa:

ou sem os cuidados indispens·veis ‡ seguranÁa: InfraÁ„o - leve; Agora vamos ao art. 29 do

InfraÁ„o - leve;

Agora vamos ao art. 29 do CTB, bem extenso, e muito cobrado em provas, pois apresenta diversas regras de circulaÁ„o.

Art. 29. O tr‚nsito de veÌculos nas vias terrestres abertas ‡ circulaÁ„o obedecer· ‡s seguintes normas:

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I - a circulaÁ„o far-se-· pelo lado direito da via, admitindo-se as exceÁıes devidamente sinalizadas;

da via , admitindo-se as exceÁıes devidamente sinalizadas; Aqui n„o È a Inglaterra, ent„o nÛs trafegamos

Aqui n„o È a Inglaterra, ent„o nÛs trafegamos pelo lado direito da via. Contudo, se sinalizado, È possÌvel que o tr·fego em locais especÌficos seja pelo lado esquerdo (a “mão inglesa”).

II - o condutor dever· guardar dist‚ncia de seguranÁa lateral e frontal entre o seu e os demais veÌculos, bem como em relaÁ„o ao bordo da pista, considerando-se, no momento, a velocidade e as condiÁıes do local, da circulaÁ„o, do veÌculo e as condiÁıes clim·ticas;

e as condiÁıes do local, da circulaÁ„o, do veÌculo e as condiÁıes clim·ticas; www.concurseirosunidos.org

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Qual a dist‚ncia que um condutor deve manter do veÌculo que est· ‡ frente quando dirigindo? N„o existe um valor especÌfico. Vale o bom senso do homem mÈdio devidamente habilitado, claro. Mas este valor, ainda que n„o seja definido, pode variar. VocÍ n„o mantÈm a mesma dist‚ncia quando est· a 20 km/h e a 90 km/h. TambÈm presumo que isso n„o aconteÁa em situaÁ„o de sol ou de chuva intensa. Desta forma, existem situaÁıes adversas que implicam em uma conduÁ„o mais defensiva. Essa “distância de segurança”, ainda que não seja definida exatamente, deve ser respeitada, pois existe infraÁ„o para isso:

Art. 192. Deixar de guardar dist‚ncia de seguranÁa lateral e frontal entre o seu veÌculo e os demais, bem como em relaÁ„o ao bordo da pista, considerando-se, no momento, a velocidade, as condiÁıes clim·ticas do local da circulaÁ„o e do veÌculo:

clim·ticas do local da circulaÁ„o e do veÌculo: InfraÁ„o - grave; Mas cabe um detalhe: se

InfraÁ„o - grave;

Mas cabe um detalhe: se um condutor vai passar ou ultrapassar

uma bicicleta, existe sim um valor definido para a

seguranÁa entre os veÌculos: 1,5 m.

dist‚ncia lateral de

Art. 201. Deixar de guardar a dist‚ncia lateral de um metro e cinquenta centÌmetros ao passar ou ultrapassar bicicleta:

InfraÁ„o -

mÈdia;
mÈdia;

Agora veremos as preferÍncias de passagem, que devem estar na ponta da lÌngua para a sua prova. Por exemplo: em um cruzamento, de quem È a preferÍncia? A melhor resposta: a sinalizaÁ„o define! Se existir um sem·foro, você respeita. Se existir a placa “dê a preferência”, você também respeita. E por aÌ vai. Mas e se n„o houver sinalizaÁ„o?

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III - quando veÌculos, transitando por fluxos que se cruzem, se aproximarem de local n„o sinalizado, ter· preferÍncia de passagem:

a) no caso de apenas um fluxo ser proveniente de rodovia, aquele que estiver circulando por ela; b) no caso de rotatÛria, aquele que estiver circulando por ela; c) nos demais casos, o que vier pela direita do condutor;

Aqui temos trÍs situaÁıes distintas. Na alÌnea a, temos um cruzamento entre uma rodovia (via rural

pavimentada) e outra via qualquer.

Assim, o veÌculo que estiver trafegando pela

rodovia tem prioridade do cruzamento. Os veÌculos que estiverem na outra via, querendo cruzar a rodovia, devem aguardar que o tr·fego diminua nesta para atravess·-la.

N„o h· sinalizaÁ„o alguma sobre de

quem È a preferÍncia.

h· sinalizaÁ„o alguma sobre de quem È a preferÍncia. Na alÌnea b , temos duas vias

Na alÌnea b, temos duas vias que se cruzam em uma rotatÛria, situaÁ„o onde o fluxo n„o È muito alto de veÌculos. O ponto positivo È que fica dispensado o uso de sem·foro. E de quem È a preferÍncia? De quem estiver circulando pela rotatÛria. Um veÌculo que estiver circulando pela rotatÛria n„o deve parar ou diminuir sua velocidade para outro entrar na sua frente. Aquele que quiser entrar na rotatÛria deve aguardar uma “brecha” para isso.

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www.concurseirosunidos.org E se tivermos duas vias que se cruzam (nenhuma È rodovia) sem sinalizaÁ„o? De quem

E se tivermos duas vias que se cruzam (nenhuma È rodovia) sem sinalizaÁ„o? De quem È a preferÍncia? Do veÌculo que vier pela direita. Assim, no seu bairro residencial, duas vias locais se cruzam, sem sinalizaÁ„o. Quem estiver pela direita tem preferÍncia.

sinalizaÁ„o . Quem estiver pela direita tem preferÍncia. AtenÁ„o! Para o caso acima, as ˙nicas coisas

AtenÁ„o! Para o caso acima, as ˙nicas coisas que importam s„o que o cruzamento n„o seja sinalizado e que nenhuma das vias seja uma rodovia. A preferÍncia vai ser de quem estiver na direita e pronto. Estou enfatizando isto porque estão erradas todas as afirmações do tipo: “em um cruzamento n„o sinalizado de uma via arterial com uma via local, a preferência é da via arterial”, ou “em um cruzamento n„o sinalizado de duas vias, a preferência é daquela que possuir maior fluxo”. Tudo isso est· errado. E mais: as alÌneas a, b e c estão em “ordem de prevalência”. O que queremos dizer È que pode ser elaborada uma quest„o de prova bem estranha, que n„o È muito vista no cotidiano, mas que est· no CTB:

imagine que uma rodovia faÁa cruzamento com outra via menor em uma rotatÛria. N„o h· sinalizaÁ„o. De quem È a preferÍncia? De quem estiver na rodovia. A alÌnea a tem prevalÍncia sobre a b.

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E quem

infraÁ„o?

desrespeita

essa

ordem

de

preferÍncia

comete

qual

Art. 215. Deixar de dar preferÍncia de passagem:

I - em interseÁ„o n„o sinalizada:

a) a veÌculo que estiver circulando por rodovia ou rotatÛria; b) a veÌculo que vier da direita;

InfraÁ„o -

grave;
grave;

IV - quando uma pista de rolamento comportar v·rias faixas de circulaÁ„o no mesmo sentido, s„o as da direita destinadas ao deslocamento dos veÌculos mais lentos e de maior porte, quando n„o houver faixa especial a eles destinada, e as da esquerda, destinadas ‡ ultrapassagem e ao deslocamento dos veÌculos de maior velocidade;

e ao deslocamento dos veÌculos de maior velocidade; O dispositivo È bem autoexplicativo. Se houver faixa

O dispositivo È bem autoexplicativo. Se houver faixa especial

destinada aos veÌculos de maior porte (Ùnibus, por exemplo), eles devem trafegar nesta faixa. N„o havendo, os veÌculos mais lentos e de maior parte trafegam ‡ direita, enquanto as faixas mais ‡ esquerda s„o para as ultrapassagens e os veÌculos mais r·pidos. Existe infraÁ„o? Sim:

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Art. 185. Quando o veÌculo estiver em movimento, deixar de conserv·-lo:

I - na faixa a ele destinada pela sinalizaÁ„o de regulamentaÁ„o, exceto em situaÁıes de emergÍncia; II - nas faixas da direita, os veÌculos lentos e de maior porte:

InfraÁ„o

- mÈdia;

Prosseguindo. VocÍ pode andar com seu automÛvel sobre a calÁada? Como regra, n„o. Mas e para entrar na garagem do seu prÈdio? AÌ sim, pois existe exceÁ„o legal para isso:

V - o tr‚nsito de veÌculos sobre passeios, calÁadas e nos

acostamentos, sÛ poder· ocorrer para que se adentre ou se saia dos imÛveis ou ·reas especiais de estacionamento;

se saia dos imÛveis ou ·reas especiais de estacionamento; Inclusive existe uma infraÁ„o pesada para os

Inclusive existe uma infraÁ„o pesada para os infratores.

Art. 193. Transitar com o veÌculo em

ciclovias, ciclofaixas, ilhas, ref˙gios,

centrais e divisores de pista de rolamento,

de canalizaÁ„o, gramados e jardins p˙blicos:

InfraÁ„o

de canalizaÁ„o, gramados e jardins p˙blicos: InfraÁ„o ajardinamentos, calÁadas, passeios, passarelas, canteiros

ajardinamentos,

calÁadas, passeios, passarelas,

canteiros

ajardinamentos, calÁadas, passeios, passarelas, canteiros acostamentos, marcas - gravÌssima;

acostamentos, marcas

-

gravÌssima;

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Você sabe o que são “batedores”? São aqueles motociclistas que v„o acompanhando um veÌculo que transporta uma autoridade. Eles, inclusive, costumam “fechar” o trânsito em algumas vias que se cruzam com a via pela qual a autoridade est· transitando. Tudo isso para dar rapidez no transporte da celebridade.

Tudo isso para dar rapidez no transporte da celebridade. Pois bem, o CTB fez menÁ„o aos

Pois bem, o CTB fez menÁ„o aos batedores:

VI - os veÌculos precedidos de batedores ter„o prioridade de passagem, respeitadas as demais normas de circulaÁ„o;

Perceba que em relação aos batedores existe a “prioridade de passagem”. Ou seja, em cruzamentos, os batedores podem “fechar o trânsito”, de modo que o comboio passe ainda que não tivesse prioridade na situaÁ„o. Repare que devem ser “respeitadas as demais normas de circulaÁ„o”. Pode passar em cima de calçada? Não. Pode exceder a velocidade da via? N„o. E por aÌ vai Mas existe um outro grupo de veÌculos que n„o possui apenas “prioridade de passagem”. Vamos ver:

VII - os veÌculos destinados a socorro de incÍndio e salvamento, os de polÌcia, os de fiscalizaÁ„o e operaÁ„o de tr‚nsito e as

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ambul‚ncias, alÈm de prioridade de tr‚nsito, gozam de livre circulaÁ„o, estacionamento e parada, quando em serviÁo de urgÍncia e devidamente identificados por dispositivos regulamentares de alarme sonoro e iluminaÁ„o vermelha intermitente, observadas as seguintes disposiÁıes: ( )

Vamos por partes. Quais s„o os veÌculos mesmo?

os destinados a socorro de incÍndio e salvamento

os de polÌcia

os de fiscalizaÁ„o e operaÁ„o de tr‚nsito

as ambul‚ncias

Eles possuem “prioridade de trânsito”, o que significa que podem imprimir velocidade acima da permitida, transitar pelo acostamento ou pela contram„o, ultrapassar sinal vermelho etc. Mas atenÁ„o! Existem algumas medidas que devem ser observadas para que ocorra a prioridade de tr‚nsito.

os

veÌculos

devem

estar

em

serviÁo

de

urgÍncia

e

devidamente identificados

por dispositivos regulamentares de

alarme sonoro

e

iluminaÁ„o vermelha

intermitente

o uso das prioridades

deve ser feito com cautela

Lembra que o inciso apresentado terminava em "observadas as

seguintes disposiÁıes: (

)"?

Vamos a elas:

a) quando os dispositivos estiverem acionados, indicando a proximidade dos veÌculos, todos os condutores dever„o deixar livre a passagem pela faixa da esquerda, indo para a direita da via e parando, se necess·rio;

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Se vocÍ est· trafegando e percebe que vem atr·s uma ambul‚ncia com a sirene ligada, deve deixar a faixa da esquerda livre. AtÈ parar, se for o caso.

b) os pedestres, ao ouvir o alarme sonoro, dever„o aguardar no passeio, sÛ atravessando a via quando o veÌculo j· tiver passado pelo local;

Se algum pedestre quiser atravessar a via, deve aguardar que o veÌculo em emergÍncia passe primeiro.

c) o uso de dispositivos de alarme sonoro e de iluminaÁ„o vermelha

intermitente sÛ poder· ocorrer quando da efetiva prestaÁ„o de serviÁo de urgÍncia;

O uso da sirene e do giroflex sÛ È autorizado quando em situaÁ„o de emergÍncia. N„o È para o policial acionar estes dispositivos porque est· indo almoÁar e quer se livrar do tr‚nsito.

d) a prioridade de passagem na via e no cruzamento dever· se dar

com velocidade reduzida e com os devidos cuidados de seguranÁa, obedecidas as demais normas deste CÛdigo;

Esta ˙ltima alÌnea È importantÌssima. Est· ligada com a informaÁ„o que apresentamos anteriormente, quando citamos que “o uso das prioridades deve ser feito com cautela”. Por exemplo: um veículo de polÌcia, em emergÍncia, pode ultrapassar um sinal sem·foro vermelho? Sim, mas com cuidado! Fazendo uso da sirene e da iluminaÁ„o vermelha e ainda se certificando que os demais usu·rios perceberam a situaÁ„o de emergÍncia, parando seus veÌculos ainda que com o sem·foro a favor.

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O que devemos enfatizar È que n„o existe prioridade absoluta de tr‚nsito. A prioridade È exercida com cuidado, com vistas a n„o causar um acidente.

Vamos ‡s infraÁıes pertinentes:

Art. 189. Deixar de dar passagem aos veÌculos precedidos de batedores, de socorro de incÍndio e salvamento, de polÌcia, de operaÁ„o e fiscalizaÁ„o de tr‚nsito e ‡s ambul‚ncias, quando em serviÁo de urgÍncia e devidamente identificados por dispositivos regulamentados de alarme sonoro e iluminaÁ„o vermelha intermitentes:

InfraÁ„o

- gravÌssima;

Art. 190. Seguir veÌculo em serviÁo de urgÍncia, estando este com prioridade de passagem devidamente identificada por dispositivos regulamentares de alarme sonoro e iluminaÁ„o vermelha intermitentes:

InfraÁ„o

- grave;

Art. 222. Deixar de manter ligado, nas situaÁıes de atendimento de emergÍncia, o sistema de iluminaÁ„o vermelha intermitente dos veÌculos de polÌcia, de socorro de incÍndio e salvamento, de fiscalizaÁ„o de tr‚nsito e das ambul‚ncias, ainda que parados:

InfraÁ„o

- mÈdia;

falamos

de

veÌculos

precedidos

de

batedores, veÌculos

de

emergÍncia e agora conheceremos uma regra relativa a outro grupo:

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estacionamento no local da prestaÁ„o de serviÁo, desde que devidamente sinalizados, devendo estar identificados na forma estabelecida pelo CONTRAN;

*VeÌculos prestadores de serviÁos de utilidade p˙blica = os destinados ‡ manutenÁ„o e reparo de redes de energia elÈtrica, de ·gua e esgotos, de g·s combustÌvel canalizado e de comunicaÁıes, por exemplo.

Estes veÌculos possuem apenas livre

parada e estacionamento no

veÌculos possuem apenas livre parada e estacionamento no local da prestaÁ„o do serviÁo. N„o existe prioridade

local da prestaÁ„o do serviÁo. N„o existe prioridade de passagem. Muito

menos prioridade de tr‚nsito. E devem ainda estar identificados na forma que o CONTRAN definir em resoluÁ„o especÌfica.

na forma que o CONTRAN definir em resoluÁ„o especÌfica. Agora vamos estudar as regras de ultrapassagem.

Agora vamos estudar as regras de ultrapassagem. Este assunto tambÈm È repetitivo em provas.

IX - a ultrapassagem de outro veÌculo em movimento dever· ser feita pela esquerda, obedecida a sinalizaÁ„o regulamentar e as demais normas estabelecidas neste CÛdigo, exceto quando o veÌculo a ser ultrapassado estiver sinalizando o propÛsito de entrar ‡ esquerda;

A ultrapassagem, como regra, È feita pelo lado esquerdo. Existe exceÁ„o? Sim. Se o veÌculo que vocÍ quiser ultrapassar sinalizar que vai

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entrar ‡ esquerda, no prÛximo cruzamento, vocÍ pode ultrapassar pela direita. … a situaÁ„o ilustrada a seguir:

pela direita. … a situaÁ„o ilustrada a seguir: X - todo condutor dever·, antes de efetuar
X - todo condutor dever·, antes de efetuar uma ultrapassagem, certificar-se de que:

X - todo condutor dever·, antes de efetuar uma ultrapassagem, certificar-se de que:

antes de efetuar uma ultrapassagem, certificar-se de que: a) nenhum condutor que venha atr·s haja comeÁado

a) nenhum condutor que venha atr·s haja comeÁado uma manobra para ultrapass·-lo;

atr·s haja comeÁado uma manobra para ultrapass·-lo; b) quem o precede na mesma faixa de tr‚nsito

b) quem o precede na mesma faixa de tr‚nsito n„o haja indicado o propÛsito de ultrapassar um terceiro;

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www.concurseirosunidos.org c) a faixa de tr‚nsito que vai tomar esteja livre numa extens„o suficiente para que

c) a faixa de tr‚nsito que vai tomar esteja livre numa extens„o suficiente para que sua manobra n„o ponha em perigo ou obstrua o tr‚nsito que venha em sentido contr·rio;

S„o os trÍs cuidados que alguÈm que queira ultrapassar deve ter antes de iniciar a manobra. Perceba que a alÌnea c sÛ È aplicada em vias de “mão dupla”:

a alÌnea c sÛ È aplicada em vias de “mão dupla”: XI - todo condutor ao

XI - todo condutor ao efetuar a ultrapassagem dever·:

a) indicar com antecedÍncia a manobra pretendida, acionando a luz indicadora de direÁ„o do veÌculo ou por meio de gesto convencional de braÁo;

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www.concurseirosunidos.org b) afastar-se do usu·rio ou usu·rios aos quais ultrapassa, de tal forma que deixe livre

b) afastar-se do usu·rio ou usu·rios aos quais ultrapassa, de tal forma que deixe livre uma dist‚ncia lateral de seguranÁa;

forma que deixe livre uma dist‚ncia lateral de seguranÁa; c) retomar, apÛs a efetivaÁ„o da manobra,

c) retomar, apÛs a efetivaÁ„o da manobra, a faixa de tr‚nsito de origem, acionando a luz indicadora de direÁ„o do veÌculo ou fazendo gesto convencional de braÁo, adotando os cuidados necess·rios para n„o pÙr em perigo ou obstruir o tr‚nsito dos veÌculos que ultrapassou;

ou obstruir o tr‚nsito dos veÌculos que ultrapassou; Aqui vimos as normas que devem ser obedecidas

Aqui vimos as normas que devem ser obedecidas na manobra em si da ultrapassagem. Basicamente sinalizar antes e depois, alÈm de manter

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uma dist‚ncia de seguranÁa. Vamos ver as infraÁıes relacionadas ao assunto atÈ agora.

Art. 196. Deixar de indicar com antecedÍncia, mediante gesto regulamentar de braÁo ou luz indicadora de direÁ„o do veÌculo, o inÌcio da marcha, a realizaÁ„o da manobra de parar o veÌculo, a mudanÁa de direÁ„o ou de faixa de circulaÁ„o:

InfraÁ„o

de direÁ„o ou de faixa de circulaÁ„o: InfraÁ„o grave; Art. 199. Ultrapassar pela direita, salvo quando

grave;

Art. 199. Ultrapassar pela direita, salvo quando o veÌculo da frente estiver colocado na faixa apropriada e der sinal de que vai entrar ‡ esquerda:

InfraÁ„o

-

mÈdia;

Adiante.

XII - os veÌculos que se deslocam sobre trilhos ter„o preferÍncia de passagem sobre os demais, respeitadas as normas de circulaÁ„o.

sobre os demais, respeitadas as normas de circulaÁ„o. Claro, nÈ? Ou se um trem estiver se

Claro, nÈ? Ou se um trem estiver se aproximando, vocÍ vai competir com ele, querendo atravessar na frente? Se desobedecer, alÈm de bater, vocÍ vai ser punido:

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Art. 212. Deixar de parar o veÌculo antes de transpor linha fÈrrea:

Deixar de parar o veÌculo antes de transpor linha fÈrrea: InfraÁ„o - gravÌssima; As seguintes normas

InfraÁ„o - gravÌssima;

As seguintes normas que vimos para as ultrapassagens tambÈm s„o v·lidas para a transposiÁ„o de faixas, tanto pela faixa da esquerda como pela da direita:

ß 1 As normas de ultrapassagem previstas nas alÌneas a e b do

inciso X e a e b do inciso XI aplicam-se ‡ transposiÁ„o de faixas,

que pode ser realizada tanto pela faixa da esquerda como pela da direita.

Basicamente, È o seguinte:

X - todo condutor dever·, antes de efetuar uma transposiÁ„o de

faixas, certificar-se de que:

a) nenhum condutor que venha atr·s haja comeÁado uma manobra para ultrapass·-lo; b) quem o precede na mesma faixa de tr‚nsito n„o haja indicado o propÛsito de ultrapassar um terceiro;

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na mesma faixa de tr‚nsito n„o haja indicado o propÛsito de ultrapassar um terceiro; www.concurseirosunidos.org

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XI - todo condutor ao efetuar uma transposiÁ„o de faixas dever·:

a) indicar com antecedÍncia a manobra pretendida, acionando a luz indicadora de direÁ„o do veÌculo ou por meio de gesto convencional de braÁo; b) afastar-se do usu·rio ou usu·rios aos quais ultrapassa, de tal forma que deixe livre uma dist‚ncia lateral de seguranÁa;

Respeitadas as normas de circulaÁ„o e conduta que vimos atÈ agora, temos as seguintes regras, em ordem decrescente:

os veÌculos

de maior porte

seguranÁa dos menores;

ser„o

sempre respons·veis pela

os motorizados pelos n„o motorizados; e

juntos, pela incolumidade dos pedestres

J· vimos as normas que regram os condutores que desejam realizar uma ultrapassagem. Mas e os veÌculos que ser„o ultrapassados? N„o foram esquecidos:

Art. 30. Todo condutor, ao perceber que outro que o segue tem o propÛsito de ultrapass·-lo, dever·:

I - se estiver circulando pela faixa da esquerda, deslocar-se para a faixa da direita, sem acelerar a marcha;

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www.concurseirosunidos.org II - se estiver circulando pelas demais faixas, manter-se naquela na qual est· circulando ,

II - se estiver circulando pelas demais faixas, manter-se naquela na qual est· circulando, sem acelerar a marcha.

Se o veÌculo a ser ultrapassado estiver na faixa da esquerda, deve se deslocar para a faixa adjacente ‡ direita. Se n„o estiver na faixa da esquerda, n„o deve fazer nada. Ressaltamos que, em nenhum caso, o veÌculo a ser ultrapassado pode acelerar seu veÌculo, pois isto pode ser considerado como uma “corrida”, com os condutores disputando quem “corre mais”. Infrações:

Art. 198. Deixar de dar passagem pela esquerda, quando solicitado:

InfraÁ„o

- mÈdia;

Art. 173. Disputar corrida por espÌrito de emulaÁ„o:

InfraÁ„o

- gravÌssima;

Art. 30. Par·grafo ˙nico. Os veÌculos mais lentos, quando em fila, dever„o manter dist‚ncia suficiente entre si para permitir que veÌculos que os ultrapassem possam se intercalar na fila com seguranÁa.

Imagine que um comboio de 5 caminhıes est· trafegando. Estes veÌculos devem deixar entre si uma dist‚ncia tal que permita que

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terceiros consigam realizar as ultrapassagens, j· que estas se procedem veÌculo a veÌculo.

j· que estas se procedem veÌculo a veÌculo. Art. 31. O condutor que tenha o propÛsito

Art. 31. O condutor que tenha o propÛsito de ultrapassar um veÌculo de transporte coletivo que esteja parado, efetuando embarque ou desembarque de passageiros, dever· reduzir a velocidade, dirigindo com atenÁ„o redobrada ou parar o veÌculo com vistas ‡ seguranÁa dos pedestres.

Aqui o CTB somente enfatizou a situaÁ„o perigosa que È ultrapassar um veÌculo coletivo de passageiros parado, com os pedestres embarcando ou desembarcando. Uma menÁ„o que pode ser feita È que se a ultrapassagem for pela direita neste caso a sanÁ„o È maior:

Art. 200. Ultrapassar pela direita veÌculo de transporte coletivo ou

de

passageiros, salvo quando houver ref˙gio de seguranÁa para o pedestre:

de

escolares,

parado

para

embarque

ou

desembarque

InfraÁ„o

- gravÌssima;

Ou:

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Art. 220. Deixar de reduzir a velocidade do veÌculo de forma compatÌvel com a seguranÁa do tr‚nsito:

XIV - nas proximidades de escolas, hospitais, estaÁıes de embarque e desembarque de passageiros ou onde haja intensa movimentaÁ„o de pedestres:

ou onde haja intensa movimentaÁ„o de pedestres: InfraÁ„o - gravÌssima; Existem situaÁıes onde a

InfraÁ„o - gravÌssima;

movimentaÁ„o de pedestres: InfraÁ„o - gravÌssima; Existem situaÁıes onde a ultrapassagem È proibida, salvo

Existem situaÁıes onde a ultrapassagem È proibida, salvo se a sinalizaÁ„o autorizar:

Art. 32. O condutor n„o poder· ultrapassar veÌculos em vias com duplo sentido de direÁ„o e pista ˙nica, nos trechos em curvas e em aclives sem visibilidade suficiente, nas passagens de nÌvel, nas pontes e viadutos e nas travessias de pedestres, exceto quando houver sinalizaÁ„o permitindo a ultrapassagem.

Ou

seja,

se

n„o

ultrapassagem È proibida:

houver

sinalizaÁ„o

que

autorize,

a

nas vias com duplo sentido de direÁ„o e pista ˙nica

nos trechos em curvas

em aclives sem visibilidade suficiente

nas passagens de nÌvel

nas pontes e viadutos

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nas travessias de pedestres

www.concurseirosunidos.org  nas travessias de pedestres Art. 203. Ultrapassar pela contram„o outro veÌculo: I -

Art. 203. Ultrapassar pela contram„o outro veÌculo:

I - nas curvas, aclives e declives, sem visibilidade suficiente;

II - nas faixas de pedestre;

III - nas pontes, viadutos ou t˙neis;

IV - parado em fila junto a sinais luminosos, porteiras, cancelas, cruzamentos ou qualquer outro impedimento ‡ livre circulaÁ„o;

V - onde houver marcaÁ„o vi·ria longitudinal de divis„o de fluxos

opostos do tipo linha dupla contÌnua ou simples contÌnua amarela:

InfraÁ„o

-

gravÌssima;

E existe uma situaÁ„o onde a proibiÁ„o de ultrapassar È absoluta:

Art. 33. Nas interseÁıes e suas proximidades, o condutor n„o poder· efetuar ultrapassagem.

Aqui, nem existe a exceÁ„o da sinalizaÁ„o, porque sempre vai ser proibido mesmo.

Art. 202. Ultrapassar outro veÌculo:

II - em interseÁıes e passagens de nÌvel;

InfraÁ„o

- grave;

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Art. 34. O condutor que queira executar uma manobra dever· certificar-se de que pode execut·-la sem perigo para os demais usu·rios da via que o seguem, precedem ou v„o cruzar com ele, considerando sua posiÁ„o, sua direÁ„o e sua velocidade.

Simples. Nada a acrescentar.

Art. 35. Antes de iniciar qualquer manobra que implique um deslocamento lateral, o condutor dever· indicar seu propÛsito de forma clara e com a devida antecedÍncia, por meio da luz indicadora de direÁ„o de seu veÌculo, ou fazendo gesto convencional de braÁo. Par·grafo ˙nico. Entende-se por deslocamento lateral a transposiÁ„o de faixas, movimentos de convers„o ‡ direita, ‡ esquerda e retornos.

de convers„o ‡ direita, ‡ esquerda e retornos. Antes de se deslocar lateralmente, seja para mudar

Antes de se deslocar lateralmente, seja para mudar de faixar, virar para qualquer lado ou ainda para executar um retorno, o motorista deve sinalizar antes. Isto pode ocorrer por meio da luz prÛpria (indicadora de direÁ„o seta) ou por gesto de braÁo.

Art. 196. Deixar de indicar com antecedÍncia, mediante gesto regulamentar de braÁo ou luz indicadora de direÁ„o do veÌculo, o

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inÌcio da marcha, a realizaÁ„o da manobra de parar o veÌculo, a mudanÁa de direÁ„o ou de faixa de circulaÁ„o:

InfraÁ„o

- grave;

Art. 36. O condutor que for ingressar numa via, procedente de um lote lindeiro a essa via, dever· dar preferÍncia aos veÌculos e pedestres que por ela estejam transitando.

Imagine que vocÍ esteja saindo da garagem do seu prÈdio em direÁ„o ‡ via onde ele esteja localizado. VocÍ deve dar preferÍncia de passagem aos veÌculos e pedestres que estejam trafegando pela referida via. SÛ isso.

que estejam trafegando pela referida via. SÛ isso. de adequadamente posicionado para ingresso na via e

de

adequadamente posicionado para ingresso na via e sem as precauÁıes com a seguranÁa de pedestres e de outros veÌculos:

InfraÁ„o

Art. 216. Entrar

ou

sair

·reas

lindeiras

sem

estar

- mÈdia;

Agora veremos como se d„o as conversıes e retornos em vias com acostamento.

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Art. 37. Nas vias providas de acostamento, a convers„o ‡ esquerda e a operaÁ„o de retorno dever„o ser feitas nos locais apropriados e, onde estes n„o existirem, o condutor dever· aguardar no acostamento, ‡ direita, para cruzar a pista com seguranÁa.

O que h· de mais importante no dispositivo È o que foi destacado:

nas vias providas de acostamento, a convers„o ‡ esquerda e a operaÁ„o de retorno dever„o ser feitas nos locais apropriados. Mas e se n„o houver local apropriado? AÌ sim, tanto para fazer a convers„o quanto para o retorno, o condutor deve aguardar a oportunidade no acostamento, ‡ direita.

deve aguardar a oportunidade no acostamento, ‡ direita. Art. 204. Deixar de parar o veÌculo no
deve aguardar a oportunidade no acostamento, ‡ direita. Art. 204. Deixar de parar o veÌculo no

Art. 204. Deixar de parar o veÌculo no acostamento ‡ direita, para aguardar a oportunidade de cruzar a pista ou entrar ‡ esquerda, onde n„o houver local apropriado para operaÁ„o de retorno:

InfraÁ„o

local apropriado para operaÁ„o de retorno: InfraÁ„o - grave; Art. 38. Antes de entrar ‡ direita

- grave;

Art. 38. Antes de entrar ‡ direita ou ‡ esquerda, em outra via ou em lotes lindeiros, o condutor dever·:

I - ao sair da via pelo lado direito, aproximar-se o m·ximo possÌvel do bordo direito da pista e executar sua manobra no menor espaÁo possÌvel;

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www.concurseirosunidos.org O CTB estabelece que, nas vias urbanas, a manobra de retorno depende de sinalizaÁ„o que

O CTB estabelece que, nas vias urbanas, a manobra de retorno depende de sinalizaÁ„o que autorize ou de condiÁıes que a possibilitem:

Art. 39. Nas vias urbanas, a operaÁ„o de retorno dever· ser feita nos locais para isto determinados, quer por meio de sinalizaÁ„o, quer pela existÍncia de locais apropriados, ou, ainda, em outros locais que ofereÁam condiÁıes de seguranÁa e fluidez, observadas as caracterÌsticas da via, do veÌculo, das condiÁıes meteorolÛgicas e da movimentaÁ„o de pedestres e ciclistas.

e da movimentaÁ„o de pedestres e ciclistas. Ou seja, o retorno, nas vias urbanas, deve ser
e da movimentaÁ„o de pedestres e ciclistas. Ou seja, o retorno, nas vias urbanas, deve ser

Ou seja, o retorno, nas vias urbanas, deve ser feito:

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nos locais para isto determinados (quer por meio de sinalizaÁ„o, quer pela existÍncia de locais apropriados) em outros locais que ofereÁam condiÁıes de seguranÁa e fluidez (observadas as caracterÌsticas da via, do veÌculo, das condiÁıes meteorolÛgicas e da movimentaÁ„o de pedestres e ciclistas)

O retorno, por ser uma manobra “mais complexa” do que uma convers„o, È punido severamente quando proibido:

Art. 206. Executar operaÁ„o de retorno:

I - em locais proibidos pela sinalizaÁ„o;

II - nas curvas, aclives, declives, pontes, viadutos e t˙neis;

III - passando por cima de calÁada, passeio, ilhas, ajardinamento ou

canteiros de divisıes de pista de rolamento, ref˙gios e faixas de pedestres e nas de veÌculos n„o motorizados; IV - nas interseÁıes, entrando na contram„o de direÁ„o da via

transversal;

V - com prejuÌzo da livre circulaÁ„o ou da seguranÁa, ainda que em

locais permitidos:

InfraÁ„o

- gravÌssima;

Agora conheceremos como devemos utilizar as luzes dos nossos veÌculos. E fiquem atentos, pois aqui temos uma novidade trazida pela Lei

13.290/16.

Art. 40. O uso de luzes em veÌculo obedecer· ‡s seguintes

determinaÁıes:

I - o condutor manter· acesos os farÛis do veÌculo, utilizando luz

baixa, durante a noite e durante o dia nos t˙neis providos de

iluminaÁ„o p˙blica

e nas rodovias

;

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Farol baixo:

‡ noite

nos t˙neis providos de iluminaÁ„o p˙blica e nas rodovias (de dia ou de noite)

Art. 250. Quando o veÌculo estiver em movimento:

I - deixar de manter acesa a luz baixa:

a) durante a noite; b) de dia, nos t˙neis providos de iluminaÁ„o p˙blica e nas rodovias; InfraÁ„o - mÈdia;

II - nas vias n„o iluminadas o condutor deve usar luz alta, exceto ao cruzar com outro veÌculo ou ao segui-lo;

Se a via n„o possui iluminaÁ„o, o condutor deve utilizar a luz alta (se de noite, claro!). PorÈm, existem duas exceÁıes:

ao cruzar com outro veÌculo

ao seguir outro veÌculo

Em ambas situaÁıes o uso da luz alta estaria ofuscando a vis„o dos condutores do outro veÌculo. E s„o as seguintes as infraÁıes relacionadas ‡ luz alta:

Art. 223. Transitar com o farol desregulado ou com o facho de luz alta de forma a perturbar a vis„o de outro condutor:

InfraÁ„o

- grave;

Art. 224. Fazer uso do facho de luz alta dos farÛis em vias providas de iluminaÁ„o p˙blica:

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InfraÁ„o

- leve;
-
leve;

III - a troca de luz baixa e alta, de forma intermitente e por curto perÌodo de tempo, com o objetivo de advertir outros motoristas, sÛ poder· ser utilizada para indicar a intenÁ„o de ultrapassar o veÌculo que segue ‡ frente ou para indicar a existÍncia de risco ‡ seguranÁa para os veÌculos que circulam no sentido contr·rio;

Aquilo que nós chamamos de “piscar o farol” significa, pelo Código, “trocar a luz baixa e alta, de forma intermitente e por curto perÌodo de tempo”. E para que serve? Para advertir os demais motoristas em duas situaÁıes:

indicar a intenÁ„o de ultrapassar o veÌculo que segue ‡ frente

indicar a existÍncia de risco ‡ seguranÁa para os veÌculos que circulam no sentido contr·rio

Essas s„o as duas ˙nicas situaÁıes. Perceba que n„o est· escrito:

“indicar a existência de barreira policial para os veículos que circulam em sentido contrário”. O mau uso pode gerar uma infração:

Art. 251. Utilizar as luzes do veÌculo:

II - baixa e alta de forma intermitente, exceto nas seguintes situaÁıes:

a) a curtos intervalos, quando for conveniente advertir a outro condutor que se tem o propÛsito de ultrapass·-lo;

InfraÁ„o

- mÈdia;

IV - o condutor manter· acesas pelo menos as luzes de posiÁ„o do veÌculo quando sob chuva forte, neblina ou cerraÁ„o;

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Item fácil, mas o detalhe é que está escrito “pelo menos”. Ou seja, pode utilizar a luz baixa tambÈm? Sim, pode. E a luz alta, professor? AÌ È mais difÌcil de falar, pois j· vimos que existem situaÁıes em que o uso da luz alta gera uma infraÁ„o de tr‚nsito.

Art. 250. Quando o veÌculo estiver em movimento:

II - deixar de manter acesas pelo menos as luzes de posiÁ„o sob

chuva forte, neblina ou cerraÁ„o;

InfraÁ„o

- mÈdia;

V - O condutor utilizar· o pisca-alerta nas seguintes situaÁıes:

a) em imobilizaÁıes ou situaÁıes de emergÍncia; b) quando a regulamentaÁ„o da via assim o determinar;

O pisca-alerta somente pode ser utilizado nas duas situaÁıes. Se vocÍ inventar uma outra possibilidade, vai tomar:

Art. 251. Utilizar as luzes do veÌculo:

I

-

o

pisca-alerta,

exceto

em

imobilizaÁıes

ou

situaÁıes

de

emergÍncia;

 

( )

 

c)

[exceto]

quando

a

sinalizaÁ„o

de

regulamentaÁ„o

da

via

determinar o uso do pisca-alerta:

InfraÁ„o

- mÈdia;

VI

- durante a noite, em circulaÁ„o, o condutor manter· acesa a luz

de

placa;

Ou seja, pelo CTB, a luz de placa È utilizada:

de noite

em circulaÁ„o

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de placa acende

automaticamente quando ligamos as nossas luzes de posiÁ„o. E isto n„o È

nenhuma situaÁ„o errada, tendo em vista que os fabricantes foram atÈ alÈm do que o CTB exige. E se n„o usar?

Sabemos

que

nossos

veÌculos

a

luz

Art. 250. Quando o veÌculo estiver em movimento:

III - deixar de manter a placa traseira iluminada, ‡ noite;

InfraÁ„o

- mÈdia;

VII - o condutor manter· acesas, ‡ noite, as luzes de posiÁ„o quando o veÌculo estiver parado para fins de embarque ou desembarque de passageiros e carga ou descarga de mercadorias.

Simples. Nas situaÁıes abaixo, se realizadas ‡ noite, devem estar acesas as luzes de posiÁ„o:

embarque ou desembarque de passageiros

carga ou descarga de mercadorias

E È bom acender mesmo:

Art. 249. Deixar de manter acesas, ‡ noite, as luzes de posiÁ„o, quando o veÌculo estiver parado, para fins de embarque ou desembarque de passageiros e carga ou descarga de mercadorias:

InfraÁ„o

- mÈdia;

Par·grafo ˙nico. Os veÌculos de transporte coletivo regular de passageiros, quando circularem em faixas prÛprias a eles

destinadas, e os ciclos motorizados dever„o utilizar-se de farol de

luz baixa durante o dia e a noite.

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Os dois veÌculos devem utilizar a luz baixa sempre que transitarem:

veÌculos de transporte coletivo regular de passageiros, quando circularem em faixas prÛprias a eles destinadas

ciclos motorizados

Art. 250. Quando o veÌculo estiver em movimento:

I - deixar de manter acesa a luz baixa:

c) de dia e de noite, tratando-se de veÌculo de transporte coletivo de passageiros, circulando em faixas ou pistas a eles destinadas; d) de dia e de noite, tratando-se de ciclomotores;

InfraÁ„o

- mÈdia;

Agora vamos como se d· a utilizaÁ„o de um acessÛrio que bem conhecemos: a buzina

Art. 41. O condutor de veÌculo sÛ poder· fazer uso de buzina, desde que em toque breve, nas seguintes situaÁıes:

I - para fazer as advertÍncias necess·rias a fim de evitar acidentes; II - fora das ·reas urbanas, quando for conveniente advertir a um condutor que se tem o propÛsito de ultrapass·-lo.

Perceba s„o em apenas duas situaÁıes que podemos utilizar a buzina.

para evitar acidentes, em qualquer lugar

para advertir o condutor que vai ‡ frente que vocÍ pretende ultrapass·-lo, somente “fora das áreas urbanas”.

E a infraÁ„o de buzina È sempre leve:

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Art. 227. Usar buzina:

I - em situaÁ„o que n„o a de simples toque breve como advertÍncia

ao

pedestre ou a condutores de outros veÌculos;

II

- prolongada e sucessivamente a qualquer pretexto;

III - entre as vinte e duas e as seis horas;

IV - em locais e hor·rios proibidos pela sinalizaÁ„o;

V - em desacordo com os padrıes e frequÍncias estabelecidas pelo

CONTRAN: InfraÁ„o - leve;
CONTRAN:
InfraÁ„o
- leve;

Viu que o CTB proÌbe a utilizaÁ„o da buzina entre 22:00 e 06:00? … pra vocÍ dormir tranquilo

Art.

42.

Nenhum

condutor

dever·

frear

bruscamente

seu

veÌculo, salvo por razıes de seguranÁa.

A freada brusca possui uma exceÁ„o: por razıes de seguranÁa.

Art. 43. Ao regular a velocidade, o condutor dever· observar constantemente as condiÁıes fÌsicas da via, do veÌculo e da carga, as condiÁıes meteorolÛgicas e a intensidade do tr‚nsito, obedecendo aos limites m·ximos de velocidade estabelecidos para a via, alÈm de:

I - n„o obstruir a marcha normal dos demais veÌculos em

circulaÁ„o sem causa justificada, transitando a uma velocidade

anormalmente reduzida;

II - sempre que quiser diminuir a velocidade de seu veÌculo dever·

antes certificar-se de que pode fazÍ-lo sem risco nem inconvenientes para os outros condutores, a n„o ser que haja

perigo iminente;

III - indicar, de forma clara, com a antecedÍncia necess·ria e a

sinalizaÁ„o devida, a manobra de reduÁ„o de velocidade.

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Artigo que n„o demanda coment·rios mais profundos. J· vimos, na

aula passada, que a velocidade mÌnima em uma via, como regra,

n„o
n„o
que a velocidade mÌnima em uma via, como regra, n„o pode ser inferior a 50% da

pode ser inferior a 50% da velocidade m·xima. Mas nem sempre È

conveniente transitar na velocidade m·xima permitia, tendo em vista que devemos levar em conta as condiÁıes fÌsicas da via, do veÌculo e da carga, as condiÁıes meteorolÛgicas, a intensidade do tr‚nsito etc.

Art. 44. Ao aproximar-se de qualquer tipo de cruzamento, o condutor do veÌculo deve demonstrar prudÍncia especial, transitando em velocidade moderada, de forma que possa deter seu veÌculo com seguranÁa para dar passagem a pedestre e a veÌculos que tenham o direito de preferÍncia.

Artigo que sÛ enfatiza que ao se aproximar de um cruzamento, os condutores devem redobrar a atenÁ„o.

Art. 45. Mesmo que a indicaÁ„o luminosa do sem·foro lhe seja favor·vel, nenhum condutor pode entrar em uma interseÁ„o se houver possibilidade de ser obrigado a imobilizar o veÌculo na ·rea do cruzamento, obstruindo ou impedindo a passagem do tr‚nsito transversal.

veÌculo na ·rea do cruzamento, obstruindo ou impedindo a passagem do tr‚nsito transversal. www.concurseirosunidos.org

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A imagem foi tirada de dentro de um veÌculo. Ainda que o sem·foro esteja aberto, o condutor n„o deve avanÁar, pois ficar· imobilizado no cruzamento.

Art. 182. Parar o veÌculo:

VII - na ·rea de cruzamento de vias, prejudicando a circulaÁ„o de veÌculos e pedestres:

InfraÁ„o

- mÈdia;

Art. 46. Sempre que for necess·ria a imobilizaÁ„o tempor·ria de um veÌculo no leito vi·rio, em situaÁ„o de emergÍncia, dever· ser providenciada a imediata sinalizaÁ„o de advertÍncia, na forma estabelecida pelo CONTRAN.

Assim, existe uma resoluÁ„o do CONTRAN sobre o assunto, estabelecendo que deve ser utilizado o pisca-alerta e o tri‚ngulo de sinalizaÁ„o (ou equipamento similar).

Art. 47. Quando proibido o estacionamento na via, a parada dever· restringir-se ao tempo indispens·vel para embarque ou desembarque de passageiros, desde que n„o interrompa ou perturbe o fluxo de veÌculos ou a locomoÁ„o de pedestres. Par·grafo ˙nico. A operaÁ„o de carga ou descarga ser· regulamentada pelo Ûrg„o ou entidade com circunscriÁ„o sobre a via e È considerada estacionamento.

As duas informaÁıes relevantes:

parada È somente pelo tempo necess·rio ao embarque e desembarque (mais do que isso È estacionamento) a operaÁ„o de carga e descarga È estacionamento

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vista que, por definição do Anexo I, o acostamento é a “parte da via diferenciada da pista de rolamento, destinada ‡ parada ou estacionamento de veÌculos, em caso de emergÍncia, e ‡ circulaÁ„o de pedestres e bicicletas, quando não houver local apropriado para este fim”. Cabe ressaltar, entretanto, que se o veÌculo permanecer estacionado no acostamento, sem que haja um motivo de forÁa maior, incorrer· em infraÁ„o de tr‚nsito, a ser vista no estudo do artigo 181.

ß 2 O estacionamento dos veÌculos motorizados de duas rodas ser· feito em posiÁ„o perpendicular ‡ guia da calÁada (meio-fio) e junto a ela, salvo quando houver sinalizaÁ„o que determine outra condiÁ„o.

houver sinalizaÁ„o que determine outra condiÁ„o. ß 3 O estacionamento dos veÌculos sem abandono do

ß 3 O estacionamento dos veÌculos sem abandono do condutor poder· ser feito somente nos locais previstos neste CÛdigo ou naqueles regulamentados por sinalizaÁ„o especÌfica.

Aqui È aquela situaÁ„o onde o estacionamento È proibido, mas o condutor quer estacionar e permanecer dentro do veÌculo. Pode? N„o, a n„o ser que a sinalizaÁ„o permita.

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Art. 49. O condutor e os passageiros n„o dever„o abrir a porta do veÌculo, deix·-la aberta ou descer do veÌculo sem antes se certificarem de que isso n„o constitui perigo para eles e para outros usu·rios da via.

Isto pode evitar acidentes.

e para outros usu·rios da via. Isto pode evitar acidentes. Par·grafo ˙nico. O embarque e o

Par·grafo ˙nico. O embarque e o desembarque devem ocorrer sempre do lado da calÁada, exceto para o condutor.

F·cil: todos os passageiros do veÌculo devem desembarcar do lado da calÁada (do lado direito). Apenas o condutor pode desembarcar do lado esquerdo.

Art. 50. O uso de faixas laterais de domÌnio e das ·reas adjacentes ‡s estradas e rodovias obedecer· ‡s condiÁıes de seguranÁa do tr‚nsito estabelecidas pelo Ûrg„o ou entidade com circunscriÁ„o sobre a via.

J· vimos a definiÁ„o de faixa lateral de domÌnio. O dispositivo apenas menciona que inclusive aÌ o Ûrg„o ou entidade com circunscriÁ„o

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sobre a via pode atuar. Por exemplo, autuando um condutor que cometa uma infraÁ„o de transito.

Art. 51. Nas vias internas pertencentes a condomÌnios constituÌdos por unidades autÙnomas, a sinalizaÁ„o de regulamentaÁ„o da via ser· implantada e mantida ‡s expensas do condomÌnio, apÛs aprovaÁ„o dos projetos pelo Ûrg„o ou entidade com circunscriÁ„o sobre a via.

Aqui nÛs temos as ˙nicas vias particulares que est„o sujeitas ‡s normas do CTB. Ressaltamos isso na nossa aula inaugural. E a informaÁ„o agora È a seguinte: a sinalizaÁ„o de tr‚nsito que porventura exista nesses condomÌnios deve ser feita ‡s custas dos prÛprios condÙminos. N„o È o Estado que vai implantar. PorÈm, o Ûrg„o ou entidade com circunscriÁ„o sobre a via deve aprovar previamente os projetos.

Art. 52. Os veÌculos de traÁ„o animal ser„o conduzidos pela direita da pista, junto ‡ guia da calÁada (meio-fio) ou acostamento, sempre que n„o houver faixa especial a eles destinada, devendo seus condutores obedecer, no que couber, ‡s normas de circulaÁ„o previstas neste CÛdigo e ‡s que vierem a ser fixadas pelo Ûrg„o ou entidade com circunscriÁ„o sobre a via.

A carroÁa e a charrete devem transitar na faixa especial a eles

destinada. E se n„o houver?

N„o transitam no acostamento.

Ao estabelecer que os condutores devem obedecer, no que couber, ‡s normas de circulaÁ„o previstas neste CÛdigo”, devemos atentar que valem as regras de utilizaÁ„o da via p˙blica que s„o exigidas dos veÌculos providos de motor, como as relativas ‡s ordens de preferÍncia, ‡s proibiÁıes de ultrapassagem, ‡s determinaÁıes quanto ao estacionamento, entre outras, excluindo-se apenas aquelas que,

AÌ transitam junto ao meio-fio, do lado

direito da pista, ou junto ao acostamento.

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taxativamente, o CÛdigo limite aos veÌculos automotores. A parte final ainda menciona que os condutores devem obedecer, no que couber, ( ) ‡s [normas] que vierem a ser fixadas pelo Ûrg„o ou entidade com circunscriÁ„o sobre a via”. Por exemplo: proibição do trânsito desses veÌculos em determinados locais ou hor·rios. Agora o CTB dispıe sobre algumas regras para a conduÁ„o de animais (de grande porte).

Art. 53. Os animais isolados ou em grupos sÛ podem circular nas vias quando conduzidos por um guia, observado o seguinte:

I - para facilitar os deslocamentos, os rebanhos dever„o ser divididos em grupos de tamanho moderado e separados uns

dos outros por espaÁos suficientes para n„o obstruir o tr‚nsito;

II - os animais que circularem pela pista de rolamento dever„o ser

mantidos junto ao bordo da pista.

O artigo acima dispensa explicaÁıes mais profundas, dada sua simplicidade. Agora conheceremos regras de seguranÁa para o condutor e passageiro de motocicletas, motonetas e ciclomotores.

Art. 54. Os condutores de motocicletas, motonetas e ciclomotores

sÛ poder„o circular nas vias:

I - utilizando capacete de seguranÁa, com viseira ou Ûculos

protetores;

II - segurando o guidom com as duas m„os;

III - usando vestu·rio de proteÁ„o, de acordo com as

especificaÁıes do CONTRAN.

Art. 55. Os passageiros de motocicletas, motonetas e ciclomotores

sÛ poder„o ser transportados:

I - utilizando capacete de seguranÁa;

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II - em carro lateral acoplado aos veÌculos ou em assento

suplementar atr·s do condutor;

veÌculos ou em assento suplementar atr·s do condutor ; III - usando vestu·rio de proteÁ„o ,

III - usando vestu·rio de proteÁ„o, de acordo com as especificaÁıes do CONTRAN.

Basicamente, condutores e passageiros devem utilizar:

capacete

(sendo que o condutor deve usar viseira ou Ûculos

de proteÁ„o)

 

vestu·rio de proteÁ„o

(de acordo com as especificaÁıes do

CONTRAN o que n„o existe atualmente)

Estas s„o as infraÁıes referentes aos dispositivos acima:

Art. 244. Conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor:

I - sem usar capacete de seguranÁa com viseira ou Ûculos de

proteÁ„o e vestu·rio de acordo com as normas e especificaÁıes aprovadas pelo CONTRAN;

II - transportando passageiro sem o capacete de seguranÁa, na

forma estabelecida no inciso anterior, ou fora do assento suplementar colocado atr·s do condutor ou em carro lateral;

InfraÁ„o

- gravÌssima;

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VII - sem segurar o guidom com ambas as m„os, salvo eventualmente para indicaÁ„o de manobras;

InfraÁ„o -

eventualmente para indicaÁ„o de manobras; InfraÁ„o - grave; O CTB faz menÁ„o sobre as normas de

grave;

O CTB faz menÁ„o sobre as normas de circulaÁ„o referente aos

ciclomotores:

Art. 57. Os ciclomotores devem ser conduzidos pela direita da pista de rolamento, preferencialmente no centro da faixa mais ‡ direita ou no bordo direito da pista sempre que n„o houver acostamento ou faixa prÛpria a eles destinada, proibida a sua circulaÁ„o nas vias de tr‚nsito r·pido e sobre as calÁadas das vias urbanas.

Resumo:

n„o podem transitar

nas vias de tr‚nsito r·pido e sobre as

calÁadas das vias urbanas

transitam

sempre pela direita

da pista:

o

se houver faixa a eles destinada, È por ela que transitam

o

se n„o houver faixa especial nem acostamento, transitam junto ao bordo direito da pista

o

se houver acostamento, transitam no centro da faixa mais ‡ direita

Par·grafo ˙nico. Quando uma via comportar duas ou mais faixas de tr‚nsito e a da direita for destinada ao uso exclusivo de outro tipo de veÌculo, os ciclomotores dever„o circular pela faixa adjacente ‡ da direita.

Imagine, por exemplo, uma pista com trÍs faixas de tr‚nsito, onde a faixa da direita È reservada aos veÌculos de transporte coletivo de

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passageiros. Os ciclomotores v„o transitar na faixa adjacente a faixa central, no caso. J· falamos de motocicletas, motonetas e ciclomotores. Agora vamos falar de bicicletas.

Art. 58. Nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla, a

circulaÁ„o

de bicicletas

dever· ocorrer, quando n„o houver ciclovia, ciclofaixa,

ou acostamento, ou quando n„o for possÌvel a utilizaÁ„o destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulaÁ„o regulamentado para a via, com preferÍncia sobre os veÌculos automotores.

Em vias urbanas bicicletas deve ocorrer:

e

vias rurais de

pista dupla, a circulaÁ„o de

em ciclovia, ciclofaixa ou acostamento

se n„o houver ou n„o for possÌvel a utilizaÁ„o destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulaÁ„o regulamentado para a via, com preferÍncia sobre os veÌculos automotores

Par·grafo ˙nico. A autoridade de tr‚nsito com circunscriÁ„o sobre a via poder· autorizar a circulaÁ„o de bicicletas no sentido contr·rio ao fluxo dos veÌculos automotores, desde que dotado o trecho com ciclofaixa.

… uma exceÁ„o ao segundo tÛpico mostrado anteriormente. Aqui, o tr·fego das bicicletas ocorre na pista de rolamento, em sentido contr·rio as veÌculos desde que exista ciclofaixa.

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Art. 59. Desde que autorizado e devidamente sinalizado pelo Ûrg„o ou entidade com circunscriÁ„o sobre a via, ser· permitida a circulaÁ„o de bicicletas nos passeios.

Ou seja: bicicleta transitar no passeio, somente com autorizaÁ„o e sinalizaÁ„o do Ûrg„o ou entidade com circunscriÁ„o sobre a via. E existe atÈ infraÁ„o para isso no CTB.

Art. 255. Conduzir bicicleta em passeios onde n„o seja permitida a circulaÁ„o desta, ou de forma agressiva, em desacordo com o disposto no par·grafo ˙nico do art. 59:

InfraÁ„o

- mÈdia;

caput, n„o tem

par·grafo ˙nico. … mole? VocÍ vai comeÁar a perceber que o CTB possui v·rias incongruÍncias

Obs.: o interessante È

que

o

art.

59

sÛ tem

Pessoal, j· vimos na aula passada as normas dos arts. 60 ao 63, tendo em vista que estes dispositivos tratam da classificaÁ„o das vias e suas velocidades. Assim, vamos avanÁar.

Art. 64.

As

crianÁas

com idade inferior a

dez anos

devem ser

transportadas nos bancos traseiros, salvo exceÁıes regulamentadas pelo CONTRAN.

Este artigo È bem pequeno e importantÌssimo. Regra geral: crianÁa vai no banco de tr·s. Completou 10 anos, pode ir no banco da frente. Existe exceÁ„o? Sim, o CONTRAN regulamentou o assunto na ResoluÁ„o n 277/08, prevendo exceÁıes para o caso. Mas n„o È o momento para nos aprofundarmos. Por hora, devemos conhecer a infraÁ„o relacionada ao tema:

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Art. 168. Transportar crianÁas em veÌculo automotor sem

observ‚ncia das normas de seguranÁa especiais estabelecidas neste CÛdigo:

InfraÁ„o

- gravÌssima;

Prosseguindo:

Art. 65. … obrigatÛrio o uso do cinto de seguranÁa para condutor e passageiros em todas as vias do territÛrio nacional, salvo em situaÁıes regulamentadas pelo CONTRAN.

… notÛrio que o cinto de seguranÁa salva vidas. Seu uso È obrigatÛrio por condutor e passageiros. E da mesma forma que o transporte de crianÁas: existem exceÁıes? Sim, a serem regulamentadas pelo CONTRAN. E a infraÁ„o:

Art. 167. Deixar o condutor ou passageiro de usar o cinto de seguranÁa, conforme previsto no art. 65:

InfraÁ„o

- grave;

Para finalizar o assunto, o ˙ltimo artigo do capÌtulo:

Art. 67. As provas ou competiÁıes desportivas, inclusive seus ensaios, em via aberta ‡ circulaÁ„o, sÛ poder„o ser realizadas mediante prÈvia permiss„o da autoridade de tr‚nsito com circunscriÁ„o sobre a via e depender„o de:

I - autorizaÁ„o expressa da respectiva confederaÁ„o desportiva ou de entidades estaduais a ela filiadas; II - cauÁ„o ou fianÁa para cobrir possÌveis danos materiais ‡ via; III - contrato de seguro contra riscos e acidentes em favor de terceiros;

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IV - prÈvio recolhimento do valor correspondente aos custos operacionais em que o Ûrg„o ou entidade permission·ria incorrer·. Par·grafo ˙nico. A autoridade com circunscriÁ„o sobre a via arbitrar· os valores mÌnimos da cauÁ„o ou fianÁa e do contrato de seguro.

O artigo regulamenta as provas e competiÁıes desportivas a serem

realizadas em vias abertas a circulaÁ„o. S„o 5 os requisitos:

permiss„o da autoridade de tr‚nsito com circunscriÁ„o sobre a via

autorizaÁ„o da confederaÁ„o desportiva (ou entidades filiadas)

cauÁ„o ou fianÁa (danos materiais)

contrato de seguros (danos pessoais)

prÈvio recolhimento dos custos

O valor da cauÁ„o ou fianÁa e do contrato de seguros È estabelecido

pela autoridade com circunscriÁ„o sobre a via. E se estas normas n„o forem observadas, a competiÁ„o ser· ilegal:

Art. 174. Promover, na via, competiÁ„o esportiva, eventos organizados, exibiÁ„o e demonstraÁ„o de perÌcia em manobra de veÌculo, ou deles participar, como condutor, sem permiss„o da autoridade de tr‚nsito com circunscriÁ„o sobre a via:

InfraÁ„o

- gravÌssima;

Vamos aos nossos exercÌcios.

4 - (FCC - TÈcnico Judici·rio - TRF 1 - 2007) O tr‚nsito de veÌculos, sobre as calÁadas, È autorizado

(A)

somente para viatura policial e em serviÁo de urgÍncia.

(B)

para que se adentre ou saia dos imÛveis.

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(C)

somente se houver sinalizaÁ„o indicativa.

(D)

apenas a motocicletas.

(E)

apenas se n„o houver acostamento na via.

Coment·rios:

ReproduÁ„o do CTB. Gabarito: B. Vejamos:

Art. 29. V -

o tr‚nsito de veÌculos sobre

passeios,

calÁadas

e nos

acostamentos,

sÛ poder· ocorrer para que se adentre ou se saia dos

imÛveis
imÛveis

ou ·reas especiais de estacionamento.

5 - (FCC - Tec. Judici·rio - SeguranÁa - TRT 4 - 2008) Com relaÁ„o ‡s normas gerais de circulaÁ„o e conduta, considere as seguintes afirmativas:

I. Nas interseÁıes e suas proximidades, o condutor poder· efetuar

ultrapassagem.

II. O tr‚nsito de veÌculos sobre passeios, calÁadas e nos

acostamentos sÛ poder· ocorrer para que se adentre ou se saia dos imÛveis ou ·reas especiais de estacionamento.

III. Todo condutor, ao perceber que o outro que o segue tem o

propÛsito de ultrapass·-lo, dever·, se estiver circulando por

qualquer faixa de tr·fego, deslocar-se para a faixa adjacente da direita, sem acelerar a marcha. … correto o que se afirma APENAS em

(A)

II.

(B)

III.

(C)

I e II.

(D)

I e III.

(E)

II e III.

Coment·rios:

Item I: Errado. N„o poder· efetuar a ultrapassagem.

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Art. 33. Nas interseÁıes e suas proximidades, o condutor n„o poderá efetuar ultrapassagem.” Item II: Correto. Art. 29. V - o tr‚nsito de veÌculos sobre passeios, calÁadas e nos acostamentos, sÛ poder· ocorrer para que se adentre ou se saia dos imÛveis ou ·reas especiais de estacionamento; Item III: Errado. Esta postura deve ser observada somente se o condutor estiver na faixa da esquerda. Art. 30. Todo condutor, ao perceber que outro que o segue tem o propÛsito de ultrapass·-lo, dever·:

I - se estiver circulando pela faixa da esquerda, deslocar-se para a faixa da direita, sem acelerar a marcha; II - se estiver circulando pelas demais faixas, manter-se naquela na qual est· circulando, sem acelerar a marcha. Gabarito: A.

6 - (FCC - Tec. Judici·rio - SeguranÁa - TRT - 2008) O condutor dever· manter acesos os farÛis do veÌculo utilizando luz alta quando

(A) em circulaÁ„o nas vias n„o iluminadas, exceto ao cruzar com

outro veÌculo ou ao segui-lo.

(B) em circulaÁ„o durante a noite e durante o dia nos t˙neis providos de iluminaÁ„o p˙blica.

(C) o veÌculo estiver parado ‡ noite, para fins de embarque ou

desembarque de passageiros. (D) o veÌculo estiver parado ‡ noite, para fins de carga ou descarga de mercadorias.

(E) em imobilizaÁıes ou situaÁıes de emergÍncia.

Coment·rios: