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CHAPAS DE VEDAÇÃO INDUSTRIALIZADAS EM MADEIRA DE

REFLORESTAMENTO PARA EDIFICAÇÕES

Sandro Fábio César, Roberto de Oliveira e Carolina Palermo Szücs

RESUMO: A construção civil brasileira ainda tem muito que se desenvolver em relação a
estandardização de componentes para construções mais rápidas, baratas de executar e com
menores desperdícios de materiais e de tempo. Esta situação de baixo desempenho
construtivo ainda hoje é muito freqüente nos canteiros de obra verificando-se inclusive em
edificações feitas de madeira. Considerando o material madeira como objeto de pesquisa,
estuda-se a utilização do "Eucalyptus grandis", (espécie de reflorestamento, com rápido
crescimento) para produção de chapas de vedação estandardizadas produzidas
industrialmente. Pretende-se alcançar com esta pesquisa um produto com melhor resultado de
conformação em relação ao processo de produção e projeto arquitetônico, como também
reduzir o desperdício de madeira em uma construção. Isto se consegue mediante uma série de
ensaios específicos que definam as características desejáveis ao produto final.
Palavras-chave: madeira, chapas, eucalyptus grandis

INDUSTRIALIZED SIDING BOARDS FOR CONSTRUCTIONS USING PLANTED


FORESTS’ WOOD

ABSTRACT: Brazilian construction has yet to develop towards its components


standardisation to achieve process speed up, cost reduction, and avoid time-material waste.
This today’s generalised low performance persists even on wood construction sites. This
work approaches the use of "Eucalyptus grandis" a wood specimen that is of reforestation and
has quick growing; from this material, standardised partition walls are aimed to industrialised
serial production. The research intends to find a product with better results on design in
relation to production and design process as well as wood wasting during construction. A
series of lab experiments are forecasted to define desirable characteristics to the final product.
Keywords: Wood, Boards, eucalyptus grandis

Pesquisa de Doutorado, Programa de Pós Graduação em Engenharia de Produção da UFSC


1 INTRODUÇÃO

O Brasil é um país onde prevalecem as edificações feitas de alvenarias na sua grande maioria.
Isto se deve, entre outros fatores, à colonização portuguesa que trouxe para o país a técnica de
edificar com tijolos. Todavia, o emprego da madeira em construções para moradias térreas
ocorreu em regiões como no oeste paulista de Presidente Prudente, segundo BITTENCOURT
(1988) e região do norte do Paraná com a colonização inglesa, segundo ZANI (1989). Estas
edificações se caracterizavam por tábuas verticais pregadas nas estrutura de sustentação,
matajuntadas com ripas externas pregadas para vedação das frestas presentes no encontro das
tábuas. Este sistema de vedação não estrutural, era fixado em vigas de madeira do piso e do
teto.

Este sistema foi muito difundido e utilizado nestas regiões e também em outras partes do
Brasil, onde havia muita madeira de floresta natural. A madeira foi utilizada porque outros
materiais como tijolo e cimento eram escassos nesta localidades, com custo elevado, quando o
"desenvolvimento" ainda não havia chegado. No entanto, a medida que estes materiais foram
se tornando mais acessíveis para estas localidades, as edificações passaram a ser de alvenaria
de tijolos, como também ocorreram casos em que as edificações de madeira foram sendo
substituídas pelas de alvenarias.

Porque isto ocorreu? Porque a madeira não é um bom material para construções de
edificações? Se isto fosse verdade 90% das edificações canadenses e dos Estados Unidos da
América não seriam de madeira, como também de outros países como Japão, segundo INO
(1992).

No Brasil, além da forte cultura portuguesa em construir com alvenaria, alguns fatores que
contribuíram para este quadro o baixo desempenho técnico do ponto de vista de conforto
térmico e acústico das edificações de madeira feitas com tábuas matajuntadas com ripas
pregadas, o desconhecimento do material do ponto de vista de durabilidade em relação a
degradação por agentes biológicos como as térmitas e fungos apodrecedores, entre outros.
Este conjunto de fatores fundamentaram os preconceitos existentes sobre as casas de madeira,
como também não possibilitaram formar uma cultura de aceitação da edificação de madeira.
No entanto, hoje, já temos respostas técnicas para contornar cada um dos itens supracitados.
Mesmo assim, as construções de madeira ainda não conseguem competir em escala de
produção com as casas de alvenarias.

Embora tenhamos tecnologias disponíveis para construções de casas de madeira, este


conhecimento ainda está guardado nas universidades em função do pouco diálogo existente
por parte dos empresários que constróem casas de madeira com os pesquisadores
universitários. Outro fator que contribui para esta realidade é o fato de nosso mercado
consumidor ainda não ser muito exigente em relação aos produtos disponibilizados pela
indústria nacional da construção civil.

Contudo, este quadro começou a mudar com código de defesa do consumidor criado na última
década de do século XX, atingindo também os produtos da indústria da construção civil. Este
instrumento e a crise econômica brasileira que se intensificou na década passada forçaram os
empresários também deste ramo a buscar novas formas de produzir edificações de formas
mais rápidas, econômicas e com menor desperdício de materiais (isto no caso das construções
de alvenarias e de concreto armado) e consequentemente melhorar a qualidade das edificações
disponibilizadas para o mercado nacional.
Com a globalização o empresário nacional voltado à construção de edificações de madeira
está mudando aos poucos sua visão em relação a parcerias com as universidades, pois estas
instituições estão capacitadas a pesquisar novos produtos dentro de padrões de qualidade e
confiabilidade que o empresário precisa para conquistar novos consumidores de casas de
madeira.

SZÜCS (1995) ressalta que as regiões Sudeste e Sul do Brasil são as que mais têm
desenvolvido tecnologia a respeito do uso da madeira na construção, em especial a Sudeste
que apresenta um parque industrial madeireiro bastante significativo , voltado ao uso da
madeira de reflorestamento.

Dentro deste contexto, este trabalho como parte de tese de Doutorado em Engenharia de
Produção (na Universidade Federal de Santa Catarina) apresenta de forma resumida a
pesquisa em andamento, que busca o desenvolvimento de novos produtos industrializados
para produção de habitações de madeira, visando maior conformação do produto com projeto
de produção e consequentemente com os projetos de edificações.

2 CONCEITOS
Neste trabalho apresenta-se alguns conceitos para definir os termos empregados nesta
pesquisa, entre eles "chapa", "placas" "painéis verticais" e "habitação" .FUSCO (1976)
apresenta a distinção entre placas e chapas utilizando um critério de classificação auxiliar de
natureza mecânica, sendo considerado como "placas" os elementos que possuem
carregamento perpendicular a seu plano médio. As "chapas" são aqueles que por sua vez têm
carregamento contido no mesmo plano. Estes elementos são denominados de "elementos de
superfície" onde a altura da peça é pequena em relação a sua largura e ao seu comprimento.
As chapas podem ser estruturais ou apenas de vedação. Neste trabalho o foco de estudo está
voltado para as chapas de vedação sem função estrutural, visando maior flexibilidade de
utilização para o componente estudado.

O outro termo a ser definido é o de "painel vertical". A NBR-5714, falando de painel modular
vertical, coloca que as " medidas do painel são modulares e que é utilizado para construir
divisões verticais internas, externas e interno-externas." Este termo é apresentado uma vez
que as chapas de vedação poderão ser um dos componentes a constituir um painel vertical,
quando assim for conveniente empregá-las.

Com relação a conceituação de habitação, DE OLIVEIRA (1998), a considera complexa por


ter característica multidisciplinar. Assim o mesmo autor se utiliza das definições de
TURNER(1976) que apresenta uma habitação com três dimensões (a parte física, a
acessibilidade e a ocupação), a de HANDLER(1970) que coloca a habitação como um
resultado harmônico entre os desempenhos simbólicos, humanos, ambientais, técnicos e
econômicos, e a de ALEXANDER(1966) que apresenta o desempenho social da habitação.

DE OLIVEIRA (1998) aborda as questões de viabilidade de um produto ou sistema


construtivo como sendo a viabilidade energética, ambiental, econômico-fiscal, social,
humana, simbólica e técnica.

No desenvolvimento de novos produtos para construção civil brasileira feitos industrialmente


deve ser levado em consideração o consumo de energia para produzí-lo, uma vez que, quanto
maior o consumo de energia despendida para sua produção, maior será o gasto e a agressão ao
meio ambiente assim, o produto deverá ter viabilidade energética. Deste ponto de vista, a
madeira de florestas plantadas é uma opção a mais para a atualidade, uma vez que seu
consumo de energia é muito baixo para sua produção, quando comparado com outros
materiais como o Plástico PVC e Alumínio.

Do ponto de vista ambiental, a madeira plantada se destaca em relação aos demais materiais
naturais como areia, pedra e argila, por exemplo, por agredir menos o meio ambiente, durante
a sua extração que tem manejo programado.

Em relação a viabilidade Econômico-Fiscal, quanto mais industrializada for a madeira para


produção de algum bem de consumo, mais valor agrega ao produto, tanto para a Empresa
como também para o Estado.

Quanto a Viabilidade Social, observa-se que a cadeia de beneficiamento da madeira para


produção de um determinado produto (floresta - serraria - componentes - móveis) gera 25
empregos para cada 1000m³, enquanto que na floresta apenas 5 empregos são gerados,
segundo a Empresa BATTISTELLA(1996).

A Viabilidade Humana, conforme coloca DE OLIVEIRA (1998), está relacionada com o bem
estar do usuário em relação a edificação da madeira, e a relação do operário com o material.
A Viabilidade Simbólica está relacionada com a cultura das pessoas em uma edificação ou no
ambiente construído. Quanto a Viabilidade Técnica, muitos estudos têm sido realizados,
porém em relação a padronização de peças e componentes de madeira, temos muito que
crescer na realidade brasileira. Através da padronização, pode-se inclusive facilitar outras
melhorias do uso do material, melhorar a interação com a mão de obra e de toda a cadeia
produtiva.

Segundo SABBATINI e AGOPYAN (1991), a construção de edificações está ligada a


evolução tecnológica, quando esta passa pela criação ou aperfeiçoamento de "materiais e
componentes, procedimentos operacionais e procedimento organizacionais (planejamento,
administração e controle das operações construtivas)".

3 PROPOSTA DA PESQUISA
Dentro de uma realidade carente de habitação, fato que se verifica não só nas camadas mais
desfavorecidas da população, o panorama brasileiro da construção civil necessita de produtos
que venham facilitar a execução de uma edificação, diminua o tempo de obra, possibilite
melhor acabamento ao produto final, possibilite intercâmbios com outros produtos e os
componentes disponíveis atualmente no mercado para construção e diminua o grau de
trabalho artesanal no canteiro.

Esta pesquisa estuda as chapas feita em madeira de florestas plantadas de "Eucalyptus


Grandis" produzidas industrialmente, procurando resguardar os parâmetros supra citados. A
composição desse novo elemento de construção teve como ponto de partida a observação das
antigas casas de madeira feitas de tábuas pregadas verticalmente na estruturas de sustentação
da edificação matajuntadas com ripas pregadas externamente para vedar as frestas presentes
nas uniões das tábuas, tecnologia esta citada por BITTENCOURT (1988) e ZANI (1989).
A partir desta observação pode-se constatar que este tipo de edificação tinha como pontos
positivos a estética decorrente da continuidade das fachadas sem interrupções pelos elementos
estruturais (o que não acontece com os painéis dispostos horizontalmente); a facilidade de
manuseio dos elementos empregados na construção por serem de pequena seção
consequentemente leves para o transporte na obra; a fácil fixação na estrutura através de
pregos; a rápida execução, quando comparadas com edificações de alvenarias com mesma
metragem e programa de necessidades.

Este sistema também apresenta alguns pontos a serem melhorados que são responsáveis por
gerar insatisfação de seus usuários, o que torna um estímulo para este estudo, sendo eles:
• As frestas das paredes externas geram troca de ar do ambiente interno com o
externo, ficando a casa fria no inverno e quente no verão;
• Outro fator que contribui para este fato é a pouca espessura da parede, que
proporciona baixa inércia térmica;
• O conector do sistema convencional de fixação (prego) com o tempo oxida
manchando a madeira;
• Os projetos destas edificações antigas geralmente não apresentam preocupação
com a durabilidade do material segundo BITTENCOURT (1988);
• As paredes internas não possibilitam bom isolamento acústico entre os vários
ambientes da edificação;
• O processo artesanal de se produzir os componentes que constituem as paredes
destas edificações contribuem para o comprometimento da qualidade final do
produto, entre outros aspectos.

A partir deste contexto, pensou-se em considerar os aspectos positivos para os novos


elementos de construção feitos com madeira de floresta plantada e procurar eliminar os
possíveis problemas com a utilização das chapas de madeira de floresta plantada de Eucalytus
gandis.

Sendo assim, propõem-se chapas de vedação sem função estrutural feitas com peças de
pequenas largura e coladas lateralmente para formarem as chapas de vedação .Esta proposta
está sendo feita, uma vez, que hoje, em função do diâmetro disponíveis dos troncos de árvores
plantadas, não se dispõem mais de tábuas de grandes dimensões, o que nos leva a estudar o
aproveitamento de tábuas de pequenas seções transversais para produção de novos
componentes de construção.

A vantagem das chapas serem concebidas apenas como vedação amplia as possibilidades de
utilização para as mesmas nos mais variados sistemas estruturais existentes. Outro aspecto
importante que ressalta a potencialidade deste componente de construção é o fato delas serem
chapas paralelepipédicas, o que possibilita as mais variadas formas de fixá-las, ampliando
suas possibilidade de utilização.

Na pesquisa em andamento será adotado o "M" como medida modular. A condição modular,
segundo a Organização Internacional de Normalização (I.S.O.) citada por BARTH (1997),
adapta o módulo básico como M = 10cm para os países que usam o sistema métrico. Sendo
assim, tem-se os multimódulos ( 2M - 3M - 6M....) e os submódulos (1/2M - 1/5M .......).
Neste estudo as chapas terão larguras de 40cm (4M). Adotou-se esta dimensão para as chapas
por ser uma medida que facilita a adaptação destes elementos aos projetos arquitetônicos, e
por terem menor peso para manuseio na obra, facilidade de adaptação às estruturas "baloon
frame" com paredes mistas de chapas de madeira e gesso acartonado.
Para a altura das chapas propõe-se de 260cm, com espessura de 3cm (vide figura 1). Em
princípio, serão testados duas alternativas de sistemas de fixação: a primeira feita com perfis
metálicos aparafusados nas vigas superiores e inferiores da estrutura, nos quais se encaixam
as chapas sem que ela se encostem na viga. Na segunda alternativa o sistema de fixação se
dará através de peças de madeira de 4X4cm aparafusadas nas extremidades das chapas e
seguidamente fixadas com parafusos auto-atarraxante nas vigas superiores e inferiores da
estruturas (vide figura 2). Para que não haja transferência de carregamento das vigas
superiores para as chapas, recomenda-se uma estrutura auxiliar composta de montantes do
mesmo arranjo estrutural do sistema "baloon frame". Esta medida garantirá a transferência do
carregamento das vigas sem sobrecarregar as chapas de madeira, ficando estas apenas com
função de vedação

A cola utilizada para unir as tábuas entre si é a CASCOPHEM RS - 216 -M, aplicadas
manualmente e prensadas mecanicamente a quente, para acelerar a cura da cola. A ligação
lateral entre as chapas adjacentes se dará com rebaixo de meia seção nas tábuas das
extremidades, quando a estrutura apresentar montantes "frame", ou encaixadas com macho e
fêmea quando o sistema estrutural for composto apenas de vigas e pilares.

Seção transversal do painel

Figura 1 (Vista interna do painel fixado na estrutura - sem escala)


Legenda
A1 - Conector de metal para fixar o painel na estrutura
A2 - Conector de madeira para fixar o painel na estrutura
B - Painel
C - Guias de fixação dos painéis
D - Montantes Frame

Figura 2 (Painel em perfil e duas possibilidades de fixação dos painéis na estrutura)

4 EXPERIMENTOS E TESTES

Propor novos produtos industrializados para construção civil é muito mais que desenhar os
componentes, é seqüenciar uma linha de produção e montagem em uma obra. Cada
componente ou sistema construtivo que é lançado no mercado deverá antes ser submetido a
uma série de experimentos laboratoriais para testar suas características e através de seus
resultados experimentais comprovar se o mesmos tem requisitos para ser colocado no
mercado. METIDIERI (1998), enfatiza a necessidade de se testar qualquer produto antes de
ser lançado no mercado: "não se pode empregar novas tecnologias, novos processos e
sistemas de construção, sem antes ter ensaiado ou avaliado".

Segundo o mesmo autor, são as exigências humanas que definirão os parâmetros para os
atributos do edifício, no conceito de desempenho. Conforme o Conseil Internacional Du
Batiment citado por METIDIERI (1998), desempenho significa "comportamento em
utilização" de um produto que deverá apresentar determinadas propriedades para poder
"cumprir sua função quando sujeito a determinadas influências ou ações durante sua vida
útil".
Uma avaliação experimental do comportamento dos novos produtos proporcionará maior
segurança para os agentes promotores e financeiros da habitação, pois assim será possível se
ter conhecimento do desempenho dos novos produtos considerando as exigências de
habitabilidade (estanqueidade, aquecimento e ruído), durabilidade e de segurança (estrutural e
ao fogo).

Nesta pesquisa será estudado em laboratório os requisitos de segurança voltados ao item


estrutural do componente proposto verificando os requisitos essenciais - eliminatórios ou
classificatórios. Os ensaios a serem realizados, segundo METIDIERI (1998) são:
Desempenho estrutural para ação de impacto de corpo mole; desempenho estrutural para ação
de impacto de corpo duro; desempenho estrutural para ação de cargas provenientes de peças
suspensas. Também será considerado desempenho estrutural para ação de esforços de
cisalhamento decorrente de ação diafragma em chapas tendo como referência os
procedimentos especificados pela norma ASAE EP 484.1 (1991) apresentada por BARALDI
(1998).

Para cada experimento serão ensaiados três corpos de prova em tamanho natural, com largura
de 120cm, ou seja 3 módulos de 40cm, com sistema de fixação proposto na pesquisa. A partir
destes resultados será feita a discussão e análise para avaliação do componente proposto, para
se verificar se estes componentes atendem os requisitos mínimos para serem utilizados na
construção civil.

Porém, como foi citado anteriormente, nosso trabalho se limita ao desempenho técnico,
deixando de abordar as restrições de mercado, bem como outras viabilidades de aplicação do
sistema em proposição.

5 REFERÊNCIAS
BARALDI,L.T. (1998). Ação diafragma de cobertura aplicada às construções em pórticos
de madeira. São Carlos;60p.;Monografia de Qualificação; EESC-USP.
BARTH,F.( 1997). Las fachadas de hormigon arquitectonico y grc en Cataluna:
Aplicacion y comportameito de los cerramientos prefabricados;Barcelona;
1997339p.; Tese (Doutorado em Arquitetura) Escola Tècnica superior
d'Arquitectura de Barcelona - Departament de Construccions
Arquitectóniques - Universitat Politècnica de Catalunya.
BITTENCOURT,R.M.( 1988). Presidente Prudente: a habitação de madeira e o
desenvolvimento do oeste paulista. São Paulo. 176p. Dissertação de
Mestrado (Mestrado em Engenharia Urbana) POLI, USP.
EMPRESA BATTISTELLA. (1996). "Forum Florestal", Lages, SC, outubro.
FUSCO, P.B.( 1976). Estruturas de concreto, Fundamentos do projeto estrutural;
São Paulo; Editora da Universidade de São Paulo - Editora McGraw-
Hill do Brasil; 298p.
INO, A.( 1992). Sistema estrutural modular em eucalipto roliço para habitação; São Paulo,
212p. Tese (Doutorado em Engenharia de Construção Civil) - POLI,
USP.
MITIDIERI FILHO, C.V.( 1998). Avaliação de desempenho de componentes e elementos
construtivos inovadores destinados a habitações, proposições específicas à
avaliação do desempenho estrutural;198p.; Tese (Doutorado em
Engenharia Civil) - POLI, USP.
OLIVEIRA, Roberto de..( 1998). Viabilidades da madeira para habitação. In: ENCONTRO
BRASILEIRO EM MADEIRAS E EM ESTRUTURAS DE MADEIRA,VI,
Florianópolis, 22 a 24 de julho. Anais.
SABBATINI, F.H & AGOPYAN, V.( 1991). Desenvolvimento de métodos, processos e
sistemas construtivos, Boletim Técnico da Escola Politécnica,
Departamento de Engenharia de Construção Civil, BT/PCC/32, 25P.
SZÜCS, Carolina P.(1995). Avaliação de sistemas construtivo em pinus spp, adotado ao uso
em autoconstrução. In: ENCONTRO BRASILEIRO EM MADEIRAS E EM
ESTRUTURAS DE MADEIRA, V, Belo Horizonte, 19 a 21 julho de. Anais.
ZANI, A.C.( 1989). Repertório arquitetônico e sistemas construtivos das casas de madeira
de Londrina - PR. São Carlos. 296p. Dissertação de Mestrado
(Mestrado em Arquitetura) - EESC - P.