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PORTARIA MTB Nº 3.

214, DE 08 DE
JUNHO DE 1978
• APROVA AS NORMAS REGULAMENTADORAS - NR - DO CAPÍTULO V, TÍTULO II, DA
CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO, RELATIVAS A SEGURANÇA E MEDICINA
DO TRABALHO.
• O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES LEGAIS,
CONSIDERANDO O DISPOSTO NO ART. 200, DA CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO
TRABALHO, COM REDAÇÃO DADA PELA LEI N.º 6.514, DE 22 DE DEZEMBRO DE 1977,
RESOLVE:
• ART. 1º - APROVAR AS NORMAS REGULAMENTADORAS - NR - DO CAPÍTULO V,
TÍTULO II, DA CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO, RELATIVAS À SEGURANÇA
E MEDICINA DO TRABALHO
ARTIGO 157 DA CLT - CABE ÀS
EMPRESAS:
• I. CUMPRIR E FAZER CUMPRIR AS NORMAS DE SEGURANÇA E MEDICINA DO
TRABALHO;
• II. INSTRUIR OS EMPREGADOS, ATRAVÉS DE ORDENS DE SERVIÇO, QUANTO ÀS
PRECAUÇÕES A TOMAR NO SENTIDO DE EVITAR ACIDENTES DO TRABALHO OU
DOENÇAS OCUPACIONAIS;
• III. ADOTAR AS MEDIDAS QUE LHE SEJAM DETERMINADAS PELO ÓRGÃO
REGIONAL COMPETENTE;
• IV. FACILITAR O EXERCÍCIO DA FISCALIZAÇÃO PELA AUTORIDADE
COMPETENTE."
AÇÃO DE RESPONSABILIDADE CIVIL
• É UMA AÇÃO PRIVADA.
• DEVE SER PLEITEADA PELOS HERDEIROS DO
TRABALHADOR ACIDENTADO.
•COMPROVANDO-SE A RESPONSABILIDADE DA
EMPRESA, ESTA É OBRIGADA A REPARAR O DANO
PAGANDO INDENIZAÇÃO ARBITRADA PELO JUÍZ
CONSIDERANDO AS LESÕES OU MORTE DO
TRABALHADOR.
SÚMULA 229 DO SUPREMO
TRIBUNAL FEDERAL
"A INDENIZAÇÃO ACIDENTÁRIA, A CARGO DA
PREVIDÊNCIA SOCIAL, NÃO EXCLUI A DO DIREITO
CIVIL, EM CASO DE ACIDENTE DO TRABALHO
OCORRIDO POR CULPA OU DOLO."
AÇÃO DE RESPONSABILIDADE PENAL
• É UMA AÇÃO PÚBLICA. ESTÃO NESSA CONDIÇÃO:

• PROCURA RESPONSABILIZAR PELA • ENGENHEIROS DO TRABALHO


MORTE OU DANO À SAÚDE DO • MÉDICOS DO TRABALHO

TRABALHADOR OS PREPOSTOS DA • TÉCNICOS DE SEGURANÇA


EMPRESA QUE TÊM COMO FUNÇÃO • CIPEIROS
CARGOS DE CHEFIA E COMO • GERENTES
CONSEQUÊNCIA SEREM • SUPERVISORES
DIVULGADORES E CUMPRIDORES
• CHEFES / MESTRES / ENCARREGADOS
DAS NORMAS DE SEGURANÇA
RESPONSABILIDADE CRIMINAL POR
ACIDENTE DO TRABALHO
ARTIGO 15 DO CÓDIGO PENAL:"DIZ-SE ARTIGO 132 DO CÓDIGO PENAL:
DO CRIME: • "EXPOR A VIDA OU A SAÚDE DE
• DOLOSO - QUANDO O AGENTE QUIS OUTREM À PERIGO DIRETO E
O RESULTADO OU ASSUMIU O IMINENTE.
RISCO DE PRODUZI-LO;
• PENA - PRISÃO DE 3 MESES A 1
• CULPOSO - QUANDO O AGENTE DEU ANO."
CAUSA AO RESULTADO POR
IMPRUDÊNCIA, NEGLIGÊNCIA OU
POR IMPERÍCIA."
CONTEÚDO PROGRAMATICO DA
NR10
• A NORMA ESTÁ COMPOSTA POR 14 ITENS, DISTRIBUÍDOS
EM 99 SUBITENS, 2 ANEXOS E 1 GLOSSÁRIO, QUE
DISPÕEM AS ALTERAÇÕES PROMOVIDAS. SEU CONTEÚDO
CONSTITUI A FUNDAMENTAÇÃO LEGAL ATUALMENTE
APLICÁVEL, DE CUMPRIMENTO COMPULSÓRIO NAS
ATIVIDADES EM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E SERVIÇOS
COM ELETRICIDADE.
CONTEÚDO DA NR-10
• 10.1.OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO • 10.9.PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E
EXPLOSÃO
• 10.2.MEDIDAS DE CONTROLE
• 10.3.SEGURANÇA EM PROJETOS
• 10.10.SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA

• 10.4.SEGURANÇA NA CONSTRUÇÃO,
• 10.11.PROCEDIMENTOS DE
TRABALHO;
MONTAGEM, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO
• 10.12.SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA;
• 10.5.SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES
• 10.13.RESPONSABILIDADES;
DESENERGIZADAS
• 10.6.SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES
• 10.14. DISPOSIÇÕES FINAIS.
ENERGIZADAS • GLOSSÁRIO.
• 10.7.TRABALHO ENVOLVENDO ALTA TENSÃO • ANEXO I -ZONA DE RISCO E ZONA
CONTROLADA;
• 10.8.HABILITAÇÃO, QUALIFICAÇÃO, CAPACIT.
E AUTORIZAÇÃO DOS TRABALHADORES. • ANEXO II –TREINAMENTO
CHOQUE ELÉTRICO

CONJUNTO DE PERTURBAÇÕES DE NATUREZA E


EFEITOS DIVERSOS QUE SE MANIFESTA NO
ORGANISMO HUMANO OU ANIMAL QUANDO ESTE
É PERCORRIDO POR UMA CORRENTE ELÉTRICA.
EFEITOS NO CORPO HUMANO
• DANIFICA OS TECIDOS E LESA OS TECIDOS NERVOSOS E CEREBRAL
• PROVOCA PARALISAÇÃO DOS MÚSCULOS
• PROVOCA COÁGULOS NOS VASOS SANGUÍNEOS
• PODE PARALISAR A RESPIRAÇÃO E OS MÚSCULOS CARDÍACOS
• PODE CAUSAR FIBRILAÇÃO VENTRICULAR
• PROVOCA QUEIMADURAS
• PODE CAUSAR INCONSCIÊNCIA
• MORTE
A GRAVIDADE DO CHOQUE DEPENDE:
• TRAJETO DA CORRENTE NO CORPO HUMANO
• TIPO DA CORRENTE ELÉTRICA
• TENSÃO NOMINAL
• INTENSIDADE DA CORRENTE
• DURAÇÃO DO CHOQUE ELÉTRICO
• RESISTÊNCIA DO CIRCUITO
• FREQUÊNCIA DA CORRENTE
• CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DO ACIDENTADO
RISCO DE CONTATO
• CONTATO DIRETO
É O CONTATO DE PESSOAS OU
ANIMAIS COM PARTES
NORMALMENTE ENERGIZADAS
(PARTES VIVAS DA INSTALAÇÃO,
CONDUTORES, CONEXÕES).
RISCO DE CONTATO
• CONTATO INDIRETO
É O CONTATO DE PESSOAS OU
ANIMAIS COM PARTES METÁLICAS
DAS ESTRUTURAS MAS QUE NÃO
PERTENCEM AO CIRCUITO ELÉTRICO E
QUE SE ENCONTRAM ENERGIZADAS
ACIDENTALMENTE.
ARCO ELÉTRICO
• É A DESCARGA ELÉTRICA ATRAVÉS
DO AR, OU SEJA, A PASSAGEM
DE CORRENTE ELÉTRICA ATRAVÉS
DO AR IONIZADO.
• GRANDE DISSIPAÇÃO DE ENERGIA,
COM EXPLOSÃO E FOGO;
• DURA MENOS DE 1 SEGUNDO;
• • AS TEMPERATURAS GERADAS VÃO
DE 6.000OC ATÉ 30.000OC
VÍDEO ARCO ELÉTRICO
CONSEQUÊNCIAS:

• QUEIMADURAS DE 2° E 3° GRAUS, POTENCIALMENTE FATAIS;


• FERIMENTOS POR QUEDAS DE POSTES;
• PROBLEMAS NA RETINA, DEVIDO À EMISSÃO DE RADIAÇÃO ULTRAVIOLETA;
• DANOS FÍSICOS DEVIDOS À ONDA DE PRESSÃO ORIGINADA PELA EXPLOSÃO;
• FERIMENTOS E QUEIMADURAS DEVIDOS À AÇÃO DE PARTÍCULAS DERRETIDAS
DE METAL.
MEDIDAS DE PROTEÇÃO:
UTILIZAÇÃO DE EPIS: ROUPAS DE PROTEÇÃO
TÉRMICA, ÓCULOS DE SEGURANÇA, CINTO DE
SEGURANÇA E TALABARTES, CAPACETE CLASSE
“B”, PARA TRABALHOS EM ELETRICIDADE, PRESO
AO PESCOÇO PELO PRENDEDOR DENOMINADO
“JUGULAR” E BOTAS DE SEGURANÇA.
VÍDEO CAMPOS
ELETROMAGNÉTICOS
O Que é Risco?
CONCEITO DE RISCO
Medida de danos à vida humana, meio ambiente,
instalações ou imagem da empresa, resultante da
combinação entre a freqüência de ocorrência e a
magnitude das perdas ou danos (conseqüências).

Risco = Combinação de Freqüência e Conseqüência

R = F x C
AVALIAÇÃO DE RISCOS DE
ACIDENTES
Avaliação de Riscos

O que pode Quais os


dar errado? Com que efeitos?
freqüência?

Identificação
Avaliação de
da Situação de Avaliação de
Severidade
Risco Frequência
TECNICAS DE ANÁLISE DE RISCO

AS TÉCNICAS DE ANÁLISE DE RISCO SÃO DE


FUNDAMENTAL IMPORTÂNCIA PARA O
GERENCIAMENTO DE RISCO, NO SENTIDO DE
EVITAR ACIDENTES OU A REPETIÇÃO DELES, COMO
TAMBÉM EVITAR PERDAS E DANOS.
ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO (APR)

• A ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO – APR CONSISTE EM UM


ESTUDO ANTECIPADO E DETALHADO DE TODAS AS FASES DO
TRABALHO A FIM DE DETECTAR OS POSSÍVEIS PROBLEMAS
QUE PODERÃO ACONTECER DURANTE A EXECUÇÃO.
• É UM ESTUDO REALIZADO DURANTE A FASE DE CONCEPÇÃO OU
DESENVOLVIMENTO PREMATURO DE UM NOVO SISTEMA.
VÍDEO TÉCNICAS DE ANÁLISE
DE RISCO
A - DESENERGIZAÇÃO
B - ATERRAMENTO
ATERRAMENTO ATERRAMENTO DE ATERRAMENTO
FUNCIONAL PROTEÇÃO PROVISÓRIO
LIGAÇÃO À TERRA DE LIGAÇÃO À TERRA DAS UTILIZADO EM CARÁTER
UM DOS CONDUTORES, MASSAS E DOS ELEMENTOS PROVISÓRIO PARA PROTEGER
(GERALMENTE O CONDUTORES ESTRANHOS OS TRABALHADORES EM
ATIVIDADES DE MANUTENÇÃO
NEUTRO), PARA O À INSTALAÇÃO, PARA
CONTRA REENERGIZAÇÃO DE
FUNCIONAMENTO PROTEÇÃO CONTRA
PARTES DA INSTALAÇÃO,
CORRETO, SEGURO E CHOQUES ELÉTRICOS POR NORMALMENTE SOB TENSÃO.
CONFIÁVEL DA CONTATOS INDIRETOS. POSSIBILITA TAMBÉM A
INSTALAÇÃO. EQUIPOTENCIALIZAÇÃO DOS
CONDUTORES
C - EQUIPOTENCIALIZAÇÃO

A EQUIPOTENCIALIZAÇÃO É O ATO DE TOMAR-SE


MEDIDAS PARA FAZER COM QUE DOIS OU MAIS
CORPOS CONDUTORES DE ELETRICIDADE
POSSUAM A MENOR DIFERENÇA DE POTENCIAL
ELÉTRICO ENTRE ELES
C - EQUIPOTENCIALIZAÇÃO
D - SECCIONAMENTO AUTOMÁTICO
DA ALIMENTAÇÃO

• VÍDEO SECCIONAMENTO AUTOMÁTICO


E - DISPOSITIVOS A CORRENTE DE
FUGA;
F - EXTRA BAIXA TENSÃO;

EXTRA BAIXA TENSÃO (EBT): TENSÃO NÃO


SUPERIOR A 50 VOLTS EM CORRENTE ALTERNADA
OU 120 VOLTS EM CORRENTE CONTÍNUA, ENTRE
FASES OU ENTRE FASE E TERRA.
G - BARREIRAS E INVÓLUCROS;
SÃO DISPOSITIVOS QUE
IMPEDEM QUALQUER CONTATO
COM PARTES ENERGIZADAS DAS
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS. SÃO
COMPONENTES QUE POSSAM
IMPEDIR QUE PESSOAS OU
ANIMAIS TOQUEM
ACIDENTALMENTE AS PARTES
ENERGIZADAS, GARANTINDO
ASSIM QUE AS PESSOAS SEJAM
ADVERTIDAS DE QUE AS PARTES
ACESSÍVEIS ATRAVÉS DAS
ABERTURAS ESTÃO
ENERGIZADAS E NÃO DEVEM SER
TOCADAS.
H) BLOQUEIOS E IMPEDIMENTOS;
DISPOSITIVOS DE
BLOQUEIO SÃO
AQUELES QUE IMPEDEM
O ACIONAMENTO OU
RELIGAMENTO DE
DISPOSITIVOS DE
MANOBRA (CHAVES,
INTERRUPTORES).
I) OBSTÁCULOS E ANTEPAROS;
• OS OBSTÁCULOS SÃO DESTINADOS
A IMPEDIR O CONTATO
INVOLUNTÁRIO COM PARTES
VIVAS, MAS NÃO O CONTATO QUE
PODE RESULTAR DE UMA AÇÃO
DELIBERADA E VOLUNTÁRIA DE
IGNORAR OU CONTORNAR O
OBSTÁCULO.
J - ISOLAMENTO DAS PARTES VIVAS;
K - ISOLAÇÃO DUPLA OU
REFORÇADA;
ESTE TIPO DE PROTEÇÃO É NORMALMENTE
APLICADO A EQUIPAMENTOS PORTÁTEIS,
TAIS COMO FURADEIRAS ELÉTRICAS
MANUAIS, OS QUAIS POR SEREM
EMPREGADOS NOS MAIS VARIADOS LOCAIS
E CONDIÇÕES DE TRABALHO, E MESMO POR
SUAS PRÓPRIAS CARACTERÍSTICAS,
REQUEREM OUTRO SISTEMA DE PROTEÇÃO,
QUE PERMITA UMA CONFIABILIDADE MAIOR
DO QUE AQUELA OFERECIDA
EXCLUSIVAMENTE PELO ATERRAMENTO
ELÉTRICO.
L - COLOCAÇÃO FORA DE ALCANCE;

• DEVEM SER OBSERVADAS AS


DISTÂNCIAS MÍNIMAS A SEREM
OBEDECIDAS NAS PASSAGENS
DESTINADAS A OPERAÇÃO E/OU
MANUTENÇÃO, QUANDO FOR
ASSEGURADA A PROTEÇÃO
PARCIAL POR MEIO DE
OBSTÁCULOS.
NBR 5410
A NORMA BRASILEIRA NBR 5410
ESTABELECE AS CONDIÇÕES MÍNIMAS
NECESSÁRIAS PARA O PERFEITO
FUNCIONAMENTO DE UMA
INSTALAÇÃO ELÉTRICA DE BAIXA
TENSÃO GARANTINDO ASSIM A
SEGURANÇA DE PESSOAS E ANIMAIS E
A PRESERVAÇÃO DOS BENS.
NBR 14039
OUTRAS NORMAS
OBJETIVO DA NR

A - NR BASICAMENTE, CADA NR TEM COMO


PRINCIPAL OBJETIVO OS ITENS ABAIXO:
• O QUE É NR? • INSTRUIR OS EMPREGADOS E
EMPREGADORES ACERCA DAS
A NORMA REGULAMENTADORA OU NR PRECAUÇÕES A TOMAR NO SENTIDO DE
PODE SER DEFINIDA COMO O EVITAR ACIDENTES DO TRABALHO OU
DOENÇAS OCUPACIONAIS;
CONJUNTO DE DISPOSIÇÕES E
• PROMOVER E PRESERVAR A INTEGRIDADE
PROCEDIMENTOS TÉCNICOS, FÍSICA DO TRABALHADOR;
RELACIONADOS À SEGURANÇA E A • ESTABELECER A REGULAMENTAÇÃO DA
SAÚDE DO TRABALHADOR EM LEGISLAÇÃO PERTINENTE À SEGURANÇA E
MEDICINA DO TRABALHO;
DETERMINADA ATIVIDADE, FUNÇÃO
OU ÁREA DE ATUAÇÃO. • INSTITUIR E PROMOVER UMA POLÍTICA
DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO
NAS EMPRESAS.
B - NR10
ESTA NORMA REGULAMENTADORA - NR ESTABELECE OS
REQUISITOS E AS CONDIÇÕES MÍNIMAS, OBJETIVANDO A
IMPLEMENTAÇÃO DE MEDIDAS DE CONTROLE E SISTEMAS
PREVENTIVOS, DE FORMA A GARANTIR A SEGURANÇA E A
SAÚDE DOS TRABALHADORES QUE, DIRETA OU
INDIRETAMENTE, INTERAJAM EM INSTALAÇÕES
ELÉTRICAS E SERVIÇOS COM ELETRICIDADE.
C - QUALIFICAÇÃO; HABILITAÇÃO;
CAPACITAÇÃO E AUTORIZAÇÃO;
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO
COLETIVA
EPC É TODO DISPOSITIVO, SISTEMA
OU MEIO FÍSICO OU MÓVEL DE
ABRANGÊNCIA COLETIVA,
DESTINADO A PRESERVAR A
INTEGRIDADE FÍSICA E A SAÚDE
DOS TRABALHADORES USUÁRIOS E
TERCEIROS.
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO
COLETIVA
PROTEÇÃO DA CABEÇA
• CAPACETE DE
PROTEÇÃO TIPO ABA
FRONTAL (JÓQUEI)
• CAPACETE DE
PROTEÇÃO TIPO ABA
TOTAL
• CAPACETE DE
PROTEÇÃO TIPO ABA
FRONTAL COM
VISEIRA
PROTEÇÃO DOS OLHOS
• ÓCULOS DE
SEGURANÇA PARA
PROTEÇÃO (LENTE
INCOLOR)
• ÓCULOS DE
SEGURANÇA PARA
PROTEÇÃO (LENTE
COM TONALIDADE
ESCURA)
PROTEÇÃO AUDITIVA
• PROTETOR
AUDITIVO TIPO
CONCHA
• PROTETOR
AUDITIVO TIPO
INSERÇÃO
(PLUG)
PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA
• RESPIRADOR
PURIFICADOR DE AR
(DESCARTÁVEL)
• RESPIRADOR
PURIFICADOR DE AR
(COM FILTRO)
• RESPIRADOR DE
ADUÇÃO DE AR
(MÁSCARA
AUTÔNOMA)
PROTEÇÃO DOS MEMBROS
SUPERIORES
PROTEÇÃO DOS MEMBROS
SUPERIORES
• LUVA DE COBERTURA PARA
PROTEÇÃO DA LUVA ISOLANTE DE
BORRACHA
• LUVA DE PROTEÇÃO EM RASPA E
VAQUETA
• LUVA DE PROTEÇÃO EM VAQUETA
PROTEÇÃO DOS MEMBROS
SUPERIORES
• MANGA DE
PROTEÇÃO
ISOLANTE DE
BORRACHA
• CREME
PROTETOR
PARA A PELE
PROTEÇÃO DOS MEMBROS
SUPERIORES
• LUVA DE PROTEÇÃO TIPO CONDUTIVA
• LUVA DE PROTEÇÃO EM BORRACHA
NITRÍLICA
• LUVA DE PROTEÇÃO EM PVC (HEXANOL)
PROTEÇÃO DOS MEMBROS
INFERIORES
• CALÇADO DE PROTEÇÃO TIPO BOTINA DE COURO
• CALÇADO DE PROTEÇÃO TIPO BOTA DE COURO (CANO MÉDIO)
• CALÇADO DE PROTEÇÃO TIPO BOTA DE COURO (CANO LONGO)
PROTEÇÃO DOS MEMBROS
INFERIORES
• CALÇADO DE PROTEÇÃO TIPO BOTA DE BORRACHA (CANO LONGO)
• CALÇADO DE PROTEÇÃO TIPO CONDUTIVO
• PERNEIRA DE SEGURANÇA
VESTIMENTAS DE SEGURANÇA
• BLUSÃO EM TECIDO
IMPERMEÁVEL
• CALÇA EM TECIDO IMPERMEÁVEL
• VESTIMENTA DE PROTEÇÃO TIPO
CONDUTIVA
SINALIZAÇÃO
• COLETE DE
SINALIZAÇÃO
REFLETIVO
• COLETE SALVA-
VIDAS
(AQUÁTICO)
PROTEÇÃO CONTRA
QUEDAS COM DIFERENÇA DE NÍVEL
• CINTURÃO DE SEGURANÇA TIPO PÁRA-QUEDISTA
• TALABARTE DE SEGURANÇA TIPO REGULÁVEL
• TALABARTE DE SEGURANÇA TIPO Y COM ABSORVEDOR DE ENERGIA
• DISPOSITIVO TRAVA-QUEDAS
PROTEÇÃO CONTRA
QUEDAS COM DIFERENÇA DE NÍVEL
PROTEÇÃO PARA A PELE
A) INSTALAÇÕES DESENERGIZADAS;
B) LIBERAÇÃO PARA SERVIÇOS;

• CERTIFICAR DE QUE OS ENVOLVIDOS ESTÃO CONSCIENTES DO QUE FAZER,


ONDE FAZER, COMO FAZER, QUANDO FAZER E PORQUE FAZER.
• SOMENTE ESTARÃO LIBERADOS PARA EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS OS
PROFISSIONAIS AUTORIZADOS, DEVIDAMENTE ORIENTADOS E COM
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO E FERRAMENTAL APROPRIADO.
C) SINALIZAÇÃO;
D) INSPEÇÕES DE ÁREAS, SERVIÇOS,
FERRAMENTAL E EQUIPAMENTO;
A) ALTURA;
B) AMBIENTES CONFINADOS;
C) ÁREAS CLASSIFICADAS;
D) UMIDADE;
E) CONDIÇÕES ATMOSFÉRICAS.
A) CAUSAS DIRETAS E INDIRETAS;

VÍDEO ACIDENTES
VÍDEO COMO SOCORRER
UMA VÍTIMA DE CHOQUE
ELÉTRICO