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FACULDADE DE SÃO VICENTE - UNIBR


BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO
CECÍLIA DE OLIVEIRA FREITAS
DANIELLE AP. SILVA DOS ANJOS
ELISANGELA CARDOSO DE ARAÚJO

Pequeno Empreendedor a importância do conhecimento


técnico e gerencial: Estudo de Caso

São Vicente
2010
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CECÍLIA DE OLIVEIRA FREITAS


DANIELLE AP. SILVA DOS ANJOS
ELISANGELA CARDOSO DE ARAÚJO

Pequeno Empreendedor a importância do conhecimento


técnico e gerencial: Estudo de Caso

Pré-Projeto apresentado ao curso de


Administração, 6º Semestre – Noturno, da
Faculdade de São Vicente – UNIBR, na
disciplina de Metodologia do Trabalho
Científico.
Orientadora: Profª. Ms. Regina Helena
Filgueiras de Sampaio.

São Vicente
2010
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SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO – TEMA ....................................................................................


2. PROBLEMA .......................................................................................................
3. HIPÓTESE .........................................................................................................
4. JUSTIFICATIVA.................................................................................................
5. OBJETIVOS........................................................................................................
5.1 GERAL.........................................................................................................
5.2 ESPECÍFICOS............................................................................................
6. METODOLOGIA.................................................................................................
7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS..................................................................
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INTRODUÇÃO

De acordo com o dicionário eletrônico Wikipédia, o empreendedorismo nada


mais é que um causador de mudanças geradas pelo próprio empreendedor, cuja
origem da palavra vem do verbo francês “entrepreneur” que significa aquele que
assume riscos e começa algo de novo. Apesar do empreendedorismo estar cada
vez mais em evidência nos artigos, revista, internet, livros e aparentar ser um termo
“novo” para os profissionais, é um conceito antigo que assumiu diversas vertentes
ao longo do tempo. Só no início do século XX, a palavra empreendedorismo foi
utilizada pelo economista Joseph Schumpeter em 1950 como sendo, de forma
resumida, uma pessoa com criatividade e capaz de fazer sucesso com inovações.
Mais tarde, em 1967 com K. Knight e em 1970 com Peter Drucker foi introduzido o
conceito de risco, uma pessoa empreendedora precisa arriscar em algum negócio. E
em 1985 com Pinchot foi introduzido o conceito de intra-empreendedor, uma pessoa
empreendedora, mas dentro de uma organização.
O presente projeto aborda a importância do conhecimento técnico e gerencial
no desenvolvimento de um negócio iniciado por um pequeno empreendedor que
dispõe apenas das habilidades pessoais e características empreendedoras.

Gerson Christensen, diretor executivo da SSK, em entrevista dada ao site do


Jornal Local, afirma que: “Quando não se tem conhecimento sobre determinado
assunto, o sucesso será mais por acaso que por competência. Assim, o negócio vira
uma loteria. E são poucos os que ganham na loteria”.

O empreendedor não se caracteriza por traços de personalidade e sim pelo


comportamento diante das situações e, portanto, qualquer um pode aprender a agir
de forma empreendedora. (Drucker, 1987). “Trata-se de um indivíduo com bastante
iniciativa, agressivo para negócios, eterno farejador de oportunidades, ansioso em
ser patrão (e mais ainda em deixar de ser empregado), que se lança naquilo que
gosta de fazer, dinâmico e inquieto... Ele é o próprio negócio. Adora fazer – e faz –
tudo sozinho, cuidando do mercado, da clientela, das vendas, da produção, da
contabilidade, das rotinas de pessoal, dos bancos e do governo; cobra e recebe.
Tem, enfim, uma vocação doentia de se envolver em todos os detalhes de sua
incipiente organização. A empresa, repito, é sua própria pessoa e, quando muito, de
seus familiares. Trata-se geralmente de alguém dotado de muitas ideias, vocação
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para o risco (até determinado limite de seu empreendimento), alguns impulsionados


pelo lucro imediato, outros pelo prazer de criar, de fazer explodir seu potencial –
todos, porém, excitados em administrar seus próprios destinos. (Levi-strauss apud
Oliveira, 1995)

Segundo Dornelas (2001), o empreendedorismo ganhou força no Brasil


somente a partir da década 1990, com a abertura da economia que propiciou a
criação de entidades como SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e
Pequenas Empresas) e SOFTEX (Sociedade Brasileira para Exportação de
Software). Antes desse momento o termo empreendedor era praticamente
desconhecido e a criação de pequenas empresas era limitada, em função do
ambiente político e econômico nada propício do país. Porém, não significa que não
existiram empreendedores, deve-se salientar que muitos visionários atuaram em um
cenário obscuro, deram tudo de si, mesmo sem conhecerem formalmente finanças,
marketing, organização e outros conteúdos da área empresarial, a exemplo, o
célebre industrial Francisco Matarazzo, e tantos outros que contribuíram para o
desenvolvimento da economia do país.

Atualmente podemos notar o crescimento de micro empresas, que ganham


força dia após dia, se tornando muitas vezes casos de sucesso, notamos então que a
tendência é que a
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PROBLEMA
- Aprimorar a empresa analisada.
- Empreendedor nato x
Identificar as alternativas que poderão oportunizar ao pequeno empreendedor
maiores chances de obter sucesso em seu negócio, de forma que a empresa
consiga se manter, crescer e se desenvolver no mercado com competitividade.
Montar um plano de negocio direcionado ao pequeno negocio analisado,
dando assim maiores chances de se desenvolver, não contando apenas com a sorte
e sim com fundamentos.
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HIPÓTESE

Ao gerar um plano de negocio, a gestora terá em mãos novas perspectivas e novas


visões, para poder arriscar sabendo de suas estatísticas e o tempo que levara para
se obter seu lucro. Analise de investimento ( roi e roa) , riscos, novos deptos, .....
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JUSTIFICATIVA

Diversos são os motivos que levam uma pessoa a empreender, podendo ser pelas
oportunidades detectadas, experiência adquirida na carreira profissional ou até
mesmo pelo surgimento da necessidade. Por essas razões muitas pessoas dotadas
de características empreendedoras, porém sem conhecimento específico ou
formação adequada, utilizando somente suas habilidades pessoais, dão início a um
novo negócio e acabam se deparando na trajetória do universo empresarial com
inúmeras adversidades, apresentando dificuldades de acompanhar as tendências do
mercado global, acreditando que alguns procedimentos a serem realizados possam
não ser importantes no momento, adiando-o para um tempo que lhe convém,
podendo até causar o insucesso por uma atitude desprovida de conhecimento
técnico. Portanto, a necessidade do elo entre a teoria e o talento são essenciais para
o alcance do sucesso.

Uma das principais dificuldades encontradas pelos pequenos empreendedores


costuma ser, por incrível que possa parecer, o crescimento da empresa, ou seja, a
falta de preparo em relação à administração de um negócio.

O Brasil possui um nível relativamente alto de atividade empreendedora: a cada 100


adultos, 14,2 são empreendedores, colocando-o em quinto lugar do mundo. No
entanto, 41% deles estão envolvidos por necessidade e não por oportunidade;

•As mulheres brasileiras são bastante empreendedoras: a produção é de 38%, a


maior entre os 29 países participantes do levantamento;

•A intervenção governamental possui duas facetas: tem diminuído, mas ainda se


manifesta como um fardo burocrático;

•A disponibilidade de capital no Brasil se ampliou. Mas muitos empreendedores


brasileiros ainda percebem o capital como algo difícil e custoso de se obter. Para
piorar, os programas de financiamento existentes não são bem divulgados;
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•A falta de tradição e o difícil acesso aos investimentos continuam a ser principais


impedimentos à atividade empreendedora, o brasileiro não tem o hábito de fazer
planos para o longo prazo, devido à conjuntura econômica do país. Nos países
desenvolvidos, é perfeitamente comum o financiamento de imóveis, com planos que
levam de dez a trinta anos para serem liquidados. Existe uma necessidade urgente
de estimar as práticas de investimentos;

•O tamanho do país e suas diversidades regionais exigem programas


descentralizados. As diferenças regionais de cultura e infra-estrutura também exigem
uma abordagem localizada do capital de investimento e dos programas de
treinamento;

•Infra-estrutura precária e pouca disponibilidade de mão-de-obra qualificada têm


impedido a proliferação de programas de incubação de novos negócios fora os
centros urbanos;

•O ambiente político e econômico tem aumentado o nível de risco e incerteza sobre a


estabilidade e o crescimento. Sobreviver em uma economia completamente instável
é extremamente complicado, devemos ressaltar ainda, que no Brasil não existem
políticas industriais concretas, as políticas aqui existentes giram em torno de
subsídios e tarifas, políticas protecionistas são nocivas à economia, pois agindo
desta forma, o país pode ser vítima de políticas intervencionistas por parte de outros
países, o que dificulta as exportações. Contudo, a consolidação do capital de risco e
o papel do Angel (“anjo”- investidor pessoa física) também estão se tornando
realidade, motivando o estabelecimento de cenários otimistas para os próximos anos;

• Existe uma necessidade de aprimoramento no sistema educacional como um todo


o que estimulará a cultura empreendedora entre os jovens adultos;

• Não há proteção legal dos direitos de propriedade intelectual, altos custos para
registros de patentes no país e fora dele e parcos mecanismos de transferência
tecnológica. As universidades ainda estão isoladas da comunidade de
empreendedores.
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OBJETIVOS

Objetivos Gerais

Identificar as principais falhas que ocorrem no início de um empreendimento e que


poderão desencadear diversas situações que comprometem à sobrevivência da
pequena empresa, apresentando assim propostas para amenização dos riscos.

Objetivos Específicos

- Analisar o perfil do pequeno empreendedor;


- Realizar um estudo de caso numa pequena empresa que tenha dado início às suas
atividades sem ter formulado um plano de negócios;
- Auxiliar na elaboração de um plano de negócios.
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METODOLOGIA

O pré-projeto foi elaborado através de pesquisas em diversos sites da internet e


artigos de revistas, realizadas nos laboratórios e biblioteca da faculdade, assim como
nas próprias residências das integrantes do grupo.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

A gente coloca algum artigo de revista, sei lá..rs

SITES CONSULTADOS

http://www.fucape.br/simposio/5/PDF/Dissertacao%20Antonio%20Fernando.pdf -
Acesso em: 18 de novembro. 2010 às 21:15 horas

http://www.biblioteca.sebrae.com.br/bds/BDS.nsf/6D107C364C29025003256FEB006
74C55/$File/NT000A6B6A.pdf - Acesso em: 19 de novembro. 2010 às 22:13 horas

http://jornalocal.com.br/site/economia-e-negocios/consultor-explica-como-que-e-
possivel-transformar-pequeno-negocio-em-grande-empreendimento/ - Acesso em:
20 de novembro. 2010 às 14:28 horas