PROGRAMAS DE COMPUTADOR SELECIONADOS PARA PLANEJAMENTO LOGÍSTICO

Versão 4.0

Ronald H. Ballou Weatherhead School of Management Case Western Reserve University

(C) Copyright 1992-99 Ronald H. Ballou.

Todos os direitos reservados.

PROGRAMAS DE COMPUTADOR SELECIONADOS PARA PLANEJAMENTO LOGÍSTICO LOGWARE é uma coleção de programas úteis para analisar uma variedade de problemas e estudos de caso logísticos. Contém os seguintes módulos. Módulo FORECAST Página

Previsão de dados de série temporal por meio de ponderação exponencial e métodos de decomposição de série temporal. ROUTE Determina o percurso mais curto através de uma rede de rotas. ROUTESEQ Determina a melhor seqüência para paradas na rota. ROUTER Desenvolve rotas e programações para vários caminhões que servem a múltiplas paradas. INPOL Encontra políticas de reabastecimento ótimas, baseadas nos princípios do lote de econômico compra. COG Encontra a posição de uma única instalação pelo método do centro-de-gravidade exato. MULTICOG Encontra um número selecionado das instalações pelo método do centro-de-gravidade exato. PMED Encontra um número selecionado de instalações pelo método P mediano. WARELOCA Um programa da localização do armazém para analisar especificamente o estudo de caso da Usemore Soap Company (capítulo 14). LAYOUT Posiciona produtos nos armazéns e em outras instalações. MILES Computa a distância aproximada entre dois pontos usando a latitude-longitude ou coordenadas da grade linear. TRANLP Resolve o problema pelo método do transporte da programação linear. LNPROG Resolve problemas de programação linear geral por meio do método simplex. MIPROG Resolve problemas da combinação de programação linear inteira pelo método branch and bound. MULREG Encontra equações de regressão linear por meio do procedimento passo-a-passo da análise de regressão/ correlação.
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Cada módulo é selecionado da seguinte tela mestra clicando a tecla apropriada.

EXIGÊNCIAS DE HARDWARE O LOGWARE funcionará nos microcomputadores que operam sob WINDOWS95 / WINDOWS NT 3.51 ou mais avançado. No mínimo, 16MB de RAM devem ser instalados. O espaço em HD de pelo menos 10MB deve estar disponível. É necessário um monitor colorido capaz de produzir ao menos 640 por 480 pixels de resolução; 800 por 600 será melhor. As resoluções maiores que 800 por 600 pixels não estão programadas no software. Uma impressora a laser é preferível. Um mouse é necessário. Um disquete de 3½" e/ou um leitor de CD são necessários. INSTALANDO O SOFTWARE EM UM DISCO RÍGIDO Coloque os disquetes ou CDs nos drives apropriados. Em WINDOWS, clique na tecla Iniciar e então selecione a opção Executar no menu pop-up. Tecle A:Setup se instalando os discos flexíveis de 3½” do drive A. Tecle D:Setup se instalando os CDs do drive D. Mude o subdiretório sob o programa que está sendo instalado se desejar mudar de subdiretório. RODANDO OS PROGRAMAS Depois que o programa é instalado, clique em Iniciar e selecione Programas. Escolha o ícone da Logware para ativar o programa. Clique no módulo desejado do programa. EDITANDO OS DADOS Naqueles módulos onde um editor de dados de tela está presente, a primeira ação deve abrir um arquivo de dados. Se um arquivo que não esteja na lista atual dos arquivos for
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reivindicações. Porém alguns comentários sobre seu uso podem ajudar a iniciá-lo. Todo o material copiado deve apresentar as seguintes observações de direitos autorais. delete o 0 para deixar 11. Professor Ronald H. OH 44106 Tel: (216) 368-3808 Fax: (216) 368-4776 4 . realce a coluna da matriz em que a ação deve se aplicar. se um comprimento da matriz for definido pelo número das linhas. Ballou de todas as obrigações. Este processo reterá todos os dados existentes que podem ter sido importados ou entrados. A ação normal é inserir uma linha de texto no final da matriz. O usuário concorda em liberar Ronald H. Todos os direitos reservados. • Pressione a tecla Ins para iniciar uma nova linha de dados em uma matriz. Isto permitirá que uma linha seja adicionada no final da matriz bem como dentro da matriz. o software deve ser devolvido a Ronald H. Entretanto. O uso do editor é simples e transparente. COPIANDO AS INSTRUÇÕES E O SOFTWARE Este software e as instruções associadas podem ser copiadas tanto quanto podem ser usada para propósitos educacionais. e/ou danos de qualquer tipo que surja direta ou indiretamente do uso destes programas de computador. mesmo com pouca prática. © Copyright 1992-1999 Ronald H. uma estrutura de dados será criada para que um problema novo possa ser incluído. ações. Ballou. Se estas condições não forem aceitáveis. o desempenho ou o não-desempenho de tais programas de computador. A tecla Add pode também ser pressionada. Por exemplo. despesas. Ronald H. o número de linhas é 10 e o número desejado é 11. Introduza um 1 antes do número para criar 110 linhas.nomeado. Posicione o cursor na linha da matriz onde a linha deve ser adicionada. • Pressionar a tecla delete para deletar a linha em uma matriz realçada pela posição do cursor atual. altere o número primeiramente adicionando o número de linhas e então reduzindo a entrada ao número apropriado de linhas. Ballou. • Pressionar a tecla Esc para limpar a célula da matriz. Ballou oferece este software para finalidades educacionais apenas e não garante que o software se ajuste a qualquer aplicação em particular. e a ruptura de algumas garantias expressas ou implicadas que surjam na conexão com outros usos. • Se a aritmética da coluna (column arithmetic) for usada. Ballou Weatherhead School of Management Case Western Reserve University Cleveland. Então.

E-mail: rhb4@po.edu 5 .cwru.

calcular a tendência e a sazonalidade. Os modelos permitem observações em até 200 períodos de tempo e previsões para até 50 períodos. se atual.INSTRUÇÕES PARA A PONDERAÇÃO EXPONENCIAL E PREVISÃO DA DECOMPOSIÇÃO DA SÉRIE TEMPORAL FORECAST O FORECAST é o software de computador que prevê dados de série temporal por meio dos métodos de ponderação exponenciais e/ou decomposição da série temporal. pois isso redundará em erro de leitura. Por outro lado. 6 . Nome dado ao problema que você está resolvendo. Abra um arquivo existente ou selecione um novo. enquanto ocorrem. Clique em solve para executar. Especifique o número de períodos nas séries temporais. ordenados dos mais antigos aos mais recentes e com os valores paramétricos que orientam a execução dos modelos. tempos de entrega. e. Problem label. Considere os seguintes elementos da tela. Ambos os modelos partem da mesma banco de dados. São permitidos até 200 pontos. A filosofia da previsão de série temporal é projetar um padrão histórico de dados ao longo do tempo. Para rodar o FORECAST. Entrada de dados Os módulos do Forecast devem ser alimentados com os dados da série temporal. Ela orienta a ação para todos os modelos. Selecione o tipo de modelo apropriado. mas alguns dos parâmetros são descartados pelo modelo de decomposição da série temporal. Em logística. Prepare ou mude o banco de dados. selecione o módulo apropriado do menu principal do LOGWARE. a abordagem da decomposição da série temporal reconhece que os principais motivos para a variação nos dados ao longo do tempo é devido a tendência e a componentes sazonais. preços pagos por produtos ou embarques. nível-tendência [Level-Trend]. que pode ser um dos modelos exponenciais (nível único[Level only]. tais séries temporais podem ser vendas de produtos. Number of data points. etc) ou o modelo de decomposição em série temporal. Cada um destes é estimado e combinado para produzir a previsão. Parâmetros e rótulos Esta parte da tela determina os parâmetros tanto para a ponderação exponencial quanto para o modelo de decomposição de série temporal. Certifique-se de que o número de pontos especificado aqui seja o mesmo informado nas séries temporais. ATENÇÃO: Não use vírgulas (.) ou aspas duplas (") no nome. A ponderação exponencial é uma abordagem da média móvel que projeta a média dos dados mais recentes e adapta a previsão aos dados em mudança.

and Level-Trend-Seasonal. Há quatro variações do modelo de ponderação exponencial que podem ser escolhidos para representar o tipo das séries de tempo. especialmente em modelos mais complicados. Certifique-se de que usou pelo menos três períodos de dados para a inicialização. Forecast length. escolha o modelo de decomposição de série temporal para processar a informação. Level-Seasonal. Um mínimo de três períodos deve ser informado. Se o FORECAST deve procurar pelas constantes de ponderação. tanto no modelo de ponderação exponencial ou de decomposição de séries temporais. Level-Trend. Error statistics. Um incremento de 0. É o modelo de ponderação exponencial ou de decomposição de séries de tempo. que estes são métodos de projeção histórica e. portanto. no mínimo. Até 50 períodos futuros podem ser informados para previsão.1 não acarreta dificuldades. completo deve ser informado. O número de períodos necessário para calcular um erro de previsão é denominado de período de validação. ATENÇÃO: O tempo de processamento pode aumentar consideravelmente em caso de pequenos incrementos. especifique a duração da sazonalidade como 0. Em caso negativo. indique o incremento para uma determinada constante. Depois de escolher uma das formas do modelo exponencial. no entanto. Seasonal length. O período de validação é composto por N períodos de dados. MAD é a média das diferenças absolutas entre os valores reais e os valores previstos para o período de validação. o viés (BIAS) e o erro quadrático médio (RMSE). BIAS é a média das diferenças entre os valores real e previsto para o período de validação. as constantes de ponderação para o modelo selecionado devem ser especificadas. informe se a busca pelas constantes de ponderação deve ser feita pelo FORECAST. RMSE é a raiz quadrada da média das diferenças ao quadrado entre os valores real e previsto para o período de validação. Um número suficiente de pontos deve ser usado no período de validação para que se alcance uma boa média nestas estatísticas. Lembre-se. São eles: Level Only. a previsão 7 . Em seguida. ATENÇÃO: O período de inicialização deve ser de um ciclo sazonal completo mais dois períodos de dados. O período de inicialização é o número de dados históricos usados para determinar os valores iniciais do modelo de ponderação exponencial.Initialization period. Se um um modelo sazonal for usado o número de períodos correspondente a um ciclo sazonal. como o Level-Trend-Seasonal. Selecione o que melhor representa a informação. Se um modelo não-sazonal for usado. Esses erros estatísticos são o desvio absoluto médio (MAD). Model type. Quando usar a sazonalidade. Smoothing constant search. informe o número de períodos contidos em ciclo sazonal completo. mas um menor do que esse implica em demora no processamento.

8 .com menos de seis meses ou de um ciclo sazonal completo pode conduzir a erros significativos.

48 20. Um modelo Level-TrendSeasonal de ponderação exponencial deve ser testado com uma constante de nível [level smoothing constant] (α) = 0.80 25. Os preços são os seguintes. 15.22 27. ATENÇÃO: evite vírgulas (. Uma boa idéia é manter o número de letras ou números em. mo. o período de inicialização é 12 + 2 = 14 períodos. Sep. Jan.52 31. May June July Aug. Nov. $/unit 19.3. ou um período.32 25. $/unit 32. Embora os números maiores sejam permitidos.2.35 26. Period.72 29.32 27. é uma boa idéia não usar números com mais de seis dígitos. 9 . A tela de dados está na Figura FORECAST-1.77 25. Dec. Dec. Todas as séries de tempo devem ser informadas em ordem cronológica. May June July Aug Sep.73 21. como um dia. Oct. 1990. Um período pode ser qualquer espaço de tempo. uma semana. Nov. uma constante de tendência [trend smoothing constant] (β) = 0.53 26.38 23. um mês ou um trimestre. Feb.1. Feb. Até 200 pontos de dados são permitidos. and a constante de sazonalidade [seasonal smoothing constant] (γ) = 0. 1991.45 19. EXEMPLO Os preços de um determinado componente foram observados durante 18 meses. Mar. Jan. Price. Um ciclo sazonal completo tem 12 meses.36 25.14 Period.33 25.79 28. Apr.14 ? ? ? ? ? Faça uma previsão de preços para o final do ano de 1991. Três períodos foram selecionados para validação. no máximo. Period label. pode receber um nome. Um espaço de tempo. sendo o período 1 a mais antiga. mo.42 23.) ou aspas duplas (") nos nomes dos períodos. Price.Time Series Data Esta é a tela de entrada para séries temporais por período. Mar. Observações. Apr. Oct. Assim.

Figura FORECAST-1 Tela de dados para o exemplo.04 Seasonal .00 The forecasts for periods 20 to 24 are: Period Forecast 20 33.08 Error 1.43 THE FORECAST MAD = 2.56 +.54 RMSE = 4.83 1.71 10 .28 28. TIME SERIES FORECASTING Curve fitting and model validation TREND EQUATION: 21.38 24.72 30.47 1. Uma checagem de validação dos dados será feita e os dados.47 19 JULY 1991 29.3958T MODEL TYPE: Time Series Decomposition Prd Period no.85 16 APR 1991 27.53 25.96 18 JUNE 1991 23. label---------Actual Forecast 15 MAR 1991 25.Preparados os dados.89 17 MAY 1991 26.03 23 29.32 23.00 Trend 27.75 .64 1. processados segundo o modelo selecionado.68 29.84 24 32.49 27.92 .89 28.14 28.80 21 31. selecione a tecla Solve.42 -6.93 . Um gráfico dos dados e da previsão podem ser observados na Figura FORECAST-3.96 BIAS = -1.99 .87 22 30. Os resultados são mostrados na Figura FORECAST-2.

Figura FORECAST-2 Relatório de solução para o problema do exemplo Figura FORECAST-3 Série de tempo e a previsão. 11 .

etc. 12 . dutovias ou cabos. Selecione o botão PATH SOLUTION e indique o ponto de destinação de interesse. Uma rota é um conjunto de arcos conectados do início ao fim para viajar de um nó a outro na rede. ferrovias. que geralmente são rodovias. ou arco. PROCESSANDO O ROUTE Depois de criar ou recuperar dados de um arquivo.Y para cada nó.INSTRUÇÕES PARA O PROGRAMA DA ROTA MAIS CURTA ROUTE O ROUTE é um programa para encontrar a rota mais curta por meio de uma rede de nós conectados por arcos. A terceira seção é utilizada para definir os arcos disponíveis entre os nós e o custo (distância ou tempo) para atravessar os arcos. procuramos a rota que minimizará a distância ou o tempo de viagem entre dois pontos selecionados. Um percurso.0 devem começar no canto sudoeste da grade. onde xx refere-se ao número do problema como 01. Os pesos relativos dependem do equilíbrio desejado entre as metas de menor tempo e menor distância. é uma conexão entre os pares modais sobre os quais a viagem pode ocorrer. O melhor percurso será destacado. A segunda seção é utilizada para criar uma lista principal de nós e identificá-los com uma descrição. Uma vez que há geralmente muitas caminhos entre os pontos em uma rede bem-conectada. podem ser acrescentadas coordenadas para os nós. As coordenadas 0. Depois de completar a introdução dos dados. clique na tecla ROUTE para resolver o problema para os dados apresentados na tela. Pode haver até 900 desses arcos de conexão. ruas. Serão apresentados os melhores percursos resultantes para cada ponto de destinação. Cada nó é definido por um número. O custo também pode ser expresso como um índice ponderado entre tempo e distância. 05. Você também pode visualizar um gráfico da rede clicando na tecla PLOT. A primeira solicita um título para o problema e identifica o nó de origem numericamente. Pode haver até 500 nós na rede. 10. ENTRADA DE DADOS A entrada de dados gerenciada por três seções na tela de dados.DAT. Para determinar essas coordenadas. A solução do problema ainda pode ser apresentada para o processamento atual. Se se deseja um gráfico da solução do problema. coloque uma grade linear sobre um mapa da rede e leia as coordenadas X. Utilize um arquivo de entrada do formulário RFLxx. O ROUTE encontra todas as rotas de custo mínimo de um nó de origem especificado para todos os outros nós na rede. salve-os permanentemente num arquivo selecionando o botão Save e escolhendo um nome de arquivo para receber os dados.

90 10.50 16. ambas no Texas.10 11.20 13.60 Y-coord 11.30 7.00 1.10 8.10 12.EXAMPLE PROBLEM Origin node number: 1 Node identification and location Point Node no.90 4.20 19.30 6.. Worth-TX.50 2.70 3. Os segmentos na tela da base de dados são como se segue. Rotularemos os nós de modo que A=1.60 19. Node name 1 1 A-AMARILLO 2 2 B 3 3 C 4 4 D 5 5 E 6 6 F 7 7 G 8 8 H 9 9 I-OK CITY 10 10 J-FT WORTH X-coord 2.80 11.90 13.30 13 . A nossa tarefa é encontrar a rota que oferece os menores tempos de viagem para ir de Amarillo-TX até Fort Worth-TX. no. Aí são dadas as principais rodovias entre Amarillo e Fort Worth.60 8. com tempos de viagem. Figura ROUTE-1 Exemplo de rede das principais rodovias entre Amarillo-TX e Ft.00 6.EXEMPLO Considere o problema conforme exposto na Figura ROUTE-1. São mostrados os tempos de viagem aproximados entre os pares nodais. Parameters and labels Problem label. etc. B=2.

00 90. Figura ROUTE-2 Solução diagramada para o problema do exemplo. Node name 1 1 A-AMARILLO 2 1 A-AMARILLO 3 1 A-AMARILLO 4 2 B 5 2 B 6 3 C 7 3 C 8 4 D 9 5 E 10 5 E 11 6 F 12 6 F 13 7 G 14 7 G 15 8 H 16 8 H 17 9 I-OK CITY ----------To----------Node no.00 120.00 48.00 84. Node no.00 126. Levará 384 minutos para percorrer a rota mais curta de Amarillo a Fort Worth. Essa é a rota 1 > 2 > 5 > 9 > 10 ou A > B > E > I > J na notação da Figura ROUTE-1.00 60.00 66. Um diagrama do problema com a sua solução é apresentada na Figura ROUTE-2. Node name 2 B 3 C 4 D 5 E 3 C 4 D 6 F 7 G 9 I-OK CITY 6 F 8 H 7 G 8 H 10 J-FT WORTH 9 I-OK CITY 10 J-FT WORTH 10 J-FT WORTH Cost 90.00 132.00 126.00 138.00 132.00 156.00 48.00 A solução para esse problema tem a seguinte forma resultante..00 84.Node connections Point --------From----------no.00 150.00 348. 14 .

Por exemplo.21 é uma média boa para converter distâncias em coordenadas para distâncias rodoviárias. ferroviárias. Por 15 . Map scaling factor. Essa é uma descrição de problema. aéreas.INSTRUÇÕES PARA O PROGRAMA DO CAIXEIRO VIAJANTE ROUTESEQ O ROUTESEQ é um programa heurístico para resolver o problema do caixeiro viajante. Tipicamente. Cada parada e o ponto de origem são identificados por coordenadas lineares. se são usadas coordenadas lineares.Y do ponto de origem. um multiplicador de 1. o fator de escala de mapa converte essas coordenadas para milhas ou quilômetros. Há quatro tipos de registros: (1) as coordenadas X. Um multiplicador para converter coordenadas para uma medida de distância desejada. Ele seqüenciará até 20 paradas em uma rota mais um ponto de origem.) ENTRADA DE DADOS É preparado um arquivo de entrada com o uso do editor de dados. (As distâncias euclidianas da linha reta são computadas em termos destas coordenadas. Esse é um multiplicador maior que 1 para converter a distância em linha reta para distâncias rodoviárias. As divisões ou grade num mapa podem ser arbitrárias. etc. Não utilize um valor menor que 1. (2) o fator de circuito. (3) um fator de escala de mapa e (4) as coordenadas de cada parada. Uma tela de dados típica poderia parecer assim: Figura ROUTESEQ-1 Tela de dados típica Problem label. Introduza um rótulo conveniente Circuity factor.

X e Y são coordenadas lineares de grade. clique no botão Solve para achar a melhor rota.Y para o ponto onde começa uma rota e aquele onde ela acabará. STOP SEQUENCE RESULTS Stop sequence is: DEPOT 1 4 2 5 3 DEPOT Total route distance = 14. A tela dando a localização do depósito e as paradas foi apresentada anteriormente. Os resultados computados conforme aparecem na tela são os seguintes. A seqüência de paradas pode ser especificada ou o LOGWARE planejará a rota.exemplo. Figura ROUTESEQ-2 Diagrama de solução do problema do exemplo. Depot Coordinates. ela pode ser apresentada graficamente clicando-se o botão Plot. Observe que é usado um fator de circuito de 1. X e Y são coordenadas lineares da grade.Y.21. Uma grade do depósito e as paradas é dada na Figura ROUTESEQ-1. Observe também que o fator de escala de mapa é 1 nesse caso. São aceitas até 50 paradas numa rota. embora outro sistema coordenado possa ser usado com cautela. Essas são as coordenadas X. Os pontos que devem ser visitados numa rota são identificados pelas suas coordenadas X. com a rota diagramada mostrada na Figura ROUTESEQ-2. Uma vez que uma solução esteja disponível. PROCESSANDO O ROUTESEQ Depois que os dados foram preparados na tela de dados.167 16 . um mapa apresentando uma escala de 1"=50 milhas e linhas a cada polegada teriam um fator de escala de 50. embora outro sistema de coordenadas possa ser usado com cautela. Stop data. EXEMPLO A rota de um caminhão deve ir do seu depósito para cinco paradas.

17 .

INSTRUÇÕES PARA ROTEIRIZAÇÃO E PROGRAMAÇÃO DE VEÍCULOS ROUTER O ROUTER é um programa de software para determinar a melhor rota e programação para uma frota de particular de veículos. Essas restrições devem ser respeitadas na designação das rotas. Exemplo. e retorna ao mesmo depósito de origem. O expedidor deve planejar o número de rotas. faz coletas e entregas a um número de paradas. Também há limites estabelecidos para o tamanho dessa versão educacional do modelo. e indiretamente minimizar o número total de veículos necessários para atender as paradas. como é mostrado na Figura ROUTER-1. As paradas necessitam ser atribuídas a veículos e então. Figura ROUTER-1 Veículo partindo de um depósito central ROUTER é um modelo de programa comercial que foi instalado em operações de expedição concretas e tem muitos recursos que não são plenamente descritas nesse pequeno conjunto de instruções. Uma indústria alimentícia faz entregas diárias do seu estoque para armazéns varejistas. os motoristas devem trabalhar 8 horas ou receber horas extras e os caminhões são limitados na sua capacidade de carga. seqüenciadas em cada rota de veículo. O objetivo é minimizar a distância total viajada em todas as rotas. Ela dá conta de até 60 paradas. as lojas que devem constar nas rotas e em que seqüência elas devem ser atendidas. O problema típico é aquele no qual os caminhões estão domiciliados em um depósito central. Alguns dos armazéns podem aceitar entregas somente em horários do dia específicos. embora muitas dessas tornem-se óbvias ao se explorar as telas de dados. As características do modelo incluem: 18 .

* As cargas num veículo podem ser controladas por peso. por motorista e de horas extras. que a rota não pode ultrapassar. selecione um dos arquivos existentes ou abra um novo. As coletas podem ser misturadas com as entregas no veículo ou podem só ser aceitas nele depois que todas as entregas tenham sido feitas. ENTRADA Todos os dados são introduzidos através de um editor de dados. * As distâncias entre depósitos e paradas. * Podem ser especificadas barreiras representando lagos. * O tempo ou distância máximos numa rota podem ser especificados. como de latitude-longitude ou uma simples 19 . custos e restrições ao planejamento de rota. Primeiro. veículos. * Os custos da rota são determinados com base em índices fixos e variáveis por veículo. * Podem ser especificados intervalos para almoço. * São calculados custos adicionais para servir uma parada numa rota que podem ser comparados com um método de transporte alternativo para fazê-lo.* Tanto paradas de coleta como de entrega são permitidas na mesma rota. * O planejamento de rota pode ser calculado pelo modelo utilizando qualquer um dos três métodos ou pode ser especificado pelo usuário. pernoite. cubagem ou número de paradas. São aceitos diversos sistemas de coordenadas. etc. * São permitidos tipos de veículos diferentes. rios. parques. ou entre paradas são computados das coordenadas ou podem ser especificados. * Podem ser especificados os horários mais cedo para um veículo deixar um depósito e o mais tardio para retornar. Introduza os dados nas telas apropriadas conforme escolhidos das diversas pastas. Coordenadas dos pontos O depósito e todas as paradas são localizados geograficamente por coordenadas. * Os tempos de carga e descarga podem ser calculados com base no peso e na cubagem ou podem ser especificados para cada parada. etc. * Zonas de velocidade controlada são utilizadas para definir a velocidade entre grupos de paradas. Os dados necessários para a definição de rotas de um veículo consistem principalmente de dados sobre paradas. * Janelas de tempo nas quais as entregas ou coletas devem ser feitas podem ser especificadas para cada parada. * São permitidos vários sistemas de coordenadas para paradas e localização de depósito. ou as velocidades podem ser especificadas entre pares de paradas selecionados. Cada elemento dos dados é discutido abaixo.

363. (Se são utilizadas coordenadas de latitude-longitude. O valor final pode ser alterado para refletir quaisquer ajustes que possam ter sido feitos nas coordenadas. um fator de 1. Restrições de rota Freqüentemente.21 = 0. é necessário ou desejável restringir as rotas por horário ou distância.) Portanto. mas serão diferentes para coordenadas de latitude-longitude. Zonas de velocidade 20 . Fatores de escala Precisam ser aplicados fatores de escala às distâncias entre coordenadas-calculadas para convertê-las em distâncias de fato. Outros podem ser obtidos do mapa específico utilizado.17 é mais preciso para as distâncias rodoviárias. o fator combinado seria 0. se o fator de escala de mapa é 0. Esses fatores de escala. São usadas coordenadas para calcular a distância em linha reta entre pares de pontos e para localizá-los uns em relação aos outros para propósitos de mapeamento. se são usadas coordenadas de grade linear. Segundo. Um fator comumente aceito (utilizado pelo Ministério dos Transportes dos EUA) é 1. são compostos de duas partes.f Restrições de horários dos depósitos Freqüentemente. Pode ser desejável que os veículos não deixem o depósito antes de um certo horário (primeiro horário) e que não retornem depois de um outro (último horário). [Certifique-se que essas restrições não entrem em conflito com as restrições de horário do depósito]. a entrada de fator de escala na base de dados do ROUTER é o produto dos dois fatores acima. A restrição de distância é o número máximo de milhas que um veículo pode viajar antes que tenha que retornar ao depósito. Geralmente. Todavia. Uma restrição de horário é o número máximo de horas permitidas a um veículo numa rota. Esse fator ajusta as milhas em linha reta para milhas rodoviárias aproximadas de fato.3 x 1. os depósitos têm restrições de horário refletindo os seus horários de funcionamento. Esses fatores de conversão para latitudelongitude são dados na Tabela ROUTER-1.grade linear. tanto horizontais como verticais. fatores de escala horizontais e verticais tendem a ser as mesmas. isso é feito aplicando-se o fator de escala de mapa ás coordenadas.21. A primeira é converter as coordenadas em milhas em linha reta. Isso significa que as milhas rodoviárias são cerca de 21 porcento mais longas que as em linha reta quando a distância é calculada em coordenadas de grade linear.3 e o fator de circuidade é 1. Por exemplo. Se são utilizadas coordenadas lineares. é aplicado um fator de circuito. os fatores de escala dependerão da latitude aproximada das paradas e do depósito.21. se são usadas longitudes e latitudes.

407 Milhas Quilô metros 110. Uma vez que as zonas de velocidade tenham sido definidas.700 63.567 111.290 85.178 38.995 44. depois.315 23.553 104. direita.700 69.666 111.281 69.956 56.497 111.710 68.175 69.650 100.625 111. possivelmente refletindo a proporção da distância coberta em cada em cada zona.997 55.803 47.879 68.026 62.953 96. topo e base. Isso permite que sejam reconhecidas diferenças de velocidade entre áreas urbanas e rurais.735 0. as velocidades entre paradas na zona urbana de uma cidade poderiam ser de 25 mph.115 69.829 68.172 68. esquerda.000 Longitude Milhas Quilô metros 111.830 65.552 39.230 111.701 110.324 69.644 110. as velocidades entre as duas zonas urbanas que atravessam uma zona rural deveriam ser representadas por uma velocidade combinada.911 68.397 78. entre regiões congestionadas e não-congestionadas ou entre quaisquer grupos de paradas.402 69. definidas as velocidades entre elas.751 68.704 68. enquanto seriam apropriadas 50 mph entre as paradas numa zona rural.993 69.034 111.394 9.850 110. Se as aproximações parecem grosseiras.490 91.904 19.729 17. as velocidades entre as caixas e no seu interior deveriam ser especificadas. As coordenadas de cada caixa devem utilizar o mesmo sistema de coordenadas para o depósito e para as paradas.327 111.935 68.129 66.729 59.054 69.578 110. Tabela ROUTER-1 Comprimentos de um grau de Latitude e um grau de Longitude Latitude Latitude (graus) 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 55 60 65 70 75 80 85 90 68. Essas caixas são definidas pelas coordenadas dos seus lados.386 69.770 110.132 111.643 107.850 71.902 109.051 6. pode ser criado um número maior de caixas menores para melhor a precisão.415 111.692 111.725 53.786 68.725 68.603 110.569 110.766 34. isto é.674 29.063 48.960 12. Uma zona de velocidade é uma caixa retangular na qual são determinadas paradas.230 69.049 0.O depósito e as paradas podem ser agrupados em caixas chamadas zonas de velocidade e.941 111.322 110.000 21 .188 28. Por exemplo.360 69. Entretanto.

Listando as combinações de velocidade. como quando a rota deve representar um padrão de tempo de viagem. supondo que a velocidade entre. é dada uma velocidade aleatória. é feita uma tentativa de encontrar uma velocidade da lista de Zonas de Velocidade. teríamos: Origem zona 1 1 1 2 2 3 Destino zona 1 2 3 2 3 3 Velocidade mph 25 45 35 25 45 25 Se não foi especificada a velocidade para uma combinação de zona e não há uma velocidade específica para a combinação de parada. Tipicamente. Essas distâncias especificadas sempre têm precedência sobre as distâncias aproximadas. Para o nosso caso. 22 . Se não há nenhuma disponível. Se não houver nenhuma disponível. haveria 6 combinações de velocidade. o computador procura uma velocidade específica entre paradas. Essas distâncias podem ser especificadas por pares depósito-a-parada ou parada. Igualmente. Finalmente. é utilizada a velocidade aleatória. Sempre deveria ser definida uma velocidade.a-parada. lagos. As velocidades também podem ser especificadas para combinações selecionadas de paradas ou entre o depósito e paradas. elas são usadas numa base selecionada onde é preciso maior precisão. O ROUTER prioriza as suas escolhas de velocidades. montanhas ou outras barreiras na rota tornem inaceitáveis aproximações. é utilizada a velocidade específica ou a aleatória entre as paradas. a zona 1 e a zona 2 seja a mesma que entre a zona 2 e a zona 1. pode ser necessário que elas representem com precisão as distâncias quando ruas de mão única. Primeiro. Certifique-se que as velocidades são suficientemente grandes de modo que todas as paradas possam ser servidas dentro das restrições de horário. Distâncias Podem ser utilizadas distâncias especificadas em lugar das distâncias calculadas do ponto coordenado. por exemplo.

Intervalos Alguns planos de rota podem requerer que seja permitido ao motorista fazer um intervalo durante a viagem, para almoço ou descanso, por exemplo. São permitidos até dois intervalos que são expressos em minutos. Eles devem ocorrer depois de uma quantidade de minutos especificada no horizonte de planejamento. Janelas de tempo Qualquer parada pode ter certos horários nos quais podem ser feitas entregas e coletas. Esses são chamados de janelas de tempo. Elas são especificadas como um horário de início e um de encerramento em minutos. Se a primeira de duas janelas de tempo não é limitadora, então os horários estabelecidos deveriam ser tão amplos quanto possível. Seria uma boa escolha utilizar o horário mais cedo de partida e o mais tardio de retorno ao depósito. Uma segunda janela de horário não limitadora deve estabelecer os horários de início e encerramento para um número além do horizonte de planejamento, por exemplo 9999.

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Volumes de parada As paradas são designadas ou como entregas (delivery - D) ou coletas (pickups - P). Uma parada de entrega é aquela onde bens originam-se do depósito e destinam-se à parada. Uma parada de coleta é aquela onde os bens originam-se da parada e destinam-se ao depósito. Os volumes de parada podem ser expressos em uma ou duas medidas: tipicamente, peso ou cubagem. O peso pode ser em hundredweight (100 libras), caixas, unidades, quilogramas ou outra medida semelhante. Ele utiliza a capacidade de carga de peso do veículo. Por outro lado, a cubagem utiliza o a capacidade de carga espacial do veículo. Ela é expressa como pés cúbicos, metros cúbicos ou outra medida espacial apropriada. A cubagem também pode ser usada como um substituto para paradas. Ou seja, declarando a cubagem como 1 e depois especificando que a capacidade de cubagem seja o número de paradas permitidas numa rota, o número de paradas numa rota pode ser controlada. Nem sempre é necessário controlar tanto o peso como a cubagem. O peso é a medida primordial de modo que a cubagem pode ser omitida às vezes. Sendo assim, utilize zeros para todas as paradas e utilize uma capacidade de cubagem veicular de qualquer tamanho. Política de coleta Quando deve haver coletas numa rota de entrega, será questionado se as coletas deveriam ser feitas enquanto há volumes para entrega no veículo ou se só deveriam ser permitidas depois que todas as entregas tenham sido feitas. Essa política é expressa em termos de porcentagem da capacidade disponível do veículo. Um valor de carga do veículo de 0% significa que as coletas só são aceitas depois que todas as entregas tenham sido feitas ou que o veículo esteja vazio. Um valor de carga de 35% significa que coletas só são permitidas quando 35% ou menos do veículo está carregado. A adição de coletas não é permitida enquanto as coletas e as entregas utilizam 35% ou mais da capacidade. Um valor de 100 porcento significa que são permitidas coletas a qualquer momento da rota. Valores percentuais próximos de 100 % permitem maior flexibilidade no planejamento de rotas. Capacidade veicular Os veículos são categorizados primeiro por tipo único e, depois, pelo número de veículos e as características deles dentro daquele tipo. Os vários tipos de veículos são numerados consecutivamente. Depois é declarado o número de veículos naquele tipo. Cada tipo recebe uma capacidade por peso e por cubagem. As unidades de peso e a cubagem deveriam ser iguais àqueles dados como volumes de parada. É uma boa idéia declarar mais veículos do que você tem. O ROUTER utilizará somente os necessários para formas as rotas.

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Custos Os custos da rotas são determinados somando-se os custos associados com o veículo e o motorista. Os custos do veículo são baseados em dois índices. O primeiro é a taxa fixa por veículo. Esse é a obrigação fixa associada com a posse ou, aluguel, e a manutenção do veículo pelo período de tempo representado pelo planejamento da rota, isto é, um dia, uma semana ou um mês. A seguir há a taxavariável por milha para operar o veículo. Esse índice representa custos distribuídos por milha, como como o combustível, os pneus, o óleo, etc. Esses índices podem variar com o tipo de veículo. Os custos com o motorista são baseados em índices fixos e variáveis mais um índice de horas extras. A taxafixo com o motorista é a obrigação associada com benefícios adicionais, mínimos saláriais e outras obrigações que não variam pelo tempo na rota. A taxavariável é associada com os custos que dependem das horas gastas na rota, como a taxa de salários. A taxa de horas extras é a taxapor hora que passa a contar depois que um número específico de horas foi gasto numa rota. Barreiras de rota Pode haver certas áreas que os veículos devem contornar ao invés de atravessar. Essas podem ser lagos, rios, parques, etc. No ROUTER, um veículo chega à barreira e percorre o seu lado mais curto. A distância ao redor da barreira é acrescentado à distância da rota. As barreiras sempre são expressas como uma figura de 4 lados. Essa figura pode ter um formato irregular ou retangular. Cada canto dela é expresso como coordenadas verticais e horizontais. As coordeenadas devem ser do mesmo sistema que as paradas. As coordenadas de cada barreira deveriam ser expressas como cantos noroeste, nordeste, sudoeste e sudeste da mesma. Em qualquer problema podem ser usadas mais de uma barreira. NOTA: O formato da barreira deve ser sempre sem reentrâncias. PROCESSANDO O ROUTER Depois de preparar as telas de dados, o mecanismo de resolução pode ser ativado clicando-se na tecla Solve. Aparecerá um submenu do qual você pode fazer uma seleção para que o ROUTER determine o plano da rota ou você pode especificar a configuração do a rota. Esse último é útil para estabelecer os custos associados com um plano de rota atual. As rotas planejadas pelo ROUTER Quando o ROUTER planeja os a rotas, o procedimento de solução é um método heurístico baseado no método das economias de Clarke e Wright. A solução ocorre no banco de dados como é mostrado nas telas de dados atuais.

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permite ao usuário especificar as rotas. Segundo.NOTA: Se você vê a mensagem de que há um número inadequado de veículos disponíveis para cobrir os a rotas ("INADEQUATE NUMBER OF VEHICLES AVAILABLE TO COVER ROUTES"). Figura ROUTER-2 Exposição gráfica do plano de rotas para a Regals Metals 26 . A capacidade adicional é necessária para intermediar os cálculos. A rota é exposta graficamente ao completarse o processo de solução. As rotas planejadas pelo usuário O usuário tem controle sobre o plano de rota através do editor/planejador de rotas. RESULTADO O resultado é apresentado de duas formas: um relatório das rotas e as estatísticas associadas e uma exposição gráfica das rotas. os veículos. ele permite que o usuário crie planos de rota com a ajuda de gráficos. Para o banco de dados da Regals Metals. as seqüências de paradas e editar a rotas que tenham sido desenvolvidas. o plano de rota resultante é exposto na Figura ROUTER-2. acrescente mais capacidade veicular mesmo se a capacidade total de veículos atual excede o volume total paradas atual. mas não necessariamente aparecerá na solução final. estatísticas sobre o desenvolvimento de rotas e quaisquer princípios do bom planejamento de rotas que possam ser disponíveis. Primeiro. Esse procedimento pode ser utilizado como uma alternativa para uma rota planejada pelo ROUTER. Esse editor serve a dois propósitos.

7 100 YES 11:29PM 1 ------.$ cost.00 Cube util .1 *** DETAIL REPORT ON ROUTE NUMBER 1 *** A TRUCK .0% 9999 0 0 3 2 210 190 0 90.8 12:00AM 11:29PM 2 791 29.00 .00 . O relatório fornece informações sumárias para todos as rotas assim como custos detalhados e estatísticas temporais sobre as rotas individuais.00 .00 .00 .00 .5 12:00AM 05:37AM 4 1131 28. Na Figura ROUTER-3 é mostrado o exemplo de um relatório.00 .6 22.0 .6 7.00 .00 .$ time.0 13.--509.00 .00 .00 .-.00 VEHICLE INFORMATION Route Veh Weight Delvry Pickup Weight Cube Delvry Pickup no typ capcty weight weight util capcty cube cube 1 1 300 230 0 76.7% 39996 0 0 DETAILED COST INFORMATION Route no 1 2 3 4 Total --------Vehicle-----------Total Fixed Mileage cost.3 15 5136 Route cost.8 267 YES 02:20PM 1 03:00PM 1 40 119.00 .3 42.0 5.00 .7% .00 .EXAMPLE Date.2 12:00AM 04:09AM 4 1092 52.1 leaves at 12:00AM on day 1 from the depot at Toledo OH Stop No description 2 Chicago 1 Milwaukee Depot Stop No description Stop Drive Distance Time Arrive Depart time to stop to stop wind time Day time Day Min Min Miles met? 05:20AM 1 12:20PM 1 420 320.0 6.5/7/97 Time.8 7. Start Return No of Route hr hr hr hr hr time time stops dist. time.00 .00 .00 .00 .0% .4 9.00 .0% .00 .$ time. time.2 TRUCK .00 . time.7 12:00AM 04:15AM 5 2122 133.7 30.00 .0 20. time.00 .00 .0 1 Milwaukee 20 0 .0% Vehicle description TRUCK .7 .00 .5 15.$ cost.0 46.00 .1 TRUCK .$ .6 102.2 424 Stop volume Weight Cube Inc cost to serve stop In $ In $/unit Capacity in use Weight Cube 76.7% 9999 0 0 2 2 210 210 0 100.$ cost.00 .0 .3 .Mi 23.00 .0 Totals Weight: Del = 230 Pickups = 0 Cube: Del = 0 Pickups = 0 27 .$ .2 21.00 .0% .$ .00 .00 .0 6.0% .00 .0 .8 .00 . Label.9:20:40 AM ROUTER SOLUTION REPORT *** SUMMARY REPORT *** TIME/DISTANCE/COST INFORMATION Route no 1 2 3 4 Total Route Run Stop Brk Stem time.3% 9999 0 0 Total 1020 925 0 90.00 .0% 2 Chicago 210 0 .00 .00 .5% 9999 0 0 4 1 300 295 0 98.00 .8 .7 .Um relatório pode ser obtido clicando-se na tecla Report depois que se completou a execução de uma solução.2 TRUCK .8 6.00 ------------Driver---------------Total Fixed Regular Overtime cost.00 .

8 hr 7.00 .0 23.0 hr $.00 .00 $.Route time: Driving Load/unload Break Total Max allowed Route costs: Driver (reg time) Driver (over time) Vehicle (mileage) Fixed Total 15.5 hr 168.00 .7 .00 Distance: To 1st stop From last stop On route Total Max allowed 9999 mi 267 mi 424 100 791 mi Figura ROUTER-3 Trechos de um relatório de solução para a Regals Metals Company 28 .

É presumido um único elo e um único estoque. 29 . Custo total = Custo de compra + custo de transporte + custo de manutenção + custos de processamento de pedido + custou de falta de estoque + custo de estoque de segurança Há um número de opções disponíveis para determinar a política do estoque.INSTRUÇÕES PARA O SOFTWARE DE CONTROLE DE ESTOQUE INPOL O INPOL é um programa de software para computar políticas de estoque sob o ponto de reabastecimento (quantidade fixa de pedido e intervalo variável de pedido) e de revisão periódica (quantidade variável do pedido. • O nível de atendimento ao cliente pode ser especificado. O INPOL computará. intervalo fixo do pedido) método do lote econômico de compras. Estas são: • Ponto de reabastecimento ou método de revisão periódica do controle de estoque podem ser selecionados. ou ele pode ser computado se os custos da falta de estoque forem conhecidos. e a quantidade alvo para pedidos. a seguinte expressão de custo total. o tempo entre as revisões de nível de estoque. Estas políticas são um resultado das respostas à duas questões: • Quanto pedir de um produto? • Quando deve ser pedido o produto? As variáveis da política podem incluir a quantidade do ponto de reabastecimento. Os princípios do lote econômico de compras são usados para encontrar políticas ótimas. e otimizará se solicitado.

90 e 0. 3=Weeks.5 semana para ambos os produtos. Número de produtos Especifique o número de produtos que devem ser analisados.5 Individual-Order Parameter Are the order quantities to be specified (Y/N)? N Uma descrição de cada item nessa seção é a seguinte. Outros dados são mostrados nas ilustrações abaixo . Se eles devem ser pedidos 30 .• A quantidade do pedido pode ser especificada ou computada. O problema do teste envolve 2 produtos que devem ser pedidos juntos. Exemplo. 5=Year): 3 Are the items jointly ordered (Y/N)? Y Are the service indices specified (Y/N)? Y Do you want a sensitivity analysis (Y/N)? Y Joint-Order Parameters Joint-order procurement cost: 100 Order cycle time (in the unit of time frame): 1. • Um nível de estoque médio pode ser especificado para representar as condições existentes e os custos determinados. Cada uma delas é ilustrada utilizando-se os dados do problema do teste mostrado como o produto 1 e os elementos dos dados nas telas são definidos. A seção de PARÂMETROS E RÓTULOS Essa seção da tela tem os seguintes elementos.80 respectivamente. INPUT Os dados de entrada são introduzidos através de um editor de dados. O tempo de revisão a nível de estoque é estabelecido em 1. 4=Months. 2=Working days. Problem label-TEST PROBLEM Number of products: 2 Time frame (1=Calendar days. Os índices de atendimento são especificados como sendo 0. Precisam ser preparadas quatro seções de dados. • Os produtos podem ser pedidos separadamente ou em conjunto. Pode ser processado um máximo de 50 itens de produtos simultaneamente.

Tempo de ciclo do pedido Você pode especificar um ciclo de tempo comum de pedido. os meses e o ano tem a sua definição comum. Calcular os níveis de atendimento exige que você conheça os custos da falta de estoque (out-of-stock). Esse deve ser a dimensão conforme especificada no Cronograma. Os dias de trabalho representam 250 dias por ano ou cerca de 5 por semana. Você quer uma análise de sensibilidade (Y/N)? Uma análise de sensibilidade calcula vários custos relativos ao estoque e parâmetros para mudanças que melhorem o nível dos atendimentos. O INPOL calculará os parâmetros restantes. o tempo de processamento e dados sobre o custo de transporte. selecione Yes (Y). selecione que as quantidades do pedido devem ser especificadas. Certifique-se que os dados são expressos sempre nas mesmas unidades de tempo. selecione No (N).conjuntamente. 2 itens no banco de Cronograma (1=Calendar days. Se devem ser calculados os níveis ótimos de atendimento. Não utilize essa opção se o estoque médio recebe valores maiores que zero (0). simultaneamente. para todos os itens pedidos em conjunto. PARÂMETROS DE PEDIDOS EM CONJUNTO Custo de solicitação de pedidos em conjunto Esse é um custo comum que incorre para processar todos os itens pedidos em conjunto e simultaneamente. selecione No (N). ou tempo de processamento. Ele é expresso como $/pedido. Os índices de atendimento são especificados (Y/N)? Se você está especificando os níveis de atendimento ao cliente para o(s) produto(s). selecione Yes (Y). 2=Working days. 4=Months. devem ser introduzidos dados de pelo menos dados. 3=Weeks. 31 . Não responda Yes e. As semanas. 5=Year): Selecione a dimensão temporal para a demanda. Os itens são pedidos em conjunto (Y/N)? Se os itens devem ser pedidos separadamente. Se dois itens ou mais devem ser pedidos em conjunto. Os dias do calendários representam 365 dias por ano.

32 . o tempo ótimo de revisão será calculado. Depois. você deve ter declarado que itens devem ser pedidos em conjunto. se o ciclo de tempo do pedido é especificado como zero (0). Só utilize essa opção se os itens devem ser pedidos em conjunto. Especifique um tempo de ciclo de pedido maior que zero (0) se você quer fixar o tempo de revisão num valor particular.Primeiro.

Pode ser o erro-padrão da previsão ou o desviopadrão calculado da distribuição da demanda. Mantenha a mesma seqüência de produtos em todas as telas. entretanto não utilize vírgula (. Pode ser a previsão de demanda do item ou a demanda média durante o período de tempo. Por exemplo. o desvio-padrão da demanda é de 100 lb. por ano. Average demand Essa é a demanda média do item para o enquadre temporal que você selecionou na seção de PARÂMETROS E RÓTULOS. a demanda média é de 2000 lb.50 Std. Você deve selecionar No (N) se você declarou No (N) para items sendo pedidos em conjunto. 1 1 Product label--PRODUCT 1 PRODUCT 2 Average demand 2000 500 Std.00 0. por ano. Você pode determinar a quantidade do pedido para um item e o INPOL completará os cálculos restantes. Responda com Yes (Y).PARÂMETRO DE PEDIDO INDIVIDUAL As quantidades dos pedidos devem ser especificadas (Y/N)? Essa seleção aplica-se somente a itens pedidos separadamente.50 7 1. dev.00 Uma descrição de cada item na seção é a seguinte.) nem aspas (") no rótulo. Average of demand lead time 100 1. Por exemplo. Average lead time Esse é o tempo de entrega médio calculado da distribuição de tempos de entrega. O cronograma deve ser o mesmo para a demanda e o custo de transporte. Se o No (N) é selecionado. Product label Dê um rótulo de identificação para os dados. Certifique-se que a mesma dimensão temporal é utilizada para o tempo de produção e para o custo de transporte. Por exemplo. A seção de DADOS TEMPORAIS DA DEMANDA/PRODUÇÃO Essa seção tem a seguinte apresentação: Prd no. o INPOL calculará a quantidade ótima do pedido. of lead time 0. o 33 . Desvio-padrão da demanda Esse é o desvio-padrão da demanda. Supõe-se que a demanda é distribuída normalmente. É uma boa prática usar não mais do que 15 caracteres. dev.

probabilidades de disponibilidade de estoque altas.90 Uma descrição de cada item na tela é: Product label Dê um rótulo de identificação para os dados. A seção de DADOS PREÇO/CUSTO Essa tela tem a seguinte apresentação.0000 0.0000 Carrying cost 0. O preço deveria ser expresso em $/unidade. Product label--.0058 Order Out-ofproc. Deve ser tomado cuidado sobre como é especificado a taxade transporte.tempo de entrega médio é de 0.00005 por ano.75 Prd Unit no. 34 . Supõe-se os tempos de entrega como distribuídos normalmente. Mantenha a mesma seqüência de produtos em todas as telas. Com um preço F.00 0. portanto. Um desvio-padrão grande do tempo de entrega pode produzir níveis de estoque de segurança muito altos e.O. mas é expresso em anos porque a demanda é em unidades de tempo anuais.B na fábrica. Standard deviation of lead time Esse é o desvio-padrão da distribuição de tempo de entrega.25 por lb. Supõe-se que as distribuições da demanda e do tempo de entrega são independentes um do outro. Transport rate 0. o desvio-padrão de tempo de entrega é de 0. como seria para um preço de entrega.price 1 PRODUCT 1 2. Se o nível de atendimento para o item é muito alto. não precisa ser incluído nenhum índice de transporte.0000 1.0000 0. o que pode não ser o caso. Pode ser um preço de entrega ou um preço F.B. reduza esse valor. É uma boa prática utilizar não mais do que 15 caracteres.. o preço por unidade é de $ 2.) ou aspas (") no rótulo.0058 0. Unit price Esse é o preço pago pelo item no estoque. stock cost cost 0. Se a obrigação de transporte já está incluída no preço. Transport rate O preço mais a taxa de transporte representam o preço do item no estoque (landed price).25 2 PRODUCT 2 1. Por exemplo.0096 anos (5 semanas). entretanto. não utilize vírgula (.O. Por exemplo.

35 .25 por lb. Por exemplo. a taxa de transporte é de $0.fábrica. a taxa de transporte deveria ser incluída. Ele deveria ser expresso em $/unidade.

não necessariamente você tem que fornecer esse custo. vendas futuras perdidas ou custos adicionais de processamento devido a pedidos em aberto. ele também deveria ser em unidades por semana. por exemplo.Carrying cost O custo de manutenção de estoques representa componentes como o capital empenhado em estoque. entretanto. Out-of-stock cost Esse é o custo associado com a falta de estoque. Um valor maior que zero (0) deve ser usado se não foi selecionado nenhum nível na seção de PARÂMETROS E RÓTULOS.30. um custo de manutenção de 30 % por ano seria imputado como uma fração.35 por pedido. Certifique-se que o custo de manutenção é xpresso na mesma dimensão temporal que a demanda e o tempo de entrega. se a demanda é em semanas. Um exemplo de custo de processamento de pedido de item seria $1. O custo comum é determinado na seção de PARÂMETROS E RÓTULOS. seguros do mesmo.90 0. Por exemplo. O valor pode ser estabelecido em zero (0) se o nível de atendimento está dado. Ele é expresso como uma fração do valor do item por unidade de tempo. taxas sobre propriedade. Para itens pedidos em conjunto pode haver um custo comum adicionado ao custo desse item ou em substituição a ele. 0. Product label1 PRODUCT 1 2 PRODUCT 2 Avg initial inventory 0 0 Order quantity 0 0 Service index 0. Mantenha a mesma seqüência de produtos em todas as telas de dados.) nem aspas (") no rótulo. isto é. Se não é especificado nenhum nível. Refere-se ao lucro perdido. Esse é um custo expresso como $/unidade. Order processing cost Refere-se ao custo para processar um item específico num pedido. É uma boa prática não utilizar mais de 15 caracteres. obsolescência e quaisquer outros custos que incorrem do nível de estoque mantido. $0. isto é. não utilize vírgula (.55 por lb. Se é especificado um nível de atendimento ao cliente. é preciso esse custo para achar o nível de atendimento e a melhor política. A seção de OUTROS DADOS Essa tela tem a seguinte apresentação: Prd no. 36 .80 Uma descrição de cada item nessa seção é a seguinte. Product label Dê um rótulo de identificação para os dados.

37 .

o estoque médio inicial é de 1689 lb. Por exemplo. Ele preestabelece o nível de atendimento e o INPOL minimiza o custo baseado nele. COMPUTED STOCKING POLICIES Periodic Review Policy Product 1 Product 2 Average inventory 1. por exemplo. 0. Por exemplo. A primeira parte do mesmo mostra os valores das variáveis da política.Average initial inventory Se você deseja achar o custo de um nbível de estoque particular. Utilize-o quando os níveis de atendimento devem ser especificados como uma opção selecionada na seção de PARÂMETROS E RÓTULOS. Esse índice recebe um valor quando o banco de dados não dispõe do dado correspondente ao custo por falta de estoque. De outro modo. ela é mantida em zero (0). Ele é expresso como uma fração de 1. Service index Essa é a probabilidade de haver estoque durante um ciclo de pedido. As unidades são as mesmas que as utilizadas para a demanda. Não há valores mostrados sob a política de ponto de pedido. Marque o No (N) a opção de sensibilidade na seção de PARÂMETROS E RÓTULOS. Geralmente. o que se segue será apresentado na forma de relatório. ACESSANDO O INPOL Depois que os dados foram preparados na tela.. pode especificar o estoque inicial médio. Order quantity Essa é utilizada para especificar a quantidade particular de um pedido ao invés do INPOL calculá-la para você. Não utilize para itens pedidos em conjunto. Os resultados são mostrados como um relatório e gráficos para várias combinações de variáveis finais. clique em Solve para calcular a política de estoque. o valor é estabelecido em zero (0). a quantidade do pedido é de 125 lb. Output report Utilizando o exemplo de problema apresentado na ENTRADA (INPUT) acima.722 385 Order quantity 38 . veríamos. Assim. Ele é expresso na mesma unidade que a demanda. uma vez que esse é um problema de pedido em conjunto e só uma politica de revisão periódica é adequada.90.

.509 239.004 6.146 0.500 239.067 0.84 1.009 .50 1. % inventory cost.50 1.000 6.78 1.400 Transport cost E um resumo do custo e do investimento em todos os produtos no banco de dados: SU MM AR Y DA TA Pe ri od Se é selecionada uma análise de sensibilidade. Review time.50 97. $ 0. wk 1. é exposto um relatório do seguinte tipo. .000 49.E custos anuais para várias categorias de custo por produto: ESTIMATED ANNUAL COSTS Periodic Review Policy Product 1 Product 2 Purchase cost $ 234.005 . Sensitivity Analysis Results For Periodic Review System Product 1 Service Service Average Total index level.70 1.51 97.52 97. . 39 . Max level 6.50 .505 239.

Figura INPOL-1 Diagrama de Custo Total versus Nível de Atendimento 40 . As quatro escolhas são: • Custos totais versus o nível de atendimentos • Custos totais versus estoque médio • Estoque médio versus nível máximo • Nível de atendimentos versus estoque Esses são diagramas cujos dados são tomados dos resultados de sensibilidade no processamento de uma solução.Exposições gráficas Podem ser expostos diagramas de sensibilidade. Um exemplo é mostrado na Figura INPOL-1.

que é uma linha reta entre os pontos. Distância onde representam os pontos de origem/destino e representam a instalação. volumes de pontos de origem/destinação. índices de transporte entre a insta. deve atender (ou para ser atendido por) um número de pontos de demanda (ou fornecimento) com localizações e volumes conhecidos. Até 500 pontos podem ser usados. como representado na expressão a seguir.5. T = fator de potência na fórmula de computação da distância. 41 . INPUT A entrada de dados consiste de coordenadas para localizar pontos de origem/destinação. R = a taxa de transporte entre a instalação a ser localizada e os pontos de origem/ destino expresso em uma unidade monetária por unidade de volume por unidade de distância. V = o volume de um ponto de origem/destino em qualquer unidade de demanda apropriada. tal como $/unidade/milha. O valor de T geralmente é 0. O fator de potência T controla a linearidade da distância entre os pontos.ação e ospontos de origem/destinação e fatores mistos. é minimizado: onde TC = custo total de transporte N = o número de pontos de origem/destino no problema. O problema é aquele em que uma única instalação. tal como um armazém. Xi.INSTRUÇÕES PARA LOCALIZAR INSTALAÇÕES DE CENTRO-DE-GRAVIDADE COG O COG é um software de computador para localizar uma instalação única por meio do método de centro-de-gravidade exato. K = um fator de escala para converter as distâncias em coordenadas para milhas.Y . As distâncias são computadas das coordenadas usando a seguinte fórmula.Yi = a localização geográfica do ponto de origem/destino representados pelas coordenadas lineares X. O objetivo é encontrar uma localização que o custo total do transporte.

42 .

000.000.000.002 0. O armazém é suprido por uma única fábrica.00 10.002 0.000 Rate. As entradas para o COG pareceriam-se assim: Problem label: Example Power factor (T): .0015 0. 1 2 3 4 5 6 7 Point label---M1 M2 M3 M4 M5 M6 M7 X coordinate 2.00 2.5 Map scaling factor (K): 50 Point no. A quantidade total de produto embarcado pela fábrica é a soma do volume demandado pelos mercados.000.002 0.000 23.000.00 2.0013 0.000 147.EXEMPLO Suponha que temos um pequeno problema como o mostrado na Figura COG-1.0014 0./mile 0.000 24.000.00 5.00 5.00 9.000.00 5. Há 10 mercados que devem ser servidos a partir de uma único local de armazenamento.0020 43 .000. $/lb. O produto é químico.00 Volume 3000000 5000000 17000000 12000000 9000000 10000000 24000000 Transport rate 0.000 147. i M1 M2 M3 M4 M5 M6 M7 M8 M9 M10 Volume.00 Y coordinate 1.0015 0.000 9.000.000 14.000 5.0015 0.000 12.00 7.00 2. 3.000 10.0012 0. lb.0005 Localiza o único armazém de modo que os custos de transporte sejam minimizados.0013 0.000 17.0015 0.0020 0.00 7.0011 P1 0.000.000.0012 0. O produto e embarcado por redes rodoviárias.0024 0.00 1.000.0020 0.00 4. Os volumes anuais dos mercados e as taxasde transporte são dados como segue: Point.000 30.

Leia os resultados na tela ou os imprima. primeiro. Depois. não solicite novos cálculos. Você pode escolher que o COG calcule as coordenadas da localização da instalação ou pode especificá-las você mesmo. você pode pedir que a localização dos pontos e da instalação sejam 44 .015.8 9 10 11 M8 M9 M10 P11 4.0014 0. primeiro é encontrado o centro simples de gravidade.00 9. Depois de 50 ciclos computacionais.00 8. o resultado aparecerá como mostrado na Figura COG-2. Se escolher ter as coordenadas calculadas. PROCESSANDO O COG Executar o COG exige que. você crie o banco de dados para um problema particular localização.0005 Figura COG-1 Localizações de Pontos de Mercado (M i) e Fábrica (P1) numa grade linear. Para problema do exemplo. clique na tecla Solve para calcular as coordenadas do centro-de-gravidade.00 7.00 14000000 23000000 30000000 147000000 0. Para ver se essa localização inicial pode ser melhorada.00 6.00 5. Nesse ponto.00 9.0011 0. peça ciclos de cálculo adicionais.0024 0.00 8. Quando não há mudanças nos custos ou elas são pequenas entre os sucessivos ciclos.057. a melhor localização para a instalação é: para um custo de transporte anual total de US$55.

370 55.467 6.COG 1 6.969 6.diagramados numa grade linear selecionando essa opção do menu principal. Esse resultado é mostrado na Figura COG-3.360 55.018.444 6.323 55.214 9 6.015.061.317 55.477 6.015.015.252 55.105 3 6.312 55.016.015.593 <.348 8 6.459 6.749 4 6.472 6.344 55.479 Total 45 .024.599 7 6.068 6 6.409 6.186 2 6.358 55.475 6. COG LOCATES A FACILITY BY THE EXACT CENTER OF GRAVITY METHOD Iteration _ number X coord cost 0 6.308 55.016.332 55.953 5 6.141 _ Y coord 5.306 6.469.

O número de localizações da instalação é especificado. INSTRUÇÕES PARA LOCALIZAR O CENTRO-DE-GRAVIDADE PARA INSTALAÇÕES MÚLTIPLO MULTICOG O MULTICOG é software de computador para localizar instalações múltiplas por meio do método de centro-de-gravidade exato.Figura COG-3 Diagrama de localização ótima de instalação para o problema do exemplo. O problema é localizar uma ou mais instalações (fontes). O objetivo é encontrar as coordenadas das instalações de modo que a seguinte expressão seja minimizada. onde TC = custo total de transporte i = número de pontos de demanda (sumidouro) até um total de N 46 . volumes. e taxas de transporte. tais como armazéns para atender um número de pontos de demanda (sumidouros) de localizações conhecidas.

• O volume de um ponto de demanda em quaisquer unidades apropriadas. • O número de pontos de demanda no problema. lb. O produto é embarcado por redes rodoviárias. Pode ser utilizado qualquer sistema de grade linear.21 para aproximar a distância da rodovia e 1. Toda a entrada pode ser preparada do editor de tela. $/lb. • Um fator de escala para converter distâncias coordenadas para milhas.000 5. (3) volumes de pontos de demanda. O produto é químico./mile 0.Y. • As localizações geográficas dos pontos de demanda representados por coordenadas lineares X. • O número de localizações de instalações a ser analisados.j = número de instalações (fonte) até um total de M = volume associado com o ponto de demanda = taxa de transporte para um ponto de demanda (de um fornecedor) = coordenadas de uma demanda (ou fornecimento) = coordenadas para a localização da instalação j.24 para aproximar a distância da ferrovia.0015 0. (4) índices de transporte entre a instalação e os pontos de demanda e (5) um fator de escala.000 Rate. Os volumes anuais dos mercados e as taxasde transporte são dados como segue: Point.002 0. K = fator de escala para converter as coordenadas em unidades de distância.002 47 . i M1 M2 M3 Volume.000.000. Especificamente: • Uma descrição do problema utilizando qualquer combinação de letras e números. Podem ser utilizados até 20 deles. Podem ser utilizados até 500 deles. INPUT As entradas para o programa consistem de (1) uma descrição do problema. Há 10 mercados que devem ser servidos desde as duas localizações de armazéns. (2) coordenadas para pomtos de demanda. 3.000. Multiplicar K por 1. EXEMPLO Suponha que temos um pequeno problema como mostrado na Figure MULTICOG-1. • A taxa de transporte entre a instalação a ser localizadas e os pontos de demanda expresso em $/unidade/milha ou outra merdida de distância.000 17.

000 9.000 0.0013 0.0024 0.000.000 30.0012 0.000.0015 0.0011 Localize os dois armazéns de modo que os custos anuais de transporte sejam minimizados.000 23.000. A entrada para o MULTICOG parecer-se-ia assim: Parameters and labels -PARAMETE 48 .000.000.M4 M5 M6 M7 M8 M9 M10 12.000 24.0014 0.000.000 147.000.000.000 10.000 14.002 0.

49 .0013 X coordinate 2.0020 2 M2 0.00 7.00 9.00 Volume 3000000 5000000 17000000 12000000 Figura MULTICOG-1 Localizações de Pontos de Mercado ( ) numa grade linear.00 Y coordinate 1.00 2. A seguir.0020 4 M4 0. Leia os resultados na tela ou direcione-os para uma impressora. selecione quantas instalações devem ser localizadas.00 5. label--------rate 1 M1 0.00 1. Se a última opção for escolhida.Location data --LOCATION DATA-Point Point Transport no.0015 3 M3 0. clique em Solve para achar as coordenadas da instalação.00 4. você precisará determinar cada ponto de demanda em relação à localização da instalação. PROCESSANDO O MULTICOG Depois de preparar o banco de dados. Selecione se você deseja que o programa ache as coordenadas das localizações ou se quer especificá-las. Os resultados podem ser expostos graficamente clicando-se na tecla Plot.

000.000 8. 4. 7. As localizações sugeridas estão diagramadas na Figura MULTICOG-3.004134 47. and 10.000.0. 2. ** PROBLEM SOLUTION ** Title: EXAMPLE PROBLEM Source X-Coordinate Y-Coordinate Volume Cost 1 4. 8. O armazém 2.999873 100.0.99983 7. Y1=8.0. e 5. 9. 50 . que deve ser localizada em X2=9.057.0 e deveria servir os mercados 6. Y2=1.Uma solução computada para 2 armazéns no problema do exemplo é mostrada na Figure MULTICOG-2.023 2 8.932. A primeira localização a ser localizadas em X1=5. é para servir aos mercados 1.997027 1.740 Source 1 2 Allocated demand points to source points 6 7 8 9 10 1 2 3 4 5 Figura MULTICOG-3 Um diagrama de solução para 2 armazéns para o problema do exemplo.000 17. 3.

e taxas de transportes conhecidos. tais como armazéns para atender um número de pontos de demanda (sumidouros) de localizações. volumes. O problema da mediana P é expresso como: onde: INPUT As entradas para o programa consistem em (1) uma descrição do problema. (3) volumes de pontos de demanda e suprimento. (2) coordenadas para pontos de demanda e suprimento. Os custos fixos de um conjunto de candidatos a instalações podem também ser conhecidos. O problema é localizar uma ou mais instalações (fontes).INSTRUÇÕES PARA LOCALIZAR INSTALAÇÕES MÚLTIPLAS PELA MEDIANA P PMED O PMED é um software de computador para localizar instalações múltiplas por meio da abordagem da mediana p. O conjunto de candidatos a instalações é selecionado dos pontos de demanda. (4) taxas de transporte associadas com um ponto de demanda ou suprimento. (5) uma lista de instalações candidatas da qual é selecionado o número de localizações para 51 . O objetivo é encontrar as melhores localizações P das M localidades candidatas onde P é menor ou igual a M.

Os locais não-candidatos são deixados em branco. • As localizações geográficas de pontos de demanda e suprimento representadas como coordenadas de grade linear ou coordenadas de latitude-longitude. Uma apresentação gráfica da solução é mostrada na Figura PMED-3. Fatores de escala podem incluir uma correção para a distância rodoviária real multiplicando-se distância calculada em linha reta.21 para coordenadas lineares e 1. elas deveriam ser expressas em graus. especifique o número de instalações a localizar. Há 12 mercados que devem ser servidos de até 5 localizações de armazém candidatas. (6) custos fixos para iinstalações candidatas. Esse número deve ser menor ou igual ao número de locais candidatos indicados com um X no banco de dados do problema. São aceitos até um máximo de 65 deles. • A taxa de transporte para um ponto de demanda ou suprimento expresso em $/ unidade/milha ou outra medida de distância. as taxas de transporte e os locais candidatos com os seus custos fixos são mostrados na Figura. Se são utilizadas coordenadas de latitude-longitude. São usados fatores de escala de 1 para coordenadas de latitude-longitude. • Custo fixo para uma instalação candidata em qualquer unidade como $. Esses locais são indicados com um X no banco de dados. Pode haver até 15 pontos na lista de candidatos. Certifique-se de que seleciona o tipo de coordenadas sendo utilizadas para localizar os pontos no problema. • Os pontos de demanda ou suprimento particulares que representam um conjunto candidato de potenciais localizações de instalações. Os volumes anuais dos mercados. A seguir.análise. Toda a entrada de dados é preparada no editor de dados na tela. O produto é embarcado numa rede rodoviária. • O volume de um ponto de demanda ou suprimento em qualquer dimensão apropriada como cwt.17 para coordenadas de latitude-longitude. • Fatores de escala para as coordenadas lineares para convertê-las numa medida de distância tal como milhas. Especifique o tipo de sistema de coordenadas a ser usado. clique na tecla Solve para achar a solução de um problema. Os resultados do processamento são mostrados na Figura PMED-2. Especificamente: • Uma descrição do problema utilizando qualquer combination de letras e números. PROCESSANDO O PMED Depois de preparar um banco de dados do problema. EXEMPLO Suponha que temos um pequeno problema como o mostrado na Figura PMED-1. Experimente multiplicadores de 1. • O número de pontos de demanda e suprimento no problema. 52 . (7) tipo de sistema de coordenadas usado e (8) fatores de escala de mapa.

1 2 3 4 Facility nameM1 M4 M7 M9 Total Volume 3.000 48.000 Assigned node numbers 1 2 3 4 5 11 6 7 8 9 10 12 Total cost: $3.000 33.349.Figura PMED-1 Um pequeno problema de localização com cinco locais candidatos SOLUTION RESULTS FOR P-MEDIAN PROBLEM No.20 Figura PMED-2 Relatório de resultados processados 53 .000 153.000 69.

54 .Figura PMED-3 Exposição gráfica de resultados de solução Se as coordenadas de latitude-longitude são especificadas. Figura PMED-4 Exposição gráfica de resultados ao utilizar coordenadas latitudelongitude. será apresentado um mapa dos EUA ao invés de uma grade linar. Na Figura PMED-4 é apresentado um exemplo.

). Dentre aqueles que estão dentro de 300 milhas do consumidor. se a distância é de 300 milhas. Você pode alterar a demanda por região do país.INSTRUÇÕES PARA O SOFTWARE QUE ACOMPANHA O ESTUDO DE CASO DA USEMORE SOAP COMPANY WARELOCA O WARELOCA é um programa de computador projetado especificamente para apoiar na análise do estudo de caso da Usemore Soap Company. primeiro é preciso selecionar as fábricas e armazéns a serem avaliados. o WARELOCA achará aquele que esteja mais próximo do mesmo e designará o cliente para ele. a região refere-se à seção Nordeste do país. O procedimento de solução do programa está baseado em programação linear. Lembrese que a demanda e as capcidades são expressas em hundredweight (cwt. Os custos fixos não são manuseados dentro do processo de solução e devem ser adicionados aos resultados da solução. Os custos variáveis são minimizados. Os dados da demanda no banco de dados do Uma01. A região em que cada cliente reside é mostrada nos dados do cliente.Por exemplo. A seguir. PROCESSANDO O WARELOCA Para processar uma solução. Se se deseja gravar alterações. o WARELOCA procurará todos os armazéns na sua lista marcados com um X. 55 . Abra-o utilizando a tecla Open file. O usuário seleciona o cenário em particular para as fábricas. independente de custo. e nível de atendimento aos clientes e o programa encontrará a otimização da melhor alocação da demanda para os armazéns e fábricas. indique a que distância um cliente pode estar de um armazém. todavia os dados associados com cada um podem ser alterados como for desejado. Faça isso colocando um X ao lado da instalação apropriada na tela. Certifique-se que há capacidade adequada entre as instalações selecionadas para satisfazer toda a demanda. Os usuários devem consultar o estudo de caso (capítulo 14) para o enunciado e os dados. Os dados deveriam ser mudados apenas temporariamente durante um processo de computação.Dat. Fatores de crescimento de demanda podem ser aplicados a demanda do cliente por região. o que se aproxima de um dia de atendimento de entrega. as considerações de atendimento superarão as com custos quando a distância de atendimento de desejada não puder ser satisfeita.Dat de modo a preservar os dados originais. armazéns. Por exemplo. O número de clientes. Se não há nenhum armazém a 300 milhas do cliente. INPUT O banco de dados para o estudo de caso foi preparada e armazenada em um arquivo chamado Uma01. é uma boa prática salvá-las num arquivo de nome diferente do que Uma01. Ou seja. armazens e fábricas é limitado àqueles no banco de dados..Dat são para o ano corrente. sujeitos aos atendimentos ao cliente e às limitações de capacidade da fábrica. ele selecionará o armazém que pode servir ao cliente com mais economia.

Para encontrar uma solução. clique na tecla Solve. Uma vez que o cenário a ser avaliado esteja preparado na tela. armazéns e nível de atendimento é gravada. 56 . a lista selecionada de fábricas. A segunda é uma exposição gráfica das localizações do cliente e da instalação e os resultados processados. A primeira é um relatório mostrando custos. OUTPUT Os resultados do processamento de uma solução podem ser obtidos de duas formas.Os cenários processados anteriormente são preservados e você pode alterá-los adicionalmente. processamento da instalação e percursos de fluxo do produto pela rede logística.

Abra um arquivo anterior ou comece um novo. clique na tecla Solve. Primeiro. INPUT É preparado um arquivo de entrada com o uso do editor de dados. Apenas um tipo de produto é coletado por viagem. Um viagem de coleta origina na doca de saída e retorna ao mesmo ponto. 57 . Um arquivo de entrada típico poderia se parecer com a Figura LAYOUT-1. mas mais do que um item pode ser retirado na mesma viagem. e (3) por índice de pedido por cubagem. Os produtos são alocados em um espaço limitado de forma que o custo total da viagem para retirar os itens é minimizado. O relatório de resultados mostrará a classificação dos produtos pedidos com aqueles que deveriam ser alocados em um espaço mais próximo da doca de saída listados primeiro. Depois. selecione o método para a disposição. Figura LAYOUT-1 Típica tela de editor de dados PROCESSANDO O LAYOUT Para executar um processamento. Os métodos usados são (1) por popularidade. rotule o problema. (2) o tamanho da unidade de um produto em pés cúbicos. Finalmente. O espaço cúbico requerido para cada produto também é computado para aujudar a dispor os produtos no espaço do armazém. (2) por cubagem. introduza (1) as vendas anuais de cada produto em unidades por ano.INSTRUÇÕES PARA PROGRAMA DE LAYOUT DO PRODUTO LAYOUT O LAYOUT é um programa para dispor os produtos no armazém e outras instalações. (3) o giro do estoque para cada produto e (4) o número de pedidos por ano nas quais o produto aparece. O ordenamento dos produtos pedidos no LAYOUT é feito de maneira que eles devem ser alocados para o espaço disponível iniciando na doca de saída.

58 .

Tabela LAYOUT-1 Disposição do problema do exemplo pelo índice de cubagem-porpedido. Cube-per. 59 . PRODUCT 6 5. of Item name----. units cu.000 PRODUCT 5 430 PRODUCT 2 100 PRODUCT 1 90 PRODUCT 4 300 PRODUCT 3 200 sales.000 5.500 10.000 11. ft.50 32.20 26. Os produtos com valores pequenos do índice devem ser alocados mais próximo da doca de saída.60 2.400 pés quadrados de área de armazenagem e o produto é arranjado em pilhas de 16 pés de altura. space. Cada baia tem 1. order index cu.50 118.000 4.589 8. Os resultados são utilizados para criar a disposição espacial por número do produto como mostrado na Figura LAYOUT-2.50 840 11. Os cinco produtos devem ser alocados no espaço disponível através do método de índice de cubagem-por-pedido.247 7. Os resultyados calculados são mostrados na Tabela LAYOUT-1.Req. ft. foram apresentados dados sobre 5 produtos como um exemplo de dados de entrada (Figura LAYOUT-1).191 10. LAYOUT BY CUBE-PER-ORDER INDEX Rank 1 2 3 4 5 6 Product No. Item size.500 3.EXEMPLO Um armazém contém 6 baias de armazenagem como é mostrado na Figura LAYOUT-2.036 50.000 3.000 3.407 40.429 32. Anteriormente.088 64.orders/yr.50 39. 5.283 20.787 3.706 Figura LAYOUT-2 Disposição dos cinco produtos no problema do exemplo.

Um exemplo da montagem de um problema é mostrado na Figura MILES-1.21 para rodovias e 1. INPUT As entradas são na forma de (1) um fator de escala de mapa. (4) tipo coordenado. Figura MILES-1 Um exemplo dos dados típicos para a organização de um processamento. O fator de escala de mapa é utilizado para converter as coordenadas para milhas ou quilômetros. (3) dimensão de distância. ferroviárias ou outra. (2) um fator de circuito.24 para ferrovias.17 é apropriado para distâncias rodoviárias se são utilizadas coordenadas de latitude-longitude.INSTRUÇÕES PARA COMPUTAR AS DISTÂNCIAS EM MILHAS A PARTIR DE COORDENADAS MILES O MILES é um programa de computador para calcular distâncias das coordenadas latitude-longitude usando a fórmula do grande círculo e das coordenadas lineares usando o teorema de Pitágoras . Fatores de circuitotípicos são: 1. Utilize um fator de escala de 1 para as coordenadas de latitude-longitude. Um fator de circuito para qualquer situação pode ser achado tirando-se a média de uma 60 . o fator de circuitoé um multiplicador que converte a distância calculada por coordenadas para distâncias estimadas rodoviárias. e (5) coordenada de origem e destinação. Um fator de 1. se são utilizadas coordenadas lineares.

61 .amostra da razão da distância de fato entre pares de pontos pela distância calculada das coordenadas.

62 . você pode escolher mudar o ponto de origem. Então. As distâncias para cálculos subseqüentes são acumulados. o pondo de destinação ou ambos e recalcular. Veja na Figura MILES-1 um exemplo de resultados calculados.PROCESSANDO O MILES Clique em Calculate para ver a distância calculada exposta na tela.

Se for desejado. Não são requeridas filas ou colunas de folga. Prepare a matriz de dados abrindo um arquivo existente ou escolhendo um novo nome de arquivo para introduzir os dados. 63 . as células de custos podem ser introduzidos como valores decimais. Evite valores extremamente grandes (ou pequenos) na matriz. uma vez que isso pode exceder as capacidades do computador. • Suprimento disponível associado com cada ponto de fonte. • Célula de custos por fonte e ponto de consumo. • Requerimentos para cada ponto de consumo.dat. Será exposto o editor do tipo mostrado na Figura TRANLP-1. Para preparar um banco de dados.INSTRUÇÕES PARA RODAR O MÉTODO DE TRANSPORTE DE PROGRAMAÇÃO LINEAR TRANLP O TRANLP é um módulo de software que resolve o “problema de transporte” padrão de programação linear. Ele manuseia um problema de até 30 linhas e 30 colunas. Os rótulos das filas e colunas podem ser mudados clicando-se primeiro na fila ou coluna apropriada da matriz e. Ajuste o tamanho da matriz introduzindo o número de filas ou colunas para criar o problema do tamanho desejado. você precisará definir os seguintes elementos: • Número de fontes (filas) • Número de pontos de consumo (colunas). introduzindo o rótulo desejado na caixa do rótulo.padrão do método de transporte de programação linear. depois. Reescalone os dados se necessário. EXEMPLO Um problema com duas fontes de suprimento e 3 pontos de consumo poderia ter a organização da matriz como mostrado na Figura TRANLP-1. Valores de fornecimento e de requerimentos devceriam ser introduzidos como números inteiros. Os nomes de arquivo são da forma Tran01. Figura TRANLP-1 Estrutura de dados na tela do editor com exemplo de problema A estrutura do problema segue a forma. uma vez que o programa os acrescentará adequadamente quando o suprimento e a demanda não são iguais.

00 .00 4.700 2.00 Units allocated 700 0 0 700 Totals Source capacity = Slack capacity = 400.00 Totals Source capacity = 1.500. Um relatório de linha também pode ser obtido clicando-se na tecla Report. Figura TRANLP-2 Tela de Solução Problem label: Example OPTIMUM SUPPLY SCHEDULE ----------. OUTPUT Uma vez que o programa tenha sido executado.900.00 3. clique na tecla Solve para executar.00 A 3 7.Cell -----------Unit Source name Sink name cost A 1 5.000 Slack capacity = 300 B B B 1 2 3 2. Se são detectados erros nos dados de entrada.400.000 0 2.00 200 700 1.PROCESSANDO O TRANLP Depois que os dados foram preparados.000 Total allocated = Slack required = Total cost = 7.100 2.00 3.00 1.00 2.00 Cell cost 3. aparecerão mensagens de erro. As quantidades de alocação são mostradas no corpo da matriz. os resultados aparecerão na tela como mostrado na Figura TRANLP-2. Esse relatório para o problema do exemplo é mostrado na Figura TRANLP-3.700 Figura TRANLP-3 Resultado computacional para o problema do exemplo 64 .00 .00 A 2 4.500.300.00 3.00 700.

(2) Torne positivas ou zero todo os valores right-hand-side (valores ou "requerimentos" RHS) de restrições.RHS). é necessário converter qualquer problema numa forma padrão. primeiro clique na tecla Resize e. =. depois. (3) Observe se cada restrição é do tipo ≤. A organização do problema para um exemplo de problema é mostrado na Figure LNPROG-1. INPUT Abra um arquivo preparado anteriormente ou comece um novo. ou ≥. Ou seja: (1) Defina a função objetiva como um problema de minimização. Figura LNPROG-1 Tela de organização de dados para um exemplo de problema. (2) os coeficientres de custo e (3) os valores do lado direito (Right Hand Side . Os problemas de até 50 restrições e 100 variáveis podem ser resolvidos.INSTRUÇÕES PARA PROGRAMAÇÃO LINEAR LNPROG O LNPROG é um software de computador para resolver problemas de programação linear por meio do método simplex das duas fases. Antes de preparar os dados do problema de programação linear. Nota: Para reconfigurar a matriz para um tamanho diferente de problema aparece na tela então. 65 . mude o número de restrições e de variáveis. multiplique os coeficiente da função objetiva por um menos 1 (-1). EXEMPLO Suponha que temos o seguinte problema. As entradas para o programa consistem de (1) o número de restrições e variáveis. Se o objetivo é maximizar.

Os resultados para o exemplo são dados na Figura LNPROG-2.5X1 + 3X2 + 3X3 1X1 + 1X2 + 1X3 . a definição do problema apareceria como: Min -90X1 -70X2 -84X3 sujeito a: 10X1 + 18X2 + 8X3 2.Maximize 90X1 + 70X2 + 84X3 sujeito a: 10X1 + 18X2 + 8X3 2. A função objetiva é multiplicada por um -1 para convertê-la num problema de minimização. padronizamos o problema. clique na tecla Solve para resolver o problema. A 4ª restrição é transformada em X2 ≥ 100 para fazer um valor right-hand side positivo. agora. Assim. assim pode haver algumas mensagens de erro.5X1 + 3X2 + 3X3 1X1 + 1X2 + 1X3 1X2 ≤ 5000 ≤ 1200 ≤ 600 ≥ 100 Em forma matricial. PROCESSANDO O LNPROG Depois que a tela de entrada de dados foi preparada. Será realizada uma checagem da validação de dados. A solução é para os dados conforme aparecem na tela e não necessariamente aqueles como podem ser gravado num arquivo.1X2 All Xi ≥ 0 ≤ ≤ ≤ ≤ 5000 1200 600 -100 Primeiro. o problema aparece como organizado na Figure LNPROG-1. Problem label: EXAMPLE PROBLEM SUMMARY OF RESULTS Basis variables X(1) X(2) X(3) --X(6) --Activity level 240 100 100 --160 --Nonbasis variables ---X(4) X(5) -X(7) X(8) Opportunity cost ---6 12 -74 -74 Objective function value (Z) = 37000 66 . agora.

e (3) os valores Do lado direito(RHS) . =. altere o número de restrições e de variáveis. A variável pode tomar valores fracionais. Problemas de até 50 restrições e 100 variáveis podem ser resolvidos. e (5) o tipo variável. mas sendo irrestrito em tamanho. or ≥. Figura MIPROG-1 Tela de organização de dados para um exemplo de problema..Figura LNPROG-2 Resultados para o problema do exemplo. clique na tecla Resize e. A organização do problema para um exemplo é mostrado na Figura MIPROG-1. Nota: Para reconfigurar a matriz para um tamanho de problem.a diferente do que aparece na tela. (4) Declare se cada variável é do tipo BLANK. As entradas para o programa consistem de (1) restrições e variáveis. depois. Antes de preparar os dados do problema de programação inteira é necessário converter qualquer problema numa forma padrão. primeiro. (1) Declare a função objetiva como um problema minimizador ou maximizador. Ou seja. INSTRUÇÕES PARA PROGRAMAÇÃO INTEIRA COMBINADA MIPROG O MIPROG é um software de computador para resolver problemas de programação linear inteira combinada pelo método branch and bound. Um BLANK refere-se à variável tomando valores maiores ou iguais a 0. INPUT Abra um arquivo preparado anteriormente ou comece um novo. or 0. INT.1. (4) o tipo de restrição . Um INT refere-se à variável que tem valor 67 . (2) Torne positivas ou zero todos os valores right-hand-side (valores ou "requerimentos" RHS) das restrições. (2) os coeficientes de custo. (3) Observe se cada restrição é do tipo ≤.

0000 2. Maximize 1X1 + 2X2 + 1X3 sujeito a: 7X1 + 4X2 + 3X3 ≤ 28 4X1 + 7X2 + 2X3 ≤ 28 All Xi ≥ 0. and X1 and X2 are integer Agora. PROCESSANDO O MIPROG Depois que a tela de entrada de dados foi preparada. Os resultados para o problema do exemplo são dados na Figura MIPROG-2.6667 Variable label Var #1 Var #2 Var #3 Objective function value = Figura MIPROG-2 Resultados para o problema do exemplo.6667 Rate 1.0000 6.67 Cost . o problema é introduzido na tela do editor como mostrado na Figura MIPROG-1.0000 6.0000 2.maior ou igual a zero mas sendo irrestrito em tamanho.0000 1. 68 . OPTIMAL SOLUTION Variable X(1) = X(2) = X(3) = Value . entretanto a variável deve ser um número inteiro (não são aceitas frações) Um 0.0000 10. EXEMPLO Suponha que temos o seguinte problema.0000 4. A solução é para os dados como eles aparecem na tela e não necessariamente os dados como podem ser gravados num arquivo.1 refere-se à variável que pode tomar somente dois valores possíveis ⎯ 0 or 1. clique na tecla Solve para resolver o problema.

INSTRUÇÕES PARA O PROGRAMA DE REGRESSÃO MÚLTIPLA MULREG O MULREG é um programa de regressão múltipla passo-a-passo que é projetado para manusear até 5 variáveis e 999 observações. 69 . Um identificador para o problema. Parameters and labels Problem label. Mantenha a descrição em 15 caracteres ou menos. Introduzir o número de observações num problema muda o tamanho da matriz de entrada de dados. Figura MULREG-1 Exemplo de tela de entrada de dados. O leitor é convidado a consultar qualquer bom livro de estatística. Uma tela de dados do tipo mostrado na Figura MULREG-1 deve ser preparada. ENTRADA Abra um arquivo preparado anteriormente ou comece um novo. Number of observations.) ou aspas (") no rótulos. Cada item dos dados é discutido. A análise de regressão múltipla como uma técnica não é descrita nestas instruções. Não utilize vírgulas (.

Observation data. Se a apresentação do 70 . Cada uma delas é identificada como (1) dependente (D) ou (2) independente (I). Fornece informações adicionais sobre o quanto a linha de regressão ajusta-se aos dados. Se é dado um valor de nível zero (0) F-level tanto para a introdução como para retirar variáveis. Mantenha-o com 10 caracteres o menos. Cada variável pode ser identificada com um rótulo. Print data.. Devem ser fornecidos dados para pelo menos duas variáveis. Quando a opção stepwise é selecionada. Pode ser visto um diagrama da variável dependente versus a independente. Somente uma deve ser declarada a variável dependente. Depois. As quatro variáveis restantes podem ser independente ou deixadas em branco. é conduzido simultaneamente a análise de regressão sobre todas as variáveis independentes. Isso invoca um diagrama de resíduos no relatório resultante output. Plot data. Pode haver um máximo de 999 lançamentos. Pode ser obtida uma listagem do SETUP e dados do problema clicando-se na tecla Print data. Invocar o procedimento passo-a-passo permite que as variáveis independentes sejam selecionadas com base na sua contribuição para reduzir o erro na variável dependente. Variable type. introduzir e retirar variáveis pode ser controlado de acordo com a contribuição estatística delas. A variável particular a ser transformada é seleconada clicando-se na coluna apropriada da matriz OBSERVATIONS. São aceitas até cinco variáveis. Stepwise regression. Error analysis. Pode ser importante uma escala dos dados para mantê-los nos limites das capacidades de diagramação e de apresentação do programa. Outros valores adicionais F maiores do que 0 podem fazer com que algumas variáveis não façam parte dessa equação. Não utilize vírgulas (. Transformed input data. Invocar a opção de transformação de dados permite que variáveis especificadas sejam transformadas de acordo com diversas funções pré-definidas. Se esse procedimento passo-a-passo não é utilizado. Clicar na tecla Plot data invoca a capacidade de diagramação. clique na tecla Transform e selecione a função de transformação.) ou aspas (") nos rótulos.x.Variable label. As observações para cada variável são introduzidas na tela. todas elas serão postas levadas à equação de regressão. Ele é feito depois que tenha sido realizada qualquer transformação de uma variável. Uma regra simples é escalar os dados de modo que eles tenham uma abrangência de aproximadamente xxx.

tente re-escalonar os dados com o editor ou o procedimento de transformação. 71 .resultado não é satisfatória.

540 17. clicando na tecla Solve.340 46.020 15.870 22.870 21.310 23.970 31. Uma listagem dos dados de entrada é mostrada na Tabela MULREG-1 e a sua apresentação gráfica é dada na Figura MULREG-2.960 36.020 26.900 26.520 14.012 × Distância 72 .610 47.340 DISTANCE 822 92 557 237 214 1576 1639 1008 362 1169 197 465 2803 1278 2471 2785 1880 2944 852 656 1269 1351 2818 1237 336 1829 2832 2965 862 Ao processar o MULREG.520 26.960 29. EXEMPLO Suponha que desejamos desenvolver uma curva para estimar classes de taxas de transporte de como uma função da distância. a equação estimativa de taxa que procuramos é: Taxa = 12.160 18.480 17.050 47. Os resultados da análise são ilustrados nas Figuras MULREG-3 a 5. Aparecerá um relatório da solução.740 20. temos 29 observações.230 43.670 30. execute a análise.950 20.050 29. Dos dados de índices coletados de carregamentos de 5000 lb.310 46. por distâncias variáveis.390 34. Tabela MULREG-1 Dados observacionais para o problema do exemplo RATE 22.PROCESSANDO O MULREG Depois que os dados sãopreparados com o editor de dados.230 15.570 46.120 46.36 + .340 11.

70508 33.1209 SS 3794.com um R quadrado de 0.0121 x DISTANCE 1. ANALYSIS OF VARIANCE Source Regression Residual Total SUMMARY The estimating equation is: Y (RATE) = 12.92358 3828. 73 .22241 with a standard error of estimate = and an R-square of 0. Figura MULREG-2 Um diagrama dos dados introduzidos para o problema do exemplo.25643 F-value 3020.9911 Figura MULREG-3 Resultados computacionais para o problema do exemplo.9911.70508 1.3570 + 0.62866 df 1 27 28 MS 3794.

884 -1.+.042 .750 .15.519 46.48..260 ..525 20.216 23.020 20.192 29.622 -0. * * .+.209 -0.26..813 14. * * * 0.900 16.453 31.802 Difference 0.458 22...842 43..480 15.159 0.522 14.25.280 .560 .388 0.344 32.038 -0.502 29.. .17.522 0.340 17..+.950 30.+*.587 14.22..348 12.501 .023 -1..17..310 32. * * * .317 11.922 18.29.106 15..120 42.286 -1.079 ..4 23.714 16.283 21..229 17.020 19.960 46..213 -2.310 34.48.104 .540 24.695 29.340 22.571 17.727 46.763 12.251 2.485 .430 .340 22..428 34.37.029 22..870 48..439 .5 18. -2.462 Expected range 2xSEE 20.30..48... * .137 47.8+ .861 .50.547 25.ERROR ANALYSIS Obs no..914 46.950 13.084 40..306 26..991 46.056 .346 15.7+ ..230 27.914 0.378 45..44.. * * -1.7+ * .298 46.21.562 25.471 12..822 0.559 11.050 46.-----------------*--------*------------------------------------------* -0.708 ...34..48..740 22.059 -0.600 ..30. * * ..18.4 38.102 36.24. Residuals RESIDUALS PLOTTED AGAINST ESTIMATED Y 2. 74 ..+ 13. * * . .24.044 Out of range Y Figura MULREG-5 Análise de erro para o problema do exemplo.610 35.349 -0.320 29.+.20.670 14.4 28.2+.906 -1.472 20.743 26.670 32.075 .050 46.28.672 47..413 -1.2+ * * * ..160 14. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 Actual Estimated Y Y 22....270 1.... * 1.520 27.329 .36.570 28.277 ..031 1..787 .760 44..29.864 .458 1.473 -0.390 16.858 1.733 26..233 44.985 24.+.2+ * * * * ...744 18.33.720 -0.157 -0.230 27.584 0..3 48.491 .186 .483 -0..3 Estimated Y Figura MULREG-6 Diagrama de resíduos para a equação estimativa.987 .271 20.870 48.3 43.986 15.157 0..230 .970 31.895 . * .975 26.681 20.520 26.064 ..502 ..744 25.18..969 44.960 46.211 .16.4 33.50. .975 .539 43.002 -0.

75 .

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