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RELATÓRIO

QUÍMICA EXPERIMENTAL

AULA PRÁTICA Nº03

PREPARAÇÃO DE SOLUÇÕES

INTEGRANTES DO GRUPO
Bilva Pinto – 20160251
Dombele Martins – 20161204
Luisa Machado – 20161732
Sérgio Francisco – 20161337

CURSO: Engenharia Mecânica


TURMA: EMC3_M1 DOCENTE: Prof. Maria Gaspar

DATA DA REALIZAÇÃO DO TRABALHO: 04.05.2017 ANO LECTIVO: 2017


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Índice

INTRODUÇÃO............................................................................................................................. 2
Solubilidade ............................................................................................................. 2
Aspectos quantitativos das soluções .................................................................... 2
OBJECTIVOS: .............................................................................................................................. 3
PARTE EXPERIMENTAL ............................................................................................................... 4
I.MATERIAIS E REAGENTES ....................................................................................... 4
II.ESQUEMA DO EQUIPAMENTO .............................. Erro! Marcador não definido.
III.PROCEDIMENTO ................................................................................................... 6
RESULTADOS E DISCUSSÃO ..................................................................................................... 7
CONCLUSÃO............................................................................................................................ 10
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ........................................................................................... 11

INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DE TECNOLOGIAS E CIÊNCIAS


AV. Luanda Sul, Rua Lateral Via S10, Talatona – Município do Belas – Luanda/Angola
Telefones: +244226430334/44226430330 – Email: geral@isptec.co.ao
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INTRODUÇÃO

As soluções são sistemas homogéneos formados por uma ou mais


substâncias dissolvidas (soluto) em outra substância presente em maior
proporção na mistura (solvente). Soluções em que o soluto é um sólido ou um
líquido e o solvente é a água são denominadas soluções aquosas.

Solubilidade

Ao dissolver um soluto num dado solvente, as moléculas ou os iões do


soluto separam-se, permanecendo dispersos no solvente. Podemos dizer então
que, substancias diferentes se dissolvem em quantidade diferentes, numa
mesma quantidade de solvente, na mesma temperatura.

Solução saturada é a que contém a máxima quantidade de soluto


numa dada quantidade de solvente, a uma determinada temperatura. Essa
quantidade máxima é denominada coeficiente de solubilidade.

Uma solução insaturada é a que contém menos soluto do que é capaz


de dissolver. Uma solução supersaturada é a que contém uma quantidade
maior de soluto do que a existente em uma solução saturada. Essas soluções
são muito instáveis. Com o tempo uma parte do soluto formará cristais.

Cristalização é processo em que o soluto dissolvido separa-se da


solução para formar cristais.

Aspectos quantitativos das soluções


O conhecimento das quantidades de soluto, solvente e solução nos
permite estabelecer relações matemáticas que chamamos de concentração
das soluções.

Concentração das soluções

Concentração em massa ( ): é a relação entre a massa do soluto e o


volume da solução.

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Densidade da solução (d): é a relação entre a massa da solução e o


volume da solução.

Molaridade ou concentração molar: é a relação entre o número de mol


do soluto e o volume da solução em litros.

Percentagem em massa de soluto: é a razão entre a massa do soluto e


a massa da solução, multiplicada por 100%.

Ou,

OBJECTIVOS:

1. Utilizar adequadamente os materiais de laboratório para preparar


soluções.
2. Preparar corretamente soluções por diluição e por dissolução.

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PARTE EXPERIMENTAL
I. MATERIAIS E REAGENTES

Materiais Reagentes
Um vidro de relógio Água destilada
Uma vareta de vidro Cloreto de sódio
Dois béqueres de 250ml Ácido orto fosfórico
Uma espátula
Balança analítica
Papel de filtro
Duas provetas de 100ml
Três balões volumétricos, 100ml, 200ml e 250ml
Funil
Esguicho
Dois conta-gotas
Dois francos para guardar soluções

Balança analítica: é um instrumento que tem grande sensibilidade de


pesagem, algumas chegam a 0,0001 grama.

Proveta ou cilindro graduado: tubo cilíndrico com base e aberto em


cima, com a presença de medidas em toda a sua extensão. É utilizada para a
medição de volumes de líquidos, com baixa precisão. Sua graduação pode
ser variada, assim como a sua altura.

Termómetro: usado para medir temperaturas.

Esguicho: é uma garrafa de plástico macio que permite dispensar o


líquido dentro dela, apertando a garrafa.

Papel de filtro: são papéis que retêm as partículas sólidas deixando


passar apenas líquidas.

Vidro de relógio: é uma peça de vidro côncava e circular com forma


de um vidro de relógio de pulso. Utiliza-se para conter pequenas amostras, em
especial durante as pesagens.

Vareta de vidro: é uma pequena vara cilíndrica feita de vidro utilizada


para agitação ou para auxiliar na transferência de soluções.

Béquer: serve para dissolver substâncias, efectuar reações químicas,


aquecer líquidos.

Espátulas: são utilizadas para a transferência de sólidos.

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Balão volumétrico: possui volume definido e é utilizado para o preparo


de soluções com precisão em laboratório. Serve para medir com precisão o
volume fixo e único descrito no balão.

Funil: utilizado para a transferência de substâncias entre recipientes e na


filtragem de substâncias com o auxílio de um filtro de papel.

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II. PROCEDIMENTO

PROCEDIMENTO A: PREPARAÇÃO DE SOLUÇÃO POR DISSOLUÇÃO.

Procedimento A1: Preparação de 100 ml de solução 1M NaCl.

1. Mediu-se com um béquer a massa de NaCl necessária para preparar a


solução pretendida.
2. Transferiu-se o NaCl para um balão volumétrico de 100 ml.
3. Dissolveu-se o NaCl no balão com água destilada.
4. Foi-se adicionando água destilada para perfazer a capacidade do
balão e homogeneizar a solução.
5. Rotulou-se o frasco com marcador fornecido pela professora e
guardou-se a solução.

PROCEDIMENTO B: PREPARAÇÃO DE SOLUÇÃO POR DILUIÇÃO.

Procedimento B1: Preparação de 250 ml de solução grosseira,


aproximadamente 0,10 mol/l em cloreto de sódio.

1. Calculou-se o volume de NaCl que contém a quantidade necessária


para preparar a solução pretendida.
2. Mediu-se o volume calculado numa proveta de capacidade
adequada (usou-se a solução de NaCl do primeiro procedimento).
3. Transferiu-se o conteúdo para um balão volumétrico de 250ml.
4. Adicionou-se água destilada até ao traço de referência, agitando para
homogeneizar a solução.
5. Rotulou-se e com um marcador e guardou-se o frasco.

PROCEDIMENTO C: PREPARAÇÃO DE SOLUÇÃO POR DILUIÇÃO.

Procedimento C1: Preparação de 250 ml de solução grosseira,


aproximadamente 0,10 mol/l em ácido orto fosfórico.

1. Verificou-se a massa molar, a densidade e a concentração do ácido


clorídrico.
2. Calculou-se o volume de ácido que deveria conter a quantidade
necessária para preparar a solução pretendida.
3. Na hott ou na capela, mediu-se o volume calculado numa proveta de
capacidade adequada.

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4. Colocou-se 100mL de água destilada em um béquer graduado de


250mL e levou-se o béquer para junto da proveta contendo o ácido.
5. Verteu-se lentamente sobre a água, o ácido contido na proveta
agitando constantemente a solução com uma vareta de vidro.
6. Enxaguou-se a proveta com água destilada e adicionou-se o conteúdo
ao béquer.
7. Transferiu-se o conteúdo do béquer para um balão volumétrico de
200ml.
8. Adicionou-se água destilada até ao traço de referência.
9. Agitou-se para homogeneizar a solução.
10. Rotulou-se com um marcador e guardou-se a mesma.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Para a realização do experimento houve necessidade de fazermos


alguns cálculos:

PROCEDIMENTO A: PREPARAÇÃO DE SOLUÇÃO POR DISSOLUÇÃO.

Cálculo da massa do NaCl necessário para realização da solução A.

Dados Legenda:

⁄ MM – Massa molar do cloreto


de sódio;
C – Concentração molar da
solução;
V – Volume da solução;
m – Massa do cloreto de sódio.

⁄ ⁄

Para medir a massa do cloreto de sódio foi necessário desconsiderar-se


a massa do béquer na balança analítica.

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PROCEDIMENTO B: PREPARAÇÃO DE SOLUÇÃO POR DILUIÇÃO.

Cálculo do volume da solução A que contém cloreto de sódio necessário


para preparação da solução B.

Dados
Legenda:

C1 – Concentração molar da
solução A;

C2 – Concentração molar da
solução B;

V1 – Volume da solução inicial;

V2 – Volume da solução final.


Esta solução é uma diluição da solução anterior, por isso foi necessário
calcular o volume específico que proporcionasse a preparação da solução
de 250ml de NaCl com 0,10M.

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PROCEDIMENTO C: PREPARAÇÃO DE SOLUÇÃO POR DILUIÇÃO.

Cálculo do volume do necessário para preparação da solução C.

Dados
Legenda:

⁄ MM – Massa molar do Ácido orto fosfórico;

C1 – Concentração molar do ácido;

⁄ C2 – Concentração molar da solução;

%m – Percentagem de massa;

d – densidade do ácido orto fosfórico;

V1 – Volume necessário do ácido para


preparar a solução;

V2 – Volume da solução.



Para saber qual o volume necessário de ácido orto fosfórico era-nos


necessário saber que concentração tinha este mesmo ácido e só a partir
desta concentração calcularmos o volume necessário para a preparação da
solução de 200ml de com 0.10M.

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CONCLUSÃO

A preparação dessas soluções consistiu numa prática básica que


serão utilizadas ao longo de toda nossa prática laboratorial. A precisão dos
cálculos feitos bem como a forma com que se utilizaram os materiais de
laboratório tem relevância na segurança dos resultados.

A segurança pessoal é indispensável, já que um dos materiais


utilizados é um ácido e requer atenção especial e conhecimento prévio sobre
suas particularidades.

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1. Química. Raymond Chang e Kenneth A. Goldsby 11ª edição. [pág. 521]


2. Ebah.com.br\quimica utensílios de laboratório
3. Química. Volume único. 5ª Edição [pag. 270 à 281]

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