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E. E.

DONA BRASILIA CASTANHO DE OLIVEIRA


R Anésio, 58 - Jardim Santa Mena, Guarulhos – SP
Diretoria de Ensino – Região de Guarulhos Norte Prof. Aparecido

02/03/2021 - 2º ANO E. M.

RENASCIMENTO

Renascimento: Características e Legados

Chamamos de renascimento a renovação cultural que começou no século XIV na península Itálica que teve
influência da cultura Greco-romana isso motivou as artes, a literatura, a ciência e a filosofa.
Os renascentistas recusaram a cultura medieval por causa dos padrões que passaram a explorar as ideias e
os espíritos críticos. O renascimento se caracterizou pelo individualismo, racionalismo e humanismo.
Individualismo: valoriza a capacidade do ser humano fazer as suas próprias escolhas.
Racionalismo: é a razão de poder compreender o universo e a natureza.          
Humanismo: colocar o ser humano como um centro de preocupação e indignação dos
pensadores.                                                                                 
No renascimento aconteceu quatro invenções revolucionárias que são a bússola, o relógio mecânico, a
prensa e a pólvora.                        
Embora o renascimento tenha sido um movimento de ampla repercussão, ele surgiu na península Itálica e
foi nela que começou a alcançar maiores expressões.                                                                                        
  INFLUÊNCIAS DO RENASCIMENTO
As influências do renascimento estão presentes no mundo em que vivemos a muito tempo, pois graças as
várias influências da época do renascimento mudaram o nosso cotidiano.
O renascimento foi marcado principalmente pelos estudos das artes, filosofia e nas ciências. A maior
demonstração do renascimento foi na Itália. Este período se tornou exemplo pelo mundo todo, mas a
principal inspiração foi pelos antigos gregos e romanos, pela inspiração na imagem do homem, pinturas, a
música, arquitetura destinada para os homens e não para catedrais góticas, a literatura que conhecemos
até hoje e neste tempo eles valorizavam muito a ciência e a matemática. Os italianos inventaram o
dinheiro que foi criado pelos comerciantes ricos.
Muitas das mentes brilhantes da época do renascimento deixaram suas marcas como Michelangelo,
Leonardo e Dante, os mais conhecidos, e tantas ideias deste período influenciaram nas obras de hoje em
dia como o helicóptero, foi inspirado em um desenho de Leonardo da Vinci.
Como podemos ver o conhecimento humano tem sido muito influenciado pelo renascimento. A
redescoberta do período renascentista foi à base dos períodos antigos e da atualidade. 
E. E. DONA BRASILIA CASTANHO DE OLIVEIRA
R Anésio, 58 - Jardim Santa Mena, Guarulhos – SP
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O renascimento foi um movimento da arte, cultura e ciência que foi do final da Idade Média para a
Moderna (entre os séculos XIV e XVI), começou na Itália e se espalhou pela Europa ao longo dos séculos XV
e XVI.
Renascimento fez parte de uma grande transformação cultural, social, econômica, política e religiosa que
foi caracterizado pela transição do Feudalismo para o Capitalismo.
A fragmentada sociedade feudal da Idade Média transformou-se em uma sociedade dominada, por
instituições políticas centralizadas, com uma economia urbana, em que floresceu a educação, das artes e
da música.
O período do renascimento ficou marcado em 3 fases:
O Trecento se manifestou na Itália, teve o rompimento com o imobilismo e a hierarquia da pintura
medieval, representa a preparação para o Renascimento, mais especificamente da cidade de Florença,
polo político, econômico e cultural da região. A economia era dinâmica pela fundação de grandes casas
bancárias, pela noção de livre concorrência e pela forte “poder” no comércio, e cada vez mais se
estruturava em moldes capitalistas e bastante materialistas, onde a tradição foi derrubada diante do
racionalismo, da especulação financeira e do utilitarismo. O sistema de produção desenvolvia novos
métodos, com uma nova divisão de  uma progressiva mecanização.
O Quattrocento no século XV vê o Renascimento atingir sua era dourada. O Humanismo amadurece e se
espalha pela Europa. Leonardo Bruni inaugura a história moderna e a ciência e a filosofia andam com Luca
Pacioli e entre outros. Ao mesmo tempo, um novo interesse pela história antiga levou humanistas a
procurarem nas bibliotecas da Europa livros perdidos de autores como Platão. A reconquista da Península
Ibérica também disponibilizou para os europeus um grande acervo de textos de Aristóteles e outros muitos
preservados em traduções árabes e desconhecidos na Europa contribuindo de modo marcante para um
novo florescimento na filosofia, matemática, medicina e outras especialidades científicas.
O Cinquecento no século XVI, é a fase da Renascença, quando o movimento se transforma, se expande
para outras partes da Europa e Florença fica como o centro cultural a partir do cargo de Júlio II. Roma até
então não havia produzido grandes artistas renascentistas, mas a partir da fixação na cidade de mestres do
porte de Michelângelo formou-se uma escola local, tornando-a o mais rico centro de arte da Alta
Renascença e da sua continuação.
Influência
Para os artistas da época do renascimento, os gregos e romanos possuíam uma visão completa e humana
da natureza, ao contrário dos homens medievais. Hoje em dia as qualidades mais valorizadas no ser
humano passaram a ser a inteligência, o conhecimento e o dom artístico; Enquanto na Idade Média a vida
do homem devia estar centrada em Deus e também o homem passa a ser o principal personagem.
Algumas invenções foram inspiradas em obras do renascimento, este período fez com que uma forte
pesquisa fosse feita para obter referências, por ter uma grande riqueza cultural.
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RENASCIMENTO
O renascimento foi um período da história, que começou na Itália no século XIV e depois se espalhou pela
Europa nos séculos XV e XVI. Esse período foi marcado pelo interesse ao passado Greco-romano clássico,
principalmente pela arte.
Nesse período a sociedade feudal da idade média acabou virando uma sociedade dominada por
instituições políticas com economia urbana e mercantil, o que muito ajudou no mecenato da educação
para a arte e a música.
O termo renascentista foi utilizado pela primeira vez em 1855 por um francês chamado Jules Michelet, que
o utilizou para se referir ao “descobrimento do mundo e do homem”, depois em 1860 um suíço que se
chamava Jakob Burckhardt usou esse mesmo conceito para realização de sua obra “A civilização do
renascimento italiano” falando que este período era o renascimento da humanidade e consciência
moderna depois de uma longa decadência.
Entre as influências do renascimento no mundo atual estão:
Na tecnologia, com o surgimento da imprensa também chamado de “A invenção de Gutenberg” no século
XV;
No direito, quando se substituiu os métodos dos juristas medievais pela interpretação fisiológica e
histórica dos direitos romanos;
Na medicina anatômica, depois que alguns trabalhos de Hipócrates e Galeno foram traduzidos nos séculos
XV e XVI.
Uma revolução chamada Renascimento
O renascimento foi a renovação cultura que teve início na península Itálica no século XIV. Esse movimento
influenciou a artes, literatura, ciências e a filosofia.
Os participantes dessa renovação, no caso os renascentistas, rejeitaram a cultura medieval e passaram a
defender e explorar a diversidade de ideias e o espírito crítico. As principais características do
Renascimento foram: o individualismo, racionalismo e o humanismo.
O individualismo valorizava a capacidade do ser humano de realizar e fazer suas escolhas livremente.
O racionalismo enfatiza a razão como principal instrumento para compreender o Universo e a natureza.
O humanismo por sua vez colocava o ser humano como centro das preocupações e indagações dos
pensadores, considerando-o a obra suprema de Deus.
Algumas técnicas desempenhavam um papel essencial na formação da era em que vivemos são elas: a
bússola, pólvora, relógios mecânicos e a imprensa.
O renascimento foi dividido em três períodos: trecento, quattrocento e o cinquecento.
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Trecento início do movimento mais ainda com alguns traços da era medieval se apontava uma nova forma
de expressão artística.
Quattrocento os artistas procuravam o aperfeiçoamento de suas técnicas aproximando da ciência, os
pintores passaram fazer uso da geometria para poder reproduzir suas obras em telas cenas
tridimensionais.
Cinquecento é a derradeira fase da Renascença, quando o movimento se transforma, se expande para
outras partes da Europa e Roma sobrepuja definitivamente Florença como centro cultural, especialmente a
partir do pontificado de Júlio II.

Renascimento e os dias de hoje


Um movimento que começou na Idade Média e influência até hoje, toda a importância que davam ás
culturas, artes, literatura e a ciência e filosofia, nós damos hoje a todos esses itens
citados.                                  
Hoje também temos que conviver com o individualismo das pessoas onde se valorizam muito e a sua
capacidade, mas não tanto com o racionalismo pois a razão do ser humano está bem além do se imagina, e
o humanismo também não é muito comum, pois hoje as pessoas já se apegam mais na fé diferente no que
diz do humanismo , o ser humano no centro de tudo.
O escritor, cientista e historiador Maquiavel, com a suas obras, dando conselhos de forma de constituir
governo e suas reflexões sobre a natureza do poder político, e principalmente por seu nome é lembrado
até hoje.
Um dos homens mais completos que teve no mundo, era do renascimento, Leonardo Da Vinci, que foi o
autor e pintor do quadro “Monalisa” que é conhecido até hoje no mundo inteiro.
Uma das coisas que mudou, foi a nudez que foi um marco do renascimento, que com o passar do tempo e
as mudanças nas leis, não acontece mais.
Uma outra obra famosa foi a “Última Ceia”, que é totalmente humanista, e que também é um marco do
renascimento como a estátua de Davi.

A Renascença
O Renascentismo ou Renascença foi caracterizado pela inovação na arte e pela maneira com que os
artistas passaram a criar suas obras, com perfeição, harmonia e graça. Marcando o fim da Idade Média e o
início da Idade Moderna.
O renascimento sem dúvida foi uma fase de evolução tão forte que arrancaram o homem do período das
trevas.  Alguns artistas desse período são reconhecidos ainda hoje, como Michelangelo e Leonardo Da
Vinci. Nenhuma outra era foi mais romântica e inovadora. Todos os campos do conhecimento humano
sofreram mudanças durante esse período. É no renascimento que surge a filosofia moderna e a arquitetura
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passa a ser mais precisa e, além disso, algumas invenções de Leonardo da Vinci inspiraram importantes
máquinas modernas como o helicóptero.
O renascimento trouxe várias ideias, a principal delas era que os gregos e romanos possuíam uma visão
completa e humana da natureza, ao contrário dos homens medievais. A razão e a natureza passaram a ser
valorizadas. O homem renascentista principalmente os cientistas passaram a observar o universo e a
natureza. Isso fez com que surgissem novas técnicas matemáticas e artísticas e uma arte mais perfeita e
comercial, pois uma das principais influências da renascença foi o dinheiro vindo dos ricos comerciantes
italianos. As técnicas artísticas criadas, no período renascentista, acabaram sendo a base da arte dos dias
de hoje.    
O que foi o Renascimento?
O Renascimento foi um importante movimento de ordem artística, cultural e científica que se deflagrou na
passagem da Idade Média para a Moderna. Em um quadro de sensíveis transformações que não mais
correspondiam ao conjunto de valores apregoados pelo pensamento medieval, o renascimento apresentou
um novo conjunto de temas e interesses aos meios científicos e culturais de sua época. Ao contrário do
que possa parecer, o renascimento não pode ser visto como uma radical ruptura com o mundo medieval.

Características do Renascimento
A razão, de acordo com o pensamento da Renascença, era uma manifestação do espírito humano que
colocava o indivíduo mais próximo de Deus. Ao exercer sua capacidade de questionar o mundo, o homem
simplesmente dava vazão a um dom concedido por Deus (neoplatonismo). Outro aspecto fundamental
das obras renascentistas era o privilégio dado às ações humanas, ou humanismo. Tal característica
representava-se na reprodução de situações do cotidiano e na rigorosa reprodução dos traços e formas
humanas (naturalismo). Esse aspecto humanista inspirava-se em outro ponto-chave do Renascimento:
o elogio às concepções artísticas da Antiguidade Clássica ou Classicismo.

Relação com a burguesia e o individualismo


Essa valorização das ações humanas abriu um diálogo com a burguesia, que floresceu desde a Baixa Idade
Média. Suas ações pelo mundo, a circulação por diferentes espaços e seu ímpeto individualista ganharam
atenção dos homens que viveram todo esse processo de transformação privilegiado pelo Renascimento.
Ainda é interessante ressaltar que muitos burgueses, ao entusiasmarem-se com as temáticas do
Renascimento, financiavam muitos artistas e cientistas surgidos entre os séculos XIV e XVI. Além disso,
podemos ainda destacar a busca por prazeres (hedonismo) como outro aspecto fundamental que colocava
o individualismo da modernidade em voga.

As cidades italianas e o mecenato


A aproximação do Renascimento com a burguesia foi claramente percebida no interior das grandes cidades
comerciais italianas do período. Gênova, Veneza, Milão, Florença e Roma eram grandes centros de
comércio, onde a intensa circulação de riquezas e ideias promoveu a ascensão de uma notória classe
artística italiana. Até mesmo algumas famílias comerciantes da época, como os Médici e os Sforza,
realizaram o mecenato, ou seja, o patrocínio às obras e estudos renascentistas. A profissionalização desses
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renascentistas foi responsável por um conjunto extenso de obras que acabou dividindo o movimento em
três períodos: o Trecento, o Quatrocento e Cinquecento. Cada período abrangia respectivamente uma
parte do período que vai do século XIV ao XVI.

Períodos do Renascimento
Durante o Trecento, podemos destacar o legado literário de Petrarca (“De África” e “Odes a Laura”)
e Dante Alighieri (“Divina Comédia”), bem como as pinturas de Giotto di Bondoni (“O Beijo de Judas”,
“Juízo Final”, “A Lamentação” e “Lamento ante Cristo Morto”). Já no Quatrocento, com representantes
dentro e fora da Itália, o Renascimento contou com a obra artística do italiano Leonardo da Vinci (Mona
Lisa) e as críticas ácidas do escritor holandês Erasmo de Roterdã (Elogio à Loucura).

Leonardo da Vinci foi um dos maiores expoentes do Renascimento


Na fase final do Renascimento, o Cinquecento ganhou grandes proporções, dominando várias regiões do
continente europeu. Em Portugal, podemos destacar a literatura de Gil Vicente (Auto da Barca do Inferno)
e Luís de Camões (Os Lusíadas). Na Alemanha, os quadros de Albrercht Dürer (“Adão e Eva” e
“Melancolia”) e Hans Holbein (“Cristo morto” e “A virgem do burgomestre Meyer”). A literatura francesa
teve como seu grande representante François Rabelais (“Gargântua e Pantagruel”). No campo científico,
devemos destacar o rebuliço da teoria heliocêntrica defendida pelos estudiosos Nicolau
Copérnico, Galileu Galilei e Giordano Bruno. Tal concepção abalou o monopólio dos saberes, até então
controlados pela Igreja.

Impacto do Renascimento
Ao abrir o mundo à intervenção do homem, o Renascimento sugeriu uma mudança da posição a ser
ocupada pelo homem no mundo. Ao longo dos séculos posteriores ao Renascimento, os valores por ele
empreendidos vigoraram ainda por diversos campos da arte, da cultura e da ciência. Graças a essa
preocupação em revelar o mundo, o Renascimento suscitou valores e questões que se fizeram presentes
em outros movimentos concebidos ao longo da história ocidental.
Renascimento é o período ao qual se convencionou chamar à confluência da mentalidade humanista nas
artes, na literatura, na filosofia e na ciência, e que foi pautado nos seguintes fundamentos:
antropocentrismo, individualismo, racionalismo, cientificismo e na negação dos valores medievais. Tendo
como palco principal a Península Itálica, os renascentistas se diziam responsáveis pelo ressurgimento do
Classicismo greco-romano e, ao valorizarem a efervescência cultural a qual estavam vivendo, foram eles os
responsáveis pela forma de se conceber a Idade Média como um período de hiato cultural e científico.
Mas, se podemos identificar na literatura e na pintura elementos do humanismo já no século XIII, e desde
o século XII o desenvolvimento do comércio urbano, também podemos entender o Renascimento como
fruto da própria Idade Média.
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QUESTÕES

1 - Leia este trecho, em que se faz referência à construção do mundo moderno:


“... os modernos são os primeiros a demonstrar que o conhecimento verdadeiro só pode nascer do
trabalho interior realizado pela razão, graças a seu próprio esforço, sem aceitar dogmas religiosos,
preconceitos sociais, censuras políticas e os dados imediatos fornecidos pelos sentidos”. (CHAUÍ, Marilena.
"Primeira filosofia". 4. ed. São Paulo: Brasiliense, 1985. p. 80.)
A leitura do trecho nos permite identificar características do Renascimento. Assinale a afirmativa que
contém essas características.
a) nova postura com relação ao conhecimento, a qual transforma o modo de entendimento do mundo e do
próprio homem.
b) ruptura com as concepções antropocêntricas, a qual modifica as relações hierárquicas senhoriais.
c) ruptura com o mundo antigo, a qual caracteriza um distanciamento do homem face aos diversos
movimentos religiosos.
d) adaptações do pensamento contemplativo, as quais reafirmam a primazia do conhecimento da natureza
em relação ao homem.

2 - ...) Depois de longas investigações, convenci-me por fim de que o Sol é uma estrela fixa rodeada de
planetas que giram em volta dela e de que ela é o centro e a chama. Que, além dos planetas principais, há
outros de segunda ordem que circulam primeiro como satélites em redor dos planetas principais e com
estes em redor do Sol. (...) Não duvido de que os matemáticos sejam da minha opinião, se quiserem dar-se
ao trabalho de tomar conhecimento, não superficialmente, mas duma maneira aprofundada, das
demonstrações que darei nesta obra. Se alguns homens ligeiros e ignorantes quiserem cometer contra
mim o abuso de invocar alguns passos da Escritura (sagrada), a que torçam o sentido, desprezarei os seus
ataques: as verdades matemáticas não devem ser julgadas senão por matemáticos. (COPÉRNICO, N. De
Revolutionibus orbium caelestium)
Aqueles que se entregam à prática sem ciência são como o navegador que embarca em um navio sem
leme nem bússola. Sempre a prática deve fundamentar-se em boa teoria. Antes de fazer de um caso uma
regra geral, experimente-o duas ou três vezes e verifique se as experiências produzem os mesmos efeitos.
Nenhuma investigação humana pode se considerar verdadeira ciência se não passa por demonstrações
matemáticas. (VINCI, Leonardo da. Carnets)
O aspecto a ser ressaltado em ambos os textos para exemplificar o racionalismo moderno é
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a) a fé como guia das descobertas.


b) o senso crítico para se chegar a Deus.
c) a limitação da ciência pelos princípios bíblicos.
d) a importância da experiência e da observação.
e) o princípio da autoridade e da tradição.

Questão 3
Leia atentamente os relatos a seguir:
"O pintor que trabalha rotineira e apressadamente, sem compreender as coisas, é como o espelho que
absorve tudo o que encontra diante de si, sem tomar conhecimento".
“Experiência, mãe de toda a certeza”
“Só o pintor universal tem valor”
São trechos de Leonardo da Vinci, personagem destacada do Renascimento. Neles, o autor exalta
compreensão, experiência, universalismo, valores que marcaram o:
a) Teocentrismo, como princípio básico do pensamento moderno.
b) Epicurismo, em alusão aos princípios dominantes na Idade Média.
c) Humanismo, como postura ideológica que configurou a transição para a Idade Moderna.
d) Confucionismo, por sua marcada oposição ao conjunto dos conhecimentos orientais.
e) Escolasticismo, dado que admitia a fé como única fonte de conhecimento. 

Questão 4
O Renascimento, amplo movimento artístico, literário e científico, expandiu-se da Península Itálica por
quase toda a Europa, provocando transformações na sociedade. Sobre o tema, é correto afirmar que:
a) o racionalismo renascentista reforçou o princípio da autoridade da ciência teológica e da tradição
medieval.
b) houve o resgate, pelos intelectuais renascentistas, dos ideais medievais ligados aos dogmas do
catolicismo, sobretudo da concepção teocêntrica de mundo.
c) nesse período, reafirmou-se a ideia de homem cidadão, que terminou por enfraquecer os sentimentos
de identidade nacional e cultural, os quais contribuíram para o fim das monarquias absolutas.
d) o humanismo pregou a determinação das ações humanas pelo divino e negou que o homem tivesse a
capacidade de agir sobre o mundo, transformando-o de acordo com sua vontade e interesse.
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e) os estudiosos do período buscaram apoio no método experimental e na reflexão racional, valorizando a


natureza e o ser humano.  

Indicação De vídeo aula:


https://youtu.be/ZI0mYpxB7Ek

link da aula do CMSP do dia 03/03/2021


https://repositorio.educacao.sp.gov.br/#!/midia?videoPlay=8108&id=40