Você está na página 1de 17

PARASITOLOGIA HUMANA

Faculdade Novo Milênio


Professor Florêncio Augusto

www.florencioaugusto.net84.net

Introdução a Parasitologia Humana


Introdução a Parasitologia Humana
 Contrato Pedagógico:
 Horário;

 Freqüência;

 Avaliação;

 Celular/alimentação;

 Aulas Práticas;
 Plano de disciplina.
Introdução a Parasitologia Humana
Objetivo da Disciplina:
 Entender a importância da Parasitologia Humana
no contexto do processo saúde/doença.
 Conhecer as ações patogênicas dos parasitos
humanos e dos animais peçonhentos e seus
aspectos biológicos gerais, que permitirão ao
enfermeiro entender as manifestações clínicas das
respectivas doenças e os mecanismos profiláticos.
Introdução a Parasitologia Humana
Objetivo da Disciplina:
 Estabelecer as relações interdisciplinares para
compreender os processos de interação dos
parasitos e das peçonhas no organismo
humano.
 Identificar as condições que influenciam a
ocorrência de acidentes por animais
peçonhentos e das parasitoses, para intervir
nas ações profiláticas.
Introdução a Parasitologia Humana
Bibliografia:

 NEVES, D.P. Parasitologia Humana. 11ª ed.


Atheneu. São Paulo, 2005. 428p.

 REY, L. Parasitologia Médica. 4ª ed. Rio de Janeiro:


Guanabara Koogan, 2008. 883p.
Introdução a Parasitologia Humana
Glossário:
 Agente Etiológico:
 È o responsável pela origem da doença.
 Antroponose:
 Doença exclusivamente Humana.
 Antropozoonese:
 Doença Primária de animais, que pode ser transmitida ao homem.
 Zooantroponose:
 Doença primária no homem que pode ser transmitida aos animais
 Zoonose:
 Doenças e infecções que são naturalmente transmitidas entre animais vertebrados e o
homem.
 Endemia:
 É a prevalência usual de determinada doença em relação á área.
 Epidemia o surto epidêmico:
 É a ocorrência, numa coletividade ou região, de casos que ultrapassam nitidamente a
incidência normalmente esperada de uma doença e derivada de uma fonte de infecção
ou propagação. NEVES, 2005.
Introdução a Parasitologia Humana
Glossário:
 Incidência:
 É a freqüência com que uma doença ou fato ocorre num período de tempo definido em relação
à população (casos novos, apenas).
 Prevalência:
 Termo geral utilizado para caracterizar o número total de casos de uma doença ou qualquer
outra ocorrência numa população e tempos definidos (casos antigos somados aos novos).
 Hospedeiro:
 É um organismo que alberga o paraisto.
 Hospedeiro definitivo:
 É o que apresenta o parasito em fase de maturidade ou em fase de atividade sexual
 Hospedeiro intermediário:
 É aquele que apresenta o parasito em fase larvária ou assexuada.
 Portador:
 Hospedeiro infectado que alberga o agente infeccioso, sem manifestar sintomas, mas
capaz de transmiti-lo a outrem.
NEVES, 2005.
Introdução a Parasitologia Humana
Glossário:
 Infecção:
 Penetração e desenvolvimento, ou multiplicação, de um agente infeccioso no homem ou
animal.
 Infestação:
 É o alojamento, desenvolvimento e reprodução de artrópodes na superfície do corpo ou
vestes.
 Parasito facultativo:
 É o que pode viver parasitando, ou não, um hospedeiro.
 Parasito obrigatório:
 É aquele incapaz de viver fora do hospedeiro.
 Parasito heteroxênico:
 É o que possui hospedeiro definitivo e intermediário.
 Parasito monoxênico:
 É o que possui apenas o hospedeiro definitivo.
NEVES, 2005.
Introdução a Parasitologia Humana
Glossário:
 Patogenia:
 É o mecanismo com que um agente infeccioso provoca lesões no hospedeiro.
 Patogenicidade:
 É a habilidade de um agente infecciosos provocar lesões
 Virulência:
 É a severidade e rapidez com que um agente infeccioso provoca lesões no hospedeiro.
 Período de incubação:
 É o período decorrente entre o tempo de infecção e o aparecimento dos primeiros sintomas
clínicos.
 Profilaxia:
 É o conjunto de medidas que visam a prevenção, erradicação ou controle de doenças ou
fatos prejudiciais aos seres vivos.

NEVES, 2005.
Introdução a Parasitologia Humana
Glossário:
 Vetor:
 É o um artrópode, molusco ou outro veículo que transmite o parasito entre dois
hospedeiros.
 Vetor biológico:
 É quando o parasito se multiplica ou se desenvolve no vetor.
 Vetor mecânico:
 É quando o parasito não se multiplica, nem se desenvolve no vetor, este simplesmente
servindo de transporte.
 Fômite:
 É representado por utensílios que podem veicular o parasito entre hospedeiros.
NEVES, 2005.
Introdução a Parasitologia Humana
TIPO DE ASSOCIAÇÃO ENTRE OS ANIMAIS

HARMÔNICA OU POSITIVA
 Comensalismo:
 Quando uma espécie obtém vantagens sem prejuízos para a outra. Ex.:
Entamoeba coli vivendo no intestino grosso humano.
 Mutualismo:
 É quando duas espécies se associam para viver e ambas são beneficiadas. É uma
associação obrigatória EX: cupins com o protozoário do Gênero Hypermastiginia.
 Simbiose:
 É a associação entre seres vivos, onde há uma troca de vantagens a nível tal que esses
seres vivos são incapazes de viver isoladamnete. EX: Associação de protozoários e bactérias,
que digerem a celulose nos bovinos.
NEVES, 2005.
Introdução a Parasitologia Humana
DESARMÔNICA OU NEGATIVA:
 Competição:
 É quando exemplares da mesma espécie ou espécies diferentes lutam pelo mesmo abrigo
ou alimento.
 Canibalismo:
 É o ato de um animal se alimentar de outro da mesma espécie ou da mesma família.
 Predatismo:
 É quando uma espécie animal se alimenta de outra espécie. Isto é, quando a
sobrevivência de uma espécie depende da morte de outra espécie (cadeia alimentar).
 Parasitismo:
 É a associação entre seres vivos, onde existe unilateralidade de benefícios, ou seja, o
hospedeiro é espoliado pelo parasito, pois fornece alimento e abrigo para este.

NEVES, 2005.
Introdução a Parasitologia Humana
AÇÃO DOS PARASITOS SOBRE O HOSPEDEIRO:
 Ação espoliativa:
 Quando parasito absorve nutrientes ou mesmo sangue do hospedeiro.
 Ação tóxica:
 Algumas espécies produzem enzimas ou metabólitos que podem lesar o hospedeiro.
 Ação Mecânica:
 Algumas espécies podem impedir o fluxo de alimento, .bile ou absorção alimentar.
 Ação traumática:
 É provocada, principalmente, por formas larvárias de helmintos.
 Ação irritativa:
 Ação enzimática:
 Anóxia:
NEVES, 2005.
Introdução a Parasitologia Humana
CLASSIFICAÇÃO DOS SERES VIVOS :
 Classificação:
 É a ordenação dos seres vivos em classes, baseando-se no parentesco, semelhança ou
ambos.
 Nomeclatura:
 É a aplicação de nomes distintos a cada uma das classes reconhecidas numa dada
classificação.
 Taxonomia:
 É o estudo teórico da classificação, incluindo as respectivas bases, princípios, normas e regras.

NEVES, 2005.
Introdução a Parasitologia Humana
CLASSIFICAÇÃO DOS SERES VIVOS :
 Espécie:
 É definida como sendo uma coleção de indivíduos que se assemelham tanto entre si como
os seus ascendentes e descendentes.
 Subespécie:
 Dá-se esse nome quando alguns indivíduos de determinada espécie destacan-se do resto
do grupo por possuírem uma característica excepcional ou um conjunto de pequenas
diferenças da forma específica típica, que se perpetuam nas gerações seguintes
 Gênero:
 Quando várias espécies apresentam caracteres comuns para reuni-las num grupo dá-se a esse grupo o
nome de Gênero.

NEVES, 2005.
Introdução a Parasitologia Humana
CLASSIFICAÇÃO DOS SERES VIVOS :
A nomenclatura das espécies deve ser latina, binominal, ou seja, a espécie é designada
por duas palavras: a primeira representa o gênero (primeira letra maiúscula); a
segunda a espécie considerada (letra minúscula). Estas palavras devem ser grifadas ou
escritas em itálico.

EX 1: Sarcoptes scabiei

EX 2: Sarcoptes scabiei

NEVES, 2005
Introdução a Parasitologia Humana
CLASSIFICAÇÃO DOS SERES VIVOS :
EXEMPLO DE CLASSIFICAÇÃO DO MOSQUITO TRANSMISSOR DA MALÁRIA:

Reino: Animal

Filo: Arthropoda

Classe: Insecta

Ordem: Diptera

Família: Culicidae

Subfamília: Culicinae

Tribo: Anophelini

Gênero: Anopheles

SubGênero: Nyssorhynnchus

Espécie: Anopheles (Nyssorhynnchus) darlini NEVES, 2005