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ANÁLISE DA TEMPERATURA DE SUPERFÍCIE E CARACTERIZAÇÃO

MORFOMÉTRICA E TEMPERATURA DA SUPERFÍCIE DA BACIA


HIDROGRÁFICA DO RIO JARU-RO EM RONDÔNIA
Antonia Luziane Vieira Oliveira¹, João Carlos Silva Cardoso¹, Sara Line Silveira
Araujo¹, Nara Luísa Reis de Andrade², Rodrigo Martins Moreira²
¹Graduandos em Engenharia Ambiental e Sanitária, Fundação Universidade Federal de
Rondônia (UNIR)
²Docentes do Departamento Acadêmico de Engenharia Ambiental (DEA), Fundação
Universidade Federal de Rondônia (UNIR)
Resumo
A bacia hidrográfica é um espaço físico e é consideradoa uma como unidade de gestão
dos recursos hídricos, com caráter relevante para o gerenciamento do uso e conservação
dos recursos naturais. As propriedades físicas e bióticas de uma bacia hidrográfica
exercem funções relevantes com relação a temperatura de superfície e ao ciclo
hidrológico, podendo afetar a quantidade de água produzida, a infiltração, o escoamento
superficial e a evapotranspiração. Neste contexto, a forma daas características
morfométricas da bacia hidrográfica são um , por exemplo, é um importante
indicador importante de sua resposta aos elementos do ciclo hidrológico em sua fase
terrestrea maior ou menor tendência para ocorrência de enchentes. Com isso, o presente
trabalho tem como objetivo analisar a temperatura e a morfometria, o uso e ocupação e
a temperatura superficial da bacia hidrográfica do Rio Jaru, no município de Jaru/RO.
O trabalho teve como área de estudo a Bacia Hidrográfica do Rio Jaru abrangendo o
município de Jaru/RO. Para a caracterização morfométrica, aAs imagens brutas foram
pré-processadas pelo SPRING e foram submetidas a classificação Supervisionada
Bhattacharya e posteriormente fezsefez-se uso do software QGis para caracterização
morfométrica. A aquisição de dados orbitais para gerar a temperatura da superfície se
deu através do banco de dados digital do Serviço de Levantamento Geológico
Americano/satélite Landsat-8/banda 10. As médias de Temperatura temperatura da
Bacia do Rio Jaru ficaram em intervalos de 17,9 e 31,1°C e de acordo com os valores
obtidos por meio dos cálculos dos índices a Baciamorfométricos, a mesma tem baixa
suscetibilidade não é sujeita a cheiasinundações. Conclui-se que as geotecnologias se
mostram instrumentos eficazes para auxiliar na gestão e manejo de Bacias., tendo como
sugestão para trabalhos futuros a interpolação com precipitação e balanço hídrico por
meio do geoprocessamento.
Palavras-chave: sensoriamento remoto, susceptibilidade a enchentes, delimitação de
bacias, microclima.
INTRODUÇÃO
As bacias hidrográficas são consideradas unidades que contém dimensões
variadas, onde ocorre a organização dos recursos hídricos em função das relações entre
as condições climáticas e a estrutura geológica-geomorfológica (CARVALHO, 2014).
O estudo das bacias hidrográficas obteve possui caráter relevante para o gerenciamento
do uso e a conservação dos recursos naturais, onde instituiu-se o Ssistema nacional
Nacional de gerenciamento Gerenciamento dos Rrecursos Hhídricos, regulamentado
pela Lei nº 9.433/97, que designa a “integração da gestão ambiental”.

As propriedades físicas e bióticas de uma bacia hidrográfica exercem funções


relevantes no ciclo hidrológico e podem afetar a quantidade de água produzida, a
infiltração, o escoamento superficial e a evapotranspiração (TONELLO et al., 2006).
Além disso, características fisiográficas comodo solo, forma da bacia, cobertura vegetal,
relevo, entre outros, são fatores que interferem na dinâmica do ciclo hidrológico
(BOTELHO, 2015). Assim sendo, estas unidades podem ser consideradas como um
sistema biofísico complexo que engloba a relação entre as atividades antrópicas e os
recursos naturais e que demandam sustentabilidade quanto às práticas de uso do solo
(TRINDADE e RODRIGUES, 2016).

Nesse contexto, a caracterização de bacias hidrográficas utilizando a análise


morfométrica se torna importante, uma vez que esta é de grande relevância para os
estudos ambientais e hidrológicos, servindo como uma ferramenta para a compreensão
dos processos hídricos e para o planejamento ambiental (GEORGIN; OLIVEIRA;
ROSA, 2015; RIBEIRO; PEREIRA, 2015). Complementarmente, dDe acordo com
Menezes et. al. (2016), o uso e a ocupação do solo modificam os processos biológicos e
físico-químicos dos sistemas naturais, sendo os mananciais superficiais os integradores
dos fenômenos que ocorrem sobre a área da bacia hidrográfica. Nesse contexto, a
caracterização de bacias hidrográficas utilizando a análise morfométrica se torna
importante, uma vez que esta é de grande relevância para os estudos ambientais e
hidrológicos, servindo como uma ferramenta para a compreensão dos processos hídricos
e para o planejamento ambiental (GEORGIN; OLIVEIRA; ROSA, 2015; RIBEIRO;
PEREIRA, 2015). A forma das bacias hidrográficas, por exemplo, é um indicador de
suma importância da menor ou maior tendenciosidade para ocorrência de eventos de
enchentes porque influencia no tempo de concentração, isto é, no tempo que é
necessário para que as chuvas que caem na área da bacia possam contribuir para a vazão
em determinada seção estudada.

Outro fator importante com relação às bacias hidrográficas é a elevação média e


a variação da elevação que possui grande correlação com a precipitação e a temperatura
(GERBER et al, 2018). Essas diferenças altimétricas em uma bacia podem provocar
relevantes diferenças na temperatura média. Isso ocasiona variações na precipitação
anual e na evapotranspiração (SANTOS et al., 2012).

Dessa forma, técnicas de geoprocessamento são têm sido utilizadas em grande


escala para análise de diversos parâmetros morfométricos de bacias hidrográficas e de
bacias de drenagem, pois de acordo com Pareta e Pareta (2011) estas possibilitam um
ambiente mais flexível e constituem uma poderosa ferramenta útil para a manipulação e
análise da informação espacial.

Diante do exposto, o presente trabalho tem como objetivo analisar a


morfometria, o uso e ocupação e a temperatura de superfície e a morfometria da bacia
hidrográfica do Rio Jaru, a fim de verificar sua susceptibilidade às enchentes e demais
relações com o uso e ocupação na área de estudo por meio de técnicas de
geoprocessamento.

MATERIAL E MÉTODOS
Teve-se comoA área de estudo é a Bacia Hidrográfica do Rio Jaru (localizada
conforme a Figura 01), abrangendo o município de Jaru/RO, cuja que foi desmembrado
de Ariquemes/RO pela lei 6.921, de 16 de junho de 1981 (Confederação Nacional dos
Municípios) e possuí uma unidade territorial correspondente à 2.944,128 km² (IBGE,
2010).
Figura 01 - Mapa de localização da Bacia hidrográfica do Rio Jaru-RO.

As mudanças na cobertura da Bacia afetam o microclima, a qualidade dos corpos


hídricos e o balanço hídrico, sendo que a qualidade de vida da população é afetada por
meio dessas respostas. Segundo a classificação de Köppen-Geiger a Bacia do Rio Jaru
se enquadra no clima de tipo tropical úmido e de acordo com Rondônia (1999) estAá
região possuií temperatura média anual variando de 24 à a 26°C, sendo a pluviosidade
média anual contida em intervalos de 2000 mm à a 2100 mm (RONDÔNIA, 1999;
OLIVEIRA, 2006; ALVARES et al., 2013; NOWATZKI et al., 2010).

Uso e ocupação do solo


Aquisição de imagens
Foram adquiridas duas imagens do Landsat 8 geradas nas seguintes datas:
03/07/2018 e 17/07/2018, sendo estas referentes à orbita 231 e aos pontos 067 e 068,
respectivamente, disponíveis de forma gratuita pelo Instituto Nacional de Pesquisas
Espaciais (INPE) (http://www.inpe.br), sendo utilizado o sensor OLI (Operational Land
Imager). As imagens possuem resolução espacial de 30 m (com exceção da banda 8 que
é de 15 m e das bandas 10 e 11 que são de 100 m), espectral de 11 bandas, temporal de
16 dias e radiométrica de 12 bits, com 185 km de área imageada.
Pré-processamento e processamento das imagens
O modelo de cor RGB que se constitui em vermelho (Red), verde (Green) e azul
(Blue) foi aplicado nas imagens. Estas cores são caracterizadas como as cores primárias
do sistema de cores aditivo, ou seja, a mistura destas cores em diferentes proporções dá
origem a um grande leque de cores (MOREIRA, 2011). Três bandas são utilizadas na
composição RGB, de modo que cada banda é associada à uma das três cores, sendo que
no presente trabalho foi utilizada a composição 4(R) 3(G) 2(B).
De acordo com Moreira (2011), na fase de pré-processamento, aplicou-se o
realce de contraste e o registro das imagens com base no shapefile da malha viária
disponibilizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Tanto para o
pré-processamento quanto para o processamento de imagens utilizou-se o Software Qgis
2.18.0.
Classificação Supervisionada Bhattacharya
Utilizou-se o método de classificação supervisionada por regiões classificador de
imagens Bhattacharya. Esse classificador usa a distância de Bhattacharya, que mede a
similaridade de curvas de distribuição de probabilidade entre um segmento candidato e
uma classe (CHOI; LEE, 2003). A distância de Bhattacharya é a distância entre os
centros dessas duas distribuições de probabilidade. Segmentos que estão próximos do
limite de distribuição de uma classe em particular, em comparação com outras classes,
são atribuídos a essa classe em particular (CAMARA et al., 1996).
O classificador supracitado classifica objetos ou segmentos em vez de pixels.
Isso significa que a segmentação de imagens é a primeira etapa na classificação baseada
em regiões que particiona a imagem em regiões agrupando os pixels associados usando
um limite de similaridade. O particionamento da imagem de sensoriamento remoto em
segmentos é importante porque as imagens contêm informações espaciais e texturais
que são negligenciadas em técnicas de classificação de imagens baseadas em pixels
(BLASCHKE e STROBL, 2001).
Neste estudo, a imagem foi segmentada usando a técnica de crescimento da
região. Depois de algumas tentativas, um agrupamento de 40 pixels com 250 de
similaridade foi considerado um bom parâmetro para particionar a composição colorida
RGB derivada do sensor OLI, já que esta segmentação apresentou ótima delimitação
dos fragmentos com caracteristicas homengenias como áreas de pastagem e floresta, por
exemplo.
Como o classificador de Bhattacharya é uma técnica supervisionada de
classificação de imagens, todos os segmentos foram atribuídos às quatro classes de
cobertura da terra pré-definidas que são: água, área urbana, floresta, pastagem.
Para a aplicação do método de classificação, utilizou-se o programa Sistema de
Processamento de Informação Georreferenciada (SPRING) (CÂMARA et al., 1996),
disponibilizado pelo INPE de forma gratuita.

Temperatura de Superfície

Aquisição de dados
A aquisição de dados orbitais para gerar a temperatura da superfície da Bacia do
Rio Jaru/RO se deu através do banco de dados digital do Serviço de Levantamento
Geológico Americano (USGS, 2019) por meio do satélite Landsat-8, onde a banda 10
corresponde a faixa do infravermelho termal sendo sua resolução de 30 metros. O
sensor responsável por esta captação é denominado Thermal Infrared Sensor (TIRS) e
para abranger a área de estudo selecionou-se os pontos 067 e 068, ambos na órbita 231
com data de passagem 18 de agosto de 2018, considerado um mês com menor
intensidade de chuva por Franca (2015), favorecendo a manutenção da qualidade da
imagem.

O tratamento dos dados foi realizado por meio do SIG QGis 2.18.0 onde
inicialmente converteu-se os níveis de cinza da imagem bruta para radiância, por meio
da fórmula apresentada da Equação 01 e relatado na Tabela 01.

L λ= M ∗Q cal+ A
l l
Tabela 01 - Elementos e valores da fórmula de conversão para radiância extraídos do
metadado (MTL)/Landsat-8, banda 10.
Lλ Radiância Espectral do sensor de abertura em Watts/ (m2 sr μm)
Ml Fator multiplicativo de redimensionamento da banda 10: 0.00033420
Q cal Valor quantizado calibrado pelo pixel em DN: Imagem banda 10
Al Fator de redimensionamento aditivo específico da banda 10: 0.10000

Posteriormente, calculou-se por meio da ferramenta Semi-Automatic


Classification Plugin (SCP) a temperatura média de superfície fundamentada na
Equação 02 e descrita pela Tabela 02 sendo o recorte da área de estudo efetuado por
meio do mesmo Plugin.
K2
T= −273.15
K1
ln ( +1)

Tabela 02 - Elementos e valores da constante de calibração extraídos do
metadado
(Arquivo MTL) /Landsat-8 referentes a banda 10

T Temperatura efetiva no satélite


Lλ Radiância Espectral do sensor de abertura em Watts/ (m2 sr μm)
K2 Constante de calibração 2: 1321.0789 (K)
K1 Constante de calibração 1: 774.8853 (K)
273.1 Valor de subtração que transforma a temperatura de Kevin (K) para
5 graus Celsius (°C) gerando o raster de temperatura de superfície

Caracterização morfométrica
Para delimitação da bacia hidrográfica e suas redes de drenagem, utilizou-se o
Modelo Digital de Elevação (MDE) TOPODATA 10S63 ZN, disposto pelo INPE.
Para analisar os parâmetros físicos da bacia foram usadas utilizadas as seguintes
características: Perímetro (P), Área da bacia (A), Comprimento do rio principal (L),
Comprimento axial (Ca), Linhas Hidrográficas (LH), Coeficiente de compacidade (Kc),
Fator de forma (Fc), Índice de circularidade (Ic) e Densidade da drenagem (Dd), cujas
equações estão descritas na Tabela 03..
Tabela 03 – Equações para cálculo de parâmetros morfométricosas utilizadas para
caracterização da bacia estudada

Parâmetros Fórmulas Descrição

Coeficiente de Compacidade P P= perímetro da bacia (Km); A= área


Kc=0,28 (Km2)
√A
Índice de Circularidade A P= perímetro da bacia (Km); A= área
Ic=12,57 2 (Km2)
P
Fator de forma A A= área (Km; Lx= comprimento
Fc= 2 axial da bacia (Km)
Lx
Densidade de Drenagem Dd= ¿ Lt = comprimento total dos canais
A (Km); A = área da bacia (Km2)
Declividade ∆h ∆h= diferença entre cotas (m); L=
S= comprimento do rio principal (Km)
L
Tempo de Concentração 0,77 L= comprimento do rio principal
57 L
Tc= 0,385 (Km); S= declividade do curso
S d’água principal (m/Km)

RESULTADOS E DISCUSSÃO

O valor encontrado para o índice de conformação (fator de forma) foi de 0,3,


podendo ser classificado como baixo. O índice de circularidade totalizou foi de 0,22 e o
coeficiente de compacidade de 2,13, sendo relativamente maior que 1 (Tabela 04).
Esses resultados sugerem que o comportamento na Bacia hidrográfica está em
condições normais e apresentam baixa susceptibilidade à enchentes.

Tabela 04 – Parâmetros morfométricos da Bacia do Rio Jaru

MORFOMETRIA SIMBOLOGIA UNIDADE VALOR

Área A km² 6707,03300


7
Perímetro P km 622,1193
Linhas Hidrográficas LH km 1992,295
Comprimento Rio Principal CP km 247,74526
Comprimento Axial Ca km 148,155866
Altitude Máxima da Bacia AMáB m 429.962

Altitude Mínima da Bacia AMíB m 143.68

Densidade de Drenagem Dd km/km² 0,000297

Fator de Forma Fc Adimensional 0,305557

Coeficiente de Compacidade Kc Adimensional 2,126995


Declividade do rio S m/km 1,15555
Índice de Circularidade Ic Adimensional 0,21783
Tempo de Concentração Tc minutos 3759,11258
7

Os resultados sugerem que a forma da Bacia hidrográfica apresenta baixa


susceptibilidade à enchentes. Araújo et al., (2019) analisou uma sub-bacia do Rio Jaru
de área de 34,03 km² e obteve valores de forma, circularidade e compacidade
respectivamente sendo 0,22; 0,27 e 1,92. Estes valores ditam indicam uma baixa
suscetibilidade a enchentes, decorrente de seu formato alongado.

Entretanto, não é incomum notícias sobre grande volume de precipitação elevar


o nível do rio e além dos danos ambientais, desabrigar habitantes de interditar ruas,
como é possível verificar nas Figura 02 (link para acesso:
https://www.anoticiamais.com.br/jaru-fortes-chuvas-transbordam-o-rio-mororo-e-
deixam-ruas-e-casas-alagadas-e-diversas-familias-desabrigadas/).

Figura 02 - Registros de enchentes no município de Jaru/RO


Fonte: anotíciamais.com.br

Conforme a figura 03, aA área da bacia estudada encontra-se em sua maior parte
antropizada (Figura 03).
, podendo este fato estar relacionado aos eventos de enchentes quando ocorre a
anormalidade do volume de precipitação.
Figura 03– Mapa de classificação da Bacia do Rio Jaru/RO.

Podendo este fato estar relacionado aos eventos de enchentes quando ocorrem
altos índices de precipitação.

As médias de Temperatura de superfície da Bacia do Rio Jaru ficaram


apresentaram em intervalos entre de 17,9 e 31,1°C conforme observado na Figura 04.

Figura 04 - Mapa de Temperatura de Superfície da Bacia


hidrográfica do Rio Jaru-RO
Armani (2009) destaca que a umidade relativa do ar e a temperatura são
instigadas pontualmente pela exposição do relevo sendo assim, justifica- se que as áreas
cuja temperatura foram mais altasfoi mais alta estariam sujeitas a maior incidência da
radiação solar. Ainda neste contexto, estudos realizados em Rondônia, pelo Projeto
Experimento dePrograma Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA)
relatam que a medida que acontece a substituição da Floresta Tropical por pastagem o
clima e o Balanço hídrico são variáveis submetidas à significativas mudanças, sugerindo
que as áreas com menores temperaturas compõem uma extensão de vegetação mais
preservada e/ou são valores pertencente aos mananciais.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Primeiro concluir sobre caraterísticas e dados obtidos.

As geotecnias se mostram eficaz para a gestão e manejo de Bacias hidrográficas,


tendo como sugestão para trabalhos futuros a interpolação com precipitação e balanço
hídrico por meio do geoprocessamento, comparando os dados de entrada e saída, bem
como a significância do albedo em bacias hidrográficas. Com relação a temperatura,
está se mostrou inversamente proporção à classificação.

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