Você está na página 1de 20

GERENCIAMENTO DE RISCOS BANCÁRIOS

Á

Í

Preencha a ficha de cadastro no final deste livro e receba gratuitamente informações sobre os

Preencha a ficha de cadastro no final deste livro e receba gratuitamente informações sobre os lançamentos e as promoções da Editora Campus/Elsevier.

Consulte também nosso catálogo completo e últimos lançamentos em www.campus.com.br

Editora Campus/Elsevier. Consulte também nosso catálogo completo e últimos lançamentos em www.campus.com.br Á Í

Á

Í

GERENCIAMENTO DE RISCOS BANCÁRIOS

Á

Í

  Do original: Managing Bank Risk Tradução autorizada do idioma inglês da edição publicada por
  Do original: Managing Bank Risk Tradução autorizada do idioma inglês da edição publicada por
  Do original: Managing Bank Risk Tradução autorizada do idioma inglês da edição publicada por
  Do original: Managing Bank Risk Tradução autorizada do idioma inglês da edição publicada por
 

Do original: Managing Bank Risk Tradução autorizada do idioma inglês da edição publicada por Academic Press – Elsevier Copyright © 2003 by ACADEMIC PRESS

©

2007, Elsevier Editora Ltda.

 

Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998. Nenhuma parte deste livro, sem autorização prévia por escrito da editora, poderá ser reproduzida ou transmitida sejam quais forem os meios empregados:

eletrônicos, mecânicos, fotográficos, gravação ou quaisquer outros.

 

Editoração Eletrônica: Estúdio Castellani Revisão Gráfica: Mariflor Brenlla Rial Rocha e Edna Rocha

Projeto Gráfico

Elsevier Editora Ltda.

 

A

Qualidade da Informação.

Rua Sete de Setembro, 111 – 16º andar 20050-006 Rio de Janeiro RJ Brasil

Telefone: (21) 3970-9300 FAX: (21) 2507-1991 E-mail: info@elsevier.com.br Escritório São Paulo:

Rua Quintana, 753/8º andar 04569-011 Brooklin São Paulo SP Tel.: (11) 5105-8555

ISBN 13: 978-85-352-2126-8 ISBN 10: 85-352-2126-3 Edição original: ISBN 0-12285-785-2

Nota: Muito zelo e técnica foram empregados na edição desta obra. No entanto, podem ocorrer erros

de digitação, impressão ou dúvida conceitual. Em qualquer das hipóteses, solicitamos a comunicação

à nossa Central de Atendimento, para que possamos esclarecer ou encaminhar a questão. Nem a editora nem o autor assumem qualquer responsabilidade por eventuais danos ou perdas

a pessoas ou bens, originados do uso desta publicação.

 

Central de atendimento Tel.: 0800-265340 Rua Sete de Setembro, 111, 16º andar – Centro – Rio de Janeiro e-mail: info@elsevier.com.br site: www.campus.com.br

 

CIP-Brasil. Catalogação-na-fonte. Sindicato Nacional dos Editores de Livros, RJ

 

G454g

Glantz, Morton Gerenciamento de riscos bancários: introdução a uma ampla engenharia de crédito/Morton Glantz; prefácio de Jeffrey R. Bohn; tradução de Alessandra Mussi Araújo; revisão técnica Cristiane Jaeger. – Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.

 
 

Tradução de: Managing bank risk Apêndice ISBN 978-85-352-2126-8

 

1. Administração bancária. 2. Administração de crédito. 3. Crédito. 4. Administração de risco. I. Título.

 

07-0384.

CDD: 332.1

 

CDU: 336.71:336.717.061

3. Crédito. 4. Administração de risco. I. Título.   07-0384. CDD: 332.1   CDU: 336.71:336.717.061
3. Crédito. 4. Administração de risco. I. Título.   07-0384. CDD: 332.1   CDU: 336.71:336.717.061
3. Crédito. 4. Administração de risco. I. Título.   07-0384. CDD: 332.1   CDU: 336.71:336.717.061
3. Crédito. 4. Administração de risco. I. Título.   07-0384. CDD: 332.1   CDU: 336.71:336.717.061

Á

Í

PARA MARK WINICK O brilho de sua luz continua a nos iluminar.

Á

Í

Á Í
Á
Í
  PREÂMBULO A nova economia não chegou ao fim do século passado como previam alguns
  PREÂMBULO A nova economia não chegou ao fim do século passado como previam alguns
  PREÂMBULO A nova economia não chegou ao fim do século passado como previam alguns
  PREÂMBULO A nova economia não chegou ao fim do século passado como previam alguns
 

PREÂMBULO

A nova economia não chegou ao fim do século passado como previam alguns especialis- tas. No lugar de um crescimento econômico perpétuo e da morte dos ciclos de negócios,

vivemos em meio a mercados que evoluem rapidamente e estruturas corporativas em cons- tante mudança. É o ritmo no qual as empresas aparecem e desaparecem que marca a nova economia. Entretanto, muitos dos antigos problemas econômicos permanecem: a correla- ção dos fracassos corporativos surge durante os piores momentos da economia; instituições financeiras enfrentam crises de tempos em tempos e tomadores de todos os tamanhos não conseguem honrar suas obrigações. Mais de uma década atrás, o Comitê da Basiléia formulou diretrizes para a determinação do capital bancário regulatório. O objetivo desse acordo era nivelar a área de atuação global para as instituições financeiras e proteger a todos contra o risco sistêmico no sistema financei- ro. Com a evolução dos mercados, o acordo tornou-se irrelevante. Um exército de profissio-

nais de bancos de investimentos cria, regularmente, estruturas de garantias formuladas para burlar as exigências de capital regulatório. Um banco pode acabar exposto demais a uma de- terminada classe de ativos que não proporciona o tipo de retorno necessário para justificar o capital regulatório a ela alocada. Uma CLO (Collateralized Loan Obligation – obrigações ga- rantidas por empréstimos*) é a resposta. Os ativos são colocados na CLO e, de repente, a exi- gência de capital regulatório desaparece. Isso é bem estranho, pois a maioria desses acordos é feita de maneira que o banco continua a manter a parcela patrimonial da CLO, retendo efeti- vamente o risco de crédito sobre os ativos. O fato é que o banco removeu esses ativos do ba- lanço patrimonial e continua com o risco de crédito. Na verdade, o acordo atual, quando não burlado, destorce o comportamento do financiamento – por exemplo, um empréstimo a um ressegurador AAA (risco baixíssimo) requer mais capital normativo do que o financiamento a um banco com classificação de subinvestimento da OECD (Organization for Economic Coo- peration and Development – Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico).

* Nota da tradutora : Título com classificação de crédito lastreado em uma carteira de

*Nota da tradutora: Título com classificação de crédito lastreado em uma carteira de empréstimos. Combina um con- junto de empréstimos de diversos riscos e rentabilidades que são segregados em diferentes níveis de risco e rentabili- dade em um processo semelhante ao do CBO (Collateralized Bond Obligations, obrigações garantidas por outros títu- los e valores).

semelhante ao do CBO ( Collateralized Bond Obligations , obrigações garantidas por outros títu- los e
semelhante ao do CBO ( Collateralized Bond Obligations , obrigações garantidas por outros títu- los e
semelhante ao do CBO ( Collateralized Bond Obligations , obrigações garantidas por outros títu- los e

Á

Í

Com o passar do tempo, os reguladores descobriram que o acordo da Basiléia precisava ser substancialmente revisado. Nos últimos anos, calorosos debates sobre a melhor forma de regulamentar as instituições financeiras obstruíram a liberação de um novo acordo. Os mer- cados, no entanto, não esperam por Basiléia. As instituições financeiras continuam a desen- volver portfolios e fracassam de tempos em tempos. No caso do Japão, todo um sistema fi- nanceiro encontra-se à beira de um colapso. A tecnologia e a falta de regulamentação permi- tiram que outras instituições financeiras, além dos bancos, entrassem nos mercados de cré- dito de formas inéditas. O resultado é um sem-número de instrumentos de crédito que variam desde notas ligadas ao crédito até credit default swaps. Nestes tempos difíceis, o livro do Professor Glantz atende a um interesse cada vez maior em torno da compreensão da implementação prática de uma nova e mais eficaz engenharia de portfolio de crédito. A história mostra que os bancos detiveram praticamente um mono- pólio da provisão de crédito. A natureza opaca dos mercados controlados por corretoras nos títulos privados tolheu o desenvolvimento dos mercados de dívidas negociadas com liqui- dez. O mundo está mudando. A Internet deu origem a uma série de bolsas de crédito. Teo- rias antes restritas à academia facilitaram a modelagem rigorosa de instrumentos de crédito. Do mesmo modo, o gerenciamento ativo dos portfolios de crédito tornou-se o mantra dos banqueiros e reguladores. Os novos participantes do mercado variam de gestores de ativos de grande porte aos CFOs (Chief Financial Officer) que administram carteiras de contas a re- ceber prevêem um mercado global de crédito onde o risco poderá ser administrado de ma- neira mais sensível. Os dados do mercado e os modelos de crédito tornam-se muito mais im- portantes neste novo cenário. Este livro apresenta o contexto para que o leitor entenda essas questões. Houve uma época em que o executivo de financiamento de um banco tinha apenas de rastrear as fortunas de algumas notórias empresas de grande porte. As habilidades necessá- rias para esse tipo de análise consistiam basicamente no entendimento dos aspectos qualita- tivos de uma empresa. Embora a análise fundamentalista continue exercendo um papel na compreensão da qualidade de crédito de um tomador, a natureza do segmento de crédito mudou. A análise de foco estreito, independente e simplista deixou de ser suficiente. Para manter-se competitiva, uma instituição financeira deve buscar outras fontes de informa- ções e adaptar ferramentas sofisticadas como: modelagem computadorizada de fluxo de cai- xa, série/regressão temporal, análise de simulações, otimização estocástica e sistemas intera- tivos de classificação de risco de crédito, para citar algumas. E as fontes de informações de- vem abranger um amplo espectro de tomadores, não apenas empresas bem conceituadas e de grande porte. Na verdade, os portfolios com empresas pequenas e arriscadas podem ser mais seguros do que carteiras de montantes semelhantes formadas por poucas empresas grandes e seguras. Essa conclusão nem sempre é intuitiva ou facilmente discernida. As análi- ses de portfolio são necessárias para comparar esses dois tipos tão distintos de carteiras. Este livro apresentará tais análises ao leitor. Dados observáveis do mercado exercem um papel cada vez mais importante na modela- gem de crédito. Avaliações com base em patrimônio quanto à probabilidade de inadimplên- cias, como a avaliação de crédito EDF TM desenvolvida pela KMV, podem fornecer uma estru- tura conceitual para auxiliar os analistas de crédito que já realizam análises fundamentalis- tas. Os dados de patrimônio consistem em um meio para se desenvolver uma previsão do risco de crédito de uma empresa. Embora credores e analistas de crédito tenham acesso às

Á

Í

informações particulares de uma empresa, esses dados confidenciais às vezes são enganosos e nem sempre está óbvio como é possível comparar os dados entre várias empresas. Modelos rigorosos de crédito podem ser usados para colocar todas as informações em uma estrutura conceitual comum, com o intuito de facilitar comparações mais expressivas entre um am- plo universo de tomadores. Os mercados de dívidas também oferecem dados objetivos e orientados ao futuro. Infe- lizmente, as avaliações com base em débito ainda sofrem com problemas de qualidade dos dados. Os mercados de financiamentos e títulos privados são bem menos transparentes que os de ações. Todavia, já existem esforços no sentido de melhorar a publicação de dados nos mercados de dívidas negociadas. Com a melhoria dos dados dos mercados de dívidas, tere- mos outra fonte de informações para fazer estimativas tanto das probabilidades de inadim- plência quanto da recuperação esperada em caso de insolvência. Do ponto de vista da mo- delagem, instrumentos de títulos de dívida e financiamentos normalmente embutem uma opção de inadimplência e uma opção de pagamento antecipado (ou compra). Aliada ao prê- mio pelo risco de liquidez, a descoberta do encaixe de cada peça do quebra-cabeça de crédito em um financiamento ou título de dívida pode ser difícil sem uma análise de outro instru- mento como o patrimônio. A melhor estratégia é desenvolver uma visão abrangente do to- mador, analisando todos os dados, fundamentalistas e de mercado, e integrá-los em uma es- trutura conceitual de portfolio que trate todos os instrumentos de modo semelhante. Este li- vro apresenta os detalhes desse processo analítico. Diante dessas várias tendências, as instituições que podem implementar simultanea- mente procedimentos e estratégias consistentes de gerenciamento de riscos para descobri- rem investimentos de risco de crédito com o retorno mais alto por unidade de risco serão re- compensadas com avaliações de mercado mais elevadas. Essa orientação requer a caracteri- zação da correlação entre as exposições em um portfolio. Uma vez identificadas, as estraté- gias que utilizam instrumentos como derivativos de crédito podem ser usadas para aprimo- rar o retorno por unidade de risco de um portfolio e minimizar a probabilidade de insolvên- cia. Esse método de gestão de carteira de crédito requer um entendimento das análises sub- jacentes à avaliação, correlação e risco inerente nos instrumentos de crédito arriscados. Nos últimos anos, esses tipos de análises destacaram vários exemplos de precificação equivocada nos mercados de dívidas. Muitos devedores ainda não têm uma compreensão clara e objeti- va de seu próprio nível de risco. Como muitos participantes (de bancos que concedem fi- nanciamentos a operadores de títulos privados) nos mercados de dívidas sofrem de seme- lhante falta de entendimento, os mercados de crédito apresentam desempenho ineficiente de tempos em tempos. Avaliações de risco baseadas no mercado esclarecem o cenário, facili- tando a obtenção de uma precificação de dívidas mais eficaz. Instituições que cedem ou ne- gociam créditos e entendem essas análises de carteira de crédito baseadas no mercado des- frutarão de considerável vantagem perante a evolução dos mercados de crédito. O século XX foi pontuado por crises financeiras em diferentes momentos, em diferen- tes países. Os Estados Unidos enfrentaram graves problemas no setor bancário entre as déca- das de 1970 e 1980. Quando o cenário acalmou, o sistema financeiro emergente refletiu uma forte orientação de mercado com o governo menos inclinado a prestar socorro finan- ceiro a instituições mal administradas. Hoje, enfrentamos semelhante crise financeira no Japão. Amanhã, este cenário se repetirá em outro país. A corrente comum nessas crises é a tendência que as instituições financeiras têm de criar portfolios altamente concentrados

Á

Í

  sem a disciplina de marcá-los regularmente ao mercado. O desenvolvimento dessa discipli- na implica
  sem a disciplina de marcá-los regularmente ao mercado. O desenvolvimento dessa discipli- na implica
  sem a disciplina de marcá-los regularmente ao mercado. O desenvolvimento dessa discipli- na implica
  sem a disciplina de marcá-los regularmente ao mercado. O desenvolvimento dessa discipli- na implica
 

sem a disciplina de marcá-los regularmente ao mercado. O desenvolvimento dessa discipli- na implica grande parte da retórica entre os reguladores; o futuro dirá se o novo acordo da Basiléia incentivará essa disciplina. A despeito disso tudo, as ferramentas e análises descritas neste livro podem ser implementadas para atender às demandas, sejam quais forem as deci- sões finais do comitê da Basiléia. Entretanto, a satisfação dos reguladores não deve ser o foco de um gerente de portfolio. As normas devem ser vistas como uma restrição na qual esses gestores devem operar para maximizar o valor do patrimônio mantido pelos acionistas do portfolio. As instituições mais competitivas implementarão a tecnologia e as análises neces- sárias para facilitar a gestão de portfolio orientada ao mercado. E o mercado é um oceano de ondas poderosas que podem ser tanto vilãs quanto benfeitoras. As instituições sem esse foco no mercado cairão ou serão socorridas como ocorreu de modo especialmente aparente nos fracassos e nas consolidações de bancos durante a década passada. Continuaremos a ver a torrente constante de mudanças no setor financeiro. As idéias e estratégias descritas neste li- vro podem ser uma bússola para navegar nessas correntes desafiadoras.

Dr. Jeffrey R. Bohn

Diretor Geral da Moody’s-KMV

vro podem ser uma bússola para navegar nessas correntes desafiadoras. Dr. Jeffrey R. Bohn Diretor Geral
vro podem ser uma bússola para navegar nessas correntes desafiadoras. Dr. Jeffrey R. Bohn Diretor Geral
vro podem ser uma bússola para navegar nessas correntes desafiadoras. Dr. Jeffrey R. Bohn Diretor Geral
vro podem ser uma bússola para navegar nessas correntes desafiadoras. Dr. Jeffrey R. Bohn Diretor Geral

Á

Í

  PREFÁCIO E ste livro, como sugere o título, preocupa-se com as características e análises
  PREFÁCIO E ste livro, como sugere o título, preocupa-se com as características e análises
  PREFÁCIO E ste livro, como sugere o título, preocupa-se com as características e análises
  PREFÁCIO E ste livro, como sugere o título, preocupa-se com as características e análises
 

PREFÁCIO

E ste livro, como sugere o título, preocupa-se com as características e análises de diferen- tes exposições de crédito, bem como com a teoria e a prática de combinar essas exposi-

ções aos portfolios, fixando preços com a percepção de crédito adequada, e otimizando a alocação de capital. Escrevi Gerenciamento de riscos bancários para bancários, banqueiros e es- tudantes de disciplinas bancárias. Meu livro também foi criado para leitores envolvidos com atividades bancárias que desejam desenvolver novas oportunidades analíticas e de ne- gócios ou simplesmente ansiosos por entender melhor o pulsar do segmento de créditos. Esse grupo inclui educadores, empreendedores, contadores, investidores, consultores, espe- cialistas em recuperação, engenheiros e executivos financeiros, gestores de bancos de inves- timentos, profissionais de pesquisa e classificações e gerentes de portfolio. Gerenciamento de riscos bancários enfoca uma miríade de preocupações regulatórias apre- sentadas no documento consultivo de setembro de 2000 emitido pelo Comitê da Basiléia sobre Supervisão de Operações Bancárias, Principles for the Assessment of Banks’ Management of Credit Risk. Esse importante documento estabeleceu amplas diretrizes para que os bancos pudessem definir um ambiente sadio em termos de risco de crédito, bem como operar com processos seguros de concessão de créditos, manter uma administração correta e monitorar políticas de crédito com vistas a garantir que controles adequados sobre o risco de crédito se-

jam prata da casa quando o assunto for gerenciamento de crédito. Aplicando a essência desses princípios, as duas partes do livro, Novas abordagens à aná- lise fundamentalista e Administração de crédito descrevem os recentes desenvolvimentos no gerenciamento de riscos bancários. Concentramo-nos em como a ligação entre engenha- ria de crédito e métodos mais tradicionais funciona em coesa parceria. Afinal, a arte bancá- ria trata-se de conhecer o equilíbrio da balança. Isso envolve assimilar as disciplinas do programa de empréstimos que incluem estatísticas e previsões feitas por meio de simula- ções, precificação ajustada ao risco, derivativos de crédito, índices, modelagem computa- dorizada de fluxo de caixa, previsão de insolvência e reestruturação de dívidas, alocação de capital, sistemas de exposição de crédito, precificação eletrônica de empréstimos, cres- cimento sustentável, modelos interativos de classificação de risco e triagem de probabili- dade de inadimplência.

cimento sustentável, modelos interativos de classificação de risco e triagem de probabili- dade de inadimplência.
cimento sustentável, modelos interativos de classificação de risco e triagem de probabili- dade de inadimplência.
cimento sustentável, modelos interativos de classificação de risco e triagem de probabili- dade de inadimplência.
cimento sustentável, modelos interativos de classificação de risco e triagem de probabili- dade de inadimplência.

Á

Í

  Este último conceito é tratado no Capítulo 14, escrito pela Moody’s-KVM líder mun-  
  Este último conceito é tratado no Capítulo 14, escrito pela Moody’s-KVM líder mun-  
  Este último conceito é tratado no Capítulo 14, escrito pela Moody’s-KVM líder mun-  
  Este último conceito é tratado no Capítulo 14, escrito pela Moody’s-KVM líder mun-  
 

Este último conceito é tratado no Capítulo 14, escrito pela Moody’s-KVM líder mun-

 

dial de produtos de avaliação quantitativa de risco de crédito com base no mercado. A Moody’s-KVM mantém uma das bases de dados maiores e mais precisas de inadimplência corporativa em âmbito mundial.

 

O

que significa Ampla Engenharia de Crédito? O conceito envolve o uso das ferramentas

adequadas de avaliação de risco que garantem a cessão de créditos de acordo com a política do banco e as exigências regulatórias, além de oferecer aos banqueiros uma plataforma sóli- da para julgar a qualidade e o valor dos ativos. A análise eficaz em duas frentes: micro e ma- cro além de ajudar a detectar créditos concedidos de maneira inadequada, ajuda a prevenir que créditos irregulares sejam cedidos, pois o pessoal do setor tende a ser mais diligente quando sabe que sua análise está sujeita ao crivo dos examinadores e da diretoria do banco. Com esse fim, os bancos precisam de coragem e sabedoria para assumir riscos razoáveis:

 

registrar os financiamentos que estão dentro dos parâmetros definidos e alcançar as metas de retorno ajustadas aos riscos definidas segundo uma política saudável de financiamentos. Contudo, mesmo com as melhores técnicas, as questões de crédito precisam de definição e es-

tabelecimento de prioridades, as soluções devem ser estruturadas de acordo com os contratos

específicos e um equilíbrio adequado entre a engenharia de crédito e a boa e velha sensatez.

A

inobservância de políticas e procedimentos prudentes de financiamentos tem levado

a problemas de qualidade de ativos, desempenho aquém do esperado, falência de inúmeros bancos e intensificação dos exames normativos. Quando as áreas de financiamento não do- minam seu ofício, dois aspectos crescem: o risco do portfolio e a probabilidade de atingir lu- cros maciços. Por essas razões, os bancos precisam de novas diretrizes analíticas que apon- tem a diferença entre a disciplina bancária e infra-estruturas de financiamento caóticas e negligentes. Os credores devem estar preparados para lidar com problemas complexos, entender as metas administrativas estratégicas definidas pelos clientes corporativos do banco e tomar decisões cruciais que envolvem milhões de dólares do patrimônio da empresa. Por fim, mes- mo com as melhores técnicas, é importante definir e priorizar as questões de crédito, adap-

 

tar a análise às circunstâncias específicas, estabelecer o equilíbrio adequado entre análise quantitativa e cuidados qualitativos em relação ao crédito e avaliar individualmente cada crédito e portfolio de financiamento com perspicácia e criatividade.

 

PEDAGOGIA

 

Gerenciamento de riscos bancários foi escrito num nível de intermediário a avançado, ofere- cendo ao leitor vários tipos de abordagem. Cada capítulo inclui uma rápida introdução e de- pois é dividido em várias seções, com demonstrativos e tabelas numeradas e intituladas, a fim de facilitar uma leitura sistemática. Os capítulos são reforçados com perguntas finais e, quando adequado, contam com anexos e estudos de casos. As equações dignas de nota são destacadas. As derivações para as equações são fornecidas de maneira diferenciada ou apare- cem nos anexos. O leitor que não domina a matemática pode ignorar as passagens quantita- tivas sem perder a noção qualitativa. A maioria dos capítulos também inclui a seção Referên- cias e sugestões de leitura. Uma seção especial em Referências e sugestões de leitura enumera im- portantes links na Internet pelos quais o leitor pode acessar outras fontes e/ou baixar pro- gramas relacionados aos temas dos capítulos.

 
pelos quais o leitor pode acessar outras fontes e/ou baixar pro- gramas relacionados aos temas dos
pelos quais o leitor pode acessar outras fontes e/ou baixar pro- gramas relacionados aos temas dos
pelos quais o leitor pode acessar outras fontes e/ou baixar pro- gramas relacionados aos temas dos
pelos quais o leitor pode acessar outras fontes e/ou baixar pro- gramas relacionados aos temas dos

Á

Í

  AGRADECIMENTOS Sou especialmente grato a Jeffrey R. Bohn, diretor sênior da Moody’s-KMV; ao Dr.
  AGRADECIMENTOS Sou especialmente grato a Jeffrey R. Bohn, diretor sênior da Moody’s-KMV; ao Dr.
  AGRADECIMENTOS Sou especialmente grato a Jeffrey R. Bohn, diretor sênior da Moody’s-KMV; ao Dr.
  AGRADECIMENTOS Sou especialmente grato a Jeffrey R. Bohn, diretor sênior da Moody’s-KMV; ao Dr.
 

AGRADECIMENTOS

Sou especialmente grato a Jeffrey R. Bohn, diretor sênior da Moody’s-KMV; ao Dr. Bohn e a Peter J. Crosbie, autores dos Capítulos 13 e 14. Um especialista, Robert Kissell, foi particularmente solícito, ajudando-nos a elaborar o novo tutorial de classificação de risco. Seu amplo conhecimento em finanças e modelagem também foi uma importante fonte de conselhos sábios em várias questões levantadas neste livro. Quero prestar um agradecimento especial a Johnathan Mun, PhD e Vice-presidente da Analytical Services Decisioneering, Inc., que contribuiu com a versão de avaliação do soft- ware Options Analysis Toolkit e o Bankers Primer on Real Options. Agradeço também a Larry Goldman, especialista em produtos da Decisioneering, que desempenhou um papel importante no capítulo sobre previsão e simulação. Sou grato ao Dr. Abraham Median e a Irina Sered, executivos da Wizsoft, pela contribuição no capítulo sobre sistemas de exposi- ção global e, em especial, pela versão de avaliação dos softwares WizRule e WizWhy. Quero agradecer a Edward Feltmann, Karen Marx, Mike Bloomquist e Craig Leiderman, meus alu- nos na GBA, que deram comentários importantes e forneceram refinada pesquisa. Obrigado a Joseph Blake, especialista financeiro que ofereceu excelentes insights. Sou especialmente grato a várias pessoas pelo interesse e incentivo na preparação deste manuscrito. Em particular a J. Scott Bentley, PhD e Editor Executivo da Academic Press, o primeiro a sugerir que eu escrevesse este livro, a Brad Bielawski, Gerente de Produção e a Ka- ren Carriere, editora, pela paciência e habilidade. Isso não significa, porém, que os nomes aqui citados ou outros sejam responsáveis por erros ou omissões; o autor se responsabiliza por isso. Reconheci cada fonte que consegui identificar em notas de rodapé e bibliografias, mas alguns escritores e fontes podem ter escapado inadvertidamente. Por fim, agradeço a minha bela, paciente e inspiradora esposa, Maryann, por sacrificar várias horas para que eu pudesse me dedicar a este livro, ela merece todos os louros.

esposa, Maryann, por sacrificar várias horas para que eu pudesse me dedicar a este livro, ela
esposa, Maryann, por sacrificar várias horas para que eu pudesse me dedicar a este livro, ela
esposa, Maryann, por sacrificar várias horas para que eu pudesse me dedicar a este livro, ela
esposa, Maryann, por sacrificar várias horas para que eu pudesse me dedicar a este livro, ela

Á

Í

Á Í
Á
Í
  SUMÁRIO   P A R T E I NOVAS ABORDAGENS À ANÁLISE FUNDAMENTALISTA  
  SUMÁRIO   P A R T E I NOVAS ABORDAGENS À ANÁLISE FUNDAMENTALISTA  
  SUMÁRIO   P A R T E I NOVAS ABORDAGENS À ANÁLISE FUNDAMENTALISTA  
  SUMÁRIO   P A R T E I NOVAS ABORDAGENS À ANÁLISE FUNDAMENTALISTA  
 

SUMÁRIO

 

PARTE I

NOVAS ABORDAGENS À ANÁLISE FUNDAMENTALISTA

 

1 INTRODUÇÃO AO GERENCIAMENTO DE RISCOS BANCÁRIOS

3

 

Práticas inadequadas para concessão de empréstimos

4

Análise do modelo PRISM aplicado ao caso: Rose Jelly

13

O relatório consultivo do Comitê da Basiléia e o modelo PRISM

29

ANEXO I.I

ESTRUTURA DE EMPRÉSTIMOS COMO ESTRUTURAR CONTRATOS DE EMPRÉSTIMOS

35

ANEXO I.2

RESUMO DOS PRINCÍPIOS DO COMITÊ DA BASILÉIA PARA GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO

43

 

2 PADRÕES CONTÁBEIS, ALERTAS E DISTORÇÕES

52

 

Padrões contábeis: Manual do credor

52

notas de rodapé: Um credor astuto pode também ser um auditor astuto

65

Elementos básicos de alertas, artifícios e problemas: Algumas palavras podem valer tanto quanto centenas de fotos

73

Contabidade suspeita: Enron Corporation 2001

77

Resumo: O vínculo entre bancos e auditores

80

ANEXO 2.1

UMA ANÁLISE DOS DEMONSTRATIVOS FINANCEIROS ELEMENTARES

84

 

3 ANÁLISE DE ÍNDICES MULTIVARIADOS: MANUAL DO BANCO

92

 

Introdução e visão geral

92

Índices de liquidez

100

Índices de atividade ou giro

101

Índices de rentabilidade

104

Índices de alavancagem

107

Índices de crescimento

110

de atividade ou giro 101 Índices de rentabilidade 104 Índices de alavancagem 107 Índices de crescimento
de atividade ou giro 101 Índices de rentabilidade 104 Índices de alavancagem 107 Índices de crescimento
de atividade ou giro 101 Índices de rentabilidade 104 Índices de alavancagem 107 Índices de crescimento
de atividade ou giro 101 Índices de rentabilidade 104 Índices de alavancagem 107 Índices de crescimento

Á

Í

  Índices de avaliação 110 Análise estatística dos índices 111 Decisão de crédito do first
  Índices de avaliação 110 Análise estatística dos índices 111 Decisão de crédito do first
  Índices de avaliação 110 Análise estatística dos índices 111 Decisão de crédito do first
  Índices de avaliação 110 Análise estatística dos índices 111 Decisão de crédito do first
 

Índices de avaliação

110

Análise estatística dos índices

111

Decisão de crédito do first central bank

113

Fontes de índices comparativos

114

4 ANÁLISE DE CRÉDITO DE NEGÓCIOS SAZONAIS UMA ABORDAGEM INTEGRADA

118

Exemplos de negócios sazonais

118

O ciclo sazonal bem-sucedido

119

Técnicas de concessão de empréstimos sazonais

122

Preparação de um orçamento de caixa

122

Exemplo: embarques que proporcionam o ponto de equilíbrio

126

Medidas defensivas

128

5 EMPRÉSTIMO GARANTIDO POR ATIVOS

136

Segmentos de mercado

137

Axiomas básicos do empréstimo garantido por ativos

137

Garantia hipotecária

139

Diretrizes de auditoria do Federal Reserve: Garantias

140

Empréstimos garantidos por contas a receber

142

Auditoria: Escopo e detalhes

144

Empréstimos garantidos por estoques

151

Empréstimos garantidos por valores mobiliários negociáveis

154

Definições e pontos para manter em mente

155

Análise do Home Federal Savings & Loan

161

questões de revisão

163

leituras e referências selecionadas

164

ANEXO 5.1

PROCEDIMENTOS PARA AVALIAÇÃO DE FINANCIAMENTOS DE CONTAS A RECEBER MANUAL DE AVALIAÇÃO DOS BANCOS COMERCIAIS, MARÇO DE 1994

165

6 ANÁLISE DE FLUXO DE CAIXA UM GUIA PARA OS BANCOS

172

Caixa versus receita baseada no regime de competência

172

Introdução à análise: SFAS 95 e IAS 7

173

Atividades de financiamento

177

Workshop de fluxo de caixa

183

Pontos conclusivos sobre a análise de fluxo de caixa

196

Reconstrução de fluxo de caixa

198

7 PROJEÇÕES E AVALIAÇÃO DE RISCOS

207

Fatores de previsão

208

Previsão estatística

208

Previsão financeira de sensibilidade

214

Um método de simulações para a previsão financeira

219

Otimização estocástica

227

de sensibilidade 214 Um método de simulações para a previsão financeira 219 Otimização estocástica 227
de sensibilidade 214 Um método de simulações para a previsão financeira 219 Otimização estocástica 227
de sensibilidade 214 Um método de simulações para a previsão financeira 219 Otimização estocástica 227
de sensibilidade 214 Um método de simulações para a previsão financeira 219 Otimização estocástica 227

Á

Í

  xvii   Uso de ferramentas forward-looking na aprovação de processos 228 APÊNDICE 7.1 GLOSSÁRIO
  xvii   Uso de ferramentas forward-looking na aprovação de processos 228 APÊNDICE 7.1 GLOSSÁRIO
  xvii   Uso de ferramentas forward-looking na aprovação de processos 228 APÊNDICE 7.1 GLOSSÁRIO
  xvii   Uso de ferramentas forward-looking na aprovação de processos 228 APÊNDICE 7.1 GLOSSÁRIO
 

xvii

 

Uso de ferramentas forward-looking na aprovação de processos

228

APÊNDICE 7.1

GLOSSÁRIO DE TERMOS DE PREVISÃO

232

APÊNDICE

7.2

GLOSSÁRIO E TERMOS SOBRE DISTRIBUIÇÃO

236

APÊNDICE 7.3

UM MANUAL DO BANCO SOBRE OPÇÕES REAIS JONATHAN MUN, PH.D.

245

 

8 GERENCIAMENTO DE RISCOS E CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL

 

248

 

O

ciclo de vida do setor

249

O

modelo de crescimento sustentável

250

Caso de exemplo II

257

Solucionando problemas de crescimento sustentável

257

Uma nova estratégia: A solução

260

Adequação da curva

261

 

9 DIFICULDADES FINANCEIRAS IDENTIFICAÇÃO E DIAGNÓSTICO DE EMPRÉSTIMOS PROBLEMÁTICOS

263

Da identificação e diagnóstico aos criticized loans e o status da classificação

272

Do status da classificação à reestruturação

275

Da reestruturação aos tribunais

282

Desenvolvendo a análise DIP: O processo due diligence de uma importante instituição financeira comercial

285

PARTE II

ADMINISTRAÇÃO DE CRÉDITO

 

10

CRIANDO UMA ÁREA DE GERENCIAMENTO DE RISCO

 

297

 

Política de empréstimos

298

Procedimentos e políticas de crédito: formal e por escrito

302

Política e prática

303

A

função de concessão de crédito dividida em departamentos

303

Limitação do total de empréstimos pendentes

304

Concentração dos empréstimos

304

Autoridade para conceder empréstimo

305

Adequação do capital

305

conteúdos representativos de uma política bancária sobre empréstimos

306

Negociação da política com a gerência e sistemas de informações sobre empréstimos

306

Análise de empréstimos do fed: avaliação interna do empréstimo

307

Sistemas de classificação de risco

307

Precificação do empréstimo e retorno sobre o capital ajustado ao risco (RAROC)

309

Identificando, classificando e comunicando as principais causas de problemas com empréstimos

310

O

papel e as responsabilidades dos executivos de empréstimo

 

313

causas de problemas com empréstimos 310 O papel e as responsabilidades dos executivos de empréstimo  
causas de problemas com empréstimos 310 O papel e as responsabilidades dos executivos de empréstimo  
causas de problemas com empréstimos 310 O papel e as responsabilidades dos executivos de empréstimo  
causas de problemas com empréstimos 310 O papel e as responsabilidades dos executivos de empréstimo  

Á

Í

  314   Análises de crédito e a qualidade da análise financeira Diretrizes para análise
  314   Análises de crédito e a qualidade da análise financeira Diretrizes para análise
  314   Análises de crédito e a qualidade da análise financeira Diretrizes para análise
  314   Análises de crédito e a qualidade da análise financeira Diretrizes para análise
 

314

 

Análises de crédito e a qualidade da análise financeira Diretrizes para análise básica de crédito

316

Um boletim para a gerência do banco: sistemas de classificação uniforme de instituições financeiras (CAMELS)

317

ANEXO 10.1

SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO UNIFORME DE INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS, CONHECIDO COMO SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO “CAMELS”

320

ANEXO 10.2

POLÍTICA FORMAL DE CRÉDITO

324

11 ADEQUAÇÃO DO CAPITAL

330

 

Uma perspectiva histórica: categorias de ativo tradicional

333

Valores definidos por fatores contábeis, econômicos e regulatórios

336

Característica do capital regulatório

338

Divisão dos componentes dos níveis de capital

339

O

segundo pilar: análise regulatória da adequação do capital

345

O

terceiro pilar: disciplina de mercado

348

Índices de capital

349

Um exemplo da estrutura de capital do banco

355

Considerações finais

358

12 MANUTENÇÃO DO PORTFOLIO UMA VISÃO GERAL

361

 

O

caso de gerenciamento do portfolio de empréstimos

362

Monitorar o risco sistemático do portfolio: exposições a risco macroeconômico e do setor

366

Hedging down a exposição de risco

376

Derivativos de crédito

384

ANEXO 12.1

UMA INTRODUÇÃO À ESTATÍSTICA DO GERENCIAMENTO DO PORTFOLIO

389

13 GERENCIAMENTO DO PORTFOLIO COM RISCO DE INADIMPLÊNCIA

394

 

O

modelo de risco de inadimplência

396

Volatilidade e valor de mercado do ativo

397

Medida de diversificação do portfolio

399

Modelos de correlação de inadimplência

401

Modelo de correlação do valor

403

A

probabilidade de grandes perdas

407

Avaliação

409

Gerenciamento de fundos e do capital econômico

411

Contribuição do risco e a diversificação ótima

414

Contribuição do risco e capital econômico

417

Compromissos, covenants e exposição

418

Subportfolio e portfolio

419

Relacionamento e lucratividade do cliente

420

covenants e exposição 418 Subportfolio e portfolio 419 Relacionamento e lucratividade do cliente 420
covenants e exposição 418 Subportfolio e portfolio 419 Relacionamento e lucratividade do cliente 420
covenants e exposição 418 Subportfolio e portfolio 419 Relacionamento e lucratividade do cliente 420
covenants e exposição 418 Subportfolio e portfolio 419 Relacionamento e lucratividade do cliente 420

Á

Í

  14 MEDIDA DO CRÉDITO EDF 422 medindo a probabilidade de inadimplência: o problema 423
  14 MEDIDA DO CRÉDITO EDF 422 medindo a probabilidade de inadimplência: o problema 423
  14 MEDIDA DO CRÉDITO EDF 422 medindo a probabilidade de inadimplência: o problema 423
  14 MEDIDA DO CRÉDITO EDF 422 medindo a probabilidade de inadimplência: o problema 423
 

14 MEDIDA DO CRÉDITO EDF

422

medindo a probabilidade de inadimplência: o problema

423

Medindo a probabilidade de inadimplência: Uma abordagem prática

427

Observe melhor como calcular as medidas de crédito EDF

433

Como calcular as medidas de crédito EDF de longo prazo

437

Algumas perguntas freqüentes sobre as medidas de crédito EDF da KMV

438

Testando o desempenho da medida de inadimplência

446

15 DERIVATIVOS DE CRÉDITO NOVOS INSTRUMENTOS PARA NEGOCIAÇÃO DE RISCO DE CRÉDITO

452

Eventos de crédito

454

Exigência de materialidade

454

Crescimento do mercado

455

Documentação da ISDA

456

Precificação dos derivativos de crédito e o crédito referenciado

457

Derivativos de crédito: estruturas básicas

458

Exemplos breves de utilização de derivativos de crédito

467

16 VISÃO GERAL DO RETORNO SOBRE CAPITAL AJUSTADO AO RISCO (RAROC) E DO CREDITMETRICS

471

Retorno sobre o capital ajustado ao risco (RAROC)

471

Creditmetrics

477

17 SISTEMAS DE RASTREAMENTO DE RISCO GLOBAL APLICAÇÃO E CONCEPÇÃO

483

Unidades de responsabilidade (coordenação) do cliente

484

Unidade (coordenação) de responsabilidade familiar

485

Concentrações de empréstimos e GES

488

Sistemas de informação da exposição

494

Arquitetura de dados

494

Considerações finais

500

18 MODELOS DE PRECIFICAÇÃO APLICAÇÃO E CONCEPÇÃO

502

Erros de precificação

503

Taxas de inadimplência e precificação de empréstimos

505

Modelos de precificação de empréstimos

507

Modelo estocástico de precificação de fundos emprestados líquidos

508

Resultados e cálculo do rendimento

514

Modelos de precificação do empréstimo e de precificação da opção

520

ÍNDICE

528

do rendimento 514 Modelos de precificação do empréstimo e de precificação da opção 520 ÍNDICE 528
do rendimento 514 Modelos de precificação do empréstimo e de precificação da opção 520 ÍNDICE 528
do rendimento 514 Modelos de precificação do empréstimo e de precificação da opção 520 ÍNDICE 528
do rendimento 514 Modelos de precificação do empréstimo e de precificação da opção 520 ÍNDICE 528

Á

Í

Á Í
Á
Í