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Decoreba do CTN

Classificação Uniã Estado Municípi


Impostos CTN o s os
II
Comércio Exterior - -
IE

IR
ITCD ITBI
Patrimônio & Renda ITR
IPVA IPTU
IGF

Produção & IPI


ICMS ISS
Circulação IOF
Art. 3º Tributo é
toda prestação pecuniária
compulsória,
em moeda
ou cujo valor nela se possa
exprimir,
que não constitua sanção de
ato ilícito,
Instituída em lei
e cobrada mediante
atividade administrativa
plenamente vinculada.
Art. 4º
A natureza jurídica específica do tributo é determinada pelo
fato gerador
Denominação
Irrelevan
Destinação da arrecadação
te:
Demais características

Esta regra vale para os tributos expressos no CTN – Artigo 5º

Art. 5º
Os tributos são:
Impostos
Taxas
Contribuições de Melhoria.
Art. 14 - Entidade sem fins lucrativos:
I – não distribuírem qualquer parcela de seu patrimônio ou de suas
rendas, a qualquer título;
(Redação dada pela Lcp nº 104, de 10.1.2001)
II - aplicarem integralmente, no País,
os seus recursos na manutenção dos seus objetivos institucionais;
III - manterem escrituração de suas receitas e despesas
em livros revestidos de formalidades capazes de assegurar sua
exatidão.

§ 1º Na falta de cumprimento do disposto neste artigo, ou no § 1º do


artigo 9º,
a autoridade competente pode suspender a aplicação do benefício.
§ 2º Os serviços a que se refere a alínea c do inciso IV do artigo 9º são
exclusivamente,
os diretamente relacionados com os objetivos institucionais das
entidades de que trata este artigo,
previstos nos respectivos estatutos ou atos constitutivos.
Art. 32 – Zona Urbana – no mínimo 2 dos 5
melhoramentos (IPTU)
Meio-fio
I– com canalização de águas pluviais;
Calçamento

II – Água

III – Esgoto

IV – Luz

Escola primária
V– MÁXIMA de 3 (três) quilômetros
Posto de saúde

A lei municipal
pode considerar urbanas as áreas urbanizáveis,
ou de expansão urbana,
constantes de loteamentos aprovados pelos órgãos
competentes,
destinados à habitação, à indústria ou ao comércio,
mesmo que localizados fora das zonas definidas
nos termos do parágrafo anterior.
Art. 81. Contribuição de Melhoria
Valorização Imobiliária + Obra PÚBLICA
Limite total - despesa realizada
limite individual - acréscimo de valor
Atenção – o limite de 3% NÃO ESTÁ NO CTN
está no Decreto 195/67
e também na legislação municipal do RJ (Lei 1.364/88)

Art. 82. Requisitos MÍNIMOS para contribuição de melhoria


a) Memorial;
b) Orçamento;
c) Parcela a ser financiada;
I - publicação prévia dos
d) Zona beneficiada;
seguintes elementos:
e) Fator de absorção do benefício da valorização
para toda a zona ou para cada uma das áreas
diferenciadas, nela contidas;
II – Mínimo de 30 dias para impugnação do edital.
III - regulamentação do processo administrativo
de instrução e julgamento da impugnação a que se refere o inciso anterior,
sem prejuízo da sua apreciação judicial.

§ 1º A contribuição relativa a cada imóvel será determinada pelo rateio da parcela do custo
da obra a que se refere a alínea c,
do inciso I, pelos imóveis situados na zona beneficiada em função dos respectivos fatores
individuais de valorização.
§ 2º Por ocasião do respectivo lançamento, cada contribuinte deverá ser notificado do
montante da contribuição,
da forma e dos prazos de seu pagamento e dos elementos que integram o respectivo
cálculo.
Art. 97. Somente a lei pode estabelecer:
I. Instituição
Extinção
§ 1º é majoração
De modificação BC = mais
Majoração tributos oneroso.
II.
Redução § 2º Não é majoração
a atualização do valor
monetário da BC.
III. FG
%
IV.
BC
V. Penalidades
Exclusão
Hipóteses
Extinção
de
Suspensão
VI
dispensa
Penalidades
redução
Art. 100. normas Art. 103. SDC, entram
complementares:
em vigor:
I - os atos normativos expedidos
na data da sua publicação;
pelas autoridades administrativas;
II - as decisões dos órgãos singulares ou
coletivos
30 (trinta) da sua publicação;
de jurisdição administrativa,
a que a lei atribua eficácia normativa;
III - as práticas reiteradamente
observadas
pelas autoridades administrativas;
IV - os convênios que entre si celebrem
a União, os Estados, o Distrito Federal e
Na data neles prevista.
os Municípios.
Não são os convênios do ICMS
Art. 104. Anterioridade do Código
IMPOSTOS SOBRE O PATRIMÔNIO E RENDA
PRIMEIRO DIA DO EXERCÍCIO SEGUINTE
I - que instituem ou majoram tais impostos;
II - que definem novas hipóteses de incidência;
III - que extinguem ou reduzem isenções,
salvo se a lei dispuser de maneira mais favorável ao contribuinte,
e observado o disposto no artigo 178 (ISENÇÃO ONEROSA).
Art. 106. A lei aplica-se a ato ou fato pretérito:
Em qualquer caso Ato não definitivamente julgado quando:
expressamente interpretativa Deixe de deixe de tratá-lo penalidade
defini-lo como contrário a qualquer menos severa
excluída a aplicação como exigência de ação/ omissão,
de penalidade à infração infração;
dos dispositivos interpretados; desde que:

não fraudulento
+
não falta pgto
Art. 108. Regras de Integração – seguir esta ordem
1º Analogia não tributo não previsto em lei.
2º Princípios Gerais do direito
TRIBUTÁRIO
3º Princípios Gerais do direito
PÚBLICO
4º Equidade Não dispensa pagamento
(não confundir com a remissão) – 172, IV
– está previsto
Art. 111. Interpretação literal:
I - suspensão ou exclusão do crédito tributário;
Suspensão (151) Exclusão (175)
Moratória Isenção
Depósito do Montante integral Anistia
em dinheiro
Impugnação (não automática)
Liminar em MS
Liminar e Tutela Ant. e outras
ações
Parcelamento
II - outorga de isenção;
III - dispensa do cumprimento de obrigações tributárias
acessórias.
Art. 112. Interpretação mais
favorável para lei que:
Define Comina
infrações penalidades
CAPITUlação legal do fato
PAI (Punibilidade, Autoria,
Imputabilidade)
/Circunstâncias do fato
Natur
/Extensão dos efeitos
eza
/Graduação da penalidade
Art. 116. SDC - considera-se
ocorrido o fato gerador e
existentes os seus efeitos:
desde o momento em
que
se verifiquem as
situação de circunstâncias materiais
fato necessárias
a que produza os efeitos
que normalmente lhe
são próprios
desde o momento em Art. 117. Condição
que Suspensiva Resolutória
situação esteja definitivamente momento prática do ato
jurídica constituída, implemento celebração do
nos termos de direito negócio
aplicável.
Art. 127 – Domicílio Tributário
Regra Domicílio de eleição

Pessoa PJDPrivado PJDPúblico


Natural Firmas Ind.
Residência Sede Qualquer repartição
Na falta de habitual No território da entidade
eleição Residência Cada estabelecimento tributante
incerta? – atos/fatos que derem
Centro origem à obrigação)
habitual de
atividade
§ 1º
Se não puder Lugar da situação dos bens
usar Domicíli Lugar que ocorrência dos
As regras aí de o= atos e fatos
cima que deram origem à obrigação

§ 2º Impossibil Arrecadação
Pode recusar itar Fiscalização
se... Dificultar
Neste caso, volta para o § 1º
Art. 131. Pessoalmente Responsáveis:
Responsável Pelos tributos...
...relativos aos bens
Adquirente
I adquiridos
Remitente
remidos;
Abertura da
III Espólio
sucessão
Partilha ou
Sucessor a qq ...devidos pelo de cujus até a adjudicação,
título data da... Limitada
II ao montante do
Cônjuge
meeiro quinhão
do legado ou da
meação
Art. 133 – aquisição de fundo de comércio por PJ ou PF
Responsabilidade - ADQUIRENTE TEM QUE CONTINUAR A ATIVIDADE
I – integralmente se o alienante cessar a exploração
II - subsidiariamente com o se este prosseguir na exploração
alienante ou iniciar dentro de seis meses a contar da data da
alienação

I – processo de falência;
§ 1º Esta regra não se aplica no II – filial ou unidade produtiva isolada,
caso de: em processo de recuperação judicial. (lei
11.101/05)
I – sócio da sociedade falida ou em recuperação judicial,
ou sociedade controlada pelo devedor falido ou em
recuperação judicial:
II – parente, em linha reta ou colateral até o 4o
§ 2º a exceção do § 1º (quarto) grau, consangüíneo ou afim, do devedor
não ocorre caso o adquirente seja: falido ou em recuperação judicial ou de qualquer de
seus sócios;
III – identificado como agente do falido ou do devedor
em recuperação judicial com o objetivo de fraudar a
sucessão tributária.

§ 3º
Em processo da falência,
o produto da alienação judicial de empresa, filial ou unidade produtiva isolada
permanecerá em conta de depósito à disposição do juízo de falência
pelo prazo de 1 (um) ano, (da data de alienação)
somente podendo ser utilizado para o pagamento
de créditos extraconcursais
ou de créditos que preferem ao tributário.
Art. 134. 3ºs Art. 135 – Pessoalmente
“Solidários” responsáveis
PACU TATU SO SI PACU TATU SO SI INVADCOM
INVADCOM +
Só penalidades de caráter DI GE RE
moratório EM PRE MAND
Pais,
pelos tributos devidos por seus filhos menores;
Tutores/ Curadores
pelos tributos devidos por seus tutelados ou curatelados;
Administradores de bens de terceiros
pelos tributos devidos por estes;
Inventariante
pelos tributos devidos pelo espólio;
Síndico/ Comissário
pelos tributos devidos pela massa falida ou pelo concordatário;
Tabeliães, escrivães e demais serventuários de ofício
pelos tributos devidos sobre os atos praticados por eles, ou perante
eles, em razão do seu ofício;
Sócios
no caso de liquidação de sociedade de pessoas.
Só penalidades de caráter +
moratório Dirigente
GErente
Representante
MANdatários
PREpostos
EMPregados
Art. 137. Responsabilidade Pessoal do Agente:
salvo
I - quanto às infrações
exercício regular
conceituadas por lei
ou no cumprimento de ordem expressa emitida por
como crimes ou contravenções,
quem de direito;
II - quanto às infrações em cuja
definição
o dolo específico do agente
seja elementar;
a) das pessoas referidas no artigo 134, (PACU TATU SO
SI INVADCOM)
III - quanto às infrações que contra aquelas por quem respondem;
decorram b) dos mandatários, prepostos ou empregados,
direta e exclusivamente contra seus mandantes, preponentes ou empregadores;
de dolo específico: c) dos diretores, gerentes ou representantes de
PJDPrivado,
contra estas.
Art. 145. Alterar lançamento
regularmente notificado:
Impugnação
Recurso de ofício
Iniciativa de Ofício
Art. 151 – suspensão da exigibilidade do Também suspensão da
crédito tributário prescrição
para Doutrina, mas...
Moratória;
Depósito do seu montante integral
(em dinheiro – súmula 112 STJ)
Reclamações e os recursos, STF não concorda.
nos termos das leis reguladoras Acha que é suspensão só da
do processo tributário administrativo; exigibilidade
Liminar em MS
Liminar / Tutela em outras ações
Parcelamento STJ não concorda
Acha que é causa interrupção (174 –
ato inequívoco)
Além desses casos de suspensão,
ainda há um expresso na LEF
(6830/80)
- inscrição em dívida ativa:
Suspende a prescrição por:
180 dias O que ocorrer
Distribuição da 1º
execução
Art. 152. Conceder moratória
a) pela PJDPúblico
competente para instituir o tributo a que se
refira;
b) pela União,
quanto a tributos dos E/DF/MUN
quando simultaneamente concedida
I - Caráter geral: quanto aos tributos de competência
federal
e às obrigações de direito privado;

- MORATÓRIA HETERÔNOMA É POSSÍVEL


SOMENTE PELA UNIÃO!!!

por despacho da autoridade administrativa,


II - Caráter
desde que autorizada por lei nas condições
individual
do inciso anterior.

Parágrafo único.
A lei concessiva de moratória
pode circunscrever expressamente a sua aplicabilidade
à determinada região do território da PJDPúblico que a expedir,
ou a determinada classe ou categoria de sujeitos passivos.
Art. 156. Extinção CT
Pagamento
Compensação
Transação
Remissão
Prescrição
Decadência
Conversão do depósito em renda
Pagamento + homologação
Consignação em pagamento
Decisão Administrativa Irreformável
Decisão Judicial Passada em Julgado
Dação em pagamento de bens
IMÓVEIS (LC 04/01)
Art. 162. O pagamento é efetuado em:

Moeda corrente

§ 2º O crédito pago por cheque § 1º A legislação tributária


Cheque somente se considera extinto pode determinar as
com o resgate deste pelo sacado. garantias exigidas
para o pagamento
por cheque ou vale postal,
desde que não o torne
Vale postal impossível
ou mais oneroso que o
pagamento
em moeda corrente.
§ 3º O crédito pagável em
estampilha considera-se extinto
com a inutilização regular
daquela, ressalvado o disposto
no artigo 150.

§ 4º A perda ou destruição da
estampilha,
Estampilha ou o erro no pagamento por esta
modalidade, não dão direito a
restituição,
salvo nos casos expressamente Nos casos previstos em lei
previstos na legislação tributária,
ou naquelas em que o erro seja
imputável à autoridade
administrativa.

Papel selado § 5º O pagamento em papel


selado
ou por processo mecânico
equipara-se ao pagamento em
Processo mecânico estampilha.
Art. 163. IMPUTAÇÃO DE
PAGAMENTO:
1º 1º CONTRIBUINTE
LUGAR 2º RESPONSÁVEL
1º CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA

2º TAXA
LUGAR
3º IMPOSTO
O QUE VENCEU PRIMEIRO

(ORDEM CRESCENTE
LUGAR
PRESCRIÇÃO)
MAIOR VALOR

(ORDEM DECRESCENTE DOS
LUGAR
MONTANTES)
Art. 164. CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO
I - de recusa de recebimento, ou subordinação deste
ao pagamento de outro tributo ou de penalidade,
CONDICIONAR PAGAMENTO
ou ao cumprimento de obrigação acessória;
A OBRIGAÇÃO NÃO PREVISTA
II - de subordinação do recebimento
EM LEI
ao cumprimento de exigências administrativas sem
fundamento legal;
III - de exigência, por mais de uma pessoa jurídica
IPTU E ITR PELO MESMO
de direito público,
IMÓVEL
de tributo idêntico sobre um mesmo fato gerador.

§ 1º A consignação
só pode versar sobre o crédito que o consignante se propõe pagar.
§ 2º
Procedente Improcedente (no todo ou em parte)
Pagamento se reputa efetuado Cobra-se o crédito
e a importância consignada acrescido de juros de mora,
é convertida em renda; sem prejuízo das penalidades cabíveis.
Art. 165. – Restituição de tributo
O sujeito passivo tem direito,
independentemente de
prévio protesto,
à restituição total ou parcial do tributo,
seja qual for a modalidade do seu
pagamento,
§ 4º do artigo 162
A perda ou destruição da estampilha,
ou o erro no pagamento por esta modalidade,
ressalvado o disposto no § 4º do artigo não dão direito a restituição,
162, salvo nos casos expressamente previstos na
legislação tributária,
ou naquelas em que o erro seja imputável à
autoridade administrativa.
nos seguintes casos: 168 – prazo extingue-se
em 5 anos a partir da data
I - cobrança ou pagamento espontâneo
de tributo indevido ou maior que o
devido
em face da legislação tributária
aplicável,
ou da natureza ou circunstâncias
materiais do fato gerador efetivamente da extinção do crédito tributário;
ocorrido; (Vide art 3 da LCp nº 118, de 2005)
II - erro na edificação (identificação) do
sujeito passivo,na determinação da
alíquota aplicável,
no cálculo do montante do débito ou
na elaboração ou conferência de
qualquer documento relativo ao
pagamento;
III – em que se tornar definitiva a decisão
Reforma, administrativa
Anulação, de decisão ou passar em julgado a decisão judicial
Revogação condenatória. que tenha reformado, anulado, revogado
Rescisão ou rescindido
a decisão condenatória.
Art. 169. MANTRA
Prescreve em dois PRESCRICIONAL
anos
a ação anulatória
da decisão administrativa
que denegar a restituição.

Parágrafo único.
O prazo de prescrição
é interrompido pelo início da ação
judicial,
recomeçando o seu curso,
por metade,
a partir da data da intimação validamente
feita
ao representante judicial
da Fazenda Pública interessada.
Art. 172.
LEI PODE AUTORIZAR
Autoridade Adm.
Por despacho fundamentado (sem
direito Adquirido)
A conceder remissão total ou parcial,
Atendendo:
Situação econômica do SP
Erro/Ignorância escusáveis do SP
Diminuta importância
Equidade – (não confundir com o inciso IV do
106)
Condições peculiares da região do território da
entidade tributante
Art. 174. Parágrafo único. A prescrição se
interrompe:
Despacho do juiz que ordenar a citação em
execução fiscal (LC 118/05)
Protesto Judicial
Ato judicial mora devedor
Ato jud/extra reconhecimento
Art. 186. Preferência dos créditos tributários
Na vida normal da empresa Na falência
Crédito tributário prefere a O crédito tributário não prefere
qualquer outro - Extraconcursais*
Ressalvados - Passíveis de restituição( nos termos
- legislação do trabalho da lei falimentar)
- acidente do trabalho -Garantia real (limite do bem gravado)
(Incluído pela Lcp nº 118, de 2005)

* são extraconcursais
os créditos tributários
decorrentes de fatos geradores
ocorridos no curso do processo de
falência
A lei poderá estabelecer
limites e condições
para a preferência dos créditos
decorrentes da legislação do trabalho
(150 salários mínimos)
(Incluído pela Lcp nº 118, de 2005)

A multa tributária (7º lugar)


prefere apenas aos créditos
subordinados.
(Incluído pela Lcp nº 118, de 2005)
Dois dinossauros – crédito tributário em primeiro lugar
Art. 189 Art. 190
Inventário ou arrolamento, Liquidação judicial ou voluntária,
ou a outros encargos do monte, exigíveis no decurso da liquidação.
os créditos tributários vencidos ou
vincendos,
a cargo do de cujus ou de seu
espólio,
exigíveis no decurso do processo de
inventário ou arrolamento.
Podem causar estranheza pela expressão “TODOS OS TRIBUTOS”!!!!!

A extinção das obrigações do falido de todos os tributos.


Art. 191.
requer prova de quitação
A concessão de recuperação judicial de todos os tributos,
depende da apresentação da prova observado o disposto
Art. de quitação nos arts. 151 (suspensão
191-A. exigibilidade)
205 e 206 (CND e CPEN)
desta Lei.
Nenhuma sentença de julgamento de de todos os tributos
partilha ou adjudicação será proferida relativos aos bens do
Art. 192.
sem prova da quitação espólio,
ou às suas rendas.

Art. 193 Norma Light.


Salvo quando expressamente autorizado Lei pode dispensar
por lei, apresentação de
quitação
nenhum departamento da administração
pública
da União,
dos Estados,
do Distrito Federal,
ou dos Municípios,
ou sua autarquia,
celebrará contrato
ou aceitará proposta
em concorrência pública
sem que
o contratante
ou proponente
faça prova da quitação
de todos os tributos União – União
devidos à Fazenda Pública interessada, Estado – Estado
DF – DF
Município - Município
relativos à atividade Para prestar serviço,
em cujo exercício contrata ou concorre. não pode estar
devendo ISS
Artigo alterado pela LC 104/01
198 § 3o Não é vedada a divulgação de
informações relativas a:
Representações fiscais para fins penais
Inscrições na Dívida Ativa da Fazenda Pública
Parcelamento
Moratória