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ROCHAS ORNAMENTAIS

AEP / DEPARTAMENTO DE ESTUDOS E DESENVOLVIMENTO

MARÇO DE 2003
Índice

Panorama Nacional....................................................................................... 3
Panorama Comunitário.............................................................................. 10
Anexo Estatístico......................................................................................... 12

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Panorama Nacional
O sector das rochas ornamentais, constituído essencialmente pelo mármore e granito,
agrega três tipos de produtos: bloco, extraído dos recursos geológicos; a chapa serrada,
correspondente ao bloco cortado; produto em obra, produto transformado que resulta da
chapa ser cortada, polida, seleccionada e embalada.

Portugal ocupa o 9º lugar no ranking mundial dos países produtores de pedra natural.

No nosso país, o sector das rochas ornamentais tem observado crescentes níveis de
mecanização e industrialização, permitindo manter uma actividade alargada, que se
estende à tradição mais ornamental da utilização das rochas, em que se valoriza a não
repetitividade das cores, formas ou dimensões, numa linha de actividade artesanal.

A extracção de pedra (CAE 141) englobava, em 2000, 768 empresas (número que tem
vindo a decrescer desde 1996) e empregava 8424 trabalhadores. O volume de negócios
totalizava 430,9 milhões de euros (indicador que tem assumido valores decrescentes
desde 1997, ano em que ascendeu a 525,1 milhões de euros) e o VAB situava-se em
194,6 milhões de euros (tendo registado quebras em 1999 e em 2000).
A produtividade foi de 23,1 mil euros e os custos médios com o pessoal estabeleceram-se
em 12 mil euros.

Trata-se de um sector com forte relevância no cômputo da indústria extractiva nacional,


sendo responsável por 63 por cento das empresas, 58 por cento do pessoal ao serviço, 46
por cento do volume de negócios e 48,3 por cento do VAB.

O sector da serragem, corte e acabamento de pedra (CAE 267), reunia, em 2000, 1902
empresas e empregava 14635 trabalhadores, o equivalente a 2,5 e 1,6 por cento,
respectivamente, do total da indústria transformadora nacional.

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As empresas são, assim, predominantemente de reduzida dimensão, empregando, em
média, cada uma apenas 8 trabalhadores.

CAE 267 - Peso na Indústria Transformadora em 2000

3,0%
2,5%
2,5%

2,0%
1,6%
1,5% 1,3%

0,9% Empresas
1,0%
Pessoal
0,5% V. Negócios
VABpm
0,0%
1

O volume de negócios situava-se em 628,2 milhões de euros e o VAB atingia 234,9


milhões de euros, valores correspondentes a 0,9 e 1,3 por cento, respectivamente, do total
da indústria transformadora.

A produtividade e os custos médios com o pessoal perfaziam 16 mil euros e 10 mil euros,
respectivamente, ambos os valores inferiores aos da média da indústria transformadora.

O volume de negócios, o VAB, a produtividade e os custos médios com o pessoal têm


registado, nos últimos anos, taxas de crescimento positivas, ainda que com algumas
oscilações. Com efeito, o volume de negócios registou um considerável abrandamento
em 2000, com um crescimento de 2,2 por cento, bastante menor do aumento de 12,8 por
cento de 1999 e dos 16,8 por cento verificados em 1997. Quanto ao crescimento do VAB,
observou-se uma desaceleração significativa em 1999, passando o seu crescimento de
13,4 por cento para 3,5 por cento, recuperando em 2000 para 13,9 por cento. A taxa de
variação da produtividade baixou ligeiramente em 1999, situando-se em 5,1 por cento,
aumentando para 8,1 por cento no ano seguinte. Quanto aos custos médios com o pessoal,
viram o seu crescimento reduzir-se um pouco em 1998 e em 2000, situando-se, neste
último ano, em 6,1 por cento.

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CAE 267 - Taxas de crescimento

20,0%

15,0% Empresas

Pessoal
10,0%
V. Negócios

5,0% VABpm

Produtividade
0,0%
1997 1998 1999 2000 Custos Médios
Pessoal
-5,0%
Ano

Relativamente ao número de empresas, depois de ter observado uma quebra de 2,2 por
cento em 1997, passou a registar crescimentos positivos nos anos seguintes, aumentando
em 6,8 por cento em 2000. O pessoal ao serviço passou de um aumento de 7,6 por cento
em 1997 e 1998 para uma quebra de 1,6 por cento em 1999, voltando, em 2000, a
apresentar um crescimento positivo, situado em 5 por cento.

O nosso país possui matéria-prima em quantidade e qualidade, havendo ainda algumas


rochas exclusivas do território nacional (como o mármore cristalino rosa) e um
importante “saber trabalha" a pedra.

A indústria extractiva concentra-se nas regiões do Alentejo, Fátima e Pero Pinheiro,


produzindo mármore, granito e calcário. A maioria das fábricas localiza-se em Pero
Pinheiro, sendo, contudo, notória a crescente importância das outras duas regiões
enquanto centros transformadores de pedra natural portuguesa.
Muitos destes centros transformadores produzem material standardizado, utilizando a
mais alta tecnologia de tratamento de pedra, permitindo dar resposta às encomendas
orientadas fundamentalmente para exportação.

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Aliás, a indústria nacional de rochas é tradicionalmente exportadora, sendo a nossa
produção bastante apreciada internacionalmente. No entanto, observou-se, a partir de
1997, uma perda de capacidade competitiva das empresas nacionais nos mercados
externos, em resultado da falta de capacidade de promoção da nossa produção e do
aparecimento de novos produtores internacionais (especialmente da China e da Índia),
que conseguem praticar preços mais atractivos.

A par da deficiente promoção externa, muitas das empresas portuguesas possuem ainda
um deficiente domínio dos canais de distribuição e algum distanciamento face ao
consumidor final, dificultando a fidelização dos clientes.

Assim, o futuro do sector deverá passar pela cooperação empresarial entre produtores,
construtores, prescritores e entidades públicas, bem como por uma maior promoção da
produção quer no mercado nacional como no externo acompanhada por um
conhecimento mais aprofundado das suas características. A prestação de serviços pré e
pós venda manifesta-se também cada vez mais importante.

Para além destes desafios, torna-se necessário não descurar os factores determinantes das
competitividade do sector, que, para além das matérias-primas, abrangem os recursos
humanos, a inovação e tecnologia e a questão ambiental.

No que respeita aos recursos humanos, e não obstante os esforços envidados pelas
Associações Empresariais do sector, do Centro Tecnológico e de Instituições
Governamentais, verifica-se a existência de uma grande número de pessoas a trabalhar no
sector sem que o “saber fazer” seja transmitido às gerações mais novas. Assim, seria
desejável a criação de cursos para formadores para fazer face à escassez da formação que
existe, especialmente nas áreas da prospecção e da transformação, e a implementação de
uma formação profissional que respondesse às necessidades reais das empresas.

Quanto à área tecnológica, as empresas nacionais têm vindo , de um modo geral, a


actualizar-se, acompanhando a evolução registada em outros países produtores de rochas

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ornamentais. A título de exemplo, refira-se que, em 1996, Portugal foi o país europeu
que mais investiu na aquisição de equipamento, facto que demonstra bem o empenho dos
empresários em modernizarem as suas fábricas e em obterem ganhos de produtividade.

Na questão ambiental, persistem alguns problemas graves, tanto na extracção como na


transformação, que, no entanto, têm vindo a ser minimizados com os desenvolvimentos
tecnológicos. Um dos problemas mais flagrantes prende-se com as escombreiras,
afectando directamente a extracção de matéria-prima.

Relativamente às trocas comerciais de rochas ornamentais (NC 2506, 2514, 2515 e


2516), verifica-se que Portugal apresenta saldos positivos, ainda que não expressivos no
cômputo do comércio externo.

As taxas de cobertura são para todos os produtos superiores a 100 por cento, destacando-
se o caso da Ardósia (NC 2514), em que o indicador atingiu, em 2001, cerca de 3000 por
cento (um resultado que, de qualquer modo, é bastante inferior ao dos anos anteriores). A
este valor correspondeu um excedente comercial de 3,5 milhões de euros. Nos onze
primeiros meses de 2002, o saldo comercial fixou-se em 2,3 milhões de euros, a que
correspondeu uma taxa de cobertura de 860 por cento.
Espanha assume a supremacia no fornecimento de Portugal na ardósia, sendo responsável
por 72,6 por cento das importações (92,5 por cento em 2000), seguindo-se-lhe o Brasil
(25,4 por cento), a Suíça e a Alemanha.
Como principais clientes, destacam-se a Alemanha e o Japão, destino de 39 e 14 por
cento, respectivamente, das nossas exportações, sendo também relevante a importância
da Bélgica, Espanha e França.

Relativamente aos saldos comerciais, foi nos mármores e granitos belgas (NC 2515) que
se verificou, em 2001, o excedente mais elevado, que atingiu 13 milhões de euros. O
saldo tem vindo, no entanto, a diminuir desde 1998, ano em que as exportações
ultrapassaram as importações em 20,2 milhões de euros. O forte crescimento das
importações, a par da quebra de exportações que se tem observado em alguns anos, tem

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determinado uma redução da taxa de cobertura, que de 2243 por cento, em 1997, passou
para 384,7 por cento, em 2001.
De Janeiro a Novembro de 2001, o saldo comercial foi de 15,3 milhões de euros e a taxa
de cobertura estabeleceu-se em 652,4 por cento.
A Itália e a Espanha lideram o ranking de clientes de Portugal, absorvendo, no seu
conjunto, 58 por cento das nossas exportações. Os lugares seguintes são ocupados pela
França, China e Japão.
No que respeita aos principais fornecedores, realça-se a importância de Espanha, origem
de metade das nossas importações, sendo ainda de salientar o papel desempenhado pela
Itália, e, fora da UE, pela Macedónia, Brasil e Irão.

O granito, pórfiro e basalto (NC 2516) registou, em 2001, um saldo comercial de 6,6
milhões de euros, tendo-se a taxa de cobertura situado em 132 por cento. De Janeiro a
Novembro de 2002, o excedente comercial ascendeu a 16 milhões de euros, montante a
que correspondeu uma taxa de cobertura de 205,3 por cento.
Os cinco primeiros lugares no ranking de países clientes de Portugal são ocupados por
países da UE, destacando-se claramente o caso de Espanha, para onde de dirige cerca de
metade (51 por cento) das exportações nacionais, seguindo-se a Alemanha, Reino Unido,
Itália e França.
Espanha é também o principal fornecedor de Portugal, sendo a origem de 64 por cento
das nossas importações. A seguir surgem o Brasil, África do Sul, China e Noruega.

O quartzo (excepto areias naturais) e quarzites (NC 2506) apresentaram, em 2001, um


saldo comercial positivo de 897,5 mil euros e uma taxa de cobertura de 857 por cento. No
período de Janeiro a Novembro de 2002, o saldo foi de 452,2 mil euros e a taxa de
cobertura situou-se em 413 por cento.
O principal cliente de Portugal é, indubitavelmente, a Noruega, destino de 80 por cento
das nossas exportações.
Como fornecedores, assumem especial relevância a Itália e o Brasil, responsáveis, no
conjunto, por 87,2 por cento das nossas importações (note-se, no entanto, que em 2000 o
principal fornecedor de Portugal foi a Holanda, com uma quota de 63,9 por cento).

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Análise Swot
Pontos fortes Pontos fracos
• Existência de matérias-primas de boa • Falta de visão estratégica
qualidade e em quantidade • Reduzida dimensão das empresas
• Existência de algumas rochas exclusivas do • Fraco domínio dos canais de distribuição
território nacional • Baixa transmissão de conhecimentos para a
• Utilização de tecnologia avançada geração mais nova de trabalhadores
• Detenção de um know-how português no • Envelhecimento e falta de mão-de-obra
trabalho da pedra • Reduzida cooperação empresarial
• Saldos comerciais positivos • Deficiente promoção dos produtos
• Dificuldade de incorporação de design
• Excessiva concentração geográfica das trocas
comerciais
• Persistência de alguns problemas em matéria
ambiental
Oportunidades Ameaças
• Aprofundamento da penetração da produção • Aparecimento de novos produtores
nacional nos mercados já clientes (Espanha, internacionais (China e Índia) que praticam
Reino Unido, Alemanha, Itália e Arábia preços mais atractivos
Saudita)
• Conquista de novos mercados (EUA, África)
• Normalização e certificação dos produtos,
facilitando a penetração nos diferentes
mercados
• Incremento da cooperação empresarial
• Aumento da prestação de serviços pré e pós
venda
• Aumento da formação dos recursos humanos

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Panorama Comunitário

A indústria das rochas ornamentais está concentrada em dois grupos de países. Na


Europa, assume especial relevância em Itália, Espanha e Portugal e, na Ásia, destacam-se
a China e a Índia. Estas duas áreas geográficas são responsáveis por aproximadamente 80
por cento da produção mundial de mármores e granitos.
Enquanto a Europa lidera a oferta mundial de rochas ornamentais, sendo responsável por
cerca de 51 por cento da produção de blocos e chapas serradas, sobretudo no que se
refere aos mármores, a Ásia domina a produção de granitos.

Na produção de produtos em obra, salientam-se a Itália, a China, Espanha, Índia e


Portugal, permanecendo o primeiro a possuir a supremacia deste sector, pela tradição,
imagem, marca, domínio dos canais de distribuição e design que possui, bem como pelo
facto de funcionar em cluster.

A serragem, corte e acabamento de pedra atinge na UE cerca de 5,7 mil milhões de euros
e reúne 79 mil trabalhadores. O seu valor acrescentado é de 2,2 mil milhões de euros.

Os maiores produtores são Espanha (1,8 mil milhões de euros), Itália (1,7 mil milhões de
euros) e Alemanha (677 milhões de euros), em oposição ao Luxemburgo, Dinamarca e
Irlanda, países em que se registam os valores mais baixos de produção.
Relativamente ao volume de emprego, constata-se que os dois países mais empregadores
são os maiores produtores, cabendo o 3º lugar a Portugal.

O saldo comercial tem sido positivo, atingindo, em 1998, 1198 milhões de euros, tendo a
taxa de cobertura alcançado 634,6 por cento (de referir que de 1988 a 1992, este
indicador assumiu sempre valores superiores a 1000 por cento).

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Itália, Espanha e Portugal são os países que apresentam excedentes comerciais maiores
(realçando-se os 1632 milhões de euros apresentados pelo 1º país), registando-se défices
comerciais em 9 dos Estados-Membros.

A produtividade assume montantes mais elevados na Dinamarca (49,3 mil euros), Reino
Unido (48,5 mil euros) e Itália (48,3 mil euros) e montantes mais reduzidos na Grécia,
Espanha e Suécia.
No que respeita os custos médios com pessoal, é na Áustria (34,8 mil euros), Alemanha
(32,3 mil euros) e Dinamarca (30,7 mil euros) que se verificam os valores mais elevados,
em contraste com a Grécia, Espanha e Irlanda, onde se observam os valores mais baixos.

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Anexo Estatístico

CAE 267 - Serragem, corte e acabamento da


pedra
Ano Empresas Pessoal Pessoal/ Custos Volume VABpm Produtividade Custos Médios
Empresas Pessoal Negócios Pessoal
milhões euros mil euros
1996 1665 12232 7 99,5 431,3 155,7 12,7 8,1
1997 1629 13156 8 111,4 503,9 175,7 13,4 8,5
1998 1665 14156 9 122,7 544,8 199,2 14,1 8,7
1999 1781 13935 8 131,4 614,7 206,3 14,8 9,4
2000 1902 14635 8 146,5 628,2 234,9 16 10,0
Fonte: INE – Estatísticas das Empresas

CAE 267 - Serragem, corte e acabamento da pedra


Peso na Indústria Transformadora
Custos Médios
Ano Empresas Pessoal V. Negócios VABpm Produtividade Pessoal
1996 2,0% 1,2% 0,7% 0,9% 74,6% 89,8%
1997 2,0% 1,3% 0,8% 0,9% 72,6% 89,9%
1998 2,3% 1,4% 0,9% 1,1% 74,5% 85,7%
1999 2,3% 1,4% 0,9% 1,2% 83,3% 89,6%
2000 2,5% 1,6% 0,9% 1,3% 82,9% 88,6%
Fonte: Cálculos próprios com base no INE

CAE 267 - Serragem, corte e acabamento da pedra


Taxas de crescimento
Custos Médios
Ano Empresas Pessoal V. Negócios VABpm Produtividade Pessoal
1997 -2,2% 7,6% 16,8% 12,8% 4,9% 4,1%
1998 2,2% 7,6% 8,1% 13,4% 5,4% 2,3%
1999 7,0% -1,6% 12,8% 3,5% 5,1% 8,8%
2000 6,8% 5,0% 2,2% 13,9% 8,1% 6,1%
Fonte: Cálculos próprios com base no INE

CAE 141 - Extracção de pedra


Ano Empresas Pessoal Pessoal/ Custos Volume VABpm Produtividade Custos
Empresas Pessoal Negócios Médios
Pessoal
milhões euros mil euros
1996 1012 10052 10 88,7 447,9 169,3 16,8 8,8
1997 899 9480 11 94,7 525,1 190,4 20,1 10,0
1998 862 9758 11 103,1 490,0 202,4 20,7 10,6
1999 842 9338 11 102,1 459,3 196,8 21,1 10,9
2000 768 8424 11 101,5 430,9 194,6 23,1 12,0
Fonte: INE – Estatísticas das Empresas

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CAE 141 - Extracção de pedra
Taxas de crescimento
Volume Custos Médios
Ano Empresas Pessoal Negócios VABpm Produtividade Pessoal
1997 -11,2% -5,7% 17,2% 12,5% 19,2% 13,2%
1998 -4,1% 2,9% -6,7% 6,3% 3,3% 5,8%
1999 -2,3% -4,3% -6,3% -2,8% 1,6% 3,5%
2000 -8,8% -9,8% -6,2% -1,1% 9,6% 10,2%
Fonte: Cálculos com base no INE

CAE 141 - Extracção de pedra


Peso na Indústria Extractiva
Volume Custos Médios
Ano Empresas Pessoal Negócios VABpm Produtividade Pessoal
1996 65,7% 69,0% 60,8% 47,0% 74,4% 97,6%
1997 62,8% 65,8% 59,0% 47,6% 79,4% 100,0%
1998 64,4% 61,6% 50,5% 52,1% 84,7% 89,4%
1999 64,3% 59,3% 46,0% 50,6% 85,3% 87,1%
2000 63,2% 58,1% 46,0% 48,3% 83,4% 90,7%
Fonte: Cálculos com base no INE

Evolução do comércio externo de NC 2506 – Quartzo (excepto areias naturais), quartzites, mesmo
desbastadas ou simplesmente cortadas à serra ou por outro meio, em blocos ou placas de forma quadrada
ou rectangular
Ano Exportações Importações Saldo Tx. Cob.
Euros T.V.H. % nas Euros T.V.H. % nas Euros
export. import.
nacionais nacionais
1997 847688 - 0,0% 156408 - 0,0% 691280 542,0%
1998 1388784 63,8% 0,0% 161075 3,0% 0,0% 1227709 862,2%
1999 1035903 -25,4% 0,0% 60078 -62,7% 0,0% 975825 1724,3%
2000 1301888 25,7% 0,0% 290849 384,1% 0,0% 1011039 447,6%
2001 1016090 -22,0% 0,0% 118544 -59,2% 0,0% 897546 857,1%
Jan-Nov 596757 - 0,0% 144463 - 0,0% 452294 413,1%
2002
Unidade: Euros; T.V.H. – Taxa de variação homóloga
Fonte: Cálculos com base no INE

Evolução do comércio externo de NC 2514- Ardósia, mesmo desbastada ou simplesmente cortada à


serra ou por outro meio, em blocos ou placas de forma quadrada ou rectangular
Ano Exportações Importações Saldo Tx. Cob.
Euros T.V.H. % nas Euros T.V.H. % nas Euros
export. import.
nacionais nacionais
1997 2565099 - 0,0% 10353 - 0,0% 2554746 24776,4%
1998 2934547 14,4% 0,0% 23435 126,4% 0,0% 2911112 12522,1%
1999 3006381 2,4% 0,0% 46946 100,3% 0,0% 2959435 6403,9%
2000 2411991 -19,8% 0,0% 34396 -26,7% 0,0% 2377595 7012,4%
2001 3677968 52,5% 0,0% 122326 255,6% 0,0% 3555642 3006,7%
Jan-Nov 2647131 - 0,0% 307815 - 0,0% 2339316 860,0%
2002
Unidade: Euros; T.V.H. – Taxa de variação homóloga
Fonte: Cálculos com base no INE

13
Evolução do comércio externo de NC 2515 – Mármores, travertinos, granitos belgas e outras pedras
calcárias de cantaria ou de construção, de densidade aparente maior ou igual a 2,5, e alabastro, mesmo
desbastados ou simplesmente cortados à serra ou por outro meio, em blocos ou placas de forma quadrada
ou rectangular
Ano Exportações Importações Saldo Tx. Cob.
Euros T.V.H. % nas Euros T.V.H. % nas Euros
export. import.
nacionais nacionais
1997 17921372 - 0,1% 799029 - 0,0% 17122343 2242,9%
1998 21355467 19,2% 0,1% 1056380 32,2% 0,0% 20299087 2021,6%
1999 17555574 -17,8% 0,1% 1235658 17,0% 0,0% 16319916 1420,7%
2000 18197867 3,7% 0,1% 2191518 77,4% 0,0% 16006349 830,4%
2001 17694234 -2,8% 0,1% 4599624 109,9% 0,0% 13094610 384,7%
Jan-Nov 18073610 - 0,1% 2770153 - 0,0% 15303457 652,4%
2002
Unidade: Euros; T.V.H. – Taxa de variação homóloga
Fonte: Cálculos com base no INE

Evolução do comércio externo de NC 2516 - Granito, pórfiro, basalto, orenito e outras pedras de cantaria
ou de construção, mesmo desbastadas ou simplesmente cortadas à serra ou por outro meio, em blocos ou
placas de forma quadrada ou rectangular
Ano Exportações Importações Saldo Tx. Cob.
Euros T.V.H. % nas Euros T.V.H. % nas Euros
export. import.
nacionais nacionais
1997 30002764 - 0,1% 9508144 - 0,0% 20494620 315,5%
1998 16131357 -46,2% 0,1% 10288498 8,2% 0,0% 5842859 156,8%
1999 19093413 18,4% 0,1% 10393221 1,0% 0,0% 8700192 183,7%
2000 21737781 13,8% 0,1% 15000813 44,3% 0,0% 6736968 144,9%
2001 27660509 27,2% 0,1% 20965382 39,8% 0,0% 6695127 131,9%
Jan-Nov 31358158 - 0,1% 15271696 - 0,0% 16086462 205,3%
2002
Unidade: Euros; T.V.H. – Taxa de variação homóloga
Fonte: Cálculos com base no INE

Principais países clientes de NC 2506


Exportações
2001 2000
% no
Países Euros % no total Ranking Euros total Ranking
Noruega 813815 80,09 1º 1117155 85,81 1º
Irlanda 99749 9,82 2º 45426 3,49 3º
R. Unido 97213 9,57 3º 137444 10,56 2º
Marrocos 2009 0,2 4º 1187 0,09 4º
Bélgica 1268 0,12 5º 676 0,05 5º
Fonte: INE

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Principais países fornecedoresde NC 2506
Importações
2001 2000
% no
Países Euros % no total Ranking Euros total Ranking
Itália 56221 47,43 1º 56685 19,49 2º
Brasil 47147 39,77 2º 13186 4,53 4º
Holanda 12691 10,71 3º 186064 63,97 1º
Espanha 1233 1,04 4º 822 0,28 8º
Alemanha 853 0,72 5º 8892 3,06 5º
Fonte: INE

Principais países clientes de NC 2514


Exportações
2001 2000
% no
Países Euros % no total Ranking Euros total Ranking
Alemanha 1443772 39,25 1º 1170832 48,54 1º
Japão 529996 14,41 2º 196962 8,17 4º
Bélgica 352795 9,59 3º 247625 10,27 2º
Espanha 270976 7,37 4º 121589 5,04 5º
França 248376 6,75 5º 231872 9,61 3º
Fonte: INE

Principais países fornecedores de NC 2514


Importações
2001 2000
% no
Países Euros % no total Ranking Euros total Ranking
Espanha 88886 72,66 1º 31825 92,53 1º
Brasil 31162 25,47 2º 0 0
Suíça 1624 1,33 3º 0 0
Alemanha 654 0,53 4º 1156 3,36 3º
Fonte: INE

Principais países clientes de NC 2515


Exportações
2001 2000
% no
Países Euros % no total Ranking Euros total Ranking
Itália 5937348 33,56 1º 5735309 31,52 1º
Espanha 4320914 24,42 2º 5597505 30,76 2º
França 1153408 6,52 3º 1052397 5,78 3º
China 920997 5,21 4º 440746 2,42 7º
Japão 874976 4,94 5º 841248 4,62 5º
Fonte: INE

15
Principais países fornecedores de NC 2515
Importações
2001 2000
% no
Países Euros % no total Ranking Euros total Ranking
Espanha 2298975 49,98 1º 365059 16,66 2º
Itália 742786 16,15 2º 606499 27,67 1º
Macedónia 645905 14,04 3º 271597 12,39 3º
Brasil 312311 6,79 4º 256906 11,72 4º
Irão 113723 2,47 5º 47526 2,17 11º
Fonte: INE

Principais países clientes de NC 2516


Exportações
2001 2000
% no % no
Países Euros total Ranking Euros total Ranking
Espanha 14147114 51,15 1º 10698274 49,22 1º
Alemanha 5173156 18,7 2º 1315084 6,05 5º
R. Unido 2055125 7,43 3º 1190524 5,48 7º
Itália 1318299 4,77 4º 1209755 5,57 6º
França 1302568 4,71 5º 1739923 8 3º
Fonte: INE

Principais países fornecedores de NC 2516


Importações
2001 2000
% no
Países Euros % no total Ranking Euros total Ranking
Espanha 13433978 64,08 1º 7793737 51,96 1º
Brasil 2090053 9,97 2º 2072510 13,82 3º
África Sul 1468629 7,01 3º 2177845 14,52 2º
China 1058952 5,05 4º 15107 0,1 13º
Noruega 721405 3,44 5º 633689 4,22 4º
Fonte: INE

Serragem, corte e acabamento de pedra na UE


1988 1989 1990 1991 1992 1993 1994 1995
6
Produção (10 euros) 3455 4216 4364 4884 5005 4747 4944 5750
V. Acresc. (106 euros) 1313 1518 1549 1858 1897 1810 1927 2227
Pessoal ao serviço (milhares) 64,0 68,5 70,2 76,0 73,2 69,1 70,9 79,0
Fonte: Eurostat - Panorama da Indústria Comunitária

16
Serragem, corte e acabamento de pedra na UE (1998)
Bl Din Ale Gre Esp Fr Irl Itl Lux P.Bx. Aus Por Fin Sue RU
Produção 393 14 677 90 1824 318 41 1728 5 61 128 494 95 43 208
6
(10
euros)
V. Acres. 114 7 292 31 717 131 19 544 2 26 73 - 42 18 119
6
(10
euros)
Pessoal 3644 134 6896 1963 33350 4528 581 11246 62 452 1920 11214 1219 770 2462
ao
serviço
Fonte: Eurostat - Panorama da Indústria Comunitária

Serragem, corte e acabamento de pedra na UE


1988 1989 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998
6
Exp. (10 823 1025 1073 1040 1010 938 1069 1111 1278 1401 1423
euros)
Imp. (106 46 50 50 66 91 107 117 130 177 173 224
euros)
B. Com. 776 975 1023 973 919 831 952 981 1101 1228 1198
6
(10 euros)
Tx. Cob. 1772,9 2031,0 2150,8 1563,7 1112,1 875,1 914,5 855,5 721,4 808,2 634,6
(%)
Fonte: Eurostat - Panorama da Indústria Comunitária

Serragem, corte e acabamento de pedra na UE (1998)


Bl/ Din Ale Gre Esp Fr Irl Itl P.Bx. Aus Por Fin Sue RU
Lux
B. Com -21 -14 -456 77 415 -53 -11 1632 -52 -49 109 30 -5 -99
6
(10
euros)
Tx. 80,1 51,3 10,9 1210,2 1003,8 67,7 40,0 3667,8 28,8 15,6 738,2 860,4 40,3 18,1
Cob.
(%)
Fonte: Eurostat - Panorama da Indústria Comunitária

Serragem, corte e acabamento de pedra na UE (1998; milhares euros)


UE15 Bl Din Ale Gre Esp Fr Irl Itl Lux P.Bx. Aus Fin Sue RU
C. Med. 24,9 26,7 30,7 32,3 13,6 17,0 28,7 18,6 27,0 22,8 - 34,8 27,6 19,6 19,2
Pessoal
Produtivid 28,2 31,3 49,3 42,4 15,6 21,5 28,9 33,2 48,3 40,0 35,0 38,0 34,6 23,9 48,5
ade
Fonte: Eurostat - Panorama da Indústria Comunitária

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