Presidência da República

Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
DECRETO Nº 5.063, DE 3 DE MAIO DE 2004. Aprova a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções Gratificadas do Ministério do Trabalho e Emprego, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA , no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, incisos IV e VI, alínea "a", da Constituição, DECRETA: Art. 1º Ficam aprovados a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções Gratificadas do Ministério do Trabalho e Emprego, na forma dos Anexos I e II a este Decreto. Art. 2º Em decorrência do disposto no art. 1º, ficam remanejados, na forma do Anexo III a este Decreto, os seguintes cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS: I - da Secretaria de Gestão, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, para o Ministério do Trabalho e Emprego: um DAS 101.5; dez DAS 101.4; vinte e três DAS 101.3; quatro DAS 101.2; cinco DAS 101.1; três DAS 102.4; quatro DAS 102.3; e três DAS 102.2; e II - do Ministério do Trabalho e Emprego, para a Secretaria de Gestão, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão: dois DAS 102.1. Art. 3º Os apostilamentos decorrentes da aprovação da Estrutura Regimental de que trata o art. 1º deverão ocorrer no prazo de vinte dias, contado da data de publicação deste Decreto. Parágrafo único. Após os apostilamentos previstos no caput, o Ministro de Estado do Trabalho e Emprego fará publicar no Diário Oficial da União, no prazo de trinta dias, contado da data de publicação deste Decreto, relação nominal dos titulares dos cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS a que se refere o Anexo I, indicando, inclusive, o número de cargos vagos, sua denominação e respectivo nível. Art. 4º Os regimentos internos dos órgãos do Ministério do Trabalho e Emprego serão aprovados pelo Ministro de Estado e publicados no Diário Oficial da União, no prazo de noventa dias, contado da data de publicação deste Decreto. Art. 5º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Art. 6º Fica revogado o Decreto nº 4.764, de 24 de junho de 2003. Brasília, 3 de maio de 2004; 183º da Independência e 116º da República. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Ricardo José Ribeiro Berzoini Guido Mantega Este texto não substitui o publicado no D.O.U. de 4.5.2004

ANEXO I ESTRUTURA REGIMENTAL MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO CAPÍTULO I DA NATUREZA E COMPETÊNCIA Art. 1 O Ministério do Trabalho e Emprego, órgão da administração federal direta, tem como área de competência os seguintes assuntos: I - política e diretrizes para a geração de emprego e renda e de apoio ao trabalhador; II - política e diretrizes para a modernização das relações do trabalho; III - fiscalização do trabalho, inclusive do trabalho portuário, bem como aplicação das sanções previstas em normas legais ou coletivas; IV - política salarial; V - formação e desenvolvimento profissional; VI - segurança e saúde no trabalho; VII - política de imigração; e VIII - cooperativismo e associativismo urbanos. CAPÍTULO II DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL Art. 2 O Ministério do Trabalho e Emprego tem a seguinte estrutura organizacional: I - órgãos de assistência direta e imediata ao Ministro de Estado: a) Gabinete; b) Secretaria-Executiva: 1. Corregedoria; 2. Coordenação-Geral do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço; e 3. Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração; c) Consultoria Jurídica; e d) Ouvidoria-Geral; II - órgãos específicos singulares: a) Secretaria de Políticas Públicas de Emprego:
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1. Departamento de Emprego e Salário; 2. Departamento de Qualificação; e 3. Departamento de Políticas de Trabalho e Emprego para a Juventude b) Secretaria de Inspeção do Trabalho: 1. Departamento de Fiscalização do Trabalho; e 2. Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho; c) Secretaria de Relações do Trabalho; d) Secretaria Nacional de Economia Solidária; 1. Departamento de Estudos e Divulgação; e 2. Departamento de Fomento à Economia Solidária; III - unidades descentralizadas: Delegacias Regionais do Trabalho; III - unidades descentralizadas: Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego; (Redação dada pelo Decreto nº 6.341, de 2008). IV - órgãos colegiados: a) Conselho Nacional do Trabalho; b) Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço; c) Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador; d) Conselho Nacional de Imigração; e e) Conselho Nacional de Economia Solidária; V - entidade vinculada: Fundação Jorge Duprat Figueiredo, de Segurança e Medicina do Trabalho - FUNDACENTRO. CAPÍTULO III DAS COMPETÊNCIAS DOS ÓRGÃOS Seção I Dos Órgãos de Assistência Direta e Imediata ao Ministro de Estado Art. 3º Ao Gabinete compete: I - assistir ao Ministro de Estado em sua representação política e social, ocupar-se das relações públicas e do preparo e despacho do seu expediente pessoal; II - acompanhar o andamento dos projetos de interesse do Ministério, em tramitação no Congresso Nacional;

IV .assistir ao Ministro de Estado nos assuntos de cooperação e assistência técnica internacionais.providenciar a publicação oficial e a divulgação das matérias relacionadas com a área de atuação do Ministério.assistir ao Ministro de Estado na supervisão e coordenação das atividades das Secretarias integrantes do Ministério e da entidade a ele vinculada. Parágrafo único. Art.supervisionar as atividades relacionadas com o Conselho Nacional de Imigração. de 11 de dezembro de 1990.112.III . no âmbito do Ministério. 143 da Lei nº 8. de administração financeira. Art. especialmente quando constatada a omissão no cumprimento da obrigação estabelecida pelo art. V .supervisionar as atividades disciplinares e de correição desenvolvidas no âmbito do Ministério e de suas unidades descentralizadas. III .coordenar. .providenciar o atendimento às consultas e aos requerimentos formulados pelo Congresso Nacional. A Secretaria-Executiva exerce. II .planejar.SIPEC. VI .auxiliar o Ministro de Estado na formulação de políticas públicas. controlar e avaliar as atividades disciplinares e de correição desenvolvidas no âmbito do Ministério e de suas unidades descentralizadas. a função de órgão setorial dos Sistemas de Pessoal Civil da Administração Federal .verificar os aspectos disciplinares dos procedimentos fiscais e administrativos.SISP. a elaboração de proposições legislativas sobre matéria trabalhista ou correlata. ainda. IV . e VII .supervisionar e coordenar as atividades de organização e modernização administrativa. V . II . de Serviços Gerais .supervisionar as atividades relacionadas com o Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. de recursos humanos e de serviços gerais. de contabilidade. orientar. de Administração dos Recursos de Informação e Informática . na definição de diretrizes e programas e na implementação de ações da área de competência do Ministério.SISG. bem como as relacionadas com os sistemas federais de planejamento e de orçamento. 4º À Secretaria-Executiva compete: I . de administração dos recursos de informação e informática. e VI . coordenar. executar. de Planejamento e de Orçamento Federal. e IV .promover ações destinadas à valorização e ao cumprimento de preceitos relativ à os ética funcional e a conduta disciplinar dos servidores. por intermédio da Subsecretaria de Planejamento.propor ao Secretário-Executivo a instauração de sindicância ou processo administrativo disciplinar.exercer outras atribuições que lhe forem cometidas pelo Ministro de Estado. III . de Contabilidade Federal e de Administração Financeira Federal. 5º À Corregedoria compete: I . Orçamento e Administração.

coordenar e controlar a execução das atividades orçamentárias e financeiras de gestão do Fundo de Amparo ao Trabalhador . de administração dos recursos de informação e informática. . b) a elaboração de minutas e projetos. Orçamento e Administração compete: I . extravio ou irregularidade que resulte em dano ao erário. e submetê-los à consideração superior. Art. IV . órgão setorial da Advocacia-Geral da União.acompanhar e promover a avaliação de projetos e atividades. Art. 6º À Coordenação-Geral do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço compete planejar.promover a elaboração e consolidar planos e programas das atividades de sua área de competência e submetê-los à decisão superior. II . de serviços gerais. IV .manter articulação com os órgãos responsáveis pela coordenação central das atividades de organização e modernização administrativa e dos sistemas mencionados no inciso I. projetos e minutas de atos normativos de iniciativa do Ministério. dos tratados e dos demais atos normativos a ser uniformemente seguida em sua área de atuação e coordenação. V .planejar.desenvolver. financeira e contábil.assistir ao Ministro de Estado no controle interno da legalidade administrativa dos atos de sua competência. assim como as relacionadas com os sistemas federais de recursos humanos.assessorar o Ministro de Estado em assuntos de natureza jurídica.exercer a coordenação e a supervisão das atividades do órgão jurídico da entidade vinculada. VII . III . 8º À Consultoria Jurídica. coordenar e controlar os serviços de secretaria-executiva do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. VI . quando solicitada pelo Ministro de Estado. com a finalidade de orientar as unidades do Ministério quanto ao cumprimento das normas estabelecidas. e c) a proposta de declaração de nulidade de ato administrativo praticado no âmbito do Ministério. das leis. ou que o Ministro de Estado deva referendar. executar.FAT. coordenar e supervisionar a execução das atividades relativas à organização e modernização administrativa. as atividades de execução orçamentária.Art. 7º À Subsecretaria de Planejamento. quando não houver orientação normativa do Advogado-Geral da União. compete: I .realizar tomadas de contas dos ordenadores de despesas e demais responsáveis por bens e valores públicos e de todo aquele que der causa a perda. III .fixar a interpretação da Constituição.coordenar a elaboração e a consolidação dos planos e programas das atividades finalísticas do Ministério. e VIII . II . de planejamento e de orçamento.planejar. mediante: a) o exame de anteprojetos. no âmbito do Ministério. de contabilidade e de administração financeira.

nos termos da lei.coordenar as atividades jurídicas do Ministério. no que se refere às ações integradas de orientação. e b) os atos pelos quais se vá reconhecer a inexigibilidade. V . coordenar. 9º A Ouvidoria-Geral compete receber. bem como os dos contratos e instrumentos congêneres. Seção II Dos Órgãos Específicos Singulares Art. examinar e encaminhar reclamações.cumprir e fazer cumprir a orientação normativa emanada da Advocacia-Geral da União.acompanhar o cumprimento. em âmbito nacional. que devam ser assinados ou publicados pelas autoridades do Ministério. monitorar e avaliar as ações de estímulo ao primeiro emprego para a juventude.fornecer subsídios e emitir pareceres para a defesa dos direitos e interesses da União e de autoridades do Ministério. no âmbito do Ministério: a) minutas de editais de licitação. À Secretaria de Políticas Públicas de Emprego compete: I . no exercício dos respectivos cargos. IX .examinar ordens e sentenças judiciais e orientar as autoridades do Ministério quanto ao seu exato cumprimento. salário e qualificação profissional. controlar e avaliar os programas relacionados com a geração de emprego e renda. de licitação. elogios e sugestões referentes a procedimentos e ações de agentes e órgãos. prévia e conclusivamente. III . o abono salarial e a formação e o desenvolvimento profissional para o mercado de trabalho. em curso no Congresso Nacional ou encaminhados à sanção do Presidente da República. VIII . no âmbito do Ministério. e VI . VI . no âmbito de sua competência. recolocação e qualificação profissional. dos acordos e convenções ratificados pelo Governo brasileiro junto a organismos internacionais. IV .planejar. 11.OIT e submetê-los à apreciação final do Ministro de Estado.examinar. 10. VII . em especial à OIT. renda. e XI . II . propondo o seu aperfeiçoamento. o seguro-desemprego. o apoio ao trabalhador desempregado. quando solicitada.V . ou decidir a dispensa. Art.subsidiar a definição de políticas públicas de emprego. unidades descentralizadas e entidade a ele vinculada.opinar. sobre projetos de lei de interesse trabalhista. Ao Departamento de Emprego e Salário compete: .coordenar a elaboração dos relatórios que o Ministério apresente à Organização Internacional do Trabalho . nos assuntos de sua área de competência.promover estudos da legislação trabalhista e correlata.planejar. X . Art.planejar e coordenar as atividades relacionadas com o Sistema Nacional de Emprego.

IX . certificação. coordenar e controlar as ações. VII . certificação e orientação profissional. tendo em vista a ampliação das ações de apoio ao trabalhador e de intermediação de mão-de-obra.supervisionar e orientar a realização de estudos da legislação trabalhista e correlata. IV .supervisionar. V . os Institutos e as Escolas Sindicais. tendo em vista a ampliação das ações de qualificação. com as Secretarias de Trabalho e de Educação dos Estados e dos Municípios. controlar e avaliar a execução de políticas públicas de qualificação.definir prioridades e necessidades e normalizar o processamento de dados relativos ao movimento de empregados e desempregados. o apoio ao trabalhador desempregado e o abono salarial. o seguro-desemprego. Art. promovendo a elaboração de análises. os Conselhos Estaduais e Municipais do Trabalho e de Educação. propondo o seu aperfeiçoamento. a iniciativa privada e com organizações nãogovernamentais. pesquisas e relatórios capazes de subsidiar a formulação de políticas públicas de emprego. VIII . XI .articular-se com a iniciativa privada e com organizações não-governamentais. III . II . articulados com a elevação de escolaridade na perspectiva da efetividade social e da qualidade de seus conteúdos e metodologia. orientação e desenvolvimento profissional. projetos e atividades relativos à identificação do trabalhador e ao registro profissional.promover a articulação no campo da qualificação. coordenar.articular-se com os movimentos sociais. no âmbito de sua competência. promovendo a divulgação das informações resultantes e sua utilização na sistemática de pagamento de benefícios. coordenar.I . II . observando a legislação pertinente.CBO.supervisionar a atualização da Classificação Brasileira de Ocupações . .orientar. providenciando a divulgação sistemática das análises e informações produzidas.planejar.RAIS. qualificação profissional básica e continuada.planejar. certificação e orientação profissional. incluindo programas relacionados com a formação. e XII .apoiar tecnicamente os órgãos colegiados do Ministério. executar e controlar os serviços de secretaria-executiva do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador. supervisionar.supervisionar e coordenar a execução de programas relacionados com a geração de emprego e renda. Ao Departamento de Qualificação compete: I . X . coordenar e normalizar as atividades relacionadas com o processamento de dados da Relação Anual de Informações Sociais . VI .supervisionar e coordenar a execução das atividades do Sistema Nacional de Emprego no que se refere às ações integradas de orientação e recolocação profissional. de modo a promover sua constante adequação ao mercado de trabalho. 12. em sua área de competência. orientar. as Instituições de Formação Profissional e as Escolas Técnicas.prover informações estatísticas e indicadores da evolução do mercado de trabalho e do emprego. III .articular-se com os demais órgãos envolvidos nas atividades de sua área de competência.

apoiar tecnicamente os órgãos colegiados do Ministério. e VII . em conjunto com as demais Secretarias.FGTS.articular-se com os demais órgãos envolvidos nas atividades de sua área de competência. inclusive do trabalho portuário. . IV . Art. no âmbito do Programa de Geração de Emprego e Renda . no âmbito de sua competência.participar. com vistas a ações de preparação e inserção de jovens no mercado de trabalho. e VI . II . propondo o seu aperfeiçoamento.participar. Ao Departamento de Políticas de Trabalho e Emprego para a Juventude compete: I . II . bem como as de implementação do ser viço civil voluntário. À Secretaria de Inspeção do Trabalho compete: I . Art.planejar.formular e propor as diretrizes e normas de atuação da área de segurança e saúde do trabalhador. III .supervisionar.apoiar tecnicamente os órgãos colegiados do Ministério.orientar e coordenar as atividades de incentivo ao estágio e à aprendizagem do jovem.articular-se com os demais órgãos envolvidos nas atividades de sua área de competência. III . V .supervisionar e orientar a realização de estudos da legislação trabalhista e correlata.IV . coordenar e supervisionar a execução das ações de intermediação de mão de-obra dos jovens por intermédio da concessão aos empregadores de subvenção econômica para geração de empregos. em conjunto com a Secretaria de Relações do Trabalho. em sua área de competência. em sua área de competência.PROGER. de promoção da sua qualificação profissional. VI . da elaboração de programas especiais de proteção ao trabalho. as atividades de mediação em conflitos coletivos de trabalho. V .formular e propor as diretrizes da inspeção do trabalho. priorizando o estabelecimento de política de combate ao trabalho forçado e infantil.articular e desenvolver parcerias com a iniciativa privada visando captar vagas para a qualificação ou inserção de jovens no mercado de trabalho. 14. em conjunto com as demais Secretarias.articular-se com organizações da sociedade civil. quando exercidas por Auditores-Fiscais do Trabalho. IV .formular e propor as diretrizes da fiscalização dos recolhimentos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço . V . orientar e apoiar. VI . 13. estimulando e apoiando a formação de consórcios sociais da juventude.acompanhar a execução das ações para concessão de crédito assistido ao jovem empreendedor. da formulação de novos procedimentos reguladores das relações capital-trabalho. bem como a todas as formas de trabalho degradante.

planejar. (Redação dada pelo Decreto nº 6. e IX . bem como do trabalho portuário. supervisionar. IV . VIII . III .supervisionar.promover estudos da legislação trabalhista e correlata.subsidiar a formulação e proposição das diretrizes para o aperfeiçoamento técnicoprofissional e gerência do pessoal da inspeção do trabalho. a remessa da legislação e atos administrativos de interesse da fiscalização do trabalho às Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego.propor ações. XII . e XIII . VI .supervisionar a remessa da legislação e atos administrativos de interesse da fiscalização do trabalho às Delegacias Regionais do Trabalho. .coordenar as atividades voltadas para o desenvolvimento de programas e ações integradas de cooperação técnico-científica com organismos nacionais e internacionais. dos acordos e convenções ratificados pelo Governo brasileiro junto a organismos internacionais.supervisionar as atividades voltadas para o desenvolvimento de programas e ações integradas de cooperação técnico-científica com organismos nacionais e internacionais.subsidiar a formulação e proposição das diretrizes da fiscalização dos recolhimentos do FGTS.formular e propor as diretrizes para o aperfeiçoamento técnico-profissional e gerência do pessoal da inspeção do trabalho.acompanhar o cumprimento.propor diretrizes para o aperfeiçoamento das relações do trabalho na sua área de competência. coordenar e controlar as ações e atividades da fiscalização do trabalho.acompanhar as atividades do Conselho Curador do FGTS. em especial à OIT. Art.supervisionar e controlar a geração. X . intercâmbio de informações e estabelecimento de ações integradas entre as fiscalizações federais. VII .subsidiar a formulação e proposição das diretrizes da inspeção do trabalho. na área de sua competência. II .subsidiar a proposição de diretrizes e normas para o aperfeiçoamento das relações do trabalho. nos assuntos de sua área de competência. IX . orientar. na área de sua competência. no âmbito de sua competência. Ao Departamento de Fiscalização do Trabalho compete: I . 15. em especial das políticas de combate ao trabalho infantil e a toda forma de trabalho degradante. no âmbito do Ministério. XI . no âmbito de sua competência.341.baixar normas relacionadas com a sua área de competência. de 2008). V . a sistematização e a divulgação de informações acerca da inspeção do trabalho e da fiscalização dos recolhimentos do FGTS. em âmbito nacional. que visem à otimização de sistemas de cooperação mútua. VIII . propondo o seu aperfeiçoamento.VII . VII . incluindo as referentes à fiscalização dos recolhimentos do FGTS. na área de sua competência.

e VII .acompanhar o cumprimento. Ao Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho compete: I . em articulação com as demais políticas públicas.planejar.formular e propor políticas. na área de segurança e saúde. programas e projetos para a democratização das relações do trabalho.elaborar e propor diretrizes e normas voltadas para a promoção da autonomia das relações entre trabalhadores e empregadores. VII . coordenar. em âmbito nacional. coordenar e orientar a execução do Programa de Alimentação do Trabalhador e da Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho. (Redação dada pelo Decreto nº 6.planejar. 16.supervisionar.supervisionar. no âmbito de sua competência. mediação e arbitragem. V . na sua área de competência. orientar. dos acordos e convenções ratificados pelo governo brasileiro junto a organismos internacionais. II . no âmbito de sua competência. .planejar. VIII . servidores públicos e profissionais liberais. nos assuntos de sua área de competência. supervisionar.promover estudos sobre a legislação sindical e trabalhista. À Secretaria de Relações do Trabalho compete: I . VI . coordenar e controlar a execução das atividades relacionadas com a inspeção dos ambientes e condições de trabalho.conceder e cancelar registro de empresas de trabalho temporário e registro de entidades sindicais de acordo com critérios objetivos fixados em lei. supervisionar.propor ações que contribuam para a capacitação e aperfeiçoamento técnico dos profissionais que atuam no âmbito das relações do trabalho. III . II . a remessa da legislação e atos administrativos de interesse da fiscalização do trabalho às Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego.subsidiar a formulação e proposição das diretrizes para o aperfeiçoamento técnicoprofissional e gerência do pessoal da inspeção do trabalho. orientar. trabalhadores e empregadores. VI .subsidiar a formulação e proposição das diretrizes e normas de atuação da área de segurança e saúde no trabalho.planejar.elaborar e gerenciar o cadastro de entidades sindicais de trabalhadores e empregadores.coordenar as atividades voltadas para o desenvolvimento de programas e ações integradas de cooperação técnico-científica com organismos internacionais. Art. a remessa da legislação e atos administrativos de interesse da fiscalização do trabalho às Delegacias Regionais do Trabalho. orientar e promover a prática da negociação coletiva. IV .Art. de 2008). fortalecendo o diálogo entre o Governo.341. bem como o banco de dados sobre relações de trabalho. 17. V . VII . coordenar e controlar as ações e atividades de inspeção do trabalho na área de segurança e saúde. na área de sua competência. em especial à OIT. IV . III .

colaborar com o desenvolvimento e divulgação de pesquisas na área da economia solidária. em sua área de competência. Ao Departamento de Estudos e Divulgação compete: I . III . por meio de empreendimentos autogestionados. manutenção e ampliação de oportunidades de trabalho e acesso à renda. À Secretaria Nacional de Economia Solidária compete: I . e XV . Art.articular-se com os demais órgãos envolvidos nas atividades de sua área de competência. XIII . 18. na solidariedade e na satisfação e valorização dos seres humanos e do meio ambiente. estimulando o cooperativismo de crédito.apoiar tecnicamente os órgãos colegiados do Ministério. XIV .subsidiar a definição e coordenar as políticas de economia solidária no âmbito do Ministério. entidades financeiras solidárias e entidades representativas do cooperativismo.supervisionar e avaliar as parcerias da Secretaria com movimentos sociais. e X . organizados de forma coletiva e participativa. Art. e outras formas de organização deste setor. VIII .promover estudos e pesquisas que contribuam para o desenvolvimento e divulgação da economia solidária.propor medidas que incentivem o desenvolvimento da economia solidária. VII .estimular a criação. agências de fomento da economia solidária.supervisionar e avaliar as parcerias da Secretaria com outros órgãos do Governo Federal e com órgãos de governos estaduais e municipais. 19. orientar e coordenar os serviços de secretaria do Conselho Nacional de Economia Solidária. V . VI . II .contribuir com as políticas de microfinanças. controlar e avaliar os programas relacionados à economia solidária. em sua área de competência. XI .IX . X .colaborar com outros órgãos de governo em programas de desenvolvimento e combate ao desemprego e à pobreza.apoiar tecnicamente os órgãos colegiados do Ministério. XII . IV .promover parcerias com órgãos da administração pública na formulação de propostas e implementação de programas na área de competência. .articular-se com representações da sociedade civil que contribuam para a determinação de diretrizes e prioridades da política de economia solidária.supervisionar. IX .estimular as relações sociais de produção e consumo baseadas na cooperação. inclusive da economia popular.apresentar estudos e sugerir adequações na legislação. visando ao fortalecimento dos empreendimentos solidários.planejar.

o fornecimento de Carteira de Trabalho e Previdência Social.341.II . II . a mediação e a arbitragem em negociação coletiva.coordenar estudos da legislação que visem ao fortalecimento da economia solidária. emprego e renda. compete coordenar. especialmente as de fomento ao trabalho.promover seminários. Art. 20. e de orientação e apoio ao cidadão. a execução das atividades relacionadas com a fiscalização do trabalho. melhoria contínua nas relações do trabalho. orientar e controlar. 21. Às Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego. 21.cooperar com a Secretaria de Políticas Públicas de Emprego e outros órgãos de governo para o desenvolvimento de linhas de crédito que sejam mais adequadas aos empreendimentos solidários.promover a articulação de políticas de financiamento que viabilizem a criação de novos empreendimentos e o desenvolvimento e consolidação dos já existentes. encontros e outras atividades que tenham por objetivo a divulgação e promoção da economia solidária. compete a execução. Às Delegacias Regionais do Trabalho. unidades descentralizadas subordinadas diretamente ao Ministro de Estado. e V . da Secretaria de Políticas Públicas de Emprego. Art. na área de sua jurisdição. III . (Redação dada pelo Decreto nº 6. Ao Departamento de Fomento à Economia Solidária compete: I .apoiar iniciativas das universidades com vistas à criação de campo acadêmico e científico da economia solidária. IV . subordinadas diretamente ao Ministro de Estado. a aplicação de sanções previstas em normas legais ou coletivas. III .articular-se com o Departamento de Qualificação. as de fiscalização do Trabalho. e V . IV . Seção III Das Unidades Descentralizadas Art. supervisão e monitoramento de ações relacionadas a políticas públicas afetas ao Ministério do Trabalho e Emprego na sua área de jurisdição. observando as diretrizes e procedimentos emanados do Ministério. mediante a abertura de canais de comercialização e a divulgação dos conceitos de comércio justo e consumo ético. de 2008).coordenar a articulação e o desenvolvimento de parcerias com organizações não governamentais.promover ações e elaborar e coordenar programas que visem ao desenvolvimento e fortalecimento da economia solidária. a assistência na rescisão do contrato de trabalho.promover a expansão dos empreendimentos solidários. entidades de classe. a orientação e o apoio ao trabalhador desempregado. mediação e arbitragem em negociação coletiva. para a promoção de ações de formação no campo da economia solidária. a inspeção das condições ambientais de trabalho. em conformidade com a orientação e normas emanadas do Ministério. Seção IV Dos Órgãos Colegiados . a orientação ao trabalhador. execução do Sistema Público de Emprego. universidades e outras instituições para o desenvolvimento de programas de economia solidária. a conciliação de conflitos trabalhistas.

dirimir dúvidas quanto à aplicação das normas regulamentares. IV . de 8 de novembro de 1990. IV .deliberar sobre a prestação de contas e os relatórios de execução orçamentária e financeira do FAT. todas as decisões proferidas.fixar normas e valores de remuneração do agente operador e dos agentes financeiros. XII . de acordo com os critérios definidos na legislação em vigor. Ao Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador compete: I . III . antes do seu encaminhamento aos órgãos de controle interno para os fins legais.fixar critérios para parcelamento de recolhimentos em atraso. saneamento básico e infra-estrutura urbana estabelecidas pelo Governo Federal. II .pronunciar-se sobre as contas do FGTS. V .divulgar.aprovar e acompanhar a execução do Plano de Tr abalho Anual do Programa do Seguro-Desemprego e do Abono Salarial e os respectivos orçamentos.elaborar a proposta orçamentária do FAT. Art. em consonância com a política nacional de desenvolvimento urbano e as políticas setoriais de habitação popular.adotar as providências cabíveis para a correção de atos e fatos do gestor da aplicação e do agente operador que prejudiquem o desempenho e o cumprimento das finalidades no que concerne aos recursos do FGTS. e XIII .fixar critério e valor de remuneração para o exercício da fiscalização. 23. de 4 de setembro de 1995. no Diário Oficial da União. 24.fixar critérios e condições para compensação entre créditos do empregador.acompanhar e avaliar a gestão econômica e financeira dos recursos. X . 22. decorrentes de depósitos relativos a trabalhadores não optantes. Ao Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço compete: I . e r débitos resultantes de competências em atraso. bem como as contas do FGTS e os respectivos pareceres emitidos.exercer as demais competências de que trata o Decreto nº 99.estabelecer as diretrizes e os programas de alocação de todos os recursos do FGTS. nas matérias de sua competência. VII .Art.apreciar e aprovar os programas anuais e plurianuais do FGTS.684.617. Art. com cont atos extintos. 1 do Decreto nº 1. inclusive aqueles que forem objeto de composição de dívida com o FGTS. IX . bem como suas alterações. III . bem como os ganhos sociais e o desempenho dos programas aprovados. .aprovar seu regimento interno. VI . VIII . XI . relativas ao FGTS.gerir o Fundo de Amparo ao Trabalhador. II . Ao Conselho Nacional do Trabalho cabe exercer as competências estabelecidas o no art.

e . VI . IX .coordenar as atividades de entidades nele representadas com as da Secretaria Nacional de Economia Solidária.apresentar.propor o aperfeiçoamento da legislação.examinar criticamente propostas de políticas públicas que lhe forem submetidas pelo Secretário Nacional de Economia Solidária e apresentar emendas ou substitutivos a elas para a consideração da Secretaria. IV .propor diretrizes e prioridades para a política de economia solidária. de 22 de junho de 1993.avaliar o cumprimento dos programas da Secretaria Nacional de Economia Solidária e sugerir medidas para aperfeiçoar o seu desempenho. VII .propor alteração das alíquotas referentes às contribuições a que alude o art. X . V . Ao Conselho Nacional de Imigração cabe exercer as competências estabelecidas no Decreto nº 840. estabelecendo -se como objetivo o prazo de trinta dias.baixar instruções necessárias à devolução de parcelas do benefício do se gurodesemprego. e XIII .fixar prazos para processamento e envio ao trabalhador da requisição do benefício do seguro-desemprego. podendo solicitar informações sobre contratos celebrados ou em vias de celebração e quaisquer outros atos. 26. VI .definir indexadores sucedâneos no caso de extinção ou alteração daqueles referidos na legislação pertinente.analisar relatórios do agente aplicador quanto à forma. em função das possibilidades técnicas existentes. Ao Conselho Nacional de Economia Solidária compete: I .decidir sobre sua própria organização.estimular a participação da sociedade civil e do Governo no âmbito da política de economia solidária.deliberar sobre outros assuntos de interesse do FAT. 25. elaborando seu regimento interno.fiscalizar a administração do FAT.aprovar o seu regimento interno e alterações posteriores. indevidamente recebidas. III . XI . IX . II .propor o aperfeiçoamento da legislação relativa ao Seguro-Desemprego e ao Abono Salarial e regulamentar os dispositivos legais no âmbito de sua competência. Art. 239 da Constituição. propostas de políticas ou de atividades a serem submetidas à consideração da Secretaria Nacional de Economia Solidária. prazo e natureza dos investimentos realizados.propor novas parcerias entre entidades nele representadas e a Secretaria Nacional de Economia Solidária. Art. VIII . VII . com vistas ao fortalecimento da economia solidária.V . por iniciativa de seus membros. XII . VIII . com vistas a assegurar a viabilidade econômico-financeira do FAT.

i combate ao desemprego e à pobreza. dirigir. III . ao Subsecretário. aos Chefes de Agências e aos demais dirigentes incumbe planejar. coordenar e orientar a execução das atividades das respectivas unidades e exercer outras atribuições que lhes forem cometidas. aos Gerentes Regionais.supervisionar e coordenar as Secretarias integrantes do Ministério. e V .colaborar com os demais conselhos envolvidos com as polítcas de desenvolvimento. em suas respectivas áreas de competência. 29. Aos Secretários incumbe planejar. coordenar. Art. de 2008). aos Diretores. Seção II Dos Secretários Art. Seção III Dos demais Dirigentes Art. ao Corregedor. ao Corregedor. acompanhar e avaliar a execução das atividades dos órgãos da respectiva Secretaria e exercer outras atribuições que lhes forem cometidas em regimento interno.341. orientar. ao Subsecretário. ao Consultor Jurídico. em suas respectivas áreas de competência. 29.X . aos Superintendentes.supervisionar e avaliar a execução dos projetos e atividades do Ministério. aos Chefes das Agências e aos demais dirigentes incumbe planejar.exercer outras atribuições que lhe forem cometidas pelo Ministro de Estado. Ao Chefe de Gabinete do Ministro. coordenar e orientar a execução das atividades das respectivas unidades e exercer outras atribuições que lhes forem cometidas. 28.coordenar. aos Subdelegados. dirigir. aos Coordenadores-Gerais. aos Coordenadores-Gerais. CAPÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES GERAIS . Ao Chefe de Gabinete do Ministro.supervisionar e coordenar a articulação dos órgãos do Ministério com os órgãos centrais dos sistemas afetos à área de competência da Secretaria-Executiva. CAPÍTULO IV DAS ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES Seção I Do Secretário-Executivo Art. dirigir. consolidar e submeter ao Ministro de Estado o plano de ação global do Ministério. IV . 27. ao Consultor Jurídico. aos Diretores. (Redação dada pelo Decreto nº 6. aos Delegados. II . Ao Secretário-Executivo incumbe: I .

3 101.4 DAS/ NE/ .5 102.5 102.1 101.2 101.4 101. as competências das respectivas unidades e as atribuições de seus dirigentes. CARGO/ DENOMINAÇÃO UNIDADE FUNÇÃO/ CARGO/FUNÇÃO Nº 8 1 8 GABINETE Coordenação Coordenação-Geral do Gabinete Coordenação Divisão Coordenação-Geral de Imigração Coordenação Divisão Assessoria de Comunicação Social Coordenação Divisão Serviço Assessoria Internacional Coordenação Divisão Serviço Assessoria Parlamentar Divisão Serviço 1 5 3 1 4 1 1 1 2 1 1 5 4 1 1 3 1 1 4 2 30 20 SECRETARIA-EXECUTIVA 1 4 Secretário-Executivo Assessor Assessor Especial Assessor Especial de Controle Interno Assessor Chefe de Gabinete Assistente Coordenador Coordenador-Geral Coordenador Chefe Coordenador-Geral Coordenador Chefe Chefe de Assessoria Coordenador Chefe Chefe Chefe de Assessoria Coordenador Chefe Chefe Chefe de Assessoria Chefe Chefe FG 102.2 101.4 101. Os regimentos internos definirão o detalhamento dos órgãos integrantes desta Estrutura Regimental.4 101.4 101.Art.3 101.3 101.3 101.3 101. ANEXO II a) QUADRO DEMONSTRATIVO DOS CARGOS EM COMISSÃO E DAS FUNÇÕES GRATIFICADAS DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO.1 101.1 FG-1 FG-3 NE 102.5 102.2 101. 30.2 101.2 101.2 101.4 101.4 101.

4 102.2 101.2 FG-1 FG-3 Coordenação-Geral de Informática Coordenação Serviço Coordenação-Geral de Recursos Logísticos Coordenação Divisão Serviço 1 3 1 Coordenador-Geral Coordenador Chefe 101.5 101.3 101. ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO 1 1 1 1 40 25 Subsecretário Subsecretário-Adjunto Assessor Técnico Assistente 101.2 102.1 101.3 102.4 102.4 101.2 1 1 1 2 62 24 Coordenador-Geral Coordenador Chefe Chefe 101.4 101.4 102.4 101.1 FG-1 FG-3 SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO.3 101.2 2 1 Gabinete Serviço Coordenação 1 1 4 1 1 Assessoria de Pesquisa Estratégica Coordenação Divisão CORREGEDORIA Coordenação Divisão COORDENAÇÃO-GERAL DO FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO Coordenação Divisão Serviço 1 1 1 1 1 2 Assessor Técnico Assistente Assistente Técnico Chefe Assistente Chefe Coordenador Assistente Chefe de Assessoria Coordenador Chefe Corregedor Coordenador Chefe 102.3 101.2 101.1 .2 101.2 101.3 101.3 102.1 101.3 102.4 101.1 101.2 101.3 101.1 1 1 3 5 3 Coordenador-Geral Assistente Técnico Coordenador Chefe Chefe 101.

Finanças e Contabilidade Coordenação Divisão Serviço Coordenação-Geral de Recursos Humanos Coordenação Divisão Serviço Coordenação-Geral de Recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador .4 101.3 101.4 101.4 102.FAT Coordenação Divisão Serviço CONSULTORIA JURÍDICA Serviço Coordenação-Geral de Assuntos de Direito Trabalhista Coordenação Divisão Coordenação-Geral de Análise de Licitação e Contratos Coordenação Divisão Coordenação-Geral de Assuntos de Legislação de Pessoal Coordenação Divisão OUVIDORIA-GERAL 1 1 2 1 1 2 SECRETARIA DE POLÍTICAS PÚBLICAS DE EMPREGO Coordenador-Geral Coordenador Chefe Ouvidor-Geral Assessor Técnico Assistente 101.2 101.3 102.1 101.5 102.2 101.3 101.3 101.3 101.Coordenação-Geral de Planejamento e Gestão Estratégica Coordenação Divisão Serviço Coordenação-Geral de Orçamento.3 101.2 1 1 2 Coordenador-Geral Coordenador Chefe 101.2 1 1 4 3 1 1 1 Coordenador-Geral Coordenador Chefe Chefe Consultor Jurídico Assistente Chefe 101.1 1 Secretário 101.2 1 1 2 Coordenador-Geral Coordenador Chefe 101.3 101.1 1 3 5 3 1 3 6 2 Coordenador-Geral Coordenador Chefe Chefe Coordenador-Geral Coordenador Chefe Chefe 101.4 101.1 1 2 2 1 Coordenador-Geral Coordenador Chefe Chefe 101.4 101.2 101.2 101.2 101.4 101.3 101.6 .1 101.4 101.2 101.4 101.

5 102.1 101.5 102.1 101.2 101.4 102.3 1 1 1 2 Coordenador-Geral Assistente Coordenador Chefe 101.1 101.1 101.4 102.2 Coordenador-Geral Assistente Técnico Coordenador Chefe Coordenador-Geral Assistente Assistente Técnico Coordenador Chefe Diretor Assessor Técnico Coordenador-Geral Assessor Técnico 101.3 .3 101. do Abono Salarial e Identificação Profissional Coordenação Divisão Coordenação-Geral de Estatísticas do Trabalho 1 Coordenação Divisão Coordenação-Geral de Emprego e Renda 2 2 2 1 1 Coordenação Divisão DEPARTAMENTO DE QUALIFICAÇÃO 2 2 3 1 1 Coordenação-Geral de Qualificação 1 1 1 1 2 2 Assessor Assessor Técnico Chefe Assistente Chefe Coordenador-Geral Assessor Técnico Assistente Assistente Técnico Diretor Assessor Técnico 102.2 102.3 101.3 101.2 101.3 101.3 101.2 101.CODEFAT Coordenação Divisão Coordenação-Geral do SeguroDesemprego.2 Gabinete Serviço Coordenação-Geral de Contratos e Convênios 1 1 1 1 1 1 1 1 DEPARTAMENTO EMPREGO E SALÁRIO 1 2 Coordenação-Geral de Gestão Operacional do Conselho Deliberativodo Fundo de Amparo ao Trabalhador .4 102.2 101.4 102.2 102.4 102.3 102.3 101.2 Coordenador-Geral Assistente Técnico Coordenador Chefe 101.4 102.4 102.4 102.1 101.

2 102.Coordenação 2 1 3 Coordenador Assistente Assistente Técnico 101.1 1 1 1 Diretor Assessor Técnico Assistente 101.3 102.3 1 2 Coordenador-Geral Coordenador 101.4 102.4 102.4 101.1 Coordenação-Geral de Certificação e Orientação Profissional Coordenação 1 1 1 1 1 DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS DE TRABALHO E EMPREGO PARA A JUVENTUDE Coordenador-Geral Assessor Técnico Coordenador Assistente Assistente Técnico 101.2 102.4 102.3 1 2 1 4 Secretário Assessor Assistente Assistente Técnico Coordenador Chefe Coordenador-Geral Assistente Chefe 101.2 Coordenação-Geral de Empreendedorismo Juvenil Coordenação Coordenação-Geral de Parcerias Empresariais Coordenação Coordenação-Geral de Consórcios Sociais da Juventude Coordenação Coordenação-Geral de Preparação e Intermediação da Mão-de-Obra Juvenil Coordenação SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO 1 2 Coordenador-Geral Coordenador 101.3 102.3 1 2 Coordenador-Geral Coordenador 101.4 101.3 1 2 Coordenador-Geral Coordenador 101.3 102.1 101.4 101.1 Coordenação Serviço Coordenação-Geral de Recursos Serviço 1 2 1 1 1 .4 101.1 101.6 102.3 101.5 102.2 101.3 101.2 102.

3 101.1 101.4 101.2 101.1 Coordenação Serviço Coordenação-Geral de Normatização e Programas Coordenação Serviço Coordenação-Geral Fiscalização e Projetos Serviço SECRETARIA DE RELAÇÕES DO TRABALHO 1 1 1 1 1 1 2 Coordenador-Geral Coordenador Chefe Coordenador-Geral Chefe 101.5 102.2 1 1 Diretor Assistente Técnico Coordenador Chefe 101.4 101.3 102.3 .3 102.2 101.5 102.4 101.2 Divisão Coordenação-Geral de Fiscalização do Trabalho Divisão DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO 1 3 Coordenador-Geral Chefe 101.1 101.3 101.1 Coordenação-Geral de Relações do Trabalho Coordenação Divisão Serviço Coordenação-Geral de Registro Sindical Coordenação Divisão Serviço SECRETARIA NACIONAL DE ECONOMIA SOLIDÁRIA 1 1 4 1 1 1 2 1 1 1 1 Secretário Secretário-Adjunto Assessor Técnico 101.4 101.2 102.4 101.DEPARTAMENTO DE FISCALIZAÇÃO DO TRABALHO 1 1 1 3 Diretor Assessor Técnico Assistente Técnico Chefe 101.1 101.6 101.4 102.1 1 1 3 1 2 1 Secretário Secretário-Adjunto Assessor Assessor Técnico Assistente Assistente Técnico Coordenador-Geral Coordenador Chefe Chefe Coordenador-Geral Coordenador Chefe Chefe 101.3 101.1 101.5 102.3 101.5 102.1 101.6 101.

4 101.4 101.1 101.2 102.4 102.4 102.5 102.4 101.1 101.1 101.2 101.1 .2 1 1 1 Diretor Assistente Assistente Técnico Coordenador-Geral Chefe 101.Gabinete Serviço DEPARTAMENTO DE ESTUDOS E DIVULGAÇÃO 1 1 1 Chefe Assistente Técnico Chefe 101.2 102.1 1 1 1 Diretor Assistente Assistente Técnico 101.3 101.5 102.4 101.1 Coordenação-Geral de Promoção e Divulgação Divisão Coordenação-Geral de Estudos Divisão DEPARTAMENTO DE FOMENTO À ECONOMIA SOLIDÁRIA 1 2 1 1 Coordenador-Geral Chefe Coordenador-Geral Chefe 101.2 FG-1 FG-2 FG-3 b)AM/BA/CE/ES/GO/PA/PE/PR e SC Serviço 9 9 27 Delegado Assessor Técnico Chefe 101.2 101.4 102.2 4 4 8 4 3 40 60 12 Delegado Assessor Técnico Chefe Chefe Chefe 101.3 101.2 Coordenação-Geral de Fomento à Economia Solidária Divisão Coordenação-Geral de Comércio Justo e Crédito Divisão DELEGACIAS REGIONAIS DO TRABALHO a) MG/RJ/RS e SP Divisão Serviço Divisão Jurídica 1 2 1 2 Coordenador-Geral Chefe 101.

CARGO/ DENOMINAÇÃO UNIDADE FUNÇÃO/ CARGO/FUNÇÃO Nº 8 1 8 GABINETE Coordenação Coordenação-Geral do Gabinete Coordenação Divisão Coordenação-Geral de Imigração Coordenação Divisão Assessoria de Comunicação Social Coordenação Divisão 1 5 3 1 4 1 1 1 2 1 1 5 Assessor Especial Assessor Especial de Controle Interno Assessor Chefe de Gabinete Assistente Coordenador Coordenador-Geral Coordenador Chefe Coordenador-Geral Coordenador Chefe Chefe de Assessoria Coordenador Chefe FG 102.4 101.1 FG-1 FG-2 FG-3 c)AC/AL/AP/MA/MT/MS/PB/PI/RN/ RO/RR/SE/TO e DF Serviço 14 14 14 56 168 Subdelegacias do Trabalho 114 456 Agências de Atendimento 480 Chefe Subdelegado Delegado Assistente Chefe 101.341.3 102.3 101.2 101.4 101.3 101. de 2008).2 DAS/ NE/ .5 102.5 102.2 101.5 102.2 101.2 101.3 101.4 101.4 101.1 FG-1 FG-3 FG-1 FG-2 FG-2 ANEXO II a) QUADRO DEMONSTRATIVO DOS CARGOS EM COMISSÃO E DAS FUNÇÕES GRATIFICADAS DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO (Redação dada pelo Decreto nº 6.3 101.Serviço Jurídico 6 63 99 9 Chefe 101.

2 101.2 101.2 Gabinete Serviço Coordenação Assessoria de Pesquisa Estratégica Coordenação Divisão CORREGEDORIA Coordenação Divisão COORDENAÇÃO-GERAL DO FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO Coordenação Divisão Serviço .3 102.1 FG-1 FG-3 NE 102.2 101.4 102.2 102.3 101.3 101.CARGO/ DENOMINAÇÃO UNIDADE FUNÇÃO/ CARGO/FUNÇÃO Serviço Assessoria Internacional Coordenação Divisão Serviço Assessoria Parlamentar Divisão Serviço Nº 4 1 1 3 1 1 4 2 30 20 SECRETARIA-EXECUTIVA 1 4 2 2 1 1 1 4 1 1 1 1 1 1 1 2 1 1 1 2 62 24 SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO.4 102.4 101.5 101.1 101.4 101.2 101.4 101.1 101.1 FG-1 FG-3 101.2 101.1 101.4 101.3 101.3 101.3 102. ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO 1 1 1 1 Subsecretário Subsecretário-Adjunto Assessor Técnico Assistente Secretário-Executivo Assessor Assessor Técnico Assistente Assistente Técnico Chefe Assistente Chefe Coordenador Assistente Chefe de Assessoria Coordenador Chefe Corregedor Coordenador Chefe Coordenador-Geral Coordenador Chefe Chefe Chefe Chefe de Assessoria Coordenador Chefe Chefe Chefe de Assessoria Chefe Chefe NE/ DAS/ FG 101.1 101.4 102.2 101.4 101.3 102.2 101.

2 101.4 101.2 101.4 101.3 101.3 101.5 102.4 101.2 101.CARGO/ DENOMINAÇÃO UNIDADE FUNÇÃO/ CARGO/FUNÇÃO Nº 40 25 Coordenação-Geral de Informática Coordenação Serviço Coordenação-Geral de Recursos Logísticos Coordenação Divisão Serviço Coordenação-Geral de Planejamento e Gestão Estratégica Coordenação Divisão Serviço Coordenação-Geral de Orçamento.2 101.4 101.4 102.1 101.3 101.1 101.4 101.2 101.3 101.1 101.4 101.1 101.3 101.2 .1 101.1 101. Finanças e Contabilidade Coordenação Divisão Serviço Coordenação-Geral de Recursos Humanos Coordenação Divisão Serviço Coordenação-Geral de Recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador .1 101.1 101.2 101.2 101.FAT Coordenação Divisão Serviço CONSULTORIA JURÍDICA Serviço Coordenação-Geral de Assuntos de Direito Trabalhista Coordenação Divisão Coordenação-Geral de Análise de Licitação e Contratos Coordenação Divisão 1 3 1 1 1 3 5 3 1 2 2 1 1 3 5 3 1 3 6 2 1 1 4 3 1 1 1 1 1 2 1 1 2 Coordenador-Geral Coordenador Chefe Coordenador-Geral Assistente Técnico Coordenador Chefe Chefe Coordenador-Geral Coordenador Chefe Chefe Coordenador-Geral Coordenador Chefe Chefe Coordenador-Geral Coordenador Chefe Chefe Coordenador-Geral Coordenador Chefe Chefe Consultor Jurídico Assistente Chefe Coordenador-Geral Coordenador Chefe Coordenador-Geral Coordenador Chefe NE/ DAS/ FG FG-1 FG-3 101.3 101.3 101.4 101.3 101.

4 102.4 102.6 102.4 102.4 102.1 101. do Abono Salarial e Identificação Profissional Coordenação Divisão Coordenação-Geral de Estatísticas do Trabalho Coordenação Divisão Coordenação-Geral de Emprego e Renda 1 1 1 2 Coordenador-Geral Assistente Coordenador Chefe 101.3 101.3 102.1 101.4 102.2 101.5 102.2 101.2 102.2 1 1 2 2 1 2 2 2 1 1 Coordenador-Geral Assistente Técnico Coordenador Chefe Coordenador-Geral Assistente Técnico Coordenador Chefe Coordenador-Geral Assistente 101.3 101.CARGO/ DENOMINAÇÃO UNIDADE FUNÇÃO/ CARGO/FUNÇÃO Nº Coordenação-Geral de Assuntos de Legislação de Pessoal Coordenação Divisão OUVIDORIA-GERAL 1 1 2 1 1 2 1 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 Coordenador-Geral Coordenador Chefe Ouvidor-Geral Assessor Técnico Assistente Secretário Assessor Assessor Técnico Chefe Assistente Chefe Coordenador-Geral Assessor Técnico Assistente Assistente Técnico Diretor Assessor Técnico NE/ DAS/ FG 101.1 101.3 101.4 101.4 102.2 101.4 102.CODEFAT Coordenação Divisão Coordenação-Geral do SeguroDesemprego.3 102.2 101.4 102.2 101.1 101.3 SECRETARIA DE POLÍTICAS PÚBLICAS DE EMPREGO Gabinete Serviço Coordenação-Geral de Contratos e Convênios DEPARTAMENTO EMPREGO E SALÁRIO Coordenação-Geral de Gestão Operacional do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador .3 101.2 101.2 .3 101.

3 102.3 102.4 101.4 101.6 102.2 101.2 102.3 101.4 101.3 101.3 DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS DE TRABALHO E EMPREGO PARA A JUVENTUDE Coordenação-Geral de Empreendedorismo Juvenil Coordenação Coordenação-Geral de Parcerias Empresariais Coordenação Coordenação-Geral de Consórcios Sociais da Juventude Coordenação Coordenação-Geral de Preparação e Intermediação da Mão-de-Obra Juvenil Coordenação SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 4 1 2 Coordenador-Geral Coordenador Coordenador-Geral Coordenador Coordenador-Geral Coordenador Secretário Assessor Assistente Assistente Técnico Coordenador Chefe 101.4 102.3 102.3 101.5 102.2 101.5 102.4 102.4 102.2 102.3 101.CARGO/ DENOMINAÇÃO UNIDADE FUNÇÃO/ CARGO/FUNÇÃO Nº 2 2 3 1 1 1 1 2 1 3 Assistente Técnico Coordenador Chefe Diretor Assessor Técnico Coordenador-Geral Assessor Técnico Coordenador Assistente Assistente Técnico NE/ DAS/ FG 102.3 101.1 Coordenação Serviço .3 101.1 101.1 101.3 101.4 101.1 101.1 Coordenação Divisão DEPARTAMENTO DE QUALIFICAÇÃO Coordenação-Geral de Qualificação Coordenação Coordenação-Geral de Certificação e Orientação Profissional Coordenação 1 1 1 1 1 1 1 1 Coordenador-Geral Assessor Técnico Coordenador Assistente Assistente Técnico Diretor Assessor Técnico Assistente Coordenador-Geral Coordenador 101.3 101.2 102.

CARGO/ DENOMINAÇÃO UNIDADE FUNÇÃO/ CARGO/FUNÇÃO Coordenação-Geral de Recursos Serviço DEPARTAMENTO DE FISCALIZAÇÃO DO TRABALHO Nº 1 1 1 1 1 1 3 1 3 1 1 Coordenação Serviço Coordenação-Geral de Normatização e Programas Coordenação Serviço Coordenação-Geral Fiscalização e Projetos Serviço SECRETARIA DE RELAÇÕES DO TRABALHO 1 1 1 1 1 1 2 1 1 3 1 2 1 1 1 4 1 1 1 2 1 1 1 1 Coordenador-Geral Assistente Chefe Diretor Assessor Técnico Assistente Técnico Chefe Coordenador-Geral Chefe Diretor Assistente Técnico Coordenador Chefe Coordenador-Geral Coordenador Chefe Coordenador-Geral Chefe Secretário Secretário-Adjunto Assessor Assessor Técnico Assistente Assistente Técnico Coordenador-Geral Coordenador Chefe Chefe Coordenador-Geral Coordenador Chefe Chefe Secretário Secretário-Adjunto Assessor Técnico NE/ DAS/ FG 101.4 101.2 101.2 101.5 102.3 Divisão Coordenação-Geral de Fiscalização do Trabalho Divisão DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Coordenação-Geral de Relações do Trabalho Coordenação Divisão Serviço Coordenação-Geral de Registro Sindical Coordenação Divisão Serviço SECRETARIA NACIONAL DE ECONOMIA SOLIDÁRIA .3 102.1 101.2 101.1 101.3 102.4 101.6 101.1 101.4 101.3 101.1 101.1 101.6 101.4 102.4 102.2 101.3 101.4 101.1 101.2 102.3 101.1 101.1 101.1 101.5 102.4 101.3 101.2 101.5 102.5 102.

2 101.1 101.1 101.1 FG-1 FG-2 FG-3 .4 101.4 102.3 101.4 101.2 Coordenação-Geral de Promoção e Divulgação Divisão Coordenação-Geral de Estudos Divisão DEPARTAMENTO DE FOMENTO À ECONOMIA SOLIDÁRIA Coordenação-Geral de Fomento à Economia Solidária Divisão Coordenação-Geral de Comércio Justo e Crédito Divisão SUPERINTENDÊNCIAS REGIONAIS DO TRABALHO E EMPREGO a) MG/RJ/RS e SP Divisão Serviço Divisão Jurídica 4 4 8 4 3 40 60 12 Superintendente Assessor Técnico Chefe Chefe Chefe 101.1 101.2 102.1 101.2 101.CARGO/ DENOMINAÇÃO UNIDADE FUNÇÃO/ CARGO/FUNÇÃO Nº Gabinete Serviço DEPARTAMENTO DE ESTUDOS E DIVULGAÇÃO 1 1 1 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 2 1 2 Chefe Assistente Técnico Chefe Diretor Assistente Assistente Técnico Coordenador-Geral Chefe Coordenador-Geral Chefe Diretor Assistente Assistente Técnico Coordenador-Geral Chefe Coordenador-Geral Chefe NE/ DAS/ FG 101.4 102.4 102.2 102.5 102.3 101.1 101.1 101.4 101.2 FG-1 FG-2 FG-3 b)AM/BA/CE/ES/GO/PA/PE/PR e SC Serviço Serviço Jurídico 9 9 27 6 63 99 9 Superintendente Assessor Técnico Chefe Chefe 101.2 101.4 101.5 102.2 101.

5 DAS 101.3 DAS 102. 1 4 11 46 46 82 84 9 16 24 37 24 384 405 VALOR TOTAL 6.2 101.60 22.56 24.44 63.1 FG-1 DASUNITÁRIO 6.98 1.16 3.32 98.00 SUBTOTAL 1 .00 SITUAÇÃO NOVA QTDE.14 1.82 81.56 6.3 DAS 101.4 DAS 101.5 DAS 102.28 1.84 45.88 88.60 56.2 DAS 101.00 46.1 DAS 102.14 1.92 222.1 FG-1 FG-3 FG-1 FG-2 FG-2 Agências Regionais Chefe b) QUADRO RESUMO DE CUSTO DOS CARGOS EM COMISSÃO E DAS FUNÇÕES GRATIFICADAS DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO.60 61.44 75. CÓDIGO NE DAS 101.16 3.2 DAS 102.20 SITUAÇÃO ATUAL QTDE.00 0.88 93.15 5.6 DAS 101.CARGO/ DENOMINAÇÃO UNIDADE FUNÇÃO/ CARGO/FUNÇÃO Nº c)AC/AL/AP/MA/MT/MS/PB/PI/RN/RO/RR/SE/TO e DF Serviço 14 14 14 56 168 Gerências Regionais do Trabalho e Emprego 114 456 480 Gerente Superintendente Assistente Chefe NE/ DAS/ FG 101.4 DAS 102.38 81.00 714.18 24.68 30.72 42.76 183.98 1.00 5.08 58.56 24.3 102.62 35. 1 4 12 56 69 86 89 9 19 28 40 22 433 405 VALOR TOTAL 6.48 84.00 46.00 816.28 1.04 89.

96 276.96 276.28 1.4 DAS 102.03 SUBTOTAL 2 TOTAL (1+2) REMANEJAMENTO DE CARGOS EM COMISSÃO CÓDIGO DASUNITÁRIO DA SEGES/MP P/ O MTE (a) QTDE.3 DAS 101.44 DAS 101.25 30.28 1.191 164.98 1.25 30.14 1.00 102.142 ANEXO III 164.56 5.80 29.21 1.00 2.758 2.42 104.5 DAS 101.1 TOTAL 5.095 258 1.FG-2 FG-3 0.2 DAS 101.44 DO MTE P/ A SEGES/MP (b) QTDE.21 990.94 5.16 39. VALOR TOTAL 2.00 1 10 23 4 5 3 4 3 53 2 2 51 SALDO DO REMANEJAMENTO (a-b) . VALOR TOTAL 5.00 3.093.758 2.15 0.14 1.1 DAS 102.2 DAS 102.00 11.4 DAS 101.59 1.12 1.44 4.16 3.12 3.095 258 1.98 1.3 DAS 102.

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