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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ

ESPECIALIZAÇÃO DE GESTÃO EM SAÚDE – PNAP/UAB/UECE


DISCIPLINA: DESENVOLVIMENTO E MUDANÇAS NO ESTADO BRASILEIRO

VALÉRIA ARAÚJO CAVALCANTE

O PLANO CRUZADO CAUSOU IMPACTOS NA ECONOMIA, MAS OUTROS


PLANOS ECONÔMICOS TAMBÉM TIVERAM SUA REVELÂNCIA NA VIDA
SOCIAL E POLÍTICA DURANTE O GOVERNO SARNEY

FORTALEZA 2011

VALÉRIA ARAÚJO CAVALCANTE-UECE/UAB/PNAP


VALÉRIA ARAÚJO CAVALCANTE

O PLANO CRUZADO CAUSOU IMPACTOS NA ECONOMIA, MAS OUTROS PLANOS


ECONÔMICOS TAMBÉM TIVERAM SUA REVELÂNCIA NA VIDA SOCIAL E
POLÍTICA DURANTE O GOVERNO SARNEY

Atividade proposta com objetivo de aprovação na disciplina


“Desenvolvimento e Mudangas no Estado Brasileiro” do curso
de Especialização em Gestão em Saúde, realizado através da
Secretaria de Educação à Distância da Universidade Estadual do
Ceará (SEAD/UAB) em parceria com com o Programa Nacional
de Admin istração Pública – PNAP para preparação de gestores
públicos.

Orientador: Professor-Tutor Álvaro Fechine

FORTALEZA 2011
Ao meu amado filho, Yuri Cavalcante Fonteles.

VALÉRIA ARAÚJO CAVALCANTE-UECE/UAB/PNAP


AGRADECIMENTOS

À Deus por me permitir estar participando deste curso, que só tem me acrescentado
conhecimentos.
À toda a equipe que permitiu que este curso fosse possível, em todos os níveis de
organização até as bases.
Aos professores, tutores presenciais e à distância, à coordenação, conteudistas, átodos que
de forma direta ou indireta contribuem para o repasse e a construção do conhecimento.
Ao professor-tutor Álvaro Fechine, em particular, que através de seus comentários,
orientações e colaborações muito tem me incentivado nas atividades e aprendizado pessoal.
“Ao mesmo tempo que o capital tende, por um lado,
necessariamente, a destruir todas as barreiras espaciais
opostas ao tráfego, isto é, ao intercâmbio, e a conquistar a
terra inteira como um mercado, ele tende, por outro lado,
a anular o espaço por meio de tempo, isto é, reduzir a um
mínimo o tempo tomado pelo movimento de um lugar ao
outro.” [Karl Marx]

VALÉRIA ARAÚJO CAVALCANTE-UECE/UAB/PNAP


RESUMO

A entrada de José Sarney (1985-1990) no governo foi cheia de desconfiança pelo fato de integrar
uma ala conservadora de políticos que defendia o regime militar, sendo um dos seus grandes
desafios tentar reconstruir o pacto democrático brasileiro, que diga-se de passagem foi considerado
vitoriso com a aprovação da constituição de 1988. Já com relação a área econômica, não se pode
dizer que as expectativas foram alcançadas. Primeiro veio o Plano Cruzado cheio de euforia, mas
com pouco resultado. A seguir o Plano Bresser e Plano Verão, que não conseguiram frear os índices
de inflação na época, aumentando a expectativa pelo voto direto e um candidato eleito pelo povo.

Palavras – chave: Plano Cruzado, Plano Bresser, Plano Verão, Governo Sarney
LISTA DE SIGLAS

Aliança Renovado ra Nacional (ARENA)


Obrigação Reajustável do Tesouro Nacional (ORTN)
Obrigação do Tesouro Nacional (ONT)
Partido dos Trabalhadores (PT)
Partido Democrático Trabalhista (PDT)
Partido Democrático Social (PDS)
Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB)
Partido Social Democrata (PSD)
Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB)
União Democrática Nacional(UDN)

VALÉRIA ARAÚJO CAVALCANTE-UECE/UAB/PNAP


LISTA DE TABELAS

TABELA 1: INFLAÇÃO ANUAL (1985-1990)...........................................................................01


SUMÁRIO

1. HISTÓRIA POLÍTICA DE SARNEY ATÉ A PRESIDÊNCIA DO BRASIL.....01


2. CRISE E PLANOS ECONÔMICOS.......................................................................02
3. CONSTITUIÇÃO DE 1988......................................................................................05
4. CONCLUSÃO...........................................................................................................07
REFERÊNCIAS BIBLIOGÁFICAS.......................................................................08
GLOSSÁRIO.............................................................................................................09

VALÉRIA ARAÚJO CAVALCANTE-UECE/UAB/PNAP


01

1. HISTÓRIA POLÍTICA DE SARNEY ATÉ A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

José Ribamar Saney de Araújo Costa iniciou a carreira política em 1954, filiado ao Partido
Social Democrárico (PSD), depois migrou para União Democrática Nacional (UDN), onde foi
eleito deputado federal em 1958, e Governador do Maranhão em 1965 com apoio do presidente
Castelo Branco, sendo hoje o parlamentar mais antigo em atividade no Congresso. Em 1970 e 1978
foi eleito Senador pelo Aliança Renovadora Nacional (ARENA) e presidiu o seu sucessor, o Partido
Democrático Social (PDS) durante o governo de Joâo Figueredo. Enfim, chegando à Presidência da
República pelo Partido de Tancredo Neves, Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). [1]

Com a morte de Tancredo Neves em 1985, José Sarney, o vice-presidente na época e


representante da Frente Liberal, assume o cargo de Presidência da República (1985-1990).[2]

A situação em que se encontrava o país não era nada boa, a economia estava crítica, a inflação
era galopante e a negociação com a dívida externa era difícil. Para ganhar a confiança dos setores
democráticos, restabeleceu eleições diretas para presidente, estendeu o direito ao voto aos
analfabetos e prometeu ao país uma nova Constituição onde seu lema era “tudo pelo social”[2] [3].

TABELA 1: INFLAÇÃO ANUAL (1985-1990)


ANOINFLAÇÃO
1985 237.70%
1986 57.40%
1987 36570.00%
1988 933.60%
1989 1764.80%
1990 1198.50%
Fonte: JÚNIOR, 2009
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2. CRISE E PLANOS ECONÔMICOS

Sarney assume o governo quando a inflação média mensal crescia em 18% ao mês,
consumindo os salários e gerando intensa insatisfação social. Para combater essa situação
criou seu primeiro plano econômico, o Plano Cruzado, o qual previa a mudança da moeda
brasielira de cruzeiro para cruzado (onde cada cruzado correspondia a mil cruzeiros), o
reajuste do salário mínimo sempre que a inflação atingisse 20%, o congelamento de preços e
salários por um ano.[2] [3],

O Plano Cruzado deu resultado nos primeiros meses, com a redução da inflação e o
crescimento da popularidade do presidente Sarney. Mas, com aumento do consumo,
começaram a faltar mercadorias nas prateleiras dos supermercados, e empresários
aproveitaram para esconder produtos e forçar o aumento de preço. Além disso, a falta de
mercadorias de primeira necessidade fez muitos empresários praticarem ágio [2], [4], [5]

Apesar dos efeitos negativos, o governo ainda manteve o congelamento de preços e


venceu as eleições parlamentares e para os governos estaduais em 15 de novembro de 1986,
com isso o PMDB, partido do presidente Sarney, elegeu a maioria dos governadores,
deputados e senadores. Vencidas as eleições, o governo Sarney reajustou o preço das tarifas
públicas(água, luz e gás), do combustível e de outros produtos, não sendo bem recebidos
pela população.[2]

Com o fracasso do plano Cruzado, o governo criou em 1995 o Plano Cruzado II. O
novo plano liberava o preço dos produtos e serviços, o reajuste dos aluguéis, que poderiam
ser negociados entre proprietários e inquilinos, além de passar a calcular a inflação tendo
como base de cálculo os gastos com famílias com renda até cinco salários mínimos. [6]

O Plano Cruzado II foi outro desastre, com ele as exportações caíram e as


importações aumentaram esgotando as reservas cambiais. A inflação disparou, os
combustíveis aumentaram de preço em torno de 60, 16%, aumotómeis em 80%, bebidas em
100%, finalizando com o Brasil decretando moratória, suspensão do pagamento da dívida
externa em 20 de julho de 1987. .[6]

VALÉRIA ARAÚJO CAVALCANTE-UECE/UAB/PNAP


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Ainda assim, o economista Luis Carlos Bresser Pereira, criou um novo plano de
estabilização, o Plano Bresser, depois de assumir o Ministério da Fazenda.[6] Cujas medidas eram:
aumento dos juros, reajuste de tarifas de gastos públicos, congelamentos de preços e salários por
[3], [6]
sessenta dias. Para diminuir o déficit público, toma outras medidas como: o aumento de
tributos que eliminou o subsídio do trigo e adiantamento das obras de grande porte já planejadas,
retorno das negociações com o Fundo Monetário Internacional ( FMI ) e suspenção da moratória.
Porém, essas medidas não foram suficientes para conter a inflação que chegou a 366% de dezembro
de 1987. [6]

A ineficiência no campo econômico só não chamou mais atenção devido ao destaque dado
na época à nova Constituição de 1988. [5]

Uma nova tentativa entra em ação, desta vez propondo uma política econômica sem medidas
drásticas. Com a entrada do novo Ministro da Fazenda, Mailson Nóbrega, é lançado o Plano Verão
em 1988, também conhecido como “feijão com arroz”. [6]

O novo plano cortou três zeros da moeda brasileira, criando o “Cruzado Novo”, manteve o
congelamento de preços, extinguiu a correção monetária, propôs cortes nos gastos públicos
incluindo exoneração de funcionários contratados nos últimos cinco anos e a privatização de
algumas estatais. [6]

Conforme o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC) durante o Plano Verão os


saldos das cardenetas de poupança foram atualizadas com base no rendimento acumulado das
Letras Financeiras do Tesouro (LFT) e não pelo Índice de Preço do Consumidor (IPC), isso os
bancos não creditaram a diferença devida no percentual de 20, 46% nas cardenetas de poupança de
clientes com aniversários entre 1º a 15º dia do mês de fevereiro de 1989, gerando uma perda para
todos esses consumidores [7]

A grande meta na época era deixar a inflação na casa dos 10% ao mês. O pacote teve efeito
durante os três primeiros meses, onde a inflação caiu para 16,78% em fevereiro, 6,82% em março e
8, 33% em abri, quando daí em diante começou a subir até chegar aos 82,39% em março de 1990,
quando Sarney deixou a presidência para Collor.[3] [8]

Em relação aos planos econômicos do governo Sarney, nenhum deles foi eficiente em frear
os índices inflacionários exorbitantes que assolavam a vida do trabalhador brasileiro. Mas, pela
primeira vez se propôs de forma direta, o corte de gastos públicos indicando o desequilíbrio fiscal
do governo como principal motivador da inflação, como o fez o Plano Verão, apesar dessas medidas
não terem sido aprovadas pelo Congresso. [8]
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Deste modo a expectativa pelas eleições pelo voto direto em 1989 aumentam em todo
o Brasil. Sarney notabilizou-se pela condução de todo o processo de redemocratização que
levou as eleições diretas.

VALÉRIA ARAÚJO CAVALCANTE-UECE/UAB/PNAP


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3. CONSTITUIÇÃO DE 1988
Em 1986 foram realizadas as eleições de deputados e senadores para compor Assembléia
Nacional Constituinte, a qual promulgaria a nova constituição em 05 de outubro de 1988, quando
ainda vigorava o Plano Cruzado I.[3]

Era a primeira Constituinte na história do país a aceitar emendas populares.[9]Os


constituintes incluiram exigências de diferentes grupos e movimentos, como o movimento indígena.
[2]

Após um ano e oito meses de trabalho, foi aprovada a constituição de 1988, apresentando
alguns destaques como: [3], [9]

✔ Forma de governo: República Federativa;


✔ Regime: Presidencialista, com previsão de um plebiscito para 1993 para decisão entre
presidencialismo e parlamentarismo;
✔ Relações Raciais: o art. 5º da CFB/88 definiu que racismo era crime inafiançável e
imprescritível, sujeito a reclusão nos termos da lei;
✔ Eleições: as eleições para presidente, governadores e prefeitos de cidades com mais de 200
mil eleitores passava a ser feito em dois turnos, caso nenhum candidato tivesse a maioria absoluta
dos votos no primeiro turno;
✔ Voto: obrigatório para brasileiros maiores de 18 anos e menores de 70 anos, e facultativo
para maiores de 70 anos e para jovens com 16 e 17 anos;
✔ Povos Indígenas: obtiveram direito à posse da terra que tradicionalmente ocupavam,
cabendo à União demarcá-la;
✔ Mídia: fim da censura a jornais, televisão, rádio e cinema;
✔ Terra: aplicação da reforma agrária em terras consideradas improdutivas;
✔ Legislação do trabalhador: jornada de trabalho semanal passou a ser de 44 horas; o
trabalhador com registro em carteira ganhou o direito a receber como abono um terço de seu salário
ao sair de férias; o demitido sem justa causa ganhou o direito de receber o correspondente a 40% do
saldo do FGTS; a licença maternidade foi aumentada para 120 dias, e criou-se a licença paternidade
de cinco dias;
O processo de redemocratização teve a participação e luta de homens como Tancredo Neves,
Ulisses Guimarães e Dante de Oliveira, entre outros anônimos que dedicaram suas vidas pela
libertação política no Brasil.
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Hoje através de um proceso de eleições democráticas podemos escoler nossos


representantes, nossos direitos e garantias fundamentais são protegidos. Mas, a verdade é que
o processo caminha a passos lentos, muitas garantias asseguradas na Constituição ainda não
foram implantadas.

O fato é que estamos vivendo um momento de construção, em que os direitos e o


processo democrático ainda se consolida, cada instante em que as pessoas buscam seus
direitos, se informam, não se conformam e exigem mais das autoridades.

VALÉRIA ARAÚJO CAVALCANTE-UECE/UAB/PNAP


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4. CONCLUSÃO

José Sarney assumiu a presidência do Brasil num momento de crise e insatisfação social
comprometendo-se com o processo de redemocratização através da promulgação da nova
Constituição Brasileira de 1988.

Apesar dos planos econômicos durante seu governo terem dado bons resultados iniciais,
estes tiveram vida curta e logo fracassaram, contribuíndo ainda mais para a crise no país. Mas, há de
se reconhecer que todos os problemas vividos durante o governo Sarney na área econômia, erros e
acertos, vieram a contribuir como base para composição da nossa moeda atual – o Real.

Apesar da sensação de descrédito no povo ao final de seu governo, havia uma certa
conformação pelo cumprimento da palavra do presidente em realizar as primeiras eleições diretas
no país. Legado que deixaria seu governo, a consolidação do processo de redemocratização,
garantindo à maioria da população brasileira o direito a participação na vida política nacional.
08

REFERÊNCIAS BIBLIOGÁFICAS

[1] José Sarney - Biografia - UOL Educação. Disponíbel em:<


http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u69.jhtm >. Acesso em 02 Fev. 2011.

[2] JUNIOR, Alfredo Boulos. A distensão do Regime Mlilitar: de Geisel a Sarney.


In:História, Sociedade e Cidadania. São Paulo: FTD, 2009. cap.16. p.251-253. INBS: 978-
85-322-5762-8

[3] LEITE, Alcides Domingues Júnior.Da nova república até os dias atuais . In:
Desenvolvimento e mudanças no estado brasileiro. Florianópolis: Departamento de
Ciências da Administração/UFSC; [ Brasília]: Capes: UAB, 2009.p. 55-59. ISBN: 978-85-
61608-83-5.

[4] UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ. Especialização em Gestão Pública –


PNAP - UAB/UECE. Desenvolvimento e Mudanças no Estado Brasileiro. 19. jan. 2011.
Slides. 47p. Tam. Pág; 254,0 x 190,0 mm.Color. Arq: 2,64MG.Aplic:Impress.(material de
apresentação da disciplina Desenvolvimento e Mudanças no Estado Brasileiro)

[5] SOUZA, Rainer. Governo José Sarney - Mundo Educação. Disponível em: <
http://www.mundoeducacao.com.br/historiadobrasil/governo-jose-sarney.htm >. Acesso em
04 Fev. 2011.

[6] RUIZ, Manoel. A História do Plano Cruzado I e II, Plano Bresser, Plano Verão e
Cruzado novo. 2003. Disponível em: < http://www.sociedadedigital.com.br/artigo.php?
artigo=112&item=4 >. Acesso em: 04 fev. 2011.

[7] IDEC - Parceiro do Consumidor - Especial Plano Verão. Revista da IDEC. Disponível
em: < http://www.idec.org.br/planoverao/ >. Acesso em 04 Fev. 2011.

[8] Após 20 anos, Plano Verão deixa legado de indenizações bilionárias. Disponível em:
< http://www.administradores.com.br/informe-se/informativo/apos-20-anos-plano-verao-
deixa-legado-de-indenizacoes-bilionarias/20195/ >. Acesso em 04 Fev. 2011.

[9] Brasil Cultura - Redemocratização – História. O portal da cultura brasileira. 2009.


Disponível em: < http://www.brasilcultura.com.br/historia/redemocratizacao-historia/ >.
Acesso em 04 Fev. 2011.

VALÉRIA ARAÚJO CAVALCANTE-UECE/UAB/PNAP


GLOSSÁRIO

Agio: cobrança acima da tabela.

Cruzado: moeda brasileira criada em 1986 a partir do plano econômico lançado pelo governo
brasileiro que circulou no período de fevereiro de 1986 a janeiro de 1989.

Cruzado-novo: moeda brasileira que circulou de 16 de janeiro de 1989 a 15 de março de 1990,


consequência da reforma promovida pelo Plano Verão.

Inflação: Em economia, inflação é a queda do valor de mercado ou poder de compra do dinheiro.


Isso é equivalente ao aumento no nível geral de preços e queda do poder aquisitivo.

Moratória: Espera, dilação que o credor concede ao devedor além do dia do vencimento da dívida.
Ato de adiar os vencimentos, suspendendo os pagamentos e ação da justiça de decretar pelo
governo de um país que passa por circunstâncias graves, como: guerra, crise econômica, calamidade
pública.

Plano Cruzado: conjunto de medidas econômicas, lançado pelo governo brasileiro em 28 de


fevereiro de 1996 com base no decreto-lei nº2.283 de 27 de fevereiro de 1986.

Plano Bresser: plano econômico brasileiro lançado em 16 de junho de 1987 por meio dos decretos-
Lei 2335/87, 2336/87 e 2337/87, pelo ministro da fazenda Luíz carlos Bresser Pereira

Plano Verão: plano econômico instituído em 16 de fevereiro de 1989 lançado no governo do


presidente José Sarney realizado pelo ministro Mailson Ferreira da Nóbrega.
[1] José Sarney - Biografia - UOL Educação. Disponíbel em:< http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u69.jhtm
>. Acesso em 02 Fev. 2011.
[2] JUNIOR, Alfredo Boulos. A distensão do Regime Mlilitar: de Geisel a Sarney. In:História, Sociedade e
Cidadania. São Paulo: FTD, 2009. cap.16. p.251-253. INBS: 978-85-322-5762-8
[3] LEITE, Alcides Domingues Júnior.Da nova república até os dias atuais . In: Desenvolvimento e mudanças no
estado brasileiro. Florianópolis: Departamento de Ciências da Administração/UFSC; [ Brasília]: Capes: UAB,
2009.p. 55-59. ISBN: 978-85-61608-83-5.
[4] UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ. Especialização em Gestão Pública – PNAP - UAB/UECE.
Desenvolvimento e Mudanças no Estado Brasileiro. 19. jan. 2011. Slides. 47p. Tam. Pág; 254,0 x 190,0 mm.Color.
Arq: 2,64MG.Aplic:Impress.(material de apresentação da disciplina Desenvolvimento e Mudanças no Estado
Brasileiro)
[5] SOUZA, Rainer. Governo José Sarney - Mundo Educação. Disponível em: <
http://www.mundoeducacao.com.br/historiadobrasil/governo-jose-sarney.htm >. Acesso em 04 Fev. 2011.
[6] RUIZ, Manoel. A História do Plano Cruzado I e II, Plano Bresser, Plano Verão e Cruzado novo. 2003. Disponível
em: < http://www.sociedadedigital.com.br/artigo.php?artigo=112&item=4 >. Acesso em: 04 fev. 2011.
[7] IDEC - Parceiro do Consumidor - Especial Plano Verão. Revista da IDEC. Disponível em: <
http://www.idec.org.br/planoverao/ >. Acesso em 04 Fev. 2011.
[8] Após 20 anos, Plano Verão deixa legado de indenizações bilionárias. Disponível em: <
http://www.administradores.com.br/informe-se/informativo/apos-20-anos-plano-verao-deixa-legado-de-
indenizacoes-bilionarias/20195/ >. Acesso em 04 Fev. 2011.
[9] Brasil Cultura - Redemocratização – História. O portal da cultura brasileira. 2009. Disponível em: <
http://www.brasilcultura.com.br/historia/redemocratizacao-historia/ >. Acesso em 04 Fev. 2011.