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Folha 8 DIN 912
Tabela 1 (cont inuacao)
M726 Ma0x6
Rosca Mesa | M72x4_| Manx, Mo0K4 | Ma
Pp.) 6 6 6 6 | 6
Comp . Nominal 1186 172
A) ios 120
4
t
ae) 108 54 120.54
107.46 119.46
73 87
2 80
7154 79.54
6281 7a
5,95 595
72 a0
71,26 79.26
2 2
5 6
55,10 65,10
55,40 65.40
3 48
72 8
106.26. | _118.26 133,17
Fa 27 jens
comprimentos do corpo 1, € 1
ag
~ [109.3 [110.7
| 119,3 | 120,7
120.2 [13038
30.2 | 1408
|
|
150.8
160.8
180,
200,
220,
149.2
“1892
1179,2
199.1
219.1
m9 | 2
258.95
778.95
208.98
Os comprimentos nominais mais usyais comercialmente so os que se encontram ent
as duas linhas cheias escalonadas da tabela.
Os tamanhos de rosca entre parénteses e os comprimentos intermediarios devem 61
evitados na medida do possivel.
Os comprimentos nominais acima de 300mm devem ser escalonados de 20 em 20nm.
Os parafusos cujos comprimentos nominais estejam situados acima da linha quebradFolha 9 DIN 912
e escalonada da tabela tém rosca até a cabeca (distancia maxima da iiltima volta da
rosca até a superficie de apoio da cabeca (1gmax. =3P). Os parafusos com comprimen
tos nominais situados abaixo da linha quebrada
Ygmax. = tnom. - baom. 3 tsmin. = tymax. - 5P
e escalonada as seguintes equacées:
PESOS
Os pesos indicados sio meros valores de orientacao, e néo servem para determinar a
quantidade. Para os parafusos de cabeca cilindrica e de rosca fina os pesos podem
ser considerados praticamente os mesnos.
Tabela 2
Rosca} 1,4 M25
=
=
S838 Salsas a slalsisisisFolha 10 DIN 912
Tabela 2) (continuacao)
1 ]
3 | ]
foxce mz2 23 ann soli sa 436 a2] m a8] mse | moe
a i =
ee Peso (7,85 ke/ kg/1000 pecas =
35] 211 l
wo [20 |
45 | 237 | 286
| 280.) 300 |
ss. | 2a | 316 | a7a| ssa 6s
276. | 30 700
noi a8 | 416) 608 | 755 o80| 1420
“6 | 380. | as0| 98) 7701 000] 70] 200
398/300. | 464/690 690, 1070/ 1680/7180
365 | 88 | s29| 748! c00/ 1150/1600 2320
Fee [a7 | 5741 500! o70_ 1290| 1700 a0
[226 | 307. | 610] 0561 000 1910 1600] 600
485 1579 708| "2100" 2660
[an [1020 i380 | 1670
203 {1110 1460 | 130 | 2199
ati cali he ees
__ [2340] 2040 | 2410
2180 | 2570
2320 | 2730= a ann
B CONDIQDES TECNICAS DO FORNECIMENTO
Aso [ Ase tnoxidavel [Metal nio ferroso
Tolerancia 6g3 para a classe 12.9: 5p 66
“Norma 180 261/DIN GS Parte 12 150 965/DIN/13 Pareelt4
M20: A270
M20: 02.50 A468
DIN 180 696 1s0 3506
ns Parte 12) _|SDIN267)Partelitt
se do Produ
Classe 88 109 12.91)
DIN 267 Parte 18%
Norma 59 Parte 1 *)
erect Liso ]
esresareetcah |
As superficies devem estar conforme a DIN 267 parte
2 (edigao de abril ce 1968), capitulo 2.1
Proteyao por galvanizacao conforme DIN 267 parte 9.
Outrcs tipos de galvanizacao ou outro tratamento de
| superficie conforme acordo especifico:
Superficie
Teste de qualidade Teste conforme DIN 267 parte 5
DA) No momento projeto (setembro de 1979)
1) Para a classe de resisténcia 12.9 usa-se liga de aco.
2) Nos parafusos que nao podem sofrer um teste de tracao aplica-se um teste de
dureza em uma seccao transversal.
DESTGNAGKO
de um parafuso de cabeca cilindrica com sextavado interno de Tosca
, comprimento nominal 1 = 60mm e classe de resisténcia 12,9
= PARAFUSO DE CABECA CILENDRICA DIN 912-Mi2 X 60-12,9
signar formas e acabamentos com instrugées adicionais de encomenda apli.
. a DIN 962. a
lesignar configuracdes com pecas de apoio insepardveis aplica-se a DIN 6900
ignar configuracdes de formaco de rosca na extremidade aplica-se a DIN
sos de cabeca cilindrica até M2,5 podem ser encomendados, também, na
produto F conforme DIN 267 parte 6. Nesse caso acrescenta-se a letra F
0, como por exempl:
PARAFUSO DE CABECA CILINDRICA DIN 912 M2 X 5-12,9 F
ESCLARECIMENTOS
1977 surgiu, no elenco da normalizacio internacional, a norma 180 4762, Hexa~
socket head cap screws, Product grade A
& tate cylindrique & six pans creux, Classe de produit A
fafusos cilindricos com sextavado interno, classe de produto A.
Alenanha havia aparecido um projeto de norma DIN/ISO sobre o assunto desde de
ro de 1975.
ra seja de interesse conciliar a normalizagao DIN com a normalizacio inter-
fional, esse projeto de norma DIN/IS0 ndo pode, até agora, substituir a DIN
ly devido a una série de razées:
(A norma 180 so abrange o intervalo de M1,6 a M36 (série 1 conforme DIN 13 par
ite 13 ou ISO 262).Bla permite, entretanto, designar outras roscas, _conforne
Por exemplo, a ISO 261(DIN 13, parte 12, suplemento). Essa possibilidade en-Folha 12 DIN 912
tretanto, tem suas limitagdes: refere-se a tamanhos de rosca sem definir por nom
ma as medidas dos parafusos, com roscas diferentes daquelas que j4 foram design
das.
b) A normalizagio IS0 ainda nao inclui uma série de normas correlatas necessaria
como sobre protegio galvanica de superficie, testes e outros detalhes que aii
da sao objeto de trabalho do comité téenico 1S0/TC2.
Una andlise cuidadosa de todas as circunstancias levou & decisao por esta noi
ma DIN 912 em forma de uma versao alema de norma 1S0 4762 e nao em forma de
norma DIN/ISO, com ressalvas nacionais. A redacao é praticamente a mesma
180 4762 e os itens em que ha divergéncia foram destacados por uma ret {cula,
Para facilidade de comunicagao internacional, os parafusos desta norma também p
dem ser designados baseando-se na norma ISO 4762 como por exemplo:
PARAFUSO DE CABECA CILINDRICA 180 4762-M12 X 60-12,9
Desde que nfo nas medidas colocadas em destaque pela reticula.
A edic&o 1977-06-15 da ISO 4762 vinha com alguns erros de impressdo que foram coi
rigidos na edigao alema.
Esta norma apresenta, em relacio 4 DIN 912 parte 1 (novembro de 1970) e & DIN 9
parte 2 (outubro de 1969), as seguintes alteracdes e complementacdes:
b) Os comprimentos de rosca b foram parcialmente aumentados. Em todos os tamanho
eles observam a equacdo b = 2d + 12mm em vez de anterior b = 2d + 6mm —_par
(1S 125mm) e 2d + 12mm para (1> 125 $ 200mm) ou 2d + 25mm para (1 > 200m). 0
novos comprimentos de rosca s6 servem, entretanto, como base para calcular 9)
comprimento ninimo da haste 1g e 0 valor maximo tg, que deve ser encarado 9)
a) Adotaran-se os tamanhos de N56 a M100. ,
moo comprimento minimo de aperto. 0 valor minimo de t é 3P, que corresponde |
na pratica 4 antiga medida a para os parafusos com rosca até perto da cabecas
Este novo dimensionamento, aconselhado pelo comité ISO/TC2,deve facilitar 4
aplicagées construtivas destes parafusos.
‘A superficie de apoio da cabeca e a transicdo da haste para a cabeca foram die
mensionados em detalhe, embora ainda existam argumentos contra o valor dy min,
que é dificil ou impossivel de se obter com um acabamento convencional. 0 comi.
t@ ISO/TC2 ainda se ocupa desse problema atualmente. Foi proposto o valor dy
min. = dy min, ~ IT 15 (ou IT 16), mas ainda nao se fizeram as verificagdes me
A profundidade do sextavado t foi alterada. Devido a razdes de resisténeia, |
determinou-se uma espessura minima do fundo. Modificaram-se as aberturas de |
chave (de colocacio de chave), e finalmente foi introduzida como opgao permis |
sivel um segundo acabamento do sextavado (pré-perfurado para posterior confor= |
macio). |
Determinaram-se valores limite para cada una das medidas, calculados de acorde |
com a DIN ISO 4759 parte 1 (projeto), projeto esse que pode ser comparado com ||
a DIN 267 parte 2. /
Em lugar do antigo "acabamento m" indica-se "classe de produto A", de acordo |
com o projeto DIN/ISO 4759 parte 1, que em principio corresponde ao acabamento ||
m. Esse projeto nao indica, entretanto, a qualidade de acabamento da superfi-
cie do material, motivo pelo qual se féz mengio & DIN 267 parte 2 (edicdo de
abril de 1968), paragrafo 2.1.
Bm vez de determinar a altura da ponta no fim da rosca“(medida z), indicou-se
una faixa maxima de 2P para rosca incompleta.
Foi mantida a indicacéo de peso, que a norma IS0 néo traz, sendo necesséria
tanbém uma tabela em separado devido aos valores de 1g. Una vez que esses pe
sos indicados sao valores aproximados (devido as tolerancias das medidas), @~
crescentou~se uma observacao lembrando que eles nao podem servir de base para
© calculo de quantidade.
No paragrafo 3 as lacunas ainda existentes na norma ISO sao preenchidas com in
dicacées de normas DIN. Como na Alemanha é muito difundido 0 uso de parafusos)Folha 13 DIN 912
cilindricos com sextavado interno de classe de resisténcia 19,9 essa versio foi
acrescentada aos 8,8 e 12,9 constantes da norma 1S0,
k)
»v
m)
Acrescentaram-se também, para os acos inoxidaveis, as classes A4 e C3, com ba
se na frequéncia de sua utilizacao. a
Para pecas de metais ndo-ferrosos ainda néo ha normalizacdo 1S0, Por essa ra~
zho faz-se referéncia ao projeto DIN 267 parte 18.
A antiga DIN 912 trazia a observacdo "diametro da haste ~ diametro da rosca
ou = diametro do flanco a critério do fabricante", que foi retirada para con-
ciliacdo com a normalizacao ISO. De acordo com a DIN 962, a versao diametro
da haste = diametro do flanco ainda pode ser designada pela DIN 912, bastando
para isso acrescentar a letra B (formato) & designacao, como por exemplo:
PARAFUSO CILENDRICO DIN 912 - B M12 X 60-8,8
As roscas finas M10 X 1 e M12 X 1,5 nao fazem parte da selecdo internacional
de parafusos e porcas com rosca fina (IS0 262). Por razdes de ordem técnica,
entretanto, a rosca fina Mi2 X 1,5 ainda é muito utilizada na Alemanha; por
esse motivo colocaram-se ambas as roscas como um adendo & tabela, desaconse -
Ihando, porém, o seu uso para projetos novos.
Esta norma substitui as DIN 912 parte 1 de novembro de 1970 e parte 2 de outu
bro de 1969. Como a parte 2 se referia a tamanhos até M2,5 da classe de produ
to F, féz-se uma observacao quanto a classe de produto. No momento existe uma
norma ISO sobre a classe de produto F em preparacdo, que sairé como numero
180 4759/11.