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AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MONTE DA OLA

PROJECTO CURRICULAR DE AGRUPAMENTO

2007/ 2010
Índice
Introdução _______________________________________________________________ 1
Objectivos _____________________________________________________________ 1
Escolas do Agrupamento __________________________________________________ 1
1. Organização Escolar _____________________________________________________ 2
1.1. Horário de Funcionamento das Escolas/ Jardins de Infância ___________________ 2
1.1.1. Ensino Pré-Escolar ________________________________________________ 2
1.1.2. Escolas de 1.º Ciclo _______________________________________________ 2
1.1.3. Escola de 2.º e 3.º Ciclos e Ensino Secundário __________________________ 3
1.2. Matriz Curricular _____________________________________________________ 3
1.2.1. Educação Pré-Escolar _____________________________________________ 3
1.2.2. Matriz Curricular – 1.º Ciclo ________________________________________ 9
1.2.3. Matriz Curricular – 2.º Ciclo _______________________________________ 11
1.2.4. Matriz Curricular – 3.º Ciclo _______________________________________ 12
1.2.5. Matriz Curricular – Secundário _____________________________________ 13
1.3. Critérios para Distribuição do Serviço Lectivo _____________________________ 14
1.3.1. Directores de Turma _____________________________________________ 14
1.3.2. Professores das Áreas Curriculares não Disciplinares ____________________ 15
1.3.3. Professores das Áreas Disciplinares _________________________________ 15
1.4. Critérios para a Elaboração dos Horários dos Alunos ________________________ 16
2. Articulação Vertical e Horizontal ___________________________________________ 16
3. Orientações para as Áreas Curriculares Não Disciplinares e Oferta de Escola ________ 17
3.1. Estudo Acompanhado ________________________________________________ 17
3.2. Área de Projecto ____________________________________________________ 18
3.3. Formação Cívica ____________________________________________________ 21
3.4. Oferta de Escola ____________________________________________________ 23
4. Orientações para Alunos com Necessidades Educativas Especiais _________________ 23
4.1. Procedimentos _____________________________________________________ 24
4.1.1. Educação Pré-escolar ____________________________________________ 24
4.1.2. 1.º Ciclo _______________________________________________________ 25
4.1.3. 2.º e 3.º Ciclos _________________________________________________ 25
4.1.4. Colaboração com os Encarregados de Educação ________________________ 26
5. Actividades de Enriquecimento Curricular/ Actividades Extra Curriculares ___________ 26
5.1. Actividades de Enriquecimento Curricular no 1.º Ciclo ______________________ 26
5.2. Clubes e Projectos __________________________________________________ 26
5.2.1. Reciclagem ____________________________________________________ 28
5.2.2. Reciclar-(te) – Animais Marinhos ___________________________________ 28
5.2.3. Jornal escolar de parede __________________________________________ 29
5.2.4. Projecto compostagem nas escolas __________________________________ 29
5.2.5. Projecto eTwinning ______________________________________________ 30

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 i


5.2.6. Núcleo de Coleccionismo __________________________________________ 31
5.2.7. Projecto «Comunic´Arte» _________________________________________ 32
5.2.8. Oficina de Leitura e Escrita ________________________________________ 32
5.2.9. Oficina Saberes com Sabores ______________________________________ 33
5.2.10. Clube de Teatro ________________________________________________ 33
5.2.11. Clube da Floresta «Os Mochos da Ola» ______________________________ 34
5.2.12. Clubes de Brinquedos e Tapeçaria__________________________________ 34
5.2.13. Clube de Francês _______________________________________________ 35
5.2.14. Projecto Anual com a Fundação Serralves – Aprendizagem Através da Arte _ 35
5.2.15. Clube de Matemática ____________________________________________ 36
5.2.16. Clube de Música________________________________________________ 37
5.2.17. Projecto Crie – Ol@Online ________________________________________ 37
5.2.18. Clube de Fotografia _____________________________________________ 38
5.2.19. Clube da Saúde ________________________________________________ 38
5.2.20. Clube dos Direitos Humanos ______________________________________ 39
5.2.21. Desporto Escolar _______________________________________________ 39
5.2.22. Sala de Estudo_________________________________________________ 40
5.2.23. Substituição de Aulas ___________________________________________ 41
5.2.24. Gabinete de Apoio ao Aluno ______________________________________ 42
6. Estruturas de Apoio _____________________________________________________ 42
6.1. Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)________________________________ 42
6.2. Biblioteca Escolar ___________________________________________________ 44
7. Orientações para o Projecto Curricular de Turma ______________________________ 46
7.1. Objectivos ________________________________________________________ 46
7.2. Aspectos a desenvolver ______________________________________________ 46
7.2.1. Caracterização Sócio-Económica-Cultural _____________________________ 46
7.2.2. Identificação de Problemas e Definição de Prioridades ___________________ 47
7.2.3.Definição de uma Estratégia Global para a Turma _______________________ 47
7.3. Planificação das Actividades Lectivas ____________________________________ 47
7.4. Planificação das Áreas Curriculares Não Disciplinares _______________________ 47
7.5. Planificação das Actividades Não Lectivas ________________________________ 47
7.6.Planificação da Acção a Desenvolver pelo Conselho de Turma _________________ 47
8. Avaliação _____________________________________________________________ 48
8.1. Critérios Gerais de Avaliação dos Alunos _________________________________ 48
8.1.1. Procedimentos de Avaliação no Pré-Escolar ___________________________ 48
8.1.2. Critérios Gerais de Avaliação do Ensino Básico e Secundário ______________ 48
8.2. Avaliação do Projecto Curricular de Agrupamento __________________________ 49

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 ii


Introdução

No Projecto Educativo foram detectados alguns problemas que o Projecto Curricular de


Escola procurará atenuar.
Assim, a área de intervenção deste Projecto será a melhoria da qualidade das
aprendizagens, perspectivada não só a nível cognitivo e no desenvolvimento das literacias,
mas também no desenvolvimento de valores da sociedade actual, de modo a formar
cidadãos activos, solidários e tolerantes.

Objectivos
• Melhorar a qualidade das aprendizagens.
• Permitir que os alunos se insiram em esquemas de formação profissional.
• Promover os valores em diversas dimensões.
• Possibilitar a aquisição de atitudes autónomas.
• Proporcionar experiências de aprendizagem diversificadas.
• Fazer uma melhor articulação entre os programas das disciplinas: verticalmente,
entre os vários anos dos três ciclos do ensino básico; horizontalmente, tendo em
conta os conteúdos de todas as disciplinas.
• Promover, nas reuniões de grupo disciplinar/ departamentos e Conselho de turma,
a reflexão conjunta e a colaboração dos docentes na planificação e realização das
actividades interdisciplinares a desenvolver.
• Introduzir as componentes locais e regionais no currículo, usando o Meio como
conteúdo curricular e fontes de recursos que favoreçam aprendizagens
significativas.
• Transformar a escola num espaço em que os alunos possam participar na tomada
de decisões e vivenciem a democracia.
• Salvaguardar a diversidade dos ritmos de aprendizagem e interesses dos alunos.

Escolas do Agrupamento
Jardim de Infância de Vila Nova de Anha
Pré-Escolar Jardim de Infância de Vila Fria
Jardim de Infância de Mazarefes
EB 1.º Ciclo de Vila Nova de Anha
EB 1.º Ciclo de Vila Fria
1.º Ciclo EB 1.º Ciclo Monte – Mazarefes
EB 1.º Ciclo Igreja – Alvarães
EB 1.º Ciclo Costeira – Alvarães
2.º e 3.º Ciclos/ Secundário EB 2, 3/ S de Monte da Ola

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 1


1. Organização Escolar

Coordenação de ciclos
No 1.º Ciclo há um coordenador de titulares de turma. No 2º e 3º Ciclos e no Ensino
Secundário há um coordenador de directores de turma para cada um destes níveis.
Coordenação de Ciclos
1.º Ciclo Elisa Azedo dos Santos
2.º Ciclo António Sá Torres
3.º Ciclo Pedro Gaião
Ensino Secundário Marília Ribeiro

Coordenação de departamento curricular


Coordenação de Departamento Curricular
Conselho de docentes do Pré-Escolar Maria do Carmo Cunha
Conselho de docentes do 1.º Ciclo Maria Amélia Costa
Departamento de Expressões Isabel Carvalho
Departamento de Ciências Sociais e Humanas Alzira Soares
Departamento de Línguas Júlia Bacelar
Departamento de Ciências José Carlos Carvalhido

1.1. Horário de Funcionamento das Escolas/ Jardins de Infância

1.1.1. Ensino Pré-Escolar

Os jardins de infância do agrupamento funcionam das 9h às 12h da parte da manhã e


das 13h.30m às 15h.30m no turno da tarde. No Jardim de Infância de Mazarefes há
prolongamento de horário a cargo da Câmara Municipal, ficando assegurado a permanência
das crianças inscritas nesse serviço das 8h às 18h. No Jardim de Infância de Vila Nova de
Anha o prolongamento de horário é assegurado pelo Centro Social em protocolo com a
Câmara Municipal, funcionando das 7h às 19h.

1.1.2. Escolas de 1.º Ciclo

As escolas de 1.º Ciclo funcionam das 9h às 17h.30m, desenvolvendo actividades


lectivas e actividades de enriquecimento curricular.
Actividades lectivas: das 9h às 12h / das 13h30m às 15h30m
Actividades de Enriquecimento Curricular: das 15h30m às 17h30m, excepto nos dias
de flexibilização.

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1.1.3. Escola de 2.º e 3.º Ciclos e Ensino Secundário

Na Escola EB 2, 3/ S Monte da Ola as aulas decorrem das 8h20m às 18h20m, de


acordo com a seguinte organização dos tempos:
1.º Tempo 08h.20m às 09h.05m
2.º Tempo 09h.05m às 09h.50m
Manhã

3.º Tempo 10h.10m às 10h.55m


4.º Tempo 10h.55m às 11h.40m
5.º Tempo 11h.50m às 12h.35m
6.º Tempo 12h.35m às 13h.20m
1.º Tempo 13h.25m às 14h.10m
2.º Tempo 14h.10m às 14h.55m
3.º Tempo 15h.10m às 15h.55m
Tarde

4.º Tempo 15h.55m às 16h.40m


5.º Tempo 16h.50m às 17h.35m
6º Tempo 17h.35m às 18h.20m

1.2. Matriz Curricular

1.2.1. Educação Pré-Escolar

As Orientações Curriculares para a Educação Pré-escolar reconhecem a criança como


sujeito do processo educativo, o que significa partir do que a criança já sabe, valorizar os
seus saberes como fundamento para as suas novas aprendizagens. Este documento define
como fundamentos:
• Uma construção articulada do saber – o que implica que as diferentes áreas de
conteúdo não deverão ser vistas como compartimentos estanques, mas abordadas
de uma forma globalizante e integrada;
• A exigência de resposta para todas as crianças – o que pressupõe uma pedagogia
diferenciada, centrada na cooperação, em que cada criança beneficia do processo
educativo desenvolvido com o grupo.
• Com suporte nestes fundamentos, o desenvolvimento curricular, da
responsabilidade do educador, terá em conta:
• Os objectivos gerais – enunciados na Lei-quadro da Educação Pré-Escolar como
intenções que devem orientar a prática profissional dos educadores;

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• A organização do ambiente educativo – como suporte do trabalho curricular e da sua
intencionalidade. O ambiente educativo comporta diferentes níveis em interacção: a
organização do grupo, do espaço e do tempo; a organização do estabelecimento
educativo; a relação com os pais e com outros parceiros educativos.
• As áreas de conteúdo – constituem as referências gerais a considerar no
planeamento e avaliação das situações e oportunidades de aprendizagem.
Distinguem-se três áreas de conteúdo:
ƒ Área de Formação Pessoal e Social
ƒ Área de Expressão/Comunicação que compreende três domínios:
o Domínio das expressões: motora, dramática, plástica e musical;
o Domínio da linguagem oral e abordagem à escrita;
o Domínio da matemática;
ƒ Área do Conhecimento do Mundo
• A comunidade educativa – como processo que parte do que as crianças já sabem e
aprenderam, criando condições para o sucesso das aprendizagens seguintes;
• A intencionalidade educativa – que decorre do processo reflexivo de observação
planeamento, acção e avaliação desenvolvido pelo educador, de forma a adequar a sua
prática às necessidades das crianças.
Com base nos pressupostos enunciados foi elaborada pelo Conselho de Docentes da
Educação Pré-escolar uma proposta de Estrutura Curricular para este nível de educação, a
qual se apresenta de seguida:

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Estrutura Curricular da Educação Pré-escolar

Área de Conteúdo Experiências de aprendizagem nucleares

Formação
Pessoal e Social - Identidade Pessoal e Auto-estima (reconhecimento da sua
singularidade e favorecimento da construção de uma
imagem positiva de si próprio)

- Autonomia e Responsabilidade (valorização da


independência pessoal, desenvolvimento de um espírito
crítico).

- Educação para os Valores e Cidadania (promoção de bons


hábitos sociais, incentivo a atitudes de solidariedade,
democracia e espírito crítico)

- Educação para a Diversidade (respeito pela diferença,


multi e interculturalidade)

- Educação Sexual (promoção da igualdade de género e de


oportunidades e prevenção do preconceito quanto aos
papeis sociais do homem e da mulher).

Estrutura Curricular da Educação Pré-escolar


Área de
Domínios Experiências de aprendizagem nucleares
Conteúdo

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Expressão e Domínio das
Comunicação Expressões:

- Expressão Motora; - Desenvolvimento físico-motor harmonioso


(promoção da coordenação geral,
motricidade fina, dominância lateral…).

- Expressão Dramática; - Desenvolvimento da criatividade,


imaginação e expressão corporal;

- Expressão Plástica; - Incentivo à Educação Estética e criatividade


artística;

- Expressão Musical; - Sensibilização à música e ao


reconhecimento de diferentes sonoridades /
ritmos;

- Tecnologias da
Informação e - Iniciação ao código informático e
Comunicação. multimédia.
Domínio da Linguagem - Aquisição/desenvolvimento da língua
Oral materna quanto à linguagem expressiva
(articulação, construção frásica, riqueza de
vocabulário) e à linguagem receptiva
(capacidade de interpretação);

Abordagem à Literacia; - Iniciação contextualizada ao código escrito.

Iniciação a uma língua - Possibilidade de primeiro contacto com uma


estrangeira. segunda língua.
Domínio da Matemática - Introdução lúdica à linguagem matemática.
- Aquisição de noções lógico-matemáticas
diversas (cromáticas, topológicas, temporais,
de quantidade/número, de conjunto, de
padrão…)

Estrutura Curricular da Educação Pré-escolar

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Área de Conteúdo Experiências de aprendizagem nucleares
Conhecimento
do Mundo
- Educação Ambiental (promoção da defesa do ambiente e
preservação dos recursos naturais)

- Educação para a Saúde (incentivo à criação de hábitos de


vida saudável);

- Conhecimento Científico (abordagem contextualizada e


essencialmente prática às suas diversas vertentes: biologia,
história, geografia, física e química)

Projectos a desenvolver
Clube de Leitura «As Comunidade Escolar Raquel Lima Jardim de Infância de
Letras Mágicas» Vila Fria
Projecto «Primeiros Comunidade Escolar Educadoras do Jardins de Jardins de Infância do
passos na Ciência…» Infância Agrupamento
Projecto Allegro Comunidade Escolar Educadoras do Jardins de Jardins de Infância do
Infância Agrupamento

Clube de Leitura «As Letras Mágicas»

Objectivos
• Dar continuidade ao Projecto iniciado no ano lectivo 2004/05
• Promover o gosto pelo livro e pela leitura
• Sensibilizar para a importância do livro e da leitura como veículos de informação,
conhecimentos, aprendizagens, pesquisa…
• Reforçar o nível de literacia das crianças nas diversas formas de comunicação
• Promover o desenvolvimento da língua materna quanto à linguagem expressiva
(articulação, construção frásica, riqueza de vocabulário) e à linguagem receptiva
(capacidade de interpretação)
• Sensibilizar as famílias para a importância dos livros de histórias e outros na
aprendizagem e no desenvolvimento cognitivo e afectivo das crianças
• Promover o convívio e a troca de saberes com crianças de outras escolas, com as
famílias e outros membros da comunidade

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 7


Actividades
• Visitas a algumas bibliotecas (Municipal; ACEP; Móvel)
• A Saca Andarilhinha leva histórias da Escolinha e O Saco Andarim leva histórias do
Jardim – Sacas com um caderno, onde as crianças do J.I. iniciam uma história.
Uma das sacas andará por todas as Escolas do 1º Ciclo e Jardins de Infância do
Agrupamento e a outra pelas casas das crianças, com o fim de cada escola e cada
família continuar a história e ilustrá-la. No final todos os participantes terão acesso
às mesmas e será realizado um encontro para observar o rumo que cada história
tomou.
• O Livro dos Amigos da Natureza visita as escolas do Agrupamento
• Distribuição de inquéritos aos encarregados de educação sobre hábitos de leitura
• Construção de um jogo com personagens de um livro
• Visita de alunos da EB1 de Vila Fria, pais e amigos para participarem no Clube de
Leitura
• Participação das crianças em actividades de outras escolas do Agrupamento
• Promover um Seminário para os encarregados de educação sobre “Leitura a par”
• Distribuição de fichas para registo das leituras que as crianças vão fazendo em casa
• Distribuição de pequenos textos com sugestões para leitura em família
• Distribuição de uma lista com alguns livros recomendados no Plano nacional de
Leitura
• Elaboração de “O nosso abecedário”
• Dramatizações de histórias, poesias, canções e lenga-lengas

Projecto «Primeiros passos na Ciência…»

Destina-se a todo o público pré-escolar (dos 3 aos 6 anos) e contempla as crianças


dos três Jardins de Infância do Agrupamento.
Os promotores/dinamizadores são as educadoras de infância titulares em parceria com
docentes do Departamento das Ciências da EB2,3/S de Monte da Ola.
Os objectivos pretendidos são:
• Satisfazer a curiosidade das crianças, fomentando a admiração, entusiasmo e
interesse pela ciência;
• Contribuir para a construção de uma imagem positiva da ciência;
• Desenvolver capacidades de pensamento criativo e crítico, em diferentes contextos,
permitindo a tomada de decisões e a resolução de problemas;
• Promover a construção de conhecimento científico útil e com significado social, que
permita à criança explorar o meio participando activamente na construção do seu
próprio conhecimento.

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As actividades a implementar pretendem concretizar uma primeira abordagem às
áreas de conhecimento científico, nomeadamente em torno da Biologia, Físico-Química,
Geografia, Filosofia e História, proporcionando a experimentação, a cooperação em grupo, o
conhecimento das regras de trabalho e o contacto com materiais e equipamentos
específicos.

Projecto Allegro (Expressão Musical)

Este projecto abrange todas as crianças a frequentar os estabelecimentos de educação


pré-escolar do Agrupamento de Escolas Monte da Ola. A responsável pela Actividade de
Educação Musical dinamiza este projecto, em colaboração com as educadoras titulares dos
grupos. Pretendem-se atingir os seguintes objectivos:
• Despertar o gosto pela música;
• Estimular a expressão rítmica, corporal e musical entre as crianças;
• Desenvolver a capacidade de percepção/discriminação de sons;
• Promover o contacto directo com instrumentos musicais, num contexto lúdico de
aprendizagem;
• Sensibilizar para os vários géneros musicais como forma de arte;
Este projecto contempla actividades diversificadas no âmbito da Educação Musical e
adequadas à faixa etária do público-alvo.

Componente de Apoio à Família


A componente de apoio à família na educação de infância, não assume qualquer
intencionalidade educativa, limitando-se a prestar um serviço de cariz social.

1.2.2. Matriz Curricular – 1.º Ciclo

As orientações curriculares para o 1º ciclo do ensino básico reconhecem a criança


como sujeito de todo o processo educativo. Partem dos seus saberes como ponto de partida
para as novas aprendizagens.
Não pretendem adicionar a um conjunto de conhecimentos um certo número de
capacidades e atitudes mas sim, promover o desenvolvimento integrado de capacidades e
atitudes que viabilizam a utilização dos conhecimentos em situações diversas, mais
familiares ou menos familiares ao aluno, por forma a ser feita a associação entre o
desenvolvimento de algum grau de autonomia em relação ao uso do saber.
São definidos como fundamentos:
• A construção articulada dos saberes.
• A exigência de resposta para todas as crianças.

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• Vários níveis de interacção (organização de grupo, do espaço e do tempo;
organização do estabelecimento educativo; relação com os pais e outros parceiros
educativos).

Áreas Curriculares
Língua Portuguesa (8 horas semanais)
Competências Gerais
• Descobrir a multiplicidade de dimensões da experiência humana, através do
acesso ao património escrito legado por diferentes épocas e sociedades e que
constitui um arquivo vivo da experiência cultural, científica e tecnológica da
Humanidade.
• Assumir o papel de ouvinte atento, de interlocutor e locutor cooperativo em
situações de comunicação que exijam algum grau de formalidade.
• Transformar informação oral e escrita em conhecimento.
• Exprimir-se oralmente e por escrito de uma forma confiante, autónoma e criativa.
• Transferir o conhecimento da língua materna para a aprendizagem das línguas
estrangeiras.

Matemática (7 horas semanais)


Competências Gerais
• Compreender de forma global os números e as operações e a sua utilização de
maneira flexível para fazer julgamentos matemáticos e desenvolver estratégias
úteis de manipulação dos números e das operações.
• Ter aptidão para efectuar cálculos mentalmente, com os algoritmos de papel e
lápis ou usando a calculadora, bem como para decidir qual dos métodos é
apropriado à situação.
• Adquirir aptidão para dar sentido a problemas numéricos e para reconhecer as
operações que são necessárias à sua resolução, assim como para explicar os
métodos e o raciocínio que foram usados.

Estudo do Meio (5 horas semanais)


Competências Gerais
• Reconhecer e valorizar as características do seu grupo de pertença, respeitar e
valorizar outros povos e outras culturas, repudiando qualquer tipo de discriminação.
• Exprimir, fundamentar e discutir ideias pessoais sobre fenómenos e problemas do
meio físico e social com vista a uma aprendizagem cooperativa e solidária.
• Participar em actividades lúdicas de investigação e descoberta e utilizar processos
científicos na utilização de actividades experimentais.

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• Saber preservar a saúde e segurança do seu corpo de acordo com o
conhecimento que tem das suas potencialidades e limitações e respeitar e aceitar
as diferenças individuais.

Áreas de Expressão (5 horas semanais)


Expressão e Educação Dramática
Expressão e Educação Físico-motora
Expressão Plástica
Expressão e Educação Musical
Competências Gerais
• Afirmar a singularidade de cada um, promovendo e facilitando a sua
expressão, podendo tornar-se uma “mais valia” para a sociedade;
• Proporcionar ao indivíduo, através do processo criativo, a oportunidade para
desenvolver a sua personalidade de forma autónoma e crítica, numa permanente
interacção com o mundo.
• Facilitar a comunicação entre culturas diferentes e promover a aproximação entre
as pessoas e os povos.

1.2.3. Matriz Curricular – 2.º Ciclo

Tempos Lectivos
Áreas Curriculares
5.º ano 6.º ano
Língua Portuguesa 90+90 90+90
Língua Estrangeira – Inglês 90+90 90+45
História e Geografia de Portugal 90+45 90+45
Matemática 90+90 90+90
Ciências da Natureza 90+45 90+45
Educação Visual e Tecnológica 90+45 90+45
Educação Física 90+45 90+45
Educação Musical 90+45 90+45
Educação Moral Religiosa e Católica 45 45
Formação Cívica 90 45
Área de Projecto 90 90
Estudo Acompanhado 90 90
Filosofia Para Crianças 45 ---------------------
Oferta de Escola
TIC --------------------- 45

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1.2.4. Matriz Curricular – 3.º Ciclo

Tempos Lectivos
Áreas Curriculares
7.º ano 8.º ano 9.º ano
Língua Portuguesa 90+90 90+90 90+90
Inglês 5 90+45 45+45 90+45
Espanhol
Língua Estrangeira 90+45 90+45 45+45
Francês
História 45+45 90+45 90+45
Matemática 90+90 90+90 90+90
Ciências Naturais 90 90 90
Geografia 45+45 45+45 45+45
Ciências Física/ Química 90 90 90+45
Educação Artística 90 90
Educação Visual 90 90 90+45
Educação Tecnológica 90 90
Educação Física 90+45 90+45 90+45
TIC ----------- ----------- 90
Educação Moral R. C. 45 45 45
Estudo Acompanhado 90 90 45
Área de Projecto 90 90 90
Formação Cívica 45 45 45
Oferta de Escola – Matemática 45 45 ------------

Turma de Percursos Curriculares Alternativos – 7.º ano


Disciplina Carga horária
Língua Portuguesa 90+90
Inglês 90+45
Espanhol 90+45
História 90
Matemática 90+90
Ciências Físico-Naturais 90+90
Geografia 90
Educação Artística 90
Educação Artística 90
Educação Física 90+45
Área de Projecto 90
Área de Projecto 90
Estudo Acompanhado 90
Estudo Acompanhado 90
Formação Cívica 45
Introdução às TIC 90+45

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Curso de Educação Formação – 9.º ano
Total
Disciplina 90 min.
horas/anuais
Língua Portuguesa 45 90
Inglês 45 90
TIC 21 45
Cidadania e mundo actual 21 45
Higiene e Segurança no Trabalho 30 45
Ed. Física 30 90
Matemática Aplicada 45 90
Actividades Económicas 21 45
Stocks e Merchandising 186 180+180
Técnicas Atendimento 225 180+180+90
Procedimentos Administrativos no Contexto Comercial 186 180+180
Serv. Pós-Venda 135 180+90

1.2.5. Matriz Curricular – Secundário

Cursos Científico-Humanísticos: Ciências e Tecnologias / Ciências sociais e


Humanas
Tempos lectivos
Disciplinas 10ºAno 11º Ano 12ºAno
Componente Geral
Português 90+90 90+90 90+90
Inglês Continuação 90+90 90+90 ---------------
Filosofia 90+90 90+90 ---------------
Ed. Física 90+90 90+90 90+90
Componente Específica
(Ciências e Tecnologias)
Matemática A 90+90+90 90+90+90 90+90+90
Físico-Química A 90+90+135 90+90+135 ---------------
Biologia e Geologia 90+90+135 90+90+135 90+90+135 a)
Geometria Descritiva A 90+90+90 90+90+90 ---------------
Física ----------------- ----------------- 90+90+135
Química ----------------- ----------------- 90+90+135
Área Projecto ----------------- ----------------- 90+90
Componente específica
(Ciências Sociais e Humanas)
História A 90+90+90 90+90+90+ 90+90+90
Geografia A 90+90+90 90+90+90 ---------------
Mat. Aplicada às Ciências Sociais --------------- 90+90+90 90+90+90

a) Para os alunos que iniciaram a disciplina no 11º ano.

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 13


Curso Profissional Técnico de Comércio (10º Ano)
Disciplinas Total de horas Tempos lectivos

Inglês 108 90+90


Português 110 90+90
Área de Integração 110 90+90
Ed. Física 48 90
TIC 100 90+90
Matemática 100 90+90
Economia 100 90+90
Comercializar e Vender 160 180+90
Organizar e Gerir a Empresa 150 180+90
Comunicar em Francês 45 90

1.3. Critérios para Distribuição do Serviço Lectivo

O serviço docente decorre em cinco dias úteis. Procura-se constituir equipas


pedagógicas comuns a várias turmas, de modo a facilitar a realização de trabalhos entre
docentes.
Sempre que possível, os professores acompanham as mesmas turmas no ciclo de
ensino, sendo a continuidade pedagógica o critério essencial na distribuição do serviço
lectivo.

1.3.1. Directores de Turma

Os directores de turma são escolhidos tendo em atenção a sua experiência


profissional. Assim, recorre-se a professores profissionalizados, quase sempre do quadro de
nomeação definitiva da escola, que possam assegurar esta função ao longo do ciclo de
estudos da turma.
Nível
Turma Director de Turma
Ensino
5.º A Paula Costa
5.º B Abílio Martins
5.º C Alexandre Capitão
5.º D Amélia Vila Chã
2.º Ciclo

5.º E Maria Isabel Barros Forte


6.º A Maria Ana Mendes
6.º B Júlia Bacelar
6.º C Paula Mateus
6.º D José Luís Esteves do Couto
6.º E António Jorge Sá Torres

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 14


Nível
Turma Director de Turma
Ensino
7.º A José Carlos Carvalhido
7.º B Aurora Oliveira
7.º C Isaura Mota
7.º D Sandra Amorim
7.º E Olinda Parra
8.º A Teresa Cristina Alves

3.º Ciclo
8.º B Ana Paula Afonso
8.º C Pedro Gaião
8.º D Manuel São João
9.º A Henrique Del Rio
9.º B Rui Malheiro
9.º C Fernanda Silva
9.º D Flora Douteiro
9.º E Anabela Sobrinho
10.º A José Cepa
10.º B Daniela Carlão
Secundário

10.º C Graça Paulo


11.º A Flora Moura
11.º B Marília Ribeiro
11.º C Amélia Morais
12.º A Sandra Fernandes
12.º B Liliana Neiva

1.3.2. Professores das Áreas Curriculares não Disciplinares

A área de Formação Cívica é atribuída preferencialmente ao Director de Turma e, caso


não seja possível ser o Director de Turma deve ser leccionada por um professor
profissionalizado com experiência pedagógica.
No 2.º Ciclo, as áreas de Estudo Acompanhado e de Área de Projecto são leccionadas
por um par pedagógico e, dentro do possível, de grupos de leccionação diferentes. No 3.º
Ciclo, estas áreas são leccionadas por um único professor, excepto na turma de percursos
curriculares alternativos que tem dois professores.

1.3.3. Professores das Áreas Disciplinares

No 2.º Ciclo, um professor lecciona mais do que uma disciplina/ área curricular na
mesma turma. Deste modo, também é menor o número de professores que constituem um
conselho de turma, o que facilita a articulação horizontal de conteúdos e o trabalho
interdisciplinar.

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 15


1.4. Critérios para a Elaboração dos Horários dos Alunos

Os horários dos alunos foram elaborados obedecendo ao disposto no Decreto-lei


6/2001.
Estando a Escola dimensionada para 24 turmas, registou-se, no entanto, a existência
de 32 turmas, o que obriga ao funcionamento em regime misto.
Para as turmas do 2.º ciclo os horários organizam-se, maioritariamente, no turno da
manhã. Os horários de 3.º ciclo são elaborados em regime misto, com predominância do
turno da tarde. A carga horária do Ensino Secundário incide sobretudo no turno da manhã.
Outros critérios que presidem à elaboração de horários prendem-se com não haver
tempos desocupados; e atender-se a uma distribuição criteriosa dos tempos lectivos de
cada uma das áreas curriculares disciplinares, evitando-se, tanto quanto possível, o
lançamento de tempos lectivos em dias consecutivos de áreas com dois ou três tempos
semanais.
Os horários são, em geral, organizados em blocos de 90 minutos. No entanto, em
relação algumas disciplinas do 3º ciclo que apenas têm um único bloco semanal, decidiu a
escola proceder ao seu desdobramento em 45+45 minutos com base no previsto no DL nº6-
2001, onde se lê “Em situações justificadas, a escola poderá propor uma diferente
organização da carga horária semanal dos alunos, devendo contudo respeitar os totais por
área curricular e ciclo, assim como o máximo global indicado para cada ano de
escolaridade.” Esta decisão, que teve o parecer favorável do Conselho Pedagógico,
fundamentou-se, essencialmente, no facto dos alunos apenas terem contacto com as
respectivas disciplinas uma vez por semana, o que dificulta a aquisição das competências
essenciais, bem como na constatação de que, neste nível etário, os alunos ainda não serem
suficientemente autónomos e totalmente responsáveis para realizar um estudo sistemático
dos conteúdos leccionados. Procurou ainda atender-se ao desdobramento das disciplinas de
Ciências da Natureza (2.º Ciclo), de Ciências Naturais (3.º Ciclo), de Ciências Físico-
Químicas (3.º Ciclo), de modo a possibilitar o desenvolvimento de actividades
experimentais.

2. Articulação Vertical e Horizontal

A articulação entre os diversos níveis de ensino faz-se em actividades comuns e no


desenvolvimento de projectos de Agrupamento.
A articulação vertical entre a educação pré-escolar e o 1º ciclo do ensino básico
efectua-se através de:
• Elaboração do Plano Anual de Actividades
• Realização de actividades em conjunto

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 16


• Reuniões de docentes
• Organização de visitas guiadas à escola do 1.º Ciclo e ao Jardim de Infância de
docentes e crianças como meio de colaboração e conhecimento mútuo.
• Transmissão de grelhas que constam do processo individual da criança que transitou
para o 1.º Ciclo (Circular n.º 17/DSDC/DEPEB/2007 de 10 de Outubro).
A articulação vertical entre o 1.º Ciclo e o 2.º Ciclo realiza-se no final do ano lectivo
em reunião com os professores do 4.º ano e os professores que vão leccionar o 5.º ano.
Relativamente à articulação vertical entre o 2.º e 3.º Ciclos, a mesma é feita em
reunião de departamento no início do ano lectivo, devendo estar prevista nas planificações
anuais das diferentes disciplinas.
A articulação horizontal é feita em reunião de conselho de turma, no início do ano
lectivo, devendo constar no Projecto Curricular de Turma.

3. Orientações para as Áreas Curriculares Não Disciplinares e Oferta


de Escola
3.1. Estudo Acompanhado

A área curricular não disciplinar de Estudo Acompanhado é coordenada pelo professor


Abílio Martins e procura atingir os seguintes objectivos:
• implementar estratégias que propiciem um maior conhecimento acerca dos
processos cognitivos mobilizados na resolução de tarefas;
• implementar estratégias que propiciem o desenvolvimento de planos de acção
pessoais face aos problemas a resolver;
• implementar estratégias que fomentem a auto-regulação das aprendizagens;
• promover a aquisição de métodos e hábitos de trabalho e de estudo;
• promover a autonomia no processo de aprendizagem.
A programação desta área curricular não disciplinar prevê o desenvolvimento de
diversas áreas temáticas, conforme o seguinte cronograma:
Áreas temáticas
1.º Ciclo 2.º Ciclo 3.º Ciclo
1.º 2.º 3.º 4.º 5.º 6.º 7.º 8.º 9.º
1. Métodos de Trabalho e Organização X X X X X X X X X
Motivação X X X X X X X X X
Estilos de aprendizagem X X X X
Condições de estudo X X X X X X X X X
Planificação X X X X X X X X X
Memorização X X X X X X X X X

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 17


1.º Ciclo 2.º Ciclo 3.º Ciclo
1.º 2.º 3.º 4.º 5.º 6.º 7.º 8.º 9.º
2. As aulas X X X X X X X X X
Postura na sala de aula X X X X X X X X X
Apontamentos X X X X X X
Caderno diário X X X X X X X
Manual escolar X X X X X X
3. Testes X X X X X X X X X
Antes/ Durante/ Depois X X X X X X X
Tipos de teste X X X
4. Tratamento de Informação X X X X X X X X X
Pesquisa de informação X X X X X X X
Selecção e organização da informação
X X X X X X
recolhida.
5. Plano de acção para a matemática X X X X X X X X X
Estratégias de resolução de problemas X X X X X X X X X
Leitura, interpretação e construção gráfica X X X X X
Interpretação de enunciados X X X X X X X X X
Trabalho cooperativo X X X X X X X X X
Realização de jogos didácticos X X X X X
6. Comunicação oral e escrita X X X X X X X X X
Comunicação oral X X X X X X X X X
Leitura X X X X X X X X X
Escrita X X X X X X X X X
7. Trabalho de pesquisa X X X X X X X X X
Fases da elaboração de um trabalho X X X X
Como apresentar um trabalho oralmente X X X X X X X X X
Como apresentar um trabalho escrito X X X X X
8. Trabalho de grupo X X X X X X X X X

3.2. Área de Projecto

A Área de Projecto é coordenada pela professora Elisa Leite Braga e procura atingir os
seguintes objectivos:
Objectivos gerais
• Promover a ligação da escola ao meio.
• Incentivar o espírito de iniciativa e de pesquisa.
• Promover a interdisciplinaridade.
• Desenvolver o espírito crítico.
• Contribuir para modificar condutas.

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 18


• Fomentar o espírito de cidadania.
• Desenvolver atitudes e valores.
• Potenciar uma maior e eficaz articulação entre os diferentes ciclos do Agrupamento,
nomeadamente ao nível da partilha de experiências e troca de informações.
Objectivos específicos
• Promover uma mudança nas sensibilidades e valores em relação ao meio ambiente.
• Favorecer a aquisição de conhecimentos ambientais e tomadas de consciência crítica.
• Incentivar atitudes e comportamentos na procura de um desenvolvimento
sustentável e solidário.
• Inculcar saberes e responsabilidades a partir de experiências concretas no meio físico
e social.
• Proporcionar a tomada de consciência da problemática ecológica.
• Promover actividades que realcem a reflexão crítica, o diálogo, o aprender a
aprender.
• Incentivar o intercâmbio geracional de ideias e experiências.
• Ajudar à aquisição de um interesse profundo pelo meio ambiente, tendo em vista a
participação activa na sua protecção e melhoria.
• Ajudar à construção de um saber que integre diferentes formas de interpretar e
compreender as questões ambientais (científica, estética, ética, tradicional, mítica).
Dentro deste projecto, foram propostos diversos temas passíveis de serem tratados
nos diferentes anos/ turmas:
Urgência da consciência ecológica
• O crescimento demográfico como factor de um possível colapso ambiental.
• A deslocação maciça de populações.
• As consequências da desertificação humana.
• O esgotamento dos recursos renováveis e não renováveis.
• A industrialização.
• A disponibilidade de alimentos.
• A deterioração social.
• As reservas de produtos naturais.
• O perigo nuclear.
• As grandes catástrofes de origem local ou regional.
• A transformação do meio ambiente como fenómeno planetário.
• Países do Norte e do Sul. Que contrastes?
Perigo da deterioração ambiental
• A mudança ambiental como resultado da acção simultânea de processos
naturais e humanos.
• A ruptura dos ciclos bio geoquímicos e ecológicos.
• As perturbações climáticas e atmosféricas.
• Efeitos da globalização na relação entre os seres humanos e a natureza.

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 19


• Problemas das grandes concentrações urbanas.
• A degradação da camada de ozono.
• O efeito de estufa.
• Não é bom o ar que respiramos.
• Consequências da humanização e delapidação das florestas.
• A desflorestação intensiva.
• A delapidação dos recursos do subsolo.
• Indústria extractiva e agressões ambientais.
• A delapidação dos recursos dos oceanos.
• A poluição da água (rios, lagos, oceanos e lençóis subterrâneos).
• A sobre exploração do mar.
• Pouca água, muito consumo e desperdício.
• Nós precisamos da água, a água precisa de nós.
• Os problemas da distribuição e utilização da energia.
• A dependência energética.
• Consumo em excesso, menos ambiente.
• A utilização maciça de combustíveis fósseis.
• Animais e plantas em vias de extinção.
Alguns problemas da nossa região
• Muito lixo.
• Demasiada construção.
• Excesso de barreiras arquitectónicas.
• Escassez de zonas verdes.
• Carros a mais.
• Os incêndios e as consequências para o meio ambiente.
• Entraves à reflorestação.
• Problemas dos rios e dos ribeiros.
• A água que consumimos já não é o que era.
• A poluição do mar e das praias.
• A destruição das dunas.
• Indústria e poluição.
• Novos perigos na produção agrícola.
• Problemas ligados à intensificação das actividades agrícolas.
• Pesca e escassez de recursos.
• As dependências e a exclusão.
• Analfabetismo funcional.
Alguns problemas da minha escola
• Muito barulho.
• Lixo a mais.
• Pouca atenção à selecção e reciclagem do lixo.

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 20


• Pouco respeito pelos espaços e pelo material.
• Desperdícios no consumo de água.
• Desperdícios no consumo de energia.
• Falta de respeito pelo outro.

A crise como trajecto para a mudança


• Alimentação e ambiente.
• A redução de consumo de materiais e energia.
• A redistribuição dos benefícios e custos ambientais.
• A estabilização do crescimento demográfico da população mundial.
• O papel dos meios de comunicação de massa na representação social dos
problemas ambientais.
• A importância da biodiversidade e das áreas protegidas.
• Vida selvagem.
• Floresta – uma fonte de recursos.
• O desenvolvimento de novas fontes de energia.
• Darwin e a compreensão do lugar do Homem no mundo.
• A importância da reciclagem.
• O desenvolvimento da biotecnologia, os avanços no conhecimento da genética
e as suas aplicações tecnológicas.
• Qualidade ambiental, ontem, hoje. A experiência dos nossos avós.
• A solidariedade como valor guia da ética ambiental.
• A importância da água para a vida.
• Optimizar recursos.
• Ouvir o silêncio.
• Pensar verde.
• Passar a palavra.
• Pelo ambiente também passam sonhos.
• Reciclar mentalidades.

3.3. Formação Cívica

A Formação Cívica é coordenada pelos Coordenadores de Directores de Turma,


António Sá Torres (2.º Ciclo) e Pedro Gaião (3.º Ciclo).
É um espaço de diálogo e reflexão sobre experiências vividas e preocupações sentidas
pelos alunos, assim como sobre temas e problemas relevantes da comunidade e da
sociedade. O seu objectivo central é o de contribuir para a construção da identidade e o
desenvolvimento da consciência cívica dos alunos.

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 21


Esta área curricular é discutida, planificada e gerida em conselho de turma, sendo a
sua operacionalização da responsabilidade do Director de Turma.
As actividades a desenvolver no âmbito da área da Formação Cívica devem contribuir
para:
• Desenvolver competências necessárias ao exercício da cidadania;
• Desenvolver nos alunos atitudes de auto-estima, respeito mútuo e regras de
convivência que conduzam à formação de cidadãos tolerantes, autónomos,
participativos e civicamente responsáveis;
• Promover valores de tolerância, solidariedade e respeito pelos outros;
• Estimular a participação activa dos alunos na escola e na sociedade;
• Proporcionar aos alunos momentos de reflexão sobre a vida da escola e os princípios
democráticos que regem o seu funcionamento.
Todos os momentos são propícios à reflexão sobre a educação para a cidadania, nas
aulas e fora delas, na participação da organização da vida escolar, no estudo, nas
actividades desportivas, nos tempos livres, no convívio e nas regras que o orientam. Assim
a cidadania exerce-se na participação, na cooperação, na tomada de decisão e na expressão
de opinião com liberdade e responsabilidade.
Nesta área devem ser promovidas situações de aprendizagem que integrem
dimensões da vida individual e colectiva, bem como conhecimentos fundamentais para
compreender a sociedade e as suas instituições.
Também deve ser promovida a aquisição de competências, individualmente e em
grupo, para a construção de um projecto de vida saudável nas vertentes física, psíquica e
social.
Esta componente curricular não é da responsabilidade de um professor ou de uma
disciplina, mas sim de todas as disciplinas e áreas do currículo, visto abarcar todos os
saberes e abranger todas as situações vividas na Escola.
No entanto, de modo a favorecer o desenvolvimento desta área, existe um tempo
semanal no horário dos alunos e do Director de Turma, destinado à informação,
sistematização e aprofundamento dos assuntos abordados noutras disciplinas ou de temas
específicos apresentados pelos alunos.
O funcionamento deste espaço pode recorrer, entre outras, à metodologia de
assembleia de turma com vista a promover uma reflexão mais activa e mais participada por
parte dos alunos.
A avaliação desta área curricular não disciplinar caracteriza-se por ser qualitativa,
baseada na auto-reflexão, no conhecimento que o aluno tem de si próprio e da sua
evolução. Este tipo de reflexão deve ser orientado pelo Director de Turma, podendo o
mesmo recolher contributos dos professores das áreas disciplinares/disciplinas, no sentido
de validar a evolução dos alunos.
No 1.º Ciclo a Formação Cívica tem como objectivos:
• Incentivar a participação na vida cívica de forma crítica e responsável.

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• Proporcionar a cooperação com os outros de forma interessada, activa e responsável.
• Desenvolver hábitos de vida saudáveis.

3.4. Oferta de Escola

A oferta de escola procura proporcionar aos alunos competências ao nível das


literacias que lhes permita uma integração plena na sociedade da informação e do
conhecimento. Para tal, a escola proporciona diferentes experiências de aprendizagem que
procuram favorecer um desenvolvimento harmonioso dos alunos, atendendo às suas
necessidades e dificuldades, a saber:
5.º ano – Filosofia para Crianças
6.º ano – Tecnologias de Informação e Comunicação
7.º ano – Matemática
8.º ano – Matemática

4. Orientações para Alunos com Necessidades Educativas Especiais

A docente responsável pela Educação Especializada é a docente Céu Rodrigues


contando a equipa ainda com as professoras Paula Furtado e Maria Afonso.
A política educativa desenvolvida nos últimos anos tem em consideração, de modo
mais ou menos integrador, as crianças e jovens com necessidades educativas especiais.
Os princípios consignados na Constituição Portuguesa, na Lei de Bases do Sistema
Educativo e no Dec. Lei 319/91 de 23 de Agosto proclamam que toda a criança deve ser
tratada em pé de igualdade e de imparcialidade em matéria de Educação.
Assim, cabe à escola fazer com que toda a criança e jovem com necessidades
educativas especiais receba uma educação apropriada, no meio menos restritivo possível,
em classes regulares, sempre que tal seja o melhor para o aluno.
Portanto, o Professor de Educação Especial, em colaboração com os professores das
diferentes turmas e disciplinas, procura detectar as dificuldades dos alunos e as causas que
as originam, bem como encontrar as respostas mais adequadas às necessidades individuais
de cada aluno com NEE, elaborando um programa específico de intervenção tendo em
consideração os seus interesses e competências por forma a contribuir para o seu sucesso
educativo, orientá-los para o apoio sócio-educativo, terapias e consultas de
desenvolvimento.

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 23


4.1. Procedimentos

Favorecer a colaboração e comunicação de todos os intervenientes no processo


ensino/aprendizagem, de forma a criar condições de sucesso através de:

Apoio Indirecto
No apoio indirecto pretende-se promover comunicações funcionais entre os
intervenientes: Conselho Executivo, Directores de Turma, Professores, Educadores de
Infância, Pais, Psicóloga, Assistente Social, Médicos de consulta de desenvolvimento e
Psiquiatria; estabelecer relações com os Directores de Turma, Professores e Educadores de
Infância de que fazem parte os alunos; criar oportunidades de colaboração com os
professores na aplicação de técnicas de pedagogia diferenciada e na construção de
instrumentos de avaliação. Todo o trabalho decorre numa perspectiva cooperativa que se
operacionaliza na troca de impressões, num pedido de aconselhamento e na tentativa de
encontrar respostas para problemas de comportamento com o intuito de ajudar a crescer a
comunidade educativa.
Apoio Directo
O apoio directo privilegia no acompanhamento dos alunos com NEE de carácter
prolongado, em sala de aula dos currículos alternativos, com Língua Portuguesa e
Matemática ao nível do 1º ciclo, ministradas em sala de apoio; levantamento de
potencialidades e interesses dos alunos; a orientação de estudo; a implementação de
estratégias diversificadas; a orientação de trabalhos de casa; a criação de situações de
“conversa amiga”; a utilização de recursos informáticos como instrumentos motivador na
realização das diferentes tarefas, nomeadamente da escrita e portanto facilitador da
aprendizagem; desenvolver competências de leitura e escrita, aumentar a compreensão da
informação oral e escrita, bem como orientar o estudo dos alunos ajudando-os a identificar
as ideias principais, organizá-las e relacioná-las com outras adquiridas anteriormente.
Todo o trabalho assentou na premissa de que cabe aos professores a tarefa de
proporcionar aos alunos a aquisição de técnicas e instrumentos que lhe permitam ter
sucesso nas aprendizagens, como refere Correia L. M. “O professor não é apenas aquele
que ensina, mas também aquele que faz aprender”.

4.1.1. Educação Pré-escolar

• Planificação individual de actividades das crianças com NEE, como processo


facilitador na aprendizagem e desenvolvimento individual;
• Promoção da interacção entre crianças com diferentes desenvolvimentos e saberes,
fomentada pelo trabalho entre pares ou em pequenos grupos;

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 24


• Participação da criança na elaboração de norma, regras e distribuição de tarefas, que
recorrem do dia a dia do Jardim de Infância;
• Criação de oportunidades de aprendizagens diversificadas;
• Articulação com as Educadoras titulares de turma na planificação, programação de
actividades propostas para os alunos com NEE;
• Troca de informação com os pais e Encarregados de Educação sobre o processo de
desenvolvimento do seu filho, na procura de soluções para minimizar os problemas que
possam existir.

4.1.2. 1.º Ciclo

• Implementação da medida do regime educativo especial mais adequada ao perfil de


cada aluno;
• Promoção de desenvolvimento e aprendizagens destes alunos através da
diversificação de estratégias e metodologias;
• Elaboração de material pedagógico-didáctico específico;
• Articulação dos alunos com NEE nas actividades de grande grupo;
• Gestão dos recursos necessários ao apoio educativo
• Colaboração com os docentes titulares na planificação e desenvolvimento das
estratégias a aplicar;
• Colaboração e participação no trabalho a desenvolver com os pais e encarregados de
educação.

4.1.3. 2.º e 3.º Ciclos

• Identificação dos alunos com NEE nas áreas do desenvolvimento, aprendizagem e


modalidades de apoio;
• Implementação de medidas previstas no Decreto-Lei 319/91 e que mais se adequem
às necessidades de cada aluno;
• Implementação de metodologias activas e estratégias diversificadas;
• Identificação e busca de soluções, recursos humanos e técnicos para a criação na
escola de condições que permitam a concretização de um currículo adequado às
características dos alunos;
• Colaboração e interligação de serviços para resolução de problemas sociais e de
saúde;
• Criar no aluno autonomia na transição para a vida adulta;
• Acompanhamento nas áreas vocacionais desenvolvidas no âmbito dos Currículos
Alternativo e Próprio.

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 25


4.1.4. Colaboração com os Encarregados de Educação

A colaboração entre pais e professores é de capital importância para o sucesso


educativo de todos os alunos, de modo particular para os que apresentam necessidades
educativas especiais de carácter prolongado.
No sentido de favorecer uma colaboração eficaz entre a escola e os pais, procura-se
desenvolver um clima aberto e amistoso; a realização de contactos frequentes com
encarregados de educação para analisar e definir o percurso escolar dos alunos; encorajar a
participação voluntária dos pais na escola.
A colaboração com os pais dos alunos permite:
• Uma maior compreensão das necessidades e desejos dos pais, pois são eles que
melhor conhecem a realidade do seu filho, a sua evolução, a sua história pessoal, familiar,
clínica, os seus gostos, as suas preferências e as suas aspirações;
• A oportunidade de reforçar condutas adequadas na escola e em casa;
• Obter informações das mudanças de comportamento dos jovens o que ajuda na
elaboração dos programas educativos a serem desenvolvidas.

5. Actividades de Enriquecimento Curricular/ Actividades Extra


Curriculares

5.1. Actividades de Enriquecimento Curricular no 1.º Ciclo

Artes Plásticas: 1º e 2º anos 3x45min.


Actividade Física e Desportiva: 1º ao 4º ano 2 ou 3x45min.
Educação Musical: 1º ao 4º ano 2 ou 3x45min.
Língua Inglesa: 3º e 4º anos 3x45min.
Apoio ao Estudo: 1º ao 4º ano 2x45min.

5.2. Clubes e Projectos


Designação Destinatários Promotores Escola
Projecto da Professores e Auxiliares EB1 Costeira – Alvarães
Comunidade Escolar
Reciclagem de Acção Educativa EB1 Igreja – Alvarães
Reciclar-(te) – Animais Corpo discente da Corpo docente da escola
EB1 Vila Fria
Marinhos escola Técnicos do CMIA
Jornal Escolar de Professores e Auxiliares
Comunidade Escolar EB1 Igreja – Alvarães
Parede de Acção Educativa
Projecto
Todas as escolas do
Compostagem nas Comunidade Escolar Olinda Parra
agrupamento
Escolas

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 26


Designação Destinatários Promotores Escola
Grupo disciplinar de
Alunos o 3.º Ciclo e
Projecto eTwinning Inglês (3º ciclo e EB 2, 3/S Monte da Ola
Ensino Secundário
secundário)
Clube de Fernanda Vilas Boas
Comunidade Escolar EB 2, 3/S Monte da Ola
Coleccionismo José Carlos Carvalhido
Comunic‘Arte Comunidade Escolar Lurdes Meira EB 2, 3/S Monte da Ola
Oficina de Leitura e
Alunos 2.º Ciclo Júlia Bacelar EB 2, 3/S Monte da Ola
Escrita
Oficina de Saberes e Júlia Bacelar
Comunidade Escolar EB 2, 3/S Monte da Ola
Sabores Maria Ana Mendes
Clube de Teatro Comunidade Escolar Elisa Braga EB 2, 3/S Monte da Ola
Cristina Almeida
Clube da Floresta Comunidade Escolar Palmira Baptista EB 2, 3/S Monte da Ola
Fernanda Cunha
Clube de Brinquedos e
Comunidade Escolar Idalina Amorim EB 2, 3/S Monte da Ola
Tapeçaria
Clube de Francês Comunidade Escolar Professores do grupo 320 EB 2, 3/S Monte da Ola
Projecto com Escolas Alunos dos 7.º A, B,
Lina Gonçalves EB 2, 3/S Monte da Ola
(Serralves) C e D e 9.º B
José Carlos Carvalhido
Clube de Matemática Alunos do 2.º Ciclo EB 2, 3/S Monte da Ola
José Luís Quesado
Isabel Carvalho
Clube de Música Comunidade Escolar EB 2, 3/S Monte da Ola
Alexandre Capitão
Isabel Fernandes
Jorge Roque
Conceição Fernandes
Adérito Castro
Abílio Martins
Projecto Crie Comunidade Escolar Henrique del Rio EB 2, 3/S Monte da Ola
Sandra Fernandes
Daniela Carlão
José Carlos Carvalhido
Hugo Correia
Amélia Martins
Clube de Fotografia Comunidade Escolar Hugo Correia EB 2, 3/S Monte da Ola
Clube da Saúde Comunidade Escolar Adérito Castro EB 2, 3/S Monte da Ola
Fernanda Tomaz
Jorge Amadeu Silva
Clube dos Direitos Comunidade Escolar Rosalina Silva EB 2, 3/S Monte da Ola
Humanos
Desporto Escolar Comunidade Escolar Grupo de Educação Física EB 2, 3/S Monte da Ola
Sala de Estudo Comunidade Escolar Deolinda Martins EB 2, 3/S Monte da Ola
Substituições de aulas Comunidade Escolar Deolinda Martins EB 2, 3/S Monte da Ola
Rui Malheiro
Gabinete de Apoio ao Comunidade Escolar António Sá Torres EB 2, 3/S Monte da Ola
Aluno Deolinda Martins
Alzira Soares
Aurora Oliveira
Adérito Castro
Alexandre Rego

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 27


5.2.1. Reciclagem

A reciclagem é um método caracterizado pelo aproveitamento dos materiais contidos


nos resíduos, possibilitando o seu retorno ao ciclo produtivo, o que origina uma poupança a
nível de matéria prima, de energia e diminuição de custos e eliminação em aterros. A
reciclagem compreende várias fases em que todos devemos colaborar, separando os lixos e
depositando-os nos contentores devidos.
Com este projecto pretende-se que a maioria dos alunos fique sensibilizada para a
reciclagem mudando condutas junto dos seus familiares e compreenda a responsabilidade
individual no tratamento adequado dos resíduos sólidos e ainda alertar para soluções
tecnológicas alternativas que permitam diminuir o consumo não sustentável dos recursos
naturais.
Objectivos:
• Sensibilizar e envolver a comunidade na preservação do ambiente;
• Sensibilizar para a recolha e separação do lixo;
• Despertar o interesse pela Natureza e preservação do meio ambiente;
• Proporcionar mudanças de atitude;
• Informar e motivar as famílias para estes propósitos.
• Descobrir e aplicar a política dos três Rs
Actividades:
Separação e selecção do lixo produzido na escola
Executar trabalhos nas diversas áreas
Reciclar papel para posteriores trabalhos
Feitura de cartazes
Projecção de filmes
Embelezamento dos espaços verdes e dos espaços em geral
Realização de slogans
Passagem de modelos

5.2.2. Reciclar-(te) – Animais Marinhos

“As questões do mar e da sua protecção são cada vez mais uma preocupação e uma
protecção. São diversas as acções que o Homem pratica em prejuízo deste riquíssimo
ecossistema – derrames de petróleo, descarga de resíduos sólidos e líquidos, pesca
intensiva, entre outros. Um melhor conhecimento das espécies que nele habitam conduzirá
a um aumento no respeito por todos os elementos naturais, e fundamentalmente à sua
preservação. É sem dúvida um elemento essencial à sobrevivência do Homem com
presença marcada no nosso passado, no presente e necessariamente no futuro”.

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 28


Objectivos
• Consciencializar os alunos participantes para a importância da política dos 3 R’s
relativamente aos resíduos que produzem diariamente;
• Permitir usar com imaginação os recursos do meio envolvente e a troca de
experiências e saberes;
• Cooperar activamente em acções de sensibilização a favor do Ambiente
Actividades
• Execução, a nível de escola, de um animal marinho com recurso a materiais
reutilizados e reciclados.
• Eventual participação em workshops no CMIA.

5.2.3. Jornal escolar de parede

A produção de jornais escolares é, quer por motivos endógenos quer exógenos à


escola, uma prática continuada na generalidade das comunidades educativas. A diversidade
de publicações escolares, existentes e trazidas a público, reflectem, de forma significativa, a
apetência e o dinamismo estabelecido entre alunos e professores. Foram, desta forma,
criados fortes elos de ligação e comunicação na comunidade, o que se torna necessário
preservar e desenvolver.
Para além da relação Escola-Meio, já implícita, o jornal escolar é um instrumento que
potencia, no processo educativo, o cumprimento de outros objectivos de relevo significativo,
designadamente no que concerne à Dimensão Humana do Trabalho, ao Domínio da Língua
Materna e à Formação Pessoal e Social.
Objectivos:
• Desenvolver e motivar o gosto pela leitura e pela escrita.
• Envolver todos os anos de escolaridade.
• Partilhar trabalhos produzidos na sala de aula.
Actividades:
Elaboração do Jornal Escolar de Parede.

5.2.4. Projecto compostagem nas escolas

A compostagem não é mais do que um processo controlado de decomposição de


matéria orgânica, por acção da actividade de seres vivos, que resulta num produto
estabilizado chamado composto. Por outras palavras, o processo de compostagem é a
transformação de matéria morta em fertilizante natural, semelhante ao que decorre na
Natureza mas optimizado de forma a realizar-se rápida e eficientemente. A decomposição

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 29


de material biodegradável é realizada por seres vivos microscópicos, microrganismos e
pequenos invertebrados, na presença do ar e da água.
O projecto Compostagem nas Escolas, desenvolvido em parceria com os SMSB de
Viana do Castelo, permite que o processo de compostagem seja integrado na vivência
escolar.

Objectivos
• desenvolver a participação de toda a comunidade escolar no projecto da
compostagem, incutindo nos alunos novas rotinas que conduzam a uma eficaz
reciclagem dos recursos naturais;
• sensibilizar os encarregados de educação, através da mensagem dos alunos, para
realizarem compostagem doméstica;
• rentabilizar os benefícios da reciclagem orgânica, produzindo um
composto/fertilizante de qualidade para a estufa e espaços verdes da escola;
• permitir que todos possam contribuir para um melhor ambiente.
• promover a cidadania através da actuação ao nível de toda a comunidade escolar e
meio envolvente.
Tarefas a desenvolver em todas as Escolas:
Para a além da abordagem do tema Compostagem nas várias áreas curriculares e não
curriculares e da realização de acções de sensibilização para encarregados de educação,
serão desenvolvidas as seguintes tarefas:
• recolha dos resíduos orgânicos (resíduos de jardim, restos da cantina, etc)
passíveis de compostagem;
• pesagem dos resíduos e transporte para os compostores;
• enchimento do compostor, alternando camadas de resíduos ricos em azoto (verdes)
com resíduos ricos em carbono (castanhos);
• medição da temperatura e pH no compostor;
• verificação da humidade;
• aplicação do produto final na estufa, floreiras e espaços verdes da escola.
Este projecto será desenvolvido em todas as escolas do agrupamento.

5.2.5. Projecto eTwinning

O Projecto Europeu eTwinning tem como principal objectivo criar laços entre escolas
europeias.
Visa, por isso, incentivar o contacto com jovens de outros países europeus, promover
o sentido de pertença europeia e tomar consciência da multiculturalidade europeia.

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 30


Em termos de competências específicas, e uma vez que se trata de um conjunto de
actividades propostas pelo grupo disciplinar de Inglês (3º ciclo e secundário) pretende-se:
• Desenvolver competências de escrita e leitura na língua inglesa;
• Desenvolver competências de escrita e leitura colaborativa;
• Desenvolver competências de raciocínio crítico aquando da procura, selecção e
organização de informação relevante acerca do tema escolhido;
• Escrever diferentes tipos de artigos (entrevistas, noticias, reportagens, foto-
reportagens, publicidade, investigação, composições, crónicas, anúncios, …)
Os destinatários são alunos entre os 13 e os 18 anos a seleccionar entre os alunos das
turmas dos proponentes.
A experiência de anos transactos permite concluir que este projecto valoriza os
conhecimentos dos nossos alunos, quebra as fronteiras entre jovens europeus e motiva a
aprendizagem/ aperfeiçoamento da língua de comunicação – Inglês.

5.2.6. Núcleo de Coleccionismo

Objectivos
• Criar e desenvolver o gosto pelo coleccionismo;
• Contribuir para o desenvolvimento das relações inter-pessoais;
• Contribuir para o desenvolvimento das capacidades de consulta e de pesquisa;
• Contribuir para o desenvolvimento da sensibilidade estética e para a organização;
• Criar e desenvolver um acervo documental que possa ser utilizado para consulta;
• Promover e dinamizar exposições/mostras alusivas a determinados temas e/ou
iniciativas, merecendo algum destaque as actividades relacionadas com as
comemorações do vigésimo aniversário da abertura da escola;
• Colaborar com as diferentes áreas curriculares disciplinares ou não disciplinares;
• Coordenar e promover a realização de feiras ou trocas de objectos coleccionáveis,
procurando desta forma contribuir para que as pessoas interessadas possam
completar as suas colecções.
Para além das iniciativas inerentes aos próprios objectivos do núcleo de coleccionismo,
procurar-se-á dar continuidade ao trabalho desenvolvido e efectuar exposições sobre a
história e a evolução de determinados objectos, dando-se especial relevo às iniciativas
previstas para o ano lectivo transacto e que não foram realizadas e às actividades relativas
à comemoração do vigésimo aniversário da Escola. Entre as iniciativas previstas encontram-
se a realizações de exposições sobre diversos temas estando já previstas as seguintes:
• Exposição sobre Isqueiros (1º Período);
• Exposição sobre canetas, onde se procurará efectuar um trabalho sobre a evolução
da escrita, (3º Período);
• Uma exposição sobre Presépios (Dezembro de 2007);

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 31


• Procurar-se-á que os alunos/elementos da comunidade educativa fiquem motivados
em expor também as suas colecções;
• Produção/venda de uma colecção de postais alusivos a diferentes aspectos da nossa
escola.

5.2.7. Projecto «Comunic´Arte»

O objectivo é dar continuidade ao projecto iniciado no ano anterior embora seja


necessário pelo menos duas horas semanais, para que desta forma se cumpra a
programação inicialmente prevista.
O que se pretende com este projecto é divulgar mensalmente um pouco de arte como
também relacionar acontecimentos culturais e artísticas no âmbito da Arte, nomeadamente
através da criação de uma agenda cultural.
Mensalmente serão divulgados os acontecimentos/actividades a realizar no âmbito do
departamento de expressões assim como realizados pequenos trabalhos sobre artistas
portugueses que no momento se destacam no panorama nacional e internacional.
Este projecto envolve numa primeira fase um trabalho de pesquisa, a recolha e
selecção de informação quer escrita quer a nível de imagens. Numa segunda fase, a
elaboração de textos a partir desta recolha e por fim a montagem em suporte informático
com apoio do programa “PowerPoint”. Requer a utilização de uma linguagem simples e
compreensível para as diferentes faixas etárias.
No ano transacto, foram realizados pequenos trabalhos em PowerPoint sobre artistas
portugueses (Manuel Cargaleiro, Niki Saint-Phalle e Almada Negreiros) com vista à
sensibilização dos alunos para a importância da obra de Arte no panorama nacional e no
meio em que os estudantes se inserem, uma maior compreensão e conhecimento da Arte e
enriquecimento pessoal.

5.2.8. Oficina de Leitura e Escrita

O clube nasceu da necessidade da prática de leitura recreativa e orientada de vários


tipos de texto e de diferentes obras, escrita como actividade expressiva e lúdica, textos
lacunares, sopas de letras, palavras cruzadas, organização sequencial de textos, elaboração
de diferentes tipos de texto (resumos, recontos, convites, postais, cartas, recados).
Tem como objectivos principais:
• Incentivar o gosto pela leitura e pela escrita.
• Desenvolver a competência comunicativa a nível da leitura e da escrita.
• Desenvolver capacidades cognitivas.
• Registar por escrito produções orais (rimas, contos, provérbios, receitas…)

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 32


• Experimentar diversos tipos de escrita: postal, carta, recado, convite, programa de
festa…
• Desenvolver a autonomia.
• Fomentar a socialização.
• Estimular a criatividade.
• Desenvolver o sentido crítico.

5.2.9. Oficina Saberes com Sabores

A oficina “Saberes com Sabores” tem como objectivo desenvolver o interesse dos
alunos, não só pela confecção dos alimentos, mas também por outros aspectos relacionados
com esta temática, tendo em vista a aquisição de noções básicas importantes para o dia a
dia, tais como:
• Desenvolver atitudes de sociabilidade.
• Desenvolver hábitos de higiene.
• Conhecer regras de segurança na cozinha.
• Relacionar proporções com receitas de base.
• Aprender noções básicas nos domínios da arte floral, da decoração e da culinária.
• Saber escolher bem os alimentos.
• Conhecer os termos culinários mais usados.
• Utilizar diferentes utensílios de cozinha.
• Confeccionar diferentes pratos da gastronomia tradicional portuguesa, receitas
típicas de épocas festivas e outras da preferência do grupo.
• Contribuir para o despertar de novos interesse nos alunos.
Todas as receitas serão registadas num livro apropriado, que cada aluno decorará a
gosto, tendo em vista futuras utilizações.
Este projecto destina-se aos alunos do 2º ciclo. A admissão dos alunos será feita
através de uma inscrição, junto das professoras responsáveis, sendo 20 o número máximo
de alunos.
No final de cada período será feita uma avaliação do trabalho realizado.

5.2.10. Clube de Teatro

Objectivos gerais
• Incentivar o espírito de entreajuda e de solidariedade, no âmbito do projecto
educativo da escola;
• Potenciar as qualidades individuais dos alunos;
• Contribuir para a dinamização da vida do agrupamento;
• Contribuir para a ligação entre os diversos ciclos.

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 33


Objectivos específicos
• Desenvolver técnicas de colocação de voz;
• Desenvolver técnicas de expressão cultural;
• Realizar pequenos sketches, tendo em conta o incentivo da criatividade.
O clube irá dinamizar e promover, entre outras, as seguintes actividades:
• festa de Natal;
• comemoração do 25 de Abril;
• dia dos Direitos Humanos;
• comemorações dos 20 anos da Escola EB 2,3/S Monte da Ola

5.2.11. Clube da Floresta «Os Mochos da Ola»

O Prosepe, assume-se preferencialmente como um Projecto Pedagógico de Educação


de Jovens, enquadrado na área da Educação Ambiental, mas porque é levada a efeito numa
área ambiental muito específica – a Floresta – assume-se efectivamente como um projecto
de Educação Florestal. Trata-se de um projecto de utilidade pedagógica, não só como
ocupação dos tempos livres dos alunos, mas também como actividade de complemento
curricular.
O Clube da Floresta “Os Mochos da Ola” foi criado no ano lectivo de 1997/1998,
segundo as directivas do Prosepe, com o intuito de sensibilizar a comunidade escolar e toda
a população em geral para a protecção e defesa da floresta, bem como, promover uma
consciência ambiental. Neste sentido tem vindo desde então a dinamizar actividades, das
quais, a seguir, se destacam algumas: Natal/Prosepe, Olimpíadas da Floresta, Semana
Prosepe, Dia Mundial da Floresta , Dia Mundial do Ambiente, Encontro Distrital.

5.2.12. Clubes de Brinquedos e Tapeçaria

Objectivos
• Desenvolver actividades indispensáveis ao equilíbrio afectivo e ao desenvolvimento
intelectual do jovem;
• Desenvolver a actividade lúdica;
• Melhorar a capacidade de atenção/concentração e memorização;
• Desenvolver valores tais como: partilha, respeito pelos outros, solidariedade,
amizade…
• Promover a educação para a cidadania;
• Promover momentos de fruição.
Actividades
• Construção de espanta espíritos

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 34


• Elaboração de protecções para garrafas com motivos natalícios;
• Decoração de velas com motivos de Natal
• Bases de copos com motivos natalícios;
• Elaboração de um jogo do galo com peças concebidas em barro ou plasticina
• Decoração de ovos de madeira com motivos relativos à Páscoa
• Confecção de um porta-chaves e marcadores de livros;
• Confecção de um naperon de pequeno-almoço

5.2.13. Clube de Francês

Encontros com alunos:


Objectivos
• Suscitar o interesse dos alunos para a aprendizagem da língua francesa;
• Desenvolver nos alunos atitudes de abertura a uma realidade cultural diferente;
• Interpretar criticamente manifestações da sociedade francesa contemporânea;
• Propiciar uma aprendizagem lúdica da língua francesa;
• Aprofundar/sistematizar os conhecimentos adquiridos ao longo das aulas;
• Divulgar o trabalho dos alunos junto da comunidade escolar.
Actividades
Organização de: Visita de estudo a Paris e comemorações.
Comemorações: Nöel e LE POISSON D’AVRIL
• Interpretar criticamente manifestações da sociedade francesa contemporânea;
• Desenvolver nos alunos atitudes de abertura a uma realidade cultural diferente.

5.2.14. Projecto Anual com a Fundação Serralves – Aprendizagem Através da


Arte

O projecto pretende fomentar a utilização inovadora das artes e da criatividade como


ferramenta expressiva e comunicativa, promover a comunicação cultural interescolas,
familiarizar os jovens com a literacia visual e a comunicação visual e desenvolver as
capacidades criativas para o século XXI.
Objectivos
• Desenvolver a capacidade de criação e implementação de novos métodos e
instrumentos de trabalho, bem como definir estratégias educativas no
desenvolvimento da expressão, da criatividade e do pensamento visual.
• Divulgar os trabalhos realizados pelos alunos como motivação para o
desenvolvimento das suas capacidades artísticas

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 35


• Fornecer uma visão compreensiva do papel das artes no desenvolvimento da
personalidade, dos processos de estruturação cognitivas e sócio-afectivas.
• Desenvolver a sensibilidade estética e o sentido crítico.
• Visualizar e/ou exprimir ideias através de elementos visuais e técnicos.
• Ser capaz de avaliar de um modo crítico, inovador e construtivo trabalhos no âmbito
das artes plásticas.
• Favorecer o desenvolvimento de atitudes e hábitos de trabalho autónomo ou em
grupo.
• Abrir um espaço de diálogo e debate que fomente a autonomia, a auto-confiança, a
partilha de saberes e experiências entre alunos/alunos e alunos/professores.
• Colaborar com as actividades programadas pela Fundação Serralves.
Actividades
• Pesquisa bibliográfica na biblioteca e na Internet
• Orientação na realização de pesquisas sobre correntes artísticas e artistas...
• Formação de grupos. Idealização e representação gráfica. Leitura de textos
informativos
• Representação subjectiva, no plano do papel, da terceira dimensão (trabalho
individual).
• Trabalho de grupo: selecção dos trabalhos realizados individualmente.
Representação gráfica no plano bidimensional.
• Construção com materiais variados naturais, sintéticos ou recuperados (reciclados).
Realização da memória descritiva/ relatório, sobre o percurso do projecto.
• Apresentação do projecto sob a forma de maqueta tridimensional à escala adequada.
• Realização de dois cadernos de campo (1 por turma) encadernados em espiral –
tamanho 10x15cm - preenchidos com apontamentos sobre o percurso do
projecto, com fotos, desenhos, informações escritas, textos...
• Exposição dos trabalhos executados e enviados à Fundação Serralves, nas vitrinas do
Polivalente da Escola.

5.2.15. Clube de Matemática

Objectivos:
Ocupação dos tempos livres
Contribuir para a socialização dos alunos
Desenvolver capacidades de raciocínio e de observação
Desenvolver capacidades de interpretação de dados e situações
Potenciar o gosto pela resolução de problemas
Actividades:
Promover a realização do “ Problema do Mês”
Construção de materiais didácticos

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 36


Resolução de situações problemáticas
Rentabilização dos jogos didácticos existentes na escola, como forma de revelar a
vertente lúdica da matemática entre outras

5.2.16. Clube de Música

O Clube de Música tem como finalidade contribuir para a Educação Musical dos alunos,
tornando-os cidadãos dotados de compreensão musical, criatividade e sentido estético,
capazes de comunicar através da música, de respeitar as várias formas de expressão
musical, de manifestar atitudes críticas e de intervir socialmente participando
espontaneamente em actividades musicais. Através de actividades de interpretação e
composição/improvisação, os alunos desenvolvem a musicalidade e o controlo técnico-
artístico, contactam com diferentes instrumentos e adquirem saberes próprios de diferentes
técnicas vocais e instrumentais, de diferentes estéticas e culturas musicais.
O repertório utilizado é adequado aos grupos que anualmente integram o clube. O
grupo instrumental tem por base a metodologia Orff e, como tal, parte do repertório é
original deste compositor. Alguma música medieval e renascentista adapta-se a este
efectivo, ao qual se juntam as flautas de bisel. Este ano haverá uma vertente de música
tradicional portuguesa, com cavaquinhos, violas e concertinas. A prática coral consiste na
utilização de cânones e canções infantis, peças de Natal, espirituais negros, entre outros.
O Clube de Música tem participado anualmente no plano de actividades de Escola, em
recitais, comemorações, efemérides. Colabora com o Clube de Teatro e com outros grupos
disciplinares, sempre que solicitado.

5.2.17. Projecto Crie – Ol@Online

Actualmente as Tecnologias de Informação e Comunicação são um instrumento


fundamental para uma prática pedagógica geradora de aprendizagens significativas e a
utilização das TIC em contexto de sala de aula assume grande importância, pois é um
recurso essencial na produção de materiais educativos inovadores.
Estando esta escola inserida num contexto social claramente rural, em que grande
parte das famílias apresenta baixos índices de escolaridade, este projecto assume um papel
preponderante, na medida em que proporcionará aos alunos o acesso a material informático
(durante as aulas e no centro de recursos) que, de outra forma, dificilmente conseguiriam
concretizar.
O Projecto da Escola Monte da Ola – “Ol@ Online” – pensado para três anos, fará uso
das TIC e de plataformas de b-learning, nomeadamente o software Class Server. Assim,
procurar-se-á explorar as TIC como instrumento de:

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 37


• procura e produção de conhecimento (Língua Portuguesa, História e Geografia de
Portugal, Ciências da Natureza e Naturais, Matemática, Geografia, por exemplo
através de WebQuests);
• informação acerca da comunidade, do país e do mundo através, por exemplo, da
leitura e análise das notícias dos jornais online (Áreas Curriculares não
Disciplinares, com a metodologia de trabalho de projecto);
• produção de materiais multimédia e utilização de programas interactivos para tornar
o processo de ensino-aprendizagem mais lúdico e prático (todas as disciplinas
usando diferentes programas informáticos);
• disponibilização de informação sobre as aprendizagens dos alunos e sobre as
orientações curriculares desta escola.
Procurar-se-á criar um Webfólio, envolvendo todos os departamentos da escola,
acessível a toda a comunidade escolar e que, por ela, será continuamente enriquecido. O
Webfólio da Ola pretende ainda interagir com novas realidades escolares nacionais e
internacionais estabelecendo trocas de experiências, nomeadamente através da
correspondência com outras escolas (correio electrónico).

5.2.18. Clube de Fotografia

Objectivos
• Incentivar o gosto pela fotografia
• Montar o laboratório de fotografia na escola
• Saber usar uma máquina tradicional e uma digital
• Adquirir formação específica
• Revelar fotografias a preto e branco
• Fazer tratamento de imagem / Criar e manipular informaticamente
• Fazer o registo das actividades mais significativas da escola
• Divulgar, através de exposições, o trabalho do Clube.
Actividades
• Abordagem à teoria da fotografia
• Apresentação do funcionamento prático do laboratório
• Preparação dos líquidos fotográficos
• Revelação de película
• Ampliação de negativos

5.2.19. Clube da Saúde


Objectivos
• Promover a alteração de hábitos alimentares incorrectos

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 38


• Promover hábitos alimentares correctos
• Promover a participação de outras entidades para melhor alcançar os objectivos
propostos
• Realizar campanhas de esclarecimento junto da população escolar (palestras,
cartazes, folhetos, actividades nas aulas de substituição)
• Envolver os alunos em todo o processo para que também seja da sua iniciativa a
necessidade de alterações de hábitos alimentares incorrectos
• Realização de outros inquéritos (relativamente ao consumo de líquidos, entre
outros).
Actividades
• Realização do inquérito alimentar junto aos encarregados de educação
• Preparação de palestras e artigos a serem divulgados no jornal da escola e junto da
comunidade escolar
• Avaliação do projecto e actividades desempenhadas.

5.2.20. Clube dos Direitos Humanos

Objectivos
• Conhecer a Declaração Universal dos Direitos Humanos
• Saber defender os direitos mais elementares de todo o ser humano
• Conhecer as ONG
• Ser sensível às violações dos direitos humanos
• Pôr em prática, de forma sistemática e em momentos de trabalho, os ideais e os
valores defendidos pelo Clube – respeito, solidariedade, lealdade e generosidade
• Praticar o debate de ideias
• Saber organizar e planificar um pequeno projecto ou actividade significativa
• Saber ler um jornal, seleccionar e comentar uma notícia
• Comunicar em público com maior facilidade e desibinição
• Elaborar e montar painel temático
• Estar aberto a novas experiências
Actividades
• Reuniões de trabalho semanais
• Exposições temáticas
• Organização de debates
• Colaboração com instituições
• Visitas de estudo

5.2.21. Desporto Escolar

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 39


Objectivos
Contribuir para o combate ao insucesso e abandono escolar e promover a inclusão, a
aquisição de hábitos de vida saudável e a formação integral das crianças e jovens em idade
escolar, através da prática de actividades físicas e desportivas.
Actividade Interna
• Pequenada em Movimento: Alunos Pré-Escolar
• Torneios de Modalidades Colectivas: Alunos 2º e 3º Ciclos e Secundário
• Torneios de Ténis de Mesa: Alunos 2º e 3º Ciclos e Secundário
• Tai Chi Chuan: Alunos 2º e 3º Ciclos e Secundário
• Corta – Mato Escolar: Alunos 2º e 3º Ciclos e Secundário
Actividade Externa
• Futsal
• Atletismo
• Ginástica Aeróbica
• Tai Chi/ Kung Fu
• Ténis De Mesa – Iniciados Femininos/Masculinos
• Ténis De Mesa – Júnior Masculino

5.2.22. Sala de Estudo

A Sala de Estudo é um espaço de aprendizagem onde os alunos podem beneficiar de


um apoio individualizado ou em pequenos grupos. É um espaço onde se mobilizam
competências transversais, em articulação com a Área Curricular de Estudo Acompanhado.
Neste espaço procura-se também dar resposta às propostas de apoio formuladas nos
Conselhos de Turma, numa perspectiva interdisciplinar de organização de técnicas de
estudo. Também se procura dar resposta às propostas dos Pais e Encarregados de Educação
e dos profissionais dos Serviços de Psicologia e Orientação, quando houver indicações nesse
sentido.
São objectivos específicos da sala de estudo:
• Melhorar as aprendizagens e consolidar conhecimentos.
• Remediar falhas e/ou esclarecer dúvidas sobre os conteúdos programáticos das
disciplinas curriculares.
• Desenvolver competências para a construção de saberes.
• Favorecer o desenvolvimento de atitudes e hábitos de trabalho autónomo ou em
grupo.
• Abrir um espaço de diálogo e debate que fomente a autonomia, a auto-confiança, a
criatividade, a partilha de saberes e experiências entre alunos/alunos e
alunos/professores.

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 40


• Fomentar a participação dos alunos na vida escolar, designadamente através de uma
ocupação construtiva dos tempos livres.
Actividades que os alunos podem desenvolver:
• Realizar os Trabalhos de Casa
• Obter ajuda na realização de tarefas escolares
• Preparar as matérias das disciplinas
• Realizar trabalhos de pesquisa
• Esclarecer dúvidas
• Fazer leituras de investigação
Actividades a desenvolver pelo coordenador:
• Elaboração do regimento da sala de estudo
• Organização e dinamização de espaços adequados ao funcionamento de salas de
estudo
• Criação de condições indispensáveis para um ambiente propício ao estudo dos alunos
• Divulgação junto dos alunos e encarregados de educação, da organização e do
funcionamento da sala de estudo.
• Sensibilização da comunidade educativa para a importância e aproveitamento dos
espaços “sala de estudo”
• Avaliação ao longo do ano, do funcionamento da sala de estudo e elaboração de
relatório final de ano.

5.2.23. Substituição de Aulas

As actividades de substituição de aulas estão regulamentadas pelo Decreto Lei


nº17387/2005, de 12 de Agosto, e visam proporcionar aos alunos do Ensino Básico e
Secundário o aproveitamento pleno dos tempos decorrentes de ausência imprevista do
respectivo docente. Compete à escola organizar e definir, de acordo com a legislação, as
normas práticas para a implementação destas actividades.
São objectivos da substituição de aulas
• Proporcionar aos alunos o aproveitamento pleno do tempo escolar
• Contribuir para o desenvolvimento de atitudes e valores que conduzam o aluno a
uma integração e intervenção democráticas na sociedade que o rodeia
• Consolidar conhecimentos
• Desenvolver competências específicas das diferentes disciplinas
• Desenvolver a atenção, concentração e memorização.
• Criar hábitos de trabalho
• Envolver os alunos em projectos de trabalho
Actividades que os alunos podem desenvolver

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 41


São as que constam das propostas de trabalho planificadas por cada Conselho de
Turma
Actividades a desenvolver pelo coordenador
• Actualização do regimento de substituição de aulas;
• Organização do processo de funcionamento de substituição de aulas;
• Elaboração dos mapas/horário dos professores para as substituições;
• Organização de um dossier relativo ao processo de substituição de aulas;
• Avaliação permanente de modo a reformular o projecto quando necessário;
• Relatório de avaliação do projecto a ser apresentado no final do ano lectivo.

5.2.24. Gabinete de Apoio ao Aluno

O programa do Gabinete de Apoio ao Aluno (GAL) estende-se às escolas que


constituem o Agrupamento Vertical de Escolas de Monte da Ola.
O programa do GAL visa promover:
• A inclusão escolar das crianças e jovens provenientes de famílias integradas em
contextos sócio-económicos vulneráveis;
• A formação, pelo menos, correspondente à escolaridade mínima;
• Ajudar cada aluno e respectiva família a definir o seu projecto de vida.
O programa do GAL admite desenvolver as seguintes acções:
• Identificação e caracterização dos alunos que revelam grandes dificuldades de
integração na comunidade escolar, problemas disciplinares constantes, falta de
acompanhamento familiar e risco de abandono escolar;
• Optimização dos recursos da escola quanto a modalidades de apoio pedagógico,
acompanhamento psicológico e tutórias para os alunos sinalizados;
• Aproximação às instituições do Estado, pela compreensão do papel que
desempenham na salvaguarda dos direitos das crianças e jovens;
• Trabalhar em parceria com organismos vocacionados para resolver situações para as
quais a escola não esteja apta a responder.

6. Estruturas de Apoio

6.1. Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)

A qualidade do processo educativo é o objectivo essencial da actual política de


educação. O apoio pedagógico às actividades educativas e aos alunos e a sua orientação

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 42


escolar e profissional constituem os eixos onde se estruturam acções para a promoção do
sucesso escolar, da igualdade de oportunidades e do combate à exclusão social.
Os Serviços de Psicologia e Orientação constituem um elo fundamental para este
processo pois asseguram o apoio ao desenvolvimento psicológico dos alunos e à sua
orientação escolar e profissional bem como o apoio psicopedagógico às actividades
educativas e ao sistema de relações da comunidade escolar.
Mais especificamente constituem competências destes Serviços (Dec-Lei 300/97 de 31
de Agosto):
a) Contribuir, através da sua intervenção especializada, para o desenvolvimento
integral dos alunos e para a construção da sua identidade pessoal;
b) Conceber e participar na definição de estratégias e na aplicação de procedimentos
de orientação educativa que promovam o acompanhamento do aluno ao longo do
seu percurso escolar;
c) Intervir, a nível psicológico e psicopedagógico, na observação, orientação e apoio
dos alunos, promovendo a cooperação de professores, pessoal não docente, pais e
encarregados de educação, em articulação com recursos da comunidade;
d) Participar nos processos de avaliação multidisciplinar, e tendo em vista a
elaboração de programas educativos individuais, e acompanhar a sua
concretização;
e) Conceber e desenvolver programas e acções de aconselhamento pessoal e
vocacional a nível individual ou de grupo;
f) Colaborar no levantamento de necessidades da comunidade educativa com o fim de
propor a realização de acções de prevenção e as medidas educativas adequadas;
g) Participar em experiências pedagógicas, bem como em projectos de investigação e
em acções de formação do pessoal docente e não docente,
h) Colaborar no estudo, concepção e planeamento de medidas que visem a melhoria
do sistema educativo e acompanhar o desenvolvimento de projectos.
Considerando estas orientações apresentam-se de seguida as principais áreas e
objectivos de intervenção dos SPO no Agrupamento.
Orientação Escolar e Profissional
• Promover o desenvolvimento de competências de exploração e decisão vocacional
• Informar sobre as alternativas de formação escolar e profissional
• Promover o conhecimento do mundo do trabalho
• Favorecer a transição para a vida activa
• Promover o desenvolvimento de um plano de acção vocacional
Apoio Psicopedagógico
• Avaliar os alunos com NEE e outras problemáticas;
• Colaborar na elaboração dos PEI dos alunos com NEE e acompanhar a sua
concretização
• Promover o bem estar psico-social

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 43


• Favorecer o sucesso educativo
• Promover o desenvolvimento de competências cognitivas e meta-cognitivas
• Promover o desenvolvimento de competências de estudo
• Promover o desenvolvimento de competências sociais
• Promover o desenvolvimento de estratégias de resolução de conflitos interpessoais
• Promover o desenvolvimento da inteligência emocional
Colaboração com os agentes educativos do Agrupamento
• Colaborar e assegurar a consultadoria os orgãos de direcção de gestão, professores
das turmas, directores de turma, professores de Educação Especial
• Promover a resolução de problemas relacionados com os seguintes contextos: alunos
em apoio psicológico, avaliação de alunos com NEE, alunos em situação de
retenção repetida ou em risco de abandono escolar precoce, problemas de
comportamento e indisciplina, absentismo, orientação vocacional, etc.
Mediação Familiar
• Promover o envolvimento dos pais no processo educativo
• Favorecer participação dos pais na vida escolar
• Promover o envolvimento dos pais no projecto vocacional dos seus filhos
• Favorecer a adopção por parte dos pais de práticas educativas positivas
Colaboração com agentes da comunidade
• Colaborar com Técnicos do Centro Regional de Segurança Social, Comissão de
Protecção de Crianças e Jovens em Perigo, com o PETI, etc. no sentido de apoiar
os alunos em risco psico-social e educacional
Promoção da Saúde
• Favorecer o desenvolvimento de atitudes e comportamentos saudáveis através de
acções de formação dirigidas aos alunos e pais.

6.2. Biblioteca Escolar

A biblioteca escolar (BE) está integrada na Rede de Bibliotecas Escolares desde 2000,
tendo sido financiada para aquisição de mobiliário e do fundo documental.
Equipa – a equipa é formada pela coordenadora e mais três docentes. Para além
destes, dão apoio às actividades da BE outros professores, alguns deles como voluntários.
Há uma funcionária a tempo inteiro.
A BE possui um fundo documental constituído, para além de material livro, por DVD,
CD, CD-ROM, vídeos, fotografias, jogos, postais, cartazes, memorabilia, jornais e revistas.
Todo o fundo documental está catalogado informaticamente segundo as normas da CDU. O
fundo documental das escolas do 1º ciclo também já está tratado.

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 44


A BE tem parcerias com a Câmara Municipal de Viana do Castelo e Biblioteca Municipal
na cedência do programa GIB – que irá permitir a ligação de todas as escolas do
agrupamento em rede à BM – apoio técnico e manutenção do programa.
Objectivos
• proporcionar informação;
• integrar os recursos nas aprendizagens dos alunos;
• desenvolver competências para a aprendizagem;
• apoiar e desenvolver os objectivos educativos definidos de acordo com as finalidades
e currículo da escola;
• criar e manter nos alunos o hábito e o prazer da leitura, da aprendizagem e da
utilização das bibliotecas ao longo da vida;
• proporcionar oportunidades de utilização e produção de informação que possibilitem
a aquisição de conhecimentos, a compreensão, o desenvolvimento da imaginação
e o lazer;
• apoiar os alunos na aprendizagem e na prática de competências de avaliação e
utilização da informação, independentemente da natureza e do suporte, tendo em
conta as formas de comunicação no seio da comunidade;
• providenciar acesso aos recursos locais, regionais, nacionais e globais e às
oportunidades que confrontem os alunos com ideias, experiências e opiniões
diversificadas;
• organizar actividades que favoreçam a consciência e a sensibilização para as
questões de ordem cultural e social;
• trabalhar com alunos, professores, órgãos de gestão e pais de modo a cumprir a
missão da escola;
• defender a ideia de que a liberdade intelectual e o acesso à informação são
essenciais à construção de uma cidadania efectiva e responsável e à participação
na democracia;
• promover a leitura, os recursos e serviços da biblioteca escolar junto da comunidade
escolar e fora dela.
Actividades levadas a cabo anualmente, para além do tratamento do fundo
documental, manutenção dos dossiers temáticos, actualização do catálogo e
criação de índices:
• colaboração com todas as disciplinas na selecção de informação e aquisição de
material;
• apresentação das novidades;
• exposições;
• feira do livro, no final de cada período;
• Plano Nacional de Leitura – concurso nacional, reforço de verbas, selecção de obras,
semana da leitura;
• formação de utilizadores;

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 45


• comemorações de efemérides, dia do livro, da poesia, da BE;

7. Orientações para o Projecto Curricular de Turma

O projecto curricular de turma deve:


• Procurar concretizar o Projecto Educativo da Escola.
• Filiar-se no Plano de Actividades da Escola e no Projecto Educativo.
• Adequar-se às características próprias da turma e dos alunos.
• Ser um documento-guia das actividades educativas a desenvolver.

A elaboração do Projecto Curricular de Turma na Educação Pré-escolar segue as linhas


orientadoras na Circular n.º 17/DSDC/DEPEB/2007 de 10 de Outubro, com vista a uma
melhor organização e gestão do currículo, segundo o quadro de referência das orientações
curriculares.

7.1. Objectivos

• Promover o trabalho em equipa dos professores dos mesmos alunos.


• Centrar a acção educativa na aprendizagem dos alunos.
• Promover a coordenação do processo de ensino e a harmonização das mensagens
socializadoras.
• Estabelecer uma linha de actuação comum aos professores da turma em todos os
domínios da sua acção.
• Facilitar a articulação dos conteúdos do ensino e a integração dos saberes, acções
e interesses.

7.2. Aspectos a desenvolver

7.2.1. Caracterização Sócio-Económica-Cultural

Aluno Profissão Habilitações Disciplinas Disciplinas Motivações Estudo Ocupação


Pai Mãe Pai Mãe preferidas com Interesses por dia dos
dificuldades tempos
livres

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 46


7.2.2. Identificação de Problemas e Definição de Prioridades

O Director de Turma deverá, a partir da leitura das últimas actas, detectar dificuldades
no desempenho e percurso escolar dos alunos (problemas comportamentais ou de
aprendizagem). Definição de competências com base em fichas diagnósticas, feitas pelos
professores do Conselho de Turma.

7.2.3.Definição de uma Estratégia Global para a Turma

Critérios de Metodologias de Individualização do Aferição de


orientação e ensino mais processo ensino – critérios de
actuação adequadas à turma de Aprendizagem, através avaliação a utilizar
Pedagógica – acordo com a de diferenciação por cada disciplina
relações especificidade dos pedagógica ou área disciplinar.
interpessoais alunos
Prof. - aluno e
aluno- prof.

7.3. Planificação das Actividades Lectivas

Articulação horizontal e Definição de momentos,


vertical dos conteúdos Gestão dos programas das formas e instrumentos de
(anexar, se entender, o disciplinas avaliação.
quadro sobre articulação
horizontal dos conteúdos)

7.4. Planificação das Áreas Curriculares Não Disciplinares

ESTUDO ACOMPANHADO FORMAÇÃO CÍVICA ÁREA PROJECTO

7.5. Planificação das Actividades Não Lectivas

Participação da Turma no Plano de Actividades de enriquecimento curricular:


Actividades clubes, visitas de estudo...

7.6.Planificação da Acção a Desenvolver pelo Conselho de Turma

Junto dos Pais / Encarregados de Educação Periodicidade e modalidades de apreciação


do rendimento escolar dos alunos, definido
por disciplina.

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 47


8. Avaliação

8.1. Critérios Gerais de Avaliação dos Alunos

8.1.1. Procedimentos de Avaliação no Pré-Escolar

• Produtos realizados pelas crianças (individuais ou em grupo, desenhos,


pinturas, colagens, registos diversos, escrita espontânea);
• Imagens das crianças em actividade (fotografias, gravações áudio e vídeo);
• Modelos de registo de observações (diário, observação narrativa, de
frequência, incidentes críticos…)
• Contribuições dos pais/encarregados de educação (informações orais ou
escritas, formais ou informais);
• Portfolios individuais de avaliação (colecções significativas de itens que
ilustram os interesses, as atitudes, as competências e o desenvolvimento da
criança ao longo de um determinado período de tempo);
• Auto-Avaliação (aquela que é feita pela própria criança, acerca do que
gosta/não gosta, do que sabe/não sabe fazer…);
• Grelhas periódicas de Avaliação (para registo dos progressos individuais da
criança ao longo do ano lectivo)

8.1.2. Critérios Gerais de Avaliação do Ensino Básico e Secundário

Critérios
Gerais de Aprendizagens nucleares Peso Atitudes e Valores Peso
Avaliação
Interesse e comportamento
Trabalhos de avaliação formativa
Iniciativa e autonomia
Trabalhos de casa
Cooperação
1.º Ciclo Estratégia de resolução de 60% 40%
Capacidade de auto-avaliação
problemas
Caderno diário.
Capacidade de pesquisa
Assiduidade e pontualidade
Interesse e comportamento
Trabalhos de avaliação formativa
Iniciativa e autonomia
Trabalhos de casa
2.º/ 3.º Cooperação
Estratégia de resolução de 80% 20%
Ciclos Capacidade de auto-avaliação
problemas
Caderno diário
Capacidade de pesquisa
Assiduidade e pontualidade

Projecto Curricular de Agrupamento – 2007/ 2010 48


Critérios
Gerais de Aprendizagens nucleares Peso Atitudes e Valores Peso
Avaliação
Participação útil
Interesse/empenho
Testes
Hábitos de trabalho
Ensino Trabalhos de pesquisa
90% Comportamento 10%
Secundário Relatórios
Assiduidade e pontualidade
Portfólio
Autonomia
Respeito e cooperação

8.2. Avaliação do Projecto Curricular de Agrupamento

A avaliação do projecto visa melhorar a prestação do serviço educativo e a qualidade


das aprendizagens dos alunos.
Essa avaliação basear-se-á na eficácia, na adequação do projecto ao público-alvo e na
eficiência da gestão dos recursos, através da análise dos resultados de aprendizagem,
práticas pedagógicas implementadas, trabalhos de equipa desenvolvidos, adequação da
organização escolar e análise dos contextos educativos.
No final de cada ano lectivo, proceder-se-á à avaliação deste projecto recorrendo aos
resultados das avaliações dos alunos, aos relatórios das áreas curriculares, das actividades
de enriquecimento curricular e das actividades extracurriculares.

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