0 notas0% acharam este documento útil (0 voto) 86 visualizações26 páginasInstrução de Tombamento - IMPARH
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INSTRUCAO DE TOMBAMENTO
DO IMOVEL DO IMPARH& Ac 3
8 J
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L
APRESENTAGAOEste trabalho consiste na andlise historic, arquiteténica e urbar
sede do Instituto Municipal de Pesquisas, Admit
-IMPARH @ do seu entorno imediato. Trata-se|do estudo sistematico de sua
configuragéo espacial, levando em conta tambér
Ambito do contexto urbano fortalezense.
Realizado por equipe técnica conformadal pi
a sua relevancia historica no
or profissionais e estudantes
das areas de Arquitetura e Urbanismo e Histériq e viabilizado por um termo de
cooperacao técnica estabelecido entre a FUNCET — Prefeitura Municipal de
Fortaleza, a 4* SR / IPHAN e a Universidade Fedaral
do Ceara, 0 trabalho tem por
objetivo a sistematizacao de um conjunto de lng papa téchicas sobre o bem
imével supracitado que venha a subsidiar o set
como a proposigao das poligonais de preservagdo
linhas gerais, uma proposta de requalificagao espdci
tombamento municipal, assim
figorosa e de entorno e, em
ial da areaSINOPSE HISTORICA
3(IMPARH), érgao publico pertencente a administraqao o da Prefeitura Municipal de
Fortaleza (PMF), esta situado na Avenida Joao |Pessoa, n°, 5609, no bairro
Damas, em Fortaleza.
Trata-se de uma antiga edificagao residpncial, espécie de chacara,
construida provavelmente na primeira metade do século XX, que pertenceu ao Dr.
Manoel Satiro, nascido em Jaguaruana-Ce, Deputatlo Constituinte Estadual entre
1934-1937 e falecido em 20 de fevereiro de 1945, ads 64 anos.
Em 3 de Dezembro de 1973 a Prefeitura Municipal de Fortaleza adquire 0
referido imével para abrigar a Fundacéo Educaciohal de Fortaleza (FUNEFOR),
posteriormente Fundagao de Desenvolvimento de Pessoal (FUNDESP), entidades
extintas, e 0 IMPARH, instituicao ainda em exefcicio, que atua a partir das
demandas e agées de trés departamentos: 0 de pesquisas e projetos estratégicos;
recursos humanos; e cursos e eventos, almejando|melhor capacitagao gerencial
dos técnicos do municipio de Fortaleza
Dentre os servigos oferecidos pelo IMPARH, destacam-se o Centro de
Linguas, criado pela Lei Municipal 5.692 de 1973 e o Plantao Gramatical, por
conta do amplo reconhecimento e da demanda por parte da comunidade
fortalezense - estudantes, servidores piiblicos, profissionais liberais, cidadaos -,
quanto aos servigos e aos espagos agradaveis do IMPARH, aos prédios dos
departamentos, salas de aula, pequenas pracas e ¢ntorno de arvores, “comodos”
de um casarao singular.
Foram, portanto, essas praticas sociais dp experimentagao do poder,
concebidas em um lugar (re)significado, que tomaram e tornam o Instituto em
questao, de fato, um equipamento politico-administfative de carater cultural, alvo
do interesse puiblico e de utilidade publica, exemplp de patriménio da cidade de
Fortaleza e dos seus cidadaos.ANALISE DA ARQUITETURA E DA
IMPLANTACAO URBANA
5IMPLANTACAO URBANA.
O edificio situa-se a frente de ampla gleb:
seu acesso principal voltado para a Av. Joao
demarcada ainda pelas ruas Dr. Alvaro Fernand
(leste) e Irma Bazet (sul). Esse tipo de implanta
utilizagao primeira (chacara), equipamento residen
geralmente implantado na periferia das capitais,
campo e da praticidade dos servicos urbanos. Ess:
paisagem da antiga Estrada de Maranguape, pont
chacaras e por areas densamente arborizadas|
praticamente extintas.
Por tras do edificio, implantam-se edificagoe|
desprovido de maior destaque arquitet6nico, toda
Instituto.
Cumpre ressaltar a proximidade da edifica
com a sede do Seminario Teologico Presbiteriano,
residencial de jinhas ecléticas, e com antiga cl
curiosamente, com desenho urbano de meio de quai
ARQUITETURA
O edificio, antiga chacara térrea, apresenta U
por intervengdes posteriores, estas executadas
administrativos e institucionais. Outra caracteristica
presenga de varandas, com a criagao de ambientes
© arranjo espacial original, ainda perceptiv|
fronteirigo & Av. Jodo Pessoa, onde se localiza
recepcao. Hoje, esses espagos foram divididos pi
das atividades da procuradoria juridica do orgao. Ne
lensamente arborizada, com
de
“pessoa (oeste), quadra essa
s (norte), Des. Jodo Firmino
40 diz possivelmente de sua
al tipico do final do século XIX
usufruindo das benesses do
era, no periodo assinalado, a
da por um grande numero de
servidas por bondes, hoje
contemporaneas de desenho
ocupadas com atividades do
40, no seu entomo imediato,
faustoso imével originalmente
jacara, solta no lote, porém,
ira
ma planta recortada e alterada
para sua adequaco a fins
Imarcante, ainda presente, é a
lintimos e sombreados
pl, remete a um bloco inicial,
am as salas e as areas de
ir paredes novas, para abrigo
Isse bloco, varandas abrem-se
para este e norte, com acesso externo por escada ligeira. Logo apés, um
conjunto de compartimentos de area mais ou men
tomo de um patio coberto por estrutura e telhas met
© telnado © as paredes periféricas por onde se
ventilagao naturais desse setor da edificacao.
anteriormente servia como area de refeigdes, para
casa, atualmente ocupados por usos administrativ
uma ampla e tortuosa varanda, originalmente a al
comunica os dois médulos anteriores a ambient
recente, 0 que se depreende da espessura de suas
Js semelhante organiza-se em
flicas, dotado de escape entre
jaz_a iluminagao, exaustéo e
Certamente, esse espaco
nde davam os dormitérios da
Is e de servigos. Em seguida,
rea de servico da residéncia,
is de construgao nitidamente
lparedes e das dimensdes dos
‘Ses vaos, nos quais se alojam o Plantéo Gramatical, o arquivo e 0 almoxarifado.ecléticos, art-déco e art-nouveau, de que s4o exemplos a decora¢ao das colunas,
os relevos de massa sobre a aberturas e os elementos decorativos internos, tais
como as bandeirolas treligadas sobre as portas.
Com excegao da coberta do patio, ja descrita, todas as demais séo em
telna de barro capa-e-canal, com destaque pard a dos dois blocos iniciais,
resolvida em impluvio em toro daquele espaco dentral. A coberta da varanda
frontal resolve-se em separado do telhado dominante. Os forros originais,
possivelmente em madeira (paulistinha), foram ein boa parte substituidos por
réguas de PVC. Os pisos originais provavelmente eram em ladrilho hidraulico
(extemnos) e mosaico (internos), comuns nesse tipo fle residéncia; atualmente, sao
em cerdmica do tipo lajotéo. As paredes sao rebocadas e pintadas na cor creme.
Os volumes acrescidos edificagdo ndo guardam qualquer relagao arquiteténica
com as linhas desta, sendo solucionados de maiteira prismatica e sem maior
qualidade estética. As esquadrias s40 em boa meditia originais, com estrutura em
madeira e detalhes em vidro e pintadas na cof branco, sendo as interas
encimadas por bandeirolas com desenhos geométridos ¢ florais.
Deve-se fazer mengdo ao estado precgrio de conservagao e de
manuten¢ao dos elementos arquiteténicos origingis da edificacao, visivel na
aposigao de aparelhos de ar condicionado do tipd janeleiro, na implantagao de
gargulas por sobre as cornijas, na abertura de vaos {fe forma indiscriminada, todas
essas agces ligadas a formas de adaptagao descr Mada de iméveis residenciais a
outros fins, geralmente produzidas sem o concurso de profissionais arquitetos.ANALISE DO ESTADO DE
CONSERVACAO DO IMOVEL
8PISO
Os pisos originais provavelmente eram em
mosaico (interns), comuns nesse tipo de resid
ceramica do tipo lajotao na cor branco.
ESTRUTURA E PAREDES
A estrutura portante é executada em pare
diatomita. A coberta é estruturada em linhas, cai
paredes sao rebocadas e pintadas interna e ext
volumes acrescidos a edificagao nao guardam qual
as linhas desta, sendo solucionados de maneira pri
estética, Nota-se que as paredes originais sao bal
mostram-se com menor espessura, chave para a d
planta do imovel
FECHAMENTOS E ELEMENTOS DECORATIVOS
As esquadrias so em boa medida originaig
detalhes em vidro e pintadas na cor braneo, sen
bandeirolas com desenhos geométricos e
possivelmente em madeira (paulistinha), foram e|
réguas de PVC.
As fachadas exibem um desenho que
ecléticos, art-déco e art-nouveau, de que sao exe!
08 relevos de massa sobre a aberturas e os elem:
como as bandeirolas treligadas sobre as portas.
INSTALAGOES
As instalagées elétricas, telefénicas
comprometidas nem apresentam riscos urgentes 4
observadas instalagGes eletricas expostas.
COBERTA
Com excegao da coberta do patio, resolvida
demais sao em telha de barro capa-e-canal, com|
dois blocos iniciais, resolvida em impliivio em tor
coberta da varanda frontal resolve-se em separado
ladrilho hidraulicé (externos)
jéncia; atualmente, sao em
jes de alvenaria de tijolos de
fos e ripas em madeira. As
namente na cor creme. Os
uer relagdo arquiteténica com
matica e sem maior qualidade
stante robustas e as recentes
ecco do desenho original da
, com estrutura em madeira e
lo as internas encimadas por
jorais. Os foros originais,
boa parte substituidos por
uma mescla de elementos
Iplos a decoragao das colunas,
ntos decorativos internos, tais
hidro-sanitarias nao estao
eguranca do local. Nao foram
lem solugao metalica, todas as
destaque para a coberta dos
no daquele espaco central. A
do telhado dominante.JUSTIFICATIVA DO TOMBAMENTO
MUNICIPAL PARA O IMOVEL
10Das chacaras, outrora numerosas em Fortalezs
Geralmente instaladas em amplas glebas arbor:
urbanos, transformaram-se em presa facil em Fort
implantadas &s margens das principais vias de li
exemplares, quase todos destruidos pela acéo i especulacao_imobiliari
delas a0 longo da Av. Jodo Pessoa (antiga Estrad:
, existem hoje pougtrissim
das e dotadas de servigos
leza, principalmente aquelas
jagao entre as zonas rurais,
de Maranguape), alterando
préximas a cidade e ao Centro. Prova do que se a foi a demoligao de varias
drasticamente o desenho da via e contribuindo pa
sua ambiéncia e da paisagem urbana.
© tombamento municipal da sede do IMPARH|
manifesto contra esse estado de coisas, pelo fato dj
singela, porém evocativa de uma peculiar tipologia r
atendidas as recomendagses aqui presentes
qualitativo de seus acréscimos e do espago a sua v4
outro lado, significaré uma tomada de consciénci
acervo arquiteténico, urbanistico e paisagistico de
limos tempos, principalmente por ser promovid
municipal, ocupante, de maneira precaria, do bem
instrucao.
a redugao da qualidade de
certamente se constituiré em
se proteger uma edificacdo
idencial, mormente se forem
jelacionadas ao tratamento
Ita, hoje desvalorizados. Por
jp quanto a preservacao do
ortaleza, t80 degradado nos
pela propria administragao
imével objeto da presenteRECOMENDAGOES
12Com base nas observagées feitas, recomenda-s|
valorizagao do imével
consideraco 0 estado precario de conservatao predial e de manutengao
dos elementos arquitet6nicos originais da ediffeacao, visivel na aposicao de
aparelhos de ar condicionado do tipo janeleird, na implantagao de gargulas
por sobre as cornijas e na abertura de vos d¢ forma indiscriminada, dentre
outras agressdes ao imével registradas ;
A implantagao de um projeto paisagistico interno a fim de ordenar os
caminhos e valorizar as arvores e outras edificagdes existentes no lote, se
possivel, criando passeios e novos caminhos;
O ordenamento do entorno através da recuperagao das fachadas historicas;
da produgao de determinagées técnicas e ldgais relativas a definigao de
gabarito maximo (estabelecendo-se como rhaximo o equivalente a trés
pavimentos ou cerca de nove metros) e de padrées de ocupagao do lote, de
usos permitidos, de materiais de revestimentp, de sinalizacao comercial €
publica, dentre outros, para a valorizagao da tholdura edificada e do imével
tombado;
© tombamento do Seminario Teolégico Presbjteriano, imdvel situado a Av.
Joao Pessoa, em razdo de seu valor historico @ artistico;
A declaracao a titulo precario dos volumes acrescidos nos fundos da
edificago, que nao guardam quaiquer relacap arquiteténica com as linhas
desta, visando 4 sua demoligao, quando do rpstauro a ser executado, e a
construgaéo de edificagao complementar enh local mais apropriado ou
conjugada ao antigo imével, de maneira adequada e respeitosa.
13DEFINICAO DA AREA DE
ENTORNO DO BEM TOMBADO
14A fim de se garantir uma minima ambiéyjcia ao imével sat
necessaria a definicao de uma poligonal de torbamento, ou seja, uma area dh
enorno que servira de moldura a edificatao historica, bem como de
amortecimento com relacdo as novas edificacées.
A poligonal de tombamento da sede do |IMPARH inicia-se no ponto A,
definido na confluéncia das ruas Des. Joao Firmjno e Dr. Alvaro Fernandes , dai
sequindo a noroeste pelo eixo desta via até 0 ponfo B, definido no cruzamento dos
eixos da rua Dr. Alvaro Fernandes e da Av. Jodo Pessoa. Segue por esta a
nordeste até o ponto C, estabelecido no encontro|do eixo da Av. Jodo Pessoa com
© prolongamento da linha demarcatéria nordesté de terreno situado na esquina
formada pela rua Dr. Alvaro Fernandes com a Av. Joao Pessoa, dai seguindo a
Noroeste até o ponto D, definido no cruzamehto do prolongamento da linha
demarcatéria anteriormente mencionada com » eixo da rua Jodo Melo. Na
seqiiéncia, segue por esta a sudoeste até o pontp E, definido no cruzamento das
Tuas Joao Melo e Dr. Alvaro Fernandes. Dai defléte a sudeste pelo leito desta até
© ponto F, estabelecido no cruzamento do eixo da rua Dr. Alvaro Fernandes com 0
prolongamento da linha demarcatéria noroeste db terreno em que se implanta o
Seminario Teolégico Presbiteriano. Em seguida, deflete a sudoeste por esta linha
demarcatéria até o ponto G, definido no cruzamento das linhas demarcatsrias,
Noroeste e sudoeste do terreno em que se implanta o Seminério Teolégico
Presbiteriano. Em continuidade, segue por esta Ultima linha demarcatoria a
sudeste até o ponto H, estabelecido no cruzamento do prolongamento deste limite
imobiliétio com 0 eixo da Av. Jodo Pessoa, dail seguindo a sudoeste pelo leito
desta via até o ponto |, definido no cruzamento dos eixos da Av. Jodo Pessoa e da
tua Teles de Souza. Na seqiléncia, segue a nojoeste pelo leito desta via até o
ponto J, estabelecido no encontro dos eixos das ruas Teles de Souza e Joao
Melo, dai rumando a sudoeste pelo eixo desta|via até o ponto K, definido no
cruzamento do eixo da rua Jodo Melo com o proldngamento da linha demarcatoria
sudoeste de terreno onde se implanta uma chdcafa fronteirica a av. Jodo Pessoa.
Dai, segue a sudeste por esta linha demarcatérid até o ponto L, estabelecido no
encontro do prolongamento desta linha demarcptéria com 0 eixo da Av. Jodo
Pessoa. Em seguida, deflete a nordeste pelo leitp desta avenida até o ponto M,
definido no cruzamento dos eixos da Av. Joao Pessoa e da rua Irma Bazet, dai
seguindo a sudeste por esta via até 0 ponto N, estabelecido no encontro dos eixos
das ruas Imma Bazet e Des. Joao Firmino. Por fim, deflete a nordeste pelo leito
desta via até o ponto inicial
15POLIGONAL DE TOMBAMEN|
B
By,
,
TO - IMPARH.
ig
5
s ls S
INE EDIFICAGAO TOMBADAEVANTAMENTO
ICO DO IMOVEL
FoTOGRARVista da fachada oeste
(Av, Joao Pessoa)
‘achada sul. Notar a interferéncia dos chada spl. Notar a presenca dos blocos
aparelhos de ar-condicionado, lanexos a edificag:Vista do patio central sta do patio central
Porta do acesso principal Janéla em vidro e madeiraPormenor da coberta da varanda posterior Pobertura metalica do patio
Detalhe do peitoril da varanda Detalhe dos
elevos de massa da fachada norteLEVANTAMENTO GRAFICO DO IMOVELBIBLIOGRAFIA
22AZEVEDO, Miguel Angelo de (Nirez). indice Anal
llustrada de Fortaleza: roteiro para um turisn
Fortaleza: Banco do Nordeste, 2001.
- . Cronok
para um turismo histérico e cultural, Vol.!. Fortale:
190,
CASTRO, José Liberal de. Ceara, sua Arquitetu
Brasileiros de Arquitetura. Panorama da Arquitetu
Editores Asociados. V.1, p.01-15, 1982
FUNARI, Pedro Paulo e PELEGRINI, Sandra C. A\
Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2008.
LOPES, Marciano. Mansdes, Palacetes, Sola
Fortaleza: Ed. ABC, 2000.
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Arquivo- Dept? Patriménio Historico Cultural (DPH
Biblioteca de Humanidades/UFC
Biblioteca de Arquitetura/UFC
IMPARH
jo histérico e cultural
ico e Ieonografia da
lia llustrada de Fortaleza. roteiro.”
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Patriménio Hist6rico e Cultural.
ps e Bangalés de Fortaleza.
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ria. Nticleo de Documentagao
historia politico-administrativa)
E (BPMP) ~ Setor Ceara
) -FUNCET / PME
23FICHA TECNICA
24Cooperagao Técnica Prefeitura Municipal de Fortaleza / 4° SR/IPH:
Universidade Federal do Ceara
Inventario da arquitetura de interesse de Preseryacao de Fortaleza
Coordenagao
Prof Dra. Ivone Cordeiro - FUNCET/PMF
Prof Argta. Ms. Margarida Andrade — Pesquisador.
Prof" Dra. Meize Lucas - Pesquisadora bolsista - CH!
Historiadora Ms. Ana Carla Sabino Fernandes ~ Pes
Argta. Ms. Beatriz Helena Didgenes — Pesquisadord
Consultoria
Prof. Arq. Ms. Romeu Duarte Junior — 4* SR/IPHAN
Estagiarios
Filipe Sousa Costa (CAUUFC)
Flavia Regina Oliveira Ramos (CHUFC)
Frederico Teixeira (CAUUFC)
Jorge Henrique Maia Sampaio (CHUFC)
Juliana Ribeiro (CAUUFC)
Lara de Alencar Fernandes (CAUUFC)
Lara Silva Lima (CAUUFC)
Natalia Silva Matos (CAUUFC)
Sara Braga Brigido Bezerra (CHUFC)
Sérgio Uchéa (CAUUFC)
Tais Costa (CAUUFC)
Vitor Batista (CAUUFC)
Equipe responsavel pela elaboracao da instrucéa
Coordenagao: Prof? Arq. Ms. Romeu Duarte Junior /
Fernandes
Textos: Prof? Arg. Ms. Romeu Duarte Junior / Estagi
Silva Lima, Tais Costa.
Pesquisa hist6rica: Hist. Ms. Ana Carla Sabino Fern
Regina Oliveira Ramos, Jorge Henrique Maia Samp:
Bezerra
Fotografias: Frederico Teixeira
Levantamento Grafico / Desenhos / Revisdo: Frederi
Tais Costa
Diagramagao: Frederico Teixeira, Lara Silva Lima, Td
Revisao: Prof? Arg. Ms. Romeu Duarte Junio
ih
bolsista - CAUUFC
UFC
quisadora bolsista
bolsista
de tombamento:
Hist. Ms, Ana Carla Sabino
rios: Frederico Teixeira, Lara
des / Estagiarios: Flavia
jo e Sara Braga Brigido
0 Teixeira, Lara Silva Lima,
lis Costa