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No hotel-fazenda.

Meu nome é Hilton e minha esposa chama-se Daniela. Gosto de exibicionismo, e ela
acompanha quando tomo a iniciativa. Certa vez, fomos a um hotel-fazenda nas
proximidades de Brasília, onde moramos, e descobrimos um extraordinário local de
lazer, o qual também estimulava nossa imaginação para fazer sacanagens. Como era
baixa estação, havia poucos hóspedes e logo vimos que teríamos muita liberdade!
Escolhemos um chalé meio isolado, para não termos vizinhos dos lados. Assim que nos
instalamos, tratamos de trocar nossas roupas por trajes à vontade. Daniela colocou um
biquini azul anil, amarrado com lacinhos. Sua pele, muito clara, realçou pelo contraste
com a cor. O soutien, que nada mais era do que dois triângulos pequenos ligados pelo
cordão, mal acomodava os seios, que se derramavam pelos lados, fazendo-me
imaginar loucuras. Ela amarrou uma canga na cintura, eu Coloquei um calção e uma
camiseta, e fomos passear pelo local. A uns cinquenta metros do chalé, havia uma
piscina, abastecida pela água de um córrego que foi canalizado. Era rodeada por um
amplo deck de pedra clara, sobre o qual havia mesas com sombrinhas no centro. Uma
das extremidades do deck acabava em uma parede, na qual desaguava a continuação
do canal que abastecia a piscina. Ao longo dela, foram distribuídas cachoeiras
artificiais. O terreno gramado continuava por mais uns trinta metros além das
cachoeiras, terminando na margem do córrego. Uma parte deste terreno ficava fora da
visão de quem estava na piscina ou nas cabanas. E foi lá que começamos nossas
brincadeiras. Daniela tinha um sorriso luminoso e sacana estampado no rosto!
Estávamos com um pouco de receio, pois havia possibilidade de alguém aparecer, mas
isto só aumentava nossa excitação. Abraçamo-nos, roçando nossos corpos e demos um
beijo molhado, demorado. Seus lábios macios estavam quentes. Eu sentei em uma
cadeira e ela sentou em outra quase de frente para mim. Abriu um pouco as pernas e
desatou um dos laços da parte de baixo do biquini (nem dá para dizer que era uma
calcinha, de tão pequena!). Os cordões apenas cairam, fazendo pouca diferença real,
mas senti meu tesão aumentar imediatamente. Ela me olhou com um ar maroto, com
os dentes apertando um pouco o lábio inferior, e foi levantando o pedacinho de pano
que cobria sua buceta. Pude ver seus pelinhos, pouco abundantes e, sob eles, seu
grelinho. Era uma vênus que se exibia para mim ! Acariciei meu pau sobre o calção,
sentindo-o crescer e querer escapar. Ela abriu o outro lacinho e deixou cair toda a
parte da frente da calcinha. Passou os dedos de leve sobre a buceta, sorrindo daquele
jeito sacana e inocente ao mesmo tempo, mostrando que estava curtindo muito a
experiência. Baixei um pouco o calção e liberei meu pau, que imediantamente ficou em
posição de sentido. Esfrequei-o um pouco, deixando minha mão subir e descer sem
pressa. Daniela olhou à sua volta, para ter certeza de que não havia alguém. Então,
devagar, e sempre me olhando, foi abrindo os laços do soutien. Os pequenos triângulos
ficaram apoiados sobre os seios. Então, ela puxou os cordões para a frente, e tudo
ficou à mostra. Aqueles seios eram entre médios e grandes, bem distribuídos por todos
os lados. Os mamilos era pequenos, quase médios, rosados. Estavam ficando
durinhos ! Ela deixou-se ficar daquele jeito, lânguida, sentindo o vento acariciar sua
pele e sua buceta. Eu curtia a visão, extasiado. Ela foi se acariciando, passando as
mãos pelos seios, pela barriga, e chegou até a gruta dos prazeres, onde seus dedos se
detiveram para explorar um pouco. Afastou os lábios, mostrando a xoxota rosada e o
clit, que já estava meio entumescido. É bom que se diga que é um clit gostoso, que
cresce e dá para segurar entre os dentes quando transamos. Paramos logo com aquilo,
pois era um aperitivo para o que viria. Daniela amarrou de novo os lacinhos, e fomos
caminhar um pouco. A tarde já estava no fim, e estava ficando frio. Voltamos para o
chalé, e tomamos um banho gostoso juntos. Era uma delícia sentirmos nossos corpos
deslizando um sobre o outro. Rolaram bricadeiras, mas sem penetração, pois
queriamos provocar um ao outro cada vez mais. Foi muito gostoso abraçá-la por trás,
encoxando-a, esfregando o pau no rego, acariciando os seios, beijando aqueles lábios
quentes e macios e sentindo-a abandonar-se sobre meu corpo. Ela segurou meu pau
por um momento e massageou-o. Senti tanto tesão que parecia que meu pau iria
explodir. Ela notou e se abaixou na minha frente. Colocou o pau na boca e chupou-o
docemente, como se fosse um sorvete cremoso. Olhou-me com seu sorriso mais
sacana e chupou mais um pouco. Então parou e disse: - Vamos ver quem aguenta
mais tempo sem gozar. Não me fiz de rogado. Coloquei-a contra a parede e fui
beijando sua bunda. Coloquei minha mão entre suas pernas e acariciei sua buceta.
Deslizava facilmente com a água em com o líquido que já escorria. Ele começou a se
esfregar na minha mão. Eu fui ritmando, passando o braço também. Sentia sua buceta
inchando e os grandes lábios se separando. Aumentei o ritmo, sentindo também o seu
clit. Ele pedia para eu ir mais rápido. Ela gemia e dizia que estava gostoso. Aquiesci
até certo ponto, e então parei. Afinal, queríamos provocar um ao outro. Fomos jantar
no restaurante da fazenda. A comida goiana, muito calórica, reforçou nossas energias
para a noite, que prometia ser quente! No retorno para o chalé, notamos que, atrás
dele, havia uma quadra de vôlei cercada por árvores. Não havia iluminação. Convidei
Daniela para ir até lá, e ela topou imediatamente. Protegida pelas árvores, foi tirando a
roupa até ficar sem nada. Desfilou para mim sob a luz das estrelas, parando de vez em
quando para acariciar seus seios e provocar-me. Fiquei apenas olhando, sem tentar
agarrá-la. Convidei-a para entrarmos, pois estava ficando frio. Ela juntou sua roupa,
colocou o vestido, e só. Atirou a calcinha em mim. O soutien, já não usava. Foi
caminhando na minha frente rumo ao chalé, rebolando. Chegamos na pequena
varanda. Eu ia atrás dela, mas estava com a chave. Ela parou em frente à porta e eu a
agarrei por trás. Acariciei seus seios. Ela sussurou palavras obscenas com a voz
quente. Eu levantei um pouco seu vestido, deixando sua bunda à mostra. Abri meu
zíper e tirei meu pau para fora. Encostei-o na sua bunda ali mesmo, e apertei meu
corpo contra o dela. Estava tudo silencioso, sem ninguém por perto. Ficamos ali nos
embalando. Parei, afastei-me um pouco e o vestido desceu de novo. Abri a porta e
entramos. Nossos desejos estavam à flor da pele. O que aconteceu depois eu conto em
uma próxima oportunidade...

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