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4 Cap7 ProcessoProjeto

Processo de projeto scaneado

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CAPITULO 7 Projeto e Processo de Projeto Tim McGinty —) Este capstulo, o primeiro de vérios que cobrem 0 projeto arquitetdnico, ‘presenta uma vista geral do projeto e do processo de projeto sem advogar ‘qualquer ponto de vista em particular. So revistas numerosas atitudes contra 0 prajeto e o processo de projeto, incluindo o formato basico da entrega dos servicos sugerido pelo Instituto Americano ce Arquitetos. Finalmente é inciu(da uma pequena seco de técnicas aplicéveis. O capitulo é apresentado com pleno recqnhacimento de qve a arquitetura acontece dentro de um largo contexto social, ambiental, econdmico e dé comportamento, e de que 0 projeto @ o procesto de projsto respondem a esse contexto, Projeto Projeto, no contexto da arquitetura, 6 simplesmente a atividade de criar ropostas que transformem alguma coisa jé existente em algo melhor. © projeto pode ser visto com um processo de trés partes que consiste de lum estado inicial, um método ou proceso de transformaeo e um estado futuro imaginado. Essas tr8s componentes também definem as fungSes do projetista arquiteténico ~ identificar problemas, idertificar métodos de conseguir solucdes e implementar essas solucdes. Em termos mais praticos, sas fungSes sao programar, gerar projetos alternativos ce construcao e implementar os pianos. Projeto na Instrugéo Embora o projeto seja uma atividade de bates amples abrengendo tudo desde as artes visuais & engenharia, & geréncia de negéciot e a0 estudo da légica, continua desatendido o potencial para uma introdugdo unificada a a0 projeto. A maioria das excolas de artes dé aulas 00 ave chamam de srojeto bisico que sBo ministradat 2 todos ~ pinnores ‘coramistas © aro ryes Estas aulas basicas introduzem ume série de cexperiéncias visuals R sees tmventais solugdes de problema, Em algumas escoles, arquiteto: opanistas, projetistas industriais ou de produtos ° projetistas de interior Huntam-se aos estudantes de arte no resmo Proorsme de projeto, Mais vipicamante, contudo, os cursos basicos de projeto Para arquitetos $80 tensinados em escolas de arquiteturs. er eee urna instrupdo integrade de projeo fl ences Tinn ater de Bauhaus, antes da 22 Guerra Mundial. Os proven de Bauhaus , \ fonduziam uma oficina inicial e um programe ide estudos visuais para todas 1 ! coe Estudantes de arquitetur, de pintura, de dane & de teatro 1 Compartilhavam a experiéncia do projeto Pésioo. (Os professores @ 0 fetes ornpaslo tveram uma tremenda influéncia nos Estados Unidos com @ Gigrapdo da faculdade para os Estados Unidos daraah & depois da ie Guerra Mundial, Ironicamente, enquanto Frank Lloyd Wright, 0 grande arquiteto americano, tinha pouca influéncia n® ‘educardo arquitetanica nos ee edos Unidos, a publicaggo de sua obra na Europe influanciou grandemente muitos projetistas europeus aue NOW comecado na grrpaus, Nao obstante, os padrées e as diretrizes de educario emuitetOnica nos Estados Unidos, a partir da 22 Guerra Mundial até araecemente, foram clarament influenciados pela Bauhaus, sajauhaus foi,em parte, uma reardo # orientero tradicional de Seo instrugdo erquitetonica oferecida pelo sistema de Betas ‘Artes da Franca. Ornemve de Belas-Artes, com seus estudos incials Je estilos cléssicos, run origem no século XIX e continuou na Franga 6 1 Estados tevegos como uma forma predominante na instrucéo 212 jtetnica até tcevoa de 1985, O sisterna de Belas-Artes diferia dramaticamente porque Ceratizava o estudo da arquitetura historica como 6 pidrdo para e srquitetura do futuro, 20 invés de um estudo de Princ oo abstratos como sequoia to rqultetorico, A Escola de Balas Aves tena igen preservar e garantir a autoridede das formas historicamente comprovadss, : mre a3 wore sap fa oar op! i | aa rafletissem tanto tipo do edifcio projetace Fem ‘os materiais @ { \ cue ttjos de construcSo, O estudante tipico des Bolas ‘Artes projeta * hope i aaedes que devem ser levantadas em pedra, encuarto projetos de testudantes da Bauhaus s80 para concreto, 2e ‘e vidro. Ambas as escolas R= ESTADO REAL influenciaram a arquitetura nos Estados Unidos, 2 a Bauhaus ] = ESTA MAGINADO arene jou mais nitidamente a instrueSo de arquiteture de meados dos ‘anos 50 20s primeiros da década de 60. sme = PROCESSO Tatar slterapdes adicionais influenciaram 2 instues0 Oe Giltimos quinze anos. Primeiro, passou-se a dar menos én fase aspectos de Shgenharia da arquitetura como conseaiiéncia 9 necessidade de uma egrrgdo mais ampla de artes e ciéncios @ @ prética exten da arquitetura, que agora inclui projeto e planejamento urbane, gerenciamento de Megécios, gerenciamento de construcdo, marketed cqutras coisas mais. Peamstrugao de arquitetura, como 2 prépris profsso, expandiu-se, incluindo uma base mais ampla de conhecimentos & especializacdes; Tyora ngo se espera mela que todos os estudantes de arquitetura venham a rer projetistas arquitetnicos. Consequéntement® ha menos énfase na aa srogia, nas estruturas.e nos projetos de edificioscomte fossem 2 tiga alma da formagSo de um arquiteto. Cercament alguns estudantes [talvez até a maioria) podem e se especializem nessa reas, mas no com a exclusso de uma formacgo mais ampla 161 Uma segunda grande mudanga nos isltimos anos tem sido o surgimento do estudo do comportamento humano como base para o infvio de instrugo de arquitetura. Tradicionalmente os arquitetos tinham que fazer varias suposigdes sobre o relacionamento entre suas construcdes ¢ 0 comportamento humano, Agora eles podem dispor de algumas informacdes comprovadas que apdiam ou desafiam essas suposicdes. Assim, esto integrados na maioria dos curriculos de arquitetura os cursos bésicos de psicologia, sociologia e antropologia e cursos aplicados de comportamento ambiental. Uma terceira inovardo, embora menos generalizada, na formaco inicial de projeto aconselha uma imersao total num problema de projeto de edificio para um contato inicial do estudante com o projeto arquitet6nico, Isso € um contraste com a maioria dos curriculos introdut6rios, os quais separam os varios assuntos que os arquitetos manipulam — social, visual e técnico — em cursos e experiéncias introdut6rias separadas, O curriculo tradicional tenta garantir que cada princfpio seja compreendido antes do estudante tentar integré-los. A finalidade da imerséo total é exatamente o oposto: os estudantes primeiro aprendem pela experiéncia a apreciar os problemas e o desafio de uma experiéncia integrada para prepard-los para os cursos subseqiientes nos quais 0s princ{pios |hes sao ensinados. Finalmente, hé uma tendéncia para iniciar a instrugdo de projeto pela instrugo do processo de projeto como uma experiéncia abstrata. A énfase esta na solucdo do problema criativo como se ensina nos cursos de légica ou em cursos introdutérios de resolucdo de problemas na engenharia, muitas vezes chamados projetos de sistemas. A meta é fazer do estudo de projeto e de solugao de problemas a base da atividade intelectual da profissdo, Essa estratégia foi estimulada por mudangas na prética profissional nos anos 60, quando os arquitetos se viram contratados para resolver problemas de gerenciamento, programagao e outros problemas no diretamente relacionados com o projeto e a construgdo de edificios. Contudo, o estudo em estidio, onde o estudante se concentra no projeto de um Unico tipo de ediffcio para uma regido especifica, ainda é a modalidade dominante de ensino empregada para desenvolver as idades do estudante para o projeto. Teoria do Processo de Projeto Embora um grande numero de disciplinas, tais como projeto de sistemas, logistica, planejamento e engenharia, tenha influenciado a profissio de arquitetura, 0 processo de projeto, como uma érea distinta de estudo, nao recebeu a devida atengdo até os anos 50. Mais tarde, o Design Methods, de J.C. Jones (1972), identificou 0 estudo do processo de projeto como uma pesquisa de métodos que viessem melhorar a qualidade do projeto: A maioria das atividades subseqiientes nessa érea de métodos de projeto tem sido feita na Inglaterra, Escécia, Australia, Checostovaquia, Poldnia e Estados Unidos. Os métodos e a estratégia racional nos Estados Unidos podem ser atribu/dos a Christopher Alexander? As suas Notes on the Synthesis of Form (1964) tiveram um grande impacto sobre as atitudes dos professores e sobre os estudantes. As palavras-chave na viséo que Alexander tinha do proceso de projeto séo atomistica e ajustagem. Assim como todas as coisas materiais do universo so formadas de blocos basicos de construgdo (dtomés), também a arquitstura é composta de 162 EEE componentes bésieos. As exigancias de um, edificio podem ser atomnizadas cor veczidas aos elementos mais simples. AS ‘solucdes podem ser obtidas ou ce astruidas de combinagdes apropriadas Gessee pequenos elementos. A jdéia de que os problemas poderiam sr reduzidos a ume longa lista de i inusculas partfoulas de informaedo criou um interesse crescente do papel Ga programagao de projetos. Programas Ue inicialmente eram simples Fists de selas e tamianhos de salas tornaram $8 descrigdes extensas de_ elementos funcionals, elagdes e necessidade de desempenho. Esse revolvimento ocorreu tanto nas escolas come Ns prética da arquiteture. Vajustagem foi termmo usado para descrevet ‘a montagem apropriade des partes atomizadas de modo a preenchet 68 necessidades prescritas do problema, O casamento entre uma atividade e um meio ambiente € 0 que fe pode chamar de ajustagem. Er ‘Community and Privacy (1963), escrito em parceria. com ‘Serge Chetmayeff, ‘Alexander descreve um processo de procura de combinagdes entre grupos ‘de exigéncias chamadas Preastelagdes”. A meta desse processo é desenvolver uma hieraraula ‘adequada de entrosamentos entre exigancias e solueso fisicat ae vais recente obra de Alexander e seus COle02s também focaliza as combinagées chamadas "padres", 05 aUa)s ‘sd mais ou menos andlogos Se moléculas. Um padrlo é uma colecéo de ajustagens num s6 grupo que ‘apdie uma atividade ou um Gomportamento especifico, O produto de recentes estudos nesse sentido échamado de inguagem-padrdo®. A Tinguagem-padrao é geral no sentido de ave relaciona com uma yariedade de situacdes, € nao com um determinado tipo de construcdo. Ginudo, também 6 especifica no sentido de a? sugere solucdes formals para fungées particulares. Embora posts parecer a alguns que a linguagem” Padrio infringe a capacidade inovadors ‘do projetista, ela resume Farormagées diteis sobre o comportarnento das pessoas em GrUPOS qepeciticos de atividade funcional, ‘Certamente vai bem além dos padres ceesicionais da arquitetura,j6 que introduz ure iinformagao de apoio além do fato de advogar uma recomendacao specifica Varios outros pontos de vista e novos valores tém dominado também co enfoque do ensino de projeto arquitetOnico nt iltimas décadas. O primeiro é 0 de iar forma.aa-projeto. Grandes arauitetos como Frank Ciovd Wright, Le Corbusier, Mies Van der Rohe e outros sso admirados por suas contribuigdes criativas. ‘trabalho deles é visto como o produto Mo génio pessoal, e 0 papel da escola é visto como sendo ode ensinar Os prinetpios gerais de suas obras eo de cultivar qualquer semente de genialidade que possa existir dentro ide cada estudante, Os estudantes, Por gua vez, devem absorver esses princ/pios de projeto, desenvolver 0 seu genio e dar contribuicSes subseqtientes de forma a arquitetura. ‘a segunda tradiggo 6 incorporada 20 termo —e ‘Aqui parte-se do prinespio de que hé ume eficiente e f Contiguraco para qualquer programa Propose A configuracdo de um projeto é baseada em atividades que dom acomodacas @ 0 rol onemento entre essas atividades. U> prolet® de sucesso arruma esses crementos, alistados ou retirados do prog’ 2 2 contexte num arranjo eficiente. Vina terceira atitude que afeta 0 ensino de projeto é chamada © dom{nio da arquiteture””. Essa ote tanta que os espectos funcionais sommprojeto sfo relativaments féceis C- *201068 edeverm ser subordinados &s questoes mais diffceis. ‘aracter(stices expectficas ou. gtributos que transformam uma propose °& projeto em “arquitetura’” variam de escola para escola, Dois temas ‘tipicos mas diferentes ness@ 5B 27 - Oo tO oF = 21 26 35 é 26 HW casera | A. CAOS APARENTE: PROBLEMA NAO~EsTeUTUEADO Constelagdo: estruturagio. de problema ®. ConsteLacho: { PROBLEMA ESTRUTURADO 2 "satisferdo do usuétia”. Os ortantesartefatos que 5 ususrios valorizam, 164 Uma variagéo final do ensino de projeto envolve uma atitude do corpo docente sobre 0 papel do projeto dentro do contexto mais amplo da prética de arquitetura, Algumas escolas podem ver 0 projeto como 0 foco central da prética de arquitetura, esperando-se cue cada estudante se torne um projetista “antes de mais nada". Outros assuntos do curriculo passam a ser subservientes 20 projeto. Algumas escolas véern o projeto como uma atividade mais geral para resolver problemas e aconselham os estudantes a se concentrarem simultaneamente em vérias éreas, inclusive em estruturas, sistemas ambientais, projeto urbano, economia e comportamento humano tanto quanto nos projetos. Outras escolas ainda véer 0 projeto e os métodos de projeto como apenas uma dentre vrias éreas especializadas do estudo, permitindo que os estudantes (especialmente a nivel de pés- graciueo) omitam completamente o projeto de editicios em beneficio de outras dreas académicas, como a histéria da arquitetura, a critica e os métodos de pesquisa. Dada a ampliacdo da arqu tetura, é étimo existir tal variedade, mas os estudantes devem estar atentos 20 tipo de escola que selecionam PROCESSO DE PROJETO AA descrigao do processo de projeto como indo co estado inicial para um estado futuro imaginado_ngo explica completamente as atividades elaboradas a0 longo do caminho. Essas atividades s£o descritas nas seqes seguintes, primeito como um processo de cinco aais08 @ depois c arranjo contratualé finalmente como uma lista de perguntas 20s estudantes, = Qs Cinco Passos do Proceso de Projeto O processo de projeto, como ensinado e conceitualizado nas escolas de arquitetura, inclui um numero de passos para resolver os problemas em seqiiéncia, Basicamente, os passos so: iniciacSo, preparagdo, confecedo da proposta, avaliagdo e aco. As variacées tipicas de um certo nimero de fontes podem ser vistas na Tabela 7-1. IniciagdolA.iniciagdo envolve o reconhecimento e a definigo do problema a ser resolvido; Embora se julgue que 0s arquitetos devam identificar os problemas e as oportunidades, a tradicSo 6 o cliente trazer 0 problema eo arquiteto, Como sugere Jane Holtz Kay, “um eavalheiro espera ser consultado"’’ A imagem tradicional é o cliente entrando sem ser anunciado no escrit6rio para dizer aos arquitetos que eles foram os excolhidos porque o cliente admira o trabalho deles. Tanto o cliente uanto 0 arquiteto saben que esse nfo é 0 processo usual, Os projetos so uase sempre escolhidos apés uma entrevista competitiva, Algumas vezes as entrevistas séo abertas a qualquer um que preenche qualificagdes iminimas, ¢ algumas vezos o cliente limita as entevistas a tr8s cu quatro firmas previamente selecionadas. Os arquitetes tembém tém comecado 8 tomar mais iniciativas fazendo contatos com clisntes em potencial, e muitos constitufram associagBes de trabalho com incorporadoras, Principalmente nos campos comercial e habitacicnal. Embora pouca Promoggo tenha sido eprovada recentemente pele AIA, uma variedade de 165 restrig6es ainda existe quanto ao modo como os arquitetos podem solicitar servigos. Contudo, os arquitetos so geralmente envolvidos diretamente com 08 primeiros estagios da identificagao do problema. Um outro aspecto do passo inicial envolve o papel da imaginagdo e das aspiragées. Isto 6, 0 arquiteto tenta levantar as aspiracdes da sociedade em termos de qualidade do meio ambiente construido. Eles identificam problemas gerais, educam 0 pablico e sugerem solugdes alternativas. Fornecem imaginaco critica em suas éreas de especializacdo que estimula as aspiracdes do cliente. Mais de um arquiteto j4 afirmou que "bons clientes fazem bons edi Preparagao. { 0 segundo passo no processo do projeto, a preparagao, inclui a coleta e a andlise de informacdes sobre o problema a ser resolvido.|De uma maneira geral a educagao profissional é ela mesma uma preparacdo para fornecer servicos de projeto. Os arquitetos profissionais esto constantemente se preparando para entregar servicos — informalmente, quando aprendem em cada comissao sucessiva ¢ formalmente, pela educagao continuada, Mais especificamente, a preparacdo envolve a coleta e anilise sistematicas de informac&es sobre determinado projeto. Essa atividade 6 chamada “programacdo"’; 0 produto 6 um programa de construc nos Estados Unidos e um “brief"’ na Inglaterra e na Europa, Os programas geralmente incluem um relato escrito resumindo as necessidades de um projeto e podem incluir uma exaustiva anélise que identifica os pontos importantes que devem ser resolvidos. Outra atividade de preparacolinclui a reunio de mapas bésicos de dados do local e da érea (sobre o meio ambiente natural e 0 constru‘do, tréfego, utilidades etc.), de informac&es sobre restric&es legais e econémicas e de dados financeiros/ Um outro produto do estagio de preparacSo é uma lista de critérios que descrevam as caracteristicas desejadas de uma soluco arquitetonica, As solucdes sio medidas em telacdo a esses critérios como ciclos de projeto através dos estagios de confec¢do de propostas e avaliacdo. Algumas atividades de preparaco sdo integradas em outros estagios do processo. O projetista tem liberdade de ardo para considerar que certos tipos de informacio so necessérios em varios estégios do projeto. Por exemplo, o critério para um projeto de hospital pode variar devido a jovages tecnoldgicas durante os dezoito ou mais meses do projeto. Assim 2 andlise e a coleta de informacées so ambas um passo inicial e que continuam por todo o processo. Confecgio de Proposta. Um arquiteto informado esté preparado para gerar idéias e fazer propostas de construcdo. As idéias validas podem vir a qualquer momento no processo de projeto, desde o primeiro encontro com 0 cliente até o fim. A complexidade dos edificios modernos e seus locais fazem as solugdes concebidas inicialmente, ou intuitiva ou despretensiosamente, altamente suspeitas. Soluces preconcebidas representam uma infeliz tendéncia entre alunos iniciantes e praticantes cexperimentados. E muito eomum 0 cliente, © estudante ou © arquitato propor um determinado aspecto para o edificio e entéo tentar forcar as _atividades normais a se enquadrarem naquela imagem, |4 muito debate entre professores e profissionais quanto a extenso adequada da preparacdo antes de comecar a confeccdo ce propostas. 166 ies : } \ y mt. © 7s © Ve S ( i \ ~© 7 OS; f I @) &) Os cinco passos do procesto de projeto: iniciagao, preparacdo, confeccdo da proposta, avaliacio e aco. © ©) —— © verdadeito processo de apresentar propostas do Projeto é muitas teres chamado de “sintese, Isto 6, 9 propostas de rojeto devem apresentar uma bos variedade de consideragdes do contaxto (social, scondmico, fisico), © programa, o lugar, o cliente, « tecnologia corrente, estética ¢ os valores do Projetistay Espera-se que as propostas sejam uma Gemonstragao fisica de integragéo de um grande niwiore ae aspectos. O proletista muitas vezes faz desenhos inicias em overlays pora registrar 0 ‘plorar 0 potencial de Tipicamente, o estudante iniciante em projetos no Poders Gestrinchar e resolver todas as difieuldades que caberde arquiteto Avaliaglo. A avaliagio no projeto arquiteténico ‘corre em diversas escalas e inclui uma grande variedace de Participanites, Esta Gistussao focaliza a avaliagio de propostas alternatives pelo projetista, erie astituieBes Financeira), pelos usurios do edifcio, polos fomais, revista e periddicos, Alem c sso, algumas vores os edificios so aualiados apés terem sido construdc. # ocunados por alguns anos, Nesse terme de dor oarama original com: 2 projeto podem ser avalodos on termos de desempenho real e compra :2do, Contutlo e avaliagio de Propostas pelo arquiteto envolve a cornpareedo das solugSee Propostas do Pro|eto com as metas e critéros rasultantes do estégio ds Programacéo. Podemos visualizaro ciclo de praparacdo-projes 2valiago como um pars aio de tras partes que consist em estabelecer as metas eo critério propecrnolete, a criacdo de projetos em potencial ea medigte dag solugtes Propostas em contraste com o critério do programa, Além disso, as 167 TABELAT.1 Virias Vistas do Processo do Projet R, Whitaker Procesto Servigos bdsicos e Guenter and Corkill, Procesto dos Processo dos resumido de Método de suplementaros do Systematic Approach cinco passos ito passos H. Rictle Jc.Jones AIA to Architectural Design Iniciago Reconhecimento Identifique 0 dei Definigao Basics Datequilibrio problems Dotinigdo Programa Preliminar Preparacio PreparagSo Colete a informagio Informsgio _Servigos pré-projeto Investigago, andlisa Anilise Analisesinformagio Anélise Resumo do programa Confeccéo Sintese Soto crlativo Sintese Projeto Sintesee de propostas esquemético desenvolvimento Encontre solugdes Desenvolvimento Proposta a0 do projeto Projeto Volumétrico Avaliacdo Avaliagao Teste a solugio Avaliaeio Reavaliaeo © moditicaeso Acio Execugdo ‘Comunique © Otmizegéo Documentos de implemente ‘contrat Concorrénci ‘Administracéo do contrat Servigos pos. contrat, Richard Whitaker, “Eight-Step Design Process” (no publicado, Departamento de Arquiteturs, Universidade de Wisconsin. Milwaukee, 1971), H. Rittle, “Summary of Standard Descriptions of the Design Process” Arquitetura da Universidade da California-Berkeley, 1970). 4. C, Jones, Design Methods (London: John Wiley and Soné, 1972), p. 50, The American Institute of Architects, The Architects Handbook of Professional Practice (Washington D.C.: The ‘American Institute, of Architects annual P.A. Corkil and Robert F. Guenter, ‘Systematics Approach to Design’ (ndo publicado, Departamento de Arquiteturs da Universidade de Nebrasks-Lincoln, 1970), (trabalho de estudante no publicado, Departamento do propostas ou os projetos podem ser avaliados em termos de um critério implicito, ndo declarado no programa mas geralmente aceite pela profissao. Mais importante, contudo, é a capacidade do projetista de avaliar sua frépria proposta em termos de um grande ndmero de itens do projeto e de modo iterative que converge para uma proposta adequada @ vitoriosa, Aco, O estigio da a¢do, no process, inclui as atividades associadas com a preparacdo e a implementagdo de um projeto, tais como a prontificac3o dos documentos de constru¢ao e atuacao como elemento de ligago entre o proprietério e a empreiteira. Os documentos de construgo incluem os desenhos construtivos e as especificagdes para c ediicio, 168 Processo do projeto do. Estudante Thornley # 1 Processo do projeto do Estudante Thornley #2 Procesio de projeto de G.T, Moore Pracesso do projete de Engenharia de IM. Asimow Servigas de Arquiteturs do AIBA Formulagio do Identiticaro do Inicio programa problema ‘Acumulagio de dados —_Investigaco Anidlise das Viobilidede Viabitidade nevesiidades do ‘Avaliagdo das usuério possibilidades do Programagéo projeto lolamento do conceite Criagso ‘Sintese do projeto _Projeto preliminer __Propostas de diretrizes, erat ou forma Projeto detalhado _Projeto esquemiatico Desenvolvimento da. —~Refinamento e Plangjamento Projeto detalhado forma apresentarSo Selecio de alternativas Implementago Informagdes de producéo salugsio Quantitativos| ‘Avaliarzo Coneorréncias pés-ocupaeso Planejamento do projeto , ‘Operaeo no canteiro | Fermino | Feedback | .G. Thornley, “Design Method in Architectural Education," em J.C, Jones and D.G. Thornley, eds., Conference on Design ‘York: Macmillan, 1963), p. 48, “The Design Process” (ndo publicado, Departamento de Arquiteture, Universidade de Wisconsin-MilWaukee, 1974). IM. Asimow, “Engineering Design Process," em J. C. Jones, Design Methods (London: John Wiley and Sons, 1972), p. 24. Royal Institue of British Architects, Architectural Services, em J. C. Jones, Design Methods (London: John Wiley and Sons, 1970), p. 24 Ciclos, Freedback, Iterag%o, Embora cada projetista, desenvolva seu préprio estilo de tret-aIho dentro do processo de cinco ppassos, alguns procedimentos parec-s ser tipicos. Primeiro 0 processo € ciclico, Isto €, um projetista pode p sar rapidamente pela seqiléncia, no advento de um projeto, pare gerar «va série de propostes limitadas ou preliminares. !s50, por sua vez, poce ajudar a focalizar as atividades de rogramacdo, tais como a identificigo de necessidades de informacéo apropriada ou as reac5es do cliente. A palavra feedback também descreve a natureza cfctica do processo. Noves informacSes fazem o proietista reconsiderar a informacdo existente & proporedo que a proposta progride. Segundo, 0 processo ¢ iterativo. O projetista percorre os ciclos determinado némero de vezes; cade ciclo incorpora um nimero maior de 168 informacdes @ a sintese se torna mais sofisticada, Ite-acdies sucessives Gonvergem para a solugdo satisfatéria, Finalmente, oprocesso é altamente grafico. Comumente os estudantes e os arquitetos usam papel vegetal arato como overlays tragando desenhos bésicos ou detalhes a partir de a interag6es prévias e continuando a exploracio. Desenhos intermediarios no s80 ebandonados; ao contrério, eles formam ums importante documentacao para o projeto, © PROCESSO DE PROJETO NA PRATICA-PADRAO Servigos Arquiteténicos Basicos © American Institute of Architects (AIA) € a principal organizago Profissional de arquitetos nos Estados Unidos. 0 AIA oferece uma variedade de servigos a seus membros, inclusive as formas padronizades ara varios contratos. Uma das formas descreve os ervicos bésicos que so espera due 0 arquiteto preste a um cliente’ Itens podem ser abandonades Gi, Rdicionados 20 contrato-padrao através de negociagdes, mas a descrioo Pésice do que a profissdo acha que o cliente esté esperando de servigos ‘icos oferece uma atilreferéncia para examinar 0 processo de projeto ‘A profissdo prope que os servigos bésicas do arquiteto podem ser divididos em cinco tases consecutivas; projero esquemético, Gesenvolvimento do projeto, preparaeio dos documentos de construpéo, Oe Rorréncias ou negociagces, e administracéo do contrato de construpio, GS arguitetos podem oferecer servos adicionais, e uma grande mudaree

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