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TRABALHO CINESIOLOGIA

ARTROLOGIA: Estudo das articulações Conceito: Designar a conexão existente entre quaisquer partes rígidas do esqueleto, quer sejam ossos quer cartilagem, empregamos os termos juntura ou articulação. As articulações podem permitir, ou não, a existência de movimentos.

Movimentos articulares:

Flexão: aproximação de extremidades ósseas opostas ao ponto de articulação. Extensão: afastamento de extremidades ósseas opostas ao ponto de articulação. Abdução: afastamento em relação à linha medial. Rotação: movimento circular em torno de um eixo. Circundução: movimento circular amplo em torno de um eixo (compasso). Pronação: é o movimento rotatório de um membro no sentido ventral, mantendo fixo o eixo do membro. Supinação: é o movimento rotatório de um membro no sentido dorsal, mantendo fixo o eixo do membro. Protrusão: movimento da mandíbula para diante. Retração: movimento da mandíbula para trás. Didução: movimento da mandíbula lateralmente. Elevação: afastamento do corpo ou parte dele da linha horizontal do solo. Eversão: elevação da borda lateral (parte de fora) dos pés. Inversão: elevação da borda medial (parte de dentro) dos pés.

não há movimento entre os ossos. ou seja. Sindesmoses radio-ulnar (esq. Permitem maior quantidade de movimento. o ligamento sutural.) . que pode ser um ligamento ou uma membrana fibrosa interóssea. Encontradas no crânio.CLASSIFICAÇÃO DAS ARTICULAÇÕES: 1-FIBROSAS: quando os ossos são unidos por tecido fibroso.1-SUTURAS: Os ossos são unidos por uma fina lâmina fibrosa de tecido fibroso. Suturas do crânio 1. Exs: articulações rádio-ulnar e tibio-fibular. 1. São anaxiais.2-SINDESMOSES: Os ossos são unidos por uma lâmina mais extensa de tecido fibroso.) e tíbio-fibular (dir.

Sínfise púbica em pelve feminina . ex.4-ESQUINDILESE: Onde a crista de um osso se encaixa dentro de um sulco num elemento adjacente. 2.: articulação do vômer com o rostro do esfenoide.: articulações intervertebrais anteriores (com seus discos intervertebrais).2.1. sínfise púbica.3-GONFOSES: Formada pela inserção de um processo cônico num "soquete". 1. Ex. Ex.SÍNFISES (ou juntas cartilaginosas secundárias ou fibrocartilaginosas): As faces articulares dos ossos estão cobertas por cartilagem hialina. Ex.: os discos epifisários dos ossos longos. 2-CARTILAGINOSAS: Quando os ossos são unidos por tecido cartilaginoso. Geralmente são temporárias. articulação manúbrio-esternal. que permite certo movimento.: articulação entre a raiz dos dentes e os processos alveolares da mandíbula e maxila. 2. São articulações fortes e pouco móveis.SINCONDROSES (ou juntas cartilaginosas primárias): Os ossos são unidos por cartilagem hialina.1. e há fibrocartilagem unindo as duas faces cartilaginosas.

3.5-ELIPSÓIDES (biaxiais): Têm uma superfície macho convexa e oval. dentro de uma cavidade fêmea elíptica. Ex.TROCÓIDES OU EM PIVÔ (uniaxiais): Fazem rotação em torno de um eixo. Permitem movimentos de deslizamento e escorregamento.: coxo-femural e escápulo-umeral .:articulação atlanto-axial (1ª e 2ª vértebras cervicais).GÍNGLIMO OU DOBRADIÇA (uniaxiais): Permitem flexão e extensão.3. membrana sinovial e líquido sinovial. Ex. e também um limitado grau de rotação. 3. os côndilos. Possibilitam movimento ao redor de dois eixos em ângulo reto (flexão-extensão e abdução-adução). Ex. cartilagem articular. 3.: do cotovelo (úmero-ulnar proximal) e interfalângicas.: articulações acromio-claviculares.1.3. geralmente permitindo uma maior amplitude de movimentos. Elas permitem flexão e extensão. 3. 3.PLANAS (uniaxiais): Aposição de superfícies articulares planas. Ex.: articulação do joelho e articulação têmporo-mandibular.2.Diartroses (SINOVIAIS): As diartroses são as articulações que tem as seguintes características: cavidade articular. Ex. Ex. 3. cápsula articular fibrosa.: radiocárpica (rádio-navicular) e metacarpofalângicas. É o tipo mais comum e mais importante. e uma superfície fêmea com duas concavidades.6-ESFERÓIDES (triaxiais): Altamente móveis.4-CONDILARES (biaxiais): Essas articulações têm uma superfície macho formada por duas massas distintas arredondadas e convexas.

As cápsulas fibrosas são mais longas e frouxas na região cervical do que nas torácica e lombar. com exceção das superfícies articulares. É uma forma especializada de tecido conjuntivo cuja a principal característica é a mineralização (cálcio) de sua matriz óssea (fibras colágenas e proteoglicanas). circundadas por uma cápsula articular frouxa que se fixa às bordas articulares dos processos. formando assim. OSTEOLOGIA: Estudo dos ossos Os ossos são órgãos esbranquiçados. O tecido ósseo não apresenta vasos linfáticos. o que proporciona maior movimento de flexão na primeira região. que se estendem a partir das lacunas e se unem aos canalículos das lacunas vizinhas. com alta resistência mecânica. Apresenta dois folhetos: um superficial e um profundo (contato direto com o osso). o periósteo é responsável pela reconstituição do osso em casos de fratura O endósteo é um tecido que reveste tanto o osso que está voltado para a cavidade medular quanto as trabéculas do osso esponjoso.Articulação zigoapofisárias . Quanto a irrigação do osso. . Tipos de tecido ósseo 1. O periósteo é uma delgada membrana conjuntiva que reveste o osso. quando o joelho é rotado ou dobrado com força acima do normal. presente nas regiões corticais e diáfises. que unindo-se uns aos outros.são articulações sinoviais ocorrentes entre os processos articulares inferiores de uma vértebra superior e os articulares superiores de uma vértebra inferior. flexão e rotação das vértebras cervicais e lombares adjacentes.são elementos cartilaginosos presentes na articulação do joelho que servem para proteger as extremidades dos ossos de se esfregam entre si e para efetivamente aprofundar os soquetes tibiais dentro dos quais o fêmur se prende. Um deles ou ambos podem ser lesionados. Essas articulações permitem movimentos de deslizamento. Meniscos . Controlam extensão.Esponjoso: consiste de trabéculas finas e irregulares.Compacto: denso. Além da função de proteção. São articulações planas. Existem dois meniscos em cada joelho. muito duros. No interior da matriz óssea existem espaços chamados lacunas que contêm células ósseas chamadas osteócitos. por intermédio das junturas ou articulações constituem o esqueleto. Cada osteócito possui prolongamentos chamados canalículos. em forma de favo. 2. uma rede de canalículos e lacunas em toda a massa de tecido mineralizado. apenas o periósteo tem drenagem linfática. e ou sofre grande impacto. temos os canais de Volkman (vasos sangüíneos maiores) e os canais de Havers (vasos sangüíneos menores). o menisco medial e o menisco lateral. Eles também possuem papel na absorção de choque mecânico.

b) Crista: é uma margem proeminente. 3. uma externa mais celular. como a escápula.Longos: apresentam comprimento superior à largura e espessura. Protegem a medula nervosa e servem para fixar músculos e ligamentos.Ossos irregulares: são constituídos basicamente de tecido esponjoso envolvido por fina camada de osso compacto. Possuem 2 estremidades. os ossos do crânio frontal e parietal as costelas e o esterno. Revestimentos dos ossos Externo: o periósteo é uma lâmina fibrosa que possui duas camadas. crista ilíaca. como os tarsais. Ex. São formados por duas lâminas de osso compacto. Classificação dos ossos 1. face articular da escápula. Sua função básica é fornecer proteção e inserção para músculos e ligamentos. as epífises. c) Face é uma superfície articular lisa ou pouco escavada. o sacro e o cóccix. desempenhando funções osteogênicas e hematopoiéticas. predominando o comprimento e a largura. ex.Curtos: apresentam dimensões aproximadamente iguais de largura e espessura. entre as quais se situa uma fina camada de osso esponjoso. . Ex.Superfícies não articulares: a) Processo: é qualquer proeminência na superfície de um osso. Superfícies articulares a) Cabeça é uma projeção esférica unida a um colo de osso. 4. 2. 2. e um corpo a diáfise. Formam a estrutura do esqueleto apendicular. Presentes nas epífises ósseas. Interno: o endósteo é uma membrana fina que reveste as cavidades dos ossos. cabeça do fêmur (articulação do quadril) b) Côndilo é uma projeção de grande porte com aspecto arredondado. incluem as vértebras. côndilo do fêmur (articulação do joelho). Ex. densa e vascularizada e a interna que apresenta grande número de osteoblastos que formam o tecido ósseo.Planos ou laminares: possuem espessura reduzida.que amortecem as forças decompondo as forças geradas sobre o osso.

ex. exs. Trocanter maior e menor do fêmur. tuberosidade isquiática. ex. f) Trocanter: é um grande processo globoso para inserção muscular. epicôndilo medial do fêmur. exs. exemplos: espinha isquiática e espinha ilíaca. de superfície áspera e rugosa. ex. h) Tuberosidade: é um grande processo. ex. menos proeminentes que uma crista. b) Fossa: é uma vala rasa. a) Forames: são orifícios pelos quais passam nervos. incisura radial da ulna. c) Fissura: é uma passagem em forma de fenda. 3. linha áspera do fêmur. g) Tubérculo: é um pequeno processo arredondado. Tubérculo menor e maior do úmero. longas e estreitas.c) Linhas: são bordas ou margens. tendões e outros tecidos moles. ex. vasos ou ligamentos. ex. orifícios e aberturas: são estruturas que permitem a passagem de nervos. ligamentos. d) Incisura: concavidade ou entalhe em uma margem óssea. vasos sanguíneos. d) Espinha: é uma projeção delgada e pontiaguda. fissura orbital superior do osso esfenoide. e) Epicôndilo: é uma projeção óssea acima de um côndilo.Depressões. . fossa radial do úmero.

f) Sulco: é uma depressão alongada em forma de canaleta. os ligamentos que dão estabilidade e os dezesseis músculos envolvidos com o complexo do ombro. Quando o ponto máximo de elasticidade de um osso for ultrapassado. ele poderá sofrer uma fratura. gravidade ou alguma carga externa. Os ossos são flexíveis porque têm a capacidade de se deformarem quando submetidos a forças exteriores. quando cessa a ação da força deformante. e no plano transverso: rotação medial e rotação lateral. O tecido ósseo é o de maior resistência mecânica dentre todos do corpo. Resistência e Flexibilidade óssea. de acordo com as forças de tração. Ombro O ombro é uma articulação tipo esferóide. apoio de peso. frontal e transverso. Assim. os ossos diminuem o comprimento e aumentam a largura. quatro articulações a esternoclavicular. extensão e hiperextensão. co pressão e torção a que os diferentes ossos são submentidos. no plano sagital: flexão. acromioclavicular e glenoumeral e a escapulotorácica. meato acústico do osso temporal. possuindo movimentos nos três planos: sagital. Esta resistência decorre da organização das lâminas trabeculares que se entrecruzam. Fazem parte dessa articulação os ossos: úmero. no plano frontal: abdução e adução. que voltam à forma normal quando ela expira. O complexo do ombro possui quatro grupos de movimento. ex. Serve para o deslizamento de tendões ou acomodar vasos e nervos. escápula e clavícula. retornando à forma original. quando uma pessoa inspira deforma uma série de costelas. abdução horizontal e adução horizontal e circundação O ombro possui 3 graus de liberdade . Quando sofrem compressão.e) Meato ou canal: é uma passagem em forma tubular. Elas são necessárias para o desenvolvimento e crescimento do osso. Caso uma força deformante atue de forma contínua sobre um osso ela pode gerar uma deformidade. As forças compressivas são produzidas pelos músculos.

Eixo transversal 2. e a adução horizontal é um movimento anterior cruzando o corpo. Quando a articulação está em rotação interna completa. Eles são: abdução horizontal e adução horizontal.ocorre no plano frontal em tomo de um eixo horizontal dirigido dorsoventralmente. A abdução horizontal é um movimento posterior a partir desta posição. A abdução pode ser continuada passivamente até 120°. porque o tubérculo maior colide com o processo do acrômio e o ligamento acromioclavicular.acompanhada de uma flexão. quando então é limitada pela insuficiência ativa do músculo deltóide. A quantidade de abdução que é permitida depende da rotação na articulação glenoumeral. Dois outros termos são freqüentemente usados para descrever a movimentação da articulação glenoumeral. Posição de referência: cotovelo fletido a 90° Extensão – Movimento posteriormente direto do úmero grau 45° 50 Plano transverso – flexão horizontal (140 ) Extensão horizontal (30 – 40 ) Rotação voluntaria lateral (80 ) Rotação voluntaria medial (100 – 110 ) . Rotação .• 3 planos no espaço • 3 eixos principais: 1. Eixo ânteroposterior 3. o tubérculo maior vai para trás e embaixo do acrômio e a abdução ativa aumenta para aproximadamente 90°.A rotação do ombro sobre seu eixo longitudinal pode acontecer em qualquer posição do ombro. Estes movimentos ocorrem a partir de uma posição inicial de 90° de abdução. Com 90° de rotação externa. Eixo longitudinal Flexão – movimento de grande amplitude(180° ) Adução . a abdução ativa é limitada a aproximadamente 60°. quando então ela é limitada pelo ligamento glenoumeral inferior. a adução atinge 30 a 45° A abdução .

extensão. Estabilização da articulação do ombro Origem: Terço lateral as clavícula.MUSCULOS DO OMBRO Bíceps braquial Origem: Cabeça curta: processo coracóide da escápula. rotação lateral e medial.ESPINHAL Origem: face medial da fossa infra. Inervação: musculocutaneo (c5-c7 ) Deltoide: Inserção Proximal: 1/3 lateral da borda anterior da clavícula.espinhosa imediatamente abaixo da espinha da escapula Inserção Medial: Fossa infra-espinhal da escápula Inserção Lateral: Faceta média do tubérculo maior do úmero Inervação: Nervo Supra-escapular (C5 e C6) .escápula Inserção Lateral: Faceta superior do tubérculo maior do úmero Inervação: Nervo Supra-escapular (C5 e C6) Ação: Abdução do braço ORIGEM: dois Terço Medial da fossa Supra. Inseção: Tuberosidade do osso rádio e fáscia do antebraço via aponeurose do m. bíceps braquial.úmero Inervação: Nervo Axilar (C5 e C6) Ação: Abdução do braço. acrômio e espinha da escápula Inserção Distal: Tuberosidade deltóidea . Cabeça longa: escápulano tubéruculo supraglenoidal. flexão e extensão horizontal do braço. auxilia nos movimentos de flexão. face lateral do acrômio e borda inferior da espinha da escapula SUPRA.ESPINHAL Inserção Medial: Fossa supra-espinhal .espinhosa INFRA.

adução e extensão da articulação do ombro SUBESCAPULAR ORIGEM : Superfície anterior inteira da fossa subescapular.Fascículo posterior do plexo braquial (C5 e C6) Ação: Rotação medial. crista ilíaca e fáscia tóraco lombar. aponeurose do m. Inserção: úmero (crista do tubérculo menor e assoalho do sulco Intertubercular) . oblíquo externo do abdômen Inserção: crista do tubérculo maior do úmero Inervação: nn. esterno e seis primeiras cartilagens costais.Ação: Rotação lateral do braço REDONDO MENOR ORIGEM :Posteriormente na área superior e media do bordo lateral da escapula Inserção Medial: 2/3 superior da borda lateral da escápula Inserção Lateral: Faceta inferior do tubérculo maior do úmero Inervação: Nervo Axilar (C5 e C6) Ação: Rotação lateral e adução do braço REDONDO MAIOR ORIGEM: Posteriormente no Terço inferior da borda lateral da escapula e imediatamente acima do ângulo inferior Inserção Medial: 1/3 inferior da borda lateral da escápula e ângulo inferior da escápula Inserção Lateral: Crista do tubérculo menor do úmero Inervação: Nervo Subscapular Inferior . PEITORAL MAIOR ORIGEM metade medial da clavícula. Peitorais mediais e laterais Ação: adução e flexão do braço GRANDE DORSAL ORIGEM vértebras T7 à T12 (no processo espinhoso).

pisiforme. desvio radial (abdução) e desvio ulnar (adução). Pisiforme O pisiforme é classificado como um osso do do carpo. semilunar. Movimentos punho O complexo do punho é multiarticular e feito por duas articulações compostas. extensão (dorsiflexão). O PUNHO APRESENTA DUAS ARTICULAÇÕES Articulação radiocárpica Está envolvida por uma cápsula frouxa. reforçada por ligamentos também compartilhados com a articulação mediocárpica. O punho tem a função significativa de controlar a relação comprimento-tensão dos músculos multiarticulares da mão à medida que se ajustam as diversas atividades e formas de preensão. É biaxial. .Articulação mediocárpica É uma articulação composta entre as duas fileiras de cárpicos. . do plexo braquial Ação: extensão. capitato e hamato. desvio radial e desvio ulnar. trapézio. Amplitude dos Movimentos A partir da posição de referência: Abdução – não ultrapassa os 15° Adução – 45° Partes Ósseas Punho: radio distal. adução e rotação medial do braço PUNHO E MÃO Articulação distal do membro superior. Os movimentos fisiológicos dos punhos são: flexão. permitindo flexão (flexão volar). toracodorsal. piramidal. A mão é uma ferramenta valiosa.Mão: 5 metacárpicos e 14 falanges compõem a mão e 5 dígitos.permite que a mão apresente-se em posição ótima de preensão. através da qual nós controlamos nosso ambiente e expressamos idéias e talentos. a mão pode ser orientada sob qualquer ângulo para pegar ou sustentar um objeto.Inervação: n. escafóide. Dois graus de liberdade Porém com a prono-supino. Não é parte da articulação do . Tem uma cápsula que é também contínua com as articulações intercárpicas. porém forte. trapezóide. extensão.

• Flexor longo do polegar Músculos que flexionam o polegar • Flexor longo do polegar • Flexor curto do polegar Músculos que flexionam os dedos da mão • Flexor superficial dos dedos. • Flexor profundo dos dedos. mas funciona como um osso sesamóide no tendãodo flexor ulnar do carpo.punho. . o ulnocárpico e o intercárpico. • Flexor profundo dos dedos. • Flexor superficial dos dedos.– Epicôndilo medial do úmero Inserção Proximal: Epicôndilo medial Inserção Distal: Aponeurose palmar e retináculo dos flexores . • Flexor radial do carpo. o radiocárpico dorsal e volar (palmar).Ligamentos A estabilidade e alguns movimentos passivos do complexo do punho dependem de numerosos ligamentos: o colateral ulnar e radial. Músculos que flexionam o punho Flexor ulnar do carpo. • Palmar longo. • Lumbricais • Flexor curto do dedo mínimo Flexor radial do carpo ORIGEM – Epicôndilo medial do úmero Inserção Proximal: Epicôndilo medial (epitróclea) Inserção Distal: Face anterior do 2º metacarpal Inervação: Nervo Mediano (C6 e C7) Ação: Flexão do punho e abdução da mão (desvio radial) Palmar longo : Origem .

Face posterior da ulna proximal Inserção Proximal: Epicôndilo medial e olécrano Inserção Distal: Osso pisiforme.Inervação: Nervo Mediano (C6 .Epicôndilo medial do úmero.C8) Ação: Flexão do punho. tensão da aponeurose palmar e retináculo dos flexores FEXOR ULNAR DO CARPO Origem .C8) Ação: Extensão do punho .C8) Ação: Extensão do punho e adução da mão (desvio ulnar) Extensor radial curto do carpo Origem : epicôndilo lateral do úmero Inserção Proximal: Epicôndilo lateral do úmero Inserção Distal: Face posterior do 3º metacarpal Inervação: Nervo Radial (C7 .T1) Ação: Flexão de punho e adução da mão (desvio ulnar) Extensor ulnar do carpo Origem : epicôndilo lateral do úmero Inserção Proximal: Epicôndilo lateral do úmero Inserção Distal: Base do 5º metacarpal Inervação: Nervo Radial (C6 . hamato e 5º metacarpal Inervação: Nervo Ulnar (C7 .

Inserção Proximal: Face anterior dos ¾ proximais da ulna e do rádio e membrana interóssea Inserção Distal: Face anterior da falange distal do 2º ao 5º dedos Inervação: Nervo Mediano (C8 . Inserção Proximal: Epicôndilo medial. Nervo Ulnar (C8 T1): 4º e 5º dedos .T1): 2º e 3º dedos.Extensor radial longo do carpo Origem – epicôndilo lateral do úmero Inserção Proximal: Face lateral do 1/3 distal da crista supracondiliana do úmero Inserção Distal: Face posterior do 2º metacarpal Inervação: Nervo Radial (C6 e C7) Ação: Extensão do punho e abdução da mão (desvio radial) FLEXOR SUPERFICIAL DOS DEDOS ORIGEM – Epicondilo medial do úmero. Cabeça ulnar: processo coronóide medil.2º ao 5º dedos FLEXOR PROFUNDO DOS DEDOS ORIGEM –Tres quarto proximais da ulna anterior e medial. processo coronóide da ulna e ligamento colateral ulnar Inserção Distal: Face anterior da falange intermédia do 2º ao 5º dedos Inervação: Nervo Mediano (C7 e T1) Ação: Flexão de punho e da IFP . Cabeça do radial: área da tuberosidade radial e distalmente no radio anterior.

vasos e nervos. quadril. Joelho Referências Bibliográficas HAMILL. O ligamento cruzado anterior (LCA) apresenta elevada incidência de lesões entre as atletas e as rupturas do LCA. Entre 2000 e 2006. José Geraldo & FATTINI. cotovelo.a. O tipo mais freqüente e grave de lesões em jogadores de futebol ocorre nas pernas. 1997. especialmente. a recuperação incompleta e osteoartrite ou osteoartrose (inflamação) secundária do joelho. Carlo Américo. S ã o P a u l o : E d : Manole. Kathleen M. Ref bibliográfica DÂNGELO. músculos (o. i) de ombro.fases da marcha e ações musculares durante a marcha. adm. L a u r a K . podem ter consequências grave em longo prazo. KNUTEN. Cinesiologia Clinica de Brunnstrom .. 2004. Joseph. marcha . junturas. músculos. punho. em parte devido à sua crescente popularidade. São Paulo: Editora Atheneu. Bases Biomecânicas do MovimentoHumano . ou seja. incluindo uma longa ausência do futebol. 1999. Manole. joelho. tornozelo e pé. movimentos. saltou para 26 milhões. Nota: O futebol por si só é uma causa dominante das lesões. São Paulo: Ed. mão. .S M I T H . o número de jogadoras de futebol ao redor do mundo aumentou 19%. principalmente nos joelhos. graus de liberdade. Anatomia básica dos sistemas orgânicos: com a descrição dos ossos.

E75.:.2/../4.8/..E75..47.94   4209. 08.E75.2039.  A:2.7908 880..248/F.03970.8  !:347.2..078..8/05700384 24F:2.8.2420//.4/4 ./.2-03900057088.:./..-/:4  0/08.308.:.425489.425. 5814720 97.174:.50O/0  .7 ..8  824. .:..48/485:34884104 090384 /08.03948    !& !#$%&$#%&@ $  79.48 %02:2.43974.1077.1:34831.5F4 97.547:2.79.42502.8/:.08.4.7 090384 /478104 /08./4/89. .79.2-F2 .79.47.2039489.240/J948   !814720  5814720F.7    4.° fsj ° fn ¾f  ½  ff  sj   °¾j f sj fsj¯ f  fs   9D-.881.:./:4   ¯½  ¾.E75.8.79.E75.4..439J3:.:89. 507293/4104 104.. 547F214790 70147.6:0 F9.  nfsj ¾f ¯ ¯ ¾½  ½ ¯  f¯jf½ ¾ ° ¾  ¯½¾sj ¯f ½ °¾j ¾–f¾   f 9x¯n¯f½° ¾½° f¯j½  ¾  °f f¾ f i°–½ff½ –f¾¾ °f¯ ©   5:34902.809.8/0.:482:9.E58:.420/4.70.:./080 1472.8.79.E75.42.:..424:24884/4/4.2-F2.940.790/.425489.420/4.2039485:34  .9.42.4 :3.43974.6:../.9../.  89E03..6:080.24834884..48.4801.708/..79./0.4:3.701094547/:.425720394 90384/48 28.79...59.203948184O.:.79../48.1O/0 802:3..0/08.:.47./.97..F8/.3O8 .E58:./4.7 57.42504/45:34F2:9.8 A -.    79.7.547.2.754 4F5..¯ °¾ ½f f½¾sj  € y°nf   sj °jf½f¾¾f¾  sj   !.8107.4.083907.4.

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