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Projeto Pedagógico: Tecnologia em Sistemas

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1

Centro Universitário Nobre – UNIFAN

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E


DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

Feira de Santana – Bahia


2024
REITORIA
JODILTON OLIVEIRA SOUZA

VICE- REITORIA
MARIANA SANTANA OLIVEIRA SOUZA

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA
GUSTAVO LEITE CARIBÉ CHECCUCCI

PRÓ-REITORIA ADMINISTRATIVA
MARIA DE LA SALETTE SANTANA SOUZA

COORDENADORA DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E


DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS
JAMYLLE SANTANA DA FONSECA

SETORES ACADÊMICOS

COORDENADOR DA BIBLIOTECA
DEIVISSON LOPES PIMENTEL

SECRETARIA ACADÊMICA
ALÁDIA AMOEDO DA COSTA PINTO

Feira de Santana – Bahia


2024
Sumário
APRESENTAÇÃO ............................................................................................................................................................... 10

[Link] INSTITUCIONAL ....................................................................................................................................... 15

[Link]ÇÃO ........................................................................................................................ 15

[Link]....................................................................................................................................... 15

[Link] ................................................................................................................................................. 15

[Link] do Curso ................................................................................................................................ 16

[Link] INSTITUCIONAL .................................................................................................................................... 16

[Link] HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO ................................................................................. 19

[Link]ÃO, VALORES E VISÃO ................................................................................................. 25

[Link] E METAS INSTITUCIONAIS ............................................................................. 26

[Link]ÇÕES E POLÍTICAS PEDAGÓGICAS .................................................................. 33

[Link]ÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA................................................................................................... 38

[Link]ÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO ................................................... 38

[Link]ÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ENSINO .......................................................................... 38

[Link]íticas Institucionais e Ações Acadêmico-Administrativas de Extensão ........... 51

[Link]ítica de Internacionalização .................................................................................................. 52

[Link]íticas Institucionais Voltadas à Valorização da Diversidade, do


Meio Ambiente, da Memória Cultural, da Produção Artística e do Patrimônio Cultural,
e Ações Afirmativas de Defesa e Promoção dos Direitos Humanos e da Igualdade
Étnico-Racial ................................................................................................................................................. 54

[Link]íticas Institucionais Voltadas ao Desenvolvimento Econômico e à


Responsabilidade Social ......................................................................................................................... 58

[Link]ítica de Inclusão Social ........................................................................................................... 60

[Link]íticas Institucionais e Ações de Estímulo e Difusão para a Produção


Acadêmica Docente ................................................................................................................................... 62

[Link]íticas Institucionais e Ações de Estímulo à Produção Discente e à


Participação em Eventos (Graduação e Pós-Graduação) ......................................................... 63

[Link]ítica de Acompanhamento dos Egressos ....................................................................... 64

[Link]ção da Extensão ..................................................................................................... 65


3.2.10.Ações para o Desenvolvimento do Ensino, da Pesquisa e da Extensão .............. 70

[Link] SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS 72

[Link] DO CURSO DE ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS .. 72

[Link] DO CURSO ......................................................................................................... 89

[Link] PROFISSIOGRÁFICO ................................................................................................ 90

[Link]ÇÕES DIDÁTICO-PEDAGÓGICAS .................................................................................................. 96

[Link]ÊNCIAS E HABILIDADES ........................................................................................ 99

[Link] DE ATUAÇÃO ......................................................................................................... 102

[Link] CURRICULAR.................................................................................................. 102

5.4. CONTEÚDOS CURRICULARES (apêndice) ................................................................... 108

[Link] CURRICULAR ........................................................................................................... 111

[Link] DAS ATIVIDADES DO CURSO ............................................................... 115

[Link] DISCENTE EFETIVO – TDE’S ........................... Erro! Indicador não definido.

[Link] INTERDISCIPLINAR – PROJETO INTEGRADOR .............................. 116

[Link] DIFERENCIADAS DE INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR ........... 119

[Link]ção Metodológica ................................................................................................................... 121

[Link] Complementares ......................................................................................................... 123

[Link] de Conclusão de Curso (TCC) ................................................................................... 126

[Link]ática Profissional .......................................................................................................................... 129

[Link] ao Discente ............................................................................................................................ 129

[Link] psicopedagógico ................................................................................................................... 138

[Link]âmbios ....................................................................................................................................... 140

[Link]ÃO DO CURSO E OS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO INTERNA E EXTERNA .................. 140

[Link] DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICS - NO PROCESSO ENSINO-


APRENDIZAGEM ....................................................................................................................................................... 143

[Link] VIRTUAL DE APRENDIZAGEM (AVA – EPS) ............................................... 147

[Link] DE ACOMPANHAMENTO E DE AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE


ENSINO-APRENDIZAGEM ..................................................................................................................................... 151
[Link]ÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL .. 152

[Link]ção Institucional ............................................................................................................ 152

[Link], Dimensões e Instrumentos a serem utilizados no Processo de


Autoavaliação ............................................................................................................................................... 153

9.NÚMERO DE VAGAS ......................................................................................................................................... 154

[Link]ÇÃO ............................................................................................................................................................. 156

[Link] DE TUTORIA .................................................................................................. 156

[Link], HABILIDADES E ATITUDES NECESSÁRIAS ÀS ATIVIDADES


DE TUTORIA .................................................................................................................................... 158

[Link] VIRTUAL DE APRENDIZAGEM – AVA ........................................................ 159

[Link] DIDÁTICO ........................................................................................................... 161

[Link] DE ACOMPANHAMENTO E DE AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS


DE ENSINO APRENDIZAGEM NAS DISCIPLINAS EAD ........... Erro! Indicador não definido.

[Link] DOCENTE .............................................................................................................................................. 165

[Link]ÉRIOS DE SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DO CORPO DOCENTE ................... 165

[Link]ÍTICA DE ATENDIMENTO AO DOCENTE ................................................................ 166

11.3.NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE ................................................................ 166

[Link]ÇÃO DO COORDENADOR ....................................................................................... 168

[Link]ÊNCIA DO COORDENADOR ................................................................................ 170

[Link] DE TRABALHO DO COORDENADOR DE CURSO ....................................... 171

11.7.NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E EQUIPE MULTIDISCIPLINAR ............... 171

[Link]ÇÃO DO CORPO DOCENTE ................................................................................. 172

[Link] DE TRABALHO DO CORPO DOCENTE .......................................................... 173

[Link]ÊNCIA PROFISSIONAL DO CORPO DOCENTE ............................................ 173

[Link]ÊNCIA DE MAGISTÉRIO SUPERIOR DO CORPO DOCENTE ................... 174

[Link] DO COLEGIADO DE CURSO ....................................................... 174

[Link]ÇÃO CIENTÍFICA, CULTURAL, ARTÍSTICA OU TECNOLÓGICA ............... 176

........................................................................................................................................................................................... 181

12. INFRAESTRUTURA ..................................................................................................................................... 182


[Link] DE TRABALHO PARA DOCENTE TEMPO INTEGRAL ............................ 182

[Link]ÇO DE TRABALHO PARA COORDENAÇÃO DO CURSO.................................. 183

[Link] DE PROFESSORES................................................................................................... 183

[Link] DE AULA .................................................................................................................... 183

[Link] DOS ALUNOS A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA ............................... 184

[Link]ÓRIOS .......................................................................................................................... 186

[Link]ÇO PARA ATENDIMENTO AO ALUNO .................................................................. 186

[Link]ÓRIOS DIDÁTICOS DE FORMAÇÃO BÁSICA .............................................. 186

[Link]ÓRIOS DIDÁTICOS DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA ..................................... 187

[Link] ......................................................................................................................... 194

12.11.NÚCLEO DE ESTUDOS, PESQUISA E EXTENSÃO (NEPEX) .................................. 211

[Link] científica ....................................................................................................................... 213

12.11.2.Núcleo de orientação de monografia (NOM) ................................................................. 213

[Link]ÇÕES FÍSICO-ADMINISTRATIVAS ................................................................. 213

REFERÊNCIAS............................................................................................................................................................ 217

APÊNDICE .................................................................................................................................................................... 219


APRESENTAÇÃO

O presente documento registra o Projeto Pedagógico de Curso (PPC) do Curso


Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas modalidade EAD,
atualizado e ajustado após definição das metas correspondentes ao período previsto para
2021-2025, conforme planejado com a comunidade acadêmica, do Centro Universitário
Nobre (UNIFAN). Com limite territorial circunscrito ao município de Feira de Santana, Bahia,
é mantida pelo Grupo Nobre de Ensino Ltda., cuja denominação passou a ser FACULDADE
NOBRE DE FEIRA DE SANTANA LTDA. em 7 de janeiro de 2013, conforme registro no
cartório de Registro de Títulos e Documentos Registro Civil de Pessoa Jurídica sob o n.
102.661, Ordem de n. 334, Livro A, inscrita no CNPJ sob o n. 14.487.128/0001-36, com sede
na Avenida Maria Quitéria, n. 2116, Kalilândia. Seus atos constitutivos estão lavrados no
Cartório de Títulos e Documentos e Registro Civil de Pessoas Jurídicas de Feira de Santana,
sob o n. de ordem 334, LivroA-4, fl. 33, sendo as alterações contratuais em atos
subsequentes. Foi credenciada em pela Portaria MEC n. 965, de 17 de maio de 2001 (DOU
de 16 de maio de 2001),com ato autorizativo do seu primeiro curso, o de Serviço Social.
O Estado da Bahia vem se destacando no cenário nacional pela valorização de sua
diversidade cultural, pelos índices de desenvolvimento em diferentes áreas e pelas múltiplas
vocações econômicas que se juntam aos benefícios advindos das diferentes estruturas
geográficas, colocando-se de forma privilegiada na fronteira com a maioria das regiões do
país. Estado que ocupa o quinto lugar em dimensões territoriais no Brasil tem na Indústria,
Mineração, Agropecuária e Turismo suas principais fontes de receita; concentra o maior PIB
e apresenta os maiores números na balança comercial dentre os Estados do Nordeste. Estas
condições, associadas a fatores como os incentivos fiscais e financeiros, têm possibilitado a
realização de investimentos em infraestrutura específica para o atendimento à comunidade;
principalmente em logística, mobilidade urbana, saneamento e aos empreendimentos
imobiliários em geral. Assim, a retomada de um ambiente institucional favorável ao
investimento privado, à parceria com os diversos municípios para a concessão de incentivos
adicionais, tem possibilitado a ampliação de investimentos sustentáveis na Educação
Superior. Esse conjunto favorável tem sido pautado por ações políticas estruturadas, não
10
somente para a atração de capital, como também para criação de condições propícias e
necessárias para um ambiente de geração de negócios na Bahia, aquecendo a economia e
gerando o necessário e consequente benefício social, fim último das medidas empreendidas.
Com a crescente diversificação da indústria local nos últimos anos a Bahia tem
vencido etapas no processo de desenvolvimento e ampliação do seu parque industrial, com
reflexos no conjunto da sua economia. Esse fato criou um ambiente favorável a abertura de
espaço para as pequenas e microempresas, muitas delas já articuladas em rede. Essa
realidade também é resultante da interação dos elementos externos da economia somados
aos internos, e vem favorecendo a elevação do potencial de consumo, atraindo setores
produtores de bens para esse Estado, em especial, para o município de Feira de Santana.
O município ocupa historicamente posição estratégica na região Nordeste e no Estado
da Bahia, entrecruzado por rodovias, constituindo-se como o maior entroncamento rodoviário
do Norte e Nordeste brasileiro, o que possibilita um crescimento notório do mercado
intrarregional processado para o interior do Estado, ficando evidente a sua função central na
dinâmica regional.
A cidade de Feira de Santana é a segunda maior cidade do Estado com
aproximadamente 613.913 habitantes segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística, o IBGE, (2018). O município é também a maior cidade do interior nordestino em
população e, desde 2011, é sede da região metropolitana (Região Metropolitana de Feira de
Santana - RMFS), englobando além de Feira de Santana, os municípios de Amélia
Rodrigues, Conceição da Feira, Conceição do Jacuípe, São Gonçalo dos Campos e
Tanquinho.
Segundo a Câmara dos Dirigentes Lojistas - CDL - de Feira de Santana, dentro dessa
divisão regional das Regiões de Influências das Cidades - REGIC - constituída em regiões
funcionais urbanas, publicadas pelo IBGE em 1987 e 2003, a cidade é classificada como
capital regional, abrangendo 96 municípios com população de 3.035.969, representando:
20,70% do total de habitantes do Estado da Bahia (contagem da população e estimativa de
2007 do IBGE), 23,02% dos municípios do Estado e 27,88% da área territorial do Estado.
Por ter esta localização privilegiada no cenário geográfico nacional, o município
funciona como centro regional de passagem de pessoas e produtos, exercendo papel de
entroncamento de vias de transporte, na fronteira da capital Salvador com o Sertão, do
Recôncavo Baiano aos tabuleiros do semiárido da Bahia. Toda esta dinâmica contribui para
o desenvolvimento do comércio regional e nacional. Feira de Santana se constitui como um
11
município em constante desenvolvimento socioeconômico, atraindo continuamente
investidores nacionais e internacionais e respondendo pela segunda economia do Estado,
ostentando ainda, segundo a CDL, a posição de centro distribuidor da produção regional e
pólo de negócios e atividades dinâmicas.
Assim a UNIFAN, por sua localização na sede do município de Feira de Santana, no
portal do semiárido baiano, prepara quadros compatíveis com as demandas do crescimento,
desenvolve projetos e ações que deem conta dos contingentes sociais que demarcam esse
imenso território.
Em pleno desenvolvimento socioeconômico, o município de Feira de Santana possui
um importante e diversificado setor de comércio e serviços, além de indústrias de
transformação - indústrias de base, químicas e automobilísticas. Estruturou-se e vem
atraindo desde pequenas empresas até grandes indústrias nacionais e multinacionais. Na
última década, o CIS, Centro Industrial do Subaé, considerado como um dos principais pólos
de atração de novos investimentos alcançou crescimento na marca de 350%, concentrando
150 indústrias de pequeno, médio e grande porte, gerando 10.000 empregos diretos.
Observa-se que a população de Feira de Santana possui uma estrutura jovem, com
uma pirâmide populacional de ápice estreito. Nas últimas duas décadas, a taxa de
urbanização cresceu 6,68% (PNUD, IPEA e FJP, 2013). De acordo com o Censo Escolar
(INEP, 2018), foram registradas, no município de Feira de Santana, 41.320 matrículas iniciais
no ensino médio (ensino regular, EJA, nível técnico e educação especial), o que confirma a
existência de demanda potencial para a formação superior na localidade.
Atentando-se para o contexto educacional apresentado e as características
geopolíticas e econômicas do seu espaço de inserção, a UNIFAN propôs a oferta do Curso
de Graduação em Análise e Desenvolvimento de Sistemas com forte diferencial,
contemplando conteúdos atualizados e adequados à necessidade de formação
contemporânea dos tecnólogos, visando atender às demandas local e regional.
A proposta do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas da UNIFAN de
acolher as possibilidades do todo, em busca permanente da completude formacional do
sujeito e atender as necessidades de formação profissional, está em sintonia com as
necessidades do mercado e da sociedade que busca na educação um meio de alcançar
maior desenvolvimento econômico e social.
Ciente da grande responsabilidade que lhe é atribuída e exigida, a UNIFAN não se
furta a assumir as oportunidades de uma região que, se de um lado é privilegiada por sua
12
localização, do outro responde pelos desafios decorrentes do fato de que esta mesma região
possui significativa parcela do seu território no Polígono das Secas, com pontuais demandas
nas áreas das Ciências Sociais Aplicadas, vislumbrando o premente atendimento às áreas
das Engenharias, planejamento urbano e construção civil, em especial, da Análise e
Desenvolvimento de Sistemas que se prenunciam como demanda contida.
Ao mesmo tempo, compromete-se com o desenvolvimento e as transformações da
realidade local e regional, no contexto em que está inserida, buscando, assim, contribuir para
as melhorias econômico e sociais da população. Busca-se, também, estabelecer as novas
fronteiras institucionais pela recente demanda das atividades de ensino de graduação e pós-
graduação, pela expansão das ações extensionistas, pela qualidade acadêmica e interesses
no campo da pesquisa científica.

13
14
1. PERFIL INSTITUCIONAL
1.1. IDENTIFICAÇÃO
1.1.1. Mantenedora

DADOS DA MANTENEDORA

NOME GRUPO NOBRE DE ENSINO LTDA.

CNPJ 14.487.128/0001-36

NATUREZA JURÍDICA Pessoa jurídica de direito privado com fins lucrativos

ENDEREÇO SEDE Av. Maria Quitéria, nº 2116

CEP 44001-008

MUNICÍPIO Feira de Santana

ESTADO Bahia

CÓDIGO DA 1135
MANTENEDORA

1.1.2. Mantida

DADOS DA MANTIDA

NOME CENTRO UNIVERSITÁRIO NOBRE DE FEIRA DE SANTANA – UNIFAN

ENDEREÇO Av. Maria Quitéria, nº 2116

CEP 44001-008

MUNICÍPIO Feira de Santana

ESTADO Bahia

15
ATOS Credenciamento – Portaria nº 965 de 17/05/2001, publicada no DOU de
REGULATÓRIOS 22/05/2001.
Recredenciamento – Portaria nº 1417 de 07/10/2011, publicada no DOU
de 10/10/2011.
Credenciamento como Centro Universitário – Portaria nº 137 de
11/03/2021, publicada no DOU de 12/03/2021.
Credenciamento EaD - Portaria nº 251 de 08/04/2022, publicada no DOU
de 12/04/2022.

CÓDIGO DA IES 1718


1.1.3. Dados do Curso

DADOS DO CURSO

NOME Curso Superior de Tecnologia em Análise e


Desenvolvimento de Sistemas

GRAU Tecnólogo

MODALIDADE EAD

COORDENADOR Jamylle Santa da Fonseca

ATO AUTORIZATIVO

NÚMERO DE VAGAS 100 vagas anuais, distribuídas em turno Vespertino e


Noturno

INTEGRALIZAÇÃO MÍNIMA 5 semestres

INTEGRALIZAÇÃO MÁXIMA 4,5 semestres

CARGA HORÁRIA 2100 horas aula/horas relógio

ENDEREÇO DE OFERTA DO Av. Maria Quitéria, nº 2116, Feira de Santana – Ba. CEP
CURSO 44001-008

HOMEPAGE DA IES [Link]

2. RELATO INSTITUCIONAL

No sentido etimológico, o termo projeto vem do latim projectu, particípio passado do


verbo projicere, que significa lançar para adiante. (...) Ao construirmos os projetos de
nossas escolas, planejamos o que temos intenção de fazer, realizar. Lançamo-nos
para diante, com base no que temos, buscando o possível. É antever um futuro
diferente do presente. (...) O projeto não é algo que é construído em seguida

16
arquivado ou encaminhado às autoridades educacionais como prova de cumprimento
de tarefas burocráticas. Ele é construído e vivenciado em todos os momentos, por
todos os envolvidos com o processo educativo da escola. O projeto busca um rumo,
uma direção. É uma ação intencional, com um sentido explícito, com um compromisso
definido coletivamente. (VEIGA, 1998)

Um projeto pedagógico apresenta a intencionalidade da ação educativa e os meios


necessários para que a missão da instituição se concretize baseado em princípios políticos
(quais compromissos sociais se desejam firmar), éticos (que cidadão se pretende formar),
científicos (sob que fundamentos se constrói o saber) e estéticos (apropriação das artes e
da cultura). Entende-se que, na construção deste Projeto Pedagógico do Curso de Análise e
Desenvolvimento de Sistemas (PPC), a UNIFAN exerce sua autonomia de delinear a própria
identidade pedagógica, por entender-se espaço público e de reflexões coletivas.
Neste sentido, as ações pedagógicas dos cursos da UNIFAN são orientadas pelas
políticas científicas e filosóficas, expressas neste projeto pedagógico e nos demais projetos
pedagógicos de cada um dos cursos, que explicitam o porquê, o que e como se ensina e se
aprende:

O professor de natação não pode ensinar o aluno a nadar na areia fazendo-o imitar
seus gestos, mas leva-o a lançar-se na água em sua companhia para que aprenda
a nadar lutando contra as ondas, fazendo seu corpo coexistir com o corpo ondulante
que o acolhe e repele, revelando que o diálogo do aluno não se trava com seu
professor de natação, mas com a água. O diálogo do aluno é com o pensamento,
com a cultura corporificada nas obras e práticas sociais e transmitidas pela
linguagem e pelas ações do professor, simples mediador. (CHAUÍ, 1980, p. 24-25)

Espera-se que o processo de ensino e aprendizagem alicerçado neste Projeto


Pedagógico do Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, crie as condições básicas
para a emancipação teórica e prática do estudante e para a sua consistente formação
profissional; fortaleça no professor a consciência do seu papel de mediador do
conhecimento, possibilitando a concretização da missão da Instituição.
Com um posicionamento expressivo na qualidade educacional e por consequência
aos seus indicadores perante o Ministério da Educação, Conselhos de Classe e premiações
nacionais, fortaleceu um novo passo na busca de acentuar ainda mais a pesquisa, extensão
e a pós-graduação. Assim, após a publicação da portaria de n. 137, de 12 de março de 2021,
17
nasceu o Centro Universitário Nobre (UNIFAN), com suas bases sólidas e bem definidas,
formando uma nova categoria educacional uma força educacional na Bahia e Brasil.
Os princípios filosóficos de uma proposta pedagógica remetem à dimensão política e
ideológica do projeto. Expressam a concepção de mundo, de ser humano e de educação
da instituição.
As características atuais da sociedade exigem um novo papel para a educação
superior e remete à necessidade de se aprender a relacionar o que se conhece, combinando
constituição de conhecimentos e interpretação crítica, desenvolvendo autoconhecimento,
criatividade, responsabilidade, capacidade de comunicação e sólidos valores éticos. A
UNIFAN, enquanto instituição social atribui-se a responsabilidade pela formação de pessoas
para esse mundo em constante mudança.
Neste contexto, faz-se necessária a supervisão ou regulação do Estado, que pode ter
como ponto de partida a avaliação institucional proposta pelo Sistema Nacional de Avaliação
da Educação Superior (SINAES). Afinal, se a educação superior é entendida como um bem
público social, é dever fundamental do Estado, garantir-lhe a qualidade. Assim, se não pode
priorizá-la em razão do seu direcionamento para atender a demanda da maioria da
população por outros serviços essenciais e por outros níveis de educação, que permita, como
se fez no Brasil, a sua abertura à iniciativa privada. Tal não pode ser feito, entretanto,
abdicando do papel de garantidor da qualidade compatível com as exigências da sociedade.
Sob outro aspecto, há que se considerar que apesar das exigências de qualidade é
imperioso preservar o equilíbrio financeiro das instituições privadas, cujas receitas são
paradoxalmente descendentes apesar das já colocadas exigências da sociedade por uma
educação superior de qualidade. E este é fenômeno que se verifica em todo o mundo.
Neste sentido, e graças à ampla adesão da UNIFAN a programas governamentais, já
se observa a presença de estudantes das várias faixas sociais na instituição, que também
apresenta vários projetos de pesquisa e extensão voltados a atender às demandas da
comunidade. Sob esse último aspecto, credita-se ao PPC de Análise e Desenvolvimento de
Sistemas a estratégia de viabilização do processo de ensino e aprendizagem vinculado à
responsabilidade social, possibilitando a indissociabilidade entre ensino pesquisa e extensão
e uma prática de viés interdisciplinar.
A UNIFAN compreende a sociedade – ou as sociedades – como complexo de relações
dinâmicas entre sujeitos coletivos, indivíduos sociais, instituições e tecnologias possibilitado
pelas diversas linguagens, ou seja, é papel da educação superior, proporcionar a formação
18
de sujeitos que assumam postura crítica, ativa e propositiva no cotidiano, articulando
diversas referências para a compreensão e atuação nos mundos da vida e do trabalho na
sociedade contemporânea.

2.1. BREVE HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO

O Centro Universitário, com sede na cidade de Feira de Santana, estado da Bahia, é


uma IES mantida pelo GRUPO NOBRE DE FEIRA DE SANTANA LTDA., configurando-se
como sociedade civil de direito privado, de fins educacionais e econômicos, criada em 1° de
dezembro de 1977, com sede e foro em Feira de Santana, Estado da Bahia.

A história do Centro Universitário começa com a criação do Grupo Nobre, em 1978, o


qual foi iniciado como um curso pré-vestibular, objetivando atender a uma demanda
reprimida para este segmento educacional na cidade. O “cursinho” evoluiu para o Colégio,
sendo o funcionamento deste autorizado pelo Conselho Estadual de Educação da Bahia por
meio da Resolução nº 456, publicada no Diário Oficial do Estado da Bahia em 8 e 9 de abril
de 1978.

Inicialmente, o Colégio ofereceu o Ensino Médio e, após seis anos, o Ensino


Fundamental (5ª a 8ª séries), com o Nobre Júnior. Em 1990, foi fundado o Nobrinho para
atender à pré-escola.

A reconhecida qualidade pedagógica nesta caminhada, a credibilidade conquistada


diante da população local, o aumento do número de alunos e, especialmente, as escassas
opções de cursos superiores em Feira de Santana e região levaram à criação da Faculdade
Nobre (FAN), autorizada para funcionamento em 17 de maio de 2001, mediante autorização
da Portaria nº 965, de 17/05/2001, publicada no DOU em 22/05/2001 pelo Ministério da
Educação (MEC). Desta forma, em janeiro de 2002, foi fundada a FAN, com seu primeiro
curso de graduação, o de Serviço Social.
Assim sendo, nestes 20 anos de existência, observando as tendências e demandas,
foram implantados os seguintes cursos de graduação: Educação Física (Portaria n. 632, de
15 de março de 2004), Fisioterapia (Portaria n. 631, de 15 de março de 2004),
Fonoaudiologia (Portaria n. 630, de 15 de março de 2004), Nutrição (Portaria n. 4.402, de 29

19
de dezembro de 2004), Enfermagem (Portaria n. 4.403, de 29 de dezembro de 2004),
Psicologia (Portaria n. 1.126, de 20 de dezembro de 2006).
Direito (Portaria n. 564, de 26 de junho de 2007), Biomedicina (Portaria n. 134, 12 de 29 de
janeiro de 2009), Arquitetura e Urbanismo (Portaria n. 662/20190, Arquitetura e
Urbanismo(Portaria n. 104/2019) e Farmácia (Portaria n. 113/2019). A instituição foi
recredenciada em 17 de outubro de 2011, pela Portaria Ministerial, Engenharia Elétrica e
Engenharia Mecânica (Portaria n. 1.617, de 12 de dezembro de 2009).

O Centro Universitário Nobre de Feira de Santana possui Conceito Institucional (CI) 4


(2018), Índice Geral de Cursos (IGC) 4 (2021) e IGC Contínuo 3.4714 (2021). Atualmente
(2023), oferta cursos de graduação na modalidade presencial e a educação a distância (EaD)
nas diferentes áreas do conhecimento, conforme quadros que se seguem.

Quadro – Cursos de Graduação Ofertados na Modalidade Presencial

VAGAS
NOME DO CURSO GRAU CINE ÁREA GERAL
ANUAIS

COMPUTAÇÃO E
ANÁLISE E
TECNOLOGIAS DA
DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO 100
INFORMAÇÃO E
DE SISTEMAS
COMUNICAÇÃO (TIC)

ARQUITETURA E ENGENHARIA, PRODUÇÃO


BACHARELADO 150
URBANISMO E CONSTRUÇÃO

BIOMEDICINA BACHARELADO SAÚDE E BEM-ESTAR 136

NEGÓCIOS,
DIREITO BACHARELADO ADMINISTRAÇÃO E 180
DIREITO

EDUCAÇÃO FÍSICA BACHARELADO SAÚDE E BEM-ESTAR 180

ENFERMAGEM BACHARELADO SAÚDE E BEM-ESTAR 122

AGRICULTURA,
ENGENHARIA
BACHARELADO SILVICULTURA, PESCA E 100
AGRONÔMICA
VETERINÁRIA

20
VAGAS
NOME DO CURSO GRAU CINE ÁREA GERAL
ANUAIS

ENGENHARIA, PRODUÇÃO
ENGENHARIA CIVIL BACHARELADO 200
E CONSTRUÇÃO

COMPUTAÇÃO E
ENGENHARIA DE TECNOLOGIAS DA
BACHARELADO 100
COMPUTAÇÃO INFORMAÇÃO E
COMUNICAÇÃO (TIC)

ENGENHARIA ENGENHARIA, PRODUÇÃO


BACHARELADO 85
ELÉTRICA E CONSTRUÇÃO

ENGENHARIA ENGENHARIA, PRODUÇÃO


BACHARELADO 80
MECÂNICA E CONSTRUÇÃO

FARMÁCIA BACHARELADO SAÚDE E BEM-ESTAR 200

FISIOTERAPIA BACHARELADO SAÚDE E BEM-ESTAR 160

NEGÓCIOS,
GESTÃO DO
TECNOLÓGICO ADMINISTRAÇÃO E 100
AGRONEGÓCIO
DIREITO

NUTRIÇÃO BACHARELADO SAÚDE E BEM-ESTAR 180

CIÊNCIAS SOCIAIS,
PSICOLOGIA BACHARELADO COMUNICAÇÃO E 100
INFORMAÇÃO

SERVIÇO SOCIAL BACHARELADO SAÚDE E BEM-ESTAR 50

TERAPIA
BACHARELADO SAÚDE E BEM-ESTAR 100
OCUPACIONAL

Fonte: e-MEC, 2023.

Quadro - Cursos de Graduação Ofertados na Modalidade EaD

VAGAS
NOME DO CURSO GRAU CINE ÁREA GERAL
ANUAIS

NEGÓCIOS,
ADMINISTRAÇÃO BACHARELADO 160
ADMINISTRAÇÃO E DIREITO

21
VAGAS
NOME DO CURSO GRAU CINE ÁREA GERAL
ANUAIS

COMPUTAÇÃO E
ANÁLISE E
TECNOLOGIAS DA
DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO 500
INFORMAÇÃO E
DE SISTEMAS
COMUNICAÇÃO (TIC)

ARQUITETURA E
BACHARELADO SERVIÇOS 200
URBANISMO

BIOMEDICINA BACHARELADO SAÚDE E BEM-ESTAR 400

NEGÓCIOS,
CIÊNCIAS CONTÁBEIS BACHARELADO 300
ADMINISTRAÇÃO E DIREITO

DESIGN DE
TECNOLÓGICO SERVIÇOS 200
INTERIORES

EDUCAÇÃO FÍSICA BACHARELADO SAÚDE E BEM-ESTAR 500

EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA EDUCAÇÃO 300

COMPUTAÇÃO E
ENGENHARIA DE TECNOLOGIAS DA
BACHARELADO 300
SOFTWARE INFORMAÇÃO E
COMUNICAÇÃO (TIC)

ESTÉTICA E
TECNOLÓGICO SERVIÇOS 200
COSMÉTICA

FARMÁCIA BACHARELADO SAÚDE E BEM-ESTAR 400

FISIOTERAPIA BACHARELADO SAÚDE E BEM-ESTAR 400

FONOAUDIOLOGIA BACHARELADO SAÚDE E BEM ESTAR 300

GASTRONOMIA TECNOLÓGICO SERVIÇOS 300

HISTÓRIA LICENCIATURA EDUCAÇÃO 300

NUTRIÇÃO BACHARELADO SAÚDE E BEM-ESTAR 300

PEDAGOGIA LICENCIATURA EDUCAÇÃO 300

RADIOLOGIA TECNOLÓGICO SAÚDE E BEM-ESTAR 400

22
VAGAS
NOME DO CURSO GRAU CINE ÁREA GERAL
ANUAIS

COMPUTAÇÃO E
REDES DE TECNOLOGIAS DA
TECNOLÓGICO 200
COMPUTADORES INFORMAÇÃO E
COMUNICAÇÃO (TIC)

COMPUTAÇÃO E
SISTEMAS DE TECNOLOGIAS DA
BACHARELADO 200
INFORMAÇÃO INFORMAÇÃO E
COMUNICAÇÃO (TIC)

TERAPIA
BACHARELADO SAÚDE E BEM-ESTAR 400
OCUPACIONAL

Fonte: e-MEC, 2023.

Nesse sentido, forçoso registrar a evolução histórica das notas obtidas perante o
Ministério da Educação dos cursos de graduação de nossa instituição.

23
Avançando nos seus propósitos acadêmicos, visando socializar conhecimentos que
fortaleçam a capacitação profissional, a partir do contorno histórico das suas atividades de
graduação, dá início à oferta de pós-graduação lato sensu em 2007, com o curso de
especialização em Gestão Social de Pessoas. Gradativamente, foram ampliadas as ofertas
de vagas, considerando-se o potencial acadêmico e os resultados avaliativos externos e
internos, alcançando, em 2021, o destacado número de oferta de seis diferentes cursos de
pós-graduação.

Gradativamente, foram ampliadas as ofertas de vagas, considerando-se o potencial


acadêmico e os resultados avaliativos externos e internos, alcançando, em 2021,
o destacado número de oferta de 12 diferentes cursos de pós-graduação.

Assim, no campo da pós-graduação, o Centro Universitário oferece cursos de pós-


graduação lato sensu nas áreas de conhecimento de sua atuação na graduação.

Com um posicionamento expressivo na qualidade educacional e por consequência


aos seus indicadores perante o Ministério da Educação, Conselhos de Classe e premiações
nacionais, fortaleceu um novo passo na busca de acentuar ainda mais a pesquisa, extensão
e a pós-graduação. Assim, após a publicação da Portaria de nº 137, de 12 de março de 2021,
nasceu o Centro Universitário Nobre de Feira de Santana (UNIFAN), com suas bases sólidas
e bem definidas, formando uma nova categoria educacional uma força educacional na Bahia
e Brasil.

Nesse sentido, a educação no âmbito da extensão está contida como ação político-
pedagógica que caracteriza a relação como prática acadêmica e é o instrumento de
articulação com os diversos segmentos sociais, de forma programada e sistemática,
envolvendo um processo orgânico que não se confunde com assistencialismo. É fator
integrador do ensino e da pesquisa, objetivando responder à demanda social e representa
um compromisso da instituição com a comunidade.

Em 2022, o Centro Universitário Nobre de Feira de Santana foi credenciado para a


oferta de cursos na modalidade a distância, conforme a Portaria nº 251 de 08/04/2022,
publicada no DOU de 12/04/2022.

24
O Centro Universitário tem como objetivos de extensão acadêmica instituir a formação
político-social, técnico-científica e prática profissional do corpo discente, sintonizada com as
exigências atuais do mercado, além de interligar-se às áreas do ensino e da pesquisa, e
possibilitar a verdadeira associação da prática acadêmica como um todo na vida do
estudante.

A articulação da tríade ensino/pesquisa/extensão possibilita um olhar complexo sobre


a produção de conhecimento dentro da universidade e fora dela, sem hierarquização, mas
com a devida suspensão das relações de poder que aí se estabelecem. Da mesma forma
que facilita a execução das duas grandes metas da universidade brasileira: democratização
dos saberes e sistematização do conhecimento.

2.2. MISSÃO, VALORES E VISÃO

Desde a sua implantação, a UNIFAN vem atuando na formação de profissionais na


área de Ciências Sociais Aplicadas, Ciências da Saúde, das Engenharias, da Arquitetura, na
modalidade presencial na graduação, pós-graduação lato sensu e cursos livres.
A UNIFAN tem por Missão:
Formar integralmente o profissional cidadão competente e comprometido com
o contexto social, em conformidade com os valores éticos e morais. A Instituição tem
como Visão ser referência em educação superior na cidade de Feira de Santana e
região e contribuir para uma sociedade mais justa e mais fraterna. Como valores
institucionais a IES, busca continuamente qualidade e excelência; autonomia;
preservação de valores da ética, da vida e da cultura e o compromisso com o
desenvolvimento sustentável, sócio regional e do auto sustentabilidade.
Segundo o Artigo 2º do Regimento Interno da UNIFAN, Para a realização da missão
institucional, os objetivos institucionais do Centro Universitário consistem em:
I - promover o desenvolvimento integrado do ser humano;
II - ministrar o ensino de graduação e pós-graduação;
III - ministrar ensino técnico relacionado a seus cursos de graduação e a formação
continuada e em serviço;
IV - incentivar o trabalho de Iniciação Científica;

25
V - desenvolver, preservar e transmitir o saber em suas várias formas, níveis e
modalidades;
VI - promover a assimilação dos valores culturais e difundir a cultura, acompanhando
de modo sistemático os avanços da realidade cultural do País;
VII - formar diplomados em diferentes áreas de conhecimento, aptos a inserção em
setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira;
VIII - contribuir, por meio das atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão, para o
desenvolvimento harmônico e integrado da comunidade local, regional e nacional visando o
bem estar social, econômico e político;
IX - promover eventos de caráter científico e cultural que objetivem a integração com
Instituições de Ensino e com a Comunidade;
X - estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os
nacionais e regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta
uma relação de reciprocidade.

2.3. OBJETIVOS E METAS INSTITUCIONAIS

As metas, previstas a partir dos objetivos institucionais estabelecidos para o período de


2021-2025, evidenciam o processo evolutivo da instituição e são definidas a partir da
avaliação do alcançado na previsão inicial, da evolução qualitativa das ações acadêmicas,
da abrangência e inserção regional e da necessidade social, comprovada pelos indicadores
oficiais, identificados na região.

Tabela 3 – Cronograma de Metas Unifan

26
27
28
29
30
31
32
Fonte: PDI – UNIFAN

2.4. CONCEPÇÕES E POLÍTICAS PEDAGÓGICAS

Os princípios filosóficos de uma proposta pedagógica remetem à dimensão política e


ideológica do projeto. Expressam a concepção de mundo, de ser humano e de educação da
instituição. A UNIFAN compreende a sociedade - ou as sociedades -, como um complexo de
relações dinâmicas entre sujeitos coletivos, indivíduos sociais, instituições e tecnologias
possibilitado pelas diversas linguagens. Ao longo do tempo e do espaço, as sociedades vêm
produzindo conhecimentos e saberes, nos mais diversos domínios. No caso das sociedades
ocidentais, foi conferida às instituições de educação formal a tarefa de proporcionar à
população o acesso aos conhecimentos historicamente produzidos, formar cidadãos e
profissionais. A especialização e fragmentação do conhecimento, que remontam ao
surgimento da ciência moderna, estão muito presentes na sociedade contemporânea e foram
as bases para a organização do modelo disciplinar de educação. Embora não se possa negar
os avanços obtidos com a perspectiva da especialização, a ausência de diálogo entre as
diversas áreas acarreta prejuízos à compreensão do mundo e ao próprio conhecimento.
Contemporaneamente, a teoria da complexidade, de Edgar Morin, valoriza e defende a
interligação entre os conhecimentos, combate ao reducionismo instalado em nossa
sociedade, critica o ensino fragmentado e defende a incorporação dos problemas cotidianos
ao currículo. Apoiando-se nas ideias do pensador francês, a proposta pedagógica da
UNIFAN está voltada para uma formação centrada na integração entre teoria e prática,
fundamentada no diálogo entre diversas áreas de conhecimento.
Para a UNIFAN, é papel da educação superior proporcionar a formação de sujeitos que
assumam postura crítica, ativa e propositiva no cotidiano, articulando diversas referências
para a compreensão e atuação nos mundos da vida e do trabalho na sociedade
contemporânea. Sabe-se que em um curso de graduação ou pós-graduação não é possível,
nem se deseja, ensinar tudo e que a incompletude faz parte da condição humana. Por isso,
lançando mão das ideias de John Dewey, a UNIFAN ambiciona proporcionar aos estudantes
um espaço de formação no qual o desejo de continuar a aprender seja fomentado e a
curiosidade qualificada. Além da legislação específica, na concepção do Projeto Pedagógico
do curso busca-se privilegiar as seguintes dimensões: flexibilização curricular,
interdisciplinaridade, avaliação e articulação entre ensino, pesquisa e extensão.
33
O princípio da flexibilidade consiste em buscar trazer, ao projeto pedagógico,
esquemas capazes de propiciar o diálogo entre as disciplinas. Não se trata apenas de uma
possibilidade, mas condição necessária à efetivação de um projeto de ensino de qualidade.
Neste sentido, percebe-se que a flexibilidade surge como fator imprescindível para que se
desarticule uma ação que entenda o conhecimento sob uma perspectiva fragmentada, rígida,
prescritiva e acrítica. Portanto, impõe-se à educação a tarefa de refletir sobre a realidade na
qual se insere. De promover a integração de experiências vivenciadas e tomá-las como
quadro de referência capaz de estabelecer um comportamento investigativo e assim,
contribuir para disseminar uma cultura que vincule, estritamente, os processos de pesquisa
e extensão ao ensino. Nesta perspectiva, as Atividades Complementares Obrigatórias
(ACOs), os projetos de ensino e aprendizagem, os estágios não obrigatórios, os
aproveitamentos de estudo, as atividades de extensão e de pesquisa, bem como as
atividades práticas, além de proporcionarem a relação entre teoria e prática, conferem ao
currículo proposto a flexibilidade necessária para garantir a formação do perfil do egresso.
A interdisciplinaridade se propõe a construir, mediante processo formacional,
identidades que interagem com o conhecimento. Desenvolver competências e valores que
se traduzam em fio condutor para o exercício da cidadania e para inserção eclética do
acadêmico no mundo do trabalho. Neste sentido, os componentes curriculares devem estar
didaticamente solidários de modo a estimular competências comuns e favorecer uma
aprendizagem na qual o conhecimento venha manter uma relação dialógica e permanente
com outras áreas do saber. Isto requer que cada componente curricular contribua para
construir uma atitude de questionamento, de confirmação, de negação e de esclarecimento
dos aspectos não elucidados. Mais ainda, que ultrapasse o ensino descritivo propiciando aos
acadêmicos, condições para fazer fluir o senso analítico-crítico para analisar, explicar, prever
e intervir. Todas essas dimensões se colocam como mutuamente solidárias. Portanto, não
há de se conceber uma visão dissociada e sim, de interdependência. É neste contexto que
se incorpora a avaliação, como prática permanente de julgamento de uma situação, de uma
ideia, de um objeto, de um resultado que estrutura as relações sociais.
A avaliação é compreendida como reflexão crítica sobre a prática, necessária à
formação de novas estratégias de planejamento e percebida como um processo contínuo,
dinâmico e democrático, deve ser sistematizado a partir do estabelecimento de critérios a
serem adotados e dos objetivos que o referenciam. Assim, cabe a educação, como
instrumento de emancipação humana, ver na avaliação um caminho que permita o resgate
34
de competências. Isto é, as dificultadas apresentadas pelos discentes, ao invés de se
constituírem em elementos de aferição, de caráter punitivo, devem ser utilizadas como
indicadores para que o professor, como agente facilitador do processo de ensino e
aprendizagem, atue, pontualmente, para a superação de dificuldades/desvios
observados/aprendizagem insuficiente do aluno. Como propõe Pedro Demo, a avaliação
deve ser um contínuo, que recupere competências enquanto houver tempo, durante todo o
percurso do ensino e aprendizagem.
O ensino, a pesquisa e a extensão representam categorias centrais na formação
diversificada do profissional. Em perspectiva articulada, o ensino, a pesquisa e extensão,
favorecem uma ação interdisciplinar, na medida em que consolida os conhecimentos
acadêmicos e fortalece o processo dialético entre teoria e prática. Tem por objetivo despertar
nos estudantes, atitudes de investigação, de reflexão, de análise crítica e de prospecção de
soluções inovadoras, além de propiciar vivências administrativas nas organizações públicas
e privadas. Além do mais, a pesquisa e a extensão promovem um processo educativo,
cultural e científico, capaz de se articular com o ensino de maneira a viabilizar as condições
propicias para uma relação transformadora entre a instituição e a sociedade. Nesse sentido
os cursos da UNIFAN incentivam o desenvolvimento de práticas pedagógicas
interdisciplinares e extraclasse, sob o entendimento que este processo deve permear todas
as atividades acadêmicas previstas no desenvolvimento da graduação. As atividades de
incentivo à pesquisa permeiam a maioria das disciplinas, uma vez que em sua concepção, o
curso busca privilegiar metodologias de ensino que instiguem a curiosidade pela pesquisa
da sua respectiva área de formação.

35
36
37
3. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA

3.1. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO


A construção dos projetos pedagógicos dos cursos da UNIFAN de Feira de Santana,
se dá em consonância com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). Os Projetos
Pedagógicos dos Cursos (PPC) permitem e geram autoconhecimento, uma vez que se
baseia, no acompanhamento da trajetória histórica, das especificidades e evolução dos
cursos.
O PPC do curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
foi construído de forma coletiva, a partir de um rico e amplo debate nos órgãos colegiados
da IES, junto aos professores, estudantes e representantes da mantenedora, bem como por
meio de diagnósticos das necessidades da comunidade local, regional e do país. Por meio
dessas avaliações foi possível levar em consideração os interesses e as demandas da
sociedade e do mundo do trabalho, especialmente no contexto social e regional em que o
curso estará inserido, considerando o desenvolvimento de melhores práticas acadêmicas.
A partir do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da UNIFAN, entende-se que
a formação de profissionais Tecnólogos em Análise e Desenvolvimento de Sistemas ocorre
não somente por meio do ensino e da aprendizagem no espaço de sala de aula e interação
com docente, mas sim por meio da articulação entre a formação específica e a formação
geral, as metodologias de ensino-aprendizagem conduzidas, o acompanhamento da vida
acadêmica do discente ao longo de todo o curso em diferentes aspectos, o uso de diferentes
estratégias para aprendizagem, o papel do docente como orientador e incentivador da
autonomia do aluno em seu aprender, a condução de programas e projetos junto da
comunidade externa e do mercado de trabalho, o exercício da investigação dentro dos
preceitos científicos, e a consolidação da proposta pedagógica institucional em todos os
aspectos referentes ao curso.
Consoante com os fundamentos desse projeto, a UNIFAN assume a articulação de
conhecimentos numa perspectiva interdisciplinar como princípio para a organização dos
currículos dos cursos.

3.2. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ENSINO


Para a UNIFAN, a educação é concebida como um instrumento que oferece ao
indivíduo a oportunidade de construir a sua própria formação intelectual e profissional. Nessa

38
linha filosófica, seus cursos apresentam uma orientação de permanente estímulo à
imaginação e à criatividade dos alunos, procurando exercitar seu raciocínio analítico, inspirar
sua capacidade de realização e desenvolver suas habilidades de expressão oral e escrita.

Do ponto de vista institucional, essa filosofia se traduz no compromisso de


acompanhar a evolução das potencialidades do aluno, adotando procedimentos que
orientam o processo de aprendizagem e estimulam a conscientização do compromisso com
sua própria formação, não só como profissional, mas também como cidadão responsável.

Esta forma de pensar exige a incorporação de uma nova pedagogia, fundamentada


numa concepção mais crítica das relações existentes entre educação, sociedade e trabalho.
Assim, compreender criticamente a educação implica em reconhecê-la como uma prática
inscrita e determinada pela sociedade; implica ainda, entender que, embora condicionada, a
educação pode contribuir para transformar as relações sociais, econômicas e políticas, na
medida em que conseguir assegurar, a todos, um ensino de qualidade, comprometido com
a formação de cidadãos conscientes de seu papel na sociedade.

A pedagogia que se inspira nessa concepção de educação, sem desconsiderar os


condicionantes de ordem política e econômica interessada em introduzir, no trabalho
docente, elementos de mudanças que garantam a qualidade pretendida para o ensino, é
coerente com esse pressuposto, e busca garantir, ao aluno, o acesso ao conhecimento
socialmente acumulado.

O processo de aquisição de conhecimento deve ser compreendido como decorrência


das trocas que o aluno estabelece na interação com o meio (natural, social e cultural),
cabendo ao professor exercer a mediação desse processo e articular essas trocas, tendo em
vista a assimilação crítica e ativa de conteúdos significativos, vivos e atualizados.

A compreensão acerca do processo de elaboração do conhecimento obriga à


superação da abordagem comportamentalista da aprendizagem. Consequentemente, os
métodos de ensino passam a fundamentar-se nos princípios da psicologia cognitiva, que
privilegia a atividade e iniciativa dos discentes. Os métodos utilizados, além de propiciar o
diálogo, respeitar os interesses e os diferentes estágios do desenvolvimento cognitivo dos
alunos, favorecem a autonomia e a transferência de aprendizagem, visando não apenas ao
aprender a fazer, mas sobretudo, ao aprender a aprender.

39
Assim, a política de ensino da UNIFAN fundamenta-se em um processo de educação
que permite a formação e o desenvolvimento de profissionais capacitados para atenderem
às necessidades e expectativas do mercado de trabalho e da sociedade, com competência
para diagnosticar, desenvolver e implementar mudanças que contribuam para o
desenvolvimento sustentável da sociedade, de forma geral, e, em particular, do Estado da
Bahia e da Região Nordeste do Brasil. São princípios subjacentes a essa política:

 Formação, desenvolvimento e aperfeiçoamento de profissionais nas diferentes


áreas do conhecimento;
 Preocupação especial com aqueles que possuem necessidades especiais,
incluindo-o no contexto educacional e respeitando suas limitações;
 Preocupação com o atendimento das necessidades da sociedade e da Região
Nordeste no que tange à oferta de cursos e programas para a formação e
qualificação profissional;
 Preocupação com os valores e princípios éticos;
 Flexibilização dos currículos, de maneira a proporcionar à discente certa
autonomia na sua formação acadêmica;
 Monitoramento e atualização permanente dos projetos pedagógicos, sempre
considerando as Diretrizes Curriculares e as demandas da Região Nordeste.
 A oferta de Cursos Superiores de Tecnologia é uma ferramenta eficaz na
formação mais rápida do profissional, capacitando-o profissionalmente para
suprir às necessidades do mercado.

Pautado na busca de uma aprendizagem problematizadora e integradora, o desafio


que se impõe, a partir daí, é de um currículo concebido como uma política cultural que forma
identidades pessoais e profissionais, comprometido com a emergência de uma sociedade
em que todos os cidadãos possam produzir e usufruir da cultura de forma mais digna. Desta
forma, o percurso curricular expressa visões de mundo, de projeto social, de conhecimentos
válidos, por isso, “corporifica nexos entre saber, poder e identidade.” (SILVA, 2003, p.10).
Embora o currículo seja organizado por disciplinas, estas não são vistas como
elementos estanques; caixinhas fechadas e compartimentas. Respeitando as
especificidades de cada área, as disciplinas dialogam através de projetos interdisciplinares
(Projeto Integrador), nos quais os alunos têm a oportunidade de compreender e fazer,
lançando mão de referências.
40
Para isso, o Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de
Sistemas está estruturado não somente para atender às políticas de ensino, mas também
para promover a extensão e a pesquisa e proporcionar ao aluno diferentes formas de
participação na comunidade acadêmica e de aprendizagem ao longo de sua permanência
na Instituição.
Em se tratando de ensino, as atividades conduzidas no âmbito do curso atendem aos
seguintes aspectos, apoiados na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº
9.394/96), nas diretrizes Curriculares Nacionais para organização e oferta de Cursos
Superiores de Tecnologia,
Assim, o currículo dos cursos proporciona aos estudantes uma formação sólida,
enfatizando conteúdos teórico-práticos, além de atividades complementares que ampliam o
universo de formação, desenvolvendo habilidades e competências necessárias à atuação
profissional e ampliando sua visão de mundo, mediante análise crítica e reflexiva dos
problemas sociais e dos desafios inerentes ao exercício de sua profissão.

Formação Acadêmica, Inovações e Flexibilização Curriculares

A UNIFAN concebe o processo ensino-aprendizagem como um movimento dialógico


que visa a autonomia intelectual do aluno. Assim, o ensinar e o aprender acontecem na
interação entre os sujeitos envolvidos no processo, as diversas tecnologias, os
conhecimentos e suas linguagens. Aprender, para a UNIFAN, é um movimento singular de
construção de conhecimento que acontece em um espaço coletivo. A simples atividade não
é experiência. Uma atividade só se constitui como experiência quando o fluxo e o refluxo ±
do que faz e do que se sofre em são repassados de significação (DEWEY, 1959). Aprender
é criar redes de sentido. Neste movimento, a responsabilidade e compromisso de cada
envolvido são fundamentais. Conceber o ensino e a aprendizagem como processos
humanos e participativos implicam em ver os professores e alunos como atores sociais,
políticos e culturais responsáveis. Implica também em priorizar práticas democráticas.
O estudante aqui é visto como sujeito ativo e responsável pela sua formação, com o
aporte dos conhecimentos veiculados pelo currículo e com as orientações dos professores
em seu percurso formativo.
41
Com base nesta perspectiva, os docentes e discentes assumem uma postura de
sujeitos capazes de modificar, propor e intervir nos processos e na sociedade. As
competências a serem desenvolvidas, em termos gerais, estão associadas aos pilares da
Educação: Ser, Conhecer, Conviver e Fazer.

O principal objetivo é criar homens capazes de fazer novas coisas, não simplesmente
repetir o que outras gerações fizeram ± homens criativos, inventivos e descobridores.
O segundo objetivo da educação é formar mentes que possam ser críticas, possam
verificar e não aceitar o que lhes é oferecido. Temos que estar aptos a resistir
individualmente, a criticar, a distinguir, entreo que está povoado e o que não está
(FREIRE, 1996).

A reformulação dos projetos pedagógicos é realizada atendendo às novas resoluções,


bem como as adaptações aos cursos já em funcionamento. Essas políticas são calcadas em:
a) projeto pedagógico construído coletivamente;
b) flexibilidade de modo a observar transformações ocorridas nas diferentes fronteiras
das ciências;
c) formação integral que possibilite a compreensão das relações de trabalho, de
alternativas sociopolíticas de transformação da sociedade, de questões de fundo
relacionadas ao meio ambiente e à saúde, na perspectiva de construção de uma sociedade
sustentável;
d) articulação com as questões étnicos raciais, com a formação do cidadão ético,
crítico e reflexivo;
e) graduação como etapa inicial que constrói a base para o permanente e necessário
processo de educação continuada;
f) incorporação de atividades complementares em relação ao eixo fundamental do
currículo;
g) interdisciplinaridade;
h) predominância de formação sobre a informação;
i) articulação entre teoria e prática, através da aproximação entre a academia e o
mundo do trabalho.
Nesse contexto, no qual o currículo é um território de formação plural e dinâmica,
assume expressiva relevância a seleção de conteúdos, a partir dos princípios e propostas
dos projetos pedagógicos dos cursos, dos campos de conhecimento que fundamentam à
formação qualificada, no campo específico de atuação profissional paralelo a formação

42
cidadão pautada na busca da autonomia intelectual para compreensão e enfrentamento dos
desafios da sociedade, na condição de cidadão.
Toda a estrutura pedagógica da UNIFAN fundamenta-se no princípio de que os
saberes docentes se fazem e ampliam em um processo dialógico, catalisando experiências
que congreguem o conhecimento de forma contextualizada, além das práticas centradas em
estratégias comumente utilizadas no campo didático-pedagógico, como: projetos integrados,
disciplinas integradas, palestras e debates, atividades de cunho social, entre outros.
Enfim, a UNIFAN proporciona a sua comunidade acadêmica espaço para o processo
de ensino-aprendizagem que une teoria e vivência prática, provocando a reflexão e posterior
construção de novos saberes. Nesta proposta formativa acrescente-se, ainda, o caráter
indispensável do aprendizado em serviço, nos espaços apropriados, sejam internos e/ou
externos, que propiciam maior interatividade nas relações interpessoais, culturais e políticas
da sociedade em que o sujeito está inserido.

Oportunidades diferenciadas de integralização curricular

A flexibilidade curricular é uma ferramenta a mais para formação do Acadêmico,


trazendo uma formação mais completa e singular a cada um. Nesse sentido, a oferta de
disciplina eletivas, trilhas específicas, atividades complementares, Intercâmbio, intensa e
extensas atividades de Extensão e Pesquisa, levam a uma construção de uma trajetória
acadêmica mais sólida e completa, a partir de:
a) disciplinas eletivas - consiste na possibilidade de o discente optar pela disciplina
dentro da sua matriz curricular e singularizar a sua formação no que lhe acha mais
producente na perspectiva da sua formação;
b) atividades complementares - são realizadas por todo o curso, em todas as
disciplinas e semestres, por meio do Trabalho Docente Efetivo (TDE) e da disciplina de
Projeto Integrador (PI), ambos criam espaço para a formação mais humana, criativa e prática
das suas formações;
c) intercâmbio internacional - possibilidade de o nosso aluno estudar disciplinas fora
do País em outras Universidades conveniadas com a UNIFAN, aproveitando e eliminando-
a, além da experiência cultural para sua formação como cidadão do mundo;
d) extensão - a UNIFAN reconhece que as atividades extensionistas enriquecem a
formação do seu acadêmico desde a prestação de serviços a ações comunitárias;
43
e) iniciação científica - oportunidade em que o acadêmico tem a possibilidade de
aprofundar o que foi pautado em sala de aula e enriquecer assim a sua percepção do
conteúdo dado, além de singularizar o seu currículo;
f) estágios extracurriculares poderão ser realizados em instituições conveniadas com
a UNIFAN, com a supervisão do Núcleo de Empregabilidade.
No intuito de cumprir o seu papel enquanto instituição de ensino superior, a UNIFAN
contempla várias ações internas e externas com a estrutura pedagógica fundamentada no
princípio de que os saberes docentes se fazem e ampliam num processo dialógico,
catalisando experiências que congregue o conhecimento de forma contextualizada, além das
práticas centradas em estratégias comumente utilizadas no campo didático-pedagógico,
como os projetos Integrados, que são desenvolvidos em conjunto com os cursos de
graduação e abertos à comunidade acadêmica, assim como a comunidade como um todo.
Destacamos, abaixo, os mais importantes realizados de forma sistemática:
a) Feiras de Ideias e Negócios;
b) ciclo de debates por área;
c) jornada pedagógica integrada com a rede oficial de ensino;
d) workshops associados aos blocos temáticos dos cursos;
e) colóquio de iniciação científica;
f) Semana de Integração;
g) programa de nivelamento e inclusão digital para os alunos ingressantes.
h) Hackathon
i) Campeonato de Robótica
j) Campus Experience
As disciplinas básicas integram as matrizes curriculares dos cursos de acordo com as
suas respectivas Diretrizes Curriculares. As palestras e os debates são ações diversas
desenvolvidas por iniciativa de professores e/ou alunos que discutem temas transversais, de
interesse geral e que integram os cursos e a comunidade em geral:
a) temas contemporâneos nas áreas dos cursos e afins;
b) professor visitante;
c) fóruns dos cursos.
Também são promovidas atividades de cunho social, que consistem em ações
envolvendo a comunidade local e diretamente relacionadas aos problemas sociais,
desenvolvidas pelos professores e alunos de forma interdisciplinar nos cursos:
44
a) Dia da Responsabilidade Social;
b) Dia da Empregabilidade;
c) atividades de extensão;
d) entre outros.

Atividades práticas e de estágio

Na UNIFAN, um dos seus elementos singulares na formação acadêmica do seu aluno


é o investimento em laboratórios e locais exclusivos para estágios.
Nesse sentido, há uma preocupação de preparar o seu aluno de modo mais completo
e maduro para os problemas inerentes da profissão.
Embora no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas o desenvolvimento de
atividades práticas profissionais não seja contemplado como componente curricular na
UNIFAN, o Grupo Nobre possui campos de estágio próprios e existe um grande incentivo ao
estágio e prática:
a) fortalecimento da teoria-prática;
b) acelerar a formação profissional;
c) engajar as relações interpessoais;
d) estimular a criatividade;
e) acentuar a relação da UNIFAN com a comunidade.

Trabalho de conclusão de curso (TCC)

A UNIFAN acredita na pesquisa e Extensão e sob esse prisma o TCC simboliza de


modo prático e acadêmico todo esse direcionamento no decorrer do Curso. Nesse sentido,
o TCC envolve aulas, atividades de orientação, pesquisa teórica ou empíricas, elementos
que irão contribuir no aperfeiçoamento não só intelectual ou de pesquisa propriamente dito,
mas de escrita, de oratória, de clareza e concatenação de ideias e resolutividade de
problemas.

45
Incorporação de avanços tecnológicos

A UNIFAN dispõe de um conjunto de recursos de informática disponíveis para a


comunidade acadêmica. Os equipamentos estão localizados, principalmente, nas
instalações administrativas, biblioteca, laboratórios de informática, salas de professores e de
coordenação. Além disso, incorpora de maneira crescente os avanços tecnológicos às
atividades acadêmicas. Para tanto, é destinado percentual de sua receita anual para a
aquisição de computadores e softwares, inclusive de acessibilidade, utilizados em atividades
práticas dos cursos oferecidos.
A UNIFAN incentiva o corpo docente a incorporar novas tecnologias ao processo
ensino-aprendizagem, promovendo inovações no âmbito dos cursos. As TICs implantadas
no processo de ensino-aprendizagem incluem, especialmente, o uso da imagem e a
informática como elementos principais. É estimulado o uso, entre os professores, de
ferramentas informatizadas que permitam o acesso dos alunos aos textos e outros materiais
didáticos em mídias eletrônicas.
Os docentes utilizam também as linguagens dos modernos meios de comunicação a
exemplo de aulas com slides/datashow com boa qualidade, além de enriquecer os conteúdos
abordados com a apresentação de esquemas, animações, mapas, TV/DVD, música/som,
possibilitando a integração de dados; a universalização e o rápido acesso à informação. A
comunicação autêntica reduz as barreiras de espaço e de tempo e criam um contexto mais
propício à aprendizagem. A Instituição disponibiliza também laboratórios de informática com
softwares específicos compatíveis com as ações acadêmicas e de suporte, ligados a internet
banda larga, permitindo superar as barreiras físicas e o acesso limitado aos recursos de
informação existentes.
Os alunos utilizam para pesquisa bibliográfica as ferramentas de busca (como
Periódicos Capes, Google, Google Acadêmico, Yahoo, enciclopédia online, demais bancos
de dados, consultas a jurisprudências no âmbito dos tribunais de justiça, livrarias jurídicas,
etc.) para elaborar e apresentar o seu produto estruturado a partir dos materiais encontrados.
A comunicação e interatividade por meio do AVA permite aos alunos professores e
tutores troca de informações sobre trabalhos, produções textuais, arquivos e diversos outros
meios. Serão também utilizados pacotes de aplicativos, que incluem processador de textos,
planilha eletrônica, apresentação de slides e gerenciador de bancos de dados. Esses
pacotes de ferramentas são utilizados pelos docentes, na UNIFAN, para preparar aulas e
46
elaborar provas, e pelos alunos, nos laboratórios de informática e na biblioteca, numa
extensão da sala de aula, nos Polos de Apoio Presencial. A biblioteca digital complementa o
suporte para os cursos como ferramenta poderosa no processo ensino aprendizagem.

Políticas Institucionais e Ações Acadêmico-Administrativas de Iniciação Científica,


de Inovação Tecnológica e de Desenvolvimento Artístico e Cultural

O Centro Universitário desenvolve iniciação científica nas suas áreas de atuação


acadêmica, promovendo ações que proporcionem contribuições teóricas e práticas às
atividades de ensino, pesquisa e extensão.

Nesse sentido, contribui para melhoria da qualidade do ensino de graduação, a prática


da extensão, gera produção científica, o incentivo às artes, a integração entre os diferentes
segmentos da instituição de interdisciplinaridade, de aplicabilidade e parcerias com a
sociedade, bem como a formação de pesquisadores.
São objetivos da política de iniciação científica:

∙ Reafirmar a iniciação científica como processo acadêmico definido e efetivado em função


das exigências da realidade na formação do aluno, na qualificação do professor e no
intercâmbio com a sociedade, o que implica relações multi, inter ou transdisciplinares e
interprofissionais;

∙ Priorizar os projetos voltados a questões relacionadas ao contexto regional e às demandas


da sociedade;

∙ Valorizar os projetos de iniciação científica interinstitucionais sob a forma de consórcios,


redes ou parcerias e as atividades voltadas para o intercâmbio nacional e internacional;

∙ Tornar permanente a avaliação institucional das atividades de iniciação científica como um


dos parâmetros de avaliação da própria Instituição;

∙ Possibilitar novos meios e processos de produção, inovação e transferência de


conhecimentos, apoiando a produção acadêmica;

47
∙ Estimular a disseminação de conhecimentos, organizando e publicando as produções
intelectuais de professores e alunos, mediante trabalhos, compêndios, anais, monografias e
livros;

∙ Promover congressos, simpósios, seminários ou encontros para estudos e debates de


temas ou de áreas específicas, bem como a participação em iniciativas semelhantes.

As atividades de iniciação científica estão voltadas para a resolução de problemas e de


demandas da comunidade regional; e alinhadas a um modelo de desenvolvimento que
privilegia, além do crescimento econômico, a promoção da qualidade de vida. Tem a função
de criar e exercitar a atitude investigativa e científica como base da formação acadêmica, e
a de buscar novos conhecimentos e técnicas.

O Centro Universitário incentiva a iniciação científica por todos os meios ao seu alcance,
principalmente por meio do(a):

∙ Cultivo da atividade científica e do estímulo ao pensar crítico em qualquer atividade


didático-pedagógica;

∙ Manutenção de serviços de apoio indispensáveis, tais como, biblioteca, documentação e


divulgação científica;

∙ Formação de pessoal em cursos de pós-graduação;

Concessão de bolsas de estudos ou de auxílios para a execução de determinados projetos;

∙ Realização de convênios com entidades parceiras de iniciação científica; ∙ Intercâmbio com


instituições científicas;

∙ Programação de eventos científicos e participação em congressos, simpósios, seminários


e encontros.

Os projetos de iniciação científica na IES têm a supervisão disciplinada por Resolução


do Conselho Universitário. O financiamento das atividades de iniciação científica inclui
recursos próprios da Instituição ou de parceiros, captados em organizações da região,
públicas e privadas, e agências de fomento.

48
Para o financiamento de projetos, a seleção contempla, entre outros, os seguintes
critérios gerais: relevância do tema proposto; concordância entre a proposta apresentada e
os recursos orçamentários existentes; cronograma de trabalho.

Os resultados obtidos em função do desenvolvimento dos projetos de iniciação


científica são amplamente divulgados à comunidade e publicados em revistas e periódicos
específicos do Centro Universitário, assim como os relatórios conclusivos são tombados em
cópia, no acervo da biblioteca da Instituição, como estímulo à produção acadêmica.

O Centro Universitário estimula a inserção de temas científicos,


tecnológicos, artísticos e culturais, da área dos cursos ou de temas transversais, na agenda
dos veículos de comunicação através de informações veiculadas em noticiário impresso,
televisivo, radiofônico, mídias sociais ou pela Internet; contribuindo com a democratização
do conhecimento científico, facilitada pelo uso de uma linguagem acessível à maioria,
levando-se em consideração o entendimento de que o acesso às informações científicas e
tecnológicas pode contribuir com melhoria da qualidade de vida.

É fundamental o desenvolvimento e a participação em atividades de extensão, ações


comunitárias, promoção e participação em concursos, eventos, reuniões científicas e
culturais, seminários, congressos, etc.

Por fim, oportuno registrar, que o Centro Universitário desenvolve, também, atividades
da iniciação científica voltadas ao tratamento de questões e temáticas que dizem respeito à
Educação das Relações Étnico-Raciais, afrodescendentes e indígenas (Parecer CNE/CP nº
3/2004), Educação em Direitos Humanos (Resolução CNE/CP nº 01/2012) e Educação
Ambiental e Sustentabilidade (Lei nº 9.795, de 1999 e Resolução CNE/CES n º 02, de 15 de
junho de 2012).

A articulação da tríade ensino/iniciação/extensão possibilita um olhar complexo sobre


a produção de conhecimento dentro da instituição e fora dela, sem hierarquização, mas com
a devida suspensão das relações de poder que aí se estabelecem. Da mesma forma que
facilita a execução das duas grandes metas da universidade brasileira: democratização dos
saberes e sistematização do conhecimento.

49
Para uma ação consciente e articulada entre o que acontece na academia e a
demanda da sociedade civil, é necessária uma interface entre pesquisa e extensão e
extensão e ensino. Na primeira dimensão, tem-se a priorização de produção de
conhecimento a partir de metodologias participativas que favoreçam o intercâmbio entre
pesquisados e pesquisadores. Na segunda dimensão, tem-se uma prática pedagógica que
colabora para a construção de conteúdos curriculares trans, multi e interdisciplinares, já que
o mundo se dá num todo relacional e, portanto, complexo.

Nessa perspectiva, iniciação científica, ensino e extensão, para além de serem metas
universitárias perseguidas no Centro Universitário, são dimensões imbricadas que
desenvolvem jogos de acontecimentos e de linguagens na construção do conhecimento
sobre o real, como processo metaestável. Diante dessa preocupação, as políticas de
extensão e iniciação científica têm como lócus essencial a sala de aula, para desenvolver
projetos de iniciação científica no ensino e na extensão.

Visando a excelência das atividades acadêmicas da instituição, a Coordenação de


Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão aglutina, na instituição, a enorme possibilidade de
pesquisas acontecendo na IES, ou seja, os corpos de professores e alunos realizam
pesquisas em programas de pós-graduação lato sensu e stricto sensu fora, ao passo que
também se encontram nos grupos de pesquisa.

Nesse sentido, registra-se a Política de Mérito Acadêmico UNIFAN, que tem como
objetivo incentivar a pesquisa e extensão do corpo discente e docente, com premiações que
se subdividem em duas categorias: alunos, por meio da média geral de notas anualmente e
ao final do Curso a maior média recebe a Láurea Acadêmica em sua colação de grau e para
professores, avaliação do melhor projeto integrador (disciplinas que interagem com outras
do mesmo semestre, realizando um trabalho/produto ao final) pelos Núcleos Docente
Estruturante (NDEs).

No tocante à inovação tecnológica e ao desenvolvimento artístico e cultural, o Centro


Universitário oferece o mesmo apoio dispensado para as atividades de iniciação científica.
Dessa forma, projetos de inovação tecnológica ou de desenvolvimento artístico e cultural,
aprovados, recebem apoio financeiro mediante programa de bolsas e divulgação dos
resultados.

50
3.2.1. Políticas Institucionais e Ações Acadêmico-Administrativas de Extensão

As diretrizes para o movimento extensionista são as seguintes: impacto social,


interatividade universidade/sociedade, trans, multi e interdisciplinaridade e diálogo pesquisa,
ensino e extensão. Dessa forma há o estímulo à organização e execução de projetos de
extensão nos diversos cursos de graduação, presenciais e à distância, da Instituição.

A educação no âmbito da extensão está contida como ação político pedagógica que
caracteriza a relação como prática acadêmica e é o instrumento de articulação com os
diversos segmentos sociais, de forma programada e sistemática, envolvendo um processo
orgânico que não se confunde com assistencialismo. É fator integrador do ensino e da
pesquisa, objetivando responder à demanda social e representa um compromisso da
instituição com a comunidade.

Nesse sentido, o estímulo ao movimento extensionista no ensino possibilita a


emergência de projetos de extensão a partir do chão da sala de aula (extensão – ensino), o
que retira a extensão de práticas “assistencialistas” à comunidade externa e interna da
academia, típico dos idos dos anos 1950/60 quando a extensão foi defendida como
essencial na universidade.

O Centro Universitário tem como objetivos de extensão acadêmica instituir a formação


político-social, técnico-científica e prática profissional do corpo discente, sintonizada com as
exigências atuais do mercado, além de interligar-se às áreas do ensino e da pesquisa, e
possibilitar a verdadeira associação da prática acadêmica como um todo na vida do
estudante.

As principais atividades de extensão desenvolvidas pelo Centro Universitário que


integram a teoria e a prática, dentre as quais cabe destacar o Projeto Vida Nobre, Laboratório
de Autismo Maria Thereza, Projeto Saúde do Trabalhador, Direito nas Escolas, Projeto
Robótica Educativa, Projeto Phisicando, Projeto Anima UNIFAN, Projeto Outubro Rosa,
Projeto Mutirão de conciliações e a Coordenação de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão.

As políticas de extensão são:

a) Formular novos programas de extensão com base na integração contínua


ao ensino e pesquisa, considerada a responsabilidade social;
51
b) Expandir e consolidar programas de extensão existentes, buscando
integração contínua ao ensino e à pesquisa e considerando o compromisso social do
Centro Universitário;

c) Ampliar ações que contribuam para melhorar a qualidade de vida do cidadão, em


Feira de Santana, Ipirá, Irecê, Serrinha e nas cidades adjacentes;

d) Promover articulação das atividades artístico-culturais com as


atividades acadêmicas dos cursos de graduação e com as ações de extensão;

e) Assegurar o Centro Universitário como espaço de manifestações culturais


e esportivas em suas diversas expressões e modalidades;

f) Melhorar as condições de infraestrutura e apoio às atividades de extensão


na instituição.

A extensão é desenvolvida nas áreas dos cursos superiores ofertados e em temáticas


transversais e de formação cidadã.

A divulgação no meio acadêmico ocorre mediante a realização anual de evento


específico de extensão, no qual professores e alunos apresentam as atividades
desenvolvidas junto aos projetos aprovados e financiados. Desse evento, são produzidos
anais com os resumos dos trabalhos.

Nas atividades de extensão a Instituição cumpre as exigências da


Resolução CNE/CES nº 07, de 18 de dezembro de 2018. Assim sendo, as atividades
de extensão compõem, no mínimo, 10% (dez por cento) do total da carga horária curricular
estudantil dos cursos de graduação, as quais devem fazer parte da matriz curricular dos
cursos ofertados.

3.2.2. Política de Internacionalização

A internacionalização é um dos mecanismos estratégicos que o Centro Universitário


tem como condição chave para ampliar e desenvolver as competências estabelecidas em
sua matriz, uma vez que, a experiência acadêmica e cultural trará uma visão, experiência e

52
prática que irá implicar em uma formação mais sólida, experiente, ao tempo que humana
para o corpo discente.

Nesse sentido, importante registrar que há um crescimento da internacionalização


dos acadêmicos, mas é necessário avançar.

Para tanto, instituem-se:

∙ Núcleo de Competições Internacionais UNIFAN (NCI-UNIFAN). Esse Núcleo


tem como objetivo preparar os alunos para a prática nas suas profissões, trazer
o intercâmbio de experiências intelectuais e culturais, bem como, potencializar
a desenvoltura da liderança que é o eixo da matriz UNIFAN, a formação de
líderes, propiciando assim, um intercâmbio regional e internacional com outros acadêmicos
e cultura, trazendo assim, uma formação mais ampla e integralizada;

∙ Convênios com universidades europeias para intercâmbio. Esse convênio tem como
propósito levar uma experiência cultural e intelectual aos alunos.

∙ Financiamento Institucional para submissão e apresentação de


trabalhos científicos.

∙ Bolsa intercâmbio Santander. O Centro Universitário, a partir desta


instituição bancária, possui parceria com instituições estrangeiras,
apoiando financeiramente o intercâmbio de alunos para cursar um semestre no exterior.

Nesse sentido, foi estabelecido Plano de Ação para a Internacionalização. O plano de


ação de Internacionalização não envolve só o corpo discente, mas desdobra-se com o corpo
docente, ensino, currículo e ambiente. Objetivando estabelecer uma ampliação dos projetos
de internacionalização, sinalizam-se abaixo os indicadores centrais para o desdobramento
de um plano de ação da internacionalização no prazo de cinco anos, em que metas deverão
ser pautas para sua execução.

Quanto ao corpo docente, pretende-se otimizar: o percentual de professores com


experiência internacional; o percentual de professores com perspectivas internacionais,
comparativas e globais; o percentual de professores com proficiência em inglês; o número
de professores internacionais visitantes no ano.
53
Quanto ao corpo discente, busca-se ampliar: o percentual dos alunos
com oportunidade de estudar no exterior; o percentual de alunos com proficiência na língua
inglesa; o percentual de graduados com estágio no exterior; o percentual de graduados com
colocação e ou formação stricto sensu no exterior.

Quanto às ações voltadas ao ensino e currículo, objetiva-se: que todo aluno tenha
exposição significativa a conteúdo internacional, comparativo e global em suas aulas;
objetivo de aprendizagem geral de competência multicultural e atuação global; disciplina em
inglês na matriz, como uma competência geral.

Quanto às ações de incremento à pesquisa, almeja-se ampliar: o percentual de


professores pesquisadores com parcerias internacionais de publicação; o percentual de
publicações Internacionais.

Quanto ao ambiente, busca-se ampliar: a acessibilidade ao estrangeiro aos diversos


serviços da escola (atendimento pelo staff, comunicação visual, etc.); os temas
internacionais em debate com frequência adequada; o acolhimento do aluno internacional e
do professor visitante (pesquisa).

3.2.3. Políticas Institucionais Voltadas à Valorização da Diversidade, do


Meio Ambiente, da Memória Cultural, da Produção Artística e do
Patrimônio Cultural, e Ações Afirmativas de Defesa e Promoção dos Direitos
Humanos e da Igualdade Étnico-Racial

O Centro Universitário promove ações institucionais no que se refere à valorização


da diversidade, do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do
patrimônio cultural, e ações afirmativas de defesa e promoção dos direitos humanos e da
igualdade étnico-racial, de modo transversal aos cursos ofertados, ampliando as
competências dos egressos e atuando de modo contundente no acolhimento e com normas
orientadoras e aplicáveis no que tange à qualquer conduta que venha a violar valores
humanos, notadamente de preconceito e violência contra o próximo, e ofertando
mecanismos de transmissão dos resultados para a comunidade.

Registra-se por oportuno que essas ações em Defesa dos Direitos Humanos e da
Igualdade Étnico-racial são aplicadas na sede, Feira de Santana-Ba, bem como será

54
aplicada nas novas sedes: Ipirá, Irecê e Serrinha-Ba. São Políticas que compõe o DNA do
Centro Universitário Nobre e onde à UNIFAN estiver presente por meio do seu CFS estará
presente o movimento de defesa da Promoção dos Direitos Humanos e de Igualdade Étnico-
Racial.

As atividades de ensino, iniciação científica e extensão no Centro Universitário


contemplam a valorização da diversidade, do meio ambiente, da memória cultural, da
produção artística e do patrimônio cultural, e ações afirmativas de defesa e promoção dos
direitos humanos e da igualdade étnico racial.

A educação ambiental é incluída tanto nas atividades de ensino, como nas atividades
de iniciação científica e extensão. Assim, o Centro Universitário cumpre as exigências da Lei
nº 9.795, de 27 de abril de 1999, do Decreto nº 4.281 de 25 de junho de 2002 e da Resolução
CP/CNE nº 02/2012, que estabelecem as Políticas de Educação Ambiental.

O meio ambiente natural protegido é hoje um dos pilares fundamentais para o


desenvolvimento de qualquer sociedade (art. 225 da CRFB), afinal, sem ele não gozamos
de nenhum outro direito fundamental, e aqui inclui-se a Educação (BRASIL, 1988).

Nesse sentido, o Centro Universitário tem como propósito a educação e


o conhecimento como instrumento transformador e impulsionador de acadêmicos (cidadãos)
mais consciente com suas atitudes, bem como, senso crítico para refletir, exigir e participar
de políticas públicas direcionadas a preservação do meio ambiente para as presentes e
futuras gerações.

O compromisso do Centro Universitário com a educação ambiental


e desenvolvimento sustentável se estabelece a partir das seguintes políticas:

a) inclusão de disciplina obrigatória na matriz curricular de todos os cursos;

b) promover debates, eventos e produção científica com recorte para o meio ambiente
e sua sustentabilidade;

c) fortalecer o compromisso com a responsabilidade social e com o desenvolvimento


sustentável da região;

55
d) ampliar as ações extensionistas estabelecendo políticas que integrem a academia
com a sociedade, definindo linhas próprias de atuação;

e) desenvolver projetos de ação integrada viabilizando a inter e a multidisciplinaridade


entre as áreas de atuação do Centro Universitário;

f) implementar projetos de responsabilidade social na sede e em todos os Polos


de Apoio Presencial e nos Campus fora de sede-CFS.

O Centro Universitário visa estimular e apoiar a memória cultural, a produção artística


e ao patrimônio cultural, desenvolvendo desta forma, uma política institucional que orienta
as ações didático-pedagógico de todos os seus cursos, adotando as seguintes ações:

∙ Valorizar a produção artística cultural como atividade técnica e acadêmica; ∙


Promover eventos artísticos e culturais abertos à comunidade;

∙ Promover e divulgar conhecimentos artísticos e culturais que constituem patrimônio


da humanidade, com a comunicação do saber por meio do ensino, da publicação ou de
outras bases de comunicação;

∙ Promover ações em defesa do meio ambiente e do patrimônio cultural;

∙ Compromisso com a formação da consciência social de seus educandos a partir da


incorporação de temas tais como relações étnico-raciais (e sua influência para a formação
da sociedade brasileira), direitos humanos, educação ambiental, produção artística e
valorização do patrimônio cultural, em projetos integradores desenvolvidos em seus cursos
de graduação;

∙ Promover ações de responsabilidade social nas regiões onde está inserida através
da sede, CFS e dos Polos de Apoio Presencial;

∙ Efetivar ações que atendam a demandas sociais, à formação de lideranças,


ao desenvolvimento de oportunidades, à integração de pessoas com projetos acadêmicos
alinhados com o desenvolvimento do pensamento crítico e reflexivo.

56
Desta forma, o Centro Universitário, por meio de projetos, desenvolve localmente e
regionalmente, projetos de estímulo e apoio a memória cultural, a produção artística e ao
patrimônio cultural.

Em relação às ações afirmativas de defesa e promoção dos direitos humanos e da


igualdade étnico-racial, o Centro Universitário aderiu ao Programa Universidade para Todos
- ProUni, política pública de ação afirmativa, viabilizando mais um mecanismo de inserção
e manutenção de alunos de baixa renda sem diploma de nível superior. Nesse contexto, são
oferecidas cotas para afrodescendentes, indígenas e pessoas com deficiência, enfrentando
o desafio de romper ciclos de pobreza, agravados pelo não acesso à educação superior.

O ProUni reserva bolsas no Centro Universitário às pessoas com deficiência e aos


autodeclarados indígenas, pardos ou negros. O número de bolsas destinadas aos cotistas
é proporcional ao percentual de cidadãos negros, pardos e indígenas na região, de acordo
com os dados do censo do IBGE.

Adicionalmente, nas atividades de ensino, nas atividades de iniciação científica e nas


atividades de extensão, o Centro Universitário cumpre as exigências das Diretrizes
Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de
História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena e nas Diretrizes Nacionais para a
Educação em Direitos Humanos.

Com o objetivo de divulgar e produzir conhecimentos, bem como de atitudes, posturas


e valores que eduquem cidadãos quanto à pluralidade étnico-racial, tornando-os capazes
de interagir e de negociar objetivos comuns que garantam, a todos, respeito aos direitos
legais e valorização de identidade, na busca da consolidação da democracia brasileira, o
Centro Universitário incluiu nos conteúdos de disciplinas e atividades curriculares dos cursos
que ministra, a Educação das Relações Étnico-Raciais, bem como o tratamento de questões
e temáticas que dizem respeito aos afrodescendentes.

Nos cursos de graduação, a formação considera sempre as dimensões


da diversidade biológica, subjetiva, étnico-racial, de gênero, orientação
sexual, socioeconômica, política, ambiental, cultural, ética e demais aspectos
que compõem o espectro da diversidade humana que singularizam cada pessoa ou cada
grupo social.
57
Conforme estabelecido na Resolução CNE/CP nº 01/2012, a Educação em Direitos
Humanos, de modo transversal, foi considerada na construção do PDI, do PPI e dos PPCs
dos cursos da IES, no ensino, na iniciação científica, na extensão, bem como nos diferentes
processos de avaliação.

A Resolução CNE/CP nº 01/2012 estabeleceu, ainda, que a inserção


dos conhecimentos concernentes à Educação em Direitos Humanos na organização

dos currículos da Educação Básica e da Educação Superior poderá ocorrer


das seguintes formas:

∙ Pela transversalidade, por meio de temas relacionados aos Direitos Humanos


e tratados interdisciplinarmente;

∙ Como conteúdo específico de uma das disciplinas já existentes no currículo escolar;

∙ De maneira mista, ou seja, combinando transversalidade e disciplinaridade.

O Centro Universitário adota, ainda, políticas de educação inclusiva voltadas para


pessoas portadoras de necessidades especiais, possibilitando o acesso e a permanência
de alunos que apresentam alguma deficiência na sede, nos futuros Campus fora de sede e
Polos.

Para tanto, está empenhada em promover o cumprimento dos requisitos legais de


acessibilidade, conforme determinação da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que
estabeleceu normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das
pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e do Decreto nº 5.296/2004
e do Decreto nº 5.626/2005, que a regulamentam.

3.2.4. Políticas Institucionais Voltadas ao Desenvolvimento Econômico e à


Responsabilidade Social

O Centro Universitário promove ações institucionais no que se refere


ao desenvolvimento econômico e social, considerando a melhoria das condições de vida
da população, e ações de inclusão e empreendedorismo na sede e futuramente nos Campus
fora de sede -CFS e Polos.

58
A formação superior é considerada primordial para a diminuição de desigualdades e
promoção de justiça social, sendo estratégica para a produção de riqueza do país e
desenvolvimento sustentável.

Fazer do Centro Universitário um espaço de maior inclusão e equidade social, como


perspectiva de democratização e impacto no mercado de trabalho, na economia e na
sociedade, requer definir políticas de equidade, possibilitar novos mecanismos de apoio aos
estudantes e analisar criticamente a formação proposta. As ações envolvem:

a) as estratégias de promoção de equidade, garantindo acesso para estudantes


de baixa renda e para segmentos da população com menor ingresso, tais como indígenas,
negros, pessoas com necessidades educacionais especiais, residentes em zonas rurais e
apartadas. A integração destes grupos à Instituição é elemento chave do seu processo
emancipatório, como oportunidade de formação pessoal e também coletiva;

b) o estabelecimento de parcerias com os gestores locais e regionais, especialmente


nos futuros Campus fora de sede e Polos a fim de desenvolver atividades de ensino,
iniciação científica e extensão que resultem no aprimoramento e desenvolvimento da
região;

c) o apoio ao estudante em sua trajetória formativa, em especial, os procedentes dos


segmentos sociais de menor renda, como atividades de nivelamento,
apoio psicopedagógico, dentre outras;

d) a permanente atualização dos Projetos Pedagógicos dos Cursos


(PPCs), atendendo às exigências da legislação educacional e de modo a construir
novos modelos educacionais, programas e alternativas de trajetórias que facilitem o acesso
ao conhecimento. De outra forma, a atenção às demandas dos estudantes torna necessária
à diversificação das estruturas acadêmicas.

O compromisso social do Centro Universitário envolve a construção de


uma sociedade mais justa, igualitária e inclusiva, capaz de promover o desenvolvimento
econômico e social para todos os segmentos da população. Neste sentido, tal compromisso
está vinculado também à formação e produção de conhecimentos voltados ao atendimento

59
de demandas locais e regionais, notadamente na UNIFAN sede e cidade circunvizinhas e
futuramente nos campus fora de sede-CFS e Polos.

Os projetos pedagógicos dos cursos estão atrelados à responsabilidade social do


Centro Universitário com o desenvolvimento econômico e social, enfatizando o
compromisso com o desenvolvimento e com a socialização do conhecimento. A
responsabilidade social deve ser alcançada com a adoção de

processos formativos pautados na formação cidadã, em princípios éticos;


no desenvolvimento da capacidade de crítica dos alunos com relação aos
processos sociais, econômicos, políticos e culturais; no incentivo à criatividade dos
alunos para identificar problemas e propor soluções e na formação cultural ampla.

Paralelamente às atividades de ensino, faz-se necessário fortalecer e incentivar as


atividades de iniciação científica e extensão, envolvendo os alunos com desenvolvimento
econômico e social regional, a melhoria da infraestrutura urbana/local, a melhoria das
condições e da qualidade de vida da população e as ações de inovação social. Deve
também:

a) fortalecer o compromisso com a responsabilidade social e com o desenvolvimento


sustentável da região;

b) ampliar as ações extensionistas estabelecendo políticas que integrem a academia


com a sociedade, definindo linhas próprias de atuação;

c) desenvolver projetos de ação integrada viabilizando a inter e a multidisciplinaridade


entre as áreas de atuação do Centro Universitário;

d) implementar projetos de responsabilidade social.

3.2.5. Política de Inclusão Social

A assistência aos discentes visa também a inclusão social, o que representa um


avanço nas políticas de ensino. Assim, o acesso e a permanência dos estudantes inclusos
representam um fator imprescindível para a IES. Desde sua implantação o UNIFAN adota
medidas visando a acessibilidade plena a portadores de necessidades especiais, tanto física

60
quanto pedagógica, dando o suporte necessário para o acesso e permanência nos cursos
de graduação, na sede e nos Polos. O UNIFAN propõe, também, discussões sobre inclusão
social, tanto no âmbito da graduação quanto da pós-graduação, na modalidade presencial
e a distância.

A acessibilidade pedagógica permite a inserção do aluno com deficiência.


Os sistemas e meios de comunicação para o auxílio de pessoas com deficiência
representam um avanço nas políticas de ensino. O acesso e a permanência dos estudantes
inclusos representam um fator imprescindível para a IES, por atender ao PNE, viabilizando
a acessibilidade física e pedagógica, tal política é aplicada tanto na sede, quanto nos futuros
Campus fora de sede-CFS e do ponto de vista pedagógico são considerados as seguintes
proposições:

∙ Viabilizar para o aluno com deficiência a inclusão no espaço educacional por meio
dos recursos de tecnologia da informação e comunicação;

∙ Utilizar a informática como ferramenta de equiparação de oportunidades e promoção


educacional e social para as pessoas com deficiência;

∙ Disponibilizar softwares específicos para facilita à interação dos alunos PNE


no mundo predominantemente visual;

∙ Implantar suportes de textos para o aluno com baixa visão para facilitar
a visualização em momentos de leitura e digitação;

∙ Disponibilizar meios para dinamização do processo de aprendizagem: Máquina de


escrever Braille, impressora Braille; Programas de impressão em Braille: Braille fácil (free)
ou Duxbury; Linha Braille ou Displays Braille - equipamento que reproduz informações
codificadas em texto digital para o sistema braille; Soroban - recurso pedagógico utilizado
para realização de cálculos matemáticos; Livros/Textos digitalizados; Áudio Livros –
livros/textos gravados em CD, DVD, pendrive, MP3, com o uso do celular e outras mídias.

∙ Viabilizar a gravação das aulas com tradução simultânea em Libras;

∙ Oferecer condições de acessibilidade física para o PNE na sede da IES e Polos de


Apoio Presencial.
61
3.2.6. Políticas Institucionais e Ações de Estímulo e Difusão para a Produção
Acadêmica Docente

Conforme disposto no art. 43 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a


educação superior tem por finalidade incentivar o trabalho de pesquisa e investigação
científica, visando o desenvolvimento da ciência e da tecnologia e da criação e difusão da
cultura, e, desse modo, desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive;
promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem
patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de publicações ou de
outras formas de comunicação.

Desta forma, e ciente de que o docente do Centro Universitário é o articulador e


mediador do processo ensino e aprendizagem, há necessidade de pensar no estímulo à
produção de modo que o docente seja uma constante e não uma exceção. Assim, o Centro
Universitário investe na qualificação de seu corpo docente considerando tanto a formação
inicial, como a titulação e a experiência profissional, pilares que fazem do docente um
profissional capaz de desencadear e promover a formação discente de forma significativa.

As políticas de estímulo e difusão para a produção acadêmica docente do Centro


Universitário sede e dos futuros Campus fora de sede-CFS e Polos, tem por objetivo
despertar a vocação para a pesquisa de docentes e discentes, e estabelecem:

∙ Disponibilizar parte da carga horária dos docentes selecionados para


o desenvolvimento de práticas de iniciação científica;

∙ Estimular e apoiar a qualificação docente em programa de pós-graduação stricto


sensu;

∙ Organizar eventos de iniciação científica e extensão internos buscando


maior integração entre o corpo docente, discente e comunidade, de forma a divulgar
as experiências de iniciação científica desenvolvidas no interior da Instituição;

∙ Estimular a publicação científica, didático-pedagógicas, tecnológicas, artísticas e


culturais dos docentes em revistas internas e periódicos externos;

∙ Incentivar a criação de grupos de pesquisa entre docentes e discentes;


62
∙ Definir no plano de carreira docente pontuação para produção acadêmica, conforme
grau de intensidade de cada produção, divulgando-o aos docentes.

O Centro Universitário assegura subsidiar financeiramente, conforme regulamento


interno, publicações científicas, didático- pedagógicas, tecnológicas, artísticas e culturais,
bem como a participação em eventos locais, nacionais e internacionais, como: congressos,
seminários, entre outras.

Com essa política, traduzida em regulamento interno, o Centro Universitário tem o


objetivo de estimular a difusão das produções acadêmicas, promovendo a divulgação dos
conhecimentos científicos, didático-pedagógicos, tecnológicos, artísticos e culturais que
constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de
publicações ou de outras formas de comunicação, bem como promover a iniciação
científica.

3.2.7. Políticas Institucionais e Ações de Estímulo à Produção Discente e à


Participação em Eventos (Graduação e Pós-Graduação)

O Centro Universitário assume, por meio de seus docentes, o compromisso em


despertar nos estudantes a curiosidade e o desejo em desenvolver práticas de iniciação
científica. Assim, o Programa de iniciação científica, criado pelo Centro Universitário objetiva
apoiar o discente logisticamente e financeiramente para a participação em eventos internos
e externos tanto na sede, quanto nos futuros Campus fora de sede-CFS e Polos, o qual
adota as seguintes políticas:

∙ Criar grupos de iniciação científica na sede do Centro Universitário para alunos dos
cursos presenciais e grupos virtuais para alunos da graduação e pós graduação dos cursos
ofertados na modalidade a distância;

∙ Incentivar discentes a produzirem artigos de iniciação científica junto com


os discentes dos cursos ofertados da sede e dos futuros Campus fora de sede, publicando-
os na Revista do UNIFAN (Revista Saúde Nobre – Saúde e Revista Jus Homini – Direito) –
Vivências Educacionais, em periódicos nacionais e internacionais, e, em outros meios;

∙ Preparar discentes para atividades de pós-graduação lato sensu;

63
∙ Estimular e apoiar financeiramente a produção e a participação do discente
em eventos locais, nacionais e/ou internacionais.

∙ Estimular a produção e participação dos egressos em grupos de pesquisa


e publicação em revistas e periódicos externos, bem como a participação e organização em
eventos, congressos e seminários.

Essas políticas viabilizam a melhoria contínua no processo ensino aprendizagem,


gerando confiança nos recursos humanos e na qualidade da informação, proporcionando,
dessa maneira a satisfação de todos os envolvidos no processo de iniciação científica.

O Centro Universitário incentiva a participação dos alunos em eventos (congressos,


seminários, palestras e visitas técnicas) etc., de âmbito local, nacional ou internacional, nas
áreas dos cursos ministrados e envolvendo temas transversais (ética, cidadania,
solidariedade, justiça social, inclusão social, meio ambiente e sustentabilidade ambiental,
direitos humanos, relações étnico raciais, história e cultura afro-brasileira e indígena, cultura,
etc.).

Para tanto, o Centro Universitário divulga agenda de eventos relacionados às áreas


dos cursos implantados e de temas transversais e oferece auxílio financeiro e/ou logístico
para alunos que participarem na condição de expositor. Além disso, organiza, anualmente,
eventos para a socialização, pelos alunos e pelos professores, quando for o caso, dos
conteúdos e resultados tratados nos eventos de que participou.

3.2.8. Política de Acompanhamento dos Egressos

O acompanhamento de egressos é um mecanismo de singular importância para a


retroalimentação do currículo acadêmico e também para que a IES possa avaliar o
desempenho de seus alunos e o seu próprio desempenho da sede e dos futuros egressos
dos Campus fora de sede-CFS.

Neste sentido, o Centro Universitário mantém um cadastro atualizado das empresas


parceiras, bem como de alunos que concluem os cursos e ingressam no mundo de trabalho.
Este procedimento, tem por finalidade estabelecer uma rede de relacionamentos e socializar
a troca de experiências diversas. Assim, é o propósito da instituição promover encontro de
egressos, professores e funcionários.
64
A organização destes grupos permite o desenvolvimento de diversas ações que
fortalecem, ainda mais, os objetivos institucionais.

Com o propósito de estabelecer um canal de comunicação permanente com os


egressos, o Centro Universitário instituiu, também, um Programa de Acompanhamento do
Egresso/Diplomados mantendo-os informados a respeito de cursos de pós-graduação e
extensão, fomentando o processo de educação continuada.

O programa propõe-se a orientar, informar e atualizar os egressos com base nas


novas tendências do mercado de trabalho para fornecer programas de formação que
atendam a atuais demandas do mundo contemporâneo. Para tanto, adota os seguintes
encaminhamentos:

∙ Manter um cadastro dos egressos de todos os cursos ministrados pelo


Centro Universitário com nome, endereço, ano de conclusão, trabalho ou emprego
no término do curso.

3.2.9. Curricularização da Extensão


A indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, princípio constitucional
mencionado na Política Nacional de Extensão Universitária (FORPROEX, 2012), está
relacionada à concepção de flexibilização curricular. Conforme documento publicado
pelo FORPROEX (2006), pretende-se romper com o velho desenho de organização
curricular, centrado em componentes curriculares a serem desenvolvidos apenas no
âmbito da sala de aula, sendo que a Extensão possui um papel de grande relevância
neste processo.
No âmbito do ensino da Computação, está sedimentada Curso Superior de
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas a concepção de que, sem as
atividades extensionistas, não há o cumprimento da função social do conhecimento
produzido, daí porque a extensão integra, taxativamente, no presente Curso Superior de
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, as nominadas atividades
complementares, propiciando a prestação de serviços, sobretudo às populações
carentes em questões envolvendo os direitos fundamentais do cidadão.
Em consonância com esta concepção, a Lei Federal nº 13.005/2014 que aprova
o Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2024, estabelece como uma de suas

65
estratégias: ”12.7) assegurar, no mínimo, 10% (dez por cento) do total de créditos
curriculares exigidos para a graduação em programas e projetos de extensão
universitária, orientando sua ação, prioritariamente, para áreas de grande pertinência
social” (BRASIL, 2014).
Ainda no campo da extensão, ressalta-se que o Curso Superior de Tecnologia em
Análise e Desenvolvimento de Sistemas, com a finalidade de socializar os resultados do
ensino e pesquisa, prevê convênios complementares às tarefas de estágio, de modo a
possibilitar a participação dos alunos na prestação de serviços, ensejando à população
de Feira de Santana e sua região metropolitana, além de outras cidades do interior da
Bahia, carentes de serviços na área. Os aspectos paragrafados se constituem como
benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica, gerados
no ambiente acadêmico. Logo, os futuros profissionais serão formados para distinguir o
saber real do saber imaginário, assim como abrir canais de imbricação permanente entre
a IES e a Comunidade.
Entende-se, assim, que a curricularização da extensão acontece pelo
envolvimento efetivo da comunidade acadêmica e pela articulação com o setor produtivo,
destacando-se aquelas organizações comprometidas com tecnologia social e com
economia solidária que possam efetivamente contribuir com o processo.
Em cumprimento à Meta 12.7 do Plano Nacional de Educação, Curso Superior de
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas da UNIFAN optou por
curricularizar 10% de sua carga-horária destinada à Extensão.
Em face do exposto, acredita-se que os 10% de extensão curricularizados ao
longo do curso servirá, em primeiro lugar, como espaço propício para o levantamento
dos problemas da comunidade e, em segundo, como mecanismo de publicização do
potencial empreendedor do aluno para a dissolução de problemas da comunidade.
Os estudantes do curso estarão realizando atividades de extensão desde o
primeiro semestre, sendo estas inseridas dentro dos Projetos Integradores e de
disciplinas, com o percentual de extensão realizado 100% presencial.
Todas as áreas e projetos de extensão a serem promovidos no curso devem
admitir o desenvolvimento de ações de extensão – programas, projetos, prestação de
serviços, realização de cursos e eventos – voltadas para a discussão, planejamento,
implementação e avaliação visando a formação, capacitação e qualificação de pessoas
da comunidade local. Neste sentido, é importante que a comunidade externa seja
66
consultada a fim de verificar as necessidades que os estudantes de Análise de Sistemas
possam atender.

REGULAMENTO DA CURRICULARIZAÇÃO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO

CAPITULO I

DA DEFINIÇÃO DAS ATIVIDADES DE CURRICULARIZAÇÃO DA EXTENSÃO E DAS DISPOSIÇÕES


PRELIMINARES

Art. 1º. Esta resolução normatiza e estabelece os procedimentos administrativos para que se
proceda a curricularização das ações de extensão.

§ 1º Entende-se por curricularização das ações de extensão a inserção obrigatória da formação


extensionista do estudante nos cursos de graduação.

§ 2º São atividades extra a sala de aula contida na estrutura curricular dos cursos com no mínimo
10% das suas cargas horárias, tais como: organização de eventos, preparação e ministração de
cursos temáticos, monitorias em eventos das disciplinas vinculadas, e outras atividades de
caráter extensionistas que possam ser parte do aprofundamento da formação acadêmica.

§ 3º Essas atividades são organizadas na estrutura curricular de todos os cursos de graduação


do Centro Universitário.

Art. 2º A extensão, nos cursos de graduação, é a ação, ou conjunto de ações, que se integra à
matriz curricular e à organização da pesquisa, constituindo-se em processo interdisciplinar,
educativo, político, social, científico, esportivo, artístico, cultural, tecnológico, que articula ensino
e pesquisa de forma indissociável e viabiliza a relação transformadora entre o Centro
Universitário e os outros setores da sociedade, assegurando a interação dialógica entre saberes
- acadêmico e popular, promovendo a participação efetiva da comunidade, a transformação
social e o desenvolvimento local, regional e nacional.

CAPITULO II

DOS OBJETIVOS DA CURRICULARIZAÇÃO

Art. 3º A curricularizaca̧ ão das ações de extensão nos cursos de graduação ofertados nas
modalidades presencial ou a distância do Centro Universitário tem por objetivos:

I. Fortalecer a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão contribuindo para o


aperfeiçoamento da qualidade da formação acadêmica nos cursos de graduação do Centro
Universitário;

II. Promover a formação extensionista do estudante, desenvolvendo ações de extensão de acordo


com os princípios e finalidades da educação profissional e tecnológica, em articulação com o
67
mundo do trabalho e os segmentos sociais, com ênfase na produção, desenvolvimento e difusão
de conhecimentos científicos e tecnológicos;

III. Ampliar a prática extensionista no Centro Universitário, estimulando e apoiando processos


educativos que levem à geração de trabalho e renda e à emancipação do cidadão na perspectiva
do desenvolvimento socioeconômico local e regional e nacional.

CAPITULO III

DAS FINALIDADES E CARACTERÍSTICAS DAS AÇÕES DE EXTENSÃO

Art. 4º As ações de extensão devem considerar a inclusão social e a promoção do


desenvolvimento regional sustentável como tarefas centrais a serem cumpridas, atentando para
a diversidade cultural, defesa do meio ambiente, entre outras.

Art. 5º As ações de extensão devem estar baseadas em uma análise fundamentada das
necessidades e interesses das comunidades externas em que a sede e polos de apoio presencial
(cursos na modalidade EAD) se encontram inseridos e articuladas com a vocação e a qualificação
acadêmica dos docentes, discentes e técnicos-administrativos envolvidos.

Art. 6º As ações de extensão devem partir da interação dialógica da comunidade acadêmica


com a sociedade, por meio da troca de conhecimentos, da participação e do contato com questões
complexas contemporâneas presentes no contexto social local, promovendo e justificando
mudanças na própria instituição e nos demais setores da sociedade.

Art. 7º As concepções e a prática das ações de extensão, no Centro Universitário, estruturam-se


para a formação cidadã dos estudantes, marcada e constituída pela vivência dos seus
conhecimentos, de modo interprofissional e interdisciplinar.

Art. 8º A integralização da extensão à matriz curricular dos cursos de graduação constitui-se no


processo de curricularização da extensão, para os fins deste Regulamento.

Art. 9º Nos cursos de graduação ofertados pelo Centro Universitário, na modalidade EAD, as
ações de extensão devem ser realizadas presencialmente, em região compatível com o polo de
apoio presencial no qual o estudante esteja matriculado.

CAPITULO IV

DAS AÇÕES DE EXTENSÃO

Art. 10º Para os fins deste Regulamento, são consideradas ações extensionistas as intervenções
que envolvam diretamente a comunidade externa ao Centro Universitário e que estejam
vinculadas à formação do estudante.

Art. 11º Os estudantes regularmente matriculados nos cursos de graduação participarão como

68
membros executores das ações de extensão curricularizadas realizadas no âmbito do Centro
Universitário.

§ 1º Ao estudante participante de ações de extensão curricularizadas, deverá ser garantida a


participação ativa na organização e na execução das atividades previstas à comunidade externa
de forma a promover o protagonismo estudantil e a sua interação com a comunidade e os
contextos locais.

§ 2º Ao estudante participante executor de ações de extensão curricularizadas será garantida a


computação das horas para efeito de integralização da carga horária em componentes
curriculares de extensão.

§ 3º É vedada a integralização de carga horária em componentes curriculares de extensão por


meio da participação do estudante em cursos e eventos como membro não executor.

Art. 12º A responsabilidade pela coordenação da ação de extensão será do docente e/ou tutor de
apoio presencial de acordo com os componentes curriculares dos cursos.

Parágrafo único. As ações de extensão poderão estar vinculadas a um ou mais componentes


curriculares com responsabilidade atribuída a mais de um docente.

Art. 13º A responsabilidade pela orientação, acompanhamento e avaliação da participação dos


estudantes nos componentes curriculares de extensão será do(s) docente(s) responsável(is) por
ministrar o(s) respectivo(s) componente(s) curricular(es).

§ 1º As atividades de planejar, orientar, executar, acompanhar e avaliar a participação dos


estudantes nos componentes curriculares de extensão devem ser desenvolvidas durante a
realização do componente curricular ou nos horários de atendimento.

CAPITULO V

DA CURRICULARIZAÇÃO DAS AÇÕES DE EXTENSÃO

Seção I

Dos Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação

Art. 14º As ações de extensão curricularizadas devem estar previstas nos Projetos Pedagógicos
dos Cursos (PPC) de graduação, de forma articulada aos objetivos do curso e ao perfil do egresso
e em conformidade com este Regulamento e com os regulamentos específicos para os cursos de
graduação.

Art. 15º As ações de extensão previstas nos PPC podem ser disciplinares, interdisciplinares ou
transdisciplinares e, preferencialmente, devem promover a integração entre as diferentes áreas
do conhecimento e propiciar ao estudante uma formação integral, estimulando sua formação

69
como cidadão crítico e responsável, com apoio em princípios éticos.

Art. 16º As ações de extensão, quando integralizadas à matriz curricular dos cursos de graduação,
nas modalidades presencial ou a distância, devem compor, no mínimo, 10% (dez por cento) do
total da carga horária curricular desses cursos, conforme estabelecido na Resolução CNE/CES
nº 7, de 18 de dezembro de 2018.

§ 1º A integralização da extensão à matriz curricular dos PPC não significará necessariamente


aumento na carga horária total do curso.

§ 2º A carga horária destinada ao desenvolvimento de ações de extensão curricularizadas deve


envolver o planejamento, a execução e acompanhamento das respectivas atividades e sua
aplicação prática junto à comunidade externa, como também a avaliação dessas ações.

Art. 16º A curricularização da extensão incidirá sobre a matriz curricular dos PPC dos cursos
de graduação das seguintes formas como disciplina da matriz curricular, que dedica toda ou
parte da carga horária de um período letivo à realização de atividades de extensão;

Art. 17º Na matriz curricular constante dos PPC, deverá estar prevista a carga horária destinada
às ações de extensão curricularizadas.

Parágrafo único. A curricularização de ações extensionistas não implica, necessariamente, a


alteração da ementa dos respectivos componentes.

CAPITULO VI

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 18º A Curricularização da Extensão deve ser implementada nos cursos de graduação do
Centro Universitário até a data prevista na Resolução CNE/CES nº 7, de 18 de dezembro de 2018
e atualizações.

Art. 19º Os casos omissos não previstos neste Regulamento serão dirimidos pelo Conselho
Universitário, no que couber a cada uma delas, observada a legislação pertinente em vigor.

Art. 20º Esta Resolução entra em vigor na data de sua assinatura.

3.2.10. Ações para o Desenvolvimento do Ensino, da Pesquisa e da Extensão


Com o objetivo de implementar o ensino, a pesquisa e a extensão, a UNIFAN
promove eventos que tratam de temas relacionados a esses pilares institucionais para a
potencialização e qualificação da atuação. Sendo eles:

70
a. Feira de Ideias e Negócios (FIN);
b. Colóquio de Pesquisa;
c. Encontro Multidisciplinar;
d. Semanas Acadêmicas;
e. Dia da Empregabilidade;
f. Ações Sociais dentro e fora da IES;
g. Culminância de Projetos Extensionistas Integradores;
h. Semana de Tecnologias;
i. Hackathon;
j. Competição de Robótica.
As políticas institucionais adotadas pela UNIFAN visam à melhoria contínua e,
portanto, constam dos seus documentos oficiais a fim de assegurar o seu compromisso
com o desenvolvimento autossustentável e com a educação de excelência.
O compromisso da Instituição compreende as seguintes políticas:
1. Destacar-se no processo de desenvolvimento da sociedade;
2. Concentrar, na problemática social, o conhecimento, as inovações e as
tecnologias produzidas nas atividades acadêmicas;
3. Estreitar e expandir as relações e parcerias, em todos os níveis, para
realização conjunta de projetos de ensino, pesquisa e extensão;
4. Promover sua permanente avaliação institucional e o cumprimento de seu
papel social;
5. Aperfeiçoar modelo de gestão com base na avaliação e no planejamento
institucional;
6. Consolidar estratégias e meios adequados de comunicação, de modo a atingir
a comunidade interna e a sociedade em geral;
7. Fortalecer os órgãos colegiados;
8. Vincular a política orçamentário-financeira aos objetivos da área acadêmica;
9. Desenvolver outras formas de avaliação e autoavaliação além da CPA.
A gestão da UNIFAN tem como papel principal orientar o funcionamento
institucional, viabilizando a corresponsabilidade dos sujeitos envolvidos, mediante a
participação ativa nos processos de planejamento e execução do projeto institucional.
A formação profissional do egresso do Curso Superior de Tecnologia em Análise
e Desenvolvimento de Sistemas da UNIFAN está alicerçada no desenvolvimento de
71
competências e habilidades para atuar com compreensão da realidade social, cultural,
ambiental e econômica do seu meio. Esta atuação se fará através do exercício do
pensamento crítico e juízo profissional; da análise de dados; da tomada de decisões e
solução de problemas; do gerenciamento; da comunicação oral, escrita e gráfica (no
tocante à especificidade profissional); da construção do conhecimento e
desenvolvimento profissional e da interação social, atuando no sentido da transformação
de realidades e benefício da sociedade, com a consequente melhoria da qualidade de
vida da população.
Ratifica-se que a proposta Curso Superior de Tecnologia em Análise e
Desenvolvimento de Sistemas visa propiciar a formação de profissionais altamente
qualificados para atuar em diferentes realidades. Estes futuros profissionais poderão,
portanto, colaborar efetivamente para uma melhoria da qualidade de vida da população
e contribuir para a ampliação das oportunidades de acesso à formação superior em uma
área cuja atual oferta não é capaz de absorver as demandas da sociedade e do mercado
de trabalho.

4. CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E


DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS
4.1. JUSTIFICATIVA DO CURSO DE ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

Para escolha do curso observa que na era da Informação há uma demanda crescente
por profissionais de Informação e Comunicação, consequência das transformações
decorrentes do desenvolvimento tecnológico nas áreas de informação e comunicação que
afetaram significativamente a sociedade.

Para acompanhar essas transformações, tanto as pessoas quanto as organizações


têm procurado formas mais rápidas para se inserir nesse modelo atual de mercado e os
cursos tecnológicos possibilitam a preparação de profissionais qualificados para esse
contexto. Assim, cada vez mais a Tecnologia da Informação toma importância em nossas
vidas.

Partindo incialmente de uma análise de mercado nacional e até internacional, pode-


se realizar um estudo de demanda de áreas voltadas para computação. Observa-se

72
portando, através do CENSO INEP de 2017, que Análise e Desenvolvimento de Sistemas é
um dos cursos mais procurados na Rede Pública e ocupa o 4º Lugar na rede privada.

Figura 1 – 10 maiores Cursos de Graduação Tecnologico

Fonte: Censo da Educação Superior, 2017.

O Curso de ADS aparece também na relação dos 20 maiores Cursos em Número de


Matrículas.

Figura 2 – 20 Maiores Cursos em Numero de Matriculas

73
Fonte: Censo da Educação Superior, 2017.

O Município de Feira de Santana é o maior do interior do Estado da Bahia, com


população de 609.913 habitantes (IBGE, 2018) e uma distância de 108 km da capital
Salvador. É uma região com elevado poder de polarização, sendo o maior entroncamento
rodoviário, passagem obrigatória de migrantes para todos os pontos do país, constituindo-
se, de modo crescente, num centro de desenvolvimento educacional, comercial, industrial,
de lazer e de construção na região, características que levaram o governador do estado em
2011 a sancionar a Lei Complementar Estadual nº 35, criando a Região Metropolitana de
Feira de Santana, com uma população de 735.486 habitantes (IBGE, 2018).
Há que se atentar também, que em se tratando do maior entroncamento rodoviário do
Norte-Nordeste do país, existe potencialidade em atingir a um público proveniente de outros
municípios da região, a qual Feira de Santana funciona como um polo num raio médio de
100 km, possibilitando o deslocamento sem maior custo e sem a mudança de domicílio do
estudante.
Essa também, uma característica que reforça a necessidade da oferta: formar o
profissional sem que este abandone as suas raízes, fomentando a sua futura fixação no seu
município de origem onde provavelmente reunirá as melhores condições para contribuir de
forma mais decisiva como agente transformador. Essa a vantagem indireta de um curso no
interior do estado: desafogar a grande metrópole e ao mesmo tempo melhorar o nível da
oferta de mão de obra nos pequenos municípios o que em médio prazo significará a melhoria
74
das suas condições gerais de vida, de maneira a favorecer o desenvolvimento do interior do
estado da Bahia.
Como na maioria dos centros urbanos, a cidade de Feira de Santana possui um polo
industrial e um comercio forte, onde percebe-se claramente que as organizações se utilizam
da Informática para alcançar seus objetivos no mundo competitivo e globalizado. A Internet
criou oportunidades de negócios e tornou ainda mais relevante, para as instituições privadas
/ públicas, conectar-se a um universo totalmente novo, com novas oportunidades de lucro e
crescimento.
O Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas tem
como objetivos capacitar os estudantes a analisar, projetar, documentar, especificar, testar,
implantar e manter sistemas computacionais de informação, além de habilitá-los ao
desenvolvimento de Sistemas Web, utilização de ferramentas computacionais,
equipamentos de informática e metodologia de projetos na produção de sistemas. O
desenvolvimento de raciocínio lógico, emprego de linguagens de programação e de
metodologias de construção de projetos, preocupação com a qualidade, usabilidade,
robustez, integridade e segurança de programas computacionais são também propostas do
curso.
Na área de abrangência do Campus da UNIFAN em Feira de Santana, existe muitas
empresas que oferecem serviços na área de informática e que necessitam constantemente
de mão de obra qualificada, principalmente na área de Desenvolvimento de Sistemas, com
demandas atuais de trabalhos presenciais e remotos, podendo o profissional trabalhar para
empresas do Brasil e exterior.
Há uma carência muito grande por profissionais para atuar na área de Tecnologia da
Informação (TI), qualificados para conceber, especificar, desenvolver e implantar aplicações,
e que estas são necessidades das empresas brasileiras, sobretudo as instituições baianas,
onde a UNIFAN se insere. A Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da
Informação Regional Bahia, Asserpro Bahia, informa que a Bahia possui um ecossistema
de empresas de TI que suporta o desenvolvimento de negócios de diversos setores, como
os de Óleo e Gás, Química e Petroquímica, Saúde, Turismo, Agronegócio, Governo e
Comércio. Em seu catálogo de TI, ela aponta empresas dos setores de ERP (Software de
Gestão) | IOT (Internet das Coisas) | Certificação Digital | Desenvolvimento de
Aplicativos, Web e Sistemas | Hospedagem e Cloud Service | Consultoria e Gestão de
TI | Infraestrutura/Manutenção de Hardware | E-Commerce | Outsourcing | CRM | E-
75
Learning | Suporte/Help Desk | Telecom | Big Data | Software | Cyber Security | Teste
de Software. Na categoria ERP Software de Gestão, a Bahia conta com 14 empresas
cadastradas, destas 2 de Feira de Santana, 3 de certificação digital, sendo 1 de Feira de
Santana, 16 de Desenvolvimento de Software, 3 de Feira de Santana, 6 de e-commerce, 1
de Feira de Santana. Realizando uma busca na cidade de Feira de Santana, o site Econodata
em um ranking de faturamento das empresas de Tecnologia da cidade, apresenta ranking
de 50 empresas, como pode ser visto na tabela abaixo:
Tabela 4: Empresas de TI de Feira de Santana

Endereço Setor Faturamento


CNPJ e Nome

44.075-115

23.884.936/0001-28 Rua Juracy Magalhaes, 853 - J-6203-1/00


Ponto Central, Feira de R$ 10,1 milhões
1° HUGGY Santana - BA, 44.075-115 Tecnologia

(HUGGY TECNOLOGIA DA FEIRA DE SANTANA, BA


INFORMACAO LTDA)

44.075-472

Rua Marechal Castelo Branco, J-6209-1/00


52.840.110/0001-65 46-a - Ponto Central, Feira de R$ 7,2 milhões
2° Santana - BA, 44.075-472 Tecnologia
ATTO SISTEMAS
FEIRA DE SANTANA, BA
(ATTO SISTEMAS LTDA)

44.020-005

Avenida Senhor dos Passos, J-6209-1/00


01.077.960/0001-12
633 - Barauna, Feira de R$ 7,2 milhões
3° Santana - BA, 44.020-005 Tecnologia
INVEST COMP
INFORMATICA FEIRA DE
FEIRA DE SANTANA, BA
SANTANA LTDA

44.088-083

50.507.090/0001-80 Avenida Presidente Dutra, J-6204-0/00


1567 - Brasilia, Feira de R$ 7,2 milhões
J J ANDRADE
4° Santana - BA, 44.088-083 Tecnologia
CONSULTORIA
FEIRA DE SANTANA, BA
(J J ANDRADE
CONSULTORIA LTDA)

76
Endereço Setor Faturamento
CNPJ e Nome

Rua Conselheiro Franco, 200 -


01.862.638/0001-02 J-6209-1/00
Centro, Feira de Santana - BA
R$ 7,2 milhões
5° INFO BRAZIL Tecnologia
FEIRA DE SANTANA, BA
INFORMATICA
TECNOLOGIA E VENDAS
LTDA

44.001-232

17.992.846/0001-58 Rua Barao do Rio Branco, J-6203-1/00


1.348 - Centro, Feira de R$ 3,9 milhões
CONEXA
6° Santana - BA, 44.001-232 Tecnologia
(WEBFEIRA ESCRITORIO
FEIRA DE SANTANA, BA
VIRTUAL E TECNOLOGIA
WEB LTDA)

44.001-535

Rua Barao do Rio Branco, J-6202-3/00


1137 - Centro, Feira de R$ 3,9 milhões
7° 04.266.874/0001-46 Tecnologia
Santana - BA, 44.001-535
PROTON SISTEMAS LTDA
FEIRA DE SANTANA, BA

44.089-138
J-6201-5/01
29.639.420/0001-02 Caminho 36, 16 - Brasilia, Feira
R$ 3 milhões
de Santana - BA, 44.089-138
8° Tecnologia
PAGGUE
FEIRA DE SANTANA, BA
(P PAGAMENTOS LTDA)

44.001-535

06.296.862/0001-90 Rua Barao do Rio Branco, J-6209-1/00


1137 - Centro, Feira de R$ 3,0 milhões
9° SERVTI TECNOLOGIA Santana - BA, 44.001-535 Tecnologia

(SERVTI SERVICO DE FEIRA DE SANTANA, BA


TECNOLOGIA LTDA)

44.001-535
J-6209-1/00
Rua Barao do Rio Branco, R$ 3,0 milhões
10° 35.913.716/0001-64 1137 - Centro, Feira de Tecnologia
Santana - BA, 44.001-535
SERVEVAREJO

77
Endereço Setor Faturamento
CNPJ e Nome

(SERVEVAREJO FEIRA DE SANTANA, BA


SERVICOS DE
TECNOLOGIA LTDA)

44.076-040

Rua Felinto Marques de


07.695.982/0001-22 J-6202-3/00
Cerqueira, 877 - Capuchinhos,
R$ 2,4 milhões
Feira de Santana - BA, 44.076-
11° VOIPY TECNOLOGIA Tecnologia
040
(VOIPY TECNOLOGIA E
FEIRA DE SANTANA, BA
CONSULTORIA LTDA)

44.051-605

Avenida Governador Joao


07.003.506/0001-01 J-6319-4/00
Durval Carneiro, 3665 - Sao
R$ 2,2 milhões
Joao, Feira de Santana - BA,
12° IN RESULT Tecnologia
44.051-605
(IN RESULT SERVICOS
FEIRA DE SANTANA, BA
LTDA)

44.075-531

26.143.694/0001-00 Avenida Governador Joao


J-6311-9/00
Durval Carneiro, 1840 a - Ponto
R$ 1,1 milhão
NAO INFORMADO Central, Feira de Santana - BA,
13° Tecnologia
44.075-531
(LINKABR TELECOM
SERVICOS DE FEIRA DE SANTANA, BA
INFORMACAO LTDA)

44.075-472

96.737.374/0001-63 Rua Marechal Castelo Branco, J-6202-3/00


46 - Ponto Central, Feira de R$ 750 mil
TOTAL SOLUCOES
14° Santana - BA, 44.075-472 Tecnologia
EMPRESARIAIS
FEIRA DE SANTANA, BA
(TOTAL SOLUCOES
EMPRESARIAIS LTDA)

44.051-754

Rua Professora Edelvira de J-6209-1/00


Oliveira, 497 - Sao Joao, Feira R$ 718,9 mil
15° 11.467.919/0001-06
de Santana - BA, 44.051-754 Tecnologia
DATA AUTOMACAO
FEIRA DE SANTANA, BA

78
Endereço Setor Faturamento
CNPJ e Nome

(LUFE TECNOLOGIA
EMPRESARIAL LTDA)

44.001-512

Rua Professor Leonidio Rocha, J-6319-4/00


07.917.274/0001-99 383 - Centro, Feira de Santana R$ 604,4 mil
16° - BA, 44.001-512 Tecnologia
AR SAFE CHECK
FEIRA DE SANTANA, BA
(SAFE CHECK CIA LTDA)

44.075-472

24.978.005/0001-51 Rua Marechal Castelo Branco, J-6209-1/00


46-a - Ponto Central, Feira de R$ 600 mil
17° SIMPLES CONTROLE Santana - BA, 44.075-472 Tecnologia

(SIMPLES TECNOLOGIA FEIRA DE SANTANA, BA


DA INFORMACAO LTDA)

44.076-015

07.284.719/0001-40 Avenida Getulio Vargas, 1745 - J-6202-3/00


Capuchinhos, Feira de Santana R$ 503,4 mil
CRIARE SOLUCOES
18° - BA, 44.076-015 Tecnologia
INTELIGENTES
FEIRA DE SANTANA, BA
(SOLUCOES
INTELIGENTES LTDA)

44.001-525

29.566.982/0001-65 Avenida Getulio Vargas, 792 - J-6203-1/00


Centro, Feira de Santana - BA, R$ 480 mil
HB MUTTI CONSULTORIA
19° 44.001-525 Tecnologia
E VENDAS
FEIRA DE SANTANA, BA
(HB CONSULTORIA E
VENDAS LTDA)

44.077-015

08.820.429/0001-37 Avenida Getulio Vargas, 2525 - J-6209-1/00


Santa Monica, Feira de R$ 399,4 mil
SPLENDOR INFORMATICA
20° Santana - BA, 44.077-015 Tecnologia
LTDA
FEIRA DE SANTANA, BA
(SPLENDOR SOFT BRASIL
LTDA)

79
Endereço Setor Faturamento
CNPJ e Nome

44.076-040

Rua Felinto Marques de


19.248.649/0001-54 J-6202-3/00
Cerqueira, 877 - Capuchinhos,
R$ 360 mil
Feira de Santana - BA, 44.076-
21° SDI SOLUCOES Tecnologia
040
(SDI SOLUCOES DIGITAIS
FEIRA DE SANTANA, BA
INTEGRADAS LTDA)

44.067-380

32.548.392/0001-14 Rua Fosfina, 75 - Conceicao, J-6319-4/00


Feira de Santana - BA, 44.067- R$ 360 mil
BRUNO SOUZA
22° 380 Tecnologia
CONTEUDO DIGITAL
FEIRA DE SANTANA, BA
(BRUNO SOUZA SANTOS
LTDA)

44.001-224

22.262.205/0001-88 Rua Doutor Sabino Silva, 1045 J-6209-1/00


- Centro, Feira de Santana - R$ 360 mil
AD HOC SOLUCOES EM
23° BA, 44.001-224 Tecnologia
TECNOLOGIA
FEIRA DE SANTANA, BA
(AD HOC SOLUCOES EM
TECNOLOGIA LTDA)

44.075-472

11.707.347/0001-95 Rua Marechal Castelo Branco, J-6202-3/00


46 - Ponto Central, Feira de R$ 359,4 mil
TOTAL SOLUCOES
24° Santana - BA, 44.075-472 Tecnologia
EMPRESARIAIS
FEIRA DE SANTANA, BA
(JM TECNOLOGIA E
SISTEMAS LTDA)

44.051-682

00.155.232/0001-19 Avenida Maria Quiteria, 2233 - J-6201-5/01


Sao Joao, Feira de Santana - R$ 359,4 mil
BRASIL SOFTWARE
25° BA, 44.051-682 Tecnologia
(BRASIL SOFTWARE
FEIRA DE SANTANA, BA
SOLUCOES
EMPRESARIAIS LTDA)

80
Endereço Setor Faturamento
CNPJ e Nome

44.051-335

21.784.056/0001-54 Avenida Governador Joao


J-6311-9/00
Durval Carneiro, 3665 - Sao
R$ 359,4 mil
MULTIPUBLIK Joao, Feira de Santana - BA,
26° Tecnologia
PRESTACAO DE 44.051-335
SERVICOS
FEIRA DE SANTANA, BA
(J J S SILVA)

44.001-264

Rua Doutor Sabino Silva, 323 - J-6201-5/01


17.857.083/0001-32 Centro, Feira de Santana - BA, R$ 359,4 mil
27° 44.001-264 Tecnologia
N2 SOLUCOES
FEIRA DE SANTANA, BA
(N2 SOLUCOES LTDA)

44.003-210

Rua Conego Cupertino de


J-6311-9/00
Lacerda, 563 - Serraria Brasil,
36.685.356/0001-53 R$ 359,4 mil
Feira de Santana - BA, 44.003-
28° Tecnologia
WT NET COMUNICACAO 210
LTDA
FEIRA DE SANTANA, BA

44.001-248

Rua Leolinda Bacelar Lima, J-6201-5/01


05.003.370/0001-04
563 - Centro, Feira de Santana R$ 359,4 mil
29° - BA, 44.001-248 Tecnologia
SOLUCOESCOM
COMERCIO E SERVICOS
FEIRA DE SANTANA, BA
LTDA

44.001-264

Rua Doutor Sabino Silva, 323 - J-6201-5/01


44.042.087/0001-35 Centro, Feira de Santana - BA, R$ 359,4 mil
30° 44.001-264 Tecnologia
WELLON DIGITAL
FEIRA DE SANTANA, BA
(WELLON DIGITAL LTDA)

44.065-706

Rua Calamar, 339 - Conceicao, J-6311-9/00


Feira de Santana - BA, 44.065- R$ 359,4 mil
31° 12.610.625/0001-54 Tecnologia
706
CONECT MAIS
FEIRA DE SANTANA, BA

81
Endereço Setor Faturamento
CNPJ e Nome

(PJ NET SERVICOS DE


INFORMATICA LTDA)

44.001-304

23.652.227/0001-17 Rua Boticario Moncorvo, 723 - J-6311-9/00


Centro, Feira de Santana - BA, R$ 359,4 mil
32° NET1 INFORMATICA 44.001-304 Tecnologia

(J M B SANTANA FEIRA DE SANTANA, BA


INFORMATICA)

44.001-280

17.891.661/0001-57 Rua Domingos Barbosa de J-6202-3/00


Araujo, 402 - Centro, Feira de R$ 336 mil
DOCTI DIGITALIZACAO E
33° Santana - BA, 44.001-280 Tecnologia
TECNOLOGIA
FEIRA DE SANTANA, BA
(DOCTI DIGITALIZACAO E
TECNOLOGIA LTDA)

44.090-005

31.676.396/0001-15 Avenida Senador Quintino, J-6311-9/00


2227 - Tomba, Feira de R$ 330 mil
34° SHAMMAHINF Santana - BA, 44.090-005 Tecnologia

(SHAMMAH SERVICOS DE FEIRA DE SANTANA, BA


TECNOLOGIA LTDA)

44.001-232

36.486.790/0001-04 Rua Barao do Rio Branco, J-6209-1/00


1644 - Centro, Feira de R$ 319,5 mil
35° INFOATIVA Santana - BA, 44.001-232 Tecnologia

(THIAGO DUARTE DE FEIRA DE SANTANA, BA


SANTANA)

44.001-525

37.868.582/0001-32 Avenida Getulio Vargas, 487 - J-6209-1/00


Centro, Feira de Santana - BA, R$ 315 mil
DIGITEK PRIME
36° 44.001-525 Tecnologia
(DIGITEK PRIME
FEIRA DE SANTANA, BA
TECNOLOGIA DIGITAL
LTDA)

82
Endereço Setor Faturamento
CNPJ e Nome

44.089-138
J-6201-5/01
51.206.653/0001-62 Caminho 36, 16 - Brasilia, Feira
R$ 300 mil
de Santana - BA, 44.089-138
37° Tecnologia
REDING
FEIRA DE SANTANA, BA
(REDING CO LTDA)

44.001-280

Rua Domingos Barbosa de J-6202-3/00


41.842.827/0001-20 Araujo, 519 - Centro, Feira de R$ 300 mil
38° Santana - BA, 44.001-280 Tecnologia
OTTO FINANCAS
FEIRA DE SANTANA, BA
(OTTO SISTEMAS LTDA)

44.089-000

32.965.107/0001-60 Rua Lopes Rodrigues, 335-f - J-6209-1/00


Brasilia, Feira de Santana - BA, R$ 300 mil
39° ESTRELA BEAUTY CLUB 44.089-000 Tecnologia

(DENDE TECH SERVICOS FEIRA DE SANTANA, BA


DE TECNOLOGIA LTDA)

44.050-562

10.275.201/0001-55 Rua G, 118 a - Queimadinha, J-6204-0/00


Feira de Santana - BA, 44.050- R$ 300 mil
40° PORTO10 562 Tecnologia

(PORTO10 TECNOLOGIA FEIRA DE SANTANA, BA


SERVICOS LTDA)

44.075-115
43.152.625/0001-81
Rua Juracy Magalhaes, 560 - J-6201-5/01
ELOS Ponto Central, Feira de R$ 300 mil
41° EMPREENDEDORISMO Santana - BA, 44.075-115 Tecnologia

(ELOS FEIRA DE SANTANA, BA


EMPREENDEDORISMO
LTDA)

J-6201-5/01
44.076-636 R$ 300 mil
42° Tecnologia
13.520.961/0001-79

83
Endereço Setor Faturamento
CNPJ e Nome

LINCE WEB Avenida Getulio Vargas, 2596 -


Parque Getulio Vargas, Feira
(LINCE WEB SOLUCOES de Santana - BA, 44.076-636
LTDA)
FEIRA DE SANTANA, BA

44.001-592

50.685.513/0001-51 Rua Castro Alves, 964 - J-6209-1/00


Centro, Feira de Santana - BA, R$ 300 mil
43° DIGITEK PRIME 44.001-592 Tecnologia

(DIGIPRIME TECNOLOGIA FEIRA DE SANTANA, BA


DIGITAL LTDA)

44.005-280

35.838.248/0001-00 Rua Itacarambi, 152 - Muchila, J-6202-3/00


Feira de Santana - BA, 44.005- R$ 300 mil
ATTESTSIGN
44° 280 Tecnologia
(ATTESTSIGN
FEIRA DE SANTANA, BA
CERTIFICADORA DIGITAL
LTDA)

44.001-280

Rua Domingos Barbosa de J-6202-3/00


36.584.768/0001-05
Araujo, 519 - Centro, Feira de R$ 300 mil
45° Santana - BA, 44.001-280 Tecnologia
VOLLARE
DESENVOLVIMENTO DE
FEIRA DE SANTANA, BA
SOFTWARE LTDA

44.073-450

Avenida Sossego, 275 - J-6202-3/00


34.461.636/0001-52 Registro, Feira de Santana - R$ 300 mil
46° BA, 44.073-450 Tecnologia
R R SOLUTIONS
FEIRA DE SANTANA, BA
(R R SOLUTIONS LTDA)

44.061-070

28.821.154/0001-63 Rua Araripe, 18 - Papagaio, J-6204-0/00


Feira de Santana - BA, 44.061- R$ 300 mil
47° SOFTECH TECNOLOGIA 070 Tecnologia

(SOFTCH CONSULTORIA FEIRA DE SANTANA, BA


EM TECNOLOGIA LTDA)

84
Endereço Setor Faturamento
CNPJ e Nome

44.001-512
31.604.784/0001-90
Rua Professor Leonidio Rocha, J-6319-4/00
LALUMA CERTIFICACAO 222 - Centro, Feira de Santana R$ 286,2 mil
48° DIGITAL - BA, 44.001-512 Tecnologia

(LALUMA PROVEDOR DE FEIRA DE SANTANA, BA


CONTEUDO NA INTERNET
LTDA)

44.078-080

31.624.222/0001-09 Rua Rio Tiete, 250 - Santa J-6202-3/00


Monica, Feira de Santana - BA, R$ 286,2 mil
INTEGRE SISTEMAS E
49° 44.078-080 Tecnologia
TECNOLOGIA
FEIRA DE SANTANA, BA
(INTEGRE SISTEMAS E
TECNOLOGIA LTDA)

44.076-200

10.622.032/0001-82 Rua Sao Domingos, 475 - J-6209-1/00


Capuchinhos, Feira de Santana R$ 285 mil
50° AGENCIA SLIM - BA, 44.076-200 Tecnologia

(SLIM MARKETING FEIRA DE SANTANA, BA


TECNOLOGIA LTDA)

Fonte: Econodata,2022

Outro aspecto apontado como fundamental para a demanda de profissionais na área


de Desenvolvimento de Software é a velocidade de expansão e crescimento do mercado.
Por outro lado, os cursos de graduação em Computação não conseguem qualificar em tempo
hábil os profissionais para atuar na área. Alunos matriculados nesses cursos (Engenharia da
Computação, Ciência da Computação, Sistemas de Informação, Engenharia de Software)
levam, em média, 5 (cinco) anos para a obtenção do diploma e já o curso Tecnólogo, como
o de Análise e Desenvolvimento de Sistemas aqui citado, se conclui com dois anos e meio.
De acordo com o estudo "Demandas de Talentos em TIC e Estratégias em TCEM"
desenvolvido pela Associação das Empresas de Tecnologias da Informação, Comunicação
e Digitais (BRASSCOM), publicado em dezembro de 2021, estimando-se que as empresas

85
de Tecnologias no Brasil precisam de 797 mil talentos de 2021 a 2025, uma média de 159
mil vagas por ano.
No entanto, a oferta atual de 53 mil novos formandos em TIC por ano é insuficiente
para suprir a demanda por novos talentos na área. Portanto, com menos formandos do que
a demanda, está previsto um déficit anual de 106 mil talentos, ou seja, 530 mil em cinco
anos.
Esses números refletem, de acordo com a Brasscom, o rápido crescimento do setor
de Tecnologias e destacam a necessidade urgente de aumentar também a formação
profissional no mesmo ritmo da atual sociedade tecnológica, deixando de ser migrantes para
nativos digitais.
Segundo o estudo da Brasscom, em 2020, os Softwares, Serviços de TDIC e TI In
House teve uma produção de R$154,7 bilhões, o que representou 2,1% do PIB. Em
2020,foram gerados 43.624 novos empregos até setembro de 2021 foram criados 123.544
novos empregos, ou seja, um crescimento de 183,2% em comparação com 2020.
Além disso, as remunerações nos serviços de TDIC, software e TI in House são pelo
menos 2,5 vezes mais altas do que a média salarial nacional de R$ 2.0000, sendo que na
área de desenvolvimento de software é cerca de 2,8 vezes mais alta, com uma média de R$
5.700.
O referido estudo mostra que os maiores investimentos nos próximos quatro anos
serão nas áreas de software e serviços (67,5%) e que 564 milhões (70%) das 797 mil vagas
estimadas estão relacionadas ao domínio de tecnologias, como Big Data & Analytics, Nuvem,
Web Mobile e outras, Inteligência Artificial e Internet das Coisas.
As Pesquisas apresentam evidências globais que apontam um forte crescimento e
desenvolvimento pelas tecnologias no mundo globalizado, seja na indústria, no mercado e
demais setores da sociedade moderna. No Brasil esse crescimento torna-se possível para
alavancar ainda mais os processos tecnológicos e as possibilidades de formação na área
por meio dos Cursos Superiores de Tecnologia, como forma de resposta rápida e emergente
ao atual cenário que cobra respostas imediatas e pessoas qualificadas para o mercado de
trabalho.
Dados do estudo IDC Predictions Brazil 2023, da IDC Brasil, revelam que o setor está
previsto para crescer 6,2%, impulsionado pelo consumo de novas tecnologias pelas
empresas. Segundo uma previsão do Gartner, os investimentos globais em TI devem atingir
US$ 4,7 trilhões em 2023 (R$ 23,3 trilhões).
86
A cidade de Feira de Santana conta com a HUB Feira – Espaço de Inovação e
Tecnologia de Feira de Santana, desde 2021 e já conta com 22 empresas que de mãos
dadas com a HUB, estão fazendo Feira dar um passo importante no caminho da inovação.
O Ecossistema Regional de Inovação se dá nesta articulação entre os diversos atores
locais dos setores empresarial e acadêmico, bem como representantes do poder público e
de entidades da sociedade civil organizada, para que possam interagir entre si e promover o
desenvolvimento através da inovação. Juntamente com o HUB, estão a Prefeitura Municipal
de Feira de Santana, a Universidade Estadual de Feira de Santana, o SEBRAE e o Santana
Valley.
O Hub Feira de Santana, tido como o maior na área de inovação do interior da Bahia,
reúne cerca de 100 startups e também atua, desde 2021, com capacitação tecnológica de
profissionais com o objetivo de mudar o cenário social e econômico da região. Segundo o
CEO do Hub Feira, Breno Caires, surge das necessidades de todos esses elos em ter um
ambiente de inovação e que proporcione o aumento de tecnologia na cidade. Conta ainda
com Hub Residente, voltado para startups e projetos inovadores na região. O programa Hub
Residente tem como objetivo impulsionar o desenvolvimento de startups e projetos
tecnológicos que se encontram nas fases de ideação, prototipação, MVP ou operação inicial.

Ainda, conforme dados da Brasscom1 existe o desafio de atender à demanda de mão


de obra do mercado de TI, o qual cresce a uma taxa média de 6,5% ao ano. Assim, percebe-
se claramente a necessidade de programas de qualificação para a área de desenvolvimento
de software, bem como cursos cujo resultado seja a formação de um profissional com (i)
conhecimentos básicos aplicados e (ii) atendimento à demanda imediata do mundo do
trabalho. Com relação ao primeiro item, acredita-se que isso permitirá a fácil adaptação do
profissional a novas tecnologias. Já o segundo item possibilitará uma rápida inserção do
indivíduo no mundo do trabalho, pois serão abordados temas pertinentes à realidade e
atrelados ao contexto das empresas da região.
Nas últimas décadas, os investimentos em Tecnologia da Informação têm aumentado
mundialmente, ano após ano. Estudo produzido pela Associação Brasileira das Empresas
de Software (Abes) em parceria com o IDC (Internet Data Center), em 2019, indica que a

1
Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias
Digitais

87
utilização de programas de computador desenvolvidos no Brasil representou 30% do
investimento total. O estudo apontou para mais de 19 mil empresas dedicadas ao
desenvolvimento, produção, distribuição de software e de prestação de serviços no mercado
nacional, sendo que 65,7% delas têm como atividade principal o desenvolvimento e a
produção de software ou prestação de serviços. O setor de produção de software representa
1,9% do produto interno bruto (PIB) nacional. Este crescimento no setor vem demandando
uma especialização de mão de obra de forma rápida e assertiva. Há empresas com vagas
em aberto e muitas vezes freando sua expansão por não ter mão de obra capacitada para
atender às demandas.
O cenário atual da indústria baiana, demonstra a necessidade do desenvolvimento
das atividades de ensino e pesquisa no campo da Tecnologia da Informação (TI), com
grandes potencialidades para a formação de mão-de-obra qualificada. Alguns projetos já
demonstram essa demanda desde a época da implantação do curso de ADS, como “Call
Centers” no município de Salvador e de Fábricas de Software, como as da então Unitech
(COM-Braxis) e da Telematic, que hoje empregam um grande número de profissionais
(Programadores e Analistas de Sistemas).
Considerando esse cenário atual do mercado de trabalho, da oferta de cursos
superiores no Brasil, e da história e da tradição da Instituição, foi realizado um estudo sobre
os cursos de tecnologia que poderiam ser oferecidos, concluindo-se que o curso Superior de
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas atenderia a demanda urgente da
sociedade local, aliado a missão de contribuir para a formação integral do ser humano e da
expansão de conhecimento já adquirido na formação de milhares de alunos formados.
De acordo com a pesquisa realizada 2020 pela Fundação Dom Cabral (2020), junto a
profissionais gestores de empresas e equipes de tecnologia, 54% das empresas pretendem
adotar o trabalho remoto e o home office como prática permanente de trabalho. Essa
tendência é confirmada pela pesquisa conduzida pela Global Workplace Analytics (2020) que
identificou que, de 2005 até 2020, a quantidade de pessoas que trabalham remotamente das
suas próprias teve um aumento de 140%. Isso demonstra que os egressos do curso de
Análise e Desenvolvimento de Sistemas se preparam, também, para atuar em um mercado
de tecnologia em nível nacional e global. Concluindo-se portanto, que o mercado para o
Analista de Sistemas está demandando profissionais qualificados, justifica-se a oferta do
Curso na UNIFAN.

88
4.2. ATIVIDADES DO CURSO

As políticas voltadas às Atividades Acadêmicas Complementares na UNIFAN estão de


acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) dos cursos superiores de graduação
e regidas internamente por Resolução própria que define suas diversas modalidades, carga
horária específica de cada modalidade e na sua totalidade, permitindo que o aluno possa
integrar na sua formação estudos e práticas independentes presenciais ou a distância, a
saber: monitorias, programas de iniciação científica, programas de extensão, estudos
complementares e cursos realizados em áreas afins, eventos internos e externos, cursos de
língua estrangeiras e informática, etc.

A UNIFAN em sua política de Atividades Acadêmicas Complementares realiza


eventos voltados para o ensino, a pesquisa e a extensão amplamente divulgados a cada
início de semestre no calendário acadêmico, como: Feira de Ideias e Negócios, Campus
Experience, Hackathon, Workshops, Palestras, Seminários, Congressos, projetos inter e
multidisciplinares que, em sua maioria, envolvem o discente no planejamento, organização
e execução, sob a orientação docente. Muitos desses eventos de cunho acadêmico são
abertos à comunidade externa e constantes nos documentos da UNIFAN: Plano de
Desenvolvimento Institucional e Projeto Pedagógico dos Cursos.
Além desses eventos, durante o curso é oferecida a oportunidade de o estudante
participar de monitoria, projetos de pesquisa e de extensão, sob orientação dos professores
das respectivas disciplinas. O estudante deverá também participar de Seminários,
Congressos, além de Estágios Extracurriculares e Interdisciplinares, sendo-lhe destinado
incentivo financeiro, quando obtiver aceite para apresentação de Trabalhos nos eventos
acadêmico-científicos.
O Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas oferece, ainda, a cada semestre,
palestras com professores visitantes e profissionais renomados, sobre temas da área e afins,
seminários, jornadas e atividades de extensão, inclusive em parceria com outras unidades
de ensino.
As Atividades Complementares, cujos objetivos gerais são os de flexibilizar o currículo
pleno do curso e propiciar aos estudantes o aprofundamento temático e interdisciplinar, são
estimuladas durante todo o curso de modo a que o estudante tenha oportunidade de
enriquecer a formação que lhe é oferecida na Faculdade.

89
No decorrer da graduação, o (a) estudante deverá cumprir, pelo menos, 100 horas de
Atividades Complementares indicadas e reconhecidas pelo Regulamento da Faculdade.
As atividades complementares de monitoria e de iniciação científica e extensão
oferecem suporte à comunidade acadêmica. Devem ser realizadas por estudantes
selecionados que demonstrem interesse e se disponham ao aperfeiçoamento em atividades
de pesquisa e de extensão.
As monitorias funcionam junto às atividades destinadas à flexibilização do currículo,
como é o caso das oficinas e seminários, além das disciplinas teóricas que exijam atenção
mais personalizada dos professores, nas quais os monitores deverão desenvolver atividades
de coordenação de equipes, acompanhamento e identificação das dificuldades dos colegas
e encaminhamento das mesmas para serem solucionadas pelos professores.
Os projetos de iniciação científica e de extensão são pensados a partir das propostas
de pesquisa dos estudantes, professores orientadores ou de entidades conveniadas com a
UNIFAN, que possam se constituir como linhas auxiliares ou como projetos complementares
à formação profissional básica. Tais projetos poderão ainda evoluir para a elaboração do
Trabalho de Conclusão de Curso.

4.3. PERFIL PROFISSIOGRÁFICO


O curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas da UNIFAN,
com base no que estabelecem:
 as Diretrizes Curriculares Nacionais, na Resolução CNE/CES Nº 05, de 16 de
novembro de 2016,
 no Decreto nº 5.154/2004 que regulamenta o § 2º do art. 36 e os arts. 39 a 41 da Lei
nº9.394/96,
 Parecer CNE/CES nº 436/2001, aprovado em 2 de abril de 2001 - Orientações sobre
os Cursos Superiores de Tecnologia - Formação de Tecnólogo.
 Resolução CNE/CP nº 3, de 18 de dezembro de 2002 - Institui as Diretrizes
Curriculares Nacionais Gerais para a organização e o funcionamento dos cursos
superiores de tecnologia.
 Parecer CNE/CES nº 277/2006, aprovado em 7 de dezembro de 2006 - Nova forma
de organização da Educação Profissional e Tecnológica de graduação.

90
 Parecer CNE/CES nº 239/2008, aprovado em 6 de novembro de 2008 - Carga
horária das atividades complementares nos cursos superiores de tecnologia.
 Resolução CNE/CP nº 1, de 5 de janeiro de 2021 - Define as Diretrizes Curriculares
Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica.
 Parecer CNE/CP nº 30/2022, aprovado em 8 de novembro de 2022 - Proposta de
estruturação dos catálogos nacionais de cursos de Educação Profissional e
Tecnológica em áreas tecnológicas. Eixos Tecnológicos e as Áreas Tecnológicas
Organizadoras do Catálogo de Cursos Técnicos e Tecnológicos.
 Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia 2016

Pretende formar um Analista de Sistemas, com formação generalista e humanista,


crítico e ético, capazes de atuar no desenvolvimento de soluções baseadas em Tecnologia
da Informação para os processos de negócio das organizações, assegurando-lhes o suporte
necessário para suas operações, com capacidade de investigação, análise, que possa
propor, desenvolver e manter soluções eficientes diante de um contexto de desafios
sociotécnicos da Análise de Sistemas. A UNIFAN pretende ainda, formar um profissional
capaz de se inserir nos respectivos contextos profissionais com autonomia, solidariedade,
postura crítica e reflexiva, comprometida com o desenvolvimento local, regional e nacional
sustentáveis, que vise à construção de uma sociedade justa e democrática.
A formação do Analista de Sistemas pela UNIFAN pretende ressaltar as
características inerentes à formação acadêmica de todos os profissionais de computação
como estratégias para levar os alunos a aprender a aprender, que engloba aprender a ser,
aprender a fazer, aprender a viver juntos e aprender a conhecer, como forma de promover o
desenvolvimento da autonomia e da capacidade de discernimento, numa perspectiva de
garantir a integralidade da atenção do profissional e a qualidade e a humanização do seu
atendimento aos indivíduos, às famílias e às comunidades.
Em suma, o profissional estará apto ao mercado de trabalho fortalecido na articulação
da teoria com a prática, valorizando a pesquisa individual e coletiva, reconhecendo o papel
social do Analista de Sistemas, o domínio de métodos e de técnicas de desenvolvimento de
software, disposição para trabalhar em equipe nas diferentes atividades envolvidas na
produção de software e para aprender novos conceitos e ferramentas com autonomia, além
de não ter receio de lidar com situações desafiadoras, ajudando a solucionar problemas da

91
área da Computação, Tecnologias da Informação e Comunicação na região Nordeste,
especialmente na região metropolitana de Feira de Santana – BA.
O perfil profissional do Curso Superior de Tecnologia em Análise de Sistemas foi
elaborado a partir da concepção e dos objetivos da UNIFAN, tendo em vista as
peculiaridades regionais - a Região de Feira de Santana e o Estado da Bahia - o mercado
de trabalho nacionalmente instituído, as mudanças socioeconômicas e tecnológicas e a
legislação que disciplina a formação de recursos humanos para a área da Computação e
Tecnologias da Informação e Comunicação.
Neste sentido o Curso Superior de Tecnologia em Análise de Sistemas ora proposto
apresenta com requisitos básicos na sua concepção:
 Proporcionar uma sólida formação geral e específica dos temas propostos;
 Proporcionar ao lado da formação técnica uma formação humanística e social,
tendo uma vista à necessidade de interações com a comunidade;
 Considerar o nível de graduação como uma etapa do processo de formação,
permitindo acompanhar a dinâmica do mercado de trabalho e as
transformações sociais e tecnológicas;
 Fortalecer a integração teórico-prática, com atividades planejadas e orientadas;
 Fornecer ao profissional capacitação técnica e senso crítico permitindo atuação
de forma ativa no processo de transformação das tecnologias;
 Permitir o desenvolvimento da capacidade criativa, empreendedora, intervindo
nos grandes problemas computacionais da sociedade e buscando soluções
inovadoras.
Deve ser priorizada a utilização de métodos de ensinagem e aprendizagem que
possibilitem a interação do aluno com o facilitador do processo de conhecimento:
contemplando a abordagem de temas, observando o equilíbrio teórico-prático, desvinculado
da visão tecnicista, permitindo na prática e no exercício das atividades a aprendizagem da
arte de aprender; buscando a abordagem precoce de temas inerentes às atividades
profissionais de forma integrada, evitando a separação entre ciclo básico e profissional;
favorecendo a flexibilização curricular de forma a atender interesses mais
específicos/atualizados, sem perda dos conhecimentos essenciais ao exercício da profissão;
disponibilizando tempo para a consolidação dos conhecimentos e para as atividades
complementares objetivando progressiva autonomia intelectual do aluno; desenvolvendo
atitude investigativa que favoreça o processo contínuo de construção do conhecimento, por
92
meio da pesquisa e da extensão; comprometendo o aluno com o desenvolvimento científico
e a busca do avanço técnico associado ao bem-estar, à qualidade de vida e ao respeito aos
direitos humanos.
Capacitado a atuar com senso de responsabilidade social e compromisso com a
cidadania, como desenvolvedor de tecnologias, o egresso do Curso Superior de Tecnologia
em Análise e Desenvolvimento de Sistemas da UNIFAN será preparado, com uma sólida
formação em produção de software, sólida formação em Ciência da Computação, visando a
criação de sistemas de software de alta qualidade de maneira sistemática, controlada, eficaz
e eficiente, que levem em consideração questões éticas, sociais, legais e econômicas.
E para isso o ensino da Análise e Desenvolvimento de Sistemas da UNIFAN abrange
a função profissional, que visa à formação técnico-científica, a formação de pesquisadores
em computação e empreendedores, que percebam e atendam as demandas da população,
empresas privadas, públicas, indústrias e demais setores; a função social, buscando atender
necessidades do país e, principalmente, regional / local. Além de estimar por uma formação
norteada por princípios gerais que visam desenvolver um forte compromisso com uma
perspectiva científica e o exercício da cidadania, através de uma rigorosa postura ética.

Objetivo geral

O objetivo geral do Curso Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas é promover


a educação profissional e de qualidade, na área de análise e desenvolvimento de sistemas,
relacionando e articulando os processos de ensino, pesquisa e extensão visando uma
formação humanística, crítica e técnica para promoção do desenvolvimento social,
econômico e ético da região, e, por consequência, do país.

O objetivo é a formação de profissionais capazes de compreender e atender às


demandas das áreas de Desenvolvimento de Sistemas. Um profissional que projeta,
implementa, testa, implanta, mantém, avalia e analisa sistemas computacionais de
informação; selecionando, especificando e utilizando metodologias, tecnologias e
ferramentas de Engenharia de software, linguagens de programação e bancos de dados;
coordenando também equipes de produção de software.

93
Objetivos Específicos

São objetivos específicos do Curso Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de


Sistemas da UNIFAN:

- Contribuir para a formação integral dos formandos, necessária à atuação


responsável e idônea da atividade profissional, sintonizada com as necessidades e
expectativas dos setores sociais, dos governos e das empresas em afinidade aos
planos de desenvolvimento da região e do país;

- Desenvolver os conteúdos, as competências e habilidades fundamentais à


formação profissional;

- Incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando o


desenvolvimento da ciência e da tecnologia, aprimorando o desenvolvimento
tecnológico acumulado ao longo dos tempos;

- Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento profissional e cultural;

- Desenvolver atitude investigativa que favoreça o processo contínuo de construção


do conhecimento, por meio da investigação científica e da extensão, evitando a
separação entre teoria e prática;

- Assegurar a articulação entre o ensino, investigação científica e extensão,


garantindo uma sólida formação generalista, estimulando o conhecimento do mundo
presente, em particular dos problemas regionais, prestando serviços à comunidade
através da promoção da extensão, aberta à participação da população, visando a
difusão das conquistas e benefícios resultantes da pesquisa científica e tecnológica
e da criação cultural geradas na Instituição;

- Estimular as dinâmicas de trabalho em grupos que propiciem as relações


interpessoais e intergrupais, discussão e construções coletivas e para, inclusive,
favorecer o trabalho de extensão comunitária;

- Valorizar as dimensões éticas e humanísticas, desenvolvendo no estudante


atitudes e valores orientados para a cidadania e a prática profissional focando na
realidade do Nordeste, Bahia e mais precisamente Feira de Santana e região;

94
- Disponibilizar tempo para a consolidação dos conhecimentos e para as Atividades
Complementares Obrigatórias objetivando progressiva autonomia intelectual do
estudante;

- Promover a divulgação de conhecimentos técnicos, científicos e culturais, que


constituem patrimônio da Humanidade, e comunicar o saber através do ensino, das
publicações e de outras formas de comunicação.

- Capacitar o discente a analisar, projetar, documentar, implementar, testar,


implantar e manter sistemas computacionais e processos de desenvolvimento de
softwares.

- Capacitar o discente a conhecer e utilizar adequadamente os princípios de


armazenamento e tratamento dos dados.

- Capacitar o discente a conhecer os conceitos básicos de arquitetura de


computadores. Capacitar o discente a gerenciar projetos e liderar equipes
relacionadas à TI, com o uso de metodologias e processos avançados.

- Capacitar o discente a elicitar, especificar e gerenciar requisitos de software e o


projeto de interfaces.

- Desenvolver competências para a tomada de decisões estratégicas sobre a adoção


de políticas e metodologias para o desenvolvimento de sistemas nas organizações.

- Desenvolver raciocínio crítico, analítico, lógico e matemático, que possa ser


utilizado na formulação de soluções para problemas práticos e reais do mundo do
trabalho.

Perfil do egresso

O Egresso do Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas é um profissional


apto a analisar, projetar, implantar e gerir sistemas de informação, utilizando-se de
tecnologias de informação adequadas, que possam solucionar variados problemas
organizacionais. Com capacidade de negociação, ético, ativo, provocador de decisões,

95
empreendedor e inovador dentro das organizações. Será um agente proativo, dotado de
visão própria, capaz de utilizar a Informática e a TI para o desenvolvimento corporativo.

O curso capacita o egresso na busca de soluções para os problemas do mundo real,


por meio da análise, projeto e desenvolvimento de sistemas. O egresso terá a capacidade
de compreender o impacto das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) para
atendimento das necessidades da sociedade e das organizações, agindo de forma criativa,
critica e sistêmica. Ele terá a capacidade de empreender negócios na área de TI, com ética
e responsabilidade. Desenvolverá a capacidade de auto aprendizado, a fim de atualizar seus
conhecimentos, competências e habilidades, acompanhando a evolução da tecnologia, da
sociedade e do mundo do trabalho. Desenvolver capacidade de comunicação interpessoal,
desenvolvendo, compreendendo e interpretando documentos, gráficos, diagramas e
símbolos, dada a forte base nas áreas de formação básica em computação; projeto e
engenharia de software; programação; e gestão.

De acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia (Ministério


da Educação e Cultura, 2016):

O Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas é o profissional que


analisa, projeta, desenvolve, testa, implanta e mantém sistemas
computacionais de informação. Avalia, seleciona, especifica e utiliza
metodologias, tecnologias e ferramentas da Engenharia de Software,
linguagens de programação e bancos de dados. Coordena equipes de
produção de softwares. Vistoria, realiza perícia, avalia, emite laudo e parecer
técnico em sua área de formação[...].

5. CONCEPÇÕES DIDÁTICO-PEDAGÓGICAS

As concepções didático-pedagógicas aqui apreendidas, centram-se na inovação


pedagógica, no protagonismo discente, na aprendizagem significativa e duradoura, na
interdisciplinaridade, flexibilidade e problematização dos processos de ensinagem e
aprendizagem.
Esses são elementos conceptuais que se imbricam ao modelo de competências.
A ideia do desenvolvimento de competências no âmbito educativo, não é algo novo. Mas,
no Brasil, a ampliação dessa discussão se dá por volta dos anos 1990.
Concomitantemente, nesse período, foram publicizadas as primeiras Diretrizes

96
Curriculares (DCN), por meio de Resoluções do Ministério da Educação, já
contemplando a noção de competências, tendo em vista as demandas cotidianas e a
percepção de que a formação, em todos os níveis, se distanciava da realidade. Essa
síntese refletia-se em afirmações como: a realidade é muito distante da teoria; a vida não
é como a universidade prevê; teoria e prática não dialogam. Desde então, cada unidade
de ensino, em todo o território nacional, precisou elaborar seus Projetos Pedagógicos de
Curso conforme orientações que parametrizam a Educação Formal.
Sabe-se, no entanto, que o adentramento das competências no contexto da
educação tem sido marcado por tensão e desconfiança dos teóricos críticos que veem
nessa lógica, uma volta ao tecnicismo (neotecnicismo), orientada tão somente, por
objetivos instrucionais e a consequente perda da possibilidade relacional do conceito e
suas mediações pedagógicas, assim como o lembrete de que a centralidade cognitiva
desse conceito [competência] pode evocar também, uma visão psicologizante da gestão
do aprendizado. (MACEDO, 2008).
Há ainda os que apontam para a lógica das competências como um mecanismo
perverso onde os sujeitos são deixados à própria sorte de seu desenvolvimento pessoal
e profissional, tendo que assumir sozinhos todos os riscos de um processo de
profissionalização muitas vezes marcado por completa precarização do processo
formativo. (KUENZER, 2001).
Em que pesem as críticas e os dissensos, as orientações curriculares oficiais
apontam para o desenvolvimento das competências como um modo de superar a
fragmentação dos currículos disciplinares e as formações que privilegiam o
abstracionismo formativo, sendo, portanto, uma explícita orientação para as instituições
e seus currículos.
No contexto do currículo por competências, Macedo (2008) aponta a necessidade
de se assumir as seguintes atitudes didático-pedagógicas a fim de ter sentido tal opção
organizativa:
a. Valorização da transposição didática;
b. Globalização dos saberes;
c. Uso de ideias-chave ou noções-núcleo como orientação dos módulos de
aprendizagem;
d. Aprendizagem para e pelas situações e cenários de trabalho;
e. Tradução dos conteúdos em objetivos flexíveis;
97
f. Envolvimento dos alunos em projetos de trabalho;
g. Planejamento de problemas com estratégias para sua resolução;
h. Interesse pelos processos de aprendizagem dos alunos (mecanismos
permanentes de monitoramento e auto monitoramento da aprendizagem);
i. Avaliação como observação processual (formativa);
j. Avaliação centrada nas evidências de desempenho demonstrado em situações
mais próximas possíveis daquelas que os alunos enfrentarão na realidade.
Nesse caso, haverá necessidade de fazer uso de indicadores flexíveis e
instrumentos avaliativos de registro. Sabe-se que a compreensão do conceito de
competências também não é consensual. Dentre tantas definições, opta-se por
apresentar as dos seguintes autores:
a. A capacidade de agir, em situações previstas e não previstas, com rapidez e
eficiência, articulando conhecimentos tácitos e científicos a experiências de vida e
laborais vivenciadas ao longo das histórias de vida. (KUENZER, 2001, p. 11).
b. Um conjunto de saberes e habilidades que os aprendentes incorporam por meio
da formação e da experiência, conjugados à capacidade de integrá-los, utilizá-los,
transferi-los em diferentes situações. (MACEDO, 2008, p. 93).
c. Uma combinação de capacidades (habilidades), conhecimentos, atitudes e
condutas dirigidas a execução correta de uma tarefa, num contexto definido. Uma forma
de atuar em que as pessoas utilizam seu potencial para resolver problemas ou fazer algo
numa situação concreta. (LIZÁRRAGA, 2010, p. 9).
d. Competência é a aptidão para enfrentar, de modo eficaz, uma família de situações
análogas, mobilizando a consciência, de maneira cada vez mais rápida, pertinente e
criativa, múltiplos recursos cognitivos: saberes, capacidades, micro competências,
informações, valores, atitudes, esquemas de percepção, de avaliação e de raciocínio.
(PERRENOUD, 2001).
e. Competência consistirá na intervenção eficaz nos diferentes âmbitos da vida
mediante ações nas quais se mobilizam, ao mesmo tempo e de maneira inter-
relacionada, componentes atitudinais, procedimentais e conceituais. (ZABALA, 2010, p.
37).
De todo modo, competência é uma expressão frequente e que estruturará as
discussões sobre os aspectos didático-pedagógicos.

98
5.1. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
A formação do Analista de Sistemas tem por objetivo dotar o profissional dos
conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades
gerais, de área e específicas.
Na estruturação do texto das competências, optou-se pelo modelo proposto por
Lizárraga (2017), respondendo às perguntas norteadoras (O quê? Como? Para que?).

Tabela 5: Competências Gerais Institucionais


CÓDIGO DA CATEGORIA COMPETÊNCIA
COMPETÊNCIA

DM Desenvolvimento Formar profissionais que detêm habilidades e


Multidisciplinar conhecimentos em diversas áreas do
conhecimento adquiridas em atividades
interdisciplinares, baseadas em ações
integradoras, além dos conhecimentos
específicos em suas áreas de atuação
reforçados a partir da relação teórico-prática
objetivando atingir resultados positivos através
da compreensão do todo, acompanhando as
mudanças e as tecnologias do comportamento
humano de forma linear e visando colaborar
com o resultado final.

CGPI Pesquisa e Relacionar as áreas do conhecimento


Interdisciplinaridade constituídas vertical e horizontalmente, por
meio de imersões em atividades de pesquisa e
extensão interdisciplinares e integradoras,
embasadas na indissociabilidade entre teoria e
prática, com vistas a plena atuação profissional
em um cenário dinâmico e complexo.

CGH Humanização Desenvolver ações humanizadas,


fundamentadas em práticas de cidadania com
princípios éticos, estabelecendo relação com a
comunidade externa, enaltecendo a
preocupação com a responsabilidade social,
além de atuar em atividades que dão suporte
para a sustentabilidade ambiental. No âmbito
de valores como capacidade de adaptação,
independência e expansão do conhecimento.

99
CGRS Responsabilidade Intervir no micro e macro espaço social, com
Social base nos princípios da ética e cidadania,
através de situações reais de aprendizagem no
campo de atuação profissional, para a
potencialização do desempenho centrado nos
processos de humanização e responsabilidade
socioambiental.

CGIE Inovação e Atuar com criatividade, com vistas ao


empreendedorismo desenvolvimento de atividades de forma
dinâmica a fim de diferenciar sua atuação
profissional de forma a ser destaque positivo
entre os demais profissionais sendo os
mesmos agentes de transformação e
mudança.

CGPCR Pensamento Crítico- Desenvolver a(s) habilidade(s) de receber o


Reflexivo conhecimento oferecido, de maneira a
analisar, questionar e criticar, refletindo sobre
sua relevância, aplicabilidade e sentido, ou
seja, estar em busca da verdade, onde o foco
deste pensamento seja a melhor tomada de
decisões. Questionar fontes de dados, além de
estimular o desejo de buscar informações,
pesquisar e conhecer o mundo de maneira
autônoma e espontânea, na perspectiva de
formar cidadãos pensantes, que expressem
seu parecer e posicionamento, atuando dentro
de um processo interativo e dinâmico.

CGL Linguagens Dominar diferentes linguagens, por meio de


processos dialógicos e vivências coerentes
com o exercício profissional, de modo que
manifeste pensamento crítico-reflexivo
fundamentado e cor responsabilização pelo
contexto em que vive.
Fonte: NDEs dos cursos da UNIFAN.

Tabela 6: Competências do Curso Superior de Tecnologia em Análise e


Desenvolvimento de Sistemas
CÓDIGO DA CATEGORIA COMPETÊNCIA
COMPETÊNCIA

GTI Governança de Investigar, compreender e estruturar as


Tecnologia da características de domínios de aplicação em
Informação diversos contextos que levem em consideração
questões éticas, sociais, legais e econômicas,
individualmente e/ou em equipe;

100
PS Processos de Compreender e aplicar processos, técnicas e
Software procedimentos de construção, evolução e
avaliação de software;

AS Análise de Analisar e selecionar tecnologias adequadas para


Sistemas a construção de software;

GPS Gerência de Conhecer os direitos e propriedades intelectuais


Projeto de inerentes à produção e utilização de software;
Software

IS Integração de Integrar sistemas de software;


Software

GPS Gerência de Aplicar adequadamente normas técnicas;


Projeto de
Software

AS Análise de Exercer múltiplas atividades relacionadas a


Sistemas software como: desenvolvimento, evolução,
consultoria, negociação, ensino e pesquisa;

GPS Gerência de . Conceber, aplicar e validar princípios, padrões e


Projeto de boas práticas no desenvolvimento de software;
Software

AS Análise de Analisar e criar modelos relacionados ao


Sistemas desenvolvimento de software;

PITI Políticas e Identificar novas oportunidades de negócios e


Inovação em desenvolver soluções inovadoras;
Tecnologia da
Informação

AS Análise de Identificar e analisar problemas avaliando as


Sistemas necessidades dos clientes, especificar os
requisitos de software, projetar, desenvolver,
implementar, verificar e documentar soluções de
software baseadas no conhecimento apropriado
de teorias, modelos e técnicas
Fonte: NDE do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
da UNIFAN.

Para consolidação de tais conhecimentos e competências, a matriz curricular


articula disciplinas que compreendem desde a concepção do software, até sua
manutenção, levando em consideração os aspectos inerentes ao processo e a
gestão. As disciplinas apresentadas na matriz se dividem em aulas teóricas e
práticas. Desta maneira, procura-se formar um profissional completo, que tenha o

101
conhecimento de teoria e também a maturidade no desenvolvimento prático. Tais
aulas são ministradas em laboratórios adequadamente equipados. O aluno egresso
estará habilitado a prosseguir na pós-graduação nas modalidades lato sensu e stricto
sensu.

5.2. CAMPOS DE ATUAÇÃO

O curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas pretende constituir profissionais


com uma formação acadêmica, científica e prática sobre os conceitos teóricos, tecnológicos
e gerenciais dentro da área de Desenvolvimento de Sistemas.

O Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas poderá atuar em:

 Empresas de planejamento, desenvolvimento de projetos, assistência técnica e


consultoria.
 Empresas de tecnologia.
 Empresas em geral (indústria, comércio e serviços).
 Organizações não-governamentais.
 Órgãos públicos.
 Institutos e Centros de Pesquisa.
 Instituições de Ensino, mediante formação requerida pela legislação vigente.

5.3. ESTRUTURA CURRICULAR

A estrutura curricular do curso considera a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a


acessibilidade metodológica, a compatibilidade da carga horária total (em horas/relógio).
Além disso, evidencia a articulação da teoria com a prática e a oferta do componente
curricular LIBRAS. Explicita claramente a articulação entre os componentes curriculares no
percurso de formação e apresenta elementos comprovadamente inovadores.

O Projeto Pedagógico do Curso de Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de


Sistemas da UNIFAN foi elaborado em consonância com os dispositivos legais vigentes e

102
nas Diretrizes Curriculares Nacionais elaboradas pela Comissão de Especialistas de Ensino
da área da Computação, e considerando o que consta do Parecer CNE/CES nº 136/2012,
homologado por Despacho do Senhor Ministro de Estado da Educação, publicado no DOU
de 28 de outubro de 2016.

O Projeto Pedagógico do Curso de Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de


Sistemas privilegia a flexibilidade curricular, a visão interdisciplinar, a formação global, a
articulação entre teoria e prática, o predomínio da formação sobre a informação, a
capacidade para lidar com a construção do conhecimento de maneira crítica e o
desenvolvimento de competências, habilidades e atitudes formativas. O processo ensino-
aprendizagem, baseado no processo dialógico, privilegia a articulação da teoria com a prática
e pressupõe a pertinência dos conteúdos programáticos para a formação de um profissional
generalista.

O Currículo do Curso de Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas da


UNIFAN foi elaborado objetivando estimular a aquisição integrada dos conhecimentos
básicos, teóricos e práticos que permitam ao tecnólogo o competente exercício de sua
profissão.

 Flexibilidade Curricular
A flexibilidade curricular segue a tendência atual de permitir que o próprio estudante
delineie seu caminho na construção do conhecimento. As áreas de atuação nos estágios, a
participação em projetos de pesquisa, extensão, dentre outros, serão caminhos construídos
pelos estudantes durante a sua formação.

No 4º e 5º semestres do Curso são ofertadas disciplinas optativas de livre escolha


pelo estudante, dentro de uma lista previamente estabelecida pela UNIFAN, que se volta à
flexibilização da Matriz Curricular. A inserção de disciplinas optativas proporciona à
comunidade acadêmica a oportunidade de aprofundamento em temas de interesses a serem
atualizados conforme as demandas específicas, tais como avaliação pós-ocupação,
processos de gestão de projetos e obras, ergonomia e segurança do trabalho e gestão
urbano-ambiental.

As ementas, sobretudo as de Programação, propiciam a inclusão de temas


emergentes que estejam em evidência no meio da computação, sendo a organização da

103
Matriz Curricular adequada à flexibilidade para acompanhamento das novas vertentes da
área de desenvolvimento de sistemas.

 Interdisciplinaridade
A interdisciplinaridade é primordial dentro dos cursos da área de computação, visto a
interação entre esta área e outras áreas do conhecimento. É importante que os estudantes
trabalhem de forma interdisciplinar desde o início do curso. É necessário promover o diálogo,
a troca, a interação entre os saberes das diversas disciplinas do curso. Esta
interdisciplinaridade pode ser promovida através da análise e compreensão de um objeto
complexo ou do desenvolvimento de um projeto, aproximando as diversas disciplinas. Dentro
desta perspectiva, sugere-se que os cursos de tecnologia promovam projetos com caráter
interdisciplinar, buscando a integração entre o conhecimento de algumas disciplinas de uma
determinada etapa do curso e a articulação destes conhecimentos. Estes projetos devem
buscar a interdisciplinaridade utilizando a transversalidade. Os projetos devem relacionar a
teoria com a prática, contextualizando os conteúdos trabalhados nas disciplinas. Os projetos
podem utilizar tutorias a fim de trazer situações do mercado de trabalho relacionado aos
conhecimentos do curso, aproximando os conhecimentos com as necessidades da
sociedade, das organizações. Trabalhando na modalidade de projetos além de aliar a teoria
à prática, os estudantes têm a oportunidade de desenvolver a capacidade de pesquisa, de
resolução de problemas, habilidades de tomada de decisão e senso crítico, capacidade de
planejamento, capacidade de relação interpessoal relacionadas com o trabalho em grupo, a
relação de conflitos, liderança, etc.
 Carga Horária
Para cumprimento dos conteúdos, a duração mínima do Curso de tecnólogo em
Análise e desenvolvimento de Sistemas da UNIFAN será de 5 semestres (dois anos e meio)
e máxima de 8 semestres (4 anos), compreendendo uma carga horária de 2.000 horas/aula,
conforme exigido no Art.1º da Resolução CNE/CES nº 02/2007 que dispõe sobre carga
horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de
graduação, bacharelados, na modalidade presencial.

 Integração Ensino, Pesquisa, Extensão


A política de integração do ensino, pesquisa e desenvolvimento da UNIFAN objetiva
instruir os alunos quanto a sua importância, visando ao seu comprometimento social, dada
a existência de constante preocupação da instituição quanto ao incentivo à pesquisa
104
tecnológica e sua aplicabilidade prática. Desta forma, reafirma-se a indissolubilidade do
ensino, da pesquisa e da extensão nas atividades curriculares do curso de Tecnologia em
Análise e Desenvolvimento de Sistemas, alicerçada na formação do homem para exercício
da cidadania. Os projetos de pesquisa a serem desenvolvidos, no decorrer do curso
deverão, além do enfoque técnico, estar interligados com outras áreas de conhecimento,
de forma a caracterizar um trabalho interdisciplinar que atenda aos reais problemas da
comunidade. Esses projetos poderão se constituir em elementos norteadores para a
elaboração dos Projetos Integradores. Além disso, serão submetidas propostas de iniciação
científica, conforme disponibilização de editais, visando à aproximação dos alunos com a
pesquisa científica aplicada e desenvolvimento de soluções inovadoras e de transformação
social. Serão incentivadas práticas de pesquisa de forma que o aluno seja introduzido de
forma adequada à pesquisa científica e utilize o método científico nos seus projetos. O
ensino também será integrado a ações de extensão, de forma a promover iniciativas de
interação com a comunidade por meio de cursos, projetos, palestras, feiras, consultorias e
ações gerais de disseminação do conhecimento. Esse é um alicerce fundamental na
formação profissional e ética, no que se refere a olhar para as necessidades externas ao
ambiente de ensino e pela troca de experiências que possam favorecer a população em
geral.
Segue-se, então, a Curricularização da Extensão, que é o processo de inclusão de
atividades de extensão no currículo dos cursos, considerando a indissociabilidade do
ensino e da pesquisa. Entre seus objetivos está a formação integral dos estudantes para
sua atuação profissional, bem como a promoção da transformação social. As diretrizes da
resolução citada acima regulamentam as atividades acadêmicas de extensão dos cursos
de graduação na forma de componentes curriculares para estes cursos. O regulamento
prevê a obrigatoriedade de, no mínimo, 10% (dez por cento) do total de créditos curriculares
exigidos para a graduação em programas e projetos de extensão universitária, orientando
sua ação, prioritariamente, para áreas de grande pertinência social. A extensão é entendida
como um processo educativo, político, social, científico, tecnológico e cultural, que promove
a interação dialógica e transformadora entre a UNIFAN e a sociedade, de forma
indissociável ao ensino e à pesquisa. A atuação da extensão deve atender: ao
desenvolvimento tecnológico e social; aos direitos humanos e justiça, ao estágio e ao
emprego, às atividades culturais e artísticas ou ao empreendedorismo. A extensão,
segundo essa perspectiva, poderá ser cumprida por meio de atividades que envolvam as
105
seguintes modalidades: programas, projetos, cursos e oficinas, eventos e prestação de
serviços. Dentro da matriz curricular, as disciplinas Projeto Integrador: Sistemas
Operacionais, Linguagem de Programação, Projeto Integrador: Arquitetura de
Computadores, Projeto Integrador: Engenharia de Software, Redes de Computadores e
Segurança da Informação, Programação Back End, Programação Front End, Projeto
Integrador: Computação em Nuvem, Desenvolvimento de Jogos, Projeto Integrador:
Programação para Dispositivos Móveis, Empreendedorismo, contemplam carga-horária de
atividades de extensão, totalizando 220 horas. O discente realizará junto à comunidade da
região atividades relacionadas à área de atuação, de forma gratuita, como forma de
vivenciar o que foi apreendido em sala de aula. Estas ações serão planejadas e executadas
pelos discentes e supervisionadas pelos professores. A instituição, portanto, visa à
integração entre ensino, pesquisa e extensão como garantia de que seu projeto institucional
e pedagógico seja relevante tanto para o desenvolvimento acadêmico e científico quanto
para a promoção social, política e cultural da comunidade regional.

 Integração Teoria e Prática


A relação teoria e prática é entendida como eixo articulador da produção do
conhecimento na dinâmica do currículo. O desenvolvimento da autonomia do estudante
relaciona-se com os processos de construção e reconstrução do conhecimento.

A prática e a ampliação dos conhecimentos adquiridos, a partir de experiências


obtidas em oportunidade de formação externa, tais como cursos extracurriculares,
seminários, feiras, atividades culturais, farão parte dos processos formativos do estudante,
considerando que sua formação não se restringe à sala de aula.

A relação entre teoria e prática permeia, portanto, por todos os níveis da graduação e
se fortalece nas atividades complementares, estágios e projetos integrados que possibilitem
a abordagem de problemas reais e o intercâmbio com os setores da vida social e produtivos.

As práticas curriculares, em consonância com o disposto no Decreto nº. 5.154/2004,


que regulamenta o § 2º do art. 36, e os arts. 39 e 41 da LDB, engendrarão premissas da
educação profissional, articulando o trabalho, a ciência e a tecnologia, tendo o trabalho como
princípio educativo e a indissociabilidade entre teoria e prática materializada no currículo. O

106
Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de
Sistemas está estruturado e organizado, ainda, de acordo com as Diretrizes Curriculares
Nacionais para os Cursos Superiores de Tecnologia estabelecidas pelo Parecer CNE/CP nº
29/2002, pela Resolução CNE/CP nº 3/2002 e Catálogo Nacional de Cursos Superiores de
Tecnologia (2016).

A carga horária total do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento


de Sistemas da UNIFAN compreende 2100 horas, sendo distribuídas em componentes
curriculares obrigatórias de formação geral (básica), humanística e específica (técnica),
Trabalho de Conclusão de Curso e as horas para Atividades Complementares.

O curso está organizado em regime semestral com duração de 5 (cinco) semestres,


na proporção de um semestre para cada período letivo, sendo cada um deles integralizado
por componentes curriculares. O tempo máximo para integralização do curso é de 10 (dez)
semestres. Os conhecimentos organizados no currículo devem ser tratados em sua
completude nas diferentes dimensões da vida humana, integrando ciência, tecnologia,
cultura e conhecimentos específicos. Ao integralizar o currículo do curso, nos critérios do
eixo tecnológico Informação e Comunicação (Parecer nº CNE/CES 277/2006), o Tecnólogo
em Análise e Desenvolvimento de Sistemas deverá ser um profissional voltado para ciência
que permeia a informação e comunicação, com competência para acompanhar e participar
dos avanços científicos e tecnológicos.

Assim, além das disciplinas relacionadas com a área do conhecimento, foram


incluídas matérias complementares das áreas de Ciências Humanas e Sociais objetivando a
formação das outras capacidades desejáveis para as diversas dimensões da relação
indivíduo/sociedade, que vão contribuir para a compreensão de determinantes sociais,
culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos, legais e conteúdos envolvendo
a comunicação, economia e gestão administrativa em nível individual e coletivo, buscando
uma sólida formação ético-humanista. Todas as matérias têm uma carga horária
compartilhada entre teoria e prática e outras, incluem trabalhos de Laboratório. Algumas
matérias de formação profissional foram desdobradas em uma ou mais disciplinas para
possibilitar flexibilidade e cobertura de assuntos relevantes.

A organização da Estrutura Curricular responde diretamente ao perfil do graduado que


o Projeto Pedagógico pretende formar. Adotou-se como diretriz básica, a concepção de um
107
curso com sólida formação em matérias de fundamentação relacionadas à Análise e
Desenvolvimento de Sistemas, cobrindo as diversas áreas de conhecimento acerca das
Tecnologias de Informação. Uma formação capaz de acompanhar o desenvolvimento
tecnológico em rápida evolução no mundo contemporâneo.

A Coordenação do Curso contará com o NDE e com o corpo docente que, por meio
de reuniões antes do início de cada semestre, discute os conteúdos a serem abordados em
cada componente curricular.

5.4. CONTEÚDOS CURRICULARES (apêndice)

Os conteúdos curriculares possibilitam o efetivo desenvolvimento do perfil profissional


do egresso, considerando a atualização da área, a adequação das cargas horárias (em
horas/relógio), a adequação da bibliografia, a acessibilidade metodológica, a abordagem de
conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos
humanos e de educação das relações étnico-raciais e o ensino de história e cultura afro-
brasileira, africana e indígena, diferenciam o curso dentro da área profissional e induzem o
contato com conhecimento recente e inovador.

No plano dos conteúdos, aprendizagem e saberes, o curso fundamenta-se na


articulação dos conhecimentos − técnico, profissional e cultural. Nas relações entre trabalho
e base científico-tecnológica, a prática pedagógica centra-se na reflexão das estruturas
sociais, das relações humanas, da historicidade do conhecimento e do próprio
desenvolvimento do ser humano. As práticas pedagógicas desenvolvidas neste curso de
Ensino Profissional e Tecnológico tem como base a sistematização dos conhecimentos
trazidos pelos estudantes, a ressignificação destes conhecimentos e a compreensão da
realidade e a apropriação dos signos e elementos que integram as relações entre as pessoas
e o mundo.

As práticas curriculares, em consonância com o disposto no Decreto nº. 5.154/2004,


que regulamenta o § 2º do art. 36, e os arts. 39 e 41 da LDB, engendrarão premissas da
educação profissional, articulando o trabalho, a ciência e a tecnologia. O Projeto Pedagógico
do Curso Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas está estruturado e
108
organizado, ainda, de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos
Superiores de Tecnologia estabelecidas pelo Parecer CNE/CP nº 29/2002, pela Resolução
CNE/CP nº 3/2002 e Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia (2016).

O Núcleo de Conhecimentos Profissionais será composto por campos de saber


destinados à caracterização da identidade profissional do egresso e será constituído por:
Arquitetura de Computadores; Sistemas Operacionais; Lógica e Linguagem de
Programação; Modelagem de Sistemas; Banco de Dados; Estrutura de dados e
Programação Orientada a Objetos; Redes de Computadores e Segurança da Informação;
Desenvolvimento de Jogos e Aplicativos Móveis; Engenharia de Software.

O Trabalho de Curso será supervisionado por um docente, de modo que envolva todos
os procedimentos de uma investigação técnico-científica, a serem desenvolvidos pelo
acadêmico ao longo da realização do último ano do curso.

TEMÁTICAS TRANSVERSAIS: EDUCAÇÃO AMBIENTAL, DIREITOS HUMANOS,


EDUCAÇÃO PARA A TERCEIRA IDADE, EDUCAÇÃO EM POLÍTICAS DE GÊNERO E
EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO- RACIAIS E HISTÓRIAS E CULTURAS AFRO-
BRASILEIRA, AFRICANA E INDÍGENA

Reconhecendo a importância da educação ambiental, dos direitos humanos, da


educação para a terceira idade, da educação em políticas de gênero e das relações étnico-
raciais, do ensino de história e da cultura afro-brasileira, africana e indígena para a formação
dos cidadãos brasileiros, o Ministério da Educação, por meio do Conselho Nacional de
Educação, instituiu a obrigatoriedade dessas temáticas fazerem parte dos currículos dos
cursos de graduação, esta medida se coaduna com as políticas públicas para uma educação
antirracista, de respeito a pessoa humana e ao meio ambiente. A inserção das relações
étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana se deu por meio
do Parecer CNE/CP nº. 3, de 10 de março de 2004 e da Resolução CNE/CP nº. 1, de 17 de
junho de 2004. De acordo com a supracitada resolução “as Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-
Brasileira e Africanas constituem-se de orientações, princípios e fundamentos para o
planejamento, execução e avaliação da Educação, e têm por meta, promover a educação de
cidadãos atuantes e conscientes no seio da sociedade multicultural e pluriétnica do Brasil,

109
buscando relações étnico-sociais positivas, rumo à construção de nação democrática (Art.
2º).

As instituições de ensino superior, respeitada a autonomia que lhe é devida, incluirão


nos conteúdos de disciplinas e atividades curriculares dos diferentes cursos que ministram,
a Educação das Relações Étnico-Raciais, bem como o tratamento de questões e temáticas
que dizem respeito aos afrodescendentes, nos termos explicitados no Parecer CNE/CP
003/2004.

A inclusão da temática direitos humanos no currículo foi normatizada através do


Parecer CNE/CP nº. 8, de 6 de março de 2012 e da Resolução CNE/CP nº.1, de 30 de maio
de 2012. Conforme explicita a mencionada resolução:

(...)
Art. 2º A Educação em Direitos Humanos, um dos eixos fundamentais do direito à
educação, refere-se ao uso de concepções e práticas educativas fundadas nos Direitos
Humanos e em seus processos de promoção, proteção, defesa e aplicação na vida cotidiana e
cidadã de sujeitos de direitos e de responsabilidades individuais e coletivas.
Art. 3º A Educação em Direitos Humanos, com a finalidade de promover a educação
para a mudança e a transformação social, fundamenta-se nos seguintes princípios:
I - dignidade humana;
II - igualdade de direitos;
III - reconhecimento e valorização das
diferenças e das diversidades;
IV - laicidade do Estado;
V - democracia na educação;
VI - transversalidade, vivência e globalidade;
e VII – sustentabilidade socioambiental.

(...)
Art. 7º A inserção dos conhecimentos concernentes à Educação em Direitos Humanos
na organização dos currículos da Educação Básica e da Educação Superior poderá ocorrer das
seguintes formas:
I - pela transversalidade, por meio de temas relacionados aos Direitos Humanos e
tratados interdisciplinarmente;
I I- como um conteúdo específico de uma das disciplinas já existentes no currículo
escolar;
III - de maneira mista, ou seja, combinando transversalidade e disciplinaridade.

A introdução da educação ambiental nos currículos foi definida por meio do Parecer
CNE/CP nº. 14, de 6 de junho de 2012 e da Resolução CNE/CP nº. 2, de 15 de junho de
2012, a qual estabelece:

(...)
Art. 3º A Educação Ambiental visa à construção de conhecimentos, ao desenvolvimento
de habilidades, atitudes e valores sociais, ao cuidado com a comunidade de vida, a justiça e a
equidade socioambiental, e a proteção do meio ambiente natural e construído.
(...)

110
Art. 16. A inserção dos conhecimentos concernentes à Educação Ambiental nos
currículos da Educação Básica e da Educação Superior pode ocorrer:
I - pela transversalidade, mediante temas relacionados com o meio ambiente e a
sustentabilidade socioambiental;
II - como conteúdo dos componentes já constantes do currículo;
III - pela combinação de transversalidade e de tratamento nos componentes curriculares.

Já a educação para a terceira idade e políticas de gênero foram introduzidas pela


Resolução CNE/CP nº. 5, de 17 de dezembro de 2018.

No currículo do Curso de ADS da UNIFAN a educação ambiental, os direitos humanos


e as relações étnico-raciais e bem como o ensino de história e cultura afro-brasileira e
africana são tratados de modo transversal, isto é, ao longo do curso, em componentes
curriculares obrigatórios e/ou optativos, sejam disciplinas ou atividades interdisciplinares.

Nas disciplinas “Debates Contemporâneos”, “Desenvolvimento e Sustentabilidade”


são abordados os temas relacionados à Educação em Direitos Humanos. A disciplina de
LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais - será oferecida entre as disciplinas optativas, em
atendimento ao disposto no parágrafo 2º do artigo 3º do Decreto nº 5.626/2005.

A resolução CNE/CP nº5, de 17 de dezembro de 2018 é contemplada por projetos


extensionistas que levam conhecimento à comunidade de idosos, bem como participação
dos estudantes nos eventos promovidos sobre políticas de gênero.

5.5. MATRIZ CURRICULAR


Semestr Componente Curricular (CC) CH - Crédit CH CH
e CC os Extensão
Digital

1 PEI: Introdução à Linguagem de 80 4 60 20


Programação

1 Comunicação Profissional 80 4 80 0

1 Administração de Ambientes Livres e 60 3 60 0


Proprietários

1 Sistemas Operacionais 80 4 80 0

111
1 Banco de Dados 80 4 60 20

2 PEI: Arquitetura de Computadores 80 4 60 20

2 Debates Contemporâneos 80 4 80 0

2 Aplicações para Internet 40 2 40 0

2 Programação Front-End 80 4 80 0

2 Algoritmo e Estrutura de Dados 80 4 60 20

3 PEI: Engenharia de Software 80 4 60 20

3 Desenvolvimento e Sustentabilidade 80 4 80 0

3 Programação Orientada a Objeto 80 4 80 0

3 Linguagem de Programação e Startups 80 4 60 20

3 Tecnologias da Web 80 4 80 0

4 PEI: Computação em nuvem 80 4 60 20

4 Empreendedorismo 80 4 80 0

4 Programação Back-End 80 4 80 0

4 Análise e Modelagem de Sistemas 80 4 80 00

4 Desenvolvimento de Jogos 80 4 60 20

5 PEI: Desenvolvimento de aplicativos 80 4 60 20


móveis

5 Data Science – Trilha 40 2 40 0

112
5 Libras (Optativa 1) 80 4 80 0

5 Gerenciamento de Projetos 80 4 60 20

5 Redes de Computadores e Segurança 80 4 80 0


da Informação

Distribuição Parcial 1900 90 1700 200

ACO 100

Distribuição Total 2000

Síntese dos Itens Carga


Horária

Curricularização da Extensão 200

Atividades Complementares Obrigatórias (ACO) 100

Lista de Optativas

Língua Brasileira de Sinais – Libras

Língua Estrangeira – Inglês

Interação Homem-Máquina

Computação e a Sociedade

O período de integralização mínimo do Curso são 5 semestres (02 anos e meio) e o


de integralização máxima são 8 semestres (04 anos).

113
114
5.6. METODOLOGIA DAS ATIVIDADES DO CURSO

A metodologia utilizada encontra-se comprometido com o desenvolvimento do espírito


científico, com a formação de sujeitos autônomos e cidadãos, articulada com o perfil do
egresso.
As atividades desenvolvidas no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas da
UNIFAN são orientadas pelas políticas de Gestão e de Ensino, Pesquisa e Extensão
fundamentadas no Regimento Interno e no Projeto Político Pedagógico.
Numa perspectiva crítica e dialógica, na qual prevalece a problematização dos
conteúdos, visando um exercício de ação-reflexão-ação. Nessa metodologia enfatiza-se a
dialética sendo o conhecimento refletido e, consequentemente, construído de acordo com os
aspectos históricos, sociais, culturais e éticos que permeiam os conteúdos teóricos e práticas.
Os conceitos básicos para o desenvolvimento da ação docente são:
Historicidade – uma característica das ciências. Através desse conceito espera–se que
o docente, e também o discente, percebam que o conhecimento se desenvolve, é construído
num determinado contexto histórico, social, cultural e ético e, como tal, sujeito às suas
determinações.
Construção – permite o entendimento de que, se os conhecimentos são históricos e
determinados, são resultado de um processo de construção que se estabelece dentro e a
partir do conjunto de relações socioespaciais, e como consequência, jamais serão lineares e
homogêneas. Nesse sentido, o docente deve estar seguro de que seu compromisso não se
restringe a transmitir conteúdos, pois, através das relações com os discentes, em sua prática
docente, está, também, produzindo conhecimento.
Universalidade/Diversidade – o discente deve ter perfeito entendimento do
conhecimento com que trabalha, mas também, da diversidade na abordagem do mesmo, em
razão do enfoque ideológico adotado. É preciso compreender como as diferentes abordagens
determinam posicionamentos filosófico-políticos, na compreensão e aplicação dos conteúdos
da ciência administrativa.
Práxis – caracterizado pela indissociável relação teoria/prática, considerando
Tecnologia da Informação como um conhecimento aplicado que exige na formação do futuro
profissional a consciência dessa indissociabilidade. O planejamento acadêmico deve
assegurar o envolvimento dos discentes em atividades individuais e de equipe, que incluam,
entre outros:
115
Aulas, conferências e palestras;
Observação e descrição do comportamento em diferentes contextos;
Projetos Interdisciplinares;
Projetos de investigação científica, desenvolvidos sob a orientação de docente do
curso;
Práticas didáticas na forma de monitorias, demonstrações e exercícios, como parte de
disciplinas ou integradas a outras atividades acadêmicas;
Consultas supervisionadas em bibliotecas para identificação crítica de fontes
relevantes;
Visitas de campo documentadas através de relatórios a instituições e locais onde
estejam sendo desenvolvidos trabalhos com a participação de profissionais de An;
Projetos de Extensão e eventos de divulgação do conhecimento, passíveis de avaliação
e aprovados pela instituição;
Práticas integrativas voltadas para o desenvolvimento de habilidades e competências
em situações de complexidade variada, representativas do efetivo exercício profissional, sob
a forma de Estágio Curricular Supervisionado.
O Curso de Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas da UNIFAN
estrutura-se ainda em torno do princípio metodológico da interdisciplinaridade, indicada como
forma de admitir a ótica pluralista das concepções de ensino, integrando os diferentes campos
do conhecimento e possibilitando uma visão global da realidade; como forma de superar o
pensar simplificado e fragmentado da realidade; como forma de integrar conhecimentos,
buscando uma unidade do saber e a superação dos currículos centrados em conteúdos; e da
diversificação dos cenários de aprendizagem, implicando na participação de docentes,
discentes e profissionais nos vários campos do exercício profissional.
A realidade concreta e os reais problemas da sociedade são substratos essenciais para
o processo ensino-aprendizagem; articulação da investigação científica com o ensino e com
a extensão, viabilizando a troca de experiências e a construção/reconstrução/significação de
conhecimentos.

5.7. METODOLOGIA INTERDISCIPLINAR – PROJETO INTEGRADOR

O presente currículo apresenta uma metodologia centrada em competências e implica


em uma acessibilidade atitudinal e pedagógica caracterizado pela adoção de alternativas

116
metodológicas dinâmicas e ativas, centradas no estudante como protagonista do seu próprio
aprendizado. As fontes de informação são muitas e variadas, fazendo com que o docente
assuma um papel de tutor, dirigindo o seu processo de ensino-aprendizagem. A adoção desse
tipo de currículo reposiciona os conhecimentos como recursos e exige que o professor assuma
a tarefa de regulação do processo de formação, exigindo uma prática pessoal dos
conhecimentos na ação, participando ativamente nas atividades de pesquisa ou de aplicação
tecnológica.
Considerando também que as práticas e métodos são válidos em função da mediação
pedagógica que o estudante necessita e de que há necessidade de adaptá-los às
competências do perfil profissional desejado, as atividades de ensino-aprendizagem devem
atender à capacidade do estudante em aprender determinadas habilidades, relacionando-as
com a atividade prática das organizações, incluindo a organização de dados e ações, o
planejamento prévio do trabalho, exercícios de aplicação, práticas de laboratório, intercâmbio
de informações, programas auto instrucionais e leitura de manuais. Essas são atividades que
envolvem o estudante em intenso processo de síntese e aplicação de conhecimentos,
ancorados na reflexão – ação – reflexão como resolução de problemas; pesquisa e
experiências em laboratório; projetos livres e dirigidos; debates e visitas técnicas orientadas;
workshops e oficinas, a fim de permitir o trabalho em projetos experimentais simulados e em
projetos de casos reais.
Há necessidade também das atividades que desenvolvam competências atitudinais e
habilidades interpessoais, que devem ser implementadas com trabalhos em equipes, debates
e fóruns de discussão. Tais práticas pedagógicas estimulam o corpo docente a criar novas
formas de aprendizagem, que implicam permanente pesquisa e troca de informações entre os
atores desse processo.
Como é sabido, a organização curricular das áreas para aprendizagem dos conteúdos
e metodologias envolve questões relativas à organização do tempo, a atividades que
propiciem a interdisciplinaridade e a transversalidade, além de uma formação consistente para
a atuação no mundo de trabalho. A experiência e titulação dos docentes, fundada numa
atuação articulada, interdisciplinar e não fragmentada, com certeza permitirá que a ação
desenvolvida em sala de aula atenda os princípios de uma educação de qualidade. Esses
princípios serão garantidos principalmente através da adoção de eixos temáticos ou geradores
que, implantados, permitirão que, a partir da análise, reflexão e proposta de ação de um
determinado assunto ou case, todas as unidades curriculares do módulo que estiver sendo
cursado possam convergir para uma proposta de solução do problema.
117
Para que esses eixos temáticos possam ser adotados há necessidade de princípios
metodológicos bem definidos, a fim de permitir a contextualização de todas as ações refletindo
num curso cuja metodologia se organiza pela integração e promoção de uma aprendizagem
significativa.
A integração entre as unidades curriculares garantirá que o aluno não receba um
conjunto de matérias estanques e dissociadas que o deixariam com a responsabilidade de
integrá-las em um corpo de conhecimentos sinérgicos, se e quando o conseguisse. No
cotidiano fora da sala de aula, os problemas não aparecem segmentados com seus conteúdos
arbitrariamente distribuídos. É, pois, importante que desde cedo o aluno aprenda a encarar e
resolver problemas aplicando holisticamente os conhecimentos adquiridos, com uma visão
interdisciplinar. Para isso, todos os professores terão, em suas jornadas de trabalho, horas de
dedicação para poderem interagir com seus pares, participar de reuniões pedagógicas
periódicas, acompanhar as demais unidades curriculares do período, relacionando-as às suas;
a grade de curricular foi estruturada de tal forma a aproximar matérias com maiores
possibilidades de interferência e interação.
Os alunos farão, em todos os períodos, um projeto construído na unidade curricular de
PI-Projeto Integrador, sob a orientação do docente dessa disciplina, com a aprovação do
coordenador de curso. O objetivo maior dessa unidade curricular – Projeto Integrador – é
desafiar o aluno a aplicar e integrar as competências adquiridas no módulo (e eventualmente
em outros módulos) na solução de problemas práticos.
Muitas vezes, haverá a aplicação prática de determinada técnica ou ferramenta mesmo
antes de sua discussão em determinada unidade curricular, o que incitará a curiosidade e o
interesse por conhecê-la melhor; outras vezes, o aluno levará ao professor de determinada
unidade curricular problemas surgidos durante a realização do projeto. Por isso, os
professores de cada módulo participarão do planejamento e acompanharão a execução do
projeto correspondente.
Os educadores sabem que a aprendizagem é mais eficaz e menos perene quando for
significativa para o aluno. Aprender um conceito sem visualizar claramente qual o significado
dessa aprendizagem, seja para o curso, para a profissão, para a vida ou para a ciência, é
desgastante, pouco produtivo e volátil. Quando a aprendizagem é significativa, há maior
interesse, atenção e participação, o que facilita para o aluno estruturar e associar a
informação, através de um processo cognitivo, à sua rede de conhecimentos já adquiridos.
Isso, além de melhorar a retenção da informação, facilita sua posterior recuperação e também

118
a integração com conhecimentos pré-existentes, dotando de significado próprio os conteúdos
que assimila.
Para propiciar essa aprendizagem significativa os docentes serão orientados a sempre
mostrar aos alunos como sua unidade curricular se insere no projeto pedagógico, como se
relaciona e articula com as demais e como poderá ser aplicada na solução de problemas, em
outras unidades curriculares ou na sua profissão; foram selecionados professores com
vivência na área profissional respectiva, em condições de compreender e transmitir
claramente o significado de sua unidade curricular para o curso e para a profissão, interagir
tecnicamente com os demais docentes e adaptar a sua forma de apresentação às
necessidades do curso e da área.
O Projeto Integrador será, pois, uma forma de prover aprendizagem significativa de
conteúdo, relacionando-os à prática e possibilitando assim que a cada certificação a Instituição
e o mercado tenham certeza de que o profissional a ser contratado possui efetivamente as
competências, habilidades e atitudes planejadas e trabalhadas. A cada final de ano letivo,
membros da comunidade empresarial serão convidados para contribuírem com suas
observações acerca do nível profissional dos discentes. O que se busca é integrar, baseando-
se na demanda profissional, comunidade acadêmica e mercado, a fim de aprimorar ou ajustar
as bases educativas que formarão esse futuro profissional, fazendo com que ele esteja, de
fato, preparado para enfrentar as mais diversas demandas mercadológicas.
Nesse sentido, a organização da grade curricular permite aproximar uma determinada
competência, habilidade ou base tecnológica de outras, possibilitando efetivamente um
trabalho interdisciplinar, transversal, não fragmentado, mais significativo para o aluno. Nas
unidades curriculares, privilegiou-se uma forma bastante eficiente de se motivar e envolver o
aluno, fazendo com que ele aprenda fazendo. Em lugar de se ensinar uma série de conteúdos
para eventual utilização futura (quando provavelmente tais conteúdos já estarão parcialmente
esquecidos), apresenta-se um desafio, que para ser vencido necessitará do apoio de técnicas,
ferramentas e teorias que o aluno buscará nas demais unidades curriculares e professores do
curso.

5.8. OPORTUNIDADES DIFERENCIADAS DE INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR

A flexibilização dos currículos, que busca eliminar a rigidez estrutural das matrizes
curriculares mediante a redução parcial de pré-requisitos, a oferta de disciplinas eletivas, entre

119
outras ações, permite oportunidades diferenciadas de integralização dos cursos,
possibilitando aos alunos a construção de uma trajetória acadêmica autônoma.
Como oportunidade diferenciada de integralização e enriquecimento do currículo dos
cursos da IES, destaca-se a possibilidade dos alunos realizarem disciplinas eletivas,
atividades complementares, intercâmbio, ações de extensão, iniciação científica, atividades
de ensino semipresencial (Blended Learning) e estágios extracurriculares.
As disciplinas eletivas buscam complementar e enriquecer a formação do aluno da
Unifan. Por meio delas, o estudante tem a oportunidade de aumentar o espaço de flexibilidade
e autonomia dentro da matriz curricular de seu curso para diversificar o seu aprendizado
pessoal e profissional. Pode, assim, desenvolver competências novas e atuais que fazem
parte dos núcleos de formação oferecido pelo curso.
As atividades complementares são incrementadas durante todo o Curso de Graduação,
criando mecanismos de aproveitamento de conhecimentos adquiridos pelo estudante, em
atividades extraclasse e que compõem o currículo de todos os cursos oferecidos pela IES,
com carga horária estabelecida de 100 horas como requisito para conclusão do curso de
Engenharia Mecânica.
Os alunos têm a oportunidade de cursar disciplinas eletivas em outras instituições de
ensino nacionais ou internacionais, com as quais a UNIFAN mantém convênio. Por meio do
intercâmbio internacional, os alunos não somente têm acesso a conteúdos diversos, muitas
vezes não oferecidos na Faculdade, mas também têm a oportunidade de desenvolver outras
competências de relacionamento multicultural.
O curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas entende que as ações de extensão
compreendem iniciativas de educação continuada, prestação de serviços, ação social e
comunitária e fortalecimento da profissionalização, proporcionando o desenvolvimento integral
da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
A iniciação científica e tecnológica é um instrumento que permite colocar o aluno em
contato com a atividade científica e engajá-lo desde cedo na pesquisa e atuar como diferencial
na formação acadêmica.
A UNIFAN adota, conforme a especificidade de cada curso e de acordo com as
características das disciplinas, oferta em diferentes espaços educativos, oferecendo aos
alunos a prática de estudos e realização de trabalhos acadêmicos no âmbito interno e externo
da IES, devidamente programados nos planos de ensino (TDE Trabalho Discente Efetivo –
Resolução CNE/CES 03/2007) e conduzidos pelos professores das respectivas disciplinas.

120
Permite-se assim aos alunos desenvolver aprendizagens específicas com utilização de tempo
dedicado aos estudos de forma mais conveniente.
Os estágios poderão ser realizados em instituições conveniadas com a IES sob
supervisão de um responsável do Núcleo de Carreira da IES. A atividade de estágio é um
fator significativo na formação do aluno, por proporcionar a interação com a realidade da
profissão e a complementação prática do aprendizado acadêmico. Além disso, oferece uma
contribuição efetiva para o aluno, pela experiência adquirida; para a instituição de ensino, por
colaborar com a efetividade da formação que ela oferece; para a unidade concedente de
estágio, pela contribuição do aluno com o desenvolvimento desta organização. A aproximação
e o encaminhamento do aluno ao mercado de trabalho ocorrem por meio de diversas
atividades coordenadas pelo Núcleo de Carreiras. Esta ação visa complementar a formação
acadêmica de nossos alunos, possibilitando que coloquem em prática e/ou observem como
os principais conceitos são implementados nas organizações. Por outro lado, visa suprir o
mercado de trabalho, conforme demanda existente, com profissionais que estão em início de
carreira, com excelente formação acadêmica e competências consistentes com o projeto da
faculdade. Para a coordenação do curso, é um momento importante para avaliar
oportunidades de melhoria do curso e/ou das habilidades profissionais dos alunos, a partir da
opinião de empregadores e da reflexão dos alunos.

5.8.1. Inovação Metodológica

Projeto: Campus Experience - Empresa na Universidade


Objetivo: O projeto Campus Experience visa criar uma experiência enriquecedora para
estudantes universitários, proporcionando-lhes oportunidades práticas de aprendizagem,
networking e desenvolvimento profissional. Ao integrar uma empresa no campus universitário,
promovemos uma ponte sólida entre a academia e o mundo corporativo, preparando os alunos
para os desafios do mercado de trabalho.
Estrutura do Projeto:
1. Estabelecimento da Parceria:
 Identificação de empresas interessadas em participar do programa.
 Estabelecimento de acordos de parceria com as universidades locais.
2. Espaço Empresarial no Campus:

121
 Design e implementação de um espaço físico na universidade dedicada à
empresa parceira.
 Ambiente interativo que inclui salas de reunião, área de coworking e exposição
de projetos.
3. Programas de Estágio e Trainee:
 Desenvolvimento de programas estruturados de estágio e estágio oferecendo
experiência prática aos estudantes.
 Mentoria para profissionais da empresa para orientação profissional.
4. Eventos e Workshops:
 Organização regular de eventos, workshops e palestras ministradas por
profissionais da empresa.
 Temas abrangentes, desde tendências de mercado até habilidades específicas
no setor.
5. Projetos Colaborativos:
 Facilitação de projetos colaborativos entre estudantes e profissionais da
empresa.
 Desafios específicos da indústria para promover a resolução de problemas e a
inovação.
6. Feiras de Carreira e Networking:
 Organização de feiras de carreira no campus, onde empresas parceiras podem
interagir diretamente com estudantes em busca de oportunidades.
 Sessões de networking para promover conexões valiosas.
7. Desenvolvimento de Habilidades:
 Oferta de cursos e treinamentos específicos para habilidades específicas
exigidas pelo mercado.
 Certificações e reconhecimentos para estudantes que completam esses
programas.
8. Avaliação Contínua:
 Implementação de avaliações para avaliar o impacto do programa.
 Coleta de feedbacks regulares de estudantes e empresas para aprimoramento
contínuo.
Benefícios Esperados:
 Enriquecimento da experiência educacional dos estudantes.
 Facilitação da transição dos estudantes para o mercado de trabalho.
122
 Reforço da imagem da universidade como um centro de inovação e preparação
profissional.
Parcerias Estratégicas:
 Colaboração com empresas de diferentes setores.
 Colaboração com departamentos acadêmicos para alinhamento curricular.
Recursos Necessários:
 Espaço físico no campus.
 Coordenadores para facilitar a integração.
 Financiamento para eventos, cursos e programas de desenvolvimento.
Cronograma:
 Fase de planejamento: 3 meses.
 Implementação do espaço empresarial no campus: 6 meses.
 Lançamento oficial do Campus Experience: 9 meses.
 Avaliação contínua e configurações: Contínua.
O Campus Experience visa criar uma sinergia entre a academia e o mundo corporativo,
preparando os estudantes para os desafios e oportunidades do ambiente profissional,
enquanto as empresas têm acesso a talentos inovadores e bem-preparados.

5.8.2. Atividades Complementares

As Atividades Complementares são concebidas para propiciar ao estudante a


oportunidade de realizar, em prolongamento às demais atividades do currículo, uma parte
de sua trajetória de forma autônoma e particular, com temáticas diversas que lhe permitam
enriquecer o conhecimento propiciado pelo Curso Superior de Tecnologia em Análise e
Desenvolvimento de Sistemas.
As Atividades Complementares são consideradas atividades extracurriculares às
atividades cuja carga horária integram a carga horária obrigatória e que contribuirão para
o enriquecimento curricular. Poderão ser desenvolvidas em qualquer semestre ou período
letivo, inclusive no período de férias acadêmicas, dentro ou fora do turno regular das aulas,
sem prejuízo, no entanto, de qualquer das atividades de ensino do pelo Curso Superior
de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas da UNIFAN.
As Atividades Complementares envolvem atividades de iniciação científica,
atividade de extensão comunitária (realizadas em empresas, órgãos governamentais,

123
ONG’s, comunidades etc.), produção científica, pesquisa tecnológica, participação em
congressos e seminários, atividades culturais, esportivas, dentre outras. São atividades
curriculares que têm como objetivo a complementação do conhecimento do estudante
para sua melhor formação profissional e perfazem um total de 100 horas.
De acordo com o Regulamento das Atividades Complementares do Curso Superior
de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas da UNIFAN, entende-se como
Atividade Complementar toda e qualquer atividade, não compreendida nas atividades
previstas no desenvolvimento regular dos módulos, obrigatórios, eletivos ou optativos, da
matriz curricular do Curso, desde que adequada à formação acadêmica e ao
aprimoramento pessoal e profissional do futuro profissional.
O colegiado estimula em suas atividades ofertadas no curso temas transversais
como sustentabilidade, diversidade, direitos humanos, relações étnico-raciais e educação
ambiental, conscientes de que o estudante precisa ter conhecimentos para além da
técnica.
Consideram-se Atividades Complementares aquelas promovidas pela UNIFAN ou
por qualquer outra instituição devidamente credenciada, classificadas nas seguintes
modalidades:
I – Grupo 1: Atividades vinculadas ao ensino;
II – Grupo 2: Atividades vinculadas à investigação científica;
III – Grupo 3: Atividades vinculadas à extensão.

São consideradas atividades vinculadas ao ensino, no Grupo 1, as seguintes:


I – A aprovação em módulos não incluídos na matriz curricular pelo Curso Superior
de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, da UNIFAN, desde que
contribuam para o aprimoramento e atualização na área de formação do estudante;
II – O exercício efetivo de monitoria UNIFAN, com formalização institucional e
exigência de parecer final favorável do professor responsável;
III – O efetivo exercício de estágio extracurricular em entidade pública ou privada,
como processo de complementação da formação do estudante, e mediante comprovação
fornecida pela instituição em que o interessado realizou o estágio.
São consideradas atividades vinculadas à investigação científica, no Grupo
2, as seguintes:
I – Participação em projetos de investigação científica como estudante colaborador
ou em projetos de iniciação científica, orientado por docente pesquisador da área do Curso
124
Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, com ou sem
financiamento de instituições públicas ou privadas;
II – Trabalho de redação de artigo ou ensaio, publicado efetivamente em jornal ou
revista acadêmica, impressa ou eletrônica, do qual será procedida a juntada de
documento comprobatório respectivo;
III – Participação em grupos de estudo de temas da área do Curso Superior de
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas ou afins, coordenados ou
orientados por docentes da UNIFAN;
IV – Apresentação comprovada de trabalhos ou comunicações em eventos
culturais ou científicos, individual ou coletivamente, em semanas de iniciação científica,
seminários, e outros, organizados no âmbito da UNIFAN ou em outras instituições de
ensino superior, ou até mesmo fora do âmbito acadêmico;
V – Comparecimento comprovado a sessões públicas de defesa de monografias,
dissertações de mestrado ou de teses de doutorado, na área do Curso Superior de
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas ou afins, do qual será procedida
a juntada de breve relatório.
São consideradas atividades vinculadas à extensão, no Grupo 3, as
seguintes:
I – Participação em atividades de extensão promovidas pela UNIFAN;
II – Comparecimento comprovado a eventos científico-culturais, realizados pela
UNIFAN ou fora do âmbito da IES, mas, cujo conhecimento teórico ou técnico, seja conexo
ao perfil da área do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de
Sistemas.
Na busca pela incorporação de elementos que evidenciem o caráter inovador, tanto
nos fazeres, quanto na gestão e aproveitamento das atividades complementares, foi
instituído o Memorial Reflexivo, junto a entrega apensada dos comprobatórios de ACC.
Desse modo, os alunos, ao vivenciarem diversidade de atividades que particularizam e
complementam o currículo, inserem digitalmente os documentos e preenchem o roteiro
que evidencia em que medida as atividades experienciadas contribuíram efetivamente
para a formação e tornaram o perfil do aluno singular.
Além disso, no aproveitamento são consideradas atividades de diversas naturezas,
tanto de formação geral, quanto específica, conforme regulamento próprio. Observando
ainda que estão previstas outras atividades que ultrapassem as fronteiras da obviedade
de formação.
125
Segue processo descrito.

Figura 3– Processo de aproveitamento e gestão das ACC.

Fonte: NDE do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas


(2021)

5.8.3. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

Regulamentado, o Trabalho de Conclusão de Curso - TCC - como denominação oficial


que corresponde ao Trabalho Final de Graduação, é componente curricular do Curso
Tecnólogo em Analise e Desenvolvimento de Sistemas da UNIFAN, desenvolvido no 5º
semestre do curso. Tem objetivos propiciar aos estudantes demonstrar o grau de habilitação
adquirido, o aprofundamento temático, o estímulo à produção científica, à consulta de
bibliografia especializada e o aprimoramento da capacidade de interpretação de problemas,
assim como das necessidades dos clientes e da sociedade como um todo, elaborando, além
de um conteúdo monográfico, peças gráficas referentes ao tema, em se tratando de projetos
de Analise e Desenvolvimento de Sistemas.

126
De natureza diversa, os temas abordados no Trabalho de Conclusão de Curso
estabelecem a ligação entre a formação acadêmica e a prática profissional. O tema
desenvolvido é de autoria do discente, conforme seu interesse e/ou aptidão por uma área
específica da Computação, mas com possibilidades de vários enfoques que sintetizem os
aspectos ligados ao processo e que permitam conciliar uma reflexão sobre o tema eleito,
atestando as competências técnicas e práticas adquiridas no decorrer do curso.

O tema escolhido deverá ser desenvolvido seguindo metodologias de pesquisa para


trabalhos acadêmicos.

O tema escolhido deverá estar contido nas seguintes linhas de pesquisa:

• Análise e Desenvolvimento de Sistemas;

• Redes de Computadores;

• Informática Aplicada na Educação, Inclusão Digital e Sociedade;

• Infraestrutura de Tecnologias de Informação;

• Modelos Computacionais para Resolução de Problemas.

O estudante que estiver cursando o período no qual esta atividade está prevista está
apto para realizar o Trabalho de Conclusão do Curso de Análise e Desenvolvimento de
Sistemas.

A partir de premissas e orientações estabelecidas pelo coordenador do Curso, o TCC


é acompanhado por um professor orientador. O trabalho é avaliado durante as várias etapas
do seu processo de desenvolvimento. Para a análise final, o TCC será submetido a uma banca
examinadora, composta por profissionais e professores da UNIFAN/UNEF e convidados. Para
aprovação do TCC, devem ser levadas em consideração as normas do regulamento que irá
especificar os critérios para aprovação e a existência de trabalho já apresentado e definido
com base em projeto idêntico ou similar.

A realização do TCC compreende etapas sucessivas, quais sejam:

a) escolha do tema, pelo estudante, sob a orientação docente;

b) elaboração do projeto de pesquisa;

127
c) deliberação sobre o projeto de pesquisa;

d) pesquisa bibliográfica e de campo sobre o tema escolhido;

e) relatórios parciais e relatório final;

f) elaboração da versão preliminar do Trabalho de Conclusão de Curso, para discussão


e análise com o professor orientador;

g) elaboração do texto final do Trabalho de Conclusão de Curso;

h) apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso, em 03 (três) vias, para julgamento


de banca examinadora.

Após a aprovação do Trabalho de Conclusão de Curso, pelo professor orientador, a


Coordenação do Curso marcará data, hora e local para sua defesa, perante banca
examinadora.

A banca examinadora será constituída por 03 (três) membros, indicados pelo Colegiado
de Curso e designados pela Coordenação de Curso, dentre professores habilitados para essa
tarefa, do quadro docente da UNIFAN ou de outras IES.

Os membros das bancas examinadoras, a contar da data de sua designação, têm o


prazo de 30 (trinta) dias para procederem à leitura e análise dos Trabalhos de Conclusão de
Curso que irão julgar.

Na defesa do seu Trabalho de Conclusão de Curso, o estudante poderá dispor de até 15


(quinze) minutos. Cada membro da banca dispõe de 10 (dez) minutos para fazer sua arguição
e comentários. O estudante poderá usar mais 10 (dez) minutos, após a arguição de todos os
membros da banca, para responder questões não esclarecidas.

Os membros da banca examinadora devem atribuir conceitos, a cada Trabalho de


Conclusão de Curso, de acordo com os seguintes valores:

I - para aceitação do Trabalho de Conclusão de Curso, notas iguais ou superiores a 7,0 (sete);

II - para o Trabalho de Conclusão de Curso não merecer a aceitação da banca, notas


inferiores a 7,0 (sete).

128
Será considerado aprovado o Trabalho de Conclusão de Curso que obtiver notas acima
de 7,0 (sete).

A forma de operacionalização das atividades atinentes ao Trabalho de Conclusão Curso


está disciplinada no Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso.

5.8.4. Prática Profissional

A Lei 9394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDB) em seu


primeiro artigo afirma que a educação escolar deverá estar vinculada ao trabalho e à
prática social. Nesse sentido, a prática do aluno participando e intervindo em sala de aula
somados à sua participação na área profissional em geral, se configuram como elementos
centrais nas inovações curriculares, levando ao estabelecimento do binômio teoria-prática.
A UNIFAN oportuniza situações concretas vinculadas à prática profissional dos
alunos, visando ao desempenho técnico, humano e político. Subsidiada pelas mais
avançadas fundamentações teóricas de ensino e de aprendizagem cuja formação prevê
um profissional competente nos atributos de sua profissão, detém uma metodologia de
ensino cuja prática associa-se aos conceitos teóricos numa simbiose com dimensão que
extrapola os antigos conceitos desarticulados da prática versus teoria em momentos
sucessores.
Assim é que os laboratórios, os núcleos, as atividades práticas e as organizações
conveniadas oferecem ambiente sustentável para a experiência na prática profissional
daquilo que os egressos irão se defrontar no mercado de trabalho, promovendo a
coexistência do exercício da prática e a reflexão inerente, embasada nos fundamentos
teóricos que lhe servirão como patamar para análise.

5.8.5. Apoio ao Discente

A UNIFAN possui política de ingresso e permanência para os discentes em várias


áreas (financeira, pedagógica, psicológica, técnica), que viabilizem a permanência e a
conclusão, com sucesso, na educação superior, conforme recomendação do Plano de
Ação da Conferência Regional de Educação Superior na América Latina e no Caribe
(CRES) 2008.

129
Reduzir o índice de evasão se constitui um desafio institucional considerando a
diversidade da oferta de ensino e as dificuldades de natureza social e econômica. Neste
sentido, a UNIFAN implantou programas de natureza institucional, estimulando a
permanência do aluno no convívio acadêmico. Merecem destaque os seguintes:
 Programa de Financiamento aos discentes;
 Programa de Apoio ao estudante Ingressante (Inclusão Acadêmica);
 Programa de Serviço de Apoio Psicológico (SEAPsi);
 Programa de Bolsas Trabalho;
 Programa de Monitoria;
 Suporte para organização estudantil – Ligas Acadêmicas e Associações
Atléticas;
 Programa de inclusão social – acessibilidade e concurso de bolsas de estudos;
 Programa de bolsas de estudos para período em Instituição de ensino no
exterior.

Acolhimento e permanência

Seminários Digitais Integrados para Ingressantes


São oferecidas palestras, minicursos, oficinas e rodas de conversas sobre a vida
universitária, os processos de formação e trabalho, carreira, hábitos de estudo,
produção científica, dentre outros.
Desse modo, nas primeiras semanas letivas todos os estudantes iniciantes têm
acesso a numerosas orientações sobre o curso e programa de estudo, além disso
são ouvidos quanto as suas inquietações.
Mediam estas atividades, a coordenação do curso, docentes e tutores, membros
do Núcleo de Educação a Distância e equipe multidisciplinar, além de convidados.
As ações ocorrem em momentos síncronos e assíncronos, permitindo que a
qualquer tempo, o ingressante acesse parte do material disponibilizado para o
acolhimento, principalmente para as disciplinas à distância.

Programa de Financiamento aos Discentes

130
A UNIFAN dispõe de programas de financiamento, a saber: o FIES e o Prouni. A
intenção destes programas é viabilizar e facilitar, através de apoio financeiro, o
ingresso e a permanência dos alunos na UNIFAN.
Vale ressaltar, porém, que cada um desses programas de financiamento obedece
a critérios estabelecidos pelas organizações parceiras e pode ou não haver ofertas
de vagas a cada semestre, além de variar de acordo com o curso escolhido pelo
estudante.

Programa de Bolsas de Estudos para Discentes (Bolsa Trabalho)


A partir de 2016 a UNIFAN instituiu o programa de bolsas estudantis para os alunos
atuarem em diversos seguimentos dentro da IES com a obtenção de um auxílio
financeiro mensal. Os alunos são selecionados de acordo com o seu desempenho
acadêmico e entrevista.

Programa de Inclusão Social – Acessibilidade e Concurso de Bolsas para os


Melhores Alunos
A política de gestão da UNIFAN, conforme apontado no PPI, enfatiza as ações de
inclusão social, apesar de não ser uma instituição filantrópica.
Em termos de estrutura física, a UNIFAN adaptou e modernizou o seu espaço físico
para atender a estudantes com de necessidades educativas especiais, contando
com banheiros adaptados, elevador, rampa e programa de computador para
deficiente visual, além de uma equipe para atendê-los.
Além disso, a IES preocupa-se em oferecer oportunidade aos melhores alunos
fazerem parte da Instituição através do Concurso de Bolsas parciais e integrais.
A assistência aos discentes visa também a inclusão social o que representa um
avanço nas políticas de ensino. Assim, o acesso e a permanência dos estudantes
inclusos representam um fator imprescindível para a IES.
Esta é uma das iniciativas que revela que a gestão da UNIFAN tem
responsabilidade e compromisso social com a comunidade acadêmica.

Programa de Financiamento Estudantil (FIES)


Oportuniza o estudo a estudantes sem condições de arcar com os custos de sua
formação profissional.
Programa Universidade para todos (ProUni)
131
Criado pelo governo federal, oferece bolsas de estudo, integrais e parciais, em
instituições particulares de educação superior, em cursos de graduação e
sequenciais de formação específica, a estudantes brasileiros sem diploma de nível
superior.

Nivelamento
Programa de Reorientação à Aprendizagem
Oferecido gratuitamente aos discentes ingressantes, a opção de participar das
atividades de nivelamento, onde serão considerados os conteúdos básicos e
essenciais para o bom desempenho em áreas específicas.

Programa de Apoio ao Estudante Ingressante (Inclusão Acadêmica)


Objetivos:
Aprimorar o processo de aprendizagem do estudante ingressante;
Apoiar os estudantes com necessidade de acompanhamento e/ou
aprofundamento teórico de módulos de nivelamento da UNIFAN;
Apoiar os estudantes na inclusão digital através das aulas de Informática Inclusiva;
Apresentar ao novo estudante o cenário da Educação Superior e as diferenças da
escola de base através de palestras com pedagogos e outros profissionais;
Orientar o estudante sobre a necessidade da boa alimentação através de palestras
com profissionais da área;
Construir com os estudantes ingressantes seu Projeto de Vida, a fim de estimular
o estudante a repensar suas práticas, objetivos e metas.
Favorecer a integração entre alunos ingressantes e veteranos, no que concerne o
reconhecimento do curso e da UNIFAN.

Acessibilidade e inclusão
Programa de Apoio Pedagógico
O Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Análise e
Desenvolvimento de Sistemas da UNIFAN, em consonância com as políticas institucionais
estabelecidas no Plano de Desenvolvimento Institucional, estabelece a política de
atendimento aos estudantes, por meio dos programas específicos, disponibilizando
também aos estudantes o acesso a dados e registros acadêmicos através do portal que
integra o site. Soma-se a estes programas, o atendimento extraclasse que é realizado
132
pela Coordenação de Curso, pelos membros do Núcleo de Educação a Distância
(NUEAD) e pelos professores com jornada semanal específica para esse atendimento ao
aluno.
O Programa de Apoio Pedagógico implantado para atender a professores no
campo do ensino em termos de didática, metodologia etc., também atende aos alunos
quanto às dificuldades de aprendizagem. Aos alunos do Curso Superior de Tecnologia em
Análise e Desenvolvimento de Sistemas da UNIFAN são disponibilizados para
atendimento, professores lotados no NDE e profissionais para orientação e
acompanhamento das ações de formação permanente.

Dispositivos, sistemas e meios de comunicação para o auxílio de deficientes visuais


A assistência aos discentes visa também a inclusão social, o que representa um
avanço nas políticas de ensino. Assim, o acesso e a permanência dos estudantes inclusos
representam um fator imprescindível para a UNIFAN, que estruturou, o seu projeto
pedagógico prevendo o desenvolvimento de uma política inclusiva que possibilite o real
atendimento Pessoa com Necessidade Especial (PNE), viabilizando a acessibilidade
física e pedagógica para a comunidade acadêmica.
Para que a pessoa com deficiência visual (cego ou com baixa visão) possa ser
realmente incluída em um espaço educacional, é preciso que sejam disponibilizados
meios de acesso ao currículo. Para tanto, a UNIFAN disponibiliza sistemas e meios de
comunicação que auxiliam os estudantes, a exemplo dos recursos de tecnologia da
informação e comunicação. A informática é uma importante ferramenta de equiparação
de oportunidades e promoção educacional e social para as pessoas com deficiência
visual. Portanto, possibilitar o acesso ao computador através de softwares específicos,
facilita muito a interação destes sujeitos num mundo predominantemente visual.
Além dos recursos vinculados à informática, outros materiais e
equipamento precisam ser disponibilizados. Para quem possui baixa visão serão
utilizados suportes de textos para facilitar a visualização em momentos de leitura e
digitação; lupas eletrônicas que facilitam a leitura de material impresso; softwares
específicos com o objetivo de proporcionar a ampliação de textos na tela do computador,
dentre os quais destacamos o MAGC e o ZOOM TEXT. Serão também utilizados textos
ampliados. Para quem possui cegueira será utilizado computador padrão e portáteis com
Programas com síntese de voz: sistema DOSVOX (free) que permite pleno
acesso para uso do computador; leitores de tela: NVDA (free) ou JAWS: programas que
133
possibilitam a leitura de elementos e informações presentes na tela do computador,
permitindo acesso para o ambiente Windows; scanner com um programa de
Reconhecimento Óptico de Caracteres (OCR).
Serão disponibilizados também máquina de escrever Braille, impressora Braille,
programas de impressão em Braille (Braille fácil - free) ou Duxbury; linha Braille ou
Displays Braille (equipamento que reproduzem informações codificadas em texto digital
para o sistema Braille); Soroban (recurso pedagógico utilizado para realização de cálculos
matemáticos); livros/textos digitalizados; áudio livros (livros/textos gravados em CD,
DVD, pendrive, MP3), com o uso do celular e outras mídias.
As aulas serão também apresentadas com tradução simultânea na Língua
Brasileira de Sinais (Libras), a partir da contratação de intérpretes da área e incorporação
do avatar nas videoaulas.
Quanto ao espaço acessível para os deficientes visuais, deve-se ter preocupação
com a sinalização ampliada e em Braille nas portas e em quadros de avisos; a pista tátil
ou linha guia para ajudar na locomoção das pessoas cegas e as rampas com barra de
segurança. Toda a estrutura física da UNIFAN tem acessibilidade e atende ao PNE.

Núcleo de Acessibilidade Estudantil (NAE)


O Núcleo trabalhará com as bases legais de Referenciais de acessibilidade na
Educação Superior vigente.
Objetiva coordenar, apoiar e executar a política institucional de acessibilidade para
a inclusão de pessoas com deficiência na comunidade acadêmica, em respeito aos
direitos humanos.
O NAE se justifica em virtude de alguns aspectos, descritos a seguir. A
acessibilidade das pessoas com deficiência no ensino superior é uma realidade que
começou a se delinear a partir das políticas de educação inclusiva que se firmam mais
fortemente no Brasil a partir 1994, com a Declaração de Salamanca, documento que surge
das discussões realizadas na Conferência Mundial de Educação para Todos, em Jomtien,
na Espanha, em1990. Desde então, vários diplomas legais são editados com o objetivo
de garantir o acesso e a permanência da pessoa com deficiência no mesmo espaço
educacional frequentado por quem não possui deficiência.
Muitas barreiras ainda precisam ser eliminadas, uma vez que em pleno século
XXI, no imaginário social, permanece a crença de que quem possui uma deficiência é um
ser limitado. Acreditando que o espaço educacional é o lugar propício para a quebra de
134
paradigmas, à medida que acolhe em um mesmo espaço, pessoas com diferenças
diversas, a UNIFAN cria o Núcleo de Acessibilidade Estudantil não só para atender a
legislação existente no que se refere a garantia de ingresso e permanência das pessoas
com necessidades educacionais especiais num ambiente educacional comum, em
particular na educação superior, assim como por acreditar no potencial dessas pessoas.
Assim, com a criação deste espaço de atendimento educacional especializado, a UNIFAN
assume o compromisso institucional de reconhecimento da diversidade e dos direitos
humanos.

Categorias de Necessidades De Educação Especial


Deficiência física: alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo
humano, acarretando o comprometimento da função física. Exemplos: usuários de cadeira
de rodas, amputados ou com ausência de membro, com paralisia cerebral, com nanismo.
Mobilidade reduzida: dificuldade de movimentar-se, permanente ou temporariamente,
gerando redução efetiva da mobilidade, flexibilidade, coordenação motora e percepção.
Deficiência auditiva: redução ou ausência da capacidade de ouvir determinados sons,
em diferentes graus de intensidade. Perda bilateral, parcial ou total;
Surdez: diminuição da acuidade e percepção auditivas que dificulta a aquisição da
linguagem oral de forma natural. A pessoa com surdez pode ser ou não usuária de alguma
língua de sinais.
Deficiência visual: abrange cegueira e baixa visão.
A) Cegueira - a acuidade visual é igual ou menor que 0,05 (5%) no melhor olho, com a
melhor correção óptica (óculos);
B) Baixa visão - acuidade visual entre 0,3 (30%) e 0,05 (5%) no melhor olho, com a melhor
correção óptica (óculos);
Surdo cegueira: perda da audição e da visão, concomitantemente, em diferentes graus.
Deficiência intelectual: funcionamento intelectual significativamente inferior à média e
limitações associadas a duas ou mais áreas de habilidades adaptativas, tais como:
comunicação; cuidado pessoal; habilidades sociais; utilização dos recursos da
comunidade; saúde e segurança; habilidades acadêmicas; lazer e trabalho.
Transtornos do Espectro Autista: em grau variado de acordo com a pessoa, possui
ausência de reciprocidade social; dificuldades em desenvolver e manter relações
apropriadas ao seu nível de desenvolvimento; padrões restritivos e repetitivos de
comportamentos, interesses e atividades, manifestados por comportamentos motores ou
135
verbais estereotipados ou por comportamentos sensoriais incomuns; excessiva aderência
a rotinas e padrões de comportamento ritualizados; interesses restritos e fixos.
Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade: transtorno neurobiológico, de
causas genéticas. Caracteriza-se por sintomas de desatenção, inquietude e
impulsividade.
Dislexia: distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração.
Síndrome de Down: alteração genética produzida pela presença de um cromossomo a
mais, que causa implicações no desenvolvimento global e na linguagem.

Equipe de Trabalho
A equipe de trabalho é constituída dos seguintes profissionais:
01. Psicopedagogo
02. Psicólogo
03. Fonoaudiólogo
04. Intérprete de Libras
05. Transcritor de Braille
06. Estagiários dos cursos correlatos (Fonoaudiologia, Psicologia, Libras,
Pedagogia).

Ações a serem desenvolvidas


a. Atuar como órgão de referência da UNIFAN, nas questões de acessibilidade, com
o propósito de minimizar as barreiras existentes;
b. Implementar política institucional de acessibilidade no interior da UNIFAN, por meio
do Ensino, da Pesquisa e da Extensão;
c. Investir na preparação da comunidade universitária para sensibilização e
reconhecimento dos benefícios da convivência na diversidade e do ambiente acessível
para TODOS;
d. Sistematizar informações para implementação de políticas e ações facilitadoras da
acessibilidade física, arquitetônica, pedagógica e de material e equipamentos para os
estudantes com necessidades educacionais especiais.

O Núcleo identificará as demandas da comunidade acadêmica que possui algum


tipo de necessidade educacional especial, a partir de solicitação/demonstração de
demanda. Procedimentos a serem firmados após a confirmação da matrícula inicial. O

136
cadastro será oficializado na secretaria acadêmica e encaminhado ao NAE, para
categorizar o tipo de necessidade especial requerida: adequações arquitetônicas para
acessibilidade física (rampa, barra de apoio, corrimão, piso tátil, elevador, sinalizadores,
alargamento de portas e outros); aquisição de equipamentos específicos para
acessibilidade (teclado Braille, computador, impressora Braille, máquina de escrever
Braille, linha Braille, lupa eletrônica, amplificador sonoro, e outros); aquisição de material
didático específico para acessibilidade (livros em áudio, Braille e falado, software para
ampliação de tela, sintetizador de voz e outros); aquisição e adaptação de mobiliários;
elaboração e reprodução de material pedagógico de orientação para acessibilidade;
intérprete de Libras, dentre outros recursos, equipamentos e pessoal de apoio
especializado.

Acesso e Acompanhamento
O estudante será identificado a partir da inscrição no processo seletivo, quando
informará o tipo de especificidade que demandará atendimento educacional
especializado. Desse modo, será possível realizar a previsibilidade de medidas
adaptativas para realização da avaliação, a fim de que receba o atendimento adequado
no momento do processo avaliativo (prova adaptada, fiscal especial, tempo adicional para
realização da prova). Obtendo aprovação e efetuada a matrícula, o aluno receberá o apoio
pertinente a acessibilidade:
a. Arquitetônica: todos os ambientes estarão adequados a sua mobilidade (sanitários
adaptados, rampas, plataforma, piso e pista tátil, mobiliário, etc.).
b. Pedagógica: aulas em Libras (janela com intérprete de libras nas vídeo aulas),
áudio, softwares específicos para acesso à leitura e escrita com uso do computador,
material didático impresso em Braille e/ou ampliado (conforme a situação visual), ledor.
Produção de módulos em formato digital e material didático que atenda o conceito de
desenho universal; apoio aos estudantes cegos em pesquisas que precisem realizar,
através da ajuda do tutor e/ou estagiários do Núcleo, em face da escassez de literatura
em Braille no mercado brasileiro.
c. Avaliativa: Instrumentos de avaliação adaptados e tempo adicional para realização
das provas presenciais. A ampliação do tempo para realização de provas atende ao que
está disposto no Decreto Nº. 3.298, de 20 de dezembro de 1999, em seu art.27, que
estabelece tempo adicional em avaliação de processos seletivos, a exemplo de concursos
públicos e vestibulares. Frente a singularidade das pessoas com deficiência, adota-se a
137
ampliação do tempo também no processo de avaliação de desempenho, prova escrita
destes estudantes. Respeitando a condição linguística do Surdo, dentro do princípio da
Educação Bilíngue, deve-se assegurar a observância de alguns critérios na avaliação
normatizado pelo Decreto nº 5.626/05, Art. 14, § 1º, inciso VI, que determina “adotar
mecanismos de avaliação coerentes com aprendizado de segunda língua, na correção de
provas escritas, valorizando o aspecto semântico e reconhecendo a singularidade
linguística manifestada no aspecto formal da Língua Portuguesa”. A avaliação da língua
portuguesa para o sujeito surdo deve considerar as inferências do nativo da língua de
sinais sobre a escrita. A regularidade do atendimento deve ser definida de acordo com a
necessidade do estudante.
d. Atitudinal: a instituição promoverá semestralmente atividades diversas com a
comunidade acadêmica visando sensibilizar professores, alunos e funcionários para a
convivência frente à diferença.

5.8.6. Apoio psicopedagógico


Serviço de Apoio Psicológico e Psicopedagógico (SEAPSI)
O Projeto de Intervenção Psicológica, implantado em 2010, expressa o
compromisso com a qualidade de ensino e visa atender à demanda de alunos que
apresentam dificuldades específicas de aprendizagem, na qual a prática pedagógica
escolar não consegue atender as especificidades apresentadas.
O presente projeto objetiva levantar dados do baixo desempenho escolar dos
alunos e as principais dificuldades apresentadas, a fim de planejar intervenções
psicológicas de acordo com o diagnóstico situacional, contribuindo para a melhoria do
processo de aprendizagem dos alunos da UNIFAN.
Entre os principais objetivos estão: realizar triagem psicopedagógica com alunos
que apresentem dificuldades específicas de aprendizagem, além de definir e aplicar
instrumentos de avaliação psicopedagógica que facilitem a investigação das dificuldades
de aprendizagem.
O programa é realizado por uma psicóloga que disponibiliza um dia na semana em
cada turno destinado a atender aos discentes que demandem este serviço. A UNIFAN
entende que a formação acadêmica não se restringe somente ao ensino formal, devendo
ser considerada toda vivência do indivíduo. O estabelecimento do Serviço de Apoio
Psicológico e Psicopedagógico (SEAPsi) visa prevenir problemas psicológicos graves, e

138
assim restabelecer a saúde mental dos estudantes. Estes recebem assistência
psicopedagógica/psicológica adequada, que lhes favoreça a solução dos problemas com
os quais se defrontam.
O apoio envolve a orientação com profissional da área especializada que prestará
o serviço e conforme o caso, encaminha-se o estudante para tratamento psicoterapêutico
mais indicado.

Monitoria
Programa de Monitoria
O Programa de Monitoria visa proporcionar aos alunos a participação em Projeto
Pedagógico de Ensino. O Monitor terá seu desempenho acompanhado pelo Professor-
Orientador do módulo da Monitoria.
A participação no Programa de Monitoria será admitida mediante aprovação em
processo seletivo e após prestação de Termo de Compromisso, que definirá as
responsabilidades do Monitor.
Os Monitores serão aprovados por ordem de classificação nas provas do processo
seletivo, realizadas e avaliadas pelo professor do módulo com acompanhamento pela
Coordenação do Curso e homologação pelo Colegiado de Coordenadores de Cursos e
deferida pela Direção Acadêmica. O número de monitores será determinado pelas
coordenações de curso.
Todos os Monitores deverão receber o Certificado de Exercício de Monitoria,
expedido pela Diretoria Acadêmica, se tiver exercido suas atividades por um ano letivo,
pelo menos, e se houver obtido “conceito favorável” do Professor Orientador, devidamente
homologado pelo Colegiado do Curso.

Suporte para Organização Estudantil – Ligas Acadêmicas e Associações Atléticas


A UNIFAN entende que a organização estudantil no ensino superior é um
movimento social que congrega estudantes, de forma dinâmica, e contribui na busca da
qualidade de ensino; com o processo democrático; e com a construção crítica da
cidadania. Neste sentido, a UNIFAN apoia e incentiva a organização estudantil através de
apoio às Ligas Acadêmicas e Associações Atléticas.

Estágios não-obrigatórios

139
Os estágios curriculares (de caráter obrigatório) e extracurriculares (de caráter
não obrigatório/facultativo) são supervisionados e possuem regulamento próprio. As
atividades, são desenvolvidas, preferencialmente, ao abrigo de convênios celebrados,
resguardados os direitos dos estudantes quanto à segurança e à integridade e impedido
o desvio de objetivos e finalidades.
Em se tratando, especificamente, dos estágios não-obrigatórios, ressalta-se que
estes se referem as ações para a promoção da inserção no mercado de trabalho com
oferta de serviços que possibilitem o acesso e a manutenção do estudante em seus
percursos formativos e, nesse sentido, a IES, através de parcerias, promove a captação
e divulgação de vagas, orientação para a elaboração de currículos e seleções, programa
de trainee institucional, dentre outros.

5.8.7. Intercâmbios
Programa de Bolsas de Estudos para Período em Instituição de Ensino no Exterior
São firmados convênios de parceria com instituições nacionais e estrangeiras em
busca de viabilizar mecanismos para fortalecer o intercâmbio de estudantes e docentes.
A exemplo deste, consubstanciou-se parceria com o Banco Santander. Desse
modo, a UNIFAN disponibiliza bolsas para estudo em Instituições internacionais.
.

6. GESTÃO DO CURSO E OS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO INTERNA E EXTERNA

O PPC contempla o previsto na Lei Nº 10.861/2004 para a auto avaliação e


fundamenta-se nas Diretrizes Curriculares Nacionais e no PDI da UNIFAN. A estruturação
avaliativa do curso compreende o especificado no Projeto da CPA, contemplando os
aspectos da organização didático-pedagógica, da avaliação do corpo docente, discente e
técnico-administrativo e das instalações físicas.
Além da avaliação prevista para o Ensino, o sistema de avaliação integra os
resultados concernentes à área pedagógica, das avaliações procedidas pela CPA e pelas
Comissões de Visita do MEC, pautado nas diretrizes e na legislação atual. Entretanto,
apesar da autonomia das duas em relação ao desenvolvimento do seu processo de
verificação e análise de dados e indicadores, a atuação de ambas adquire na UNIFAN
essa conotação de mecanismo fundamental de aferição de resultados que integrarão o
sistema e serão incorporados naquilo que disser respeito à atividade pedagógica.
140
A Avaliação Institucional é uma ação pedagógica, com abordagem democrática,
participativa, sistemática, processual e científica, tendo em vista o processo de
autoconhecimento da instituição, destacando seus pontos fortes e detectando suas
dificuldades e problemas, oportunizando a tomada de decisão.
Neste processo serão considerados o ambiente externo, partindo do contexto no
setor educacional, as tendências, os riscos e as oportunidades para a Instituição e para o
ambiente interno, incluindo a análise de todas as estruturas da oferta e da demanda. O
resultado da avaliação na UNIFAN delimitará a determinação dos rumos institucionais de
curto e médio prazo.
O processo de Avaliação Institucional da UNIFAN é coordenado pela Comissão
Própria de Avaliação, observando a LDBEN Nº 9.394/96, as Diretrizes Curriculares
Nacionais de cada curso e a Lei Federal n.º 10.861, de 14 de abril de 2004, que institui o
Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES. Os procedimentos e
processos utilizados na avaliação institucional privilegiam as abordagens qualitativas e
quantitativas, contribuindo com a análise e divulgação dos resultados e buscando um
sistema integrado de informações acadêmicas e administrativas.
Conforme já paragrafado, o processo avaliativo é democrático e garante a
participação de todos os segmentos envolvidos como forma da construção de uma
identidade coletiva. Em específico, os instrumentos avaliativos destinados aos discentes
são organizados de forma a contemplar aspectos didático-pedagógicos do curso e de
cada segmento institucional que lhe sirva de suporte, além, é claro, da avaliação
individualizada de cada membro do corpo docente e uma autoavaliação proposta para
cada acadêmico.
A Autoavaliação Institucional da UNIFAN foi elaborada visando os seguintes
objetivos:
a. Implantar um processo contínuo de avaliação institucional;
b. Planejar e redirecionar as ações da Instituição a partir da avaliação institucional;
c. Garantir a qualidade no desenvolvimento do ensino, pesquisa e extensão;
d. Consolidar o compromisso social da Instituição;
e. Consolidar o compromisso científico-cultural da UNIFAN;
f. Apoio à integração dos sistemas de informação de cada curso e/ ou setor;
g. Criação de mecanismos para a divulgação dos resultados obtidos nas avaliações.

141
O projeto de avaliação interna da UNIFAN considera as dimensões consideradas
na Lei Federal N.º 10.861, de 14 de abril de 2004, que institui o Sistema Nacional de
Avaliação da Educação Superior (SINAES):
a. A missão e o plano de desenvolvimento institucional;
b. A política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas
formas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção
acadêmica, as bolsas de pesquisa, de monitoria e demais modalidades;
c. A responsabilidade social da instituição, considerada especialmente no que se
refere à sua contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e
social, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do
patrimônio cultural;
d. A comunicação com a sociedade;
e. As políticas de pessoal, as carreiras do corpo docente e do corpo técnico-
administrativo, seu aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional e suas condições de
trabalho;
f. Organização e gestão da instituição, especialmente o funcionamento e
representatividade dos colegiados, sua independência e autonomia na relação com a
mantenedora, e a participação dos segmentos da comunidade universitária nos processos
decisórios;
g. Infraestrutura física, especialmente a de ensino e de pesquisa, biblioteca, recursos
de informação e comunicação;
h. Planejamento e avaliação, especialmente os processos, resultados e eficácia da
autoavaliação institucional;
i. Políticas de atendimento aos estudantes;
j. Sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da continuidade dos
compromissos na oferta da educação superior.
A obtenção dos resultados avaliativos do curso possibilita um diagnóstico reflexivo
sobre o papel desenvolvido pela Instituição no âmbito interno e externo, favorecendo a
adoção de novas ações e procedimentos que atendam às demandas do entorno social no
qual está inserida, contribuindo para a construção de uma identidade mais próxima à
realidade do ambiente em que se localiza e a que se propõe.
A Coordenação operacionaliza o processo de auto avaliação junto aos professores,
com apoio do NDE, produzindo relatórios conclusivos. Cabe à Coordenação de Curso e
ao NDE analisar os relatórios conclusivos de auto avaliação e encaminhá-los à Diretoria
142
da UNIFAN, com plano de incorporação de melhorias no que cabe a coordenação do
curso. Os resultados das análises são levados ao conhecimento dos alunos e dos
professores envolvidos, por meio de comunicação institucional, resguardados os casos
que envolverem a necessidade de sigilo ético da Coordenação de Curso.
A avaliação do PPC traz em si a oportunidade de rupturas com a acomodação e o
previamente determinado, abre espaço para se indagar qual a importância do curso para
a sociedade, a política adotada em sua implementação e sua contribuição para a
construção de uma sociedade mais justa.
Projeções e planejamentos de ações curriculares, assim como procedimentos de
acompanhamento e avaliação do Projeto Pedagógico de Curso resultam principalmente
de interações entre áreas de conhecimento, Colegiado de Curso, NDE, e Direção da
UNIFAN e de avaliações continuadas, sobre o processo de construção e reconstrução do
conhecimento, em todas as suas variáveis.

7. TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICS - NO PROCESSO


ENSINO-APRENDIZAGEM

A UNIFAN dispõe de um conjunto de recursos didáticos e computacionais para a


comunidade acadêmica, com uso de mídias e tecnologias de uso síncrono ou assíncrono.
Os equipamentos estão localizados, principalmente, nas instalações administrativas,
biblioteca, laboratórios de informática, salas de professores e de coordenação, bem como
recursos no próprio Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), Portal Acadêmico (Portal do
Aluno) e bibliotecas virtuais, possibilitando a triangulação entre as ações de tutoria, material
didático e processo avaliativo.
O Portal Acadêmico possui as seguintes aplicações:
Menu Financeiro
a. Acordos
b. 2ª via de Boleto
c. Rematrícula on line

Acervo
a. Biblioteca EBSCO
b. Biblioteca virtual

143
Acadêmico
a. Diário boletim
b. Histórico Escolar

Documentos Com Assinatura Eletrônica e possibilidade de consultar autenticidade


a. Atestado de Matrícula
b. Declaração de Regularidade Financeira
c. Declaração para Imposto de Renda

Secretaria Virtual
a. Acompanhar minhas solicitações
b. Solicitar Requerimentos
c. Permissão para envio de mensagens

Requerimentos Disponíveis:
a. alteração de responsável financeiro
b. antecipação de pagamento de curso/semestre
c. atestado diferenciado
d. declaração de diploma em processo de registro
e. módulo/disciplina não cursada
f. módulo/disciplina em dependência
g. módulo/disciplina em dependência para aluno bolsista
h. módulo/disciplina extra - não cursada
i. envio de contrato de estágio remunerado
j. histórico escolar
k. lançamento/ reativação de bolsa PROUNI
l. programa de módulo/disciplinas
m. reconsideração de encerramento bolsa PROUNI
n. regime especial-assistência domiciliar
o. solicitações de informações diversas - financeiro
p. solicitações secretaria
q. transferência de polo
r. transferência interna de curso
s. ACC

144
Ainda sobre as TICs, destaca-se que estas buscam incorporar de maneira crescente
os avanços tecnológicos às atividades acadêmicas, e assegurar a acessibilidade digital,
com a disponibilização de recursos para a comunidade acadêmica que possua alguma
restrição à navegação nos dispositivos previstos para uso (baixa visão, falta de experiência
em navegação na web ou uso de aplicativos, conexões de baixa velocidade, restrições
motoras à navegação convencional via mouse, entre outros). As TICs contemplam a
possibilidade de seu uso com apoio de tecnologias assistivas, bem como outras estratégias
de comunicação com os alunos, sendo que todas medidas adaptativas para promoção da
plena acessibilidade foram descritas neste documento em sessão própria.
Os equipamentos estão localizados, principalmente, nas instalações administrativas,
biblioteca, laboratórios de informática, salas de professores e de coordenação. Além disso,
incorpora de maneira crescente os avanços tecnológicos às atividades acadêmicas.
Anualmente, faz-se a revisão e renovação do parque tecnológico visando disponibilizar os
equipamentos mais atuais para os discentes como também os docentes e colaboradores.
Há orçamento anual que possibilita à aquisição de computadores e softwares, inclusive de
acessibilidade, utilizados em atividades práticas dos cursos oferecidos.
Em busca de constante renovação do parque tecnológico visando disponibilizar os
equipamentos mais atuais para os discentes como também os docentes e colaboradores.
Temos um orçamento anual que possibilita à aquisição de computadores e softwares,
inclusive de acessibilidade, utilizados em atividades práticas dos cursos oferecidos.
As dependências comuns da Instituição disponibilizam serviço de wifi que atende à
toda comunidade acadêmica e funcionários. A UNIFAN incentiva o corpo docente a
incorporar novas tecnologias aos processos de ensinagem e aprendizagem, promovendo
inovações no âmbito dos cursos. As TICs implantadas nos processos de ensinagem e
aprendizagem e previstas no PPC incluem, especialmente, o uso da imagem e a informática
como elementos principais. É estimulado o uso, entre os professores, de ferramentas
informatizadas que permitam o acesso dos alunos aos textos e outros materiais didáticos
em mídias eletrônicas. As telas compartilhadas nas atividades síncronas, possibilitam ao
docente utilizar imagens com boa qualidade, além de enriquecer os conteúdos/unidades de
aprendizagem abordadas com a apresentação de esquemas, animações, mapas etc.
A interatividade entre o corpo docente, discentes e tutores é assegurada por
mecanismos de comunicação utilizadas entre todos os envolvidos no processo, ou seja,
comunicação bidirecional, em ambos os lados ou vias, permitindo a comunicação do

145
docente ou do tutor com os discentes, tanto privado como de forma coletiva, através de
chat técnico, avisos automático, fórum e e-mails e sms, além da o uso de redes sociais.
A comunicação e interatividade dar-se-á pelo Ambiente Virtual de Aprendizagem
(AVA), espaço de aprendizagem possibilitado pelas tecnologias informáticas e que se
caracteriza por ser, antes de tudo, um espaço onde acontecem interações cognitivo-sociais,
possibilitadas pela interface gráfica, além do Portal do Aluno.
Estes espaços propiciam o uso de ferramentas especialmente produzidas ou
adaptadas para a finalidade educativa, criando oportunidades para que a aprendizagem
aconteça de formas diversas. Esse ambiente de aprendizagem se configura e se
caracteriza como espaço que organiza recursos e ferramentas que englobam elementos
técnicos, tais como computadores, softwares e servidores, entre outros. Assim, alunos,
professores e demais profissionais envolvidos no processo; e suas relações, tais como
troca de e-mails, discussões em fóruns e listas, construção coletiva de texto, dentre outros,
acontecem em mediações síncronas e assíncronas.
Essas ferramentas são utilizadas pelos docentes, na UNIFAN, para preparar aulas
e elaborar provas, e pelos alunos, nos laboratórios de informática e na biblioteca, numa
extensão da sala de aula. Serão utilizados também os repositórios de materiais e
publicações disponibilizados pelo MEC e demais órgãos de interesse, em seus sites; além
de outras ferramentas, de acordo com o previsto nos planos de ensino.
Serão utilizados também os repositórios de materiais e publicações disponibilizados
pelo MEC e demais órgãos de interesse, em seus sites, além de outras ferramentas, de
acordo com o previsto nos planos de ensinagem e aprendizagem.
Os docentes utilizam também as linguagens dos modernos meios de comunicação,
a integração de dados, imagens e sons; a universalização e o rápido acesso à informação;
e a possibilidade de comunicação autêntica que reduz as barreiras de espaço e de tempo
e criam um contexto mais propício à aprendizagem. A Instituição disponibiliza para o aluno
quarenta e seis (46) computadores e softwares nos laboratórios de uso exclusivo e oito (8)
computadores na Biblioteca, todos ligados a internet banda larga. Sua utilização permite
superar as barreiras físicas e o acesso limitado aos recursos de informação existentes.
Um fator relevante no processo de aprendizagem por parte do discente é a biblioteca
virtual que está disponível para todos na comunidade acadêmica, com livros em diversas
áreas de conhecimento. Contam ainda com os periódicos da CAPES, que se constituem
como ferramenta importante para a promoção da acessibilidade e democratização do
acesso à informação.
146
7.1. AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM (AVA – EPS)

São sistemas computacionais que podem ser empregados como suporte para as
disciplinas a distância realizada exclusivamente online ou para apoio às atividades
presenciais de sala de aula, permitindo expandir as interações da aula para além do
espaço–tempo do encontro face a face. O AVA é compreendido como um espaço eficaz de
significação onde os sujeitos e objetos técnicos interagem, potencializando, assim, a
construção de conhecimentos e, por conseguinte, as aprendizagens. Desta forma, pode-se
considerar que todo ambiente virtual é também um ambiente de aprendizagem se entender
a aprendizagem como um processo em que os sujeitos desenvolvem a interconectividade.
O Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) utilizado é desenvolvido e customizado pela
própria UNIFAN para apoio à aprendizagem, que pode ser instalado em várias plataformas
tais como Unix, Linux, Windows, MAC OS.
Seu desenvolvimento foi realizado por uma equipe a qual reúne programadores,
designers, administradores, professores e alunos. A opção pela metodologia online está
respaldada na evolução das mídias que modificaram simultaneamente os paradigmas
convencionais do ensino, que mantêm distantes professores e alunos. Todavia, os
ambientes virtuais de aprendizagem, disponibilizam conteúdos que devem ser utilizados
pelos alunos como meio para complementar as atividades, onde esses permitem a troca de
experiências que não devem ser desprezadas pelos professores que buscam que estes
atinjam seus objetivos.
A UNIFAN decidiu desenvolver um sistema próprio de EAD, devido a necessidade
de atender as expectativas de gestão acadêmica, ter os objetos educacionais modelados
de acordo com sua necessidade, e ser protagonista em metodologias de aprendizagem que
não dependam de uma solução pronta do mercado. Assim, a concepção do AVA teve
algumas premissas iniciais, das quais destacamos:
a. Intuitividade da plataforma, que propicia a amigabilidade da navegação, a inclusão
e, consequentemente, motivação dos alunos. O ambiente virtual precisa ser prazeroso para
que os discentes utilizem o recurso com frequência, constância e interesse.
b. Multiplicidade de disponibilização de conteúdos/unidades de aprendizagem, o que
permite ao aluno, vocacionar a forma que melhor corresponde às suas características

147
cognitivas e de aprendizagem. Sabemos que todos aprendem em qualquer lugar e cada
aluno possui uma melhor forma de aprender (metacognição).
c. Disponibilizar multiplicidades de formas de aprender. Consiste em oportunizar ao
aluno descobrir e utilizar o recurso que melhor permita o seu aprendizado.
d. Gerenciamento em todo o processo, o que permite autonomia e agilidade para
atualizar e promover mudanças em consonância com as tecnologias disponíveis na
atualidade.
e. Big data a serviço das especificidades de cada aluno, que significa utilizar a
informação para orientar e direcionar o estudo do aluno, oportunizando melhor condições
de ensino/aprendizado. Todo o ambiente é rastreado para que o aluno perceba o percentual
de evolução no conteúdo, tanto quanto aos acessos nos objetos educacionais, quanto
qualitativamente, através de associação de aproveitamento nos conteúdos/unidades
aprendizagem do módulo (cada atividade é associada a temas do conteúdo, onde se
identifica a performance no aprendizado deste), e que o aluno, professores e tutores
tenham acesso e possam comparar com a o resultado médio esperado e atingido.
f. Ambiente responsivo a qualquer device, possibilitando a inclusão e acessibilidade.
g. Conteúdos colaborativos, o que leva o aprendizado para além do perímetro do aluno.
A construção coletiva amplia os horizontes do conhecimento.
h. Gestão total do AVA.
i. Realização das avaliações dos alunos.
j. Suporte tecnológico aos docentes para a disponibilização dos conteúdos de acordo
com o modelo pedagógico e design institucional e para os discentes com ferramentas de
orientação técnica e acadêmica.
k. Controle de acessos.
l. Atribuição de notas, resultantes das avaliações, entre outros.

A plataforma possibilita a transmissão e organização dos conteúdos dos materiais


de apoio às aulas, por facilitar a comunicação (síncrona ou assíncrona). Além disso tem
numerosos recursos que flexibilizam sobremaneira a reconhecimento das diversas
filosofias de avaliação dos alunos, que são utilizadas nos cursos ofertados na UNIFAN, a
exemplo de:
a. Avaliação por acessos: fornece uma ferramenta denominada log de atividades, que
permite colocar em gráfico os acessos dos participantes ao AVA, as ferramentas utilizadas,

148
os módulos, materiais ou atividades acessadas, o dia, a hora, a partir de que computador
e por quanto tempo.
b. Avaliação por participação: todas as intervenções dos alunos no ambiente (envio de
perguntas e de respostas, testes de conhecimento, fórum de discussão, tutoria ao vivo,
atividades individuais e colaborativas etc.), também são separadas sob o perfil do aluno,
permitindo sua rápida avaliação.

Existem ferramentas específicas que permitem aos tutores passar ensaios,


exercícios e tarefas, com datas e horários determinados para entrega. A mudança no papel
dos próprios alunos para se adequarem à realidade do mundo virtual e à realidade do
ensino a distância, exige novo perfil dos profissionais do ensino, evidenciando:
comunicabilidade, criatividade, familiaridade com as tecnologias de informação e
comunicação. O AVA tem todas as ferramentas que os tutores necessitam para construir o
ambiente online. Inicialmente os tutores são orientados intensamente na filosofia
pedagógica e no uso eficiente, rápido e de qualidade dos recursos disponíveis no AVA.
Para as disciplinas EAD serem disponibilizadas aos alunos, é necessário que os
professores orientadores realizem o planejamento da mesma, com objetivos gerais e
específicos, modularização do conteúdo, recursos e ferramentas que são utilizados,
cronograma, conteúdo programático, metodologia didática e as definições da avaliação.
A UNIFAN desenvolveu como elementos educacionais integrados ao AVA, os que
seguem abaixo:
a. Videoaulas: produzidas em estúdio próprio, com modelos de gravação em 1ª pessoa
(professor lecionando ao aluno), entrevistas, matérias discutidas, entre outros modelos que
propiciem uma melhor integração da Academia e a realidade profissional. Importante
destacar que todos os vídeos possuem legendas e tradução em libras automatizados para
atendimento aos alunos com necessidades especiais.
b. Conteúdo Digital: Conteúdos escritos e produzidos dos módulos, roteirizados pelos
docentes, e disponibilizados em html5 com design moderno e dinâmico, possibilitando ao
aluno fazer download do conteúdo, para se necessário, estudar mesmo off-line. Importante
destacar que os conteúdos escritos possuem leitor automático da Adobe, para atendimento
aos alunos com necessidades especiais.
c. Testes de Conhecimento: Bateria de exercícios associados a matriz do módulo, para
que o aluno teste o seu aprendizado e possa rever os conteúdos em que identificou maior
fragilidade nos estudos. Oportuniza ao aluno se autoavaliar, aprimorando seu processo de

149
aprendizagem. Aos professores e tutores, é a oportunidade de enxergar individualmente
cada aluno e a turma, para o suporte necessário, seja através de atividades individuais, ou
coletivas. Significa enxergar cada aluno como um indivíduo único com necessidades de
aprendizado distintas. Desta forma, o ensino a distância propicia um caráter inclusivo e
relativizado às necessidades individuais de evolução acadêmica.
d. Central de Mensagens: Docentes e discentes podem se comunicar através da central
de mensagens para troca de orientações, informações sobre as aulas e dúvidas quanto ao
conteúdo ou atividade trabalhada.
e. Fórum de Discussão: Ambiente mediado pelo tutor, para a troca de entendimentos
sobre assuntos relacionados às aulas, aplicação dos conceitos aprendidos, exploração do
senso crítico e reflexivo, além de outras formas de utilização do fórum que contribuem,
sobremaneira, de um melhor processo de ensino e aprendizagem.
f. Atividade: Local de postagem de trabalhos propostos pelo professor do módulo.
g. Material de Apoio: Local onde o professor insere textos, artigos, sugestões de leitura,
para apoiar os alunos no desenvolvimento do módulo.
h. Tutoria ao Vivo: Transmissão ao vivo de web conferência, agendada com
antecedência no próprio Ambiente Virtual, para discussão de conteúdo, debate sobre
determinado tema, orientações diversas etc.
i. Biblioteca Virtual: Ambiente com o acervo de livros e periódicos disponibilizados
integralmente aos alunos.
j. Chat Técnico: Canal para orientações de navegação aos alunos, bem como tutoriais
de utilização do ambiente virtual e objetos educacionais.

Todos os recursos foram implementados em conformidade com o entendimento do


corpo diretivo e docente da UNIFAN, entendendo que objetos educacionais inovadores e
transformacionais ditarão a ambiência necessária para atendimento das expectativas
acadêmicas de nossos alunos alinhados com as perspectivas de qualidade para aplicação
de sua formação no mercado de trabalho.

150
8. PROCEDIMENTOS DE ACOMPANHAMENTO E DE AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS
DE ENSINO-APRENDIZAGEM

O Curso Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas utiliza metodologias e


critérios para acompanhamento e avaliação do processo de ensino e aprendizagem, em
consonância com o sistema de avaliação e a dinâmica curricular, definidos pela Instituição de
Ensino no seu Regimento Interno e normatizados pelos Colegiados Superiores. A avaliação,
para atingir sua finalidade educativa, deve ser coerente com os princípios filosóficos,
epistemológicos, éticos e sociais do processo de ensino e aprendizagem adotados. De um
modo geral espera-se que as avaliações do processo ensino e aprendizagem contemplem:
O domínio dos conteúdos - Esse entendimento reconhece que o ensino deve assegurar
aos estudantes o domínio dos conteúdos recomendados pelas atuais diretrizes para o curso,
submetendo-os aos condicionamentos e à lógica do processo pedagógico. Isto significa uma
perspectiva de qualidade de ensino que deverá estar basicamente assentado no papel do
professor que, pela sua presença, assistência pedagógica e pela utilização dos diversos
recursos didáticos modernos de estimulação à aprendizagem, orientará o processo de
aprendizagem dos conteúdos.
O domínio das habilidades e das atitudes - Um dos maiores desafios de qualquer
processo pedagógico é transformar o estudante, geralmente passivo e receptivo, em aluno
ativo e produtor do seu conhecimento, do seu próprio processo de aprendizagem. Nesse
sentido, momentos pedagógicos privilegiadores do desenvolvimento individual do estudante
serão oferecidos, por todos os professores, quer sob a forma de oficinas para
experimentações de metodologias e de práticas, e/ou de atividades utilizando técnicas
investigativas, e/ou de experiências práticas nos campos de estágio e de extensão, além da
experiência da produção de trabalhos escritos.
O domínio da dimensão ético-política - A absorção de padrões de referências coletivas
éticas depende de dois processos simultâneos e complementares. Em primeiro lugar da
condução da reflexão dos princípios filosóficos fundamentais, norteadores da ação prática dos
profissionais. Em segundo, depende dos conteúdos teóricos e das habilidades técnico-
operativas que deverão processar como mediadores da prática profissional. Nesse sentido,
os conteúdos ético-políticos transformam-se em pressupostos constitutivos de todo o
processo pedagógico que envolve todos os professores. Nessa dimensão, avalia-se o
estudante quanto à compreensão do seu papel profissional no campo da cidadania, da
liberdade, dos direitos humanos e da justiça social em uma sociedade democrática.
151
O aproveitamento escolar será avaliado mediante verificações parciais, durante o
período letivo, eventual exame final, expressando-se o resultado de cada avaliação, em notas
de zero a dez, utilizando-se preleções, pesquisas, exercícios, arguições, trabalhos práticos,
seminários, visitas técnicas, estágios, provas escritas e orais, procedimentos estes previstos
nos respectivos planos de ensino, aprovados pelas respectivas coordenadorias de curso. O
professor, a seu critério ou a critério da respectiva Coordenação do Curso, poderá promover
trabalhos, exercícios e outras atividades em classe e extraclasse, que podem ser computados
nas notas ou conceitos das verificações parciais, nos limites definidos pelo Regimento Interno
da Instituição. A apuração do rendimento escolar será feita por disciplina, incidindo sobre a
frequência e o desempenho do estudante (aproveitamento), cabendo ao docente à atribuição
de notas e a responsabilidade pelo controle de frequência dos estudantes, devendo a Direção
Acadêmica acompanhar o cumprimento desta obrigação, intervindo em caso de omissão. O
estudante aprovado em todas as disciplinas do período cursado é promovido ao período letivo
seguinte, admitindo-se, ainda, a promoção com dependência. Neste caso, o aluno deverá
matricular-se no período seguinte obrigatoriamente nas disciplinas de que depende,
observando-se a compatibilidade de horário e aplicando-se, a todas as disciplinas em
dependência, as mesmas exigências de frequência e aproveitamento estabelecidas
anteriormente. Todas as normas relativas a esse assunto estão descritas no Regimento
Interno e no PDI da UNIFAN.

8.1. AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL


8.1.1. Autoavaliação Institucional

A Avaliação Institucional é uma ação pedagógica, com abordagem democrática,


participativa, sistemática, processual e científica, tendo em vista o processo de
autoconhecimento da instituição, destacando seus pontos fortes e detectando suas
dificuldades e problemas, oportunizando a tomada de decisão.
Neste processo serão considerados o ambiente externo, partindo do contexto no setor
educacional, as tendências, os riscos e as oportunidades para a Instituição e para o ambiente
interno, incluindo a análise de todas as estruturas da oferta e da demanda. O resultado da
avaliação na UNIFAN delimitará a determinação dos rumos institucionais de curto e médio
prazo.

152
O processo de Avaliação Institucional da UNIFAN é coordenado pela Comissão Própria
de Avaliação, observando a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394, de
20/12/1996), as Diretrizes Curriculares Nacionais de cada curso e a Lei Federal n.º 10.861, de
14 de abril de 2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior -
SINAES. Os procedimentos e processos utilizados na avaliação institucional privilegiam as
abordagens qualitativas e quantitativas, contribuindo com a análise e divulgação dos
resultados e buscando um sistema integrado de informações acadêmicas e administrativas.

8.1.2. Metodologias, Dimensões e Instrumentos a serem utilizados no Processo de


Autoavaliação

A Autoavaliação Institucional da UNIFAN foi elaborada visando os seguintes objetivos:


 Implantar um processo contínuo de avaliação institucional;
 Planejar e redirecionar as ações da Instituição a partir da avaliação institucional;
 Garantir a qualidade no desenvolvimento do ensino, pesquisa e extensão;
 Consolidar o compromisso social da Instituição;
 Consolidar o compromisso científico-cultural da UNIFAN;
 Apoio à integração dos sistemas de informação de cada curso e/ ou setor;
 Criação de mecanismos para a divulgação dos resultados obtidos nas avaliações.
O projeto de avaliação interna da UNIFAN considera as dimensões consideradas na
Lei Federal n.º 10.861, de 14 de abril de 2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação
da Educação Superior - SINAES:
 A missão e o plano de desenvolvimento institucional;
 A política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas
formas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção
acadêmica, as bolsas de pesquisa, de monitoria e demais modalidades;
 A responsabilidade social da instituição, considerada especialmente no que se refere à
sua contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social,
à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio
cultural;
 A comunicação com a sociedade;

153
 As políticas de pessoal, as carreiras do corpo docente e do corpo técnico-
administrativo, seu aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional e suas condições
de trabalho;
 Organização e gestão da instituição, especialmente o funcionamento e
representatividade dos colegiados, sua independência e autonomia na relação com a
mantenedora, e a participação dos segmentos da comunidade universitária nos
processos decisórios;
 Infraestrutura física, especialmente a de ensino e de pesquisa, biblioteca, recursos de
informação e comunicação;
 Planejamento e avaliação, especialmente os processos, resultados e eficácia da auto
avaliação institucional;
 Políticas de atendimento aos estudantes;
 Sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da continuidade dos
compromissos na oferta da educação superior.

9. NÚMERO DE VAGAS

Em 2014 foi sancionado o Plano Nacional de Educação (PNE), com o objetivo de direcionar
investimentos que visem a melhoria da qualidade da educação no país. O PNE estabelece
20 metas que envolvem todos os níveis de educação e devem ser atingidas até 2024. Em
relação às metas estabelecidas para o ensino superior, o Plano Nacional determina o
crescimento da taxa de matrículas bruta para 50% e taxa líquida para 33%.
Embora destinada a uma grande porcentagem para a educação pública, cabe às
instituições privadas estarem em consonância com a preocupação e o aumento da
qualidade da educação no país. Importante ressaltar sobre os resultados do Censo de
Educação Superior, haja vista que de acordo com os dados extraídos das Notas
Estatísticas do Censo de Educação Superior, de 2019, que apontavam que 88,4% das
Instituições de Ensino Superior no Brasil, são privados.
Com relação à ocupação, a pesquisa revelou que 75% dos alunos respondentes, estão
trabalhando no momento. Este dado reforça que o perfil do aluno da IES encontra
significativas oportunidades de colocação no mercado de trabalho.
Reafirmando a colocação acima, sobre as possibilidades no mercado de trabalho, no
universo de alunos respondentes que trabalham, 82% atuam como funcionários em

154
empresas privadas, também encontram colocações no setor privado, tanto como auxiliares
ou estagiários.
Demonstra também, que mais de 50% dos alunos matriculados, ingressaram no
mercado de trabalho, após iniciarem o curso.
E finalmente, a pesquisa também revelou que os alunos avaliaram estar melhor
preparados para competir no mercado de trabalho, após seu ingresso e formação em
nossos cursos. Assim, são oferecidas 500 vagas anuais para acesso ao Curso de Análise
e Desenvolvimento de Sistemas. As formas de acesso ao curso acontecem conforme
estabelece o Regimento Interno da UNIFAN, registradas no Edital do Processo Seletivo
dos Cursos de Graduação. Assim sendo, o Processo Seletivo destina-se a avaliar a
formação recebida pelos candidatos e classificá-los, dentro do estrito limite das vagas
oferecidas.
Justifica-se a quantidade de vagas pelo fato de ser um curso com demandas em
municípios localizados em regiões distantes dos grandes centros urbanos, onde a UNIFAN
estabelece seu plano de expansão e atuação, bem como traz em sua proposta
metodológica um posicionamento inclusivo e acessível, o qual oportunizará através de seu
Modelo de Ensino, uma experiência de aprendizagem intuitiva, de fácil acesso e manuseio,
e com recursos que potencializarão o interesse dos alunos, além de uma política de preços
compatíveis com a realidade regional de sua atuação.
Conforme descrito anteriormente, a sede fica localizada na cidade de Feira de Santana,
segunda maior cidade do Estado e o município ocupa historicamente posição estratégica
na região Nordeste e no Estado da Bahia, entrecruzado por rodovias, constituindo-se como
o maior entroncamento rodoviário do Norte e Nordeste brasileiro, o que possibilita um
crescimento notório do mercado intrarregional processado para o interior do Estado,
ficando evidente a sua função central na dinâmica regional.
Por ter esta localização privilegiada no cenário geográfico nacional, o município funciona
como centro regional de passagem de pessoas e produtos, exercendo papel de
entroncamento de vias de transporte, na fronteira da capital Salvador com o sertão, do
recôncavo aos tabuleiros do semiárido da Bahia.
É neste contexto sociopolítico econômico e cultural, bem como a orientação
administrativa, acadêmica e de infraestrutura, que a UNIFAN pretende implantar o Curso
de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, para suprir a necessidade de
profissionais éticos, competentes e comprometidos com a sociedade.

155
As formas de acesso ao curso acontecem conforme estabelece o Regimento Interno
da UNIFAN, registradas no Edital do Processo Seletivo dos Cursos de Graduação. Assim
sendo, o Processo Seletivo destina-se a avaliar a formação recebida pelos candidatos e
classificá-los dentro do estrito limite das vagas oferecidas. As inscrições para o Processo
Seletivo são abertas em Edital, devidamente autorizado, do qual constam os Cursos e suas
habilitações, com as respectivas vagas, os prazos de inscrição, a documentação exigida
para inscrição, a forma de avaliação, os critérios de classificação e demais informações
úteis. A transferência externa e a matrícula de portador de diploma de nível superior
poderão ser concedidas na dependência da existência de vaga(s) no curso. A Instituição
torna público, quando há, também através de Edital, o número de vagas a serem
oferecidas. A avaliação dos candidatos inscritos nessa modalidade será feita pelo
Conselho Deliberativo Superior (CONSU).

[Link]ÇÃO

O uso da tecnologia e de metodologias ativas na UNIFAN é um requisito inerente à


dinâmica do século 21. A IES não conseguirá responder às demandas dos estudantes sem o
uso intensivo e eficiente da tecnologia.
Diversos recursos estão disponíveis na perspectiva da ampliação das possibilidades de
construção e de aquisição de saberes, e encontra seu principal esteio das tecnologias
presentes em diferentes espaços e com recursos como: impressora 3D, de corte a Laser,
softwares e equipamentos de realidade virtual, espaço maker, ateliê de artes e maquetes, sala
de metodologias ativas, laboratórios de informáticas entre outros.
Estes espaços do fazer têm como missão oferecer aos estudantes inovação,
possibilitando a criação de novas experiências, além das solicitadas dentro do currículo
acadêmico.

10.1. ATIVIDADES DE TUTORIA

Os Referenciais de Qualidade para EAD apresentam as dimensões que devem compor


o Projeto Pedagógico de cursos com disciplinas na modalidade à distância e trazem como
aspectos fundamentais, dentre outros a Equipe multidisciplinar destacada pelo tutor e seu
papel no processo educacional onde o estudante deve ser o centro do processo. Além disso,

156
a interação aluno- tutor deve ser apoiado em um adequado sistema de tutoria. O tutor de sala
integra a equipe pedagógica na sede da IES, para elaboração e montagem das aulas, dos
instrumentos de avaliação e correção de todas as atividades.
O tutor tem um importante papel na mediação pedagógica e tecnológica, com clara
concepção de aprendizagem, domínio do conteúdo, facilitador da construção do
conhecimento. Deve desenvolver propostas de atividades para a reflexão, apoiar sua
resolução, sugerir fontes de informações alternativas. Desenvolver explicações, favorecer os
processos de compreensão, com subsídio do Professor Orientador. Com a condução do
Professor Orientador, o tutor fará o atendimento ao aluno, em consultas individualizadas, no
horário destinado à tutoria.
A interatividade entre aluno e tutor ocorrerá em momentos presenciais semanais,
definidos no planejamento da disciplina. Ocorrem também através do AVA com a participação
em chats, fóruns e mensagem direta cujo prazo de resposta é de 24 horas úteis. O tutor
apoia, acompanha e estimula a aprendizagem do aluno, em construção coletiva; respondem
aos questionamentos, às dúvidas formuladas pelo aluno, em todas as situações de
aprendizagem, propostas pelas ferramentas disponibilizadas no AVA. É também responsável
pela comunicação e interação no processo, em que a dialogicidade seja possível nos
ambientes de aprendizagem apoiados nas mídias em educação. Isso depende da ação
humana do sujeito que aprende e do sujeito que acompanha.
Desse modo, como articulador da interatividade, o tutor assume a responsabilidade
pela criação de um ambiente acolhedor, confortável e propício à aprendizagem. Assim, a
construção de conceitos sobre a dialogicidade, a comunicação e a interação devem constituir
o trabalho docente do tutor. A interação com o aluno e a intensificação da comunicação,
podem sinalizar aprendizagens efetivas, seja pela mediação que ocorre num fórum de
discussão, seja num chat. Para que as ações assim ocorram, o tutor participará do projeto de
formação continuada envolvendo aspectos tecnológicos, pedagógicos e operacionais, através
de oficinas desenvolvidas pelos professores orientadores das diversas áreas dos currículos
dos cursos.
O processo de formação dos tutores será contínuo, para conhecimento e atualização
da metodologia, sistemática de avaliação, acesso ao AVA, suporte acadêmico aos alunos,
atualização da plataforma e da sistemática operacional das aulas. São realizados cursos de
capacitação em Metodologia em EAD, Elaboração de Questões, Estudos de Casos Concretos,
entre outros, para viabilizar maior qualificação para o trabalho da tutoria presencial e à

157
distância. As atividades desenvolvidas semanalmente pelo tutor serão assim distribuídas:
acompanhamento das videoaulas; orientação na aula atividade.
A interação com o aluno e a intensificação da comunicação, podem sinalizar
aprendizagens efetivas, seja pela mediação que ocorre num fórum de discussão, seja num
chat. Para que as ações assim ocorram, o tutor participará do projeto de formação continuada
envolvendo aspectos tecnológicos, pedagógicos e operacionais, através de oficinas
desenvolvidas pelos professores orientadores das diversas áreas dos currículos do curso. O
tutor à distância faz a intermediação entre o tutor de sala e o aluno, orientando as atividades,
e estimulando a participação no chat e no fórum de discussão. As atividades de auto estudo
no processo de aprendizagem flexível, também são realizadas pelos alunos com o
acompanhamento do tutor de sala, orientadas pelo tutor à distância.
10.2. CONHECIMENTOS, HABILIDADES E ATITUDES NECESSÁRIAS ÀS ATIVIDADES
DE TUTORIA

O tutor deve ter formação acadêmica em nível de graduação e pós-graduação na área


específica e cursos específicos na área de Educação à Distância. As atividades de tutoria são
desenvolvidas pelo Tutor Virtual, atuando na sede da UNIFAN, com as atividades assíncronas,
em colaboração com o Professor Orientador desenvolvendo a mediação pedagógica com os
alunos dos cursos da área correlata. A tutoria conta também com a participação do Tutor
Presencial, através da atuação diretamente com os alunos, desenvolvendo as atividades,
acompanhando as aulas presenciais, orientando a semana web e fazendo a tutoria individual
e coletiva.
Para o desenvolvimento das ações referidas, torna-se necessário a realização de um
processo de contínua formação dos tutores, avaliando o desempenho, acompanhando e
analisando os resultados, definindo um conjunto básico de competências e habilidades
necessárias que devem caracterizar o papel do tutor nos cursos e disciplinas EAD. Destacam-
se as seguintes habilidades: habilidades de comunicação oral e escrita, liderança, dinamismo,
iniciativa, entusiasmo, criatividade, equilíbrio emocional, participação, motivação,
competência interpessoal e de trabalho em equipe para compartilhar o cumprimento de metas
e o alcance de objetivos. Deve também ter comprometimento com a formação dos alunos,
agilidade no atendimento das demandas, proporcionando feedback das atividades, ter
conhecimento da organização pedagógica e administrativa do curso da sua área de atuação.
Torna-se necessário também definir as competências necessárias para o desenvolvimento

158
das ações de tutoria, destacando: capacidade de organização e planejamento - para
aperfeiçoar os procedimentos e conseguir melhores resultados; proatividade - sugerindo
ideias novas por iniciativa própria, para solucionar ou evitar problemas; flexibilidade -
evidenciando capacidade de adaptação ao surgimento de novas atividades;
Comprometimento e assiduidade - disponibilizando o seu potencial em prol do alcance dos
objetivos e metas do curso; Conhecimento das rotinas de trabalho - conhecimento de como
realizar as atividades no processo de tutoria; Conhecimento em informática básica e do
ambiente virtual - capacidade de operacionalizar as ferramentas do ambiente virtual de
ensino-aprendizagem; Conhecimento pleno da disciplina - conhecimento do conteúdo da
disciplina; Conhecimento sobre educação a distância e sobre o curso - Capacidade para
entender os fundamentos, estruturas e metodologias de EAD e da dinâmica operacional do
curso.

10.3. AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM – AVA

São sistemas computacionais que podem ser empregados como suporte para a
educação a distância realizada exclusivamente online ou para apoio às atividades presenciais
de sala de aula, permitindo expandir as interações da aula para além do espaço–tempo do
encontro face a face. O AVA é compreendido como um espaço eficaz de significação onde os
sujeitos e objetos técnicos interagem, potencializando, assim, a construção de conhecimentos,
logo as aprendizagens. Desta forma, pode-se considerar que todo ambiente virtual é também
um ambiente de aprendizagem se entendermos a aprendizagem como um processo onde os
sujeitos desenvolvem a interconectividade.
O Ambiente Virtual de Aprendizagem - AVA utilizado é desenvolvido e customizado
pela própria UNIFAN para apoio à aprendizagem, que pode ser instalado em várias
plataformas que consigam executar a linguagem html tais como Unix, Linux, Windows, MAC
OS. Seu desenvolvimento foi realizado de forma colaborativa por uma equipe, a qual reúne
programadores, designers, administradores, professores e alunos.
A opção pela metodologia online está respaldada na evolução das mídias que
modificaram simultaneamente os paradigmas convencionais do ensino, que mantêm distantes
professores e alunos. Todavia, os ambientes virtuais de aprendizagem, disponibilizam
conteúdos que devem ser utilizados pelos alunos como meio para complementar as

159
atividades, onde esses permitem a troca de experiências que não devem ser desprezadas
pelos professores que buscam que estes atinjam seus objetivos.
A UNIFAN decidiu desenvolver um sistema próprio de EAD, devido a necessidade de
atender expectativas de gestão acadêmica, entre as quais destacamos:
 Intuitividade da plataforma, que propicia a amigabilidade da navegação, a inclusão
e, consequentemente, motivação dos alunos;
 Multiplicidade de disponibilização de conteúdos, o que permite ao aluno, vocacionar
a forma que melhor corresponde às suas características cognitivas e de
aprendizagem;
 Maior gerenciamento em todo o processo, o que permite autonomia e agilidade para
atualizar e promover mudanças em consonância com as tecnologias disponíveis na
atualidade;
 Big data a serviço das especificidades individuais, oportunizando melhor condições
de ensino/aprendizado a partir das características do aluno;
 Ambiente responsivo a qualquer device;
 Conteúdos colaborativos, o que leva o aprendizado para além do perímetro do aluno.
A construção coletiva amplia os horizontes do conhecimento.
 Gestão total do AVA;
 Realização das avaliações dos alunos;
 Suporte tecnológico para a disponibilização dos conteúdos de acordo com o
modelo pedagógico e design institucional;
 Controle de acessos;
 Atribuição de notas, resultantes das avaliações, entre outros.
A plataforma possibilita também, a transmissão e organização dos conteúdos dos
materiais de apoio às aulas, por facilitar a comunicação (síncrona ou assíncrona). A plataforma
têm um grande número de recursos que flexibilizam sobremaneira a implantação das diversas
filosofias de avaliação dos alunos, que serão utilizadas nos cursos ofertados na UNIFAN, a
exemplo de: Avaliação por acessos: Fornece uma ferramenta denominada log de atividades,
que permite colocar em gráfico os acessos dos participantes ao site, as ferramentas utilizadas,
os módulos, materiais ou atividades acessados, o dia, a hora, a partir de que computador e
por quanto tempo. Avaliação por participação: todas as intervenções dos alunos no
ambiente (envio de perguntas e de respostas, atividades colaborativas, entradas no diário,
entre outros), também são separadas sob o perfil do aluno, permitindo sua rápida avaliação.

160
Existem ferramentas específicas que permitem ao professor passar ensaios, exercícios
e tarefas, com datas e horários limites para entrega. A mudança no papel dos próprios alunos
para se adequarem à realidade do mundo virtual e à realidade do ensino a distância, exige
novo perfil dos profissionais do ensino: comunicabilidade, criatividade, familiaridade com as
tecnologias de informação e comunicação.
O AVA tem todas as ferramentas que os professores necessitam para construir o
ambiente online. Inicialmente os professores são orientados intensamente na filosofia
pedagógica e no uso eficiente, rápido e de qualidade dos recursos disponíveis no AVA. Para
o curso ser disponibilizado aos alunos, é necessário que os professores orientadores realizem
o planejamento do curso, com objetivos gerais e específicos, modularização do conteúdo,
recursos e ferramentas que serão utilizados, cronograma, conteúdo programático,
metodologia didática e as definições da avaliação. O AVA possibilita aos usuários a trocar
mensagens entre si (alunos, professores e tutores) através de mensagem interna, sendo
possível o acompanhamento de todas as interações efetivadas.

10.4. MATERIAL DIDÁTICO

O processo inicial da produção do material didático para as disciplinas EAD do Curso


de ADS é desenvolvido diretamente por equipe de docentes do quadro do curso ou por
professores conteudistas especialmente contratados para essa finalidade. A produção de
materiais didáticos para as disciplinas oferecidas na modalidade a distância é uma tarefa
complexa, que exige muito comprometimento e organização dos membros envolvidos no
processo. Requer dos gestores uma sistemática operacional de planejamento e
monitoramento constantes. Para o melhor desempenho do planejamento do programa de
educação a distância da UNIFAN, torna-se necessário a capacitação da equipe responsável
pelo desenvolvimento de todas as atividades a distância, notadamente para a produção de
materiais didáticos. Por maior que seja o conhecimento de Educação à Distância, é
necessária a capacitação para a sistemática da produção de materiais específicos para os
cursos, sobre os materiais serão adotados, as estratégias e o público alvo a ser atingido.
A definição da equipe responsável para a elaboração dos materiais didáticos é parte
inicial importante para o êxito dos resultados. É necessário estabelecer o percurso
metodológico, com as definições apropriadas a fim de alcançar os objetivos. As interações
e modificações no material, ao longo da sua produção, é um movimento legítimo de

161
aprimoramento e de qualificação, especialmente no processo de produção do material
didático, que exige uma análise criteriosa e aprofundada, originando várias outras
interações, como produção de imagens, revisão de textos, diagramação, entre outros. Outro
ponto importante e que deve ser fortalecido na elaboração do material didático é a definição
de prazos, firmando uma cronologia adequada à realidade e a necessidade de atender aos
alunos nos momentos específicos.
Há necessidade de acompanhamento contínuo do andamento das atividades pelo
gestor de conteúdo, estabelecendo uma rotina processual com divisão de tarefas a serem
desempenhadas, definição dos prazos que possibilitem o fluxo regular das ações,
independente de desligamento de membros da equipe e/ou de necessidade de cobrança
das responsabilidades. Todas as informações devem ser amplamente divulgadas para
acesso a toda equipe. Para a preparação inicial foram definidos os módulos dos dois
primeiros anos do curso para, e em seguida, implementar o fluxo de produção para preparar
os conteúdos/unidades de aprendizagem dos módulos, dos semestres subsequentes.
Recomenda-se que a refacção/atualização do material realiza-se a cada 3 anos.
Entretanto, em virtude da dinamicidade, mutabilidade, complexificação e transformação nas
áreas e objetos de conhecimento, há previsão de refacção/atualização contínua, mediante
demanda (relação entre formação e trabalho, avanços e incorporações tecnológicas,
estado da arte). A seguir, está o detalhamento das ações da etapa de produção/atualização
e as pessoas envolvidas.

Tabela 7: Detalhamento das etapas de produção do material didático.

AÇÕES PESSOAS ENVOLVIDAS

Consulta ao PPC para extração do nome do Coordenações dos cursos.


componente, ementa e bibliografias.

Elaboração do Plano de ensinagem e aprendizagem. Professores-tutores.

Produção do material didático. Núcleo Multidisciplinar.

Primeira validação. Coordenações de curso e


professores-tutores

162
Produção audiovisual e aplicação de layout. Núcleo Multidisciplinar.

Segunda validação. Coordenação de Apoio


Acadêmico.

Vinculação ao ambiente virtual de aprendizagem. Equipe do EaD.

Avaliação processual. Alunos, professores e gestores


(CPA e EPS).

Fonte: NUEAD / Equipe Multidisciplinar, 2020.

163
164
[Link] DOCENTE
11.1. CRITÉRIOS DE SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DO CORPO DOCENTE

A contratação de professores dar-se-á mediante existência de vaga, conforme critérios


estabelecidos no Plano de Cargos e Salários - PCS dos Docentes.
Constituem requisitos para admissão: análise do currículo lattes, seleção através de
banca examinadora, comprovação de experiência profissional, a qual fortalece o currículo do
candidato para efeito de pontuação e, especialmente, a experiência em docência.
Ao selecionar profissionais para compor sua equipe de docentes, a UNIFAN acredita
estar constituindo uma equipe de líderes cujas relações com os estudantes sejam positivas a
partir de uma comunicação transparente, inspiradora de confiança e segurança, não só na
sua capacitação técnica como em seu comportamento pessoal.
Professores conscientes do valor do seu papel que, conhecendo as peculiaridades dos
seus estudantes, planejem permanentemente estratégias de melhoria da performance deles,
com vistas à maximização do aprendizado e melhoria do rendimento acadêmico. Professores
que, acompanhando sistematicamente o desempenho dos estudantes, atuem como
mediadores da construção do conhecimento, incentivando–os a superar obstáculos e
limitações, fomentando o interesse pelo aperfeiçoamento e pela pesquisa. Que se
caracterizem como pesquisadores em serviço e que se realizam aprendendo-pesquisando-
ensinando-aprendendo.
a) Orientador/Mediador Intelectual, que informam, ajudam a escolher as informações
mais importantes, trabalhando para que elas se tornem significativas para os alunos,
ajudando-os a ampliar o grau de compreensão de tudo, a integrá–los em novas sínteses
provisórias;
b) Orientador/Mediador Emocional, motivando incentivando, estimulando,
organizando os limites com equilíbrio, credibilidade, autenticidade, empatia;

c) Orientador/Mediador Gerencial e Comunicacional, atuando como orientador


comunicacional e tecnológico, ajudando a desenvolver todas as formas de expressão, de
interação, de sinergia, de troca de linguagens, conteúdos e tecnologias. É a ponte principal
entre a instituição, os alunos e a comunidade;
d) Orientador Ético, ensinando seus estudantes a assumirem e vivenciarem valores
construtivos, individual e socialmente.

165
Professores comprometidos com a Instituição e sua inserção regional, capazes de
“despertar a capacidade de aprender de cada pessoa, de educar para o exercício da cidadania
e buscar a inovação”.

11.2. POLÍTICA DE ATENDIMENTO AO DOCENTE

Com uma filosofia voltada para a qualidade do ensino, a UNIFAN adotou no seu
processo de contratação de professores, os seguintes critérios: titulação, experiência
profissional na área de formação, experiência em docência no ensino superior, além da
valorização da produção científica. A experiência profissional é valorizada de modo particular,
devido à efetiva articulação das abordagens teóricas com a prática profissional.
O corpo docente da UNIFAN é constituído por professores doutores, mestres e
especialistas, sendo que o percentual de professores com titulação de mestre e doutorado
cresceu, consideravelmente, nos dois últimos anos, mediante as políticas e diretrizes
institucionais. No curso de Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas o quadro
docente é formado somente por mestres e doutores.
Assim, o quadro de docentes é constituído por profissionais que se destacam pela
experiência profissional e acadêmica. Atualmente, o ingresso de professores no quadro da
UNIFAN prioriza os profissionais com título de doutores, a fim de acompanhar os padrões de
qualidade e melhor condução dos Projetos Pedagógicos dos Cursos.
A UNIFAN oferece espaços apropriados para desenvolvimento das atividades
pedagógicas como: sala de aula com número adequado de alunos, sala de descanso; espaço
de convivência, auditório; laboratórios para aulas práticas com acompanhamento de técnicos,
equipamentos e materiais de consumo de acordo com o solicitado pelos professores;
equipamentos multimídia; biblioteca e acervo condizente com os planos de disciplina, com
aquisição contínua de referências solicitadas pelos professores, a partir de indicações de
professores e aprovação da Coordenação de cada Curso; reprodução de material didático
para o desenvolvimento das aulas teóricas e práticas.

11.3. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE

O Núcleo Docente Estruturante - NDE constitui-se de um grupo de docentes do Curso


Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, com atribuições acadêmicas de

166
acompanhar o processo de concepção, consolidação e contínua atualização do Projeto
Pedagógico do Curso em colaboração com o Colegiado do Curso.
O Núcleo Docente Estruturante – NDE é composto por no mínimo 05 (cinco) docentes
do Curso Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, incluindo o seu
Coordenador. Cabe à Coordenação do Curso presidir e gerenciar todas as atividades do NDE.
O NDE está constituído por docentes que exercerão liderança acadêmica no âmbito do
Curso Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, percebida na produção de
conhecimentos na área, no desenvolvimento do ensino, e em outras dimensões entendidas
como importantes pela Coordenação do Curso.
A UNIFAN, em conformidade com a Resolução CONAES n° 1, de 17/06/2010, por meio
do seu órgão colegiado superior, normatizou o funcionamento do NDE, definindo suas
atribuições e os critérios de constituição, atendidos, no mínimo, os seguintes:
- ser constituído por um mínimo de 05 (cinco) professores pertencentes ao corpo
docente do Curso Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas;
- ter, pelo menos, 60% de seus membros com titulação acadêmica obtida em
programas de pós-graduação stricto sensu;
- ter todos os membros em regime de trabalho de tempo parcial ou integral, sendo pelo
menos 20% em tempo integral;
- assegurar estratégia de renovação parcial dos integrantes do NDE de modo a
assegurar continuidade no processo de acompanhamento do Curso Tecnólogo em Análise e
Desenvolvimento de Sistemas.
São atribuições do NDE do Curso Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de
Sistemas:
- construir e acompanhar o Projeto Pedagógico do Curso;
- contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do Curso Tecnólogo
em Análise e Desenvolvimento de Sistemas;
- zelar pela integralização curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de
ensino constantes no currículo;
- zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso Tecnólogo
em Análise e Desenvolvimento de Sistemas;
- indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão,
oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas
com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do Curso Tecnólogo em Análise e
Desenvolvimento de Sistemas;
167
- acompanhar os resultados no ensino-aprendizagem do Projeto Pedagógico;
- revisar ementas e conteúdos programáticos;
- indicar cursos a serem ofertados em nível de atividade complementar como forma de
nivelar o aluno ingressante ou reforçar o aprendizado;
- propor ações em prol de melhores resultados no ENADE;
- atender aos discentes do Curso Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de
Sistemas.
A estruturação do NDE, com definição clara das atribuições de todos os integrantes,
bem como o cumprimento do calendário das reuniões, contribuirá significativamente para a
organicidade e eficiência do Curso Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas.
O NDE do curso é composto pelos docentes conforme quadro a seguir:

Tabela 8 – NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE DO CURSO (apêndice)


Titulação Maior:
(especialização, Regime de
Nome do Professor Graduado em:
mestrado ou Trabalho:
doutorado)
JAMYLLE SANTANA DA SISTEMAS DE
MESTRADO INTEGRAL
FONSECA (*) INFORMAÇÃO
JOÃO ALBERTO CASTELO ENGENHARIA
DE MESTRE INTEGRAL
BRANCO OLIVEIRA
COMPUTAÇÃO
SISTEMAS DE
GEAN PAULO TRABUCO LIMA MESTRADO INTEGRAL
INFORMAÇÃO
CARLA ADRIANE RAMOS
FÍSICA DOUTORADO INTEGRAL
SEGATTO FONTOURA
ANÁLISE DE
MAX DAVI DANTAS MATOS MESTRADO INTEGRAL
SISTEMAS
(*) Coordenador do Curso

11.4. ATUAÇÃO DO COORDENADOR

O Coordenador do Curso é mais que um mediador entre alunos e professores. O


Coordenador reconhece as necessidades da área em que atua e toma decisões que possam
beneficiar a comunidade acadêmica. Atendendo as exigências legais do MEC, gerencia e
executa o PPC, acompanha o trabalho dos docentes, é membro do NDE e está comprometido
com a missão, a crença e os valores da instituição. Está atento às mudanças impostas pelo
mercado de trabalho a fim de sugerir adequação e modernização do PPC do Curso Tecnólogo
em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. O Coordenador atua como gestor de equipes e
168
processos, pensando e agindo estrategicamente, colaborando com o desenvolvimento dos
alunos e o crescimento do Curso Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas na
UNIFAN.
Com relação à implementação do PPC, o Coordenador do Curso junto com o NDE
acompanha o desenvolvimento do projeto do curso. A relação interdisciplinar e o
desenvolvimento do trabalho conjunto dos docentes são alcançados mediante apoio e
acompanhamento pedagógico da Coordenação do Curso e do NDE. Portanto, a Coordenação
de Curso é articuladora e proponente das políticas e práticas pedagógicas; juntamente com o
seu Colegiado. Discute com os professores a importância de cada conteúdo no contexto
curricular; articula a integração entre os corpos docente e discente; acompanha e avalia os
resultados das estratégias pedagógicas e redefine novas orientações, com base nos
resultados da autoavaliação; estuda e reformula as matrizes curriculares, aprovando
programas, acompanhando a execução dos planos de ensino; avaliando a produtividade do
processo de ensino-aprendizagem. Com postura ética e de responsabilidade social, lidera
mudanças transformadoras para o curso.
Conforme disposto no Regimento Interno, são atribuições do Coordenador do Curso:
I - coordenar as atividades didático-pedagógicas e científicas;
II - representar a Coordenação junto às autoridades e órgãos da UNIFAN;
III - convocar e presidir as reuniões do Colegiado do Curso e do Núcleo Docente
Estruturante - NDE;
IV - orientar, coordenar e supervisionar a execução das atividades programadas, bem
como a assiduidade dos professores;
V - apresentar anualmente, à Diretoria Acadêmica, o relatório das atividades da
Coordenação;
VI - substituir, quando indicado pelo Diretor Presidente, o Diretor Acadêmico em suas
faltas e impedimentos, além de assessorá-lo nas tarefas de Direção;
VII - elaborar o horário acadêmico do curso e fornecer à Diretoria os subsídios para a
organização do Calendário Acadêmico;
VIII - fiscalizar a observância do regime acadêmico e o cumprimento dos programas e
planos de ensino, bem como a execução dos demais projetos do curso;
IX - acompanhar e autorizar estágios curriculares e extracurriculares no âmbito de seu
curso;
X - homologar aproveitamento de estudos e propostas de adaptações de curso;
XI - exercer o poder disciplinar no âmbito do curso;
169
XII - executar e fazer executar as decisões do Colegiado de Curso e as normas dos
demais órgãos da UNIFAN;
XIII - supervisionar a elaboração dos programas de cada disciplina;
XIV - sugerir medidas para aperfeiçoar os perfis gerais do curso, em função das suas
características profissionais e sociais;
XV - exercer as demais atribuições que lhe sejam previstas neste Regimento e aquelas
que lhe forem atribuídas pela Diretoria.
Para a execução e avaliação da matriz curricular, a Coordenação de Curso trabalha
com os professores e os representantes do corpo discente, por meio de reuniões semanais
antes do início de cada semestre, com o intuito de discutir os conteúdos abordados e os que
serão desenvolvidos, a metodologia de ensino e cronograma, com base na articulação dos
conteúdos. Ao final das reuniões, os professores apresentam os planos de ensino contendo:
ementa, carga horária, objetivos, conteúdo, cronograma, metodologia e estratégias de
integração, avaliação e referências bibliográficas.
O Coordenador do Curso possui carga horária disponível para atendimento aos alunos,
docentes e realização de reuniões com o Colegiado de Curso e o NDE. Encaminha alunos e
professores, quando necessário, para o atendimento psicopedagógico. Monitora as atividades
acadêmicas para que tenham o sucesso esperado. Organiza atividades de nivelamento para
os alunos com dificuldades de aprendizagem e se mantem atualizada com relação à legislação
educacional e a referente ao exercício profissional. Dialoga com Direção da IES para informá-
la sobre as necessidades do curso, solicitando medidas saneadoras quando necessário.

11.5. EXPERIÊNCIA DO COORDENADOR


Possui graduação em Sistemas de Informação pela Faculdade de Tecnologia e Ciências -
Feira de Santana (2007), Graduação em Pedagogia (2021), Especialização em Engenharia
de Sistemas e Mestrado em Tecnologias Aplicáveis à Bioenergia. Está cursando pós
Graduação em Neuropsicopedagogia. Já foi professora temporária durante 2 anos do Instituto
Federal da Bahia, professora substituta UEFS durante 4 anos, trabalhou com educação de
nível básico, atuando no processo de alfabetização, no nível médio técnico do IFBA. Tem
experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Ciência da Computação,
atuando principalmente nos seguintes temas: Sistemas de informação, Análise de Sistemas,
Engenharia de Software, Programação Orientada a Objetos e coordena o Curso Superior de
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Software na UNIFAN. É avaliadora Institucional
Externa do Sinaes, para ato autorizativo/reconhecimento foi publicada na PORTARIA
170
homologados pela comissão Técnica de Acompanhamento da Avaliação - CTAA - Integrante
do Banco de Avaliadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – Basis.
É coordenadora do projeto de Pesquisa Desenvolvimento de jogo para estimulação de
crianças no pré-operatório (2 a 7 anos) com transtorno do neurodesenvolvimento.
A coordenação de curso tem como principal objetivo orientar, coordenar e supervisionar
as atividades do curso, presidir as reuniões e preparar as informações para decisão do
Colegiado do Curso. O regime de trabalho da professora Jamylle Santana Fonseca de tempo
integral, com 40 horas de atividades semanais, sendo reservadas horas para a coordenação,
administração e condução do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento
de Sistemas.

11.6. REGIME DE TRABALHO DO COORDENADOR DE CURSO

O regime de trabalho do Coordenador é de tempo integral, com 40 horas de atividades


semanais, sendo reservadas horas para a coordenação, administração e condução do Curso,
registrando-se, assim, uma disponibilidade de carga horária exigida de mais de uma (01) hora
para menos de 10 vagas, o que ratifica o compromisso institucional para efetivo atendimento
e acompanhamento aos discentes.

11.7. NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E EQUIPE MULTIDISCIPLINAR

Os cursos presenciais da UNIFAN que possuem disciplinas EAD, como é o caso


Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, conta com
equipe multidisciplinar para suporte aos cursos nas áreas de TI, suporte de informática,
marketing institucional e material didático. Conta com equipe de professores conteudistas
requisitados para preparação, elaboração e revisão dos materiais didáticos que devem
compor o livro digital e a videoaula. É responsável pelo acompanhamento e validação do
material didático.
A UNIFAN formou equipe na área de TI e informática com profissionais de larga
experiência em Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), Mídias Interativas e Plataforma
de conteúdo, com a seguinte constituição:

171
Tabela 9: Equipe Multidisciplinar

FUNÇÃO EQUIPE TÉCNICA FORMAÇÃO

Diretor de Comunicação e Marketing Thiago Oliveira da


Jornalismo
(Coordenador da Equipe Multidisciplinar) Silva

Diretora EAD
Daniela Santana Reis Pedagogia
Assessoria Pedagógica

Sistemas de
Coordenadora de Audiovisual Ivonete Maciel
Informação

Geovan dos Santos


Diretor TI Administração
Bastos

Daniel Mattos dos Sistemas de


Analista de Sistema
Reis Silva Informação

Coordenação de Relacionamento Wallison Souza Administração

Laryza Gomes
Coordenação de Operações Geografia
Compodônio Falcão

Ighor dos Santos Comunicação


Design Gráfico
Oliveira Social

Conceição Eliana
Professora-tutora Serviço Social
Carneiro

Núcleo de Acessibilidade Estudantil Thaís Rocha Miranda Psicóloga

Destaca-se, ainda, que a equipe multidisciplinar se vincula ao Núcleo de Educação


a Distância, com regulamento próprio.

11.8. TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE

São 14 docentes no Curso de Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas,


desses 2 são Doutores(14,2%) , 11 são mestres (61,11%) e 01 Especialista (7,14%). Todos
os docentes participam de reuniões no início de cada semestre onde analisam os conteúdos
das disciplinas do Curso relacionando a sua importância para a atuação profissional, incentiva

172
a leitura de artigos em periódicos presentes no Banco de Periódicos da UNIFAN para
atualização e raciocínio crítico, nesses encontros apresentam propostas de seminários para
discussões de pesquisas atuais nas diversas áreas do Curso e participam de grupos de
estudos incentivando a pesquisa e a produção científica para os discentes. Ao final dos
semestres reúnem-se para avaliação e discussão e melhorias das atividades do Curso.

11.9. REGIME DE TRABALHO DO CORPO DOCENTE

Em relação ao Regime de Trabalho, dos 14 professores do quadro do Curso de Análise


e Desenvolvimento de Sistemas da UNIFAN, 7 (50%) são contratados em regime integral e 5
(35,71%) em regime de dedicação parcial, 2 horistas.

O corpo docente possui carga horária semanal compatível com as atividades


acadêmicas desenvolvidas no curso, como aulas e atendimento aos alunos. Permite a
participação no Colegiado e NDE.

Tabela 10: PERFIL DO CORPO DOCENTE


TITULAÇÃO MAIOR QUANTIDADE Percentual
Doutores 02 14,2%
Mestres 11 61,11%
Especialistas 01 7,14%
TOTAL 14 100%
Doutores + Mestres 13 92,85%

REGIME DE TRABALHO QUANTIDADE Percentual


Tempo Integral 7 50,00%
Tempo Parcial 5 35,71%
Horista 2 14,28%
TOTAL 14 100%
Parcial ou Integral 12 85,71%

11.10. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL DO CORPO DOCENTE

173
No que se refere à experiência profissional (excluída as atividades no magistério
superior) a Instituição, ao selecionar os professores para o curso, assumiu como compromisso
priorizar a contratação de profissionais com experiência profissional.
O corpo docente do Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas possui
experiência profissional na área da sua formação que permite apresentar exemplos
contextualizados com relação aos problemas práticos, de aplicação da teoria ministrada nas
disciplinas, participam frequentemente de diversos eventos científicos e cursos de atualização,
além de promover e participar de atividades disciplinares no Curso e na UNIFAN e trazem da
sua experiência no mercado de trabalho discussões para abordagem no Curso.

11.11. EXPERIÊNCIA DE MAGISTÉRIO SUPERIOR DO CORPO DOCENTE

A Instituição, ao selecionar os professores para o curso, assumiu como compromisso


priorizar a contratação de profissionais com experiência no magistério superior. A experiência
profissional no magistério possibilita ao professor uma atuação segura, focada na
aprendizagem dos alunos e integrada à proposta pedagógica da Instituição (tanto na
dimensão do coletivo como na dimensão do profissional).
Dessa forma, 100% do corpo docente do Curso Tecnólogo em Análise e
Desenvolvimento de Sistemas da UNIFAN possui experiência de magistério superior acima
de 02 anos.

11.12. FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO

A coordenação didática do curso está sob a responsabilidade de um Colegiado.


A existência do Colegiado do Curso está prevista no PPC e, através da comprovação
por atas e suas atribuições lhe conferem plena representatividade quanto aos assuntos e
decisões acadêmicas relativas ao curso.
O Colegiado do Curso tem como competência básica decidir sobre as atividades
didático-pedagógicas dos cursos, além de planejar, organizar, coordenar, superintender e
fiscalizar o seu desenvolvimento, atuando de forma integrada com o NDE e a Direção da
UNIFAN.
O Colegiado de Curso tem sua composição, competências e funcionamento
disciplinados pelo Regimento da UNIFAN.

174
As reuniões ordinárias e extraordinárias do Colegiado do Curso ocorrem de acordo com
a periodicidade estabelecida no Regimento da UNIFAN. As atas das reuniões registram os
assuntos nelas tratados e as decisões adotadas.
O Colegiado do Curso é entendido como o órgão da administração básica da UNIFAN
com função normativa, consultiva, deliberativa e de planejamento acadêmico de atividades de
ensino, investigação científica e extensão do Curso.
O Colegiado do Curso Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas constitui-
se como órgão de coordenação, assessoramento e fiscalização para as atividades
acadêmicas do curso, com caráter normativo, sendo constituído:
I - pelo Coordenador do Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, que será
seu Presidente nato;
II - por cinco representantes do corpo docente do curso, indicados por seus pares, com
mandato de um ano, com direito a recondução;
III - por um representante do corpo discente, indicado pelos seus pares, com mandato
de um ano, sem direito a recondução.
Compete ao Colegiado do Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas da
UNIFAN:
I - promover a supervisão e acompanhamento didático pedagógico do curso;
II - deliberar sobre os programas e planos de ensino das disciplinas;
III - emitir parecer sobre os projetos de ensino, pesquisa e de extensão que lhe forem
apresentados, para decisão final do CEPE;
IV - pronunciar-se sobre aproveitamento de estudos, adaptações e dispensa de
disciplinas, bem como avaliar os processos de transferência e de matrícula especial,
encaminhando-os ao CEPE;
V - sugerir alterações curriculares, submetendo-as ao CEPE e ao CONSU;
VI - acompanhar o processo de avaliação do curso, em cooperação com a Comissão
Própria de Avaliação - CPA, e na forma definida pelo CONSU, propondo medidas necessárias
à manutenção de qualidade;
VII - opinar sobre admissão, promoção e afastamento de seu pessoal docente;
VIII - aprovar o plano e o calendário semestral de atividades do curso, elaborado pelo
coordenador;
IX - exercer as demais competências que lhe sejam estabelecidas pelos órgãos
superiores, ou previstas em lei e neste Regimento.

175
As matérias submetidas à apreciação do Colegiado deverão estar devidamente
fundamentadas e instruídas com a documentação pertinente indispensável à avaliação das
mesmas. O Colegiado reunir-se-á duas vezes por cada semestre letivo e, extraordinariamente,
por convocação do seu presidente.
As decisões do Colegiado serão tomadas por maioria simples.
Assim sendo, o Colegiado de Curso tem como competência básica decidir sobre as
atividades didático-pedagógicas dos cursos, além de planejar, organizar, coordenar,
superintender e fiscalizar o seu desenvolvimento, atuando de forma integrada com o NDE e a
Direção da IES.

11.13. PRODUÇÃO CIENTÍFICA, CULTURAL, ARTÍSTICA OU TECNOLÓGICA


Os professores apresentam nos últimos 03 (três) anos produção científica, cultural,
artística ou tecnológica. A UNIFAN oferece as condições necessárias ao desenvolvimento da
investigação científica e à inovação tecnológica, inclusive com participação de alunos.
As atividades de investigação científica são desenvolvidas promovendo ações que
proporcionam contribuições teóricas e práticas às atividades de ensino e extensão. A
investigação científica está voltada para a resolução de problemas e de demandas da
comunidade na qual a UNIFAN está inserida; e alinhada a um modelo de desenvolvimento
que privilegiará, além do crescimento econômico, a promoção da qualidade de vida. A
investigação científica é entendida como um processo educativo, cultural e científico, que
articula o ensino e a extensão de forma indissociável e viabiliza a relação transformadora entre
a IES e a comunidade científica nacional e internacional.
A UNIFAN incentiva a pesquisa por todos os meios ao seu alcance, principalmente
através:
I - do cultivo da atividade científica e do estímulo ao pensar crítico em qualquer atividade
didático-pedagógica;
II - da manutenção de serviços de apoio indispensáveis, tais como, biblioteca,
documentação e divulgação científica;
III - da formação de pessoal em cursos de pós-graduação;
IV - da concessão de bolsas de estudos ou de auxílios para a execução de
determinados projetos;
V - da realização de convênios com entidades patrocinadoras de pesquisa;
VI - do intercâmbio com instituições científicas; e

176
VII - da programação de eventos científicos e participação em congressos, simpósios,
seminários e encontros.

Tabela 11 :INFORMAÇÕES SOBRE OS DOCENTES DO CURSO DE ANÁLISE E


DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DA UNIFAN

REGIME COMPONENTE
N. NOME GRADUAÇÃO TITULAÇÃO DE CURRICULAR
MAIOR TRABALH
O

Ana Cleyge Sistemas de Mestre Integral PEI: Introdução à


1
Silva de Informação Linguagem de
Azevedo Programação

Programação
Back-End

2 Aldi Rui Morais Administração Mestre Parcial Empreendedorism


Silva o
Erik do Carmo Sistemas para Especialista Parcial Aplicações para
3
Marques Internet internet

Tecnologias da
Web
Programação
4 Carla Adriane Física Doutora Integral
orientada a
Segatto
objetos

5 Yuri Carneiro Direito Doutor Parcial Debates


Coelho Contemporâneos
6 Daniela Pedagogia Doutora Integral Libras (Optativa 1)
Santana Reis
Emerson Sistemas
7 Redes de Parcial
Santos de Mestre Operacionais
Computadores
Oliveira

8 Gean Paulo Sistemas de Especialista Parcial Desenvolvimento


Trabuco Lima Informação de Jogos

Gledston PEI: Computação


9 Sistemas de Mestre Integral
Carneiro da em Nuvem
Informação
Silva
Data Science
Trilha
177
Ivonete Maciel Sistemas de Mestre Integral Algoritmo e
10
Lima Oliveira Informação Estrutura de
dados

Gerenciamento de
Projetos
Jamylle Linguagem de
11 Sistemas de Mestre Integral
Santana da Programação e
Informação
Fonseca Startups

Análise e
Modelagem de
Sistemas

12 Viviane Souza Ciências Doutora Parcial Desenvolvimento


Martins Biológicas e Sustentabilidade
13 Naan Silva Sistemas de Mestre Parcial PEI: engenharia
Cardoso Informação de Software
14 Thiago de Lima Ciências da Mestre Integral Banco de Dados
Mariano Computação
Programação
Front-End
15 Lorena Silva Administração Mestre Integral Comunicação
Argolo Profissional
16 Eber Santana Administração Mestre Integral Administração de
com ênfase em ambientes livre e
Sistemas da proprietários
Informação
Ciência da PEI: Arquitetura
Cleide Tavares Computação de Computadores
17
Bittencourt com ênfase em Mestre Parcial
Santos Análise de
Sistema
PEI:
Suenny
Ciência da Mestre Desenvolvimento
18 Mascarenhas Parcial
Computação de Aplicativos
Souza
Móveis
19 João Alberto Ciência da Mestre Parcial Rede de
Castelo Branco Computação Computadores e
Segurança da
Informação

TUTORES

178
REGIME COMPONENTE
N. NOME GRADUAÇÃO TITULAÇÃO DE CURRICULAR
MAIOR TRABALH
O

Ana Cleyge Sistemas de Mestre Integral PEI: Introdução à


1
Silva de Informação Linguagem de
Azevedo Programação

2 Aldi Rui Morais Administração Mestre Parcial Empreendedoris


Silva mo
Erik do Carmo Sistemas para Especialista Parcial Aplicações para
3
Marques Internet internet

Tecnologias da
Web
Programação
4 Carla Adriane Física Doutora Integral
orientada a
Segatto
objetos

5 Yuri Carneiro Direito Doutor Parcial Debates


Coelho Contemporâneos
6 Daniela Pedagogia Doutora Integral Libras (Libras 1)
Santana Reis
Emerson Sistemas
7 Redes de Mestre Parcial
Santos de Operacionais
Computadores
Oliveira

Desenvolvimento
8 Gean Paulo Sistemas de Especialista Parcial
de Jogos
Trabuco Lima Informação
Programação
Back-End
PEI: Computação
Gledston em Nuvem
9 Sistemas de Mestre Integral
Carneiro da
Informação
Silva Data Science
Trilha
PEI: engenharia
de Software
Ivonete Maciel Sistemas de Mestre Integral Algoritmo e
10
Lima Oliveira Informação Estrutura de
dados

Gerenciamento
de Projetos
179
Jamylle Linguagem de
11 Sistemas de Mestre Integral
Santana da Programação e
Informação
Fonseca Startups

Análise e
Modelagem de
Sistemas

Ciências Doutora Parcial Desenvolvimento


12 Viviane Souza
Biológicas e
Martins
Sustentabilidade
Thiago de Lima Ciências da Mestre Integral Banco de Dados
13 Mariano Computação
Programação
Front-End
Lorena Silva Administração Mestre Integral Comunicação
14
Argolo Profissional
Administração Mestre Integral Rede de
Eber Santana
com ênfase em Computadores e
Sistemas da Segurança da
Informação Informação
15
Administração de
ambientes livre e
proprietários
16 PEI: Arquitetura
Ciência da de
Cleide Tavares Computação Computadores
Bittencourt com ênfase em Mestre Parcial
Santos Análise de
Sistema

João Alberto Ciência da Mestre Parcial Rede de


17
Castelo Branco Computação Computadores e
Segurança da
Informação

18 PEI:
Júlio César Desenvolvimento
Sistemas de
Andrade da Especialista Parcial de Aplicativos
Informação
Silva Móveis

Alberlan Lopes Ciência da Desenvolvimento


20 Mestre Parcial
Silva Computação de Jogos

180
181
[Link]
A seguir são descritos os aspectos relativos à infraestrutura necessária para a
operacionalização das propostas contidas neste documento, bem como o funcionamento.

Figura 4 – Imagem panorâmica da UNIFAN

Fonte: acervo da IES.

12.1. GABINETE DE TRABALHO PARA DOCENTE TEMPO INTEGRAL

Há instalações apropriadas para os docentes de dedicação integral (Salas de


Professores, Sala de Reuniões e Gabinetes de Trabalho), equipadas segundo a finalidade
específica.
O Curso dispõe de gabinetes de trabalho equipados para a Coordenação do Curso e
para os integrantes do NDE, para os docentes em tempo integral e docentes em tempo parcial,
segundo a finalidade de utilização, com computador conectado à internet, impressora,
telefone, e atendem aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação,

182
conservação e comodidade necessários à atividade desenvolvida, permitindo a adequada
permanência do corpo docente na UNIFAN.
Estes Gabinetes de Trabalho para professores de tempo integral ou parcial (exceto
coordenadores de curso que dispõem de gabinetes próprios) encontram-se instalados no
Centro Acadêmico da UNIFAN.

12.2. ESPAÇO DE TRABALHO PARA COORDENAÇÃO DO CURSO

A Coordenação do Curso Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas


funciona em uma sala exclusiva, bem dimensionada e dotada de isolamento acústico,
iluminação, ventilação, mobiliário e aparelhagem específica, atendendo às condições de
salubridade. Possui microcomputador com acesso à Internet e telefone, dispondo ainda de
secretárias administrativas para o necessário apoio.
O pessoal técnico de apoio à Coordenação do Curso Tecnólogo em Análise e
Desenvolvimento de Sistemas é composto por auxiliares administrativos que possuem
habilidades para os serviços específicos e o atendimento aos alunos e aos professores.

12.3. SALA DE PROFESSORES


Climatizada, com acessibilidade, rede Wi-Fi, Copa e Sanitários exclusivos,
computadores, mobiliário moderno, televisor, oferecendo conforto, iluminação natural e
artificial, com excelente acústica, conservação e comodidade aos professores.
Há colaborador do setor de apoio e limpeza para atender os professores na Copa
exclusiva.

12.4. SALAS DE AULA


O Centro Acadêmico da UNIFAN possui uma infraestrutura com salas de aulas bem
dimensionadas, considerando a quantidade e o número de alunos por turma, dotadas de
isolamento acústico, com iluminação e ventilação naturais e condicionadas artificialmente;
dispõem de mobiliário e aparelhagem específica, incluindo projetores e sistema de renovação
de ar, atendendo a todas as condições de salubridade.
As salas de aula possibilitam o conforto e a comodidade necessários às atividades
desenvolvidas, além de contemplar itens básicos de acessibilidade e inclusão como
sinalização, placas em braile na entrada de cada sala, espaço para cadeira de rodas e
mobiliário adaptado para obesos.
183
A UNIFAN possui uma infraestrutura com 63 salas de aulas bem dimensionadas,
considerando a quantidade e o número de alunos por turma.
As salas de aula possibilitam o conforto e a comodidade necessários às atividades
desenvolvidas. Dispõe ainda de 07 Auditórios e um Anfiteatro com capacidade para 4 mil
pessoas.

Figura 5 – Sala de aula

Fonte: acervo da IES.

12.5. ACESSO DOS ALUNOS A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA

Os alunos podem acessar os equipamentos de informática na biblioteca e nos


laboratórios de informática.
Na biblioteca, há microcomputadores interligados em rede de comunicação científica
(Internet).
A UNIFAN possui 04 (quatro) laboratórios de informática modernos e adequados às
necessidades pedagógicas, onde são desenvolvidas aulas práticas sob orientação dos
professores e com o apoio de monitores técnicos, conforme regulamento específico:
184
Laboratório de Informática 01: É composto por 27 (vinte e sete) computadores de
fabricação DELL com modelo Optplex 3020, com processador Intel Core i3-4130 de 3.4 GHZ,
SSD Sata com capacidade de 240 GB e memória de 8 GB, driver de DVD-RW, teclado, mouse,
monitor Dell 18,5".
Laboratório de Informática 02: É composto por 20 (vinte) computadores de fabricação
DELL com modelo Optplex 3050, com processador Intel Core i5-10500T de 2.7 GHZ, SSD
Nvme com capacidade de 512 GB e memória de 16 GB, teclado, mouse, possui ainda
dispositivo de rede sem fio de fabricação. Monitor Dell 21,5"
Laboratório de Informática 03: É composto por 20 (vinte) computadores de fabricação
DELL com modelo Vostro, com processador Intel Core i7-12700 de 4.8 GHZ, SSD com
capacidade de 480 GB e memória de 16 GB, teclado, possui ainda dispositivo de rede sem fio
de fabricaçã[Link] Dell 21,5"
Laboratório de Informática 04: É composto por 21 (vinte e um) computadores de
fabricação DELL com modelo Vostro, com processador Intel Core i5-12400 de 4.4 GHZ, SSD
Nvme com capacidade de 240 GB e memória de 8 GB, teclado, mouse, autofalantes embutido,
possui ainda dispositivo de rede sem fio de fabricação. Monitor Dell 21,5".

Todos os equipamentos encontram-se interligados em rede e com acesso à Internet. A


comunidade acadêmica tem acesso livre aos laboratórios de informática no horário de
funcionamento, exceto quando estiver reservado para a realização de aulas práticas por algum
professor da Instituição. O espaço físico é adequado ao número de usuários, às atividades
programadas e ao público ao qual se destina. Todos os espaços físicos da infraestrutura da
IES estão adaptados aos portadores de necessidades especiais.
A UNIFAN investe na expansão e na atualização dos recursos de informática, na
aquisição de recursos multimídia e na utilização de ferramentas de tecnologia da informação.
Para tanto, é destinado percentual de sua receita anual para a aquisição de equipamentos,
microcomputadores e softwares utilizados em atividades práticas e laboratórios dos cursos
oferecidos.
O planejamento econômico-financeiro é elaborado de modo a garantir a
compatibilidade entre as ações planejadas e os investimentos necessários à sua viabilização.
Visando assegurar a compatibilidade entre receitas e investimentos necessários à
implantação do projeto institucional, previsto no PDI, a Mantenedora aporta, quando
necessário, recursos a essa destinação.

185
12.6. AUDITÓRIOS

A UNIFAN conta com 07 auditórios. Os espaços possuem diferentes dimensões, de


modo que populações e eventos diversos sejam realizados. Possuem a mesma infraestrutura
das salas de aula, contando com projetor de imagem, computador, climatização, cadeiras
ergonômicas, iluminação de emergência, lousa, mesa para eventos e internet cabeada.

12.7. ESPAÇO PARA ATENDIMENTO AO ALUNO

Dentre os espaços para atendimento aos alunos destaca-se o Núcleo de Atendimento


ao Cliente (NAE). A ele somam-se o NAE e o Sapsi, ambos já descritos em seção própria. No
NAC, os alunos são acolhidos quanto a demandas de secretaria, financeiro, atendimento
psicopedagógico e demais encaminhamento necessários para a experiência plena da vida
universitária, seja presencialmente ou virtualmente. Para tanto, o espaço, além de acessível
contribui para o estabelecimento de um clima de confiança.

12.8. LABORATÓRIOS DIDÁTICOS DE FORMAÇÃO BÁSICA

O suporte de laboratórios de apoio didático e experimental está previsto para o Curso Superior
de Tecnologia em Análise de Sistemas com o objetivo de integrar a teoria com a prática,
oferecendo ao aluno a oportunidade de ampliação dos conhecimentos teóricos relacionando
com a prática, permitir o desenvolvimento das atividades de investigação científica e de ações
extensionistas. São laboratórios modernos, que visam atender às necessidades das
atividades práticas de formação do aluno, em consonância com a proposta do curso e com o
número de alunos.
Os laboratórios didáticos de formação básica do Curso Superior de Tecnologia em Análise e
Desenvolvimento de Sistemas do Centro Universitário Nobre (UNIFAN) são:

● Laboratório de Metodologias Ativas;

● Laboratório de Informática;

● Laboratórios Virtuais.

186
12.9. LABORATÓRIOS DIDÁTICOS DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA

O Curso Superior de Tecnologia em Análise de Sistemas da UNIFAN possibilita ao


acadêmico a aproximação com a prática desde o primeiro semestre, a partir da oferta de
módulos com carga horária teórico-prática. Para a realização destas aulas a UNIFAN possui
laboratórios multidisciplinares e específicos que atendem às disciplinas afins contribuindo para
as necessidades práticas e à formação profissional do acadêmico.
Os laboratórios didáticos da UNIFAN contam com a estrutura e possuem regulamento
próprio. As normas e procedimentos de segurança e proteção ambiental pertinentes estão
divulgadas em locais estratégicos que permitem sua visibilidade, assegurando seu
conhecimento e aplicação pela comunidade acadêmica, e as instalações e os equipamentos
atendem às normas de segurança. Ademais, os professores do curso são estimulados a
abordar aspectos de segurança e proteção ambiental no desenvolvimento dos componentes
curriculares.
Os laboratórios didáticos de formação específica do Curso Superior de Tecnologia em
Análise de Sistemas do Centro Universitário Nobre (UNIFAN) são:

 Laboratório de Metodologias Ativas;

 Laboratório de Informática;

 Laboratório Maker, onde acontecem aulas de arquitetura de computadores, redes de


computadores, elétrica, eletrônica, etc.

 Laboratórios Virtuais

Os laboratórios são planejados com equipamentos de proteção contra acidentes;


equipamentos de proteção coletiva (EPC) compatíveis com a finalidade de utilização dos
laboratórios, e equipamentos de proteção individual (EPI) adequados ao número de usuários.
Na Instituição há extintores de incêndio, que são submetidos à manutenção preventiva,
além de sistema contra incêndio aprovado pelo corpo de bombeiros local. Os materiais
permanentes e de consumo estão disponíveis para atender ao planejamento das atividades
práticas requeridas pela formação e em quantidade compatível com o número de alunos.
O planejamento dos laboratórios obedece às exigências do projeto pedagógico do
curso quanto ao apoio técnico, equipamentos, mobiliário e materiais de consumo. Os

187
serviços destinados aos laboratórios atendem todas as atividades necessárias as aulas
práticas desenvolvidas no curso, de acordo com a matriz curricular. Os laboratórios
especializados possuem as respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança,
divulgadas em locais estratégicos que permitem sua visualização facilitando seu
conhecimento e aplicação pela comunidade acadêmica. A Instituição adota mecanismos de
manutenção, conservação e calibração que asseguram o funcionamento permanente e
otimizado dos recursos disponibilizados. A comunidade acadêmica tem acesso aos
laboratórios nos horários de funcionamento, exceto quando estiverem reservados para a
realização de aulas práticas por professor da Instituição
Especificação do Laboratório Maker
Equipamentos
Material / Equipamento
IMPRESSORA PLOTTER
SOPRADOR TERMICO
CABO PAR TRANCADO 300M
CONECTORES RJ45 MACHO
TESTADOR RJ45 + ALICATE CRIMPADOR
ALICATE PUNCH DOWN
ROTEADOR WIFI
ALICATE CRIMPADOR AVULSO
SUPORTE FERRO DE SOLDA
ESPONJA METALICA PARA LIMPEZA DE FERRO DE SOLDA + SUPORTE PARA ESPONJA
ESPONJA METALICA PARA LIMPEZA DE FERRO DE SOLDA
KIT FERRO DE SOLDA + SUGADOR + ESTANHO 220V
KIT DE LAMINAS TIPO BISTURI
LIXA NORTON (PEDIR 20und 320/ 15 und 600/ 15 und 800)
GABARITO PARA CORTES DE SERRA
PARAFUSADEIRA VONDER
TESOURA PARA CORTE DE CHAPA
KIT BROCA ACO RAPIDO
ARCO DE SERRA
ESQUADRO DE METAL
ESCALIMETRO DE METAL
TRANSFERIDOR DE GRAU
MICRO RETIFICA ELETRICA
188
Insumos
Nº Material / Equipamento
1 EXTRATOR DE CI
2 PINÇA EXTRATORA CI
3 ARDUINO UNO
4 400 Cabos Jumper 20cm Macho X Macho Para Arduino Protoboard
5 40 Cabos Jumper 20cm Macho X Fêmea Para Arduino Protoboard
6 PUSH BUTTON
7 PUSH BUTTON
8 FONTE DIGITAL
9 OSCILOSCOPIO DIGITAL
10 KIT RESISTORES
11 PROTOBOARD
12 TECLADO MATRICIAL
13 TRANSFORMADOR 6+6v/250mA
14 TRANSFORMADOR 12+12v/350mA
15 TRANSFORMADOR 12+12v/3A
16 MULTÍMETRO DIGITAL / ALICATE AMPERIMETRO / CANETA TENSÃO
17 CAPACÍMETRO DIGITAL
18 LUXÍMETRO DIGITAL
19 Mini Anemômetro Digital
20 TERRÔMETRO INFRAVERMELHO
21 CRISTAL 27.000 MHz
22 CRISTAL 25.000 MHz
23 CRISTAL 20.000 MHz
24 CRISTAL 16.000 MHz
25 CRISTAL 10.000 MHz
26 POTENCIOMETRO 100K
27 POTENCIOMETRO 50K
28 POTENCIOMETRO 20K
29 POTENCIOMETRO 10K
30 POTENCIOMETRO 5K
31 BUZZER
32 MODULO LED 5MM RGB

189
33 LED EMISSOR IR 5MM
34 LED 5MM VERMELHO
35 LED 5MM VERDE
36 LED 5MM AMARELO
37 LED 5MM AZUL
38 LED 3MM VERMELHO
39 LED 3MM VERDE
40 LED 3MM AMARELO
41 LED 3MM AZUL
42 SENSOR ULTRASSÔNICO
43 SENSOR DE CORRENTE NÃO INVASIVO 25A
44 SENSOR DE CORRENTE NÃO INVASIVO 100A
45 SENSOR INFRAVERMELHO
46 SENSOR DE CORRENTE -5A~5A
47 SENSOR DE CORRENTE -20A~20A
48 SENSOR DE CORRENTE -30A~30A
49 SENSOR DE LUZ
50 SENSOR DE LUZ
51 SENSOR ÓPTICO REFLEXIVO FOTOTRANSISTOR
52 SENSOR DE MOVIMENTO PRESENÇA PIR
53 ACELERÔMETRO E GIROSCÓPIO 3 EIXOS 6 DOF
54 SENSOR DE OBSTÁCULO INFRAVERMELHO IR
55 REED SWITCH CHAVE MAGNÉTICA
56 SENSOR DE VELOCIDADE ENCODER
57 SENSOR DE VIBRAÇÃO
58 SENSOR HALL
59 SENSOR DE PROXIMIDADE INDUTIVO
60 SENSOR DE TEMPERATURA A PROVA D'ÁGUA
61 SENSOR DE UMIDADE E TEMPERATURA
62 SENSOR DE UMIDADE E TEMPERATURA
63 SENSOR DE TEMPERATURA
64 SENSOR DE FLUXO DE ÁGUA
65 SENSOR DE PESO CÉLULA DE CARGA
66 MODULO CONVERSOR SENSOR DE PESO CÉLULA DE CARGA
67 SENSOR DE NÍVEL DE ÁGUA

190
68 SENSOR DE COR
69 SENSOR DE UMIDADE DO SOLO - HIGROMETRO
70 MOTOR DE PASSO + DRIVER ULN 2003 ARDUINO
71 MINI MOTOR
72 MOTOR COM CAIXA DE REDUÇÃO
73 MOTOR DE VIBRAÇÃO
74 MINI DRIVE MOTOR PONTE H
75 SERVOMOTOR
76 DISPLAY LCD COM TECLADO PARA ARDUINO
77 MÓDULO RELÉ
78 MÓDULO RELÉ
79 MÓDULO RELÉ
80 MÓDULO RELÉ
81 RELÉ DE ESTADO SÓLIDO SSR
82 RELÉ DE ESTADO SÓLIDO SSR
83 CI
84 CI
85 CI
86 CI
87 CI
88 CI
89 CI
90 CI
91 CI
92 CI
93 CI
94 CI
95 CI
96 CI
97 CI
98 CI
99 CI
100 CI
101 CI
102 CI

191
103 CI
104 CI
105 CI
106 CI
107 CI
108 CI
109 CI
110 CI
111 DISPLAY DE 7 SEGMENTOS
112 DISPLAY DE 7 SEGMENTOS P/ RELOGIO
113 CAPACITOR ELETROLÍTICO
114 CAPACITOR ELETROLÍTICO
115 CAPACITOR ELETROLÍTICO
116 CAPACITOR ELETROLÍTICO
117 CAPACITOR ELETROLÍTICO
118 CAPACITOR ELETROLÍTICO
119 CAPACITOR ELETROLÍTICO
120 CAPACITOR ELETROLÍTICO
121 CAPACITOR ELETROLÍTICO
122 CAPACITOR ELETROLÍTICO
123 CAPACITOR ELETROLÍTICO
124 CAPACITOR CERAMICO 471
125 CAPACITOR CERAMICO 103
126 CAPACITOR CERAMICO 47
127 REGULADOR DE TENSÃO
128 REGULADOR DE TENSÃO
129 REGULADOR DE TENSÃO
130 REGULADOR DE TENSÃO
131 REGULADOR DE TENSÃO
132 REGULADOR DE TENSÃO
133 REGULADOR DE TENSÃO
134 REGULADOR DE TENSÃO
135 REGULADOR DE TENSÃO
136 REGULADOR DE TENSÃO
137 REGULADOR DE TENSÃO

192
138 REGULADOR DE TENSÃO
139 REGULADOR DE TENSÃO
140 REGULADOR DE TENSÃO
141 REGULADOR DE TENSÃO
142 REGULADOR DE TENSÃO
143 REGULADOR DE TENSÃO
144 REGULADOR DE TENSÃO
145 REGULADOR DE TENSÃO
146 TRANSISTOR
147 TRANSISTOR
148 TRANSISTOR
149 TRANSISTOR
150 TRANSISTOR
151 TRANSISTOR
152 TRANSISTOR
153 TRANSISTOR
154 TRANSISTOR
155 TRANSISTOR
156 TRANSISTOR
157 TRANSISTOR
158 TRANSISTOR
159 TRIAC
160 TRIAC
161 TRIAC
162 TRIAC
163 TRIAC
164 TRIAC
165 TRIAC
166 TRIAC
167 TRIAC
168 TRIAC
169 TRIAC
170 TRIAC
171 SCR
172 SCR

193
173 SCR

12.10. BIBLIOTECA

A Biblioteca da UNIFAN desempenha o papel de agente dinâmico da educação. Dispõe


de estrutura condizente com os padrões do MEC em relação ao acervo, pessoal,
equipamentos, e tecnologia favorecendo o acesso à informação. Atua como instrumento eficaz
na dinâmica da informação, acompanhando a evolução cultural, científica e tecnológica, de
modo a prestar serviços de qualidade à comunidade. A Biblioteca é parte essencial da UNIFAN
e tem a finalidade de organizar e disseminar a informação, aplicando atividades inerentes ao
processo de ensino-aprendizagem bem com a dinâmica e a atualização de informações a
serem observadas e geradas no desenvolvimento do ensino, da pesquisa e da extensão.
Localizada no primeiro andar do prédio, anexo, é composta por salão de estudos, 3 salas
para estudo em grupo, guarda-volumes e área circulante com estantes perfazendo uma área
total de aproximadamente 300 m². A área externa à biblioteca é composta por 20 cabines de
estudo, permitindo uma concentração individualizada do discente, funcionando de segunda
(das 09h às 22h e 30min) a sábado (das 08h às 14h e 30min) e aos domingos (das 08h às
12h) quando acontece Pós-Graduação.
Para um melhor conforto dos acadêmicos, a Biblioteca oferece áreas individuais de
estudos. Da mesma forma, as instalações para estudos em grupo são adequadas no que se
refere ao espaço físico, acústica, iluminação, ventilação e mobiliário. Assim, tanto os espaços
para os estudos individuais como para os estudos em grupo atendem às exigências para uma
boa formação acadêmica.
A biblioteca da IES possui ampla área para realização de eventos de lançamento de
produções científicas, apresentando, assim, uma infraestrutura compatível com as exigências
do Conselho Nacional de Educação, Parecer 175/96. Tem ampliação de acervo prevista para
os próximos anos a fim de atender à implementação de novos cursos, incluindo a
reconhecimento da biblioteca digital que também é utilizada pelo curso.

Figura 6 – Biblioteca

194
Fonte: acervo da IES.

Serviços disponíveis
 Empréstimo domiciliar;
 Consulta;
 Pesquisa;
 Levantamento bibliográfico;
 Educação do usuário;
 Disseminação da informação;
 Serviço de alerta;
 Orientação das Normas da ABNT para os discentes;
 Comutação bibliográfica.

O acervo existente é todo informatizado e disponível em rede, na qual os estudantes


podem tomar conhecimento das novas aquisições, fazer reserva de livros e acessar as bases
de dados que a Unidade possui. A Biblioteca utiliza o Código de Catalogação Anglo-
Americano (AACR2) para indexação; para notação de assunto utiliza a Classificação Decimal
Universal (CDU) e para notação de Autor, a Tabela Cutter.
A política de atualização do acervo bibliográfico obedece aos critérios de melhoria da
qualidade dos cursos dentro dos padrões de qualidades apontados pelo MEC. As aquisições
são feitas, periodicamente, visando atender à dinâmica do Curso, de prestar serviços de valor
sempre crescente para seus usuários.

195
Encontram-se no seu espaço monografias (livros), periódicos especializados, nacionais
e estrangeiros, obras de referência, materiais audiovisuais, bases de dados, folhetos, testes,
dissertações. A biblioteca obedece a uma política de qualificação e ampliação de aquisições,
numa ordem de cerca de 10% a cada semestre, a fim de acompanhar o nível de
reconhecimento do Curso, à demanda e à atualização de literatura.

Acessibilidade dos sistemas e meios de comunicação e informação Redes

A Biblioteca da UNIFAN faz parte de um sistema de redes nacionais como:


CCN (Catálogo Coletivo Nacional de Publicações Seriadas) – permite a difusão,
identificação e localização de Publicações Seriadas Nacionais e Estrangeiras em C&T,
existentes no país);
COMUT (Comutação Bibliográfica) – permite a localização e aquisição de trabalhos e
artigos científicos depositados ou disponíveis em outras unidades ou centros de informações
situados no país ou fora dele;
INTERNET – permite acesso à rede mundial de informações.

Intercâmbio científico e cultural


A Biblioteca da UNIFAN está filiada a instituições produtoras de informações de caráter
científico e tecnológico, como: IBICT, CAPES, PROSSIGA e Instituições de Ensino Superior
Aberta a toda a comunidade, a Biblioteca restringe o empréstimo e o acesso aos
terminais de consulta à Comunidade Acadêmica.

Recursos humanos

A Biblioteca da UNIFAN, primando pela qualidade e atendendo as exigências do MEC, possui


um Bibliotecário, dispondo de quadro de pessoal que atende, atualmente, a demanda de
professores e estudantes, como também está de acordo com as exigências inerentes aos
serviços de biblioteconomia.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

196
Na Biblioteca encontra-se disponibilizada a Bibliografia Básica do Curso Superior de
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Os títulos e exemplares são em
número suficiente para atender à proposta pedagógica do curso.
Os componentes curriculares que são ministrados possuem títulos indicados para a
Bibliografia Básica, com no mínimo 03 (três) títulos por unidade curricular, disponibilizados na
Biblioteca em proporção adequada de exemplares por vagas anuais pretendidas/autorizadas
de todos os cursos que efetivamente utilizam o acervo, devidamente tombados junto ao
patrimônio da UNIFAN.
A bibliografia básica foi recomendada pelos docentes responsáveis pelos componentes
curriculares, supervisionada pela Coordenação do Curso. O Núcleo Docente Estruturante do
Curso colabora na atualização bibliográfica do curso.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

O acervo atende plenamente às indicações bibliográficas complementares, referidas nos


programas dos módulos. Há pelo menos cinco livros/periódicos para a bibliografia
complementar para cada módulo.
A bibliografia foi recomendada pelos docentes responsáveis pelos componentes curriculares,
supervisionada pela Coordenação de curso. O Núcleo Docente Estruturante do Curso
colabora na atualização bibliográfica.

PERIÓDICOS
Os periódicos usados pelo Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de
Sistemas, estão catalogados na Base de Dados EBSCO e de acesso Livre. Estes, estão
organizados a seguir:

Assessment Journal
Journal of Property Tax Assessment & Administration
Journal of Property Tax Assessment & Administration
Outlook
Computing & Control Engineering
Control & Automation
Journal of Automated Methods & Management in Chemistry
Current Issues in Economics & Finance
Economic Perspectives
Economic Review (00946893)
Economic Review (03630021)
Economic Review (07321414)

197
IMA Journal of Mathematics Applied in Business & Industry
IMF Staff Papers
New England Economic Review
Quarterly Review (02715287)
Research Review
Social Security Bulletin
Canadian Business Review
DollarSense
DollarSense
DollarSense
Federal Reserve Bulletin

Financial World
Kiplinger's Personal Finance
Kiplinger's Personal Finance Magazine
Statistical Supplement to the Federal Reserve Bulletin

Business Review (Federal Reserve Bank of Philadelphia)


CPCU eJournal
Economic Commentary
FRBSF Economic Letter
FRBSF Weekly Letter
Quarterly Review (01476580)
Red Herring
Red Herring
Regional Review
Review (00149187)
BMC Biotechnology
Canadian Journal of Microbiology
Chronicles of Young Scientists
Human Antibodies
International Journal of Life Sciences & Technology

Journal of Animal Science & Biotechnology


Journal of Biomedicine & Biotechnology
Journal of Industrial Microbiology & Biotechnology
Molecular Membrane Biology
Nature Biotechnology
Sexual Plant Reproduction
Economic Review (07321414)
Black Enterprise
Canadian Business
Executive Speeches
Harper's Magazine
Inter@ctive Week
Interactive Week
Nation's Business
TD: Talent Development
Women in Business
Journal of Education for Business
Inc.

198
Multinational Monitor
Archives of Environmental & Occupational Health
Journal of Educational & Psychological Consultation
Pakistan Journal of Scientific & Industrial Research Series A: Physical Sciences

Pakistan Journal of Scientific & Industrial Research Series A: Physical Sciences

Pakistan Journal of Scientific & Industrial Research Series B: Biological Sciences

Professional Safety
Tidsskriftet FoU i praksis
Transportation Journal (American Society of Transportation & Logistics Inc)

Work & Stress


Computerworld (Online Only)
Artificial Life
BMC Bioinformatics
BMC Medical Informatics & Decision Making
Briefings in Bioinformatics
Computational Biology Journal
Computer Music Journal
Computing & Control Engineering
Connection Science
EMedia
EMedia
EMedia

EMedia Magazine
EMedia Magazine
EMedia Magazine

EURASIP Journal on Wireless Communications & Networking

Evolutionary Computation
Health Information Management Journal
Human-Computer Interaction
Information & Systems Engineering
Information Infrastructure & Policy
Information Knowledge Systems Management
Information Polity: The International Journal of Government & Democracy in the Information Age

Information Security Journal: A Global Perspective


Information Services & Use
Information Society
Information Technology & Libraries
Information Technology for Development
Informedica (1540-4471)
Informedica (1540-4471)

International Journal of Computer Vision


International Journal of Expert Systems
International Journal of Human-Computer Interaction

199
International Journal of Knowledge Based Intelligent Engineering Systems

International Journal of Parallel Programming


Journal of Combinatorics & System Sciences
Journal of Computational Mathematics
Journal of Computer Security
Journal of High Speed Networks

Journal of Information Technology (Routledge, Ltd.)


Journal of Supercomputing
Medical & Biological Engineering & Computing
Minds & Machines
Minds & Machines
Neural Computation
Perspectives on Global Development & Technology
PRESENCE: Teleoperators & Virtual Environments
Records Management Quarterly
SIAM Journal on Computing
ARMA Magazine
CD-ROM Databases
Database

eWeek
Information Management Journal
Inter@ctive Week
Interactive Week
Macworld
Macworld
Macworld - Digital Edition
Macworld - Digital Edition
Macworld - Digital Edition
PCWorld
Adweek Magazines' Technology Marketing
Communications News
Computer Artist
Computer Graphics World
Computers in Libraries
Computerworld
Computerworld (Online Only)
Computerworld (Online Only)
EContent
EContent

EContent
EMedia -- The Digital Studio Magazine
EMedia -- The Digital Studio Magazine
EventDV
Information Systems Security
Information Systems Security

Information Today

200
Information Today
Information Today

InfoWorld
Online
Online
Online Searcher
Online Searcher
Searcher
Searcher

Year 2000 Practitioner


Assemblage
Design Issues
Architectural Digest
Architecture Australia
Design Quarterly
Design-Build
Interior Design
Public Roads
Architectural Record
Architectural Review
Canadian Architect
Engineered Systems
ENR: Engineering News-Record
ENR: Engineering News-Record

Consumer Comments

FDA Consumer

Whole Earth

Africa Report
Africa Today
Agenda Internacional
Alternatives: Global, Local, Political
Capital & Class
Child Welfare
Children & Society
Children Today
Current Issues in Economics & Finance
Economic & Financial Review
Economic Development Journal
Economic Geography
Economic Inquiry
Economic Perspectives
Economic Perspectives
Economic Review (07321414)
Economy of Industry

Engineering Economist

201
Europe-Asia Studies
Family Economics & Nutrition Review
Greener Management International
IMF Economic Review
IMF Staff Papers
Independent Review
International Journal of Children's Rights
Journal of Australian Political Economy
Journal of Consumer Affairs
Journal of Human Development
Journal of Human Development
Journal of Science & Sustainable Development
Journal of Socio-Economics
Journal of Transport History
Knowledge & Policy
Kyklos
NACLA Report on the Americas
NeuroPsychoEconomics
New England Economic Review
Oxford Development Studies
Oxford Development Studies
Perspectives on Global Development & Technology
Public Interest
Quarterly Review (02715287)
Research Review
Review of Regional Studies
Revista Sustinere
Social Work
Statistical Journal of the UN Economic Commission for Europe

Studies in Comparative International Development


Third World Quarterly
Atlantic
Atlantic (02769077)
Consumer Comments
Consumers' Research Magazine
Ecodate
Economic Bulletin for Europe
Economic Indicators
Food & Nutrition (00464384)
Harvard China Review
Nation's Business
New Internationalist
North-South: The Magazine of the Americas
Policy & Practice (19426828)
Policy & Practice (19426828)
Policy & Practice of Public Human Services
Public Welfare
Scientific American Earth 3.0
Business Review (Federal Reserve Bank of Philadelphia)
Economic & Financial Policy Review

202
Economic Commentary
Economic Policy Review (19320426)
Economic Trends (07482922)
Quarterly Review (01476580)
Regional Review
Active & Passive Electronic Components
EE: Evaluation Engineering
Semiconductors
Electronics Now
Military & Aerospace Electronics
Poptronics
Popular Electronics
Popular Science
Electronic Design
Microlithography World
Solid State Technology
Acta Agriculturae Scandinavica: Section B, Soil & Plant Science

Advanced Composite Materials


Advanced Powder Technology
Advances in Applied Ceramics: Structural, Functional & Bioceramics

Advances in Art, Urban Futures

Applied Physics A: Materials Science & Processing


BioMedical Engineering OnLine
British Ceramic Transactions
Canadian Geotechnical Journal
Canadian Geotechnical Journal
Canadian Journal of Civil Engineering
Computing & Control Engineering
Control & Automation
EE: Evaluation Engineering
Engineering Economist
European Planning Studies

Growth & Change

História, Natureza e Espaço

Iberoamerican Journal of Industrial Engineering


IETE Technical Review
IIE Transactions
IISE Transactions
IISE Transactions
Information & Systems Engineering
Information & Systems Engineering
Information Knowledge Systems Management
International Journal for Housing Science & Its Applications

International Journal for Traffic & Transport Engineering


International Journal for Traffic & Transport Engineering

203
International Journal of Applied Electromagnetics & Mechanics
International Journal of Cognitive Research in Science, Engineering & Education (IJCRSEE)

International Journal of Electrical Engineering Education


International Journal of Knowledge Based Intelligent Engineering Systems

International Journal of Mechanical Engineering Education


ISRN Civil Engineering
ISRN Materials Science
ISRN Mechanical Engineering
Journal of Aerospace Engineering
Journal of Cold Regions Engineering
Journal of Cold Regions Engineering
Journal of Energy Engineering
Journal of Engineering & Technology
Journal of Engineering Design
Journal of Engineering Mechanics
Journal of Environmental Engineering
Journal of Graphic Engineering & Design (JGED)
Journal of Industrial Ecology
Journal of Materials Science
Journal of Microencapsulation
Journal of Motor Behavior
Journal of Neutron Research
Journal of Northeastern University (Natural Science)
Journal of Physical Science
Journal of Polymer Research
Journal of Structural Engineering
Journal of Surveying Engineering
Journal of the American Planning Association

Journal of the Balkan Tribological Association


Journal of Urban Design

Journal of Urban Planning & Development


Journal of Urban Planning & Development

Medical & Biological Engineering & Computing


Medical & Biological Engineering & Computing
Planning Practice & Research

Quality of Life: A Multi-Disciplinary Journal of Food Science, Environmental Science & Public Health

Technology & Engineering Teacher

Textile: The Journal of Cloth & Culture


Urban Studies (Routledge)

West Indian Journal of Engineering

Bulletin of the Atomic Scientists


Civil Engineering (08857024)

204
IIE Solutions
Industrial Engineer: IE
Military & Aerospace Electronics
Public Roads
Deutsches IngenieurBlatt
Engineer
Engineering & Mining Journal (00958948)
ENR: Engineering News-Record
Mechanical Engineering
Planning

Power Engineering
Professional Engineering
Career Development Quarterly
Journal of Employment Counseling
Professional Educator
Career World
Harmony
T+D
TD: Talent Development
TD: Talent Development
Techniques: Connecting Education & Careers
Techniques: Making Education & Career Connections
Training & Development
Training & Development
Training & Development Journal
Vocational Education Journal
Workforce
Workforce (10928332)
Workforce (10928332)
Workforce Management
Career Outlook
Occupational Outlook Quarterly
Iberoamerican Journal of Industrial Engineering
IIE Transactions
IISE Transactions
IISE Transactions
Information & Systems Engineering
Information Knowledge Systems Management
Journal of Industrial Ecology
IIE Solutions
Industrial Engineer: IE
Acta Scientiarum: Agronomy
Agricultural Science & Technology
Annual Review of Nutrition
Applied Physiology, Nutrition & Metabolism
Australian Journal of Nutrition & Dietetics
Canadian Journal of Physiology & Pharmacology
Carpathian Journal of Food Science & Technology
Ciência Rural
Computing & Control Engineering

205
Control & Automation
European Journal of Clinical Nutrition
European Journal of Nutrition
Family Economics & Nutrition Review
Food & Agricultural Immunology
Food Science & Technology (2073-8684)
Information Technology & Libraries
International Journal of Advanced Manufacturing Technology
International Journal of Food Sciences & Nutrition
International Journal of Food Sciences & Nutrition
International Journal of Rotating Machinery
Journal of Agronomy & Crop Science
Journal of Automated Methods & Management in Chemistry
Journal of Food & Drug Analysis
Journal of Health, Population & Nutrition
Journal of Manufacturing Technology Research
Journal of Medical Nutrition & Nutraceuticals
Journal of Nutrition Education
Journal of Nutrition Education & Behavior
Journal of Nutritional & Environmental Medicine
Journal of Nutritional Medicine
Journal of Surveying Engineering
Leonardo Music Journal
Nutrition & Dietetics
Nutrition & Metabolism
Nutrition Journal
Ocean Dynamics
Perspectivas en Nutrición Humana
Quality of Life: A Multi-Disciplinary Journal of Food Science, Environmental Science & Public Health

Quality of Life: A Multi-Disciplinary Journal of Food Science, Environmental Science & Public Health

Research Works
Better Nutrition
Bulletin of the Atomic Scientists
Environmental Nutrition
Food & Nutrition (00464384)
Laser Focus World
Library Technology Reports
Nutrition Action Health Letter
Nutrition Health Review: The Consumer's Medical Journal
Prevention

TCI: Theatre Crafts International


Tufts University Diet & Nutrition Letter
Tufts University Health & Nutrition Letter
Computers in Libraries
EMedia -- The Digital Studio Magazine
Engineering & Mining Journal (00958948)
Entertainment Design
EventDV

206
Fire Engineering

Industry Week/IW
Professional Engineering
Red Herring
American Journal of Health-System Pharmacy
Assessment Journal
Book History (Pennsylvania State University Press)
Book Research Quarterly
Canadian Journal of Fisheries & Aquatic Sciences
EMedia

EMedia Magazine

Food Industry Economics


Grain Products & Mixed Fodder's
Journal of Medical Nutrition & Nutraceuticals
Journal of Property Tax Assessment & Administration
Journal of Scholarly Publishing
Journal of Wine Research
Marine Fisheries Review
Notes
Research Works
Textile: The Journal of Cloth & Culture
Electronics Now
FDA Consumer
Macworld
Macworld - Digital Edition
National Food Review
National Food Review
Nutrition Action Health Letter
Rural Cooperatives
SISAC News
SISAC News
Texas Water Utilities Journal
Advanced Packaging
Advertising Age
Adweek Magazines' Technology Marketing
Billboard
Brandweek
Chemical Week
Editor & Publisher
Engineered Systems
Engineering & Mining Journal (00958948)
ENR: Engineering News-Record

EventDV
Fire Engineering

FoodReview

207
Hydrocarbon Processing

InfoWorld
Power Engineering
Publishers Weekly
Forum (10566937)
CPCU eJournal
CPCU Journal
CPCU Journal
Em Pauta
Labour / Le Travail
Diversity Employers
Trabajo - La Revista de la OIT
American Journal of Managed Care
Clearing House
Contemporary Management Quarterly / Wspólczesne Zarzadzanie

Education Economics
Greener Management International
Hospital Topics
Human Performance

Informedica (1540-4471)

International Studies in Educational Administration


International Studies in Educational Administration (Commonwealth Council for Educational Administration & Management (CCEAM))

Journal of Arts Management & Law

Journal of Arts Management, Law & Society

Journal of Curriculum & Supervision

Journal of Occupational & Organizational Psychology


Preventing School Failure
Psychologist-Manager Journal (Taylor & Francis Ltd)
Public Integrity
Records Management Quarterly
Russian Education & Society
Security & Social Order Strategic Studies
Total Quality Management
World Future Review (World Future Society)
ARMA Magazine
Behavioral Health Management
Educational Leadership

Futurist
Getting Paid in Behavioral Healthcare
Harmony

Inc.

208
Information Management Journal
Leadership
NAFE Magazine
Outcomes & Accountability Alert
Phi Delta Kappan
Presidency
Registered Nurse: Journal of Patient Advocacy

Texas Lyceum Journal


Thrust for Educational Leadership
Training & Development
University Business
Workforce
Executive Female (0199-2880)
Executive Female (1539-1159)
H&HN: Hospitals & Health Networks
Industry Week/IW
Information Systems Security

Information Today

Review of Ophthalmology
Journal of Consumer Affairs
American Demographics
Consumer Comments
Consumers' Research Magazine
Library Imagination Paper
Advertising Age
Advertising Age
Adweek Magazines' Technology Marketing
Brandweek
Brandweek
American Journal of Electroneurodiagnostic Technology

Cardiovascular Ultrasound
Echocardiography
European Journal of Nuclear Medicine & Molecular Imaging
Human Antibodies
Journal of Audiovisual Media in Medicine
Journal of Digestive Endoscopy
Journal of Medical Imaging & Radiation Oncology
Molecular Imaging
Neurodiagnostic Journal

Pacing & Clinical Electrophysiology


Technology & Disability
Technology & Health Care
Energy Journal

International Journal of Sustainable Energy


Journal of Energy Engineering

209
Bulletin of the Atomic Scientists
Scientific American Earth 3.0
Hydrocarbon Processing

Power Engineering
Journal of Advances in Modeling Earth Systems
Children's Technology & Engineering

History of Science
International Review of Law, Computers & Technology
International Scholarly Research Notices
Issues in Science & Technology

Journal of Engineering & Technology


Leonardo
Philosophy & Technology
Prometheus
Technology & Engineering Teacher

Technology Teacher

Walailak Journal of Science & Technology


World Future Review (World Future Society)
World Future Review (World Future Society)
Discover
Futurist
Futurist
Popular Mechanics

Popular Science
Tech Directions
Technology Review
Whole Earth
British Journal of Educational Technology
Educational Media International
Educational Technology Research & Development
Environment
European Journal of Nuclear Medicine & Molecular Imaging
International Journal of Technology & Design Education
Journal of Educational Technology & Society

Journal of Instructional Psychology


Journal of Microscopy
Journal of Research on Computing in Education
Journal of Research on Technology in Education
Molecular Imaging
Probe Microscopy
Proceedings of the Royal Microscopical Society
Quarterly Review of Distance Education
TechTrends: Linking Research & Practice to Improve Learning
Teledetection
Educom Review

210
T H E Journal
Technology & Children

Media & Methods


EURASIP Journal on Wireless Communications & Networking

EURASIP Journal on Wireless Communications & Networking


IETE Journal of Research
IETE Technical Review
Journal of Broadcasting & Electronic Media
Journal of High Speed Networks

Military & Aerospace Fiber Optics


Computerworld (Online Only)
Connected Planet
EContent
Online
Online Searcher
Telephony
Television Week
Wireless Review
Air Force Law Review
International Journal for Traffic & Transport Engineering
International Journal for Traffic & Transport Engineering
Journal of Air Transportation
Journal of Transport History
Ocean Development & International Law
Transportation Journal (American Society of Transportation & Logistics Inc)

Aviation History
Public Roads

12.11. NÚCLEO DE ESTUDOS, PESQUISA E EXTENSÃO (NEPEX)

Ciente da responsabilidade de construir uma instituição cada vez mais comprometida


com o desenvolvimento da pesquisa, associado ao ensino e à extensão, a UNIFAN instituiu o
Núcleo de Estudos, Pesquisa e Extensão (NEPEX), sendo o seu principal objetivo oportunizar
aos docentes e discentes a produção e socialização do conhecimento científico.
A UNIFAN tem como objetivos de extensão acadêmica instituir a formação político-social,
técnico-científica e prática profissional do corpo discente, sintonizada com as exigências
atuais do mercado, além de interligar-se às áreas do ensino e da pesquisa, e possibilitar a
verdadeira associação da prática acadêmica como um todo na vida do estudante.
A articulação da tríade Ensino/Pesquisa/Extensão possibilita um olhar complexo sobre a
produção de conhecimento dentro da universidade e fora dela, sem hierarquização, mas com
211
a devida suspensão das relações de poder que aí se estabelecem. Da mesma forma que
facilita a execução das duas metas da universidade brasileira: democratização dos saberes e
sistematização do conhecimento.
Nessa perspectiva, pesquisa, ensino e extensão, para além de serem metas
universitárias perseguidas na UNIFAN, são dimensões imbricadas que desenvolvem jogos de
acontecimentos e de linguagens na construção do conhecimento sobre o real, como processo
meta-estável. Diante dessa preocupação, as políticas de extensão e pesquisa têm como lócus
essencial a sala de aula, o ensino para desenvolver projetos de pesquisa no ensino e na
extensão.
As políticas de pesquisa são:
Formular novos programas de pesquisa com base na integração contínua ao ensino e
extensão, avaliada pelo Conselho de ética da IES;
Expandir e consolidar programas de pesquisa vinculados ao grupo de pesquisa;
Ampliar ações de pesquisa através de articulação em rede de grupos de pesquisa de
instituições públicas e particulares;
Promover e assegurar eventos científicos, que visam divulgar o conhecimento científico
produzido pela comunidade interna;
Melhorar as condições de infraestrutura e apoio às atividades de pesquisa na instituição;
Estimular a manutenção do programa Iniciação científica no ensino, com a inclusão do
graduando ao participar do plano de ensinagem e aprendizagem de diferentes módulos.

Sublinha-se dentre as atividades do NEPEX, aquelas ofertadas pelo Núcleo


Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas Forenses Nobre (NIEPFON).
O NIEPFON foi criado em julho de 2013. Tem como finalidade o desenvolvimento de
pesquisas nas ciências forenses, além de promover discussões integradas com o ensino de
Graduação, Pós-Graduação e promover ações para a comunidade. Busca-se também a
integração entre Ensino-pesquisa-extensão e entre docentes/discentes/funcionários.
Em três anos de funcionamento, diversas atividades foram realizadas, como pesquisas
científicas, atividades de ensino de graduação, eventos científicos e projetos de intervenção
e educativos para a população. Resultados positivos tem sido alcançado, diversos eventos
nacionais e internacionais já foram realizados e diversos trabalhos científicos foram
apresentados em Congressos nacionais e internacionais. Conclui-se que este modelo
integrado proporciona aos participantes a experiência com a pesquisa integrada com o ensino

212
e ações para a população, a partir da problematização de situações comuns em investigações
criminais

12.11.1. Revista científica

Em 2012.2, foi lançada a primeira revista científica da UNIFAN, que constitui em


instrumento de divulgação das pesquisas acadêmicas nos âmbitos da graduação e pós-
graduação, para ampla disseminação do conhecimento científico produzido na UNIFAN por
professores e alunos. Recentemente foi elaborada e lançada a Revista Multidisciplinar Facere
Scientia, disponível no FTP.

12.11.2. Núcleo de orientação de monografia (NOM)

O NOM de graduação e de pós-graduação visa acompanhar os procedimentos teóricos


e metodológicos da produção científica de final de curso das graduações e pós-graduações
oferecidas por esta Instituição. Assim como, cadastrar os docentes, com titulação mínima de
especialista, conforme regimento, que orientam trabalhos de conclusão de curso identificando
suas áreas de pesquisa e linhas de atuação.

12.12. INSTALAÇÕES FÍSICO-ADMINISTRATIVAS

Todos os espaços da UNIFAN garantem pleno acesso aos portadores de necessidades


especiais possuindo sanitários apropriados, elevadores em todos os prédios, rampas de
acesso em toda área externa.
As Instalações físicas se compõem de nove prédios, sendo assim distribuídos:
Administração Térreo
a) Núcleo de atendimento ao cliente (NAC) - medindo 37 m²
b) Secretaria Acadêmica- medindo 40,50 m²
c) Arquivo morto – medindo 8,85 m²
d) Sala Atendimento Jurídico – medindo 18 m²
e) 3 sanitários – medindo 9 m²
f) Sala Direção Administrativa – medindo 19,70 m²
g) Secretária Colégio – medindo 26 m²
213
h) Sala de Telefonia – medindo 3 m²
i) Sala do Núcleo de Atendimento ao Discente (NAD) – medindo 18 m²
j) Recepção Térreo – medindo – 24 m²

1° Pavimento- Administração Superior


a) Recepção 1º piso – medindo – 16 m²
b) Setor Pessoal – medindo 16 m²
c) Gerência Administrativa – medindo 12 m²
d) Gerência Jurídica – medindo 12 m²
e) Sala da Presidência– medindo 36 m²
f) Sala da Vice-Presidência – medindo 12 m²
g) Sala dos Professores – medindo 41 m²
h) Setor Financeiro – medindo 70 m²
i) Copa – medindo 12 m²
j) CPD – medindo 12 m²

2° Pavimento- Administração Acadêmica


a) Recepção 3º piso – medindo 36 m²
b) Gráfica – medindo 67 m²
c) Depósito da Gráfica – medindo 12 m²
d) Sala de Digitação – medindo 24 m²
e) Sala de Reuniões dos Conselhos e Colegiados – medindo 28 m²
f) Gabinetes Coordenadores de Curso – medindo 75 m²
g) Diretoria Acadêmica – medindo 20 m²
h) Central de Informática- Equipe TI – medindo 22 m²
i) Coordenação de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão – medindo 12 m²
j) Sanitários – medindo 12 m²

Salas Específicas:
Gabinete de Professores - 1º andar (Sala nº 13) - medindo 56 m²
Sala de Desenho Técnico – 3º andar(Sala nº 44) - medindo 56 m²
NAD – Núcleo de Atendimento ao Discente – andar térreo - medindo 18 m²
Laboratório de Psicologia Experimental–Prédio Anexo, 1º andar– medindo 67 m²
Laboratório de Avaliação Psicológica – 3º andar (Sala nº 46) medindo – 56 m²
214
Laboratório de Processos Cognitivos – Prédio Anexo – 1º andar – medindo 15 m²
Sala de Aconselhamento Psicológico – andar térreo – medindo 12 m²
Laboratório de Informática I - andar térreo – medindo 56 m²
Laboratório de Informática II - andar térreo – medindo 56 m²
BALCÃO DE JUSTIÇA E CIDADANIA- Prédio Anexo
NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA- Prédio Anexo
NEPEX- Prédio Anexo
CLÍNICAS- Prédio Anexo
PSICOFAN- Prédio Anexo

Área de Convivência:
Possui ainda, uma Área de convivência, medindo 150 m², onde funcionam 02 lojas de
artigos escolares, uma Lan House, Sorveteria, 03 lanchonetes, bomboniere, WI-FI,
Restaurante a Kilo e um posto bancário.

Ginásio de Esportes:
Na parte esportiva, o prédio comporta um ginásio de esportes equipado com uma
quadra poliesportiva com piso em paviflex e coberta na medida padrão e arquibancada para
trezentas pessoas e dois vestuários, banheiros e sanitários medindo 10 m², além de 2 quadras
esportivas no prédio anexo.

215
216
REFERÊNCIAS

BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação, Câmara de Educação


Superior. Resolução nº 02/[Link]õe sobre carga horária mínima e procedimentos
relativos à integralização dos cursos de graduação em Biomedicina, Ciências
Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Arquitetura e Urbanismo , Fisioterapia,
Fonoaudiologia, nutrição e Terapia Ocupacional, bacharelados, na modalidade
presencial.

______. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação, Câmara de Educação


Superior. Resolução nº 11/2002. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso
de Graduação em Engenharia.

______. Lei n. 9131 de 24 de novembro de 1995; Lei n. 9394 de 20 de dezembro de 1996.


Decreto n. 2026 de 10 de outubro de 1996. Decreto n. 2208 de 17 de abril de 1997. Decreto
n. 2306 de 19 de agosto de 1997. Dispõe sobre Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Revista do Ministério da Educação e do Desporto.

______. Secretaria de Educação Fundamental: Parâmetros curriculares nacionais:


terceiro e quarto ciclos: apresentação dos temas transversais/Secretaria de Educação
Fundamental – Brasília: MEC/SEF, 1998, 436p

_____. Parecer CNE/CES nº 184/2006 e o parecer CNE/CES 9/2007 que dispõe sob a
carga horária mínima dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade
presencial. 2007.

GADOTTI, M. Perspectivas Atuais de Educação. Porto Alegre, Artes Médicas Sul, 2000.

GIMENO, J. et al. Compreender e Transformar o Ensino (Compreender y Transformar la


Enseñanza). 4 ed, Porto Alegre, Artes Médicas Sul, 2000.

217
MOREIRA, A. F. (org); SILVA, T.T. (org) et al. Currículo, Cultura e Sociedade. Trad. de Maria
Aparecida Baptista. São Paulo, Cortez Editora, 2001.

218
APÊNDICE
EMENTÁRIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E
DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

APÊNDICES

1º Semestre

Componente Projeto Extensionista Integrador (PEI): Introdução à Linguagem


Curricular de Programação

Ementa Introdução a algoritmos. Tipos de dados e instruções primitivas.


Estrutura sequencial. Estruturas condicionais e de repetição.
Vetor e matriz

Bibliografia SANTOS, Marcela G., D. et al. Linguagem de programação /-


Básica Grupo A. Disponível em:

[Link]
24984/pages/recent. Disponível em:

MELO, Ana Cristina Vieira D; Princípios de linguagem de


programação / - Editora Blucher, 2003. Disponível em:

[Link]
14922/pageid/0

ALVES, William P; Linguagem e Lógica de Programação /-


Editora Saraiva, 2014. Disponível em:

[Link]
19371/pageid/0

Bibliografia SEBESTA, Robert; Conceitos de Linguagens de Programação /


Complementar -11ª edição; Grupo A, 2018. Disponível em:

[Link]
04694/pageid/0

SILVA, Edilson Alfredo D; Introdução às linguagens de


programação para CLP /-Editora Blucher, 2016. Disponível em:

219
[Link]
10528/pageid/4

SILVA, Fabricio Machado, D. et al.; Paradigmas de


programação / - Grupo A, 2019. Disponível em:

[Link]
00426/pageid/0

MORAIS, Izabelly Soares, D. et al; Algoritmo e programação –


Engenharia /- Grupo A, 2018. Disponível em:

[Link]
24731/pageid/0

AGUILAR, Luis J; Fundamentos de Programação / 3rd edição;


Grupo A, 2008. Disponível em:

[Link]
50146/pageid/0

Componente Comunicação Profissional


Curricular

Ementa O processo comunicativo. Multiletramento e profissionalidade.


Linguagem e modalidades digitais. Processos argumentativos e
logicidade

Bibliografia EGGER–MOELLWALD, Lícia. Comunicação corporativa: a


Básica disputa entre a ficção e a realidade (Série Profissional). São
Paulo: Cengage Learning Brasil, 2018. 9788522126453.
Disponível em:

[Link]
3/

220
FRANÇA, Ana S. Comunicação Empresarial. São Paulo: Grupo
GEN, 2013. 9788522484157. Disponível em:
[Link]
7/.

AGUIAR, Fernanda R D.; TREVISAN, Nanci M.; LIMA, Aline P. L


D.; SILVA, Roberta M. D. Comunicação interna. Porto Alegre:
Grupo A, 2019. 9788533500464. Disponível em:
[Link]
4/

Bibliografia SANGALETTI, Letícia; PAIL, Daisy B.; SILVA, Asafe Davi C.; et
Complementar al. Comunicação e Expressão. Porto Alegre: Grupo A, 2019.
9788595029750. Disponível em:

[Link]
0/.

CORDEIRO, Rafaela Q F.; COSTA, Marina; ARAÚJO, André C.


da Silva D.; CAMPOS, Cláudia R. P D. Teorias da
Comunicação. Porto Alegre: Grupo A, 2017. 9788595022379.
Disponível em:
[Link]
9/.

TOMASI, Carolina; MEDEIROS, João B. Comunicação


Empresarial, 5ª edição. São Paulo: Grupo GEN, 2019.
9788597020502. Disponível em:

[Link]
2/.

SILVA NETO, Belmiro Ribeiro da S. Comunicação Corporativa e


Reputação. São Paulo: Editora Saraiva, 2010. 9788502109346.
Disponível em:

[Link]
6/.

221
KUNSCH, Margarida Maria K. Comunicação Organizacional
Vol.2. São Paulo: Editora Saraiva, 2009. 9788502109261.
Disponível em:

[Link]
1/.

Componente Administração De Ambientes Livres E Proprietários


Curricular

Ementa O que são Sistemas Livres? - Software Livre / Licenças / Histórico


/ GNU/Linux. Distribuições GNU/Linux. Instalação de Sistemas
GNU/Linux. Ambientes Gráficos. Estrutura de Diretórios / Árvore
de Diretórios. Comandos Básicos GNU/Linux. Comandos
utilitários do terminal. Comandos APT. Comandos de instalação
e remoção de pacotes. Comandos de arquivos e diretórios.
Comandos de gerenciamento de redes

Bibliografia DE SORDI, José Osvaldo. Gestão por processos: uma


Básica abordagem da moderna administração. 5. ed. – São Paulo:
Saraiva Educação, 2018. Disponível em:
[Link]
0/cfi/4!/4/4@0.00:11.4

PAIM, Rafael et al. Gestão de processos: pensar, agir e aprender.


Porto Alegre: Bookman, 2009. Disponível em:
[Link]
7/cfi/2!/4/4@0.00:66.8

RODRIGUES, Marcus Vinicius. Ações para a qualidade: gestão


estratégica e integrada para a melhoria dos processos na busca
da qualidade e produtividade (G E I Q). 6. ed. São Paulo: Atlas,
2020. Disponível em:

[Link]
6/cfi/6/10!/4/2@0:0

222
Bibliografia MENEZES, Luís César de Moura. Gestão de Projetos: com
Complementar abordagem dos métodos ágeis e híbridos. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 2018. Disponível em:

[Link]
1/cfi/6/10!/4/2@0:0

DIAS, Marco Aurélio P. Administração de materiais: princípios,


conceitos e gestão. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2011.

Disponível em:
[Link]
2/cfi/4!/4/4@0.00:22.9

CAVALCANTI, Francisco Rodrigo P.; SILVEIRA, Jarbas A. N.


Fundamentos de gestão de projetos: gestão de riscos. São
Paulo: Atlas, 2016. Disponível em:

[Link]
2/cfi/6/2!/4/2/2@0:0.101

CAMARGO, Robson; RIBAS, Thomaz. Gestão ágil de projetos.


São Paulo: Saraiva Educação, 2019. Disponível em:
[Link]
1/cfi/4!/4/4@0.00:11.5

CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de materiais: uma abordagem


introdutória. 3. ed. Barueri, SP: Manole, 2014. Disponível em:
[Link]
8/cfi/5!/4/4@0.00:22.2

Componente Sistemas Operacionais


Curricular

Ementa Conceituação básica de sistemas operacionais. Histórico e


evolução dos sistemas operacionais. Tipos de sistemas
operacionais. Estruturas de sistemas operacionais. Chamadas de
sistemas. Linguagem de controle. Inicialização e carga de
223
sistema. Processo e gerência de Processos. Gerência de
memória. Gerência e sistemas de arquivos

Bibliografia CÓRDOVA,Junior; Ramiro Sebastião; Sistemas operacionais / –


Básica Porto Alegre: SAGAH, 2018. Disponível em:

[Link]
27336/pageid/1

TANENBAUM, Andrewa S; Sistemas operacionais projeto e

implementação / – 3. ed.; Porto Alegre: Bookman, 2008.


Disponível em:

[Link]
02852/pageid/1

MACHADO, Francis B; Fundamentos de sistemas operacionais /-


Rio de Janeiro: LTC, 2011. Disponível em:

[Link]
216-2081-5/pageid/4

Bibliografia SILBERSCHATZ, Abraham; Fundamentos de sistemas


Complementar operacionais / - 9. ed. - Rio de Janeiro: LTC, 2015.

Disponível em:

[Link]
21630012/epubcfi/6/10[%[Link]%3Dcopyright]!/4/54/14/
1:26[ndi%2Cce

OLIVEIRA, Rômulo Silva de; Sistemas operacionais / – 4. ed. –


Dados eletrônicos – Porto Alegre: Bookman: Instituto de
Informática da UFRGS, 2010. Disponível em:

[Link]
06874/pageid/1

224
ALVES, William. P; Sistemas operacionais /– 1. ed.- São Paulo:
Érica, 2014. Disponível em:

[Link]
31335/pageid/2

MARTINS, Júlio. S, et al; Sistemas operacionais de redes


abertas /– Porto Alegre: SAGAH, 2021. Disponível em:

[Link]
01039/pageid/1

DENARDIN, Gustavo Weber; Sistemas operacionais de tempo


real e sua aplicação em sistemas embarcados / – São Paulo:
Blucher, 2019. Disponível em:

[Link]
13970/pageid/3

Componente Banco de Dados


Curricular

Ementa Introdução a sistemas de bancos de dados. Modelo entidade-


relacionamento. Modelo relacional. Linguagens de consulta
relacional. Projeto de banco de dados relacional. Introdução aos
Bancos de Dados Não Relacionais

Bibliografia SETZER, Valdemar W., Bancos de dados: aprenda o que são,


Básica melhore seu conhecimento, construa os seus / 1a edição – São
Paulo: Blucher, 2005. Disponível em:

[Link]
16520/pageid/4

MILANI, Alessandra Maciel Paz... [et al.] Consultas em banco de


dados – Porto Alegre: SAGAH, 2020. Disponível em:
[Link]
00223/pageid/1

225
RAMARKRISHNAN, Raghu. Sistemas de gerenciamento de
banco de dados/ 3. ed. – Porto Alegre: AMGH, 2011.

[Link]
08771/pageid/2

Bibliografia DATE, C J., 1941 – Introdução a sistemas de banco de dados /


Complementar Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. Disponível em:

[Link]
54322/epubcfi/6/6[%[Link]%[Link]]!/4/2/58/
4/1:15[194%2C1%E2%80%93]

ALVES, William Pereira; Banco de dados / 1. ed. -- São Paulo:


Érica, 2014. Disponível em:

[Link]
18961/pageid/2

PICHETTI, Roni Francisco Banco de dados / – Porto Alegre:


SAGAH, 2020. Disponível em:

[Link]
00186/pageid/1

SILBERSCHATZ, Abraham; Sistema de banco de dados / 7. ed.


- Rio de Janeiro: LTC, 2020. Disponível em:

[Link]
57552/epubcfi/6/10[%[Link]%3Dcopyright]!/4/24/3:4[.%2
0e%2Cd.]

MACHADO, Felipe Nery Rodrigues; Banco de dados: projeto e


implementação/ – 4. ed. – São Paulo: Érica, 2020.

Disponível em:

[Link]
32707/pageid/3

226
2º Semestre

Componente PEI: Arquitetura de Computadores


Curricular

Ementa Arquitetura e organização de computadores. Sistemas de


numeração. Estrutura de interconexão. Sistema de memória.
Entrada e saída. Unidade central de processamento. Unidade de
controle.

Bibliografia PAIXÃO, Renato Rodrigues; Arquitetura de computadores / - 1a


Básica ed. São Paulo Érica, 2014. Disponível em:

[Link]
18848/pageid/2

DELGADO, José; Arquitetura de computadores / - 5. ed. atual. -


Rio de Janeiro : LTC, 2017. Disponível em:

[Link]
33921/epubcfi/6/10[%[Link]%3Dcopyright]!/4/50/18/1:2
1[391%2C-4]

MAIA, Luiz Paulo; Arquitetura de redes de computadores/ – 2.


ed. – Rio de Janeiro: LTC, 2013. Disponível em:

[Link]
216-2436
3/epubcfi/6/10[%[Link]%3Dcopyright]!/4/30/1:14[Pau%
2Clo

Bibliografia HENNESSY, John L; Arquitetura de computadores: uma


Complementar abordagem quantitativa / - 6. ed. - Rio de Janeiro: Elsevier, 2019.
Disponível em:

[Link]
50669/epubcfi/6/10[%[Link]%3DB97885352917420001
54]!/4/2/84[p0210]/2%4074:35

227
WEBER, Raul Fernando; Fundamentos de arquitetura de
computadores /- 4. ed. – Porto Alegre: Bookman, 2012.

Disponível em:

[Link]
01434/pageid/1

BARRETO, Jeanine dos Santos; Fundamentos de redes de


computadores / - Saraiva; Porto Alegre: SAGAH, 2018.

Disponível em:

[Link]
27138/pageid/1

PATTERSON, David; Organização e projeto de computadores / -


5. ed. - Rio de Janeiro: Elsevier, 2017. Disponível em:

[Link]
52908/epubcfi/6/8[%[Link]%3DB978853528793600011
3]!/4/2/64[p0150]/1:13[%C2%A0%C2%A0i%2Cl.]

ENGLANDER, Irv; A arquitetura de hardware computacional,


software de sistema e comunicação em rede: uma abordagem da
tecnologia da informação / - Rio de Janeiro: LTC, 2011.

Disponível em:

[Link]
216-1939-0/pageid/4

Componente Aplicações para Internet


Curricular

Ementa World Wide Web. Servidores. Clientes. Software Navegador.


Páginas e Sites da Internet. HTML. CSS – Cascading Style
Sheets – Folhas de Estilo em Cascata. Formulários. Servidor

228
WEB. Linguagens para a construção dinâmica de HTML – PHP.
Conectividade com Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados

Bibliografia REITMAN, Karin K. Web Semântica - A Internet do Futuro. São


Básica Paulo: Grupo GEN, 2005. E-book. ISBN 978-85-216-1958-1.
Disponível em:
[Link]
1958-1/.

CASE, Steve. A Terceira Onda da Internet. Rio de Janeiro:


Editora Alta Books, 2019. E-book. ISBN 9788550816869.
Disponível em:

[Link]
9/.

COMER, Douglas E. Redes de Computadores e Internet. Porto


Alegre: Grupo A, 2016. E-book. ISBN 9788582603734.

Disponível em:

[Link]
4/.

Bibliografia MONK, Simon. Internet das coisas: uma introdução com o photon
Complementar (Tekne). Porto Alegre: Grupo A, 2018. E-book. ISBN
9788582604793. Disponível em:

[Link]
3/.

MORAIS, Izabelly Soares D.; GONÇALVES, Priscila de F.;


LEDUR, Cleverson L.; et al. Introdução a Big Data e Internet das
Coisas (IoT). Porto Alegre: Grupo A, 2018. E-book. ISBN
9788595027640. Disponível em:

[Link]
0/.

229
FREITAS, Maria Teresa de A.; COSTA, Sérgio R. Leitura e escrita
de adolescentes na internet e na escola. Belo Horizonte: Grupo
Autêntica, 2007. E-book. ISBN 9788582179451. Disponível em:

[Link]
1/.

LEITE, George S.; LEMOS, Ronaldo. Marco Civil da Internet. São


Paulo: Grupo GEN, 2014. E-book. ISBN 9788522493401.
Disponível em:

[Link]
1/.

GONÇALVES, Victor Hugo P. Marco Civil da Internet Comentado.


São Paulo: Grupo GEN, 2016. E-book. ISBN 9788597009514.
Disponível em:

[Link]
4/.

Componente Debates Contemporâneos


Curricular

Ementa Conceito histórico dos movimentos sociais. A causa abolicionista.


História dos clubes operários e sindicatos. A conferência nacional
dos bispos do brasil e as comunidades eclesiais de base.
Movimento social estrutural. Movimento social conjuntural.
Conselho de políticas. Lgbtqia+: lésbica, gay, bissexual,

230
transexual, queens, intersexo, assexuados. Pessoas com
deficiência

Bibliografia PESAVENTO, Jatahy, S. História & História Cultural. 3ªed. Belo


Básica Horizonte: Autêntica, 2014. Disponível em:

[Link]
8582124888.

SAHLINS, Marshall. Cultura e razão prática. Rio de Janeiro:


Zahar, 2003. Disponível em:

[Link]
/

LARAIA, B., de, R. Cultura: um conceito antropológico. Rio de


Janeiro: Zahar, 1986. Disponível em:

[Link]

Bibliografia BARROSO, Farfan, P., BONETE JUNIOR, W. Estudos culturais e


Complementar antropológicos. Porto Alegre: SAGAH, 2018. Disponível em:

[Link]

FUNARI, Paulo, P., PELEGRINI, C.A., S. Patrimônio Histórico e


Cultural. Porto Alegre: Zahar, 2006. Disponível em:

[Link]

Mezan, Renato. Sociedade, cultura, psicanálise. 1ª edição. São


Paulo: Blucher, 2018. Disponível em:

[Link]
4

Portela, G. Gerenciamento de Riscos Baseado em Fatores


Humanos e Cultura de Segurança. Rio de Janeiro: Elsevier,
2014. Disponível em:

231
[Link]

GEERTZ, Clifford. A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro:


LTC, 2013. Disponível em:

[Link]
2397-7

Componente Programação Front-End


Curricular

Ementa Client‐ side. HTML Básico. Formulários HTML. CSS.


Manipulação de elementos HTML e CSS com Javascript.
Frameworks Front‐ end tradicionais (Bootstrap, Materialize, entre
outras). Frameworks Javascript tradicionais (JQuery e outras).
AJAX.

Bibliografia SANTOS, Marcela G., D. et al. Linguagem de programação /-


Básica Grupo A. Disponível em:

[Link]
24984/pages/recent

MELO, Ana Cristina Vieira D; Princípios de linguagem de


programação / - Editora Blucher, 2003. Disponível em:

[Link]
14922/pageid/0

232
ALVES, William P; Linguagem e Lógica de
Programação /- Editora Saraiva, 2014. Disponível em:

[Link]
19371/pageid/0

Bibliografia SEBESTA, Robert; Conceitos de Linguagens de Programação / -


Complementar 11ª edição: Grupo A, 2018. Disponível em:

[Link]
04694/pageid/0

SILVA, Edilson Alfredo D; Introdução às linguagens de


programação para CLP /-Editora Blucher, 2016. Disponível em:

[Link]
10528/pageid/4

SILVA, Fabricio Machado, D. et al.; Paradigmas de programação


/ - Grupo A, 2019. Disponível em:

[Link]
00426/pageid/0

MORAIS, Izabelly Soares, D. et al; Algoritmo e programação –


Engenharia /- Grupo A, 2018. Disponível em:

[Link]
24731/pageid/0

AGUILAR, Luis J; Fundamentos de Programação / 3rd edição;


Grupo A, 2008. Disponível em:

[Link]
50146/pageid/0

233
Componente Algoritmo e Estrutura de Dados
Curricular

Ementa Construção e raciocínio sobre diferentes algoritmos e


implementações para estruturas de dados lineares e
hierárquicas: listas, filas, pilhas e árvores. Exame da adequação
destes algoritmos na solução de diversas classes de problemas.
Construção de algoritmos e implementações para problemas de
ordenação e pesquisa. Discussão, análise e raciocínio sobre a
complexidade de algoritmos e implementações correspondente

Bibliografia SZWARCFITER, LUIZ Jayme; Estruturas de dados e seus


Básica algoritmos / [Link] - Rio de Janeiro, 2015. Disponível em:

[Link]
216-2995-
5/epubcfi/6/10[%[Link]%3Dcopyright]!/4/20/12/1:20[99
4%2C-8

GOODRICH, Michael T; Estruturas de dados e algoritmos em


Java / – 5. ed. – Porto Alegre -2013. Disponível em:

[Link]
00191/pageid/1

ROZDEK, Adam; Estrutura de dados e algoritmos em C++ /. –


São Paulo, 2016. Disponível em:

[Link]
26651/pageid/1

Bibliografia CURY, Thiago, E. et al; Estrutura de Dados / – Porto Alegre,


Complementar 2018. Disponível em:

[Link]
24328/pageid/1

PINTO, Rafael, A. et al; Estrutura de dados / - Porto Alegre:


SAGAH, 2019. Disponível em:

234
[Link]
92953/pageid/1

RODRIGUES, Thiago, N. et al; Estrutura de Dados em Java / -


Porto Alegre, 2021. Disponível em:

[Link]
01282/pageid/1

BIANCHI, Francisco. Estrutura de Dados e Técnicas de


Programação Estrutura de dados e técnicas de programação / -
1. ed. - Rio de Janeiro, 2014. Disponível em:

[Link]
52588/epubcfi/6/10[%[Link]%3DCopyright]!/4/2/48/1:5[
4%20c%2Cm.]

MORAIS, Izabelly Soares, D. et al; Algoritmo e programação-


Engenharia /– Porto Alegre: SAGAH, 2018. Disponível em:

[Link]
24731/pageid/1

3º Semestre

Componente PEI: Engenharia de Software


Curricular

Ementa Introdução à Engenharia de Software. Modelos de Ciclo de Vida


de Software. Produto de Software. Técnicas de Levantamento de
Requisitos. Estudo de Viabilidade. Especificação de Sistemas de
Software utilizando Paradigmas de Análise e Projeto de
Sistemas. Gerenciamento do Tempo. Métricas de Software.
Introdução à Gerência de Projetos. Qualidade de Software.
235
Gerenciamento de Riscos. Testes e Revisão de Software.
Implantação de Software. Manutenção de Software

Bibliografia MORAIS, Izabelly Soares de; Engenharia de software /– Porto


Básica Alegre: SAGAH, 2017. Disponível em:

[Link]
22539/pageid/1

VETORAZZO, Adriana de Souza; Engenharia de software / -


Porto Alegre: SAGAH, 2018. Disponível em:

[Link]
26780/pageid/1

HIRAMA, Kechi; Engenharia de software: qualidade e


produtividade com tecnologia / - Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
Disponível em:

[Link]
55404/epubcfi/6/8[%[Link]%3DCopyright]!/4/2/54/1:88[i
o%20%2Cde%20]

Bibliografia PRESSMAN, Roger S; Bruce R. Maxim; Engenharia de software:


Complementar uma abordagem profissional / – 8. ed. – Porto Alegre: AMGH,
2016. Disponível em:

[Link]
55349/pageid/1

SCHACH, Stephen R.; Engenharia de software: os paradigmas


clássico e orientado a objetos / – 7. ed. – Dados eletrônicos. –
Porto Alegre: AMGH, 2010. Disponível em:

[Link]
08443/pageid/1

PÁDUA, paula filho; D,Wilson ;Engenharia de software: produtos


/ - 4. ed. - Rio de Janeiro: LTC, 2019. Disponível em:

236
[Link]
36724/epubcfi/6/10[%[Link]%3Dcopyright]!/4/60/1:66[t
ul%2Co.

KLIPPEL, Altair, F. et al; Engenharia de métodos /– 2. ed. – Porto


Alegre: SAGAH, 2017. Disponível em:
[Link]
20214/pageid/1

MASCHIETTO, Luis, G. et al. Desenvolvimento de Software com


Metodologias Ágeis. Grupo A, 2021. Disponível em:

[Link]
01824/pageid/1

Componente Desenvolvimento e Sustentabilidade


Curricular

Ementa Relação ser humano e o restante do ambiente. Problemas


ambientais, consumo e modo de produção capitalista. Principais
problemas ambientais na contemporaneidade. Mudanças
climáticas. Contextualização histórica a respeito da temática
ambiental no campo político global – décadas de 1970 a 1990 e
de 2000 e 2010. Diferentes dimensões do Desenvolvimento
(ambiental, econômica, social, política, tecnológica, outras).
Sustentabilidade – conceitos e desafios. Perspectiva histórica da
política de instituição de áreas protegidas no Brasil. Povos e
comunidades tradicionais e seus papéis na proteção da natureza.
Conflitos socioambientais

Bibliografia DIAS, Reinaldo. Gestão Ambiental - Responsabilidade Social e


Básica Sustentabilidade. São Paulo: Grupo GEN, 2017.
9788597011159. Disponível em:

[Link]
/

237
MIRANDA, Thais. Responsabilidade Socioambiental. Porto
Alegre: Grupo A, 2017. 9788595020337. Disponível em:

[Link]
/

COLS, Aloisio Ruscheinsky &. Educação Ambiental. Porto Alegre:


Grupo A, 2012. 9788563899873. Disponível em:

[Link]
/

Bibliografia AQUINO, Afonso Rodrigues D.; PALETTA, Francisco C.;


Complementar
ALMEIDA, Josimar Ribeiro D. Vulnerabilidade ambiental. São
Paulo: Editora Blucher, 2017. 9788580392425. Disponível em:

[Link]
/

SATO, Michèle; CARVALHO, Isabel. Educação Ambiental. Porto


Alegre: Grupo A, 2011. 9788536315294. Disponível em:

[Link]
/

FRANCO, Dmitri M. Responsabilidade legal pelo dano ambiental:


a aplicação das excludentes de responsabilidade. São Paulo:
Editora Blucher, 2017. 9788580392968. Disponível em:

[Link]
/

MACHADO, Vanessa de S.; SACCOL, Juliana. Introdução à


Gestão Ambiental. Porto Alegre: Grupo A, 2016. 9788569726890.
Disponível em:

[Link]
/

238
TACHIZAWA, Takeshy. Gestão Ambiental Responsabilidade
Social Corporativa, 9ª edição. São Paulo: Grupo GEN, 2019.
9788597019803. Disponível em:

[Link]
/

Componente Programação Orientada a Objeto


Curricular

Ementa Introdução aos conceitos de Orientação a Objetos. Elementos da


Orientação a objetos: objetos, classes, métodos, construtores,
destrutores, visibilidade, encapsulamento, abstração, herança.
Projeto de classes

Bibliografia COMER, Douglas E. Redes de computadores e internet. 6.


Básica ed. Porto Alegre: Bookman, 2016. Disponível em:

[Link]
4/cfi/1!/4/4@0.00:58.7

DASGUPTA, Sanjoy; PAPADIMITRIOU, Christos; VAZIRANI,


Umesh. Algoritmos. Porto Alegre: AMGH, 2010. Disponível em:

[Link]
5/cfi/3!/4/4@0.00:47.3

CORMEN, Thomas H. Desmistificando algoritmos. 1. ed. Rio de


Janeiro: Elsevier, 2014. Disponível em:

[Link]
9/cfi/6/10!/4/2/4@0:28.1

239
Bibliografia TOSCANI, Laira Vieira; VELOSO, Paulo A. S. Complexidade de
Complementar algoritmos: análise, projeto e métodos 3. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2012. Disponível em:

[Link]
7/cfi/1!/4/4@0.00:54.5

CORMEN, Thomas H. et al. Algoritmos. Rio de Janeiro: Elsevier,


2012. Disponível em:

[Link]
2/cfi/6/6!/4/2/22@0:0

SZWARCFITER, Jayme Luiz; MARKENZON Lilian. Estruturas


de dados e seus algoritmos. [Link]. Rio de Janeiro: LTC, 2015.
Disponível em:

[Link]
2995-5/cfi/6/10[;[Link]=copyright]

MANZANO, José Augusto N. G.; OLIVEIRA Jayr Figueiredo de.


Estudo Dirigido de Algoritmos. 15. ed. São Paulo: Érica, 2012.
Disponível em:

[Link]
7/cfi/4!/4/4@0.00:7.69

RIBEIRO, João Araujo. Introdução à programação e aos


algoritmos. 1. ed. - Rio de Janeiro: LTC, 2019. Disponível em:

[Link]
0/cfi/6/10!/4/2@0:0

Componente Linguagem de Programação e Startups


Curricular

Ementa Introdução ao PHP. Paradigmas de decisão em ambientes


dinâmicos. Contexto de negócios em Startups, Empresas de Base
240
Tecnológica e ambientes dinâmicos. Sistemas gerenciais em
ambiente dinâmicos. Desenvolvimento de novos produtos.

Bibliografia SANTOS, Marcela G., D. et al. Linguagem de programação /-


Básica Grupo A. Disponível em:

[Link]
24984/pages/recent

MELO, Ana Cristina Vieira D; Princípios de linguagem de


programação / - Editora Blucher, 2003. Disponível em:

[Link]
14922/pageid/0

ALVES, William P; Linguagem e Lógica de Programação /- Editora


Saraiva, 2014. Disponível em:

[Link]
19371/pageid/0

Bibliografia SEBESTA, Robert; Conceitos de Linguagens de Programação / -


Complementar 11ª edição; Grupo A, 2018. Disponível em:

[Link]
04694/pageid/0

SILVA, Edilson Alfredo D; Introdução às linguagens de


programação para CLP /-Editora Blucher, 2016. Disponível em:

[Link]
10528/pageid/4

241
SILVA, Fabricio Machado, D. et al.; Paradigmas de programação
/ - Grupo A, 2019. Disponível em:

[Link]
00426/pageid/0

MORAIS, Izabelly Soares, D. et al; Algoritmo e programação –


Engenharia /- Grupo A, 2018. Disponível em:

[Link]
24731/pageid/0

AGUILAR, Luis J; Fundamentos de Programação / 3rd edição;


Grupo A, 2008. Disponível em:

[Link]
50146/pageid/0

Componente Tecnologias da Web


Curricular

Ementa O componente curricular apresenta os fundamentos para a


compreensão dos princípios relacionados com a elaboração,
formatação e inclusão de funcionalidades em páginas web

Bibliografia BREITMAN, Karin K. Web Semântica - A Internet do Futuro. São


Básica Paulo: Grupo GEN, 2005. E-book. ISBN 978-85-216-1958-1.
Disponível em:

[Link]
1958-1/.

KALBACH, James. Design de Navegação Web. Porto Alegre:


Grupo A, 2009. E-book. ISBN 9788577805310. Disponível em:
[Link]
0/.

STRASSACAPA, Renata M.; MANFROI, Luciana; LIMA, Aline P.


Lins D.; et al. Web Analytics. Porto Alegre: Grupo A, 2022. E-

242
book. ISBN 9786556901855. Disponível em:
[Link]
5/.

Bibliografia ALVES, William P. Java para Web - Desenvolvimento de


Complementar Aplicações. São Paulo: Editora Saraiva, 2015. E-book. ISBN
9788536519357. Disponível em:

[Link]
7/

ALVES, William P. HTML & CSS: aprenda como construir páginas


web. São Paulo: Editora Saraiva, 2021. E-book. ISBN
9786558110187. Disponível em:

[Link]
7/

KARLINS, David. Adobe Creative Suite 5 Web Premium How-Tos.


Porto Alegre: Grupo A, 2012. E-book. ISBN 9788540700499.
Disponível em:

[Link]
9/

OLIVEIRA, Cláudio Luís V.; ZANETTI, Humberto Augusto P.


JAVASCRIPT DESCOMPLICADO - PROGRAMAÇÃO PARA
WEB, IOT E DISPOSITIVOS MÓVEIS. São Paulo: Editora
Saraiva, 2020. E-book. ISBN 9788536533100. Disponível em:
[Link]
0/

ALVES, William P. Projetos de Sistemas Web Conceitos,


Estruturas, Criação de Banco de dados e Ferramentas de
Desenvolvimento. São Paulo: Editora Saraiva, 2015. E-book.
ISBN 9788536532462. Disponível em:

[Link]
2

243
4º Semestre

Componente PEI: Computação em nuvem


Curricular

Ementa Introdução. Fundamentos. Mecanismos. Arquitetura. Aspectos


Práticos

Bibliografia FRIGERI, Sandra R.; JR, Carlos Alberto C.; ROMANINI, Anicoli.
Básica Computação Gráfica. Porto Alegre: Grupo A, 2018. E-book. ISBN
9788595026889. Disponível em:

[Link]

BROOKSHEAR, J G. Ciência da Computação. Porto Alegre: Grupo


A, 2013. E-book. ISBN 9788582600313. Disponível em:
[Link]

SILVA, Flávio Soares Corrêa; MELO, Ana Cristina Vieira D.


Modelos Clássicos de Computação. São Paulo: Cengage Learning
Brasil, 2006. E-book. ISBN 9788522108503.

Disponível em:

[Link]

Bibliografia WAZLAWICK, Raul. História da Computação. São Paulo: Grupo


Complementar GEN, 2016. E-book. ISBN 9788595156180. Disponível em:
[Link]

SILVA, Flávio Soares Corrêa; FINGER, Marcelo; MELO, Ana


Cristina Vieira D. Lógica para computação - 2ª edição. São Paulo:
Cengage Learning Brasil, 2018. E-book. ISBN 9788522127191.
Disponível em:

[Link]

HORSTMANN, Cay. Conceitos de Computação com Java. Porto


Alegre: Grupo A, 2009. E-book. ISBN 9788577804078.

Disponível em:

[Link]

244
CARVALHO, André C. P. L. F D.; LORENA, Ana C. Introdução à
Computação - Hardware, Software e Dados. Porto Alegre: Grupo
GEN, 2016. E-book. ISBN 9788521633167. Disponível em:
[Link]

DALE, Nell; LEWIS, John. Ciência da Computação, 4ª edição. São


Paulo: Grupo GEN, 2010. E-book. ISBN 9788521635215.
Disponível em:

[Link]

Componente Empreendedorismo
Curricular

Ementa Empreendedorismo, empresas e mercados. Diagnóstico de


mercados. Oportunidades de negócios, inovação, noções de
propriedade intelectual. Planejamento do negócio. Plano de
negócios, orgãos/instituições de apoio a novos empreendimentos

Bibliografia Neto, B.D. S. Contribuição e elementos para um metamodelo


Básica empreendedor brasileiro: o empreendedorismo de necessidade
do “virador”.2ªed. São Paulo: Blucher, 2017. Disponível em:

htps://[Link]/#/books/978858039157
2

AFFONSO, Fonseca, L. M. Empreendedorismo. Porto Alegre:


SAGAH, 2018. Disponível em:

htps://[Link]/#/books/978859502832
6

HASHIMOTO, Marcos; BORGES Candido. Empreendedorismo:


plano de negócios em 40 lições. [Link]. São Paulo: Saraiva
Educação, 2020. Disponível em:

[Link]
4

245
Bibliografia PATRÍCIO, Patrícia, CANDIDO, (orgs.), C. R.
Complementar Empreendedorismo: uma perspectiva multidisciplinar. Rio de
Janeiro: LTC, 2016. Disponível em:

[Link]
2

COOPER, Brant, VLASKOVITS, Patrick. Empreendedorismo


Enxuto. São Paulo: Atlas, 2016. Disponível em:

[Link]
1

CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao


espírito empreendedor. 4ªed. Barueri, SP: Mnole, 2012.
Disponível em:

[Link]
9

MARCONDES, L. P. FARAH, O. E.; CAVALCANTI, M.


Empreendedorismo estratégico: criação e gestão de pequenas
empresas. 2ªed. São Paulo: Cengage Learning, 2017.

Disponível em:

[Link]
2

MENDES, Jerônimo. Empreendedorismo 360º: a prática na


prática. 3ªed. São Paulo: Atlas, 2017. Disponível em:

[Link]
2

Componente Programação Back-End


Curricular

246
Ementa Linguagens de Programação de Alto Nível para Web. Server‐
side. Páginas Dinâmicas e Sistemas Web. Interações Back‐ end
e Front‐ End. Conexão com Bases de Dados. Frameworks Back‐
end tradicionais. Desenvolvimento dos primeiros sistemas

Bibliografia SILVA, Fabricio Machado da; Paradigmas de programação -


Básica Porto Alegre: SAGAH, 2019. Disponível em:

[Link]
00426/pageid/1

LEDUR, Cleverson Lopes; Programação back end II –Porto


Alegre: SAGAH, 2019. Disponível em:

[Link]
00242/pageid/1

SANTOS, Marcela Gonçalves dos; Algoritmos e programação -


Porto Alegre: SAGAH, 2018. Disponível em:

[Link]
23581/pageid/1

Bibliografia PIVA JR, Dilermando; Algoritmos e programação de


Complementar computadores - 2. ed. - Rio de Janeiro: Elsevier, 2019.

Disponível em:

[Link]
50508/epubcfi/6/8[%[Link]%3DB978853529248000019
3]!/4/2/70[p0165]/2

BORDIN, Maycon Viana. [et al.]; Processamento paralelo e


distribuído - Porto Alegre: SAGAH, 2021. Disponível em:

[Link]
01084/pageid/1

AGUILAR, Luis Joyanes. Programação em C++: algoritmos,


estruturas de dados e objetos / – 2. ed. – Porto Alegre: AMGH,
2011. Disponível em:

247
[Link]
50269/pageid/2

MANZANO, José Augusto N. G; JUNIOR, Roberto Affonso da


Costa Programação de computadores com Java / - 1. ed. -- São
Paulo: Érica, 2014. Disponível em:

[Link]
19494/pageid/2

MANZANO, José Augusto Navarro Garcia; Programação de


computadores com C++ / 1. ed. -- São Paulo: Érica, 2014.
Disponível em:

[Link]
19487/pageid/2

Componente Análise e Modelagem de Sistemas


Curricular

Ementa Ciclo de vida. Paradigmas de desenvolvimento. Análise de


sistemas de informação. Análise de sistemas de tempo real.
Ferramentas de modelagem

Bibliografia ALVES, William P. Projetos de Sistemas Web Conceitos,


Básica Estruturas, Criação de Banco de dados e Ferramentas de
Desenvolvimento. São Paulo: Editora Saraiva, 2015. E-book.
ISBN 9788536532462. Disponível em:

[Link]
2/

SABBADIN, Dárcio S.; TSUKADA, Raphael I.; FRANKLIN, Taniel


S.; et al. Sistemas Lineares. Porto Alegre: Grupo A, 2020. E-book.
ISBN 9788595025912. Disponível em:

[Link]
2

248
Ramiro S C.; LEDUR, Cleverson L.; MORAIS, Izabelly S D.
Sistemas operacionais. Porto Alegre: Grupo A, 2019. E-book.
ISBN 9788595027336. Disponível em:

[Link]
6/

Bibliografia SOUZA, Diogo B. da C.; SANTOS, Sidney C. Bispo; MARTON,


Complementar Italo L. de A.; et al. Sistemas digitais. Porto Alegre: Grupo A, 2018.
E-book. ISBN 9788595025752. Disponível em:
[Link]
2/

SILVER, Pete; LEAN, Will M.; EVANS, Peter. Sistemas


estruturais. São Paulo: Editora Blucher, 2013. E-book. ISBN
9788521208006. Disponível em:

[Link]
6/

MONTEIRO, Eduarda R.; JUNIOR, Ronaldo C M.; LIMA, Bruno


Santos D.; et al. Sistemas Distribuídos. Porto Alegre: Grupo A,
2020. E-book. ISBN 9786556901978. Disponível em:
[Link]
8/

ALVES, Ítalo C.; LACERDA, Paulo S. Pádua D.; SILVA, Kátia C.


Neles; et al. Sistemas Especialistas. Porto Alegre: Grupo A, 2020.
E-book. ISBN 9786556900933. Disponível em:

[Link]
3/

FLOYD, Thomas. Sistemas Digitais. Porto Alegre: Grupo A, 2011.


E-book. ISBN 9788577801077. Disponível em:
[Link]
7/

249
Componente Desenvolvimento de Jogos
Curricular

Ementa Esta disciplina aborda os fundamentos para a criação de jogos


computadorizados. Enredo, Motor e Interface; Técnicas para o
desenvolvimento de jogos: Interface gráfica, modelagem
geométrica, texturas, animação, programação para game engine
e áudio

Bibliografia ALVES, William P. Unity: design e desenvolvimento de jogos.


Básica Belo Horizonte: Editora Alta Books, 2019. E-book. ISBN
9786555200102. Disponível em:

[Link]
2/

ARRUDA, Eucidio P. Fundamentos para o desenvolvimento de


jogos digitais (Tekne). Porto Alegre: Grupo A, 2014. E-book. ISBN
9788582601440. Disponível em:

[Link]
0/

RABIN, Steve. Introdução ao Desenvolvimento de Games -


Volume 1 - Entendendo o universo dos jogos - Tradução da 2ª
edição norte-americana. São Paulo: Cengage Learning Brasil,
2012. E-book. ISBN 9788522113231. Disponível em:
[Link]
1/.

Bibliografia RABIN, Steve. Introdução ao Desenvolvimento de Games -


Complementar Volume 4 - A indústria de jogos: produção, marketing,
comercialização e direitos autorais - Tradução da 2ª edição norte-
americana. São Paulo: Cengage Learning Brasil, 2012. E-book.
ISBN 9788522113453. Disponível em:

[Link]
3/.

250
JESUS, Adriano Miranda Vasconcellos D.; ALVES, George S.
Som para Jogos. Porto Alegre: Grupo A, 2020. E-book. ISBN
9786556900476. Disponível em:

[Link]
6/.

SILVEIRA, Guaracy Carlos. Planejamento e gestão de projetos de


jogos digitais. São Paulo: Editora Saraiva, 2021. E-book. ISBN
9786553560031. Disponível em:

[Link]
1/.

SILVA, Gabriel F.; ALVES, George S. Experiência Criativa:


Produção de Jogos com GameMaker. Porto Alegre: Grupo A,
2020. E-book. ISBN 9786581492847. Disponível em:
[Link]
7/.

SILVA, Gabriel F.; ALVES, George S.; ARRIVABENE, Rafael


Mariano C. Experiência Criativa: Protótipo de Jogos em Construct.
Porto Alegre: Grupo A, 2020. E-book. ISBN 9786581492717.
Disponível em:

[Link]
7/.

5º Semestre

Componente PEI: Desenvolvimento de aplicativos móveis


Curricular

Ementa Esta disciplina apresenta a tecnologia para desenvolvimento de


aplicativos e sistemas para dispositivos móveis. Dispositivos
móveis e embarcados: classificação e uso. Linguagens e
ferramentas para desenvolvimento de aplicações para

251
dispositivos móveis. Desenvolvimento de aplicações para
plataformas móveis e embarcadas

Bibliografia OLIVEIRA, Diego Bittencourt D.; SILVA, Fabrício Machado;


Básica PASSOS, Ubiratan R C.; et al. Desenvolvimento para
dispositivos móveis. Porto Alegre: Grupo A, 2019. E-book. ISBN
9788595029408. Disponível em:

[Link]
08/.

SIMAS, Victor L.; BORGES, Olimar T.; COUTO, Júlia M C.; et


al. Desenvolvimento para dispositivos móveis - Volume 2. Porto
Alegre: Grupo A, 2019. E-book. ISBN 9788595029774.

Disponível em:

[Link]
74/.

OLIVEIRA, Cláudio Luís V.; ZANETTI, Humberto Augusto P.


JAVASCRIPT DESCOMPLICADO - PROGRAMAÇÃO PARA
WEB, IOT E DISPOSITIVOS MÓVEIS. São Paulo: Editora
Saraiva, 2020. E-book. ISBN 9788536533100. Disponível em:
[Link]
00/

Bibliografia MARQUES, Ângelo Eduardo B.; CRUZ, Eduardo Cesar A.; JR.,
Complementar Salomão C. Dispositivos Semicondutores: Diodos e
Transistores. São Paulo: Editora Saraiva, 1998. E-book. ISBN
9788536518374. Disponível em:

[Link]
74/

TOMA, Enrique E. Nanotencoligia molecular - materiais e


dispositivos. São Paulo: Editora Blucher, 2016. E-book. ISBN
9788521210245. Disponível em:

[Link]
45/

252
GARCIA, Gilvan A.; ALMEIDA, José Luiz Antunes D. Sistemas
Eletroeletrônicos - Dispositivos e Aplicações. São Paulo:
Editora Saraiva, 2014. E-book. ISBN 9788536520339.

Disponível em:

[Link]
39

ALMEIDA, José Luiz Antunes D. Dispositivos Semicondutores:


Tiristores - Controle de Potência em CC e CA. São Paulo:
Editora Saraiva, 2013. E-book. ISBN 9788536518381.

Disponível em:

[Link]
81

SILVA, Gabriel F.; ALVES, George S.; ARRIVABENE, Rafael


Mariano C. Experiência Criativa: Protótipo de Jogos em
Construct. Porto Alegre: Grupo A, 2020. E-book. ISBN
9786581492717. Disponível em:

[Link]
17/

Componente Data Science – Trilha


Curricular

Ementa Extração de informação a partir de dados. Definição de


domínios de interesse. Segurança de dados. Mineração de
dados científicos. Data Warehouse

Bibliografia MORAIS, Izabelly Soares D.; GONÇALVES, Priscila de F.;


Básica LEDUR, Cleverson L.; et al. Introdução a Big Data e Internet das

253
Coisas (IoT). Porto Alegre: Grupo A, 2018. E-book. ISBN
9788595027640. Disponível em:

[Link]
40/.

SANTOS, Roger Robson; BORDIN, Maycon V.; NUNES, Sergio


E.; et al. Fundamentos de Big Data. Porto Alegre: Grupo A,
2021. E-book. ISBN 9786556901749. Disponível em:

[Link]
49/.

PEREIRA, Mariana A.; NEUMANN, Fabiano B.; MILANI,


Alessandra M P.; et al. Framework de Big Data. Porto Alegre:
Grupo A, 2020. E-book. ISBN 9786556900803. Disponível em:
[Link]
03/

Bibliografia DAVENPORT, Thomas H. Big data no trabalho. Belo Horizonte:


Complementar Editora Alta Books, 2017. E-book. ISBN 9786555206838.
Disponível em:

[Link]
38/.

PADILHA, Juliana; SOARES, Juliane A.; ALVES, Nicolli S R.; et


al. Analytics para big data. Porto Alegre: Grupo A, 2022. E-book.
ISBN 9786556903477. Disponível em:

[Link]
77/.

HURWITZ, Judith; NUGENT, Alan; HALPER, Fern; KAUFMAN,


Marcia. Big Data Para Leigos. Belo Horizonte: Editora Alta
Books, 2015. E-book. ISBN 9786555206906. Disponível em:

[Link]
06/.

254
GOMES, Elisabeth; BRAGA, Fabiane. Inteligencia Competitiva
Tempos Big Data. Belo Horizonte: Editora Alta Books, 2017. E-
book. ISBN 9788550804101. Disponível em:
[Link]
01/.

LACERDA, Paulo S. Pádua D.; PEREIRA, Mariana A.; LENZ,


Maikon L.; et al. Programação em Big Data com R. Porto
Alegre: Grupo A, 2021. E-book. ISBN 9786556901091.
Disponível em:
[Link]
91/.

Componente Libras
Curricular

Ementa Definição de Libras, cultura e comunidade surda; Escuta Brasil.


Batismo do sinal pessoal; Expressões faciais afetivas, e
expressões faciais específicas: interrogativas, exclamativas,
negativas e afirmativas. Homonímia e Polissemia; Quantidade,
número cardinal e ordinal. Valores (monetários). Estruturas
interrogativas. Uso do espaço e comparação. Classificadores
para formas. Classificadores descritivos para objetivos.
Localização Espacial e temporal. Advérbio de tempo

Bibliografia Morais, de, C.E. L.[et. al] Libras. 2ªed. Porto Alegre: SAGAR,
Básica 2018. Disponível em:

[Link]
05

QUADROS, Müller, R., CRUZ, Rebello, C. Língua de Sinais:


instrumento de avaliação. Porto Alegre: Artmed, 2011.

Disponível em:

[Link]
00

255
QUADROS, de, R. M. Educação de Surdos: a aquisição da
linguagem. Porto Alegre: Artmed, 2008. Disponível em:

[Link]
81

Bibliografia FARRELL, M. Deficiências sensoriais e incapacidades físicas.


Complementar Porto Alegre: Artmed, 2008. Disponível em:

[Link]
38

LOPES, Corcini, M., FABRIS, Henn, E. T. Inclusão & Educação.


Belo Horizonte: Autêntica, 2013. Disponível em:

[Link]
72

DINIZ, Margareth. Inclusão de pessoas com deficiência e/ou


necessidades específicas: avanços e desafios. Belo Horizonte:
Autêntica, 2012. Disponível em:

[Link]
43

ALIAS, G. Desenvolvimento da aprendizagem na educação


especial: a relação escola, família e aluno. São Paulo: Cengage
Learning, 2016. Disponível em:

[Link]
81

SMITH, D., D. Introdução à Educação Especial. 5ªed. Porto


Alegre: Artmed, 2008. Disponível em:

[Link]
29

256
Componente Gerenciamento de Projetos
Curricular

Ementa Fundamentos da Gestão de Projetos. Conceito básico. Histórico.


Ciclo de Vida do Projeto. O PMBOK. Áreas de Conhecimento do
PMBOK. Gerenciamento de Projeto. Gerenciamento de Projetos
com PDCA. Análise das necessidades dos clientes do projeto.
Análise de requisitos. Execução do Projeto. Ferramentas de
Gestão e Controle. Gestão de Equipes. Gestão dos Custos.
Gestão do Cronograma. Fechamento do Projeto. Gestão de
Portfólio. Gestão Ágil de Projetos. Introdução a Governança de
TI. Frameworks de Governança de TI. Utilização de ferramentas
para implementar a Governança de TI

Bibliografia MORAIS, Izabelly Soares de; Engenharia de software /– Porto


Básica Alegre: SAGAH, 2017. Disponível em:

[Link]
22539/pageid/1

VETORAZZO, Adriana de Souza; Engenharia de software / -


Porto Alegre: SAGAH, 2018. Disponível em:

[Link]
26780/pageid/1

HIRAMA, Kechi; Engenharia de software: qualidade e


produtividade com tecnologia / - Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
Disponível em:

[Link]
55404/epubcfi/6/8[%[Link]%3DCopyright]!/4/2/54/1:88[i
o%20%2Cde%20]

Bibliografia PRESSMAN, Roger S; Bruce R. Maxim; Engenharia de software:


Complementar uma abordagem profissional / – 8. ed. – Porto Alegre: AMGH,
2016. Disponível em:

[Link]
55349/pageid/1

257
SCHACH, Stephen R.; Engenharia de software: os paradigmas
clássico e orientado a objetos / – 7. ed. – Dados eletrônicos. –
Porto Alegre: AMGH, 2010. Disponível em:

[Link]
08443/pageid/1

PÁDUA, paula filho; D,Wilson ;Engenharia de software : produtos


/ - 4. ed. - Rio de Janeiro: LTC, 2019.

Disponível em:

[Link]
36724/epubcfi/6/10[%[Link]%3Dcopyright]!/4/60/1:66[t
ul%2Co.

KLIPPEL, Altair, F. et al; Engenharia de métodos /– 2. ed. – Porto


Alegre: SAGAH, 2017. Disponível em:

[Link]
20214/pageid/1

MASCHIETTO, Luis, G. et al. Desenvolvimento de Software com


Metodologias Ágeis. Grupo A, 2021. Disponível em:

[Link]
01824/pageid/1

Componente Redes de Computadores e Segurança da Informação


Curricular

Ementa Introdução às redes de computadores. Funcionalidades e


protocolos das camadas dos modelos da Internet. Planejamento
e configuração básica de dispositivos de rede. Introdução à
segurança da informação. Aplicações de segurança da
informação. Política de segurança da informação - norma

258
ISO/IEC 27001. Ferramentas de segurança da informação e
redes

Bibliografia COMER, Douglas. E. Redes de Computadores e Internet.


Básica Grupo A, 2016. Disponível em:

[Link]
34/

MORAES, Alexandre Fernandes de; Redes de computadores /


1. ed. -- São Paulo: Érica, 2014. Disponível em:

[Link]
522043/pageid/2

ALENCAR, Marcelo Sampaio de; Informação, Codificação e


Segurança de Redes / 1. ed. - Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
Disponível em:

[Link]
155671/epubcfi/6/6[%[Link]%3Dbody003]!/4/54/3:22[
818%2C4-2]

Bibliografia BARRETO, Jeanine dos Santos [et al.]; Fundamentos de


Complementar segurança da informação/ Porto Alegre: SAGAH, 2018.
Disponível em:

[Link]
025875/pageid/1

CARISSIMI, Alexandre da Silva [et. al]. Redes de computadores


– Porto Alegre: Bookman, 2009.
Disponível em:

[Link]
805303/pageid/2

SOUSA, Lindeberg Barros de; Redes de Computadores: guia


total / 1. ed. -- São Paulo: Érica, 2009. Disponível em:

259
[Link]
505695/pageid/4

FOROUZAN, Behrouz A; MOSHARRAF, Firouz; Redes de


computadores: uma abordagem top-down / Porto Alegre:
AMGH, 2013. Disponível em:

[Link]
551693/pageid/1

AGRA, Andressa Dellay [et. al]. Segurança de sistemas da


informação - Porto Alegre: SAGAH, 2018. Disponível em:

[Link]
027084/pageid/1

Disciplinas Optativas

Componente Libras
Curricular

Ementa Definição de Libras, cultura e comunidade surda; Escuta Brasil.


Batismo do sinal pessoal; Expressões faciais afetivas, e
expressões faciais específicas: interrogativas, exclamativas,
negativas e afirmativas. Homonímia e Polissemia; Quantidade,
número cardinal e ordinal. Valores (monetários). Estruturas
interrogativas. Uso do espaço e comparação. Classificadores
para formas. Classificadores descritivos para objetivos.
Localização Espacial e temporal. Advérbio de tempo

Bibliografia Morais, de, C.E. L. [et. al] Libras. 2ªed. Porto Alegre: SAGAR,
Básica 2018. Disponível em:

[Link]
05

QUADROS, Müller, R., CRUZ, Rebello, C. Língua de Sinais:


instrumento de avaliação. Porto Alegre: Artmed, 2011.

260
Disponível em:

[Link]
00

QUADROS, de, R. M. Educação de Surdos: a aquisição da


linguagem. Porto Alegre: Artmed, 2008. Disponível em:

[Link]
81

Bibliografia FARRELL, M. Deficiências sensoriais e incapacidades físicas.


Complementar Porto Alegre: Artmed, 2008. Disponível em:

[Link]
38

LOPES, Corcini, M., FABRIS, Henn, E. T. Inclusão & Educação.


Belo Horizonte: Autêntica, 2013. Disponível em:

[Link]
72

DINIZ, Margareth. Inclusão de pessoas com deficiência e/ou


necessidades específicas: avanços e desafios. Belo Horizonte:
Autêntica, 2012. Disponível em:

[Link]
43

ALIAS, G. Desenvolvimento da aprendizagem na educação


especial: a relação escola, família e aluno. São Paulo: Cengage
Learning, 2016. Disponível em:

[Link]
81

SMITH, D., D. Introdução à Educação Especial. 5ªed. Porto


Alegre: Artmed, 2008. Disponível em:

261
[Link]
29

Componente Interação homem-máquina


Curricular

Ementa Aborda aspectos relacionados com a psicologia do usuário para


o desenvolvimento e análise de interfaces de computadores, por
meio de técnicas atuais

Bibliografia BROOKSHEAR, J. Glenn. Ciência da computação: uma visão


Básica abrangente. 11. ed. Porto Alegre: Bookman, 2013.

Disponível em:

[Link]
13/cfi/1!/4/4@0.00:65.6

DALE, Nell; LEWIS, John. Ciência da computação. - Rio de


Janeiro: LTC, 2010. Disponível em:

[Link]
15/cfi/6/10!/4/10@0:97.1

WAZLAWICK, Raul Sidnei. História da computação. 1. ed. – Rio


de Janeiro: Elsevier, 2016. Disponível em:

[Link]
80/cfi/6/10!/4/4@0:0

Bibliografia CARVALHO, André C. P. L. F. de; LORENA Ana Carolina.


Complementar Introdução à computação: hardware, software e dados. 1. ed. -
Rio de Janeiro: LTC, 2017. Disponível em:

[Link]
67/cfi/6/10!/4/2@0:0

262
PERKOVIC, Ljubomir. Introdução à computação usando Python:
um foco no desenvolvimento de aplicações. 1. ed. - Rio de
Janeiro: LTC, 2016. Disponível em:

[Link]
37/cfi/6/10!/4/8@0:0

FEDELI, Ricardo Daniel; POLLONI Enrico Giulio Franco;


PERES Fernando Eduardo Introdução à ciência da computação.
2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. Disponível em:

[Link]
01/cfi/2!/4/4@0.00:54.7

SIPSER, Michael. Introdução à teoria da computação. São


Paulo: Cengage Learning, 2007. Disponível em:

[Link]
62/cfi/2!/4/4@0.00:41.7

GERSTING, Judith L. Fundamentos matemáticos para a ciência


da computação: matemática discreta e suas aplicações. 7. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2017. Disponível em:

[Link]
03/cfi/6/10!/4/14@0:2.85

Componente Língua estrangeira - Inglês


Curricular

Ementa Panorama geral das diferenças e semelhanças entre aspectos


culturais e linguísticos do inglês americano e inglês britânico. O
inglês internacional como meio de comunicação. A língua
inglesa em situações comunicativas do mundo: nível linguístico
e discursivo. Contextos característicos e habilidades
necessárias para a recepção de informações – compreensão
oral e escrita. Competências linguísticas e pragmáticas
envolvidas na interação comunicacional

263
Bibliografia GOMES, Luiz L. Novo dicionário de expressões idiomáticas
Básica americanas. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003.

Disponível em:

[Link]
21/cfi/3!/4/4@0.00:42.6

SILVA, Dayse Cristina Ferreira da. Sintaxe da língua inglesa


Porto Alegre: SAGAH, 2017. Disponível em:

[Link]
29/cfi/1!/4/4@0.00:63.4

ALVES, Ubiratã Kickhöfel; BRAWERMAN-ALBINI, Andressa;


LACERDA, Mariza. Fonética e fonologia do inglês. Porto Alegre:
SAGAH, 2017. Disponível em:

[Link]
31/cfi/1!/4/4@0.00:58.1

Bibliografia CELESTINO, Jefferson. Inglês. São Paulo: Saraiva, 2016.


Complementar Disponível em:

[Link]
08/cfi/4!/4/4@0.00:21.8

DAIJO, Julice. Morfologia da língua inglesa. Porto Alegre:


SAGAH, 2017. Disponível em:

[Link]
12/cfi/1!/4/4@0.00:68.6

ABRANTES, Elisa Lima et al. Oficina de tradução, versão e


interpretação em inglês. Porto Alegre: SAGAH, 2018.

Disponível em:

[Link]
31/cfi/1!/4/4@0.00:58.1

264
SILVA, Dayse Cristina Ferreira da et al Linguística aplicada ao
ensino de inglês. Porto Alegre: SAGAH, 2018. Disponível em:

[Link]
30/cfi/1!/4/4@0.00:57.1

THOMPSON, Marco Aurélio. Inglês instrumental: estratégias de


leitura para informática e internet. São Paulo: Érica, 2016.

Disponível em:

[Link]
34/cfi/2!/4/4@0.00:0.00

Componente Computação e a sociedade


Curricular

Ementa Aborda aspectos sociais, econômicos, legais e profissionais da


Computação, apresentando aplicações da computação,
perspectivas do mercado de trabalho, ética na profissão e saúde
do profissional da computação.

Bibliografia FREIRE, Emerson; BATISTA Sueli Soares dos Santos.


Básica Sociedade e tecnologia na era digital. 1 ed. São Paulo: Érica,
2014. Disponível em:

[Link]
31/cfi/2!/4/4@0.00:5.43

WHITE, Andrew. Mídia digital e sociedade: transformando


economia, política e práticas sociais. São Paulo: Saraiva, 2016.

Disponível em:

[Link]
44/cfi/4!/4/4@0.00:16.3

265
RAABE André; ZORZO, Avelino F.; BLIKSTEIN. Paulo (Orgs.)
Computação na educação básica: fundamentos e experiências.
Porto Alegre: Penso, 2020. Disponível em:

[Link]
48/cfi/6/8!/4/2/4/16/2@0:66.7

Bibliografia DALE, Nell; LEWIS, John. Ciência da computação. - Rio de


Complementar Janeiro: LTC, 2010. Disponível em:

[Link]
15/cfi/6/10!/4/10@0:97.1

WAZLAWICK, Raul Sidnei. História da computação. 1. ed. – Rio


de Janeiro: Elsevier, 2016. Disponível em:

[Link]
80/cfi/6/10!/4/4@0:0

CARVALHO, André C. P. L. F. de; LORENA Ana Carolina.


Introdução à computação: hardware, software e dados. 1. ed. -
Rio de Janeiro: LTC, 2017. Disponível em:

[Link]
67/cfi/6/10!/4/2@0:0

PERKOVIC, Ljubomir. Introdução à computação usando Python:


um foco no desenvolvimento de aplicações. 1. ed. - Rio de
Janeiro: LTC, 2016. Disponível em:

[Link]
37/cfi/6/10!/4/8@0:0

FEDELI, Ricardo Daniel; POLLONI Enrico Giulio Franco;


PERES Fernando Eduardo Introdução à ciência da computação.
2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. Disponível em:

[Link]
01/cfi/2!/4/4@0.00:54.7

266
267

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