Você está na página 1de 158
www.edutechambiental.com.br Técnica de Remediação Bombeamento Edutech Treinamento e Desenvolvimento Ambiental Ldta.
www.edutechambiental.com.br Técnica de Remediação Bombeamento Edutech Treinamento e Desenvolvimento Ambiental Ldta.
www.edutechambiental.com.br

www.edutechambiental.com.br

Técnica de Remediação

Bombeamento

Edutech Treinamento e Desenvolvimento Ambiental Ldta. Rua Oscar Freire, 2604 Pinheiros São Paulo / SP - Fones: (11) 3271-6074 e 3208-4102

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos

www.edutechambiental.com.br / edutech@edutechambiental.com.br

Técnicas de remediação e biorremediação Biorremediação: • Bioventing (BV) , • Bios parging (BS), •
Técnicas de remediação e biorremediação Biorremediação: • Bioventing (BV) , • Bios parging (BS), •

Técnicas de remediação e biorremediação

Biorremediação:
Biorremediação:

Bioventing (BV),

Biosparging (BS),

Fitorremediação,

Bio-amplificação,

Biorremediação

anaeróbia,

Atenuação natural, etc.

Remediação:
Remediação:

Pump and Treat,

Extração de Vapores (SVE),

Air Sparging (AS),

Dual Phase DPE,

Extração Multifásica (MPE),

Processos Oxidativos Avançados (POA),

Barreira reativas, Eletrocinética,

etc.

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

A remediação não Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Remediar – é corrigir, minorar
A remediação não Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Remediar – é corrigir, minorar

A

remediação

não

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Remediar é corrigir, minorar com remédio.

volta

a

características anteriores.

• Estudaremos treat a Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Técnica de Bombeamento ou
• Estudaremos treat a Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Técnica de Bombeamento ou

Estudaremos

treat

a

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Técnica

de

Bombeamento ou Pump and

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Sistema de Bombeamento – é um
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Sistema de Bombeamento – é um
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Sistema de Bombeamento – é um

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de Bombeamento

Sistema de Bombeamento é um método comum

para a limpeza da água subterrânea.

Convencionalmente a água contaminada e bombeada para a superfície para tratamento ( pump and treat systems ). Nos EUA 3/4 das remediações utilizam o sistema de bombeamento.

Sistema de Bombeamento A água subterrânea é transferida para a superfície por meio de uma
Sistema de Bombeamento A água subterrânea é transferida para a superfície por meio de uma

Sistema de Bombeamento

Sistema de Bombeamento A água subterrânea é transferida para a superfície por meio de uma bomba

A água subterrânea é transferida para a superfície por meio de uma bomba (pneumática ou elétrica), até a caixa separadora ou o tanque de recebimento. O efluente é tratado por um processo físico-químico, processo de osmose reversa, ultra violeta, tratamento de carvão, biorremediação, etc

O tratamento do efluente dependerá do contaminante.

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Sistema de bombeamento. Fonte: EPA
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Sistema de bombeamento. Fonte: EPA

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de Bombeamento

MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Sistema de bombeamento. Fonte: EPA (2001)

Sistema de bombeamento. Fonte: EPA (2001)

MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Sistema de bombeamento. Fonte: EPA (2001)
Segundo Bear (1979) Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Zona Não
Segundo Bear (1979) Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Zona Não

Segundo Bear (1979)

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de Bombeamento

Zona Não Saturada Os poros estão preenchidos tanto com gases (principalmente ar e vapor d’água) quanto água. Esta zona se inicia logo abaixo da superfície do solo e se finaliza no topo da superfície freática.

Zona Saturada A água subterrânea propriamente dita encontra-se nesta parte do perfil do solo, onde os poros estão totalmente preenchidos por água.

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de Bombeamento

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento
bombeamento? Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Qual o contaminante que
bombeamento? Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Qual o contaminante que

bombeamento?

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de Bombeamento

Qual o contaminante que podemos utilizar o sistema de

Quando o contaminante é Lnapl

?

Quando o contaminante é Dnapl

?

Quando o contaminante é metais

?

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento O sistema de bombeamento serve para
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento O sistema de bombeamento serve para
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento O sistema de bombeamento serve para

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de Bombeamento

O sistema de bombeamento serve para remoção de qual fase ?

Somente para retirada de fase livre?

Somente para retirada de fase dissolvida ?

Somente para retirada de fase residual ou adsorvida no solo ?

Sistema de Bombeamento SAO Zona não saturada NA Zona saturada Bomba Filtro DNAPL Sistema de
Sistema de Bombeamento
SAO
Zona não saturada
NA
Zona saturada
Bomba
Filtro
DNAPL
Sistema de bombeamento DNAPL. Fonte: EPA (1996). Modificado
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos
www.edutechambiental.com.br
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Sistema de bombeamento LNAPL. Fonte:
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Sistema de bombeamento LNAPL. Fonte:
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Sistema de bombeamento LNAPL. Fonte:

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de Bombeamento

Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Sistema de bombeamento LNAPL. Fonte: EPA (1996). Modificado

Sistema de bombeamento LNAPL. Fonte: EPA (1996). Modificado

sistema de bombeamento ? Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Quais são
sistema de bombeamento ? Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Quais são

sistema de bombeamento ?

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de Bombeamento

Quais são os equipamentos utilizados para o

Bomba centrífuga submersível elétrica Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de

Bomba centrífuga submersível elétrica

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de Bombeamento

centrífuga submersível elétrica Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento
centrífuga submersível elétrica Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento
• bomba pneumática submersível Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento
• bomba pneumática submersível Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento

bomba pneumática submersível

• bomba pneumática submersível

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de Bombeamento

Características

Técnicas

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Características Técnicas
• Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Bomba pneumática duplo diafragma

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de Bombeamento

Bomba pneumática duplo diafragma

• Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Bomba pneumática duplo diafragma
• Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Bomba pneumática duplo diafragma
• Compressor Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento
• Compressor Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento

Compressor

• Compressor

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de Bombeamento

• Compressor Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento
• Compressor Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento
• Caixa Separadora - SAO Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento
• Caixa Separadora - SAO Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento

Caixa Separadora - SAO

• Caixa Separadora - SAO

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de Bombeamento

• Caixa Separadora - SAO Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento
• Caixa Separadora - SAO Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento
Sistema de Bombeamento Em sua grande maioria composto por: • Compressor • Caixa Separadora Coord.
Sistema de Bombeamento Em sua grande maioria composto por: • Compressor • Caixa Separadora Coord.

Sistema de Bombeamento

Em sua grande maioria composto por:

Compressor

Sistema de Bombeamento Em sua grande maioria composto por: • Compressor • Caixa Separadora

Caixa

Separadora

Sistema de Bombeamento Em sua grande maioria composto por: • Compressor • Caixa Separadora

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Equipamentos para Bombeamento de hidrocarbonetos

Bomba

pneumática duplo diafragma

Equipamentos para Bombeamento de hidrocarbonetos • Bomba pneumática duplo diafragma • Bomba pneumática submersível

Bomba

pneumática

submersível

Equipamentos para Bombeamento de hidrocarbonetos • Bomba pneumática duplo diafragma • Bomba pneumática submersível
etc. Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Equipamentos do Sistema de
etc.

etc.

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de Bombeamento

Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Equipamentos do Sistema de Bombeamento para fase dissolvida,
Equipamentos do Sistema de Bombeamento para fase dissolvida, Dnalp e metais
Equipamentos do Sistema de Bombeamento para fase dissolvida,
Dnalp e metais

Além das bombas, tanques, produtos químicos para tratamento físico-químico, Filtro prensa ou leito de secagem, tratamento Biológico

(microrganismos), Osmose reversa, Ultra-Violeta,

Filtro prensa ou leito de secagem, tratamento Biológico (microrganismos), Osmose reversa, Ultra-Violeta,
Sistema de Bombeamento Exercício I Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Em uma transportadora
Sistema de Bombeamento Exercício I Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Em uma transportadora

Sistema de Bombeamento

Exercício I

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Em uma transportadora houve um vazamento de gasolina e a fase livre é apresentada na figura anexo.

Pergunta: Qual o poço que você instalaria a bomba pneumática submersível? Você instalaria outro poço para instalar a bomba?

Sistema de Bombeamento

Sistema de Bombeamento Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Sistema de Bombeamento Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Sistema de Bombeamento Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos
www.edutechambiental.com.br
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Exemplo do comportamento hidráulico
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Exemplo do comportamento hidráulico
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Exemplo do comportamento hidráulico

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de Bombeamento

Exemplo do comportamento hidráulico no plano e na vista em corte. Fonte: EPA 1996.

 Raio de influência;  Rebaixamento do aqüífero;  Permeabilidade;  Vazão. Coord. MSc. Quím.
 Raio de influência;  Rebaixamento do aqüífero;  Permeabilidade;  Vazão. Coord. MSc. Quím.

Raio de influência;

Rebaixamento do aqüífero;

Permeabilidade;

Vazão.

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de Bombeamento

Antes de instalar o sistema de bombeamento deve se

realizar o teste de bombeamento. Com o teste de bombeamento, pode definir:

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Teste de Bombeamento Teste de bombeamento. Fonte: CETESB
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Teste de Bombeamento Teste de bombeamento. Fonte: CETESB
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Teste de Bombeamento Teste de bombeamento. Fonte: CETESB

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Teste de Bombeamento

Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Teste de Bombeamento Teste de bombeamento. Fonte: CETESB 1995. Modificado

Teste de bombeamento. Fonte: CETESB 1995. Modificado

Teste de Bombeamento Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Teste de bombeamento. Fonte: CETESB

Teste de Bombeamento

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Teste de bombeamento. Fonte: CETESB 1995. Modificado

Teste de bombeamento. Fonte: CETESB 1995. Modificado

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Teste de bombeamento. Fonte: CETESB 1995. Modificado
Vamos pensar??? Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Para que serve o
Vamos pensar??? Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Para que serve o

Vamos pensar???

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de Bombeamento

Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Para que serve o teste de bombeamento, além de definir os

Para que serve o teste de bombeamento, além de definir os parâmetros apresentados.

Precisamos tirar o pré-conceito que sistema de bombeamento é somente colocar bomba pneumática submersível e caixa separadora.

Para fazer uma estação de tratamento esses dados são necessários? Sim, Não

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Houve um vazamento de um combustível
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Houve um vazamento de um combustível
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Houve um vazamento de um combustível

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de Bombeamento

Houve um vazamento de um combustível e

a pluma espalhou pela fábrica e irá atingir o

rio da cidade. A pluma de fase dissolvida está com alta concentração e irá contaminar o rio.

Você como consultor falou para fazer uma

barreira hidráulica para conter a pluma dentro da empresa.

Dados: Nível d’água : 5 m Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento
Dados: Nível d’água : 5 m Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento

Dados:

Nível d’água: 5 m

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de Bombeamento

Você faria o teste de bombeamento, antes de instalar a barreira hidráulica? Não. Sim.

A empresa possui a estação de tratamento, mas precisa ser informada qual a vazão que será enviada para a estação. A estação pode receber a vazão menor que 5m 3 /h.

Sistema de Bombeamento Posição da bomba: 1 m abaixo do nível d’água Rebaixamento do nível
Sistema de Bombeamento Posição da bomba: 1 m abaixo do nível d’água Rebaixamento do nível

Sistema de Bombeamento

Posição da bomba: 1 m abaixo do nível d’água

Rebaixamento do nível d’água: 0,0m

Raio de influência: 1,5 m

Vazão: 0,225 m 3 /h

Raio 1,35 m rebaixamento de 0,1 m

Raio de influência: 5,5 m

Vazão: 3,3 m 3 /h

Rebaixamento do nível d’água: 0,0m

Raio 5,23 m rebaixamento de 0,1 m

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Posição da bomba: 1,5 m abaixo do nível d’água

Rebaixamento do nível d’água: 0,1m

Raio de influência: 3,5 m

Vazão: 1,75 m 3 /h

Raio 3,27 m rebaixamento de 0,1 m

Posição da bomba: 2 m abaixo do nível d’água

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Sistema de Bombeamento Pergunta: Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Quantos poços serão
Sistema de Bombeamento Pergunta: Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Quantos poços serão

Sistema de Bombeamento

Pergunta:

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Quantos poços serão necessários para fazer a barreira

Quantos poços serão necessários para fazer a barreira hidráulica?

Qual a vazão total que você enviará para a estação da empresa?

Apresentar no desenho a localização dos poços da barreira hidráulica.

Sistema de Bombeamento hidráulica. Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br 1° - Definir a
Sistema de Bombeamento hidráulica. Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br 1° - Definir a

Sistema de Bombeamento

hidráulica.

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

1° - Definir a quantidades de poços

que serão utilizados para a barreira

Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br 1° - Definir a quantidades de poços que serão utilizados para a barreira
Vantagens: Fácil instalação; Custo inicial baixo. Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Vantagens:

Fácil instalação;

Custo inicial baixo.

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de Bombeamento

Atua em qualquer tipo de solo (permeabilidade);

Atua em qualquer tipo de contaminante;

Sistema de Bombeamento Atua em qualquer tipo de solo (permeabilidade); Atua em qualquer tipo de contaminante;
Sistema de Bombeamento Dados de 2004 Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Volume removido 1
Sistema de Bombeamento Dados de 2004 Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Volume removido 1

Sistema de Bombeamento

Dados de 2004

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Volume removido

1
3

7
9

11
13

21
23

17
19

5

15

Remoção de combustível

1400

1200

1000

800

600

400

200

0

1 3 7 9 11 13 21 23 17 19 5 15 Remoção de combustível 1400
1 3 7 9 11 13 21 23 17 19 5 15 Remoção de combustível 1400
1 3 7 9 11 13 21 23 17 19 5 15 Remoção de combustível 1400
1 3 7 9 11 13 21 23 17 19 5 15 Remoção de combustível 1400
1 3 7 9 11 13 21 23 17 19 5 15 Remoção de combustível 1400

Tempo (dias)

1 3 7 9 11 13 21 23 17 19 5 15 Remoção de combustível 1400

remoção

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Bombeamento ligado Bombeament o
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Bombeamento ligado Bombeament o
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento Bombeamento ligado Bombeament o

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de Bombeamento

Bombeamento ligado Bombeament o desligado Remoção teórica reapareciment Remoção real o Concentração da
Bombeamento ligado
Bombeament
o desligado
Remoção
teórica
reapareciment
Remoção real
o
Concentração da
Contaminação
residual
Área limpa
concentração

Comportamento do bombeamento. Fonte: Cohen et al. 1994. Modificado

Desvantagens: Trapeamento da contaminação; Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de

Desvantagens:

Trapeamento da contaminação;

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de Bombeamento

Longo tempo para remediação da área contaminada;

Alto custo ao longo do tempo de remediação.

Sistema de Bombeamento Longo tempo para remediação da área contaminada; Alto custo ao longo do tempo
Desvantagens: Trapeamento na zona saturada. Fonte: EPA 1996. Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos

Desvantagens:

Trapeamento na zona saturada. Fonte: EPA 1996.

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de Bombeamento

na zona saturada. Fonte: EPA 1996. Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento
na zona saturada. Fonte: EPA 1996. Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de Bombeamento
Dúvidas??? Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Perguntas???

Dúvidas???

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Perguntas???

Dúvidas??? Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Perguntas???
Referência Bibliográfica 2006. Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br U. S. ENVIRONMENTAL
Referência Bibliográfica 2006. Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br U. S. ENVIRONMENTAL

Referência Bibliográfica

2006.

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

U. S. ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY USEPA. Consulta geral a homepage. Disponível em: <http://www.epa.gov> Acesso em: 07 junho.

U. S. ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY USEPA. Pump and treat ground-water remediation. EPA/625/R-95/005, Washington, julho 1996.

www.edutechambiental.com.br Técnica de Remediação Extração de Vapores (SVE) Edutech Treinamento e Desenvolvimento
www.edutechambiental.com.br Técnica de Remediação Extração de Vapores (SVE) Edutech Treinamento e Desenvolvimento
www.edutechambiental.com.br

www.edutechambiental.com.br

Técnica de Remediação

Extração de Vapores

(SVE)

Edutech Treinamento e Desenvolvimento Ambiental Ldta. Rua Oscar Freire, 2604 Pinheiros São Paulo / SP - Fones: (11) 3271-6074 e 3208-4102

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos

www.edutechambiental.com.br / edutech@edutechambiental.com.br

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de SVE Extração de Vapores – é a
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de SVE Extração de Vapores – é a
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de SVE Extração de Vapores – é a

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de SVE

Extração de Vapores é a técnica

que extrai a fase vapor na zona não saturada, adsorvida no solo, reduzindo a concentração dos hidrocarbonetos de petróleo.

Sistema de SVE redução da e para alguns os Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Sistema de SVE redução da e para alguns os Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de SVE

redução

da

e para alguns os

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Essa tecnologia é efetiva para

dos

concentrações

compostos orgânicos voláteis (VOC)

compostos

orgânicos semi-voláteis (SVOC).

Sistema de SVE Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema SVE. Fonte: EPA (1994)
Sistema de SVE Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema SVE. Fonte: EPA (1994)

Sistema de SVE

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema SVE. Fonte: EPA (1994)
Sistema SVE. Fonte: EPA (1994)
Sistema de SVE Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Sistema de SVE Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de SVE

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de SVE Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Sistema de SVE •  Permeabilidade do solo; Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Quando
Sistema de SVE •  Permeabilidade do solo; Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Quando

Sistema de SVE

Permeabilidade do solo;

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Quando a técnica de SVE será eficaz?

Primeiramente para definir se a técnica de

SVE será eficaz é necessário ter em mãos

uma boa caracterização da área.

Os dados mais importantes são:

Volatilidade dos compostos de petróleo.

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br PERMEABILIDADE DO SOLO
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br PERMEABILIDADE DO SOLO

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

PERMEABILIDADE DO SOLO

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br PERMEABILIDADE DO SOLO
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br PERMEABILIDADE DO SOLO
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br PERMEABILIDADE DO SOLO
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br PERMEABILIDADE DO SOLO
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br PERMEABILIDADE DO SOLO

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

PERMEABILIDADE DO SOLO

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br PERMEABILIDADE DO SOLO
Permeabilidade intrínseca k = K ( m / r g) Onde: k = Permeabilidade intrínseca
Permeabilidade intrínseca k = K ( m / r g) Onde: k = Permeabilidade intrínseca

Permeabilidade intrínseca

k = K (m/rg)

Onde:

k = Permeabilidade intrínseca (cm 2 )

K = Condutividade hidráulica (cm/s)

m = viscosidade da água (g/cm.s)

r = densidade da água (g/cm 3 )

g = aceleração da gravidade (cm/s 2 )

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

A permeabilidade intrínseca pode ser calculada por meio da fórmula:

Permeabilidade intrínseca Dados: m = 1,14x10 - 2 g/cm.s r = 1 g/cm 3 g
Permeabilidade intrínseca Dados: m = 1,14x10 - 2 g/cm.s r = 1 g/cm 3 g

Permeabilidade intrínseca

Dados:

m = 1,14x10 -2 g/cm.s r = 1 g/cm 3 g = 980 cm/s 2

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Calcular a permeabilidade intrínseca da área, onde a condutividade hidráulica é de 3,45x10 -3 cm/s. Com o resultado verificar se é possível a aplicação da técnica de SVE.

eficiência da técnica de SVE. Volatilização Pressão de Vapores A pressão de vapor é muito

eficiência da técnica de SVE.

eficiência da técnica de SVE. Volatilização Pressão de Vapores A pressão de vapor é muito importante

Volatilização Pressão de Vapores

A pressão de vapor é muito importante para a verificação da

Apesar dos combustíveis possuírem mais de cem diferentes compostos químicos, a técnica SVE pode ser eficaz para os compostos que possuem alta pressão de vapor.

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Volatilização- Pressão de vapor
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Volatilização- Pressão de vapor
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Volatilização- Pressão de vapor

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Volatilização- Pressão de vapor
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Volatilização- Ponto de ebulição
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Volatilização- Ponto de ebulição
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Volatilização- Ponto de ebulição

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Volatilização- Ponto de ebulição
Nível d’água Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Nível d’água

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Nível d’água Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Nível d’água Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Sistema de SVE – Instalação de poços
Sistema de SVE – Instalação de poços
Sistema de SVE – Instalação de poços Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de SVE – Instalação de poços Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Instalação dos poços horizontais Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Para bomba de Manta
Instalação dos poços horizontais Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Para bomba de Manta

Instalação dos poços horizontais

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Para bomba de Manta vácuo Tubulação pode ser subterrânea Solo do site Nível d’água raso
Para
bomba de
Manta
vácuo
Tubulação pode
ser subterrânea
Solo do site
Nível d’água
raso
Cap de PVC
Filtro de PVC
Pré-filtro
Instalação de poço vertical Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Instalação de poço vertical

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Instalação de poço vertical Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Instalação de poço vertical Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Instalação de poços SVE m. Dados da medição: 1 m = 20 ppm 2 m
Instalação de poços SVE m. Dados da medição: 1 m = 20 ppm 2 m

Instalação de poços SVE

m.

Dados da medição:

1 m = 20 ppm

2 m = 250 ppm

3 m = 1500 ppm

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Em uma área foi realizada sondagem e a medição de VOC. A cada metro foi

realizada a medição. O nível d’água está a 6,5 m. Variação do nível d´água 0,3

4 m = 5000 ppm

5 m = 9250 ppm

6 m = >10000 ppm

Instalação de poços SVE

Pergunta:

Qual a profundidade para a instalação do filtro?

Qual a altura do filtro?

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

para a instalação do filtro? Qual a altura do filtro? Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
para a instalação do filtro? Qual a altura do filtro? Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Fluxograma - Sistema de SVE
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Fluxograma - Sistema de SVE
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Fluxograma - Sistema de SVE

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Fluxograma - Sistema de SVE

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Fluxograma - Sistema de SVE
Sistema de SVE Teste Piloto Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br O teste piloto ideal:
Sistema de SVE Teste Piloto Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br O teste piloto ideal:

Sistema de SVE

Teste Piloto

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

O teste piloto ideal: instalar poços de observação próximo ao poço de extração para a coleta de dados.

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de SVE

Teste Piloto

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Para a realização do teste piloto quando não se pode
MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Para a realização do teste piloto quando não se pode

Para a realização do teste piloto quando não se pode fazer o ideal, utilizamos os poços de monitoramento próximo do poço de extração. Se possível três poços de monitoramento.

SVE Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
SVE Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
SVE
SVE
SVE Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de SVE

Teste Piloto

Instrumentos utilizados para o teste piloto:

Medidor de VOC, CO 2 e O 2 ;

Medidor de pressão;

Medidor de vazão.

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

2 e O 2 ; Medidor de pressão; Medidor de vazão. Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos
2 e O 2 ; Medidor de pressão; Medidor de vazão. Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Teste Piloto SVE TÉCNICO RESPONSÁVEL: Data 07/06/05
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Teste Piloto SVE TÉCNICO RESPONSÁVEL: Data 07/06/05
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Teste Piloto SVE TÉCNICO RESPONSÁVEL: Data 07/06/05 Tempo - BOM 0 1 1,5 2 2,5
Teste Piloto SVE TÉCNICO RESPONSÁVEL: Data 07/06/05 Tempo - BOM 0 1 1,5 2 2,5
Teste Piloto SVE TÉCNICO RESPONSÁVEL: Data 07/06/05 Tempo - BOM 0 1 1,5 2 2,5
Teste Piloto SVE TÉCNICO RESPONSÁVEL: Data 07/06/05 Tempo - BOM 0 1 1,5 2 2,5
Teste Piloto SVE TÉCNICO RESPONSÁVEL: Data 07/06/05 Tempo - BOM 0 1 1,5 2 2,5
Teste Piloto SVE TÉCNICO RESPONSÁVEL: Data 07/06/05 Tempo - BOM 0 1 1,5 2 2,5
Teste Piloto SVE TÉCNICO RESPONSÁVEL: Data 07/06/05 Tempo - BOM 0 1 1,5 2 2,5
Teste Piloto SVE TÉCNICO RESPONSÁVEL: Data 07/06/05 Tempo - BOM 0 1 1,5 2 2,5
Teste Piloto SVE TÉCNICO RESPONSÁVEL: Data 07/06/05 Tempo - BOM 0 1 1,5 2 2,5
Teste Piloto SVE TÉCNICO RESPONSÁVEL: Data 07/06/05 Tempo - BOM 0 1 1,5 2 2,5
Teste Piloto SVE TÉCNICO RESPONSÁVEL: Data 07/06/05 Tempo - BOM 0 1 1,5 2 2,5

Teste Piloto SVE

TÉCNICO RESPONSÁVEL:

Data

07/06/05Teste Piloto SVE TÉCNICO RESPONSÁVEL: Data Tempo - BOM 0 1 1,5 2 2,5 3,5 4

Tempo - BOM

0

1

1,5

2

2,5

3,5

4

4,5

5

5,5

6

6,5

7

7,5

Horario da medição

estático

10:30

11:00

11:30

12:00

13:00

13:30

14:00

14:30

15:00

15:30

16:00

16:30

17:00

Hora de início

09:30

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

Bomba de Vacuo

-

Pressão (mmHg)

- -150

-

- -

- -

- -

- -

-

- -

Frequência (Hz)

- 22,00

-

- -

- -

- -

- -

-

- -

Tratamento

 

VOC (Saída Bomba de Vacuo)

LEL (Saída Bomba de Vacuo)

(Saída Bomba de Vacuo)

C

o 2 (Saída Bomba de Vacuo)

H 2 S (Saída Bomba de Vacuo)

VOC (Saída da 1ª Coluna)

%

LEL (Saída da 1ª Coluna)

(Saída da 1ª Coluna)

C

o 2 (Saída da 1ª Coluna)

H 2 S (Saída da 1ª Coluna)

VOC (Saída da 2ª Coluna)

%

LEL (Saída da 2ª Coluna)

(Saída da 2ª Coluna)

C

o 2 (Saída da 2ª Coluna)

H 2 S (Saída da 2ª Coluna)

Poço entorno-01

Distância do PEV-01 (m)

Pressão no poço (mmH 2 O)

Temperatura (ºC)

%

de Umidade

 

Tabela de

coleta de

dados de

campo

Sistema de SVE Zona de captura 18,00 16,00 14,00 12,00 10,00 8,00 6,00 4,00 2,00
Sistema de SVE Zona de captura 18,00 16,00 14,00 12,00 10,00 8,00 6,00 4,00 2,00
Sistema de SVE Zona de captura 18,00 16,00 14,00 12,00 10,00 8,00 6,00 4,00 2,00
Sistema de SVE
Zona de captura
18,00
16,00
14,00
12,00
10,00
8,00
6,00
4,00
2,00
0,00
Distância 5,69 (m)
3,44
Pressão Negativa

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Gráfico 5.3.2.3. Pressão Negativa X Distância

15,74 Valores de Pressão x Distância

15,74

15,74 Valores de Pressão x Distância

Valores de Pressão x Distância

11,32
11,32

9,95

8,90

VOC (ppm) S i s t e m a d e S V E 12000
VOC (ppm) S i s t e m a d e S V E 12000

VOC (ppm)

Sistema de SVE

12000

10000

8000

6000

4000

2000

0

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Concentração de VOC

Gráfico 5.3.2.2. Concentração de Voláteis Entrada/Saída do sistema SVE

VOC(Saida da Bomba de Vácuo)VOC(Entre as colunas)

VOC(Entre as colunas)VOC(Saida da Bomba de Vácuo)

VOC(Saida da Coluna)

VOC(Saida da Coluna)

VOC(Saida da Coluna)
VOC(Saida da Coluna)
07/06/05 08/06/05 09/06/05 0 1 1,5 2 2,5 3,5 4 4,5 5 5,5 6 6,5
07/06/05
08/06/05
09/06/05
0
1
1,5
2
2,5
3,5
4
4,5
5
5,5
6
6,5
7
7,5
22,5
23
23,5
24
24,5
25
25,5
26
26,5
27
27,5
28
28,5
29
29,5
30
30,5
45,5
46
46,5
47
47,5
48
48,5
49
49,5
S i s t e m a d e S V E Respirometria Gráfico 5.3.2.1.
S i s t e m a d e S V E Respirometria Gráfico 5.3.2.1.

Sistema de SVE

Respirometria

Gráfico 5.3.2.1. Ensaio de Respirometria

25,00

20,00

15,00

10,00

5,00

0,00

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

07/06/05 08/06/05 09/06/05 0 1 1,5 2 2,5 3,5 4 4,5 5 5,5 6 6,5
07/06/05 08/06/05 09/06/05 0 1 1,5 2 2,5 3,5 4 4,5 5 5,5 6 6,5
07/06/05
08/06/05
09/06/05
0
1
1,5
2
2,5
3,5
4
4,5
5
5,5
6
6,5
7
7,5
22,5
23
23,5
24
24,5
25
25,5
26
26,5
27
27,5
28
28,5
29
29,5
30
30,5
45,5
46
46,5
47
47,5
48
48,5
49
49,5
% CO2 - P M-06

%

CO2 - P M-06

%CO2 - P M-08

%CO2

-

P M-08

%CO2 - P M-07

%CO2 - P M-07

% O2 - P M - 06

%

O2 - P M - 06

%O2 - P M-07

%O2

-

P M-07

%O2 - P M-08

%O2 - P M-08

Exercício I Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Exercício I Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Exercício I

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Exercício I Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br U. S. ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY – USEPA. Consulta
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br U. S. ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY – USEPA. Consulta
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br U. S. ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY – USEPA. Consulta

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

U. S. ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY USEPA. Consulta geral a homepage. Disponível em: <http://www.epa.gov> Acesso em: 07 junho. 2006.

U. S. ARMY CORPS OF ENGINEERS. Soil vapor extraction and bioventing. EM 1110-1-4001, Washington, junho 2002.

www.edutechambiental.com.br Técnica de Remediação Air Sparging (AS) Edutech Treinamento e Desenvolvimento Ambiental
www.edutechambiental.com.br Técnica de Remediação Air Sparging (AS) Edutech Treinamento e Desenvolvimento Ambiental
www.edutechambiental.com.br

www.edutechambiental.com.br

Técnica de Remediação

Air Sparging (AS)

Edutech Treinamento e Desenvolvimento Ambiental Ldta. Rua Oscar Freire, 2604 Pinheiros São Paulo / SP - Fones: (11) 3271-6074 e 3208-4102

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos

www.edutechambiental.com.br / edutech@edutechambiental.com.br

Técnica de AS Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Air sparging – Tecnologia de remediação
Técnica de AS Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Air sparging – Tecnologia de remediação

Técnica de AS

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Air sparging Tecnologia de remediação in situ que

reduz a concentração dos compostos voláteis dos

produtos de petróleo que estão adsorvidos no solo e dissolvidos na água subterrânea (EPA 1994).

Técnica de AS Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Essa tecnologia também é conhecida como
Técnica de AS Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Essa tecnologia também é conhecida como

Técnica de AS

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Essa tecnologia também é conhecida como volatilização in situ. Isto é, injeção de ar livre de contaminantes na zona saturada para a remoção dos hidrocarbonetos dissolvidos na água e adsorvido no solo, reduzindo as concentrações.

O air sparging é utilizado freqüentemente com a técnica de SVE, mas também pode ser utilizado com outras tecnologias de remediação.

Técnica de AS Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema AS. Fonte: EPA

Técnica de AS

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Técnica de AS Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema AS. Fonte: EPA

Sistema AS. Fonte: EPA

Técnica de AS Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema AS. Fonte: EPA
Sistema de AS e SVE Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema AS-SVE. Fonte: Leeson,

Sistema de AS e SVE

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

de AS e SVE Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema AS-SVE. Fonte: Leeson, Andrea (2002)

Sistema AS-SVE. Fonte: Leeson, Andrea (2002)

de AS e SVE Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema AS-SVE. Fonte: Leeson, Andrea (2002)
Técnica de AS Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Técnica de AS Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Técnica de AS

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Técnica de AS Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Técnica de AS Quando a técnica de AS será eficaz? Os dados mais importantes são:
Técnica de AS Quando a técnica de AS será eficaz? Os dados mais importantes são:

Técnica de AS

Quando a técnica de AS será eficaz?

Os dados mais importantes são:

Permeabilidade do solo;

lubrificante,etc

Constante da lei de Henry;

Vapor de pressão;

Ponto de ebulição.

);

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Primeiramente para definir a técnica de remediação é

Primeiramente para definir a técnica de remediação

é necessário uma boa caracterização da área.

Contaminação (gasolina, diesel, óleo

Permeabilidade do solo Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Permeabilidade do solo

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Permeabilidade do solo Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Permeabilidade do solo Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Permeabilidade intrínseca k = K ( m / r g) Onde: k = Permeabilidade intrínseca

Permeabilidade intrínseca

k = K (m/rg)

Onde:

k = Permeabilidade intrínseca (cm 2 ) K = Condutividade hidráulica (cm/s) m = viscosidade da água (g/cm.s) r = densidade da água (g/cm 3 ) g = aceleração da gravidade (cm/s 2 )

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

A permeabilidade intrínseca pode ser calculada por meio da fórmula:

Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br A permeabilidade intrínseca pode ser calculada por meio da fórmula:
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Constante da lei de Henry A mais importante característica
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Constante da lei de Henry A mais importante característica
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Constante da lei de Henry A mais importante característica

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Constante da lei de Henry

A mais importante característica para avaliar a partição entre a fase vapor e dissolvida é a constante da lei de Henry, que quantifica a relação da tendência dos constituintes dissolvidos para se transferir a fase vapor.

A constante da lei de Henry acima de 100 atm são removidos pelo air sparging.

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Constante da lei de Henry
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Constante da lei de Henry
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Constante da lei de Henry

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Constante da lei de Henry

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Constante da lei de Henry
Ponto de Ebulição Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Menor de 275 ºC são removidos

Ponto de Ebulição

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Menor de 275 ºC são removidos pelo air sparging
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Menor de 275 ºC são removidos pelo air sparging

Menor de 275 ºC são removidos pelo air sparging

Pressão de Vapor Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br A pressão de vapor é outro

Pressão de Vapor

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br A pressão de vapor é outro fator para a verificação da

A pressão de vapor é outro fator para a verificação da eficiência da técnica de AS.

Apesar dos combustíveis possuírem mais de cem diferentes compostos químicos, a técnica AS pode ser eficaz para os

compostos que possuem alta pressão de vapor.

Acima de 0,5 mmHg os contaminantes são removidos pelo air sparging.

Pressão de Vapor Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Pressão de Vapor Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Pressão de Vapor

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Pressão de Vapor Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Solubilidade Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Solubilidade Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Solubilidade

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Solubilidade Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Observação Importante  Constante da lei de Henry 27 atm;  Vapor de pressão 245

Observação Importante

Constante da lei de Henry 27 atm;

Vapor de pressão 245 mmHg;

Solubilidade 48.000 mg/L.

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Vamos verificar os dados para o composto de MTBE.

Será que o MTBE é removido pela técnica de air sparging ?

Vamos verificar os dados para o composto de MTBE. Será que o MTBE é removido pela
Observação Importante solubilidade. Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Para o sistema de
Observação Importante solubilidade. Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Para o sistema de

Observação Importante

solubilidade.

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Para o sistema de air sparging o mais importante é a constante da lei de Henry e a permeabilidade intrínseca.

Depois segue a ordem ponto de ebulição e estratificação do solo,

vapor de pressão e concentração de ferro e por último a

A concentração de ferro também é outro fator para verificação da eficiência do AS.

Concentração de ferro A Brasil. O ? Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br água
Concentração de ferro A Brasil. O ? Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br água

Concentração de ferro

A

Brasil.

O

?

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

água subterrânea possui ferro dissolvido, principalmente no

ferro dissolvido (Fe +² ) na água subterrânea pode reduzir a

permeabilidade do solo na zona saturada durante a operação do sistema de air sparging.

O que acontece com o ferro dissolvido em contato com o oxigênio

Concentração de ferro reduzindo a zona de influência. Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br O
Concentração de ferro reduzindo a zona de influência. Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br O

Concentração de ferro

reduzindo a zona de influência.

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

O ferro oxida passando para óxido de ferro (Fe +3 ) que é insolúvel. O Fe +3 precipita na zona saturada e obstrui os espaços dos poros, reduzindo a permeabilidade e conseqüentemente

Geralmente a oxidação ocorre próximo ao poço de air sparging, tornando-o sem utilidade.

Concentração de ferro

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Concentração de ferro Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Concentração de ferro Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Poços vertical Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Poços vertical

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Poços vertical Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Poços vertical Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Instalação dos poços Horizontais Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Instalação dos poços Horizontais Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Instalação dos poços Horizontais

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Instalação dos poços Horizontais Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Sistemas de AS/SVE Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistemas de AS/SVE

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistemas de AS/SVE Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Sistemas de AS/SVE Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Sistema de AS Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de AS

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de AS Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Sistema de AS Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de AS/SVE conjugado
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de AS/SVE conjugado
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de AS/SVE conjugado

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Sistema de AS/SVE conjugado
Sistema de AS Claro! É igual ao de Extração de vapores Coord. MSc. Quím. Marcos
Sistema de AS Claro! É igual ao de Extração de vapores Coord. MSc. Quím. Marcos

Sistema de AS

Claro! É igual ao de Extração de vapores

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

O teste piloto ideal: instalar poços de observação próximo ao poço de injeção de ar para a coleta de dados.

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Sistema de AS monitoramento. Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Para a realização do teste
Sistema de AS monitoramento. Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Para a realização do teste

Sistema de AS

monitoramento.

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Para a realização do teste piloto

quando não se pode fazer o ideal, utilizamos os poços de

monitoramento próximo do poço de

injeção. Se possível três poços de

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br AS
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br AS
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br AS

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

AS
AS
Aplicação da técnica de AS Propagação (Normal) I) II) do ar na zona saturada. Propagação
Aplicação da técnica de AS
Aplicação da técnica de AS

Propagação

(Normal)

I)

II)

do

ar

na

zona

saturada.

Propagação do ar na zona saturada. (Fratura

Propagação do ar na zona saturada. (Fratura

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

pressão de injeção. Fórmula de cálculo de pressão de injeção: P min = 0 ,
pressão de injeção. Fórmula de cálculo de pressão de injeção: P min = 0 ,

pressão de injeção.

Fórmula de cálculo de pressão de injeção:

P min = 0,43 H h + P packing + P formation

P min = Pressão mínima (PSI)

H h = altura do nível d’água até o filtro (ft)

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Observação antes de realizar o teste piloto

Antes de ir para o campo realizar o teste piloto, devemos fazer o cálculo da

P packing e P formation = Pressão para vencer o pré-filtro e a formação (solo) (PSI)

Os valores para P p a c k i n g + P f o
Os valores para P p a c k i n g + P f o

Os valores para P packing + P formation são:

P packing + P formation (areia) = < 0,2 psi ou 0,0137 bar

P packing + P formation (silte) = <0,4 psi ou 0,027 bar

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Observação antes de realizar o teste piloto

P packing + P formation (argila) = >1,5 psi ou 0,103 bar dependendo da argila.

Pressão de fratura do sistema de AS. P fratura = 0,73 D P f r

Pressão de fratura do sistema de AS.

P fratura = 0,73 D

P fratura = Pressão de fratura (PSI) D = altura do poço até o filtro (ft)

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

(ft) Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Observação antes de realizar o teste piloto

Observação antes de realizar o teste piloto

1 m = 3,28 ft Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Calculando a pressão de

1 m = 3,28 ft

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Calculando a pressão de injeção

Calcular a pressão mínima e a pressão de fratura do sistema de AS. Nível d’água 6 m Espessura da fase dissolvida na vertical: 0,5 m Solo: silte Dados:

de fratura do sistema de AS. Nível d’água 6 m Espessura da fase dissolvida na vertical:
realização do teste piloto Medidor de parâmetros Físico-Químicos; Medidor de VOC, CO 2 , O

realização do teste piloto

Medidor de parâmetros Físico-Químicos;

Medidor de VOC, CO 2 , O 2 ;

Medidor de Pressão;

Medidor de Vazão;

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Instrumentos necessário para a

Medidor de Vazão; Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Instrumentos necessário para a
Teste piloto AS TÉCNICO RESPONSÁVEL:   13/05/05 18 08:00 Compressor Pressão FRL - 0
Teste piloto AS
Teste piloto AS
Teste piloto AS
Teste piloto AS
Teste piloto AS
Teste piloto AS
Teste piloto AS

Teste piloto AS

TÉCNICO RESPONSÁVEL:

 
13/05/05 18 08:00
13/05/05 18 08:00

13/05/05

18

08:00

Compressor

Pressão FRL

-

0

-

-

-

-

Frequência (Hz)

-

21,00

-

-

-

-

Poço AS (PIA-01)

-

-

-

-

-

-

Distância do AS (m)

3,10

Nivel de água (m)

5,15

-

-

-

-

5,19

VOC (ppm)

> 10000

>10000

>10000

>10000

>10000

>10000

VOC (%LEL)

70

55

85

89

87

80

% O 2

9,00

15,90

11,00

7,90

8,30

4,40

% CO 2

8,40

3,00

5,60

7,80

8,00

10,40

H 2 S (ppm)

0

0

0

0

0

0

Oxigênio dissolvido (mg/L)

1,10

0,83

0,98

1,12

1,1

0,73

Condutividade ( m S/cm)

410

415

421

422

422

405

pH

6,7

6,39

6,37

6,38

6,36

6,72

Pressão no poço (mmH 2 O)

-

0,7

0,20

0,30

0,50

0,40

Temperatura (ºC)

24,10

23,40

22,50

22,80

22,60

23,00

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

22,60 23,00 Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Tabela com os dados coletados em campo
22,60 23,00 Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Tabela com os dados coletados em campo

Tabela com os dados

coletados em campo

Sistema de AS Zona de captura 0,60 0,50 0,40 0,30 0,20 0,10 0,00 3,10 5,20
Sistema de AS Zona de captura 0,60 0,50 0,40 0,30 0,20 0,10 0,00 3,10 5,20
Sistema de AS Zona de captura 0,60 0,50 0,40 0,30 0,20 0,10 0,00 3,10 5,20
Sistema de AS
Zona de captura
0,60
0,50
0,40
0,30
0,20
0,10
0,00
3,10
5,20
Distância (m)
Pressão( mmca)

Gráfico 5.3.1.3. Pressão X Distância

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

0,57

0,57

0,57 0,57

0,32

Valores de Pressão x Distância

Valores de Pressão x Distância

MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br 0,57 0,57 0,32 Valores de Pressão x Distância 7,00

7,00

Sistema de AS Respirometria 18,00 16,00 14,00 12,00 10,00 8,00 6,00 4,00 2,00 0,00 Gráfico
Sistema de AS Respirometria 18,00 16,00 14,00 12,00 10,00 8,00 6,00 4,00 2,00 0,00
Sistema de AS
Respirometria
18,00
16,00
14,00
12,00
10,00
8,00
6,00
4,00
2,00
0,00

Gráfico 5.3.1.1. Ensaio de Respirometria

0 1 2 3 3,5 18 19 19,5 20,5 21 21,5 23 23,5 24 25
0 1 2 3 3,5 18 19 19,5 20,5 21 21,5 23 23,5 24 25
0 1 2 3 3,5 18 19 19,5 20,5 21 21,5 23 23,5 24 25
0 1
2
3 3,5
18
19 19,5
20,5
21 21,5
23 23,5
24 25
26 26,5
27

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br % CO 2 - PM - 07 %CO 2 - PM-08
% CO 2 - PM - 07 %CO 2 - PM-08 %CO2 - PM-06 %
% CO 2 - PM - 07
%CO 2 -
PM-08
%CO2 - PM-06
% O 2 - PM-07
%O2 - PM-08
%O 2 - PM-06
Sistema de AS Gráfico 5.3.1.2. Oxigênio Dissolvido (mg/l) 1,80 1,60 1,40 1,20 1,00 0,80 0,60
Sistema de AS Gráfico 5.3.1.2. Oxigênio Dissolvido (mg/l) 1,80 1,60 1,40 1,20 1,00 0,80 0,60
Sistema de AS Gráfico 5.3.1.2. Oxigênio Dissolvido (mg/l) 1,80 1,60 1,40 1,20 1,00 0,80 0,60
Sistema de AS
Gráfico 5.3.1.2. Oxigênio Dissolvido (mg/l)
1,80
1,60
1,40
1,20
1,00
0,80
0,60
0,40
0,20
0,00

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Oxigênio Dissolvido

0 1 2 3 3,5 18 19 19,5 20,5 21 21,5 23 23,5 24 25
0 1 2 3 3,5 18 19 19,5 20,5 21 21,5 23 23,5 24 25
0 1 2 3 3,5 18 19 19,5 20,5 21 21,5 23 23,5 24 25
0 1 2 3 3,5 18 19 19,5 20,5 21 21,5 23 23,5 24 25
0 1
2
3 3,5
18
19 19,5
20,5
21 21,5
23 23,5
24 25
26 26,5
27
PM-07 PM-08 PM-06
PM-07
PM-08
PM-06
Exercício I  Variação do nível d’água: 0,25 m A figura Y apresenta a pluma
Exercício I  Variação do nível d’água: 0,25 m A figura Y apresenta a pluma

Exercício I

Variação do nível d’água: 0,25 m

A figura Y apresenta a pluma de fase dissolvida e as

concentrações de VOC. Condutividade hidráulica: 2,5 x 10 -3 cm/s. Nível d’água: 7 m Franja capilar 0,3 m

Contaminação: Gasolina
Espessura da contaminação (dissolvida): 1 m

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Teste Piloto  SVE Raio de influência: 5,0 m  AS Coord. MSc. Quím. Marcos

Teste Piloto

SVE

Raio de influência: 5,0 m

AS

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Vazão do poço SVE: 5 m3/h Pressão de vácuo no poço: - 500 mmca

Raio de influência: 5,2 m Vazão do poço AS: 1,5 m3/h Pressão de injeção no poço: 0,5 bar

no poço: - 500 mmca Raio de influência: 5,2 m Vazão do poço AS: 1,5 m3/h
Exercício I Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Exercício I Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Exercício I

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Exercício I Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
Exercício I Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br
U. U. sparging . EPA/600/R-92/173, Washington, junho 1992. U. Washington, outubro 1994. Coord. MSc. Quím.
U. U. sparging . EPA/600/R-92/173, Washington, junho 1992. U. Washington, outubro 1994. Coord. MSc. Quím.

U.

U.

sparging. EPA/600/R-92/173, Washington, junho 1992.

U.

Washington, outubro 1994.

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

S. ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY USEPA. Consulta geral a homepage.

Disponível em: <http://www.epa.gov> Acesso em: 07 junho. 2007.

S. ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY USEPA. Soil vapor extraction and air

S. ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY USEPA. Air sparging. Capítulo 7,

www.edutechambiental.com.br Técnica de Remediação Extração Multifásica (MPE) Edutech Treinamento e Desenvolvimento
www.edutechambiental.com.br Técnica de Remediação Extração Multifásica (MPE) Edutech Treinamento e Desenvolvimento
www.edutechambiental.com.br

www.edutechambiental.com.br

Técnica de Remediação

Extração Multifásica

(MPE)

Edutech Treinamento e Desenvolvimento Ambiental Ldta. Rua Oscar Freire, 2604 Pinheiros São Paulo / SP - Fones: (11) 3271-6074 e 3208-4102

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos

www.edutechambiental.com.br / edutech@edutechambiental.com.br

Sistema de MPE   Definição   Sistema DPE Sistema TPE Bioslurping MPE - Viabilidade
Sistema de MPE   Definição   Sistema DPE Sistema TPE Bioslurping MPE - Viabilidade

Sistema de MPE

 

Definição

 

Sistema DPE

Sistema TPE

Bioslurping

MPE - Viabilidade

 

Permeabilidade

Nível d’água

Pressão de Vapor

Ponto de Ebulição Lei de Henry

Concentração de Ferro

TPE - Poços

DPE - Poços

TPE Fluxograma

Bioslurping

;

MPE - Equipamentos

Tanque de Vácuo

 

Bomba de Vácuo

Caixa Separadora

TPE (Two - Phase Extraction) .

Tratamento de Gases

Tratamento de Água

Teste Piloto

Instrumentos

 

Estudo de Caso

Exercício

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Extração Multifásica (MPE)

É a técnica que extrai simultaneamente as fases livre, dissolvida, adsorvida e a vapor das zonas saturada e não saturada. Esta técnica também é chamada:

DPE (Dual - Phase Extraction) ; e

Sistema de MPE Definição Sistema DPE Sistema TPE Bioslurping MPE - Viabilidade Permeabilidade Nível d’água
Sistema de MPE
Definição
Sistema DPE
Sistema TPE
Bioslurping
MPE - Viabilidade
Permeabilidade
Nível d’água
Pressão de Vapor
Ponto de Ebulição
Lei de Henry
Concentração de Ferro
TPE - Poços
DPE - Poços
TPE Fluxograma
MPE - Equipamentos
Tanque de Vácuo
Bomba de Vácuo
Caixa Separadora
Tratamento de Gases
Tratamento de Água
Teste Piloto
Instrumentos
Estudo de Caso
Sistema de MPE – Fonte: USEPA (1999) Modificado por Kurozawa
Exercício
Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos
www.edutechambiental.com.br

Sistema de MPE

Definição

 

Sistema DPE

Sistema TPE

Bioslurping

MPE - Viabilidade

Permeabilidade

Nível d’água

Pressão de Vapor

Ponto de Ebulição Lei de Henry

TPE - Poços

DPE - Poços

TPE Fluxograma

MPE - Equipamentos

Tanque de Vácuo

Bomba de Vácuo

Caixa Separadora

Teste Piloto

Instrumentos

Estudo de Caso

Exercício

Concentração de Ferro

Tratamento de Gases

Tratamento de Água

de Ferro Tratamento de Gases Tratamento de Água DPE TPE Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos
DPE
DPE
TPE
TPE

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Tratamento de Gases Tratamento de Água DPE TPE Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Bioslurping
Tratamento de Gases Tratamento de Água DPE TPE Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br Bioslurping

Bioslurping

Dual-Phase Extraction (DPE) Sistema de MPE   Definição Sistema DPE   Sistema TPE Bioslurping
Dual-Phase Extraction (DPE) Sistema de MPE   Definição Sistema DPE   Sistema TPE Bioslurping

Dual-Phase Extraction (DPE)

Sistema de MPE

 

Definição

Sistema DPE

 

Sistema TPE

Bioslurping

MPE - Viabilidade

 

Permeabilidade

Nível d’água

Pressão de Vapor

Dual -Phase

Ponto de Ebulição Lei de Henry

chamado

assim

Concentração de Ferro

 

TPE - Poços

DPE - Poços

TPE Fluxograma

 

MPE - Equipamentos

transportar o gás

Tanque de Vácuo

Bomba de Vácuo

Caixa Separadora

líquido .

 

Tratamento de Gases

Tratamento de Água

 

Teste Piloto

Instrumentos

 

Estudo de Caso

Exercício

e

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Extraction

(DPE)

é

conduzir

por

separadamente o gás e o líquido. Isto

é, existem duas tubulações, uma para

outra para o

a

Dual-Phase Extraction (DPE) Sistema de MPE – Fonte: USEPA (1999) Modificado por Kurozawa Coord. MSc.
Dual-Phase Extraction (DPE) Sistema de MPE – Fonte: USEPA (1999) Modificado por Kurozawa Coord. MSc.

Dual-Phase Extraction (DPE)

Dual-Phase Extraction (DPE) Sistema de MPE – Fonte: USEPA (1999) Modificado por Kurozawa Coord. MSc. Quím.

Sistema de MPE Fonte: USEPA (1999) Modificado por Kurozawa

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de MPE

Definição

Sistema DPE

 

Sistema TPE

Bioslurping

MPE - Viabilidade

Permeabilidade

Nível d’água

Pressão de Vapor

Ponto de Ebulição Lei de Henry

TPE - Poços

DPE - Poços

TPE Fluxograma

MPE - Equipamentos

Tanque de Vácuo

Bomba de Vácuo

Caixa Separadora

Teste Piloto

Instrumentos

Estudo de Caso

Exercício

Concentração de Ferro

Tratamento de Gases

Tratamento de Água

Piloto Instrumentos Estudo de Caso Exercício Concentração de Ferro Tratamento de Gases Tratamento de Água
Sistema de MPE   Definição Sistema DPE Sistema TPE   Bioslurping MPE - Viabilidade
Sistema de MPE   Definição Sistema DPE Sistema TPE   Bioslurping MPE - Viabilidade

Sistema de MPE

 

Definição

Sistema DPE

Sistema TPE

 

Bioslurping

MPE - Viabilidade

(TPE)

Permeabilidade

Nível d’água

Pressão de Vapor

 

Ponto de Ebulição Lei de Henry

Concentração de Ferro

TPE - Poços

DPE - Poços

TPE Fluxograma

 

MPE - Equipamentos

Tanque de Vácuo

Bomba de Vácuo

Caixa Separadora

Tratamento de Gases

Tratamento de Água

Teste Piloto

Instrumentos

 

Estudo de Caso

Exercício

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Two-Phase Extraction

Two -Phase Extraction (TPE) é chamado assim por conduzir o gás e o líquido na mesma tubulação.

Sistema de MPE Definição Sistema DPE Sistema TPE   Bioslurping MPE - Viabilidade
Sistema de MPE Definição Sistema DPE Sistema TPE   Bioslurping MPE - Viabilidade

Sistema de MPE

Definição

Sistema DPE

Sistema TPE

 

Bioslurping

MPE - Viabilidade

Permeabilidade

Nível d’água

Pressão de Vapor

Ponto de Ebulição Lei de Henry

Concentração de Ferro

TPE - Poços

DPE - Poços

TPE Fluxograma

MPE - Equipamentos

Tanque de Vácuo

Bomba de Vácuo

Caixa Separadora

Tratamento de Gases

Tratamento de Água

Teste Piloto

Instrumentos

Estudo de Caso

Exercício

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Two-Phase Extraction (TPE)

Sistema de MPE Fonte: USEPA (1999) Modificado por Kurozawa

Sistema de MPE Definição Sistema DPE Sistema TPE Bioslurping   MPE - Viabilidade
Sistema de MPE Definição Sistema DPE Sistema TPE Bioslurping   MPE - Viabilidade

Sistema de MPE

Definição

Sistema DPE

Sistema TPE

Bioslurping

 

MPE - Viabilidade

Permeabilidade

Nível d’água

 

Pressão de Vapor

Ponto de Ebulição Lei de Henry

Concentração de Ferro

TPE - Poços

DPE - Poços

TPE Fluxograma

MPE - Equipamentos

 

Tanque de Vácuo

Bomba de Vácuo

Caixa Separadora

Tratamento de Gases

Tratamento de Água

Teste Piloto

Instrumentos

Estudo de Caso

Exercício

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de Bioslurping

Bioslurping é similar ao TPE, mas com

objetivo de recuperar a fase livre e estimular a biorremediação na zona não saturada.

Sistema de Bioslurping Sistema de MPE – Fonte: USEPA (1999) Modificado por Kurozawa Coord. MSc.

Sistema de Bioslurping

Sistema de Bioslurping Sistema de MPE – Fonte: USEPA (1999) Modificado por Kurozawa Coord. MSc. Quím.
Sistema de Bioslurping Sistema de MPE – Fonte: USEPA (1999) Modificado por Kurozawa Coord. MSc. Quím.

Sistema de MPE Fonte: USEPA (1999) Modificado por Kurozawa

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Sistema de MPE

Definição

Sistema DPE

Sistema TPE

Bioslurping

 

MPE - Viabilidade

Permeabilidade

Nível d’água

Pressão de Vapor

Ponto de Ebulição Lei de Henry

TPE - Poços

DPE - Poços

TPE Fluxograma

MPE - Equipamentos

Tanque de Vácuo

Bomba de Vácuo

Caixa Separadora

Teste Piloto

Instrumentos

Estudo de Caso

Exercício

Concentração de Ferro

Tratamento de Gases

Tratamento de Água

Piloto Instrumentos Estudo de Caso Exercício Concentração de Ferro Tratamento de Gases Tratamento de Água
Sistema de MPE Sistema de MPE Definição Sistema DPE Sistema TPE • Bioslurping MPE -
Sistema de MPE Sistema de MPE Definição Sistema DPE Sistema TPE • Bioslurping MPE -

Sistema de MPE

Sistema de MPE

Definição

Sistema DPE

Sistema TPE

Bioslurping

MPE - Viabilidade

 

Permeabilidade

Nível d’água

Pressão de Vapor

 

Ponto de Ebulição Lei de Henry

da área.

Concentração de Ferro

TPE - Poços

DPE - Poços

TPE Fluxograma

Permeabilidade do solo;

 

MPE - Equipamentos

Contaminação

 

Tanque de Vácuo

Bomba de Vácuo

lubrificante,etc

);

Caixa Separadora

Constante da lei de Henry; Vapor de pressão; Ponto de ebulição.

Tratamento de Gases

Tratamento de Água

Teste Piloto

Instrumentos

Estudo de Caso

Exercício

 

Coord. MSc. Quím. Marcos Sillos www.edutechambiental.com.br

Quando a técnica de MPE será eficaz?

Primeiramente para definir se a técnica de MPE

será eficaz é necessário uma boa caracterização

Os dados mais importantes são:

(gasolina,

diesel,

óleo

Sistema de MPE Definição Sistema DPE Sistema TPE Bioslurping MPE - Viabilidade Permeabilidade
Sistema de MPE Definição Sistema DPE Sistema TPE Bioslurping MPE - Viabilidade Permeabilidade

Sistema de MPE

Definição