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Cultura Indígena: Tradições e Influências

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ESCOLA ESTADUAL ALFREDO GASPAR DE MENDONÇA

DISCIPLINA: FILOSOFIA e SOCIOLOGIA


PROFESSOR: JUAREZ FERNANDES DA PAZ JUNIOR
INSTAGRAM: @humanasgaspar

ALUNO(A):
SÉRIE: 1ª, 2ª e 3ª T “______” DATA: / /2024

CULTURA INDÍGENA
Cultura indígena é o modo de ser e de viver associado aos povos indígenas

Jovens da etnia pataxó vistos durante os Jogos Indígenas, na aldeia de Coroa Vermelha, Cabrália, em 2010.

A cultura indígena é uma herança feita de tradições milenares que está enraizada nas diversas etnias
que compõem os povos indígenas do mundo todo. Com características únicas, os povos indígenas contribuíram
significativamente com suas expressões artísticas, danças, religiões e modos de vida, refletindo uma profunda
conexão com a natureza e uma compreensão singular do mundo.
A influência da cultura indígena no Brasil é inegável. Ela se reflete em aspectos como a culinária, a
medicina tradicional e práticas agrícolas sustentáveis. A importância da cultura indígena transcende a esfera
cultural, abraçando também aspectos sociais e ambientais. A preservação e respeito por essas culturas são
essenciais para a construção de uma sociedade mais inclusiva e consciente de sua história.
Resumo sobre a cultura indígena
 A cultura indígena está no modo de ser e de fazer típicos dos povos indígenas que se reconhecem (e são
reconhecidos) como tais.
 As culturas indígenas se expressam em pinturas corporais, entalhes em madeira e cerâmica, danças, rituais,
festivais etc.
 As influências da cultura indígena se refletem na culinária, medicina tradicional, e práticas agrícolas
sustentáveis.
 Podemos aprender sobre a cultura indígena visitando os povos indígenas ou lendo estudos acadêmicos e
obras literárias.
 A preservação e o respeito por essas tradições contribuem para uma sociedade mais inclusiva e consciente.

O que é a cultura indígena?


A cultura indígena está
relacionada ao modo de ser e de viver
dos povos indígenas, que não são nada
homogêneos. Espalhados por todos os
continentes, exceto na Antártica, os
povos indígenas são culturalmente
diferenciados e se reconhecem como
tais, compreendendo diversas
identidades étnicas específicas e formas
próprias de organização social,
econômica e política, bem como
cosmovisões e relações particulares com
a natureza.

Características da cultura indígena


As culturas indígenas são muito diversas e se caracterizam por diferentes sistemas particulares, que
podem variar muito, mas podemos destacar:
 as relações de parentesco e de gênero;
 a economia de susbsistência e as formas tradicionais de produção alimentar;
 a organização socioespacial e a arquitetura tradicional;
 os rituais religiosos e as cosmovisões;
 as medicinas tradicionais;
 os jogos e as brincadeiras;
 os processos educacionais e de transmissão de saberes.
Há três patamares onde operam esses sistemas de significados: a dimensão simbólica, econômica e
cidadã. A dimensão simbólica das culturas indígenas, na qual os significados foram incorporados em símbolos,
opera por meio das diversas línguas, valores, saberes e práticas de um povo indígena. Essas expressões
simbólicas se revelam na cultura indígena por meio da arte, das danças, das religiões, etc.
As danças são um elemento simbólico muito importante da cultura indígena. A dança é realizada em
diversas situações sociais, como festas, rituais religiosos, celebrações ou mesmo ritos fúnebres. Nos rituais
xamânicos dos povos kaiowá e nhandeva, por exemplo, a música e a dança ocupam uma função importante.
Existe ainda uma dimensão econômica da cultura indígena. Esse patamar compreende os segmentos
econômicos que geram trabalho e riqueza, contribuindo para o desenvolvimento local e regional, constituindo -se
em um elemento estratégico na medida em que está baseada na criatividade e na produção da informação e
conhecimento. Existem muitos bens culturais que integram as cadeias produtivas culturais indígenas, como o
cogumelo yanomami, por exemplo.
No território montanhoso de Roraima, ao extremo noroeste do Estado, próximo à fronteira com a
Venezuela, povos indígenas dos yanomami descobriram, ao longo dos séculos, que dos vários tipos de cogumelos
nativos que brotam espontaneamente na floresta tropical apenas 16 são comestíveis. Agora, esse conhecimento
ancestral se materializa em embalagens sofisticadas vendidas aos chefes de cozinha do mundo todo, que
reconhecem o valor gastronônico desse produto para o mercado gourmet da culinária.
Por fim, a cultura indígena é atravessada por uma dimensão cidadã, que tem a ver com
o etnodesenvolvimento de um povo. O patamar da etnicidade da cultura indígena se constitui no modo como os
povos indígenas dirigem as suas reivindicações culturais ao Estado. O etnodesenvolvimento ocorre quando um
povo indígena, ou qualquer outra etnia, detém o controle sobre suas próprias terras, seus recursos, sua
organização social e sua cultura, sendo livre para negociar com o Estado o estabelecimento de relações segundo
seus interesses.
Nesse caso, quando os povos indígenas mobilizam recursos discursivos e estratégicos para lutar pela
sobrevivência cultural e efetivação dos seus direitos, a dimensão cidadã da cultura indígena é mobilizada.
Atualmente, os povos indígenas se apropriaram tanto de linguagens artísticas produzidas por distintos segmentos
da sociedade ocidental quanto das tecnologias de informação e comunicação para veicularem os seus pontos de
vista para o mundo, denunciarem os danos que historicamente vêm sofrendo e reivindicarem o direito de ser e de
viver de maneira diferenciada.

Elementos centrais da cultura indígena

Além da relação de cuidado com a natureza, que se mantém até os dias de hoje, quando os povos
indígenas disputam com o agronegócio o direito de usar as terras, é possível apontar outros elementos que
unificam a cultura indígena. Nesse sentido, podemos mencionar o modo como as relações sociais eram
construídas dentro das comunidades, sobretudo no período pré-colonial, quando preponderava o coletivismo, sem
sistemas políticos de governo ou qualquer estrutura de Estado.
Outro aspecto importante observável na cultura indígena, é a ausência de moedas ou qualquer outro
sistema de trocas mercantis. Antes da colonização, não havia relações econômicas entre as populações que
povoavam o território que se constituiu como Brasil. Da mesma forma, não existia sistema de escrita. Sendo assim,
os conhecimentos, tradições e ritos presentes em cada comunidade eram passadas através da oralidade. Esse
fato justifica a frase que diz: “Quando morre um pajé, se vai uma biblioteca inteira”.
A relação com a natureza
O modo como as comunidades indígenas se relacionam com a terra está amparado no fato de que a
utilizam para retirar seu sustento, através do consumo de frutas, legumes, raízes, da caça e da pesca. Mas também
diz respeito ao sistema de crenças existentes na cultura indígena. Em muitas comunidades, existe a crença em
seres espirituais que estão diretamente ligados às forças da natureza. Entre eles, destaca-se a figura de Tupã,
visto como o ser supremo que possui domínio sobre a natureza.
Também era na natureza que as comunidades tradicionais encontravam mecanismos de cura contra
as enfermidades que acometiam o corpo e o espírito. Nesse processo, a figura do pajé, uma espécie de líder
espiritual, era de fundamental importância. Ele desempenhava o papel de aconselhar, realizar ritos de cura e
diversas outras atividades de cunho espiritual dentro das aldeias.
O conhecimento produzido pelas comunidades indígenas acerca das ervas medicinais é importante
até os dias atuais. Muitas das plantas utilizadas há séculos por esses povos já tiverem sua eficácia comprovada
pela ciência e foram incorporadas às terapias tradicionais.
Por fim, cumpre salientar que era na natureza que os índios encontravam os materiais e insumos
necessários para preparar-se para momentos importantes da vida na aldeia, como a guerra e as festas religiosas.
Nesse sentido, cumpre mencionar não só os arcos e flechas, como as pinturas, adornos corporais e toda
produção artesanal feitas nas aldeias.

A dança na cultura indígena


As danças, assim como os cânticos indígenas, estão diretamente ligadas com a dimensão espiritual
dessas comunidades. Em geral, elas eram feitas em momentos festivos nos quais eram realizados pedidos às
divindades, como fartura na colheita, cura de doença e outros. As danças também integravam momentos de busca
de proteção contra os espíritos malignos e rituais de agradecimentos.
É comum que algumas dessas danças sejam realizadas em movimentos circulares, acompanhados
por instrumentos sonoros e passadas ritmadas. Em alguns casos, o pajé se faz presente durante esses rituais
fazendo uso de máscaras. Entre as danças da cultura indígena podemos listar: Acyigua, Atiaru, Toré, Kuarup.
Influências da cultura indígena no Brasil

As influências da cultura indígena no Brasil superam (e muito) o reconhecimento que elas recebem da
sociedade. Descansar na rede e tomar vários banhos por dia, hábitos cotidianos tão naturais para os brasileiros,
são heranças da cultura indígena. Além disso, vários elementos das nossas festas populares — música, dança,
culinária, ornamentos — têm origem na cultura indígena. A maniçoba e o tucupi, o caju e a acerola, o açaí e o
guaraná, a pamonha e a tapioca são apenas alguns exemplos da influência da cultura indígena na culinária
brasileira.

Garrafas com tucupi, uma herança cultural indígena.

Por imposição violenta da cultura trazida pelos conquistadores da América a partir do século XVI, a
cultura indígena no Brasil foi por muito tempo tutelada pelo Estado. A doutrina cristã e a civilização europeia
trouxeram ideias assimilacionistas que sufocaram a cultura indígena com o objetivo de dominá-la, buscando
cercear suas potencialidades e desbastar sua autoconsciência.

Como aprender sobre a cultura indígena?

A melhor maneira de aprender a cultura indígena é pelo contato direto. Existem protocolos para que
esse contato seja feito de forma segura. Segundo os dados de Censo de 2022 sobre os povos indígenas, trabalho
que é realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a população indígena do país chegou a quase
1,7 milhão de pessoas, organizadas em mais de 300 comunidades. Mais da metade dessa população está
concentrada na Amazônia Legal.
Outra possibilidade é participar do Festival de Parintins, realizado anualmente em Parintins, no
Amazonas, no Bumbódromo da cidade. A Festa de Parintins está ligada às práticas da população ribeirinha e da
cultura indígena.
Também podemos contar com a vasta literatura da etnografia produzida sobre culturas indígenas. No
Brasil, destacamos os trabalhos de Darcy Ribeiro e Claude Lévi-Strauss. O indigenista brasileiro Darcy Ribeiro
atuou por quase dez anos no serviço público de proteção aos povos indígenas, enquanto o antropólogo belga e
Claude Lévi-Strauss desenvolveu trabalhos de observação da cultura indígena brasileira e lecionou por décadas
em universidades do país.

Importância da cultura indígena

Indígenas participando de um protesto contra a lei que estabelece um marco temporal para a demarcação das terras indígenas.

A importância da cultura, para os membros de um povo indígena, consiste em organizar o seu universo
e definir o seu lugar de pertença frente ao mundo. A cultura indígena é transmitida historicamente, incorporada em
símbolos e compreende um sistema de concepções por meio dos quais os indígenas se comunicam, perpetuam
e desenvolvem o seu conhecimento e suas atividades em relação à vida.
Os processos tradicionais de transmissão de conhecimento entre distintas gerações são de muita importância para
todas as culturas indígenas. Eles são mediados por anciãos indígenas e lideranças — xamãs, pajés, caciques,
contadores de história, parteiras — dententores de conhecimentos valiosos da cultura indígena.

As contribuições dos povos indígenas à sociedade brasileira


As contribuições dos povos indígenas à sociedade brasileira tiveram início logo após a chegada dos
portugueses às terras brasileiras. Eles ensinaram as técnicas de sobrevivência na selva e como lidar com várias
situações perigosas nas florestas ou como se orientar nas expedições realizadas. Em todas as expedições
empreendidas pelos colonizadores estavam os nativos como guias e prestadores de serviços, assim como aliados
na expulsão de outros invasores estrangeiros ou como mão de obra nas frentes de expansão agrícola ou
extrativista.
“Os povos indígenas brasileiros constituem ainda uma riqueza cultural invejável para muitos países e
continentes do mundo. São 305 povos étnicos falando 275 línguas.”

Hoje é aceito oficialmente o fato que o povo brasileiro é formado pela junção de três raças: a indígena,
a branca e a negra. Mas não foi somente no aspecto biológico que os indígenas contribuíram para a formação do
povo brasileiro, mas principalmente do ponto de vista cultural e epistêmico, começando com a própria língua
portuguesa, que acabou incorporando várias palavras, conceitos e expressões de línguas indígenas. Há centenas
de nomes de lugares (Iguaçu, Itaquaquecetuba, Paranapanema), de cidades (Manaus, Curitiba, Cuiabá) de
pessoas (Ubiratan, Tupinambá, Raoni), de ruas e até de empresas (Aviação Xavante, Empresa Xingu).
Os indígenas, através de sua forte ligação com a floresta, descobriram nela uma variedade de
alimentos, como a mandioca (e suas variações como a farinha, o pirão, a tapioca, o beiju e o mingau), o caju e o
guaraná, utilizados até hoje na alimentação. Esse conhecimento em relação às espécies nativas é fruto de milhares
de anos de conhecimento da floresta. Desenvolveram o cultivo de centenas de espécies como o milho, a batata-
doce, o cará, o feijão, o tomate, o amendoim, o tabaco, a abóbora, o abacaxi, o mamão, a erva-mate, o guaraná
e outros. Os conhecimentos culinários dos povos indígenas estão presentes na vida dos brasileiros.
Outro legado dos povos indígenas são os seus milenares conhecimentos medicinais. Alguns
estudiosos estimam que os indígenas brasileiros já chegaram a dominar uma cifra de mais de 200.000 espécies
de plantas medicinais. Foram os indígenas da América que dominaram, ao longo de séculos ou mesmo de
milênios, conhecimentos sobre os produtos anestésicos, que hoje são fundamentais para os processos cirúrgicos
praticados pela medicina moderna. A medicina tradicional possui um valor incalculável com potenciais para novas
descobertas sobre os mistérios da natureza e da vida e que podem representar soluções para muitos males que
hoje afligem a humanidade e os homens da ciência moderna.
Existem também as riquezas estratégicas que se encontram nos territórios indígenas, dos quais eles
são guardiões e defensores. A principal delas é a mega biodiversidade existente em suas terras, que representam
13% do território brasileiro preservado. Fotos de satélite mostram que as terras indígenas são ilhas de florestas
verdes rodeadas por pastos e cultivos de monoculturas. Esta não é apenas uma riqueza dos indígenas, mas de
todos os brasileiros, na medida em que são florestas que contribuem para amenizar os desequilíbrios ambientais
do planeta nos tempos atuais.
Os indígenas sempre foram considerados aptos para trabalhos militares, muitos sendo arregimentados
pelas Forças Armadas para participar de inúmeros combates, como foi contra o Paraguai. Em algumas regiões da
fronteira amazônica, jovens indígenas formam maioria nas corporações militares, elogiados e reconhecidos pelos
seus comandantes por suas habilidades diferenciadas nas tarefas e exercícios diários. Os povos indígenas
contribuíram para a conformação e defesa das fronteiras do Brasil. É o caso dos povos Macuxi e Wapichana,
chamados no século XVIII de “muralhas do sertão”. O Barão de Rio Branco e Joaquim Nabuco fundamentaram na
presença destes povos e nas suas relações com os portugueses a reivindicação brasileira na disputa de limites
com a então Guiana inglesa. Manuela Carneiro da Cunha reconhece que, da perspectiva da justiça histórica, é
vergonhoso se contestar a conveniência de povos indígenas povoarem as fronteiras amazônicas que eles
ajudaram a conquistar, consolidar e das quais continuam sendo guardiões.
Os povos indígenas brasileiros constituem ainda uma riqueza cultural invejável para muitos países e
continentes do mundo. São 305 povos étnicos falando 275 línguas. 305 povos é bem mais que as 234 etnias
existentes em todo o continente europeu. São poucos os países que possuem tamanha diversidade sociocultural
e étnica. Os povos indígenas, além de herdeiros de histórias e de civilizações milenares, ajudaram e continuam
ajudando a escrever e a construir a história do Brasil.
Nas últimas três décadas mais de 100 mil indígenas ingressaram no ensino superior e passaram a
contribuir diretamente com a ciência acadêmica com suas formas, regimes e sistemas de conhecimento e
promovendo a circulação e a validação de outros saberes, pautados em outras bases cosmológicas, ontológicas,
filosóficas e epistemológicas. Os povos indígenas compartilham com o mundo, a partir da universidade, seus
saberes, seus valores comunitários, suas cosmologias, suas visões de mundo e seus modos de ser, viver e estar
no mundo. Assim, os povos indígenas estão contribuindo na construção de uma universidade que cada vez mais
acolhe, agrega, soma, promove e expressa o universo ilimitado e plural de saberes, valores e sujeitos de
conhecimentos. Uma universidade capaz de construir pontes, trilhas e horizontes civilizatórios que nos entrelaçam
com as nossas diferenças e diversidades de existências.

Curiosidades sobre a cultura indígena


 Existem cerca de 370 a 500 milhões de indígenas no mundo, espalhados por 90 países. Eles vivem em todas
as regiões geográficas e representam 5 mil culturas diferentes.
 Uma grande maioria das 7 mil línguas mundiais foram criadas pela cultura indígena e são faladas pelos povos
indígenas.
 Existem verdadeiros sistemas indígenas tradicionais de saúde e sistemas socioculturais que abarcam desde
as explicações sobre as causas da doença até a escolha dos tratamentos, que podem envolver rezas e
remédios feitos à base de plantas e animais.
 Antes da chegada dos portugueses, existiam cerca de quatro milhões de indígenas habitando as terras
brasileiras.
 Cada grupo indígena possui suas próprias mitologias e histórias de criação que explicam a origem do mundo
e de suas próprias comunidades (cosmogonias).
 Muitos povos indígenas têm lutado por seus direitos territoriais. As reservas indígenas são áreas protegidas
nas quais eles podem preservar suas culturas.

Fontes
COELHO, Teixeira. Dicionário crítico de política cultural. São Paulo: Iluminuras, 1997.
CUNHA, Manuela Carneiro da. História dos índios no Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 1992.
CUNHA, Manuela Carneiro da. O futuro da questão indígena. Estudos Avançados 8(20), 1994.
LUCIANO, G. J. S. O índio brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje. Brasília:
SECAD/MEC; LACED/Museu Nacional, 2006.

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