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ATA DA ASSEMBLEIA DE FUNDAÇÃO ONG Talento Jovem OTAJ Às 10 horas e 30 minutos

ATA DA ASSEMBLEIA DE FUNDAÇÃO ONG Talento Jovem OTAJ

Às 10 horas e 30 minutos do dia 04 do mês de Setembro de 2011, à Rua Francisco de

Paula nº 402 no bairro Jardim Nakamura SP, conforme assinatura constante do livro

de atas foi oficialmente aberta a Assembléia Geral da ONG Talento Jovem (OTAJ), com

sede domicílio e foro na cidade de São Paulo, SP com duração ilimitada. Os presentes elegeram para presidir os trabalhos o Senhor Denis Venceslau Barbosa e para secretariar a Senhora Lohaine Pereira Braul Bandeira. Agradecendo a sua Indicação, o presidente dos trabalhos apresentou a pauta, passando a Ordem do Dia. Iniciaram-se os debates sobre a proposta de estatuto que, depois de analisada e modificada, tendo sido aprovada por Unanimidade.

O Estatuto aprovado é o seguinte:

Art. 1º. A ORGANIZAÇÃO TALENTO JOVEM também designada pela sigla, OTAJ, constituída em 04/09/2011 sob a forma de ORGANIZAÇÃO CIVIL, é uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, e duração por tempo indeterminado, com sede e foro em São Paulo, localizada à Rua Nova Providência, nº 600, Cep.04941-090, Parque Bologne, São Paulo/SP. Que tem por objetivo:

Art. 2º. A ORGANIZAÇÃO TALENTO JOVEM tem por finalidade(s).

I - promoção da assistência social; II - promoção da cultura, defesa e conservação do patrimônio histórico e artístico;

III - promoção gratuita da educação, observando-se a forma complementar de

participação das organizações de que trata esta Lei;

IV - promoção gratuita da saúde, observando-se a forma complementar de participação

das

organizações de que trata esta Lei;

V

- defesa, preservação e conservação do meio ambiente e promoção do

desenvolvimento sustentável;

VI - promoção do voluntariado;

VII - promoção do desenvolvimento econômico e social e combate à pobreza;

VIII - experimentação, não lucrativa, de novos modelos sócio-produtivos e de sistemas

alternativos de produção, comércio, emprego e crédito;

XI - promoção da ética, da paz, da cidadania, dos direitos humanos, da democracia e de

outros valores universais. Parágrafo Único A ORGANIZAÇÃO TALENTO JOVEM não distribui entre os seus sócios ou associados, conselheiros, diretores, empregados ou doadores eventuais excedentes operacionais, brutos ou líquidos, dividendos, bonificações, participações ou parcelas do seu patrimônio, auferidos mediante o exercício de suas atividades, e os aplica integralmente na consecução do seu objetivo social. (Conforme o artigo 1º, parágrafo 1º, da Lei 9.790/99).

Art. 3º. No desenvolvimento de suas atividades, a ORGANIZAÇÃO TALENTO JOVEM observará os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, economicidade e da eficiência e não fará qualquer discriminação de raça, cor, gênero ou religião. (Conforme o art. 4º, inciso I, da Lei 9.790/99). Parágrafo Único A ORGANIZAÇÃO TALENTO JOVEM se dedica às suas atividades através da execução direta de projetos, programas ou planos de ações correlatadas, por meio da doação de recursos físicos, humanos e financeiros, ou prestação de serviços intermediários de apoio a outras organizações sem fins lucrativos e a órgãos do setor público e privado que atuam em áreas afins. (Conforme o art. 3º, parágrafo único, da Lei

9.790/99).

Art. 4º - A ORGANIZAÇÃO disciplinará seu funcionamento por meio de Ordens Normativas, emitidas pela Assembléia Geral, e Ordens Executivas, emitidas pela Diretoria.

Art. 5º - A fim de cumprir suas finalidades, a Instituição se organizará em tantas unidades de prestação de serviços, quantas se fizerem necessárias, as quais se regerão pelas disposições estatutárias.

Parágrafo Único - Os serviços de educação a que a entidade eventualmente se dedique, serão prestados de forma inteiramente gratuita e com recursos próprios, vedado o seu condicionamento a qualquer doação, contrapartida ou equivalente. (Conforme art. 3º, incisos III da Lei 9.790/99, e do art. 6º do Decreto 3.100/99).

Art. 6º É ilimitado o número de sócios da ORGANIZAÇÃO, podendo participar de seu quadro social pessoas jurídicas e físicas, públicas, privadas e associativas, aportadoras ou não de capital, que tenham como objetivo a promoção do desenvolvimento com justiça social. Serão das seguintes categorias: efetivos, colaboradores e beneméritos.

Parágrafo Primeiro: São sócios efetivos as pessoas físicas ou jurídicas, sem impedimento legal, que assinaram os atos constitutivos da entidade e outros que venham a ser admitidos nos termos do Artigo 7º, Parágrafo Único, do presente Estatuto.

Parágrafo Segundo: São considerados sócios colaboradores, os que participarem das atividades da ORGANIZAÇÃO através da execução de serviços diversos não remunerados.

Parágrafo Terceiro: São considerados sócios beneméritos pessoas ou instituições que se destacaram por trabalhos que se coadunem com os objetivos dessa Associação.

Art.7º. - Os sócios, qualquer que seja sua categoria, não respondem individualmente, solidária ou subsidiariamente pelas obrigações da ORGANIZAÇÃO, nem pelos atos praticados pelo Presidente ou pelo Diretor Executivo.

Parágrafo Único A admissão de novos sócios, de qualquer categoria será decidida pela Assembléia Geral, mediante proposta de sócios efetivos ou da Diretoria. Art. 8º Os sócios da ORGANIZAÇÃO terão os seguintes direitos:

I) Compor a Assembléia Geral dos Sócios; II) Participar do Conselho de Administração:

a) Propor a criação e tomar parte em comissões e grupos de trabalho, quando designados para estas funções;

b) apresentar propostas, programas e projetos de ação para a ORGANIZAÇÃO;

c) ter acesso a todos os livros de natureza contábil e financeira, bem como a todos os planos, relatórios, prestações de contas e resultados de auditoria independente.

III) Votar.

Parágrafo

Único

Os

direitos

sociais

previstos

neste

Estatuto

são

pessoais

e

intransferíveis.

Art. 9º São deveres dos sócios da ORGANIZAÇÃO:

a)Cumprir e fazer cumprir o presente Estatuto; b)Participar dos eventos realizados pela Organização; c)Zelar pelos princípios e objetivos da Organização.

Parágrafo Único: Considera-se falta grave, passível de exclusão, provocar ou causar prejuízo moral ou material para a ORGANIZAÇÃO.

Art. 10 - São órgãos da ORGANIZAÇÃO:

I.Assembléia Geral dos Sócios; II.Conselho de Administração; III.Diretoria Executiva; IV.Conselho Fiscal.

Art. 10 - A ORGANIZAÇÃO será administrada por:

I Assembléia Geral;

II Diretoria;

III- Conselho Fiscal (Conforme o art. 4º, inciso III, da Lei 9.790/99).

Parágrafo Único A Instituição remunera seus dirigentes que efetivamente atuam na gestão executiva e aqueles que lhe prestam serviços específicos, respeitados, em ambos os casos, os valores praticados pelo mercado na região onde exerce suas atividades. (Conforme o art. 4º, inciso VI, da Lei 9.790/99)

Art. 11. A Assembléia Geral, órgão soberano da Instituição, se constituirá dos sócios em pleno gozo de seus direitos estatutários.

Art. 12. Compete à Assembléia Geral:

I eleger a Diretoria e o Conselho Fiscal;

II decidir sobre reformas do Estatuto, na forma do art. 34;

III decidir sobre a extinção da Instituição, nos termos do artigo 33;

IV decidir sobre a conveniência de alienar, transigir, hipotecar ou permutar bens

patrimoniais;

V aprovar o Regimento Interno;

VIemitir Ordens Normativas para funcionamento interno da Instituição;

Art. 13. A Assembléia Geral se realizará, ordinariamente, uma vez por ano para:

I

aprovar a proposta de programação anual da Instituição, submetida pela Diretoria;

II apreciar o relatório anual da Diretoria; III- discutir e homologar as contas e o balanço aprovado pelo Conselho Fiscal;

Art. 14. A Assembléia Geral se realizará, extraordinariamente, quando convocada:

I pela Diretoria;

II pelo Conselho Fiscal;

III por requerimento da metade dos sócios quites com as obrigações sociais.

Art. 15. - A convocação da Assembléia Geral será feita por meio de edital afixado na sede da Instituição e/ou publicado na impressa local, por circulares ou outros meios convenientes, com antecedência mínima de 30 dias.

Parágrafo Único Qualquer Assembléia se instalará em primeira convocação com a maioria dos sócios e, em segunda convocação, com qualquer número.

Art. 16. - A ORGANIZAÇÃO adotará práticas de gestão administrativa, necessárias e suficientes, a coibir a obtenção, de forma individual ou coletiva, de benefícios e vantagens pessoais, em decorrência da participação nos processos decisórios. (Conforme o art. 4º, inciso II, da Lei 9.790/99)

Art. 17. - A ORGANIZAÇÃO será dirigida pela Diretoria Executiva eleita em assembléia geral. Parágrafo Único: A administração caberá ao Presidente o qual representará a ORGANIZAÇÃO em Juízo ou fora dele, ativa e passivamente, bem como perante terceiros em geral, podendo nomear procuradores em nome da Associação, com poderes específicos e mandato em prazo determinado, o qual nunca ultrapassará a data de extinção do mandato do Presidente que outorgou a procuração.

Art. 18. - A Diretoria será constituída por um Presidente, um Vice- Presidente, um Secretário, Primeiro e Segundo Tesoureiros.

§ 1º O mandato da Diretoria será de 04 anos, podendo ou não ser prorrogado por igual

período;

§ 2º - Não poderão ser eleitos para os cargos de diretoria da ORGANIZAÇÃO os sócios

que exerçam cargos, empregos ou funções públicas junto aos órgãos do Poder Público

(Conforme art. 4º, parágrafo único, da Lei 9.790/99).

Art. 19. Compete à Diretoria:

I elaborar e submeter à Assembléia Geral a proposta de programação anual da

Instituição;

II executar a programação anual de atividades da Instituição;

III elaborar e apresentar à Assembléia Geral o relatório anual;

IV- reunir-se com instituições públicas e privadas para mútua colaboração em atividades

de interesse comum; V- contratar e demitir funcionários;

VI - regulamentar as Ordens Normativas da Assembléia Geral e emitir Ordens

Executivas para disciplinar o funcionamento interno da Instituição;

Art. 20. A Diretoria se reunirá no mínimo uma vez por mês.

Art. 21. Compete ao Presidente:

I representar a ORGANIZAÇÃO judicial e extra- judicialmente;

II- cumprir e fazer cumprir este Estatuto e o Regimento Interno;

III- presidir a Assembléia Geral; IV- convocar e presidir as reuniões da Diretoria;

Art. 22. Compete ao Vice- Presidente:

I - substituir o Presidente em suas faltas ou impedimentos;

II- assumir o mandato, em caso de vacância, até o seu término;

III- prestar, de modo geral, sua colaboração ao Presidente;

Art. 23. Compete ao Secretário:

I secretariar as reuniões da Diretoria e da Assembléia Geral e redigir as atas;

II publicar todas as notícias das atividades da entidade.

Art. 24. Compete ao Primeiro Tesoureiro:

I arrecadar e contabilizar as contribuições dos associados, rendas, auxílios e donativos, mantendo em dia a escrituração da Instituição;

II- pagar as contas autorizadas pelo Presidente;

III- apresentar relatórios de receitas e despesas, sempre que forem solicitados; IV- apresentar ao Conselho Fiscal a escrituração da Instituição, incluindo os relatórios de desempenho financeiro e contábil e sobre as operações patrimoniais realizadas;

V- conservar, sob sua guarda e responsabilidade, os documentos relativos à tesouraria;

VI- manter todo o numerário em estabelecimento de crédito;

Art. 25. Compete ao Segundo Tesoureiro:

I substituir o Primeiro Tesoureiro em suas faltas e impedimentos;

II- assumir o mandato, em caso de vacância, até o seu término;

III- prestar, de modo geral, sua colaboração ao Primeiro Tesoureiro;

Art. 26. O Conselho Fiscal será constituído por 05 membros.

§ 1º O mandato do Conselho Fiscal será coincidente com o mandato da Diretoria;

§ 2º Em caso de vacância, o mandato será escolhido pela Diretoria.

Art. 27. Compete ao Conselho Fiscal:

I examinar os livros de escrituração da Instituição;

II opinar sobre os balanços e relatórios de desempenho financeiro e contábil e sobre as operações patrimoniais realizadas, emitindo pareceres para os organismos superiores da entidade (Conforme o art. 4º, inciso III, da Lei 9.790/99);

III requisitar ao Primeiro Tesoureiro, a qualquer tempo, documentação comprobatória

das operações econômico-financeiras realizadas pela Instituição;

IV - acompanhar o trabalho de eventuais auditores externos independentes;

Parágrafo Único O Conselho Fiscal se reunirá ordinariamente a cada 02 meses e, extraordinariamente, sempre que necessário.

Art. 28. O patrimônio da “ORGANIZAÇÃO será constituído por doações de pessoas físicas e/ou jurídicas, de direito público ou privado, nacionais e estrangeiras.

Art. 29. No caso de dissolução da Instituição, o respectivo patrimônio líquido será transferido a outra pessoa jurídica qualificada nos termos da Lei 9.790/99, preferencialmente que tenha o mesmo objetivo social. (Conforme o art. 4º, inciso IV, da Lei 9.790/99).

Art. 30. Na hipótese da Instituição obter e, posteriormente, perder a qualificação instituída pela Lei 9.790/99, o acervo patrimonial disponível, adquirido com recursos públicos durante o período em que perdurou aquela qualificação, será contabilmente apurado e transferido a outra pessoa jurídica qualificada nos termos da mesma Lei, preferencialmente que tenha o mesmo objetivo social. (Conforme o art. 4º, inciso V, da Lei 9.790/99)

Art. 31. A prestação de contas da Instituição observará as seguintes normas:

(Conforme o art. 4º, inciso VII, da Lei 9.790/99):

I - os princípios fundamentais de contabilidade e as Normas Brasileiras de

Contabilidade;

II - a publicidade, por qualquer meio eficaz, no encerramento do exercício fiscal, ao relatório de atividades e das demonstrações financeiras da entidade, incluindo as certidões negativas de débitos junto ao INSS e ao FGTS, colocando-os à disposição para o exame de qualquer cidadão;

III - a realização de auditoria, inclusive por auditores externos independentes se for o

caso, da aplicação dos eventuais recursos objeto de Termo de Parceria, conforme previsto em regulamento;

IV - a prestação de contas de todos os recursos e bens de origem pública recebidos

será feita, conforme determina o parágrafo único do Art. 70 da Constituição Federal.

Art. 32. A ORGANIZAÇÃO será dissolvida por decisão da Assembléia Geral Extraordinária, especialmente convocada para esse fim, quando se tornar impossível a continuação de suas atividades.

Art. 33. O presente Estatuto poderá ser reformado, a qualquer tempo, por decisão da maioria absoluta dos sócios, em Assembléia Geral especialmente convocada para esse fim, e entrará em vigor na data de seu registro em Cartório.

Art. 34. É expressamente proibido o uso da denominação social em atos que envolvam a ORGANIZAÇÃO em obrigações relativas a negócios estranhos ao seu objetivo social, especialmente a prestação de avais, endossos, fianças e caução de favor.

Art. 35. Os indícios fundados de malversação de bens ou recursos de origem pública, serão levados ao conhecimento do Tribunal de Contas respectivo e ao Ministério Público, sob pena de responsabilidade solidária.

Art. 36. Sem prejuízo da medida a que se refere o artigo anterior, havendo indícios fundados pela malversação de bens ou recursos de origem pública, os responsáveis

pela fiscalização representarão ao Ministério Público, à Advocacia Geral da União, para que requeiram ao juízo competente a decretação da indisponibilidade dos bens da entidade e o seqüestro dos bens de seus dirigentes, bem como de agente público ou terceiro, que possam ter enriquecido ilicitamente ou causado dano ao patrimônio público, além de outras medidas consubstanciadas na Lei n. 8.429 de 02 de junho de 1992, e na Lei Complementar n.64 de 8 de maio de 1990.

Art.

Assembléia Geral.

37.

Os

casos

omissos

serão

resolvidos

pela

Diretoria

e

referendados

pela

Com o consentimento de todos os presentes passou-se para o próximo ponto de pauta, eleição da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal. Após o tempo necessário para inscrição de chapas e candidatos, tendo havido uma única chapa, foi iniciada a votação como determina o Estatuto.

Foram eleitas por Aclamação para a Diretoria Executiva, com mandato de 04 de Setembro de 2011 até 04 de Janeiro de 2015. Presidente Senhor Ricardo da Silva -

brasileiro, casado, profissão analista de sistemas, RG nº 29.372.498-2 Órgão Expedidor SSP/SP e CPF 264.708.348-76, domiciliado à Rua José Alves da Silva nº 546, bairro Parque Nova Sto Amaro SP. Vice-Presidente Senhor Júlio Valério Amarantes Garcia brasileiro, casado, profissão Vendedor, RG: 29.355.879-6 Órgão Expedidor SSP/SP e CPF: 329.404.778-92, domiciliado à Rua Silvia Stefani Legnaioli nº 451, bairro Alto da Riveira SP. Secretário Senhor Ricardo Santos Machado -brasileiro, casado , profissão Administrador Empresas, RG: 18.201.100-8 Órgão Expedidor

SSP/SP e CPF: 130.136.978-06, domiciliado à Rua Brigadeiro Henrique Fontenelle

591, bairro Parque São Domingos SP. Primeiro Tesoureiro Senhor Jorge Luiz da Silva brasileiro, casado, profissão Vendedor, RG: 9.132.132 Órgão Expedidor SSP/SP e CPF: 949.822.288-68, domiciliado à Rua Paolo Pórpora, nº 372, bairro Jardim Independência SP. Segundo Tesoureiro Senhor Jacy Braul Bandeira brasileiro,

casado, profissão Analista de Suprimentos, RG: 11343381-5 e CPF: 034886608-93, domiciliado à Travessa Jerusalém nº 5, bairro Parque Nova Sto Amaro SP.

O Conselho Fiscal eleito na mesma ocasião e pelo mesmo período de mandato, ficou assim constituído: Presidente do Conselho, Senhora Joyce Pereira da Silva brasileira, solteira, profissão Analista de Operação, RG: 49.353.187-7 Órgão Expedidor SSP/SP e CPF: 378.222.488-47, domiciliado à Rua Paolo Pórpora, nº 372, bairro Jardim Independência. Conselheiros Titulares: Senhor Gilmar Lopes Feitosa brasileiro, solteiro, profissão Chefe de Cozinha, RG: 25.944.912-X Órgão Expedidor SSP/SP e CPF: 290.250.918-90, domiciliado à Rua Soares de Souza Júnior, nº 93, bairro Alto do Rivieira SP e o Senhor Francisco Epaminondas de Araújo brasileiro, casado, profissão Manobrista, RG: 16151644 Órgão Expedidor SSP/SP e CPF: 046.095.768-64, domiciliado à Rua Silvia Stefani Legnaioli, nº 451, bairro Alto da Riveira SP. Conselheiros Suplentes: Senhor José dos Santos Leite brasileiro, solteiro, profissão Gerente Administrativo, RG: 21.506.970-5 Órgão Expedidor SSP/SP e CPF:

113.979.328-48, domiciliado à Estrada do Jararaú, nº 44-A, cep 04943-120, bairro Jardim São Lorenço SP e o Senhor Gilmar Xavier de Oliveira brasileiro, casado, profissão Pedreiro, RG: 21.979.630-0 Órgão Expedidor SSP/SP e CPF: 124.653.158- 54, domiciliado à Rua Paolo Pórpora, nº 153-B, bairro Parque Independência SP. Os Conselheiros Fiscais foram imediatamente empossados em seus respectivos cargos.

Nada mais havendo para ser tratado, o Presidente da mesa deu por encerrada a Assembléia, e eu, Lohaine Pereira Braul Bandeira lavrei e assinei a presente ata seguida das assinaturas do presidente dos trabalhos, Diretores Executivos e Conselheiros Fiscais eleitos.

São Paulo, SP. Em, 04 de Setembro de 2011.

Lohaine Pereira Braul Bandeira Secretário da Mesa

Ricardo da Silva Presidente

Jorge Luiz da Silva Primeiro Tesoureiro

Ricardo Santos Machado Secretário

Joyce Pereira da Silva Presidente Conselho Fiscal

Francisco Epaminondas de Araújo Conselheiro Titular

Gilmar Xavier de Oliveira Conselheiro Suplente

Denis Venceslau Barbosa Presidente da Mesa

Júlio Valério Amarantes Garcia Vice-Presidente

Jacy Braul Bandeira Segundo Tesoureiro

Gilmar Lopes Feitosa Conselheiro Titular

José dos Santos Leite Conselheiro Suplente