Teoria Portugues Completa
Teoria Portugues Completa
texto informativo
Características do texto
informativo
O autor dos textos informativos é um transmissor que se preocupa
em relatar informações da maneira mais objetiva e verossímil.
Estrutura do texto
informativo
Tal como outros Gêneros Textuais, o texto informativo é constituído por:
•necessárias
Introdução (tese): momento de exposição das informações
para informar o tema que será explorado pelo
emissor (autor).
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•informações
Desenvolvimento (antítese): parte fundamental que contém as
completas sobre o tema, desde dados mais relevantes,
ou melhor, todos os dados que se pode reunir para apresentação do tema.
1. Notícia de Jornal
Combate à Dengue
O foco está nos métodos necessários para acabar com os acúmulos de água nas
casas. Isso porque são os ambientes mais propícios para
a reprodução do transmissor da doença.
2. Verbete de Dicionário
Significado de Alienação
ra - Sa
Psicologia. Estado da pessoa que, tendo sido educada em condições sociais
determinadas, se submete cegamente aos valores e instituições
ra Cris
dadas, perdendo assim a consciência de seus verdadeiros problemas.
TextoJornalístico
tina Fil
são os textos veiculados pelos jornais, revistas, rádio e televisão, os quais possuem o
intuito de comunicar e informar sobre algo.
o
Nos dias atuais, o texto jornalístico é provavelmente o gênero textual mais lido, pois
meno d
possui o maior alcance nos diversos setores da
sociedade.
Uma característica importante dos textos jornalísticos é sua efemeridade, visto
a Cunh
que favorecem o conhecimento de informações atuais
com o propósito de difundir o que acontece de novo.
A Linguagem Jornalística
A linguagem jornalística é em prosa e deve ser clara, simples, imparcial e objetiva
de modo a expor para o emissor as informações mais relevantes sobre o tema.
Gêneros Jornalísticos
O jornal abriga diversos textos jornalísticos,
vulgarmente chamados de “matérias”, sendo
divididos em seções, compostas pelos mais
variados gêneros textuais:
• editorial
• notícia
• reportagens
• entrevistas
• textos publicitários
• classificados
• artigos
• crônicas
• resenhas
• charges
cartas do leitor
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Medicamentos Genéricos
Os medicamentos genéricos estão identificados com a sigla MG nas embalagens. Eles são aprovados
pela INFARMED, que disponibiliza uma lista de medicamentos
genéricos online. A cada medicamento é atribuída uma A.I.M. (Autorização de Introdução no Mercado)
com um respetivo número de registo. Segundo a lei, estes
medicamentos podem unicamente ser comercializados depois do período de proteção de patente do
medicamento de referência ter expirado (um
período aproximado de 20 anos).
TextoLiterário
A forma de linguagem e a apresentação da informação estão entre as
diferenças do texto literário do não literário.
O texto não literário, contudo, é marcado pelo retrato da realidade desnuda e crua. É possível
tratar sobre o mesmo assunto nas duas formas de texto e apontar o tema ao receptor sem
prejuízo a informação.
Texto Literário
5
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Texto 1:
Asa Branca (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira - 1947) Quando olhei a terra ardendo
Qual fogueira de São João
Eu perguntei, ai Meu Deus do céu, ai Por
que tamanha Judiação
Que braseiro,
Que fornalha,
Nenhum pé de plantação Por falta d'água
Perdi meu gado Morreu de sede Meu
alazão
Adequação textual
composição.
Linguagem não verbal: utiliza dos signos visuais para ser efetivada,
por exemplo, as imagens nas placas e as cores na sinalização de trânsito.
Linguagem mista Além da linguagem verbal e não verbal há a linguagem mista (ou híbrida). A
linguagem mista utiliza as duas modalidades de
linguagem para emitir uma mensagem, ou seja, a linguagem verbal e não verbal.
6
Licenc
iado pa
Linguagem formal: A linguagem formal deve ser aplicada em
contextos de comunicação mais sérios, como em reuniões importantes e afins. A língua
ra - Sa
é utilizada em sua variedade padrão, não abrindo exceções
para gírias, expressões coloquiais ou até mesmo erros gramaticais e ortográficos.
ra Cris
Linguagem informal: Na linguagem informal, o falante apresenta uma realização mais "básica" ,
tina Fil
descontraída e que contempla a comunicação
meno d o
do cotidiano. É usada em contextos comunicativos neutros, como conversas entre amigos e
familiares.
a Cunh
a - und
A linguagem nem sempre existiu, ela não é algo que
antecede a existência da humanidade, muito pelo contrário, ela é justamente
decorrente da necessidade que os seres humanos tinham de se comunicar, efined
organizar e transformar o meio ao qual estavam inseridos para sobreviver.
Logo, a linguagem surgiu por uma necessidade de sobrevivência e, após
inúmeros processos sociais, culturais e históricos, ela se tornou a via de
- Prote
Língua
A língua não existe fora da sociedade, igualmente, a sociedade não existe sem ela.
Em outras palavras, se não existissem pessoas agrupadas para
se comunicar e se, através de processos históricos, culturais e sociais, essas
pessoas não tivessem desenvolvido formas de comunicação em
comum, como existiria a língua? Ou, inversamente, se não houvessem maneiras de
se comunicar, como seria possível haver coesão e entendimento
entre os sujeitos para existir uma sociedade?
Com isso, evidencia-se a interdependência entre a linguagem e a sociedade. A língua,
assim como a sociedade e a cultura, está em um constante
processo de transformação.
A adequação da língua
Como o ato comunicativo efetivo (enunciação) é muito complexo, os conceitos de
7
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várias circunstâncias:
8
Licenc
iado pa
ra - Sa
ra Cris
tina Fil
meno d o
a Cunh
a - und
efined
Signo linguístico
- Prote
Fala
gido po
•
r Eduz
•
[Link]
9
Escrita e oralidade
O Processo de comunicação em um enunciado pode efetivar-se de formaoral ou escrita.
Portanto, distinguimos duas modalidades para a interação social pelalinguagem: a falada e a
escrita.
Tanto na história da humanidade como em nossa história individual,primeiro falamos, depois
escrevemos.
E mais: a modalidade falada é adquirida naturalmente, enquanto a escritaé aprendida.
Na fala, o significante é sonoro (conjunto de sons - fonemas - que
representam uma ideia); na escrita, é gráfico (conjuntos de letras,
representações gráficas dos sons da língua).
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As modalidades falada e escrita têm características particulares na
produção do enunciado, o que permite reconhecer marcas da escrita e
marcas da oralidade.
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Vejamos os exemplos:
•regra, um
O texto falado por um apresentador de telejornal é, via de
texto que pertence à modalidade ESCRITA: é
previamente planejado, contínuo, apresenta estruturas
sintáticas elaboradas; em outras palavras: tem TODAS as
marcas da escrita e NENHUMA marca da oralidade (na
verdade o texto é previamente escrito e lido, no ar, pelos
apresentadores);
• 1982):
"Não sei se devo fazer a pergunta que eu tinha preparado, porque acho que, do que foi dito
aqui, muitas coisas ficaram em aberto, poderiam
ser aprofundadas. Em todo caso vou fazer essa pergunta e vocês responderãose quiserem,
ou, se preferirem, poderão voltar às coisas que
ficaram em suspenso nas intervenções anteriores".
Semântica
• denominada de semântica
Semântica Histórica:
diacrônica, se encarrega
de estudaro significado
das palavras em
determinado espaço de
tempo.
Sinônimos e antônimos
Os sinônimos e os antônimos designampalavras (substantivos, adjetivos,
verbos, complementos, etc.), que segundo seu significado, ora se assemelham
(sinônimos) eora são opostas (antônimos).
• Sinônimos
Do grego, o termo sinônimo (synonymós) é
formado pelas palavras “syn” (com); e “onymia”(nome), ou seja, no modo literal significa aquele
que está com o nome ou mesmo semelhante a ele. Não obstante, a sinonímia é o ramo da
semântica que estuda as palavras sinônimas, ouaquelas que possuem significado ou sentido
semelhante, sendo muito utilizadas nas produções dos textos, uma vez que a repetição das
palavras empobrece o conteúdo.
• Antônimos
Do grego, o termo antônimo corresponde a união das palavras “anti” (algo contrário
ou oposto) e “onymia” (nome). A antonímia é oramo da semântica que se debruça
nos estudos sobre as palavras antônimas. Do mesmo modo que os sinônimos, os
antônimos são utilizados como recursos estilísticos na produção dos textos.
Sinônimos Imperfeito
São as palavras que compartilham significados semelhantes e não idênticos , por exemplo, feliz e
alegre ; cidade e município ; córrego e riacho.
Sinônimos Perfeito
são as palavras que compartilham significados idênticos,
porbexemplo: léxico e vocabulário
Paronímiae Homonímia
Os Homônimos e os Parônimos são termos quefazem parte do estudo da
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Os parônimos são as palavras que se assemelham na
grafia e na pronúncia, entretanto, diferem no sentido.
Por isso, é muito
importante tomar
conhecimento
dessestermos para
que não haja
confusão.
A seguir, alguns exemplos de palavras parônimas:
Conotaçãoe denotação
A denotação designa o sentido real, literal e objetivo da palavra. Ela explora uma linguagem
mais informativa, em detrimento de uma linguagem mais poética (conotativa).
Exemplos:
Ele foi um cara de pau! (sentido conotativo) Não foi aquele cara que te pediu informação
ontem? (sentido denotativo)
Agiu como um porco. (sentido conotativo)No sítio do meu avô há um porco. (sentidodenotativo).
Polissemia e
Ambiguidade
Polissemia
Polissemia é a propriedade que uma mesma palavra tem
de apresentar mais de um significado nos múltiplos
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Ambiguidade
O professor da Maria terminou a aula fazendo apontamentos no seu caderno.A Maria fez
Tipos de Textos
• Os tipos de textos são classificados de acordo com sua
estrutura,objetivo e finalidade.
1. Texto Narrativo
• A marca fundamental do texto narrativo é a existência de um enredo,
no qual são desenvolvidas as ações daspersonagens, marcadas pelo
• tempo e pelo espaço.
Assim, a narração engloba o que chamamos de 5 elementos da narrativa:
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• Enredo: designa a história da narrativa. Dependendo de como a trama é contada, ele é
classificado em dois tipos: enredo
linear (sequência cronológica) e enredo não linear (não possui uma sequência cronológica).
• Narrador: também chamado de foco narrativo, representa a "voz do texto", ou
seja, determina quem está contando ahistória. Os tipos de
• narrador são: narrador observador (não faz parte da história, sendo somente um
observador), narrador personagem (faz parte da história) e
• narrador onisciente (conhece todos os detalhes da narração).
• Personagens: são aqueles que fazem parte da história e podem ser: personagens principais
(protagonista e antagonista)
ou personagens secundárias (adjuvante ou coadjuvante).
• Tempo: marca o momento em que a trama está sendo desenvolvida. Ele é dividido
em dois tipos: tempo cronológico etempo psicológico.
• Espaço: representa o local (ou locais) onde se desenvolve a história e que pode ser: físico,
psicológico ou social.
• deacontecimentos.
• Clímax: representa a parte mais
surpreendente etensa da narrativa.
emocionante,
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• Para entender melhor esse tipo de texto, segue abaixo um exemplo de umafábula do
escritor grego Esopo.
A Rã e o Boi
Uma rã estava no prado olhando um boi e sentiu tal inveja do tamanho dele
que começou a inflar para ficar maior.
Então, outra rã chegou e perguntou se o boi era o
maior dos dois.A primeira respondeu que não – e se
esforçou para inflar mais.
Depois, repetiu a pergunta:
- Quem é maior agora? A outra rã respondeu :
- O boi.
A rã ficou furiosa e tentou ficar maior inflando mais e mais, até quearrebentou.
2. Texto Descritivo
O texto descritivo é um tipo de texto que apresenta a
descrição dealgo, seja de uma pessoa, um objeto, um
local, etc. Assim, ele expõe apreciações, impressões e
observações de algo indicando osaspectos, as
características, os detalhes singulares e os pormenores.
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iado pa
detextos dissertativos. Assim, o uso de
• argumentações e contra argumentações são fundamentais.
ra - Sa
• Alguns exemplos de textos dissertativos:
ra Cris
Resenha
Artigo
Monografia
tina Fil
Editorial
meno d o
O exemplo abaixo é um editorial da seção Tecnologia do jornal
Correio braziliense.
App criado por publicitário "paga" para usuário assistir a
a Cunh
propagandas.
No app Curió, os usuários assistem a conteúdos publicitários de
forma voluntária e ganham pontos para trocar por brindes.
a - und
Há dois anos, o aplicativo Curió veicula
publicidade de uma formadiferente e efined
inovadora. O empresário e criador do app,
Jean Silva,33 anos, observou que os meios
tradicionais de divulgação publicitária não
- Prote
20
constrói um ciclo sem tanta lucratividade.
Em uma pesquisa realizada pelos
desenvolvedores do Curió, o
resultado de efetividade das peças
publicitárias é10 vezes maior no
app, em relação ao Instagram e
YouTube.
(Ana Clara Avendaño, Correio Braziliense 26/05/2020)
• 4. Texto Expositivo
O texto expositivo pretende apresentar um temaa
partir de recursos como a conceituação, a
definição, a descrição, a comparação, a informação
e enumeração. Dessa forma, o objetivo central do
emissor é explanar, discutir eexplicar sobre um
determinado assunto.
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elétrica, provocando faíscas e gastando a energia que estava
acumulada.
[Hidráulica] Que provoca
uma alteração ao redor
daquilo queobstrui o
escoamento de fluidos.
expressão
Tecnologia Disruptiva.
Designação atribuída a uma
inovação tecnológica
(produto ou serviço) capaz de
derrubar uma tecnologiajá
preestabelecida no mercado.
Etimologia (origem da palavra disruptivo). Do francês distuptif.
• 5. Texto Injuntivo
O texto Injuntivo ou instrucional está pautado naexplicação e no método para a
realização de algo.
Dia do Juízo
Todos são obrigados a parar no
Dia do Juízo para ganhar $48.000
por cadafilho, pagar todas as notas
promissórias – caso tiver – e
decidir se vai tentar ser:
1) Milionário: quem
achar que tem dinheiro
suficiente para ganhar o
jogo.
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não tenho dinheiro suficiente e resolve arriscar
tudo! O competidor declara sua decisão a todos,
escolhe um número e gira a roleta. Se cair o
número escolhido, eleserá o vencedor. Do
contrário, o banqueiro recolhe seu dinheiro e ele
vaià falência.
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• Discurso Direto, Discurso Indireto e Discurso Indireto Livre são tipos de discursos utilizados
no gênero narrativo para introduzir as falas e os pensamentos dospersonagens. Seu uso varia
de acordo com a intenção do narrador
• Discurso Direto
No discurso direto, o narrador dá
uma pausa nasua narração e passa
a citar fielmente a fala do
personagem.
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Querendo ouvir sua voz, resolveu telefonar. Cumprimentou e perguntou quem estava
falando. Do outro lado, alguém respondeuao cumprimento e perguntou comtom de
simpatia com quem a pessoa queria falar.
Preciso sair por alguns instantes. Disse que precisava sair por alguns
(enunciadona 1.ª pessoa) instantes.(enunciado na 3.ª pessoa)
Sou a pessoa com quem falou há pouco. Disse que era a pessoa com quem tinha
(enunciado no presente) falado há pouco. (enunciado no imperfeito)
Não li o jornal hoje. (enunciado no Disse que não tinha lido o jornal.
pretéritoperfeito) (enunciadono pretérito mais que
perfeito)
Perguntou-me o que faria relativamente
O que fará relativamente sobre aquele
sobre aquele assunto. (enunciado no
assunto? (enunciado no futuro do
futurode pretérito)
presente)
Não me ligues mais! (enunciado no modo Pediu que não lhe ligasse mais.
imperativo) (enunciado
no modo subjuntivo)
Isto não é nada agradável. Disse que aquilo não era nada
(pronomedemonstrativo em 1.ª agradável.(pronome demonstrativo em
pessoa) 3.ª pessoa)
Vivemos muito bem aqui. (advérbio Disse que viviam muito bem lá.
delugar aqui) (advérbio delugar lá)
• Não existem marcas que mostrem a mudança do discurso. Por isso, as falas dos
personagens e do narrador - que sabe tudo o que se passa
Elementos da comunicação
Elementos da comunicação
Eles são a base da troca de informações entre o emissor e o receptor, garantindo que a
mensagem seja transmitida com clareza e eficácia.
• Emissor ou remetente – Aquele que envia a mensagem, seja pela forma oral,
escrita, gestos, expressões, desenhos etc. Pode ser um
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Licenc
audiovisual;
iado pa
• Código – O código é um conjunto de signos estruturados que pode ser verbal
ou não-verbal. Trata-se da maneira pela qual a
ra - Sa
•
ra Cris
mensagem se organiza. O código pode ser a Língua Portuguesa ou a Língua
Brasileira de Sinais (LIBRAS), por exemplo.
tina Fil
• Canal – É o meio utilizado para a transmissão da mensagem. O canal pode ser
o
uma revista, jornal, livro, rádio, internet, telefone, TV etc.;
meno d
•
a Cunh
Receptor ou destinatário – Quem recebe a mensagem (lê, ouve, vê), quem
a decodifica. Também pode ser uma pessoa apenas ou um
a - und
• grupo;
efined
•
gido po
receptor.
r Eduz
[Link]
Etapas da comunicação
As etapas da comunicação são interdependentes e ocorrem de forma simultânea.
Quando todas esses etapas funcionam bem juntas, a
comunicação é eficaz e as mensagens são compreendidas adequadamente.
As etapas são:
•mensagem
Codificação: é a etapa pela qual o emissor transforma a
em um conjunto de sinais ou símbolos (como palavras,
• vídeo, etc.
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• Feedback: é a resposta do receptor à mensagem recebida, indicando se a
mensagem foi compreendida corretamente ou não.
Funções da
linguagem Funções da
Linguagem
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Licenc
transmitir suas emoções, sentimentos e subjetividades
iado pa
por meio da própria opinião.
ra - Sa
para o emissor, uma vez que possui um caráter pessoal.
Como exemplos podemos destacar: os textos poéticos, as
cartas, os diários. Todos eles são marcados pelo uso de
ra Cris
sinaisde pontuação, por exemplo, reticências, ponto de
exclamação,etc.
tina Fil
Exemplo de função emotiva
o
Meus amores, tenho tantas saudades de vocês … Masnão
meno d
se preocupem, em breve a mamãe chega e vamosaproveitar
o tempo perdido bem juntinhos. Sim, consegui adiantar a
viagem em uma semana!!! Isso quer dizer que tenho muito
a Cunh
trabalho hoje e amanhã....
Quando chegar, quero encontrar essa casa
em ordem,combinado?!?
a - und
Função Poética efined
A função poética é característica das obras literárias que possuicomo marca a utilização do
sentido conotativo das palavras.
- Prote
Nessa função, o emissor preocupa-se de que maneira a mensagem será transmitida por
meio da escolha das palavras, das expressões, das
gido po
Função Fática
A função fática tem como objetivo estabelecer ou interromper a comunicação de modo
que o Exemplo de função fática
mais importante é a relação entre o emissor e o receptor damensagem.
Aqui, o foco reside no canal de comunicação.
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• Vote em mim!
• Entre. Não vai se arrepender!
• É só até amanhã. Não perca!
Função Metalinguística
A função metalinguística é caracterizada pelo uso da
metalinguagem, ou seja, a linguagem que se refere aela
mesma. Dessa forma, o emissor explica um códigoutilizando o
próprio código.
Um texto que descreva sobre a linguagem textual ou um
documentário cinematográfico que fala sobre a linguagem do
32
Licenc
cinema são alguns exemplos.
iado pa
Nessa categoria, os textos metalinguísticos
que merecem destaque são as gramáticas e
ra - Sa
os dicionários.
ra Cris
Exemplo de função metalinguística
tina Fil
Escrever é uma forma de expressão gráfica. Istodefine o que é
escrita, bem como exemplifica a função metalinguística.
meno d o
a Cunh
a - und
efined
- Prote
gido po
Figuras de linguagem I
r Eduz
Classificação das
figuras de linguagem
Observe:
1- Fernanda acordou às sete horas, Renata às nove horas, Paula às dez e meia.
2- "Quando Deus fecha uma porta, abre uma janela.“
3- Seus olhos eram luzes brilhantes
33
Licenc
Exemplo 1: há o uso de uma construção sintética ao deixar
iado pa
subentendido, na segunda e na terceira frase, um termo citado
anteriormente - o verbo acordar. Repare que a segunda e a última frase
do primeiro exemplo devem ser entendidas da seguinte forma:
ra - Sa
"Renata acordou às nove horas, Paula acordou às dez e meia. Dessa
forma, temos uma figura de construção ou de sintaxe.
ra Cris
Exemplo 2: a ideia principal do ditado reside num jogo conceitual entre
as palavras fecha e abre, que possuem significados opostos.
tina Fil
Temos, assim, uma figura de pensamento.
Exemplo 3: a força expressiva da frase está na associação entre os elementos olhos e luzes
o
brilhantes. Essa associação nos permite umatransferência de significados a ponto de usarmos
meno d
"olhos" por "luzes brilhantes". Temos, então, uma figura de palavra
a Cunh
Figura de palavra
A figura de palavra consiste na substituição de umapalavra por outra, isto é, no
emprego figurado, simbólico, seja por uma relação muito próxima
a - und
(contiguidade), seja por uma associação, uma comparação, uma
similaridade. Essesdois conceitos básicos - contiguidade e similaridade -
permitem-nos reconhecer dois tipos de figuras de palavras: a metáfora e a
efined
metonímia.
A metáfora
- Prote
"braço da cadeira").
Observe agora:
Seus olhos são luzes brilhantes.
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A metonímia
consiste em empregar um termo no lugar de outro,
havendo entre ambos estreita afinidade ou relação
de sentido. Observeos exemplos abaixo:
35
Licenc
7 - Continente pelo conteúdo:
iado pa
Bebeu o cálice todo. (= Bebeu todo o líquido que estava no cálice.)
ra - Sa
Os microfones foram atrás dos jogadores. (= Os repórteres foram atrás dos jogadores.)
ra Cris
Várias pernas passavam apressadamente. (= Várias pessoas passavam apressadamente.)
11 - Singular pelo plural:
tina Fil
A mulher foi chamada
para ir às ruas na luta por
seus direitos. (=As
o
mulheres foram
meno d
chamadas, não apenas
uma mulher.)
a Cunh
12 - Marca pelo produto:
Minha filha adora danone. (= Minha
filha adora o iogurte que é da marca
a - und
danone.)
efined
- Prote
gido po
r Eduz
[Link]
36
13 - Espécie pelo indivíduo:
O homem foi à Lua. (= Alguns astronautas foram à Lua.)
Catacrese:
Trata-se de uma metáfora que, dado seu uso contínuo, cristalizou-
se. A catacrese costuma ocorrer quando, por falta de um termo
específico para designar um conceito, toma-se outro
"emprestado".
Assim, passamos a empregar algumas palavras fora deseu sentido original. Exemplos:
"braço da cadeira"
"batata da perna"
"pé da mesa”
Perífrase
Trata-se de uma expressão que designa um ser através de alguma de
suas características ou atributos, ou de um fato que o celebrizou.
Veja o exemplo:
A Cidade Maravilhosa (= Rio de Janeiro) continua atraindo visitantes
do mundo todo.
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Exemplos:
O Divino Mestre (= Jesus Cristo) passou a vida praticando o bem.
O Poeta dos Escravos (= Castro Alves) morreu muito jovem.
Figuras de pensamento
Antítese:
Consiste na utilização de dois termos que contrastam entre si.
Ocorrequando há uma aproximação de palavras ou expressões de
sentidos opostos.
O contraste que se estabelece serve, essencialmente, para dar uma ênfaseaos
conceitos envolvidos que não se conseguiria com a
exposição isolada dos mesmos.
Observe os exemplos:
"O mito é o nada que é tudo." (Fernando Pessoa)
O corpo é grande e a alma é pequena.
"Quando um muro separa, uma ponte une."
"Desceu aos pântanos com os tapires; subiu aos Andes com os condores."(Castro
Alves)
Paradoxo
Consiste numa proposição aparentemente absurda, resultante da
união de ideias contraditórias.
Veja o exemplo:
Na reunião, o funcionário afirmou que o operário quanto mais
trabalha mais tem dificuldades econômicas.
Eufemismo
Consiste em empregar uma expressão mais suave, mais nobre
oumenos agressiva, para comunicar alguma coisa áspera,
desagradável ou chocante. Exemplos:
Ironia
Consiste em dizer o contrário do que se pretende ou em satirizar, questionar certo tipo
de pensamento com a intenção de ridicularizá-lo,
ou ainda em ressaltar algum aspecto passível decrítica.
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A ironia deve ser muito bem construída para que cumpra a sua finalidade; mal construída,
pode
passar uma ideia exatamente oposta à desejada pelo emissor. Veja os exemplos abaixo:
Como você foi bem na última prova, não tirou
Hipérbole
É a expressão intencionalmente exagerada com o intuito de realçar uma ideia.
Exemplos:
Faria isso milhões de vezes se fosse preciso.
"Rios te correrão dos olhos, se chorares." (Olavo Bilac)
Prosopopeia ou personificação
Consiste em atribuir ações ou qualidades
de seres animados a seresinanimados, ou
características humanas a seres não
humanos.
Observe os exemplos:
serra.
Chora, violão.
Figuras de linguagem II
Figuras de construção ou sintáticas
As figuras de construção ocorrem quando desejamos atribuir maior
expressividade ao significado. Assim, a lógica da frase é substituída pela
maior expressividade que se dá ao sentido.
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Licenc
iado pa
Elipse
Consiste na omissão de um ou mais termos numa oração que podem ser facilmente
identificados, tanto por elementos gramaticais
ra - Sa
presentes na própria oração, quanto pelo contexto.
Exemplos:
1) A cada um o que é seu. (Deve se dar a cada um o que é seu.)
ra Cris
2) Tenho duas filhas, um filho e amo todos da mesma maneira. (Nesse exemplo, as
desinências
tina Fil
verbais de tenho e amo permitem-nos a identificação do sujeito em elipse "eu".)
3) Regina estava atrasada. Preferiu ir direto para o trabalho. (Ela, Regina, preferiu ir direto
para o
o
trabalho, pois estava atrasada.)
meno d
Zeugma
a Cunh
Zeugma é uma forma de elipse. Ocorre quando é feita a omissão de um termo já
exemplos:
r Eduz
Assíndeto
É uma figura caracterizada pela ausência, pela omissão das conjunções
coordenativas, resultando no uso de orações coordenadas assindéticas.
Exemplos:
Tens casa, tens roupa, tens amor, tens
família. "Vim, vi, venci." (Júlio César)
Pleonasmo
Consiste na repetição de um termo ou ideia, com as mesmas palavras ou não. A
finalidade do pleonasmo é realçar a ideia, torná-la mais expressiva.
40
Licenc
iado pa
Veja este exemplo:
O problema da violência, é necessário resolvê-lo logo.
ra - Sa
Nesta oração, os termos "o problema da violência" e "lo"
exercem a mesma função sintática: objeto direto. Assim, temos
ra Cris
um
pleonasmo do objeto direto, sendo o pronome "lo" classsificado
tina Fil
como objeto direto pleonástico.
Outro exemplo:
Aos funcionários,
meno d o
não lhes
interessam tais
medidas. Aos
funcionários, lhes =
a Cunh
Objeto Indireto
a - und
"lhes" exerce a função de objeto indireto pleonástico.
Exemplos: efined
"Vi, claramente visto, o lumo vivo." (Luís de Camões)
"Ó mar salgado, quanto do teu sal são lágrimas de Portugal." (Fernando
- Prote
Pessoa)
"E rir meu riso." (Vinícius de Moraes)
"O bicho não era um cão,
gido po
Exemplos:
Vi aquela cena com meus próprios olhos.
Vamos subir para cima.
41
O rato roeu a roupa do rei de Roma
Assonância
Consiste na repetição ordenada de sons vocálicos idênticos.
Exemplos:
"Sou um mulato nato no sentido lato
mulato democrático do litoral."
Onomatopeia
Ocorre quando se tentam reproduzir na forma de
palavras os sons da realidade.
Exemplos: os sinos faziam blem- blem- blem. Miau miau. (som emitido pelo gato).
Cócórócócó.
42
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Coesão
Coesão é o nome que a gramática dá à conexão entre as ideias no texto. O ideal é existir
um encadeamento de informações, que o leitor possa seguir como um fluxo, sem pensar
demais para estabelecer as relações entre as partes. Ela é resultado da disposição
e da correta utilização das
palavras que propiciam a ligação entre frases, períodos e parágrafos de um texto
colaborando com sua organização.
A coesão pode ser:referencial,sequencial,lexical,por elipse ou por substituição.
Tipos de co e s ã o
Coesãoreferencial:
Nesse tipo de coesão são usados pronomes e expressões adverbiais para evitar
repetição de termos já citados ao longo
dotexto.
Exemplos:
-Você viu minha primapor aí? Ela disse que vinha hoje.
- Essa bolsa é[Link] está a sua?
-Jáarrumei todasas minhas malas,menos aquela.
Coesãosequencial:
Para a coesão sequencial, são usados conectivos e expressões que dão continuidade
aos assuntos ou fazem ligações entre as
orações, criando uma sequência e relação com aquilo que já foi falado, como: por
conseguinte, embora, logo, com o fim de, caso,entre outros.
Exemplos:
-Perante aqueleproblema,não foifáciltomaruma decisão.
-Isto posto,continuaremos realizandon ossa pesquisa.
Coesãolexical
Na coesão lexical são utilizados recursos coesivos que possibilitam a
manutenção do assunto sem repetirpalavras.
Exemplos:
- Um dos pesquisadores estava próximo de mais uma descoberta.
Os investigadores restantes aguardavam as conclusões.
43
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Coesão porelipse
Na coesão por elipse é feita a omissão de elementos já mencionados no texto,
desde que facilmente identificáveis.
Exemplos:
Exemplos:
44
C o e r ê n c ia
A coerência, por sua vez, é o conjunto de mecanismos usados para que o texto faça
sentido. Um texto é coerente quando
não apenas a sintaxe está impecável, mas a semântica e a lógica também. Assim como a
coesão, a coerência é
fundamental para dar encadeamento às ideias inseridas no texto.
Ela é a relação lógica das ideias de um texto que decorre da sua
argumentação - resultado especialmente dos conhecimentos do transmissor da
mensagem.
Exemplos:
P r i n c í p i o s B á sic o s da C o e r ê n c i a
45
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Licenc
iado pa
Exemplo:
ra - Sa
Vamos subir lá pra cima.
ra Cris
Princípio da Relevância - ideias que se relacionam
tina Fil
Esse último princípio parte do pressuposto de que não é possível construir fragmentos
desconexos relacionados em um texto mantendo
sua coerê[Link]:
o
Eu gostava muito de comprar pêras na feira. Nunca fui de jogar. Meu melhor amigo era
meno d
um gato chamado Bolinha. As pêras eram
deliciosas. Quando meu melhor amigo miava eu sabia que ele queria jogar bola.
a Cunh
I n f o r m ativi d a d e
a - und
Leitores apreciam textos pouco previsíveis, que trazem muitas informações, dados,
descobertas e aprendizado. Chamamos esse fator de informatividade, e tanto a falta
quanto o excesso deinformatividadeprejudicama aceitação de um texto.
efined
Se, por um lado, textos pouco ou nada informativos afastam os leitores, por outro uma
produção embasada em toneladas de dados pode confundir o leitor e prejudicar a
compreensão do texto. O ideal é empregar dados apenas onde são necessários, para
- Prote
46
47
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48
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[Link]
r Eduz
gido po
- Prote
efined
a - und
a Cunh
omeno d
tina Fil
ra Cris
ra - Sa
iado pa
49
Licenc
50
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[Link]
r Eduz
gido po
- Prote
efined
a - und
a Cunh
omeno d
tina Fil
ra Cris
ra - Sa
iado pa
51
Licenc
52
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[Link]
r Eduz
gido po
- Prote
efined
a - und
a Cunh
omeno d
tina Fil
ra Cris
ra - Sa
iado pa
53
Licenc
54
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PONTUAÇÃO
58
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60
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[Link]
r Eduz
gido po
- Prote
efined
a - und
a Cunh
omeno d
tina Fil
ra Cris
ra - Sa
iado pa
61
Licenc
Licenc
iado pa
ra - Sa
ra Cris
tina Fil
meno d o
a Cunh
PONTUAÇÃO:
a - und
Dois-pontos ( : )
efined
a) Iniciar fala de personagens:
O aluno respondeu:
- Prote
– Parta agora!
gido po
Esse é o problema dos caixas eletrônicos: não tem ninguém para auxiliar os mais
idosos.
[Link]
Como já dizia Vinícius de Morais: “Que o amor não seja eterno posto que é chama, mas
quesejainfinitoenquantodure.”
Parênteses ( )
62
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a) Isolar palavras, frases intercaladas de caráter explicativo, datas e também podem substituir a
vírgula ou o travessão:
Manuel Bandeira não pôde comparecer à Semana de Arte Moderna(1922).
"Uma manhã lá no Cajapió (Joca lembrava-se como se fora na véspera), acordara depois
duma grande tormenta no fim do verão.”(OmilagredaschuvasnoNordeste-GraçaAranha)
Ponto de Exclamação ( ! )
a) Após vocativo
Ana, boatarde!
Cale-se!
c) Após interjeição:
Quepena!
Ponto e vírgula ( ; )
a) Utilizamos ponto e vírgula para separar os itens de uma sequência de outros itens:
Antes de iniciar a escrita de um texto, o autor deve fazer-se as seguintes perguntas:I- Oquedizer;
IIA quem dizer;
IIIComo dizer;
IVPor que dizer;
63
b) Utilizamos ponto e vírgula para separar orações coordenadas muito extensas ou
orações
Travessão ( — )
b) Utilizamos o travessão para indicar mudança do interlocutor nos diálogos
explicativas:
64
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Pelé —o rei dofutebol —anunciou suaaposentadoria.
Aspas ( “”)
a) Isolar palavras ou expressões que fogem à norma culta, como gírias, estrangeirismos,
FIQUE ATENTO!
Caso haja necessidade de destacar um termo que já está inserido em uma sentença destacada
por aspas,
esse termo deve ser destacado com marcação simples ('), não dupla (").
Hífen
65
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Casos em que o hífen é empregado:
66
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[Link]
r Eduz
gido po
- Prote
efined
a - und
a Cunh
omeno d
tina Fil
ra Cris
ra - Sa
iado pa
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Licenc
69
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[Link]
r Eduz
gido po
- Prote
efined
a - und
a Cunh
omeno d
tina Fil
ra Cris
ra - Sa
iado pa
70
Licenc
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ACENTUAÇÃO GRÁFICA
ANTES DOS ACENTOS, A PROSÓDIA
Saber qual a sílaba tônica de uma palavra significa pronunciá-la corretamente e esse
estudo cabe a uma parte da gramática chamadaprosódia, que se destinada aos estudos
sobre a posição correta da sílaba tônica. Quanto à posição da sílaba tônica, as palavras
portuguesas dividem-se em três tipos:
Oxítonas – tonicidade na última sílaba.
Paroxítonas – tonicidade na penúltima sílaba.
Proparoxítonas – tonicidade na antepenúltima sílaba.
Obs.: As palavras monossílabas não se enquadram nesta classificação,dividindo-se
simplesmente em “átonas” e “tônicas”
REGRAS DE ACENTUAÇÃO
Monossílabos tônicos
71
Graficamente, acentuam-se os monossílabos terminados em:
Entretanto, os monossílabos tu, noz, vez, par, quis, etc., não sãoacentuados.
Observações:
Os monossílabos tônicos formados por ditongos abertos -éis, -éu, -óirecebem o
acento.
Forma verbal que antes era acentuada agora é grafada sem o sinal gráfico.
Oxítonas:
de “s”.
72
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Pará, café, carijó, armazém, parabéns.
Paroxítonas:
Observações importantes:
a) De acordo com a nova ortografia, os ditongos terminados em –ei e –oinão são mais
acentuados. Perceba como eram antes e como agora são grafados:
Coréia Coreia
plebéia plebeia
idéia ideia
73
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Odisséia Odisseia
jibóia jiboia
asteróide asteroide
paranóia paranoia
Entretanto, o acento ainda permanece nas oxítonas terminadas em –éu, -óie éis:
O mesmo acontece com o “i” e o “u” tônicos dos hiatos, não antecedidos de
ditongos:
As formas verbais que possuem o acento na raiz com o “u” tônico precedido das
letras “q” e “g” e seguido de “e” ou “i” não serão mais acentuadas.
Atenção:
- Quando o verbo admitir duas pronúncias diferentes, usando “a” ou “i” tônicos,
essas vogais serão acentuadas:
74
Licenc
iado pa
Exemplos:
ra - Sa
eu águo, eles águam, eles enxáguam (a tônico); eu delínquo, eles delínquem (ítônico).
tu apazíguas, que eles apazíguem.
ra Cris
- Se a tônica, na pronúncia, cair sobre o u, ele não será acentuado:
tina Fil
Exemplos:
Eu averiguo, eu aguo.
meno d o
Não será mais usado o acento agudo para diferenciar determinados vocábulos.
a Cunh
pôde = 3ª pessoa do pretérito perfeito do indicativo (verbo poder)
a - und
pode = 3ª pessoa do presente do indicativo (verbo poder)
ESTRUTURA DA PALAVRA
gido po
A análise destes exemplos mostra-nos que as palavras podem ser divididas em unidades
menores, a que damos o nome de elementos mórficos ou morfemas.
Vamos analisar a palavra "cachorrinhas":
Nessa palavra observamos facilmente a existência de quatro elementos. São eles:
cachorr - este é o elemento base da palavra, ou seja, aquele que contém o significado.
inh - indica que a palavra é um diminutivo
a - indica que a palavra é feminina
s - indica que a palavra se encontra no plural
75
Obs.: existem palavras que não comportam divisão em unidades menores, tais como: mar,
sol, lua, etc.
São elementos mórficos:
1) Raiz, radical, tema: elementos básicos e significativos
Radical
Há um morfema comum a todas as palavras que estamos analisando: escol-. É esse
morfema comum – o radical – que faz com que as consideremos palavras de uma mesma
família de significação – os cognatos. O radical é a parte da palavra responsável por sua
significação principal.
Afixos
Como vimos, o acréscimo do morfema –ar cria uma nova palavra a partir de escola.
De maneira semelhante, o acréscimo dos morfemas sub- e –arização à forma escol- criou
subescolarização. Esses morfemas recebem o nome de afixos.
o nomeQuando são colocados antes do radical, como acontece com sub-, os afixos recebem
de prefixos. Quando, como –arização, surgem depois do radical os afixos são
chamados de sufixos. Prefixos e sufixos, além de operar mudança de classe gramatical,
são capazes de introduzir modificações de significado no radical a que são acrescentados .
Desinências
Quando se conjuga o verbo amar, obtêm-se formas como amava, amavas, amava,
amávamos, amáveis, amavam. Essas modificações ocorrem à medida que o verbo vai
sendo flexionado em número (singular e plural) e pessoa (primeira, segunda ou terceira).
Também ocorrem se modificarmos o tempo e o modo do verbo (amava, amara, amasse,
76
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Licenc
iado pa
por exemplo).
ra - Sa
Podemos concluir, assim, que existem morfemas que indicam as flexões das
palavras. Esses morfemas sempre surgem no fim das palavras variáveis e recebem o nome
de desinências. Há desinências nominais e desinências verbais.
ra Cris
• Desinências nominais: indicam o gênero e o número dos nomes. Para a indicação
de gênero, o português costuma opor as desinências -o/-a: garoto/garota; menino/menina
tina Fil
Para a indicação de número, costuma-se utilizar o morfema –s, que indica o plural em
oposição à ausência de morfema, que indica o singular: garoto/garotos; garota/garotas;
meno d o
menino/meninos; menina/meninas.
No caso dos nomes terminados em –r e –z, a desinência de plural assume a forma -es:
mar/mares; revólver/revólveres; cruz/cruzes.
a Cunh
a - und
Desinências verbais: em nossa língua, as desinências verbais pertencem a dois tipos
distintos. Há aqueles que indicam o modo e o tempo (desinências modo-temporais) e
efined
aquelas que indicam o número e a pessoa dos verbos (desinência número-pessoais) - Prote
Vogal temática
Observe que, entre o radical cant- e as desinências verbais, surge sempre o morfema –a.
gido po
Esse morfema, que liga o radical às desinências, é chamado de vogal temática. Sua
função é ligar-se ao radical, constituindo o chamado tema. É ao tema (radical + vogal
r Eduz
Vogais temáticas nominais: São -a, -e, e -o, quando átonas finais, como em mesa, artista,
busca, perda, escola, triste, base, combate. Nesses casos, não poderíamos pensar que
essas terminações são desinências indicadoras de gênero, pois a mesa, escola, por
exemplo, não sofrem esse tipo de flexão. É a essas vogais temáticas que se liga a
desinência indicadora de plural: mesa-s, escola-s, perda-s. Os nomes terminados em
vogais tônicas (sofá, café, cipó, caqui, por exemplo) não apresentam vogal temática.
Vogais temáticas verbais: São -a, -e e -i, que caracterizam três grupos de verbos a
77
Licenc
iado pa
que se dá o nome de conjugações. Assim, os verbos cuja vogal temática é -a pertencem à
primeira conjugação; aqueles cuja vogal temática é -e pertencem à segunda conjugação e
ra - Sa
os que têm vogal temática -i pertencem à terceira conjugação.
ra Cris
Vogal ou consoante de ligação
tina Fil
As vogais ou consoantes de ligação são morfemas que surgem por motivos eufônicos, ou
seja, para facilitar ou mesmo possibilitar a leitura de uma determinada palavra. Temos um
o
exemplo de vogal de ligação na palavra escolaridade: o -i- entre os sufixos -ar- e -dade
meno d
facilita a emissão vocal da palavra. Outros exemplos: gasômetro, alvinegro, tecnocracia,
paulada, cafeteira, chaleira, tricota.
a Cunh
Sufixos que formam nomes de ação
a - und
-ada - caminhada -ez(a) - sensatez, beleza
-ança - mudança -ismo - civismo
-ância - abundância -mento - casamento efined
-ção - emoção -são - compreensão
-dão - solidão-tude - amplitude
-ença - presença -ura – formatura
- Prote
-ário(a) - secretário
-eiro(a) - ferreiro
r Eduz
-ista - manobrista
-or - lutador
-nte – feirante.
[Link]
-aço - ricaço
-ada – papelada
-agem – folhagem
-al – capinzal
-ame – gentame
78
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-eria – correria
-io – mulherio
-ume – negrume
79
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período, periscópio
programa
pros-: Adjunção, em adição a. prosélito, prosódia
protomártir
poli-: Multiplicidade. polissílabo, polissíndeto, politeísmo
simpatia, sinopse
tele-: Distância, afastamento. televisão, telepatia, telégrafo.
80
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advir, aposto
anteontem, antever
ambi-: Duplicidade. ambidestro, ambiente, ambiguidade, ambivalente
cooperativa, condutor
contra-: Oposição. Exemplos: contrapeso, contrapor, contradizer
decair, depor
de(s)-, di(s)-: Negação, ação contrária, separação. Exemplos: desventura, discórdia,
discussão
e-, es-, ex-: Movimento para fora. Exemplos: excêntrico, evasão, exportação,
expelir
en-, em-, in-: Movimento para dentro, passagem para um estado ou forma,
ob-, o-: Posição em frente, oposição. Exemplos: obstruir, ofuscar, ocupar, obstáculo.
81
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so-, sob-, sub-, su-: Movimento de baixo para cima, inferioridade. soterrar,
sobpor, subestimar
supérfluo
soto-, sota- : Posição inferior. Exemplos: soto-mestre, sota-voga, soto-pôr
companhia
82
Licenc
iado pa
Formação de palavras Derivação e Composição
ra - Sa
As palavras que compõem o léxico da língua são formadas principalmente por dois
ra Cris
processos morfológicos:
Derivação (prefixal, sufixal, parassintética, regressiva e imprópria) Composição (justaposição
e aglutinação).
tina Fil
Palavras Primitivas e Derivadas:
Antes de mais nada, vale ressaltar dois conceitos importantes para o estudo de formação
o
das palavras.
meno d
Os vocábulos “primitivos” são as palavras que originam outras. Já as palavras “derivadas”
são aquelas que surgem a partir das palavras primitivas.
Exemplos:
a Cunh
dente (primitiva) e dentista (derivada)
mar (primitiva) e marítimo (derivada)
a - und
sol (primitiva) e solar (derivada)
Derivação
- Prote
Derivação Prefixal
r Eduz
Processos de Derivação
Derivação Sufixal
83
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Ex.: deslealmente (des- prefixo e -mente sufixo). Você pode observar que os dois afixos são
independentes: existem as palavras, desleal e lealmente.
Processos de Derivação
Derivação Parassintética
Ex.: anoitecer (a- prefixo e -ecer - sufixo), neste caso, não existem as palavras anoite e
noitecer, pois os afixos não podem se separar.
Processos de Derivação
Derivação Regressiva
Processos de Derivação
Derivação Imprópria
Exemplos:
84
Licenc
iado pa
coelho - substantivo comum, usado como substantivo próprio - Daniel Coelho da Silva.
ra - Sa
verde, geralmente usado como adjetivo - Comprei uma camisa verde-, é usado como
substantivo: O verde do parque comoveu a todos.
ra Cris
Processos de Composição
Os processos de composição de palavras envolvem mais de dois radicais de palavras,
tina Fil
sendo classificadas em:
Justaposição: Na união dos termos, os radicais não sofrem qualquer alteração em sua
estrutura, por exemplo, surdo-mudo, guarda- chuva, abre latas, etc.
meno d o
Aglutinação: Na união dos termos, pelo menos um dos radicais sofre alteração em sua
estrutura, por exemplo, planalto (plano alto), hidroelétrica (hidro e elétrica), etc.
a Cunh
a - und
Hibridismos
condenável, talvez pela não uniformidade da origem dos elementos que formam o
composto, sobretudo provenientes do grego e do latim. Contudo, a bem da verdade, vale
gido po
representativos:
Alcaloide – Álcali (árabe) + óide (grego)
[Link]
Hibridismos
Autoclave – Auto (grego) + clave (latim)
Bicicleta – Bi (latim) + ciclo (grego) + eta (-ette, francês)
Burocracia – Buro (francês) + cracia (grego)
Endovenoso – Endo (grego) + venoso (latim)
85
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+ acidez (português)
Monocultura – Mono (grego) + Cultura (latim)
Psicomotor – Psico (grego) + motor (latim)
Romanista – Romano (latim) + -ista (grego)
Sociologia – Socio (latim) + -logia (grego)
Zincografia – Zinco (alemão) + grafia (grego)
Formação de palavras II
Neologismo
(BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. Rio de Janeiro: José Olympio, 1970)
Podemos classificar como neologismo todas as palavras que não existiam e passaram a
existir, independentemente do tempo de
vida. Ele pode ser percebido na representação dos sons, por exemplo: puf!, crum!, miar,
piar, tibum, chuá, cataplaft, etc. Já na linguagem da internet temos: blza, flw, qq,vc, ker,
xau, bju, dentre outros.
Classificação do neologismo
Chamamos de neologismo novas palavras ou expressões da língua que surgem com o
papel de completar os espaços transitórios, permanentes ou momentâneos a respeito de
um novo conceito.
86
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Semântico
O vocábulo já existe, mas é atribuído a ele um novo significado. Exemplos:
proprietários);
Meu vizinho foi multado por fazer um gato na rede elétrica. (roubo de
energia);
Mamãe estava uma arara, em razão de termos chegado tarde. (com raiva);
Lexical
Um novo vocábulo é criado.
Exemplos:
Deletar (eliminar);
Sintático
Vocábulo que ganha um significado específico. Exemplos:
ra - Sa
A operação-desmonte é uma invenção política mentirosa.
Literário
ra Cris
tina Fil
Classifica vocábulos criados por escritores de literatura ou compositores.
meno d o
Exemplos:
a Cunh
Brincriações, abensonhadas, ladainhando, bichanar, lençolar;
Agonizantista, pacatice, deceptude, calunismo, patifento.
a - und
Científico ou técnico
efined
Vocábulos criados para nomear novos equipamentos, procedimentos, invenções,
descobertas,...
- Prote
Popular
r Eduz
Mané;
.
Refri
Estrangeirismo
A língua portuguesa conta com um grande número de palavras
estrangeiras, sobretudo, de origem inglesa (denominada “anglicismo”). Isso porque a língua
inglesa é muito influente, sendo considerada a língua mundial dos negócios.
Importante lembrar que a maioria dos vocábulos da língua portuguesa são de origem latina,
grega, árabe, espanhola, italiana, francesa ou inglesa.
Palavras como hot-dog (cachorro quente), show (espetáculo), bacon (toucinho), mouse
(computador) são palavras estrangeiras em que não ocorreu o "aportuguesamento".
88
Entretanto, há termos em que o processo de
aportuguesamento é notório, ou seja, a adaptação das palavras para o português, por
exemplo:
Exemplo de Estrangeirismo
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Toda hora rola um insight
Já fui fã do Jethro Tull
Hoje me amarro no Slash
Minha vida agora é coo
Meu passado é que foi trash...
Fica ligado no link
Que eu vou confessar my love
Depois do décimo drink
Só um bom e velho engov
Eu tirei o meu green card
E fui prá Miami Beach
Posso não ser pop-star
Mas já sou um noveau-riche...
Eu tenho sex-appeal
Saca só meu background
Veloz como Damon Hill
Tenaz como Fittipaldi
Quero jogar no dream team
De dia um macho man
E de noite, drag queen...
O MÉTODO
Palavras variáveis - aquelas que variam em gênero, númeroe grau: substantivo, verbo,
adjetivo, pronome, artigo e numeral.
VERBO
90
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Licenc
iado pa
INTERJEIÇÃO
ra - Sa
PRONOME
ra Cris
SUBSTANTIVO
tina Fil
NUMERAL
meno d o
ARTIGO
a Cunh
CONJUNÇÃO
a - und
ADJETIVO efined
PREPOSIÇÃO
- Prote
ADVERBIO
gido po
r Eduz
Verbo
[Link]
é a palavra que indica ações, estado ou fenômeno da natureza, tais como: sairemos,corro,
chovendo.
91
Chovendo, eu não vou.
Interjeição
é a palavra que exprime emoções e sentimentos, tais como: Olá!, Viva! Psiu!.
Pronome
é a palavra que substitui ou acompanha o substantivo, indicando a relação das pessoas do
discurso, tais como: eu,contigo, aquele.
Substantivo
92
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Licenc
iado pa
é a palavra que nomeia os seres em geral, desdeobjetos, fenômenos, lugares, qualidades,
ações,dentre outros, tais como: Ana, Brasil, beleza.
ra - Sa
Exemplos de frases com substantivo:A Ana é super inteligente.
ra Cris
O Brasil é lindo.
tina Fil
A tua beleza me encanta.
meno d o
Numeral
é a palavra que indica a posição ou o número deelementos, tais como: um, primeiro,
a Cunh
dezenas.
a - und
Exemplos de frases com numeral:
efined
Um pastel, por favor! - Prote
Primeiro as damas.
gido po
Artigo
é a palavra que antecede o substantivo, tais como: o,as, uns, uma.
O menino saiu.
93
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As meninas saíram.
Conjunção
é a palavra que liga dois termos ou duas orações de mesmo valor gramatical,
Adjetivo
é a palavra que caracteriza, atribui qualidades aossubstantivos, tais como: feliz,
superinteressante, amável.
Preposição
é a palavra que liga dois elementos da oração, tais como: a,após, para.
94
Exemplos de frases com preposição:
Advérbio
é a palavra que modifica o verbo, o adjetivo ou outro advérbio, exprimindo circunstâncias
de tempo, modo, intensidade, entre outros, tais como: melhor, demais, ali.
O restaurante é ali.
Frase
Frase é todo enunciado de sentido completo, podendo ser formada por uma só palavra ou
por várias, podendoter verbos ou não. A frase exprime, através da fala ou da escrita:
ideias
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emoções
ordens
apelos
A frase se define pelo seu propósito comunicativo, ou seja, pela sua capacidade de, num
intercâmbio
linguístico, transmitir um conteúdo satisfatório para a situação em que é utilizada.
Exemplos:
O Brasil possui um grande potencial turístico.
Espantoso!
Não vá embora.
Silêncio
O telefone está tocando
Observação: a frase que não possui verbo denomina-se Frase Nominal.
Na língua falada, a frase é caracterizada pela entoação, que indica nitidamente seu início e
seu fim. A entoação pode vir acompanhada por gestos, expressões do rosto, do olhar, além
de ser complementada pela situação em que o falante se encontra. Esses fatos contribuem
para que frequentemente surjam frases muito simples, formadaspor apenas uma palavra.
Observe:
Rua !
Ai !
96
Licenc
iado pa
constitui uma frase, enquanto:
ra - Sa
Alegres meninas estavam as.
não é considerada uma frase da língua portuguesa.
ra Cris
Tipos de Frases
tina Fil
Muitas vezes, as frases assumem sentidos que só podem ser integralmente captados se
atentarmos para o contexto em que são empregadas.
meno d o
É o caso, por exemplo, das situações em que se explora a ironia.
Pense, por exemplo, na frase "Que educação!", usada quando se vê alguém invadindo,
a Cunh
com seu carro, a faixa de pedestres.
a - und
Nesse caso, ela expressa exatamente o contrário do que aparentemente diz.
A entoação é um elemento muito importante da frase falada, pois nos dá uma ampla
efined
possibilidade de expressão. Dependendo de como é dita, uma frase simples como "É ela."
pode indicar constatação, dúvida,surpresa, indignação, decepção, etc. Na língua escrita, os
sinais de pontuação podem agir como definidores do sentido das frases.
- Prote
gido po
r Eduz
[Link]
97
Oração:
Uma frase verbal pode ser também uma oração.
Para isso é necessário:
Por Exemplo:
Período
98
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Período Simples
É aquele constituído por apenas uma oração, que recebe o nomede oração absoluta.
Exemplos:
O amor é eterno.
Exemplos:
99
Licenc
iado pa
ra - Sa
ra Cris
tina Fil
meno d o
a Cunh
a - und
Sintaxe do período simples
Base da oração é o verbo. efined
- Prote
Sujeito:
gido po
100
Licenc
iado pa
Classificação do sujeito:
a) Simples
ra - Sa
Apresenta apenas um núcleo ligado diretamente ao verbo.
ra Cris
OBS: Se tiver preposição antes do substantivo, não poderá ser núcleo.
Por exemplo:
tina Fil
A rua estava deserta .
Observação: não se deve confundir sujeito simples com a noção de singular. Diz-se que o
meno d o
sujeito é simples quando o verbo da oração se refere a apenas um elemento, seja ele um
substantivo (singular ou plural), um pronome, um numeral ou uma oração subjetiva.
a Cunh
Por exemplo:
Os meninos estão gripados.
Todos cantaram durante o passeio.
a - und
a) Composto
Apresenta dois ou mais núcleos ligados diretamente ao verbo. efined
Tênis e natação são ótimos exercícios físicos.
- Prote
b) Implícito
Ocorre quando o sujeito não está explicitamente representado na oração,mas
pode ser identificado.
gido po
101
Licenc
iado pa
Choviam crianças na distribuição de brindes. (crianças=sujeito)Já amanheci cansado.
(eu=sujeito)
ra - Sa
a) Verbos ser, estar, fazer e haver, quando usados para indicar uma ideiade tempo ou
fenômenos meteorológicos:
ra Cris
Ser: É noite. (Período do dia)
Eram duas horas da manhã. (Hora)
tina Fil
Obs.: ao indicar tempo, o verbo ser varia de acordo com a expressão numérica que o
acompanha. (É uma hora/ São nove horas)
meno d o
Hoje é (ou são) 15 de março. (Data)
Obs.: ao indicar data, o verbo ser poderá ficar no singular, subentendendo-se a palavra dia,
ou
então irá para o plural, concordando com o número de dias.
a Cunh
Estar: Está tarde. (Tempo)
Está muito quente.(Temperatura)
a - und
Fazer: Faz dois anos que não vejo meu pai. (Tempo decorrido)
Fez 39° C ontem. (Temperatura)
Haver: Não a vejo há anos. (Tempo decorrido) efined
Havia muitos alunos naquela aula. (Verbo Haver significando existir)
- Prote
gido po
r Eduz
[Link]
Substantivo l
O que é Substantivo?
Eles podem ser flexionados em gênero (masculino efeminino), número (singular e plural)
102
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1. Substantivo Comum
Os substantivos comuns são as palavras que designamos seres da mesma espécie de
forma genérica: Exemplos: pessoa, gente, país.
2. Substantivo Próprio
3. Substantivo Simples
4. Substantivo Composto
5. Substantivo Concreto
Indicam: Conceito universal ou Imagem universal ou oque é feito de matéria.
Exemplos: menina, homem, cachorro, Deus, fada,espírito, sereia, saci, Ogum, Zeus.
103
6. Substantivo Abstrato
7. Substantivo Primitivo
Os substantivos primitivos, como o próprio nome indica,são aqueles que não derivam de
outras palavras.
8. Substantivo Derivado
9. Substantivo Coletivo
Os substantivos coletivos são aqueles que se referem aum conjunto de seres.
Exemplos: flora (conjunto de flores), álbum (conjunto defotos), colmeia (conjunto de
abelhas).
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Licenc
iado pa
Coletivo de credores: junta
Coletivo de demônios: legião
ra - Sa
Coletivo de desonestos: súcia
Coletivo de desordeiros: corja, choldra, farândola
Coletivo de especialistas: congresso
ra Cris
Coletivo de espectadores: auditório, plateia
tina Fil
Coletivo de examinadores: banca, junta
Coletivo de filhos: prole
o
Coletivo de heróis: falange
meno d
Coletivo de homens célebres pelo talento: plêiade
Coletivo de imigrantes: colônia
Coletivo de invasores: horda
a Cunh
Coletivo de jogadores: time, equipe
Coletivo de jurados: júri, conselho
Coletivo de ladrões: quadrilha, corja, choldra
a - und
Coletivo de malandros: cambada, corja, choldra
Coletivo de malfeitores: malta, bando, caterva, choldra
Coletivo de marinheiros: tripulação, chusma efined
Coletivo de médicos: junta
Coletivo de mercadores: caravana
- Prote
105
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SUBSTANTIVOS II
Gênero dos Substantivos
Substantivos Biformes: apresentam duas formas, ou seja, uma para o masculino e outra
para o feminino, porexemplo: professor e professora; amigo e amiga.
107
Epiceno
é um tipo de substantivo uniforme que possui somenteuma palavra para os dois gêneros
(masculino e feminino).
108
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a zebra
Sobrecomum
é um tipo de substantivo uniforme, ou seja, que apresenta somente um termo para os dois
gêneros (masculino e feminino).Ele é utilizado para nomear pessoas, por exemplo, a
palavra "criança", utilizada para os dois gêneros: a criança menino; a criança menina.
1. O anjo
João é um anjo que apareceu na minha vida.
Maria, funcionária da loja, é um anjo de mulher.
2. O cônjuge
3. a criança
4. o defunto
6. O gênio
7. o membro
109
Licenc
iado pa
Henrique foi membro do exército na Segunda Guerra Mundial.
ra - Sa
Juliana era membro do grupo de escoteiros em sua cidade natal.
8. o monstro
ra Cris
Naquele tarde chuvosa, Alan parecia um monstro.
tina Fil
9. a pessoa
o
Ele é a pessoa mais carinhosa que já conheci.
meno d
Ela é a pessoa mais atenciosa do trabalho.
10. a testemunha
a Cunh
Luís foi testemunha do crime passional.
a - und
Luísa foi testemunha do roubo que aconteceu na joalheria.
11. a vítima
efined
Lucas foi vítima de bullying na escola durante um ano.
Nesse caso, o que diferencia um termo de outro éo artigo que acompanha o substantivo: o,
r Eduz
Outra forma de identificar o gênero do substantivo de dois gêneros é por meio do adjetivo
[Link]
110
Licenc
iado pa
ra - Sa
O artista; a artista
O chefe; a chefe
O cliente; a cliente
O colega; a colega
ra Cris
O estudante; a estudante
O fã; a fã
tina Fil
O gerente; a gerente
O imigrante; a imigrante
O intérprete; a intérprete
o
O jornalista; a jornalista
meno d
a Cunh
Grau dos Substantivos
a - und
De acordo com o grau dos substantivos, eles são classificadosem aumentativo e
diminutivo:
efined
Aumentativo
Palavra que indica o aumento do tamanho de algum ser ou alguma [Link]-se em:
- Prote
Diminutivo
[Link]
Palavra que indica a diminuição do tamanho de algumser ou alguma coisa. Divide-se em:
Preposição
Preposição é a palavra que estabelece uma relação entre dois ou mais termos da
oração.
111
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Acompanhe os exemplos.
Os amigos de João estranharam o seu modo de vestir.
amigos de João / modo de vestir: elementos ligados por preposição
de: preposição
112
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d) Locuções Adverbiais
Por exemplo: Tive de agir "com cautela".
a, ante, após, até, com, contra, de, desde, em, entre, para, per, perante, por,
sem, sob, sobre, trás
Observações:
1) A preposição após, acidentalmente, pode ser advérbio, com a significação
de atrás, depois. Por exemplo: Os noivos passaram, e os convidados os
seguiram logo após.
2) Dês é o mesmo que desde e ocorre com pouca frequência em autores
modernos. Por exemplo:
Dês que começaste a me visitar, sinto-me melhor.
3) Trás, modernamente, só se usa em locuções adverbiais e prepositivas: por
trás, para trás, para trás de. Como
preposição simples, aparece, por exemplo, no antigo ditado:
Trás mim virá quem bom me fará.
4) Para, na fala popular, apresenta a forma sincopada pra. Por exemplo:
Bianca, alcance aqueles livros pra mim.
113
Licenc
iado pa
5) Até pode ser palavra denotativa de inclusão. Por exemplo: Os ladrões
roubaram-lhe até a roupa do corpo.
ra - Sa
ra Cris
tina Fil
meno d o
a Cunh
a - und
efined
- Prote
gido po
Locução Prepositiva
r Eduz
114
[Link]
r Eduz
gido po
- Prote
efined
a - und
a Cunh
omeno d
tina Fil
ra Cris
ra - Sa
115
iado pa
Licenc
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116
• Meio - Voltarei a andar a cavalo.
• Matéria - Devolva-me meu anel de prata.
• Posse - Este é o carro de João.
• Oposição - O Flamengo jogou contra Fluminense.
Conteúdo - Tomei um copo de (com) vinho.
Preço - Vendemos o filhote de nosso cachorro a (por) R$ 300,00.
Origem - Você descende de família humilde. Especialidade - João formou-se em
Medicina.
Destino ou direção - Olhe para frente!
Por exemplo:
Fui a Brasília.
Pronome Pessoal Oblíquo: ao substituir um substantivo na frase. Por exemplo:
Eu levei Júlia a Brasília.
Eu a levei a Brasília.
117
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Transitividade
verbal
Verbo transitivo
118
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Verbo intransitivo
119
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Verbo de ligação
Veja:
1- O jovem anda devagar.
anda = verbo intransitivo, expressa uma ação.
120
121
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Objeto Indireto:
122
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Sujeito
indeterminado
Sujeito indeterminado
123
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nenhum termo identificado anteriormente (nem em outra oração):
Por exemplo: Procuraram você por todos os lugares.
Estão pedindo seu documento na entrada da festa.
Essa construção ocorre com verbos que não apresentam complemento direto
Exemplos:
Por exemplo: Era penoso estudar todo aquele conteúdo. É triste assistir a
124
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[Link]
r Eduz
gido po
- Prote
efined
a - und
a Cunh
omeno d
tina Fil
ra Cris
ra - Sa
125
iado pa
Licenc
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Pronomes
Pessoais
1. Pronomes Pessoais;
2. Pronomes Possessivos;
3. Pronomes Demonstrativos;
4. Pronomes de Tratamento;
5. Pronomes Relativos;
6. Pronomes Interrogativos;
7. Pronomes Indefinidos.
126
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1. Pronome Pessoal
127
Pronomes do caso reto
Note que os sujeitos dos dois enunciados são pronomes pessoais, pois referem-se
às pessoas do discurso (nos dois casos, à 1ª pessoa), e são do caso reto, pois
exercem função de sujeito nos respectivos enunciados. Veja outros exemplos
agora:
As flores desabrocharam ontem.
(Sujeito + verbo + complemento)
Meu irmão e a vizinha dele foram ao mercado juntos.
(Sujeito + verbo + complemento)
Dessa vez, os sujeitos dos dois enunciados não são pronomes pessoais do caso
reto, pois “flores”, “irmão” e “vizinha” são substantivos. No entanto, podemos
substituir esses substantivos pelos respectivos pronomes do caso reto:
Elas desabrocharam ontem.
Eles foram ao mercado juntos.
128
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No exemplo, temos dois pronomes pessoais: “Ela”, que é do caso reto por tratar-
se do sujeito do enunciado, e “mim” (com + mim = comigo), que é do caso
oblíquo por tratar-se do complemento. Como precisa da preposição “com”, é um
pronome oblíquo tônico.
129
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Pessoas Verbais Pronomes Possessivos
(plural)
nossas (plural)
Note que:
A forma do possessivo depende da pessoa gramatical a que se refere; o gênero e
o número concordam com o objeto possuído. Por exemplo:
Ele trouxe seu apoio e sua contribuição naquele momento difícil.
Observações:
1. A forma seu não é um possessivo quando resultar da alteração fonética da
palavra senhor. Por exemplo:
Muito obrigado, seu José.
130
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131
Licenc
iado pa
No tempo:
ra - Sa
Este ano está sendo bom para nós. O pronome este refere-se ao ano presente.
ra Cris
Esse ano que passou foi razoável. O pronome esse refere-se a um passado
próximo.
tina Fil
Aquele ano foi terrível para todos. O pronome aquele está se referindo a um
passado distante.
meno d o
Os pronomes demonstrativos podem ser variáveis ou invariáveis, observe:
Variáveis: este(s), esta(s), esse(s), essa(s), aquele(s), aquela(s).
Invariáveis: isto, isso, aquilo.
a Cunh
Também aparecem como pronomes demonstrativos:
a - und
• o (s), a (s): quando estiverem antecedendo o que e puderem ser substituídos por
aquele(s), aquela(s), aquilo. Por exemplo:
Não ouvi o que disseste. (Não ouvi aquilo que disseste.) efined
Essa rua não é a que te indiquei. (Esta rua não é aquela que te indiquei.)
- Prote
• semelhante (s):
Por exemplo:
Não compre semelhante livro.
• tal, tais:
Por exemplo:
Tal era a solução para o problema.
132
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Pronome Indefinido
• Algo o incomoda?
Quem avisa amigo é.
133
Note que:
Indefinidos Sistemáticos
alguns grupos
têm sentido
negativo;
todo/tudo, que indicam uma totalidade afirmativa, e
nenhum/nada, que indicam umatotalidade negativa;
134
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Variáveis:
muita, muitos, muitas, pouco, pouca, poucos, poucas, todo, toda, todos, todas,
outro, outra, outros, outras, certo, certa, certos, certas, vário, vária, vários, várias,
tanto, tanta, tantos, tantas, quanto, quanta, quantos, quantas, qualquer, quaisquer,
Pronome Interrogativo
135
• Informe quanto custa a entrada para o cinema. (oração interrogativa indireta)
• Ela queria saber o que teria acontecido com Lavínia. (oração interrogativa
indireta)
Pronomes Relativos
outros.
adjetiva).
"que".
antecedidos pelos pronomes demonstrativos "o", "a", "os", "as" (quando esses
Por exemplo:
136
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Por exemplo:
Note que:
a) O pronome "que" é o relativo de mais largo emprego, sendo por isso chamado
relativo universal. Pode ser substituído por "o qual", "a qual", "os quais", "as
Por exemplo:
por isso, são utilizados didaticamente para verificar se palavras como "que",
"quem", "onde" (que podem ter várias classificações) são pronomes relativos.
Todos eles são usados com referência à pessoa ou coisa por motivo de
Por exemplo:
encantado. (O uso de
137
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c) O relativo "que" às vezes equivale a "o que", "coisa que"
138
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g) “Onde", como pronome relativo, sempre possui antecedente e só pode ser
utilizado na indicação de lugar.
Por exemplo:
A casa onde morava foi assaltada.
139
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Licenc
iado pa
Adjunto Adverbial
ra - Sa
É o termo da oração que indica uma circunstância (dando ideia de tempo, lugar,
modo, causa, finalidade, etc.).
ra Cris
O adjunto adverbial é o termo que modifica o sentido de um verbo, de um
adjetivo ou de um advérbio.
tina Fil
Observe as frases abaixo: Eles se respeitam muito.
Seu projeto é muito interessante.
O time jogou muito mal.
meno d o
Nessas três orações, muito é adjunto adverbial de intensidade.
No primeiro caso, intensifica a forma verbal respeitam, que é núcleo do predicado
verbal.
a Cunh
Na terceira oração, muito intensifica o advérbio mal, que é o núcleo do adjunto
adverbial de modo.
a - und
Veja o exemplo abaixo:
por ele expressa, os termos acima podem ser classificados, respectivamente em:
adjunto adverbial de tempo, adjunto adverbial de meio e adjunto adverbial de
lugar.
r Eduz
Acréscimo:
Por Exemplo:
Além da tristeza, sentia profundo cansaço.
Afirmação
Por Exemplo:
Sim, realmente irei partir. Ele irá com certeza.
140
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Assunto
Por Exemplo:
Falávamos sobre futebol. (ou de futebol, ou a respeito de
futebol).
Causa
Por Exemplo:
Com o calor, o poço secou.
Não comentamos nada por discrição.
O menor trabalha por necessidade.
Companhia
Por Exemplo:
Fui ao cinema com sua prima. Com quem você saiu?
Sempre contigo irei estar.
Concessão
Por Exemplo:
Apesar do estado precário do gramado, o jogo foi ótimo.
Condição
Por Exemplo:
Sem minha autorização, você não irá.
Sem erros, não há acertos.
Conformidade
Por Exemplo:
Fez tudo conforme o combinado. (ou segundo o combinado)
Dúvida
Por Exemplo:
Talvez seja melhor irmos mais tarde. Porventura, encontrariam a solução da
crise? Quiçá acertemos desta vez.
Fim, finalidade
Por Exemplo:
Ela vive para o amor.
Daniel estudou para o exame. Trabalho para o meu sustento. Viajei a negócio.
Frequência
Por Exemplo:
Sempre aparecia por lá.
Havia reuniões todos os dias.
Instrumento
141
Licenc
iado pa
Por Exemplo:
Rodrigo fez o corte com a faca.
ra - Sa
O artista criava seus desenhos a lápis.
Intensidade
ra Cris
Por Exemplo:
A atleta corria bastante.
O remédio é muito caro.
tina Fil
Limite
Por Exemplo: A menina andava correndo do quarto à sala.
meno d o
Lugar
Por Exemplo: Nasci em Porto Alegre.
Estou em casa.
a Cunh
Vive nas montanhas.
Viajou para o litoral.
"Há, em cada canto de minh’alma, um altar a um Deus diferente." (Álvaro
a - und
de Campos)
Matéria
Por Exemplo: Compunha-se de substâncias estranhas. efined
Era feito de aço.
Meio
- Prote
Modo
Por Exemplo: Foram recrutados a dedo.
Fiquem à vontade.
r Eduz
Negação
Por Exemplo: Não há erros em seu trabalho.
Não aceitarei a proposta em hipótese alguma.
Preço
Por Exemplo: As casas estão sendo vendidas a preços muito altos.
Substituição ou troca
Por Exemplo: Abandonou suas convicções por
privilégios econômicos.
Tempo
Por Exemplo: O escritório permanece aberto das 8h às 18h.
142
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Adjetivos
Classificação do Adjetivo
Formação do Adjetivo
Adjetivo primitivo: É aquele que dá origem a outros adjetivos. Por exemplo: belo,
bom, feliz, puro.
143
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Adjetivo Pátrio
144
Locuções adjetivas
145
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Biformes - têm duas formas, sendo uma para o masculino e outra para o
feminino. Por exemplo:
ativo e ativa, mau e má, judeu e judia.
Por exemplo:
mau e maus feliz
boa e boase felizes ruim e ruins
Caso o adjetivo seja uma palavra que também exerça função de substantivo,
ficará invariável, ou seja, se a palavra que estiver qualificando um elemento for,
146
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Licenc
iado pa
originalmente, um substantivo, ela manterá sua forma primitiva. Exemplo: a
palavra cinza é originalmente um substantivo, porém, se estiver qualificando um
ra - Sa
elemento, funcionará como adjetivo. Ficará, então invariável.
ra Cris
Por exemplo: camisas cinza, ternos cinza.
tina Fil
Adjetivo Composto
Adjetivo composto é aquele formado por dois ou mais elementos. Normalmente,
meno d o
esses elementos são ligados por hífen. Apenas o último elemento concorda com o
substantivo a que se refere; os demais ficam na forma masculina, singular.
Caso um dos elementos que formam o adjetivo composto seja um substantivo
a Cunh
adjetivado,
todo o adjetivo composto ficará invariável.
Por exemplo:
Camisas rosa-claro.
gido po
147
Grau do Adjetivo
Comparativo
Nesse grau, comparam-se a mesma característica atribuída a dois ou mais seres
ou duas ou mais características atribuídas ao mesmo ser. O comparativo pode ser
de igualdade,
de superioridade ou de inferioridade. Observe os exemplos abaixo:
Adjetivos comparativos
Observe que:
a) As formas menor e pior são comparativos de superioridade, pois equivalem
a mais pequeno e mais mau, respectivamente.
148
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b) Bom, mau, grande e pequeno têm formas sintéticas (melhor, pior, maior e
menor), porém, em comparações feitas entre duas qualidades de
um mesmo elemento, deve-se usar as formas analíticas mais bom, mais
mau, mais grande e mais pequeno.
Por exemplo:
Pedro é maior do que Paulo - Comparação de dois elementos.
Pedro é mais grande que pequeno
- comparação de duas qualidades
deum mesmo elemento.
Superlativo
149
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Licenc
iado pa
ra - Sa
ra Cris
tina Fil
meno d o
a Cunh
Superlativo Relativo: ocorre quando a - und
a qualidade de um ser é intensificada efined
em relação a um conjunto de seres.
Essa relação pode ser:
- Prote
bela da sala.
Note bem:
1) O superlativo absoluto analítico
r Eduz
extremamente,
excepcionalmente, etc.,
antepostos ao adjetivo.
constituída do radical do
adjetivo português + o sufixo -
íssimo: pobríssimo, agilíssimo.
Numeral e artigo
Numeral é a palavra que indica os seres em termos numéricos, isto é, que atribui
quantidade aos seres ou os situa emdeterminada sequência.
Exemplos:
Os quatro últimos ingressos foram vendidos há pouco.
[quatro: numeral = atributo numérico de "ingresso"]
151
Licenc
iado pa
A primeira pessoa da fila pode entrar, por favor!
ra - Sa
...[primeira: numeral = situa o ser "pessoa" na sequência de "fila"]
ra Cris
relação aos seres. Assim, quando a
tina Fil
expressão é colocada em números (1, 1°, 1/3, etc.) não se trata de numerais, mas
sim de algarismos.
meno d o
Além dos numerais mais conhecidos, já que refletem a ideia expressa pelos
números, existem mais algumas palavrasconsideradas numerais porque denotam
quantidade, proporção ou ordenação. São alguns
a Cunh
exemplos: década, dúzia, par, ambos(as), novena.
Cardinais: indicam contagem, medida. É o número básico. Por exemplo: um, dois,a - und
cem mil, etc. efined
Ordinais: indicam a ordem ou lugar do ser numa série dada. Por exemplo:
- Prote
vezes a quantidade foi aumentada. Por exemplo: dobro, triplo, quíntuplo, etc.
ra - Sa
bilhões,
trilhões, etc.
ra Cris
Os demais cardinais são invariáveis.
tina Fil
Os numerais ordinais variam em gênero e número:
meno d o
a Cunh
a - und
efined
Os numerais multiplicativos são invariáveis quando atuam em funções
substantivas. Por exemplo:
Fizeram o dobro do esforço e conseguiram o triplo de produção.
- Prote
terço/dois terços
uma terça parte
duas terças partes
153
Licenc
iado pa
É comum na linguagem coloquial a indicação de grau nos numerais, traduzindo
afetividade ou especialização de sentido.
ra - Sa
É o que ocorre em frases como:
ra Cris
Me empresta duzentinho...
tina Fil
É artigo de primeiríssima qualidade!
O time está arriscado por ter caído na segundona. (= segunda divisão de futebol)
meno d o
Ambos/ambas são considerados numerais.
Significam "um e outro", "os dois" (ou "uma e outra", "as duas") e são largamente
empregados para retomar pares de seres aos quais já se fez referência.
a Cunh
Por exemplo:
a - und
Pedro e João parecem ter finalmente percebido a importância da solidariedade.
Ambos agora participam das atividades comunitárias de seu bairro.
efined
Obs.: a forma "ambos os dois" é considerada enfática. Atualmente, seu uso indica
afetação, artificialismo.
- Prote
Artigo
gido po
Artigo é a palavra que, vindo antes de um substantivo, indica se ele está sendo
empregado de maneira definida ou indefinida.
r Eduz
Artigos Indefinidos
Determinam os substantivos de maneira vaga: um, uma, uns, umas. Por
exemplo:
154
Licenc
iado pa
Eu comprei um carro.
ra - Sa
ra Cris
tina Fil
meno d o
a Cunh
a - und
efined
- Prote
gido po
Adjunto Adnominal
r Eduz
Artigo
[Link]
Substantivo
Numeral
Pronome adjetivo
ADJETIVO
155
Adjunto adnominal
É o termo que determina, especifica ou explica um
substantivo. O adjunto adnominal possui função adjetiva
na oração, a qual pode ser desempenhada por adjetivos,
locuções adjetivas, artigos, pronomes adjetivos e
numerais adjetivos. Veja o exemplo a seguir:
156
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Complemento Nominal
É o termo que completa o sentido de uma palavra que não sejaverbo. Assim, pode
referir-se a substantivos, adjetivos ou advérbios,sempre por meio de
preposição.
Confira a seguir alguns exemplos:
Cecília tem orgulho da filha.
157
Licenc
iado pa
Adjetivo complemento nominal
ra - Sa
A professora agiu favoravelmente aos alunos.
ra Cris
Saiba que:
tina Fil
O complemento nominal representa o recebedor, o paciente, o alvo da declaração
expressa por um nome. Éregido pelas mesmas preposições do objeto indireto.
o
Difere deste apenas porque, em vez de complementar verbos, complementa
meno d
nomes (substantivos, adjetivos) ealguns advérbios em -mente.
a Cunh
qual a diferença?
A diferença entre adjunto adnominal e complemento nominal é a sua função.
Enquanto o adjunto adnominal é usado para caracterizar um substantivo, o complemento
a - und
nominal é usado para completar osentido de um substantivo, um adjetivo ou um
advérbio.
efined
Por isso, adjunto adnominal é um termo acessório, mas o complemento nominal não,
porque a oração precisa dele parafazer sentido.
- Prote
(aplausos). Mesmo sem essa parte, a oração teria sentido (Os aplausos
alegraram os artistas.), por isso,não pode ser complemento nominal.
158
Licenc
iado pa
"empenho" é o núcleo o sujeito, e tem a função de agente da
ação, "da prefeitura" também temessa função, afinal é a
ra - Sa
prefeitura que se empenha.
ra Cris
(empenho). Além disso, como vimos que quem se empenha é a prefeitura (quem executa
a ação), "na limpeza" é paciente, porque é quem recebe a ação desempenhada pela
prefeitura.
tina Fil
meno d o
a Cunh
a - und
efined
- Prote
gido po
Atendo-nosaambosostermos,constatamosqueestesintegramuma partedagramática
[Link] informação,aindapodemosidentificar
outracaracterísticaquetambém osdemarcam-ofatodeseremregidosporumapreposição.
[Link]
Éexatamenteemdecorrênciadesseaspectoquealguns questionamentostendemasurgir,
implicandodiretamente na dificuldadeemfazeradistinçãoentreumeoutro,ouseja,seé
[Link]ência,torna-seimportante quenoscerquemos
dealgumasinformaçõesquenosserãoúteisrumo aoaprendizadodesuasreais
caracterí[Link],vejamo-las:
ra - Sa
Aqui,constatamosquesetrata deumsubstantivoabstrato–“fuga”.
ra Cris
Damesmaforma,háumtermoqueagoranãoocomplementa,massimdelimita,
especifica, representado pelo termo “do ladrão”. Poderia ser de
tina Fil
qualquer outra pessoa.
Tais indíciosjá denotam bema distinçãoentre os termos, no entanto,
o
atentemo-nos a uma análise mais detalhada:
meno d
- O complemento nominal refere-se somente a substantivos
a Cunh
abstratos (no caso em questão, à fuga), advérbios e adjetivos.
a - und
- O adjunto adnominal refere-se somente a substantivos, tanto
concretos quanto
efined
abstratos.
- Prote
refere. (O ladrão
160
Para percebermos a diferença, é importante passarmos por três critérios:
1º critério:
2º critério:
O substantivo caracterizado por um adjunto adnominal pode ser concreto
ou abstrato.
O substantivo completado por um complemento nominal deve ser
abstrato.
3º critério:
161
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Adjuntos adnominais:
Complementos nominais:
(p
162
Licenc
iado pa
Predicativos
ra - Sa
O predicativo do sujeito e o predicativo do objeto sãotermos integrante da oração.
ra Cris
característica a outro termo da oração,são termos distintos.
tina Fil
objeto?
A diferença é:
o
O predicativo do sujeito atribui uma característica ao sujeito.
meno d
O predicativo do objeto atribui uma característica ao objeto.
Ela anda nervosa.
a Cunh
ela: sujeito
anda: verbo de ligação
a - und
nervosa: predicativo do sujeito
Nesta oração, o adjetivo nervosa caracteriza o sujeito ela. Logo, é predicativo efined
do sujeito
- Prote
Eu vi-a nervosa.
eu: sujeito
gido po
163
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TIPOS DE PREDICADO
Classificação do predicado
164
Licenc
iado pa
ra - Sa
ra Cris
tina Fil
meno d o
a Cunh
Predicado verbal
Por exemplo:
gido po
r Eduz
[Link]
165
Licenc
iado pa
Predicado nominal
ra - Sa
Apresenta as seguintes características:
ra Cris
núcleo;
tina Fil
do sujeito;
meno d o
Por Exemplo: Leonardo é competente.
a Cunh
No predicado nominal, o núcleo é sempre um nome, que desempenha a
a - und
função de predicativo do sujeito. O predicativo do sujeito é um termo que
caracteriza o sujeito, tendo como intermediário um verbo de ligação. Os
exemplos abaixo mostram como esses verbos exprimem diferentes efined
circunstâncias relativas ao estado do sujeito, ao mesmo tempo que o ligam
ao predicativo.
Ele está triste. (triste = predicativo do sujeito, está = verbo
- Prote
é = verbo de ligação)
r Eduz
verbo de ligação)
[Link]
Predicativo do sujeito
166
um verbo. Todo predicado construído com verbo de ligação
necessita de predicativo do sujeito. Pode ser representado
por:
a) Adjetivo ou locução adjetiva:
c) Pronome Substantivo:
d) Numeral:
Nós somos dez ao todo. (dez = numeral)
Predicado verbo-nominal
Apresenta as seguintes características:
a) Possui dois núcleos: um verbo e um nome;
b) Possui predicativo do sujeito ou do objeto;
c) Indica ação ou atividade do sujeito e uma qualidade.
167
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[Link]
r Eduz
gido po
- Prote
efined
a - und
a Cunh
omeno d
tina Fil
ra Cris
ra - Sa
168
iado pa
Licenc
169
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APOSTO E VOCATIVO
Aposto é um termo que se junta a outro de valor substantivo ou pronominal para explicá-
lo ou especificá-lo melhor. Vem separado dosdemais termos da oração por vírgula, dois-
pontos ou travessão.
Por Exemplo:
Ontem, segunda-feira, passei o dia com dor de cabeça.
Segunda-feira é aposto do adjunto adverbial de tempo ontem. Dizemos
que o aposto é sintaticamente equivalente ao termo a que se relaciona
porque poderia substituí-lo.
Segunda-feira passei o dia com dor de cabeça.
Por Exemplo:
170
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Licenc
iado pa
De acordo com a relação que estabelece com o termo a que se refere, o aposto
pode serclassificado em:
ra - Sa
a) Explicativo: A Ecologia, ciência que investiga as relações dos
seres vivos entre sie com o meio em que vivem, adquiriu grande
ra Cris
destaque no mundo atual.
tina Fil
ação.
meno d o
oportunidades, tudo isso está na base de um país melhor.
a Cunh
tempo na
baía anoitecida.
a - und
e) Distributivo: Drummond e Guimarães Rosa são dois grandes escritores,
aquele na
poesia e este na prosa. efined
Além desses, há o aposto especificativo, que difere dosdemais por não ser
marcado por sinais de pontuação (vírgula ou dois-pontos).
- Prote
Por Exemplo:
r Eduz
171
Licenc
iado pa
ra - Sa
ra Cris
tina Fil
meno d o
a Cunh
a - und
efined
Vocativo é um termo que não possui relação sintática com outro termo
daoração.
Não pertence, portanto, nem ao sujeito nem ao predicado. É o termo
- Prote
que
serve para chamar, invocar ou interpelar um ouvinte real ou hipotético.
gido po
(VOCATIVO)
172
Licenc
iado pa
Obs.: o vocativo pode vir antecedido por interjeições deapelo, tais como ó,
olá, eh!, etc.
ra - Sa
Por Exemplo:
Ó Cristo, iluminai-me em minhas decisões.
ra Cris
Olá professora, a senhora está muito elegante hoje!
Eh! Gente, temos que estudar mais.
tina Fil
meno d o
a Cunh
a - und
efined
- Prote
gido po
r Eduz
[Link]
173
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Formas Nominais
Além desses três modos, o verbo apresenta ainda formas que podem exercer funções de
nomes (substantivo, adjetivo, advérbio), sendo por issodenominadas formas nominais.
Observe:
A) Infinitivo Impessoal: exprime a significação do verbo de modo vago e
indefinido, podendo ter valor e função de substantivo. Por exemplo: Viver é
lutar. (= vida é luta)
174
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c) Gerúndio: o gerúndio
pode funcionar como adjetivo
ou advérbio. Porexemplo:
Saindo de casa, encontrei alguns amigos. (função de advérbio)Nas
ruas, havia crianças vendendo doces. (função adjetivo)
Por exemplo:
Terminados os exames, os candidatos saíram.
Quando o particípio exprime somente estado, sem nenhuma relação temporal,
assume verdadeiramente a função de adjetivo (adjetivo verbal).
Por exemplo:
Ela foi a aluna escolhida para representar a escola.
Locuções verbais
- também chamada conjugação perifrástica - são as locuções verbais,
constituídas de verbos auxiliares mais gerúndio ou infinitivo.
São conjuntos de verbos que, numa frase, desempenham papel equivalenteao
de um verbo único. Nessas locuções, o último verbo, chamado principal,surge
sempre numa de suas formas nominais; as flexões de tempo, modo, número
e pessoa ocorrem nos verbos auxiliares.
Observe os exemplos:
175
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VOZES VERBAIS
176
Voz passiva Sujeito sofre a ação.
Exemplo: A professora foi
Voz Sujeito pratica e sofre a vista.
reflexiva ação. Exemplo: Vi-me ao
espelho.
• Voz ativa
- Na voz ativa o sujeito é agente, ou seja, pratica a ação.
Exemplos:
177
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A voz passiva analítica segue a seguinte estrutura:
Aluga-se apartamento.
De forma geral, só é possível ter voz passiva sintética ou analítica se overbo for
transitivo direto ou transitivo direto e indireto;
apassivador;
Invadiu-se o supermercado.
Alugam-se casas.
Entregaram-se os quadros.
Destruíram-se os barracos.
oblíquo átono (pronome reflexivo). São eles: me, te, se, nos, vos e se.
178
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Licenc
iado pa
• Exemplos de voz reflexiva:
ra - Sa
Depois do banho, Aline se penteou.
Feri-me com um prego.
ra Cris
Miguel se cortou com a faca.
Nos encontramos sem querer.
tina Fil
Meu vizinho se suicidou.
o
Observe que em frases na voz reflexiva, o sujeito pratica a ação verbal em
meno d
relaçãoa si mesmo.
a Cunh
Conforme o próprio nome já indica, a voz reflexiva recíproca é a voz do verbo
que indica reciprocidade.
a - und
Uma oração na voz passiva recíproca indica que uma ação verbal ocorreu de
O casal beijou-se.
Aquele dois se amam.
gido po
A diferenciação entre voz reflexiva, voz ativa e voz passiva ocorre por contada função do
sujeito da oração.
Voz ativa :A voz ativa é aquela onde ocorre uma ação verbal praticada pelosujeito.
• A menina fez o desenho.
Voz passiva: Nas orações indicativas de voz passiva, o sujeito sofre ou
recebea ação.
• O desenho foi feito pela menina..
Voz reflexiva: A voz reflexiva possui um sujeito que pratica e, ao mesmo
tempo, sofre/recebe a ação verbal.
• A criança se feriu com a tesoura.
179
AGENTE DA PASSIVA
É o termo da frase que pratica a ação expressa pelo verbo quando este se
apresenta na voz passiva. Vem regido comumente da preposição "por" e
eventualmente da preposição "de".
180
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VERBOS: FUNÇÃO
• Verbo é a classe de palavras que se flexiona em pessoa,
número,tempo, modo e voz. Pode indicar, entre outros
processos:
• ação (correr);
estado (ficar);
181
fenômeno (chover);
ocorrência (nascer);
desejo (querer).
• O que caracteriza o verbo são as suas flexões, e não os seus possíveis
significados. Observe que palavras como corrida, chuva e nascimento
têm conteúdo muito próximo ao de alguns verbos mencionados acima;
não apresentam, porém, todas as possibilidades de flexão que esses
verbos possuem.
fala-r
182
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(1ª, 2ª ou 3ª) e o número (singular ou plural). Por exemplo:
falamos (indica a 1ª pessoa do plural.)
falavam(indica a 3ª pessoa do plural.)
Observação: o verbo pôr, assim como seus derivados (compor, repor, depor,
etc.), pertencem à 2ª conjugação, pois a forma arcaica do verbo pôr era poer. A
Classificam-se em:
a) Regulares: são aqueles que possuem as desinências normais de sua
conjugação e cuja flexão não provoca alterações no radical. Por exemplo:
canto
cantei
cantarei
cantava
cantasse
faço
fiz
farei
fizesse
183
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184
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Unipessoais: são aqueles que, tendo sujeito, conjugam-se apenas nas terceiras
pessoas dosingular e do plural. Entre os unipessoais estão os verbos que
significam vozes de animais, como:
bramar (tigre)
bramir (crocodilo)
cacarejar (galinha)
coaxar (sapo)
cricrilar (grilo)
Os principais verbos unipessoais são:
1. cumprir, importar, convir, doer, aprazer, parecer, ser (preciso, necessário, etc.).
Observe os exemplos:
185
Licenc
iado pa
2. fazer e ir, em orações que dão ideia de tempo, seguidos da conjunção que.
ra - Sa
Observe os exemplos:
ra Cris
Faz dez anos que deixei de fumar. (Sujeito: que deixei de fumar)
tina Fil
Vai para dez anos que não vejo Cláudia. (Sujeito: que não vejo Cláudia)
meno d o
Pessoais: não apresentam algumas flexões por motivos morfológicos ou
eufônicos.
a Cunh
Por exemplo: verbo falir
Este verbo teria como formas do presente do indicativo falo, fales, fale,
idênticas às do verbo falar - o que provavelmente causaria problemas de
a - und
interpretação em certos contextos.
gramaticais. Essas razões muitas vezes não impedem o uso efetivo de formas
verbais repudiadas por alguns gramáticos: exemplo disso é o próprio verbo
computar, que, com o desenvolvimento e a popularização da informática, tem
gido po
186
[Link]
r Eduz
gido po
- Prote
efined
a - und
a Cunh
omeno d
tina Fil
ra Cris
ra - Sa
187
iado pa
Licenc
Licenc
iado pa
VERBOS
ra - Sa
MODO INDICATIVO
ra Cris
Dá-se o nome de modo às várias formas assumidas pelo
verbo na expressão de um fato. Em português, existem três modos:
tina Fil
Indicativo - indica uma certeza, uma
o
realidade. Por exemplo: Eu sempre
meno d
estudo.
a Cunh
Subjuntivo - indica uma dúvida, uma
possibilidade. Por exemplo: Talvez eu
estude amanhã.
a - und
Imperativo - indica uma ordem, um efined
pedido. Por exemplo: Estuda agora,
menino.
- Prote
1. Tempos do Indicativo
Por exemplo:
188
Pretérito Imperfeito - Expressa um fato ocorrido num momento anterior ao
atual, mas que não foi completamente terminado.
Por exemplo:
Por exemplo:
Por exemplo:
terminado.
Por exemplo:
Futuro do Presente (simples) - Enuncia um fato que deve ocorrer num tempo
189
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Licenc
iado pa
Por exemplo:
ra - Sa
Ele estudará as lições amanhã.
ra Cris
Futuro do Presente (composto) - Enuncia um fato
tina Fil
que deve ocorrer posteriormente a um momento
atual, mas já terminado antes de outro fato futuro.
Por exemplo:
meno d o
Antes de bater o sinal, os alunos já terão
terminado o teste.
a Cunh
Futuro do Pretérito (simples) - Enuncia um fato que pode ocorrer
Por exemplo:
Se eu tivesse ganhado esse dinheiro, teria
viajado nas férias.
[Link]
190
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VERBOS
MODO IMPERATIVOS
O modo imperativo é um dos modos verbais de conjugação da
191
192
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Licenc
iado pa
ra - Sa
Período composto
ra Cris
Coordenação e subordinação
tina Fil
de oração absoluta. Porexemplo:
o
A menina comprou chocolate.
meno d
Quando um período é composto, ele pode
apresentar os seguintes esquemas de
a Cunh
formação:
a - und
a) Composto por Coordenação:
(Principal).
Por Exemplo:
[Link]
193
Licenc
iado pa
ra - Sa
ra Cris
tina Fil
meno d o
a Cunh
a - und
efined
CONJUNÇÃO
- Prote
ligação: a conjunção.
Por exemplo:
r Eduz
A menina segurou a
boneca e mostrou quando
[Link]
viu as amiguinhas.
Deste exemplo podem ser retiradas três informações:
segurou a boneca
a menina mostrou
viu as amiguinhas
194
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2ª oração: e mostrou
A segunda oração liga-se à primeira por meio do "e", e a terceira oração liga-
se à segunda por meio do "quando". As palavras "e" e "quando" ligam,
portanto, orações. Observe:
Gosto de natação e de futebol.
195
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elementos possui.
Marta estava bem preparada para o teste, portanto não ficou nervosa.
5) Explicativas: ligam a oração anterior a uma oração que a explica, que justifica a
ideia nela contida. São elas: que, porque, pois (antes do verbo), porquanto. Por
exemplo:
ra - Sa
Carlos fala, e não faz.
O bom educador não proíbe, antes orienta.
ra Cris
Sou muito bom; agora, bobo não sou.
Foram mal na prova, quando poderiam ter ido muito bem.
tina Fil
o
b) "Senão" é conjunção adversativa quando equivale a "mas sim".
meno d
Por exemplo:
Conseguimos vencer não por protecionismo, senão por capacidade.
a Cunh
c) Das conjunções adversativas, "mas" deve ser empregada
sempre no início da oração: as outras(porém,
todavia,contudo, etc.) podem vir no início ou no meio.
a - und
Por exemplo:
Ninguém respondeu a pergunta, mas os alunos sabiam a resposta.
efined
Ninguém respondeu a pergunta; os alunos, porém, sabiam a resposta.
d) A palavra "pois", quando é conjunção conclusiva, vem geralmenteapós
- Prote
Por exemplo:
[Link]
ORAÇÕES COORDENADAS
A coordenação se estabelece entre duas orações por meio de conjunção
(síndeto) coordenativa ou pela simples justaposição das orações. Assim, a
presença ou não deste síndeto divide essas orações em dois grupos:
assindéticas e sindéticas.
197
Licenc
iado pa
A) Orações coordenadas assindéticas
Não são introduzidas por nenhum tipo de conjunção.
ra - Sa
As pessoas aparecem na sua vida, trazem sorrisos, dão adeus, levam nossa
alegria.
ra Cris
B) Orações coordenadas sindéticas
tina Fil
nome da conjunção que a introduz: aditiva, adversativa, alternativa,
conclusiva e explicativa.
meno d o
Classificaçãodas orações coordenadas sindéticas
• Aditivas:
a Cunh
Indicam um acréscimo à informação da outra oração à qual se conecta. São
introduzidas normalmente por e, nem, mas também.
a - und
Fomos à festa e dançamos o tempo todo!
• Adversativas: efined
Introduzem uma oposição forte ao que foi enunciado na outra oração.
Caracteriza-se principalmente pelas conjunções mas, porém, contudo, entretanto,
- Prote
todavia, no entanto.
• Alternativas:
suas orações.
Suas conjunções características são ou, ou… ou, ora… ora, quer…
• Conclusivas:
198
Licenc
iado pa
Introduzem o resultado de um raciocínio exposto na outra oração. A conclusão é
normalmente apresentada por logo, portanto, por isso, pois.
ra - Sa
Não havia copos para todos, por isso dividimos os
ra Cris
disponíveis.
tina Fil
CAUSA X EXPLICAÇÃO
meno d o
• As orações coordenadas sindéticas explicativas apresentam
conjunção que pode também guardar valor causal, por isso há
grande controvérsia sobre a distinção de tais orações. Contudo, há
alguns artifícios que podem ser aplicados para auxiliar nessa
a Cunh
classificação
a - und
mesmo ser indicado por ponto e vírgula ou dois pontos, o
que não ocorre nas causais.
efined
CAUSA X EXPLICAÇÃO
r Eduz
D) Na maior parte das ocasiões em que temos uma oração causal, pode-se
anteceder a oração com o conectivo substituído por como.
É importante ressaltar que a causa sempre antecede o fato da outra oração e que deve ser
gerador da sua existência, assim, toda oração principal deve equivaler semanticamente à
199
Licenc
iado pa
consequência da oração subordinada.
ra - Sa
• A menina não foi à escola porque estava doente.
ra Cris
Neste exemplo, a oração sublinhada, aplicados os critérios expostos, é
tina Fil
subordinada causal: não admite uma pausa forte, seu conectivo não
pode ser omitido, o verbo da outra oração não está no imperativo, pode-se
fazer a inversão (Como estava doente, a menina não foi à escola), e, por
meno d o
fim, pode-se criar a oração reduzida sem mudança no sentido da frase (A
menina não foi à escola por estar doente).
a Cunh
• Não chore, porque eu estou aqui
a - und
aplicam os critérios: há uma pausa forte que a introduz, pode-se omitir
seu conectivo (Não chore, eu estou aqui), o verbo da outra oração está efined
no imperativo, não é possível a inversão sem a perda do sentido
original (*Como eu estou aqui, não chore.), e a criação de uma oração
reduzida mudaria completamente o sentido da frase (Não chore por eu
- Prote
estar aqui).
gido po
200
• (a conjunção vem depois do verbo)
VALORSEMÂNTICO
ORAÇÕES SUBORDINADAS
SUBSTANTIVAS
PERÍODO COMPOSTO POR SUBORDINAÇÃO
Por Exemplo:
Suponho que você foi à biblioteca hoje.
Você sabe se
o
presidente
201
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já chegou?
• Subjetiva
É subjetiva quando exerce a função sintática de sujeito do verbo da
oração principal. Observe:
3- Verbos como:
• Objetiva Direta
202
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Licenc
iado pa
1- Conjunções integrantes "que" (às vezes elíptica) e "se": A professora
ra - Sa
verificou se todos alunos estavam presentes.
ra Cris
2- Pronomes indefinidos que, quem, qual, quanto (às vezes regidos de
preposição), nas interrogações indiretas:
tina Fil
O pessoal queria saber quem era o dono do carro importado.
3- Advérbios como, quando, onde, por que, quão (às
meno d o
vezes regidos de preposição), nas interrogações indiretas:
Eu não sei por que ela fez isso.
•
a Cunh
Objetiva Indireta
• Completiva Nominal
• Predicativa
203
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• Apositiva
ra - Sa
Na relação que estabelecem com o termo que caracterizam, as orações
ra Cris
subordinadas adjetivas podem atuar de duas maneiras diferentes.
tina Fil
Há aquelas que restringem ou especificam o sentido do termo a
que se referem, individualizando-o. Nessas orações não há
marcação de pausa, sendo chamadas subordinadas adjetivas
meno d o
restritivas.
• Existem também orações que realçam um detalhe
ou amplificam dados sobre o antecedente, que já se encontra
a Cunh
suficientemente definido, as quais denominam-se subordinadas
adjetivas explicativas.
a - und
• Jamais teria chegado aqui, não fosse a gentileza de um homem
que passava naquele momento. efined
205
precisa ter seu sentido limitado, ou seja, é preciso restringir seu
universo. Para isso, usa-se uma oração subordinada adjetiva
restritiva.
Exemplo 2: Mandei um telegrama para meu irmão, que mora em Roma.
Muitas das vezes, tais conjunções são, de fato, locuções conjuntivas, isto é,
grupos de palavras formados por preposição – assinalando a noção
circunstancial que indica a circunstância propriamente dita – e aconjunção
que, marcando o papel sintático da subordinação à principal.
206
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Classificação das Orações Subordinadas Adverbiais
• Causal
• Consecutiva
• Comparativa
207
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• Concessiva
Expressa um fato – real ou suposto – que poderia opor-se à realização
dofato da principal, sem, contudo frustrá-lo. É um tipo de oposição
fraca, diferenciando-se das coordenadas adversativas, que
expressam forte contrariedade. As conjunções mais comuns que
introduzem ideias concessivas são embora, mesmo que, ainda que.
• Temporal
208
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• Final
Minha mãe fez um sinal para que meu pai parasse com aqueladiscussão.
Espremia a fruta até o final a fim de que não restasse a menor gota desumo.
• Proporcional
REGÊNCIA NOMINAL
Regência Nominal é a maneira de um nome (substantivo, adjetivo
209
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• Meu “amor pelos” animais me conforta.
• Cultivemos o “amor da” família.
• O amor “para com” a Pátria.
Ansioso
• Olhos “ansiosos de” novas paisagens.
• Estava “ansioso por” vê-la.
• Estou “ansioso para” ler o livro.
Acessível a
Exemplo: Isto é acessível a todos.
Acostumado a, com
Exemplos:
• Estou acostumado a comer pouco.
• Estamos acostumados com as novas ferramentas.
210
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Licenc
iado pa
Benefício a
Exemplo: Pilates é um grande benefício à saúde.
ra - Sa
Capacidade de, para
ra Cris
Exemplos:
• Laura tem excepcional capacidade de comunicação.
• Joaquim tem capacidade para o trabalho.
tina Fil
Capaz de, para
Exemplos:
• Ele é capaz de tudo.
meno d o
• A empresa é capaz para trabalhar com projetos.
Compatível com
Exemplo: Seu computador é compatível com este.
a Cunh
Contrário a
Exemplo: Esse modo de vida é contrário à saúde.
a - und
Curioso de, por
Exemplos:
efined
• Luís é curioso de tudo.
• Vitória é curiosa por natureza
Descontente com
- Prote
Essencial para
gido po
Fanático por
r Eduz
Exemplos:
• O Brasil não ficou imune à crise econômica.
• Estamos imunes de pagar os impostos.
Inofensivo a, para
Exemplos:
• O vírus é inofensivo a seres humanos.
• Os danos que sofreu são inofensivos para sua saúde.
Junto a, de
Exemplos:
• Comprei a casa junto a sua.
• Estava junto de Miguel, quando aconteceu o acidente.
211
Licenc
iado pa
Livre de
ra - Sa
Exemplo: Este sabonete está livre de parabenos.
ra Cris
Simpatia a, por
Exemplo:
• José tem simpatia as causas populares.
tina Fil
• Tenho muito simpatia por Ana.
Tendência a, para
meno d o
• Viviana tem tendência à mentira.
a Cunh
REGÊNCIA VERBAL
Dá-se o nome de regência à relação de subordinaçãoque ocorre
a - und
entre um verbo (ou um nome) e seus complementos.
Ocupa-se em estabelecer relações entre as palavras, criando frases não
ambíguas, que expressem efetivamente o sentido desejado, que sejam corretas e efined
claras
Regência verbal
- Prote
212
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a) Chegar, Ir
Normalmente vêm acompanhados de adjuntos adverbiais de lugar.
Na língua culta, as preposições usadas para
indicar destino ou direção são: a, para.
Exemplos:
Fui ao teatro.
Adjunto Adverbial de Lugar
213
Licenc
iado pa
Cheguei a Roma em outubro.
ra - Sa
Adjunto Adverbial de Tempo
ra Cris
Chegamos no trem das dez.
Adjunto Adverbial de Meio
tina Fil
a) Comparecer
O adjunto adverbial de lugar pode ser introduzido por em ou a.
meno d o
Por Exemplo:
Comparecemos ao estádio (ou
no estádio) para ver o último
a Cunh
jogo.
Custar
a - und
a) com o sentido de ser custoso exige preposição:
Obedecer
O verbo obedecer é transitivo indireto, logo, exige preposição:
Obedeça ao pai!
r Eduz
Proceder
a) com o sentido de fundamento é verbo intransitivo:
Essa sua desconfiança não procede.
214
Licenc
iado pa
Visar
a) com o sentido de objetivo exige preposição:
ra - Sa
Visamos ao sucesso.
Na variante coloquial, encontramos o verbo sendo utilizado sem preposição, ou
ra Cris
seja, comoverbo transitivo direto: Visamos o sucesso.
b) com o sentido de mirar não exige preposição:
tina Fil
Esquecer
O verbo esquecer é transitivo direto, logo não exige preposição:
meno d o
Esqueci o meu material.
a Cunh
do meu material.
Querer
a - und
a) com o sentido de desejar não exige preposição:
Quero ficar aqui.
efined
b) com o sentido de estimar exige preposição:
Queria muito aos seus amigos.
- Prote
Aspirar
a) com o sentido de respirar ou absorver não exige preposição:
gido po
Informar
O verbo é transitivo direto e indireto, assim ele exige um complementosem e outro
com preposição:
Informei o acontecimento aos professores.
Ir
O verbo ir é regido pela preposição “a”:
Vou à biblioteca.
Implicar
215
a) com o sentido de consequência, o verbo implicar é transitivo
direto, logo nãoexige preposição:
Morar
O verbo morar é regido pela
Namorar
O verbo namorar é transitivo direto, apesar de as pessoas o
usarem sempre seguido de preposição:
Namorou Maria durante anos.
"Namorou com Maria durante anos" não égramaticalmente aceito.
Preferir
O verbo preferir é transitivo direto e [Link]:
Prefiro carne a peixe.
Simpatizar
O verbo simpatizar é transitivo indireto e exige apreposição "com":
Chamar
com o sentido de convocar não exige complemento com preposição:
a)
Chama o Pedro!
b) com o sentido de apelidar exige complementos com e sem preposição
Chamou ao João de Mauricinho.
Chamou João de Mauricinho
Chamou ao João Mauricinho.
Chamou João Mauricinho.
216
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Pagar
a) quando informamos o que pagamos o complemento
não tem preposição:
Paga o sorvete?
b) quando informamos a quem pagamos
o complemento exige preposição:
CRASE
Crase é a contração de a com a,que é indicada
pelo acento grave.
Ex.: Ele resistiu à oferta.
217
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Famoso:
Quem vai a e volta da, crase há. Quem vai a e
volta de, crase pra quê?
218
Licenc
iado pa
Crase obrigatória
ra - Sa
ra Cris
tina Fil
meno d o
a Cunh
a - und
Regras de quandousarcrase
efined
A crase pode ser usada nas seguintes situações:
- Prote
219
• Voltei à loja e fui bem atendido.
220
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Crasefacultativa
221
Licenc
iado pa
CONCORDÂNCIA VERBAL
Concordância nominal é a relação entre palavras que garante que os substantivos
ra - Sa
concordem com artigos, adjetivos, pronomes e numerais.
ra Cris
esquecidas na biblioteca.
tina Fil
Neste exemplo, o pronome "estas", o numeral "três" e o adjetivo "maravilhosas"
concordam com o substantivo "obras", que é um substantivo feminino e está no plural.
meno d o
Regras de concordância nominal
1. Concordância entre substantivo e um adjetivo
a Cunh
O adjetivo deve concordar em gênero e número com o
substantivo.
a - und
Exemplos:
• Que pintura bonita!
• As frutas estão deliciosas. efined
Exemplo:
Exemplo:
• Debaixo dos Caracóis dos seus Cabelos é uma composição dos
grandes
Roberto Carlos e Erasmo Carlos em homenagem a Caetano Veloso.
• As encantadoras Clarice e Cecília Meireles pertencem ao
Modernismo.
Exemplos:
• Que pintura e poema bonito!
• Que poema e pintura bonita!
• Que pintura e poema bonitos!
• Que poema e pintura bonitos!
Exemplo:
Exemplo:
• Adoro as comidas italiana e chinesa.
Conhece as literaturas brasileira e inglesa
Exemplos:
• A segunda e a terceira casa.
• A segunda e a terceira casas.
Exemplo:
• As casas segunda e terceira.
• Os lugares primeiro e segundo.
223
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CONCORDÂNCIA NOMINAL II
Anexo
Meio
224
Licenc
iado pa
Bastante(s)
Quando tem a função de adjetivo, a palavra "bastante" deve
ra - Sa
concordar em gênero e número com o substantivo.
Exemplos:
ra Cris
• Recebemos bastantes telefonemas.
• Venderam bastantes produtos.
tina Fil
• Quando tem a função de advérbio, a palavra "bastante" não
• varia.
meno d o
Exemplos:
• Eles cantam bastante bem.
• Fomos bastante amigos.
a Cunh
•
É proibido, é bom, é necessário
a - und
As expressões "é proibido, é bom, é necessário" não
variam, a não ser que sejam acompanhadas por
determinantes que as modifiquem. efined
Exemplos:
- Prote
• É proibido entrada.
• É proibida a entrada.
• Verdura é bom.
gido po
• A verdura é boa.
• Paciência é necessário.
• A paciência é necessária.
r Eduz
Menos
[Link]
Obrigado
225
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obrigados.
• A mulher ao agradecer em nome
de outras pessoas, incluindo
homens e mulheres, deve dizer
obrigados.
Cores
A mochila é amarela.
Os lençóis são azuis.
cor é invariável.
226
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Concordância Verbal I
Sujeito Simples
Regra Geral
Casos Particulares
Há muitos casos em que o sujeito simples é constituído de formas que fazem o falante
Por Exemplo:
A maioria dos jornalistas aprovou / aprovaram a ideia.
227
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Por Exemplo:
Um bando de vândalos destruiu / destruíram o monumento.
Observe:
Cerca de mil pessoas participaram da manifestação.
Perto de quinhentos alunos compareceram à solenidade.
Mais de um atleta estabeleceu novo recorde nas últimas Olimpíadas.
Exemplos:
Obs.: veja que a opção por uma ou outra forma indica a inclusão ou a
exclusão do emissor. Quando alguém diz ou escreve "Alguns de nós
sabíamos de tudo e nada fizemos", esta pessoa está se incluindo no
grupo dos omissos. Isso não ocorre quando alguém diz ou escreve
"Alguns de nós sabiam de tudo e nada fizeram.", frase que soa como
uma denúncia.
Exemplos:
25% do orçamento do país deve destinar-se à Educação.
85% dos entrevistados não aprovam a
administração do prefeito.1% do eleitorado aceita
a mudança.
229
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Licenc
iado pa
1% dos alunos faltaram à prova.
ra - Sa
Quando a expressão que indica porcentagem não é seguida de
substantivo, o verbo deve concordar com o número.
ra Cris
25% querem a mudança.
tina Fil
1% conhece o assunto.
meno d o
6) Quando o sujeito é o pronome relativo "que", a
concordância em número e pessoaé feita com o
antecedente do pronome.
a Cunh
Exemplos:
Fui eu que paguei a conta.
a - und
Fomos nós que pintamos o muro.
És tu que me fazes ver o sentido da vida.
efined
Ainda existem mulheres que ficam vermelhas na presença de um homem.
7) Com a expressão "um dos que", embora alguns
- Prote
Por Exemplo:
Ademir da Guia foi um dos jogadores que mais encantaram os poetas.
r Eduz
Se você é um dos que admiram o escritor, certamente lerá seu novo romance.
[Link]
230
8) Quando o sujeito é o pronome relativo "quem", pode-se
utilizar o verbo na terceira pessoa do singular ou em
concordância com o antecedente do pronome.
Exemplos:
Fui eu quem pagou a conta. / Fui eu quem paguei a [Link] nós quem
pintou o muro.
Fomos nós quem pintamos o muro.
Por Exemplo:
Vossa Excelência é diabético?
Vossas Excelências vão renunciar?
Por Exemplo:
Deu uma hora no relógio da sala.
Deram cinco horas no relógio da sala.
231
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etc., o verbo
concordará com esse sujeito. Por exemplo:
O tradicional relógio da praça matriz dá nove horas.
Concordância verbal II
Sujeito Composto
Exemplos:
Pai e filho conversavam longamente.
(Sujeito)
232
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Pais e filhos precisam respeitar-se.
Terceira Pessoa do Plural (Eles)
Por Exemplo:
Faltaram coragem e competência.
Faltou coragem e competência.
4) Quando ocorre ideia de reciprocidade, no entanto, a concordância é
feita obrigatoriamente no plural.
Observe:
Abraçaram-se vencedor e vencido.
Ofenderam-se o jogador e o árbitro.
Casos Particulares
1) Quando o sujeito composto é formado por núcleos sinônimos ou quase
sinônimos, o verbo pode ficar no plural ou no singular.
Por Exemplo:
Descaso e desprezo marcam / marca seu comportamento.
2) Quando o sujeito composto é formado por núcleos dispostos em gradação,
o verbo pode ficar no plural ou concordar com o último núcleodo sujeito.
Por Exemplo:
Com você, meu amor, uma hora, um minuto, um segundo me satisfazem /
satisfaz.
No primeiro caso, o verbo no plural enfatiza a unidade de sentido que hána
combinação. No segundo caso, o verbo no singular enfatiza o último elemento
da série gradativa.
3) Quando os núcleos do sujeito composto são unidos por "ou" ou "nem", o
233
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verbo deverá ficar no plural se a declaração contida no predicado puder ser
atribuída a todos os núcleos.
Por Exemplo:
Drummond ou Bandeira representam a essência da poesia brasileira.
Nem o professor nem o aluno acertaram a resposta.
Quando a declaração contida no predicado só puder ser atribuída a um dos
núcleos do sujeito, ou seja, se os núcleos forem excludentes, o verbo deverá
ficar no singular.
Por exemplo:
Roma ou Buenos Aires será a sede da
próxima Olimpí[Link]ê ou ele será
escolhido. (Só será escolhido um)
4) Com as expressões "um ou outro" e "nem um nem outro", a concordância
costuma ser feita no singular, embora o plural também seja praticado.
Por Exemplo:
Um ou outro compareceu / compareceram à festa.
Nem um nem outro saiu/ Saíram do colégio.
5) Quando os núcleos do sujeito são unidos por "com", o verbo pode ficar no
plural. Nesse caso,os núcleos recebem um mesmo grau de importância e a
palavra "com" tem sentido muito próximo ao de "e".
O pai com o filho montaram o brinquedo.
O governador com o secretariado traçaram os planos para o próximo semestre.
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Licenc
iado pa
Por Exemplo:
Filmes, novelas, boas conversas, nada o tirava da apatia.
ra - Sa
Trabalho, diversão, descanso, tudo é muito importante na vida das pessoas.
ra Cris
tina Fil
COLOCAÇÃO PRONOMINAL
meno d o
a Cunh
a - und
efined
- Prote
gido po
r Eduz
[Link]
235
236
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237
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Licenc
iado pa
ra - Sa
ra Cris
tina Fil
meno d o
a Cunh
a - und
efined
Funções do QUE
- Prote
1. Conjunção causal: Agora vou deitar, que estou cansada. (Exprime a causa
de eu querer
deitar: o cansaço. É o mesmo que dizer “Agora vou deitar, porque estou
cansada.”)
3. Conjunção concessiva: Mesmo que ele não deixe, eu vou. (Expressa ideia
contrária,
mas que não impede a ação, ou seja, não ter permissão para sair, mas sair.)
5. Conjunção explicativa: Vou sair um pouco que faz bem para a minha
cabeça. (Indica uma justificativa. É o mesmo que dizer “Vou sair um
pouco, pois faz bem para a minha cabeça.)
6. Conjunção final: Saí sem dar resposta para que a briga não aumentasse.
(Exprime a finalidade, ou seja, sair sem dar resposta a fim e a briga não
aumentar.)
240