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O Império Bizantino: Trabalho de Historio

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Trabalho de historio

O império bizantino

Aluno:Luiz Carlos de França Santana:ano;1°A

Professor destinado:Francisco de Assis


O Império Bizantino foi a continuação do Império Romano na Antiguidade
Tardia e Idade Média. Sua capital, Constantinopla (atual Istambul),
originalmente era conhecida como Bizâncio. Inicialmente parte oriental do
Império Romano (comumente chamada de Império Romano do
Oriente no contexto), sobreviveu à fragmentação e ao colapso do Império
Romano do Ocidente no século V e continuou a prosperar, existindo por
mais de mil anos até sua queda diante da expansão dos turcos
otomanos em 1453. Foi conhecido simplesmente como Império
Romano (em grego: Βασιλεία τῶν Ῥωμαίων; romaniz.: Basileía tôn
Rhōmaíōn; em latim: Imperium Romanum) ou România (em
grego: Ῥωμανία; romaniz.: Rhōmanía) por seus habitantes e vizinhos.

Como a distinção entre o Império Romano e o Império Bizantino é em


grande parte uma convenção moderna, não é possível atribuir uma
data de separação. Vários eventos do século IV ao século
VI marcaram o período de transição durante o qual as metades
oriental e ocidental do Império Romano se dividiram. Em 285, o
imperador Diocleciano (r. 284–305) dividiu a administração imperial
em duas metades. Entre 324 e 330, Constantino (r. 306–
337) transferiu a capital principal de Roma para Bizâncio, conhecida
mais tarde como Constantinopla ("Cidade de Constantino") e Nova
Roma.
Sob Teodósio I (r. 379–395), o cristianismo tornou-se a religião oficial
do império e, com sua morte, o Estado romano dividiu-se
definitivamente em duas metades, cada qual controlada por um de
seus filhos. E finalmente, sob o reinado de Heráclio (r. 610–641), a
administração e as forças armadas do império foram reestruturadas e
o grego foi adotado em lugar do latim. Em suma, o Império Bizantino
se distingue da Roma Antiga na medida em que foi orientado à
cultura grega em vez da latina e caracterizou-se pelo cristianismo
ortodoxo em lugar do politeísmo romano.
As fronteiras do império mudaram muito ao longo de sua existência,
que passou por vários ciclos de declínio e recuperação. Durante o
reinado de Justiniano (r. 527–565), alcançou sua maior extensão após
reconquistar muito dos territórios mediterrâneos antes pertencentes
à porção ocidental do Império Romano, incluindo o norte da
África, península Itálica e parte da Península Ibérica. Durante o
reinado de Maurício (r. 582–602), as fronteiras orientais foram
expandidas e o norte estabilizado. Contudo, seu assassinato causou
um conflito de duas décadas com o Império Sassânida que exauriu os
recursos do império e contribuiu para suas grandes perdas territoriais
durante as invasões muçulmanas do século VII. Durante a dinastia
macedônica (século X–XI), o império expandiu-se novamente e viveu
um renascimento de dois séculos, que chegou ao fim com a perda de
grande parte da Ásia Menor para os turcos seljúcidas após a derrota
na Batalha de Manziquerta (1071).
No século XII, durante a Restauração Comnena, o império recuperou
parte do território perdido e restabeleceu sua dominância. No
entanto, após a morte de Andrônico I Comneno (r. 1183–1185) e o fim
da dinastia comnena no final do século XII, o império entrou em
declínio novamente. Recebeu um golpe fatal em 1204, no contexto
da Quarta Cruzada, quando foi dissolvido e dividido em reinos
latinos e gregos concorrentes. Apesar de Constantinopla ter sido
reconquistada e o império restabelecido em 1261, sob os
imperadores paleólogos, o império teve que enfrentar diversos
estados vizinhos rivais por mais 200 anos para sobreviver.
Paradoxalmente, este período foi o mais produtivo culturalmente de
sua história. Sucessivas guerras civis no século XIV minaram ainda
mais a força do já enfraquecido império e mais territórios foram
perdidos nas guerras bizantino-otomanas, que culminaram na Queda
de Constantinopla e na conquista dos territórios remanescentes
pelo Império Otomano no século XV.

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