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PGR Sergio Ribeiro Rangel 2022-2024

O Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) da LIFE MED GESTÃO EM SAÚDE, emitido em 01/12/2022, estabelece diretrizes para a identificação, avaliação e controle de riscos ocupacionais, com validade até 2024. O documento inclui um inventário de riscos, metodologia de aplicação e um plano de ação para mitigar perigos relacionados a agentes físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e mecânicos. A avaliação de riscos é baseada em uma matriz que considera a frequência de exposição e a gravidade dos efeitos, visando garantir a segurança e saúde dos trabalhadores.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
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PGR Sergio Ribeiro Rangel 2022-2024

O Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) da LIFE MED GESTÃO EM SAÚDE, emitido em 01/12/2022, estabelece diretrizes para a identificação, avaliação e controle de riscos ocupacionais, com validade até 2024. O documento inclui um inventário de riscos, metodologia de aplicação e um plano de ação para mitigar perigos relacionados a agentes físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e mecânicos. A avaliação de riscos é baseada em uma matriz que considera a frequência de exposição e a gravidade dos efeitos, visando garantir a segurança e saúde dos trabalhadores.
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Emitido em 01/12/2022

PGR
Programa de Gerenciamento de Riscos
Inventário de Riscos e Plano de ação

SÉRGIO RIBEIRO RANGEL


SÉRGIO RIBEIRO RANGEL

PGR 2
LIFE MED GESTÃO EM SAÚDE
Rua São Joaquim, 2214 - Vila Monteiro (Gleba I) - São Carlos/SP

Programa de Gerenciamento de Riscos


Emitido em 01/12/2022

PERÍODO DE VALIDADE DO DOCUMENTO: 2024 (2 anos, conforme item 1.5.4.4.6 da NR 01) ou diante a
circunstâncias que alterem as condições de trabalhos e/ou riscos reconhecidos e tratados ao longo da gestão.

Controle de Revisões

Nº Data Histórico de Atualizações Responsável

00 01/12/2022 Emissão Inicial do Documento Engª Viviane Lima

SÉRGIO RIBEIRO RANGEL


12.120.053/0001-25
-
Endereço
Rua Luiz Lázaro Zamenhof, 110 B - Vila Brasília - São Carlos/SP
13566-670
-
CNAE
4687-7/03 - Comércio atacadista de resíduos e sucatas metálicos
Grau de Risco 3

PGR 3
Índice
Programa de Gerenciamento de Riscos ................................................................................................................ 2
LIFE MED GESTÃO EM SAÚDE ........................................................................................................................... 3
Programa de Gerenciamento de Riscos ....................................................................................................................................... 3
Inventário deRiscos................................................................................................................................................ 5
Introdução .............................................................................................................................................................................. 6
METODOLOGIA DE APLICAÇÃO ......................................................................................................................... 7
AVALIAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS OCUPACIONAIS ...................................................................................... 8
Unidade: SÉRGIO RIBEIRO RANGEL ............................................................................................................ 11
GHE: I - MOTORISTA ...................................................................................................................................... 11
GHE: II - PRODUÇÃO ...................................................................................................................................... 14
Conclusão ............................................................................................................................................................................. 17
Plano deAção ...................................................................................................................................................... 18
Introdução ............................................................................................................................................................................ 19
PLANO DE AÇÃO ............................................................................................................................................... 19

PGR 4
Inventário de
Riscos

PGR 5
Introdução
CONCEITOS BÁSICOS
PERIGOS: Fonte com potencial para causar lesões ou agravos á saúde. Os perigos podem incluir fontes com potencial
de causar danos ou situações perigosas, ou circunstâncias com potencial de exposição, levando a lesões e agravos à
saúde.

RISCOS: Combinação da probabilidade de ocorrência de eventos ou exposições perigosas relacionadas aostrabalhos


e da gravidade das lesões ou agravos a saúde, que podem ser causados pelos eventos ou exposições.

MATRIZ DE RISCO: Matriz de Graduação de Riscos Ocupacionais baseada na frequência da exposição eclassificação
de efeito.

FREQUÊNCIA DE EXPOSIÇÃO: Classifica de forma qualitativa o tempo de exposição a uma determinada fonte de
risco ou perigo.

CLASSIFICAÇÃO DE EFEITO: Classifica de forma qualitativa o efeito da exposição ocupacional, podendo ser
classificada entre leve, moderado, sério e severo.

RISCOS AMBIENTAIS
Riscos ambientais são todos aqueles que tem potencial para gerar acidentes no trabalho, em função de sua
natureza, concentração, intensidade e tempo de exposição. Dividem-se em agentes físicos, químicos, biológicos,
ergonômicos e mecânicos e/ou acidentes.

AGENTES FÍSICOS: São representados pelas condições físicas no ambiente de trabalho, tais como vibração,
radiação, ruído, calor e frio que de acordo com as características do posto de trabalho, podem causar danos a saúde.
Muitos fatores de ordem física exercem influências de ordem psicológica sobre as pessoas, interferindo de maneira
positiva ou negativa no comportamento humano conforme as condições em que se apresentam. Portanto ordem e
limpeza constituem um fator de influência positiva no comportamento do trabalhador.
Por exemplo RUÍDO - certas máquinas, equipamentos ou operações produzem um ruído agudo e constante. Estes
níveis sonoros, quando acima da intensidade, conforme legislação específica e de acordo com a duração de exposição
no ambiente de trabalho, provocam, em princípio a irritabilidade ou uma sensação de audição do ruído mesmo estando
em casa. Com o passar do tempo a pessoa começa a falar mais alto ou perguntar constantemente, por não ter
entendido. Este é o início de uma surdez parcial que com o tempo, passará a ser total e irreversível.

AGENTES QUÍMICOS: Podem ser encontrados na forma gasosa, líquida, sólida e/ou pastosa. Quando absorvidos
pelo organismo, produzem na grande maioria dos casos, reações diversas, dependendo da natureza, da quantidade
e da forma da exposição à substância.
Por exemplo, POEIRAS - são partículas sólidas dispersas no ar por ação mecânica, ou seja, por ação do vento, de
lixadeiras, serviços de raspagem e abrasão, polimento, acabamento, escavação, etc.; dependendo do tamanho da
partícula, podem causar pneumoconiose (caso da sílica) ou até tumores de pulmão (caso amianto); as poeiras mais
grossas causam alergias e irritações nas vias respiratórias.

AGENTES BIOLÓGICOS: São microorganismos presentes no ambiente de trabalho tais como: bactérias, fungos, vírus,
bacilos, parasitas e outros. São capazes de produzir doenças, deterioração de alimentos, mau cheiro, etc. Apresentam
muita facilidade de reprodução, além de contarem com diversos processos de transmissão.

PGR 6
AGENTES ERGONÔNICOS: É o conjunto de conhecimentos sobre o homem e seu trabalho. Tais conhecimentos são
fundamentais ao planejamento de tarefas, postos e ambientes de trabalho, ferramentas, máquinas e sistema de
produção a fim de que sejam utilizados com o máximo de conforto, segurança e eficiência. Os casos mais comum de
problemas ergonômicos são: Esforço físico intenso, levantamento e transporte manual de peso, exigência de postura
inadequada, monotonia e repetividade.

AGENTES MECÂNICO E/OU ACIDENTES: São todos os riscos que podem ter relação com a falta de organização,
ambientes inadequados, máquinas sem proteção, entre outros. Configuram a lista de acidentes que o trabalhador pode
passar geralmente por conta da má manutenção de máquinas ou falta de treinamentos.

METODOLOGIA DE APLICAÇÃO

ANTECIPAÇÃO E RECONHECIMENTO DOS RISCOS


A antecipação dos riscos envolve a análise de novos projetos, instalações, métodos ou processos de trabalho ou de
modificação dos já existentes, compra de novos produtos ou equipamentos. O objetivo é a identificação dos riscos
potenciais e a introdução das medidas de controle necessárias, antecipando-se a exposição ao risco ambiental.
O reconhecimento dos riscos envolve a identificação qualitativa e a explicitação dos riscos existentes nos ambientes
de trabalho.
LEVANTAMENTO DE PERIGOS E RISCOS
O levantamento de perigos e riscos é um processo sistemático de identificação, caracterização e classificação de
perigos e riscos, a fim de avaliar os riscos das atividades ou processos rotineiros
desenvolvidos nas unidades operacionais da empresa e estabelece medidas para sua eliminação, redução ou
controle, quando necessário.
A avaliação de riscos deve levar em consideração:

1. o comportamento humano, capacidades ou outros fatores humanos que possam influenciar no desempenho
laboral.
2. os perigos e aspectos identificados no local de trabalho que sejam capazes de afetar adversamente a
segurança e a saúde das pessoas ou o meio ambiente, como riscos de acidentes ambientais, físicos, químicos,
ergonômicos e biológicos, sob o controle da empresa;
3. perigos criados na vizinhança do local de trabalho por atividades relacionadas ao trabalho sob o controle da
empresa;
4. os fatores de riscos aos quais as pessoas se expõem com a utilização de materiais, instalações e equipamentos
na situação real em que se encontram (novos, usados, final da vida útil, com restrições), sejam eles fornecidos
pela empresa.

IDENTIFICAÇÃO DOS PERIGOS E RISCOS


Devem ser identificados todos os perigos e riscos e, se possível, suas possíveis causas básicas, os impactos e
danos associados. A relação entre um aspecto e seus impactos, um perigo e seus riscos são de causa e efeito.
Para cada perigo e risco pode haver mais de uma causa básica, bem como mais de um impacto ou dano associado,
devendo cada um deles ser analisado e controlado separadamente.

CARACTERIZAÇÃO PERIGOS E RISCOS


Os perigos e riscos são caracterizados de acordo com a situação e exposição. No inventário de riscos deve ser
definida cada uma destas características, conforme detalhado nos itens seguintes.

EXPOSIÇÃO
Critérios de avaliação para análise de exposição, Qualitativo, Semi-qualitativo ou Quantitativo.

Quadro 1: Análise de Exposição

Situação Descrição Exemplo


São avaliações realizadas com base
Qualitativo em técnicas de observação de - Operação de equipamentos de força
ambiente laboral, questionário motriz
qualitativo e entrevistas com
empegados.
São avaliações realizadas com base

PGR 7
Semi-Qualitativo em técnicas híbridas de observaçãode- Movimentos Repetitivos
ambiente, aplicação de questionário e
avaliação ambiental quantitativa.

São avaliações realizadas com base


Quantitativo em metodologia de avaliações - Dosimetria de ruído
ambientais
quantitativas, respeitando os
procedimentos de higiene
ocupacional.

CLASSIFICAÇÃO
Indica classe de risco em termos de aceitabilidade e importância para fins de prevenção.

Quadro 2: Classificação de Aceitabilidade

Classificação Descrição
Classificação do risco com base na análise da
Aceitável classificação de efeito e frequência, bem como
resultado de avaliações ambientais quantitativas abaixo
do limite de ação definido em normatização.
Classificação do risco com base na análise da
Tolerável classificação de efeito e frequência, bem como resultado
de avaliações ambientais quantitativas dentro do limite de
ação definido em normatização.
Classificação do risco com base na análise da classificação
Não Aceitável de efeito e frequência, bem como resultado de avaliações
ambientais quantitativas acima do limite de tolerância
definido em
normatização.

AVALIAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS OCUPACIONAIS

CLASSIFICAÇÃO DE EFEITO E FREQUÊNCIA DE EXPOSIÇÃO


A classificação de efeito e frequência de exposição tem por objetivo avaliar o risco da atividade ou processo. Os
perigos e riscos são classificados conforme sua frequência e classificação de efeito.
O critério para a classificação de efeito e frequência de exposição é estabelecida com base nos critérios descritos a
seguir.

FREQUÊNCIA DE EXPOSIÇÃO

OCASIONAL Exposição não habitual (eventual, não programada).

INTERMITENTE Exposição descontinuada, alternada, não permanente.

HABITUAL Exposição contínua, mas não permanente (tempo inferior


a 60% da jornada de trabalho).
PERMANENTE Exposição habitual e diária (tempo superior a 60% da
jornada de trabalho).

PGR 8
CLASSIFICAÇÃO DE EFEITO

Quando o agente ou as condições de trabalho, não


Leve representam risco potencial de dano à saúde nas
condições usuais descritas na literatura, ou pode
representar apenas situação de desconforto e não de
risco.
Quando o agente representa um risco moderado à saúde,
nas condições usuais descritas na literatura, não causando
efeitos agudos, porém não se verifica controle técnico para
Moderado exposição ocupacional. Quando o agente não possui LT
valor-teto, e o valor de LT média ponderada é
consideravelmente alto (centenas de ppm).
Quando o agente pode causar efeitos agudos à saúde,
possui LT valor-teto ou valores de LT-média ponderada
muito baixos (alguns ppm), porém as práticas
operacionais/condições ambientais indicam controle
técnico da exposição. Quando o agente apresenta
características irritantes, cáusticas ou corrosivas aos
olhos, mucosas e pele, porém as práticas
operacionais/condições ambientais indicam controle
técnico sobre a exposição. Quando o agente apresenta
características de absorção via cutânea, porém as práticas
operacionais/condições ambientais indicam controle
técnico sobre a
exposição. Quando não há queixas aparentemente
relacionadas com o agente.
Quando há exposição a agente ambiental com potencial
de gerar efeitos agudos à saúde dos empregados, possui
LT valor-teto ou valores de LT-média ponderada muito
baixos (alguns ppm) e as práticas operacionais/condições
ambientais indicam aparente descontrole sobre a
exposição. Quando o agente apresenta características
irritantes, cáusticas ou corrosivas aos olhos, mucosas e
Sério pele ou carcinogênicas, porém as práticas operacionais /
condições ambientais indicam aparente descontrole ou
controle insuficiente sobre a exposição. Quando o agente
apresenta características de absorção via cutânea ou
notação-pele, porém as práticas operacionais/condições
ambientais indicam aparente descontrole sobre a
exposição. Quando
há possibilidade de deficiência de oxigênio. Quando há
queixas específicas/indicadores biológicos de exposição
excedidos.
Quando envolve exposição, sem controle, a carcinogênica
nas situações aparentes de risco grave e iminente. Quando
o agente possui efeitos agudos, baixos LT e IDLH
(concentração imediatamente perigosa a vida/saúde) e as
Severo práticas operacionais/situação ambiental indicam
descontrole sobre a exposição. Quando as queixas são
específicas e frequentes, com indicadores biológicos de
exposição excedidos. Quando há exposição cutânea
severa a substâncias com notação-pele. Quando há risco
aparente de
deficiência de oxigênio.

PGR 9
MATRIZ DE AVALIAÇÃO DE RISCO
(GRAU DE SEVERIDADE DO RISCO)
O nível de avaliação do risco é definido com base na Classificação de Efeito e Frequência e de acordo com a Matriz
de Risco definido neste texto base.

Não apresenta risco relevante durante a execução da


Risco Irrelevante atividade laboral, sem necessidade de controle
específico.
Apresenta risco baixo durante a execução da atividade
Risco Baixo laboral, sem necessidade de controle
específico.
Apresenta risco médio durante a execução da atividade
Risco Médio laboral, com necessidade de medidas de controle de risco.

Apresenta risco alto durante a execução da


Risco Alto atividade laboral, com necessidade de medidas de
controle de risco.
Apresenta risco alto durante a execução da atividade
Risco Crítico laboral, com necessidade de medidas extremas decontrole
de risco.

Leve Risco Irrelevante Risco Baixo Risco Baixo Risco Médio

Moderado Risco Baixo Risco Baixo Risco Médio Risco Alto

Sério Risco Baixo Risco Médio Risco Alto Risco Alto

Severo Risco Médio Risco Alto Risco Alto Risco Crítico

Classificação de
Efeito / Ocasional Intermitente Habitual Permanente
Frequência

PGR 10
.

UNIDADE
SÉRGIO RIBEIRO RANGEL
SÉRGIO RIBEIRO RANGEL
12.120.053/0001-25

Endereço
Rua Luiz Lázaro Zamenhof, 110 B - Vila Brasília - São Carlos/SP
13566-670

CNAE
4687-7/03 - Comércio atacadista de resíduos e sucatas metálicos
Grau de Risco 3

Caracterização dos processos e ambientes de trabalho

3 funcionários

Setor Cargo Funcionários

PRODUÇÃO Encarregado de Pátio 1

Motorista de Caminhão 1

SERVIÇOS GERAIS 1

GHE
I - MOTORISTA

1 funcionário

Descrição do local Não há posto fixo de trabalho

Setor PRODUÇÃO
Cargo Motorista de Caminhão
Efetua entrega e recolhe matéria-prima nos clientes e fornecedores. Executa funções internas de corte e prensa, separação de
materiais, carregamento e descarga.
Funcionários: 1

Especificação dos perigos/fatores de risco - GHE I - MOTORISTA

Identificação

Perigo/Fator de Risco Ruído Grupo Físicos

Possíveis lesões ou agravos a saúde Dores de cabeça, irritabilidade, Vertigens e Cansaço excessivo.

Fontes ou circunstâncias Caminhão

Prevenção e controle

EPI Protetor Auricular tipo plug

Medidas administrativas Equipamento de proteção individual. Os EPI's são distribuídos com base na
planilha de controle do cliente.
Exposição

Critério Quantitativo

Perfil de exposição Vistoria realizada no ambiente de trabalho.

Data da medição Medição Empresa Técnica utilizada Equipamento

14/08/2020 82.00 dB(A) NEN - NHO 01

Limite de tolerância 85.00 dB(A) Nível de ação 80.00 dB(A)

PGR 11
Avaliação de risco

Classif. Efeito Leve Frequência Intermitente Nível de risco Risco Baixo

Classificação Aceitável

Ações necessárias Se faz necessário uma nova avaliação quantitativa do agente de risco
relacionado ao ruído em todos os funcionários que representam este grupo
conforme determina a NHO 01 em comparativo com os limites de tolerância
da NR 15 ANEXO I.

Identificação

Perigo/Fator de Risco Vibração de Corpo Grupo Físicos


Inteiro (AREN)

Possíveis lesões ou agravos a saúde Dentre os vários efeitos catalogados, os principais e mais danosos sã Perda
do equilíbrio, simulando uma labirintite, além de lentidão de reflexos;
Manifestação de alteração no sistema cardíaco, com aumento da frequência
de batimento; Efeitos psicológicos, como a falta de concentração para o
trabalho; Apresentação de distúrbios visuais, como visão turva; Efeitos no
sistema gastrointestinal, com sintomas desde enjoo até gastrites e
ulcerações.
Fontes ou circunstâncias Caminhão

Prevenção e controle

Medidas administrativas Assento estofado.

Exposição

Critério Quantitativo

Perfil de exposição Vibração de Corpo Inteiro - VCI.

Avaliação de risco

Classif. Efeito Moderado Frequência Intermitente Nível de risco Risco Baixo

Ações necessárias Será necessário fazer uma avaliação a exposição ocupacional à vibração de
corpo inteiro, conforme o conceito de componente de exposição na
estimativa da exposição diária. Os resultados obtidos serão utilizados para
nortear as medidas por ventura necessárias para a redução ou neutralização
de exposições existentes.
Observação De acordo com Portaria MTE n.º 1.471, de 24 de setembro de 2014,
alterando a NR09 - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, incluindo
o Anexo 1 - Vibrações, bem como a Redação dada pela Portaria MTE n.
º1.297, de 13 de agosto de 2014, alterando o Anexo 8 da NR15 - Atividades
e Operações Insalubres, os procedimentos de avaliação quantitativa para
VCI e VMB, são aqueles estabelecidos nas Normas de Higiene Ocupacional
publicadas pela FUNDACENTRO.

Identificação

Perigo/Fator de Risco Vibração de Corpo Grupo Físicos


Inteiro (VDVR)

Possíveis lesões ou agravos a saúde Dentre os vários efeitos catalogados, os principais e mais danosos sã Perda
do equilíbrio, simulando uma labirintite, além de lentidão de reflexos;
Manifestação de alteração no sistema cardíaco, com aumento da frequência
de batimento; Efeitos psicológicos, como a falta de concentração para o
trabalho; Apresentação de distúrbios visuais, como visão turva; Efeitos no
sistema gastrointestinal, com sintomas desde enjoo até gastrites e
ulcerações.
Fontes ou circunstâncias Caminhão

Prevenção e controle

Medidas administrativas Assento estofado.

Exposição

Critério Quantitativo

PGR 12
Perfil de exposição Vibração de Corpo Inteiro - VCI.

Avaliação de risco

Classif. Efeito Moderado Frequência Intermitente Nível de risco Risco Baixo

Ações necessárias Será necessário fazer uma avaliação a exposição ocupacional à vibração de
corpo inteiro, conforme o conceito de componente de exposição na
estimativa da exposição diária. Os resultados obtidos serão utilizados para
nortear as medidas por ventura necessárias para a redução ou neutralização
de exposições existentes.
Observação De acordo com Portaria MTE n.º 1.471, de 24 de setembro de 2014,
alterando a NR09 - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, incluindo
o Anexo 1 - Vibrações, bem como a Redação dada pela Portaria MTE n.
º1.297, de 13 de agosto de 2014, alterando o Anexo 8 da NR15 - Atividades
e Operações Insalubres, os procedimentos de avaliação quantitativa para
VCI e VMB, são aqueles estabelecidos nas Normas de Higiene Ocupacional
publicadas pela FUNDACENTRO.

Identificação

Perigo/Fator de Risco Postural Grupo Ergonômicos

Possíveis lesões ou agravos a saúde Desconforto na região lombar, cervical e membros inferiores.

Fontes ou circunstâncias Trabalho predominantemente sentado

Prevenção e controle

Medidas administrativas Pausas na jornada laboral.

Exposição

Critério Qualitativo

Perfil de exposição Vistoria técnica nas depêndencias da empresa.

Avaliação de risco

Classif. Efeito Leve Frequência Habitual Nível de risco Risco Baixo

Classificação Aceitável

Ações necessárias Realizar exercícios para alongamento e relaxamento muscular.


Implementar ginástica laboral e/ou intervalos na jornada laboral.

Identificação

Perigo/Fator de Risco Acidente de Trânsito Grupo Acidentes

Possíveis lesões ou agravos a saúde Acidentes leves ou traumatismos

Fontes ou circunstâncias Batida Contra


Acidentes de Transito

Prevenção e controle

Medidas administrativas Uso de cinto de segurança


Veículo revisado
Exposição

Critério Qualitativo

Perfil de exposição Análise baseada no acompanhamento de parte da jornada do empregado.

Avaliação de risco

Classificação de Leve Frequência Habitual Nível de Risco Risco Baixo


Efeito

Classificação Aceitável

Ações necessárias Antes de iniciar sua atividade, verifique as condições gerais, qualquer
irregularidade que possa colocar você ou outras pessoas em risco.

PGR 13
GHE
II - PRODUÇÃO
Galpão: Alvenaria
Telhado: Fibrocimento
Estrutura: Metálica
Iluminação: Natural
Ventilação: Natural

2 funcionários

Descrição do local Galpão de alvenaria, telhado fibrocimento, estrutura metálica, iluminação/ventilação: natural

Setor PRODUÇÃO
Cargo Encarregado de Pátio
Auxilia no carregamento e descarregamento dos caminhões. Faz a triagem do material. Trabalha na prensa de materiais e
corte a plasma
Funcionários: 1

Cargo SERVIÇOS GERAIS


Executa as funções de separação de materiais, carga e descarga, prensa e corte.
Funcionários: 1

Especificação dos perigos/fatores de risco - GHE II - PRODUÇÃO

Identificação

Perigo/Fator de Risco Ruído Contínuo ou Grupo Físicos


Intermitente

Possíveis lesões ou agravos a saúde Desconforto

Fontes ou circunstâncias Prensa


Posto de Trabalho

Prevenção e controle

EPI Botina de Segurança


Capacete CA: 17631
Luva de Raspa CA: 3779
Óculos de Segurança CA: 39878
Perneira de Raspa CA: 13990
Protetor Auricular tipo Concha CA: 5228
Protetor Auricular tipo plug CA: 19578
Respirador

Medidas administrativas Equipamento de proteção individual. Os EPI's são distribuídos com base na
planilha de controle do cliente.
Exposição

Critério Quantitativo

Perfil de exposição Vistoria técnica nas dependências da empresa

Data da medição Medição Empresa Técnica utilizada Equipamento

14/08/2020 87.00 dB(A) NEN - NHO 01

Limite de tolerância 85.00 dB(A) Nível de ação 80.00 dB(A)

Avaliação de risco

Classif. Efeito Moderado Frequência Intermitente Nível de risco Risco Baixo

Classificação Aceitável

Ações necessárias A avaliação da exposição ocupacional ao ruído continuo ou intermitente


deverá ser feita por meio da determinação da dose diária de ruído ou do
nível de exposição, parâmetros representativos da exposição diária do
trabalhador. Necessário dosimetria de ruído conforme NR 15 ANEXO I

PGR 14
Identificação

Perigo/Fator de Risco Fumos de Solda Grupo Químicos

Possíveis lesões ou agravos a saúde Transtornos nas vias respiratórias.

Fontes ou circunstâncias Trabalho com solda

Prevenção e controle

EPI Óculos de Segurança CA: 39878


Protetor facial para soldador

Medidas administrativas Transtornos nas vias respiratórias.

Exposição

Critério Quantitativo

Perfil de exposição A avaliação foi realizada no ambiente de trabalho do colaborador.

Avaliação de risco

Classif. Efeito Leve Frequência Intermitente Nível de risco Risco Baixo

Classificação Aceitável

Ações necessárias A adoção de medidas de controle deve obedecer a uma priorização das que
sejam mais eficientes e não interfiram com o conforto e a eficiência do
trabalhador. Dessa forma é importante priorizar as medidas de controle
sobre a fonte, sobre o percurso e em última instância sobre o trabalhador.

Identificação

Perigo/Fator de Risco Fumos Metálicos Grupo Químicos

Possíveis lesões ou agravos a saúde Transtornos nas vias respiratórias

Fontes ou circunstâncias Corte a Plasma

Prevenção e controle

EPI Luva de Raspa CA: 3779


Mangote de Raspa CA: 16073
Mascara PFF2 CA: 41514
Óculos de Segurança CA: 39878

Medidas administrativas Equipamento de proteção individual. Os EPI's são distribuídos com base na
planilha de controle do cliente.
Exposição

Critério Quantitativo

Perfil de exposição Foi observado o uso correto do equipamento de proteção individual.

Avaliação de risco

Classificação de Leve Frequência Intermitente Nível de Risco Risco Baixo


Efeito

Classificação Aceitável

Ações necessárias A adoção de medidas de controle deve obedecer a uma priorização das que
sejam mais eficientes e não interfiram com o conforto e a eficiência do
trabalhador. Dessa forma é importante priorizar as medidas de controle
sobre a fonte, sobre o percurso e em última instância sobre o trabalhador.

Identificação

Perigo/Fator de Risco Postural Grupo Ergonômicos

Possíveis lesões ou agravos a saúde Desconforto na região lombar, cervical e membros inferiores.

PGR 15
Fontes ou circunstâncias Posto de Trabalho
Trabalho Predominantemente em Pé

Prevenção e controle

Medidas administrativas Realizar intervalos de descanso compatíveis com as tarefas realizadas


durante a jornada de trabalho.
Exposição

Critério Qualitativo

Perfil de exposição Análise baseada no acompanhamento de parte da jornada do empregado.

Avaliação de risco

Classif. Efeito Leve Frequência Habitual Nível de risco Risco Baixo

Classificação Aceitável

Ações necessárias Conscientizar os empregados sobre a importância da ergonomia, pode-se


fazer campanhas de comunicação interna, palestras e o desenvolvimento de
informativos que tragam informações sobre o assunto. Implementar
ginástica laboral e/ou intervalos na jornada diária laboral.

Identificação

Perigo/Fator de Risco Ferimentos diversos Grupo Acidentes

Possíveis lesões ou agravos a saúde Cortes e perfurações em membros superiores (mãos e braços)
Ferimento nos olhos
Fontes ou circunstâncias Corte a Plasma
Máquinas e Equipamentos
Triagem de Material

Prevenção e controle

EPI Luva de Raspa CA: 3779


Óculos de Segurança CA: 39878
Perneira de Raspa CA: 13990

Medidas administrativas Fornecimento de EPI's.

Exposição

Critério Qualitativo

Perfil de exposição Inspeção no local de trabalho e entrevista com colaboradores

Avaliação de risco

Classificação de Leve Frequência Intermitente Nível de Risco Risco Baixo


Efeito

Classificação Aceitável

Ações necessárias Organização do ambiente de trabalho

PGR 16
Conclusão
Tendo cumprido a determinação da empresa, encerramos o presente Programa de Gerenciamento de Riscos - PGR,
que visa principalmente promover ao empregado as melhores condições de trabalho, elevando sua qualidade de
vida, preservando a sua integridade física e mental e obtendo-se em contrapartida uma maior satisfação no trabalho,
elevando naturalmente a qualidade de seus serviços desenvolvidos e de uma maneira geral, sua produtividade.

A efetiva implantação do PGR se dará com a implementação das medidas mitigadoras e eliminadoras propostas neste
programa.

A empresa foi examinada em todos os setores e seções durante a atividade laborativa, assim analisadas todas as
funções de seus empregados no decorrer do período.

ENGª VIVIANE RIBEIRO DE LIMA


Conselho de classe: CREA 5070463009

UF: SP
Especialidade: Engenheira de Segurança do Trabalho

PGR 17
Plano de
Ação

PGR 18
Introdução

PLANO DE AÇÃO
A organização define o plano de ação, indicando medidas de prevenção a serem realizadas e mantidas e para cada
medida de prevenção a organização define um cronograma, forma de acompanhamento e aferição de resultados.

O desempenho das medidas de prevenção deve ser acompanhado de forma planejada e contemplar:

a) a verificação da execução das ações planejadas;


b) as inspeções dos locais e equipamentos de trabalho;
c) o monitoramento das condições ambientais e exposições a agentes nocivos, quando aplicável.

UNIDADE
SÉRGIO RIBEIRO RANGEL

Atividade Ano
1. Apresentação do PGR aos empregados 2022
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ

Responsável Situação 2023


SÉRGIO RIBEIRO RANGEL Pendente JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ
Contexto Prioridade
Toda empresa Média

2. Realizar novas avaliações no ambiente de 2022


trabalho, sempre que houver alteração no
ambiente ou nas atividades desempenhadas
que possam influenciar na exposição dos
empregados
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ

Responsável Situação 2023


SÉRGIO RIBEIRO RANGEL Pendente JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ
Contexto Prioridade
Toda empresa Média

3. Implantar diálogos de Segurança sobre os 2022


riscos existentes nas atividades.
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ

Responsável Situação 2023


SÉRGIO RIBEIRO RANGEL Pendente JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ
Contexto Prioridade
Toda empresa Média

PGR 19

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